ANEXO I CAPÍTULO I DO CONTROLE, USO E EXIGÊNCIAS DO CFO E DO CFOC

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1 ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA DISCIPLINAR A UTILIZAÇÃO DO CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM - CFO E O CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM CONSOLIDADO - CFOC CAPÍTULO I DO CONTROLE, USO E EXIGÊNCIAS DO CFO E DO CFOC Art. 1º O Departamento de Defesa e Inspeção Vegetal - DDIV disponibilizará, por meio digital, o Sistema Nacional de Certificação Fitossanitária - SNFC, que fornecerá o Certificado Fitossanitário de Origem - CFO e o Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado - CFOC ao Responsável Técnico - RT cadastrado, com identificação alfanumérica. 1º A coordenação e o controle do SNFC digital caberá ao DDIV e será mantido pela Coordenação de Informática - COINF. 2º Nas áreas onde não for possível acessar o SNFC digital, o Órgão Estadual de Defesa Sanitária Vegetal - OEDSV deverá utilizar os modelos oficiais impressos apresentados nos Anexos II e III, controlar e fornecer a identificação alfanumérica seqüencial pré-impressa do Certificado Fitossanitário de Origem - CFO e do Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado - CFOC ao RT cadastrado. 3º A identificação alfanumérica do CFO e CFOC será seqüencial para a Unidade da Federação - UF, em ordem crescente, limitada a sete dígitos, seguida da sigla da UF e do ano com dois dígitos ( MG02). Art. 2º O CFO e o CFOC são os documentos legais emitidos para atestar que a conformidade fitossanitária de partidas de vegetais, partes de vegetais, seus produtos e subprodutos de valor econômico satisfazem, na origem, as exigências fitossanitárias estabelecidas por este Regulamento e por legislações específicas. Parágrafo único. A origem no CFO/CFOC é a Unidade Rastreável - UR, da propriedade rural, viveiro de mudas, campo de material de multiplicação ou propagação, área de agroextrativismo ou Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora de produtos vegetais, a partir da qual saem partidas de vegetais, partes de vegetais, seus produtos e subprodutos de valor econômico destinadas a outras Unidades da Federação ou a pontos de saída para o mercado internacional. Art. 3º O CFO ou CFOC será necessário para o trânsito de produto com potencial de veicular Praga Quarentenária A2, Praga Não-Quarentenária Regulamentada, praga de importância econômica para a UF, ou para comprovar a origem de Área Livre de Praga - ALP, Local Livre de Praga - LLP, Sistema de Mitigação de Riscos de Praga - SMRP ou Área de Baixa Incidência de Praga - ABIP ou para atender exigências específicas de certificação para o mercado interno e externo. Art. 4º O CFO ou CFOC subsidiará a emissão da PTV, conforme Regulamento próprio, para o trânsito intermunicipal, interestadual e internacional de partida de vegetal com potencial de veiculação de praga regulamentada certificada na origem, ou para comprovar a procedência de ALP, LLP, SMRP ou ABIP, devidamente reconhecidos pelo DDIV, ou para atender as exigências específicas de declarações adicionais na certificação estabelecida em acordos internacionais. 1º O CFO ou CFOC deverá, obrigatoriamente, acompanhar a PTV no trânsito interestadual e para subsidiar a certificação internacional, quando a UF de origem da partida do produto a ser certificado estiver relacionada nas listas oficiais do Brasil com

2 ocorrência de praga quarentenária A2 ou praga não-quarentenária regulamentada e tiver como destino uma UF reconhecida como sem ocorrência da praga, ou quando para comprovar a origem de ALP, LLP, SMRP ou ABIP. 2º A necessidade, a quantidade e o tipo de Declaração Adicional - DA que serão utilizadas na emissão de CFO ou CFOC, relacionadas no Anexo IV, estará contemplada em legislação federal específica de cada praga ou produto ou nas exigências da Organização Nacional de Proteção Fitossanitária - ONPF do país importador. Art. 5º A Comissão de Defesa Sanitária Vegetal - CDSV, representando a UF, poderá, a qualquer tempo, encaminhar projeto solicitando a inclusão de praga na lista oficial de Pragas de Importância Econômica para a UF, desde que atendidos os requisitos e as exigências constantes da legislação federal específica que versa sobre classificação de pragas ou o reconhecimento oficial da condição de