Aula 7. Tema: Projeto e especificação de SIG s. Sistemas de Informação Gerencial Prof.: Érico Oda SUMÁRIO

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1 Sistemas de Informação Gerencial Prof.: Érico Oda Aula 7 Tema: Projeto e especificação de SIG s O conhecimento e a informação estão substituindo o capital como a principal fonte de criação de riqueza. A organização de sucesso, no século XXI, será aquela que conseguir cultivar e tirar o melhor proveito dos seus ativos de conhecimento e informação Paul Strassmann economista americano (apud GRAELM, 2000, p.67) SUMÁRIO 1. A Empresa e os SIG s - Sistemas de Informações Gerenciais Projeto Lógico de Sistemas de Informações Especificações Funcionalidades a informatizar Integrações internas e externas Indicadores de desempenho e Banco de Dados Projeto Físico do Software e Ambiente Operacional Interfaces com os usuários Regras de Negócios Modelagem de dados Plataformas e Ambientes Desenvolvimento, Implantação, Documentação e Manutenção Tipos de SIG s ERP s e Sistemas Especialistas ERP s Enterprise Resources Planning Sistemas Especialistas Projeto e Dimensionamento de Hardware e Telecomunicação Terminais clientes e equipamentos de apoio: quantidade e função Servidores de Arquivo, de Aplicações, de Comunicação e de Impressão: Telecomunicação: dispositivos e serviços... 12

2 1. A Empresa e os SIG s - Sistemas de Informações Gerenciais Os SIG s Sistemas de Informação Gerencial, também designados como ERP s Enterprise Resources Planning, são ferramentas informatizadas de Gestão Empresarial, compostas por um conjunto integrado de módulos e programas de computador, que contemplam todas as funções empresariais, tendo por objetivo a operacionalização automática de atividades das diversas áreas de uma organização, bem como processar e transformar os dados, armazenados na execução das operações, em informações gerenciais a utilizar na sua estrutura decisória. Os SIG s apóiam e/ou executam as operações e atividades da empresa, propiciando o fluxo eletrônico, automático e preciso, das informações entre as suas diversas funções e processos, eliminando retrabalhos e otimizando o uso dos recursos operacionais e administrativos, com agilidade, confiabilidade e segurança. Possibilitam, ao gestor, o conhecimento dos contextos e variáveis envolvidas nos processos de tomada de decisões, para a maximização da probabilidade de sucesso das ações empresariais. Mediante uma analogia ao sistema nervoso do corpo humano, onde os sentidos - visão, audição, tato, olfato, paladar - funcionam como sensores de coleta de dados que monitoram as variáveis do ambiente para as pessoas decidirem sobre as suas ações, pode-se afirmar que os SIG s funcionam como uma rede nevrálgica que capta, trata, armazena e fornece informações que direcionam as decisões e, conseqüentemente, ações empresariais. Para a sua concretização plena, a implantação e utilização dos SIG s, para a informatização de uma empresa, deve ser planejada, projetada e especificada nas suas diversas dimensões, cada uma com suas características e preocupações: - Projeto Lógico dos SIG s, contemplando os principais processos e atividades da empresa, a ser elaborado com base no funcionograma empresarial, cujas características variam de acordo com as peculiaridades do core business e com a cultura da organização ( modus operandi ). Exs: Indústrias necessitam de um bom MRP (Planejamento de Recursos de Fabricação) com Supply-chain (cadeia de suprimentos com fornecedores); o comércio varejista depende de bons processos de compras, integração dos estoques e vendas das lojas, e de controles de estoques precisos com centros de distribuição das mercadorias; empresas de serviços de transporte de cargas dependem fundamentalmente