CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRRETOS - UNIFEB PROJETO INTEGRADO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRRETOS - UNIFEB PROJETO INTEGRADO"

Transcrição

1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRRETOS - UNIFEB PROJETO INTEGRADO BARRETOS, MARÇO DE 2012

2 CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BARRRETOS - UNIFEB PROJETOS INTERDISCIPLINARES BARRETOS, MARÇO DE 2012

3 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS METODOLOGIA AVALIAÇÃO CRONOGRAMA REGULAMENTO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 13

4 1 INTRODUÇÃO Os profissionais da área de engenharia são por natureza identificadores, formuladores e solucionadores de problemas das mais diferentes ordens. E cada vez mais a solução de tais problemas requer habilidades e competências mais elaboradas, atributos estes resultantes da combinação, do espírito de iniciativa, pró-atividade, criatividade, conhecimento científico e tecnológico, arte, esforço, planejamento e ação. Assim os projetos pedagógicos de cursos atuais e modernos buscam desenvolvê-los em seus estudantes, professores e dirigentes. Os cursos de engenharia e de administração, do centro universitário da fundação educacional de Barretos, em consonância com essa tendência universal contemplam, em seus projetos pedagógicos essa premissa inovadora e promissora. Desta maneira, na perspectiva de contribuir para implementação dos projetos pedagógicos dos cursos de administração, de engenharia de produção, mecânica, e química do UNIFEB é que foi concebido o projeto interdisciplinar denominado projeto integrado. A atividade tem como base o desenvolvimento de projetos com característica eminentemente prática, integrando e interligando os conteúdos das disciplinas de cada termo da grade curricular desses cursos. A interdisciplinaridade é uma instância manifestada pela sociedade de conhecimento dos nossos dias, mormente nas áreas que envolvem aplicações tecnológicas e científicas. Assim, com essa intenção, serão desenvolvidas atividades de aprendizagens por projetos, coerentemente articuladas com as teorias abordadas nas disciplinas de cada termo da grade curricular dos cursos dessas engenharias, semestre a semestre. Tais atividades serão planejadas e executadas pelos estudantes, reunidos em equipes, sob a coordenação e orientação de professores. 2 OBJETIVOS Objetivos gerais Contribuir para a formação de profissionais hábeis, para identificar, formular e resolver problemas, por intermédio do desenvolvimento de projetos, que promovam a integração e a interligação dos conteúdos das disciplinas

5 ministradas e outras, e com isso consigam dessa maneira conceber o conhecimento como um todo sistêmico. Objetivos específicos 1 Uso de várias técnicas pedagógicas de ensino-aprendizagem Aulas expositivas Ensino e aprendizagem por pesquisa e por projeto Atividades práticas mãos na massa Elaboração de relatório científico, elaboração de resumos, resumos expandidos e artigos 2 Utilização de várias técnicas pedagógicas de avaliação Capacidade de cumprir um cronograma Demonstração de um produto real desenvolvido Apresentação de seminários Avaliações interdisciplinares 3 Contribuir para implementação do projeto pedagógico Desenvolver o espírito de iniciativa e pró atividade Abrir espaço para o exercício da criatividade Desenvolver e aperfeiçoar a comunicação oral e escrita Proporcionar o desenvolvimento da capacidade de trabalhar em equipe Promover o empreendedorismo 4 Melhorar a qualidade da aprendizagem Interligar a prática com a teoria Fomentar a produção de conhecimentos práticos e teóricos Promover as aprendizagens sistêmicas Possibilitar a compreensão, a análise, a síntese e a aplicação do conhecimento.

6 3 METODOLOGIA Segundo Masetto (2003), existem várias técnicas que se aplicam na melhoria da qualidade da aprendizagem. Entre elas, duas se destacam, cada uma com sua contribuição específica. Uma delas, o ensino com pesquisa é uma técnica que possibilita o desenvolvimento de vários itens, tais como: Iniciativa na busca de informações em livros, revistas, periódicos, anais de congressos, e em variados ambientes informativos como bibliotecas e sítios. Selecionar, organizar, comparar, analisar, correlacionar dados e informações. Fazer inferências, levantar hipóteses, comprová-las, reformulá-las e tirar conclusão. Elaborar um relatório científico e comunicar os resultados obtidos com clareza, ordem, de maneira oral e/ou escrita Outra técnica é o ensino por projeto que leva o aluno a relacionar a prática com a teoria, promover a integração das disciplinas e a seguir no sentido de uma postura interdisciplinar, algo tão característico da realidade profissional. A atividade proposta será desenvolvida por equipes de estudantes utilizando como base o método de ensino com pesquisa e o método de ensino por projeto. Tais equipes serão formadas por estudantes de uma mesma sala e devem ser compostas com um mínimo de 03 e o máximo de 06 componentes. Entre eles, deve-se eleger um líder, que ficará responsável pela coordenação, motivação, acompanhamento e representação da equipe. O trabalho que visa resolver um problema real, a partir de conhecimentos adquiridos nas disciplinas do período que eles estejam cursando e suas experiências de projetos anteriores. Naturalmente o problema a ser resolvido, demandará um trabalho de pesquisa de vários conteúdos e métodos. Tal pesquisa poderá ser dividida em várias partes e assim ser executada, individualmente ou por subgrupos de componentes de cada equipe. O resultado dessa pesquisa realizada será apresentado por intermédio de um relatório científico que será entregue na forma escrita ao professor, para avaliação. Além disso, a equipe apresentará um seminário sobre os assuntos pesquisados. Ao mesmo tempo os conhecimentos adquiridos no trabalho de pesquisa se juntarão no projeto completo, a fim de permitir a solução do problema proposto.

