REPRESENTANDO ONTOLOGIAS UTILIZANDO SOFTWARE LIVRE

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1 REPRESENTANDO ONTOLOGIAS UTILIZANDO SOFTWARE LIVRE Mariano Nicolao 1 Anderson Ricardo Yanzer Cabral 2 Carlos Mario Dal Col Zeve 3 Deiver Ceroni 4 Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) Curso de Ciência da Computação Câmpus Canoas Av. Farroupilha, Bairro Luís CEP Canoas RS RESUMO Este artigo apresenta um estudo realizado para o trabalho de conclusão do curso de ciência da computação da ULBRA (Universidade Luterana do Brasil) e tem como finalidade apresentar conceitos e análises sobre a representação de ontologias, utilizando linguagens livres baseadas em software livre. Demonstra-se ainda, como representar o mapeamento de ontologias através destas linguagens a fim de obter-se consultas de nível semântico. Palavras-chaves: WEB Semântica; Software Livre; Ontologia ABSTRACT Title: Representing ontologies using free software This article presents a study carried through for the work of conclusion the course of computer science at the ULBRA (Luterana University of Brazil) and has as purpose to present concepts and analyses on the representation of ontologies, being used based free languages in free software. It is still demonstrated, as to represent the mapping of ontologies through these languages in order getting consultations of semantic level. Key-words: Semantic WEB; Free Software; Ontology. 1 Doutor em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul(UFRGS) e professor adjunto da Universidade Luterana do Brasil(ULBRA) 2 Doutor em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul(UFRGS) e professor adjunto da Universidade Luterana do Brasil(ULBRA) 3 Doutor em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul(UFRGS) e professor adjunto da Universidade Luterana do Brasil(ULBRA) 4 Aluno do Curso de Ciência da Computação da Universidade Luterana do Brasil(ULBRA), câmpus Canoas.

2 2 1 INTRODUÇÃO Este artigo descreve à aplicação de ontologias na Web Semântica. O objetivo é verificar a possibilidade de usar a ontologia como uma metodologia na criação de conteúdo Web a fim de que se permita, nestas páginas, a realização de consultas de nível semântico. Nesse contexto, realizou-se um estudo sobre linguagens e ferramentas que usam a licença GPL (General Public License), caracterizando o uso de software livre. Este documento descreve a representação da ontologia através de uma linguagem livre, utilizando como fundamentação teórica os conceitos relacionados a Web Semântica e do software livre. 1 UM POUCO DE HISTÓRIA DA WEB A história da Web apresentada neste documento relaciona a evolução, o estado atual, e seu futuro próximo, dividida em gerações conforme criadas por Tim Berners-Lee um dos idealizadores da Web. 1.1 PRIMEIRA GERAÇÃO A principal característica nesta geração se identifica pela troca de dados entre máquinas distintas. Um dos exemplos da primeira geração internet é a ARPANet. 1.2 SEGUNDA GERAÇÃO Surge a World Wide Web ou simplesmente Web, a teia da rede mundial de computadores foi o grande Big Bang da últimas décadas na área da computação, provocou uma revolução por ter uma grande gama de informações disponíveis e de fácil acesso. Outra característica marcante desta geração é o comércio eletrônico entre clientes e empresas o chamado business-to-clients (b2c). 1.3 TERCEIRA GERAÇÃO A terceira geração pode ser considerada geração da Web Semântica, ou seja, transformar os dados que estão na teia em elementos úteis, legíveis para as máquinas, como forma de obtenção de um resultado mais limpo ou semanticamente corretos. Atualmente a busca de informações na Web pode ser considerada sintática. Neste conceito, os computadores fazem apenas a apresentação da informação, porém o processo de interpretação fica a cabo dos seres humanos. (Brietman,2005,pag.02)

