EDUCAÇÃO JESUÍTICA RESUMO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EDUCAÇÃO JESUÍTICA RESUMO"

Transcrição

1 EDUCAÇÃO JESUÍTICA KARLA FERREIRA DOS SANTOS Profª. Maria Auxiliadora Freitas Pimenta de Araújo Centro Universitário Leonardo da Vinci UNIASSELVI Licenciatura em Pedagogia (PED0545) HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO 23/06/2012 RESUMO A educação é a ponte que liga o conhecimento ao ser humano, esse processo envolve uma variedade de diretrizes e normas que com o decorrer do tempo foram moldando o ensino que temos nos tempos atuais. A história da educação no Brasil teve início com chegada em território brasileiro da Companhia de Jesus, padres jesuítas que visavam à educação voltada para a perfeição humana por intermédio da palavra de Deus. Fundada por Inácio de Loiola, a Companhia de Jesus propunha um projeto pedagógico em conjunto com o governo português de expansão das terras descobertas. Com isso podemos dizer que o modelo de educação jesuítico possuía uma característica organizacional com raízes voltadas para um futuro, mas avante o da desmistificação social indígena. Palavras-chave: Jesuítas, objetivos jesuíticos, método educacional. 1 INTRODUÇÃO O retrato da educação brasileira começou a ser moldado com achegada os padres jesuítas no Brasil. A primeira vista eles teriam vindo para o nosso país para catequização indígena; No entanto os pilares que baseavam esses homens propunham uma mudança na vida dos habitantes que aqui se achavam. Os jesuítas tornaram-se uma importante organização em um período onde a Europa vivia grandes transformações sociais com a reforma protestante. Esse movimento que ganhava adeptos em todo mundo contestava as ordens da igreja católica e suas doutrinas. 1

2 Muito se fala hoje em educação, porém a composição educacional dos jesuítas veio agregar valores reformulando condutas e disseminando a escrita e leitura a um povo de uma educação informal. E a educação não é um fenômeno neutro, alheio a isso, uma vez que ela também sofre efeitos da ideologia, cultura e política dos povos. Estamos tão acostumados com a instituição escola que às vezes, nos esquecemos de que nem sempre ela existiu, muito menos apresentou o modelo que hoje observamos. (ARANHA, P.19,) Fundada por Inácio de Loiola em 1540 a igreja católica configurava um movimento contra a reforma protestante que pairava na Europa. Com o apoio da ação missionária procurava converter a fé expressada por eles aos homens e índios por meio da educação tentava fazer um elo. Praticamente exerciam o monopólio e todo ensino regular no Brasil, em seus primórdios. Ao compormos a linha do tempo entre a descoberta das terras brasileiras e a educação em nosso país nos deparamos com um mesmo paralelo, ambas cresceram com conflitos e transformações que foram moldando o retrato da educação que temos atualmente. Com um padrão de ensino igualado ao europeu os jesuítas além da ética e tradições religiosas apresentaram uma estrutura que funcionou por exatos 210anos. A fundação da Companhia de Jesus foi apenas um dos processos pré estabelecidos pela igreja católica que sempre fora uma grande força disciplinar que monopolizava a maioria das instituições de ensino. Nesse modelo a educação e a religião deveriam caminhar atreladas já que a Europa um período de transformações no âmbito religioso a reforma protestante. O fato é que com a chegada dos padres em nosso território podem-se perceber mudanças bem visíveis. Os jesuítas possuíam uma vasta lista de regras não se limitavam apenas à alfabetização além do curso básico eles ofereciam o curso de letras e filosofia Consideradas secundários e o curso de teologia e ciências sagrada superior para formação de sacerdotes. 2

3 O conhecido jesuíta reconhecido como professor foi Manoel da Nóbrega que se dedicou à pregação e fé católica, porém o nome, mas falado tenha sido com certeza o padre José de Anchieta. Ao chegarem para domínio das terras brasileiras os portugueses difundiram a língua portuguesa como meio de imediação com os povos indígenas. Essa educação foi utilizada apenas com os indígenas que para alguns historiadores não possuíam religião própria. Isto é, não tinham Religião, Nação e nem Justiça. Podemos dizer que os jesuítas e os portugueses tiveram um papel fundamental na formação produtiva, estrutural e sem duvida nenhuma na educacional de nosso território. 2 ORGANIZAÇÃO A companhia designava jesuítas com a missão de catequizar os indígenas e evangelizar as pessoas pregando o nome de Jesus, ajustavam seus princípios a: obediência absoluta sem limites, hierarquia baseada na estrutura militar, e a valorização da aptidão pessoal de seus membros. Eram princípios postos em pratica e obedecidos rigorosamente por seus membros. Esse projeto educacional jesuítico criado pelo governo português foi expandido para outros destinos com a descoberta das Américas, implementando mudanças radicais propondo alterações na estrutura social de várias tribos em todos os territórios descobertos. O exemplo dos outros europeus conquistadores, os índios foram caracterizados como bons gentios. 'Neste mesmo dia, a horas de véspera, houvemos vista de terra! A saber, primeiramente de um grande monte, muito alto e redondo; e de outras serras mais baixas ao sul dele; e de terra chã, com grandes arvoredos; ao qual monte alto o capitão pôs o nome de O Monte Pascoal e à terra A Terra de Vera Cruz! Mandou lançar o prumo. Acharam vinte e cinco braças. E ao sol-posto umas seis léguas da terra, lançamos ancoras, em dezenove braças - ancoragem limpa. Ali ficamo-nos toda aquela noite. E quintafeira, pela manhã, fizemos vela e seguimos em direitura à terra, indo os navios pequenos diante - por dezessete, dezesseis, quinze, catorze, doze, nove braças - até meia légua da terra, onde todos lançamos ancoras, em frente da boca de um rio. E chegaríamos a esta ancoragem às dez horas, pouco mais ou menos. E dali avistamos homens que andavam pela praia, uns sete ou oito, segundo disseram os navios pequenos que chegaram primeiro. Então lançamos fora os batéis e esquifes. E logo vieram todos os capitães das naus a esta nau do Capitãomor. E ali falaram. E o Capitão mandou em terra a Nicolau Coelho para ver aquele rio. 'E tanto que ele começou a ir-se para lá, acudiram pela praia homens aos dois e aos três, de maneira que, quando o batel chegou à boca do rio, já lá estavam dezoito ou vinte'. 3

