TERAPÊUTICA ANTIBIÓTICA EMPÍRICA DA FEBRE NEUTROPÉNICA

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1 TERAPÊUTICA ANTIBIÓTICA EMPÍRICA DA FEBRE NEUTROPÉNICA DEFINIÇÕES Febre neutropénica: T. auricular > 38ºC mantida durante 1 h, em doente com contagem absoluta de neutrófilos (CAN) < 500/mm 3, ou < 1000/mm 3, prevendo-se a sua diminuição para < 500/mm 3. AVALIAÇÃO PRÉ-ANTIBIOTERAPIA 1. Avaliação do estado geral e repercussão hemodinâmica. Sinais vitais. Estado de consciência. 2. Pesquisa de foco infeccioso, incidindo particularmente sobre: a. cavidade oral b. faringe c. aparelho respiratório d. pele: locais de punção venosa, áreas de intervenção cirúrgica, pregas cutâneas e. orifício de entrada e trajecto sub-cutâneo do catéter venoso central (CVC) f. abdómem g. períneo e ânus 3. Exames analíticos a. Hemoculturas para aeróbios e fungos, por cada via do CVC e periféricas (culturas para anaeróbios só serão efectuadas nos doentes submetidos a cirurgia ou em doentes com lesões visíveis em locais onde a flora anaeróbia é dominante) b. Exame bacteriológico de qualquer foco suspeito c. Exame bacteriológico de urina se sinais ou sintomas de infecção tracto urinário d. Zaragatoa nasal e orofaringe quando indicado e. Telerradiografia de torax se sinais ou sintomas do tracto respiratório (deve realizar-se telerradiografia de torax no inicio da quimioterapia no adulto) f. TAC torácico, se existirem sintomas ou sinais respiratórios, mesmo se a telerradiografia do tórax for normal g. Exame bacteriológico, virológico e pesquisa de toxina de Clostridium nas fezes (quando indicada)

2 h. Pesquisa de vírus nas secreções nasais, obtidas por aspiração, no caso de infecção das vias respiratórias. i. Lavado broncoalveolar. Indicado precocemente no caso de lesões intersticiais. Indicado em lesões focais quando não se verifica melhoria após alguns dias de antibioterapia empírica. Indicado em todos os doentes com pneumonia e que estão ou são entubados e ventilados. j. Pesquisa de virus: Herpes, Citomegalovírus, Epstein-Barr por PCR ou serologia vírica (quando indicado) k. Proteínas de fase aguda, nomeadamente proteína C reactiva l. Hemograma completo m. Bioquímica: ureia, creatinina, transaminases, ionograma FACTORES DETERMINANTES DE BAIXO RISCO DE INFECÇÃO GRAVE EM DOENTE COM NEUTROPENIA 1. Contagem absoluta de neutrófilos > 100 cells/mm 3 2. Contagem absoluta de monócitos > 100 cells/mm 3 3. Telerradiografia do tórax normal 4. Teste de função hepática e renal praticamente normais 5. Duração da neutropenia < 7 dias 6. Previsivel resolução da neutropenia em < 10 dias 7. Sem infecção no local do cateter venoso central 8. Evidência precoce de recuperação medular 9. Doença de base em remissão 10. Temperatura máxima < 39ºC 11. Sem alteração mental ou neurológica 12. Sem aspecto de doente grave 13. Sem dor abdominal 14. Sem comorbilidades (*) (*) Condições concomitantes significativas (choque, hipóxia, pneumonia ou infecção de órgão interno, vómitos ou diarreia)

3 SCORE PARA IDENTIFICAÇÃO DE DOENTES NEUTROPÉNICOS DE BAIXO RISCO NA ALTURA DA APRESENTAÇÃO DA FEBRE: SCORE > 21 = DOENTE DE BAIXO RISCO Característica Score Extensão da doença Sem sintomatologia 5 Sintomatologia fruste 5 Sintomatologia moderada 3 Sem hipotensão 5 Sem doença pulmonar obstrutiva crónica 4 Tumor sólido ou sem infecção fúngica 4 Sem desidratação 3 Doente ambulatório no início de febre 3 Idade < 60 anos 2 INDICAÇÕES PARA O USO DE VANCOMICINA NO ESQUEMA ANTIBIÓTICO INICIAL (pelo menos um dos seguintes) 1. Infecção grave relacionada com o cateter (bacteriemia, celulite) 2. Colonização conhecida por Pneumococos cefalosporina e penicilina resistente ou Staphylococcus aureus resistente à meticilina 3. Isolamento de Gram positivo em hemocultura que ainda esteja em identificação e sem padrão de susceptibilidade 4. Hipotensão ou outra evidência de disfunção cardiovascular 5. Mucosite grave

