IVA. Esclarecimentos sobre o Preenchimento do Modelo 106. e respetivos anexos. Perguntas frequentes:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IVA. Esclarecimentos sobre o Preenchimento do Modelo 106. e respetivos anexos. Perguntas frequentes:"

Transcrição

1 IVA Esclarecimentos sobre o Preenchimento do Modelo 106 e respetivos anexos Perguntas frequentes: PERG: O que é o novo modelo 106? RESP: É a declaração periódica mensal que demonstra o valor acrescentado e o imposto que resulta das taxas aplicadas a cada transação. O valor acrescentado é o que resulta da diferença entre as transações de venda e de compra. O imposto a aplicar a cada uma das transações é o que estiver regulado. Estas transações, quando efetuadas no período regulamentar, são descritas, respetivamente, nos anexos de clientes e no de fornecedores. As transações que tenham sido omissas no período regulamentar ou que careçam de correção são inscritas nos anexos de regularizações. Não poderão ser considerados custos de compras para efeitos de IUR os documentos que não apareçam em algum dos anexos de fornecedores (normal ou de omissões e correções). O valor das vendas para efeito de IUR será comparado com os documentos constantes nos anexos de clientes (normal ou de omissões e correções) e deverá haver coerência entre as duas declarações. PERG: No caso de preenchimento dos campos 11,12,13 ou 14,15 e 16 as operações devem ser relevadas ao mesmo tempo no anexo de clientes e de fornecedores? 1

2 RESP: Como se trata de uma aquisição/compra só deve constar no anexo de fornecedores. As duas colunas do IVA serão preenchidas em simultâneo. PERG: Uma vez que a expressão documentos equivalentes foi retirada do Código do IVA a partir de 2014, mantêm-se os tipos de documentos VD Venda a Dinheiro e RA Recibo de Adiantamento? RESP: Negativo, os códigos VD e RA não se mantêm. Os documentos VD Vendas a dinheiro e RA Recibos de Adiantamento já não figuram como tipos de documento elegíveis. As VD deverão agora ser classificadas como FR Fatura-Recibo. PERG: Aplicação prática da seguinte instrução de preenchimento. RESP: Observemos a título de exemplo algumas das situações possíveis: 1. Numa venda à taxa normal em anexo de clientes deve-se preencher 01. Os campos do modelo que devem ser somados é o 01 pela base de incidência e o 02 pelo valor do IVA. 2. Numa compra de outros bens de consumo em anexo de fornecedores deve-se preencher o campo 21. Os campos do modelo que devem ser somados é o campo 21 pela base de incidência e o campo 22 pelo valor do IVA. 3. Se forem anexos de regularização, a segunda linha (declaração anterior) deve ser igual à linha original que se pretende corrigir. 2

3 A primeira linha deve ter como destino um dos 4 campos possíveis (independentemente de ter como proveniência um registo efetuado nos anexos de regularização de cliente ou de fornecedor). 4. Se for por iniciativa da Administração Fiscal deve-se por como destino ou o campo 27 (se a correção for a favor do sujeito passivo) ou o campo 28 (caso a correção se processe a favor do Estado). 5. Se for por iniciativa do contribuinte deve-se pôr como destino ou o campo 29 (se a correção for a favor do sujeito passivo) ou o campo 30 (caso a correção se processe a favor do Estado). PERG: No que concerne aos anexos de regularizações, estamos com dúvidas no que se pretende para a Linha Declaração anterior e coluna Iniciativa que não encontramos justificação para as mesmas. RESP: Tratando-se de um anexo que pretende ilustrar informações que, tendo sido oportunamente omitidas ou registadas com algum tipo de incorreção (i.e. regularizações), careçam de ser retificadas, a linha Declaração Anterior deverá ser preenchida pelo contribuinte com os dados que foram oportunamente declarados pelo contribuinte e que carecem ser corrigidos. A título de exemplo: se o contribuinte, por lapso, declarou a emissão de uma fatura de 200 ECV em vez de 2000 ECV, deverá o mesmo na linha Declaração Anterior colocar os 200 ECV e na linha Regularização inscrever os 2000 ECV no valor da fatura e a diferença entre os 2000 e os 200 no valor da base da incidência, sendo o campo destino o 30 (de registar que as linhas deverão ser preenchidas na sua totalidade e não apenas nos campos em que incidir a regularização). A coluna Iniciativa apenas tem duas opções de preenchimento: ou a regularização ocorre por iniciativa do contribuinte (quando este se apercebe que se enganou, por exemplo) ou por iniciativa da Administração Fiscal. 3

4 PERG: Dúvida relativa ao anexo de regularizações de clientes: Exemplo: Emissão de uma Nota de crédito 1, no valor de CVE a retificar a uma fatura de 2.000CVE: Questão: 1. O preenchimento do anexo de clientes regularizações deve ser: a. Regularização: CVE, tipo doc NC (incluindo os restantes dados) b. Declaração Anterior: 2.000CVE, tipo doc FA (incluindo os restantes dados) 2. Quando é emitida uma nota de crédito no mesmo período a linha Declaração Anterior deve ser preenchida? RESP: Uma nota de crédito deve fazer parte dos documentos normais dos anexos quer de cliente quer de fornecedores. O seu lançamento materializar-se-á numa subtração ao campo respetivo. Se esse crédito resultar de períodos anteriores deve ter como destino o campo 29 se for de clientes ou 30 se for de fornecedores. Os anexos de regularização servem para efetuar o registo de omissões em declarações anteriores (exemplo, um documento de cliente respeitante a um período anterior e não declarado dentro desse ciclo de declaração) ou de erros ou inexatidões respeitantes a declarações anteriores (o mesmo documento devia ser 1000 mas só ficou 100, por exemplo). Essas regularizações podem acontecer por iniciativa ou do contribuinte ou da Administração Fiscal, daí o conceito da coluna Iniciativa : a. Se a correção for a favor do SP vai para o campo respetivo; b. Se for a favor da AF vai para o outro campo. PERG: Segundo as instruções do Anexo de fornecedores, quando uma fatura tem duas taxas de IVA diferentes, a mesma deve ser desdobrada preenchendo todos os campos inclusive os campos repetidos. 4

5 No caso da coluna Valor da Fatura, ao duplicar este valor depois o total da coluna irá também apresentar a duplicação deste valor. Isto é mesmo assim? RESP: Correto. A base da incidência é que tem que estar correta com o IVA respetivo e a taxa apropriada. PERG: Se, no cenário de emissão de uma nota de crédito a cliente, abate no campo 01 e 02 do quadro IX então como tratar os cenários (apenas exemplificativos poderão existir mais): A. Emissão de nota de crédito num período em que não haja mais registos de vendas? Os campos 01 e 02 devem ser preenchidos com campos negativos neste caso? O anexo de clientes também deve ir a negativo? B. Emissão de notas crédito de valor igual às faturas emitidas? Os campos 01 e 02 devem ser preenchidos com valor zero e identificadas todas as faturas e todas as notas de crédito no anexo de Clientes totalizando ZERO? Estes dois cenários também serão aplicáveis, com as necessárias adaptações, ao IVA dedutível decorrente das faturas e notas de crédito dos fornecedores? RESP: No caso A, o campo de destino deve ser o 29 (se o registo tiver sido efetuado no anexo de clientes) ou o 30 (se o registo tiver sido efetuado no anexo de fornecedores). No caso B, e de acordo com a aritmética descrita, ambos os campos de destino (base de incidência e IVA) ficarão com o valor 0. 5