4 (AIRES DECASAL, 1917) Com seus planos de estudo organizados pelo padre Manoel da Nóbrega, disponibilizados em duas fases: a elementar composta pelo ensino do português, da alfabetização e pela doutrina cristã, e a idealizada onde o aluno optaria por um ensino profissionalizante ou pelo ensino médio conforme suas habilidades adquiridas no ensino elementar. Nóbrega adotou a estratégia da construção de aldeias catequizadoras com três objetivos bases: aos índios;.objetivo doutrinário-que visava ensinar a religião e a pratica cristã.objetivo econômico que visava instituir o habito do trabalho como principio fundamental na formação da sociedade brasileira;.objetivo político - visava utilizar os índios convertidos contra os ataques dos índios selvagens e, também dos inimigos externos. O padre Manoel da Nóbrega conhecido como defensor dos índios, teve papel ativo na catequização dos mesmos e colaborou na fundação da aldeia que originou a cidade de São Paulo, lugar que se tornou o núcleo da catequese. Durante algum tempo o desembarque de jesuítas no Brasil era comum e sua administração retratava suas competências pedagógicas trazidas da Europa. Em seu sistema de ensino o currículo a administração era conhecido como Ratio Studiorum que direcionavam todas as atividades realizadas tanto na colônia quanto na metrópole. Inspirados pelas orientações filosóficas das teorias de Aristóteles e São Tomas de Aquino pelo movimento da Renascença e por extensão pela cultura européia. Esse método educacional apresentava três opções de curso: o secundário e dois cursos superiores, de teologia e filosofia dividida por classes ou disciplinas. 3 O cerceamento da Companhia de Jesus no Brasil 4

5 A pedido de D. José I Sebastião José de Carvalho e Melo conhecido como, Marques de Pombal, elaborou medidas que levaram ao desaparecimento da Companhia de Jesus. Recomendado por ter transformado o ensino português com aspectos europeus melhorando as receitas do Estado e instigando o comercio compondo a classe media comercial e manufatureira. Algumas das medidas tomadas pelo Marques de Pombal: Estimulou a exportação e a produção manufatureira. Reforçou o monopólio comercial em relação ao Brasil. Ampliou o atributo e combateu o contrabando na mineração. Transferiu a capital de Salvador para o Rio em Expulsou os Jesuítas de Portugal e do Brasil. Em torno de quinhentos e dez jesuítas foram expulsos das cidades de: Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro e Pará. Os jesuítas foram excluídos em função das diferenças de interesses entre eles e a corte portuguesa, pois o Marquês de Pombal concentrava seus interesses em reerguer Portugal perante as outras potencias européias. Ao perceber que a educação estava estagnada o então Marques instituiu o subsidio literário para restauração dos ensinos primários e médios. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS O plano de estudo jesuítico foi ajustado para atender as carências e especificidades e desigualdade encontradas na colônia. A vasta contribuição jesuítica ficou por conta da criação de alguns povoados, fundação de vilas, surgimento das primeiras escolas para os filhos de colonos onde normas cristãs eram atribuídas na relação entre portugueses e indígenas, buscando a extinção da exploração indígena física e sexual. Os inúmeros benéficos desenvolvidos pela Companhia de Jesus foram com certeza precursora no crescimento e desenvolvimento da colônia. Mas esse modelo não apenas trouxe benefícios como perda para a estrutura funcional da educação na colônia, o trabalho forçado dos índios, além da desarticulação das economias 5

6 de subsistência indígenas o combate entre tribos gerando o extermínio de nações inteiras aviltamento sociais e culturais cujas seqüelas ao percebidas atualmente. Contudo todo o processo jesuítico foi sem duvida uma forma de avanço significativo perante toda a sociedade educacional. Esse método difundido pelos jesuítas não foi adotado por outras companhias de ordem religiosa no Brasil apenas a Companhia de Jesus proporcionou esse caráter docente. Os valores e idéias que foram transmitidos pelos jesuítas determinaram à autonomia da à educação no período colonial, onde os valores morais sempre condiziam com os educacionais. Como todo processo de âmbito educacional ou não, os jesuítas estavam ligados aos processos políticos que permitiram a escravização de indígenas o enriquecimento de colonos e jesuítas. A filosofia iluminista que crescia rapidamente por toda a Europa, a política as medidas ideológicas formaram uma serie de fatores que foram por assim, dizer causadores da expulsão dos padres deste território. As modificações sofridas na educação podem ser sentidas em nossos dias o saber foram formadores de caráter eis o real papel de a educação formar pensadores de analise criticas. A condição da educação dos tempos de colônia ate os dias atuais não sofreu muita variação, em todo seu processo de desenvolvimento e estrutural teve diversas crises, mas sempre tentando moldar uma forma que favoreça a igualdade a todos em busca de conhecimento. O fim da Companhia de Jesus marcou o inicio de um ciclo da educação onde houve dificuldades. Vitória é superar as próprias dificuldades. Sucesso é o reconhecimento publico das vitórias. Entretanto, o que qualifica a vitória e o sucesso para a eternidade é a ética progressiva. Içami Tiba 6

7 REFERÊNCIAS COTRIM, Gilberto Vieira. História do Brasil. Ed. Saraiva 1986 PILETTI, Nelson. Historia da Educação. São Paulo: Ática, p. RIBEIRO, Maria Luiza Santos. Historia da Educação Brasileira: a Organização Escolar. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia Geral e Brasil. Ed. Moderna,

