RELATÓRIO R1 PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES

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1 Prefeitura da Estância de Atibaia PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO Sistemas de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário RELATÓRIO R1 PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES Atibaia - SP

2 Prefeitura da Estância de Atibaia PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO Sistemas de Abastecimento de Águas e Esgotamento Sanitário RELATÓRIO R1 PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES Coordenação Geral Fernando Augusto Frank - Diretor Técnico do SAAE Daniella Lopes Neves Gerente de Engenharia do SAAE Organização Contratada e Coordenador de Contrato ALENA - Engenharia, Gerenciamento e Tecnologia da Informação Ltda. Maurício Brun Bucker Consultores Frederico Luiz de Freitas Jr. Elthon Thomé Gomez Jorge H. Katsutani Nereu Fontes CONTRATO 161/2009 Agosto 2009

3 PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO RELATÓRIO DE PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES APRESENTAÇÃO O presente documento consiste no primeiro produto, denominado Relatório de Planejamento das Atividades do Contrato 161/2009 celebrado entre a Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente da Prefeitura da Estância de Atibaia e a ALENA - Engenharia, Gerenciamento e Tecnologia da Informação Ltda, para a elaboração do Plano Municipal de Saneamento para os Sistemas de Abastecimento de Águas e Esgotamento Sanitário do município de Atibaia. O Plano visa apresentar soluções técnicas para os Sistemas de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário, permitindo a implantação das obras necessárias e atendendo às legislações vigentes de proteção dos recursos hídricos e preservação do meio ambiente. O objetivo é garantir salubridade ambiental para a população beneficiada, melhorando a saúde pública de uma maneira geral e reduzindo os impactos ambientais. O trabalho fornecerá os elementos necessários para o SAAE definir o elenco, o custo e o cronograma físico-financeiro das obras necessárias à boa operação dos sistemas, garantido qualidade de vida para a população beneficiada. A Ordem de Serviços do mencionado contrato foi recebida em 5 de agosto de 2009 e os trabalhos estão em andamento desde então. Este relatório R1, está estruturado em capítulos, iniciando por apresentar a metodologia de execução, seguido da estrutura de gestão para a execução, a descrição das atividades a serem desenvolvidas e por fim o cronograma físico-financeiro, seguido dos anexos. iii

4 PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO RELATÓRIO DE PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 8 2. METODOLOGIA PARA O GERENCIAMENTO DA ELABORAÇÃO DO PLANO Planejamento/Organização dos Trabalhos Execução e Controle dos Trabalhos Encerramento dos Trabalhos ESTRUTURA PARA A GESTÃO DA ELABORAÇÃO DO PLANO DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES A SEREM EXECUTADAS E METODOLOGIA DE EXECUÇÃO Planejamento Geral das Atividades Levantamento de Dados Diagnóstico dos Sistemas Atuais em Operação Estudo de Demandas Análise dos Sistemas Atuais em Operação Proposição de Alternativas para os Sistemas CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO DAS ATIVIDADES 22 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Estrutura de gestão da elaboração do plano Figura 2 Atividades a serem executadas Figura 3. Matriz de avaliação das condições operacionais das unidades do SAA Figura 4. Matriz de avaliação das condições operacionais das unidades do SES LISTA DE QUADROS Quadro 1 - Cronograma Físico-Financeiro - SAA Quadro 2 - Cronograma Físico-Financeiro - SES Quadro 3 - Cronograma Físico-Financeiro Geral - SAA e SES iv

5 LISTA DE ANEXOS Anexo I Slides da Reunião de Iniciação...26 Anexo II Ajuda Memória da Reunião de Iniciação...40 Anexo III Resenha Fotográfica da Inspeção Inicial aos Sistemas...44 Anexo IV - Curricula dos Consultores Projetistas...82 v

6 SIGLAS E ABREVIATURAS AAU ANA ANEEL BPCJ CA CEIVAP CETESB CI CNRH CONAMA CORHI CPCJ DAE DAEE/SP DAIA DBO DEPRN DNAEE DNPM DQO DUSM FEHIDRO FIESP FUNDAP IBAMA IBGE Agência Ambiental Unificada Agência Nacional de Águas Agência Nacional de Energia Elétrica Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí Código de Águas Comitê para Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul Companhia Ambiental do Estado de São Paulo Carga Inorgânica Conselho Nacional de Recursos Hídricos Conselho Nacional do Meio Ambiente Conselho de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí Departamento Autônomo de Água e Esgoto Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental Demanda Bioquímica de Oxigênio Departamento Estadual de Proteção dos Recursos Naturais Departamento de Águas e Energia Elétrica Departamento Nacional de Produção Mineral Demanda Química de Oxigênio Departamento de Uso do Solo Metropolitano Fundo Estadual de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo Federação das Indústrias de São Paulo Fundação do Desenvolvimento Administrativo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística vi

