COMPARAÇÃO DE PRESSÃO ARTERIAL BILATERAL NA POSTURA DE SEDESTAÇÃO EM ACADÊMICOS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DO UNISALESIANO LINS

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1 COMPARAÇÃO DE ARTERIAL BILATERAL NA POSTURA DE SEDESTAÇÃO EM ACADÊMICOS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DO UNISALESIANO LINS COMPARISON OF BILATERAL BLOOD PRESSURE IN THE SITTING POSITION POSTURE IN PHYSIOTHERAPY COURSE ACADEMIC OF UNISALESIANO LINS Gabriel Hiibner Nunes Karina Rodrigues Pinto Vanessa Magalhães de Sousa Gislaine Aparecida Pinheiro Do Nascimento Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium de Lins, SP CURSO DE FISIOTERAPIA RESUMO Pressão arterial é a força elástica exercida pelas paredes arteriais sobre o seu conteúdo sanguíneo. Ela é o resultado da contração do coração a cada batimento e da contração dos vasos quando o sangue por elas passa. O ciclo cardíaco consiste no período de relaxamento, chamado diástole, durante o qual o coração se enche de sangue, seguindo pelo período de contração, chamado sístole. A pressão arterial máxima ou sistólica é o valor da pressão existente no sistema arterial no momento exato na sístole cardíaca. A pressão mínima ou diastólica é o valor da pressão existente no sistema arterial no momento exato da diástole cardíaca. A pressão arterial média é representada por um valor pressórico que, mantido constante, conserva o mesmo fluxo com pressões arteriais variáveis, em determinado intervalo de tempo, no mesmo sistema de vasos. Temos como objetivo do estudo averiguar pressão arterial bilateral em alunos na posição de sedestação. Concluímos que a aferição teve uma diferença mínima. Palavras-chave: Pressão arterial. Fisioterapia Cardíaca. Cardiologia. INTRODUÇÃO Segundo Wilkins (2000), a pressão arterial é a força exercida contra a parede das artérias quando o sangue se move através dos mesmos. De acordo com Guyton e Hall (2006), durante a sístole ventricular, grande quantidade de sangue se acumula nos átrios direito e esquerdo, uma vez que as válvulas A-V estão fechadas. Desta maneira, assim que a sístole termina e as pressões ventriculares retornam aos baixos valores diastólicos, as pressões moderadamente 1

2 alteradas que se desenvolveram nos átrios durante a sístole ventricular forçam de imediato, as válvulas A-V a se abrirem. Para Laviota (2000) as diferentes velocidades com que ocorrem transferências de sangue do átrio esquerdo para o ventrículo esquerdo marcam os três momentos que compõem a primeira fase do ciclo cardíaco, a fase diastólica. O relaxamento ativo da musculatura cardíaca determina à redução rápida da pressão intraventricular, tornando-a inferior a medida da cavidade atrial. O deslocamento rápido da massa de sangue do átrio para o ventrículo esquerdo e da abertura da válvula mitral pelo próprio movimento, o período em que o relaxamento muscular é ativo caracteriza a fase de enchimento ventricular rápida. Segundo Laviota (2000) a massa de sangue ventricular, ao ser transferido para o sistema arterial, a cada sístole desencadeia uma onda de pulso. A variação do diâmetro desses vasos a cada ciclo cardíaco confirma a acomodação de volume transferido para o novo território. As paredes dos vasos, forçada a se distender, reagem com uma força que, aplicada sobre a massa de sangue, resulta em pressão do pulso. OBJETIVOS O objetivo é identificar a pressão arterial bilateral na posição de sedestação, levando em conta idade e gênero de cada voluntário. METODOLOGIA Foram executados oito procedimentos para coleta de dados em alunos do quinto semestre de fisioterapia no Unisalesiano Lins, sendo quatro do gênero feminino e quatro do gênero masculino em uma faixa etária de 19 (dezenove) a 25 (vinte e cinco) anos, durante o mês de maio do ano de 2015 (dois mil e quinze) no período noturno. Para tanto, as aferições foram obtidos os registros contido no esfigmomanômetro da marca Premium. Para a aferição os alunos se encontravam sentados e foi realizada no lado direito e esquerdo para se observar possíveis diferenças de resultado de pressão arterial.. 2

3 RESULTADOS A tabela e o gráfico representam os resultados dos valores obtidos através do esfigmomanômetro, na pesquisa realizada no membro superior direito e no membro superior esquerdo de cada voluntário. A tabela demonstra o comportamento da Pressão Arterial sistólica em relação à pressão arterial diastólica averiguada nos membros superiores com discreta alteração nos voluntários 2, 4, 5, 6, 7 e 8, sendo que nos voluntários 1 e 3 não foram observadas tais alterações. NOME IDADE SEXO DIREITO Pesquisa Pressão Arterial DIASTÓLICA DIREITO ESQUERDO ESQUERDO Voluntário 1 25 Masculino Voluntário 2 21 Masculino Voluntário 3 19 Masculino Voluntário 4 22 Masculino Voluntário 5 19 Feminino Voluntário 6 20 Feminino Voluntário 7 19 Feminino Voluntário 8 23 Feminino GÊNERO MASCULINO Voluntário 1 Voluntário 2 Voluntário 3 Voluntário 4 PA DIREITO PA ESQUERDO PA DIASTÓLICA DIREITO PA DIASTÓLICA ESQUERDO 3

4 GÊNERO FEMININO Voluntário 5 Voluntário 6 Voluntário 7 Voluntário 8 PA DIREITO PA ESQUERDO PA DIASTÓLICA DIREITO PA DIASTÓLICA ESQUERDO CONCLUSÃO Na pesquisa realizada foram evidenciadas pequenas alterações da pressão arterial, quando obtido o resultado de cada aferição do membro superior direito e do membro superior esquerdo de cada voluntário e diferença de pressão arterial de pessoas do gênero masculino e do gênero feminino. REFERÊNCIAS STEFANINI, EDSON; KASINSKI, NELSON; CARLOS, CARVALHO, ANTONIO; Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar da UNIFESP-EPM, Nestor Schor,2. Ed. 2009, p C.GUYTON, ARTHUR; E. HALL, JOHN; GUYTON & HALL, Tratado de Fisiologia Médica, 11. Ed., Saundres Elsevier, 2006, p DESMOND, G.JULIAN; J. CAMPBELL,COWAN; Cardiologia, Santos, 6.Ed. 2000, p L. SCANLAN, CRAIG; L. WILKINS, ROBERT; K. STOLLER, JAMES; Fundamentos da Terapia Respiratória de Egan, Manole, 7.Ed. 2000, p318. 4

5 TIMERMAN, ARI; ANTONIO, MACHADO, CÉSAR; Manual de Cardiologia, Atheneu, 2000, p

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