de mecanismos ágeis de atendimento e informações a clientes, e dos controles de operação e de custos da frota. - Ambiente Operacional e Projeto Físico do Software: determinado pelas necessidades de operação e integração do SIG da empresa, alinhando as mais recentes tecnologias de informação disponíveis e a utilizar, tais como ferramentas de análise e programação, linguagens interativas, e com os requisitos das redes de operações interna e externa. Exs: utilização da Internet como plataforma das transações; integração on-line de diversas filiais/lojas com a matriz; uso de terminais remotos de entrada de dados e consultas (cartões de débito, crédito); acessos diretos de clientes e parceiros aos módulos de sistema (CRM gestão de relacionamento com clientes, supply chain); uso da internet e de

3 extranets (webcliente, compras eletrônicas); conexões diretas a serviços públicos (CEP, mapas, etc); - Projeto e Dimensionamento da Plataforma de Hardware e de Telecomunicações: a arquitetura de equipamentos necessários e de suas interconexões depende das definições do projeto lógico, definições do ambiente operacional e das características do software. O seu dimensionamento físico depende da velocidade necessária de transações, do volume de dados, e das quantidades de usuários por tipo e perfil, determinada pelo Organograma Empresarial. Estas variáveis definem o porte dos servidores, dispositivos de telecomunicações e quantidades e tipos de terminais e estações de trabalho necessários à informatização empresarial. 2. Projeto Lógico de Sistemas de Informações Especificações Quem determina as necessidades, possibilidades e requisitos de automação dos processos e atividades de uma empresa, e as informações a utilizar para tomar decisões no seu gerenciamento, enfim, quem especifica o SIG para uma empresa, é o seu administrador, com o conhecimento dos processos, seus pontos críticos e problemas do negócio. Então, o projeto lógico do sistema de informação gerencial de uma empresa, que compreende a definição e detalhamento dos requisitos, com especificações das funcionalidades e facilidades operacionais necessárias, e os produtos finais de informações a fornecer, deve ser especificado pelo(s) usuário(s) de cada uma de suas partes/módulos e o todo do sistema pelo usuário principal e final. O administrador/gestor é quem, melhor do que ninguém, sabe dos problemas a serem resolvidos pelo sistema, o custo X benefício de cada problema resolvido, além dos requisitos adicionais desejados e qual a capacidade de investimento da empresa. Em analogia com a aquisição de uma casa, é o seu usuário principal quem deve definir seu projeto, com a sua composição de aposentos, tamanhos e quantidades, facilidades e instalações, ouvindo os demais usuários das partes. O usuário principal deve efetuar uma análise de custo/benefício de cada uma destas características, e a proporcionalidade do porte do investimento total em relação à sua utilidade real e à sua capacidade financeira, bem como sobre a forma de obtenção da solução, que poderá ser de comprar totalmente pronta, adequar uma opção próxima às necessidades ou construir completamente. A definição dos requisitos e das especificações de um sistema deve abranger e contemplar as exigências dos três níveis empresariais: Operacional, transacional visando a EFICIÊNCIA, para a execução automática, correta, ágil e segura das atividades e rotinas a informatizar, zelando pela facilidade e simplicidade nas suas execuções, mas sem transigir quanto à sua abrangência e requisitos essenciais e na sua viabilidade econômico-financeira; Ex: Faturamentos de vendas, cotações de compras, cálculos de folha de pagamento, caixas eletrônicos para bancos; códigos de barras em supermercados etc.

