INDICE. Introdução: Estações Elevatórias de Esgoto Estações de Tratamento de Esgoto... 4

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INDICE. Introdução:... 2. Estações Elevatórias de Esgoto... 2. Estações de Tratamento de Esgoto... 4"

Transcrição

1 INDICE Introdução:... 2 Estações Elevatórias de Esgoto... 2 Estações de Tratamento de Esgoto... 4 Página 1 de 23

2 Introdução: Este relatório apresenta os serviços realizados no mês de fevereiro de 2009, conforme prevê o contrato firmado de PPP Administrativa, no que diz respeito ao esgotamento sanitário do município de Guaratinguetá, que compreende 12 Estações Elevatórias de Esgoto, quais sejam: Chácara Selles, Centro (Defesa Civil), Jardim do Vale, Bom Retiro, Pingo de Ouro, Vitória, Jequitibás, Belo Horizonte, Internacional Parque, São Manoel Rua I, São Manoel Rua III e Jardim Rony; além de 03 Estações de Tratamento de Esgoto, as ETE`s Campo do Galvão, Vila Bela e Pedrinha, e demais atividades correlatas à prestação de serviço de tratamento de esgoto do município. Estações Elevatórias de Esgoto Demos continuidade às vistorias periódicas das EEE s, com a frequência de 2X / semana (segundas e sextas), no mínimo, a fim de avaliar as condições de funcionamento dos equipamentos (bombas, bóias, painéis,etc), fazendo o registro das informações em check list`s, confeccionados para tal, que se encontram, anexados, neste relatório e em Livro de Ocorrência, à disposição para consulta em nossas instalações. Não conseguimos dar prosseguimento às limpezas dos poços das EEE`s, no mês que faz referência este relatório, a fim de atender a programação previamente elaborada para o serviço supracitado, em função da forte incidência de chuvas no período, que culminou também com a subida do nível do Rio Paraíba do Sul, o que ocasionou inclusive o alagamento de alguns bairros do município. Em função disso os poços das EEE`s se apresentaram com nível alto no período, impossibilitando as limpezas dos mesmos. No mês de março de 2009 retornaremos a realizar a limpeza das Estações Elevatórias de Esgoto, de acordo com programação previamente estabelecida e que vem sendo seguida à risca. Realizamos a substituição de trechos da cerca que delimita a EEE Jardim do Vale, assim como o portão de entrada da mesma, que se encontravam em estado bem ruim de conservação, o que pode ser observado nas fotos a seguir. Página 2 de 23

3 Relato Fotográfico Após Intervenção na EEE Jardim do Vale EEE Jardim do Vale Programaremos a instalação da válvula de retenção de 4, adquirida neste mês, na linha de recalque de uma das bombas de esgoto bruto da EEE do centro (Defesa Civil), para o mês de março, uma vez que a bomba se encontra fora de operação pois precisamos transferir a sua válvula para a bomba 1, da ETE Campo do Galvão; Contratamos uma empresa para realizar a instalação da bomba Flyght, na EEE Pingo de Ouro, para recalque do esgoto coletado naquela localidade. No dia 20 de fevereiro nos deslocamos até a EEE em referencia para dar início ao serviço, amparados pela Ordem de Serviço /2009-5, de 20/02/2009, contudo fomos impedidos pelo Sr. Francisco Amaro de fazê-lo; o mesmo alega ser dono do terreno onde foi construída a EEE e diz que ainda não recebeu pela área. Página 3 de 23

4 Comunicamos imediatamente a SAEG o acontecido, que solicitou que façamos um levantamento topográfico e um Memorial Descritivo da área envolvida e suas delimitações, para posteriormente a SAEG dar início ao processo de desapropriação da área junto ao Órgão devido. Aguardaremos a definição da desapropriação do local para que seja realizada a instalação da bomba Flyght. Estações de Tratamento de Esgoto ETE - Campo do Galvão Em referência as alterações que se fazem necessárias na ETE Campo do Galvão, registradas no relatório referente ao mês de julho de 2008, cumpre-nos informar o seguinte : - Iniciamos as obras necessárias para a instalação dos medidores de vazão, entrada e saída da ETE, com a empresa contratada para tal, em 18 de fevereiro de A finalização das obras está prevista para até meados de março, tempo estabelecido para que tenhamos a medição das vazões de entrada e saída da ETE Campo do Galvão. Os medidores de vazão e as respectivas Calhas Parshall já estão nas nossas instalações, prontos para serem instalados quando do término das obras; - Estaremos definindo a empresa e o período de início das obras para a construção da Estação Elevatória do Lodo Recirculado, além do redirecionamento desta contribuição para o Tanque de Aeração, mais para adiante, possivelmente após o término das obras de medição de vazão da entrada e saída da ETE; - Continuamos a estudar ainda, dentre outras coisas: viabilizar o encaminhamento do lodo descartado para o Adensador e posteriormente para os Leitos de Secagem (atualmente não há cota para encaminhamento do Adensador para os Leitos de Secagem); realizar a manutenção nas válvulas que são utilizadas para a recirculação do lodo, uma vez que as mesmas se encontram em processo de corrosão, apresentam folga e não se encontram com boa vedação. Página 4 de 23

5 Contudo algumas ações mais imediatas foram realizadas no período de vigência deste relatório, quais sejam: - Demos continuidade na limpeza e conservação geral das instalações internas e externas da ETE com o corte da grama e a varrição e o jateamento dos tanques e pisos que compõem as mesmas com Lava Jato, realizados pelos operadores, além da limpeza e organização das instalações que compõem o Prédio Administrativo, por funcionária contratada para tal, seguindo programação elaborada previamente; - Persistimos aplicando treinamento contínuo nos colaboradores, admitidos em novembro de 2008, incluindo operação e processo aplicado na ETE em referência, análises de monitoramento, rotinas de laboratório, cronograma de limpezas, segurança no trabalho, etc; - Realizamos a limpeza na Caixa de Areia e Elevatória que recebe o esgoto bruto que aflui a Estação de Tratamento de Esgoto em referência, com auxílio do caminhão Hidrovácuo e com equipe disponibilizada para tal; - Recebemos a válvula de retenção de 4, adquirida para ficar de reserva para a bomba 1, de recalque de esgoto bruto; - Demos continuidade à coleta e realização de análises por laboratório externo (AMPROLAB), credenciado pela CETESB, para monitoramento da ETE e atendimento à Licença de Operação. A coleta, composta, foi realizada em 10/02/2009, no período de 8 às 18:00 hs. Esses resultados estão disponibilizados em anexo. Ao verificarmos os resultados das análises observamos que todos os parâmetros analisados na saída do processo (esgoto tratado), pelo laboratório contratado, atendem aos Padrões Estabelecidos pelas Legislações Ambientais, referenciadas nos Relatórios de Análises Nºs e Houve uma redução em termos da DBO em 83,93 % e a concentração da DBO no esgoto tratado foi de 45 mg/l, sendo que a Legislação (CETESB; artigo 18) exige 80 % ou 60 mg/l, respectivamente. Página 5 de 23