8 8

A DOMINAÇÃO JESUÍTICA E O INÍCIO DA LITERATURA NACIONAL

A DOMINAÇÃO JESUÍTICA E O INÍCIO DA LITERATURA NACIONAL A DOMINAÇÃO JESUÍTICA E O INÍCIO DA LITERATURA NACIONAL Ederson da Paixão (Especialista em Educação Especial: Atendimento às Necessidades Especiais Integrante do Projeto de Pesquisa Os Primeiros Dramas

Leia mais

História. Programação 3. bimestre. Temas de estudo

História. Programação 3. bimestre. Temas de estudo História Olá, pessoal! Vamos conhecer, entre outros fatos, como era o trabalho escravo no Brasil? CHIQUINHA GONZAGA Programação 3. bimestre Temas de estudo O trabalho escravo na formação do Brasil - Os

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL

ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL Aula ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL META Apresentar as razões da expansão da pedagogia (ensino) jesuítica no Brasil-colônia e, posteriormente, a sua expulsão motivada pela reforma da

Leia mais

De que jeito se governava a Colônia

De que jeito se governava a Colônia MÓDULO 3 De que jeito se governava a Colônia Apresentação do Módulo 3 Já conhecemos bastante sobre a sociedade escravista, especialmente em sua fase colonial. Pouco sabemos ainda sobre a organização do

Leia mais

História da Educação. Pedagogia. - Período colonial brasileiro. Professor Edson Fasano

História da Educação. Pedagogia. - Período colonial brasileiro. Professor Edson Fasano Pedagogia Professor Edson Fasano História da Educação O Brasil cresceu isolado do mundo, apenas convivendo com aquele pobre e retrógrado Portugal que não permitiu a criação de um sistema escolar de ensino

Leia mais

A iniciação à fé cristã das crianças de hoje - da teologia à pedagogia

A iniciação à fé cristã das crianças de hoje - da teologia à pedagogia ONDE MORAS? Ilustração de Capa, Madalena Matoso, 2009 ONDE MORAS? UMA PROPOSTA Tópicos para a intervenção inicial Maria da Conceição Moita A iniciação à fé cristã das crianças de hoje - da teologia à pedagogia

Leia mais

Memórias de um Brasil holandês. 1. Responda: a) Qual é o período da história do Brasil retratado nesta canção?

Memórias de um Brasil holandês. 1. Responda: a) Qual é o período da história do Brasil retratado nesta canção? Material elaborado pelo Ético Sistema de Ensino Ensino fundamental Publicado em 2012 Prova bimestral 3 o Bimestre 4 o ano história Data: / / Nível: Escola: Nome: Memórias de um Brasil holandês Nessa terra

Leia mais

AS TRANSFORMAÇÕES DO ENSINO NO BRASIL ALIADO A PSICOLOGIA EDUCACIONAL

AS TRANSFORMAÇÕES DO ENSINO NO BRASIL ALIADO A PSICOLOGIA EDUCACIONAL AS TRANSFORMAÇÕES DO ENSINO NO BRASIL ALIADO A PSICOLOGIA EDUCACIONAL Valqueline Costa de Vasconcelos (1); Andreza Rodrigues dos Santos(1); Lidiana dos Santos (2); Valter Costa de Vasconcelos (3); ¹ Universidade

Leia mais

1. Fatos Espíritas através dos Tempos... 11 2. Kardec e a Codifi cação... 21 3. O Que o Espiritismo Prega... 29 4. Diferenças Fundamentais...

1. Fatos Espíritas através dos Tempos... 11 2. Kardec e a Codifi cação... 21 3. O Que o Espiritismo Prega... 29 4. Diferenças Fundamentais... CAMPINAS-SP 2003 Sumário A Doutrina 1. Fatos Espíritas através dos Tempos...11 O anúncio de uma nova era...12 Em Hydesville, o primórdio...13 O neo-espiritualismo...17 2. Kardec e a Codificação...21 Primeiras

Leia mais

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL -Períodos da História do Brasil; -Chegada do europeu em 1500; -Nega-se a tradição cultural do nativo; - Os jesuítas não trouxeram somente a moral, os costumes e a religiosidade

Leia mais

EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA

EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( x ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA Apresentador 1 Merylin Ricieli

Leia mais

Beleza. Tá certo. Aleluia. Gloria a Deus e amem. Você está certo e vou fazer tudo o que você está falando. Domingo está chegando e lá na igreja vou

Beleza. Tá certo. Aleluia. Gloria a Deus e amem. Você está certo e vou fazer tudo o que você está falando. Domingo está chegando e lá na igreja vou Consultoria LOG Eu não sei porque cada um de vocês trabalha e está aqui hoje. Se por dinheiro? Se porque está fazendo o que gosta? Se os seus pais não te querem em casa? Até mesmo se você não tem nada

Leia mais

DITADURA, EDUCAÇÃO E DISCIPLINA: REFLEXÕES SOBRE O LIVRO DIDÁTICO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA

DITADURA, EDUCAÇÃO E DISCIPLINA: REFLEXÕES SOBRE O LIVRO DIDÁTICO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA DITADURA, EDUCAÇÃO E DISCIPLINA: REFLEXÕES SOBRE O LIVRO DIDÁTICO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA Rafael Nóbrega Araújo, graduando em História (UEPB) e-mail: rafaelnobreg@hotmail.com Patrícia Cristina Aragão,

Leia mais

A expansão da América Portuguesa

A expansão da América Portuguesa 8 ANO A/B RESUMO DA UNIDADE 1 DISCIPLINA: HISTÓRIA PROFESSORA: SUELEM *Os índios no Brasil A expansão da América Portuguesa Violência contra os povos indígenas; - Doenças, trabalho forçado; - Foram obrigados

Leia mais

(Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista. p. 18 e 39. Adaptado)

(Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista. p. 18 e 39. Adaptado) 1. (Fgv 2014) O paradoxo aparente do absolutismo na Europa ocidental era que ele representava fundamentalmente um aparelho de proteção da propriedade dos privilégios aristocráticos, embora, ao mesmo tempo,

Leia mais

Colonização Portuguesa. Prof. Osvaldo

Colonização Portuguesa. Prof. Osvaldo Colonização Portuguesa Prof. Osvaldo Tratado de Tordesilhas de 1494 Terras pertencentes à Espanha Terras pertencentes a Portugal A ficção do Descobrimento Principais povos Indígenas no Brasil No Brasil,

Leia mais

Ensino Religioso no Brasil

Ensino Religioso no Brasil Ensino Religioso no Brasil Frederico Monteiro BRANDÃO 1 Cláudio José Palma SANCHEZ 2 José Artur Teixeira GONÇALVES³ RESUMO: Esse artigo tem como objetivo expor uma parte da história do ensino religioso

Leia mais

A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann

A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann 1 DELIMITAÇÃO Ao abordarmos sobre as razões para ser um professor numa escola e falar sobre o amor de Deus, encontramos algumas respostas

Leia mais

Missão Arronches 2012 Artigo Cluny

Missão Arronches 2012 Artigo Cluny Na semana de 10 a 17 de Julho, cinco jovens acompanhadas pela Irmã Olinda Neves, desenvolveram uma semana missionária em Arronches. Esta foi a segunda vez, que a Vila Alentejana foi palco de uma Missão

Leia mais

Entre 1998 e 2001, a freqüência escolar aumentou bastante no Brasil. Em 1998, 97% das

Entre 1998 e 2001, a freqüência escolar aumentou bastante no Brasil. Em 1998, 97% das INFORME-SE BNDES ÁREA PARA ASSUNTOS FISCAIS E DE EMPREGO AFE Nº 48 NOVEMBRO DE 2002 EDUCAÇÃO Desempenho educacional no Brasil: O que nos diz a PNAD-2001 Entre 1998 e 2001, a freqüência escolar aumentou

Leia mais

A Historia de Martinho Lutero

A Historia de Martinho Lutero A Historia de Martinho Lutero Martinho foi dar aulas na Universidade de Wittenberg, construída pelo Duque Frederico da Saxônia. Os alunos achavam suas palestras sobre a Bíblia muito interessantes. Naquela

Leia mais

INVENÇÃO EM UMA EXPERIMENTOTECA DE MATEMÁTICA: PROBLEMATIZAÇÕES E PRODUÇÃO MATEMÁTICA

INVENÇÃO EM UMA EXPERIMENTOTECA DE MATEMÁTICA: PROBLEMATIZAÇÕES E PRODUÇÃO MATEMÁTICA INVENÇÃO EM UMA EXPERIMENTOTECA DE MATEMÁTICA: PROBLEMATIZAÇÕES E PRODUÇÃO MATEMÁTICA Fernanda de Oliveira Azevedo Universidade Federal de Juiz de Fora azevedof.oliveira@gmail.com Resumo: O presente trabalho

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores VIVENCIANDO A PRÁTICA ESCOLAR DE MATEMÁTICA NA EJA Larissa De Jesus Cabral, Ana Paula Perovano

Leia mais

TEXTO BASE: Roma Antiga Império (27 a.c. 476)

TEXTO BASE: Roma Antiga Império (27 a.c. 476) TEXTO BASE: Roma Antiga Império (27 a.c. 476) Divide-se em duas fases: Alto Império (séc. I a.c. ao séc. III) Baixo Império (séc. III ao séc. V) ALTO IMPÉRIO O período do Alto Império Romano é caracterizado

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS EM EDUCAÇÃO. Marilza Regazzo Varella

POLÍTICAS PÚBLICAS EM EDUCAÇÃO. Marilza Regazzo Varella POLÍTICAS PÚBLICAS EM EDUCAÇÃO Marilza Regazzo Varella IESDE BRASIL S/A Curitiba 2015 2015 IESDE BRASIL S/A. É proibida a reprodução, mesmo parcial, por qualquer processo, sem autorização por escrito dos

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil SIMÕES, Jacqueline; GENOVESE, Paulo; DARÉ, Vânia; CASTRO,

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO PARA OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES

A IMPORTÂNCIA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO PARA OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES A IMPORTÂNCIA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO PARA OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES Alexandre do Nascimento Sem a pretensão de responder questões que devem ser debatidas pelo coletivo, este texto pretende instigar

Leia mais

EIXO TEMÁTICO I: HISTÓRIAS DE VIDA, DIVERSIDADE POPULACIONAL E MIGRAÇÕES.

EIXO TEMÁTICO I: HISTÓRIAS DE VIDA, DIVERSIDADE POPULACIONAL E MIGRAÇÕES. EIXO TEMÁTICO I: HISTÓRIAS DE VIDA, DIVERSIDADE POPULACIONAL E MIGRAÇÕES. Tema 1: Histórias de vida, diversidade populacional (étnica, cultural, regional e social) e migrações locais, regionais e intercontinentais

Leia mais

Caracterização Cronológica

Caracterização Cronológica Caracterização Cronológica Filosofia Medieval Século V ao XV Ano 0 (zero) Nascimento do Cristo Plotino (204-270) Neoplatônicos Patrística: Os grandes padres da igreja Santo Agostinho ( 354-430) Escolástica:

Leia mais

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam.

