Sociedade de Engenharia de Áudio Artigo de Convenção Apresentado na IX Convenção Nacional de Abril de 2005, São Paulo, SP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sociedade de Engenharia de Áudio Artigo de Convenção Apresentado na IX Convenção Nacional 11-13 de Abril de 2005, São Paulo, SP"

Transcrição

1 ociedade de Engenharia de Áudio Artigo de Convenção Apreentado na IX Convenção Nacional - 3 de Aril de, ão Paulo, P Ete artigo foi reproduzido do original entregue pelo autor, em ediçõe, correçõe e conideraçõe feita pelo comitê técnico dete evento. Outro artigo podem er adquirido atravé da Audio Engineering ociety, 6 Eat 4 nd treet, New York, New York 6-, UA, Informaçõe ore a eção raileira podem er otida em Todo o direito reervado. Não é permitida a reprodução total ou parcial dete artigo em autorização exprea da AE Brail. Indicadore de intonia em Caixa Ba Reflex e Band Pa Revião 8 Homero ette ilva Eletrônica elenium. A , Nova ta. Rita, R Reumo A verificação da intonia em caixa tipo Ba Reflex e Band Pa é uma neceidade prática, preente no dia a dia do profiionai que lidam com ee itema. O ponto de amplitude mínima, e de fae nula, na curva de impedância da oina ão, tradicionalmente, uado como indicadore da freqüência de intonia. Emora muito conveniente, devido à implicidade do procedimento, ea informaçõe ofrem influência da indutância da oina Le, e até do fator de qualidade Q L. A limitaçõe dete procedimento ão aqui analiada e um método alternativo é ugerido para a aferição da intonia de caixa Ba Reflex e Band Pa de 6 a e 4ª orden. Ete traalho foi apreentado originalmente na VIII Convenção Nacional da AE, realizada em.p. de 7 a 9 de Junho de 4 em o item, agora incluído, a repeito de caixa Band Pa de 4ª Ordem.

2 Indicadore de intonia em Caixa Ba Reflex e Band Pa Homero ette ilva A verificação da intonia em caixa tipo Ba Reflex e Band Pa é uma neceidade prática, preente no dia a dia do profiionai que lidam com ee itema. O ponto de amplitude mínima, e de fae nula, na curva de impedância da oina ão, tradicionalmente, uado como indicadore da freqüência de intonia. Emora muito conveniente, devido à implicidade do procedimento, ea informaçõe ofrem influência da indutância da oina Le, e até do fator de qualidade Q L. A limitaçõe dete procedimento ão aqui analiada e um método alternativo é ugerido para a aferição da intonia de caixa Ba Reflex e Band Pa de 6 a e 4ª orden. Introdução Tradicionalmente, a informaçõe preente na curva de módulo e fae da impedância da oina vêm endo uada como indicadore de intonia em caixa Ba Reflex (Refletore de Grave). O traalho de Thiele e mall motraram ee caminho com clareza, onde o ponto de impedância mínima (e fae nula) compreendido entre o doi pico exitente na curva da impedância da oina do falante, intalado em caixa Ba Reflex (ou Band Pa de 4 a ordem) eria o indicador da freqüência de intonia, F. O Autor do preente traalho, aplicando a metodologia acima, em caixa Band Pa, notou dicrepância ignificativa entre o indicadore de intonia, fornecido pela curva de impedância e a freqüência de intonia efetivamente otida. A teoria de Thiele e mall não leva em conta a indutância da oina, tendo a influência dela ido coniderada como geralmente deprezível, para fin de intonia de caixa Refletora de Grave. Em caixa Band Pa de 6 a ordem, uma da câmara é intonizada em torno de uma oitava acima da outra câmara. Eta freqüência de intonia, muito elevada para o comum da caixa Refletora de Grave, faz com que a influência de Le torne-e ignificativa e não poa er deconiderada. Ee e outro apecto erão invetigado, a eguir. O Falante ao Ar Livre Para apoiar a análie, ecolhemo doi alto-falante, de 8, muito uado em caixa deenvolvida para itema de onorização profiionai. O modelo 8WP, devido à ua oina de quatro camada, apreenta uma indutância maior que a encontrada no modelo 8WP, conforme podemo ver na Fig.. A Fig. compara a reatância da oina do doi falante, onde contatamo que em Hz a reatância da oina do 8WP vale 4 Ohm enquanto que no 8WP ete valor ultrapaa Ohm. A equaçõe (.) e (.) permitem o cálculo dea componente, onde π f, e o valore da contante Krm, Erm, Kxm e Exm encontram-e na Taela (). ( ) Le Kxm X Kxm (.) Exm Exm Le Red Erm Krm (.)

3 Le Le Le em mh 3 4 Fig. Indutância da oina para o falante e, repectivamente 8WP e 8WP. XLe em Ohm XLe XLe 3 4 Fig. Reatância da oina para o falante e, repectivamente 8WP e 8WP. Red em Ohm Red Red 3 4 Fig. 3 Componente reitiva variável com a freqüência para o falante e, repectivamente 8WP e 8WP.

4 em Ohm Zvc Zvc 3 Fig. 4 Módulo da impedância ao ar livre do falante e, repectivamente 8WP e 8WP. Modulo e Fae de Zvc Fae Fig. Modulo da impedância e curva de fae do falante 8WP, ao ar livre. Modulo e Fae de Zvc Fae Fig. 6 Modulo da impedância e curva de fae do falante 8WP, ao ar livre.

5 Taela - Falante Utilizado Parâmetro 8WP 8WP Unidade Potência 8 6 Watt NBR 33 Impedância 8 8 Ohm Nominal eniilidade 97 9 db m) F 38, 36, Hz Va 9,4 8,8 Litro Qt,48,44 - Qe,,4 - Qm,9,3 - d 94 9 cm Mm 6,3 4,7 G Cm, 8,3 µm / N βl,,8 Tela x m R E,33,3 Ohm Krm 3,367 4,3 mili Ohm Erm,686,97 - Kxm 8,6,649 mili Henry Exm,6,77 - O parâmetro do falante utilizado foram medido no Audio Analyzer Brüel, modelo, e o parâmetro não lineare da oina foram otido, por proceamento, no LM verão 4., operando no modo LEAP, a partir da curva do módulo da impedância e da fae, ao ar livre. Na Fig. 4 vemo a curva do módulo da impedância, ao ar livre, do falante 8WP e 8WP, onde o crecimento da impedância dete último, na freqüência alta é acentuado devido à componente Red e Led. Na Fig. e 6 temo, a curva do módulo da impedância e da fae, focando o ponto de fae nula, repectivamente para o falante 8WP e 8WP, onde podemo ver, pela coincidência em freqüência do ponto de máximo na impedância (pico na reonância mecânica) e fae nula que a influência da indutância da oina foi inignificante, nete cao. O Falante em Caixa Refletora de Grave Volume litro e intonia 4 Hz Para invetigar o indicadore de intonia, foram feita imulaçõe com cada um do doi falante, individualmente intalado em dua caixa Refletora de Grave: uma, de litro, com intonia em 4 Hz e a outra com litro e intonia em 9 Hz. Ee volume e intonia ão o memo de uma caixa Band Pa, que foi contruída e erá analiada adiante. Na Fig. 7, vemo que o ponto de impedância mínima (entre o pico) praticamente coincide com o primeiro ponto de fae nula, em aproximadamente 3 Hz. Como a caixa foi intonizada em 4 Hz, temo um erro de, % na indicação da intonia. A Fig. 8 motra a preão acútica na aída, P O, e ua componente que a contituem: a contriuição do falante P D, a do duto P P e a da perda, P L, onde fica evidenciada a vocação da componente produzida pelo falante na indicação da intonia: um mergulho na repota exatamente na freqüência de intonia. Eta indicação é muito pouco afetada pela componente não lineare da oina. A Fig. 9 comina a indicaçõe elétrica e acútica da intonia e permite uma viualização mai detalhada. O primeiro ponto de fae nula ocorre em 3, Hz e o de mínimo em 33, Hz, o que eleva o erro da indicação da intonia para 9 %. A componente do falante tem eu mínimo em 4 Hz, o que preciamente indica a intonia da caixa. A Fig a referem-e ao 8WP intalado na mema caixa de litro, intonizada em 4 Hz. Com ete falante, o primeiro ponto de fae nula ocorreu em 34, Hz e o de mínimo em 3 Hz, endo o erro na indicação da intonia igual a 4 %. A componente gerada pelo falante continua com eu mínimo em 4 Hz, praticamente independendo do falante e preciamente indicando a intonia da caixa.

6 Modulo e Fae de Zvc Fae Fig. 7 Modulo da impedância e fae do 8WP em caixa BR, de litro, intonizada em 4 Hz. PO em db e ua Componente PD PP PL PO 6 3 Fig. 8 Componente acútica do 8WP em caixa BR, de litro, intonizada em 4 Hz. Fae PD Fig. 9 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, de litro, intonizada em 4 Hz.

7 8 Modulo e Fae de Zvc Fae Fig. Modulo da impedância e fae do 8WP em caixa BR, de litro, intonizada em 4 Hz. PO em db e ua Componente PD PP PL PO 6 3 Fig. Componente acútica do 8WP em caixa BR, de litro, intonizada em 4 Hz. Fae PD Fig. Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, de litro, intonizada em 4 Hz.

8 Modulo e Fae de Zvc Fae Fig. 3 Modulo da impedância e fae do 8WP em caixa BR, de litro, intonizada em 9 Hz. PO em db e ua Componente PD PP PL PO 6 3 Fig. 4 Componente acútica do 8WP em caixa BR, de litro, intonizada em 9 Hz. Fae PD Fig. Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, de litro, intonizada em 9 Hz.

9 Modulo e Fae de Zvc Fae Fig. 6 Modulo da impedância e fae do 8WP em caixa BR, de litro, intonizada em 9 Hz. PO em db e ua Componente PD PP PL PO 6 3 Fig. 7 Componente acútica do 8WP em caixa BR, de litro, intonizada em 9 Hz. Fae PD Fig. 8 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, de litro, intonizada em 9 Hz.

