RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS. PILAR III Disciplina de Mercado

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1 RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PILAR III Disciplina de Mercado 3º Trimestre

2 Sumário Introdução... 3 Perfil Corporativo... 3 Principais Tipos de Riscos (conceitos)... 4 Riscos Financeiros... 4 Risco de Crédito... 4 Risco de Mercado... 4 Risco de Liquidez... 4 Riscos não Financeiros... 4 Risco Operacional... 4 Estrutura de Gerenciamento de Riscos... 5 Organograma Funcional da Gestão de Riscos... 5 Risco de Crédito... 7 Concessão de Crédito... 7 Alçadas para liberação de Crédito... 7 Comitê de Crédito... 7 Mitigação do Risco de Crédito... 8 Classificação do Risco de Crédito... 8 Saldo contábil de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) classificadas por Rating... 9 Exposição por Fator de Risco... 9 Exposição por Região Exposição por Setor Econômico Exposição por Faixa de Atraso Carteira por Modalidade de Crédito Exposição por Tomador Fluxo de operações baixadas para prejuízo no trimestre Risco de Mercado Risco de Liquidez Risco Operacional Processo de Gestão do Risco Operacional Gerenciamento de Capital Apuração do Patrimônio de Referência (PR) Apuração do Patrimônio de Referência Exigido (PRE) Apresentação do Patrimônio de Referência Exigido (PRE) Índice de Basiléia Página 2 de 17

3 Introdução Com as constantes mudanças no cenário financeiro mundial mercado globalizado, diversidade de produtos e serviços financeiros cada vez mais complexos, número crescente de transações e grandes montantes de recursos envolvidos, o aumento da sofisticação tecnológica, tarefa de identificar, medir, controlar e administrar os riscos tornou-se fundamental para a sobrevivência das instituições financeiras de todos os portes. Visando o fortalecimento e a normatização do sistema financeiro é adotado o Novo Acordo de Basiléia, conhecido como Basiléia II, que faz com que as Instituições Financeiras implementem mecanismos com o intuito de criar uma estrutura para Gerenciamento de Riscos. O Novo Acordo de Basiléia está fundamentado em três pilares: Pilar I: Requerimento mínimo de capital que prevê que as Instituições Financeiras tenham capital mínimo para fazer frente aos riscos de Crédito, Mercado e Operacional; Pilar II: Supervisão Bancária: Tem por objetivo avaliar se as Instituições Bancárias estão adequadas quanto eu capital frente aos riscos assumidos; Pilar III: Disciplina de Mercado: As Instituições Financeiras devem informar sua estrutura de Gerenciamento de Riscos para o mercado. Neste contexto, manter uma política de gestão de riscos eficiente passou a ser um dos focos da Administração do Banco Vipal, que acredita que este nível de controle, onde as Instituições Financeiras estão submetidas, é de fundamental importância para dar estabilidade ao sistema financeiro e assim fomentar a atividade econômica que é indispensável para promover o crescimento econômico e social do Brasil. Perfil Corporativo O Banco Vipal iniciou suas atividades em julho de 2008, primeiramente iniciando suas atividades como Vipal Financeira S.A e a partir de julho de 2011 passou a operar como Banco Vipal. Página 3 de 17

4 O Banco Vipal foi criado com o objetivo de fomentar as atividades com características financeiras principalmente dentro da cadeia produtiva do Grupo Vipal, atuando com clientes, fornecedores e funcionários. Principais Tipos de Riscos (conceitos) Riscos Financeiros Risco de Crédito É a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador do crédito ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados e assumidas com a Instituição, bem como a desvalorização do contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação do risco do tomador. Risco de Mercado Possibilidade de perda financeira por variações de preços e taxas de juros dos ativos financeiros da Instituição, uma vez que as carteiras (ativas e passivas) podem representar descasamentos de indexadores e prazos. Risco de Liquidez Possibilidade de descasamentos no fluxo de caixa da Instituição, que possam afetar sua capacidade de pagamento, levando em consideração prazos de vencimentos de seus direitos e obrigações. Riscos não Financeiros Risco Operacional Possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falhas, deficiências ou inadequado controle dos processos internos, pessoas e sistemas ou de adventos externos, incluindo o risco legal associado à inadequada ou deficiente formalização dos contratos firmados pela Instituição e seus dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas. Página 4 de 17