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam. Conjuntura Econômica Brasileira Palestrante: José Márcio Camargo Professor e Doutor em Economia Presidente de Mesa: José Antonio Teixeira presidente da FENEP Tentarei dividir minha palestra em duas partes:

Leia mais

O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA MODALIDADE A DISTÂNCIA NO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA DA UFRPE

O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA MODALIDADE A DISTÂNCIA NO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA DA UFRPE 1 O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA MODALIDADE A DISTÂNCIA NO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA DA UFRPE Recife, maio/2010 Ana Paula Teixeira Bruno Silva Universidade Federal

Leia mais

Os templos religiosos e a formação das Minas Gerais

Os templos religiosos e a formação das Minas Gerais Os templos religiosos e a formação das Minas Gerais Sou apenas uma rua na cidadezinha de Minas. Cruz da Igreja de N. Sra do Carmo Ouro Preto Minas há muitas. Provavelmente a Minas que mais nos fascina

Leia mais

Revista HISTEDBR On-line

Revista HISTEDBR On-line FONTES PRIMÁRIAS DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: A PRIMEIRA EDIÇÃO DE AS CONSTITUIÇÕES PRIMEIRAS DO ARCEBISPADO DA BAHIA - 1707. Paulo de Tarso Gomes UNISAL Americana- SP paulo.gomes@am.unisal.br Foto

Leia mais

O PIBID E AS PRÁTICAS EDUCACIONAIS: UMA PERSPECTIVA PARA A FORMAÇÃO INICIAL DA DOCÊNCIA EM GEOGRAFIA

O PIBID E AS PRÁTICAS EDUCACIONAIS: UMA PERSPECTIVA PARA A FORMAÇÃO INICIAL DA DOCÊNCIA EM GEOGRAFIA O PIBID E AS PRÁTICAS EDUCACIONAIS: UMA PERSPECTIVA PARA A FORMAÇÃO INICIAL DA DOCÊNCIA EM GEOGRAFIA Larissa Alves de Oliveira 1 Eixos Temáticos 4. Educação Superior e Práticas educacionais Resumo O Programa

Leia mais

CENTRO HISTÓRICO EMBRAER. Entrevista: Eustáquio Pereira de Oliveira. São José dos Campos SP. Abril de 2011

CENTRO HISTÓRICO EMBRAER. Entrevista: Eustáquio Pereira de Oliveira. São José dos Campos SP. Abril de 2011 CENTRO HISTÓRICO EMBRAER Entrevista: Eustáquio Pereira de Oliveira São José dos Campos SP Abril de 2011 Apresentação e Formação Acadêmica Meu nome é Eustáquio, estou com sessenta anos, nasci em Minas Gerais,

Leia mais

O JOGO NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO DOCENTE EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO PIBID RESUMO

O JOGO NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO DOCENTE EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO PIBID RESUMO O JOGO NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO DOCENTE EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO PIBID Heloisa Braga dos Santos Christian Vieira de Souza RESUMO Este artigo foi elaborado com o objetivo de relatar a

Leia mais

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO.

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO. CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO. Por Cassiano Zeferino de Carvalho Neto O Pisa - Programa Internacional de Avaliação de Alunos 1 é uma avaliação internacional que mede o nível

Leia mais

O JOGO DE XADREZ COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGEM ESCOLAR DE ALUNOS DO 6º ANO

O JOGO DE XADREZ COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGEM ESCOLAR DE ALUNOS DO 6º ANO O JOGO DE XADREZ COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGEM ESCOLAR DE ALUNOS DO 6º ANO PLAY CHESS AS EDUCATIONAL RESOURCE FOR SCHOOL LEARNING OF 6 YEAR STUDENTS Letícia Alessandra Cavalcante-Graduanda

Leia mais

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA O Fórum das universidades públicas participantes do PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA vem, por meio desta, defender

Leia mais

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística?

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? Universidade de São Paulo benjamin@usp.br Synergies-Brésil O Sr. foi o representante da Letras junto à CAPES. O Sr. poderia explicar qual

Leia mais

Encontro a propósito do inquérito do Sínodo dos Bispos sobre a família

Encontro a propósito do inquérito do Sínodo dos Bispos sobre a família METANOIA em Lisboa Encontro a propósito do inquérito do Sínodo dos Bispos sobre a família Algumas notas a partir da reflexão havida no dia 13 de dezembro de 2013 na qual participaram 43 pessoas Contexto

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele O Plantador e as Sementes Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele sabia plantar de tudo: plantava árvores frutíferas, plantava flores, plantava legumes... ele plantava

Leia mais

A INCLUSÃO DIGITAL NO ENSINO DE GEOGRAFIA E A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS EM SALA DE AULA

A INCLUSÃO DIGITAL NO ENSINO DE GEOGRAFIA E A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS EM SALA DE AULA 106 A INCLUSÃO DIGITAL NO ENSINO DE GEOGRAFIA E A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS EM SALA DE AULA Introdução MELLO, Amarildo da Silva GRIZIO-ORITA, Edinéia Vilanova O tema inclusão digital

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DE SE TRABALHAR OS VALORES NA EDUCAÇÃO

A IMPORTÂNCIA DE SE TRABALHAR OS VALORES NA EDUCAÇÃO A IMPORTÂNCIA DE SE TRABALHAR OS VALORES NA EDUCAÇÃO Eliane Alves Leite Email: li.phn.louvoregloria@hotmail.com Fernanda Cristina Sanches Email: fer_cristina2007@hotmail.com Helena Aparecida Gica Arantes

Leia mais

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO: A TRAJETÓRIA EDUCACIONAL BRASILEIRA E A IMPLANTAÇÃO DO CURSO DE HISTÓRIA

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO: A TRAJETÓRIA EDUCACIONAL BRASILEIRA E A IMPLANTAÇÃO DO CURSO DE HISTÓRIA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO: A TRAJETÓRIA EDUCACIONAL BRASILEIRA E A IMPLANTAÇÃO DO CURSO DE HISTÓRIA Laís de Oliveira Neves; Maria Ruthe Gomes da Silva; Geilza Carla de Lima Silva; Maria do Rosário Gomes Germano

Leia mais

GD5 História da matemática e Cultura. Palavras-chave: Ensino de Matemática. Escola Normal. Cultura Escolar.

