MARKETING E MÓVEIS: UM ESTUDO SOBRE POSICIONAMENTO MERCADOLÓGICO EM EMPRESAS MOVELEIRAS 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MARKETING E MÓVEIS: UM ESTUDO SOBRE POSICIONAMENTO MERCADOLÓGICO EM EMPRESAS MOVELEIRAS 1"

Transcrição

1 MARKETING E MÓVEIS: UM ESTUDO SOBRE POSICIONAMENTO 1 Alexandre Cabral de Azevêdo Mestre em Estratégia Empresarial e Comportamento do Consumidor pelo CEPPAD/UFPR. Atualmente é professor de graduação e pós graduação na UNOPAR Universidade Norte do Paraná e no Ensino a Distância da UNOPAR VIRTUAL. E. mail: Resumo: A indústria brasileira de móveis apresenta produção geograficamente dispersa por todo território nacional, localizando-se principalmente na Região Centro Sul do País, e caracterizando-se pela organização em pólos regionais APL (Arranjos Produtivos Locais). A cidade de Arapongas, situada na região Norte do Estado do Paraná, caracteriza-se como um destes pólos. Buscando compreender os posicionamentos estratégicos dos produtos das empresas do pólo moveleiro de Arapongas em relação ao mercado que atuam, este artigo aponta resultados indicando que na imagem transmitida dos produtos, verificou-se que eles procuram veicular mais atributos de diferenciação do que dizem ter, ou procuram veicular atributos que não são considerados pontos fortes de diferenciação em seus produtos. Palavras Chaves: Posicionamento, Setor Moveleiro, Estratégia mercadológica 1 INTRODUÇÃO O posicionamento é uma força poderosa do marketing, onde cada organização e seus segmentos conduzem suas ações, visando a estabelecer uma presença única para si e para seus produtos no mercado. É um construto ligado à Imagem e a Oferta do Produto ao mercado. Mas que se baseia, fundamentalmente, na percepção do consumidor sobre este composto, pois essa percepção tem o papel de decidr qual o valor mais adequado para as suas necessidades. Em outras palavras, uma estratégia de posicionamento por si só não vende o produto se ele não for adequado às percepções de valor de seu público-alvo (KOTLER, 1998). A indústria brasileira de móveis apresenta produção geograficamente dispersa por todo território nacional, localizando-se principalmente na Região Centro Sul do País, e caracterizando-se pela organização em pólos regionais APL (Arranjos Produtivos Locais). A cidade de Arapongas, situada na região Norte do Estado do Paraná, caracteriza-se como um destes pólos e, dada a sua importância para a economia regional e a ausência de estudos similares anteriores, optou-se pela realização deste estudo nesta localidade. Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun. 2007: 1-25

2 Azevedo, Alexandre Cabral de Em mercados de concorrência acirrada, onde as firmas ofertam produtos homogêneos a preços competitivos, pressupõem-se principalmente a existência de uma estratégia baseada em custos de produção. A competitividade baseada na redução dos custos pode se apoiar em vários fatores, como por exemplo, a substituição de matérias-primas por outras mais competitivas, processos de produção mais eficientes ou escalas de procução maiores, atingindo um custo unitário cada vez mais baixo. Por outro lado, a competitividade também pode ser alcançada por meio da diferenciação dos produtos e não apenas por meio de redução de preços. Essa estratégia permite uma contínua posição de liderança do líder frente a concorrência até que duas situações possam ocorrer: a concorrência pode atinjir o nível do inovador, copiando a sua estratégia que a tornou líder no setor, e ultrapassa-la; ou a inovação contínua do líder propicia uma distância razoável de seus concorrentes, caracterizando o mercado do oceano azul segundo a teoria de Chan Kim e Renée Mauborgne. A busca por inovação em processos e por novos produtos tem sido um dos objetivos mais procurados pelas organizações ultimamente como forma de ganhos de competitividade. Para que se implemente estratégias que impulsionem a produtividade do setor moveleiro é necessário, inicialmente, compreender como as empresas desse setor desenvolvem e comunicam ao mercado os seus produtos. A área de marketing possui um largo arcabouço teórico e científico, tanto a nível nacional como internacional; e a cidade de Arapongas possui uma longa tradição em um setor carente de informações científicas no marketing, além de estar passando por uma fase de difusão de seus negócios, principalmente no setor exportador. Os estudos de posicionamento ganharam muita atenção na década de 80 e 90, devido em parte, a saturação de mercado em que muitos setores da economia se encontravam. Além de vislumbrar estratégias inovadoras de empresas, estudos de posicionamento são interessantes para demonstrar ao empresariado como o setor está sendo percebido pelos usuários finais de seus produtos e como os seus concorrentes estão reagindo a este fino ajuste de mercado por meio da diferenciação de seus produtos. Buscando visualizar esta interação empresas/mercado, esta pesquisa foi concebida em duas grandes partes: a primeira engloba um estudo do Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