6 PERG: Qual a fórmula de cálculo dos totais dos anexos de clientes/fornecedores? O mesmo se aplica aos anexos de regularizações? RESP: Os totais dos anexos (seja nos anexos regulares ou de regularizações de clientes, de fornecedores) são puramente de controlo, não tendo por isso qualquer relação direta com os valores apurados em qualquer um dos campos no Modelo 106. O propósito dos somatórios nos anexos é apenas o de garantir a coerência interna daquele documento. Acresce sublinhar que os valores de cada linha dos anexos são sempre expressos em valor inteiro positivo. PERG: Como devem os retalhistas preencher os anexos? RESP: Os retalhistas devem preencher os anexos relativamente às vendas a dinheiro efetuadas a consumidores finais (que, nos termos da nova nomenclatura adotada, colhem a designação de FR- Faturas-Recibo ), não discriminadas por NIF (utilizando para o efeito ) e emitidas por caixa registadora, através de séries específicas por cada caixa e numeração sequencial do respetivo rolo. Cada vez que se faz um fecho de caixa os programas emitem um talão resumo. Este talão deve seguir uma lógica de numeração sequencial. As linhas de detalhe dos anexos devem ser preenchidas com cada um desses documentos de resumo. As séries que referem o NIF não podem conter outros NIFs, isto é, deverá existir uma separação clara das séries de faturação, entre as vendas a dinheiro a consumidores finais e, como tal, não dedutíveis (que, na coluna Tipo Doc dos anexos, deverão codificadas como FR - Faturasrecibo) e as vendas a crédito feitas a consumidores não finais e, por sua vez, passíveis de dedução (que, na coluna Tipo Doc dos anexos, deverão ser codificadas como FT - Faturas). 6

7 Complementarmente, e conforme se descreve nas instruções de preenchimento dos anexos (e que são parte integrante da Portaria n.º 2/2014, de 8 de janeiro), uma fatura deverá dar origem a mais do que uma linha de registo sempre que a venda efetuada pelo declarante, e que é formalizada e oficializada por via da emissão de uma fatura, tenha implicado a aplicação de diferentes regimes de tributação (taxa normal, especial ou isenção). Para melhor ilustrar o anteriormente referido, passaremos a exemplificar: Se a fatura refletir uma operação que compreendeu a aplicação de diferentes regimes de tributação, deverá o declarante desagregá-la em diferentes linhas, com a respetiva base de incidência, taxa aplicada (isenção, taxa normal ou taxa especial) e IVA suportado - Se tiver havido lugar a isenção, a coluna "Taxa IVA" deverá conter o algarismo 0. Igualmente, o talão resumo de vendas a dinheiro pode conter várias taxas de IVA. Quando isso acontece ele deve ser dividido em tantas linhas de anexo quanto as taxas de IVA que contiver, de forma a separar os registos (coluna TAXA IVA). NOTA: Sempre que uma fatura dê origem a mais do que uma linha de registo, deverá o declarante efetuar o preenchimento de todos os campos, inclusivamente os que são comuns e como tal terão de ser repetidos. PERG: Em que situações posso usar o NIF ? RESP: Apenas nos anexos de clientes e só nas situações de venda que não dão direito a dedução pelo seu cliente. Nos anexos de fornecedores, esta situação não se poderá colocar considerando que apenas conferem direito à dedução faturas que tenham sido emitidas na forma legal, isto é, que entre outros elementos descritos na Lei em vigor, contenham o NIF do contribuinte fornecedor. 7

8 PERG: Posso deduzir ao meu IVA um talão de caixa registadora? RESP: Não é aceitável deduzir o IVA com talões de caixa registadora. Os contribuintes que queiram usar o IVA para abater devem pedir para ser emitida fatura nos termos legais. Essa fatura não deve ter a mesma numeração do rolo da caixa registadora. Deve ter uma série própria e seguir a respetiva numeração sequencial. PERG: O Estado é meu cliente; tem alguma particularidade em termos de anexo? RESP: As faturas passadas ao Estado devem ter uma série própria, denominada ESTADO. Esta série deve ter a sua numeração própria. PERG: Sou importador. Como abater o IVA pago na Alfândega? RESP: Deve usar o DAU (Documento Alfandegário Único) passado pela Alfândega. O valor a inscrever na base de incidência é o valor sobre o qual o IVA foi calculado, que consta no DAU. O valor a inscrever no IVA Suportado é o IVA constante no próprio DAU. O tipo de documento é DA como figura nas instruções sobre o IVA, disponibilizado deste mesmo site. PERG: Estou a comprar serviços no estrangeiro. Qual o campo de destino no modelo? RESP: Deve usar o campo 11 ou 14, conforme a natureza do serviço adquirido. 8

9 O valor a inscrever na base de incidência é o valor do serviço faturado, em CVE. O valor a inscrever no IVA Suportado é o IVA que estiver em vigor para a autoliquidação. Se for isento ou não sujeito deve inscrever 0 (zero) nos dois campos do IVA respetivos. Se não tiver direito à dedução preenche só o campo relativo ao IVA a favor do Estado. PERG: Quando devo declarar o IVA? RESP: Até ao último dia útil do mês seguinte àquele a que respeitam as operações, sem prejuízo do direito a dedução do IVA suportado nas faturas dos fornecedores dentro do período de caducidade (cinco anos). Se o direito a dedução for exercido no prazo de um ano, o registo deve ser efetuado no anexo de fornecedores. A partir desse prazo, deve ser registado no anexo de regularizações. Quando se trata de ND, NC ou DV, o registo nos anexos de fornecedores deve ser efectuado no período em que forem recebidos ou, o mais tardar, no período seguinte. PERG: Renda de casa? RESP: Deve declarar o recibo de pagamento da renda com o NIF do seu senhorio/prestador. Caso o seu prestador de serviço não tenha NIF, o recibo de renda não é elegível para custos em sede do modelo 1B. PERG: O sujeito passivo não entregou declarações durante o ano Como contabilizar? As compras vão para o anexo de fornecedores e as vendas vão para anexo de clientes ou regularizações? 9

10 RESP: Não deve usar o anexo de regularizações para cumprir o dever de entrega de uma declaração em falta. Deve usar a declaração normal do ano de 2013, selecionando a opção FORA DE PRAZO. PERG: Porque não registar as pequenas compras sem direito a dedução também com um único NIF e a designação de compras não dedutíveis, uma vez que também há casos em que as faturas são muitas? RESP: Se o documento que suporta a dedução for passado na forma legal deve ser registado individualmente. PERG: Relativamente as declarações de substituição que no ano passado o período para a substituição era de um ano. Como proceder para os contribuintes que pretendam entregar declarações de substituição do ano passado? RESP: As declarações de substituição tem um mecanismo próprio expressamente para o fazer. Deve entregar uma declaração correspondente ao período a que diz respeito, no formato apropriado e com o campo DECLARAÇÃO DE SUBSTITUIÇÃO. PERG: Em relação a série de faturas FR s posso deduzir o IVA suportado? RESP: Qualquer fatura de fornecedor ou venda a dinheiro passada na forma legal serve para deduzir o IVA. O conceito expresso pelo código FR é o de vendas a dinheiro. É só um código para separar das faturas a crédito cujo código é FT. PERG: Se eu fizer uma compra de serviços no estrangeiro, em que tenho que fazer autoliquidação, como devo proceder? 10