4 Tático, Gerencial buscando a EFICÁCIA das decisões gerenciais, embasando-as com as informações provindas do sistema. Deve-se assegurar que o sistema fornecerá informações ágeis, precisas e suficientes, para garantir que as decisões tomadas proporcionem o alcance real dos objetivos e resultados esperados; Ex: Quais produtos comprar, quais profissionais premiar ou treinar, quais máquinas devem ser substituídas etc. Estratégico propiciar a EFETIVIDADE da empresa em seu negócio, com a consistência e permanência dos resultados do uso das Tecnologias de Informações nos requisitos essenciais de atuação da empresa em seu mercado, com diferenciais competitivos que a destaquem positivamente da concorrência e no desenvolvimento e aprimoramento de suas competências essenciais. Ex: uso criativo da Internet em integrações com fornecedores e clientes; sistemas de treinamentos de pessoal informatizados etc. A partir da definição de o quê o sistema deve fazer e fornecer, é necessário a definição de como isto deve ser feito, contemplando as peculiaridades de cada atividade executada pela empresa, e com prioridade às automações de funcionalidades dos seus principais processos, principalmente os envolvidos nas áreas de suas atividades-fim ( core business ), e aqueles que representem problemas caso não sejam abordados e resolvidos com TI (Exs: contabilidade, folha de pagamento) Funcionalidades a informatizar As tecnologias de informações são especialmente talhadas para aplicações complexas e/ou de alto volume de operações padronizadas e/ou repetitivas, e que exijam precisão, velocidade e registros confiáveis das atividades, com dados de natureza quantitativa e processados com operações lógicas e matemáticas. A definição das características e recursos do sistema deve priorizar os processos e atividades centrais da empresa, principalmente os que alavanquem o desempenho e os que representem potenciais focos de conflitos e problemas nas operações da empresa. A forma como os processos do negócio central deverão ser automatizados e executados depende do ramo de atuação da empresa, seu produto/serviço e seu porte/volume de operação. Contudo esta priorização das atividades-fim não deve levar a empresa a descuidar da informatização dos demais processos das atividades-meio, imprescindíveis à sua atuação, A informatização deve, então, abranger os processos e atividades por área e suas integrações e trocas de informações, tais como: Comercial: agilização e melhoria de processos relacionamento com os clientes em geral, envolvendo os de marketing, divulgação, vendas e entrega dos produtos e serviços da empresa, bem como os de atendimento pósvenda e do mercado em geral, integrados à Produção/Operação e ao financeiro; Produção/operação: automatização dos processos de projeto e desenvolvimento de produtos/serviços, bem como nos de planejamento, acompanhamento e controle de produção, e a avaliação permanente dos processos de

5 fabricação dos produtos e/ou de prestação dos serviços e atendimento técnico, integrado a Suprimentos e ao Financeiro; Suprimento: processos e atividades de compras de materiais e serviços, controle de estoques de matéria prima e insumos, e a logística de armazenamento e movimentação dos mesmos, integrado às necessiades da Produção e ao Financeiro; Financeiro: processos de controle de fluxo dos recebíveis e exigíveis (contas a receber e a pagar), disponibilidades (saldos) de recursos financeiros, com a determinação e o controle de captação (empréstimos, financiamentos) e de aplicações (capital de giro, investimentos), integrado à contabilidade e registros fiscais; Gestão de recursos humanos: processos de recrutamento, desenvolvimento, avaliação e controle, e de benefícios e manutenção dos seus profissionais, integrado a todas as demais áreas. Não podem ser esquecidos também os processos necessários aos registros de resultados e apuração de tributos devidos, efetuados na contabilidade, em registros fiscais e no controle de ativos imobilizados Integrações internas e externas Além da automatização de execução de processos, os sistemas informatizados devem procurar facilitar ao máximo os fluxos internos e externos de dados e informações eletrônicos, de modo a agilizar e alimentar as trocas e transações efetuadas entre as diferentes áreas internas da empresa e com as entidades externas com quem a empresa interage, minimizando o fluxo físico de documentos e papéis. Para as integrações externas, deve-se considerar que todas as organizações financeiras e a grande maioria dos órgãos e das instituições governamentais disponibilizam formas de integrações diretas com os seus sistemas e, quando não for possível, dispõem de mecanismos de trocas eletrônicas de arquivos, até para facilitar suas próprias operações. Exemplos: máquinas on-line de débitos automáticos, registros de operações com cartões de crédito, serviços bancários integrados de cobranças e recebimentos, programas dos órgãos governamentais arrecadadores para cálculos automáticos e recolhimento dos impostos. A integração com clientes e fornecedores também pode e deve ser viabilizada, bastando que haja interesses entre as partes e vantagens para ambos. Exemplos: Logística integrada, SCM- Supply Chain Management, EDI-Eletronic Data Interchange 2.3. Indicadores de desempenho e Banco de Dados O fato do sistema informatizado de uma empresa registrar todos os dados envolvidos em suas operações, relacionando-os aos respectivos cadastros de clientes, fornecedores e produtos, alimenta um banco de dados estruturado, contendo todos os detalhes destas transações. Este banco de dados, mediante tratamentos tais como seleção, classificação, consolidação e outros, possibilita a elaboração das informações gerenciais, materializadas em indicadores de desempenho dos diversos processos em todas as áreas

6 da empresa, a serem expostos em balanços, relatórios e consultas, que permitam aos gestores terem conhecimento das atividades empresariais e de seus resultados. 3. Projeto Físico do Software e Ambiente Operacional O projeto físico de um Sistema de Informação Gerencial compreende a formatação de suas interfaces com os usuários, a determinação das regras de negócios dos processos e a modelagem do banco de dados Interfaces com os usuários As interfaces são as partes do sistema aparentes ao usuário final, isto é, as aparências (layouts) de telas de entrada de dados e de visualizações de telas de consulta a dados e informações, bem como o projeto de formatação dos documentos, relatórios, gráficos, e documentos a serem emitidos pelo sistema. As telas de entrada de dados e de consultas deverão ser projetadas com as adequadas localizações lógicas dos campos onde serão inseridos/mostrados os dados, devidamente divididos em grupos de afinidades, obedecendo a uma seqüência coerente de entrada e/ou de leitura dos mesmos. Nos relatórios e gráficos deve-se buscar um desenho que privilegie a clareza e a estética, sem prejuízo ao seu objetivo, entendimento e abrangência Regras de Negócios Para que as funcionalidades e os processos definidos no projeto lógico sejam realizados pelo sistema, na sua execução devem obedecer a certas regras de processamentos, chamadas de algoritmos, compostos de agrupamentos encadeados de operações lógicas e matemáticas. Exemplo: folha de pagamento com regras de cálculos diferenciados de salários para funcionários horistas e mensalistas, critérios de classificação dos produtos mais vendidos por família e tipo, somatória de um cupom fiscal etc. Um conjunto de algoritmos para perfazer uma atividade ou processo denominase regra de negócio, que são específicas de cada tarefa, dependendo da natureza da atividade e que podem variar de acordo com as características e peculiaridades de uma empresa. Exemplos: a folha de pagamento dos vendedores de uma loja de varejo deve computar as comissões por venda efetuada, cujo percentual pode variar de acordo com os tipos de produtos e o com montante da venda; os relatórios de controle de estoque de um supermercado devem mostrar as posições físicas (quantidades) e financeiras (valores) de cada produto, agrupadas por marca e por tipo de produtos. Ao definir as interfaces com o usuário e as funcionalidades e respectivas regras de negócios das suas atividades, uma empresa determina e projeta a aparência e o funcionamento do sistema de informação gerencial necessário à sua informatização.

7 3.3. Modelagem de dados Todos os sistemas empresariais utilizam e armazenam os dados envolvidos nas transações que realiza. Existem dados cadastrais de entidades definidas pelos seus atributos e identificados por códigos, tais como: - clientes, com seu nome, documentos, endereço, telefone etc; - produtos, com sua marca, fabricante, peso, tamanho etc; - fornecedores, com seu CNPJ, razão social, endereço, etc; - funcionários, cada um com sua função, documentação, data de admissão, salário etc; - equipamentos, máquinas e veículos, com sua designação e características, entre outros; E os arquivos movimentos, para registro das transações e operações realizadas, com campos (dados) vinculando-os às entidades relacionadas: - cupom fiscal de venda, com o seu número (código), data, hora, códigos de cliente (se for identificado), produtos vendidos com seus códigos, quantidades e valores unitários e totais, total geral calculado da venda, código do funcionário vendedor etc; - nota fiscal de compra, vinculada a um código do fornecedor, e com os códigos, preços (antecipadamente inseridos no sistema) e quantidades dos produtos adquiridos, valor total