3 3 2 SOFTWARE LIVRE O advento do software livre iniciou no ano de 1969, quando Ken Thompson criou a primeira versão do UNIX. O UNIX se tornou o principal sistema operacional nos anos setenta principalmente por ter a sua distribuição gratuita nos centros de pesquisa das universidades. Em 1971 o estudante de ciência da computação Richard M. Stallman, inaugurou o movimento Open Source, produzindo diversos programas com código-fonte aberto. Em 1984 Richard Stallman criou o projeto GNU com o objetivo de desenvolver um sistema operacional baseado no Unix totalmente livre, este projeto surge em função de no mesmo período começarem serem cobradas licenças para a utilização de softwares. Em 1985 foi criada a licença GPL, com o objetivo de permitir que todo o software que faça parte da GPL tenha o seu código fonte à disposição para compartilhamento e pesquisa. Figura 1:Tipos de liberdade entre usuários e software proposto pelo projeto GNU(GNU,1996) 2.1 LINUX Em 1991, o estudante de Ciência da Computação Linus Trovalds anunciou em uma lista de discussão na internet que estava criando um sistema operacional livre. No fim do ano 1991, Linus anunciou a primeira versão oficial do Linux, conhecido como o kernel Atualmente o Linux é um dos sistemas operacionais mais populares, tendo uma legião de adeptos que utilizam o sistema. As atualizações do Linux são desenvolvidas pelo próprio Linus e por pessoas do mundo inteiro. O grande número de adeptos do sistema operacional Linux é pela sua vantagem, como a similaridade com o sistema operacional UNIX, e de hoje ser um dos sistemas operacionais mais robustos, sendo igualado ao sistema operacional Solaris e BSD, conforme relatam os sites de segurança. 2.2 PHP (Personal Home Page) Com o surgimento do Linux, o número de aplicações e ferramentas para Linux vem crescendo, são browsers (Mozilla), clientes de s (Evolution, Thunderbird), bancos de

4 4 dados (MySQL, PostgreSQL) e em na mais diversas áreas de aplicativos e ferramentas. Uma das principais ferramentas é a linguagem de script PHP, criado em 1994 por Ramus Lerdorf. Lerdort disponibilizou o código fonte do PHP para que outros desenvolvedores pudessem contribuir para a melhoria da linguagem, a história completa da linguagem PHP pode ser encontrada no sitio Em 1997 o PHP já possuía um analisador sintático e suporte para protocolos de internet e banco de dados. O PHP teve o seu auge na versão 4 que contava com um grande trunfo a velocidade de processamento. O PHP 4 primeiro compilava e depois executava o código. Atualmente o PHP encontra-se na versão 5 onde a sua grande novidade é o suporte a Orientação à Objetos, com isso esta linguagem pode usar todas as funcionalidades que a orientação a objetos oferece. A linguagem hoje está em aproximadamente 22 milhões de sítios por todo o mundo, por ter as suas qualidade, como: Orientado à Objetos; Robusta; Fácil aprendizado; Totalmente Livre. 2.3 APACHE O Apache é um servidor de páginas Web livre utilizado, normalmente, nos servidores Linux. Este servidor tem como base o servidor Web NCSA (National Center of Supercomputing Applications), que foi desenvolvido por Rob McCool. Quando McCool deixou a NCSA, o desenvolvimento foi interrompido, assim muitos desenvolvedores buscaram personalizar sua própria versão do NCSA ou adicionar mais características para atender as suas necessidades. Neste momento começa a história do Apache com Brian Behlendorf e Cliff Skolnick que inauguram uma lista de discussão para interessados no desenvolvimento do Apache, conseguindo dessa forma, espaço em um servidor doado pela HotWired, trocar patches, corrigir problemas, adicionar recursos e discutir idéias com outros desenvolvedores e hackers interessados no projeto. A primeira versão oficial do Apache foi 0.6.2, lançada em Abril de 1995, sendo que neste período a NCSA retomava o seu projeto. Hoje o Apache é o software de servidor Web mais usado por sua facilidade, robsutez e leveza estando na versão 2.x.x. A história completa do servidor Web Apache pode ser encontrada no seu sitio

5 5 3 WEB SEMÂNTICA Em maio de 2001 Tim Berners-Lee, aclamado como o criador da Internet, aliado com James Hendler e Ora Lassial, explicaram num artigo publicado na revista American Scientific com o titulo The Semantic Web. O artigo explica que os computadores não só são capazes de apresentar a informação contida nas páginas Web, como também podem entender essa dita informação. Para completar o artigo The Semantic Web de Berbers-Lee, Ataíde,2005 completa: A Web Semântica é utilizada pra reduzir a ambigüidade da linguagem natural. 3.1 O QUE É WEB SEMÂNTICA O lingüista francês Michel Bréal(1883), utilizou semântica para designar a ciência que se dedica ao estudo das significações. Com isso semântica é a teoria que deve contemplar o estudo das regras gerais que condicionam o sentido dos enunciados. Portanto, A Web Semântica não é uma Web separada, mas uma extensão da atual. Nela a informação é dada com um significado bem definido, permitindo melhor interação entre os computadores e as pessoas (Berners-Lee,2001). A figura 2 mostra a diferença entre a Web Atual e a Web Semântica. Figura 2: Modelo da Web Atual e da Web Semântica (Burreau,2003) Seguindo a citação de Berners-Lee sobre o que é Web Semântica a World Wide Web Consortium (W3C), já define os planos para operar a transformação que irá modificar a Web de hoje para a Web Semântica. 3.2 O QUE A WEB SEMÂNTICA NÃO É A Web Semântica vem surgindo como a grande geração da Web do futuro, porém existem muitos pontos onde a Web Semântica não se encaixa e que são mostrados nos itens abaixo:

6 A WEB SEMÂNTICA NÃO É INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL O conceito de documentos compreensíveis por máquinas não implica uma inteligência artificial mágica que faz com que os computadores passem a entender o que os seres humanos falam. Se o objetivo da IA é construir um agente de software que mostre inteligência no nível humano (e superior), o objetivo da Web Semântica é auxiliar humanos a realizarem suas tarefas diárias na rede (Breitman,2005,p.09). Com isso mostra-se que a Web Semântica tende a direcionar as pessoas a codificarem as informações em representações, como ontologia, em vez de querer que os computadores entendam a linguagem que as pessoas estão codificando, um exemplo será o uso da linguagem natural humana, como forma de obter resultados de um consulta, por exemplo: Quantas viajem a pessoa x fez do x ao ponto y, no ano corrente? O computador irá entender e retornará o resultado, sendo x e y substituídos por nomes A WEB SEMÂNTICA NÃO É UMA WEB SEPARADA A Web Semântica não é uma Web separada, e sim uma extensão da Web (sintática) atual.(breitman,2005,p.09). A Web Semântica idealizada por Berners-Lee, controlada pela W3C, é a continuação da Web Sintática, porém os novos sites adaptando-se ao padrão semântico, este fato vem sendo adotado aos poucos. Com isso já existe uma gama de ferramentas de criação de linguagens, Resource Description Framework (RDF) e ontologias a disposição para serem adaptadas aos sítios. A figura 3 mostra a nova arquitetura criada por Berners-Lee para o padrão da Web Semântica. Figura 3:Arquitetura da Web Semântica(Burreau,2003)

7 A WEB SEMÂNTICA NÃO VAI EXIGIR QUE TODAS AS APLICAÇÕES UTILIZEM EXPRESSÕES COMPLEXAS Apesar da Web Semântica gerar um nível de expressões mais complexas que o da Web Sintática, não será necessário que as aplicações utilizem marcações semânticas em todo o seu potencial, como é o caso do RDF. A maior parte das aplicações que gerarem RDF vão, na prática, ser limitadas a produzir expressões simplificadas (e computáveis) do tipo controle de acesso, preferências relativas à privacidade da informação e critérios de busca. Breitman(2005,p.09) A WEB SEMÂNTICA NÃO É UMA REPRISE DE UM EXPERIMENTO FALIDO A visão da comunidade de Representação do Conhecimento está mais ligada à criação de modelos canônicos que poderiam ser globalmente utilizado, enquanto a Web Semântica tem um foco em ontologias menores, também chamadas de ontologias de domínio, e no processo de integração das mesmas. (Hendler,2001,p.30-37). Conforme a citação acima se conclui que a Web Semântica é uma inovadora forma de desenvolvimento de sítios AS FERRAMENTAS DA WEB SEMÂNTICA Para o desenvolvimento da Web Semântica, existem ferramentas que fazem parte da arquitetura criada por Brenders-Lee,conforme figura 2, são eles: Metadados; Ontologia; URI; Agentes METADADOS São dados que fazem referências a outros dados. São destinados ao consumo por máquinas (Barreau,2003). A internet de hoje nos mostra possibilidades que parecem ser finitas, são internet bank, leilões, reservas em hotéis, porém existe um problema crucial que é a falta de informação sobre a informação. Um exemplo disso é a busca em um sitio para encontrar determinada informação, além da informação desejada o site busca vários outros links que são considerados desnecessários. O que falta para corrigir isso? Falta Metadados, ou seja, um indexador de páginas e sites na Web Semântica que permite que outros computadores saibam os assuntos que são tratados.