7 Ao final do semestre, se os alunos estiverem cursando o primeiro ano do curso (primeiro e segundo termo), o resultado do projeto é apresentado utilizando-se da comunicação escrita e oral, por intermédio de um relatório e um seminário respectivamente, além da exposição do produto desenvolvido. Os relatórios apresentarão uma descrição do projeto. Nele também devem constar as etapas do planejamento, o custo do projeto documentado com notas fiscais, além de legislação pertinente e o estudo impacto social e ambiental do evento. Destaca-se ainda, que os alunos devem elaborar os relatórios de acordo com as normas da ABNT. Simplificadamente, eles tem que conter os itens: Capa: Nome da instituição, título do trabalho, cidade, ano Contra Capa: Nome da instituição, título do trabalho, autores, orientador, cidade, ano Resumo na língua vernácula Palavras-chaves: no mínimo de 3 (três) Abstract (resumo na língua inglesa) Key-words: no mínimo de 3 (três) Sumário Introdução que deve conter o histórico, (o que já foi pesquisado e escrito sobre o assunto e em que época), o tema (O quê é o tema, O quê está sendo desenvolvido?), os objetivos (vai buscar o quê?) a justificativa (por que fazer a pesquisa, por que desenvolver o projeto?). Abordagem teórica Desenvolvimento Resultados (é desejável colocar fotos do projeto) Considerações finais Referências Se os alunos estiverem cursando o segundo ano (terceiro e quarto termo) o resultado do projeto é apresentado utilizando-se da comunicação escrita e oral, por intermédio de resumo ou resumo expandido e um seminário, respectivamente, além da exposição do produto desenvolvido.

8 Finalmente se os alunos estiverem cursando o terceiro ano (quinto e sexto termo) o resultado do projeto é apresentado utilizando-se da comunicação escrita e oral, por intermédio de um artigo e um seminário, respectivamente, além da exposição do produto desenvolvido. 4 AVALIAÇÃO A nota obtida no projeto integrado fará parte das notas de todas as disciplinas que o aluno estiver cursando no semestre na proporção de 15 por cento e terá a seguinte pontuação dentro da avaliação de cada bimestre: Primeiro bimestre: 10,0 pontos Serão avaliados os seguintes itens: Planejamento das etapas da pesquisa no Project de maneira correta Elaboração da pesquisa Elaboração do relatório científico e do seminário Avaliação do relatório científico Avaliação da apresentação do seminário Segundo bimestre: 10,0 pontos Serão avaliados os seguintes itens: Planejamento das etapas projeto no Project Desenvolvimento e execução do projeto Elaboração do relatório científico, resumo, resumo expandido ou artigo e do seminário Avaliação do relatório científico, resumo, resumo expandido ou artigo Avaliação da apresentação do seminário Exposição do protótipo desenvolvido Os alunos serão avaliados pelo seu desempenho individual e pelo seu desempenho dentro da equipe

9 5 CRONOGRAMA Têm-se dois cronogramas que se entrelaçam. O primeiro que está contido no quadro 01 refere-se às atividades de pesquisa e define as datas de 27/02/2012 a 30/04/2012. Quadro 01 atividades do ensino e aprendizagem por pesquisa ENSINO E APRENDIZAGEM POR PESQUISA ATIVIDADES Formar as equipes, eleger um líder, escolher os temas e iniciar a pesquisa. Realizar a pesquisa, elaborar e entregar um relatório científico Avaliação do relatório da pesquisa pelo professor Em sala de aula, utilizando slides Power Point, apresentar o seminário sobre a pesquisa desenvolvida Planejar as etapas do projeto no Project e entregar ao professor. O professor deve apresentar essa nota parcial obtida na atividade pesquisa para os alunos e digitá-la no sistema RM Fonte: acervo da coordenação do projeto integrado Prazo (semana de aula) Até 2 a semana Até 4 a semana Até 5 a semana Da 5 a até 7 a semana Até 8 a semana De 22 a 30 de abril PONTUAÇÃO 1,0 pontos 1,0 pontos 3,0 pontos 3,0 pontos 2,0 pontos Total 10,0 pontos O segundo cronograma, que está contido no quadro 02, refere-se às atividades de ensino e aprendizagem por projeto e define as datas de 27/02/2012 a 30/06/2012.

10 Quadro 02 - atividades do ensino e aprendizagem por projeto ENSINO E APRENDIZAGEM POR PROJETO ATIVIDADE Desenvolver a estrutura do projeto: Elaboração de croquis, desenhos, cálculos, montagem das estruturas. Mostrar a participação da equipe por fotos. Elaborar e entregar o relatório do projeto, para os alunos do primeiro e segundo termo. Elaborar e entregar o resumo para alunos do terceiro e quarto termo Elaborar e entregar artigo científico para alunos do quinto e sexto termo. Avaliação do relatório do projeto / Avaliação do artigo sobre o tema do projeto Enviar artigo para publicação e apresentação na semana cultural e científica Finalizar o protótipo ou maquete (fazer remontagens, ajustar, polir, pintar, retocar, limpar, envernizar, dar brilho) e demonstrar o protótipo finalizado em sala de aula no horário de aula Expor protótipo ou maquete em feira durante a semana cultural e científica Apresentar o seminário sobre o projeto desenvolvido. O professor deve apresentar essa nota parcial obtida na atividade de projeto para os alunos e digitá-la no sistema RM Fonte: acervo da coordenação do projeto integrado Prazo (Semana de aula) Até 9 a semana PONTUAÇÃO 1,0 Até 10 a semana 1,0 Até 11 a semana Até 11 a semana Até 12 a semana 1,0 1,0 1,0 Dia 01/06/2012 2,0 De 16 a a 17 a semana 3,0 De 22 a 23 de junho Total 10,0 pontos 6 REGULAMENTO Para regulamentar o procedimento dos professores e alunos envolvidos no projeto integrado são adotados os seguintes atos normativos.