ALP, LLP, ABIP ou SMRP. Parágrafo único. A proposta, o estabelecimento e o reconhecimento da condição de ALP, LLP, SMRP e ABIP deverá seguir a legislação federal específica da praga ou produto, que contemple os princípios e conceitos previstos nas Normas Internacionais de Medidas Fitossanitárias - NIMF, elaboradas no âmbito da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura - FAO. Art. 6º O CFO ou CFOC não subsidiará a emissão da PTV quando a UF for reconhecida oficialmente como sem ocorrência da praga quarentenária A2 ou praga não-quarentenária regulamentada, podendo o interessado obter a PTV diretamente no OEDSV, após comprovar que a partida do produto é oriunda da UF. Parágrafo único. Para manter o reconhecimento da condição de não ocorrência da praga quarentenária A2 ou praga não-quarentenária regulamentada, o OEDSV deverá apresentar os levantamentos fitossanitários de detecção estabelecidos pelo regulamento federal específico que versa sobre classificação de pragas, nos prazos previstos. CAPÍTULO II DO CURSO PARA CADASTRAMENTO DO RESPONSÁVEL TÉCNICO Art. 7º O CFO ou CFOC será emitido e assinado por um RT, Engenheiro Agrônomo ou Engenheiro Florestal, nas suas respectivas áreas de competência profissional, após aprovação em curso para cadastramento específico e obrigatório organizado pelo OEDSV. 1º O OEDSV deverá submeter o programa do curso, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, ao Serviço de Sanidade Vegetal - SSV, da Delegacia Federal de Agricultura - DFA para emissão de parecer técnico sobre o conteúdo programático. 2º A DFA encaminhará, no prazo de 15 dias, o parecer técnico sobre o curso ao DDIV para homologação e aprovação. 3º Em casos emergenciais, o DDIV poderá autorizar a realização do curso com prazo inferior ao estabelecido no 2º. 4º O curso deverá abordar normas sobre certificação fitossanitária e trânsito de vegetais, partes de vegetais, produtos e subprodutos com potencial de ser via de introdução e disseminação de pragas quarentenárias A2, pragas não-quarentenárias regulamentadas e pragas de importância econômica para a UF, bem como os aspectos sobre classificação taxonômica, identificação, bioecologia, sintomas, sinais, plantas hospedeiras, prevenção, controle, tópicos diretamente relacionados com a legislação específica da praga e exigências internacionais, com carga horária não inferior a oito horas de aula para cada praga específica.

3 5º Para atender exigências da ONPF do país importador, o curso para cadastramento poderá ser autorizado para pragas não constantes da listas oficiais do Brasil, após análise e aprovação pelo DDIV, no prazo previsto no 1º deste artigo. Art. 8º O DDIV poderá, a qualquer tempo, requerer ao OEDSV a realização de curso para cadastramento de RT para determinada praga, quando existir a necessidade de ampliação do número de profissionais cadastrados para emissão de CFO e CFOC. Art. 9º O OEDSV será responsável pela notificação ao RT cadastrado, da introdução ou estabelecimento de nova praga quarentenária A2 ou praga nãoquarentenária regulamentada na UF reconhecida como sem ocorrência da praga e da necessidade imediata da participação de curso para o cadastramento na nova praga, no prazo determinado pelo OEDSV. Parágrafo único. No ato da inscrição no curso para cadastramento, o Engenheiro Agrônomo ou Engenheiro Florestal deverá apresentar comprovante de seu registro, ou visto, junto ao CREA da UF onde atuará após o cadastramento. Art. 10. Será exigida freqüência de 100% nas aulas do curso pelo RT, como condição para que seja submetido à avaliação final, que habilitará ao cadastramento no caso de aprovação. Parágrafo único. A avaliação citada neste artigo poderá ser prova escrita e/ou trabalho prático sobre o tema, sendo necessário 75% (setenta e cinco) de aproveitamento para aprovação. Art. 11. O cadastramento dos profissionais aprovados será específico para cada praga. 1º Para oficializar o cadastramento, o profissional aprovado deverá assinar 03 (três) fichas de autógrafo, objetivando conferência de assinaturas, conforme modelo constante do Anexo V, ficando a cargo do OEDSV encaminhar 2 (duas) fichas de autógrafos ao SSV/DFA, que após conferência remeterá ao DDIV uma ficha para homologação e inclusão no cadastro nacional, no prazo máximo de 15 (quinze) dias após a realização do curso. 