7 MIR MMA MME OD ONGs PEA PERH PMS PMSS PNRH PRODES RS SAA SAAE SABESP SES SINGREH SMA SNUC SRH TDR Ministério da Integração Ministério do Meio Ambiente Ministério de Minas e Energia Oxigênio Dissolvido Organizações Não-governamentais Prefeitura Municipal da Estância de Atibaia Plano Estadual de Recursos Hídricos Plano Municipal de Saneamento Programa de Modernização do Setor de Saneamento Plano Nacional de Recursos Hídricos Programa Nacional de Despoluição de Bacias Hidrográficas Resíduo Sedimentável Sistema de Abastecimento de Água Saneamento Ambiental de Atibaia Companhia de Saneamento Básico de São Paulo Sistema de Esgotamento Sanitário Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo Sistema Nacional de Unidades de Conservação Secretaria de Recursos Hídricos Termos de Referência vii

8 1. INTRODUÇÃO Dentre os grandes desafios postos para a sociedade brasileira, a melhoria da qualidade e a superação do déficit e das desigualdades no acesso aos serviços de saneamento básico podem ser incluídas como questões fundamentais, colocadas para toda a sociedade e, em particular, para as pessoas e instituições atuantes no setor. A resposta sobre como melhor planejar a prestação dos serviços de saneamento ainda não foi plenamente apresentado e insiste em desafiar as ações dos órgãos e os especialistas envolvidos com o assunto. O conflito entre as condições objetivas e as reais necessidades da cidade e das comunidades a serem beneficiadas pelos serviços de saneamento, marca fortemente os empreendimentos e os processos de gestão no setor. Muitos têm sido os instrumentos legais criados pelo governo federal, buscando equacionar o problema. Como elemento de pressão há um grande número de leis afetas à preservação ambiental, intimamente ligada à solução dos despejos sanitários. Diretamente correlata ao problema do abastecimento de água e esgotamento sanitário, destaca-se a recente lei federal , promulgada em 5 de janeiro de 2007, que estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico, em busca de uma nova ordem disciplinadora da matéria. O Município de Atibaia está sensível ao problema e pretende equacionar a sua solução, perseguindo as medidas que se mostrarem viáveis para que a população passe a receber os serviços públicos de água e esgotos com a universalização e adequação previstas em lei, ou seja, que os serviços tenham condições de regularidade, continuidade, eficiência, segurança, atualidade, generalidade, cortesia na sua prestação e modicidade das tarifas. O presente Plano de Saneamento Básico, como faculta o artigo 19 da Lei /07, se limita aos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário. 8

9 2. METODOLOGIA PARA O GERENCIAMENTO DA ELABORAÇÃO DO PLANO O pleno êxito da implantação do objeto de contratação pretendido requer a condução coordenada, racional e sistemática de todas as funções executivas de tal forma que, ao seu final, as condicionantes contratuais de qualidade, prazo e custo, sejam alcançadas. Neste sentido, a prática demonstrou como solução mais eficaz, a adoção do sistema gerencial baseado nos fundamentos da administração por objetivos. Esse sistema, desempenhando as funções básicas de coordenação, fiscalização, planejamento e controle, através de um conjunto de soluções administrativas que a prática vem consagrando, propicia ações de integração voltadas para a busca da otimização de resultados, assegurando pronta e eficaz resposta a qualquer desvio detectado. Estas ações guardam uma determinada ordenação e relação de precedência, cujo enfoque sistêmico baseia-se nas atividades inter-relacionadas de: Planejamento Execução Controle Encerramento O desenvolvimento das atividades de gerenciamento repousa sobre o ciclo, caracterizado pelas etapas de Planejamento/Organização, Execução/Controle e Encerramento. Em cada uma dessas etapas, a sistemática de atuação é diferenciada, apresentando características próprias e metodologias distintas, adequadas à sua peculiaridade e ao escopo dos serviços. 2.1 Planejamento/Organização dos Trabalhos Trata-se da fase inicial do processo, caracterizado pela mobilização da equipe técnica e estabelecimento das bases organizacionais que regem a execução dos serviços. Esta etapa inicial requer a perfeita integração com a Contratante, quando se toma conhecimento do objetivo contratado de forma completa e são definidas as políticas e diretrizes a serem observadas. A partir da definição da Estrutura Organizacional e do correspondente organograma será estabelecida a forma de atuação da equipe na condução dos trabalhos através da caracterização das tarefas, normas (princípios, regras), procedimentos (modos) e rotinas (seqüência de atos), que, por reunirem definições fundamentais, passam a constituir fonte de consulta e de referencia permanente ao longo da execução do Projeto. É nesta fase que foi desenvolvido o presente Plano de Trabalho. 2.2 Execução e Controle dos Trabalhos Concluída a fase de organização e planejamento, passa-se a executar o projeto propriamente dito, fundamentado nas bases estabelecidas neste Plano de Trabalho. Nela destacam-se os diversos procedimentos que disciplinam o prazo, as quantidades, os custos e a qualidade dos serviços. Os procedimentos implantados permitem que ações 9