5 Estrutura de Gerenciamento de Riscos A Estrutura de Gerenciamento de Riscos do Banco Vipal S.A foi desenvolvida levando em consideração a complexidade e a natureza de suas operações. Suas políticas, normas e procedimentos para o Gerenciamento dos Riscos estabelecem as diretrizes básicas de atuação. Organograma Funcional da Gestão de Riscos Nesta segregação, a Diretoria Financeira Operacional é a responsável pela Gestão dos Riscos, e estes riscos são compostos pelas seguintes áreas: Área de Operação, com a função de efetivar as operações analisadas; Área de Mercado, com a função de prospectar novos clientes; Área de Crédito, com a função de analisar os créditos concedidos; Área de Cobrança com o objetivo de atuar na recuperação dos valores vencidos. Periodicamente são analisados os riscos de forma conjunta, constituindo assim o comitê de Gestão de Riscos, neste comitê fazem parte a diretoria, gerentes e representantes de outras áreas que podem ser convidados a participar. Página 5 de 17

6 O Compliance não está subordinado a nenhuma diretoria, devido as suas funções serem independentes, mas se reporta ao presidente do grupo. Este relatório procura apresentar de forma resumida os principais aspectos relacionados a Gestão de Riscos na Instituição, descrevendo a estrutura e o modelo de gestão e atendendo aos requisitos de transparência. Esta estrutura divide claramente as principais etapas relacionadas às operações do Banco Vipal S.A. e, consequentemente, mitiga os riscos vinculados a fraudes e falhas: ANÁLISE OPERAÇÃO COBRANÇA Analista de Crédito Analista Operacional Analista de Cobrança A Diretoria do Banco Vipal S.A. aprova as políticas e diretrizes para gestão de riscos. O processo de gestão de riscos envolve um fluxo contínuo de informações, obedecendo às seguintes fases: a. preparação: fase de coleta e análise dos dados. Nessa etapa são analisadas e propostas medidas sobre os riscos, para discussão nos estágios operacionais e diretivos; b. decisão: as decisões são tomadas no âmbito da Diretoria Colegiada (os 02 Diretores se reúnem periodicamente), e comunicadas às áreas intervenientes; c. execução: as áreas intervenientes implementam as decisões tomadas; d. acompanhamento: as Diretorias da Instituição acompanham o cumprimento das deliberações, reportando-se às áreas operacionais quanto às medidas a serem adotadas. Como o fluxo é contínuo, novas ações são propostas pelos gestores e são levadas à Diretoria, reiniciando-se, então, o processo. Página 6 de 17

7 Enfatiza-se, dessa forma, que o processo de Gestão de Riscos do Banco Vipal S.A. envolve todas as áreas de negócios, área de Controles Internos e área estratégica da Empresa. Nesta Política de Gestão de Riscos apresentamos a seguinte subdivisão dos mesmos: Risco de Crédito Concessão de Crédito Com base na Política de Crédito em vigor, o Banco Vipal S.A. avalia as propostas de crédito priorizando a garantia do valor e manutenção dos ativos da Instituição, primando pela segurança, qualidade e liquidez das operações. Para buscar a melhor sinergia dos negócios que envolvem principalmente a cadeia produtiva do Grupo Vipal, a Instituição utiliza critérios que busca melhor compreender o mercado de atuação. Fatores quantitativos (indicadores econômicos e financeiros) e qualitativos (dados cadastrais e histórico) são a base para se classificar o risco do cliente ou grupo econômico. Alçadas para liberação de Crédito As propostas de crédito são tratadas de forma sistêmica, onde cada área responsável faz sua avalição e automaticamente o sistema faz uma avaliação nos níveis de alçada para liberação e dependendo do caso a mesma somente é liberada através de voto pelo comitê. Comitê de Crédito Visando dar maior segurança, comprometimento e transparência nas aprovações das operações, o BANCO VIPAL S.A. constituiu um Comitê de Crédito, formado pelos membros da Diretoria, Analista de Crédito e outros profissionais eventualmente convidados aos quais caberá a análise de propostas de concessão de crédito e respectivos limites de operação. Página 7 de 17