da compra, pesos e bases de cálculos de impostos; - ordens de serviço/fabricação, contendo o seu número (código), datas de emissão e da sua realização (registrada depois de realizada), equipamento utilizados, funcionário(s) responsável(is), tempos utilizados etc; Com esta modelagem (estrutura), o banco de dados poderá registrar as transações e fornecer informações, mediante consultas e operações com os dados, emitindo relatórios, por exemplo, contendo: - total de vendas de um dia, mês, loja, por produto, por vendedor, por período (pela manhã ou de tarde) etc. - total de produtos comprados por período, tipo etc; - margens de contribuição de uma operação ou de cada produto, obtido pela diferença entre os seus preço de venda e custo; - produtos e serviços concretizados em determinado período, tempos envolvidos, equipamentos utilizados, funcionários responsáveis etc; 3.4. Plataformas e Ambientes No caso de SIG s, além do atendimento às funcionalidades dos processos empresariais, integrações internas e externas e os armazenamentos de dados, os sistemas devem ser definidos quanto a plataforma e ambiente em que será desenvolvido e operado, pois estas características determinam a agilidade, flexibilidade e confiabilidade de sua utilização, bem como os investimentos necessários na infra-estrutura necessária à sua implantação e, principalmente, às possibilidades de seu suporte e de suas evoluções futuras. A evolução acelerada das Tecnologias de Informação (informática, telecomunicação), nos últimos 30 anos, provocou três grandes mudanças de plataformas dos SIG s utilizados pelas empresas e organizações. Em cada uma destas

8 mudanças houve significativas alterações dos ambientes para os usuários que utilizam sistemas, segundo os princípios e tecnologias básicas aplicadas em cada época: De computadores de grande porte (mainframes) para rede de micros: Após o término da segunda guerra mundial (1945) quando foram desenvolvidos os grandes computadores denominados de mainframes para uso militar - as empresas viabilizaram a sua utilização civil, em tarefas repetitivas e de grande volume. Eram equipamentos bastante dispendiosos e que demandavam conhecimentos técnicos muito especializados, o que restringia a sua utilização às grandes corporações e governos. A partir de 1980 foram gradativamente substituídos pelos minis e microcomputadores, inicialmente nas tarefas mais simples e de pequeno porte, mas atualmente em sistemas complexos e de grande porte, utilizando poderosas redes de microcomputadores. De rede de micros em ambiente Texto para ambiente Gráfico: Até o final dos anos 80 s o ambiente limitado de operação dos sistemas era em modo texto, operado somente via teclado e excessivamente complicado para leigos, com telas e relatórios de baixa resolução, possibilitando a exposição somente de caracteres. Com a evolução da capacidade e poder de processamento dos microcomputadores viabilizou-se a utilização de elementos gráficos nas interfaces dos sistemas e programas, tornando o ambiente de operação mais amigável e simples, o que possibilitou a popularização de seu uso. Deu-se também o início da supremacia do software em relação ao hardware, onde a variabilidade dos recursos dos sistemas passou a depender mais dos programas do que das máquinas De rede Local para rede mundial (Internet): Com a evolução explosiva das telecomunicações, nos anos 90 s surge a Internet, a rede mundial de computadores, que além da disseminação global de informações, estabeleceu uma nova plataforma para que os sistemas de informações possam operar e se integrar com uma abrangência ilimitada e de forma segura e confiável. A Internet possibilita a independência geográfica e temporal do uso de sistemas que operam em seu ambiente, que podem ser acessados de qualquer lugar que haja um ponto de acesso e a qualquer hora. A tendência é a de que, em pouco tempo, todos os SIG s operem em plataforma compatível com o ambiente Internet, mesmo operando em redes restritas (intranet s e extranets), pela facilidades de adoção de protocolos comuns e de padrões mundiais de navegação globais. Atualmente as globalizadas TI s - Tecnologias de Informações apresentam evoluções em diversas direções, integrando tecnologias antes isoladas (voz, imagens, vídeos), proporcionando melhorias sistemáticas e constantes nas diferentes aplicações, e promovendo revoluções no mercado consumidor, criando produtos e necessidades antes inexistentes. Isto reflete diretamente nos SIG s, pois determina a necessidade de evolução e desenvolvimento permanentes, com a agregação de utilidades e recursos das novidades tecnológicas, proporcionando a modernização e ampliação das possibilidades que os mesmos podem ofertar às empresas usuárias, seus consumidores e à sociedade em geral.