10 isoladas sejam tomadas de forma coerente com outras, que em conjunto refletem os conceitos de gerenciamento aplicados na condução dos trabalhos. Nesta fase, as ações de controle e replanejamento tornam-se um dos pontos mais importantes para a garantia dos prazos, especialmente nos esforços para recuperação de atividades em atraso que possam desencadear um processo de atrasos sucessivos. 2.3 Encerramento dos Trabalhos Compreende a etapa final, a qual exige a atuação diferenciada da equipe alocada, tendo em vista a preocupação com o encerramento do contrato. De acordo com esta metodologia de execução, foi desenvolvida a Estrutura Analítica do Projeto, a seguir apresentada: Estrutura Analítica do Projeto - EAP Grupo Atividades Tarefas 1 Processo de Iniciação 1.1 Assinatura do Contrato e Recebimento da Ordem de Serviço 1.2 Reunião de Partida (Clareza de Escopo e Alinhamento de Expectativas) Recebimento, assinatura, reconhecimento de firma e devolução à Contratante Providências Iniciais e Mobilização Sistematização e Padronização de Documentos Técnicos, Informações e Controles Sistematização das Comunicações entre Contratante e Contratada Procedimentos para a Conclusão dos Trabalhos 2 Processo Planejamento 2.1 Planejamento da Execução das Atividades Elaboração do Plano de Trabalho Emissão do Relatório R1 3. Processo de Execução e Controle 4 Processo de Encerramento 3.1 Levantamento de Dados Levantamento das Informações junto a PM e as Operadoras Vistoria de Campo às Unidades dos Sistemas Existentes Elaboração do Relatório R2 3.2 Diagnóstico Operadoras Ambiente Unidades Operacionais Elaboração do Relatório R3 3.3 Estudo de Estudo das Demandas Demandas Elaboração do Relatório R4 3.4 Análise dos Sistemas 3.5 Proposição de Alternativas 4.1 Encerramento do Contrato Análise do Sistema de Abastecimento de Água Análise do Sistema de Esgotamento Sanitário Viabilidade Ambiental Elaboração do Relatório R Proposição de Alternativas Estudo Econômico Comparativo das Alternativas Cronograma de Implantação da Melhor Alternativa Preenchimento Fichas Modelo Plano Municipal de Saneamento Elaboração do Relatório R Arquivamento dos Trabalhos Encerramento do Contrato Desmobilização da Equipe 10

11 3. ESTRUTURA PARA A GESTÃO DA ELABORAÇÃO DO PLANO Propõe-se a seguinte estrutura para a gestão da elaboração do plano: Prefeitura Municipal de Atibaia Comissão de Coordenação Comissão de Direção Equipe de Projeto ALENA Figura 1 Estrutura de gestão da elaboração do plano A constituição da equipe designada para elaboração do PMS será cuidadosamente ponderada, visando a especificidade do trabalho e a necessidade de desenvolver soluções adequadas e adaptadas à realidade da Prefeitura Municipal de Atibaia. A elaboração dos trabalhos será estruturada em três níveis: (i) coordenação; (ii) direção, e (iii) operação. Para o nível de coordenação e direção serão criadas duas comissões apoiadas pela equipe de projeto, no nível operacional. A Prefeitura Municipal de Atibaia será representada nas comissões de coordenação, e de direção, e participará ativamente e de forma articulada com a equipe de projeto, subsidiando-a sempre que demandada, através do fornecimento de documentos, informações, e autorizações. Este formato visa garantir uma maior eficiência e eficácia na elaboração dos trabalhos. Comissão de Coordenação É o órgão de decisão máxima do projeto e reúne o coordenador de contrato e o consultor de sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário da equipe de projeto da ALENA, além do Diretor Técnico do SAAE e de sua gerente de engenharia nos momentos de aprovação formal relativas ao projeto. Funções e Responsabilidades: Decide sobre eventuais alterações no âmbito de projeto; Avalia os relatórios de progresso; Avalia os resultados das diferentes fases do trabalho; Acompanha e facilita a resolução de problemas pendentes; Assegura a colaboração de recursos adequados; Visualiza a implementação das alterações; Aprova os resultados das diversas fases do projeto. 11

12 Comissão de Direção do Projeto Este grupo dirige o trabalho sob o ponto de vista operacional global e administrativo, tem como membros o consultor de sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário da equipe de projeto da ALENA, e gerente de engenharia do SAAE. Funções e Responsabilidades: Aprovar o plano de trabalho; Assegurar recursos compatíveis com a complexidade das tarefas; Assegurar o cumprimento de prazos e objetivos; Avaliar o progresso alcançado, nos pontos de controle; Preparar relatórios de progresso e finais; Controlar o âmbito e desvios às atividades planeadas. Equipe do Projeto Grupo constituído por profissionais especializados da ALENA que acumula o conhecimento funcional e operacionaliza os objetivos do trabalho. Funções e Responsabilidades: Executar o trabalho de campo em conformidade com o planejado; Apoiar a gestão do projeto; Transmitir experiências e conhecimentos; Reportar sobre o avanço das suas atividades 12