11 6.1 Dos alunos Os alunos devem criar seus trabalhos e planejar as etapas no Project, com datas fixadas até o dia previsto no cronograma dos quadros 01 e Cada um dos itens do cronograma deve ser apresentado ao professor até as datas pré-estabelecidas no cronograma dos quadros 01 e 02, para não haver prejuízo na pontuação. Cada semana de atraso no cumprimento de cada um dos itens do cronograma, o estudante perde 25% na pontuação da etapa Por falta de empenho o aluno poderá ser desligado da equipe, através de indicação por escrito do líder e aprovação majoritária dos demais membros, com aprovação do professor Aplica-se também o item 6.1.3, aos líderes das equipes, desde que com indicação da maioria dos membros por escrito e aprovação do professor O aluno desligado deverá procurar outra equipe que o aceite ou concluir o projeto individualmente Se o aluno não estiver matriculado na disciplina projeto integrado, e estiver cursando disciplinas do segundo termo, 15% de sua nota nas demais disciplinas virá da nota obtida em introdução a engenharia. Outrossim se o aluno não estiver matriculado na disciplina projeto integrado e estiver cursando disciplinas do terceiro termo até aqueles dos termos que existe o projeto integrado, os 15% da nota nas demais disciplinas virá da média das notas obtidas nos projetos integrados anteriores Em relação aos seminários serão verificados os seguintes itens na avaliação: conteúdo, domínio, clareza, participação e postura. No item conteúdo avalia-se a natureza e profundidade dos conteúdos pesquisados. No item domínio visa avaliar se o aluno domina de fato o conteúdo apresentado no seminário. Clareza avalia se o aluno apresenta o seminário como clareza e desenvoltura que constitui um aspecto importante da comunicação oral. No item participação avalia-se a participação e o interesse de cada aluno na apresentação do seminário. No item postura avalia-se a postura do aluno na apresentação frente à turma e também na condição de espectador na qual deve colaborar com os apresentadores por intermédio da manutenção da ordem, do silêncio e do respeito aos colegas, o que certamente está relacionado com os aspectos éticos desejáveis.

12 6.2 Dos professores Os professores devem orientar o desenvolvimento do projeto Os professores devem orientar a elaboração dos relatórios científicos, resumos, resumos expandidos ou artigos Os professores devem apresentar para os alunos e fazer vista da nota final obtida, em sala de aula, dentro das datas programadas, antes de digitá-las no sistema RM Os professores deverão reservar os recursos instrucionais necessários para a apresentação dos seminários Os professores deverão participar da exposição de projetos integrados no final do semestre 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS A expectativa é que essa atividade venha confirmar a eficácia da metodologia do ensino por projeto e que nos remete ao pensamento de José Dias Bordenave, quando nos diz: Aos professores extremamente preocupados com seus programas, desejamos afiançar que o acervo de conhecimentos adquiridos pelos alunos, durante as fases de planejamento e execução de um projeto, supera em muito os conhecimentos que poderiam ser adquiridos através de aulas expositivas e outras, uma vez que os alunos buscam os conhecimentos por necessidades e por interesse. (BORDENAVE, 1977). Nos semestres anteriores, houve grande motivação por parte dos estudantes para elaborar e apresentar o resultado de suas criações. Nesse semestre conta-se com a colaboração e empenho de todos os professores e estudantes e espera-se avançar na aquisição do conhecimento por intermédio do projeto. Espera-se ainda que essa atividade heurística há de levar os alunos, durante todo o curso, a um movimento constante e paulatino, no qual conhecimento se aprofundará e se entrelaçará numa rede interdisciplinar, promovendo aprendizagens de fato efetivas, tanto no aspecto técnico como no aspecto humano, buscando torná-los profissionais completos e competentes.

13 REFERÊNCIAS BAZZO, W A; PEREIRA, L T V. Introdução à engenharia. 1. ed. Florianópolis: editora da UFSC, 2008 MASETTO, M T. Competência Pedagógica do Professor Universitário. 1. ed. São Paulo: Summus Editorial, BORDENAVE, J D; PEREIRA A M. Estratégias de ensino-aprendizagem. 25. Ed., Petrópolis, Rio de Janeiro: Editora Vozes, FAZENDA, I C A ET AL. Interdisciplinaridade, dicionário em construção. 1. ed., São Paulo: Cortez, WEIL P; D AMBRÓSIO U; CREMA R. Rumo à nova transdiciplinaridade. 4. ed., Petrópolis, São Paulo: summus editorial, Morin E; Moigne J L. A inteligência da complexidade. 3. ed., São Paulo: peirópolis, 1999.

TRAProhe TRATR MANUAL TRABALHO INTERDISCIPLINAR. Curso Superior Tecnológico de Gestão em Finanças. Currículo 2009-2

TRAProhe TRATR MANUAL TRABALHO INTERDISCIPLINAR. Curso Superior Tecnológico de Gestão em Finanças. Currículo 2009-2 TRATR TRAProhe MANUAL TRABALHO INTERDISCIPLINAR Curso Superior Tecnológico de Gestão em Finanças Currículo 2009-2 Coordenador Geral: Coordenador do Curso: Centro de Excelência no Ensino: Alexandre Miserani

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE LICENCIATURA DO IFPE NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE LICENCIATURA DO IFPE NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA COMPUTAÇÃO

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA COMPUTAÇÃO 1 UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA COMPUTAÇÃO ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS (Orientações para a realização das APS dos Cursos de Engenharia

Leia mais

MANUAL DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR TI - INTEGRADOR FAN CEUNSP

MANUAL DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR TI - INTEGRADOR FAN CEUNSP MANUAL DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR TI - INTEGRADOR FAN CEUNSP Salto 2010 MANUAL DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR TI / INTEGRADOR 0 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 2 TRABALHO INTERDISCIPLINAR (TI)... 3 ORGANIZAÇÃO...

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE - UNI-BH INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO TECNÓLOGO EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS. Edital Nº 001/2012

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE - UNI-BH INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO TECNÓLOGO EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS. Edital Nº 001/2012 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE - UNI-BH INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO TECNÓLOGO EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Edital Nº 001/2012 Normas para Apresentação do Trabalho Interdisciplinar de Graduação

Leia mais

GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO TGI

GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO TGI FMU Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO TGI Trabalho de Graduação Interdisciplinar Curso de Design Volume 2 Habilitação: DESIGN GRÁFICO

Leia mais

apresentação oral sobre temas concernentes às especificidades do curso de Redes de Computadores;

apresentação oral sobre temas concernentes às especificidades do curso de Redes de Computadores; CENTRO DE ENSINO SUPERIOR FABRA MANTENEDOR DA ESCOLA DE ENSINO SUPERIOR FABRA Cred. Pela Portaria Ministerial nº 2787 de 12/12/2001 D.O.U. 17/12/2001 Rua Pouso Alegre, nº 49 Barcelona Serra/ES CEP 29166-160