GD5 História da matemática e Cultura. Palavras-chave: Ensino de Matemática. Escola Normal. Cultura Escolar. Curso de Formação de Professores Primários da Escola Normal de Caetité Ba no Período de 1925 a 1940: Análise das Transformações Curriculares do Ensino de Matemática. Márcio Oliveira D Esquivel 1 GD5 História

Leia mais

A menina que queria visitar a tia

A menina que queria visitar a tia Cenas urbanas A menina que queria visitar a tia A menina, conversando com a jornaleira, na manhã de domingo, tinha o ar desamparado. Revolvia, com nervosismo, um lenço com as pontas amarradas, dentro

Leia mais

Leiamos o Texto Sagrado:

Leiamos o Texto Sagrado: Um encontro com Jesus Mateus 14.22-32 Pr. Fernando Fernandes (PIB em Penápolis) Cristo em Casa Glicério, 27/08/2009 Leiamos o Texto Sagrado: Logo em seguida, Jesus insistiu com os discípulos para que entrassem

Leia mais

Curso de Formação Cidadã 23/11/12. Profª. Ma. Isabel Cristina Rodrigues

Curso de Formação Cidadã 23/11/12. Profª. Ma. Isabel Cristina Rodrigues Curso de Formação Cidadã 23/11/12 Profª. Ma. Isabel Cristina Rodrigues - Formação e experiência profissional (Pedagoga, Mestre em educação, experiência em docência, formação de professores, currículo,

Leia mais

PRECURSORES DO COOPERATIVISMO Caroline Goerck

PRECURSORES DO COOPERATIVISMO Caroline Goerck PRECURSORES DO COOPERATIVISMO Caroline Goerck RESUMO: No Século XIX na Europa, diante da precariedade das condições e relações de trabalho estabelecidas, foram suscitados pela classe trabalhadora movimentos

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA: DIREITO À DIVERSIDADE

EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA: DIREITO À DIVERSIDADE EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA: DIREITO À DIVERSIDADE Ana Carolina Marques de GOES 1 RESUMO: A educação inclusiva, especificamente relativa às pessoas com deficiência, é um assunto muito

Leia mais

REFORMULAÇÃO DE CURSOS DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DENTRO DO NOVO CONTEXTO DA LDB

REFORMULAÇÃO DE CURSOS DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DENTRO DO NOVO CONTEXTO DA LDB REFORMULAÇÃO DE CURSOS DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DENTRO DO NOVO CONTEXTO DA LDB Milton Vieira Junior; Nelson Carvalho Maestrelli Universidade Metodista de Piracicaba Faculdade de Engenharia Mecânica e

Leia mais

A participação e os compromissos do ensino privado

A participação e os compromissos do ensino privado artigo Cecília Farias Diretora do Sinpro/RS e presidente do Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul (CEEd/RS). A participação e os compromissos do ensino privado com o Plano Nacional de Educação

Leia mais

2.0 - ALGUMAS DIRETRIZES PARA O ESTUDO

2.0 - ALGUMAS DIRETRIZES PARA O ESTUDO 2.0 - ALGUMAS DIRETRIZES PARA O ESTUDO Antes de começarmos a preparar a moldura do nosso quebra-cabeças apocalíptico, há alguns princípios que devemos estabelecer para a interpretação dos textos proféticos

Leia mais

Retorno aos participantes: Questionário sobre o funcionamento do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF)

Retorno aos participantes: Questionário sobre o funcionamento do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) Retorno aos participantes: Questionário sobre o funcionamento do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) Abril 1 Este questionário foi realizado em Dezembro 13/Janeiro 1. Segue a uma

Leia mais

Durante todos esses anos o estudo e reflexão da Bíblia nas comunidades foram e são a força geradora na luta.

Durante todos esses anos o estudo e reflexão da Bíblia nas comunidades foram e são a força geradora na luta. Eu, Irmã Rita Rodrigues Pessoa, religiosa do Sagrado Coração de Maria há 57 anos, sou nordestina da Paraíba - Brasil. Há 30 anos trabalho no semi-areado sertão da Bahia nas cidades de Pindobaçu e Filadélfia-

Leia mais

A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO

A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO CARNEIRO, Trícia Oliveira / Centro Universitário Leonardo da Vinci SODRÉ, Marta Patrícia Faianca / Universidade do Estado do

Leia mais

O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS

O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS Andreza Olivieri Lopes Carmignolli1 UNESP Eva Poliana Carlindo2 UNESP Grupo de Trabalho Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não

Leia mais

Diferença entre a Bíblia Católica e a Protestante

Diferença entre a Bíblia Católica e a Protestante Diferença entre a Bíblia Católica e a Protestante Hugo Goes A Bíblia é formada por duas partes: o Antigo Testamento e o Novo Testamento. Em relação ao Novo Testamento, não há nenhuma diferença entre a

Leia mais

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY.

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. Silvana da Silva Nogueira (FECLESC/UECE) Priscila Cavalcante Silva (FECLESC/UECE) Resumo O processo de aquisição

Leia mais

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5 Sexo Idade Grupo de Anos de Escola docência serviço Feminino 46 Filosofia 22 Distrito do Porto A professora, da disciplina de Filosofia, disponibilizou-se para conversar comigo sobre o processo de avaliação

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR EM MATEMÁTICA RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PROGRAMA GESTAR II Sidnei Luís da Silva Escola Municipal Vereador Benedito Batista Congatem - MG sidneiluisdasilva@yahoo.com.br Camila

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADE

RELATÓRIO DE ATIVIDADE RELATÓRIO DE ATIVIDADE A IMPORTÂNCIA DE CADA ALIMENTO Coordenador da atividade: Thaís Canto Cury Integrantes da equipe: Manha: Bianca Domingues, Fernando Peixoto e Juliana Ravelli Tarde: Thaís Cury, Thalita

Leia mais

Usos e Costumes. Nos Dias Atuais TIAGO SANTOS

Usos e Costumes. Nos Dias Atuais TIAGO SANTOS Usos e Costumes Nos Dias Atuais TIAGO SANTOS [ 2 ] Prefácio Nos dias atuais temos visto muitas mudanças de paradigmas nos regulamentos internos de nossas instituições. Isso tem ocorrido pela demanda de

