Financiamento da Seguridade Social

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1 Financiamento da Seguridade Social Prof. Eduardo Tanaka Receitas das contribuições sociais dos Empregadores Domésticos Prof. Eduardo Tanaka 1 2 Receitas do Empregador Doméstico (Decreto 3.048/99) Art A contribuição do empregador doméstico é de doze por cento do salário-de-contribuição do empregado doméstico a seu serviço. O recolhimento deve ser feito até dia 15 do mês seguinte ao da prestação, pelo empregador doméstico. Receitas do Empregador Doméstico Uma empregada doméstica foi contratada, com salário de R$ 500,00. A parte patronal será: 500 x 12% = R$60,00 A parte do segurado descontada será: 500 x 8% = R$40,00. Total recolhido: R$ 60,00 + R$ 40,00 = R$ 100, Receitas das contribuições sociais da EMPRESAS Prof. Eduardo Tanaka (Decreto 3.048/99) Art A contribuição a cargo da empresa, destinada à seguridade social, é de: I - 20% sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas, a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados empregado e trabalhador avulso, além das contribuições previstas nos arts. 202 (GILRAT - grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho) e 204 (contribuições provenientes do faturamento e do lucro COFINS e CSLL) ; 5 6 1

2 Por exemplo: Um empregado que recebe R$10.000,00, lhe será descontado sobre o teto, R$ 3.038,99 x 11%= R$ 334,29. Já na parte da empresa não se limita a este valor, portanto esta recolherá: R$ ,00 x 20% = R$ 2.000,00. Podemos, didaticamente, dividir as contribuições das empresas em: A- Incidentes sobre remunerações de contribuintes individuais. B- Incidentes sobre remunerações de empregados e segurados avulsos. C- Substitutivas, em relação à parte patronal da regra geral de custeio. 7 8 A- Incidentes sobre remunerações de contribuintes individuais. A cota patronal da empresa que toma serviço de contribuinte individual, da mesma forma que dos empregados, é de 20%. Lembrando que, neste caso, a empresa é responsável pelo desconto e recolhimento de 11% do contribuinte individual (abatimento de 9% sobre salário de contribuição). 9 B- Cooperativas de Trabalho A Contribuição de 15% sobre o Valor Bruto da Nota Fiscal ou Fatura de Serviços. Cooperado é contribuinte individual. Cooperativas de Trabalho se propõem a prestar serviços de cessão de mão-de-obra, através de contratos de obras, tarefas, trabalhos ou serviços públicos e particulares; coletivamente por todos ou por grupo de alguns. 10 B- Cooperativas de Trabalho A Contribuição de 15% sobre o Valor Bruto da Nota Fiscal ou Fatura de Serviços. A contribuição a cargo da empresa, destinada à seguridade social, é de 15% (quinze por cento) sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços, relativamente a serviços que lhes são prestados por cooperados por intermédio de cooperativas de trabalho. 11 B- Cooperativas de Trabalho A Contribuição de 15% sobre o Valor Bruto da Nota Fiscal ou Fatura de Serviços. Exemplo: Imagine uma cooperativa de trabalho, (que é formada por contribuintes individuais) formada por faxineiras, que preste serviço de limpeza a uma empresa. Foram utilizadas 10 cooperadas para prestação deste serviço. Pelo serviço prestado, a Cooperativa emite uma nota fiscal ou fatura. Vamos supor que o valor do serviço foi de R$ 1.000,

3 B- Cooperativas de Trabalho A Contribuição de 15% sobre o Valor Bruto da Nota Fiscal ou Fatura de Serviços. Então, a empresa contratante da cooperativa deverá recolher como contribuição social o valor de: R$ 1.000,00 x 15% = R$ 150, B- Cooperativas de Trabalho A Contribuição de 15% sobre o Valor Bruto da Nota Fiscal ou Fatura de Serviços. Já, a cooperativa trabalho é obrigada a descontar 11% do valor da quota distribuída ao cooperado por serviços por ele prestados, por seu intermédio, a empresas. As 10 faxineiras prestaram o serviço e dos R$ 1.000,00 cobrados, foram repassados R$ 100,00 para cada uma. A cooperativa de trabalho (e não a empresa) irá descontar e recolher o valor de: R$ 100,00 x 11% = R$ 11,00 para cada faxineira. 14 B- Cooperativas de Trabalho A Contribuição de 15% sobre o Valor Bruto da Nota Fiscal ou Fatura de Serviços. Resumindo, no nosso exemplo: - Quem pagou a parte patronal de 15% foi a empresa tomadora dos serviços, no valor de R$ 150,00. - Quem descontou e recolheu a parte do segurado contribuinte individual (faxineira) foi a cooperativa de trabalho, no valor de R$ 11,00 para cada faxineira. Num total de R$ 110,00 (pois, no exemplo eram 10 B- Cooperativas de Trabalho A Contribuição de 15% sobre o Valor Bruto da Nota Fiscal ou Fatura de Serviços. Só lembrando: Se neste exemplo, as 10 faxineiras tivessem prestado serviço a pessoa física, a Cooperativa deveria descontar de cada uma, 20%, pois não há dedução da cota patronal. faxineiras x R$11 = R$110,00) sobre remunerações de empregados e avulsos A contribuição a cargo da empresa, destinada à seguridade social, é de 20% (vinte por cento) sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas, a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados empregado e trabalhador avulso (...) A Contribuição decorrente do: Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa Decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho GILRAT