9 Após a especificação das funcionalidades e dos requisitos necessários de um SIG para atender as necessidades de uma empresa, é necessária a busca e/ou construção do sistema especificado, para a sua implantação na empresa. 4. Desenvolvimento, Implantação, Documentação e Manutenção. Novas plataformas e novos ambientes de funcionamento demandam o domínio de novos conhecimentos, envolvendo ferramentas, linguagens e softwares, por parte de quem projeta e desenvolve soluções empresariais, estabelecendo o ônus de pesquisas e inovações que desafia a criatividade de todos, principalmente os envolvidos na construção de um sistema. O desenvolvimento de SIG s é feito por analistas e programadores, com conhecimento obtido pela análise do funcionamento da empresa, seus processos e atividades, e com o domínio das técnicas e ferramentas adequadas para a construção da solução de software, transpondo para a linguagem do computador, as interfaces com usuários e as regras de negócio analisadas como adequadas e necessárias, e efetuando a modelagem de dados, utilizando um banco de dados ágil e seguro para o armazenamento, guarda e acesso dos dados coletados e das informações tratadas. Como os SIG s envolvem o trabalho da inteligência e a formatação de conhecimentos intangíveis de seus analistas desenvolvedores, traduzidos em inúmeros algoritmos, telas, regras de negócios, programas e comandos, comuns e específicos, é mandatória a elaboração das seguintes documentações: documentação técnica, com as premissas lógicas e físicas aplicadas no desenvolvimento, bibliotecas e ferramentas utilizadas; documentação de instalação e implantação, com as instruções para as suas parametrizações e ações prévias necessárias ao seu funcionamento correto; documentação de operação, com o manual de usuário contendo as instruções para a utilização de todos os seus recursos. Esta documentação deve ser estruturada e detalhada, de forma a permitir a sua plena compreensão, para a sua atualização a cada alteração implementada no sistema. Isto garante a integridade da lógica e do funcionamento geral do sistema no tempo, bem como a sua necessária melhoria, manutenção e desenvolvimento permanentes, acompanhando e apoiando a evolução da(s) empresa(s) usuária(s). 5. Tipos de SIG s ERP s e Sistemas Especialistas Os SIG s podem ser classificados de várias formas e critérios, tendo em vista a variabilidade ilimitada de suas funcionalidades e abrangências, com fronteira tênues entre os diversos tipos e classes. Uma das classificações mais claras é a que discrimina sistemas de uso genérico e amplo, denominados de ERP s Enterprise Resources Planning, dos sistemas voltados a um tipo de empresa especializada e/ou problema empresarial específico, chamados de Sistemas Especialistas ERP s Enterprise Resources Planning

10 O conceito dos sistemas ERP é originário do conceito de MRP-Manufactoring Resources Planning, ampliando o referido conceito de planejamento e controle somente dos recursos envolvidos na manufatura de produtos na área de produção, para o Planejamento, Controle e Avaliação de todos os recursos do ambiente e áreas da empresa. MRP ou Planejamento de Recursos de Produção é uma ferramenta organizacional, utilizada na área de produção de uma indústria para a especificação, dimensionamento e previsão temporal dos recursos de mão de obra, matéria-prima, equipamentos, energia etc. para uma indústria viabilizar a fabricação dos seus produtos. ERP s são sistemas informatizados que abrangem todo o sistema-empresa, automatizando os diversos processos de suas diferentes áreas, e agilizando os fluxos de informações entre as mesmas e entre a empresa e seus parceiros. Além disto, possibilita o planejamento e o controle de todos os recursos empresariais necessários ao desenvolvimento das atividades e a avaliação dos resultados da empresa. Normalmente são compostos de módulos, que contemplam cada uma das áreas e funções empresariais, com as funcionalidades descritas no seu projeto lógico Sistemas Especialistas Para as empresas que atuam em ramos específicos, utilizando Tecnologias de Informação especializadas em suas atividades, e que normalmente não estão presente em ERP s, são necessários Sistemas Especialistas. Exemplos: Sistema de Roteamentos para a frota de uma empresa distribuidora de bebidas, de ônibus escolares ou para uma empresa de coleta de lixo; Sistema de balanceamento calórico para