10 Volume litro e intonia 9 Hz A Fig 3 a referem-e ao 8WP, intalado em uma caixa de litro, intonizada em 9 Hz. O primeiro ponto de fae nula ocorreu em 6 Hz e o de mínimo no PL do falante em 94 Hz, endo o erro na indicação da intonia igual a 3 %. N Fig 6 a 8 temo o correpondente para o 8WP, intalado na caixa acima. O primeiro ponto de fae nula ocorreu em 67 Hz e o de mínimo no PL do falante em 93, Hz, endo o erro na indicação da intonia igual a 8 %. Como podemo contatar, o erro na indicação da intonia aumentaram com a freqüência, provavelmente devido à maior influência da componente Le e Red. imulando a Auência de Red e Le Volume litro e intonia 4 Hz A Fig. 9 e motram o indicadore de intonia para o cao hipotético onde Red e Le, repectivamente para o falante 8WP e 8WP, onde podemo ver que o mínimo da impedância e o ponto de fae nula coincidiram entre i e com o ponto de mínimo no PL produzido pelo cone do falante. O memo aconteceu quando Red e Le, conforme a Fig. e 4. Quando a indutância Le foi coniderada, conforme a Fig. e 3 vemo que o ponto de mínimo, na curva de PL do driver, continuou em 4 Hz, ma o doi outro da impedância caíram ignificativamente. Dee modo, podemo concluir que apena a indutância Le foi a reponável pela diferença entre o valore fornecido pelo indicadore de intonia. Volume litro e intonia 9 Hz A Fig. e 8 motram o indicadore de intonia para o cao hipotético onde Red e Le, para o falante 8WP e 8WP, repectivamente, intalado em uma caixa de litro, intonizada em 9 Hz, onde podemo ver que o ponto de fae nula acontecerem em torno de 97 Hz e o ponto de mínimo no PL ficou próximo de 93, Hz. A coincidência entre o ponto de fae nula e o de mínimo no PL não foi tão acentuada conforme aconteceu na câmara de litro, fato que invetigaremo adiante. Algo emelhante aconteceu quando Red e Le, conforme vemo na Fig. 7 e 3. Quando a indutância Le foi coniderada, de acordo com a Fig. 6 e 9, o ponto de mínimo, na curva de PL do driver, continuou em 9 Hz, aproximadamente, ma o doi outro, da curva de impedância, caíram ignificativamente em freqüência. Novamente confirmou-e que apena a indutância Le foi a reponável pela diferença entre o indicadore de intonia. A Fig. 3 e 3 motram que elevando para o fator de qualidade da perda por vazamento, QL (até então igual a 7), foi uficiente para fazer com que o ponto de fae nula coincidie com o mínimo no PL, tanto para o 8WP quanto para o 8WP. Para um entendimento completo dete fato, partindo do circuito equivalente do refletor de Grave, vito pelo terminai da oina do falante, motrado na Fig. 33, foram otida a equaçõe (.3) a (.). A equação (.) repreenta, na forma carteiana, a impedância vita pelo terminai da oina de um falante intalado em uma caixa Refletora de Grave. Como etamo intereado na freqüência de intonia F, e neta freqüência epera-e que a fae eja nula, devemo invetigar a condiçõe que anulam a parte imaginária da impedância, dada pela equação (.). Deprezando a influência da indutância da oina, o termo exponencial na equação (.) deaparece e a fae torna-e exatamente igual à zero, em uma caixa em perda (Q L ), devido ao termo ( / ) ( / ), que e anula em. Conforme a Fig. 3 e 3 podemo contatar que memo com Q L ete fato foi praticamente confirmado. Reumindo, para a fae er nula em F, alem do efeito de Le ter que er deprezível, a perda na caixa tamém deveriam er aixa, o que, na prática, muita veze, não acontece.

11 Fae PD Fig. 9 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 4 Hz. Red, Le. Fae PD Fig. Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 4 Hz. Red, Le. Fae PD Fig. Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 4 Hz. Red, Le.

12 Fae PD Fig. Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 4 Hz. Red, Le. Fae PD Fig. 3 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 4 Hz. Red, Le. Fae PD Fig. 4 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 4 Hz. Red, Le.

13 Fae PD Fig. Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 9 Hz. Red, Le. Fae PD Fig. 6 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 9 Hz. Red, Le. Fae PD Fig. 7 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 9 Hz. Red, Le.

14 Fae PD Fig. 8 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 9 Hz. Red, Le. Fae PD Fig. 9 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 9 Hz. Red, Le. Fae PD Fig. 3 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 9 Hz. Red, Le.

15 Fae PD Fig. 3 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 9 Hz. Red, Le e QL. Fae PD Fig. 3 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 9 Hz. Red, Le e QL. Fig. 33 Circuito equivalente elétrico do Refletor de Grave, vito pela oina.

16 Zvc R + Re d + Le + Re Ze (.3) ( ) E ( ) Ze ( ) Q L Qm Dz ( ) (.4) 4 3 Dz( ) ( + α) +... Qm QL Qm QL Qm QL (.) utituindo por j, vem: Zvc R + Red + j Le + Re Ze (.6) ( j ) E ( ) Ze ( ) 3 3 j + j j + j QL QL (.7) Qm Dz Qm Dz ( j) ( j) Ze ( ) + Q L j (.8) Qm Dz ( j ) 4 3 Dz( j ) j ( ) α + Qm QL Qm QL... + j + + Qm QL (.9) Dz a + j (.) ( j ) Z Z a + + ( + α) + 4 Z Qm QL (.) Z Qm QL Qm QL (.) Ze ( j) + Q L Qm a + j Z j Z (.3)

17 Ze ( j) + Q L az j Z (.4) Qm a + j a j Z j Z Z Z Ze Z Z + Z + + Z Q L QL j Qm az + Z ( ) a j a j (.) Ze Z Z Z + Z + QL QL j Qm az + Z ( ) a j a (.6) a Z Z Ze( j ) Z j a + Z + Qm ( a Z + Z) QL Qm ( a Z + Z) QL (.7) Re a Z Zvc( j ) R E + Red + Z... + Qm ( az + Z) QL Re... + j Le + a + Qm ( az + Z) Z Z QL (.8) Re Qm R E (.9) Qe E Z Zvc R + Red + Z +... QL ( j) E Qe ( az Z) R + R ( az Z) E... j Le a Z Qe + Q a Z L (.) Erm E Z Zvc R + Krm + Z +... QL ( j) E Qe ( az Z) R + Exm RE... + j Kxm + a Z + Qe ( az + Z) a Q Z L (.) Exm E Z I Zvc Kxm + a Z + (.) QL ( j) Qe ( az Z) R +

18 Parte Imaginária de Zvc, em Ohm Fig. 34 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 9 Hz. Red, Le e QL 7. Parte Imaginária de Zvc, em Ohm Fig. 3 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 9 Hz. Red, Le e QL 7. Parte Imaginária de Zvc, em Ohm Fig. 36 Indicadore de intonia do 8WP em caixa BR, V litro, F 9 Hz. Red, Le e QL.

19 Admitância em m e Fae em Grau 3 Yvc Fig. 37 Admitância em mili iemen, e fae em grau, do 8WP em caixa BR. V litro, F 9 Hz. Fae Admitância em m e Fae em Grau Yvc Fae Fig. 38 Admitância em mili iemen, e fae em grau, do 8WP em caixa BR. V litro, F 9 Hz. A Fig. 34 repreenta a equação (.), referente ao 8WP intalado em uma caixa de litro, intonizada em 9 Hz, com a componente Red e Le preente no modelo e Q L 7. A parte imaginária anula-e no ponto de fae zero, que acontecem no pico da impedância e no ponto de mínimo, alem de f. Nete cao, o indicador aponta 6 Hz como endo, aproximadamente, o valor de F. Na Fig. 3 e 36 a componente indutiva foi removida do modelo. Como podemo ver, a preença de Red, na Fig. 3, não produziu alteração ignificativa no indicadore de intonia que, em amo, o cao apontaram para F, aproximadamente, igual a 9 Hz. Uma poiilidade intereante, motrada na Fig. 37 e 38 conite na utilização da curva de admitância, no lugar da curva de impedância, para a localização do ponto de máximo e mínimo. A vantagem etá na maior precião com que o ponto de mínimo, da curva da impedância, podem er determinado na curva da admitância, onde e convertem em ponto de máximo, facilmente localizávei.

20 O Falante em Caixa Band Pa de 6ª Ordem Foi contruída uma caixa Band Pa onde dua caixa, iguai à motrada na Fig. 39, foram empilhada, formando uma caixa dupla onde, em cada metade, temo: V L, F 4 Hz, V L e F 7 Hz. O valor original de projeto, para F era igual a 9 Hz, ma, devido a uma alteração na área dete duto, aumentada durante a contrução, o valor encontrado para F ficou entre e Hz. O valor medido para F foi igual a 4 Hz., 8 V V 78,7 36,3 6, Fig. 39 Caixa Band Pa de 6ª ordem, onde: V L, F 4 Hz, V L e F 9 Hz. Fig. 4 Circuito equivalente acútico da Caixa Band Pa de 6ª ordem, A Câmara V e V Calculando a impedância equivalente para cada uma da câmara, vem: Za + + Ca R Map Map R Map + RAL + Map Ca RAL AL AL (.3)

21 Za MapR Map Map + + R AL Map + R AL + Map Ca R AL Map Ca AL (.4) Map Ca (.) Za Map Map Map Map RAL RAL (.6) Map (.7) R Q AL L Za Map QL + + (.8) Map α Va Ca onde α d Cm V Ca (.9) Za α α d Cm d Cm QL QL (.3) Za α d Cm QL + + (.3) Za α d Cm QL + + (.3) Lado Mecânico do Falante Zm Rm + Mm + Cm Rm Cm + Mm Cm + Cm (.33)

22 Mm Cm (.34) Zm Mm Cm + Rm Cm + Cm + Rm Cm + Cm (.3) Rm Cm (.36) Qm Zm + Qm + Cm (.37) No lado elétrico do falante, encontramo: Erm Ze R E Re d Le R E Krm Kxm ( Exm ) (.38) Refletindo o lado elétrico para o mecânico, temo: Zme ( βl) Rg + Ze (.39) Gerador de Força: βl Fg Eg Rg + Ze (.4) Refletindo o lado mecânico para o acútico, vem: Za Zm (.4) d Zae Zme (.4) d βl Pg Eg d Rg + Ze (.43)

23 Fig. 4 Circuito equivalente acútico, da Caixa Band Pa de 6ª ordem, modificado para o cálculo de Ud. Velocidade Volumétrica Utilizando o circuito equivalente da Fig. 4, podemo determinar a equação da velocidade volumétrica no cone do falante: Ud Pg Zae + Za + Za + Za (.44) Ud βl d Cm Eg Rg + Ze α α ( βl) Cm Rg + Ze Qm QL QL (.4) Dividindo Ud por doteremo o delocamento do cone do alto-falante, Xd, intalado em uma caixa BP de 6ª ordem: Xd βl Cm Eg Rg + Ze α α ( βl) Cm Rg + Ze Qm Q Q (.46) L L utituindo por j, na equaçõe (.4) e (.46) oteremo (.47) e (.48) onde podemo ver que na freqüência de intonia ( ou ) a amplitude de Ud e Xd paam por um mínimo, que tenderia para zero e Q L tendee para endo, portanto, indicadore de intonia.