Leia mais

Regulamento Projeto interdisciplinar

Regulamento Projeto interdisciplinar Regulamento Projeto interdisciplinar 1 Apresentação O presente manual tem como objetivo orientar as atividades relativas à elaboração do Projeto Interdisciplinar (PI). O PI é o estudo sobre um tema específico

Leia mais

REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CAPÍTULO 1 DA DEFINIÇÃO

REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CAPÍTULO 1 DA DEFINIÇÃO ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DE RIO CLARO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS REUNIDAS TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC CURSO DE ADMINISTRAÇÃO GRADES 2008/2010 REGULAMENTO MARÇO 2012 (Substitui o regulamento

Leia mais

PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES EM CURSOS PRESENCIAIS E SEMIPRESENCIAIS Ricardo Carvalho Rodrigues Faculdade Sumaré rieli@rieli.com

PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES EM CURSOS PRESENCIAIS E SEMIPRESENCIAIS Ricardo Carvalho Rodrigues Faculdade Sumaré rieli@rieli.com 1 PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES EM CURSOS PRESENCIAIS E SEMIPRESENCIAIS Ricardo Carvalho Rodrigues Faculdade Sumaré rieli@rieli.com 1. Cenário no Brasil: o aspecto legal A Lei de Diretrizes e Bases da Educação,

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Gestão da Tecnologia da Informação 1ª. Série Estratégia em Tecnologia da Informação A Atividade Prática Supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de

Leia mais

REITORIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE UNIBH NÚCLEO ACADÊMICO PESQUISA EDITAL 02/2015 PROJETOS DE PESQUISA EM PARCERIA COM A ONEFORCE/IBM

REITORIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE UNIBH NÚCLEO ACADÊMICO PESQUISA EDITAL 02/2015 PROJETOS DE PESQUISA EM PARCERIA COM A ONEFORCE/IBM REITORIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE UNIBH NÚCLEO ACADÊMICO PESQUISA EDITAL 02/2015 PROJETOS DE PESQUISA EM PARCERIA COM A ONEFORCE/IBM A Vice-Reitora do Centro Universitário de Belo Horizonte

Leia mais

Manual de. Estágio Curricular Supervisionado. Bacharelado

Manual de. Estágio Curricular Supervisionado. Bacharelado 1 Manual de Estágio Curricular Supervisionado Bacharelado 2 APRESENTAÇÃO O Manual de Estágio Curricular Supervisionado está organizado de forma objetiva e prática, buscando definir informações e conceitos

Leia mais

AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: instrumento norteador efetivo de investimentos da IES

AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: instrumento norteador efetivo de investimentos da IES 152 AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: instrumento norteador efetivo de investimentos da IES Silvana Alves Macedo 1 Reginaldo de Oliveira Nunes 2 RESUMO O processo da Auto-Avaliação Institucional ainda é um

Leia mais

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA N.4/2014 PROCEDIMENTO DE OBSERVAÇÃO DE AULA

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA N.4/2014 PROCEDIMENTO DE OBSERVAÇÃO DE AULA Faculdade Adventista da Bahia Assessoria Pedagógica BR-101, km 197, Capoeiruçu Caixa Postal 18 Cachoeira BA CEP: 44.300-000 Brasil e-mail: selcr25@gmail.com ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA N.4/2014 PROCEDIMENTO

Leia mais

Plano de Ensino. METODOLOGIA GERAL: Consultorias com o Professor Orientador, pesquisas de campo e reuniões com a empresa e pesquisa bibliográfica.

Plano de Ensino. METODOLOGIA GERAL: Consultorias com o Professor Orientador, pesquisas de campo e reuniões com a empresa e pesquisa bibliográfica. CURSO: MBA em GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DISCIPLINA: PLANO DE TI PROJETO FINAL Última revisão: Junho/2014 Horas-aula - Orientação ao projeto: 30 Horas-aula - Desenvolvimento do projeto: 60 Horas-aula

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS - APS

REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS - APS REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS - APS O presente Regulamento normatiza as Atividades Práticas Supervisionadas (APS) nos cursos de graduação da Faculdade Shalom de Ensino Superior,

Leia mais

Instituto Educacional Mayrink Vieira Ensino Infantil Ensino Fundamental Ensino Médio

Instituto Educacional Mayrink Vieira Ensino Infantil Ensino Fundamental Ensino Médio Instituto Educacional Mayrink Vieira Ensino Infantil Ensino Fundamental Ensino Médio REGULAMENTO PARA FEIRA DE CIÊNCIAS MAYRINK 2014 A Feira de Ciências do Instituto Educacional Mayrink Vieira, 2014, é

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA

Leia mais

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CADERNO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ENSINO MÉDIO

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CADERNO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ENSINO MÉDIO LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CADERNO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ENSINO MÉDIO RIBEIRÃO PRETO 2013 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Aluno: RA: Ano/semestre: Período letivo: 2 SUMÁRIO ORIENTAÇÕES

Leia mais

Recife/PE 2010 ESTÁGIO REGULAMENTO

Recife/PE 2010 ESTÁGIO REGULAMENTO ESTÁGIO REGULAMENTO Recife/PE 2010 2 CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS DO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1.º O presente regulamento visa cumprir a Política de estágios da Escola Superior de Marketing-ESM

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

MANUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CENTRO DE AGRÁRIAS

MANUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CENTRO DE AGRÁRIAS MANUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CENTRO DE AGRÁRIAS PALMAS TO, 2015 1. Informações Gerais O presente Manual da Católica do Tocantins, mantida pela União Brasiliense de Educação e Cultura (UBEC)

Leia mais

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) - EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) - EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) - EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO O Trabalho de Conclusão de Curso é componente curricular obrigatório, enriquecedor e implementador do perfil do formando. É concebido

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DO DESAFIO FSG DA ÁREA DA SAÚDE: Proposta de Atuação em Educação e Saúde. Capítulo I DO FUNDAMENTO LEGAL

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DO DESAFIO FSG DA ÁREA DA SAÚDE: Proposta de Atuação em Educação e Saúde. Capítulo I DO FUNDAMENTO LEGAL 1 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DO DESAFIO FSG DA ÁREA DA SAÚDE: Proposta de Atuação em Educação e Saúde Capítulo I DO FUNDAMENTO LEGAL Art. 1º. O presente Regulamento estabelece as atividades do DESAFIO

Leia mais

Colégio Madre Carmen Sallés

Colégio Madre Carmen Sallés Educando para um mundo novo. REGULAMENTO DA X FEIRA CIENTÍFICO-CULTURAL (FeCC 2015) A FeCC 2015 irá comemorar o 10º ano de Feira de Ciência e Cultura do Colégio Madre Carmen Sallés e tem como objetivo

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA Secretaria de Estado da Educação Diretoria de Educação Básica e Profissional

ESTADO DE SANTA CATARINA Secretaria de Estado da Educação Diretoria de Educação Básica e Profissional ESTADO DE SANTA CATARINA Secretaria de Estado da Educação Diretoria de Educação Básica e Profissional Programa Estadual Novas Oportunidades de Aprendizagem na Educação Básica- PENOA Florianópolis, 2016.