empresas de refeições industrializadas. Em outras empresas e organizações, Sistemas Especialistas são utilizados em atividades bastante específicas e estanques, podendo ser posteriormente integradas ao ERP da empresa. Exemplo: Sistema de folha de pagamento; sistema de emissão de etiquetas de código de barras de produtos; sistema de controle de frota de veículos de apoio. Determinados sistemas especialistas, além da automação dos processos e atividades específicas, trazem consigo uma base de conhecimentos referentes à aplicação a que se destinam, podendo aumentar esta base com o seu uso, acumulando experiências positivas e negativas. Pode-se afirmar que aprendem e melhoram com o uso. Exemplo: sistemas de apoio à decisão, com registros das decisões anteriores e de seus resultados; sistemas de análise e concessão de credito a consumidores; sistema de apoio a diagnósticos médicos, sistemas de análises laboratoriais. 6. Projeto e Dimensionamento de Hardware e Telecomunicação A velocidade da evolução dos equipamentos de informática (hardware) pode ser expressa pela lei de Moore 1, que enuncia que o poder de processamento dos chips dobra a cada dois anos, enquanto o seu custo tende a cair. 1 Enunciada por Gordon E.Moore, co-fundador e ex-executivo da Intel, inicialmente em 1965 prevendo que os componentes de um chip dobrariam a cada ano, e reformulada pelo mesmo em 1975, que isto ocorreria a cada dois anos (http://www.intel.com/pressroom/kits/bios/moore.htm, acesso em 07/09/08)

11 Esta crescente disponibilidade de maior poder de processamento, a custos decrescentes, facilita o acesso ao uso de computadores e sistemas por empresas de qualquer porte, ao mesmo tempo em que oferece condições para a progressão e sofisticação dos softwares e sistemas, com cada vez mais capacidade e agilidade de transações. A digitalização e a convergência das tecnologias gravação de sons, imagens e dados, com as necessidades crescentes de gravação de seus arquivos, têm impulsionado as atividades de pesquisa e desenvolvimento voltadas à indústria de dispositivos de armazenamento, que se tornam cada vez mais sofisticados e de maior capacidade, seja em chips (memórias RAM, pendrives, MP3) como em discos (winchesters, CD, DVD, Blueray) e fitas (DDS Digital Data Storage Armazenamento de dados digitais). Esta convergência também possibilita a utilização de recursos multimídia em sistemas empresariais, disponibilizando novos recursos gráficos e interativos tais como fotos de produtos, pessoas, mapas, ícones, integrados com textos (nome de ruas) e hyperlinks (para navegação e detalhamentos) em imagens vinculadas a banco de dados. Neste contexto dinâmico de diversificação e crescimento desempenhos e de capacidades, os dimensionamentos e especificações de hardware possibilitam uma escalabilidade total e dependem quase que exclusivamente da determinação das necessidades funcionais, do porte quantitativo (número de usuários/tarefa) e da capacidade de investimentos da empresa a informatizar. Fundamentalmente devem ser consideradas as seguintes utilizações e variáveis: 6.1. Terminais clientes e equipamentos de apoio: quantidade e função Para especificar os tipos e quantidades de equipamentos e terminais clientes dos sistemas, que os usuários necessitam para acessar e desempenhar as suas atividades: Terminais de entrada de dados e consultas: com recursos básicos de operação de processos simples. Ex: terminais de controle de estoques, controle financeiros etc. Terminais de processamentos intensos: terminais gerenciais para execução de pesquisa e extração de informações consolidadas. Ex: terminal de planejamento de produção, de cálculo da folha de pagamento, de fluxos financeiros etc. Estações de trabalho (Workstations): computadores poderosos com múltiplos processadores, recursos aceleradores gráficos, etc. para trabalhos de projetos técnicos e de processamentos gráficos. Ex: Estações CAD Computer Aided Design, Estações de Publishers - projetos gráficos de ilustrações, ilhas de edição de vídeos etc. Computadores portáteis: notebooks, webbooks (notebooks para acessar a Internet), palmtops, para usuários que necessitem de mobilidade, tais como vendedores, gerentes, etc. Equipamentos específicos: impressoras fiscais, impressoras de etiquetas, leitora ótica de código de barras, leitores de tags RFID (etiquetas de identificação por radio freqüência), coletores de dados portáteis.

