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1 , ADM~NSRULFAO DA MPRENSA ~ACONBL oe USBOA Decnto nz a2 423: ' - Aukh a D'io-Gad do Editic:~~ c Ho9umfntcs Ne c!oor!s a ccbbrof wm~to pcrr + awe d* ~mpmitada AVSO dt &amtlr% des Peaha6 d ~ ~ S ~ i t d e - ~ ~ d mzinh 10vad~1ir: a cus da6 add:dei+s- mw mat+ Por ordem superibr e Gra mstar, 'comunica-so que $a:, bhiw 'k&f:aa e trawhos co~l a imtrlmo -& nbo serso oceites quaisxiuer originais' destinados 80 LBU' ' udl6rio do Governon desde que n9o tragarn awta Ministbio do mmhamu: ( ' x a cornpetente ordtm de publicaszo, assinada e auten- DW& n0 12 #& ' ticada, cvm selo branco, ~ctemh qw oc 6- c~mbust~ck ptcdoa~ ern wins dw dc gotcd!~ htldas as prc- u;fnmof~ 'pmm dd ~ ~ c q~ do gucd*de e cm cmorcw do aom os 6lm de &gem eabroogciro1 tvmeckntm~ r aspegmo matlt!m c Etcatuar nor SUMARlO drs mpoar~ar,pro~lnc:a* Ddaxaflo: ' ~iu'a!!rs a trm$fer9noie do uma wbr denw do copftulo la0 do O-~O a0 Y~s~&:o & c t a a forms mmo fa! iubibdr a PorW!c v9 1726; Lei n* 2098 PC deei&m q imptbncins quc a, oonntibm a4mhwr- WVOS do d!~- uu!duioo s estabch!m~too ds FOV Em noma da Xa*, aaassembleir Xa\=?oiollal decrcta 8hdrca flwm autc$xados a rrvw em oonrr do Caplo 5' e eu promut~o:a la segumte: do orpsmcnto ctrl;aido dos mwgn gwk dr Xecao MiaisiMo das Finanfas: ' Decreto-Lei n* : - Da nscionalidade portugueu CAPTULO B*ssx 1 Go portuguee8ea, dtsde que hzjam &do em territ6rio portugu8s: a) 0s filhos do pai b) 0s 6lhm de Minirtit!~ das Obru Pitblh: Dctrclo nf : c% huteriur a ~b+&eral dcj micia e ~anummtcs Xa dwab r celcbzu contrato pm a C X C O ~ ~ deem ~ O fitad* de r4e 8ruw utiharis de eorb (~aixia) -%* Co de ngu?~,xment~a ru eovkhnh dns grap888 pertonce ; 8) 0s 811acsade h e estrangeixa, se o psi for 2~6- trido, de nacrpnalidade desoonhecida on inccipzto, mlvw se aqnela-estivex em territ6rio portugues ao s'ek- ~igo do Fst~do s que perten& 2 Presurna4-8~ nascidos em Pottuxal salvo Drova ern contnirio, 6% ~m-nascidoa exposhs'em terrt6rio ~of~u~u~s

2 ~ ~~~ ~~~~~~~ ~ ~~~ / :06 PAG 14 <- L 2urbu -4bUdl0AiU A?:!,, 86% n, ' ChPfiULO 1l ~~uqucmto nados can territ6no estrangrw, oa Uos do ou m& portuueses que nwe ternt6no se encop P rem,av- (1~1go do- % stado??oportug~~ ass m Para on efeito~ do disposto uas bases t e n, Go ooneideiadorwmo eetando +o mip do Estgo 'a que perten- aqueles que se encontrem fqra dorespotrv9 - territdrio em consequpncia'de ram ofidil do m-o ' Stio ipahenh p ~ ~ ~ &, Estado,,' Da tuaglo 8m maw de nsolo~i - Bnsrrr $6 o NiWo esiabelooida do wnformidade emp q lei poduguesa mdus efeitor rclnti~amento 3, atrabua~eo d~ nacionali 5 nde p~rtuguesa me8 sm No cam da n fiii#o ser legftima, $6 a uae!ondidade do pi pmduzird efeitos em rcl~lo h nncion$idade L a fflhos, dvo se aquele far opitrida ou de armonahdade dexollhecida aans?n A naoionalidade dos legitimados rcgc-sepdos dispotipjes aplicireis 80% ahos legitimos Burn ll 1 Se o filho ile i~oforaimalt&neamentepeffimo, rolunt&ria ou ju&ciabente, or ambos 08 pd, n onarr o rcosnheoimento paterno deitos na ha$% a na- cionalidade do erfilkndo, exce to se o pai for apgtrids ou de nncionali $ ads dcswnheoi $ a 2 Se o filho ilegitimo lor suoesoirameate pefilhdo, volunt6ria ou judicidmenk, pop nmbos os