6 ETE - Vila Bela Na ETE Vila Bela demos prosseguimento a algumas ações que identificamos necessárias, que foram relacionadas no relatório referente ao mês de julho de 2008, quais sejam: - Reprogramamos o início das obras para a instalação dos medidores de vazão, entrada e saída da ETE, com a empresa que executará o serviço, para quando do término das obras na ETE Campo do Galvão, ou seja, meados de março de Os medidores de vazão e a Calha Parshall, a ser instalada para a leitura da vazão do esgoto tratado (a do esgoto bruto já se encontra instalada), já estão nas nossas instalações, prontos para serem instalados quando do término das obras; - Estaremos definindo a empresa e o período de início das obras para a construção da Estação Elevatória do Lodo Recirculado, além do redirecionamento desta contribuição para o Tanque de Aeração, mais para adiante, possivelmente após o término das obras de medição de vazão da entrada e saída da ETE; Continuamos estudando ainda, dentre outras coisas : reavaliar o uso dos Adensadores de Lodo no processo, uma vez que o lodo decantado vem sendo encaminhado para a Elevatória do Esgoto Bruto e os descartes não são realizados de acordo com freqüência estabelecida a fim de manter o equilíbrio de lodo do sistema; De qualquer forma foram realizadas algumas ações mais imediatas, no período de vigência desse Relatório, quais sejam : - Demos continuidade na limpeza e conservação geral das instalações internas e externas da ETE com a varrição e o jateamento dos tanques e pisos que compõem as mesmas com Lava Jato, realizados pelos operadores, além da limpeza e organização das instalações que compõem o Prédio Administrativo, por funcionária contratada para tal, seguindo programação elaborada previamente; - Persistimos aplicando treinamento contínuo nos colaboradores, admitidos em novembro de 2008, incluindo operação e processo aplicado na ETE em referência, análises de monitoramento, rotinas de laboratório, cronograma de limpezas, segurança no trabalho, etc; Página 6 de 23

7 - Realizamos novamente a limpeza na Caixa de Areia e Elevatória que recebe o esgoto bruto que aflui a Estação de Tratamento de Esgoto em referência, com auxílio do caminhão Hidrovácuo e com equipe disponibilizada para tal, uma vez somente nesse mês de fevereiro; - Substituímos o aerador 1, que apresentou barulho anormal, encaminhando-o para reparos em empresa credenciada pata tal; - Substituímos a bóia de nível alto, que apresentou problemas, do poço da Elevatória de Esgoto Bruto; - Realizamos uma revisão criteriosa nas instalações elétricas, tanto interna quanto externa, da ETE Vila bela; - Demos continuidade à coleta e realização de análises por laboratório externo (AMPROLAB), credenciado pela CETESB, para monitoramento da ETE e atendimento à Licença de Operação. A coleta, composta, foi realizada em 10/02/2009, no período de 8 às 18:00 hs. Os resultados estão disponibilizados em anexo. Ao verificarmos os resultados das análises observamos que todos os parâmetros analisados na saída do processo (esgoto tratado), pelo laboratório contratado, atendem aos Padrões Estabelecidos pelas Legislações Ambientais, referenciadas nos Relatórios de Análises Nº e Houve uma redução em termos da DBO em 69,23 % e a concentração da DBO no esgoto tratado foi de 12 mg/l, sendo que a Legislação (CETESB; artigo 18) exige 80 % ou 60 mg/l, respectivamente. A eficiência de tratamento ficou bem aquém do que se observa normalmente (69,23 %), muito em função da grande incidência de chuvas no período, inclusive no dia em que foi realizada a coleta, o que dilui em demasia a concentração da DBO do esgoto bruto, que aflui a ETE (39 mg/l no dia da coleta). Página 7 de 23

8 ETE Pedrinha Com relação às alterações que identificamos a necessidade de serem realizadas na ETE em questão, que foram registradas no relatório referente ao mês de julho de 2008, cumpre-nos informar que : - As obras necessárias para a instalação dos medidores de vazão, entrada e saída da ETE, bem como a compra dos medidores de vazão ultrasônicos, serão reprogramadas para após a definição do redirecionamento do lançamento do esgoto tratado da ETE, exigido pela CETESB, e que vem sendo discutido e tratado pela SAEG junto ao Órgão Ambiental; Persistimos estudando ainda, dentre outras coisas : viabilizar de forma efetiva o descarte de lodo para o Leito de Secagem com a construção de Elevatória de Recirculação de Lodo, instalar medidor de vazão do recirculado, além de encaminhar essa contribuição para o Tanque de Aeração (TA), de forma contínua, realizando contato com novas empresas.o serviço será realizado dentro de um cronograma de prioridades, estabelecido pela CAB; No entretanto foram realizadas algumas ações mais imediatas, no período de vigência desse relatório, quais sejam : - Continuidade na limpeza e conservação geral das instalações internas e externas da ETE com a varrição, a roçada da grama, a pintura do meio fio com cal, o jateamento dos tanques e pisos que compõem as mesmas com Lava Jato, serviços realizados pelos operadores. A limpeza e a organização das instalações que compõem o Prédio Administrativo também foram realizadas pelos operadores da ETE; - Recebemos a válvula de retenção de 3, adquirida para a instalação na linha de recalque da bomba de esgoto bruto. A sua instalação será realizada seguindo programação estabelecida pata tal; - Persistimos aplicando treinamento contínuo nos colaboradores, admitidos em novembro de 2008, incluindo operação e processo aplicado na ETE em referência, análises de monitoramento, rotinas de laboratório, cronograma de limpezas, segurança no trabalho, etc; Página 8 de 23

9 - Demos continuidade à coleta e realização de análises por laboratório externo (AMPROLAB), credenciado pela CETESB, para monitoramento da ETE e atendimento à Licença de Operação. A coleta, composta, foi realizada em 10/02/2009, no período de 8 às 18:00 hs. Esses resultados estão disponibilizados em anexo. Ao verificarmos os resultados das análises observamos que todos os parâmetros analisados na saída do processo (esgoto tratado), pelo laboratório contratado, atendem aos Padrões Estabelecidos pelas Legislações Ambientais, referenciadas nos Relatórios de Análises Nº e Houve uma redução em termos da DBO em 68,18 % e a concentração da DBO no esgoto tratado foi de 28 mg/l, sendo que a Legislação (CETESB; artigo 18) exige 80 % ou 60 mg/l, respectivamente. A eficiência de tratamento ficou bem aquém do que se observa normalmente (68,18 %), muito em função da grande incidência de chuvas no período, inclusive no dia em que foi realizada a coleta, o que dilui em demasia a concentração da DBO do esgoto bruto, que aflui a ETE (88 mg/l no dia da coleta). Página 9 de 23

10 Integração entre os colaboradores da SAEG e CAB Realizamos no dia 11 de fevereiro de 2009, nas instalações da ETE Campo do Galvão, com início às 08:00 hs, um evento de integração entre os colaboradores da CAB Guaratinguetá e da SAEG, mais especificamente do 0800, com as presenças do Diretor Presidente da SAEG, Sr. André Luis de Paula Marques, e da diretora da CAB Guaratinguetá, a Engª Sueli Oliveira, na intenção de estreitar e afinar o relacionamento, além de definir alguns procedimentos e tirar algumas dúvidas que norteiam o trabalho desenvolvido pelas empresas diariamente. Posteriormente foi servido um café da manhã para todos, onde a confraternização entre os colaboradores da CAB Guaratinguetá e do 0800 da SAEG ocorreu com grande evidência. O evento foi um momento de descontração, bem agradável, com duração de aproximadamente 90 minutos. Página 10 de 23

11 Relato Fotográfico do Evento de Integração Página 11 de 23

12 Redes Coletoras de Esgoto O mês de fevereiro de 2009 foi marcado pelo aperfeiçoamento da comunicação entre a CAB Guaratinguetá e a SAEG, houve maior interação entre os colaboradores envolvidos nos processos de execução das Ordens de Serviço e compartilhamento diário das informações das mesmas. Com isto, foi mais eficaz o controle e a execução das Ordens de Serviço. No dia 10 deste mês, a CAB Guaratinguetá reuniu seus colaboradores para o lançamento do Manual de Etiqueta no Trabalho, que consiste em oferecer aos colaboradores a oportunidade de melhorar a comunicação verbal, visando a Imagem da empresa, e fortalecer seus hábitos de higiene pessoal e, em conseqüência, sua qualidade de vida. As fortes chuvas ocorridas durante o mês saturaram as redes de esgoto dos bairros: Campo do Galvão, Jardim do Vale, Jardim Esperança, Jardim Rony e São Manoel, causando alguns casos atípicos de retorno e vazamentos de esgoto. Página 12 de 23