11 RESP: Deve registar essa compra no anexo de fornecedores. No campo ORIGEM irá constar alguma sigla de pais que não seja CV. Na TAXA IVA deve colocar a taxa normal. Se tiver direito à dedução na coluna DIREITO DED deve colocar a percentagem que tem direito a deduzir nesse campo e os campos de destino no modelo devem ser o campo 11 pelo valor da compra e os campos 12 e 13 com o valor do IVA. Se não tiver direito à dedução deve preencher a 0 (zero) no campo DIREITO DED e, neste caso, o campo 12 fica zero e o campo 13 fica com o valor do IVA calculado. PERG: Quais são as taxas de IVA existentes? RESP: Atualmente (2014) são: 0% (bens da lista anexa ou isenções) 2,5% (taxa especial do gás butano) 15% (taxa normal em vigor) PERG: Como devo declarar uma fatura de cliente anulada sem ter sido emitida? RESP: Deve declará-la dentro da respetiva série, com o número sequencial atribuído e com 0 (zero) nos seus campos de valor (VALOR FATURA, BASE INCIDENCIA, IVA). Na linha de destino deve colocar a mesma que teria usado se não a tivesse anulado. 11

INSTRUÇÕES DO SISTEMA DE EMISSÃO ELETRÓNICA DAS FATURAS-RECIBO

INSTRUÇÕES DO SISTEMA DE EMISSÃO ELETRÓNICA DAS FATURAS-RECIBO INSTRUÇÕES DO SISTEMA DE EMISSÃO ELETRÓNICA DAS FATURAS-RECIBO O sistema de preenchimento e emissão das faturas-recibo está disponível em www.portaldasfinancas.pt, nos SERVIÇOS, opção Obter e Consultar.

Leia mais

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social Enquadramento Fiscal dos Advogados em sede de IRS, IVA e segurança social Fiscalidade IVA / IRS / Segurança social Março 2015 1 IAE -Instituto dos Advogados de Empresa da Ordem dos Advogados 1 Formas de

Leia mais

Formuláriosf ANEXO B 191) QUAL É A UNIDADE MONETÁRIA A CONSIDERAR PARA PREENCHIMENTO DA IES ANEXO B?

Formuláriosf ANEXO B 191) QUAL É A UNIDADE MONETÁRIA A CONSIDERAR PARA PREENCHIMENTO DA IES ANEXO B? Formuláriosf ANEXO B 191) QUAL É A UNIDADE MONETÁRIA A CONSIDERAR PARA PREENCHIMENTO DA IES ANEXO B? O preenchimento deve ser efetuado em euros, com duas casas decimais. 192) AS EMPRESAS QUE UTILIZAM AS

Leia mais

Tudo o que precisa de saber

Tudo o que precisa de saber Pág. 1 de 10 Com a publicação, no passado mês de Agosto, dos Decretos-Lei n. os 197/2012 e 198/2012, várias e (bastante) substanciais foram as alterações introduzidas em matéria de regras a observar ao

Leia mais

1. Passo-a-passo para validar as despesas no E-fatura. A partir deste ano, o contribuinte pode consultar on-line todas as deduções que

1. Passo-a-passo para validar as despesas no E-fatura. A partir deste ano, o contribuinte pode consultar on-line todas as deduções que Guia IRS 2015 E-Factura 1. Passo-a-passo para validar as despesas no E-fatura A partir deste ano, o contribuinte pode consultar on-line todas as deduções que vão constar no seu IRS referente ao ano de

Leia mais

MDI Facturação Alterações Fiscais DL 197 e 198 de 24 de agosto de 2012

MDI Facturação Alterações Fiscais DL 197 e 198 de 24 de agosto de 2012 Introdução O conteúdo deste documento, por não ser uma descrição exaustiva, não invalida a consulta dos decretos-lei mencionados ou de qualquer informação complementar. Alterações fiscais Com efeito a

Leia mais

OBRIGAÇÕES PARA DIA 1 DE JANEIRO DE 2013

OBRIGAÇÕES PARA DIA 1 DE JANEIRO DE 2013 WORKSHOP NOVAS REGRAS DE FACTURAÇÃO OBRIGAÇÕES PARA DIA 1 DE JANEIRO DE 2013 Marco Rodrigues Servicontabil Serviços de Contabilidade e Informática, Lda Ricardo Rodrigues Espaço Digital Informática e Serviços,

Leia mais

Nota introdutória. Glossário

Nota introdutória. Glossário Nota introdutória Este documento propõe-se ser uma ferramenta com instruções e informação, que permitam aos beneficiários, conhecer os encargos que foram apurados para a declaração de IRS, no seguimento

Leia mais

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES PARA 2013

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES PARA 2013 PRINCIPAIS ALTERAÇÕES PARA 2013 Índice CERTIFICAÇAO DOS PROGRAMAS DE FATURAÇAO... 3 DECRETO-LEI Nº 197/2012... 4 FATURAS... 5 PRAZO PARA EMISSÃO DAS FATURAS:... 5 ELEMENTOS E MENÇÕES EXIGÍVEIS NAS FATURAS...

Leia mais

I - Regime de contabilidade de caixa. 1. Âmbito de aplicação. (artigo 1º do regime)

I - Regime de contabilidade de caixa. 1. Âmbito de aplicação. (artigo 1º do regime) Classificação: 020.01.10 Segurança: Processo: 2013 004333 ÁREA DE GESTÃO TRIBUTÁRIA DO IVA - GABINETE DO Of.Circulado N.º: 30150/2013 2013-08-30 Entrada Geral: N.º Identificação Fiscal (NIF): 770 004 407

Leia mais

Regime de IVA de caixa DL n.º 71/2013, de 30 de maio. Teoria / Aplicações práticas. Formação: Departamento técnico Carcavelos,11 de setembro de 2013

Regime de IVA de caixa DL n.º 71/2013, de 30 de maio. Teoria / Aplicações práticas. Formação: Departamento técnico Carcavelos,11 de setembro de 2013 DL n.º 71/2013, de 30 de maio Teoria / Aplicações práticas Formação: Departamento técnico Carcavelos,11 de setembro de 2013 SEDE AVª General Eduardo Galhardo, Edificio Nucase, 115 2775-564 Carcavelos tel.