13 4. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES A SEREM EXECUTADAS E METODOLOGIA DE EXECUÇÃO Imediatamente após o recebimento da Ordem de Serviço a equipe da ALENA realizou visitas aos locais dos diversos sistemas em operação e participou da reunião de iniciação dos trabalhos na sede do SAAE, para clareza de escopo e nivelamento das expectativas. A Figura 1 apresentada as principais atividades planejadas para execução do trabalho, que são descritas na seqüência. Figura 2 Atividades a serem executadas 4.1 Planejamento Geral das Atividades Compreende a elaboração do Plano de Trabalho, consolidado através do presente documento, que é o Relatório R1. O Planejamento Geral do Trabalho inclui também a mobilização inicial da equipe que intervirá no projeto desde o início do contrato. A mobilização compreenderá a programação e alocação da equipe técnica de nível superior e médio, para atender as necessidades de serviço, bem como os contatos e providências preliminares relativas a obtenção dos meios materiais de apoio a equipe. A mobilização será gradativa, a medida das necessidades de atendimento as atividades do fluxograma de desenvolvimento do trabalho. A desmobilização da equipe far-se-á dentro do mesmo principio. A ALENA realizou no dia 4 de agosto de 2009, uma reunião de iniciação com o SAAE, em nível de coordenação, onde foram discutidos todos os detalhes e pormenores para 13

14 esclarecer os critérios e premissas que deverão nortear os trabalhos. Também se tratou nessa reunião dos detalhes referentes ao relacionamento entre a ALENA e o SAAE, o qual se desenvolverá ao longo de todo o período de elaboração do plano. A ALENA propôs ainda que este relacionamento seja o mais estreito e contínuo possível, permitindo, assim, por parte do SAAE, um acompanhamento praticamente constante do desenvolvimento do plano. O documento resultante desta reunião de partida segue anexado ao presente relatório. 4.2 Levantamento de Dados Coleta Nesta fase serão levantados junto à operadora municipal todos os dados existentes, além das informações dos técnicos do setor de engenharia e funcionários diretamente ligados a cada uma das unidades que compõem os sistemas de água e esgotos. Se necessário será feito levantamento junto aos órgãos competentes, como DEPRN e CETESB, de outras informações necessárias para realização do presente objeto. Em linhas gerais os procedimentos para os levantamentos de dados serão os seguintes: Pesquisa documental Observação Entrevistas Fichas de Levantamento de Dados Será feita a identificação das unidades que são as fontes de dados e responsáveis pelas informações. Tão logo se inicie o afluxo dos dados coletados, os mesmos serão submetidos a uma triagem e compilação iniciais, de modo a serem imediatamente utilizados nas demais atividades subseqüentes ou permanecerem como elementos de consultas constantes ou posteriores para a elaboração do plano. Tratamento e Análise dos Dados Na medida em que ocorre a coleta dos dados, realizada de acordo com os procedimentos indicados anteriormente, eles serão elaborados e classificados de forma sistemática antes da análise e interpretação, os dados seguirão as seguintes fases: A. Seleção É o exame detalhado dos dados coletados. De posse dos materiais coletados estes serão submetidos a uma verificação crítica, a fim de detectar falhas e erros, evitando informações confusas, distorcidas, incompletas que poderão prejudicar o resultado do trabalho. A seleção cuidadosa pode apontar tanto excesso como falta de informação. Neste caso, a equipe da ALENA voltará a campo para reaplicação dos instrumentos de observação para sanar esta falha. B. Codificação Esta técnica operacional será utilizada para categorizar os dados que se relacionam. Mediante a codificação, os dados são transformados em símbolos, podendo ser tabelados. A codificação divide-se em duas partes: (i) classificação dos dados, agrupando-os sob determinadas categorias; (ii) atribuição de um código, número ou letra, tendo cada um deles um significado. Codificar quer dizer transformar o que é qualitativo em quantitativo, para facilitar não só a tabulação dos dados, mas também sua comunicação. 14