8 CARACTERÍSTICAS DO METADADOS Os Metadados possuem basicamente quatro características básicas: Não precisam ser necessariamente digitais; Vão além de fornecer dados sobre um objeto; Podem ser obtidos a partir de uma variedade de fontes; Evoluem durante a vida útil do sistema de informação ou objeto a que se refere DUBLIN CORE É um conjunto de 15 elementos de meta-informação proposto para facilitar a recuperação de informações na Web. Em Outubro de 1994 durante uma conferência sobre a Web, foi apontada a necessidade de uma semântica para disponibilizar recursos na internet, como a conferência ocorria em Dublin, surgiu o Dublin Core ou DCMI (Dublin Core Metadata Initiative). O Dublin Core em pouco tempo se tornou padrão para metadados e atualmente é um padrão ANSI e possui norma ISO. O Dublin Core é composto pelos seguintes elementos para formação dos metadados: Assunto (subject); Título(title); Criador(creator); Descrição(description); Editor(publischer); Outro Agente(contributo); Data(date); Tipo de Objeto(type); Formato(format); Identificador(identifier); Ralacionameno(relation); Linguagem(language); Cobertura(coverage); Direitos(rights); Fonte(source).

9 9 Sua simplicidade é, ao mesmo tempo, um ponto forte, pois permite a disseminação e a utilização em larga escala, e a sua maior fraqueza, pois não acomoda uma semântica mais expressiva. (Breitman,2005,p.18). A figura 4 mostra o exemplo do uso do Dublin Core Figura 4: Exemplo o uso do Dublin Core FOAF (Friend of a Friend) Assim como o Dublin Core existe o modelo FOAF, segundo Barreau(2003) o projeto FOAF tem o seguinte objetivo: Criar uma Web interpretável por máquinas de homepages que descrevam pessoas, as relações entre elas e as coisas que elas criam e fazem. A principal diferença do Dublin Core e do FOAF está no número de objetos e na sua expressão semântica, o FOAF não possui a facilidade que o Dublin Core possui, conforme a citação de Breitman no item referente ao Dublin Core porém o FOAF tem um poder de expressão semântico maior. O elementos do FOAF estão organizados em três grupos (figura 5): Basic; Personal Info; Projects and Groups.

10 10 A figura 5 mostra os elementos do FOAF e seus respectivos grupos. Figura 5: Elementos da FOAF em seus grupos Porém como mostra na figura 6, um exemplo de um arquivo usando FOAF, verifica que este arquivo é muito semelhante ao arquivo gerado pelo Dublin Core. Figura 6: Exemplo de arquivo usando FOAF RDF (Resource Description Framework) Uma linguagem declarativa que fornece uma maneira padronizada de utilizar o XML

11 11 (Extensible Markup Language), para representar metadados no formato de sentenças sobre propriedades e itens na Web. Este conceito é afirmado por Souza e Alvarenga(2004) onde O RDF estabelece na verdade um padrão de metadados para ser embutidos na codificação XML. O RDF é homologado pela W3C que deve vir a ser implementada na confecção de páginas da Web Semântica. Um dos objetivos do RDF é tornar a semântica de recursos Web acessível a máquinas. Umas das maiores influências do RDF veio da comuidade de bibliotecas digitais e da comunidade de Representação do Conhecimento, pois o RDF foi projetado de modo a representar metadados de recursos Web de maneira legível e sobretudo, processável por máquinas. Alguns exemplos de utilização de descrições RDF: Descrever propriedades para itens de compra, tais como preço e disponibilidade; Descrever cronogramas para eventos na Web; Descrever informações sobre páginas Web, tais como data da criação, título e autor; Descrever conteúdo e classificação de figuras; Descrever conteúdo para máquinas de busca; Descrever bibliotecas eletrônicas. A figura 7 mostra o código do RDF.

12 12 Figura 7: Exemplo de um Arquivo RDF Na estrutura do código do RDF foi colocada numeração para detalhamento: A primeira linha (1) contém o vocabulário do RDF, este vocabulário descreve o termos utilizados pela própia linguagem tais como, description, label e literal. A lista completa do vocabulário está disponível do site da W3C. A segunda linha (2) contém o RDF Schema ou RDFS, nada mais do que o esqueleto do código. A terceira linha(3) indica qual a linguagem de ontologia esta sendo usada, neste caso a linguagem OWL(Web Ontology Language), que será detalhada no tópico mais adiante. A quarta linha(4) mostra qual o metadado que será usado, neste caso o Dublin Core. Verificando o exemplo conclui-se que o RDF possui uma receita de bolo, para sua montagem o que cria uma padronização. A figura 8 mostra o exemplo de um grafo que é o resultado de um RDF.