13 Demanda das Ordens de Serviço (OS) Durante o mês de fevereiro de 2009, foram emitidas XXX Ordens de Serviço. Neste universo de OS s geradas, foram concluídas XXX. Em Fevereiro de 2009, foram registrados alguns casos atípicos, sendo os principais a destacar: Deslizamento de Terra Rua Coronel Tamarino, 900, Pedreira. No dia 31 de janeiro de 2009, por volta das 12 horas, a Defesa Civil entrou em contato com o atendimento 0800 da SAEG solicitando vistoria na Rua Coronel Tamarindo, 900, Pedreira, pois havia ocorrido um deslizamento de terra próximo a uma rede de esgoto. A supervisão de manutenção da CAB Guaratinguetá esteve no local às 13h30 e confirmou a existência de uma rede de coletora de esgoto, que desce o barranco e atravessa o quintal do imóvel mencionado. Logo no início da verificação, foi constatado que o material da rede é PVC e não estava obstruída ou vazando. No dia 02 de fevereiro, a supervisão da CAB retornou ao local com o Presidente da SAEG Dr. André Luiz de Paula Marques e com o Secretário dos Serviços Urbanos Sr. José Benedito Angelieri (Zecão), toda a extensão da rede foi percorrida para conferir suas condições atuais. Nesta ocasião, foi acordado que a prefeitura iria voltar ao local, fazer outra inspeção e apontar uma solução para reduzir o volume de água de chuva que corre sobre o barranco. O presidente da SAEG também sugeriu uma nova vistoria acompanhada do colaborador da SAEG Tonho Baiano, responsável pela execução da rede. No dia seguinte a supervisão da CAB esteve no local com o colaborador Tonho Bahiano e não constatou nenhuma anormalidade na rede que poderia ter causado o deslizamento. Página 13 de 23

14 Relato Fotográfico Deslizamento de terra Rua Coronel Tamarindo, 900, Pedreira OS Nº / Desentupir Ramal Rua Almirante Barroso, 93, Centro. No dia 02 de fevereiro de 2009, o proprietário do Restaurante Esperança solicitou à SAEG por meio da Ordem de Serviço Nº / o desentupimento do ramal de esgoto. A equipe esteve no local no mesmo dia com o caminhão hidrojato, mas não houve sucesso, pois havia muita gordura na tubulação das redes interna e coletora da rua. Como o ramal não tem caixa de inspeção, no dia seguinte, a equipe abriu na calçada, onde a mangueira do hidrojato bateu, para localizar a obstrução do ramal. O serviço durou o dia todo, foram várias tentativas de desentupir as redes e, no início da noite, a equipe conseguiu desobstruir o ramal e a rede da rua. Foi retirada grande quantidade de gordura em estado sólido. Todo o trabalho foi acompanhado pelo proprietário do restaurante, que assumiu o compromisso de fazer a caixa de inspeção na calçada. Dois dias após a conclusão do serviço, a supervisão de manutenção da CAB Guaratinguetá fez uma vistoria na rede coletora em questão e, constatou que a mesma estava saturada, novamente, com grande volume de gordura. Também foi observado que nesta rua não existe outros estabelecimentos alimentícios que poderiam estar lançando gordura na rede de esgoto. Página 14 de 23

15 Contudo, a CAB Guaratinguetá solicita à SAEG que oriente o responsável pelo Restaurante Esperança da necessidade de possuir e fazer corretamente a manutenção das caixas de gordura. Relatório Fotográfico Ramal entupido, muita gordura. Rua Almirante Barroso, 93, Centro. OS / Desentupir ramal Rua Das Orquídeas, 236 Vila Rosa. No dia 20 de janeiro de 2009, foi emitida Ordem de Serviço Nº / referente ao serviço de desentupimento de ramal de esgoto, a equipe da CAB Guaratinguetá esteve no local, no mesmo dia, e desobstruiu o ramal, mas observou que o mesmo escoava com muita lentidão. Outras tentativas foram feitas dois dias depois, mas não houve sucesso. Página 15 de 23

16 Considerando a péssima condição do ramal e da caixa de inspeção da usuária, concluiu-se que era necessário substituir o ramal. O serviço foi programado e, iniciado no dia 04 de fevereiro, logo no início da escavação foi detectado uma rede auxiliar, que estava com 25 metros de sua extensão comprometida. Portanto, além da substituição do ramal, os 25 metros da rede auxiliar, que era manilha de cerâmica, foram trocados por tubo PVC corrugado Ocre. Relatório Fotográfico Rede e ramal danificados. Rua das Orquídeas, 236, Vila Rosa. Página 16 de 23

17 . OS / Desentupir ramal Rua Geraldo Rezende, 715, Santa Luzia. Foi emitida, no dia 06 de fevereiro de 2009, a Ordem de Serviço Nº / referente ao desentupimento de ramal de esgoto na Rua Geraldo Rezende, 715, Santa Luzia. A equipe da CAB Guaratinguetá esteve no local no mesmo dia e constatou um volume muito grande de pedra dentro do PV (Posso de Visita). As pedras foram retiradas e quando o caminhão hidrojato estava desobstruindo a rede a mangueira enroscou. Foi necessário abrir a rua para retirar a mangueira e substituir três metros da manilha de cerâmica por tubo de PVC. No dia 10 de fevereiro, novamente foi emitida uma OS de vazamento no mesmo PV. A equipe esteve no local e, outra vez, o PV estava com muita pedra. Diante da repetição da circunstância em curto prazo, a supervisão de manutenção da CAB Guaratinguetá verificou as demais redes ao redor e identificou uma rede desativada, que terminava no PV em referência. Parte desta rede estava quebrada pela erosão causada pelas fortes chuvas, sendo o ponto de escoamento das pedras e terra para dentro do PV. Relato fotográfico Página 17 de 23

18 Rede geral quebrada, com muita pedra. Rua Geraldo Rezende, 715, Santa Luzia. Rua Comendador João Galvão, 51, Centro. O gerente da loja Oscar Calçados fez contato com a supervisão de manutenção da CAB Guaratinguetá, no dia 11 de fevereiro de 2009, solicitando atendimento com caráter emergencial. Segundo ele, depois da chuva o PV (Poço de Visita), localizado no interior do imóvel, transbordou e vazou pelas instalações da loja. A supervisão da CAB disse que a equipe estava a caminho, mas que ele deveria ligar no atendimento 0800 da SAEG e solicitar uma Ordem de Serviço, o que não ocorreu. Considerando que este problema já é de conhecimento da supervisão da CAB, a equipe levou ferramentas manuais para fazer a desobstrução da rede. Normalmente, este problema ocorre devido ao grande volume de gordura lançado na rede pelos estabelecimentos alimentícios, instalados na mesma rua, acima da loja. O serviço foi executado, mas foi observado que o problema não estava totalmente solucionado. A equipe verificou outro ponto da rede coletora e identificou que a mesma estava obstruída. Com o auxílio do caminhão hidrojato, logo na primeira tentativa, a equipe retirou da rede 06 garrafas plásticas de 500ml. Página 18 de 23

19 Relato fotográfico Ramal entupido. Rua Comendador João Galvão, 51, Centro. Extensão de rede de esgoto na Rodovia Paulo Virgílio O Departamento de Estrada de Rodagem (DER) concluiu no dia 07 de fevereiro de 2009 a canalização de uma vala de água pluvial onde também era lançado o esgoto das residências próximas a esta vala. Como a cidade de Guaratinguetá trabalha com redes separativas, água pluvial e esgoto, foi necessário canalizar três pontos de esgoto lançavam, visivelmente, os dejetos nesta vala. O local tem aproximadamente 40 metros de extensão linear de casas, e a rede coletora foi feita em um trecho de 30 metros para captar as descargas visíveis, pois logo acima deste ponto existe uma descarga que depende de algumas adequações dos imóveis para conectar o ramal na rede coletora. Segundo os moradores, os três pontos de esgoto captados atendem também algumas residências mais afastadas das margens da vala. Em anexo, segue croqui, ilustrando esta descrição. Página 19 de 23