pais, a 'o primeiro reconhecim~to 4 coneiderado para t r eah de fimp30 da nacionalidade do peaado, splva a hip& tese do o pedlhante 6er ap6trada ou de nlcionalidade dcseonhecida 8 A perfilllapgo 66 texd efeitos em relap S naciozixlidade do rewnbeoido quando estabelecida durante a run monoridade B eeq60 Da da dadoaalidade pel0 kame+ 3i~8X ', A mder casa win portugu8s a baciondidade por&guega, excepto se at4 pok do oosame'nto deolarar 'qae a neo quer a provar quen* perde a Monalidads nnkior, 'Da wibatrraaicio pot ebb do ionkhle, Zi~is~r ' G, dechada on p~sumida, ' A aulidade oh do basamento n% pre;jrid~ea ' $ -~ a sacionolidade tdauisida nw termos da base ante- WSN rim, deade que a ~ulher o hais oontraido de boa f4, 5x0 consideradds portugue8eg 08 filhds de pai wr- e enouanto hva domioflio etabelecido em Pdud 24 A tugubs n+doa no is^^, dwde que sotisfa-&m ' J a nlg~ma das seguinte~ wndi9iier: ' -on," *f J a) Ddpnuem por ek-seado maiotu ou koipa- : dos, ou wlos seus letail?epwentantea, eendo incava- Da ad&so da' nadonajidade'& $ natur&ac& res, quehuerem ser Fortu+eaes; b) Terem nasoimento ~naonto no registo oivil portugu8s akavgs de deolarqilo prstpds elas p~6 nos, wndo maioreu ou em~dpadod, on pe i w sew P egaiir representantea, sundo an? me&; satisfa am cllmulativamente 'ae scguiutes G) Estabelecercm domacho m1unt4rio em tq$6rio kf- maiorea ou havidos como tais, tanto pels lei! pdugu&s e asdm o declaram pemb a eut~dade compctsnte P? 'Lea coma pels lei n*cional do aeu Estado de 1 origem; - : Bui v b) Tertm a osp&i~a~'necurma para gnnjear sa Sgo tidos igualmenk coma portugue& dede que se Erio duflciente polo seu Ersbalho ou outsos meivs de ' ' : reri6que a1 das condipties prevkt? na base an- subsist&xia ; terior, oa fi ft- os de mxa portugucya nascados em terri- C) Terem barn wmportnm&to moral e oivil; Urio estrangeiro, se o pai for ap&trads, de nacionalidade d) Terem cumprido at leis de recrutamento militsr i desconhecida ou inchpito do qais de origem, so caw de nbo sera apitridas ou de :'' uaconalidado dwwuaecida; e) Possnfrem conhecimentos suficientes, seguudo a sua condipb, da lingua portugueaa; ' -f) Rwidirem hb t& anos, pelo menos, em territ &sum ' S 0 bverno $odes4 eonceder' a nacionalidado port& i guesa, mehto naturaliz*, aos eskangeims quo ; rio pohgnk me urr Aa wndie a que se referem as erlneas 6) e f) da base anteriot r60 $ertio edgveh aos dscengentos de save portup& que vieram tstabelecer dom~cilio em terxit6rio naoional e odwm ser dirpensadas em relqo aowtranb; easa d' o cum portugueaa cu que tenha restado ou seja ohamado a prestsr algum servip refavante M) EftOdo Portuguk Bur m A nawivago seri cancedida por deoreto do Ministm do nterior,? requezimento do interdo e me diante pmesso de inqueritb organicado e instruldo nos term08 que em regulamenb ~ierem a ser fixados h x v 0 prooessc de e os documentos destinados 9, sua instrue nn5;o estaa sujeitos &s da Lei do 8elo ~ S XTl K Oomo tfcul0 de aguiri$b da nacionalidade, aufr pas tada ao int~~sado a carta de natumlbapgo, que levad apostos e hutilizados os selw fiaoais previstos na legislago em vipr h 8 XVZ 1 Quando considerar juib B oportuno, o G OV~O poders, tambbm conceder a nacionalidade pertugusa a pesoas pertencentes a wmunidadas que a ei prbp* se atribuem ' ascendcncia portuguesa e mnnifestem