24 Ud βl d Cm Eg j Rg + Ze α ( βl) Cm j + + j Rg + Ze Qm + j QL α j QL (.47) ( j) Xd βl Cm Eg Rg + Ze α ( βl) Cm j + + j Rg + Ze Qm + j QL α j Q ( j) L (.48) U P Za Map Ud (.49) U P Za Map Ud (.) α α Va Ca Map Ca Map onde α Ca Ca d Cm V Ca (.) α α Va Ca Map Ca Map onde α Ca Ca d Cm V Ca (.) Za α Map d Cm QL QL (.3)

25 Za α Map d Cm QL QL (.4) Za Map Up Ud Ud Ud Ma p Map QL QL (.) Za Up Ud Ud Map + Q + L ρ ρ PP UP Ud π π + + Q L (.6) (.7) ρ ρ PP UP Ud π π + + QL (.8) ( ) ρ ρ ρ Pp P + P U U U U π π π P P P P P P (.9) Pp ρ Ud π QL QL (.6) Pp + ρ QL QL Ud π + + Q + + L Q L (.6) A preão acútica reultante, Pp, erá a compoição da contriuiçõe do duto (pórtico) e, conforme a equaçõe (.6) e (.6) onde fica claro que a freqüência de intonia não podem er iguai. Coniderando Q L tendendo para em (.6), e fazendo, podemo contatar que a preão acútica produzida pelo duto tende para zero, devido ao polinômio em azul. Repetindo ete procedimento, ma fazendo, contatamo que a preão acútica no duto não tende para zero. Aim endo, o indicador de intonia do duto deverá er otido medindo-e a preão acútica no duto. Para otermo o indicador de intonia do duto, deveremo medir a preão acútica no duto.

26 P P βl d Cm ρ Eg Rg + Ze π ( L) Cm β Q L Rg Ze Qm + α QL... + α + + QL (.6) P P βl d Cm ρ Eg Rg + Ze π ( L) Cm β Q L Rg Ze Qm + + Q + L... + α + α + + Q L (.63) Delocamento do Cone em mm Xd Xd 3 Frequencia em Hz Fig. 4 Delocamento do cone do falante 8WP e 8WP na caixa BP6, imulada. Na Fig. 4 vemo que o delocamento do cone é um indicador eguro da intonia, emora muita veze não eja facilmente otido, na prática, por exigir a preença de dipoitivo como acelerômetro. A velocidade volumétrica no cone e no duto, conforme a Fig. 43 e 4, ão indicadore precio da freqüência de intonia, o memo acontecendo com a velocidade lineare, no cone e no duto, conforme a Fig. 44 e 46. A Fig. 47 e 48 motram a preão acútica reultante e a componente de cada duto, para o 8WP, onde fica clara a conveniência do indicadore acútico de intonia. O ponto de mínimo PL no duto aponta a freqüência de intonia do duto enquanto que o mínimo no PL do duto indica a intonia do duto. A Fig. 49 e motram io para o 8WP.

27 Velocidade Volumetrica em m 3 / Frequencia em Hz Fig. 43 Velocidade volumétrica na caixa BP6, imulada com o falante 8WP. Ud Up Up Up.7 Velocidade em m/ Vd Vp Vp. 3 Frequencia em Hz Fig. 44 Velocidade lineare na caixa BP6, imulada com o falante 8WP. Velocidade Volumetrica em m 3 / Frequencia em Hz Fig. 4 Velocidade volumétrica na caixa BP6, imulada com o falante 8WP. Ud Up Up Up

28 .7 Velocidade em m/ Vd Vp Vp. 3 Frequencia em Hz Fig. 46 Velocidade lineare na caixa BP6, imulada com o falante 8WP. PL em db Pp Pp Pp 4 3 Frequencia em Hz Fig. 47 Preõe acútica na caixa BP6, imulada com o falante 8WP. 9 PL em db Pp Pp Pp Frequencia em Hz Fig. 48 Preõe acútica na caixa BP6, imulada com o falante 8WP.

29 PL em db Pp Pp Pp 4 3 Frequencia em Hz Fig. 49 Preõe acútica na caixa BP6, imulada com o falante 8WP. 9 PL em db Pp Pp Pp Frequencia em Hz Fig. Preõe acútica na caixa BP6, imulada com o falante 8WP. Impedância Vita pela Boina Refletindo o circuito equivalente acútico, de uma caixa Band Pa de 6ª ordem, para o lado elétrico, podemo equacionar a impedância vita pelo terminai da oina móvel. Uma impedância acútica aparecerá refletida no lado mecânico egundo a relação (.64). Alem dio, a topologia do circuito erá a dual do original, conforme a Fig. e. Z ( β ) ( β ) E ( βl) d Z Ze L L ( β L ) Cm d Za Zm + + Qm A (.64) (.6)

30 Fig. O circuito equivalente acútico da Fig. 4 vito pelo terminai da oina móvel. Fig. Circuito equivalente da caixa BP6, vita pelo terminai da oina móvel. Ze βl βl QL + + ( ) ( ) d Za d Map (.66) utituindo Map pela expreão dada em (.9), vem: Ze L + + ( βl) Cm Q α (.67) Ze L + + ( βl) Cm Q α (.68)

31 Ze L + + ( βl) Cm Q α (.69) Zeq + + Ze Ze Ze (.7) Zeq + + Qm α + + β ( L) Cm ( βl) Cm + + Q L α... + ( βl) Cm + + Q (.7) L... Zeq ( ) βl Cm α + α Qm Q Q L L (.7) ( ) ( ) ( ) βl βl Rm Cm βl Cm Rm Cm Re Rm Rm Qm (.73) β R Qm R E Qe Qm Qe E ( L) Cm (.74) Zeq R Qe α + α Qm Q Q E L L (.7) A impedância vita pelo terminai da oina móvel, em a componente não lineare, erá dada por ZVC, e correponderá ao que eria otido aplicando-e a teoria original de Thiele e mall. ZVC R E + Zeq (.76)

32 ZVC R + R Qe α + α Qm Q Q E E L L (.77) ZVC R α + α Qm Qe QL QL E α + α Qm Q Q L L (.78) ZVC R α + α Qt QL QL E α + α Qm Q Q L L (.79) Erm Exm Zed Red+ Le Krm + Kxm (.8) Zvc Zed + ZVC (.8) Na Fig. 3 temo a curva do módulo da impedância, vita pelo terminai da oina móvel, para o falante 8WP e 8WP, intalado na caixa and pa de exta ordem, motrada na Fig. 39. A impedância apreenta trê pico e doi vale. Nee ponto de máximo e mínimo a fae é aproximadamente igual à zero, conforme a Fig. 4. O ponto de impedância mínima indicam a dua freqüência de intonia, uma de cada câmara. A indutância da oina Le e o fator de qualidade da câmara, Q L, influem na indicação de fae nula, conforme veremo adiante.

33 em Ohm Zvc Zvc 3 Fig. 3 Módulo da impedância da oina, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP e 8WP. 8 Fae de Zvc em Grau Fae Fae 6 3 Fig. 4 Fae da oina, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP e 8WP. em Ohm e Fae em Grau Zvc Fae Zvc Fae 6 3 Fig. Módulo da impedância e fae da oina, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP e 8WP.

34 Modulo e Fae de Zvc Fae Fig. 6 Módulo da impedância e fae da oina, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP. Módulo de Yvc em m e Fae em grau Yvc Fae Fig. 7 Módulo da admitância e fae da oina, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP. Fae Pp 8 Pp Fig. 8 Indicadore de intonia, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP.

35 Modulo e Fae de Zvc Fae Fig. 9 Módulo da impedância e fae da oina, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP. Módulo de Yvc em m e Fae em grau Yvc Fae Fig. 6 Módulo da admitância e fae da oina, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP. Fae Pp 8 Pp Fig. 6 Indicadore de intonia, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP.

36 8 Modulo e Fae de Zvc Fae Fig. 6 Módulo da impedância e fae da oina, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP. Red, Le. Módulo de Yvc em m e Fae em grau Yvc Fae Fig. 63 Módulo da admitância e fae da oina, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP. Red, Le. Fae Pp 8 Pp Fig. 64 Indicadore de intonia, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP. Red, Le.

37 Modulo e Fae de Zvc Fae Fig. 6 Módulo da impedância e fae da oina, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP. Red, Le. Módulo de Yvc em m e Fae em grau Yvc Fae Fig. 66 Módulo da admitância e fae da oina, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP. Red, Le. Fae Pp 8 Pp Fig. 67 Indicadore de intonia, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP. Red, Le.

38 Modulo e Fae de Zvc Fae Fig. 68 Módulo da impedância e fae da oina, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP. Red, Le e Q L 4. Módulo de Yvc em m e Fae em grau Yvc Fae Fig. 69 Módulo da admitância e fae da oina, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP. Red, Le e Q L 4. Fae Pp 8 Pp Fig. 7 Indicadore de intonia, na caixa da Fig. 39, com o falante 8WP. Red, Le e Q L 4.

