Aplicando Avaliações de Contextualização em Processos de Software Alinhados ao nível F do MR-MPS V1.2

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1 Aplicando Avaliações de Contextualização em Processos de Software Alinhados ao nível F do MR-MPS V1.2 Marcello Thiry 1 2, Christiane Gresse von Wangenheim 1 2, Alessandra Zoucas (II-MPS.BR) Incremental Tecnologia em Informática Ltda. Caixa Postal 7009 CEP Florianópolis, SC Brasil 2 Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI ) Centro de Educação São José São José SC Brazil {marcello.thiry, gresse, Resumo. o contexto do projeto Avaliação dos Processos de Software em Micro e Pequenas Empresas para Melhoria da Qualidade e Produtividade do Software - financiado pela FAPESC, foram realizadas em 2008, três avaliações de contextualização (overview assessment) em empresas desenvolvedoras de software. Já no contexto de outros projetos, incluindo o Cooperado MPS.BR ACATE, mais quatro avaliações de contextualização foram realizadas em 2007/2008 em outras empresas desenvolvedoras de software. O objetivo destas avaliações foi identificar de maneira geral a situação atual do processo de software destas organizações em relação ao nível F de maturidade do MPS.BR. este trabalho, é apresentado o método utilizado para efetuar estas avaliações, o resultado obtido incluindo custos e benefícios, com sua aplicação em sete empresas na Grande Florianópolis, sendo 5 destas empresas associadas à ACATE. 1. Introdução Atualmente, o setor de software brasileiro é marcado pela grande presença de micro e pequenas empresas (MPEs), sendo que em 2005, estas eram mais de 80% do total. Em Santa Catarina, pode-se observar alguns pólos neste setor, como é o caso da Grande Florianópolis, e das cidades de Joinville e Blumenau. Apesar de sua importância para a economia nacional, as MPEs sofrem diversas dificuldades devido à informalidade de seus processos e à escassez de recursos, tanto financeiros como humanos, prejudicando-as em relação à competitividade e produtividade, comprometendo sobremaneira o seu desenvolvimento, a qualidade de seus produtos e até mesmo sua sobrevivência. Estas dificuldades são passíveis de serem aplicadas à área de gestão organizacional e organização do processo de produção de software. Neste contexto, a qualidade do software e de seu processo produtivo são de essencial importância para a competitividade de uma organização no mercado. Assim, identificar áreas problemáticas e estabelecer, sistematicamente, ações de melhoria, são atividades vitais para o sucesso de uma empresa em longo prazo. Como a melhoria da qualidade do produto final é tipicamente atingida pela garantia da qualidade do próprio processo produtivo [Maldonado, 2001] em geral, o primeiro passo de um programa de melhoria de processo de software é analisar a situação atual destes processos alinhado a algum modelo ou norma de melhoria de processos de software. Esta análise, no caso de um programa de melhoria pode ser realizada a partir de seções de avaliação de contextualização (overview assessment) em processo de software [Järvinen 2000]. Modelos como o CMMI-DEV [SEI,