15 C. Tabulação É a disposição dos dados em tabelas, possibilitando maior facilidade na verificação das inter-relações entre eles. É uma parte do processo técnico de análise, que permite sintetizar os dados de observação, conseguidos pelas diferentes categorias e representá-los graficamente. 4.3 Diagnóstico dos Sistemas Atuais em Operação Esta atividade se constitui na determinação das condições atuais de operação de cada uma das unidades que compõem os sistemas mencionados de água e esgotos sanitários, resultando no diagnóstico geral do serviço ao considerar todas as suas unidades. A. Operadora As informações relevantes são: Atividades e respectiva tipificação, água, esgoto, resíduos sólidos e drenagem urbana; Recursos técnicos e de pessoas para executá-las; Legislação pertinente, nos três níveis, municipal, estadual e federal; Relações com outros órgãos que lidam com o mesmo tema ou correlato; Orçamento e alocação de recursos para cada item. B. Ambiente Para efeito do estudo, o diagnóstico dos meios físico, biótico e socioeconômico do município, incluindo inventários e análise da situação atual, será efetuado a partir de dados secundários e visitas a campo. Significa conhecer as características do território do município no que diz respeito aos aspectos relacionados à: geomorfologia e geologia; solos; clima; hidrologia e hidrogeologia; vegetação natural; fauna e ecossistemas associados; paisagem; ocupação do solo e ordenamento territorial; patrimônio arqueológico e arquitetônico; povoamento e demografia; e atividades econômicas. As informações relacionadas têm por objetivo geral retratar, prioritariamente, os condicionantes físicos, bióticos e sócio-econômicos para uma determinada solução. São informações importantes, tendo em vista que as condições biofísicas têm grande influência na matriz tecnológica a ser adotada pelos sistemas de saneamento. C. Unidades Corresponde ao levantamento daquelas unidades que compõem tanto o SAA e o SES a partir das informações existentes e visitas técnicas de campo. Sistema de Abastecimento de Água - SAA As unidades consideradas que compõem esse sistema são: A captação d água. B estação elevatória de água bruta. C adução de água bruta. D estação de tratamento de água. E -- estação elevatória de água tratada. F - adução de água tratada. G reservatório. H rede de distribuição ou ligação predial. 15

16 Indicador das condições de operação seria composto por: Oferta: quantidade, qualidade, regularidade, abrangência e desempenho Construtibilidade: características tecno-construtivas e custos Inserção ambiental: licenciamento ambiental e atendimento a exigências ambientais Sistema de Esgotamento Sanitário - SES As unidades consideradas para esse sistema são: A rede coletora e ligação predial ou ramal condominial B estação elevatória de esgotos C coletor tronco D interceptor E emissário ou linha de recalque F estação de tratamento de esgotos ETE Indicador das condições de operação seria composto por: Oferta: quantidade, abrangência e desempenho Construtibilidade: características tecno-construtivas e custos Inserção ambiental: licenciamento ambiental e atendimento a exigências ambientais Para cada uma das unidades dos sistemas mencionados, as propriedades mais importantes estão relacionadas e sistematizadas nas fichas de leitura, sugeridas nos termos de referência constantes do edital que orientou a contratação dos serviços de elaboração do Plano Municipal de Atibaia, que constituem assim em instrumento importante do plano, porque sistematiza a coleta de dados. Os levantamentos do SAA e do SES, considerará os aspectos descritos a seguir e outros que possam ser relevantes detectados na fase de análise: SAA Mananciais utilizados Captações existentes Tipo de tratamento Adutoras existentes: capacidade, extensão, diâmetro, acessórios e estado de conservação Reservatórios: tipo, capacidade, material, cotas e alturas, níveis de água máximo e mínimo, estado de conservação, acessórios e tubulações Setorização existente Zonas de pressão existentes Sistema de macromedição e controle Sistemas de comando Ligações existentes Economias atendidas Produção por habitante Consumo por habitante 16

17 Avaliação da regularidade do sistema Sistema de cadastro do sistema Característica da água bruta Qualidade da água tratada e distribuída Controle de qualidade Situação dos equipamentos em funcionamento Condições das estações elevatória edos booster Condições das ETAs Condições dos reservatórios Condições das adutoras e rede de distribuição Condições das ligações prediais e hidrômetros Identificação dos pontos críticos de abastecimento Perdas do sistema no processo Condições de operação Procedimentos de operação e de atendimento ao cliente Eficiência operacional Quantificação e qualificação do pessoal SES Mananciais recebedores do efluente tratado Tipo de tratamento Emissários existentes: capacidade, extensão, diâmetro, material, perfil e estado de conservação Interceptores existentes: capacidade, extensão, diâmetro, material, perfil e estado de conservação Setorização existente Ligações existentes Economias atendidas Índice de esgoto coletado Índice de tratamento Sistema de cadastro do sistema Característica do esgoto bruto Característica do esgoto tratado Característica do manancial à montante e jusante do lançamento Eficiência do tratamento Situação dos equipamentos em funcionamento Condições das estações elevatórias Condições das ETEs Condições dos interceptores e emissários Condições dos coletores e acessórios Condições das ligações prediais Identificação dos pontos críticos de coleta Condições de operação 17

