Aspectos humanos que afetam um programa de melhoria de processo de software - Uma análise qualitativa

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1 Aspectos humanos que afetam um programa de melhoria de processo de software - Uma análise qualitativa Davi Viana dos Santos 1, Dalton Chaves Vilela Júnior 2, Cleidson de Souza 3, Tayana Conte 1 1 Grupo de Usabilidade e Engenharia de Software (USES) Programa de Pós-Graduação em Informática (PPGI) Universidade Federal do Amazonas (UFAM) 2 Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (FUCAPI) Manaus Amazonas 3 IBM Research Brazil São Paulo SP Abstract. The success of a software process improvement (SPI) program depends on several technical and social questions. Although the technical aspects are important for a good performance of the improvement activities, they are not enough to guarantee the success of the program since SPI programs heavily depend on the human commitment. Therefore, it is important to indentify and to analyze the different human aspects that can affect a SPI program. Therefore, this paper has two main goals: (1) to present the results of a qualitative study using the Grounded Theory method to identify the human aspects that influence SPI program from the view-point of the collaborators; and (2) to disseminate knowledge about qualitative studies in order to encourage its adoption by other Software Engineering researchers in the context of SPI programs. Keywords: Software Process Improvement, human aspects, qualitative analysis 1. Introdução Muitas organizações desenvolvedoras de software estão procurando melhorar seus processos, visando à diminuição de retrabalho e à manutenção um alto nível de qualidade em seus produtos desenvolvidos ou em desenvolvimento [1]. Além da definição de novos processos e possíveis mudanças na cultura organizacional, os programas de melhoria de processo de software (MPS) também aperfeiçoam os processos existentes da organização. Basicamente, eles se baseiam na premissa de que

2 a melhoria na qualidade dos processos de software é um veículo para aprimorar a qualidade dos produtos por eles gerados e mantidos [2]. Quando há uma preocupação maior com a qualidade do processo é possível ter mais produtividade, maior competitividade em relação às outras empresas do mesmo segmento, menor o esforço e custo dos projetos e lidar com questões críticas relacionadas ao tempo de lançamento de produtos comerciais [1]. Desta forma, melhorar a qualidade do processo também nos produtos gerados e em resultados financeiros. Entretanto, o sucesso de programas de MPS depende de diversas questões técnicas e sociais que, segundo Santana [3], são fatores socio-técnicos, relativos à condução das iniciativas de MPS e à interação entre seus participantes. Questões que exercem influência sobre as iniciativas de implementação de melhoria de processos de software vêm sendo objeto de estudos nas últimas décadas [4]. O propósito desses estudos é obter um melhor entendimento sobre as questões que influenciam programas MPS, bem como suas interações, causas, efeitos e formas de tratamento. Essas questões são comumente denominadas de Fatores Críticos de Sucesso (FCS). Questões referentes ao comportamento dos colaboradores de uma organização são determinadas por diversos aspectos humanos e/ou aspectos da interação entre esses colaboradores. Robbins [5] afirma que é possível, através de estudos específicos, estabelecer uma certa previsibilidade do comportamento destes colaboradores que pode ser útil para auxiliar no melhor desempenho das atividades que eles realizam. Segundo Schots [6], capturar e entender o comportamento humano são atividades complexas, que exigem técnicas específicas. Uma forma de realizar estas atividades é conduzir pesquisas de caráter qualitativo. Este tipo de pesquisa visa a captura do detalhe sutil e invisível ao olhar panorâmico, tal como uma lente zoom é usada para registrar detalhes a respeito de um pequeno número de pessoas [7]. Além disso, estudos qualitativos procuram compreender um determinado fenômeno através dos dados, desta forma cada informação é relevante e normalmente há um conjunto de amostras reduzido [8]. Desta forma, é apropriada a execução de estudos qualitativos que possibilitem identificar e compreender, em detalhes, aspectos humanos que podem influenciar iniciativas de MPS e da relação dos colaboradores com esses aspectos, pois todo o processo de desenvolvimento de software, inclusive sua melhoria, é dependente do comprometimento humano [8]. Apesar de haver diversos estudos abordando diversos fatores de influência em MPS [4], o número de pesquisas que visam analisar qualitativamente as influências nos programas de MPS ainda está aquém do necessário para permitir uma ampla compreensão desses fatores em diversos contextos [9]. A contribuição deste artigo é a descrição de um estudo qualitativo com o propósito de identificar a influência de aspectos humanos em um programa de MPS, do ponto de vista dos colaboradores das organizações envolvidas. Ele possui dois objetivos: (1) discutir os resultados do estudo, na qual se usou procedimentos do método de análise qualitativa Grounded Theory (GT) [10]; e (2) disseminar o conhecimento sobre estudos qualitativos, de forma a incentivar seu uso como ferramenta para aprofundar o entendimento de Programas de MPS. O restante do artigo está organizado da seguinte forma: a Seção 2 descreve os aspectos humanos considerados neste trabalho. A Seção 3 apresenta a condução do estudo qualitativo e as principais definições do método qualitativo utilizado. A Seção 4 apresenta a aplicação da GT para compreender os aspectos humanos em um

