COLETA SELETIVA PARA RECICLAGEM DE ÓLEO VEGETAL EM ESTABELECIMENTOS LOCALIZADOS NO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS ACIF.

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1 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL CAMILE RODRIGUES MIGUEL COLETA SELETIVA PARA RECICLAGEM DE ÓLEO VEGETAL EM ESTABELECIMENTOS LOCALIZADOS NO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS ACIF. ESTUDO DE CASO: PROGRAMA DE RECICLAGEM DE ÓLEO DE COZINHA - REOLEO CRICIÚMA, JUNHO 2010

2 CAMILE RODRIGUES MIGUEL COLETA SELETIVA PARA RECICLAGEM DE ÓLEO VEGETAL EM ESTABELECIMENTOS LOCALIZADOS NO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS ACIF. ESTUDO DE CASO: PROGRAMA DE RECICLAGEM DE ÓLEO DE COZINHA - REOLEO Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Engenheira Ambiental no curso de Engenharia Ambiental da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC. Orientador(a): Prof. Guadagnin MSc. Mário Ricardo CRICIÚMA, JUNHO 2010

3 2 CAMILE RODRIGUES MIGUEL COLETA SELETIVA PARA RECICLAGEM DE ÓLEO VEGETAL EM ESTABELECIMENTOS LOCALIZADOS NO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS ACIF. ESTUDO DE CASO: PROGRAMA DE RECICLAGEM DE ÓLEO DE COZINHA - REOLEO Trabalho de Conclusão de Curso aprovado pela Banca Examinadora para obtenção do Grau de Engenheira Ambiental, no Curso de Engenharia Ambiental da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, com Linha de Pesquisa em Tratamento, Destino Final de Resíduos Sólidos e Gerenciamento e Planejamento Ambiental. Criciúma, 30 de Junho de BANCA EXAMINADORA Prof. Mário Ricardo Guadagnin - Mestre - (UNESC) - Orientador Prof. a Marta Valéria Guimarães de Souza Hoffmann- Mestre - (UNESC) Prof. a Miquele Lazarin Padula - Mestre - (UNESC)

4 3 Este trabalho é dedicado a todas aquelas pessoas que tem em Florianópolis um futuro comum em relação ao seu desenvolvimento, aliado à preservação de suas belezas naturais e a manutenção de nossa excelente qualidade de vida. Garantir essas condições para as próximas gerações é o nosso dever, o que torna esta tarefa um grande desafio.

5 4 AGRADECIMENTOS Este trabalho é resultado do esforço conjunto de muitas pessoas, porém algumas tiveram uma participação maior, e por isso merecem destaque. Aos meus pais, Antonio e Lourdes, a quem dedico este trabalho de conclusão, por todo o amor, compreensão e apoio demonstrado em todas as decisões que tomei até hoje. Ao meu irmão, Antonio Júnior, pelo apoio, incentivo, carinho e amizade que me proporciona. Ao meu noivo Luciano, pelo estímulo e apoio incondicional. A minha amiga Angela Pedroso, aliás, uma grande amiga, pelo apoio constante, especialmente na reta final. Ao meu orientador, Prof. Mário Ricardo Guadagnin, pela amizade, compreensão e suporte, e acima de tudo pela orientação deste trabalho. Aos Professores Carlyle Torres Bezerra de Menezes e Marta Valéria Guimarães de Souza Hoffmann pelo apoio e atenção dada à minha pessoa no decorrer de meus estudos. A toda equipe de apoio da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis - ACIF.