20 Relato fotográfico Extensão de rede. Rodovia Paulo Virgilio. Página 20 de 23

21 Relato Fotográfico de alguns trabalhos rotineiros durante o mês de Fevereiro de 2009 OS Nº / Rede geral quebrada - 02/02/2009 Rua Raulino José da Silva, 38, Tamandaré. OS Nº / Vazamento de esgoto 15/02/2009 Rua Safira, 222, Jardim Aeroporto. Página 21 de 23

22 OS Nº / Desentupir ramal 20/02/2009. Rua José de Carvalho Meirelles, 53, Santa Luzia. OS Nº / Substituição de ramal 24/02/2009 Rua Almirante Barroso, 90, Centro. A seguir apresentamos a listagem geral de todas as OS`s geradas no mês de Fevereiro de 2009, bem como o resumo por tipo de serviço e respectivos gráficos. Página 22 de 23

23 Página 23 de 23

INDICE. Introdução:... 2. Estações Elevatórias de Esgoto... 2. Estações de Tratamento de Esgoto... 4

INDICE. Introdução:... 2. Estações Elevatórias de Esgoto... 2. Estações de Tratamento de Esgoto... 4 INDICE Introdução:... 2 Estações Elevatórias de Esgoto... 2 Estações de Tratamento de Esgoto... 4 Página 1 de 16 Introdução: Este relatório apresenta os serviços realizados no mês de maio de 2009, conforme

Leia mais

INDICE. Introdução:... 2. Estações Elevatórias de Esgoto... 2. Estações de Tratamento de Esgoto... 4

INDICE. Introdução:... 2. Estações Elevatórias de Esgoto... 2. Estações de Tratamento de Esgoto... 4 INDICE Introdução:... 2 Estações Elevatórias de Esgoto... 2 Estações de Tratamento de Esgoto... 4 Página 1 de 18 Introdução: Este relatório apresenta os serviços realizados no mês de abril de 2009, conforme

Leia mais

INDICE. Introdução:... 2. Estações Elevatórias de Esgoto... 2. Estações de Tratamento de Esgoto... 5

INDICE. Introdução:... 2. Estações Elevatórias de Esgoto... 2. Estações de Tratamento de Esgoto... 5 INDICE Introdução:... 2 Estações Elevatórias de Esgoto... 2 Estações de Tratamento de Esgoto... 5 Página 1 de 21 Introdução: Este relatório apresenta os serviços realizados no mês de março de 2009, conforme

Leia mais

Durante o mês de janeiro de 2009, foram emitidas 437 Ordens de Serviço. Neste universo de OS s geradas, foram concluídas 429.

Durante o mês de janeiro de 2009, foram emitidas 437 Ordens de Serviço. Neste universo de OS s geradas, foram concluídas 429. Redes Coletoras de Esgoto O mês de janeiro de 2009 foi marcado pelo aumento do número de Ordens de Serviços (OS) causado pela grande incidência de chuvas, elevando significativamente os casos de afundamentos

Leia mais

INDICE. Introdução... 2. Estações Elevatórias de Esgoto... 2. Estações de Tratamento de Esgoto... 5

INDICE. Introdução... 2. Estações Elevatórias de Esgoto... 2. Estações de Tratamento de Esgoto... 5 INDICE Introdução... 2 Estações Elevatórias de Esgoto... 2 Estações de Tratamento de Esgoto... 5 Página 1 de 19 Introdução: Este relatório apresenta os serviços realizados no mês de outubro de 2009, conforme

Leia mais

Relatório mensal das atividades

Relatório mensal das atividades Relatório mensal das atividades Novembro/2010 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 02 ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS DE ESGOTO... 03 ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTO... 06 CONSUMO DE ÁGUA E ENERGIA ELÉTRICA... 19 INVESTIMENTOS...

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL ANO - 7 NOVEMBRO/2014

RELATÓRIO MENSAL ANO - 7 NOVEMBRO/2014 RELATÓRIO MENSAL ANO - 7 NOVEMBRO/2014 TERMO DE CONTRATO DE PARCERIA PÚBLICO PRIVADA CONTRATANTE: SAEG Companhia de Serviços de Água, Esgoto e Resíduos de Guaratinguetá. OBJETO: Prestação de Serviços público

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL JULHO/2013

RELATÓRIO MENSAL JULHO/2013 RELATÓRIO MENSAL JULHO/2013 TERMO DE CONTRATO DE PARCERIA PÚBLICO PRIVADA CONTRATANTE: SAEG Companhia de Serviços de Água, Esgoto e Resíduos de Guaratinguetá OBJETO: Prestação de Serviços público para

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL ANO - 6 NOVEMBRO/2013

RELATÓRIO MENSAL ANO - 6 NOVEMBRO/2013 RELATÓRIO MENSAL ANO - 6 NOVEMBRO/2013 TERMO DE CONTRATO DE PARCERIA PÚBLICO PRIVADA CONTRATANTE: SAEG Companhia de Serviços de Água, Esgoto e Resíduos de Guaratinguetá OBJETO: Prestação de Serviços público

Leia mais

INDICE. Introdução... 2. Estações Elevatórias de Esgoto... 2. Estações de Tratamento de Esgoto... 6

INDICE. Introdução... 2. Estações Elevatórias de Esgoto... 2. Estações de Tratamento de Esgoto... 6 INDICE Introdução... 2 Estações Elevatórias de Esgoto... 2 Estações de Tratamento de Esgoto... 6 Introdução: Este relatório apresenta os serviços realizados no mês de junho de 2010, conforme prevê o contrato

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL ANO - 7 DEZEMBRO/2014

RELATÓRIO MENSAL ANO - 7 DEZEMBRO/2014 RELATÓRIO MENSAL ANO - 7 DEZEMBRO/2014 TERMO DE CONTRATO DE PARCERIA PÚBLICO PRIVADA CONTRATANTE: SAEG Companhia de Serviços de Água, Esgoto e Resíduos de Guaratinguetá. OBJETO: Prestação de Serviços público

Leia mais

INDICE. Introdução... 2. Estações Elevatórias de Esgoto... 2. Estações de Tratamento de Esgoto... 7

INDICE. Introdução... 2. Estações Elevatórias de Esgoto... 2. Estações de Tratamento de Esgoto... 7 INDICE Introdução... 2 Estações Elevatórias de Esgoto... 2 Estações de Tratamento de Esgoto... 7 Introdução: Este relatório apresenta os serviços realizados no mês de julho de 2010, conforme prevê o contrato

Leia mais

Asfalto da rotatória reconstituído no dia 03 de dezembro de 2009

Asfalto da rotatória reconstituído no dia 03 de dezembro de 2009 Redes Coletoras de Esgoto Neste mês de dezembro de 2009 foi concluída a obra do coletor de esgoto da Rodovia Aristeu Vieira Vilela, possibilitando que as ligações de esgoto do pólo industrial sejam feitas

Leia mais

REGISTRO DE ATIVIDADES DO PROCESSO (RAP)

REGISTRO DE ATIVIDADES DO PROCESSO (RAP) REGIONAIS 5.9.8.1 Executar rotina geral de manutenção da ETE REGIONAIS 5.9.8.2 Executar a manutenção geral das elevatórias das ETEs REGIONAIS 5.9.8.3 Executar a manutenção dos conjuntos motobombas Executar

Leia mais

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior Elevatórias de Esgoto Sanitário Profª Gersina N.R.C. Junior Estações Elevatórias de Esgoto Todas as vezes que por algum motivo não seja possível, sob o ponto de vista técnico e econômico, o escoamento

Leia mais

Copasa obtém resultados eficientes no tratamento de esgoto em Serro

Copasa obtém resultados eficientes no tratamento de esgoto em Serro Copasa obtém resultados eficientes no tratamento de esgoto em Serro Inaugurada há pouco mais de 3 anos, Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) garante melhorias na qualidade da água do córrego Lucas, que