3 programa de MPS e discute os principais resultados identificados. A Seção 5 apresenta a utilização de métodos qualitativos na condução de pesquisas em Engenharia de Software (ES). Por fim, a Seção 6 apresenta as conclusões finais e possíveis extensões deste trabalho. 2. Aspectos Humanos Apesar dos aspectos técnicos serem necessários para um bom desempenho de atividades de qualquer setor, os mesmos não são suficientes para garantir o sucesso destas atividades [5]. Hoje, tem-se um ambiente de trabalho cada vez mais competitivo e exigente. Desta forma, considerar os aspectos humanos, procurando compreendê-los e gerenciá-los, pode ser um diferencial para o sucesso das atividades. A preocupação em verificar a influência dos aspectos humanos em organizações vem sendo objeto de estudo nos últimos anos. Em [11] são verificadas as principais expressões de afetividade, resistência e mudança associadas à implementação de um novo sistema de informação nas organizações. Segundo Hazzan e Tomayko [12] as pessoas envolvidas em processos de desenvolvimento de software merecem uma atenção particular, pois grande parte do sucesso das atividades depende do comportamento das mesmas. Em [13] é proposto um programa de motivação para equipes de ES, pois, segundo os autores, a motivação impacta diretamente na produtividade dos colaboradores. Em [14] é verificado a correlação entre a preferência por determinadas atividades técnicas e o perfil de comportamento no trabalho em equipe. Embora seja grande a relevância dos aspectos humanos nas organizações, eles possuem diversas definições na literatura devido a sua complexidade. Os aspectos humanos considerados neste trabalho são advindos do comportamento organizacional apresentados por Robbins [5] que descreve o indivíduo como agente influente do desempenho de uma organização através dos aspectos apresentados na Tabela 1. Tabela 1. Definição dos aspectos humanos adaptado de [5]. Aprendizagem Qualquer mudança relativamente permanente no comportamento de um indivíduo. Logo, a mudança no comportamento determina se houve aprendizagem com a experiência em determinada atividade. Motivação Processo responsável pela intensidade, direção e persistência dos esforços de uma pessoa para o alcance de uma determinada meta. Personalidade Organização dinâmica interna dos sistemas psicológicos do indivíduo que determinam seu ajuste individual ao ambiente. Soma das maneiras como uma pessoa reage e interage com as demais. Emoções Sentimentos intensos direcionados a alguém ou a algo. São reações a um objeto e não um traço. Você mostra suas emoções quando está feliz com alguma coisa, bravo com alguém ou com medo de algo. Percepção Baseia-se na interpretação que as pessoas fazem da realidade e não na realidade em si. Sua interpretação pode ser diferente substancialmente da realidade. Processo pelo qual os indivíduos interpretam suas impressões sensoriais com a finalidade de dar sentido ao ambiente. Treinamento Processo que visa melhorar o desenvolvimento profissional do ser humano na sua organização e no desempenho das suas funções além

4 Eficácia de Liderança Satisfação com o trabalho Tomada de decisão individual Avaliação de desempenho Mensuração de atitudes Seleção de pessoal Planejamento de trabalho Estresse profissional de ser o processo que visa à preparação e ao aperfeiçoamento das habilidades e dos conhecimentos dos funcionários. Liderança é uma influência interpessoal exercida em uma dada situação e dirigida através do processo de comunicação humana, para consecução de um ou mais objetivos. Refere-se à atitude geral de uma pessoa em relação ao trabalho que ela realiza. Associado a escolher entre duas ou mais alternativas: (1) ocorre em reação a um problema ou (2) a todas as decisões requerem interpretação e avaliação das informações. Verifica resultados individuais das tarefas, utilizando variáveis de produtividade do indivíduo para mensurar seu desempenho. Verificada pelas das ações dos colaboradores dentro das organizações que refletem como os mesmos se sentem em relação a algo. Processo de adequar às características individuais aos requisitos do trabalho. Quando a administração fracassa na adequação correta, tanto o desempenho como a satisfação do funcionário são prejudicados. As definições das atividades estão contidas em um projeto de trabalho. É necessário planejar todas as atividades para que os indivíduos possam trabalhar e assumir responsabilidades. Condição dinâmica na qual o indivíduo é confrontado com uma oportunidade, limitação ou demanda em relação a alguma coisa referente ao trabalho. Os aspectos humanos apresentados formam a base para o estudo proposto. Em seguida, será apresentada a condução do estudo qualitativo levando em consideração os aspectos apresentados. 3. Estudo Qualitativo em um Programa de MPS A aplicação de métodos qualitativos em pesquisas de Engenharia de Software tem crescido [15] e mostrado diversos benefícios, como: (1) a escolha de determinada tecnologia para ser adotada em contextos específicos; (2) o entendimento do aspecto social em equipes de metodologias ágeis e entre outros [6]. Este tipo de estudo se faz necessário, pois a implementação de programas de MPS representa um grande desafio devido aos diversos fatores que influenciam no processo [3]. Dentre os diversos fatores, este estudo destaca os aspectos humanos relacionados ao programa que visava avaliação nível G do MPS.BR de três empresas de software no Estado do Amazonas. Este nível consiste nos processos de gerência de projetos e gerência de requisitos. Comparado ao CMMI, estes processos correspondem a três áreas de processo do nível 2: Gerência de Requisitos, Planejamento do Projeto e Acompanhamento e Monitoração do Projeto.