3 ~~~ 1996 ll:w( O, UU YY'Y YU 'VYV Jil -,, ii 6', soatshe de se integrar n( oxda &ial,? na- ' : ~ ~ n 1 0,:, : cional ' Da a 2 Esk concessgo ssrr&;feita nos temos da base xrv e reapulsfgto da nacionalidade para a obter' exigirse-eo apenas a ~ ~ndiped, enume- EASE X ~ rdar na base xn gue o Qoverno wnslderar indipensd-, veis em eada enso Readquire a nacionalidade portuguesa: a) 0 que, de ois de be haver naturalizado om pais : 8 ;, CM1TULO 11 ' estruwiro, esta % elecer domicflio no terrimrio national, e declzrar que pmtende ready-la; :, ; ': aa pcda! da reaqnisi~6o da naeion&dedi ' h)_o p np6r haver per >do a naclodalidede por ' <i 5 demsao o hverno, obta~er $raqa esgecial de reaqui- :, s-0,sipso; c) A iulhei qne houvor perdido a nacionalidade ~ devido ao, casamentdoelebrado com eshngeiw se, no css d'e o omamento ser diss6lvido dechrado aulo ou anuado, estabelecer domicilio em Portugal e declarar )% peris da?+onalidade - BASE X W, Perde a nacio'nalidade portuguesa: a) 0 que vluntariamente adquira naoionalidade es- que pretendc read\&-la;, ' trangeira; d) 0 que, haven o perd~do a nacionalidade em con-, b 0 que, cemlicengn do Qoperno, aceite ~UB~SPS sequtqci8 de declaraqzo feib na menoridade pet ru pdb 1 icas ou preste serrip militar, a Estado estrangeiro, legal representante, tiper domicil~o em Portugal e de se, nfo sendo tambfm sdbdito desse Estado, noo aban- clarar, yuando malor ou emanc~pado, que pretende donar was funybcs, ou serripa dentro do praio que lhe rerrdquin-la for designado pel0 Qorerno; EASE xxm c) A mulber portuguesa que ease corn ehtrangeiro, A cpncesszo da gracr espeoisl de reaquisiglo da nasalvo se n5o adquirir, por Qsse facto, a nmcional~dade cidnalldade portuguesa compete ao Consclho de Mihisdo marido ou se declarar at& jr celebraq8o do casamento tros e poderg aer requerida pel0 iateressado, por intarquo pretende msnter a nacionalidade portuguesa; mdio dp EinisMrio do nterior d) 0 que, havendo nascido em terzit6rio portugnes e seado tambem nacional de outro Eatado, declare, por si, sendo cspar, ou vela sea leas1 representante, sendo incnpax, qui i$o r&er ser po&gu&; -- E) Ajuele a quem, sendo mcapan, tenha sido Dos efeieilor da afthi~:o, aquisit&o, perda e reaqtkifio atrlbul e a nac~onal~dade portuguesa, nos termos da da nacionalidade sqtio rr do cnpftulo, ou a tenha adqniridv por efeito de deolarspiio do seu representanto legal; se declarar, -secg'xo 1 3- quando capas, que n8o quer ser portdp&s 0 prcrar Dot ekitos da airibuigo da nacionalidade que tom outra nacconalidsde!! R~ar - - ~ m r BAae w, Salvo disposis$o em cdntrm0; B atribuigo da na- Compete ao Conselho de 3[inistros decidir, ponde- ' radw as circuzst8ncias particulares de cads caso, sobre cionalidade portupem produ efeitos dade nascimento do iateressado, ainda que as condifo"es de a perda ou a msnuten~8o da nadional~dads: que dependa d posteriormente se tenham verificado a) Se a aquisipio da nacionalidade estrangeira for, xeste case, a atribui,,,o da nacionalibdo nzo predeterminada por naturalba$zo directs ou indireota- judica Talidade das relaflea juridic* antoriomente mente imposta a residentes no respsctivo Estado; eatabelecidas