Leia mais

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 195

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 195 Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 195 Manutenção e Operacionalização da Administração SUB-FUNÇÃO: 122 ADMINISTRAÇÃO GERAL Prover o SAAE de recursos materiais e humanos para o bom desenvolvimento

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE PROGRAMA Nº- 148

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE PROGRAMA Nº- 148 PROGRAMA Nº- 148 GESTÃO E CONTROLE DE PERDAS FUNÇÃO: 17 SANEAMENTO SUB-FUNÇÃO: 512 SANEAMENTO BÁSICO URBANO - Reduzir perdas de água reais e aparentes; reduzir os custos de exploração, produção e distribuição

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS Drenagem de Bacias SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS PROGRAMA Nº - 035 Garantir a captação e drenagem das bacias hidrográficas; Eliminar pontos de alagamento junto a córregos e canais; Proteger as margens

Leia mais

SUMARÉ RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE. Relatório R3 Continuação do Diagnóstico e Não Conformidades

SUMARÉ RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE. Relatório R3 Continuação do Diagnóstico e Não Conformidades RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ PRESTADOR: DAE DEPARTAMENTO DE ÁGUA E ESGOTO Relatório R3 Continuação do Diagnóstico e Não Conformidades Americana,

Leia mais

ESGOTAMENTO. Conceitos básicosb

ESGOTAMENTO. Conceitos básicosb ESGOTAMENTO SANITÁRIO Conceitos básicosb Interrelação entre captação de água e lançamento de esgotos ESGOTO SANITÁRIO ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO (ETE) ÁREA URBANA COM REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA

Leia mais

Gráfico 1 Gráfico indicador GRMD ISP13 fonte: RG disponíveis no site do PNQS

Gráfico 1 Gráfico indicador GRMD ISP13 fonte: RG disponíveis no site do PNQS ORGANOGRAMA A. A OPORTUNIDADE A.1 Qual foi a oportunidade de melhoria de gestão (problema, desafio, dificuldade), solucionada pela prática de gestão implementada? Desde 1999, a OC utiliza o Modelo de Excelência

Leia mais

GT/FE/ Número / versão / ano ENG/CA/050/01/08 Data de aprovação 05.11.2008 Doc. de aprovação Resolução nº 4951/08

GT/FE/ Número / versão / ano ENG/CA/050/01/08 Data de aprovação 05.11.2008 Doc. de aprovação Resolução nº 4951/08 NORMA GT/FE/ Número / versão / ano ENG/CA/050/01/08 Data de aprovação 05.11.2008 Doc. de aprovação Resolução nº 4951/08 CADASTRO TÉCNICO DE SISTEMAS DE SUMÁRIO 1 OBJETIVO... 2 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 2

Leia mais

Sistema de Esgoto. Materiais das Tubulações. Profª Gersina Nobre

Sistema de Esgoto. Materiais das Tubulações. Profª Gersina Nobre Sistema de Esgoto Materiais das Tubulações Profª Gersina Nobre Materiais das tubulações Fatores que devem ser observados na escolha: Resistência a cargas externas; Resistência a abrasão e a ataque químico;

Leia mais

ESGOTO. Doméstico e Não Doméstico (COMO OBTER A LIGAÇÃO) ATENÇÃO: LEIA AS INSTRUÇÕES DESTE FOLHETO, ANTES DE CONSTRUIR O RAMAL INTERNO DE SEU IMÓVEL.

ESGOTO. Doméstico e Não Doméstico (COMO OBTER A LIGAÇÃO) ATENÇÃO: LEIA AS INSTRUÇÕES DESTE FOLHETO, ANTES DE CONSTRUIR O RAMAL INTERNO DE SEU IMÓVEL. ESGOTO Doméstico e Não Doméstico (COMO OBTER A LIGAÇÃO) ATENÇÃO: LEIA AS INSTRUÇÕES DESTE FOLHETO, ANTES DE CONSTRUIR O RAMAL INTERNO DE SEU IMÓVEL. ESGOTO DOMÉSTICO Definição: esgoto gerado nas residências

Leia mais

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: O sistema conta com dois mananciais, ambos com captações superficiais:

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: O sistema conta com dois mananciais, ambos com captações superficiais: 3.8 SÃO JOÃO NEPOMUCENO Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul A Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA, é o órgão responsável pela operação e manutenção

Leia mais

A seguir, far-se-á a descrição das unidades operacionais dos referidos sistemas:

A seguir, far-se-á a descrição das unidades operacionais dos referidos sistemas: 3.4 MURIAÉ Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul Os sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário da cidade de Muriaé são operados e mantidos

Leia mais

RELATÓRIO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS 3º TRIMESTRE DE 2009

RELATÓRIO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS 3º TRIMESTRE DE 2009 PSBJ- Programa de Saneamento da Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes RELATÓRIO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS 3º TRIMESTRE DE 2009 As obras (tanto as concluídas quanto as em andamento)

Leia mais

3.3 CATAGUASES. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, a responsabilidade pela sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local.

3.3 CATAGUASES. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, a responsabilidade pela sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local. Da caixa de areia a água chega às quatro câmaras onde estão interligadas as tubulações de sucção das bombas, essas unidades de bombeamento são em número de quatro, cada uma com capacidade de recalque de

Leia mais

CORSAN SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE SANTA MARIA -RS

CORSAN SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE SANTA MARIA -RS CORSAN SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE SANTA MARIA -RS 1960: O Saneamento Básico era atendido exclusivamente pelos municípios com apoio dos Estados. As cidades brasileiras tinham cerca de 50% dos seus

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO SISTEMAS DE ESGOTO SANITÁRIO Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br

Leia mais

Laudo de Vistoria Ambiental ÁREA DE ESTUDO

Laudo de Vistoria Ambiental ÁREA DE ESTUDO Laudo de Vistoria Ambiental I Identificação da Propriedade: Associação Condomínio Parque Primavera CNPJ 60.549.656/0001-90 Rua Eurico Gaspar Dutra 255 - Carapicuíba CEP 06342-200 ÁREA DE ESTUDO II Característica

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTOS - 2011

RELATÓRIO ANUAL DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTOS - 2011 RELATÓRIO ANUAL DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTOS - 2011 INTRODUÇÃO: O objetivo deste relatório é apresentar os resultados, do ano de 2011, de qualidade dos efluentes da estação de tratamento de esgotos

Leia mais

3.5 SANTOS DUMONT. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local, através da Secretaria de Obras.

3.5 SANTOS DUMONT. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local, através da Secretaria de Obras. Esta unidade compõe-se de três conjuntos moto-bombas idênticos, dos quais dois operam em paralelo, ficando o terceiro como unidade de reserva e/ou rodízio. Estão associados, cada um, a um motor elétrico

Leia mais

Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR

Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR Segunda 15 às 17h IC III sala 16 Turma: 2015/1 Profª. Larissa Bertoldi larabertoldi@gmail.com Aula de hoje.. Tratamento Preliminar Gradeamento Desarenador

Leia mais

Protegida pelas últimas ramificações da Serra da Mantiqueira, em pleno vale do Rio Camanducaia.

Protegida pelas últimas ramificações da Serra da Mantiqueira, em pleno vale do Rio Camanducaia. MONTEALEGRE ALEGRE DO MONTE DOSUL SUL Protegida pelas últimas ramificações da Serra da Mantiqueira, em pleno vale do Rio Camanducaia. MONTE ALEGRE DO SUL Área 110,306 km² População (estimativa para 2014)

Leia mais

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E/OU ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE EMPREENDIMENTOS

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E/OU ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE EMPREENDIMENTOS DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E/OU ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE EMPREENDIMENTOS ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. PROCEDIMENTOS... 3 3. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS...