2º O OEDSV emitirá a credencial com numeração seqüencial seguida da sigla da UF correspondente e do ano do cadastramento, com dois dígitos (0286MG04). 3º O cadastramento terá validade em todo o território nacional e poderá ser solicitada a extensão do seu uso ao OEDSV na UF onde o cadastrado deseja atuar, concomitantemente com a extensão de atuação profissional junto ao CREA. 4º O cadastramento terá validade de três anos, sendo renovado por iguais períodos, por solicitação escrita do Engenheiro Agrônomo ou Engenheiro Florestal ao OEDSV, até a data do vencimento. 5º O DDIV disponibilizará, por meio eletrônico, o Cadastro Nacional dos Profissionais Cadastrados para a Emissão do CFO e CFOC, do qual deverá constar o nome do profissional, o número do cadastramento, o prazo de validade do cadastramento, as pragas para as quais está cadastrado, a assinatura e a lotação. Art. 12. Os Engenheiros Agrônomos ou Engenheiros Florestais aprovados em cursos anteriores a esta Instrução Normativa e cadastrados para a emissão do CFO e CFOC deverão preencher a ficha de autógrafo, conforme preconizado nos 1º e 2º do art. 11, num prazo de 2 (dois) meses, a partir da publicação deste Regulamento, quando receberão o novo número da credencial.

4 Art. 13. O RT estará sujeito às sanções previstas neste Regulamento quando ocorrer interceptação de praga regulamentada em partida certificada como livre da mesma praga. CAPÍTULO IV DO CADASTRAMENTO Art. 14. O produtor ou responsável pela Unidade Agroextrativista, por meio do RT, deverá cadastrar, obrigatoriamente, a Unidade Rastreável - UR no OEDSV para habilitar-se a emitir a certificação fitossanitária de origem, com declaração adicional para requisitos fitossanitários preestabelecidos. Art. 15. A UR é uma área contínua, de tamanho variável, delimitada e identificada por um ponto georeferenciado ou coordenadas geográficas, com marco fixo, plantada com a mesma espécie e idade, submetida aos mesmos tratos culturais e controle fitossanitário. 1º A UR no viveiro é um lote de mudas, de tamanho variável, delimitado e identificado por um ponto georeferenciado ou coordenadas geográficas, com marco fixo, plantado com a mesma espécie e idade, submetido aos mesmos tratos culturais e controle fitossanitário. 2º A UR no agroextrativismo é uma área contínua, de tamanho variável, delimitada e identificada por um ponto georeferenciado ou coordenadas geográficas, com marco fixo, que representa a fonte da espécie a ser explorada. Art. 16. O RT pela UR deverá no ato do cadastramento preencher o modelo do cadastro, conforme os Anexos VI ou VII, apresentar cópia da carteira de identidade e CPF do produtor rural ou responsável pela Unidade Agroextrativista e uma via da Anotação de Responsabilidade Técnica - ART, por propriedade ou Unidade Agroextrativista, para a execução do trabalho. 1º Cada UR receberá um código que será fornecido no ato do cadastramento, com o objetivo de garantir a origem e a rastreabilidade do processo, devendo constar, no mínimo, a sigla da UF, seguida do código do município (IBGE) e da numeração seqüencial, limitada a sete dígitos, esta última precedida da sigla UR (MG371UR ). 2º A legislação federal específica da praga ou produto poderá incluir outra sigla no final do código da UR, para demonstrar a conformidade fitossanitária do produto, sendo elas: ALP, LLP, SMRP e ABIP. 3º O OEDSV fornecerá ao RT os códigos das UR, quantas forem necessárias, no ato do cadastramento. Art. 17. A Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora, por meio do RT, deverá cadastrar a Unidade no SSV/DFA para habilitar-se a emitir a certificação fitossanitária de origem consolidada, com declaração adicional para requisitos fitossanitários preestabelecidos. 1º O RT pela Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora deverá no ato do cadastramento preencher o modelo do cadastro, conforme Anexo VIII, e apresentar cópia da identidade e CPF do responsável pela empresa, contrato social da empresa, CNPJ e uma via da ART. 2º O SSV/DFA deverá emitir Laudo de Vistoria, conforme modelo constante do Anexo IX, para validar o cadastro inicial ou de renovação da Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora que desejar exportar produtos com certificação fitossanitária de origem consolidado com declaração adicional para outra UF ou para o mercado internacional.