com fundamento em mcionalidcrde dib) Se os fsctos a que 6e refere aalinea 5) da base versa anterior s6 forem conhecidos depois de harerem cessado o exercfcio das funflee ou 3 pr~rtap5u do serri~o mi- SEcG'Xo 11, ' litar ou o Governo neo chegar a desipar pr& para )os efeitos'da aqalai$o, perde e reaquisiflo o seu abandorro Ba nacxonalidade &an LX Por deliberagb do Conselho de Minis&, pode o BASE decretar a perda da nacionalidade prtn- 0s efeitos pas alterage8 de nacionalidade dependenguosa: tes da actos ou factos obrigatbriamente sujeitos a rr a) bos~;tugueses haridat tambhm como Gcionais gibto d sl? produnem a partir da data do registo de cutro stzdo que, principalmentd ap6s a maioridade ou emancipapzo, se comportem, de facto, apenas como BASE xpn estran eiros ; b) 10s porfuguesrs definiiiramente oondenados par A carta de 86 ~~d~~'efeitos se 0 seu, crime doloro contra a seguranp extern do Bstado ou registo far requerido dentaw do pra7a de seis meses, a aue ilicitamente exetcerem a favor de wtgncia estran, contar da data do docreto deconce~?iq &ira ou de seus agentes actiridades cdntrkrias aos intereses da Rap30 Portuguesa BAS SS Wo caw prcvisto na alinea a) da baso anterior, a erda da nacionalidade poderg tornsr-se entcasivs h mu- '!her e aos filhor incaparcs do pluri~acional se todos forem tamb6m llnsidos wmo nncionais, do ouh Xstado; este re lme 1150 ser&, posm, aplicbrel aos blhos se o n5o or simr11tbncamente k mulher f - BASS ssm 0s efeitos daa alterapes de nacionalidnde depen- dentes do aottos ou tacks n"a obrigatbriamcnto sujeitos i a registo produzem-se desde a data ds verificaplo dos ; actos ou tach8 que as debmiinem r 2 Esoepha-se do dir osto no ngmero snterior a : perda da nacionalidade f und;da na- aquisiyfio voluni tlria de nacionalidade estrangeha, a qua1 apenaa prodw efeitds pan com terceims, no dominio das rolap8es

4 ~ riwdo, desde que seja, l ~ d ao a +b dab em que este se realize ma rtnza 0 hdiriduo iue adquirir ou zead~uirir q nacionali- ', ortu esa gova de tbdor os direitos b, :: uali f ade dt" e po$ugw&s,?ah rp roski9tee menciona- : -$a8 ao bas? sepmtb e ar expressamen~e praoistas em, lei ebpeoiai8 : ' * axe'k, :" Pua o uefiicio d? kudhecl p6blicju od de dire& So b &calixq&a 4~ medades ou de outras eatidaded 8ependentes do ErtDdo Po* bs, a ap~isiprio~da nooionalidads p ea s6 pw df" w efeib decomdor de* - anos a~68 a sua '=% ta, salvo se outro maxo, for fixado em lei'&pecial ' 9 Sa a w'&i ea +eri&oa-r na menoridade,' a dua da inabiili p ads d de bin00 anw e 'wtar da,mnimidnde ou emncipa& do int-do ' i BaJEnx, A inabilidade revista na ljwe anterior f apkkel durante o pram d' e t18s anw aos que ieadqu~ram *nar ciodidade portuguesa: mas n50 se p mdd sea erda da nacionalrdade portugaasa se houver rer%ca& na menoddade do interearndo, por declarqfb do seu re- C-) presentante legal b r nn A mulher asado com indioidpo oe ad uira n nacionolidsdo aortuauosa node hmbh s$auiri\s M ddeclwirr que pretehde <7?r porhguesa - &as xxm 1 0s fikos menotcs de pni 1edtimo ou ilegitimo ou Made portugu~a rp(uidr ou de &us xs&, aplidveic S para oa efeitcs dar bwos DN, as dawc+o nr do copitulo r CAPTVLO V Da oporifio i a-o on raaqpisi$%o h n~donalidadd, prlugnesa a)!psrsm exmido fun* dblioas de Estado estrangelrcr on hoverem d e prest a2 o semi mibtar; - d)!