18 Procedimentos de operação e de atendimento ao cliente Eficiência operacional Quantificação e qualificação do pessoal 4.4 Estudo de Demandas O estudo de demandas tem por objetivo a determinação das vazões de água e esgotos, e carga orgânica em função da população urbana atual e da projetada para 20 anos de horizonte. O estabelecimento da seqüência de empreendimentos e ações a propor leva em conta a situação atual e a projetada para o futuro. Para elaborar o estudo de demandas, será feita uma projeção populacional, para um prazo de 20 anos, horizonte de projeto, assim divididos: etapa inicial, que vai da entrada em operação da unidade, o início-de-plano, até 10 anos após, momento conhecido como meiode-plano; etapa final, que vai do meio até o final-de-plano, 20 anos. Portanto, é parte integrante e crítica na elaboração do plano efetuar uma projeção populacional para o início, meio e fim-de-plano, a qual será feita adotando-se taxas futuras de crescimento a partir das que ocorreram no passado. Com as populações de início, meio e fim-de-plano, têm-se as vazões de projeto. Embora tenham elementos comuns, as vazões são diferentes para os SAA e os SES. Pelo exposto, as vazões média, máxima diária e máxima horária são calculadas para o início de plano (ano 1), meio de plano (ano 10) e fim de plano (ano 20) para todas as unidades que compõem o SAA: captação, estação elevatória, adução de água bruta, ETA, adutora de água tratada, reservação e rede de distribuição. Também se determina o volume máximo diário produzido para os diversos anos. Para o SES, as vazões de toda a área atendida, as contribuições lineares e as vazões de cada trecho para o início, meio e fim-de-plano são os elementos a considerar. São as seguintes: vazão doméstica no início-de-plano (Qdi) e do final-de-plano (Qdf). O cálculo de vazão linear corresponde à vazão por unidade de comprimento da rede. Considera a contribuição de esgotos sanitários e a infiltração de água freática na rede. Esta última será tanto maior, quanto mais inserida no aqüífero freático estiver a rede, dependendo ainda da permeabilidade do solo. Assim, se faz necessário conhecer o comprimento total da rede coletora de esgotos, o qual vem do levantamento topográfico e mesmo dispor de sondagens para determinar o tipo de solo e o nível do aqüífero freático. A execução de sondagens e levantamento topográfico não constam do escopo dos serviços de elaboração do Plano Municipal de Saneamento de Atibaia. Para determinar a extensão de rede, as fontes são: levantamento topográfico ou projeto de um loteamento. Na falta dessas informações, adotar-se-á de 1 a 2 m de rede por habitante atendido no final de plano, aproximadamente. A carga orgânica para o início, meio e fim-de-plano será calculada para verificar as condições da estação de tratamento em operação ou a prevista em projeto. Para o estudo populacional e de demanda serão considerados: SAA Estudos existentes para o município Censos e contagem populacional do IBGE Evolução do número de ligações de água do sistema Visitação Dados do cadastro imobiliário da Prefeitura 18

19 Dados dos planos existentes, etc. Produção de água Consumo de água por categoria Perdas de água atual, etc. Coeficientes de variação das vazões SES Estudos existentes para o município Censos e contagem populacional do IBGE Evolução do número de ligações de água do sistema Visitação Dados do cadastro imobiliário da Prefeitura Dados dos planos existentes, etc. Produção de água Consumo de água por categoria Coeficientes de variação das vazões Taxa de infiltração Coeficiente de retorno 4.5 Análise dos Sistemas Atuais em Operação Constitui a análise para apontar soluções, quando a partir dos condicionantes levantados, restrições, carências e as demandas projetadas para o futuro, será obtido o rol de empreendimentos e tecnologias disponíveis para atender as funções de cada unidade, logo dos sistemas como um todo. A proposição de empreendimentos que visem melhorar as condições do serviço prestado à população e à operadora em si resulta de uma análise consistente e não parcial de todas as informações levantadas. Nesta etapa do plano, os empreendimentos propostos resultarão de uma análise de viabilidade que considere os três aspectos mais importantes: técnicos, econômicos e ambientais. A viabilidade técnica consistirá em verificar se o proposto encontra equipamentos disponíveis no mercado, se há espaço suficiente para implantá-lo e se de fato é o que é necessário, dentre outros pontos. A viabilidade econômica refere-se à capacidade de investimento que a operadora deve possuir mesmo que seja por meio de financiamento pelas fontes disponíveis para arcar com os custos de implantação e início de operação. Portanto, no plano diretor serão previstos os custos de execução, operação e manutenção de forma a verificar se a prestadora de serviço tem a capacidade de exercê-los. A viabilidade ambiental significa verificar se o empreendimento desde a sua proposição já leva em conta as diretrizes ambientais à luz da legislação ambiental em vigor. Se de início, da concepção e posteriormente do projeto o empreendimento considerar essas diretrizes, o seu licenciamento fica muito mais facilitado. Os principais aspectos do diagnóstico dos sistemas poderão ser resumidos em planilhas como as apresentadas a seguir, que avaliam em péssima ( ), regular ( ) e boa ( ) a situação de cada unidade frente aos indicadores das condições de operação. 19