Leia mais

Novas regras de faturação. (DL n.º197/2012 de 24 de agosto)

Novas regras de faturação. (DL n.º197/2012 de 24 de agosto) 1 Novas regras de faturação (DL n.º197/2012 de 24 de agosto) Este diploma introduz alterações às regras de faturação em matéria de imposto sobre o valor acrescentado, em vigor a partir de 1 de janeiro

Leia mais

FACTURAÇÃO NOVAS REGRAS A PARTIR DE 1/01/2013

FACTURAÇÃO NOVAS REGRAS A PARTIR DE 1/01/2013 ASSUNTO: FACTURAÇÃO\BENS EM CIRCULAÇÃO Da conjugação do Decreto-Lei nº 197/2012 com o Decreto-Lei nº 198/2012 ambos de 24 de Agosto, passarei a indicar o que me parece ter maior relevância não dispensando,

Leia mais

Janeiro 2013 v1.2/dbg

Janeiro 2013 v1.2/dbg DBGEP Alteraço es para 2013 Janeiro 2013 v1.2/dbg Introdução... 3 Faturação... 4 Alterações legislativas... 4 Alterações no software... 5 A Subsídios e Propinas... 5 F - Faturação... 7 Processamento de

Leia mais

Fiscalidade e o Proprietário MAXGER - CONSULTORES DE GESTÃO, LDA 1

Fiscalidade e o Proprietário MAXGER - CONSULTORES DE GESTÃO, LDA 1 Fiscalidade e o Proprietário 1 Sumário: 1. Recibo Eletrónico 2. Contratos de Arrendamento Comunicação AT 3. IMI 4. IRS Rendimentos Prediais 2014/2015 2 Recibos 3 1- Recibos Eletrónicos 4 Recibo eletrónico

Leia mais

SIDER. Guia para o preenchimento do Formulário de Pedido de Pagamento do Incentivo

SIDER. Guia para o preenchimento do Formulário de Pedido de Pagamento do Incentivo REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA ECONOMIA DIREÇÃO REGIONAL DE APOIO AO INVESTIMENTO E À COMPETITIVIDADE SIDER Guia para o preenchimento do Formulário de Pedido de Pagamento do Incentivo

Leia mais

Alterações ao Gestor de Documentos

Alterações ao Gestor de Documentos Procuraremos neste documento descrever algumas das alterações mais significativas implementadas na versão 3.5 do Gestor de Documentos, principalmente no que respeita às modificações a implementar por força

Leia mais

Portaria n.º 92-A/2011, de 28 de Fevereiro - 41 SÉRIE I, 1º SUPLEMENTO

Portaria n.º 92-A/2011, de 28 de Fevereiro - 41 SÉRIE I, 1º SUPLEMENTO Define os elementos que integram o dossier fiscal, aprova novos mapas de modelo oficial e revoga a Portaria n.º 359/2000, de 20 de Junho A Nos termos do artigo 129.º do Código do Imposto sobre o Rendimento

Leia mais

Folha de Apoio ao preenchimento dos documentos que constituem o Pedido de Pagamento

Folha de Apoio ao preenchimento dos documentos que constituem o Pedido de Pagamento Folha de Apoio ao preenchimento dos documentos que constituem o Pedido de Pagamento Apoio ao preenchimento do Relatório Final de Operação (RFO) Para ajudar no preenchimento do Relatório Final de Operação

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO NOVAS REGRAS DA FACTURAÇÃO 2013. Novidades legislativas e alguma informação sobre aspetos práticos

BOLETIM INFORMATIVO NOVAS REGRAS DA FACTURAÇÃO 2013. Novidades legislativas e alguma informação sobre aspetos práticos Departamento: Fiscalidade, Direito Comum e do Trabalho BOLETIM INFORMATIVO 17 de Dezembro de 2012 NOVAS REGRAS DA FACTURAÇÃO 2013 Novidades legislativas e alguma informação sobre aspetos práticos 1ª Versão

Leia mais

Certificação AT Portaria 22-A/2012 Página 2 de 9

Certificação AT Portaria 22-A/2012 Página 2 de 9 Certificação AT Portaria 22-A/2012 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 APLICABILIDADE... 4 1.2 IMPACTO DA INTRODUÇÃO DA LICENÇA CERTIFICADA EM SISTEMAS NÃO CERTIFICADOS... 4 1.3 ASSINATURA DE DOCUMENTOS EMITIDOS PELO

Leia mais

Contabilidade Básica. Prof. Jackson Luis Oshiro joshiro@ibest.com.br. Escrituração. Conceito. Capítulo 5 Escrituração.

Contabilidade Básica. Prof. Jackson Luis Oshiro joshiro@ibest.com.br. Escrituração. Conceito. Capítulo 5 Escrituração. Contabilidade Básica Prof. Jackson Luis Oshiro joshiro@ibest.com.br Conceito É uma técnica contábil que consiste em registrar nos livros próprios todos os acontecimentos que ocorrem na empresa e que modifiquem

Leia mais

Manual de utilização da Plataforma Electrónica dedicada à Taxa Municipal Turística de Dormida

Manual de utilização da Plataforma Electrónica dedicada à Taxa Municipal Turística de Dormida Manual de utilização da Plataforma Electrónica dedicada à Taxa Municipal Turística de Dormida Versão III: Fevereiro 206 Normais gerais de preenchimento:. Preenchimento dos campos de texto (Designação de

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Com relação a conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade, julgue os itens que se seguem. 51 Auxiliar um governo no processo de fiscalização tributária é uma das finalidades

Leia mais

Faturação simplificada: Principais alterações

Faturação simplificada: Principais alterações Faturação simplificada: Principais alterações Informação elaborada pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas Atualizado em 22 11 2012 Nota: Agradece-se que coloque qualquer dúvida ou sugestão através

Leia mais

Novo Regime dos Bens em Circulação. Teresa Lima e Pedro Veiga Inspetores Tributários Direção de Finanças de Viana do Castelo. 21 de maio de 2013

Novo Regime dos Bens em Circulação. Teresa Lima e Pedro Veiga Inspetores Tributários Direção de Finanças de Viana do Castelo. 21 de maio de 2013 Novo Regime dos Bens em Circulação Ação Promovida pela AEPL 21 de maio de 2013 Teresa Lima e Pedro Veiga Inspetores Tributários Direção de Finanças de Viana do Castelo Regime dos Bens em Circulação (RBC)

Leia mais

Manual do utilizador da aplicação. MaisCondominio

Manual do utilizador da aplicação. MaisCondominio da aplicação MaisCondominio Este software destina-se a ser usado tanto por quem administra, apenas, um condomínio, como pelos profissionais, que administram vários condomínios. O MaisCondominio caracteriza-se

Leia mais

SEJA RESPONSÁVEL EVITE ATRASOS E MULTAS FACILITE A SUA VIDA! 1ª Fase - 1 a 31 de Março de 2014, para rendimentos das categorias A e H;

SEJA RESPONSÁVEL EVITE ATRASOS E MULTAS FACILITE A SUA VIDA! 1ª Fase - 1 a 31 de Março de 2014, para rendimentos das categorias A e H; IRS 2014 e 2015: Prazos e Despesas Dedutíveis Com o início de um novo ano aparecem as obrigações fiscais anuais que todos os contribuintes têm de cumprir. Está na hora de começar já a organizar as suas

Leia mais

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO. DL 197/2012, de 24 de agosto

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO. DL 197/2012, de 24 de agosto NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO DL 197/2012, de 24 de agosto MSP 2013 Estrutura da Apresentação DLs nº 197 e 198/2012: objetivos Novas regras de faturação: âmbito de aplicação territorial Espécies de faturas

Leia mais

GUIA DE APOIO AO PREENCHIMENTO FORMULÁRIO DE PEDIDO DE PAGAMENTO

GUIA DE APOIO AO PREENCHIMENTO FORMULÁRIO DE PEDIDO DE PAGAMENTO GUIA DE APOIO AO PREENCHIMENTO FORMULÁRIO DE PEDIDO DE PAGAMENTO \ Este guia tem por finalidade prestar apoio aos beneficiários com o intuito de facilitar o preenchimento do formulário de Pedido de Pagamento