+tern maia de du~w goraw e ascend~nks he- diatos nasoidos no estrangerno e n8o provarem conhecet suficientomaente a lingua portugurrsa Ssr xxxw 0 Goveino pder$ ipor-w B aquisi~zo da nacionalidade ortugaesa neo e6 elw fmdamentos constantes &a$ a), b) e o) % b&e anterior, unaa ahda:, a), Xo w'w de a aquki60 pro+ de ba+amentc, se a mulher 'tiver'aido ex~dsa do vais antes da celebra- : 4 meioridade do interessado,~ do reprwen&nte egd, ae o damante houver mani eswo erpresremente, depois da maivridade, a vontsde de sew a nacionali- BUE sssvm 0 dmito de cposipso serd, eseipido pel0 XSstro da Justigtt, no pmo de seis mmoses, a contar da dab do fnoto de ue dependa a atribuiph ou aqukigo da nacionalida 8 s, y depo~ de outldos os Wnist6rios que posaam contribrur para a justa dwi- do ao B*sessm Do registo cenhl, da nacionalidada, a cargo da Conservatdna dos RegLtos Oentnis, censtaffio as de que dependc a a$ribui$io da nacionaxdade portupw, bem oomo a sua quia~xo, perda ou reaqat aigko ma Sl,, 2 obrigat6rio o 4) Dm deolw-ht neces4ria11 para - atribw&so d~ %acionalidade; b) Dw declara 'es para a aquisif;?o, &a ou da naoiona? dade; Q) Das para o eteito de, pel0 cacapaoleq%o, a mulher nrlo nerder a nacionalidade on do adauuir &XE JL Panr iln8nb ds idenaonho: sergo inscritas no registo: a) Br aquisiflo d? nucionalidade park ma por ds malher eatrangem que ora wm por f" ugues; b) A,perdo da nacionalidade da mu&v purtpguese que casa com w'wngeim; o) A perda da nacionalidade par aquisig8o voluntaria de nacionalidnde sstrangeira ' atioado em favor de Estado cstrangeiro s P seguranqa exkrior do Eatado Por- - BAS= ll~t A peda da nacionalidade ass condifles provistas na ilinea b) da base xvm on em conzeguaneia de deviirffo do?overno e, bem assim: a naquiaa$o por pip especial wrzo regista& o&oiopamanbe BASE ltlg~ 1 0 ~egist0 dos eotos a que se ref- a base m sex6 hito a requeymento dos intmssados '

5 e neste ow's& rea aprwaitaflo dos ne- % a'genter ~ o p ~ mpe~e~ ~ 1 a ~ df&?iot Do pmzo ; de gpinse dias e pa rutprmsdi~ do M1Pi3tkao dm Be- gklos Btrangeiroi, env~ar &, ~mmawia $8 Begis- *toe Centrric os daume?ba pec%5sios ao *sguto a'que st refpre a base antenor a,lw'kvl S& gratuitos as regivtps bs dwlar~pes pwa a atribuieo da naoidaalidade pmtquesa e ot rsgi* 06- cimor, bem wmo os documentas nccess4rkts para uns e oub,, %??a XLm auawv 1 ~nde~endentemenie da ~ X~S&C~D do registo, godera ser uados, a ueriminto do interedo, o ~ - tifimdw %e ~cionalide %e pdrtugaera 2 A forpa pmbatgria do certificsdo podex&, pore, ser ilidida par qual uer meio semqre que Go rogi3to da pacionali % ade do respeotrvo btular CBPtTUM T11 ' ' -, ~6 cimlen& aa iko&& ' : ' ' Bhrp 1 Esceptuado o o&o da daturdirqlo e os previstori 1136 bws SXX e rx, 6 da wrnp&ncia dc+yistro da Justip deoidir sob as q&es relativas B legulidade da atribuip50, aquidqtb, pads vu reaquisi* do m- oioddade e, bem ~sim, esalarecer as dayidas que nctsa mat4ria se euschra 2 bas dbis6w do Enistro cabe recurso, nos termas da lei prd, para o supm Ribunal ddminrstratioo BYE LR Pars awxi a$zo da rnatcria ds facto mar que8tzes rolativas B a 6 'buipb, aquiaifio, pwda e rea da nacionalidade