Leia mais

A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS

A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS 1 A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS Lúcia Helena Bezerra Ferreira Universidade Federal do Piauí luchbf@gmail.com RESUMO

Leia mais

CENTRO ESPÍRITA BENEFICENTE UNIÃO DO VEGETAL ORIENTAÇÃO ESPIRITUAL COM CRIANÇAS E JOVENS Depto de Instrução e Doutrinação Espiritual da UDV

CENTRO ESPÍRITA BENEFICENTE UNIÃO DO VEGETAL ORIENTAÇÃO ESPIRITUAL COM CRIANÇAS E JOVENS Depto de Instrução e Doutrinação Espiritual da UDV Kit Boas Vindas - 2013 Seja Bem Vindo! Sua boa vontade te trouxe até aqui, Esta é uma frente de trabalho que se integra com os demais departamentos, um espaço amplo e aberto para bem receber e bem atender

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

célia collet mariana paladino kelly russo

célia collet mariana paladino kelly russo Apresentação Este livro é produto de uma inquietação resultante de nossas pesquisas e de práticas docentes e de extensão universitária, ao apreender o modo como as culturas e as histórias indígenas são

Leia mais

Por que as seitas crescem? Sex, 15 de Maio de 2009 18:59 -

Por que as seitas crescem? Sex, 15 de Maio de 2009 18:59 - No rastro do drama do Sílvio Santos e sua filha, o sociólogo das religiões Antônio Pierucci, da USP, concedeu uma entrevista à Folha de São Paulo de 3 de setembro passado. Disse algumas bobagens... umas

Leia mais

3º período -1,5 horas. Ementa

3º período -1,5 horas. Ementa Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil 3º período -1,5 horas Ementa Organização da escola de educação infantil. Planejamento, registro e avaliação da educação infantil. Fundamentos e métodos

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO DA ESCOLA ORLANDO VENÂNCIO DOS SANTOS DO MUNICÍPIO DE CUITÉ-PB

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO DA ESCOLA ORLANDO VENÂNCIO DOS SANTOS DO MUNICÍPIO DE CUITÉ-PB PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO DA ESCOLA ORLANDO VENÂNCIO DOS SANTOS DO MUNICÍPIO DE CUITÉ-PB Nelson Leal dos Santos Júnior 1 Universidade Federal de Campina Grande

Leia mais

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, adrielealbertina18@gmail.com Nathali Gomes

Leia mais

Prova bimestral 4 o ANO 2 o BIMESTRE

Prova bimestral 4 o ANO 2 o BIMESTRE Prova bimestral 4 o ANO 2 o BIMESTRE HISTÓRIA Escola: Nome: Data: / / Turma: Pedro Álvares Cabral foi o comandante da primeira expedição portuguesa que chegou ao território que mais tarde receberia o nome

Leia mais

6ª 10 4/out/11 HISTÓRIA 4º. Valor: 80

6ª 10 4/out/11 HISTÓRIA 4º. Valor: 80 6ª 10 4/out/11 HISTÓRIA 4º Valor: 80 1. A invasão holandesa no Nordeste brasileiro, ao longo do século XVII, está relacionada com a exploração de um produto trazido para o Brasil pelos portugueses. Que

Leia mais

Jefté era de Mizpá, em Gileade, terra de Jó e Elias. Seu nome (hebraico/aramaico - יפתח Yiftach / Yipthaχ). Foi um dos Juízes de

Jefté era de Mizpá, em Gileade, terra de Jó e Elias. Seu nome (hebraico/aramaico - יפתח Yiftach / Yipthaχ). Foi um dos Juízes de Jefté era de Mizpá, em Gileade, terra de Jó e Elias. Seu nome (hebraico/aramaico - יפתח Yiftach / Yipthaχ). Foi um dos Juízes de Israel por um período de seis anos (Jz 2:7 ). Jefté viveu em Gileade e foi

Leia mais

A FORMAÇÃO DO CONHECIMENTO EM DIREITOS HUMANOS PARA A EDUCAÇÃO

A FORMAÇÃO DO CONHECIMENTO EM DIREITOS HUMANOS PARA A EDUCAÇÃO A FORMAÇÃO DO CONHECIMENTO EM DIREITOS HUMANOS PARA A EDUCAÇÃO Resumo Jaderson Felisberto Valério 1 - PUCPR Reginaldo Rodrigues da Costa 2 - PUCPR Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e

Leia mais

PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPROMISSOS E DESAFIOS

PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPROMISSOS E DESAFIOS PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPROMISSOS E DESAFIOS Letícia Luana Claudino da Silva Discente de Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande. Bolsista do Programa de Saúde. PET/Redes

Leia mais

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão.

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão. CRISE DO ESCRAVISMO A Dinamarca foi o primeiro país Europeu a abolir o tráfico de escravos em 1792. A Grã-Bretanha veio a seguir, abolindo em 1807 e os Estados Unidos em 1808. O Brasil foi o último país

Leia mais

Pedagogia Estácio FAMAP

Pedagogia Estácio FAMAP Pedagogia Estácio FAMAP # Objetivos Gerais: O Curso de Graduação em Pedagogia da Estácio FAMAP tem por objetivo geral a formação de profissionais preparados para responder às diferenciadas demandas educativas

Leia mais

Palestra Virtual. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.br

Palestra Virtual. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.br Palestra Virtual Promovida pelo http://www.irc-espiritismo.org.br Tema: Comportamento Agressivo na Infância Palestrante: Sandra Salles Rio de Janeiro 04/08/2000 Organizadores da palestra: Moderador: "Brab"

Leia mais

Superando Seus Limites

Superando Seus Limites Superando Seus Limites Como Explorar seu Potencial para ter mais Resultados Minicurso Parte VI A fonte do sucesso ou fracasso: Valores e Crenças (continuação) Página 2 de 16 PARTE 5.2 Crenças e regras!