20 OFERTA CONSTRUTIB. INS. AMB SITUAÇÃO ATUAL INDICADORES UNIDADES DO SAA Quantidade Qualidade Regularidade Abrangência Desempenho Características técnicas Características construtivas Custos Licenciamento Ambiental Atendimento a exigências Situação das obras civis Situação das instalações elétricas 1 Situação das instalações hidráulicas 2 Estágio de automatização Manancial 2 Captaç"ao de água bruta 3 Adução de água bruta 4 Estação de trataemento de água 5 Reservatório de contato 6 Estação elevatória de água tratada 7 Adução de água tratada 8 Reservatório de água tratada 9 Rede de distribuição 10 Ligação predial Figura 3. Matriz de avaliação das condições operacionais das unidades do SAA OFERTA CONSTRUTIB. INS. AMB SITUAÇÃO ATUAL INDICADORES UNIDADES DO SES Quantidade Qualidade Regularidade Abrangência Desempenho Características técnicas Características construtivas Custos Licenciamento Ambiental Atendimento a exigências Situação das obras civis Situação das instalações elétricas Situação das instalações hidráulicas Estágio de automatização Manancial receptor 2 Coletor tronco 3 Interceptor 4 Estação de tratamento de esgotos-etes 5 Estação elevatória de esgotos 6 Emissário ou linha de recalque 7 Rede coletora 8 Ligação predial Figura 4. Matriz de avaliação das condições operacionais das unidades do SEE 20

21 4.6 Proposição de Alternativas para os Sistemas Trata-se de alternativas de empreendimentos para o horizonte de projeto de 20 anos, tanto para o SAA quanto para o SES com a finalidade de resolver os problemas atuais observados na aplicação das fichas de leitura para o diagnóstico e aqueles potenciais, determinados pelo estudo de demandas. Serão estabelecidas alternativas para cada um dos sistemas e unidades, sendo que em cada uma serão verificadas as viabilidades técnica, econômica e ambiental. O cotejo entre as alternativas é feito a partir do resultado do estudo de viabilidades. As alternativas propostas serão locacionais, técnicas e também de unidades diferentes, sempre buscando aquela a qual guarde o maior conjunto de benefícios comparados com os custos, otimizando a aplicação de recursos sempre escassos. Os critérios de análise de alternativas seguidos no plano serão iguais de forma que os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental não sejam tendenciosos. Definida a alternativa a partir dos estudos de viabilidade, o fechamento do Plano Diretor de Saneamento se fará por meio de um cronograma que aponte cada etapa de execução dos empreendimentos ano a ano, de forma que fique evidente a necessidade de aporte de recursos para viabilizá-los. O Estudo de alternativas apresentará um fluxograma das opções estudadas para as unidades que o mereçam. O estabelecimento de cronograma de execução de empreendimentos será feito, focando os custos de investimentos necessários dentro do horizonte de projeto de 20 anos para atender as demandas previstas. Também são considerados os custos operacionais. No estudo de alternativas serão considerados os mananciais disponíveis para captação de água e para o lançamento dos efluentes tratados. Para os mananciais de abastecimento serão avaliadas se a vazão máxima de extração atende a projeção de demanda do sistema No caso do SES se o corpo receptor tem capacidade de receber o efluente tratado compatibilizando o nível de tratamento com sua capacidade de auto-depuração. Para cada alternativa de projeto do SAA será apresentado: Um resumo da concepção das características principais das unidades componentes do sistema O pré-dimensionamento das unidades componentes do sistema Tecnologias inovadoras com a finalidade de obter eficiência hidráulica, energética e ambiental dos sistemas Soluções inovadoras visando a facilidade de operação e manutenção dos sistemas, principalmente no que tange ao tratamento da água para o abastecimento e ao tratamento dos esgotos coletados; As alternativas para o SAA e SES serão comparadas de acordo com os seguintes aspectos: Técnicos, tais como simplicidade operacional e de manutenção Econômico-financeiro, para tanto será feita a avaliação da melhor alternativa pelo critério econômico. Avaliações ambientais, as alternativas deverão ser examinadas para determinar a magnitude dos possíveis impactos ambientais e assegurar que a alternativa seja ambientalmente segura e sustentável e compatível com a legislação ambiental. A utilização do todo ou de parte de uma unidade ou componente dos sistemas na nova concepção terá como critério a sua com compatibilidade, idade, vida útil, estado de conservação, obsolescência e eficiência hidráulica e energética. 21

22 5. CRONOGRAMA FÍSICO FINANCEIRO DAS ATIVIDADES A seguir são apresentados os cronogramas físico-financeiros para elaboração do Plano Municipal de Saneamento para os sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário e a consolidação de ambos num único cronograma. 22