8 Ainda, em casos eventuais, há propostas que são discutidas em nível de Comitê Executivo, que além dos integrantes habituais há a participação do Presidente do Banco e outros profissionais podem ser convidados a integrar o Comitê. Mitigação do Risco de Crédito As linhas de créditos oferecidas são destinadas a empresas e pessoas que atendam aos critérios de crédito e que demonstrem capacidade de pagamento e idoneidade, dependendo do volume e nível de crédito o Banco Vipal S.A. solicita ao tomador garantias condizentes com os riscos assumidos para respaldar patrimonialmente o crédito em questão. As garantias podem ser: hipotecas, alienação fiduciária, recebíveis, equipamentos, entre outras. Classificação do Risco de Crédito A classificação do Risco de Crédito (Rating) qualifica os clientes através de uma nota que visa dimensionar seu risco em valor monetário, constituindo assim a Provisão para Devedores Duvidosos da Instituição. O Rating é atualizado automaticamente pelo sistema e obedecem as regras da Resolução nº do Banco Central do Brasil. A classificação do Risco de Crédito do Banco Vipal é assim praticada: Rating BACEN Rating Banco Vipal S.A. Mínimo de Provisão AA Não utiliza 0,00% A A 0,50% B B 1,00% C C 3,00% D D 10,00% E E 30,00% F F 50,00% G G 70,00% H H 100,00% Página 8 de 17

9 Saldo contábil de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) classificadas por Rating Rótulos de Linha A , , , , ,89 B , , , , ,82 C , , , , ,84 D , , , , ,73 E , , , , ,00 F , , , , ,78 G , , , , ,82 H , , , , ,83 Total Geral , , , , ,71 Exposição por Fator de Risco Abaixo demonstramos a evolução da exposição ao risco de crédito, segmentada por Fator de Ponderação de Riscos (FPR) de acordo com a circular 3.644: R$ set/13 jun/13 mar/13 dez/12 set/12 FPR 0% FPR 20% , , , , ,24 FPR 35% , , ,93 FPR 50% 426, ,17 FPR 75% , , ,74 FPR 100% , , , , ,31 FPR 150% , , , , ,87 FPR 300% Total , , , , ,26 Página 9 de 17

10 Exposição por Região Rótulos de Linha Centro Oeste , , , , ,81 Nordeste , , , , ,64 Norte , , , , ,40 Sudeste , , , , ,13 Sul , , , , ,14 Total Geral , , , , ,12 Exposição por Setor Econômico Rótulos de Linha Indústria , , , , ,07 Comércio , , , , ,93 Serviço , , , , ,66 Pessoa Física , , , , ,46 Total Geral , , , , ,12 Exposição por Faixa de Atraso Valores Atraso até 60 dias , , , , ,54 Atraso entre 61 a 90 dias , , , , ,52 Atraso entre 91 a 180 dias , , , , ,82 Atraso acima de 180 dias , , , , ,24 Total , , , , ,12 Página 10 de 17

11 Carteira por Modalidade de Crédito Rótulos de Linha Empréstimos , , , , ,57 COMPROR , , , , ,00 VENDOR , , , , ,33 Desconto , , , , ,06 Financiamentos , , , , ,43 Consignado em Folha , , , , ,73 Total Geral , , , , ,12 Exposição por Tomador Abaixo segue representação dos 10 maiores clientes por volume de crédito em aberto: Concentração Os 10 Maiores clientes , , , , ,01 Carteira Total , , , , ,12 % 10 clientes sobre a carteira 38,33% 37,88% 37,67% 36,75% 39,51% Fluxo de operações baixadas para prejuízo no trimestre Valor R$ , , , , ,63 Risco de Mercado A Gestão do Risco de Mercado está a cargo da Diretoria Financeira Operacional do Banco Vipal S.A. e está relacionado a prejuízos potenciais decorrentes de mudanças em fatores de risco como taxas de juros, de câmbio, e índices e preços. O Banco Vipal S.A. faz a gestão desses riscos buscando otimizar a relação risco-retorno através modelos internos. As ferramentas e parâmetros associados à otimização da relação risco-retorno, levam em consideração, entre outros fatores, a diversificação de riscos e limites mínimos de spread pretendidos. Seu objetivo é identificar, medir e informar periodicamente os riscos de mercado. Página 11 de 17

