FACULDADE UNA DE SETE LAGOAS

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1 FACULDADE UNA DE SETE LAGOAS POLÍTICA DE ATENDIMENTO PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA / NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NAP (NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO) CAPÍTULO I Do apoio psicopedagógico, seu público e suas finalidades Art 1 o O apoio psicopedagógico é destinado aos discentes que apresentem necessidades diferenciadas no processo de ensino-aprendizagem. Inclui desde o atendimento de alunos que apresentam dificuldades para se organizar para os estudos, até aqueles que apresentam deficiências e exigem apoio psicopedagógico específico como nos casos de surdez, cegueira/baixa visão, deficiência física, déficit Intelectual e transtorno de espectro autista. O apoio psicopedagógico na Faculdade UNA de Sete Lagoas engloba ainda o planejamento e supervisão de processos de formação docente. Art 2 o As atividades do Núcleo de Apoio Psicopedagógico se organizam em torno dos seguintes objetivos: Acompanhar a adaptação e o percurso acadêmico de alunos com necessidades educacionais especiais. Planejar e supervisionar projetos de capacitação para docentes e funcionários da instituição para atender os alunos com necessidades educacionais especiais. Assessorar as dificuldades de aprendizagem eventualmente apresentadas pelos discentes por meio de orientação de hábitos de estudo e de relacionamentos interpessoais, individualmente ou em sala de aula, decorrentes de choque cultural. Desenvolver ações que minimizem o distanciamento entre o conhecimento e as eventuais limitações de alunos com necessidades educacionais especiais. Art 3 o Constituem público-alvo do Núcleo de Apoio Psicopedagógico: Alunos com necessidades educacionais especiais. Coordenadores de curso e professores que atendam alunos com necessidades educacionais especiais. Departamentos e setores (acadêmicos e / ou administrativos) que atendam alunos com necessidades educacionais especiais.

2 CAPÍTULO II Da metodologia de trabalho do Núcleo de Apoio Psicopedagógico junto aos discentes Art 4 o A metodologia de trabalho do NAP se organiza em quatro principais atividades: acolhimento, diagnóstico e apoio/assessoria. Art 5 o O acolhimento se refere à identificação dos candidatos que nos processos seletivos (vestibular, transferência, outros) informem possuir necessidades educacionais especiais. Art 6 o Diagnóstico é realizado após a aprovação nos processos seletivos para identificação das necessidades específicas de recursos educacionais e/ou profissional de apoio (intérpretes educacionais, ledores, monitores / estagiários). Art 7 o Assessoria ao aluno com necessidades educacionais especiais em dificuldades de aprendizagem eventualmente apresentadas, por meio de orientação de hábitos de estudo (por demanda do discente ou indicação de docentes). Art 8 o Assessoria ao aluno com necessidades educacionais especiais em dificuldades de relacionamentos interpessoais eventualmente apresentadas, individualmente ou em sala de aula, decorrentes de choque cultural (por demanda do discente ou indicação de docentes). Parágrafo 1 o : A partir do diagnóstico há contratação ou realocação de profissional de apoio e, quando necessário, serão adquiridos ou realocados os recursos educacionais específicos para acompanhamento em palestras, seminários, visitas técnicas e demais eventos acadêmicos da instituição. Parágrafo 2 o : Caso exista a identificação, por meio de informações / solicitações das coordenações de curso ou docentes, de alunos que, nos processos seletivos, não informem possuir necessidades educacionais especiais, devem ser observados os procedimentos acima descritos. CAPÍTULO III Do Acompanhamento e apoio ao docente de alunos com necessidades educacionais especiais Art 9 o Cabe ao NAP semestralmente, planejar e supervisionar projetos de capacitação para docentes da instituição para atender aos alunos com necessidades educacionais especiais, priorizando os docentes que receberão esses alunos.

3 Parágrafo único: A Equipe do NAP poderá ser solicitada, sempre que necessário, para atender a demandas de alunos, professores, coordenadores de cursos ou funcionários, por meio de contato feito por telefone, ou protocololo do SOL. CAPÍTULO IV Dos fundamentos legais Associação Brasileira de Normas Técnicas NBR 9050: Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências a edificação, espaço mobiliário e equipamentos urbanos /Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rio de janeiro: ABNT, Disponível em: gens-filefield-description%5d_24.pdf BRASIL. Constituição (1988). Artigo 205 e Artigo 206 da Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado, BRASIL. Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, que regulamenta a Lei 7.853/89, propõe equiparação de oportunidades, cabendo às instituições de ensino superior oferecer adaptações necessárias no processo seletivo e provas, inclusive tempo adicional para realização das provas, previamente solicitadas pelo aluno portador de deficiência. Disponível em: < BRASIL. Decreto nº 3.956, de 8 de outubro de 2001, promulga a Convenção Interamericana da Guatemala, para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência. Disponível em: <

4 BRASIL. Decreto 5.296/04 de 02 de dezembro de 2004, que regulamenta as Leis no s , de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e , de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Disponível em: BRASIL. Decreto Nº de 22 de Dezembro de 2005, regulamenta a Lei no , de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no , de 19 de dezembro de Disponível em: < BRASIL. Decreto de 25 de agosto de 2009 que promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu protocolo facultativo assinado em Nova York, em 30 de março de Decreto nº 7.661, 17 de novembro de 2011, dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências. Disponível em: < Lei de 19 de Dezembro de 2000, Lei da Acessibilidade, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Disponível em: < dezembro norma-pl.html> Lei de 24 de Abril de 2002 (Reconhecimento da Libras), Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais. Disponível em: < Lei , de 27 de dezembro de 2012, Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o 3 o do art. 98 da Lei n o 8.112, de 11 de dezembro de

5 Plano Nacional de Educação (PNE ), Lei nº de 9 de janeiro de 2001, estabelece diretrizes curriculares que assegurem a necessária flexibilidade e diversidade nos programas de estudos oferecidos de forma a melhorar o atendimento às necessidades diferenciadas dos alunos. Disponível em: < Plano Nacional de Educação (PNE ), Lei nº de 25 de junho de 2014, estabelece como meta assegurar condições de acessibilidade nas instituições de educação superior, na forma da legislação. Disponível em: < Portaria nº do MEC de 7 de novembro de 2003, explicita a necessidade de assegurar aos portadores de deficiência física e sensorial condições básicas de acesso ao ensino superior, de mobilidade e de utilização de equipamentos e instalações; determina que sejam incluídos, nos instrumentos destinados a avaliar as condições de ofertas de cursos superiores, os requisitos de acessibilidade de pessoas com necessidades especiais. Disponível em: <

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