2 2006] e normas como a ISO15504 [ ] são, normalmente, desenvolvidos no contexto de grandes empresas e sua aplicação efetiva para MPEs torna-se quase impossível pela falta de possibilidades de se investir os recursos necessários para adaptação da tecnologia. Portanto, é importante definir como adaptar estes modelos para melhorar o processo de software em MPEs. Uma proposta que visa atender esta demanda é o modelo MPS.BR [SOFTEX, 2007]. O objetivo do Projeto Cooperado MPS.BR ACATE (Associação Catarinense das Empresas de Tecnologia) foi de implementar um programa de melhoria de processos de software alinhado ao modelo MPS.BR em grupo de empresas associadas à ACATE. Já o projeto Avaliação dos Processos de Software em Micro e Pequenas Empresas para Melhoria da Qualidade e Produtividade do Software teve como objetivo prover recursos para o desenvolvimento e aplicação de uma técnica de avaliação de contextualização alinhada ao nível F modelo MPS.BR. É esperado que esta técnica seja adaptada para MPEs, e às suas características e limitações específicas, além da transferência de tecnologia para empresas associadas à ACATE. Estes projetos também visam a melhoria dos processos de software das organizações envolvidas com os projetos, bem como atingir padrões internacionais de qualidade e produtividade e vantagens competitivas para este tipo de empresas nos mercados internos e externos. O objetivo deste artigo é descrever os resultados obtidos com a aplicação de um método de avaliação de contextualização que foi adaptado para atender aos processos do nível F dom modelo MPS.BR Abordagem de avaliação originalmente descrito em (GRESSE VON WANGENHEIM, 2005). 2. Avaliações de Contextualização As avaliações de contextualização avaliam brevemente o processo de software como um todo e permitem que sejam observados fatores organizacionais relevantes [Järvinen 2000]. Como resultado deste tipo de avaliação se deseja obter a identificação de características importantes da empresa, bem como captar em alto nível seu processo de desenvolvimento de software. É esperado que sejam identificados os processos relevantes e críticos da organização face às metas de negócio e melhoria. Desta forma, pretende-se encontrar o conjunto de processos mais relevantes e os níveis de capacidade que estes devem atingir para alcançar as metas de melhoria e contribuir para as metas de negócio da organização. Também devem ser identificados os principais pontos fortes e fracos, além das recomendações de melhoria. Os modelos para a avaliação de contextualização podem ser baseados em vários modelos de referência como, por exemplo, do CMMI-DEV, do modelo exemplar da ISO/IEC ou do MR-MPS [SOFTEX 2007]. A seguir, é brevemente apresentado o processo adotado para esta avaliação. 3. O Processo de Avaliação de Contextualização O processo de avaliação de contextualização desenvolvido é composto por 4 fases principais (figura 1).

3 Figura 1: Visão geral do processo de avaliação de contextualização Planejamento. O trabalho é iniciado com o planejamento das atividades da avaliação de contextualização, o qual envolve o contato da equipe de avaliação com o representante da organização para definir o cronograma, o local e horário da execução da avaliação e da reunião de apresentação dos resultados. Em seguida, os envolvidos são comunicados das datas definidas e a equipe de avaliação prepara os documentos que serão utilizados na condução da avaliação e os armazena em mídia eletrônica e impressos em uma pasta. Coleta de Dados. A fase Coleta de Dados consiste em levantar dados e informações sobre a organização, referentes aos fatores organizacionais e ao processo de software. Inicialmente, o representante da organização preenche um questionário sobre informações gerais da organização, como as características da organização, as suas metas de negócio e de melhoria, o modelo de negócio, os principais projetos/produtos desenvolvidos, ferramentas utilizadas e os problemas conhecidos. Em seguida, o representante da organização encaminha o questionário preenchido para a equipe de avaliação analisar as informações coletadas. Caso a equipe de avaliação tenha alguma dúvida sobre o que o representante da organização informou no questionário, estas são registradas para serem discutidas durante a reunião de execução da avaliação. Na data planejada, o avaliador líder conduz a reunião de execução da avaliação, onde uma apresentação dos objetivos e atividade do processo de avaliação de contextualização é realizada. Esta apresentação visa preparar os envolvidos para fornecer informações válidas apresentando o o quê, porque e como da avaliação. Um acordo é assinado pelos membros da equipe de avaliação junto com o patrocinador para garantir que os dados coletados durante a avaliação de contextualização serão tratados com a confidencialidade apropriada. Em seguida, é realizada uma reunião exclusivamente com o patrocinador e os dirigentes/gerentes da organização para identificar fatores de negócio, considerando os principais objetivos de negócio, oportunidades e ameaças do negócio e metas de melhoria. Por meio de entrevista(s) com gerente(s) e com a equipe técnica da unidade organizacional que está sendo avaliada é identificado uma visão geral do processo de software atual, de forma ampla (envolvendo mais de um modelo, incluindo os processos de engenharia e outros adicionais que complementam as características usuais de empresas de software) e em alto-nível. Para captar esta visão com foco principalmente no nível F de maturidade do MPS.BR, foi definido um modelo de avaliação baseado no MA-MPS e em conformidade com a norma ISO/IEC e integrando com o modelo de referência do CMMI-DEV (Tabela 1). Tabela 1. Áreas de Processos incluídos no modelo de avaliação MPS.BR CMMI-DEV ISO/IEC :2004 [ISO ]