12 Atualmente na Instituição, a exposição ao descasamento de taxas passivas e ativas (principal risco) é relativamente baixa, pois as operações realizadas possuem prazos médios relativamente baixos, o que possibilita a correção rápida de qualquer distorção ou tendência apontada pelo Mercado. Além disso, o Banco Vipal S.A. emprega uma política conservadora na administração das exposições a riscos de mercado, supervisionando e controlando de forma independente todas as suas carteiras para cada fator de risco primário. As Diretorias, gerências e demais áreas relacionadas formam um Comitê de Gestão de Riscos, que estabelecem os limites de exposição para cada uma das modalidades de operações praticadas, levando-se em conta fatores como a volatilidade do mercado, cenários previstos, oportunidades de lucro, riscos potenciais e as necessidades de funding. Reuniões extraordinárias do Comitê de Gestão de Riscos são realizadas quando surgem mudanças inesperadas no ambiente macroeconômico que gerem oportunidades e/ou riscos. O comitê, constituído por toda a Diretoria, também se reúne periodicamente. O objetivo principal do comitê é analisar políticas relacionadas à tesouraria, taxas praticadas, produtos, entre outros. Políticas de limite também são definidas por esse comitê, incluindo-se para a mesa de operações. Além disto, este comitê trata dos seguintes temas: discussão do ambiente macroeconômico; discussão de posições tomadas e os riscos relacionados; e decisão sobre posições e exposições de acordo com os limites da política e novas oportunidades de negócio. As exposições a riscos de mercado são controladas e administradas através da gestão dos descasamentos de moedas, vencimentos e taxas de juros. A medida que a quantidade, diversificação e prazos das operações forem aumentando, este Comitê, comandado pela Diretoria Operacional Financeira, tem o encargo de elaborar novos processos para detectar, monitorar e mitigar os riscos de mercado. Página 12 de 17

13 Risco de Liquidez É a ocorrência de desequilíbrios entre ativos negociados e passivos exigíveis e, portanto, descasamentos entre pagamentos e recebimentos, que possam afetar a capacidade de pagamento da instituição, levando-se em conta as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. Originam-se de duas maneiras: Da falta de numerário/caixa necessário para o cumprimento de uma ou mais obrigações; Da falta de contrapartes em número suficiente ou do interesse do mercado em negociar a quantidade desejada de uma posição, afetando de forma anormal o seu preço. A diretoria responsável pela área realiza de forma periódica a análise do fluxo de caixa da instituição e monitorando com antecedência a possível incapacidade de honrar os pagamentos. Desta forma podendo controlar por meio de planejamento adequado das necessidades de fluxo de caixa, que podem ser monitoradas com a aplicação de limites para descasamento entre entradas e saídas, a diversificação e planejamento de estratégias para levantar novos recursos que supram as repentinas insuficiências de caixa definidas internamente em políticas de planos de contingências para situações de estresse: redução dos recursos captados, política mínima de liquidez e plano de contingência de liquidez. As políticas mencionadas têm como objetivo padronizar critérios e procedimentos que garantam o estabelecimento de Reserva Mínima de Liquidez (RML), bem como a existência de estratégia e de planos de ação para situações de crise de liquidez. As políticas e os controles estabelecidos atendem ao disposto pela Resolução nº do CMN. Risco Operacional Entre os eventos de risco operacional, incluem-se: fraudes externas; fraudes internas; falhas em processos; Página 13 de 17

14 falhas em sistemas; danos ao patrimônio físico; falhas nos negócios; demandas trabalhistas; interrupção do negócio. A Estrutura Organizacional do Banco Vipal S.A. foi constituída visando diminuir ao máximo a possibilidade de fraudes e falhas relacionadas ao negócio, às pessoas e aos processos envolvidos, onde cada área e cada Diretoria executam um importante papel neste sentido. Tal exigência é clara quanto à delegação de autoridade e de responsabilidade; segregação de funções que envolvem a assunção de compromissos, a execução dos pagamentos e a contabilidade dos ativos e passivos; salvaguarda de ativos e Auditoria Interna específica para o Banco Vipal S.A. para testar a adequação e o cumprimento dos controles estabelecidos, bem como a observância da legislação e regulamentos. Compete à Auditoria Interna a realização de avaliações periódicas de processos, identificando os riscos inerentes e a eficácia dos controles em uso, e implementar planos de ação para mitigar os riscos identificados e/ou aprimorar os controles. Esses processos resultam em menor exposição a riscos. Embora a responsabilidade sobre a Gestão do Risco Operacional esteja a cargo da Diretoria Financeira Operacional, as decisões sobre a Gestão do Risco Operacional ocorrem, também, na Diretoria Colegiada, que incorpora proposições e delibera. Ainda visando à mitigação dos Riscos Operacionais relacionados a falhas e/ou acidentes que resultem em interrompimento das operações do Banco Vipal S.A. foi elaborado um Plano de Contingência Tecnológica pela área de Tecnologia da Informação do Grupo VIPAL que demonstra a providência imediata invocando os procedimentos de recuperação do sistema corporativo do Banco Vipal S.A. considerando o tempo de espera previsto para o restabelecimento da atividade, definido pela Diretoria da Instituição e de acordo com as exigências do Banco Central Página 14 de 17