3 posicionamento dos principais produtos das indústrias moveleiras para o seus mercados; e a segunda parte engloba um estudo da percepção dos consumidores destes produtos com relação a imagem que eles percebem destes produtos. Reza a teoria que um produto com posicionamento eficaz seja aquele, cuja imagem percebida pelo seu público alvo, esteja em consonância com a imagem que a indústria quis dar ao seu produto. Este artigo busca mostrar os resultados dessa primeira parte do estudo. O artigo incialmente introduz a problemática da pesquisa; busca em seguida uma breve revisão teórica do assunto; continua com a explanação da metodologia empregada e, encerra-se com as análises apropriadas e a conclusão sobre os dados coletados. 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 DEFINIÇÕES DO CONCEITO Segundo Kotler (1996, p. 270), posicionamento é o ato de desenvolver a oferta e a imagem da empresa de forma que ocupem um lugar distinto e valorizado nas mentes dos consumidores. Em outras palavras, é a tentativa de distinguir a empresa de seus concorrentes ao longo de dimensões reais para ser o preferido em certos segmentos de mercado. Ou seja, o posicionamento exige que a empresa decida quantas, e quais, diferenças ela deve promover junto ao seu mercado-alvo. O conceito de posicionamento surgiu no início da década de 80. Nesta época, Al Ries e Jack Trout chamam a atenção para o fato de que vivíamos numa selva de comunicação onde haviam empresas demais, produtos demais e barulho demais no marketing (RIES; TROUT, 1993). Neste contexto, a empresa precisava criar uma posição diferenciada, uma imagem singular na mente de seu consumidor de forma a evitar os concorrentes. De acordo com estes autores, posicionamento é a forma como o produto é posicionado na mente do comprador em potencial. Em nossa sociedade saturada de comunicação é preciso, segundo os autores, simplificar ao máximo a mensagem que chega à mente do consumidor diferenciando produtos e serviços da concorrência. Nos casos de empresas com produtos similares, que possuem uma grande variedade de marcas, o posicionamento de cada marca é vital para Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

4 Azevedo, Alexandre Cabral de diferenciar e dar personalidade a cada um dos produtos. Segundo Churchill e Peter (2003), além das informações sobre quais segmentos devem-se tornar seus mercados-alvos, os profissionais de marketing devem considerar também o posicionamento do produto. Para o autor, isso envolve a criação de uma percepção favorável do produto em relação aos concorrentes na mentes dos compradores potenciais, ou seja, o posicionamento do produto é a visão dos clientes potenciais a respeito do produto em comparação com outras alternativas. Os cigarros, por exemplo, se posicionam segundo um sistema de categoria de preço. São 7 categorias, com um diferencial mínimo no preço de 13% entre elas. Esta classificação por preço determina a estratégia de marketing que a empresa vai seguir para a marca; é um complemento ao posicionamento da marca. A empresa investe pesado em Marketing Cultural, ou seja, patrocínio de eventos musicais para o posicionamento da marca no mercado: Hollywood, Free e Carlton. Estas marcas foram as escolhidas por terem um posicionamento Premium e seus consumidores serem mais exigentes (CHURCHILL; PETER, 2003) Os autores citam também um exemplo da Kellog s, quando esta adicionou Nutriferro ao seu Sucrilhos. A empresa procurou posiciona-lo como um alimento mais nutritivo do que os cereais concorrentes para crianças e adolescentes em crescimento. 2.2 O PAPEL DO POSICIONAMENTO NO MARKETING O posicionamento da empresa deve ser fundamentado no conhecimento de como o mercado-alvo define valor e como faz a escolha entre as empresas concorrentes. Segundo Kotler (1996), as tarefas de posicionamento consiste em três etapas: 1a - a empresa deve identificar as possíveis diferenças de produto, serviços, recursos humanos e imagem que podem ser estabelecidas em relação a concorrência; 2a a empresa tem de aplicar critérios para selecionar as diferenças mais importantes; e 3a - ela tem que sinalizar eficazmente ao mercado alvo com o ela se diferencia de seus concorrentes. A vantagem de resolver o problema do posicionamento é que ele habilita a empresa a resolver o problema de composto de marketing. Como é de conhecimento geral em marketing, o composto Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