5 3.1. Planejamento do Estudo Qualitativo O principal objetivo deste estudo qualitativo é identificar os aspectos humanos que influenciam um programa de MPS com a finalidade de obter uma maior compreensão desses fatores para um programa de melhoria. O estudo qualitativo foi realizado junto aos colaboradores de uma das empresas avaliadas no modelo MPS.BR, participantes do pólo de software do Amazonas. Foram selecionados três colaboradores que participaram dos projetos avaliados no programa de MPS: um gerente de projeto, um analista e um desenvolvedor. Estes papéis foram escolhidos devido ao foco do MPS. Para um melhor direcionamento desta pesquisa, o objetivo desse estudo qualitativo está descrito na Tabela 2. Tabela 2. Objetivo do Estudo segundo o paradigma GQM (Goal-Question-Metric) [16]. Analisar Um programa de MPS Com o propósito de Caracterizar Em relação à Influência dos aspectos humanos Do ponto de vista Dos colaboradores das organizações No contexto de Empresas pioneiras na implementação de programas de MPS nível G no Amazonas Em relação à coleta de dados, optou-se por utilizar entrevistas semi-estruturadas baseadas questões abertas, pois segundo Yin [17], este tipo de entrevista tem como objetivo principal compreender os significados que os entrevistados atribuem às questões e situações relativas aos temas de interesse. Desta forma, pode-se investigar o ponto de vista do colaborador a partir de suas afirmações e buscar compreender os aspectos humanos que influenciaram o programa de melhoria. As questões abertas foram definidas levando em consideração os aspectos humanos apresentados na Seção 2. A Tabela 3 apresenta perguntas utilizadas no questionário e sua relação com os aspectos humanos determinados. Tabela 3. Questões utilizadas nas entrevistas e os aspectos humanos associados. Questões Aspectos Humanos Como foi possível assimilar os conhecimentos para Aprendizagem; Treinamento suas atividades do programa de MPS? O que você aprendeu com o programa de melhoria? Aprendizagem Que meios foram utilizados para adquirir Aprendizagem; Treinamento conhecimento? O que você já sabia? De que forma esse Aprendizagem conhecimento contribuiu para o programa de MPS? Como a consultoria auxiliou na execução das Aprendizagem; Treinamento atividades do programa de melhoria? Como era a sua motivação em realizar as atividades Motivação; Personalidade; do programa de melhoria? Emoções Como você julga a motivação de outros Motivação; Percepção; Mensuração colaboradores? de atitudes O que a organização fez para motivar os Motivação; Eficácia de liderança colaboradores? Se você fosse um dos sócios da organização, você faria algo a mais para motivar? Qual é a atitude da organização quando uma Motivação; Satisfação no trabalho;