6 5 Feliz de quem passa pela vida tendo mil razões para viver D. Hélder Câmara

7 6 RESUMO Este trabalho considera o processo da coleta seletiva de óleos e gorduras residuais (OGR) realizada em unidades comerciais de alimentação no município de Florianópolis, SC numa análise descritiva do programa de reciclagem de óleo de cozinha - Reoleo desenvolvido pela Associação Comercial e Industrial (ACIF). Com base inicial numa revisão bibliográfica sobre óleo vegetal observando desde suas peculiares de fabricação até a geração de OGR pós-utilização. Aponta à importância da coleta seletiva deste resíduo, o diferencial da educação na sensibilização para a coleta seletiva do OGR, a legislação vigente e o projeto de lei em tramitação em Florianópolis, os exemplos de outros programas de coleta seletiva de OGR realizadas em diferentes partes do território nacional, uma breve descrição do programa lusitano, os órgãos públicos de manejo de resíduos e preservação ambiental. Com o objetivo de levantar dados sobre a realização da coleta seletiva de OGR em restaurantes de Florianópolis, foram aplicadas as seguintes estratégias metodológicas: entrevista semi-estruturada com a empresa de limpeza urbana de Florianópolis e órgãos públicos que tratam da vigilância sanitária e meio ambiente, abordando as ações realizadas pelos mesmos sobre o controle no descarte e incentivo à coleta seletiva de OGR; e um estudo em 26 estabelecimentos, visando observar os procedimentos adotados no descarte de OGR. Confrontando as informações, observou-se a carência de ações dos órgãos da esfera pública quanto ao controle de lançamento do OGR no meio ambiente por esta função não estar visivelmente discriminada em suas competências e atribuições e por não haver uma legislação específica em vigor. Ainda não se tem um número preciso dos que realizam a coleta, mas é crescente o número dos que realizam esta segregação, para evitar o descarte indevido do OGR e pelo interesse econômico dos coletores. O estudo sugere uma atenção maior às boas práticas sugeridas pela ANVISA de modo a serem seguidas pelos órgãos públicos de controle ambiental e pelos estabelecimentos geradores de OGR, abreviando o rejeito e descarte impróprio. Palavras-chave: Óleo Vegetal. Óleo e Gordura Residual (OGR). Coleta Seletiva.

8 7 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 - Óleo vegetal em contato com a água Figura 2 a) Acondicionamento de óleo residual em residência; b)acondicionamento de óleo residual em restaurante Figura 3 a) Placa símbolo 2002; b) Placa símbolo Figura 4 Mascote do programa Óleo - lho Figura 5 a) Projeto de educação ambiental 2005; b) Desenho do projeto de educação ambiental Figura 6 Logotipo do programa Figura 7 Estudantes no stand do programa reóleo na semana Arte Vida Verde Figura 8 a) Apresentação teatral do projeto de educação ambiental 2009; b) Boneco óleo-lhó em tamanho real, na educação ambiental Figura 9 Fluxograma do processo de recolhimento de óleo usado no programa Reóleo ACIF Figura 10 Distribuição espacial e localização dos estabelecimentos entrevistados na Ilha de Santa Catarina, Florianópolis, SC Figura 11 Frequência do recolhimento do OGR... 74

9 8 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Principais oleaginosas e seus respectivos conteúdos de óleo em percentuais.. 19 Tabela 2 Composição de ácidos graxos em óleos vegetais Tabela 3 Número de funcionários por estabelecimento Tabela 4 - Número de funcionários que manipulam o OGR por estabelecimento Tabela 5 - Consumo do óleo vegetal por mês nos estabelecimentos da amostra Tabela 6 - Freqüência de visitação da VISA nos estabelecimentos Tabela 7 - Medição de saturação do OGR, segundo informação do funcionário Tabela 8 - Filtração do OGR, segundo informação dos funcionários... 76

10 9 LISTA DE QUADROS Quadro 1 - Classificação do Óleo Quanto a Saturação...21 Quadro 2 - Testes Rápidos para Medição de Saturação de OGR Quadro 3 - Conceitos de Restaurante, Bar e Lanchonete...54