Leia mais

OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS

OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS Mais informações: Site PIBID: http://www.pibid.ufrn.br/ Site LEM/UFRN: http://www.ccet.ufrn.br/matematica/lemufrn/index.html E-mail do LEM/UFRN: lem2009ufrn@yahoo.com.br

Leia mais

Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel

Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Informática Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel Belo Horizonte - MG Outubro/2007 Síntese

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Belo Horizonte 01/2013 Página 1 de 13 PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA ESTÁGIO SUPERVISIONADO Ementa Atividades supervisionadas na área de atuação

Leia mais

Paulo Dinarte Tavares Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão RESOLUÇÃO Nº 12/2008

Paulo Dinarte Tavares Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão RESOLUÇÃO Nº 12/2008 RESOLUÇÃO Nº 12/2008 Regulamenta o Trabalho de Curso para conclusão do Curso de Direito. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Faculdade Campo Real, no uso de suas atribuições e, CONSIDERANDO a

Leia mais

a) Estar regularmente matriculados no curso;

a) Estar regularmente matriculados no curso; (35) 3690-8900 / 3690-8958 (fax) br ESTÁGIO CURRÍCULAR SUPERVISIONADO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO (ANO LETIVO 2014) 1 Caracterização Os cursos de Engenharia de Produção do Brasil são regidos pelas

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PARA TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

REGULAMENTO INTERNO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PARA TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO REGULAMENTO INTERNO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PARA TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO São Borja, Janeiro de 2010. Elaboração: Dra.. Caroline Goerck Dra. Cristina Fraga Me. Eliana Godoy Me. Elisângela Maia Pessoa

Leia mais

Legitimação dos conceitos face as práticas organizacionais; Oportunizar reflexão sobre as competências em desenvolvimento;

Legitimação dos conceitos face as práticas organizacionais; Oportunizar reflexão sobre as competências em desenvolvimento; 1 MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS INTEGRADORES CURSO SUPERIORES DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA (LOGÍSTICA) SÃO PAULO 2009 2 Introdução A prática pedagógica dos Cursos Superiores de Graduação

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO REGULAMENTO INSTITUCIONAL DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO Aprovado na CamEn, na 58 a Sessão, realizada em 25/04/2007, alterado na 61ª Sessão, realizada em 11/07/2007, aprovado no CONSEPE,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2012. Componente Curricular: Desenho Auxiliado por Computador II

Plano de Trabalho Docente 2012. Componente Curricular: Desenho Auxiliado por Computador II Plano de Trabalho Docente 2012 ETEC Monsenhor Antônio Magliano Ensino Técnico Código: 088 Município:Garça Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Habilitação Profissional: Técnico de Nível Médio

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE AMERICANA TRABALHO INTERDISCIPLINAR DO 2º PERÍODO PITEX

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE AMERICANA TRABALHO INTERDISCIPLINAR DO 2º PERÍODO PITEX TRABALHO INTERDISCIPLINAR DO 2º PERÍODO PITEX 1S2013 CURSO DE PRODUÇÃO TÊXTIL 2º SEMESTRE FACULDADE DE TECNOLOGIA DE AMERICANA I. OBJETIVOS O objetivo geral deste projeto interdisciplinar é propiciar aos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA Normatização nº 01/2010 - CCEF ESTABELECE NORMAS PARA O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC - DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Médio Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Área de conhecimento: Ciências humanas e suas tecnologias. Componente Curricular: geografia Série:

Leia mais

MANUAL DO ALUNO GRADUAÇÃO MODALIDADE SEMIPRESENCIAL

MANUAL DO ALUNO GRADUAÇÃO MODALIDADE SEMIPRESENCIAL MANUAL DO ALUNO GRADUAÇÃO MODALIDADE SEMIPRESENCIAL Prezado(a) aluno(a); Este material que você está começando a ler trata-se do manual do aluno, referente às disciplinas que serão ministradas através

Leia mais

FACULDADE DE HORTOLÂNDIA Ato de Recredenciamento: Port. 673, 25/05/2011, D.O.U, de 26/05/2011, Seção 1, págs. 18/19

FACULDADE DE HORTOLÂNDIA Ato de Recredenciamento: Port. 673, 25/05/2011, D.O.U, de 26/05/2011, Seção 1, págs. 18/19 INSTITUTO EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO Faculdade de Hortolândia REGULAMENTOS DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO SUPERIOR DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Hortolândia 2015 1 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Leia mais

Regulamento Específico para os Estágios Supervisionados do Curso de Licenciatura em Geografia a Distância

Regulamento Específico para os Estágios Supervisionados do Curso de Licenciatura em Geografia a Distância Regulamento Específico para os Estágios Supervisionados do Curso de Licenciatura em Geografia a Distância As disciplinas Estágio Supervisionado I e II, devendo perfazer o total de 200 (duzentas) horas

Leia mais

1ª EDIÇÃO DO PRÊMIO EXPERIÊNCIAS DE SUCESSO PROFESSOR NOTA 10 REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I

1ª EDIÇÃO DO PRÊMIO EXPERIÊNCIAS DE SUCESSO PROFESSOR NOTA 10 REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I Das Disposições Gerais 1ª EDIÇÃO DO PRÊMIO EXPERIÊNCIAS DE SUCESSO PROFESSOR NOTA 10 REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I Art. 1º - O Prêmio Experiências de Sucesso 2015 Professor Nota 10, é uma promoção da Secretaria