5 3º O SSV/DFA deverá fiscalizar os trabalhos nas Unidades Centralizadoras/Beneficiadoras/Processadoras, citadas no 2º, com o objetivo de avaliar a garantia da origem e identidade do produto, os registros que permitam o processo de rastreabilidade e as condições físicas para o manuseio e armazenamento de forma a manter a conformidade fitossanitária declarada na origem. Art. 18. A legislação específica da praga definirá as exigências a serem cumpridas no armazenamento das partidas oriundas de ALP, LLP, SMRP ou ABIP, no sentido de evitar infestação da partida e garantir a conformidade fitossanitária declarada do produto na origem. Art. 19. A Unidade Rastreável - UR nas Unidades Centralizadoras/Beneficiadoras/Processadoras é o lote formado com produtos da mesma espécie, origem e conformidade fitossanitária semelhante. Parágrafo único. A UR receberá numeração seqüencial, em ordem crescente, devendo estar registrados os respectivos números dos CFO ou CFOC e/ou Permissão de Trânsito de Vegetais - PTV que compuseram quantitativamente cada UR, de forma a garantir a origem do produto e a rastreabilidade do processo. Art. 20. A partida poderá ser composta por diferentes UR, sendo obrigatório registrar os números no CFOC. CAPÍTULO III DA EMISSÃO DO CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM - CFO E CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM CONSOLIDADO - CFOC Art. 21. O CFO será emitido na propriedade rural e o CFOC quando da certificação fitossanitária, na Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora. 1º O documento fitossanitário CFO ou CFOC será emitido para um único produto e deverá constar o número da UR. 2º O CFO será emitido para cada partida certificada com declaração adicional oriunda de uma UR. 3º Para as partidas oriundas de uma UR para a qual não for emitido o CFO, as informações da partida deverão estar registradas para efeito de fiscalização. 4º Quando a produção estimada da UR superar o valor declarado no ato do cadastramento, o RT deverá solicitar alteração do valor no OEDSV, ficando sujeito à análise e validação do pleito. 5º O CFOC será emitido para cada partida proveniente de uma UR da Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora e deverá constar o número da UR. 6º Para a emissão do CFOC, as Unidades Centralizadoras/Beneficiadoras/Processadoras deverão estabelecer lotes dos produtos recebidos, certificando que estes tenham vindo acompanhados de seus respectivos CFO ou CFOC e/ou Permissão de Trânsito de Vegetais - PTV, conforme legislação que trata da PTV, transcrevendo os seus números e as Declarações Adicionais para o CFOC a ser emitido. 7º A Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora, por meio do RT, deverá garantir a origem dos lotes formados, por meio dos registros dos CFO ou CFOC e/ou PTV que compuseram a partida a ser certificada com o CFOC e a manutenção da conformidade fitossanitária declarada nos documentos. Art. 22. O RT não poderá emitir CFOC para o produto oriundo de ALP, LLP, SMRP ou ABIP destinado ao mercado internacional com Declaração Adicional do MAPA, que ingressar em qualquer Central de Abastecimento.