39 Na Fig. 6 e 7, referente ao 8WP, vemo que na intonia de 4 Hz o indicadore da oina apontam para, aproximadamente, 3 Hz. Na outra câmara, intonizada em 9 Hz, eta indicação foi em torno de 7 Hz, o que é uma dicrepância muito ignificativa. Já o indicadore acútico, na Fig. 8, apontam perfeitamente para 4 Hz e 9 Hz. A Fig. 9 a 6 repetem o que foi vito acima para o 8WP, em nenhuma novidade. Para comprovar a reponailidade de Le, na dicrepância do indicadore elétrico, temo a Fig. 6 a 64, para o 8WP e a Fig. 6 a 67 para o 8WP, onde a influência da indutância da oina foi eliminada, na imulação. No doi cao vemo que o ponto de máximo e mínimo coincidiram muito aproximadamente com o de fae nula e com o indicadore acútico. Na Fig 68 a 7, alem de Le, o fator de qualidade da perda, em ama a câmara, foi feito igual 4, o que tornou a coincidência do indicadore elétrico e acútico, da intonia, ainda mai precia. Para um perfeito entendimento dete fato, podemo utilizar a equação (.77), que repreenta a impedância vita pelo terminai da oina móvel, em uma caixa and pa de exta ordem, em a componente Red e Le. Neta equação podemo concluir que, e o fator de qualidade Q L de uma da câmara tender para infinito, na freqüência de intonia deta câmara a impedância ZVC tenderá para R E. Ete raciocínio vale, tamém, para a outra câmara. Dee modo, fica evidente a influência da perda na indicação da intonia atravé da impedância da oina. De volta ao mundo real, onde a componente não lineare da oina exitem de fato, vemo que a expreão de Zvc (não confundir com ZVC) incorpora Red e Le. A preença da reatância indutiva altera o ponto de fae nula, endo a reponável pela maiore dicrepância no indicadore de intonia. Medida Efetuada Foi contruída uma caixa dupla, para uo profiional, aeada naquela motrada na Fig. 39, ou eja, dua daquela foram empilhada e geminada verticalmente, totalizando doi falante por caixa, ligado em paralelo. Por ee motivo, a curva de impedância vão indicar, no ponto de mínimo, um valor próximo de 4 Ohm (8 em paralelo com 8). A curva do PL reultante, produzido pela caixa, foram medido no centro da mema, com cada falante alimentado com,83 Volt. No entanto, a curva do PL no duto, foram otida com o microfone colocado no centro do duto invetigado, rente ao plano do painel da caixa, ou eja, no campo próximo. A proximidade tornou a captação do inai proveniente do demai duto deprezível e explica o elevado valore de PL otido nete tipo de medição. A intonia pretendida para a câmara V ( litro) era F 4 Hz, tendo ido coneguido, na prática, 4 Hz; para a câmara V ( litro), pretendeu-e uma intonia F 9 Hz. No entanto, devido a uma alteração no duto, na ocaião da contrução, foi otida uma intonia entre e Hz. A alteração no duto já etá incorporada no deenho da caixa. Impedancia em Ohm 3 8WP 8WP 3 4 Frequência em Hz Fig. 7 Impedância do falante 8WP e 8WP, medida ao ar livre.

40 Fae da Impedancia em Grau 8WP 8WP 3 4 Frequência em Hz Fig. 7 Fae do falante 8WP e 8WP, medida ao ar livre. Na Fig. 7 e 7 vemo, repectivamente, o módulo da impedância da oina e a fae do doi alto-falante, medido ao ar livre. Nea mediçõe foram tamém otido o parâmetro da Taela. Na Fig. 73 temo a curva do módulo da impedância, para o falante 8WP e 8WP, montado na caixa da Fig. 39, onde podemo ver o trê pico caracterítico da impedância. O doi ponto de mínimo, entre o pico, indicam a freqüência de intonia da dua câmara. Na Fig. 74 temo uma vita expandida, em ecala linear, que permite a melhor oervação dee indicadore de intonia. Na Fig. 7 temo o módulo da admitância, que permite uma viualização mai cômoda do ponto de máximo (o mínimo, no cao da impedância). A Fig. 76 motra a fae da impedância do doi falante, intalado na caixa and pa. Na Fig. 77 e 78 temo, em ecala linear, a repreentação do módulo da impedância e da fae da oina, enfocando o ponto de interee para a indicação da intonia, repectivamente para o 8WP e para o 8WP. Podemo ver que o ponto de impedância mínima e fae nula aconteceram entre 4 e 4 Hz e, depoi, entre 7 e 7, correpondendo, repectivamente, à intonia da câmara de litro e litro. Na Fig. 79 temo a repota completa da caixa (doi falante, por vez, cada um receendo,83 V), no eixo a metro, medida em câmara anecoica. Na Fig. 8 e 8, repectivamente, para o falante 8WP e 8WP, temo a componente no duto (e a repota completa, reultante) onde vemo que a indicação acútica, na freqüência mai aixa, praticamente coincidiu com a elétrica, em F igual a 4 Hz, aproximadamente. Já na freqüência de intonia mai alta, a indicação acútica (PL do duto ) apontou para algo em torno de a Hz, enquanto que a elétrica ficou entre 7 e 7 Hz, conforme vimo acima. Dee modo, a dicrepância realmente ignificativa (e muito), ocorreu na freqüência mai elevada de intonia. Concluão O indicadore de intonia, que e aeiam na informaçõe elétrica da curva da impedância, ão ignificativamente afetado pela reatância da oina móvel, que é função da indutância Le e da freqüência de intonia F. Dee modo, caixa com freqüência de intonia elevada, utilizando alto-falante com grande valore de indutância, ficam ujeito a erro mai ignificativo. Em caixa and pa de exta ordem, na câmara intonizada na freqüência mai alta, o erro na indicação da intonia, atravé da impedância elétrica, ão inaceitávei. Memo na outra câmara, ou em caixa a reflex, ee erro podem er ignificativo. Por eta razão, recomendamo o uo do indicadore acútico de intonia, aqui apreentado. Para a caixa and pa de 4ª ordem não encontramo, ainda, indicadore acútico mai aceívei, alem do delocamento do cone e ua velocidade linear e volumétrica.

41 8WP 8WP Impedância em Ohm 3 4 Frequência em Hz Fig. 73 Impedância do falante 8WP e 8WP, medida na caixa and pa. 3 Impedância em Ohm 8WP 8WP Frequência em Hz Fig. 74 Impedância do falante 8WP e 8WP, medida na caixa and pa. 3 Admitância em mili iemen 8WP 8WP Frequência em Hz Fig. 7 Admitância do falante 8WP e 8WP, medida na caixa and pa.

42 8 Fae da Impedancia em Grau WP 8WP Frequência em Hz Fig. 76 Fae do falante 8WP e 8WP, medida na caixa and pa. Impedancia em Ohm e Fae em Grau IMP FAE Frequência em Hz Fig. 77 Impedância e fae do falante 8WP, medida na caixa and pa. Impedancia em Ohm e Fae em Grau IMP FAE Frequência em Hz Fig. 78 Impedância e fae do falante 8WP, medida na caixa and pa.

43 8WP 8WP PL em db Frequência em Hz Fig. 79 Repota do falante 8WP e 8WP, medida na caixa and pa. PL em db TOTAL DUTO DUTO Frequência em Hz Fig. 8 Repota total e no duto da caixa and pa, com o falante 8WP. PL em db TOTAL DUTO DUTO Frequência em Hz Fig. 8 Repota total e no duto da caixa and pa, com o falante 8WP.

44 Caixa Band Pa de 4ª Ordem A caixa Band Pa de 4ª ordem caracteriza-e por pouir duto de intonia em apena uma da câmara, conforme podemo ver na Fig. 8 e, por ee motivo, o procedimento utilizado na caixa Band Pa de 6ª Ordem não produz indicador de intonia, tornando-e inútil. O circuito equivalente elétrico etá repreentado na Fig. 83, onde foram deprezada a perda aociada à câmara elada. Fig. 8 Caixa Band Pa de 4ª Ordem. Fig. 83 Circuito equivalente da caixa Band Pa de 4ª Ordem. Za α d Cm (.8) Za α d Cm QL + + (.83) Ud Pg Zae + Za + Za + Za (.84) Ud βl d Cm Eg Rg + Ze α ( βl) Cm α Rg + Ze Qm d Cm + + Q L (.8) Dividindo Ud por doteremo o delocamento do cone do alto-falante, Xd, intalado em uma caixa BP de 4ª ordem:

45 Xd βl Cm Eg Rg + Ze α ( βl) Cm α Rg + Ze Qm d Cm + + QL (.86) utituindo por j, na equaçõe (.8) e (.86) oteremo (.87) e (.88) onde podemo ver que na freqüência de intonia ( ) a amplitude de Ud e Xd paam por um mínimo, que tenderia para zero e Q L tendee para endo, portanto, indicadore de intonia. Ud βl d Cm Eg j Rg + Ze α j ( βl) Cm α j + j + j + Rg + Ze Qm d Cm + j + Q ( j) L (.87) Xd βl d Cm Eg j Rg + Ze α j ( βl) Cm α j + j + j + Rg + Ze Qm d Cm + j + Q ( j) L (.88) Como Ud e Xd ão quantidade mai difícei de erem medida, fomo em uca de outra alternativa, que foi encontrada na preão acútica dentro da câmara fechada, dada pela equação (.9). utituindo por j, na equação (.9), vemo que teremo o memo indicador de intonia, proporcionado por ( ). Para utilizarmo ete método há a neceidade de fazer um furo na parede da câmara elada, por onde erá introduzido o microfone, conforme vemo na Fig. 84, furo ete que deve er vedado com maa, para evitar vazamento. P ρ U π d (.89) P ρ βl d Cm Eg π Rg + Ze α ( βl) Cm α Rg + Ze Qm d Cm + + Q L (.9)

46 P βl d Cm Eg j Rg + Ze α j ( βl) Cm α j + j + j + Rg + Ze Qm d Cm + j + Q ( j) L (.9) Fig. 84 Caixa Band Pa de 4ª ordem, dupla, durante a medição da preão acútica, na câmara elada. Fig 8 - Impedância da oina do falante na caixa BP. Fig 86 - PL no interior da câmara elada. Na Fig. 8, que motra o módulo da impedância do falante intalado em uma da dua eçõe da caixa dupla (dua caixa geminada no memo gainete ma totalmente independente), vemo que o ponto de mínimo indica a intonia em torno de 6 Hz.

Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação

Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação Confrontando Reultado Experimentai e de Simulação Jorge A. W. Gut Departamento de Engenharia Química Ecola Politécnica da Univeridade de São Paulo E mail: jorgewgut@up.br Um modelo de imulação é uma repreentação

Leia mais

Estrutura geral de um sistema com realimentação unitária negativa, com um compensador (G c (s) em série com a planta G p (s).