Leia mais

Regime de IVA de Caixa

Regime de IVA de Caixa Regime de IVA de Caixa Versão 1.4 maio de 2014 (Última atualização a 05.05.2014) Índice Índice... 2 Introdução... 3 Notas prévias... 4 Configurações Gerais... 4 Administrador...4 ERP PRIMAVERA...8 Perfis

Leia mais

Imposto Sobre o Valor Acrescentado IVA NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO. Decreto-Lei n.º 197/2012, de 24 de agosto

Imposto Sobre o Valor Acrescentado IVA NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO. Decreto-Lei n.º 197/2012, de 24 de agosto Imposto Sobre o Valor Acrescentado IVA NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO Decreto-Lei n.º 197/2012, de 24 de agosto LEGISLAÇÃO: - Decreto-Lei n.º 197/2012, 24 de agosto - Decreto-Lei n.º 198/1990, 19 de junho -

Leia mais

Auditoria Financeira

Auditoria Financeira Auditoria Financeira Processo de Uso da Auditoria Financeira CADASTRO DE EMPRESA PARÂMETROS No Gerenciador de Sistemas, em Empresas\ Cadastro de Empresas, é necessário parametrizar os dados para a Auditoria

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: nº 14 do art. 29º; 36º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: nº 14 do art. 29º; 36º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA nº 14 do art. 29º; 36º Auto Facturação - Facturas elaboradas pelo adquirente dos bens e/ou serviços, em nome e por conta do fornecedor. Processo: nº 2791,

Leia mais

NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO

NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO 1. O presente estudo dá continuidade ao trabalho de natureza estatística relativo às declarações do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (DR Modelo 22 de

Leia mais

GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO E ALTERAÇÃO DE DADOS PESSOA COLETIVA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO E ALTERAÇÃO DE DADOS PESSOA COLETIVA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO E ALTERAÇÃO DE DADOS PESSOA COLETIVA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Inscrição e Alteração de Dados Pessoa Coletiva (2001 v5.02) PROPRIEDADE

Leia mais

1. Introdução... 3 2. Principais pontos de Impacto das novas imposições Legais para 2013:... 3

1. Introdução... 3 2. Principais pontos de Impacto das novas imposições Legais para 2013:... 3 1. Introdução... 3 2. Principais pontos de Impacto das novas imposições Legais para 2013:... 3 3. Alterações por imposição legal ao funcionamento da aplicação WINOPT:... 3 3.1. Alertas / Avisos... 3 3.2.

Leia mais

Obrigação de comunicação à AT

Obrigação de comunicação à AT Obrigação de comunicação à AT Perguntas e respostas sobre o impacto das novas regras de comunicação à AT nas empresas Page 2 of 10 Introdução A Publicação do Decreto-Lei nº 197/2012, de 24 de agosto introduz

Leia mais

INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA - IES DECLARAÇÃO ANUAL PERGUNTAS & RESPOSTAS. Formulários ANEXO I

INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA - IES DECLARAÇÃO ANUAL PERGUNTAS & RESPOSTAS. Formulários ANEXO I Formulários ANEXO I 290) UM EMPRESÁRIO INDIVIDUAL, APESAR DE REUNIR AS CONDIÇÕES PARA ESTAR ENQUADRADO NO REGIME SIMPLIFICADO DE TRIBUTAÇÃO EM IRS, OPTOU POR TER CONTABILIDADE ORGANIZADA. DEVE ENTREGAR

Leia mais

1. Preenchimento do Formulário de Recapitulativo de Despesas com Recursos Humanos (Anexo I)

1. Preenchimento do Formulário de Recapitulativo de Despesas com Recursos Humanos (Anexo I) ASSUNTO FUNDO FLORESTAL PERMANENTE EIXO I SENSIBILIZAÇÃO E INFORMAÇÃO CAMPANHAS DE SENSIBILIZAÇÃO DESTINADAS A POPULAÇÕES ESCOLARES NA ÁREA DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS 2013/2014 ORIENTAÇÕES PARA

Leia mais

Carlos Carvalho Paulo Marques JUNHO 2013

Carlos Carvalho Paulo Marques JUNHO 2013 Carlos Carvalho Paulo Marques JUNHO 2013 Desmaterializar e informatizar o processo de forma a: Permitir o armazenamento e fácil consulta à informação; Criar bases de dados sobre o fluxo das mercadorias;

Leia mais

Novas Regras de Faturação Esclarecimento de dúvidas da sessão do dia 7 de Fevereiro de 2013

Novas Regras de Faturação Esclarecimento de dúvidas da sessão do dia 7 de Fevereiro de 2013 Novas Regras de Faturação Esclarecimento de dúvidas da sessão do dia 7 de Fevereiro de 2013 1.º - Resumo da necessidade de emissão de faturas: A ASSOCIAÇÃO: Pratica exclusivamente operações isentas de

Leia mais

NOVOS PRAZOS. Prazo para confirmação e comunicação pelo consumidor final de faturas no e-fatura

NOVOS PRAZOS. Prazo para confirmação e comunicação pelo consumidor final de faturas no e-fatura NOVOS PRAZOS Prazo para confirmação e comunicação pelo consumidor final de faturas no e-fatura Disponibilização pela AT do valor das despesas e encargos no Portal das Finanças Prazo de reclamação prévia

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 20 de janeiro de 2016. Série. Número 13

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 20 de janeiro de 2016. Série. Número 13 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quarta-feira, 20 de janeiro de 2016 Série Sumário PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Decreto Regulamentar Regional n.º 1-A/2016/M Regula a atribuição de um subsídio

Leia mais

GUIA RÁPIDO SUBMISSÃO DO FICHEIRO SAF-T PT

GUIA RÁPIDO SUBMISSÃO DO FICHEIRO SAF-T PT GUIA RÁPIDO SUBMISSÃO DO FICHEIRO SAF-T PT GUIA DE APOIO À SUBMISSÃO DO FICHEIRO SAF-T PT (STANDARD AUDIT FILE FOR TAX PURPOSES PORTUGUESE VERSION) ATRAVÉS DO PORTAL DAS FINANÇAS / E-FACTURA DATA DE ELABORAÇÃO:

Leia mais

COORDENADORIA DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA E TAXAS SUBSECRETARIA DE TRIBUTAÇÃO E FISCALIZAÇÃO

COORDENADORIA DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA E TAXAS SUBSECRETARIA DE TRIBUTAÇÃO E FISCALIZAÇÃO COORDENADORIA DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA E TAXAS SUBSECRETARIA DE TRIBUTAÇÃO E FISCALIZAÇÃO PORTARIA F/SUBTF/CIS N.º 178 DE 25 DE OUTUBRO DE 2010 Dispõe sobre cancelamento de guia de

Leia mais

SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA EXPLICADO 3.ª EDIÇÃO

SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA EXPLICADO 3.ª EDIÇÃO SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA EXLICADO 3.ª EDIÇÃO ERRATA or lapso, que desde já lamentamos, neste livro, fruto de atualizações constantes, existem incorreções pontuais. Deste modo, disponibilizamos

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA 16º; 14º; 1º; 3º; 8º; 23º; 30º - 1º; 2º; 5º; 6º; 20º.