6 Art. 23. A propriedade rural com UR cadastradas no OEDSV e que receber vegetais, partes de vegetais, produtos e subprodutos de outras origens será enquadrada como Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora, ficando obrigada a cumprir com as exigências previstas neste Regulamento para esta categoria. Art. 24. Fica vedada a emissão de CFO ou CFOC para pragas não contempladas por este Regulamento. Art. 25. O CFO deverá ser emitido em 3 (três) vias, com a seguinte destinação: I - 1ª via: a original, para acompanhar a partida; II - 2ª via: para o Órgão Estadual de Defesa Sanitária Vegetal; III - 3ª via: para o emitente. Parágrafo único. O CFO emitido, com declaração adicional, para partidas oriundas de viveiro de mudas, campo de material de multiplicação ou propagação, que apresentarem níveis de tolerâncias estabelecidos por legislação específica, deverá estar acompanhado de cópia do Laudo Laboratorial com resultado negativo para as pragas não-quarentenárias regulamentadas, sem excluir outras exigências legais. Art. 26. O CFOC deverá ser emitido em 3 (três) vias, com a seguinte destinação: I - 1ª via: a original, para o acompanhamento da partida; II - 2ª via: para o Órgão Estadual de Defesa Sanitária Vegetal; III - 3ª via: para o emitente. Art. 27. O CFO ou CFOC terá prazo de vigência de até 15 (quinze) dias, a partir da data de sua emissão, e só terá valor no modelo oficial, no original, preenchido corretamente, sem emendas ou rasuras e dentro do período de validade do mesmo. Parágrafo único. A emissão irregular de CFO ou CFOC estará sujeita às sanções previstas neste Regulamento. Art. 28. A legislação específica da praga ou produto poderá estabelecer exigências para o uso do lacre dos produtos oriundos de ALP, LLP, SMRP ou ABIP, acondicionados em saco, palete, caixas, fardos ou em caminhão ou contêiner usado no transporte. CAPÍTULO V DAS OBRIGAÇÕES PARA O USO DO CFO E CFOC Art. 29. O RT deverá, obrigatoriamente, manter na propriedade rural ou Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora ou Unidade Agroextrativista livro de acompanhamento numerado, com páginas numeradas, com registro das informações técnicas exigidas por este Regulamento e pela legislação específica da praga ou produto e ser assinado pelo RT e pelo contratante ou designado. 1º O livro de acompanhamento da(s) UR, citado neste artigo, conforme modelo constante do Anexo X, será aberto pelo OEDSV e deverá conter, no mínimo, as seguintes informações, por UR, para subsidiar a emissão do CFO: dados técnicos sobre origem da semente ou muda, data de plantio, espécie, variedades, datas das inspeções das lavouras, dados do monitoramento das pragas, resultados das análises laboratoriais realizadas, anotações das principais ocorrências fitossanitárias, medidas de prevenção e controle adotadas para saná-las, estimativa da produção da cultura, agrotóxicos utilizados, conforme Anexo XI, registro da produção e controle da colheita,

7 conforme Anexo XII, destino da partida e manejo pós-colheita, podendo ser exigido o registro de outras informações de acordo com a legislação específica da praga ou produto. 2º O livro de acompanhamento da Unidade Agroextrativista, conforme modelo constante do Anexo XIII, será aberto pelo OEDSV e deverá conter, no mínimo, as seguintes informações por UR, para subsidiar a emissão do CFO: dados técnicos sobre a espécie e variedade explorada, dados do monitoramento da praga e resultados das análises laboratoriais realizadas, anotações das principais ocorrências fitossanitárias, medidas de prevenção e controle adotadas para saná-las, estimativa da produção da cultura, registro da produção explorada e do controle da colheita, conforme Anexo XII, destino da partida, manejo pós-colheita, podendo ser exigido o registro de outras informações de acordo com a legislação específica da praga ou produto. 