Leia mais

MANUAL DO PIM Programa de Integração com o Mercado

MANUAL DO PIM Programa de Integração com o Mercado MANUAL DO PIM Programa de Integração com o Mercado Curitiba 2015 Manual do PIM Regras Gerais 2 S U M Á R I O 1. O QUE É O PIM... 3 2. OBJETIVOS DO TRABALHO DE APLICAÇÃO TECNOLÓGICA... 3 3. CARACTERÍSTICAS

Leia mais

Lucia Maria Sá Barreto de Freitas

Lucia Maria Sá Barreto de Freitas RESOLUÇÃO DO CONSEPE Nº 12/2010 Aprova o Regulamento das Atividades de Estágio do Curso de Engenharia de Produção da FSSS e dá outras Providências. A PRESIDENTE DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO-

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, LETRAS E ARTES CURSO DE ARTES VISUAIS - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, LETRAS E ARTES CURSO DE ARTES VISUAIS - LICENCIATURA UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, LETRAS E ARTES CURSO DE ARTES VISUAIS - LICENCIATURA Licenciatura Normativa do estágio Curricular Supervisionado do curso de Artes Visuais Título

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÕES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Modalidade Licenciatura SUPERVISOR: FAUSTO FIGUEIREDO VIEIRA

MANUAL DE ORIENTAÇÕES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Modalidade Licenciatura SUPERVISOR: FAUSTO FIGUEIREDO VIEIRA MANUAL DE ORIENTAÇÕES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Modalidade Licenciatura SUPERVISOR: FAUSTO FIGUEIREDO VIEIRA COORDENADORA: Isabel Ribeiro do Valle Teixeira MUZAMBINHO Janeiro

Leia mais

CRITÉTIOS DE AVALIAÇÃO DA CAPES

CRITÉTIOS DE AVALIAÇÃO DA CAPES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI MINAS GERAIS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO PROFISSIONAL TECNOLOGIA,

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 1 2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO...03 2 BASE LEGAL...03 3 OBJETIVOS...03 4 CAMPO DO ESTÁGIO...04 5 ENCARGOS E OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS REFERENTES AO

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 44/15, de 09/12/2015. CAPÍTULO I AS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente Regulamento

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL PROJETO INTEGRADOR CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA

REGULAMENTO INSTITUCIONAL PROJETO INTEGRADOR CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA. REGULAMENTO INSTITUCIONAL PROJETO INTEGRADOR CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA São Paulo 2012 Art. 1º O presente regulamento origina-se da obrigatoriedade

Leia mais

PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2012.2

PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2012.2 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO (PSD-G) 2012.2 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional, que sejam capazes de transformar

Leia mais

FACULDADE METROPOLITANA DA GRANDE FORTALEZA FAMETRO PROGRAMA DE MONITORIA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA EDITAL Nº 007/2015 DA

FACULDADE METROPOLITANA DA GRANDE FORTALEZA FAMETRO PROGRAMA DE MONITORIA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA EDITAL Nº 007/2015 DA FAMETRO PROGRAMA DE MONITORIA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA EDITAL Nº 007/2015 DA A Direção Acadêmica torna pública a inscrição para docentes e estudantes da Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza FAMETRO,

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO...

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO... Roteiro para elaboração de relatório parcial de estágio RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO Estudante: Orientador: Local / / SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 3 REFERÊNCIAS Identificação

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO Considerando o objetivo de formação de docentes em que a atividade prática de prestação de serviços especializados é relevante à sociedade, torna-se necessário

Leia mais

Curso de Tecnologia em Marketing. Manual. Projeto Integrador

Curso de Tecnologia em Marketing. Manual. Projeto Integrador Curso de Tecnologia em Marketing Manual Projeto Integrador Ano: 2015 2 Sumário 1. Introdução... 2. Caracterização Geral do Projeto... 3 4 2.1 Projeto Integrador I... 5 2.2 Projeto Integrador II e III...

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA Credenciamento: Decreto Publicado em 05/08/2004 Recredenciamento: Decreto Publicado em 15/12/2006

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA Credenciamento: Decreto Publicado em 05/08/2004 Recredenciamento: Decreto Publicado em 15/12/2006 REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA (Ato de Aprovação: Resolução do Reitor Nº 53/2010 de 30/04/2010) Art. 1º O Estágio Supervisionado é uma parte do currículo

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE Curso: BACHAREL EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE Curso: BACHAREL EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FLUXO DO TCC 6o SEM 7o SEM 8o SEM PESQUISA EM INFORMÁTICA Além da ementa da disciplina, o aluno desenvolverá uma proposta de pesquisa, que poderá ou não continuar a ser trabalhada nas disciplinas de TCC1,

Leia mais

REGULAMENTO PROJETOS INTERDISCIPLINARES

REGULAMENTO PROJETOS INTERDISCIPLINARES REGULAMENTO PROJETOS INTERDISCIPLINARES 1 1. DAS CARACTERÍSTICAS DO PROJETO INTERDISCIPLINAR Trata-se de unidade curricular que compõe o processo curricular dos Cursos de Graduação que possuem tal componente

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Indústria Habilitação Profissional: Técnico em Mecânica Qualificação: Assistente

Leia mais

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS (ADS) IFSP VOTUPORANGA

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS (ADS) IFSP VOTUPORANGA REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS (ADS) IFSP VOTUPORANGA Regulamento aprovado pelo Colegiado de Curso do em 04/11/2015 de

Leia mais

MESTRADO EM DIREITO EMPRESARIAL ÊNFASE EM MEDIAÇÃO, NEGOCIAÇÃO E RESOLUÇÃO ALTERNATIVA DE CONFLITOS

MESTRADO EM DIREITO EMPRESARIAL ÊNFASE EM MEDIAÇÃO, NEGOCIAÇÃO E RESOLUÇÃO ALTERNATIVA DE CONFLITOS PROGRAMA INTERNACIONAL pós-graduação stricto sensu MESTRADO EM DIREITO EMPRESARIAL ÊNFASE EM MEDIAÇÃO, NEGOCIAÇÃO E RESOLUÇÃO ALTERNATIVA DE CONFLITOS Programa Internacional PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