6 atividade não é realizada? O que você pensa a Mensuração de atitudes; Estresse respeito dessas atitudes? Como você reage a isto? profissional e Emoções Como era seu comportamento durante a execução Personalidade, Stress profissional e das atividades do programa de melhoria? Emoções Como você classifica o temperamento das outras Personalidade, Percepção, Stress pessoas no programa de melhoria? profissional Como você vê o programa de MPS da <empresa>? Percepção, Mensuração de atitudes Como é trabalhar na <Empresa>? Motivação, Percepção, Satisfação no trabalho, Emoções Seus colegas gostam de trabalhar na <empresa>? Motivação, Percepção, Satisfação no trabalho, Atitudes, Emoções A empresa oferece todo o suporte que você Percepção, satisfação no trabalho necessita para suas atividades do programa de MPS? Em qual aspecto você acredita que a empresa Satisfação no trabalho poderia melhorar? Como as atividades do MPS foram definidas pelo Tomada de decisão individual responsável? Como foram conduzidas? Durante a implementação do programa de MPS, Motivação, Percepção, Stress no houve algum evento pessoal que teve influência nas trabalho, Emoções atividades da implementação do programa de MPS? Qual sua percepção sobre o forma do líder conduziu Eficácia da liderança o programa de melhoria? Como você avalia seu desempenho no programa de Motivação, Percepção, Avaliação MPS? de desempenho Como você avalia o desempenho dos demais Motivação, Percepção, Avaliação colaboradores no programa de melhoria? de desempenho De que maneira os colaboradores foram escolhidos Seleção para participar do programa de melhoria? De que maneira o programa de melhoria alterou as Percepção, Projeto de trabalho e suas atividades nos projetos de desenvolvimento? Você voltaria se envolver em um novo programa de melhoria nesta empresa? Emoções Percepção, Satisfação no trabalho, estresse profissional e emoções Foi criado um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) para informar a respeito do procedimento e confidencialidade da pesquisa e os participantes foram estimulados a falar livremente. Após a execução das entrevistas, foi realizada a transcrição na íntegra das mesmas. Gerou-se documentos individuais com todos os conteúdos gravados nas entrevistas, esses documentos foram descaracterizados para preservar a identidade dos participantes e utilizados na análise qualitativa baseada nos procedimentos do método Grounded Theory descrito a seguir Análise Qualitativa segundo o Método Grounded Theory A análise qualitativa realizada neste trabalho está baseada nos procedimentos do método Grounded Theory (ou Teoria Fundamentada em Dados), que visa criar uma teoria a partir dos dados coletados e analisados sistematicamente. Este método surgiu na sociologia e também pode ser definido, segundo Schots [6], como um conjunto de procedimentos sistemáticos de coleta e análise de dados para gerar, elaborar e validar teorias substantivas sobre fenômenos ou processos essencialmente sociais.

7 O método foi criado por Barney Glaser e Anselm Strauss em 1967 [18]. Porém, devido a divergências dos dois autores a respeito da forma como a GT deveria ser conduzida, o método se dividiu em duas vertentes. Uma delas é defendida por Glaser [19] onde é levada em consideração a característica emergente do método, o que necessita de uma grande criatividade e conhecimento do pesquisador sobre a GT [6] e [20]. A segunda linha defendida por Strauss e posteriormente consolidada por Strauss e Corbin [10], descreve um modelo sistemático de coleta e análise de dados, onde o processo central é a codificação que diz respeito ao processo de analisar os dados [20]. Este estudo segue a segunda linha. Seguindo a linha proposta por Strauss, durante a codificação são identificados conceitos (ou códigos) e categorias. Um conceito (ou código) dá nome a um fenômeno de interesse para o pesquisador; abstrai um evento, objeto, ação, ou interação que tem um significado para o pesquisador. Categorias são agrupamentos de conceitos unidos em um grau de abstração mais alto [20]. O processo de codificação possui as seguintes fases: codificação aberta, codificação axial e codificação seletiva. Na codificação aberta (open coding) é realizada a quebra, a análise, a comparação, a conceituação e a categorização dos dados. Nas fases iniciais da codificação aberta, o pesquisador explora os dados examinando minuciosamente aquilo que lhe parece relevante devido à leitura intensiva dos textos [21]. Na segunda fase, codificação axial (axial coding) é examinada as relações entre as categorias que formam as proposições da teoria substantiva [21]. Explicitam-se causas e efeitos, condições intervenientes e estratégias de ação, em proposições que devem ser testadas novamente nos dados. Na linha proposta por Strauss e Corbin [10], essas relações formam o que os autores denominam de paradigma: condições causais, intervenientes, conseqüências e estratégias de ações/interações. Por fim, a fase de codificação seletiva (Selective coding) realiza o refinamento de todo o processo identificando a categoria central da teoria, com a qual todas as outras estão relacionadas. A categoria central (core category) deve ser capaz de integrar todas as outras categorias e expressar a essência do processo social que ocorre entre os envolvidos. Esta categoria central pode ser uma categoria existente, ou uma nova categoria pode ser criada. O processo de codificação é finalizado quando nenhum novo dado adiciona novos conhecimentos ao processo de análise da categorização; este momento é denominado saturação teórica [22]. Este estudo descreve como os procedimentos das duas primeiras fases da codificação (codificação aberta e axial) foram utilizados para analisar os dados qualitativos, visando à compreensão dos aspectos humanos em programa de MPS. 4 Aplicação dos procedimentos de Grounded Theory Antes de iniciar a aplicação dos procedimentos do método GT, foi feita uma verificação no conteúdo dos documentos. Notou-se que os documentos contendo as entrevistas dos analistas e gerentes de projeto tinham mais potencial de exploração dos dados devido ao foco do programa de MPS (gerência de projetos e gerência de requisitos). Em seguida, foi eleito um questionário como fonte inicial. Ao se analisar