3º O livro de acompanhamento da Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora, conforme modelo constante do Anexo XIV, será aberto pelo OEDSV e deverá conter no mínimo as seguintes informações: registro das partidas que ingressaram na Unidade, com os respectivos números dos CFO ou CFOC e/ou PTV, conforme a legislação que trata da PTV, espécie, variedade, volume, registro da participação de cada CFO ou CFOC e/ou PTV na composição quantitativa da(s) UR(s) que irá compor a partida a ser certificada pelo novo CFOC, controle de saída, conforme Anexo XV, destino da partida, podendo ser exigido o registro de outras informações de acordo com a legislação específica da praga ou produto. Art. 30. O material coletado, nos levantamentos fitossanitários de detecção e verificação da praga ou em outros, oriundo de uma UR ou Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora, por exigência do processo de certificação, deverá ser encaminhado a laboratórios de diagnóstico fitossanitário de terceiros. 1º O laboratório deverá manter registro, à tinta, do ingresso do material, do tipo de análise e de expedição do laudo laboratorial, de tal forma a garantir a identidade e origem do material analisado e o processo de rastreabilidade. 2º O laboratório deverá realizar o controle de qualidade dos insumos utilizados. 3º O laboratório deverá manter à disposição chave taxonômica e bibliografia relacionada à identificação da praga. 4º O laboratório deverá disponibilizar ao Serviço de Fiscalização a documentação das análises realizadas quando solicitado. Art. 31. Todas as atividades de acompanhamento do RT, coordenação, inspeção e fiscalização do OEDSV, supervisão e fiscalização do SSV/DFA e auditoria do DDIV deverão estar registradas e assinadas, obrigatoriamente, no livro de acompanhamento e também pelo interessado. 1º O RT deverá manter atualizado o mapa com a localização das UR e dos pontos de monitoramento de pragas. 2º O OEDSV deverá manter ficha individualizada para cada UR com todos os registros, mapas das UR e dos pontos de monitoramento. 3º O OEDSV deverá manter controle mensal de todos os CFO e CFOC emitidos pelos RT. 4º O SSV/DFA deverá fazer uso do Termo de Fiscalização, constante do Anexo XVI, nos trabalhos de fiscalização executados pelo SSV/DFA. 5º Na detecção de irregularidades, deverá ser lavrado o Auto de Infração, conforme modelo constante do Anexo XVII, para instalação do rito processual. Art. 32. O produtor ou a Unidade Agroextrativista deverá identificar o produto ou a embalagem com rótulo, constando no mínimo nome comum da espécie, o código da UR e data da colheita.

8 1º Deverá ser apresentada cópia, no ato do cadastramento, do(s) modelo(s) do rótulo de identificação da embalagem ou produto destinado ao mercado externo, quando da exigência de declaração adicional do MAPA. 2º A Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora deverá manter o rótulo de identificação original da embalagem ou do produto, sendo permitido adicionar outras informações em selo próprio e específico, não excluindo outras exigências legais, devendo cópia do mesmo ser apresentado no ato do cadastramento. Art. 33. O RT, que não utilizar o SNFC digital, deverá encaminhar até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente, ao OEDSV, relatório sobre os CFO e CFOC emitidos, conforme modelo constante do Anexo XVIII e XIX, respectivamente, e outras informações quando exigidas por legislação federal específica da praga ou produto. Art. 34. O OEDSV, que não utilizar o SNFC digital, deverá encaminhar ao SSV/DFA, até 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente, relatório sobre os CFO e CFOC emitidos pelo RT, conforme modelo constante do Anexo XX, que serão consolidados e remetidos ao DDIV, até 25 (vigésimo quinto) dia após o recebimento, e outras informações quando exigidas por legislação federal específica da praga ou produto ou por solicitação do DDIV. Art. 35. O OEDSV deverá encaminhar, mensalmente, em separado, relatórios de acompanhamento das UR destinadas ao mercado externo com exigência de Declaração Adicional do MAPA ao SSV/DFA, conforme as exigências estabelecidas em legislações específicas das pragas, para efeito de acompanhamento, supervisão e auditoria do SNFC. CAPÍTULO VI DAS INFRAÇÕES Art. 36. Constitui infração deste Regulamento (Anexo I): I - CFO ou CFOC em desacordo com o modelo oficial, disponibilizado conforme o art. 1 ; nas áreas onde não haja disponibilidade do SNFC digital, em desacordo com o 2 do art. 1 ; II - CFO ou CFOC emitidos para produtos que não se enquadram no