11 10 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas ABRASEL Associação Brasileira de Bares e Restaurantes Seccional Santa Catarina ACIF Associação Comercial e Industrial de Florianópolis ACMR Associação dos Coletores de Materiais Recicláveis ARESP Associação de Recicladores Esperança ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária CASAN Companhia Catarinense de Água e Saneamento CETESB Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental CONAMA Conselho Nacional de Meio Ambiente CONASEMS Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde CONASS Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde COMCAP Companhia Melhoramento da Capital CREUPI - Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal São Paulo CMF Câmara Municipal de Florianópolis CBO Carência Bioquímica de Oxigênio CQO Carência Química de Oxigênio DIEESE Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Sócio Econômico DMLU Departamento Municipal de limpeza Urbana DSMA Diretoria de Saneamento e Meio Ambiente ETEs Estações de tratamento de Esgotos ECÓLEO Associação Brasileira para Sensibilização, Coleta e Reciclagem de Resíduos de Óleo Comestível FATMA Fundação do Meio Ambiente FIOCRUZ Fundação Oswaldo Cruz FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FLORAM Fundação Municipal do Meio Ambiente IBAMA Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IDEC Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor INCQS Instituto Nacional de Controle e Qualidade de Saúde

12 11 ISO International Organization of Standardization IPA - Inovação e Projectos em Ambiente LACENS laboratório Central de Saúde ONG Organização Não Governamental OGR Óleo e Gordura Residual PET Politereftalato de Etila PEV Ponto de Entrega Voluntária PGIROC Plano de Gerenciamento Integrado do Resíduo de Óleo de Cozinha PLB Projeto lagoa Biodíesel REÓLEO Programa de Reciclagem de Óleo de Cozinha RECOLT Empresa de Recolhimento de Óleo Usado RECÓLEO Coleta e Reciclagem de Óleo Vegetal RSU Resíduos Sólidos Urbanos SISNAMA Sistema Nacional de Meio Ambiente SMS Secretaria Municipal de Saúde SNVS Sistema Nacional de Vigilância Sanitária SHRBS Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares SDS Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável SST Sólidos Suspensos Totais SABESP Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo SAMORCC Sociedade de Amigos do Bairro de Cerqueira César UFMG Universidade Federal de Minas Gerais VISA Centro de Vigilância sanitária da Secretaria de Saúde de Florianópolis

13 12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS Geral Específicos REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Óleo Vegetal Características gerais Saturação do óleo vegetal Insolubilidade em meio aquoso e contaminação por óleo vegetal Processo de Uso de Óleo Vegetal Reações ocorridas no processo de fritura Resíduo do óleo vegetal Produtos derivados do OGR Logística Reversa e Coleta Seletiva Logística e Logística Reversa Ciclo de retorno genérico Ciclo de retorno mais produtivo Coleta Seletiva OGR Experiência em Curitiba PR No estado de Santa Catarina o Projeto de Óleo no Futuro Ações e práticas em Florianópolis - SC Joinville - SC Espírito Santo do Pinhal - SP Porto Alegre RS Belo Horizonte - MG Gerenciamento de Óleo de Cozinha em Minas Gerais Bairro da Moóca São Paulo, SP PROL Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP Santo André SP Coleta Seletiva e Educação Ambiental Estado-da-Arte sobre Mecanismos e Iniciativas de Gestão dos Óleos e Gorduras Residuais Usados Legislações sobre OGR Legislações pertinentes em Santa Catarina Os órgãos públicos de controle ambiental e limpeza urbana Companhia Melhoramentos da Capital - COMCAP Centro de Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde de Florianópolis VISA... 50