Leia mais

3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO

3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO 3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul Em Visconde de Rio Branco, o sistema público de abastecimento de água é operado e mantido pela

Leia mais

Amplia-se a rede de esgoto na capital da República

Amplia-se a rede de esgoto na capital da República Distrito Federal Água e Esgoto Amplia-se a rede de esgoto na capital da República Com a proclamação da República, em 1889, a Inspetoria Geral de Obras Públicas passou a se chamar Inspeção Geral das Obras

Leia mais

SISTEMA COMPACTO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES SANITÁRIOS

SISTEMA COMPACTO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES SANITÁRIOS SISTEMA COMPACTO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES SANITÁRIOS ETE 600L 2 Cuidando do Meio Ambiente Anderson Müller Larrymar Ruoso Memorial Descritivo, Justificativa, Memória de Cálculo e Procedimentos de Operação

Leia mais

Esgotamento Sanitário

Esgotamento Sanitário CAPÍTULO 14 Esgotamento Sanitário Impacto socioambiental das práticas de esgotamento sanitário 14. 1 Soluções de esgotamento sanitário 14. 2 Modelo de gestão para o saneamento integrado 14. 3 245 14. 1

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO

MANUAL DE INSTALAÇÃO MANUAL DE INSTALAÇÃO Os equipamentos do Kit Chuva atendem as exigências da norma NBR 15527: Água de chuva - Aproveitamento de coberturas em áreas urbanas para fins não potáveis Requisitos. KIT CHUVA Filtro

Leia mais

SISTEMA ALTERNATIVO DE TRATAMENTO DE ESGOTO Tanque séptico e Filtro Anaeróbio com fluxo ascendente EMEI Princesinha

SISTEMA ALTERNATIVO DE TRATAMENTO DE ESGOTO Tanque séptico e Filtro Anaeróbio com fluxo ascendente EMEI Princesinha SISTEMA ALTERNATIVO DE TRATAMENTO DE ESGOTO Tanque séptico e Filtro Anaeróbio com fluxo ascendente EMEI Princesinha Carazinho, RS, 30 de junho de 2014. APRESENTAÇÃO OBRA: Tanque Séptico Escola Municipal

Leia mais

Opersan Resíduos Industriais Sociedade Ltda. 3º Prêmio FIESP de Conservação e Reuso de Água

Opersan Resíduos Industriais Sociedade Ltda. 3º Prêmio FIESP de Conservação e Reuso de Água Opersan Resíduos Industriais Sociedade Ltda. 3º Prêmio FIESP de Conservação e Reuso de Água Projeto de Reuso de Água Eng. Juliano Saltorato Fevereiro 2008 1) Identificação da Empresa: Endereço completo

Leia mais

RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 75, DE 14 DE JANEIRO DE 2015

RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 75, DE 14 DE JANEIRO DE 2015 RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 75, DE 14 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre a revisão tarifária dos serviços de abastecimento de água tratada, esgotamento sanitário e demais preços públicos a ser aplicado no Município

Leia mais

RHS CONTROLS Recursos Hídricos e Saneamento Ltda

RHS CONTROLS Recursos Hídricos e Saneamento Ltda A laje sanitária do poço está em boas condições atendendo a padronização do DAEE. O funcionamento do poço P5 ocorre com timer, no período entre 5:00 e 22:00 horas. Assim, deve-se instalar um sistema de

Leia mais

Caixa d Água. Materiais necessários. Anotações. 0800 771 0001 odebrechtambiental.com odebrecht.amb

Caixa d Água. Materiais necessários. Anotações. 0800 771 0001 odebrechtambiental.com odebrecht.amb Materiais necessários Separe todo o material que será utilizado para a limpeza do seu reservatório. Anotações Papai, precisamos separar o material de limpeza. Claro, filha! Caixa d Água SAIBA COMO LIMPAR

Leia mais

Construção da Rede Coletora de Esgoto. Profª Gersina N.R.C. Junior

Construção da Rede Coletora de Esgoto. Profª Gersina N.R.C. Junior Construção da Rede Coletora de Esgoto Profª Gersina N.R.C. Junior Instalação da Rede Coletora de Esgoto Assentamento do Coletor Transportar os tubos da superfície do terreno para o fundo da vala, que em

Leia mais

ANEXO 01 MEMORIAL DESCRITIVO

ANEXO 01 MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO 01 MEMORIAL DESCRITIVO SERVIÇO PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO DAS ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS DE ESGOTO SANITÁRIO. LOCAL Bairros, Vila da Alimentação, Esmeralda I, Esmeralda II, Altos da

Leia mais

RESOLUÇÃO ARSAE-MG 015, de 24 de janeiro de 2012.

RESOLUÇÃO ARSAE-MG 015, de 24 de janeiro de 2012. RESOLUÇÃO 015, de 24 de janeiro de 2012. Homologa a Norma Técnica T.187/4 Lançamento de Efluentes não Domésticos no Sistema de Esgotamento Sanitário da Companhia de Saneamento de Minas Gerais COPASA MG.

Leia mais

CAPÍTULO 3: ESGOTO SANITÁRIO

CAPÍTULO 3: ESGOTO SANITÁRIO CAPÍTULO 3: ESGOTO SANITÁRIO 155 1. Infraestrutura de Esgotamento Sanitário do município de Vinhedo 1.1. ETE Pinheirinho O município de Vinhedo conta com uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) denominada

Leia mais

LANÇAMENTO DE EFLUENTES

LANÇAMENTO DE EFLUENTES NORMA TÉCNICA T. 187/ 5 LANÇAMENTO DE EFLUENTES NÃO DOMÉSTICOS NO SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA COPASA S I N O R T E Sistema de Normalização Técnica Copasa NORMA TÉCNICA LANÇAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS

Leia mais

NOVOS PACOTES DE ASSISTÊNCIA RESIDENCIAL - A partir de 16/06/2015

NOVOS PACOTES DE ASSISTÊNCIA RESIDENCIAL - A partir de 16/06/2015 NOVOS PACOTES DE ASSISTÊNCIA RESIDENCIAL - A partir de 16/06/2015 Para as contratações e renovações, a partir de 16/06/2015, os planos disponíveis serão: a) Serviço para casa (Plus Casa) Plus Casa Chaveiro

Leia mais

Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário

Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário Giovana Martinelli da Silva Ricardo Franci Gonçalves Universidade Federal do Espírito Santo Índice Evolução Histórica Definição Objetivos Tipos de Sistemas Componentes

Leia mais

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais:

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: A elevatória apresenta três conjuntos moto-bombas (Foto 3), dos quais dois operam em paralelo, ficando um de reserva, cada um associado a um motor elétrico de 150 cv de potência e recalcando uma vazão

Leia mais

Antes de abrir uma vala, consulte a Comgás

Antes de abrir uma vala, consulte a Comgás cartilha ppd final imagem 2/24/06 6:12 PM Page 1 Antes de abrir uma vala, consulte a Comgás 08000 110 197 cadastroderede@comgas.com.br Companhia de Gás de São Paulo Rua das Olimpíadas, 205-10º andar (recepção)

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO HIDRO-SANITÁRIO

MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO HIDRO-SANITÁRIO MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO HIDRO-SANITÁRIO OBRA: UNIDADE DE ACOLHIMENTO ADULTO PREFEITURA MUNICIPAL DE SOBRAL ENDEREÇO: Rua Dinamarca, S/N Sobral - Ceará PROJETO: HIDRO-SANITÁRIO E ÁGUAS PLUVIAIS

Leia mais

RELATÓRIO DE INSTALAÇÃO

RELATÓRIO DE INSTALAÇÃO RELATÓRIO DE INSTALAÇÃO ELEVATÓRIA UNIFAMILIAR - UNIECO-120 LAGOA DA CONCEIÇÃO FLORIANÓPOLIS/SC OUTUBRO/2014 UNIDADE TESTE SUMÁRIO SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 2. A ELEVATÓRIA RESIDENCIAL UNIFAMILIAR UNIECO-120

Leia mais

Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT

Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT Sistema Condominial de Esgotamento Sanitário Elmo Locatelli Ltda PAC/BNDES BACIA D-E Vila Olinda Parque Universitário Sinalização ao longo das