Estrutura geral de um sistema com realimentação unitária negativa, com um compensador (G c (s) em série com a planta G p (s). 2 CONTROLADORES PID Introdução Etrutura geral de um itema com realimentação unitária negativa, com um compenador (G c () em érie com a planta G p (). 2 Controladore PID 2. Acção proporcional (P) G c ()

Leia mais

Professora FLORENCE. Resolução:

Professora FLORENCE. Resolução: 1. (FEI-SP) Qual o valor, em newton, da reultante da força que agem obre uma maa de 10 kg, abendo-e que a mema poui aceleração de 5 m/? Reolução: F m. a F 10. 5 F 50N. Uma força contante F é aplicada num

Leia mais

Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático considerando o efeito do atrito dinâmico

Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático considerando o efeito do atrito dinâmico Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático coniderando o efeito do atrito dinâmico Antonio C. Valdiero, Carla S. Ritter, Luiz A. Raia Depto de Ciência Exata e Engenharia, DCEEng,

Leia mais

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos CAPÍTULO 10 Modelagem e repota de itema dicreto 10.1 Introdução O itema dicreto podem er repreentado, do memo modo que o itema contínuo, no domínio do tempo atravé de uma tranformação, nete cao a tranformada

Leia mais

AULA 02 POTÊNCIA MECÂNICA. = τ. P ot

AULA 02 POTÊNCIA MECÂNICA. = τ. P ot AULA 0 POTÊNCIA MECÂNICA 1- POTÊNCIA Uma força pode realizar um memo trabalho em intervalo de tempo diferente. Quando colocamo um corpo de maa m obre uma mea de altura H num local onde a aceleração da

Leia mais

= T B. = T Bloco A: F = m. = P Btang. s P A. 3. b. P x. Bloco B: = 2T s T = P B 2 s. s T = m 10 B 2. De (I) e (II): 6,8 m A. s m B

= T B. = T Bloco A: F = m. = P Btang. s P A. 3. b. P x. Bloco B: = 2T s T = P B 2 s. s T = m 10 B 2. De (I) e (II): 6,8 m A. s m B eolução Fíica FM.9 1. e Com bae na tabela, obervamo que o atleta etá com 5 kg acima do peo ideal. No gráfico, temo, para a meia maratona: 1 kg,7 min 5 kg x x,5 min. Na configuração apreentada, a força

Leia mais

Experimento #4. Filtros analógicos ativos LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA

Experimento #4. Filtros analógicos ativos LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA UNIVESIDADE FEDEAL DE CAMPINA GANDE CENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA E INFOMÁTICA DEPATAMENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA LABOATÓIO DE ELETÔNICA Experimento #4 Filtro analógico ativo EXPEIMENTO #4 Objetivo Gerai Eta

Leia mais

Livro para a SBEA (material em construção) Edmundo Rodrigues 9. peneiras

Livro para a SBEA (material em construção) Edmundo Rodrigues 9. peneiras Livro para a SBEA (material em contrução) Edmundo Rodrigue 9 4.1. Análie granulométrica Granulometria, graduação ou compoição granulométrica de um agregado é a ditribuição percentual do eu divero tamanho

Leia mais

CAPÍTULO 6 - Testes de significância

CAPÍTULO 6 - Testes de significância INF 16 CAPÍTULO 6 - Tete de ignificância Introdução Tete de ignificância (também conhecido como Tete de Hipótee) correpondem a uma regra deciória que no permite rejeitar ou não rejeitar uma hipótee etatítica

Leia mais

Quantas equações existem?

Quantas equações existem? www2.jatai.ufg.br/oj/index.php/matematica Quanta equaçõe exitem? Rogério Céar do Santo Profeor da UnB - FUP profeorrogeriocear@gmail.com Reumo O trabalho conite em denir a altura de uma equação polinomial

Leia mais

Capítulo 5: Análise através de volume de controle

Capítulo 5: Análise através de volume de controle Capítulo 5: Análie atravé de volume de controle Volume de controle Conervação de maa Introdução Exite um fluxo de maa da ubtância de trabalho em cada equipamento deta uina, ou eja, na bomba, caldeira,

Leia mais

Exercícios Resolvidos de Biofísica

Exercícios Resolvidos de Biofísica Exercício Reolvido de Biofíica Faculdade de Medicina da Univeridade de oimbra Exercício Reolvido de Biofíica Metrado ntegrado em Medicina MEMBRNS HOMOGÉNES Exercício 1. Numa experiência com uma membrana

Leia mais

SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS

SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS Reumo Luca Franco de Ai¹ Marcelo Semenato² ¹Intituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia/Campu Jataí/Engenharia Elétrica/PIBIT-CNPQ lucafranco_jty@hotmail.com

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET SP

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET SP Diciplina: Mecânica do Fluido Aplicada Lita de Exercício Reolvido Profeor: 1 de 11 Data: 13/0/08 Caruo 1. Um menino, na tentativa de melhor conhecer o fundo do mar, pretende chegar a uma profundidade de

Leia mais

Caixas Band Pass. Simétricas, Ordem. de 4 a

Caixas Band Pass. Simétricas, Ordem. de 4 a aixa and Pa Simétrica, de 4 a Ordem Homero Sette Silva Ano ovo de 4 aixa and Pa Simétrica, de 4 a Ordem - 4 P4SIM Homero Sette Silva homero@elenium.com.br te trabalho é uma releitura do apítulo, do livro

Leia mais

Reconhece e aceita a diversidade de situações, gostos e preferências entre os seus colegas.

Reconhece e aceita a diversidade de situações, gostos e preferências entre os seus colegas. Ecola Báic a 2º º e 3º º Ciclo Tema 1 Viver com o outro Tema Conteúdo Competência Actividade Tema 1 Viver com o outro Valore Direito e Devere Noção de valor O valore como referenciai para a acção: - o

Leia mais

Nestas notas será analisado o comportamento deste motor em regime permanente.

Nestas notas será analisado o comportamento deste motor em regime permanente. MOTO DE INDUÇÃO TIFÁSICO 8/0/006 Ivan Camargo Introdução O motor de indução trifáico correponde a, aproximadamente, 5 % da carga elétrica do Brail, ou eja, 50 % da carga indutrial que, por ua vez, correponde

Leia mais

Resistência dos Materiais SUMÁRIO 1. TENSÕES DE CISALHAMENTO... 1 1.1 DIMENSIONAMENTO... 2 1.2 EXEMPLOS... 2

Resistência dos Materiais SUMÁRIO 1. TENSÕES DE CISALHAMENTO... 1 1.1 DIMENSIONAMENTO... 2 1.2 EXEMPLOS... 2 Reitência do Materiai SUMÁRIO 1. TESÕES DE CISLHMETO... 1 1.1 DIMESIOMETO... 1. EXEMPLOS... Cialhamento 0 Prof. Joé Carlo Morilla Reitência do Materiai 1. Tenõe de Cialhamento Quando dua força cortante

Leia mais

Máquinas Eléctricas. Motores de indução. Motores assíncronos. Arranque

Máquinas Eléctricas. Motores de indução. Motores assíncronos. Arranque Motore de indução Arranque São motore robuto e barato (fabricado em maa), embora tendo o inconveniente de não erem regulávei. Conequentemente, uma vez definido um binário e uma corrente, ete apena dependem

Leia mais

EXPERIÊNCIA 7 CONVERSORES PARA ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS

EXPERIÊNCIA 7 CONVERSORES PARA ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO - UNICAMP EE-832 - LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA INDUSTRIAL EXPERIÊNCIA 7 CONVERSORES PARA ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS 7. Introdução A máquina de corrente

Leia mais

Análise de Sensibilidade de Anemômetros a Temperatura Constante Baseados em Sensores Termo-resistivos

Análise de Sensibilidade de Anemômetros a Temperatura Constante Baseados em Sensores Termo-resistivos UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ELETRICIDADE Análie de Senibilidade de Anemômetro a Temperatura Contante Baeado em Senore Termo-reitivo

Leia mais

Filtros Analógicos Ativos

Filtros Analógicos Ativos Filtro Analógico Ativo Topologia Sallen-Key FPB Prof. láudio A. Fleury onteúdo. Introdução. Filtro Paa-Baixa de a. Ordem 3. Mudança de Ecala 4. Filtro Paa-Alta de a. Ordem 5. Filtro Paa-Faixa e ejeita-faixa

Leia mais

Palavras-chave:Algoritmo Genético; Carregamento de Contêiner; Otimização Combinatória.

Palavras-chave:Algoritmo Genético; Carregamento de Contêiner; Otimização Combinatória. Reolução do Problema de Carregamento e Decarregamento 3D de Contêinere em Terminai Portuário para Múltiplo Cenário via Repreentação por Regra e Algoritmo Genético Aníbal Tavare de Azevedo (UNICAMP) anibal.azevedo@fca.unicamp.br

Leia mais

Um exemplo de Análise de Covariância. Um exemplo de Análise de Covariância (cont.)

Um exemplo de Análise de Covariância. Um exemplo de Análise de Covariância (cont.) Um exemplo de Análie de Covariância A Regreão Linear e a Análie de Variância etudada até aqui, ão cao particulare do Modelo Linear, que inclui também a Análie de Covariância Em qualquer deta trê ituaçõe

Leia mais

Curso de Análise Matricial de Estruturas 1 I - INTRODUÇÃO

Curso de Análise Matricial de Estruturas 1 I - INTRODUÇÃO Curo de Análie Matricial de Etrutura 1 I - INTRODUÇÃO I.1 - Introdução O proceo de um projeto etrutural envolve a determinação de força interna e de ligaçõe e de delocamento de uma etrutura. Eta fae do

Leia mais

Compensadores. Controle 1 - DAELN - UTFPR. Os compensadores são utilizados para alterar alguma característica do sistema em malha fechada.

Compensadores. Controle 1 - DAELN - UTFPR. Os compensadores são utilizados para alterar alguma característica do sistema em malha fechada. Compenadore 0.1 Introdução Controle 1 - DAELN - UTFPR Prof. Paulo Roberto Brero de Campo O compenadore ão utilizado para alterar alguma caracterítica do itema em malha fechada. 1. Avanço de fae (lead):

Leia mais

UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA

UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA Benjamin Mariotti Feldmann Mie Yu Hong Chiang Marco Antonio Brinati Univeridade de São Paulo Ecola Politécnica da

Leia mais

Avaliação de Ações. Mercado de Capitais. Luiz Brandão. Ações. Mercado de Ações

Avaliação de Ações. Mercado de Capitais. Luiz Brandão. Ações. Mercado de Ações Mercado de Capitai Avaliação de Açõe Luiz Brandão O título negociado no mercado podem de renda fixa ou de renda variável. Título de Renda Fixa: Conhece-e de antemão qual a remuneração a er recebida. odem

Leia mais

CONTROLO DE SISTEMAS. APONTAMENTOS DE MATLAB CONTROL SYSTEM Toolbox. Pedro Dinis Gaspar António Espírito Santo J. A. M.