14 Fundação Municipal do Meio Ambiente - FLORAM Fundação do Meio Ambiente FATMA Entidades Representativas de Estabelecimentos Comerciais Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Florianópolis SHRBS Associação Brasileira de Bares e Restaurantes ABRASEL Seccional Santa Catarina Análise da Gestão do Fluxo de Óleos e Gorduras Residuais Usados em Portugal METODOLOGIA Atores Pesquisados Entrevista com os Estabelecimentos Gastronômicos Seleção dos estabelecimentos Entrevista com gerentes e funcionários Período de Coleta das Informações e Aplicação dos Questionários APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS Histórico das Atividades do Programa Reóleo Fluxograma logístico do Programa Reóleo RESULTADOS E DISCUSSÃO Resultados obtidos das entrevistas com as instituições públicas COMCAP Sub-Coordenadoria de Vigilância Sanitária e Ambiental da Secretaria de Saúde de Florianópolis VISA Resultados obtidos das entrevistas com os estabelecimentos Seleção dos estabelecimentos Quantidade de empregados Consumo de óleo vegetal CONCLUSÃO REFERÊNCIAS APÊNDICE A ROTEIRO DE ENTREVISTA ESTABELECIMENTO COMERCIAL GERENTE E FUNCIONÁRIO ANEXOS ANEXO A: FOLHETO ILUSTRATIVO - PROGRAMA REÓLEO ANEXO B: BANER PARA O PONTO DE ENTREGA VOLUNTÁRIA - PROGRAMA REÓLEO ANEXO C: BANERS PROGRAMA REÓLEO... 93

15 14 ANEXO D: DIPLOMA PARA EMPRESA PARTICIPANTE PROGRAMA REÓLEO ANEXO E: FISPQ DE ÓLEO DE SOJA REFINADO... 95

16 15 1 INTRODUÇÃO Com o aumento do consumismo em que se estimula o uso por um tempo reduzido dos bens de consumo, uma quantidade cada vez maior deste resíduo é gerada. Com isto a preocupação com seu descarte adequado de modo a minimizar o impacto ambiental têm ganhado cada vez mais importância. Considerando os resíduos dispostos em aterros sanitários ou indevidamente no meio ambiente, ações tem sido implementadas, objetivando um aumento da vida útil dos aterros, o controle de vetores de doenças e a sensibilização da sociedade sobre os impactos gerados pela cadeia produção/consumo/descarte. Ações como a reutilização/reciclagem de garrafas PET, vidros, madeiras, dentre outros, reduzem o uso de recursos naturais na fabricação de novos bens de consumo. Resíduos como o vidro, plástico, papel e alumínio podem ser retornados à linha de produção quando segregados na fonte e repassados a entidades beneficiadoras. Tais resíduos, ao retornarem à linha de produção, geram empregos a quem realiza a coleta, agrega valor ao material antes descartado e contribui para a preservação ambiental, considerando a economia de insumo na produção de outro bem. No cenário atual dos resíduos potencialmente recicláveis, um resíduo que vem ganhando cada vez mais representatividade é o óleo vegetal residual ou óleo e gordura residual - OGR. A produção e consumo de alimentos fritos e pré-fritos tem aumentado nos últimos anos contribuindo, assim, para um aumento da produção de OGR. Este resíduo é freqüentemente descartado junto ao esgoto doméstico, lixo urbano, ou no meio ambiente. Quando é descartado no esgoto doméstico, o resíduo pode se solidificar nas paredes da tubulação, gerando, após muitas contribuições, sua obstrução. Este fato, conjuntamente com o aumento do fluxo de esgotamento sanitário ocasionadas por ligações clandestinas de esgoto pluvial, contribuem para o aumento do quadro de enchentes (ABRASEL, 2010). Quando descartados no meio ambiente, especialmente em mananciais, o OGR forma uma camada gordurosa no espelho d água que se acumula nas margens, dificultando a entrada de luz e a