Leia mais

7.815,15 3.0 SERVIÇOS TÉCNICOS 3.1 Locação de valas com nivelamento m 8.186,62 0,75 1,19 1,94 15.882,04

7.815,15 3.0 SERVIÇOS TÉCNICOS 3.1 Locação de valas com nivelamento m 8.186,62 0,75 1,19 1,94 15.882,04 PREFEITURA MUNICIPAL DE ALMIRANTE TAMANDARÉ DO SUL / RS SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO Planilia Orçamentária da Obra Sede do Município de Almirante Tamandaré do Sul / RS TC/PAC 0567 - FUNASA REDE COLETORA

Leia mais

A ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BOMBINHAS ETAPA 2

A ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BOMBINHAS ETAPA 2 A ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BOMBINHAS ETAPA 2 SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA PROBLEMÁTICA POSSÍVEIS SOLUÇÕES ETAPAS OPORTUNIDADES - Ampliação do atendimento (75% de cobertura);

Leia mais

Orientação ao Usuário dos Serviços de Água e Esgoto:

Orientação ao Usuário dos Serviços de Água e Esgoto: Orientação ao Usuário dos Serviços de Água e Esgoto: Todo cidadão tem direitos e deveres para com a sociedade e se cada um fizer sua parte, todos irão ganhar. São direitos de todos os cidadãos, referentes

Leia mais

RELATÓRIO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS 2º TRIMESTRE DE 2009

RELATÓRIO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS 2º TRIMESTRE DE 2009 PSBJ- Programa de Saneamento da Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes RELATÓRIO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS 2º TRIMESTRE DE 2009 As obras (tanto as concluídas quanto as em andamento)

Leia mais

ESTUDO SOBRE O PLANO INTEGRADO DE MELHORIA AMBIENTAL NA ÁREA DE MANANCIAIS DA REPRESA BILLINGS Relatório Final

ESTUDO SOBRE O PLANO INTEGRADO DE MELHORIA AMBIENTAL NA ÁREA DE MANANCIAIS DA REPRESA BILLINGS Relatório Final 32 PROJETO DE EXECUÇÃO DAS OBRAS 32.1 Cronograma de execução e estimativa do custo das obras (1) Cronograma de execução O cronograma de execução da obra, tal como apresentado na Figura 32.1.1, terá início

Leia mais

SISTEMA DE APROVEITAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA - 3P TECHNIK

SISTEMA DE APROVEITAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA - 3P TECHNIK SISTEMA DE APROVEITAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA - 3P TECHNIK INSTALAÇÃO: Figura 1 Para instalação e montagem das conexões, siga os seguintes passos: 1) Os tubos que descem das calhas são conectados nas entradas

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO GUANHÃES MG INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO

Leia mais

Prefeitura Municipal de Bom Despacho Estado de Minas Gerais Secretaria Municipal de Administração

Prefeitura Municipal de Bom Despacho Estado de Minas Gerais Secretaria Municipal de Administração 1. INTRODUÇÃO: Prefeitura Municipal de Bom Despacho Anexo V Laudo de Vistoria Predial Terminal Rodoviário de Passageiros de Bom Despacho O presente Laudo Técnico de Vistoria Predial foi solicitado pela

Leia mais

Apostila Tratamento de Esgoto

Apostila Tratamento de Esgoto Apostila Tratamento de Esgoto Estação de Tratamento de Mulembá - Vitória MISSÃO "Prestar serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário de forma sustentável, buscando a satisfação da sociedade,

Leia mais

Regras, Coberturas e Serviços Assistência Casa

Regras, Coberturas e Serviços Assistência Casa Regras, Coberturas e Serviços Assistência Casa - 1 - Assistência 24h residencial para execução de reparos emergenciais, como: hidráulica, elétrica, desentupimento, chaveiro, quebra-galho e conexão telefônica

Leia mais

ANEXO 01 TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE DE ÁGUA POTÁVEL POR CAMINHÃO PIPA

ANEXO 01 TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE DE ÁGUA POTÁVEL POR CAMINHÃO PIPA ANEXO 01 TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE DE ÁGUA POTÁVEL POR CAMINHÃO PIPA SERVIÇO FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTOS TIPO CAMINHÃO PIPA COM CAPACIDADE DE TRANSPORTE DE 9.000 A

Leia mais

RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO RF / DSB / 02/2012

RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO RF / DSB / 02/2012 AGERSA - Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Cachoeiro de Itapemirim RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO RF / DSB / 02/2012 Sistema de Esgotamento Sanitário SES de Córrego dos Monos

Leia mais

SISTEMA DE COLETA DE ESGOTOS SANITÁRIOS

SISTEMA DE COLETA DE ESGOTOS SANITÁRIOS SISTEMA DE COLETA DE ESGOTOS SANITÁRIOS REDES DE ESGOTO NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO E EXECUÇÃO DE REDE DE ESGOTO SANITÁRIO Deverão ser obedecidas as normas NBR 9649, 8160 e 9648 da ABNT sobre o assunto

Leia mais

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA Diretoria de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente - T Sistema Produtor de Água Mambu - Branco REUNIÃO DO COMITÊ TÉCNICO

Leia mais

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO Projetos de interceptor, emissário por gravidade, estação elevatória de esgoto e linha de recalque,

Leia mais

Manutenção e desenvolvimento das atividades da Secretaria. Atividade mantida. Manutenção da Limpeza pública Cidade Limpa

Manutenção e desenvolvimento das atividades da Secretaria. Atividade mantida. Manutenção da Limpeza pública Cidade Limpa LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - ANEXO III - METAS E PRIORIDADES OBJETIVO ESTRATÉGICO : Prestar serviços urbanos de utilidade pública visando proporcionar melhor qualidade de vida aos cidadãos. PROGRAMA:

Leia mais

Seguro Residencial Itaú. Itaú Seguros de Auto e Residência Plano de Assistência 24 horas

Seguro Residencial Itaú. Itaú Seguros de Auto e Residência Plano de Assistência 24 horas Itaú Seguros de Auto e Residência Plano de Assistência 24 horas I PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO PLANO APARTAMENTO Confira os serviços, limites e critérios a seguir. 1. Solicitação dos serviços Os serviços

Leia mais

O processo de tratamento da ETE-CARIOBA é composto das seguintes unidades principais:

O processo de tratamento da ETE-CARIOBA é composto das seguintes unidades principais: 1.0 ETE CARIOBA A Estação de Tratamento de Esgotos Sanitários denominada ETE- CARIOBA é responsável pelo tratamento de esgotos coletados pelo sistema publico de esgotos sanitários na principal bacia da

Leia mais

SAN.T.IN.NT 33. A.R.T.: Anotação de Responsabilidade Técnica do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura CREA;

SAN.T.IN.NT 33. A.R.T.: Anotação de Responsabilidade Técnica do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura CREA; 1 / 5 SUMÁRIO: 1. FINALIDADE 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3. DEFINIÇÕES 4. PROCEDIMENTOS 5. REFERÊNCIAS 6. ANEXOS 1. FINALIDADE Esta Norma tem como finalidade disciplinar e padronizar os procedimentos para liberação

Leia mais

Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro

Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro Introdução Este manual destina a fornecer informações sobre a construção e dimensionamento do sistema individual de tratamento de esgotos, especialmente

Leia mais

PIRACICABA RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE. Relatório R2 Não Conformidades

PIRACICABA RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE. Relatório R2 Não Conformidades RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE PIRACICABA PRESTADOR: SEMAE SERVIÇO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO Relatório R2 Não Conformidades Americana, maio de 2014 SUMÁRIO

Leia mais

SHS0402 - Instalações Hidráulicas e Sanitárias

SHS0402 - Instalações Hidráulicas e Sanitárias SHS0402 - Instalações Hidráulicas e Sanitárias Fossas sépticas e disposição final dos efluentes Francisco Glaucio Cavalcante de Souza Doutorando em Engenharia Hidráulica e Saneamento Introdução O que fazer