13 13 Figura 8: Exemplo de grafo gerado a partir do RDF O grafo mostra o resultado do RDF sendo possível verificar seus elementos. O usuário vai à busca de livros através de um site, após a seleção dos livros o código RDF aponta para onde se encontra o objeto no caso do exemplo em Assim, é possível consultar semanticamente o que o usuário deseja e todos os detalhes referentes que o usuário solicitou ONTOLOGIA A palavra ontologia vem do grego ontos (ser) + logos (palavra). O princípio do estudo surgiu na Grécia antiga pelo então filósofo Aristóteles (366 a.c a.c), que fez a classificação das categorias, porém a definição de ontologia possui significados não tão distintos como na área da filosofia e na Web Semântica. (Breitman,2005). Na filosofia ontologia, é a ciência do que é, dos tipos de estruturas do objeto, propriedades, eventos, processos e relacionamentos em todas as áreas da realidade. Contudo, na Web Semântica segundo Breitman(2005) onde Ontologia é uma especificação formal e explícita de uma conceitualização compartilhada. Segundo Ataíde(2005) Uma ontolologia é um conjunto de termos hierárquicos estruturados para descrição de um domínio, que pode ser usado como um esqueleto fundamental para uma base de conhecimento. O consórcio W3C define ontologia

14 14 como A definição dos termos utilizados na descrição e na representação de uma área do conhecimento. Assim a W3C coloca as ontologias no seguinte tipo de conceitos: Classe (ou coisas ) no vários domínios de interesse; Relacionamentos entre as coisas ; Propriedades (ou atributos) que essas coisas devem possuir. Como a ontologia tem sido utilizada por várias comunidades é razoável que existam variações na definição, com isso chegaram a uma definição em comum. Uma ontologia pode assumir vários formatos, mas necessariamente deve incluir um vocabulário de termos e alguma especificação de seu significado. Esta deve abranger definições e uma indicação de como os conceitos estão inter-relacionados, o que resulta na estruturação do domínio e nas restrições de possíveis interpretações de seus termos. (Breitman,2005) CLASSIFICAÇÃO DA ONTOLOGIA SEGUNDO SUA SEMÂNTICA Esta classificação relaciona definições em linguagem natural até ontologias com o máximo de expressividade. Vocabulários controlados lista infinta de termos; Glossários lista de termos com significados em linguagem natural; Tesauros é uma lista de termos e suas definições que padroniza a utilização de palavras para indexação; Hierarquias tipo-de-informais hierarquias que utilizam o relacionamento de generalização de maneira informal; Hierarquias tipo-de-formais hierarquias que incluem instâncias de um domínio; Frames Modelos que incluem classes e propriedades; Ontologias que exprimem restrições de valores ontologias que fornecem subsídios para restringir os valores assumidos pelas propriedades de suas classes; Ontologias exprimem restrições lógicas ontologias que permitem que sejam expressas restrições lógicas de primeira ordem. A figura 9 mostra um gráfico sobre a classificação da ontologia quanto a sua semântica.

15 15 Figura 9: Gráfico sobre a classificação da ontologia segundo sua semântica (Breitman,2005) CLASSIFICAÇÃO DA ONTOLOGIA QUANTO À GENERALIDADE Método de classificação criado por Nicola Guarino que utiliza a generalidade da ontologia como critério sendo um total de quatro generalidades. Ontologias de nível superior descrevem conceitos muito genéricos, tais como espaço, tempo e eventos; Ontologias de domínio descrevem o vocabulário relativo a um domínio específico através da especialização de conceitos presentes na ontologia de alto nível; Ontologias de tarefas descrevem o vocabulário relativo a uma tarefa genérica ou atividade através da especialização de conceitos presentes na ontologia de alto nível; Ontologia de aplicação são as ontologias mais específicas. Conceitos em ontologias de aplicação correspondem, de maneira geral, a papéis desempenhados por entidades do domínio no desenrolar de alguma tarefa. A figura 10 apresenta o gráfico da classificação da ontologia quanto à generalidade.