FICHA DOUTRINÁRIA 16º; 14º; 1º; 3º; 8º; 23º; 30º - 1º; 2º; 5º; 6º; 20º. FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: RITI - CIVA 16º; 14º; 1º; 3º; 8º; 23º; 30º - 1º; 2º; 5º; 6º; 20º. Operações Triangulares Falsas Triangulares Localização de operações Aquisições Intracomunitárias

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 29º, 36º e 40º

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 29º, 36º e 40º Diploma: CIVA Artigo: 29º, 36º e 40º Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Faturas - Mediadores de seguros que pratiquem operações isentas Processo: nº 4686, por despacho de 2013-05-15, do SDG do IVA, por delegação

Leia mais

Com o módulo TOC já pode, através do KeyInvoice, disponibilizar toda a informação relevante para o seu Dep. de Contabilidade.

Com o módulo TOC já pode, através do KeyInvoice, disponibilizar toda a informação relevante para o seu Dep. de Contabilidade. Módulo TOC Com o módulo TOC já pode, através do KeyInvoice, disponibilizar toda a informação relevante para o seu Dep. de Contabilidade. A partir deste menu, o seu Contabilista tem a possibilidade de consultar

Leia mais

Formulários ANEXO C 239) QUAL É A UNIDADE MONETÁRIA A CONSIDERAR PARA PREENCHIMENTO DA IES?

Formulários ANEXO C 239) QUAL É A UNIDADE MONETÁRIA A CONSIDERAR PARA PREENCHIMENTO DA IES? Formulários ANEXO C 239) QUAL É A UNIDADE MONETÁRIA A CONSIDERAR PARA PREENCHIMENTO DA IES? O preenchimento deve ser efetuado em euros, com duas casas decimais. 240) SOU UM MEDIADOR DE SEGUROS (CAE REV.3

Leia mais

Especial Imposto de Renda 2015

Especial Imposto de Renda 2015 Especial Imposto de Renda 2015 01. A pessoa física com ganho de capital em valor inferior a R$ 35.000,00, que utilizar o fator de redução na venda de imóvel residencial, está obrigada a entrega da DIRPF?

Leia mais

EXAME PARA CONTABILISTA CERTIFICADO DELIBERAÇÃO Nº 001/CTEC/2013 - ÉPOCA DE NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2013 FISCALIDADE CABO-VERDIANA GRUPO I

EXAME PARA CONTABILISTA CERTIFICADO DELIBERAÇÃO Nº 001/CTEC/2013 - ÉPOCA DE NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2013 FISCALIDADE CABO-VERDIANA GRUPO I GRUPO I Admita que a empresa Locagem, que se dedica Locação de imóveis e venda de motos, determinou no ano anterior um pro rata de 60%, e que durante o mês de Dezembro de 2013 efectuou as seguintes operações:

Leia mais

Formulários FOLHA DE ROSTO

Formulários FOLHA DE ROSTO Formulários FOLHA DE ROSTO 36) SOU UM EMPRESÁRIO EM NOME INDIVIDUAL E NÃO DISPONHO DE CONTABILIDADE ORGANIZADA, ESTOU SUJEITO À ENTREGA DA IES/DA? Sim, se no exercício da sua atividade, procedeu à liquidação

Leia mais

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO DOCUMENTOS DE FATURAÇÃO E COMUNICAÇÃO À AT W: www.centralgest.com E: comercial@centralgest.com 1987-2013 CentralGest - Produção de Software S.A. T: (+351) 231 209 530 Todos os

Leia mais

REGULAMENTO FINANCEIRO 2015/2016. Cursos de Especialização Tecnológica Cursos de 1º e 2º Ciclo

REGULAMENTO FINANCEIRO 2015/2016. Cursos de Especialização Tecnológica Cursos de 1º e 2º Ciclo REGULAMENTO FINANCEIRO 2015/2016 Cursos de Especialização Tecnológica Cursos de 1º e 2º Ciclo CANDIDATURAS 1. O pagamento da taxa de candidatura (quando aplicável) só se efetua uma única vez, desde que

Leia mais

QUESTÕES POTENCIAIS DE PROVA TROPA DE ELITE CURSO AEP PROF. ALEXANDRE AMÉRICO

QUESTÕES POTENCIAIS DE PROVA TROPA DE ELITE CURSO AEP PROF. ALEXANDRE AMÉRICO QUESTÕES POTENCIAIS DE PROVA TROPA DE ELITE CURSO AEP PROF. ALEXANDRE AMÉRICO Considere que o sistema contábil da empresa comercial Zeta S.A. tenha se extraviado logo no primeiro exercício de constituição

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: alínea c) do n.º 1 do artigo 18.º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: alínea c) do n.º 1 do artigo 18.º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA alínea c) do n.º 1 do artigo 18.º Operações imobiliárias - Aplicação do modelo contratual de "Office Centre" Processo: nº 3778, despacho do SDG dos Impostos,

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 23º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 23º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 23º Pessoa coletiva de utilidade pública, sem fins lucrativos - Métodos de dedução relativa a bens de utilização mista Processo: nº 2975, despacho do SDG

Leia mais

Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015

Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015 Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015 O NOVO BANCO vem prestar alguns esclarecimentos que considera úteis para o preenchimento da declaração Modelo 3 de IRS, tomando por base a informação

Leia mais

Mas para iniciar o uso do CRM é necessário efetuar algumas configurações em primeiro lugar.

Mas para iniciar o uso do CRM é necessário efetuar algumas configurações em primeiro lugar. Menu CRM O KeyInvoice tem um CRM que lhe permite efetuar, no seu programa de faturação, uma gestão de contatos, podendo converter os mesmos em Oportunidades ou Orçamentos. Este menu inclui ainda uma agenda

Leia mais

Introdução. A comunicação dos elementos dos documentos de transporte pode ser realizada através de serviço telefónico automático, nos seguintes casos:

Introdução. A comunicação dos elementos dos documentos de transporte pode ser realizada através de serviço telefónico automático, nos seguintes casos: Introdução O novo regime de bens em circulação entrará em vigor no dia 1 de julho de 2013. A Portaria nº 161/2013, publicada a 23 de abril no Diário da República, veio regulamentar o modo de cumprimento

Leia mais

Boletim Técnico. Transferência Crédito ICMS na NF-e

Boletim Técnico. Transferência Crédito ICMS na NF-e Transferência Crédito ICMS na NF-e Produto : Datasul Faturamento TOTVS 12 Chamado : TRFOE6 Data da criação : 26/01/2015 Data da revisão : 26/01/2015 País(es) : Brasil Banco(s) de Dados : Todos Efetuada

Leia mais

CIRCULAR DE 2011. Numa segunda parte chamaremos a atenção para alguns aspectos de índole contabilística. Aspectos de natureza fiscal

CIRCULAR DE 2011. Numa segunda parte chamaremos a atenção para alguns aspectos de índole contabilística. Aspectos de natureza fiscal CIRCULAR DE 2011 Das constantes alterações implementadas, tanto a nível fiscal como legal, através de circulares, fomos dando conhecimento, pelo menos, das que de uma forma directa ou indirectamente afectem