art. 3 ; III - CFO emitido para praga não quarentenária regulamentada sem estar acompanhado do Laudo Laboratorial exigido pela legislação específica da praga, segundo dispõe o 1 do art. 25; IV - CFO ou CFOC desacompanhados da PTV nos casos previstos no art. 4, 1 ; V - Utilizar DA em desacordo com o 2 do art. 4, para a praga; VI - CFO ou CFOC emitidos para mais de uma espécie de vegetais, partes de vegetais, seus produtos e subprodutos, no mesmo documento, contrariando o art. 21, 1 ; VII - CFO/CFOC emitidos sem indicar a quantidade do produto e o número da UR, conforme estabelece o art. 21; 2 ; e VIII - CFO/CFOC cuja vigência esteja em desacordo com o art. 27, com rasuras, preenchido de forma incorreta ou fora do prazo de validade; IX - RT não cadastrado para a emissão do CFO/CFOC para a praga, conforme art. 7 e art. 11; X - RT com o cadastramento vencido, segundo o art. 11, 4 ; XI - interceptação de praga em partida certificada com CFO/CFOC, como livre da mesma praga, de acordo com o art. 13; XII - UR não cadastrada junto ao OEDSV ou SSV/DFA, conforme art. 14 e art. 17;

9 XIII - Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora que não mantém os registros das UR de forma a garantir a rastreabilidade dos produtos certificados por CFOC, por disposição do art. 19; XIV - RT não apresentar o livro de acompanhamento técnico ou em desacordo com o estabelecido no art. 29, 1, 2 e 3 ; XV - RT não encaminhar os relatórios estabelecidos nos prazos previstos, conforme o art. 33 ; XVI - laboratório não atender as exigências previstas no art. 29 e seus parágrafos. Art. 37. As irregularidades na emissão do CFO ou CFOC serão formalmente apuradas pelo OEDSV de origem, ficando os responsáveis sujeitos ao cancelamento do cadastramento, podendo o processo ser aberto também pelo MAPA. 1º O OEDSV que interceptar partida certificada na origem com irregularidade deverá tomar as providências cabíveis e encaminhar o documento irregular, com notificação ao OEDSV da UF de origem da partida, para instauração do processo e apuração dos fatos. 2º Os resultados deverão ser comunicados oficialmente ao SSV/DFA e ao OEDSV que encaminhou a notificação, no prazo de 15 (quinze) dias. CAPÍTULO VI DAS SANÇÕES Art. 38. Os produtos transitando em desacordo com este Regulamento, conforme as infrações previstas nos incisos do art. 37, estarão sujeitos às disposições abaixo discriminadas, ficando sua aplicação a cargo do Serviço de Fiscalização estadual ou federal, devendo ser utilizados os modelos constantes do Anexo XXI: I - Retenção: I, III, IV, V, VI, VII, VIII; II - Rechaço: I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X; III - Apreensão: III, IX, XII; IV - Destruição: III, IX, XII; V - Suspensão/Cancelamento do cadastramento do RT: XIV; VI - Suspensão/Cancelamento do cadastramento da UR ou do proprietário ou Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora: XV; VII - Suspensão/Cancelamento do cadastramento do Laboratório: XVI. Art. 39. Cursos ministrados para pragas não incluídas nas listas oficiais do Brasil ou nos requisitos oficiais de importação não terão validade. Art. 40. A falta de registro no livro de acompanhamento ou ausência do livro e o não encaminhamento dos relatórios, nos prazos previstos, e a não manutenção, por parte da Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora, dos registros de CFO e/ou PTV de forma a garantir a rastreabilidade dos produtos certificados por CFOC, acarretará advertência por escrito ao RT, sendo sua reincidência motivo de cancelamento do cadastramento. Art. 41. A reincidência de rechaços de partidas, de um mesmo emitente de CFO ou CFOC, resultará na suspensão do seu cadastramento e do cadastramento da UR até apuração formal dos fatos. Parágrafo único. Não havendo comprovação de má-fé, o RT poderá ser novamente cadastrado após novo treinamento para a praga.

10 Art. 42. Os casos de comprovada má-fé do RT resultarão em seu cancelamento do cadastramento imediato e em caráter irreversível, sendo o fato notificado ao CREA e no caso de estabelecimentos ocorrerá o cancelamento do credenciamento da propriedade rural, Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora, Unidade Agroextrativista, proprietário ou produtor.