Leia mais

O Projeto Pedagógico Institucional e Projeto Pedagógico do Curso

O Projeto Pedagógico Institucional e Projeto Pedagógico do Curso O Projeto Pedagógico Institucional e Projeto Pedagógico do Curso Introdução * Sonia Pires Simoes O projeto pedagógico Institucional representa a linha pedagógica que a Instituição norteia para gerenciamento

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015

Plano de Trabalho Docente 2015 Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC MONSENHOR ANTONIO MAGLIANO Código: 088 Município: GARÇA / SP Eixo tecnológico: Industria Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em

Leia mais

Monitoria como instrumento para a melhoria da qualidade do ensino em Farmacotécnica

Monitoria como instrumento para a melhoria da qualidade do ensino em Farmacotécnica Monitoria como instrumento para a melhoria da qualidade do ensino em Farmacotécnica MORAIS, W. A. 1 ; SOARES, D. S. 2 ; BARBOZA, I. R. 3 ; CARDOSO, K. O. A 4 ; MORAES, D. A. 5 ; SOUZA, F. V. A 6. Resumo

Leia mais

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR DOS CURSOS DA FACULDADE DE TECNOLOGIA LOURENÇO FILHO (PIM I PIM II)

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR DOS CURSOS DA FACULDADE DE TECNOLOGIA LOURENÇO FILHO (PIM I PIM II) GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR DOS CURSOS DA FACULDADE DE TECNOLOGIA LOURENÇO FILHO (PIM I PIM II) FORTALEZA 2015 DA CONCEPÇÃO Os cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade

Leia mais

Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400 h

Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400 h Nome do Curso CÂMPUS CAÇADOR Instrumentos Regulatórios: Resolução CEPE/IFSC nº 23, de 03 de Junho de 2015. Resolução CONSUP nº 14, de 17 de Junho de 2015. GRADE CURRICULAR E CORPO DOCENTE Módulo/Semestre

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE CURSO DO CEFET-MG

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE CURSO DO CEFET-MG CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE CURSO DO CEFET-MG EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO NA FORMA INTEGRADA BELO HORIZONTE, OUTUBRO

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA 2014 São Luis de Montes Belos Goiás Faculdade Montes Belos Curso de Engenharia Agronômica São Luis de Montes Belos - Goiás COORDENADOR

Leia mais

Administração, planejamento e assessoria social: as múltiplas faces da gestão de serviços sociais

Administração, planejamento e assessoria social: as múltiplas faces da gestão de serviços sociais Administração, planejamento e assessoria social: as múltiplas faces da gestão de serviços sociais NASCIMENTO, C. C. S. 1 ;SILVEIRA, R. B. B. 2 ; MONTEFUSCO, C. 3 ; Resumo O projeto de ensino ora apresentado

Leia mais

REGULAMENTO PROJETO INTEGRADOR DE DISCIPLINAS

REGULAMENTO PROJETO INTEGRADOR DE DISCIPLINAS REGULAMENTO PROJETO INTEGRADOR DE DISCIPLINAS 1º/2014 REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DE DISCIPLINAS Cursos Superiores de Tecnologia da FIPP/Unoeste Das Disposições Preliminares O Projeto Integrador

Leia mais

ATO NORMATIVO N 001 NDE ENGENHARIA DE ALIMENTOS/2013

ATO NORMATIVO N 001 NDE ENGENHARIA DE ALIMENTOS/2013 1 Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense Câmpus Concórdia Curso de Bacharelado em Engenharia de Alimentos

Leia mais

I SEMANA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA I JORNADA CIENTÍFICA E VI FIPA DO CEFET BAMBUÍ REGULAMENTO PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS

I SEMANA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA I JORNADA CIENTÍFICA E VI FIPA DO CEFET BAMBUÍ REGULAMENTO PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS I SEMANA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA I JORNADA CIENTÍFICA E VI FIPA DO CEFET BAMBUÍ REGULAMENTO PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS 1. DOS OBJETIVOS, CONCEITO E ORGANIZAÇÃO DO EVENTO 1.1 Este regulamento geral tem

Leia mais

REGULAMENTO E MANUAL. Pedagogia e Letras

REGULAMENTO E MANUAL. Pedagogia e Letras INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE BARRETOS Mantido pelo Centro de Educação e Idiomas de Barretos Autorizado pela Portaria 71 de 11/01/2005 DOU Pedagogia Reconhecido pela portaria nº 663 de 11/05/2009 DOU

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Projeto Integrado Multidisciplinar I e II

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Projeto Integrado Multidisciplinar I e II UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar I e II Manual de orientações - PIM Cursos superiores de Tecnologia em: Gestão Ambiental, Marketing, Processos Gerenciais

Leia mais

O ESTUDO DA CONSTRUÇÃO DE CASAS POPULARES E A RELAÇÃO COM CONTEÚDOS MATEMÁTICOS

O ESTUDO DA CONSTRUÇÃO DE CASAS POPULARES E A RELAÇÃO COM CONTEÚDOS MATEMÁTICOS ISSN 2177-9139 O ESTUDO DA CONSTRUÇÃO DE CASAS POPULARES E A RELAÇÃO COM CONTEÚDOS MATEMÁTICOS Edimar Fonseca da Fonseca edyyfon@yahoo.com.br Fundação Universidade Federal do Pampa, Campus Caçapava do

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA/FUNDAÇÃO UNITINS/GRE/N 007/2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA/FUNDAÇÃO UNITINS/GRE/N 007/2012. INSTRUÇÃO NORMATIVA/FUNDAÇÃO UNITINS/GRE/N 007/2012. Normatiza, no âmbito da Pró- Reitoria de Graduação, o Programa de Monitoria da Unitins e dá outras providências. O REITOR DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Recursos Humanos 2ª Série Processos Gerenciais A atividade prática supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensino-aprendizagem desenvolvido por

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO ESCOLAR INTEGRADORA LATO SENSU MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO ESCOLAR INTEGRADORA LATO SENSU MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO ESCOLAR INTEGRADORA LATO SENSU MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO por PROFª Ms. Maria Rosa Silva Lourinha Rio de Janeiro, MARÇO / 2013. 1 ÍNDICE Apresentação 1.