4 GPR Gerência de Projetos RD Requisitos SPL.3 Suporte à Aceitação do Produto GRE Gerência de Requisitos TS Solução Técnica ENG.12 Manutenção de Software e Sistema GQA Garantia da Qualidade VER Verificação OPE. 2 Suporte ao Cliente GCO Gerência de Configuração VAL Validação SUP.1 Fornecimento AQU Aquisição ITP Integração do Produto SUP. 7 Documentação MED Medição ISP Instalação de Software MAN 4. Gerência de Qualidade LIP Liberação de Software RIN. 4 Infra-estrutura REU.1 Gerência de Ativos (Assets) REU. 3 Engenharia de Domínio Como o objetivo é identificar os processos críticos em relação às metas de negócio e de melhoria, é considerado apenas o nível 1 de capacidade de processo, ou no âmbito do MPS.BR, RAP 1 (Resultado de Atributo de Processo 1). Um formulário é utilizado para organizar e registrar os dados capturados durante as entrevistas sobre os processos de desenvolvim software atual (Figura 2). O formulário contém os resultados esperados de cada um dos processos do nível F de maturidade do MPS.BR. Este formulário permite identificar os resultados esperados que estão presentes, mesmo que parcialmente, ou não estão presentes nos processos de desenvolvim software atuais. Figura 2. Extrato do Formulário de Entrevista. Análise de Dados. Nesta fase da avaliação de contextualização a equipe de avaliação se reúne internamente para analisar os dados coletados na fase anterior. A avaliação é iniciada com a consolidação das informações consideradas relevantes sobre alguns aspectos da organização como, por exemplo, suas características, metas, principais produtos e/ou serviços, ferramentas utilizadas etc. Em seguida também é documentada, com base nos dados coletados, uma representação em alto nível dos processos atuais no formato de um diagrama. Na seqüência é identificado um perfil alvo que propõe um conjunto de processos importantes para a organização com a indicação de seus respectivos níveis de capacidade. A elaboração deste perfil é baseada no método MARES (GRESSE VON WANGENHEIM, 2004) e considera as metas de negócio da organização (vide figura 3). Os processos utilizados para elaborar o perfil foram selecionados a partir dos modelos MPS.BR e CMMI e da norma ISO/IEC Embora o foco desta avaliação tenha sido o nível F, foram considerados os processos de engenharia usualmente executados pelas empresas de desenvolvim software. Também foram utilizados processos adicionais que caracterizam este tipo de empresa como suporte ao cliente e manutenção.

5 As atividades de análise dos dados continuam com a identificação dos principais pontos fortes e fracos no processo de da organização. Esta fase é finalizada com a identificação de oportunidades para melhoria, definição de um escopo e estratégia de melhoria de forma geral. Nesta fase a equipe de avaliação gera um relatório técnico contendo os resultados da análise dos dados coletados na fase anterior. Figura 3. Exemplo de um perfil alvo de processo de software. Validação e Apresentação dos Resultados. O relatório técnico elaborado na fase anterior é apresentado para os envolvidos na organização validarem os resultados da avaliação. As observações feitas pelos envolvidos na organização a respeito do conteúdo do relatório em relação à consistência, completude, corretude, não-ambigüidade e omissões, são registrados e ações de melhoria são discutidas. Posteriormente o registro destas observações são utilizadas para gerar na versão final do relatório que é entregue ao patrocinador da avaliação. Controle. Para melhorar continuamente o método de avaliação de contextualização, a execução de cada uma de suas quatro fases são monitoradas e controladas em termos de esforço e duração/prazos. Ao término das atividades, um questionário de satisfação é encaminhado para o patrocinador e desta forma, se obtêm um feedback do mesmo a respeito das atividades e resultados da avaliação de contextualização. Além disto, as experiências adquiridas na realização da avaliação de contextualização são discutidas entre os membros da equipe de avaliação e lições aprendidas são consolidadas. 4. Execução dos projetos Todas as avaliações foram executadas em organizações na Grande Florianópolis e tiveram como objetivo conhecer a atual situação do processo de software das organizações envolvidas, visando o início de um programa de melhoria. Estas avaliações foram executadas pela equipe do LQPS (Laboratório de Qualidade e Produtividade de Software) da UNIVALI/São José em Cooperação com a II-MPS.BR Incremental Tecnologia no período de abril de 2007 a julho de O tamanho da equipe de avaliadores variou de dois a seis avaliadores. Este número elevado de avaliadores em algumas das avaliações ocorreu por motivo de treinamento da equipe. Por parte das organizações, participaram dirigentes, gerentes de projeto, responsáveis pela melhoria e técnicos dos projetos. As organizações que foram avaliadas têm tamanhos, metas e características distintas. A tabela 4 descreve algumas das características das organizações onde foram realizadas as avaliações de contextualização.