4 GILRAT. É chamado por alguns autores como Seguro de Acidentes no Trabalho SAT. Porém, o termo técnico atual que está presente na Lei 8.212/91 é o Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa Decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho GILRAT. GILRAT. Termo utilizado nas GFIPs é: RAT Risco ambiental do trabalho (Decreto 3.048/99) A contribuição da empresa, destinada ao financiamento da aposentadoria especial e dos benefícios concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho (GILRAT) corresponde à aplicação dos seguintes percentuais, incidentes sobre o total da remuneração paga, devida ou creditada a qualquer título, no decorrer do mês, ao segurado empregado e trabalhador I - 1% - para a empresa em cuja atividade preponderante o risco de acidente do trabalho seja considerado leve; II - 2% - para a empresa em cuja atividade preponderante o risco de acidente do trabalho seja considerado médio; ou III - 3% - para a empresa em cuja atividade preponderante o risco de acidente do trabalho seja considerado grave. Considera-se preponderante a atividade que ocupa, na empresa, o maior número de segurados empregados e trabalhadores avulsos. avulso: O enquadramento no correspondente grau de risco é de responsabilidade da empresa, observada a sua atividade econômica preponderante e será feito mensalmente, cabendo ao Instituto Nacional do Seguro Social rever o autoenquadramento em qualquer tempo. RESUMINDO; A parte patronal sobre a folha de pagamentos será de: 20% + GILRAT (1%, 2% ou 3%) Não há limites (teto) para o pagamento da cota patronal

5 Por exemplo: Uma empresa metalúrgica possui 1000 empregados. Destes, 900 trabalham na linha de produção, cuja atividade enquadra-se como grave (3%). Outros 100 empregados trabalham no escritório da empresa, em local seguro, sem contato com a linha de produção, e cuja atividade ensejaria risco leve (1%). 25 Por exemplo: Como a atividade preponderante desta empresa, levando em conta o maior número de empregados, considera-se como risco de acidentes de trabalho grave, esta empresa deverá recolher 3% (risco grave) sobre TODOS seus empregados, inclusive sobre aqueles que trabalham no escritório. 26 Contribuições Substitutivas das Empresas Contribuições Substitutivas Prof. Eduardo Tanaka Acabamos de ver as contribuições das empresas em geral: os 20% sobre a folha de pagamento e o GILRAT (1%, 2% ou 3%). Estas contribuições sociais, referentes à parte patronal da regra geral de custeio, são obrigatoriamente substituídas em situações especiais previstas em lei Contribuições Substitutivas das Empresas As contribuições substitutivas são: A- do Clube de ; B- do Produtor Rural. 29 Dec /99 - Art A contribuição empresarial da associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional, destinada à seguridade social, em substituição às previstas no inciso I do caput do art. 201 e no art. 202 (contribuição patronal sobre empregados e avulsos e o GILRAT), corresponde a 5% da receita bruta decorrente dos espetáculos desportivos de que participe em todo território nacional, em qualquer modalidade desportiva, inclusive jogos internacionais, e de qualquer forma de patrocínio, licenciamento de uso de marcas e símbolos, publicidade, propaganda e transmissão de 30 espetáculos desportivos. 5