16 16 Figura 10: Gráfico da classificação da ontologia quanto à generalidade(breitman,2005) CLASSIFICAÇÃO DA ONTOLOGIA QUANTO AO TIPO DE INFORMAÇÃO QUE REPRESENTAM Esta classificação se concentra no tipo de informação a ser modelado, possuem a seguinte classificação: Ontologias para representação do conhecimento capturam primitivas de representação de conhecimento, muito utilizada em Inteligência Artificial e linguagens baseadas em frames; Ontologias gerais e de uso comum são utilizadas para representar conhecimento de senso comum que pode ser utilizado em vários domínios; Ontologias de topo ou de nível superior descrevem conceitos muito gerais. Atualmente somente existem propostas para este tipo de ontologia; Ontologias de domínio- são ontologias que podem ter seus conhecimentos reutilizados dentro de um domínio específico; Ontologias de tarefas descrevem o vocabulário ligado a uma tarefa ou atividade específica; Ontologias de domínio-tarefa são ontologias de tarefas qua podem ser reutilizadas em um dado domínio, porém não em domínio similares; Ontologia de métodos essas ontologias fornecem definições para os conceitos e relacionamentos relevantes para um processo de modo à se atingir um objetivo; Ontologias de aplicação são ontologias dependentes de uma determinada aplicação. Contêm toda a informação que se precisa para modelar o conhecimento necessário à aplicação em particular. 3.3 LINGUAGENS PARA REPRESENTAÇÃO DE ONTOLOGIAS A internet fez com que surgissem linguagens de ontologias que ao mesmo tempo,

17 17 davam suporte e exploravam características da rede. Com isso surgiram mark-up, entre elas o HTML (Hypertext Markup Language), XML e RDF. Segundo Breitman(2005) As linguagens de mark-up ficaram conhecidas como linguagem de codificação genérica, de modo a se destinguir das linguagens de codificação específicas, que eram utilizadas para controlar um conjunto de operações HTML Em 1990 Tim Berners Lee criou a linguagem HTML, com a única finalidade de produzir páginas na internet. A HTML é um conjunto definido de tags, estas tags são interpretadas pelos browsers que visualizam o resultado contidos nas tags. As tags são formadas por comandos, atributos e valores, sendo que os atributos modificam os resultados padrões dos comandos e os valores caracterizam essa mudança. Porém a estrutura da HTML é rígida, não existindo a possibilidade de adição de novos comandos de marcação, ou seja, novas tags, sem que haja uma redefinição da linguagem e consequentemente atualização dos browsers para interpretarem as novas tags. Esta afirmação pode ser comprovada porque segundo Barreau(2003). A grande maioria dos tags em HTML define a aparência do documento. Orientam o computador sobre como representar o conteúdo na tela. Não dão auxílio sobre o sentido/finalidade do conteúdo. Algumas tags na seção <HEAD> fazem este papel de metadado, más são pouco e mal usados e têm um poder limitado.. A figura 11 mostra o código da linguagem HTML. Figura 11: Exemplo de um código em HTML XML Foi criada para resolver o problema de limitações que contém o HTML. O XML é uma recomendação da W3C. O grande objetivo do XML é se concentrar na descrição dos dados que o documento contém, já a HTML tem o objetivo de controlar a forma como o documento será visualizado.

18 18 Um documento XML é delimitado por pares de tags, tendo a vantagem que estas tags não são limitadas pela linguagem e sim criadas conforme a necessidade de tags. As características do XML são as seguintes: Separação do conteúdo e da formatação; Legibilidade tanto por humanos quanto por máquinas; Possibilidade de criação de tags sem limitação; Criação de arquivos para validação de estrutura; Interligar banco de dados distintos; Simplicidade; Concentra-se na estrutura da informação e não na aparência. O XML possui o XSL(eXtensible Stylesheet Language), que tem a funcionalidade de transformar os documentos XML em outros documentos XML. Todo o arquivo XML passa por uma transformação definida pelo XSL e o resultado é um arquivo muito semelhante a um documento HTML comum. Com isso a dupla XML e XSL possibilitam o armazenamento, descrição e exibição dos dados de forma personalizada. A figura 12 mostra o arquivo XML e como facilita para o uso de ontologias, pois cada tag pode ser tornar objetos. Figura 12: Arquivo XML e a facilidade para ontologias(burreau,2003) Já a figura 13 mostra o arquivo XSL.

19 19 Figura 13: Exemplo do arquivo XSL SHOE (Simple HTML Ontology Extension) A linguagem SHOE é um projeto da universidade de Maryland, é um extensão da HTML. A informação é acoplada nas páginas HTML, onde é fornecido tags específicas para representar ontologias. O objetivo principal da linguagem SHOE é fornecer algum tipo de marcação para disponibilizar informações relevantes sobre o conteúdo das páginas, permitindo maior precisão nos mecanismos de busca da rede. (BREITMAN,2005,pag.54)

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