17 16 oxigenação da água, prejudicando, assim, a flora e fauna aquática (COSTA NETO et al., 2000). Pesquisas realizadas por instituições acadêmicas e empresas beneficiadoras de OGR mostram que o mesmo ainda possuía valor agregado, podendo ser insumo para outros bens de consumo. Ações de reaproveitamento de OGR estão sendo implementadas, usando-o como ingrediente na produção de sabão, de massa de vidraceiro, na produção de biodiesel, ração animal, entre outros, reduzindo, assim, o descarte do OGR no meio ambiente ou na rede coletora de esgotamento sanitário (COSTA NETO et al., 2000). Porém as ações de coleta/beneficiamento ainda acontecem de forma tímida, sendo ainda grande a quantidade de OGR descartada indevidamente. A coleta seletiva demanda requisitos que compreende mais que a segregação de um resíduo que ainda possua valor agregado de modo a evitar seu descarte prematuro. Também é necessário capacitar quem realiza esta ação de modo que tal pessoa participe da logística do processo no preparo de alimentos. Esta medida sócio-educativa atualmente é feita com ações realizadas por entidades privadas geradoras deste resíduo que repassam este insumo para empresas ou coletores autônomos. Prefeituras também têm realizado ações independentes contribuindo com a coleta seletiva de OGR, recebendo o óleo coletado, estimulando assim a segregação por parte dos geradores diários de OGR, porém ainda sem uma divulgação aos coletores sobre as boas práticas de produção e descarte deste resíduo, informando sobre a redução na fonte ou armazenamento correto. Para que haja um manejo correto é importante entender o papel atual dos agentes envolvidos na atividade de geração do OGR à coleta seletiva, bem como conhecer a legislação específica existente. Assim, esta pesquisa visou expor a realidade da coleta seletiva de OGR em estabelecimentos comerciais do ramo gastronômico de Florianópolis, tomando como base uma amostra de estabelecimentos cadastrados no Programa de Reciclagem de Óleo de Cozinha - ReÓleo da ACIF, também analisar as ações dos diferentes atores participantes no processo de geração de OGR, esperando contribuir pela melhoria no manejo deste resíduo. O processo de fritura constitui uma das formas mais rápidas de preparo para determinados alimentos, e por este motivo vem sendo amplamente utilizado. Como conseqüência, tem-se um aumento na quantidade de óleos e gorduras

18 17 residuais, oriundos deste processo. Os óleos residuais das frituras acabam sendo dispostos em aterros sanitários ou despejados em rios, riachos e ainda diretamente nas pias e vasos sanitários, causando inúmeros impactos ambientais. Desta maneira, o presente estudo se justifica por visar o subsídio de parâmetros necessários para um sistema funcional e eficiente de coleta seletiva para o OGR, através da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis, o que também servirá como base de aprendizado e modelo para os municípios que ainda não adotaram a coleta seletiva deste resíduo. Este trabalho encontra-se dividido em cinco seções cujo conteúdo se resume nos parágrafos que se seguem: Introdução, onde se enquadra a problemática dos óleos e gorduras residuais usados e se explicam as motivações e objetivos que levaram à elaboração deste trabalho. Revisão bibliográfica, neste capítulo pretende-se mostrar o manejo correto do OGR, a coleta seletiva, bem como conhecer a legislação específica existente. Metodologia, consiste no estudo de caso aplicado em Florianópolis. Análise de dados, apresenta as informações obtidas nas entrevistas realizadas e nos questionários aplicados. Conclusão, apresentação das principais conclusões e enriquecimentos retirados após a elaboração deste trabalho.

19 18 2 OBJETIVOS 2.1 Geral Conhecer e quantificar (ou estimar) os fluxos deste resíduo em Florianópolis, evidenciando as falhas encontradas ao nível da enorme falta de informação disponível nesta área. 2.2 Específicos Identificar e analisar a atuação de instituições do Poder Público envolvidos no controle da geração e na coleta seletiva de OGR e suas ações para com os geradores deste resíduo; Analisar as ações realizadas pelas entidades de bares e restaurantes quanto ao controle do descarte de OGR; Identificar os procedimentos de segregação para a coleta seletiva de OGR adotados pelas unidades de alimentação de Florianópolis, visando a reciclagem; Descrever e estudar a Logística Reversa do OGR usado, desenvolvida pela ACIF no município de Florianópolis.