8 os dados deste questionário, códigos relacionados a trechos do texto referentes aos aspectos humanos no programa de MPS foram criados, conforme exemplificado na Figura 1. Várias interações de comparações foram realizadas para a seleção de códigos que indicavam relatos representativos em citações no texto. Fig. 1. Codificação aberta de trecho de uma entrevista da fonte inicial: do lado esquerdo está o documento com as citações e à direita os códigos criados a partir da citação identificada. A criação de códigos também foi realizada nos demais entrevistas. Os códigos foram verificados com mais dois pesquisadores. Identificou-se um total de 45 códigos. Iniciou-se então a fase de codificação axial, onde foram criados os relacionamentos entre os códigos, gerando inter-relações que agrupam a natureza dos fatores envolvidos em programas de MPS. Graficamente, os códigos são apresentados seguidos de dois números que representam respectivamente: (1) o grau de fundamentação (groundedness) mostra o número de citações com as quais o código está associado; (2) o grau de densidade teórica (density) mostra o número de relacionamentos do código com outros códigos. Nestas representações gráficas, criadas usando a ferramenta ATLAS.TI, os códigos precedidos por [AH] (aspectos humanos) representam as categorias e subcategorias. Nota-se que estes códigos possuem grau de fundamentação igual a zero, pois não estão associados às citações nos documentos. Além dos códigos, outros elementos dos esquemas gráficos são os Memos (ou Notas de Análise), que descrevem o histórico da interpretação feita pelos pesquisadores e os resultados das codificações. Na categoria de aprendizagem, apresentada na Figura 2, pode-se observar que os dados obtidos nas entrevistas sugerem que o conhecimento anterior que o colaborador possuía auxiliou no aprendizado das atividades do programa de MPS. Alguns colaboradores relataram possuir um conhecimento anterior em gerência de projetos e de conceitos sobre processo de software. Através de técnicas e etapas do processo de desenvolvimento que foram aprendidas, os colaboradores conseguiam ter um maior entendimento sobre as atividades relacionadas ao processo de software. Porém, foi destacada uma dificuldade em assimilar alguns conceitos relacionados ao MPS, gerando uma contradição nas informações coletadas. Um colaborador ainda relatou que o processo de aprendizagem das atividades do programa de MPS gerava demora na entrega dos produtos de trabalho, logo este código gerou o seguinte questionamento: o quanto as dificuldades em aprender conceitos/atividades do programa de MPS podem gerar atrasos na entrega dos produtos de trabalho?. Esta pergunta fez surgir uma hipótese para investigação futura. Por fim, os colaboradores também relataram que este tipo de iniciativa (a de melhoria de processo de software) agrega conhecimento e, por conseqüência, experiência profissional.

9 Fig. 2. Representação gráfica com as associações relacionadas à categoria de aprendizagem. A Figura 3 apresenta a categoria de motivação. Dois tipos de motivação foram identificados: motivação individual e motivação coletiva, pois foi observado que determinadas ações/eventos exerciam influência somente em um indivíduo e outras influenciavam o grupo, conforme representado na Figura 4. Verificou-se, também, que a alta gerência de uma empresa não conseguia motivar todos os colaboradores a realizar as atividades do programa de melhoria e que as causas disso eram: (1) falta de um sistema de recompensa pelas atividades realizadas; e (2) falta de reconhecimento dos colaboradores que participaram ativamente do programa de MPS. A análise desses dados ainda permitiu a criação de mais duas hipóteses. A primeira trata do desinteresse dos colaboradores pelo programa de melhoria devido à alta gerencia não conseguir motivar todos os colaboradores. A segunda relaciona o desinteresse pelo programa de melhoria com a resistência às atividades do programa de melhoria. Fig. 3. Representação gráfica com as associações relacionadas à categoria de motivação. Em relação aos tipos de motivação apresentados na Figura 4, pode-se verificar que a organização dos artefatos de trabalho dos projetos motivou individualmente os colaboradores, pois eles teriam respaldo em relação a possíveis reclamações dos clientes. Além disso, sendo o programa de MPS uma iniciativa inédita no Estado do Amazonas, isto fez com que os colaboradores se empenhassem no programa de MPS, o que foi identificado tanto como motivação individual quanto como motivação coletiva. Outros tipos de motivações coletivas verificadas dizem respeito à obtenção de novos conhecimentos na área de Engenharia de Software e conseguir o nível desejado na avaliação do modelo MPS. Porém, é interessante observar que um colaborador ressaltou que somente conseguir o nível sem entender a função do programa de MPS na organização poderia gerar desmotivação.