6 Tabela 4: Características das organizações. Projeto Cooperado MPS.BR/ACATE Outros Específicos FAPESC 2008 Organização Porte Pequeno Micro Médio Médio Pequeno Micro Médio Fundação Área de atuação sistemas para gestão da informação, gestão do conheciment o e e-learning plataformas eletrônicas embarcadas. Automação do cadastro dos clientes A empresa desenvolve software para Administraçã o escolar sistemas para Coleta e Tratamento de Dados de Energia Sistema de Gerência de Projetos soluções para CRM Sócios Funcionários Principais metas Principais Clientes produtividade Reduzir prazos de desenvolvimento Obter certificação CMMI ML2 Setor comercial e educacional Expandir a faixa no mercado honrar prazos estabelecidos Reduzir tempo de desnvolvimento de sistemas Telecomunic ações, Setor de construção civil, Energia, Comércio produtividade no processo de software satisfação dos clientes a reusabilidade A empresa desenvolve software para uso próprio Reduzir custos satisfação dos clientes Obter Nível G MPS.BR A empresa desenvolve software para uso próprio produtividade no processo de software estimativas e melhorar habilidade de cumprir os prazos estabelecido s a reusabilidade Órgãos governament ais Expandir faixa no mercado produtividade no processo de software a confiabilidade: Mercado empresarial privado Expandir faixa no mercado a funcionalidad es a manutenibilidade Mercado empresarial privado Certificação Não possui Não possui Não possui Não possui Não possui Não possui Não possui Data da Avaliação Abril 2007 Maio 2007 Outubro 2007 Abril 2008 Maio 2008 Junho 2008 Juho Custo Cada uma das sete avaliações foi executada em 3 dias, não consecutivos, porém com tempo (em horas) diferentes para cada organização avaliada. Não estão sendo considerados neste período o contato inicial, o preenchimento e a análise dos questionários de caracterização. Esta decisão foi tomada por que estas atividades foram executadas em dias que antecederam as atividades realizadas dentro das organizações. O custo coletado sobre as avaliações de contextualização é o esforço (homem/hora) consumido tanto pela equipe de avaliação, quanto pelos envolvidos nas organizações. A Figura 4 mostra o esforço total em cada uma das avaliações e a distribuição do esforço gasto pela equipe de avaliação e pelos envolvidos nas organizações. Analisando a equipe de avaliação, foi percebido que o esforço variou significativamente das micro e pequenas empresas para as empresas de médio porte. Esta diferença pode ser explicada, principalmente, por que nas avaliações das micro e das empresas de pequeno porte a quantidade de envolvidos nas organizações é inferior do que nas médias empresas. Desta forma foi necessária uma maior quantidade de esforço nas entrevistas para coletar os dados, como é mostrado na figura 4. Mesmo assim, considerando o esforço médio da equipe de avaliação de 14 homenshora (nas micro empresas), o esforço médio de aproximadamente de 19 homens-hora (nas empresas de pequeno porte) e de 24 homens-horas (nas empresas de médio porte), são considerados razoáveis e menores que o esforço normalmente gasto em uma avaliação detalhada (focused assessment).