CONTROLO DE SISTEMAS. APONTAMENTOS DE MATLAB CONTROL SYSTEM Toolbox. Pedro Dinis Gaspar António Espírito Santo J. A. M. UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELECTROMECÂNICA CONTROLO DE SISTEMAS APONTAMENTOS DE MATLAB CONTROL SYSTEM Toolbox Pedro Dini Gapar António Epírito Santo J. A. M. Felippe de Souza

Leia mais

EFEITOS DO COEFICIENTE DE POISSON E ANÁLISE DE ERRO DE TENSÕES EM TECTÔNICA DE SAL

EFEITOS DO COEFICIENTE DE POISSON E ANÁLISE DE ERRO DE TENSÕES EM TECTÔNICA DE SAL Copright 004, Intituto Braileiro de Petróleo e Gá - IBP Ete Trabalho Técnico Científico foi preparado para apreentação no 3 Congreo Braileiro de P&D em Petróleo e Gá, a er realizado no período de a 5 de

Leia mais

Vestibular 2013 2 a fase Gabarito Física

Vestibular 2013 2 a fase Gabarito Física etibular 203 2 a fae Gabarito Fíica Quetão 0 (alor: 5 ponto) Cálculo da variação da quantidade de movimento A velocidade inicial no momento do impacto erá a velocidade final da queda Aplicando conervação

Leia mais

Equações Diferenciais (GMA00112) Resolução de Equações Diferenciais por Séries e Transformada de Laplace

Equações Diferenciais (GMA00112) Resolução de Equações Diferenciais por Séries e Transformada de Laplace Equaçõe Diferenciai GMA Reolução de Equaçõe Diferenciai por Série e Tranformada de Laplace Roberto Tocano Couto tocano@im.uff.br Departamento de Matemática Aplicada Univeridade Federal Fluminene Niterói,

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Verão.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recife PE GRUPO IV GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC GAT

Leia mais

Aula 4 Modelagem de sistemas no domínio da frequência Prof. Marcio Kimpara

Aula 4 Modelagem de sistemas no domínio da frequência Prof. Marcio Kimpara FUDAMETOS DE COTROLE E AUTOMAÇÃO Aula 4 Modelagem de itema no domínio da requência Pro. Marcio impara Unieridade Federal de Mato Groo do Sul Sitema mecânico tranlação Elemento Força deloc. tempo Laplace

Leia mais

Crossovers Passivos, de 2 a Ordem, em Sistemas Duas Vias

Crossovers Passivos, de 2 a Ordem, em Sistemas Duas Vias Verão -- roover Paivo, de a rdem, em Sitema Dua Via omero Sette Silva, Eng. www.elenium.com.br conceito envolvido no projeto e utilização de croover paivo de db / itava, com reitor de atenuação na via

Leia mais

ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO E ANÁLISE PLÁSTICA DE VIGAS DE EDIFÍCIOS

ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO E ANÁLISE PLÁSTICA DE VIGAS DE EDIFÍCIOS Anai do 47º Congreo Braileiro do Concreto - CBC005 Setembro / 005 ISBN 85-98576-07-7 Volume XII - Projeto de Etrutura de Concreto Trabalho 47CBC06 - p. XII7-85 005 IBRACON. ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO

Leia mais

ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO

ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO Thale Cainã do Santo Barbalho 1 ; Álvaro Daniel Tele Pinheiro 2 ; Izabelly Laria Luna

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE TEMPOS DE RESIDÊNCIA EM SISTEMAS ALIMENTADOS COM VAZÃO VARIÁVEL. Renata Akemi Sassaki

DISTRIBUIÇÃO DE TEMPOS DE RESIDÊNCIA EM SISTEMAS ALIMENTADOS COM VAZÃO VARIÁVEL. Renata Akemi Sassaki DISTRIBUIÇÃO DE TEMPOS DE RESIDÊNIA EM SISTEMAS ALIMENTADOS OM VAZÃO VARIÁVEL Renata Akemi Saaki TESE SUBMETIDA AO ORPO DOENTE DA OORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS PROCEDIMENTOS DE AMOSTRAGEM CASUAL SIMPLES E AMOSTRAGEM SISTEMÁTICA

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS PROCEDIMENTOS DE AMOSTRAGEM CASUAL SIMPLES E AMOSTRAGEM SISTEMÁTICA Etudo comparativo entre o procedimento de amotragem... 67 ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS PROCEDIMENTOS DE AMOSTRAGEM CASUAL SIMPLES E AMOSTRAGEM SISTEMÁTICA EM INVENTÁRIOS DE ARBORIZAÇÃO URBANA Comparative

Leia mais

Intruçõe Breve Verão 1 0 junho 2005 INSTRUÇÕES APENAS PARA PESSOAL QUALIFICADO APERTO DO CONJUNTO DE SUPORTES AVISO: O funcionamento da ua coluna como componente de um itema upeno pode potencialmente expor

Leia mais

Resolução de Equações Diferenciais Ordinárias por Série de Potências e Transformada de Laplace

Resolução de Equações Diferenciais Ordinárias por Série de Potências e Transformada de Laplace Reolução de Equaçõe Diferenciai Ordinária por Série de Potência e Tranformada de Laplace Roberto Tocano Couto rtocano@id.uff.br Departamento de Matemática Aplicada Univeridade Federal Fluminene Niterói,

Leia mais

PROTEÇÕES COLETIVAS. Modelo de Dimensionamento de um Sistema de Guarda-Corpo

PROTEÇÕES COLETIVAS. Modelo de Dimensionamento de um Sistema de Guarda-Corpo PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema de Guarda-Corpo PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema de Guarda-Corpo PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema

Leia mais

6.2.1 Prescrições gerais

6.2.1 Prescrições gerais CAPÍTULO 6.2 PRESCRIÇÕES RELATIVAS AO FABRICO E AOS ENSAIOS SOBRE OS RECIPIENTES SOB PRESSÃO, AEROSSÓIS, RECIPIENTES DE BAIXA CAPACIDADE CONTENDO GÁS (CARTUCHOS DE GÁS) E CARTUCHOS DE PILHAS DE COMBUSTÍVEL

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DOS PARÂMETROS ELÉTRICOS DE UM MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA

IDENTIFICAÇÃO DOS PARÂMETROS ELÉTRICOS DE UM MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA Anai do 12 O Encontro de Iniciação Científica e Pó-Graduação do ITA XII ENCITA / 26 Intituto Tecnológico de Aeronáutica São Joé do Campo SP Brail Outubro 16 a 19 26 IDENTIFICAÇÃO DOS PARÂMETROS ELÉTRICOS

Leia mais

Palavras-chave: Tubo Evaporador; Modelo de Drift Flux; Escoamento Bifásico, Simulação Numérica. 1. INTRODUÇÃO

Palavras-chave: Tubo Evaporador; Modelo de Drift Flux; Escoamento Bifásico, Simulação Numérica. 1. INTRODUÇÃO IN 1984-818 Reolução da Equaçõe de Conervação da Maa, Eneria e Momento em Termo de Preão, Título Máico e Fração de Vazio para um Tubo Evaporador Utilizando o Modelo de Drit Flux Luí Henrique Gazeta de

Leia mais

Física 1 Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori.

Física 1 Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori. Fíica Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori. Introdução: Ao uarmo uma chave de roda para retirar o parafuo para trocar o pneu de um automóvel, a roda inteira pode

Leia mais

Programa de Formação Técnica Continuada. Categoria de Emprego para Motores CA / CC

Programa de Formação Técnica Continuada. Categoria de Emprego para Motores CA / CC Programa de Formação Técnica Continuada Categoria de Emprego para Motore CA / CC Índice.Introdução.... Chave manuai etrela triângulo.... O motore.... Motore de indução tipo gaiola.... Motore de indução

Leia mais

Figura 3.1 - Curva granulométrica por peneiramento e sedimentação de uma amostra de solo residual (Minas de calcáreo Caçapava do Sul)

Figura 3.1 - Curva granulométrica por peneiramento e sedimentação de uma amostra de solo residual (Minas de calcáreo Caçapava do Sul) Nota de Aula - Mecânica do Solo 23 UNIDADE 3 GRANULOMETRIA DOS SOLOS 3.1 Introdução Todo o olo, em ua fae ólida, contêm partícula de diferente tamanho em proporçõe a mai variada. A determinação do tamanho

Leia mais

O CORPO HUMANO E A FÍSICA

O CORPO HUMANO E A FÍSICA 1 a fae Prova para aluno do 9º e 1º ano LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO: 01) Eta prova detina-e excluivamente a aluno do 9 o ano do enino fundamental e 1º ano do enino médio. Ela contém trinta quetõe.

Leia mais

A transformada de Laplace pode ser usada para resolver equações diferencias lineares com coeficientes constantes, ou seja, equações da forma

A transformada de Laplace pode ser usada para resolver equações diferencias lineares com coeficientes constantes, ou seja, equações da forma Introdução A tranformada de Laplace pode er uada para reolver equaçõe diferencia lineare com coeficiente contante, ou eja, equaçõe da forma ay + by + cy = ft), para a, b, c R Para io, a equação diferencial

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CEFET-SP ÁREA INDUSTRIAL Disciplina: Mecânica dos Fluidos Aplicada Exercícios Resolvidos 1 a lista.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CEFET-SP ÁREA INDUSTRIAL Disciplina: Mecânica dos Fluidos Aplicada Exercícios Resolvidos 1 a lista. ÁREA INDUSTRIAL Diciplina: Mecânica do Fluido Aplicada Exercício Reolvido 1 a lita Profeor: 1 de 7 Data: /03/008 Caruo Em todo o problema, ão upoto conhecido: água =1000kgm 3 e g= 9,80665m 1. Motrar que

Leia mais

Cap. 8 - Controlador P-I-D

Cap. 8 - Controlador P-I-D CONTROLADOR ID Metrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Comptadore (MEEC) Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Comptadore (DEEC) CONTROLO º emetre 7/8 Tranparência de apoio à ala teórica

Leia mais

P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CONCRETO ARMADO II FORÇA CORTANTE

P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CONCRETO ARMADO II FORÇA CORTANTE P U C R S PONTIFÍCI UNIERSIDDE CTÓLIC DO RIO GRNDE DO SUL FCULDDE DE ENGENHRI CURSO DE ENGENHRI CIIL CONCRETO RMDO II FORÇ CORTNTE Pro. lmir Schäer PORTO LEGRE MRÇO DE 006 1 FORÇ CORTNTE 1- Notaçõe principai

Leia mais

O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES

O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES P A N Ó P T I C A O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES Daniel Pitzer Zippinotti Univeridade Federal do Epírito Santo - UFES 1. INTRODUÇÃO O preente trabalho procura apreentar