20 19 3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 3.1 Óleo Vegetal Características gerais O Brasil possui uma grande área agricultável e uma grande diversidade de espécies vegetais oleaginosas, sendo essas, plantas vegetais, que possuem óleos e gorduras que podem ser extraídos através de processos adequados. O território brasileiro apresenta um grande e variado potencial de extração de óleo, que reflete na preparação de diferentes opções de alimentação e variados sabores. O óleo vegetal tem como matéria prima as gorduras obtidas por meio de plantas e sementes como o caju, a linhaça, o girassol, o buriti, a mamona; grãos como o milho, a soja ou também por outros alimentos de origem vegetal tais como abacate, azeitona, abóbora, canola entre outros. Realizado o processo de refino e produção, o óleo obtido pode ser utilizado não só na preparação de alimentos, como também em componente de lubrificantes, itens de pintura ou como componente de combustível (COSTA NETO et al., 2000). Conforme varia a espécie de planta ou semente oleaginosa, também varia seu percentual de óleo contido. A análise de óleo e sua composição constitui o primeiro procedimento da qualidade do mesmo ou de seus produtos de transformação (COSTA NETO et al., 2000). Na tabela 01 são apresentadas algumas destas oleaginosas. Tabela 1 - Principais oleaginosas e seus respectivos conteúdos de óleo em percentuais Oleaginosas Rendimento em óleo Algodão 30 a 40% Amendoim 40 a 50% Arroz 15 a 23% Babaçu 58 a 67% Coco 50 a 65% Colza 39 a 45% Gergilim 48 a 55% Girassol 45 a 55% Linhaça 35 a 45% Mamona 45 a 55% Milho (germe) 30 a 36% Palma (dendê) 35 a 45% Palmiste 55 a 65% Soja 18 a 21% Fonte: ABIOVE, 2010

21 20 Observando a Tabela 1 a soja, apesar de possuir um dos menores percentuais de conteúdo oleaginoso, apresenta também baixo custo na produção do óleo, fator que contribui para a redução do preço de revenda, e, por conseguinte, um aumento de popularidade e consumo, sendo usado largamente no processo de fritura, acompanhado em menor escala, por outros tipos de óleos vegetais e gordura vegetal hidrogenada (COSTA NETO et al., 2000). O óleo é um dos itens mais consumidos na refeição do brasileiro, pois além do consumo do óleo já refinado, ele está intrinsecamente presente na composição de leguminosas, em frutas, pães e carnes. O consumo de óleos e gorduras é maior na área rural que a urbana, possivelmente pela cultura de consumo e pela pouca variedade em relação aos itens que compõe a refeição dos membros da zona urbana. Analisando a pesquisa de orçamento familiar com relação à óleos e gorduras, pode-se perceber um consumo de 9,97 na área urbana, sendo que na área rural obteve-se um aumento chegando à 11,46 (IBGE, 2010). Duas características presentes no óleo vegetal são importantes, tanto para o manuseio e consumo como também para o meio ambiente, que são a saturação e a insolubilidade em meio aquoso, respectivamente Saturação do óleo vegetal Os óleos vegetais, já beneficiados, são produtos naturais constituídos por uma mistura de ésteres derivados do glicerol - triacilgliceróis ou triglicerídios - e ácidos graxos, compostos de cadeias de oito a vinte e quatro átomos de carbono com diferentes graus de instauração (COSTA NETO et al., 2000). Os óleos podem variar de estado físico no ambiente, produzindo diferentes reações no organismo. Em seu aspecto funcional no processo de preparação de alimentos, o óleo e a gordura vegetal se assemelham, porém a diferença entre eles está em seu estado físico, sendo que, a uma temperatura de até 20 C, a gordura permanece sólida, enquanto o óleo fica líquido (COSTA NETO et al., 2000). O óleo vegetal pode se apresentar como saturado, monoinsaturado e poliinsaturado, conforme apresenta o Quadro 1.