Leia mais

SPED Contribuições Pis, Cofins e INSS

SPED Contribuições Pis, Cofins e INSS Versão 6.04.00 Abril/2015 SPED Contribuições Pis, Cofins e INSS Passo a Passo: Cadastros, Configurações e Operações SPED Contribuições O SPED Contribuições é um arquivo digital instituído no Sistema Publico

Leia mais

Conheça o seu ficheiro SAFT

Conheça o seu ficheiro SAFT Conheça o seu ficheiro SAFT Quando extrair o ficheiro SAFT A partir de 2013, passa a ser obrigatória a transmissão periódica do ficheiro SAFT às Finanças. Antes de 2013, a Lei exigia o SAFT para fins de

Leia mais

1. Preenchimento do Formulário de Recapitulativo de Despesas com Recursos Humanos (Anexo I)

1. Preenchimento do Formulário de Recapitulativo de Despesas com Recursos Humanos (Anexo I) ASSUNTO DISTRIBUIÇÃO FUNDO FLORESTAL PERMANENTE EIXO III PLANEAMENTO, GESTÃO E INTERVENÇÃO FLORESTAL ELABORAÇÃO DOS ELEMENTOS ESTRUTURANTES DAS ZONAS DE INTERVENÇÃO FLORESTAL ORIENTAÇÕES PARA O PREENCHIMENTO

Leia mais

Segue a baixo um comparativo dos Manuais v2.02 (versão atualmente em uso) e do Manual v3.0 que entrará em vigor a partir de 01 de setembro de 2009.

Segue a baixo um comparativo dos Manuais v2.02 (versão atualmente em uso) e do Manual v3.0 que entrará em vigor a partir de 01 de setembro de 2009. 1 Segue a baixo um comparativo dos Manuais v2.02 (versão atualmente em uso) e do Manual v3.0 que entrará em vigor a partir de 01 de setembro de 2009. Inutilização No Manual de integração contribuinte 3.0

Leia mais

n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas

n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (OE 2015) CIRC Artigo 87.º - Taxas n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas Artigo 6.º - Sociedades de Profissionais n.º 4, alínea

Leia mais

NOVA CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS

NOVA CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS CONTACTOS DAS ENTIDADES QUE INTEGRAM O Direcção-Geral das Autarquias Locais Morada: Rua José Estêvão,137, 4.º a 7.º 1169-058 LISBOA Fax: 213 528 177; Telefone: 213 133 000 E-mail: helenacurto@dgaa.pt Centro

Leia mais

DIRF 2011. Secretaria da Receita Federal do Brasil

DIRF 2011. Secretaria da Receita Federal do Brasil DIRF 2011 O que é a DIRF? É a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte feita pela FONTE PAGADORA, destinada a informar à Secretaria da Receita Federal o valor do Imposto de Renda retido na fonte,

Leia mais

1- Principais alterações para COMPRAS entre a versão 2.9 e 3.0.

1- Principais alterações para COMPRAS entre a versão 2.9 e 3.0. 1- Principais alterações para COMPRAS entre a versão 2.9 e 3.0. - Data de Emissão/ Data Entrada ou Movimento. Considerando que o documento fiscal deve ser registrado sob o enfoque da empresa que recebe

Leia mais

Na sequência dos compromissos

Na sequência dos compromissos Regime especial de exigibilidade do IVA dos serviços de transporte rodoviário nacional de mercadorias P o r R u i R i b e i r o G r i l o Foi publicada no «Diário da República», em 1 de último, a Lei 15/2009,

Leia mais

ALGUMAS REGRAS DE FUNCIONAMENTO PARA A CONTABILIDADE DO DECIVIL. 1. Enquadramento

ALGUMAS REGRAS DE FUNCIONAMENTO PARA A CONTABILIDADE DO DECIVIL. 1. Enquadramento ALGUMAS REGRAS DE FUNCIONAMENTO PARA A CONTABILIDADE DO DECIVIL 1. Enquadramento É essencial assegurar a uniformidade de procedimentos em todos os Serviços de Contabilidade do IST que dispõem de autonomia

Leia mais

Novo Regime de IVA de Caixa

Novo Regime de IVA de Caixa QA#005 / Junho.2014 Mónica Veloso * Área Jurídica da Unidade Empreendedorismo ANJE Novo Regime de IVA de Caixa Na Quinta edição da QuickAid Notas Informativas Jurídicas da Unidade de Empreendedorismo ANJE,

Leia mais

Para aceder ao Portal das Finanças e validar ou confirmar as facturas deverão seguir o seguinte caminho:

Para aceder ao Portal das Finanças e validar ou confirmar as facturas deverão seguir o seguinte caminho: Dedução de despesas IRS 2015 A partir de 2015 as despesas dedutíveis à colecta de IRS, que agregam as despesas com todos os membros do agregado familiar, incluindo os filhos, exigem uma observância rigorosa

Leia mais

Programa Incentivo. Normas de execução financeira. 1. Âmbito do financiamento

Programa Incentivo. Normas de execução financeira. 1. Âmbito do financiamento Programa Incentivo Normas de execução financeira 1. Âmbito do financiamento As verbas atribuídas destinam-se a financiar o funcionamento da instituição de investigação científica e desenvolvimento tecnológico,

Leia mais

Agrupamento de Escolas Santos Simões ANEXO 6 REGULAMENTO CIRCUITO DESPESA E RECEITA -

Agrupamento de Escolas Santos Simões ANEXO 6 REGULAMENTO CIRCUITO DESPESA E RECEITA - Agrupamento de Escolas Santos Simões AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SANTOS SIMÕES ANEXO 6 REGULAMENTO CIRCUITO DESPESA E RECEITA - 1 Artigo n.º 1 Carregamento de Cartões 1. O carregamento de cartões tem lugar

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DO CENTRO DE ESTUDOS EM DIREITO DO ORDENAMENTO, DO URBANISMO E DO AMBIENTE

REGULAMENTO DOS CURSOS DO CENTRO DE ESTUDOS EM DIREITO DO ORDENAMENTO, DO URBANISMO E DO AMBIENTE CAPÍTULO I CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO DO ORDENAMENTO, DO URBANISMO E DO AMBIENTE Artigo 1.º (Constituição do Curso) 1. O Curso de Especialização em Direito do Ordenamento, do Urbanismo e do Ambiente

Leia mais

GUIA PRÁTICO DECLARAÇÃO DE REMUNERAÇÕES ON-LINE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO DECLARAÇÃO DE REMUNERAÇÕES ON-LINE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO DECLARAÇÃO DE REMUNERAÇÕES ON-LINE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático de Declaração de Remunerações On-Line (2026 V4.10) PROPRIEDADE Instituto da Segurança

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008 TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA DELIBERAÇÃO CVM Nº 624, DE 28 DE JANEIRO DE 2010 (DOCUMENTO DE REVISÃO CPC Nº 01) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 02 do Comitê de Pronunciamentos

Leia mais

FINANCIAMENTO DE UNIDADES DE I&D (2015-2020)

FINANCIAMENTO DE UNIDADES DE I&D (2015-2020) FINANCIAMENTO DE UNIDADES DE I&D (2015-2020) FAQ SOBRE A ELEGIBILIDADE DE DESPESAS Aquisição de instrumentos e equipamento científico e técnico, enquadráveis em Despesa Direta "Aquisição de instrumentos