4 Febre Neutropenia Baixo risco Alto risco Oral EV Não necessária Vancomicina Necessária Vancomicina Monoterapia 2 drogas Ciprofloxacina Amoxicilina/ Ác. clav Cefepime ou Imipenem ou Meropenem Aminoglicosideo Cefepime ou Ceftazidima ou Piperacilina/taz. ou Imipenem ou Meropenem Vancomicina Cefepime ou Imipenem ou Meropenem Aminoglicosídeo Reavaliar 3-5 dias depois

5 Febre persistente durante 3-5 dias de tratamento sem etiologia Reavaliar doente entre o 3º- 5º dia Se não houver alteração da condição do doente (considerar parar vancomicina*) Se doença progressiva ou Se critério para vancomicina Se febril durante 5-7 dias e a resolução da neutropenia não seja eminente ou Se em qualquer momento quadro clínico-imagiológico sugestivo de infecção fúngica Mantém antibioterapia inicial Alterar antibióticos Antifúngico com ou sem alteração de antibióticos * Se exames microbiológicos negativos para bactérias Gram positivo

6 QUE ANTI-FÚNGICO - Anfotericina B deoxicolato 0,5-1 mg/kg/dia EV Se sinusite, pneumonia ou endoftalmite: Anfotericina B deoxicolato 1-1,5 mg/kg/dia EV ou Anfotericina B lipossómica 1-5 mg/kg/dia EV ou Anfotericina B complexo lipídico 3-5 mg/kg/dia EV INDICAÇÕES PARA O USO DE FORMULAÇÕES LIPÍDICAS 1. Intolerância à Anfotericina B deoxicolato 2. Depuração da creatinina < 25 ml/min 3. Uso concomitante de outros fármacos nefrotóxicos * * A utilização de Vancomicina ou de Aminoglicosídeos não é, por si só, razão para opção por uma formulação lipídica.

7 Apirexia nos 1 os 3-5 dias de tratamento Agente etiológico não identificado Agente etiológico identificado Alto risco Baixo risco Ajustar antibioterapia Mantém antibioterapia Mudar para Ciprofloxacina Amoxicilina/Àc clav (adultos) ou Cefixime (criança) Alta

8 Duração da terapêutica antibiótica Apirexia de 3-5 dias Febre persistente Ver tabela da pág. seguinte CAN > 500 céls/mm 3 2 dias consecutivos CAN < 500 céls/mm 3 ao 7º dia Parar antibiótico 48 h depois do início da apirexia CAN > 500 céls/mm 3 Baixo risco inicial Clinicamente bem Parar após 5 a 7 dias de apirexia Alto risco inicial CAN < 100 cells/mm 3 Mucosite Doente instável Continuar antibioterapia

9 Duração da terapêutica antibiótica Apirexia de 3-5 dias Febre persistente Ver tabela da pág. anterior CAN > 500 céls/mm 3 CAN < 500 céls/mm 3 Parar 4-5 dias após CAN > 500 cells/mm 3 Continuar durante 2 semanas Reavaliar Reavaliar Parar se ausência de doença de base e condição estável

10 QUANDO REMOVER O CATETER VENOSO CENTRAL TUNELIZADO 1. Infecção do túnel ou da loca 2. Infecção recorrente 3. Ausência de resposta ao fim de 3 dias de terapêutica 4. Embolos sépticos ou hipotensão associada ao uso do cateter 5. Cateter não funcionante 6. Infecção por Micobactérias atípicas 7. Bacteremia por Bacillus spp., Ps. aeruginosa, Stenotrophomonas maltophilia, Corynebacterium jeikeium, Enterococos resistentes à vancomicina ou Candida spp. UTILIZAÇÃO DE FACTORES DE ESTIMULAÇÃO DE COLÓNIAS 1. Não é recomendado o seu uso por rotina 2. Considerar apenas a sua utilização se for de esperar longo período de neutropenia e existir > 1 dos seguintes factores: - deterioração clínica - disfunção multiorgânica (MODS) - choque ou episódios de hipotensão - pneumonia, sinusite ou celulite grave - infecções fúngicas sistémicas

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