pwtugueaa, funoioaarlr junto smat6ria dm RegktoJ Ceetrais o wntencioso da ns- cionalidade - 8- BAS= s&m A nacionalidado portupeu do bdiv1ducs nuscidos am tanimrio portugu2s qrova-se pelas rneqtks constantts do assunto de napelmento Bm nlx A nucionalibde portugua de indirizuos nascidos no estrangein, p?ora-so oonsonnte or a&?, pel0 ragisto air dechraes do %ue deacnao a ma a+bu condan,ter do assents de nasmmen yo o ~ OU Laado nos term05 prerastos aa afinsa b) dabase m, Bnex t A aquiri~iio, porda e raaguisi$%, da?acion$;dade pmvam-ae, nos oms de reg~sto obtrgatcrio, elos re+ divm registo3 ou pdos wnsequeat~ a~ \ omonios fmados margem do -to de natc=rnato Dos tom dvlils' blue a napiodidade BASE?m Se urn individuo tiver duas'ou mail nacioddadw e uma delas for a portuguesn, prerdecer6 sexapre &, - solro o disposta na base soplate WE ' 0 bkw& harido tambctn w&onacioa?l de odetm ~ststalo niio podpoaod, engutmy etiver no temtdric desse Estado, iu~ocar a naczonalrdade portaguesa perante as aukridads locais, nem rochmar a diplom6- tica ou consular porfuguesa BASS M, Xos conflito positives de duo6 ou mais iscimatidades estrangeim:, pretslecer+ a lrndonplidde do Estadu oqjo tmltbrio o plunnscienal tmer domicfllo, r' BAmU A aquisi~ao e a pexds dv ilqciodidade jut resultem do actos,oujo xepstg nlio ago ob+gawro p?mm-nc pelo xegi$t~ ov pelos documaatos corn rovauvas dos uctos de ue dependma Pea Pns de entisa$zo, 6 apli&vel? prwa dostos actns o disposb na base anterior BASE m Pam efeik de imcrips ou ma$fouls comdbr, a prova da nacionalidade odd 6- fsrb no8 twos previstos na mspectiva Bbl lac Em caso de dd*ida sobre a mcionslidade porkguess do impetrante, os ooaaulnres s6 devetao prooe- ae+ k respectiw matricda ou i d mediante con- & b Cvisernt&ia aos Be&tos CeatnriS 4 BaJs is A mulher portuguesa que renuncio P nacionalidade do mark30 eatraageiro niio perderd a nxiondidade portapesa, desde que a lei nacional do -rid0 rdmita a renhcia e wta sojs feta no prazo legal subub~equente $ do casamcntu BASE LXX A ou matricula replieada nos colwulados portupese$, nos term* do roe ecth regulamonto, constrtui, par d, 4itulo atri i utir~ da mcionalidade portugaesa ma Lxn Em todbs 0s cams de aquisigzo de aaoiondidade nos de por hctg postemr PO nascimento

6 , o Fataressado devei zegkbr w yb do Wudo civil a ele respeitantps pue, seguado a el portugaesa, dewm obrigawrimeate 00lutar do seglsto cipr1 hblipue-se e cumprkse como nela be wnt6m - pap do &era0 dl kepbbuis, 29 de Jnllu, de 1959, - B~ERco D~os RODP%O~S lcnom~ - Ani& nw do Olivbfra SokLuv MNSEROS DO EXERCTO Dedara-w, para 6s deoidw efaitw, qoe'mtxe o origi- nd, acquivatio neat8 SeoreUlria-Qerd,-e o text0 da Por- E DAS OBRAS POBLCAS Wa n' 17267% ublicdda pela RreaidBncia do Conse- -, ho, Subsecretar~a!io de Estjdo dn Aeronhtica, no D& &reto nf do do Go- ao 161, 1; s6rie, de 16 do corronte mk, : * existe J w ainte que msim oe reetifiear Considerqdo quo foi adjudiidda a0 arquitecto JQS~ 1: Onde re B a: da Ca9Q e Silva a do pm'eoto de adinplia- : do &rpo do ou~as do ~01~pio &tar, na h s : E Coasidsrando qua pnr$ a ese~u$%o de tal projeoto est6 hddo um pram que abrange parte dqs nnor ooon6micoa dr 1959 e 1860; Tendo'em dda o dicpasto no artjgo 22 e seu 5 