22 21 Quadro 1 - Classificação do óleo quanto à saturação. Quanto à ligação No organismo MONOINSATURADO INSATURADO POLIINSATURADO Apresenta uma ligação dupla (2 átomos de carbono duplamente ligados entre si) faltando, portanto 2 átomos de hidrogênio. Produzido no organismo a partir dos ácidos graxos insaturados. Quanto ao ranço Não ficam rançosos. Podem ser usados em cozimentos. Estado físico Tendem a ficar líquido à temperatura ambiente. Todas as ligações de carbono preenchidas ou saturadas com hidrogênio. Conduzido em nosso corpo a partir dos carboidratos. Normalmente não ficam rançosos, mesmo quando aquecido. Gordura sólida e semi sólida na temperatura ambiente. Tem 2 ou mais pares de ligação duplas, faltando 4 ou mais átomos de hidrogênio. Não é produzido pelo organismo humano. São chamados de essenciais. Ficam rançosos facilmente, não devendo ser aquecidos ou usados em cozimento. Líquido mesmo quando refrigerado. Tipo Oléico Linoleico duplamente insaturado (ômega 3 bom). Linoleico triplamente insaturado (ômega 6 ruim). Fonte: MELO, 2010 A quantidade maior ou menor de ácidos graxos em um óleo depende das características particulares de cada oleaginosa e sua forma de cultivo. O excessivo consumo de poliinsaturados tem contribuído para um grande número de doenças como o câncer, doenças cardíacas, disfunções do sistema imunológico, danos ao fígado, pulmões e órgãos reprodutivos, distúrbios digestivos, diminuição da capacidade de aprendizagem, crescimento prejudicado e aumento de peso. Uma das razões dos poliinsaturados causarem tantos problemas à saúde é que eles tendem a ficar oxidados ou rançosos quando submetidos a calor, oxigênio, umidade, como no processamento ou cozimento (MELO, 2010). Os ácidos graxos poliinsaturados atacam as membranas das células e glóbulos vermelhos, causando danos à cadeia DNA/RNA, desencadeando mutações de tecidos, vasos sangüíneos e pele, causando rugas e envelhecimento precoce, preparando o terreno para tumores e acumulando placas nos vasos sangüíneos. Novos indícios relacionam tais consumos com o envelhecimento precoce, mal de Alzheimer, catarata entre outros (MELO, 2010). A dieta de poliinsaturados merece atenção pela possibilidade de conter excessos de ômega 6 e escassez de ômega 3. O consumo excessivo de ômega 6

23 22 cria um desequilíbrio digestivo tendendo a formar coágulos sangüíneos, pressão alta, irritação do trato digestivo, repressão da função imunológica, câncer e aumento de peso (MELO, 2010). O ômega 3 é necessário para manter sob condições normais as membranas celulares, as funções cerebrais, transmissão de impulsos nervosos, prevenção e tratamento das doenças cardiovasculares além de outras atuações importantes na hipertensão arterial, diabetes, artrites e doenças auto-imunes. (FERNANDES, 2003). Na Tabela 2, pode-se observar a composição de alguns tipos de oleaginosas de acordo com sua saturação. Tabela 2 Composição de ácidos graxos em óleos vegetais Tipo de óleo Monoinsaturados Saturados Poliinsaturados Ômega 3 Ômega 6 Canola 58% 6% 10% 26% Soja 24% 15% 7% 54% Milho 25% 13% 61% 1% Girassol 20% 11% - 69% Algodão 19% 27% - 54% Azeite de oliva 77% 14% <1% 8% Óleo de Palma 39% 51% - 10% Fonte: SAMPAIO, 2008; MORETTO; FETT, 1998 A variedade de óleos vegetais derivados de outros tipos de oleaginosas tem crescido no decorrer do tempo, como a comercialização de óleos de canola, girassol, milho entre outros, porém o óleo de soja, mesmo rico em poliinsaturados, tende a ser o mais consumido em virtude do baixo custo em referência aos outros óleos. É importante caracterizar que o óleo de soja comercial tem uma composição média concentrada em cinco ácidos graxos principais: palmítico, esteárico, oléico, linoléico e linolênico. (COSTA NETO et al., 2000). O óleo mais recomendado para o consumo humano é o monoinsaturado, pelo seu perfil satisfatório de estabilidade oxidativa (CUESTA; SÁNCHEZMUNIZ, 1998 apud SAMPAIO, 2008).