Leia mais

2 Introdução à Fluorescência

2 Introdução à Fluorescência 2 Introdução à luorecência 2. O fenômeno da fluorecência Luminecência é a emião de luz por alguma ubtância, ocorrendo a partir de etado eletrônico excitado. Para ecrever ee capítulo conultamo principalmente

Leia mais

Capítulo I Tensões. Seja um corpo sob a ação de esforços externos em equilíbrio, como mostra a figura I-1:

Capítulo I Tensões. Seja um corpo sob a ação de esforços externos em equilíbrio, como mostra a figura I-1: apítuo I Seja um corpo ob a ação de eforço externo em equiíbrio, como motra a figura I-1: Figura I-3 Eforço que atuam na eção para equiibrar o corpo Tome-e, agora, uma pequena área que contém o ponto,

Leia mais

METODOLOGIA DE PROJETO DE FILTROS DE SEGUNDA ORDEM PARA INVERSORES DE TENSÃO COM MODULAÇÃO PWM DIGITAL

METODOLOGIA DE PROJETO DE FILTROS DE SEGUNDA ORDEM PARA INVERSORES DE TENSÃO COM MODULAÇÃO PWM DIGITAL METODOLOGIA DE PROJETO DE FILTROS DE SEGUNDA ORDEM PARA INVERSORES DE TENSÃO COM MODULAÇÃO PWM DIGITAL Leandro Michel * Robinon F. de Camargo * michel@ieee.org robinonfc@bol.com.br Fernando Botterón *

Leia mais

No campo da eletrcidade podemos sintetizar 03 elementos fundamentais passivos e são eles: resisores, capacitores e indutores.

No campo da eletrcidade podemos sintetizar 03 elementos fundamentais passivos e são eles: resisores, capacitores e indutores. SIMULAÇÃO MODELAGEM DE SISTEMAS POR LAPLACE Pro. Luí Calda Simulação de Proceo em Eng. de Materiai Diiciplina - MR070 A modelagem matemática de um itema é empre uma tarea muito complexa para o engenheiro

Leia mais

ESTUDO DE GEOMARKETING

ESTUDO DE GEOMARKETING ESTUDO DE GEOMARKETING Aplicabilidade no egmento de Franquia O etudo de Geomarketing permite avaliar o ponto de venda exitente da rede em etudo e poibilita apontar nova oportunidade de negócio em comprometer

Leia mais

Tensão Induzida por Fluxo Magnético Transformador

Tensão Induzida por Fluxo Magnético Transformador defi deartamento de fíica Laboratório de Fíica www.defi.ie.i.t Tenão Induzida or Fluxo Magnético Tranformador Intituto Suerior de Engenharia do Porto- Deartamento de Fíica Rua Dr. António Bernardino de

Leia mais

3 Fuga de cérebros e investimentos em capital humano na economia de origem uma investigação empírica do brain effect 3.1.

3 Fuga de cérebros e investimentos em capital humano na economia de origem uma investigação empírica do brain effect 3.1. 3 Fuga de cérebro e invetimento em capital humano na economia de origem uma invetigação empírica do brain effect 3.1. Introdução Uma da vertente da literatura econômica que etuda imigração eteve empre

Leia mais

A EDUCAÇÃO BRASILEIRA NAS ÚLTIMAS DÉCADAS: OBSTÁCULOS E METAS DENTRO E FORA DA ESCOLA

A EDUCAÇÃO BRASILEIRA NAS ÚLTIMAS DÉCADAS: OBSTÁCULOS E METAS DENTRO E FORA DA ESCOLA 329 A EDUCAÇÃO BRASILEIRA NAS ÚLTIMAS DÉCADAS: OBSTÁCULOS E METAS DENTRO E FORA DA ESCOLA BRAZILIAN EDUCATION IN LAST DECADES: BARRIERS AND GOALS INSIDE AND OUTSIDE SCHOOL 1 t r a v e i a e d. 1 0 i n

Leia mais

Caixas Band Pass Em Regime De Potência

Caixas Band Pass Em Regime De Potência Caixas Band Pass Em Regime De Potência Homero Sette Silva, Eng. Rosalfonso Bortoni, MSc UNIVERSIDADE FEDERAL ELETRÔNICA SELENIUM S.A. DE SANTA CATARINA Quatro caixas acústicas para subgraves (três do tipo

Leia mais

1. Introdução... 1. 1.1 Âmbito... 1 1.2 Motivação... 2 1.3 Objectivo... 3 1.4 Organização... 3. 2. O Motor de Indução Trifásico...

1. Introdução... 1. 1.1 Âmbito... 1 1.2 Motivação... 2 1.3 Objectivo... 3 1.4 Organização... 3. 2. O Motor de Indução Trifásico... Indice Índice Pág. 1. Introdução... 1 1.1 Âmbito... 1 1. Motivação... 1.3 Objectivo... 3 1.4 Organização... 3. O Motor de Indução Trifáico... 5.1 Parâmetro que Caracterizam o eu Funcionamento... 5. Modelo

Leia mais

A CAPACIDADE DE SUBITIZING EM CRIANÇAS DE 4 ANOS

A CAPACIDADE DE SUBITIZING EM CRIANÇAS DE 4 ANOS A CAPACIDADE DE SUBIIZING EM CRIANÇAS DE 4 ANOS Maria João Ramalho Cordeiro Diertação apreentada à ecola Superior de Educação de Liboa para obtenção de grau de metre em Educação Matemática na Educação

Leia mais

PRE/OO UM PROCESSO DE REENGENHARIA ORIENTADA A OBJETOS

PRE/OO UM PROCESSO DE REENGENHARIA ORIENTADA A OBJETOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PRE/OO UM PROCESSO DE REENGENHARIA ORIENTADA A OBJETOS COM ÊNFASE NA GARANTIA

Leia mais

A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY

A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY 27 A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY 1 RESUMO: A tecnologia da informação e comunicação - TIC ampliam o epaço para comunicação e interação na

Leia mais

PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Votos e Contribuição

PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Votos e Contribuição PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Voto e Contribuição Reponável pelo PM: Acompanhamento do Mercado CONTROLE DE ALTERAÇÕES Verão Data Decrição da Alteração Elaborada por Aprovada por PM AM.04 - Cálculo

Leia mais

I Desafio Petzl Para Bombeiros Regulamento Campeonato Internacional de Técnicas Verticais e Resgate

I Desafio Petzl Para Bombeiros Regulamento Campeonato Internacional de Técnicas Verticais e Resgate ! I Deafio Petzl Para Bombeiro Regulamento Campeonato Internacional de Técnica Verticai e Regate A Spelaion, ditribuidor excluivo Petzl no Brail e o Corpo de Bombeiro de Goiá, etá organizando o Primeiro

Leia mais

Estudo Experimental da Erosão Localizada na Proximidade de Pilares de Pontes. Maria Manuela C. Lemos Lima 1

Estudo Experimental da Erosão Localizada na Proximidade de Pilares de Pontes. Maria Manuela C. Lemos Lima 1 Etudo Experimental da Eroão Localizada na Proximidade de Pilare de Ponte Maria Manuela C. Lemo Lima 1 Univeridade do Minho, epartamento de Engenharia Civil Azurém, P 4800-058 Guimarãe, Portugal RESUMO

Leia mais

Simplified method for calculation of solid slabs supported on flexible beams: validation through the non-linear analysis

Simplified method for calculation of solid slabs supported on flexible beams: validation through the non-linear analysis Teoria e Prática na Engenharia Civil, n.14, p.71-81, Outubro, 2009 Método implificado para cálculo de laje maciça apoiada em viga fleívei: validação por meio da análie não linear Simplified method for

Leia mais

Lider. ança. para criar e gerir conhecimento. }A liderança é um fator essencial para se alcançar o sucesso também na gestão do conhecimento.

Lider. ança. para criar e gerir conhecimento. }A liderança é um fator essencial para se alcançar o sucesso também na gestão do conhecimento. Liderança para criar e gerir conhecimento Lider ança para criar e gerir conhecimento }A liderança é um fator eencial para e alcançar o uceo também na getão do conhecimento.~ 48 R e v i t a d a ES P M janeiro

Leia mais

Associação de Professores de Matemática PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO EXAME DE MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS (PROVA 835) 2013 2ªFASE

Associação de Professores de Matemática PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO EXAME DE MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS (PROVA 835) 2013 2ªFASE Aociação de Profeore de Matemática Contacto: Rua Dr. João Couto, n.º 7-A 1500-36 Liboa Tel.: +351 1 716 36 90 / 1 711 03 77 Fax: +351 1 716 64 4 http://www.apm.pt email: geral@apm.pt PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

Leia mais

Matemática / Física. Figura 1. Figura 2

Matemática / Física. Figura 1. Figura 2 Matemática / Fíica SÃO PAULO: CAPITAL DA VELOCIDADE Diveo título foam endo atibuído à cidade de São Paulo duante eu mai de 00 ano de fundação, como, po exemplo, A cidade que não pode paa, A capital da

Leia mais

Imposto de Renda Pessoa Física

Imposto de Renda Pessoa Física Impoto de Renda Peoa Fíica 2006 Manual de Preenchimento Declaração de Ajute Anual Modelo Completo - Ano-calendário de 2005 Receita Federal Minitério da Fazenda GOVERNO FEDERAL Índice PÁG. ENTREGA DA DECLARAÇÃO

Leia mais

MODELAGEM DE TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS DE DISTRIBUIÇÃO PARA ESTUDOS DE FLUXO DE POTÊNCIA

MODELAGEM DE TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS DE DISTRIBUIÇÃO PARA ESTUDOS DE FLUXO DE POTÊNCIA MODELAGEM DE TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS DE DISTRIBUIÇÃO PARA ESTUDOS DE FLUXO DE POTÊNCIA FABRÍCIO LUIZ SILA DISSERTAÇÃO SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO PIAUÍ COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO PIAUÍ COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO 1 EDITAL CONVITE Nº 009/2011-CPL/GPDP Proceo Adminitrativo nº 0221/2011 -CPL/GDPG A, atravé da Comião Permanente de Licitação, intituída pela Portaria nº 383/2011-GDPG, datada de 08/07/2011, da Exma. Sra.