1,'! deve ler-se : Artigq S$,*, n* 2 rgm de detec$o, abw r condrrta dr ink& o* * 11W~ SecktdaG& da hesidenda do Conselho, 27 ds do Decreto-Lei n* 41876, de 19 debovembw de W-57;,, 'U~do da faculdade aoaferida pelo L* 8O do ar- 2 ' Julbo de Seers%r~oQerd Diogo de tigo 109: da CanstituiyXo, o Govexno decreta e eu pm- : brmo ds Paim dd Farlo LeL B ~ O molp o seguink: / Artip 1' E aukkada -a Re artis% doi Semi j Admin:stratiws akdire "0-Gera P do8 Ediffobs e numentos Xacionsis do 9s" iniat6rio doe Obrns Pbblicaa o-, MlNlSTtRlO PAS FUANCAS a,celebrar contrato wm o arquitecta?as6 dr Costa e j Direc#cGeral da Fazenda PQblica Llva para,a eseoo$% do projecto duignado por Am- pliapo do wrpo do aulrs do Goldgio Militur, ua Luar, - pela im or&& de 12Q823S j Decreto-Lei n' , M, i* Seja qua1 for 6 rnlcr dos trabalhos a wali- 1 xar, ago, poderd o consalho adainistrotiso das 1 Tendo em vista 6 disposto do ~ ecrek~ei n' 42262, 2 DiroqZw-Ge~ais do Xinistbrio do Ex4FoiO des end? 14 de Xaio ds 1989, necessita b Fundo de Bomeato der wm pagameatos relati-os aos trrbalhos erecnta Faclonal de su habilitado com 18): , a faeuleel 08, por rirtude date oontnto, mair do qua as importan~as tar pelo Xinktdrio das Pinan* em id2nti- abaixo indieadas: COB 4e &klecidas pelos Docretot-Leis n , , 41 W4 e 41 6&3, rogwtivamente do 27 de 66 Em l6450 j tembro de 1951,29 de Junho de 1956,27 da Agonto de Em l S50 1 g57 e 17 de Tunho de bu o que se apumr wmo saldo 30 ano de 1959 bestes tonnos: - hndo ds faculdada coaferida pla 1" purte do Yablique-se a cumpr&e wmo nele M con%m', n" 2' do artiao 109' da Cons&tuiao, o Go~erno de- Paw do Governo da Repbbliea, 29 de Julho'de ~ cteta e eu pmgulp, para taler oomb lei; o seguinte: Aathw DEWS Ro~mms WOW, - Ant& :, Artigo 1' Pica autorimdo o YinisMrio das Finan- nio & OliFsica Sdaat - Jdio Carlos Akqs &s 80; i teb Yonb-Anhio YanueZ Pi~o-BaeBora- Afoaro ~s, a faeultar no Fundo de lfomrntp Kaeional, em resttaptest dumnte o ano de 1959, maos at4 ao limite MQalhaos &Ah& FemLd~r- Edm& d6 Araw1 tos a Olucwa B e 1so:mm mediaatc c%juwae ~*--oo-! ao, cujo rsembolso M, efechr5 em qu0rwh sementralidades ou em rints anuidades, ocxn inicio em data nho posterior a SO de Juuho d~ 1962 ) Snico 0 Conselha Econ6mico determinaxj a apli- do8 meim a facultax nos term4 d h artip, tendo em conta o program* & exwupb em 1969 do Plan0 de Pomenta Art 2' Oa ordditor e os encargos resultante para o Fundo da exaoucb do presbnte dmreto-lei acresoom aos que 880 refbridss nis respectiwlr do ar- MNSTERO DAS OBRAS PUBLCAS DiTec~Bic-Gent1 dos Ediffcioo 'e hlonkentos Nacionair 1 - i Decreto n Considerando que toi adjudtc3da h %ma Pipaim, i, Em5es Q Silva, L*, a empreitada de u2o prapa de tip 47' e na aliwa a) do n' * do arti artilharis de eq~ta (Trafana)- hstalap;za do equi- f Dccteto-Lei no , de 18 Q Xovambro!? do pamento na wnlaha das pragasn; i Publique-re e cumpra-ee como' wle se wnt4m, Considerando que para a exwu o de tsis obras, oomo 1 se '~oraca do respaotiro ca f erno de -~ :a Pacos do Oorqmo da Bepablica, 29 de Ju!ho db- eati fisado o ' ram de dumontos e setentd dias, que ' ~SCBRCO fits BDDBGWBS Tawo - Ant& abrange parte %a an0 de 1%8' e do dc 1980: a

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