15 do Brasil (BACEN) que tem toda a sua operacionalidade baseada na utilização do Sistema de ERP específico para seu segmento de atuação e de uma rede interligada via Internet. Processo de Gestão do Risco Operacional O processo de gestão do Risco Operacional está estruturado em quatro etapas: Identificação do Risco Acompanhamento Mensuração Mitigação Os gestores das operações, com a assessoria da Gestão de Riscos, identificam as perdas operacionais e as fragilidades associadas aos processos, estabelecendo a vinculação com as causas (fatores e subfatores de risco). No acompanhamento, monitoram a eficiência e a eficácia do processo de gestão do Risco Operacional. A estrutura do Risco Operacional evidencia que os fatores de riscos (pessoas, processos, sistemas e eventos externos) estão vinculados aos eventos de perda que resultem em impactos financeiros negativos. Na etapa de mensuração são quantificadas as perdas esperadas e inesperadas, são identificados e revistos os indicadores, é efetuado o cálculo da exigência de capital, entre outros, quando for o caso. Na etapa de mitigação os gestores das operações utilizam-se da assessoria da Controladoria e da Auditoria Interna para definir, priorizar e implementar ações de mitigação (minimização) dos riscos operacionais identificados. Concluímos que o risco operacional está presente nas atividades de Instituições Financeiras o que pode trazer consequências negativas graves, relacionadas às perdas decorrentes de causas diversas. Identificar qual exposição ao risco e determinar em que nível este é tolerado na condução dos negócios, é componente importante na cultura de gestão de riscos da instituição. O Banco Vipal S.A. investe continuamente na gestão promovendo a redução dos riscos e consequentemente das perdas operacionais, melhoria dos processos Página 15 de 17

16 internos, aumento da credibilidade, resultando em maior competitividade, solidez e estabilidade. Gerenciamento de Capital O Gerenciamento de Capital tem por finalidade avaliar se o Banco Vipal S.A. apresenta condições para o alcance de seus objetivos estratégicos, levando em consideração o ambiente econômico onde atua. Esse procedimento visa averiguar se a instituição possui um respaldo patrimonial para fazer frente as suas atividades e aos riscos assumidos. Esse capital é denominado PR (Patrimônio de Referência) e deve ser superior ao PRE (Patrimônio de Referência Exigido). Apuração do Patrimônio de Referência (PR) O PR é apurado com base a soma dos seguintes valores: Patrimônio Líquido, os saldos das cotas de resultado credoras deduzindo os saldos das contas de resultados devedoras. Abaixo segue a apresentação do PR: Data Base Valor R$ set/ ,49 dez/ ,03 mar/ ,99 jun/ ,75 Set/ ,98 Apuração do Patrimônio de Referência Exigido (PRE) A apuração do PRE segue conforme a regulamentação vigente e é compreendida através da seguinte equação: PRE=Pepr+Pcam+Pjur+Pcom+Pacs+Popr Onde: Fator Significado Classe de Risco PEPR Exposições ponderadas pelo risco de crédito Risco de Crédito PCAM Risco de variações cambiais PJUR Risco de taxas de juros PCOM Risco de Commodities Risco de Mercado PACS Risco de preços de ações POPR Risco Operacional Risco Operacional Página 16 de 17

17 Apresentação do Patrimônio de Referência Exigido (PRE) Patrimônio de Referência Exigido (PRE) Pepr jun/13 mar/13 dez/12 set/12 jun/ , , , , , , , ,86 Pcam - - Pjur - - Pcom - - Pacs - - Popr Patrimônio de Referência (PR) , , , , , , , , , , , ,50 Risco de Taxas de Juros - RBAN , , , , ,03 Índice de Basiléia 25,90% 24,41% 23,55% 16,63% 16,70% Margem (PR-PRE-RBAN) , , , , ,75 Índice de Basiléia O índice de Basiléia é o indicador que mede a relação entre o Patrimônio de Referência (PR) e os riscos ponderados conforme a regulamentação, compreendidos como o Patrimônio de Referência Exigido (PRE). Abaixo segue a evolução do índice de Basiléia do Banco Vipal S.A.: Índice Basiléia Limite Mínimo BACEN 23,55% 24,41% 25,90% 25,35% 30,00% 25,00% 16,63% 20,00% 15,00% 10,00% 5,00% set/12 dez/12 mar/13 jun/13 set/13 0,00% Página 17 de 17

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