23 Quadro 1 - Cronograma Físico-Financeiro - SAA Item Discriminação dos Serviços MESES TOTAL 1 PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO SAA (SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA) 1.1 RELATÓRIO 1 PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES 1.2 RELATÓRIO 2 LEVANTAMENTO DE DADOS 1.3 RELATÓRIO 3 DIAGNÓSTICO DOS SISTEMAS ATUAIS EM OPERAÇÃO 1.4 RELATÓRIO 4 ESTUDO DE DEMANDAS 1.5 RELATÓRIO 5 ANÁLISE DOS SISTEMAS ATUAIS EM OPERAÇÃO 1.6 RELATÓRIO 6 PROPOSIÇÃO DE ALTERNATIVAS PARA OS SISTEMAS E RELATÓRIO FINAL % R$ % R$ , ,26 % R$ , ,51 % R$ , ,51 % R$ , ,26 % R$ , ,26 % R$ , ,77 Percentual mensal simples % Custo total mensal simples R$ , , , , , , ,57 Percentual mensal acumulado % Custo total mensal acumulado R$ , , , , , ,57 Page 23

24 Quadro 2 - Cronograma Físico-Financeiro - SES Item Discriminação dos Serviços MESES TOTAL 2 PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO SES (SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO) 2.1 RELATÓRIO 1 PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES 2.2 RELATÓRIO 2 LEVANTAMENTO DE DADOS 2.3 RELATÓRIO 3 DIAGNÓSTICO DOS SISTEMAS ATUAIS EM OPERAÇÃO 2.4 RELATÓRIO 4 ESTUDO DE DEMANDAS 2.5 RELATÓRIO 5 ANÁLISE DOS SISTEMAS ATUAIS EM OPERAÇÃO 2.6 RELATÓRIO 6 PROPOSIÇÃO DE ALTERNATIVAS PARA OS SISTEMAS E RELATÓRIO FINAL % R$ % R$ , ,24 % R$ , ,49 % R$ , ,49 % R$ , ,24 % R$ , ,24 % R$ , ,73 Percentual mensal simples % Custo total mensal simples R$ , , , , , , ,43 Percentual mensal acumulado % Custo total mensal acumulado R$ , , , , , ,43 Page 24

25 Quadro 3 - Cronograma Físico-Financeiro Geral - SAA e SES CRONOGRAMA FÍSICO FINANCEIRO GERAL SAA E SES Item 1 2 Discriminação dos Serviços PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO SAA (SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA) PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO SES (SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO) MESES TOTAL % 4,11% 8,23% 8,23% 4,11% 4,11% 12,34% 41,14% R$ , , , , , , ,57 % 5,89% 11,77% 11,77% 5,89% 5,89% 17,66% 58,86% R$ , , , , , , ,43 Percentual mensal simples % 10,00% 20,00% 20,00% 10,00% 10,00% 30,00% 100,00% Custo total mensal simples R$ , , , , , , ,00 Percentual mensal acumulado % 10,00% 30,00% 50,00% 60,00% 70,00% 100,00% Custo total mensal acumulado R$ , , , , , ,00 Page 25

26 ANEXO I Slides da Reunião de Iniciação Page 26

27 Plano Municipal de Saneamento Água e Esgoto Processo n o. 6855/2009 Tomada de Preços n o. 01/ DE AGOSTO DE 2009 Page 27

28 Reunião de Iniciação - Preparação para Início do Trabalho ESCRITÓRIO ALENA Page 28

29 AGENDA 1. Apresentação dos Participantes 2. Nivelamento de Expectativas 3. Interlocutores e Comunicação 4. Sistemas e Padrões 5. Fechamento Page 29

30 1. Apresentação dos Participantes Coordenador Geral Eng. Mauricio Brun Bucker Consultor de Sistema de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário Eng. Sanitarista Frederico Luís de Freitas Jr. Engenheiro Senior Eng. Jorge Hideki Katsutani Engenheiro Médio Edson Bispo Ferreira Consultores Externos - Elthon Thomé Gomez - Nereu Fontes Page 30

31 2. Nivelamento de Expectativas O que o contratante espera? Clareza do Escopo Nível de detalhamento Page 31

32 2. Nivelamento de Expectativas Aclarar: 1. Pesquisa de Satisfação do Usuário 2. Licenciamento Ambiental 3. Subsolo e Lençol Freático Page 32

33 3. Interlocutores e Comunicação Interlocutores 1.A quem nos reportamos? Aspectos contratuais e técnicos 2.Autorizações para atuação da equipe e coleta de informações 3.Quem receberá os serviços? 4.Quem autoriza alterações (prazo, padrões, datas)? Page 33

34 3. Interlocutores e Comunicação Comunicações 1. como forma oficial? 2.Atas simplificadas de reuniões? 3.Lista de contatos (telefone e ) Page 34

35 4. Sistemas e Padrões a serem Adotados Padrões: Desenhos: carimbos, logos, numeração, escalas, etc. Documentos: fontes, margens, logos, etc. Correspondências Sistemas Arquivamento para entrega definitiva Avaliação dos Produtos (prazo, retorno, revisões) Page 35

36 5. Fechamento Próximos Passos: Assinatura do contrato OS ARTs Plano de Trabalho Emissão de Nota Fiscal Próximo Encontro Entrega do Plano de Trabalho? Melhor data? Melhor dia da semana? Melhor horário? Page 36

37 METODOLOGIA DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS Page 37

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