10 Fig. 4. Representação gráfica com as associações relacionadas ao tipo de motivação. O aspecto relacionado à satisfação no trabalho também foi identificado na análise dos dados: verificou-se que há divergência na satisfação em trabalhar em um programa de MPS, isto é, enquanto alguns colaboradores julgaram ter satisfação com as atividades do programa de MPS outros julgaram haver. Isto gerou a seguinte hipótese adicional: Quando a organização oferece todo o suporte necessário para execução das atividades os colaboradores se sentem mais satisfeitos, pois eles têm tudo que precisam para trabalhar. Ao identificar o aspecto de percepção, observou-se que alguns colaboradores e a alta gerência tinham consciência dos benefícios que o programa de MPS poderia trazer para a organização. O desempenho no programa de MPS foi avaliado como satisfatório pelos colaboradores. Este julgamento foi embasado pelo fato de terem alcançado o nível na avaliação de melhoria de processo. Apesar de satisfatório, um colaborador afirmou que havia níveis diferentes de desempenho, pois o mesmo dependia do quão comprometido estava o colaborador com as atividades do programa de MPS. Para realizar a seleção dos colaboradores que iriam participar do programa de melhoria, a alta gerência identificou quais projetos seriam avaliados e depois analisou os colaboradores que já participavam destes projetos. Esta análise levou em consideração dois fatores: (1) a competência do colaborador em atividades anteriores e (2) a disponibilidade do colaborador em trabalhar no programa de melhoria. Os colaboradores relataram que o estresse profissional aconteceu em três situações: (1) quando havia uma cobrança na finalização das atividades do programa de melhoria; (2) quando eles precisavam refazer as atividades; e, finalmene, (3) quando havia alterações no cronograma das atividades. A representação gráfica das demais categorias apresentadas e outras identificadas encontram-se em Santos et al. [23]. Cabe salientar que nem todos os códigos apontados nos questionários foram relacionados às categorias até então criadas. Além disso, ainda não foi possível validar as propriedades das categorias identificadas. A Tabela 4 apresenta um resumo a respeito dos achados relacionados a aspectos humanos encontrados neste estudo. O processo de codificação ainda não foi dado como concluído, pois este estudo faz parte de uma pesquisa maior com o objetivo de verificar aspectos humanos em programas de melhoria de processo de software. Desta forma, optou-se por aguardar a coleta e análise de novos dados, o que pode implicar a criação de novas categorias que podem ser associadas a estes códigos. Desta forma, a fase de codificação seletiva

11 do método GT, que diz respeito à identificação da categoria central da teoria, ainda não foi executada. Isto se deve ao fato de que o método GT sugere a circularidade entre as fases de coleta e análise [21], tal que as propriedades de uma categoria conceitual são validadas pelo pesquisador através da análise de novos dados. Tabela 4. Achados a respeito dos aspectos humanos encontrados neste estudo. Aprendizagem Os resultados sugerem que somente há aprendizado quando são colocados em prática os conhecimentos em MPS e que os mesmos auxiliam na compreender as atividades do processo de software que estão sendo executadas. Deste modo todo o conhecimento necessário em MPS deve ser passado previamente a realização das atividades. Motivação A falta de motivação pode ser superada ao criar um sistema de recompensas pelas atividades realizadas e o reconhecimento dos colaboradores que se destacaram em determinadas atividades do programa de melhoria. A falta de motivação pode levar ao desinteresse pelo programa de melhoria. Satisfação com Há divergências em trabalhar com MPS entre os colaboradores o trabalho entrevistados. As atividades eram consideradas trabalhosas por determinados colaboradores, enquanto outros viam como uma maneira de organizar suas atividades. Percepção A alta-gerência e os colaboradores estavam cientes dos reais benefícios do programa de melhoria. A percepção auxilia os colaboradores a verificarem sua situação da organização em relação à execução das Desempenho no MPS Seleção de pessoas Estresse profissional atividades do programa de melhoria. O desempenho dos colaboradores pode influenciar no sucesso do programa de MPS, os achados apresentam que o desempenho foi satisfatório pelo fato de terem alcançado o nível no programa de MPS, porém nem todos os colaboradores tiverem desempenhos semelhantes. Colaboradores foram selecionados devido às seguintes características: competência nas atividades anteriores realizadas dentro da organização; Disponibilidade em trabalhar com programa de melhoria. A cobrança por finalização das atividades do programa de melhoria fazia com que os colaboradores se sentissem pressionados. Refazer algumas atividades e alterar o cronograma de execução gerava estresse. 5 Pesquisas qualitativas em programas de MPS Diversas pesquisas qualitativas têm sido feitas para verificar a real influência de determinados fatores em programas de melhoria de processo de softrware. Por exemplo, a aplicação prática de processo de software e a adoção modelos de melhoria de processo de software são discutidas por Coleman e O Connor [24]. Estes pesquisadores utilizam GT para descrever que os processos de software empregados na indústria Irlandesa são processos proprietários e, normalmente, são adaptados ao contexto da empresa. Além disso, eles observam que há certo tipo de resistência na implementação de programas de MPS, por parte dos gerentes, devido aos custos que essas atividades podem gerar, além de aumentar a documentação e burocracia. Em Baddoo e Hall [25], os fatores que levam os colaboradores das organizações a ficarem desmotivados com programas de MPS são discutidos. Os pesquisadores