Leia mais

Afetação de recursos, produtividade e crescimento em Portugal 1

Afetação de recursos, produtividade e crescimento em Portugal 1 Artigo 65 Afetação de recuro, produtividade e crecimento em Portugal 1 Daniel A. Dia 2 Carlo Robalo Marque 3 Chritine Richmond 4 Reumo No período 1996 a 2011 ocorreu uma acentuada deterioração na afetação

Leia mais

Inclusão Social dos Jovens nos Assentamentos Rurais de Areia com ênfase no trabalho da Tutoria e recursos das novas TIC s

Inclusão Social dos Jovens nos Assentamentos Rurais de Areia com ênfase no trabalho da Tutoria e recursos das novas TIC s Incluão Social do Joven no Aentamento Rurai de Areia com ênfae no trabalho da Tutoria e recuro da nova TIC MIRANDA 1, Márcia C.V.; SILVA 2, Fátima do S.; FÉLIX 3, Jânio 1 Profeora orientadora e coordenadora

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO MUNICIPAL EDITAL N.º 001/2007

CONCURSO PÚBLICO MUNICIPAL EDITAL N.º 001/2007 CONCURSO PÚBLICO MUNICIPAL EDITAL N.º 001/2007 A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE INHAMBUPE, Etado da Bahia, no uo de ua atribuiçõe legai, mediante a condiçõe etipulada nete Edital, repaldada no art. 37, II da

Leia mais

Marés, fases principais da Lua e bebês

Marés, fases principais da Lua e bebês Maré, fae principai da ua e bebê CADERNO BRASIEIRO DE ENSINO DE FÍSICA, FORIANÓPOIS, V.0, N. 1: P.10-9, ABR. 003 Fernando ang da Silveira Univeridade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS Intituto de Fíica

Leia mais

SIMULAÇÃO NUMÉRICA DE AMBIENTES COM INSUFLAMENTO DE AR FRIO PELO PISO: ESTUDO DE SENSIBILIDADE DE MODELOS DE RADIAÇÃO E DE DENSIDADE DO AR

SIMULAÇÃO NUMÉRICA DE AMBIENTES COM INSUFLAMENTO DE AR FRIO PELO PISO: ESTUDO DE SENSIBILIDADE DE MODELOS DE RADIAÇÃO E DE DENSIDADE DO AR SIMULAÇÃO NUMÉRICA DE AMBIENTES COM INSUFLAMENTO DE AR FRIO PELO PISO: ESTUDO DE SENSIBILIDADE DE MODELOS DE RADIAÇÃO E DE DENSIDADE DO AR Tale Adriano Ferreira tale.adriano@gmail.com Reumo. Com a crecente

Leia mais

Usos do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expressão de Subjetividade e de Identificação 1

Usos do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expressão de Subjetividade e de Identificação 1 Uo do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expreão de Subjetividade e de Identificação 1 Élida Fabiani Morai de CRISTO; Haroldo França REBOUÇAS Neto; Jacklene de Souza CARRÉRA; Keila Marina

Leia mais

Projeto Visita Virtual e Videoconferência Judicial

Projeto Visita Virtual e Videoconferência Judicial Projeto Viita Virtual e Videoconferência Judicial Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) Minitério da Jutiça Ete projeto naceu de uma parceria entre o Departamento Penitenciário Nacional e a Defenoria

Leia mais

Fotografando o Eclipse Total da Lua

Fotografando o Eclipse Total da Lua Fotografando o Eclipe Total da Lua (trabalho apreentado para o Mueu de Atronomia e Ciência Afin) http://atrourf.com/diniz/artigo.html Autor: Joé Carlo Diniz (REA-BRASIL) "Você pode e deve fotografar o

Leia mais

Vicente Leite (1), Henrique Teixeira (1), Rui Araújo (2), Diamantino Freitas (2) Resumo

Vicente Leite (1), Henrique Teixeira (1), Rui Araújo (2), Diamantino Freitas (2) Resumo Sitema Electrónico de Condicionamento e Proceamento, em Tempo Real, da Tenõe e Corrente do Motor de Indução Trifáico Alimentado por Converore de Frequência Vicente Leite (1), Henrique Teieira (1), Rui

Leia mais

GABARITO NÍVEL III. Questão 1) As Leis de Kepler.

GABARITO NÍVEL III. Questão 1) As Leis de Kepler. SOCIEDADE ASTONÔMICA BASILEIA SAB IV Olimpíada Braileira de Atronomia IV OBA - 001 Gabarito da Prova de nível III (para aluno do enino médio) GABAITO NÍVEL III Quetão 1) A Lei de Kepler. Johanne Kepler,

Leia mais

Mecânica dos Fluidos (MFL0001) CAPÍTULO 4: Equações de Conservação para Tubo de Corrente

Mecânica dos Fluidos (MFL0001) CAPÍTULO 4: Equações de Conservação para Tubo de Corrente Mecânica do Fluido (MFL000) Curo de Engenharia Civil 4ª fae Prof. Dr. Doalcey Antune Ramo CAPÍTULO 4: Equaçõe de Conervação ara Tubo de Corrente Fonte: Bitafa, Sylvio R. Mecânica do Fluido: noçõe e alicaçõe.

Leia mais

Cap. 3 Máquinas de Indução Polifásicas 1. Máquinas de Indução Polifásicas

Cap. 3 Máquinas de Indução Polifásicas 1. Máquinas de Indução Polifásicas Cap. 3 Máquina de Indução Polifáica Máquina de Indução Polifáica Cap. 3 Máquina de Indução Polifáica Índice ÍNDICE... CAPÍTULO 3... MÁQUINAS DE INDUÇÃO POLIFÁSICAS... A. Decrição geral da máquina de indução

Leia mais

CURSO DE ENGENHARIA DO AMBIENTE FÍSICA E QUÍMICA DA ATMOSFERA

CURSO DE ENGENHARIA DO AMBIENTE FÍSICA E QUÍMICA DA ATMOSFERA CURSO DE ENGENHARIA DO AMBIENE FÍSICA E QUÍMICA DA AMOSFERA Ano Lectivo 2004/2005 Época Epecial: 17/10/2005 I (4.8 valore) Atribua a cada uma da afirmaçõe eguinte, em jutificar, uma da claificaçõe: Verdadeiro

Leia mais

Resolução Física. Atividades 2. FM.09 1. e Após abandonar a mão do jogador, a bola só sofre a ação exclusiva da força peso. FM.10 1.

Resolução Física. Atividades 2. FM.09 1. e Após abandonar a mão do jogador, a bola só sofre a ação exclusiva da força peso. FM.10 1. eolução Fíica FM.09. e pó abandonar a mão do jogador, a bola ó ofre a ação excluia da força peo.. c Como a força formam 90 entre i e têm o memo módulo (), temo: F Como ele dece em MU, a força reultante

Leia mais

BA.02: Vírus e Reino Monera BIOLOGIA

BA.02: Vírus e Reino Monera BIOLOGIA BA.02: Víru e Reino Monera ATIVIDADES 1. (CEFET) O víru podem er incluído na categoria do ere vivo por: a) erem contituído por proteína. b) reproduzirem-e por ciiparidade. c) crecerem por jutapoição de

Leia mais

Universidade Presbiteriana Mackenzie. Automação e Controle I

Universidade Presbiteriana Mackenzie. Automação e Controle I Univeridade Prebiteriana Mackenzie Curo de Engenharia Elétrica Automação e Controle I Nota de Aula Prof. Marcio Eiencraft Segundo emetre de 006 Univeridade Prebiteriana Mackenzie Curo de Engenharia Elétrica

Leia mais

QUATRO ARTISTAS E SEUS POSICIONAMENTOS FRENTE À REALIDADE DAS MÁQUINAS FOUR ARTISTS AND THEIR VIEWS ABOUT MACHINES

QUATRO ARTISTAS E SEUS POSICIONAMENTOS FRENTE À REALIDADE DAS MÁQUINAS FOUR ARTISTS AND THEIR VIEWS ABOUT MACHINES 105 QUATRO ARTISTAS E SEUS POSICIONAMENTOS FRENTE À REALIDADE DAS MÁQUINAS FOUR ARTISTS AND THEIR VIEWS ABOUT MACHINES 1 RESUMO: Ete artigo traz uma reflexão obre o poicionamento de quatro artita frente

Leia mais

ENG04030 - ANÁLISE DE CIRCUITOS I ENG04030

ENG04030 - ANÁLISE DE CIRCUITOS I ENG04030 EG04030 AÁISE DE IRUITOS I Aula 20 ircuito de ª ordem: análie no domínio do tempo apacitore e indutore em regime permanente ; circuito diviore de corrente e de tenão em capacitore e indutore Sérgio Haffner

Leia mais

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL TRANSFORMADORES DE POTENCIA 1 - Introdução: Tio de TP TP Eletromagnético (TP) TP Caacitivo (TPC) Até 138 k Acima de 138 k Funçõe Báica - Iolamento contra alta tenõe. - Fornecimento no ecundário de uma

Leia mais

JÚLIO VÍTOR KUNZLER JÚNIOR ANÁLISES TEÓRICA E EXPERIMENTAL DO GERADOR ASSÍNCRONO DE DUPLA ALIMENTAÇÃO O GEADA, E CONTRIBUIÇÃO À SUA OPERAÇÃO

JÚLIO VÍTOR KUNZLER JÚNIOR ANÁLISES TEÓRICA E EXPERIMENTAL DO GERADOR ASSÍNCRONO DE DUPLA ALIMENTAÇÃO O GEADA, E CONTRIBUIÇÃO À SUA OPERAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA JÚLIO VÍTOR KUNZLER JÚNIOR ANÁLISES TEÓRICA E EXPERIMENTAL DO GERADOR ASSÍNCRONO DE DUPLA ALIMENTAÇÃO

Leia mais

Apresentação de Motores Elétricos Trifásicos ABNT

Apresentação de Motores Elétricos Trifásicos ABNT Apreentação de Motore Elétrico Trifáico ABNT Apreentação de Motore Elétrico Apreentação de Motore Elétrico Caixa de Ligação Olhal para Prena-cabo Ventilador Rolamento de Efera Chaveta Ponta de Eixo Tampa

Leia mais

Um Modelo de Encaminhamento Hierárquico Multi-Objectivo em Redes MPLS, com Duas Classes de Serviço

Um Modelo de Encaminhamento Hierárquico Multi-Objectivo em Redes MPLS, com Duas Classes de Serviço Um Modelo de Encaminhamento Hierárquico Multi-Objectivo em Rede MPLS, com Dua Clae de Serviço Rita Girão Silva a,c (Tee de Doutoramento realizada ob upervião de Profeor Doutor Joé Craveirinha a,c e Profeor

Leia mais