Leia mais

Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT

Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT Sistema Condominial de Esgotamento Sanitário Elmo LocatelliLtda PAC/OGU BACIA LUZ D AYARA Sinalização das ruas onde serão realizadas as escavações

Leia mais

Manual Operacional do Medidor de Vazão Modelo 30.000 l/h

Manual Operacional do Medidor de Vazão Modelo 30.000 l/h Manual Operacional do Medidor de Vazão Modelo 30.000 l/h RUA CARLOS ESSENFELDER, 3087, BOQUEIRÃO - TEL: 41 3286-1401 - FAX: 41 3287-8974 - CEP 81730-060 - CURITIBA - PARANÁ E-MAIL: martim@fabobombas.com.br

Leia mais

Check list e Avaliação. Orientações para preenchimento do Formulário de Inspeção/Vistoria e Subsídios para Avaliação do Sistema

Check list e Avaliação. Orientações para preenchimento do Formulário de Inspeção/Vistoria e Subsídios para Avaliação do Sistema SISTEMA DE ESGOTO ESTÁTICO Check list e Avaliação Orientações para preenchimento do Formulário de Inspeção/Vistoria e Subsídios para Avaliação do Sistema Belo Horizonte, Outubro de 2008 SISTEMA DE ESGOTO

Leia mais

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTOS DE ITAPIRA

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTOS DE ITAPIRA NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO PARA LOTEAMENTOS URBANOS 1 DO OBJETIVO A presente Norma estabelece os requisitos mínimos a serem obedecidos

Leia mais

Esgotos Sanitários: Objetivos de Projeto

Esgotos Sanitários: Objetivos de Projeto OBJETIVO GERAL Esgotos Sanitários: Objetivos de Projeto A instalação de esgoto doméstico tem a finalidade de coletar e afastar da edificação todos os despejos provenientes do uso da água para fins higiênicos,

Leia mais

III CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA OPERADORES DE ETE

III CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA OPERADORES DE ETE III CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA OPERADORES DE ETE Parte Teórica, realizada no Gabinete da Prefeitura Municipal de Ouro Preto. Parte Prática, realizada na ETE São Bartolomeu, município de Ouro Preto. Para

Leia mais

ESGOTAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2

ESGOTAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2 1/7 SUMÁRIO OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2 01 ESGOTAMENTO COM BOMBAS... 3 02 REBAIXAMENTO DE LENÇOL FREÁTICO COM PONTEIRAS FILTRANTES... 3 03 REBAIXAMENTO DE LENÇOL

Leia mais

II-338 PLANO DE MELHORIA OPERACIONAL DO SISTEMA INTEGRADO DOS COLETORES TRONCO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

II-338 PLANO DE MELHORIA OPERACIONAL DO SISTEMA INTEGRADO DOS COLETORES TRONCO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO II-338 PLANO DE MELHORIA OPERACIONAL DO SISTEMA INTEGRADO DOS COLETORES TRONCO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Antônio Simões Teixeira Filho (1) Engenheiro Civil / Sanitarista pela Pontifícia Universidade

Leia mais

Procedimento de Gestão Ambiental 003. Controle de Efluentes Líquidos

Procedimento de Gestão Ambiental 003. Controle de Efluentes Líquidos Procedimento de Gestão Ambiental 003 Controle de Efluentes Líquidos Elaborador: Dejair Dietrich Piekarski Aprovador: Durval Nascimento Neto Revisor: Edson Luiz da Silveira Raimundo Motivo da revisão: Primeira

Leia mais

Seguro Residencial Itaú. Itaú Seguros de Auto e Residência Plano de Assistência 24 horas

Seguro Residencial Itaú. Itaú Seguros de Auto e Residência Plano de Assistência 24 horas Itaú Seguros de Auto e Residência Plano de Assistência 24 horas I PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO PLANO APARTAMENTO + PET Confira os serviços, limites e critérios a seguir. 1. Solicitação dos serviços Os

Leia mais

Seguro Residencial Itaú. Itaú Seguros de Auto e Residência Plano de Assistência 24 horas

Seguro Residencial Itaú. Itaú Seguros de Auto e Residência Plano de Assistência 24 horas Itaú Seguros de Auto e Residência Plano de Assistência 24 horas I PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO PLANO CASA Confira os serviços, limites e critérios a seguir. 1. Solicitação dos serviços Os serviços deverão

Leia mais

Modelos de Mostradores de Hidrômetros

Modelos de Mostradores de Hidrômetros O hidrômetro é um aparelho utilizado para medir o consumo de água. Assim toda vez que você abrir a torneira, o chuveiro ou der descarga, o hidrômetro entra em ação. É ele que indica a quantidade de água

Leia mais

Apresentação da Metodologia da Conferência

Apresentação da Metodologia da Conferência Apresentação da Metodologia da Conferência Objetivos das Conferências? são espaços de diálogo entre o governo e a população Instrumentos de participação popular na construção e acompanhamento de políticas

Leia mais

GALERIA RIO GRANDE DO NORTE DIAGNOSTICO PRELIMINAR DO RIO PIRANHAS AÇU MUNICÍPIO: JARDIM DE PIRANHAS:

GALERIA RIO GRANDE DO NORTE DIAGNOSTICO PRELIMINAR DO RIO PIRANHAS AÇU MUNICÍPIO: JARDIM DE PIRANHAS: GALERIA RIO GRANDE DO NORTE DIAGNOSTICO PRELIMINAR DO RIO PIRANHAS AÇU MUNICÍPIO: JARDIM DE PIRANHAS: JP foto 01 - Ponte sobre o rio no trecho Jardim de Piranhas São Bento JP- foto 02 Presença de barraca

Leia mais

Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT

Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT Sistema Condominial de Esgotamento Sanitário Elmo Locatelli Ltda PAC/OGU BACIA LUZ D AYARA Coletor Luz D ayara 500 mm Execução de Poços de Visita

Leia mais

Erro! ROTEIRO PARA INSPEÇÃO SISTEMAS E SOLUÇÕES ALTERNATIVAS COLETIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COM REDE DE DISTRIBUIÇÃO

Erro! ROTEIRO PARA INSPEÇÃO SISTEMAS E SOLUÇÕES ALTERNATIVAS COLETIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COM REDE DE DISTRIBUIÇÃO Erro! ROTEIRO PARA INSPEÇÃO SISTEMAS E SOLUÇÕES ALTERNATIVAS COLETIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COM REDE DE DISTRIBUIÇÃO Formulário de Entrada de Dados - PARTE A - IDENTIFICAÇÃO DO SISTEMA OU SOLUÇÃO ALTERNATIVA

Leia mais

ABASTECIMENTO DE ÁGUA POTÁVEL

ABASTECIMENTO DE ÁGUA POTÁVEL ABASTECIMENTO DE ÁGUA POTÁVEL O Sistema de Abastecimento de Água em Lindóia inicia-se pela captação da água bruta no Rio do Peixe, depois é bombeada até a Estação de Tratamento de Água ETA para o tratamento

Leia mais

Sistema de Esgotamento Sanitário da sede do Município de Salinas. Belo Horizonte Outubro 2014...

Sistema de Esgotamento Sanitário da sede do Município de Salinas. Belo Horizonte Outubro 2014... Sistema de Esgotamento Sanitário da sede do Município de Salinas Belo Horizonte Outubro 2014... 1 ÍNDICE 1. IDENTIFICAÇÃO DA AGÊNCIA REGULADORA... 5 2. IDENTIFICAÇÃO DO PRESTADOR DE SERVIÇOS... 5 3. CARACTERÍSTICAS

Leia mais

LOUÇAS E INSTALAÇÕES SANITÁRIAS

LOUÇAS E INSTALAÇÕES SANITÁRIAS Antes de executar qualquer furação nas paredes, consulte a planta de instalações hidráulicas em anexo, para evitar perfurações e danos à rede hidráulica, bem como na impermeabilização. Não jogue quaisquer

Leia mais