Leia mais

ADVOCACIA - Enquadramento fiscal das prestações de serviço

ADVOCACIA - Enquadramento fiscal das prestações de serviço ADVOCACIA - Enquadramento fiscal das prestações de serviço 1. Processo de pagamento de honorários no âmbito do acesso ao Direito e aos Tribunais 2. Facto gerador e exigibilidade do Imposto 3. Emissão de

Leia mais

2.2 Resultado com mercadorias 2.3 Impostos que afetam as mercadorias 2.4 Critérios de avaliação do estoque

2.2 Resultado com mercadorias 2.3 Impostos que afetam as mercadorias 2.4 Critérios de avaliação do estoque Disciplina: Contabilidade Comercial I Período: 2º Tipo: I Professor: Evaldo Modesto de Ávila Curso: Ciências Contábeis Assunto: Texto Semestre: 2º Nome: Nº: Apostila : Turma: ÚNICA Turno: NOITE Data: 002

Leia mais

Direção Nacional Unidade Orgânica de Logística e Finanças Departamento de Logística. Caderno de Encargos

Direção Nacional Unidade Orgânica de Logística e Finanças Departamento de Logística. Caderno de Encargos Direção Nacional Unidade Orgânica de Logística e Finanças Departamento de Logística Caderno de Encargos Caderno de Encargos Cláusula 1.ª Objeto 1. O presente caderno de encargos compreende as cláusulas

Leia mais

Ficha Técnica Copyright 2010 by Sebrae - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

Ficha Técnica Copyright 2010 by Sebrae - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas A I U G OLE R T N TO O N C E DE AM R R O U D T DE FA N O E D RE E P L M A E L U A D I U DO V N I IND ÇÃO A A RA D A A L IC DEC MPLIF SI BRASÍLIA 2010 Ficha Técnica Copyright 2010 by Sebrae - Serviço Brasileiro

Leia mais

WinVending BackOffice 2012 Listagem de Alterações

WinVending BackOffice 2012 Listagem de Alterações WinVending BackOffice 2012 Listagem de Alterações Versão 2012.12.3.0; data: 3-06-2016 1. Integração de Inventários Na integração de inventários, os documentos anulados de transferência de armazém emitidos

Leia mais

Obter Recibos Electrónicos

Obter Recibos Electrónicos Obter Recibos Electrónicos Início > Os seus serviços > Obter > Recibos verdes electrónicos>emitir Início > Os seus serviços > Obter > Recibos verdes electrónicos>emitir Recibo Acto isolado Início > Os

Leia mais

REAL PPR Condições Gerais

REAL PPR Condições Gerais Entre a, adiante designada por Segurador, e o Tomador do Seguro identificado nas Condições Particulares, estabelece-se o presente contrato de seguro que se regula pelas Condições Particulares e desta apólice,

Leia mais

TERMOS E CONDIÇÕES NEGOCIAIS LEILÕES ONLINE

TERMOS E CONDIÇÕES NEGOCIAIS LEILÕES ONLINE TERMOS E CONDIÇÕES NEGOCIAIS LEILÕES ONLINE A BIDDING LEILÕES, Lda., adiante designada e identificada, apenas por Bidding Leilões, sujeita a sua atividade leiloeira online, aos Termos e Condições Negociais

Leia mais

Instruções para o cadastramento da Operação de Transporte e geração do Código Identificador da Operação de Transporte CIOT.

Instruções para o cadastramento da Operação de Transporte e geração do Código Identificador da Operação de Transporte CIOT. Instruções para o cadastramento da Operação de Transporte e geração do Código Identificador da Operação de Transporte CIOT. Versão: 01/2013 As presentes instruções aplicam-se a todas as Operações de Transportes

Leia mais

Folha de Apoio ao preenchimento dos documentos que constituem o Pedido de Pagamento

Folha de Apoio ao preenchimento dos documentos que constituem o Pedido de Pagamento Folha de Apoio ao preenchimento dos documentos que constituem o Pedido de Pagamento Apoio ao preenchimento do Relatório Final de Operação (RFO) Para ajudar no preenchimento do Relatório Final de Operação

Leia mais

FAQ'S - Perguntas frequentes

FAQ'S - Perguntas frequentes 1 de 5 SOBRE O E-FATURA FAQS CONTACTOS FAQ'S - Perguntas frequentes CLIENTE / CONSUMIDOR FINAL Em que consiste o novo regime de faturação eletrónica? O novo regime de faturação eletrónica consiste na obrigatoriedade

Leia mais

Porquê as atualizações aos livros da LEGISLAÇÃO? Qual a frequência das atualizações aos livros da LEGISLAÇÃO?

Porquê as atualizações aos livros da LEGISLAÇÃO? Qual a frequência das atualizações aos livros da LEGISLAÇÃO? orquê as atualizações aos livros da COL. LEGISLAÇÃO? O panorama legislativo nacional é bastante mutável, sendo constante a publicação de novos diplomas. Ao disponibilizar novas atualizações, a ORTO EDITORA

Leia mais

Saudade e Silva - Serviços de Contabilidade, Lda

Saudade e Silva - Serviços de Contabilidade, Lda Saudade e Silva - Serviços de Contabilidade, Lda Email: ssgeral@saudadeesilva.com NOVO REGIME DE FATURAÇÃO Alterações para 2013, em matéria de faturação e transporte de mercadorias. Legislação aplicável:

Leia mais

manual de correção de erros centrais da declaração modelo 22 Classificação: 205.0 5. 02 Segurança: Pú bl ic a MOD. 12.2

manual de correção de erros centrais da declaração modelo 22 Classificação: 205.0 5. 02 Segurança: Pú bl ic a MOD. 12.2 Classificação: 205.0 5. 02 Segurança: Pú bl ic a manual de correção de erros centrais da declaração modelo 22 MOD. 12.2 Av. Eng. Duarte Pacheco, 28-7.º, Lisboa 1099-013 Tel: (+351) 21 383 42 00 Fax: (+351)

Leia mais

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO Sessão de esclarecimento para associações 1 2 Ofício n.º 30141 de 4 de Janeiro de 2013 da Direção de Serviços do IVA Novas Regras de Faturação Instruções complementares ao Ofício-Circulado

Leia mais

a dinheiro deve ser reconhecida como um juro de acordo com a NCP 13, refletindo o rendimento efetivo sobre a conta a receber.

a dinheiro deve ser reconhecida como um juro de acordo com a NCP 13, refletindo o rendimento efetivo sobre a conta a receber. compensações por terceiros, e qualquer compra ou construção subsequente de ativos de substituição, constituem acontecimentos económicos separados e devem ser contabilizados da seguinte forma: (a) A imparidade

Leia mais

Questões Frequentes sobre a Taxa Turística de Dormida do Município de Lisboa

Questões Frequentes sobre a Taxa Turística de Dormida do Município de Lisboa Questões Frequentes sobre a Taxa Turística de Dormida do Município de Lisboa Nota: o elenco de perguntas e respostas que se segue visa apenas enquadrar algumas das questões colocadas pelos nossos associados

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS ORGANIZAÇÃO

CONDIÇÕES GERAIS ORGANIZAÇÃO CONDIÇÕES GERAIS O presente programa/ catálogo é o documento informativo no qual se inserem as presentes condições gerais, dele fazendo parte integrante e que constituem, na ausência de documento autónomo

Leia mais