6 Dec /99 - Art º Cabe à associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional informar à entidade promotora do espetáculo desportivo todas as receitas auferidas no evento, discriminando-as detalhadamente. 31 Dec /99 - Art º Cabe à entidade promotora do espetáculo a responsabilidade de efetuar o desconto de cinco por cento da receita bruta decorrente dos espetáculos desportivos e o respectivo recolhimento ao Instituto Nacional do Seguro Social, no prazo de até dois dias úteis após a realização do evento. 32 Dec /99 - Art º Cabe à empresa ou entidade que repassar recursos a associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional, a título de patrocínio, licenciamento de uso de marcas e símbolos, publicidade, propaganda e transmissão de espetáculos, a responsabilidade de reter e recolher, no prazo estabelecido na alínea "b" do inciso I do art. 216 (dia 10 do mês seguinte), o percentual de 5% da receita bruta, inadmitida qualquer dedução. 33 Vamos supor que o melhor time do mundo, o glorioso Palmeiras, jogue pelo campeonato paulista, cuja entidade promotora seja a Federação Paulista de Futebol. Neste caso, ela deve descontar e recolher os 5% sobre a receita bruta do espetáculo. Assim como, o Palmeiras deverá informar à Federação Paulista de Futebol, todas as receitas auferidas no evento, discriminando-as detalhadamente, visando a habilitar a entidade promotora a efetuar a retenção corretamente. 34 E se o Palmeiras receber da Rede Globo pela transmissão do espetáculo, caberá à Rede Globo a responsabilidade pela retenção e recolhimento dos 5% da receita bruta decorrente desta transmissão. Suponha que o Palmeiras tenha os seguintes empregados: Jogador de futebol - salário R$ ,00 Jogador de voleibol salário R$ 1.000,00 Secretária salário R$ 400,

7 Neste caso, apenas descontará a parcela referente ao segurado, pois a cota patronal será paga substitutivamente, conforme estudamos (5% sobre renda do espetáculo, etc): Jogador de futebol - salário R$ ,00 R$ 3.038,99 x 11% = R$ 334,29. Jogador de voleibol salário R$ 1.000,00 R$ 1.000,00 x 9% = R$ 90,00. Secretária salário R$ 400,00 R$ 400,00 x 8% = R$ 32, Como vimos neste exemplo, a cota patronal de TODA folha de pagamento, referente a empregados (e trabalhadores avulsos, se fosse o caso), do clube de futebol profissional é substituída (não somente dos jogadores de futebol) 38 Contribuição Substitutiva do PRODUTOR RURAL Além do segurado especial (que não será aqui tratado) tem-se três outras espécies de produtores rurais: (PRPF) Jurídica (PRPJ) Agroindústria. Contribuição Substitutiva do PRODUTOR RURAL Os Produtores Rurais, por possuírem empregados, contribuem com sua cota patronal, na condição de empresa, de modo diferenciado. A base de cálculo da cota patronal será a comercialização da produção rural Contribuição Substitutiva do PRODUTOR RURAL A composição da base de cálculo da contribuição e a responsabilidade pelo recolhimento da contribuição sobre a produção, seguem a mesma regra para o segurado especial. Contribuição Substitutiva do PRODUTOR RURAL Esta contribuição substitui somente a parte patronal incidente sobre a remuneração dos segurados empregados e avulsos e o GILRAT (ou SAT), inclusive seu adicional. Estão excluídas desta, as contribuições sobre a remuneração de contribuintes individuais e a incidente sobre as faturas das cooperativas de trabalho

8 A contribuição do produtor rural pessoa física, na condição de equiparado à empresa (cota patronal) é de: 2% + 0,1% (GILRAT) = 2,1% da receita bruta proveniente da comercialização da sua produção. Integra a receita bruta, além dos valores decorrentes da comercialização da produção rural, a receita proveniente: I da comercialização da produção obtida em razão de contrato de parceria ou meação de parte do imóvel rural; Integra a receita bruta, além dos valores decorrentes da comercialização da produção rural, a receita proveniente: II da comercialização de artigos de artesanato de que trata o inciso VII do 10 do art. 12 desta Lei; Obs.: inciso VII do 10 do art. 12 da Lei 8.212/91: atividade artesanal desenvolvida com matéria-prima produzida pelo respectivo grupo familiar, podendo ser utilizada matéria-prima de outra origem, desde que a renda mensal obtida na atividade não exceda ao menor benefício de prestação continuada da Integra a receita bruta, além dos valores decorrentes da comercialização da produção rural, a receita proveniente: III de serviços prestados, de equipamentos utilizados e de produtos comercializados no imóvel rural, desde que em atividades turística e de entretenimento desenvolvidas no próprio imóvel, inclusive hospedagem, alimentação, recepção, recreação e atividades pedagógicas, bem como taxa de visitação e serviços Previdência Social especiais; Integra a receita bruta, além dos valores decorrentes da comercialização da produção rural, a receita proveniente: IV do valor de mercado da produção rural dada em pagamento ou que tiver sido trocada por outra, qualquer que seja o motivo ou finalidade; e 47 Integra a receita bruta, além dos valores decorrentes da comercialização da produção rural, a receita proveniente: V de atividade artística de que trata o inciso VIII do 10 do art. 12 desta Lei. Obs.: Inciso VIII do 10 do art. 12 da Lei 8.212/91: atividade artística, desde que em valor mensal inferior ao menor benefício de prestação continuada da Previdência Social. 48 8