7 Figura 4. Esforço para cada avaliação de contextualização. Observando a distribuição do esforço por fase da avaliação de contextualização, foi possível perceber que a atividade de coleta de dados consome a maior parte do esforço, como pode ser observado na figura 5. Figura 5. Distribuição do esforço por fase da avaliação de contextualização. Isto se explica pelo envolvim um maior número de pessoas (especialmente das organizações) em comparação às outras atividades. Porém, foi observado que isto proporciona uma maior discussão sobre os processos da organização e, conseqüentemente, um melhor entendimento dos processos atuais de desenvolvim software, tanto por parte da equipe de avaliação, quanto dos próprios envolvidos a organização. 5. Benefícios A aplicação das avaliações de contextualização permitiu que fosse obtida uma visão geral dos fatores organizacionais e uma melhor compreensão por parte dos envolvidos na organização do processo de software atual. Também possibilitou a identificação de pontos fortes e fracos e a recomendação de ações de melhoria para o início dos programas de melhoria alinhados com o MPS.BR. A avaliação de contextualização ainda se mostrou um eficiente instrumento para identificar processos inexistentes e/ou incompletos. Praticamente todos os resultados registrados no relatório da avaliação foram confirmados durante a apresentação para os representantes das organizações. Estes resultados incentivaram a discussão sobre ações, escopo e estratégias de melhoria. A avaliação de contextualização não afeta diretamente o processo de software. Portanto, os benefícios apresentados são de natureza qualitativa. Entretanto, mesmo assim, as organizações informaram que consideraram o resultado das avaliações de contextualização interessantes considerando sua rapidez e o baixo custo em comparação com o custo tipicamente necessário para uma avaliação detalhada. 6. Próximos passos Está planejada para o projeto Avaliação dos Processos de Software em Micro e Pequenas Empresas para Melhoria da Qualidade e Produtividade do Software a execução de cinco

8 avaliações aplicando o método de avaliação desenvolvido. Entretanto, até o momento apenas três avaliações foram executadas. Desta forma, até dezembro de 2008, mais duas avaliações de contextualização serão conduzidas no âmbito deste projeto. 7. Conclusão O método de avaliação de contextualização apresenta, através dos resultados de sua aplicação, que pode ser empregado de forma efetiva e eficiente para avaliar processos de software em diferentes tipos de organização. O método permite identificar pontos fortes e fracos e oportunidades de melhoria logo no início de iniciativas de melhoria. Podemos citar como principais vantagens, em comparação com avaliações detalhadas, a sua agilidade, baixo custo e a visão mais ampla como resultado da avaliação. Embora, o método seja limitado a uma visão inicial da organização, não entrando em detalhes sobre cada processo, o exercício de apresentação dos resultados demonstrou efetividade. Mesmo, dentro de um curto espaço de tempo, as organizações conseguiram confirmar os resultados obtidos com cada avaliação. Com base nas primeiras aplicações, a equipe LQPS/UNIVALI São José também está iniciando novas experiências para continuar a validar o método. Agradecimentos Os autores gostariam de agradecer aos órgãos financiadores que viabilizaram a execução destes projetos incluindo a FAPESC, UNIVALI, ACATE e SOFTEX. Também gostariam de agradecer aos representantes das organizações envolvidas no projeto que participaram das avaliações realizadas. Referências ISO/IEC ( ). ISO/IEC 15504: Information Technology Process Assessment. Part 1 to Part 5. ISO/IEC International Standard. Järvinen, J. Measurement based continuous assessment of software engineering process. Technical Research Centre of Finland, ESPOO Maldonado, J.C; Rocha, A.R.C.; Weber, K.C. (2001) Qualidade de software: teoria e prática São Paulo: Prentice Hall. ISBN SOFTWARE ENGENEERING INSTITUTE (SEI) CMMI for Development, Version 1.2, CMMI-DEV v1.2, CMU/SEI 2006-TR-008, Technical Report, Software Engineering Institute, August 2006a, Disponível em: 008.pdf SOFTEX (2007a) MPS.BR - Guia Geral, versão 1.2, Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (SOFTEX). Junho, Disponível em: GRESSE VON WAMGENHEIM, C.; Pickler, K. ; Thiry, M. ; Zoucas, A. ; Salviano, C. (2005) Aplicando Avaliações de Contextualização em Processos de Software Alinhados ao CMMI-SE/SW In: VII Simpósio Internacional de Melhoria de Processo de Software, São Paulo. International Organization for Standardization. ISO/IEC 15504: Information Technology Process Assessment. Part 1 to Part 5. ISO/IEC International Standard (in development). GRESSE VON WANGENHEIM, Christiane; ANACLETO, Alessandra; SALVIANO, Clênio F. MARES - A Methodology for Software Process Assessment in Small Software Companies. Technical Report LQPS001.04E, LQPS - Laboratório de Qualidade e Produtividade de Software, UNIVALI, 2004.

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