12 6.2. Servidores de Arquivo, de Aplicações, de Comunicação e de Impressão: Os sistemas modernos centralizam o armazenamento de dados e as atividades que envolvam maior volume de processamento ou que exijam cuidados específicos em computadores mais poderosos e seguros, para obter melhor desempenho e controle dos mesmos. São eles que servem os clientes destas atividades e dados, e por isso devem proporcionar fundamentalmente os atributos de grande poder de processamento, alta disponibilidade e velocidade de acessos. Servidores de Dados: são equipamentos dotados de dispositivos de armazenamento de dados de alta capacidade e velocidade, para centralizar os banco de dados integrados dos sistemas empresariais. Podem ser hospedados em Data Centers. Servidores de Aplicações: centralizam o acesso dos clientes aos programas e suas atualizações e também os processamentos que exijam mais poder e velocidade de processamentos. Também podem ser localizados em Data Centers. Servidores de Comunicação: em redes corporativas o controle de conexões e comunicações externas deve ser exercido com maior rigor e precisão, para se obter maior desempenho e, principalmente, segurança dos sistemas e seus dados. Estes servidores gerenciam estas atividades dos usuários e centralizam as ferramentas de segurança contra intrusões e arquivos indesejados (malwares vírus, spywares etc). Servidores de impressão: em redes com muitos usuários e grandes quantidades e volumes de impressão é vantajoso a instalação para uso compartilhado de impressoras de alto desempenho e de diferentes tipos (laser, deskjet, plotters etc.) 6.2. Telecomunicação: dispositivos e serviços Os sistemas empresariais são integrados e devem interagir com outros sistemas, empresas e organizações. Para tanto necessita de canais adequados de telecomunicações entre diferentes computadores localizados em diferentes unidades da empresa (sedes, filiais, armazéns etc), assim como com bancos, fornecedores e clientes. As conexões internas em um mesmo endereço podem ser feitas fisicamente com redes compostas por cabos (óticos e metálicos) e tecnologias sem fio de curto alcance (wifi, Bluetooth), estruturadas pela própria empresa, com redes locais estruturadas com cabos interconectados por hubs e switches, e roteadores wifi s internos. As conexões externas permanentes ou eventuais deverão ser estabelecidas com a utilização de redes públicas de telecomunicações, mediante contratação de serviços específicos de transmissão de dados de empresas concessionárias e/ou autorizadas destes serviços. Podem ser utilizados serviços compostos de transmissões via satélites, microondas, rádio, frame-relay, datalink etc.ou da própria rede pública de telefonia, com serviços tais como ADSL, voicelinks, VPN etc. Bibliografia Básica: LAUDON, Kenneth. LAUDON Jane Sistemas de informação gerenciais: administrando a empresa digital, 5ª. edição. São Paulo: Prentice Hall, 2004

13 ROSINI, Alessandro M.; PALMISANO,Ângelo. Administração de Sistema de Informação e a gestão do conhecimento. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, Bibliografia Complementar: ALBERTIN, Alberto Luiz.Administração de informática: funções e fatores críticos de sucesso.são Paulo:Atlas, 1996 ANGELONI, Maria T. (coord.). Organizações do Conhecimento: Infraestrutura, Pessoas e Tecnologias. São Paulo:Saraiva, 2002 DRUCKER, Peter F. Administrando em tempos de grandes mudanças. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, GANE, Chris; SARSON, Trish. Análise estruturada de sistemas. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1985 GRAEML, Alexandre R. Sistema de informação: o alinhamento da estratégia de TI com a estratégia corporativa.são Paulo:Atlas, 2000 HARVARD BUSINESS REVIEW. Medindo o desempenho empresarial. Trad.Afonso Celso da Cunha Serra. Rio de Janeiro: Campus, 2000 O BRIEN, James A. Sistemas de Informação e as decisões gerenciais na era da internet. 2ª.ed. São Paulo: Saraiva, OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas de informações gerenciais: estratégicas, táticas, operacionais. 8ª.ed. São Paulo:Atlas, 2002 SOUZA, Alexandre de S,;SACCOL, Amarolina Z. (organ.) Sistemas ERP no Brasil: teorias e casos. São Paulo: Atlas, STAIR, Ralph M.; REYNOLDS, George W. Princípios de Sistemas de Informação. Uma Abordagem Gerencial. 4ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, TAPSCOTT, Don: LOWY, Alex: TICOLL, David. Plano de ação para uma Economia Digital: prosperando da nova era do e-business. São Paulo: Makron, 2000.

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