24 Insolubilidade em meio aquoso e contaminação por óleo vegetal A insolubilidade é uma característica do óleo vegetal quando em contato com a água, porém é solúvel em solventes orgânicos. Nos corpos hídricos, em função de imiscibilidade do óleo com a água e sua inferior densidade apresentado na figura 1, há tendência à formação de películas oleosas na superfície, o que dificulta a troca de gases da água com a atmosfera, ocasionando diminuição gradual das concentrações de oxigênio, resultando em morte de peixes e outras criaturas dependentes de tal elemento. Nos rios, lagos e mares, o óleo deprecia a qualidade das águas e sua temperatura sob o sol pode chegar a 60ºC, matando animais e vegetais microscópicos (PITTA JÚNIOR et al., 2009). Também contribui para a formação de bancos de lamas nos rios, contaminando, assim, águas que, por vezes, são usadas inadequadamente para o consumo humano (Figura 1). Figura 1 - Óleo vegetal em contato com a água (Fonte: MIGUEL, 2010). Segundo IPA (2004), o despejo de águas residuais contendo óleos alimentares usados nas linhas de água, tem como conseqüência a diminuição da concentração de oxigênio presente nas águas superficiais, devendo-se tal situação principalmente ao fato deste tipo de águas residuais conterem substâncias consumidoras de oxigênio (matéria orgânica biodegradável), que ao serem descarregadas nos cursos de água, além de contribuírem para um aumento considerável da carga orgânica, conduzem a curto prazo a uma degradação da qualidade do meio receptor. Além disso, a presença de óleos e gorduras nos efluentes de águas residuais provoca um ambiente desagradável com graves

25 24 problemas ambientais de higiene e maus cheiros, provocando igualmente impactos negativos ao nível da fauna e flora envolventes. Outra prática incorreta de deposição deste tipo de resíduos está associada à descarga dos mesmos nas redes públicas de esgoto e coletores municipais, podendo provocar grandes problemas de entupimento e obstrução dos mesmos. Outra conseqüência da descarga para as redes públicas de esgoto e coletores municipais resulta no seu encaminhamento para as Estações de Tratamento (quando existe esta solução, caso ainda não evidente para a totalidade do território nacional), contribuindo significativamente para o aumento dos níveis de CBO (Carência Bioquímica de Oxigênio), de CQO (Carência Química de Oxigênio) e de SST (Sólidos Suspensos Totais) nas águas residuais a tratar, dificultando o desempenho e funcionamento eficiente das Estações de Tratamento, pelo fato do aumento da concentração destes parâmetros conduzirem a um considerável consumo de energia no desempenho das mesmas, além de implicarem manutenções e limpezas mais frequentes nos equipamentos de separação de óleos e gorduras associadas a gastos consideráveis de tempo neste tipo de operação (IPA, 2004). Para a retirada do óleo ou desentupimento das tubulações, que deve ser realizada periodicamente, são utilizados produtos químicos tóxicos como a soda cáustica. Tais medidas aumentam o custo do seu tratamento de esgoto em até 45% além de, caso a desobstrução da tubulação não ocorra em tempo hábil, contribua para a ocorrência de enchentes e proliferação de doenças. Vale ressaltar que o tratamento dos esgotos sanitários ocorrem em cerca de 17% dos municípios brasileiros, segundo Esgoto Sanitário (1988) apud Almeida (2002). Já nos produtos industrializados que apresentem em sua fórmula inserção de produtos químicos, a ficha de informação de segurança do produto químico (FISPQ) identifica os possíveis riscos aos quais quem manusear o produto esteja exposto. No Anexo E, a FISPQ do óleo de soja produzido pela empresa Triângulo Alimentos, menciona que o óleo não causa danos ao ar, à vida aquática, nem ao solo por este produto ser biodegradável. O conhecimento dos impactos ambientais causados pelo descarte inadequado do OGR no meio ambiente por parte do agente gerador do OGR é importante na prevenção de obstrução da rede de esgoto e para evitar a poluição de corpos d água.

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