11 DEFINIÇÕES: PARA EFEITO DOS PROCEDIMENTOS DESTE REGULAMENTO, CONSIDERA-SE: ÁREA LIVRE DE PRAGA - ALP: área onde uma praga específica não ocorre, sendo esse fato demonstrado por evidência científica e na qual, de forma apropriada, essa condição está sendo mantida oficialmente. ÁREA DE BAIXA INCIDÊNCIA DE PRAGA - ABIP: uma área em que uma praga específica incide em níveis baixos e que esteja sujeita a medidas efetivas de vigilância, controle ou erradicação. CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO CF: documento oficial que certifica a condição fitossanitária de qualquer embarque sujeito à regulamentação ou regulação fitossanitária, desenhado segundo modelo de certificado da Convenção Internacional de Proteção Fitossanitária. CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM - CFO: certificado emitido para atestar a qualidade fitossanitária na origem dos produtos vegetais e para atender exigências específicas de certificação para o mercado externo. CERTIFICADO FITOSSANITÁRIO DE ORIGEM CONSOLIDADO - CFOC: certificado de origem, quando essa seja uma unidade centralizadora ou processadora de produtos vegetais, a partir da qual saem cargas destinadas a outras Unidades da Federação ou a pontos de saída para o mercado internacional. CONFORMIDADE FITOSSANITÁRIA: atendimento às regras do sistema de certificação fitossanitária na origem, indicando confiança de que o produto está em conformidade com as Declarações Adicionais previstas por este Regulamento. LEVANTAMENTO DE DETECÇÃO: realizado dentro de uma área para determinar se a praga está presente. LOCAL LIVRE DE PRAGA - a propriedade ou grupo de propriedades vizinhas que aplicam medidas similares de manejo e controle fitossanitário, em que uma praga específica não ocorre, sendo este fato demonstrado por evidência científica e na qual, de forma apropriada, esta condição está sendo mantida oficialmente por um período de tempo definido. LOTE: conjunto de produtos da mesma espécie e apresentam conformidade fitossanitária semelhante, formado ou fracionado de partidas certificadas por CFO, CFOC e/ou PTV. NORMA INTERNACIONAL DE MEDIDAS FITOSSANITÁRIAS - NIMF: são normas, diretrizes e recomendações reconhecidas como base para as medidas fitossanitárias a serem aplicadas pelos países membros da Organização Mundial do Comércio, em virtude do Acordo sobre a Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias. PARTIDA: quantidade de produto que se movimenta no trânsito interestadual ou internacional e que está amparada por um certificado fitossanitário. PERMISSÃO DE TRÂNSITO DE VEGETAIS - PTV: documento oficial que certifica a condição fitossanitária de partidas de produtos vegetais para o trânsito. RASTREABILIDADE: sistema de certificação fitossanitária estruturado e que permite resgatar a origem do produto e todas as etapas do processo produtivo adotado no campo, Unidade Centralizadora/Beneficiadora/Processadora e empresa exportadora. SISTEMA DE MITIGAÇÃO DE RISCO DE PRAGA - SMRP: A integração de diferentes medidas de manejo de risco de pragas das quais, pelo menos duas, atuam independentemente, com efeito, acumulativo, para atingir o nível apropriado de segurança fitossanitária. ACRÔNIMOS

12 ALP CFO CF CFOC DDIV DFA OEDSV FFA MAPA NIMF ONPF PTV SMRP SSV ABIP Área Livre de Praga Certificado Fitossanitário de Origem Certificado Fitossanitário - Exportação Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado Departamento de Defesa e Inspeção Vegetal Delegacia Federal de Agricultura do MAPA Órgão Estadual de Defesa Sanitária Vegetal Fiscal Federal Agropecuário Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Norma Internacional de Medidas Fitossanitárias Organização Nacional de Proteção Fitossanitária Permissão de Trânsito de Vegetais Sistema de Mitigação de Risco de Praga Serviço/Seção de Sanidade Vegetal Área de Baixa Incidência de Pragas

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