Leia mais

TECNOLOGIA EM GESTÃO EMPRESARIAL

TECNOLOGIA EM GESTÃO EMPRESARIAL TECNOLOGIA EM GESTÃO EMPRESARIAL PROJETO INTERDISCIPLINAR - 1º SEMESTRE AAP (Atividade Autônoma de Projeto) Jales 2016 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 2 2 FINALIDADE DO P.I. (PROJETO INTERDISCIPLINAR)... 3 3 PRESENÇA

Leia mais

IERGS PÓS-GRADUAÇÃO MANUAL DE ESTÁGIO PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL 2010

IERGS PÓS-GRADUAÇÃO MANUAL DE ESTÁGIO PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL 2010 IERGS PÓS-GRADUAÇÃO MANUAL DE ESTÁGIO PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL 2010 APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO O presente Manual de Estágio apresenta as orientações básicas para o desenvolvimento das atividades

Leia mais

REGULAMENTO DE MONOGRAFIA NO CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DA UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL - IMES

REGULAMENTO DE MONOGRAFIA NO CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DA UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL - IMES REGULAMENTO DE MONOGRAFIA NO CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DA UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL - IMES CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E OBJETIVOS Art. 1º - O presente Regulamento tem por

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 ANÁLISE ESTATÍSTICA DE DADOS DO INEP SOBRE A CORRELAÇÃO ENTRE O PERFIL PROFISSIONAL DOS PROFESSORES DA CIDADE DE SÃO CARLOS QUE ATUAM NA EDUCAÇÃO BÁSICA E, A BUSCA POR FORMAÇÃO CONTINUADA E INOVAÇÃO EDUCACIONAL

Leia mais

A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros. Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS

A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros. Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS O PAPEL DA FORMAÇÃO ACADÊMICA Segundo diversos autores que dominam e escrevem a respeito do tema,

Leia mais

ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, COM A UTILIZAÇÃO DE JOGOS DIDÁTICOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA.

ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, COM A UTILIZAÇÃO DE JOGOS DIDÁTICOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA. ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, COM A UTILIZAÇÃO DE JOGOS DIDÁTICOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA. Josilene Maria de Almeida 1 ; Rosângela Miranda de Lima 2 ; Maria Sônia Lopes da Silva; Maria Anunciada

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 17/CUn DE 10 DE ABRIL DE 2012. Regulamenta o Programa de Monitoria da Universidade Federal de Santa Catarina

RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 17/CUn DE 10 DE ABRIL DE 2012. Regulamenta o Programa de Monitoria da Universidade Federal de Santa Catarina RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 17/CUn DE 10 DE ABRIL DE 2012 Regulamenta o Programa de Monitoria da Universidade Federal de Santa Catarina O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal de Santa

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico 1º Semestre

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico 1º Semestre Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico 1º Semestre ETEC Dr. Júlio Cardoso Código: : 078 Município: Franca Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Habilitação Profissional: Técnico em

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança. Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio

Leia mais

1 PROCESSO DE AVALIAÇÃO ENSINO MEDIO (ANUAL):

1 PROCESSO DE AVALIAÇÃO ENSINO MEDIO (ANUAL): 1 PROCESSO DE AVALIAÇÃO ENSINO MEDIO (ANUAL): Em consonância com a Legislação Vigente e as práticas pedagógicas adotadas pela Escola, estabeleceu-se como sistemática para cálculo da média anual, as seguintes

Leia mais

FACCAMP FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA COORDENADORIA DE EXTENSÃO E PESQUISA

FACCAMP FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA COORDENADORIA DE EXTENSÃO E PESQUISA FACCAMP FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA COORDENADORIA DE EXTENSÃO E PESQUISA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ARTE-EDUCAÇÃO 1. Nome do Curso e Área do Conhecimento Curso de Especialização Lato Sensu

Leia mais

REGULAMENTO DOS CONSELHOS DE CLASSE

REGULAMENTO DOS CONSELHOS DE CLASSE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO REGULAMENTO DOS CONSELHOS DE CLASSE Anexo à Resolução nº 19,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DA FACULDADE BIRIGUI (TCC FACULDADE BIRIGUI)

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DA FACULDADE BIRIGUI (TCC FACULDADE BIRIGUI) CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DA FACULDADE BIRIGUI (TCC FACULDADE BIRIGUI) FUNDAMENTO: O Trabalho de Conclusão de Curso é componente obrigatório da grade

Leia mais

ACESSIBILIDADE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: EXPERIÊNCIA COM UM ALUNO CEGO DO CURSO DE GEOGRAFIA, A DISTÂNCIA

ACESSIBILIDADE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: EXPERIÊNCIA COM UM ALUNO CEGO DO CURSO DE GEOGRAFIA, A DISTÂNCIA ACESSIBILIDADE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: EXPERIÊNCIA COM UM ALUNO CEGO DO CURSO DE GEOGRAFIA, A DISTÂNCIA Maria Antônia Tavares de Oliveira Endo mariantonia@cead.ufop.br Curso de Geografia 1900 Paulo

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação UF: DF Superior ASSUNTO: Aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso

Leia mais

REGIMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO

REGIMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO Res. CONSUN nº 49/03, 10/12/03 Art. 1 o O presente documento objetiva fornecer as orientações

Leia mais

PROJETO DE VIVÊNCIA 2016.1

PROJETO DE VIVÊNCIA 2016.1 FACULDADE PIO DÉCIMO LICENCIATURA EM QUÍMICA ENSINO DE QUÍMICA ÁREA 4 PROF a MARIA ANTÔNIA ARIMATÉIA FREITAS QUESTÃO 01 Com base na projeção da população brasileira para o período 2010-2040 apresentada

Leia mais

MANUAL DE MONITORIA UEDI-UNIFEMM

MANUAL DE MONITORIA UEDI-UNIFEMM MANUAL DE MONITORIA UEDI-UNIFEMM SETE LAGOAS - MG Dezembro/2014 Página 1 de 10 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. PROCESSO SELETIVO... 3 3. OBJETIVOS DA MONITORIA... 3 4. ATRIBUIÇÕES DOS MONITORES... 4 4.1.

Leia mais