12 relatam que experiências negativas anteriores ao programa de MPS e resistência organizacional relacionada às mudanças na forma de trabalhar já estabelecida, tem como conseqüência a baixa motivação dos colaboradores com o programa de melhoria que está sendo executado. A investigação de fatores socioculturais de influência em implementação de programas de melhoria também é abordada em Montoni e Rocha [4], mas neste caso do ponto de vista dos consultores das organizações de consultoria. Utilizando GT, foi possível identificar três contextos que exercem diferentes tipos de influência no programa de MPS, são eles: Contexto individual; Contexto Organizacional e Contexto Tecnológico. Por fim, as ações que representam as interações entre os colaboradores e os diferentes contextos abordados no trabalho também foram identificadas. No trabalho descrito neste artigo o foco foi direcionado ao contexto individual, buscando compreender os aspectos humanos em um programa de MPS. Toda pesquisa qualitativa tem por finalidade coletar e interpretar dados nãonuméricos com a profundidade necessária para compreender o comportamento humano e suas relações sociais [26]. Diferentemente dos trabalhos apresentados, esta pesquisa descrita neste artigo procurou compreender os aspectos humanos que influenciam um programa de MPS, pois estes aspectos podem contribuir para uma eficiente institucionalização dos processos, compreender determinadas reações de resistência à um programa de MPS e outros fatores relacionados à MPS. Pesquisas recentes mostram a importância de estudos qualitativos para investigar os diversos FCS que podem influenciar os programas de MPS. Apesar dos resultados possuírem grande relevância para a área de melhoria de processo de software, deve-se ressaltar que os mesmos dependem do contexto no qual as organizações estão inseridas e normalmente não podem ser generalizados [4]. 6. Conclusões e trabalhos futuros Esta pesquisa apresentou a condução de um estudo qualitativo com a finalidade de identificar aspectos humanos que influenciam um programa de melhoria de processo de software (MPS). Para a realização deste trabalho, foram conduzidas entrevistas em empresas pioneiras na implementação do MPS.BR no estado do Amazonas. Segundo CONTE et al. [9], a contribuição dos métodos qualitativos no trato das questões intangíveis e cruciais para o maior entendimento da problemática inerente à produção de software é notória. A escolha de um tipo de método apropriado para realizar um estudo é muito importante para a qualidade dos resultados esperados. Ao estudar questões envolvendo os aspectos humanos se faz necessário o uso de métodos específicos para obter uma melhor compreensão da influencia desses fatores no programa de MPS do ponto de vista dos colaboradores. Neste trabalho, foram aplicados procedimentos do método GT para análise qualitativa. Através da análise dos dados, foi possível verificar indícios de como os fatores humanos influenciam um programa de MPS. A aprendizagem das atividades do programa de melhoria foi influenciada pelo conhecimento anterior em gerência de projetos e que o processo de aprendizagem pode causar atrasos na entrega dos produtos de trabalho. Foi verificado, também, que a motivação dos colaboradores é

13 relevante para o sucesso do programa de MPS e que o mesmo pode depender do quanto à alta gerência proporciona formas de motivar seus colaboradores. É importante ressaltar que a generalização dos resultados dos estudos qualitativos é limitada pelo fato dos resultados encontrados estarem relacionados diretamente ao contexto onde o estudo foi aplicado. Entretanto, os resultados de um estudo qualitativo são relevantes para o entendimento mais preciso dos fatores de influência estudados. Por esta razão, faz-se necessária a realização de análises qualitativas em diferentes estudos de caso, que mostrem quais os aspectos humanos influenciam os mais diferentes contextos. Com o objetivo de avançar na construção de evidências em ES é evidente a contribuição dos métodos qualitativos no trato das questões intangíveis e cruciais para o profundo entendimento da problemática inerente à produção de software. Apenas a ampla compreensão dos fenômenos que cercam a Engenharia de Software é capaz de subsidiar o desenvolvimento de tecnologias efetivas e capazes de potencializar resultados, tanto sob o ponto de vista de negócio quanto sob o ponto de vista dos aspectos humanos que cercam o desenvolvimento de software. Desta forma, outros estudos qualitativos serão realizados com a finalidade de reforçar os aspectos humanos descritos neste trabalho e identificar, se possível, aspectos humanos adicionais que influenciam programas de MPS. Com isto, espera-se elaborar uma teoria a respeito destas influências em programas de MPS. Um ponto importante para a realização de outros estudos qualitativos está relacionado à construção dos instrumentos de coleta de dados que deve ser feita sempre verificando se está de acordo com o objetivo do estudo. É necessário que os mesmos sejam capazes de capturar e prover dados significativos para a análise. Portanto, deve-se dar atenção especial à construção destes instrumentos, sob pena de não reunir elementos adequados para subsidiar a análise qualitativa a favor da pesquisa. O questionário apresentado neste artigo pode servir de ferramenta para possíveis replicações deste estudo qualitativo nos mais diversos programas de MPS do país, criando uma base de conhecimento que torne possível a extração de similaridade dos aspectos humanos que influenciam nestas iniciativas. Agradecimentos Os autores agradecem a Vinícius Secatti pela colaboração e aos colaboradores das empresas avaliadas. Agradecem também o apoio financeiro da FAPEAM e do CNPq. O terceiro autor gostaria de agradecer ao CNPq (Edital Universal /2008-3) e à FAPESPA (Edital Universal N 003/2008). Durante a realização deste trabalho, ele atuava na Faculdade de Computação da Universidade Federal do Pará. Referências 1. Rocha, A. R. et al. (2005). Fatores de Sucesso e Dificuldades na Implementação de Processos de Software Utilizando o MR-MPS e o CMMI, Pro Quality (2005). 2. Osterweil, L. (1987). Software Processes are Software Too. Proc. of the 9th ICSE, pp. 2-13, Monterey. 3. Santana, A. (2007). Problemas em Iniciativas de Melhoria de Processos de Software sob a Ótica de uma Teoria de Intervenção. Dissertação de Msc.. UFPE. PE.