9 A contribuição substitutiva do produtor rural pessoa física será recolhida: I - pela empresa adquirente, consumidora ou consignatária ou a cooperativa, que ficam subrogadas no cumprimento das obrigações do produtor rural pessoa física, independentemente de as operações de venda ou consignação terem sido realizadas diretamente com estes ou com intermediário pessoa física, exceto nos casos do inciso III A contribuição substitutiva do produtor rural pessoa física será recolhida: II - pela pessoa física não produtor rural, que fica sub-rogada no cumprimento das obrigações do produtor rural pessoa física, quando adquire produção para venda, no varejo, a consumidor pessoa física; ou III pelo próprio produtor rural pessoa física caso comercialize sua produção com adquirente domiciliado no exterior, diretamente, no varejo, a consumidor pessoa física, a outro produtor rural pessoa física ou a outro segurado especial. (abaixo); Exemplo: Suponha que um produtor rural pessoa física tenha um empregado cujo salário é de R$ 500,00. O empregador deverá descontar do empregado e recolher o valor de R$ 500,00 x 8% = R$ 40, Exemplo: Suponha que um produtor rural pessoa física tenha um empregado cujo salário é de R$ 500,00. Já a parte patronal não será de 20% sobre o salário de seu empregado, como nas empresas em geral. Será de 2,1% sobre a comercialização de sua produção rural. Se o produtor rural vendeu, naquele mês, R$ 2.000,00 de sua produção ao mercado da cidade, então este mercado deverá reter do produtor rural e recolher o valor de R$ 2.000,00 x 2,1% = R$ 42, Exemplo: Suponha que um produtor rural pessoa física tenha um empregado cujo salário é de R$ 500,00. Vamos supor que naquele mês não houve comercialização da produção rural, então, conseqüentemente, não haverá o recolhimento dos 2,1%. Neste caso, somente a parte descontada do empregado deverá ser recolhida normalmente (pois esta não é contribuição patronal). 53 O próprio produtor rural pessoa física será obrigado a recolher, diretamente, a contribuição incidente sobre a receita bruta proveniente: a) da comercialização de artigos de artesanato elaborados com matéria-prima produzida pelo respectivo grupo familiar; b) de comercialização de artesanato ou do exercício de atividade artística; e 54 9

10 O próprio produtor rural pessoa física será obrigado a recolher, diretamente, a contribuição incidente sobre a receita bruta proveniente: c) de serviços prestados, de equipamentos utilizados e de produtos comercializados no imóvel rural, desde que em atividades turística e de entretenimento desenvolvidas no próprio imóvel, inclusive hospedagem, alimentação, recepção, recreação e atividades pedagógicas, bem como taxa de visitação e serviços especiais. 55 Jurídica É a empresa legalmente constituída que se dedica à atividade agropecuária, pesqueira ou silvicultural, em área urbana ou rural, bem como a extração de produtos primários, vegetais ou animais. 56 Jurídica A contribuição do produtor rural pessoa jurídica, em substituição à contribuição patronal sobre a remuneração dos trabalhadores empregados e avulsos, é de: 2,5% + 0,1% (GILRAT) = 2,6% da receita bruta proveniente da comercialização da sua produção. Jurídica Para o PRPJ, a responsabilidade pelo recolhimento das contribuições é sempre do próprio, não cabendo qualquer ônus ao adquirente (como ocorre no PRPF) Jurídica Assim como no PRPF, esta contribuição substitui somente a parte patronal incidente sobre a remuneração dos segurados empregados e avulsos e o GILRAT (ou SAT), inclusive seu adicional. Estão excluídas desta, as contribuições sobre a remuneração de contribuintes individuais e a incidente sobre as faturas das cooperativas de trabalho. Agroindústria A agroindústria é o produtor rural pessoa jurídica, cuja atividade econômica é a industrialização de produção própria ou de produção própria e adquirida de terceiros

11 Agroindústria A contribuição da Agroindústria é semelhante ao do produtor rural pessoa jurídica: 2,5% + 0,1% (GILRAT) = 2,6% da receita bruta proveniente da comercialização da sua produção. Agroindústria Também, na Agroindústria, esta contribuição substitui somente a parte patronal incidente sobre a remuneração dos segurados empregados e avulsos e o GILRAT (ou SAT), inclusive seu adicional. Estão excluídas desta, as contribuições sobre a remuneração de contribuintes individuais e a incidente sobre as faturas das cooperativas de trabalho Agroindústria São excluídas desta forma de contribuição as agroindústrias de piscicultura, carcinicultura, suinocultura e avicultura. Também, não se aplica na agroindústria que dedique-se apenas ao florestamento e ao reflorestamento como fonte de matéria-prima para industrialização própria mediante a utilização de processo industrial que modifique a natureza química da madeira ou a transforme em pasta celulósica

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