Leia mais

PROJETO DE VIVÊNCIA 2016.1

PROJETO DE VIVÊNCIA 2016.1 FACULDADE PIO DÉCIMO LICENCIATURA EM QUÍMICA ENSINO DE QUÍMICA ÁREA 4 PROF a MARIA ANTÔNIA ARIMATÉIA FREITAS QUESTÃO 01 Com base na projeção da população brasileira para o período 2010-2040 apresentada

Leia mais

INFÂNCIA: DESAFIOS DA MODERNIDADE

INFÂNCIA: DESAFIOS DA MODERNIDADE 1 INFÂNCIA: DESAFIOS DA MODERNIDADE Silva, Claudia Maria Rinhel * Resumo: Há anos estamos na prática de orientação de pais em Programas Sociais de crianças e adolescentes no âmbito municipal e temos observado

Leia mais

O IMPÉRIO E AS PRIMEIRAS TENTATIVAS DE ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO NACIONAL - (1822-1889) Maria Isabel Moura Nascimento

O IMPÉRIO E AS PRIMEIRAS TENTATIVAS DE ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO NACIONAL - (1822-1889) Maria Isabel Moura Nascimento O IMPÉRIO E AS PRIMEIRAS TENTATIVAS DE ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO NACIONAL - (1822-1889) Maria Isabel Moura Nascimento Publicado em Navegando na História da Educação Brasileira: http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/index.html

Leia mais

O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO

O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO Mayrla Ferreira da Silva; Flávia Meira dos Santos. Universidade Estadual da Paraíba E-mail: mayrlaf.silva2@gmail.com

Leia mais

O CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA UFBA; DA CRÍTICA A FORMAÇÃO À FORMAÇÃO CRÍTICA

O CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA UFBA; DA CRÍTICA A FORMAÇÃO À FORMAÇÃO CRÍTICA O CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA UFBA; DA CRÍTICA A FORMAÇÃO À FORMAÇÃO CRÍTICA Fernando Reis do E. Santo A Faculdade de Educação da UFBA tem se destacado, ao longo da sua história, por iniciativas académicas

Leia mais

TUDO COMEÇOU... Após alguns meses...

TUDO COMEÇOU... Após alguns meses... TUDO COMEÇOU... Muitas pessoas participaram pra que a igreja São José Operário existisse, no início a irmã Catarina saiu de casa em casa convidando os moradores do bairro pra participar de um culto dominical,

Leia mais

ILUMINISMO/ LIBERALISMO. Regimes Absolutistas. Revolução Francesa. História da Educação. Prof. Manoel dos Passos da Silva Costa

ILUMINISMO/ LIBERALISMO. Regimes Absolutistas. Revolução Francesa. História da Educação. Prof. Manoel dos Passos da Silva Costa ILUMINISMO/ LIBERALISMO Regimes Absolutistas Revolução Francesa Prof. Manoel dos Passos da Silva Costa A palavra Iluminismo vem de luz e se refere à capacidade que a razão tem de tudo iluminar. A razão,

Leia mais

Jesus, o Filho de Deus

Jesus, o Filho de Deus JESUS, O FILHO DE DEUS 43 4 Jesus, o Filho de Deus No coração do cristianismo reside a verdade de que Jesus o Cristo é o Filho de Deus. Cristo é o centro da nossa religião. Ele é a fundação da nossa fé

Leia mais

Revisão geral de conteúdo Avaliação do 1º trimestre Roteiro de Estudos. Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Danilo Borges

Revisão geral de conteúdo Avaliação do 1º trimestre Roteiro de Estudos. Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Danilo Borges Revisão geral de conteúdo Avaliação do 1º trimestre Roteiro de Estudos Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Danilo Borges Pensamento Medieval Roteiro de Estudos Na Idade Média, a Filosofia se

Leia mais

Formação e Gestão em Processos Educativos. Josiane da Silveira dos Santos 1 Ricardo Luiz de Bittencourt 2

Formação e Gestão em Processos Educativos. Josiane da Silveira dos Santos 1 Ricardo Luiz de Bittencourt 2 1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE PEDAGOGIA NA MODALIDADE EAD E A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR NO CURSO DE MAGISTÉRIO PRESENCIAL: AS PERCEPÇÕES DOS ESTUDANTES Formação e Gestão em Processos Educativos Josiane

Leia mais

Palestra Virtual. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.br

Palestra Virtual. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.br Palestra Virtual Promovida pelo http://www.irc-espiritismo.org.br Tema: Mediunidade (Consciência, Desenvolvimento e Educação) Palestrante: Vania de Sá Earp Rio de Janeiro 16/06/2000 Organizadores da palestra:

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 RELATO DE EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMATICA EM SALA DE AULA: CONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO Edléa Barbosa da Cruz edleabarbosa@hotmail.com Resumo: Este trabalho apresenta o primeiro contato que tive com

Leia mais

AS DIFICULDADES DA PESQUISA HISTÓRICA NOS ARQUIVOS DE NATAL (RN)

AS DIFICULDADES DA PESQUISA HISTÓRICA NOS ARQUIVOS DE NATAL (RN) AS DIFICULDADES DA PESQUISA HISTÓRICA NOS ARQUIVOS DE NATAL (RN) Wellinson Costa de Freitas Universidade Federal do Rio Grande do Norte wellinsoncosta@hotmail.com Dra. Liliane dos Santos Gutierre Universidade

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE NOVEMBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE NOVEMBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

JESUS ALIMENTA 5.000 PESSOAS

JESUS ALIMENTA 5.000 PESSOAS Bíblia para crianças apresenta JESUS ALIMENTA 5.000 PESSOAS Escrito por: Edward Hughes Ilustradopor:Janie Forest Adaptado por: Ruth Klassen O texto bíblico desta história é extraído ou adaptado da Bíblia

Leia mais