14 4. Montoni, M., Rocha, A. (2010). Aplicação de Grounded Theory para Investigar Iniciativas de Implementação de Melhorias em Processos de Software". In: Anais do IX SBQS, pp Robbins, S. P. (2005). "Comportamento Organizacional". São Paulo: Prentice Hall. 6. Schots, N. C. L. (2010). "Uma abordagem para a identificação de causas de problemas utilizando Grounded Theory". Dissertação de Msc., COPPE/UFRJ, RJ. 7. Leitão, C. (2010). Métodos Qualitativos de Pesquisa Científica. Computação Brasil: Interação Humano-Computador no Brasil, pg Seaman, C. B. (2008). Qualitative Methods. In: SHULL et al. (eds.), Guide to Advanced Empirical Software Engineering, Chapter 2, Springer 9. Matos, O., et al. (2010). Aplicando Grounded Theory para Compreender os Fatores Críticos de Sucesso em Iniciativas de Melhoria de Processo de Software. WOSES. 10. Strauss, A., Corbin, J. (1998). Basics of Qualitative Research: Techniques and Procedures for Developing Grounded Theory. 2 ed. London, SAGE Publications. 11. Fetzner, M. A. M. (2010). Mudança, Afetividade e Resistência: uma perspectiva no âmbito individual para compreender a implementação de Sistemas de Informação nas organizações". Tese de Dsc. UFRGS 12. Hazzan, O. Tomayko, J. (2004). "Human Aspects of Software Engineering: The Case of Extreme Programming". LNCS, 2004, Volume 3092/2004, pp França. A. Cesar C. da Silva, F. B. Q.(2009). "Developing Motivacional Programs for Software Engineers through an Experimental Method". XXIII SBES. Fortaleza-CE 14. da Silva, F. B. Q. França. A. Cesar C. (2009). "An Experimental Research on the Relationships between Preferences for Technical Activities and Behavioural Profile in Software Development". XXIII SBES. Fortaleza-CE. 15. de Souza, C. R. B., et al., Introduction to the Special Issue in Cooperative and Human Aspects of Software Development, IEEE Software, Basili, V. Rombach, H. (1988). "The tame project: towards improvement-oriented software environments". IEEE Transactions on Software Engineering, pp Yin, K. (2001). "Estudo de caso: Planejamento e métodos". Porto Alegre: Bookman. 18. Glaser, B., Strauss, A., The discovery of grounded theory: Strategies for Qualitative Research. New York, Aldine Transaction. 19. Glaser, B., Basics of grounded theory analysis. Mill Valley CA, The Sociology Press. 20. Conte, T. Cabral, R. Travassos, G. H. (2009). "Aplicando Grounded Theory na Análise Qualitativa de um Estudo de Observação em Engenharia de Software Um Relato de Experiência". WOSES Bandeira-de-Mello, R., Cunha, C. (2006). "Grounded Theory". Em Pesquisa Qualitativa em Estudos Organizacionais: Paradigmas, Estratégias e Métodos, SP. 22. Bianchi, E. M. P. G., Ikeda, A. A. (2006). Analisando a Grounded Theory em Administração. IX SEMEAD - Seminários em Administração. São Paulo, Brazil. 23. Santos, D., Matos, O., Rabelo, J., Secatti, V., Viana, P., Vilela, D., Conte, T., Análise Qualitativa do programa de Melhoria de Processo em empresas do Amazonas. Relatório técnico RT-DCC-USES004/2010. DCC/UFAM. 24. Coleman, G., O Connor, R. (2008). "Investigating software process in practice: A grounded theory perspective", Journal of Systems and Software, v. 81, n Baddoo, N. Hall, T. De-motivators for software process improvement: an analysis of practitioners' views. The Journal of Systems and Software 66 (2003) Godoi, C. K., Bandeira-de-Mello, R., Silva, A. B. (eds.) (2006) Pesquisa Qualitativa em Estudos Organizacionais: Paradigmas, Estratégias e Métodos, SP: Saraiva.

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