5 mercadológico consiste em elaborar estratégias para quatro atributos básicos dos produtos: produto, preço, praça e promoção. Na prática, o composto mercadológico consiste essencialmente na elaboração de detalhes táticos da estratégia de posicionamento. Kotler (1996) emprega um exemplo como ilustração: uma empresa que conquista a posição de alta qualidade sabe que deve produzir produtos de alta qualidade, cobrar um preço alto, distribuir através de revendedores de alta classe e anunciar em revistas conceituadas. Esse é o principal meio para projetar uma imagem de alta qualidade e credibilidade. Para o autor, o tripé segmentação, seleção do mercado-alvo e posicionamento representa a base para todas as ações de marketing da empresa. A importância incontestável da segmentação de mercado é provavelmente a maior responsável pelo desenvolvimento desse conceito na área de marketing, tanto sob o ponto de vista conceitual como metodológico. Logo, para efeitos práticos, o posicionamento pode ser melhor visualizado como parte final do processo de segmentação (figura 1). FIGURA 1 ETAPAS PARA A SEGMENTAÇÃO DE MERCADO, DEFINIÇÃO DE ALVO E POSICIONAMENTO. Segmentação Mercado alvo Posicionamento Identifique as variáveis de segmentação e segmente o mercado. Desenvolva perfis dos segmentos resultantes FONTE: adaptado de Kotler (1996) Avalie a atratividade de cada segmento Selecione os segmentosalvo Identifique possíveis diferenças de produto, serviços, RH e imagem que pode ser estabelecida em relação a concorrência. Selecione, desenvolva e comunique o conceito de posicionamento escolhido. Há vários tipos de estratégias de posicionamento que os autores explicitam em suas obras (CHURCHILL; PETER, 2003; Kotler, 1996): Posicionamento por concorrentes: a maioria das estratégias de Posicionamento inclui o posicionamento de um produto em comparação com Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

6 Azevedo, Alexandre Cabral de marcas dos concorrentes. Posicionamento por atributos: os profissionais de marketing podem posicionar um produto com base em seus atributos, como característica do produto. Posicionamento pelo uso ou aplicação: um produto pode ser posicionado para um uso específico. Posicionamento por usuário: os profissionais de marketing podem decidir posicionar produtos como destinados ao uso por um determinado grupo. Posicionamento por classe de produto: um produto pode ser posicionado em relação a outras classes de produtos. Assim como Kotler (1996), Churchill (2003, p. 223) afirma que: Para que o posicionamento tenha sucesso, os clientes potenciais precisam reconhecer o produto e as necessidades ou desejos que ele pretende suprir. Isso envolve uma comunicação eficiente com o mercado-alvo, tornando o produto disponível por meio de canais que dêem suporte à estratégia de posicionamento definindo um preço que combine com a posição do produto e com o valor atribuído pelo mercado-alvo. 2.3 POSICIONAMENTO E SEGMENTAÇÃO A partir do momento em que a empresa tem o posicionamento do produto/serviço, ela deve segmentar sua comunicação com vistas a adequá-la ao seu mercado-alvo. Kotler (1984) defende a idéia que a segmentação de mercado é o reconhecimento básico de que cada mercado é composto de segmentos distintos, consistindo em compradores com diferentes necessidades, estilos de compra e respostas a variações na oferta. Nenhuma oferta ou enfoque ao mercado satisfará a todos os compradores. Cada segmento de mercado representa uma oportunidade diferente. Segundo Green e Krieger (1991) juntamente com o posicionamento de produtos, a segmentação de mercados é um dos mais pesquisados conceitos de marketing, tendo evoluído significativamente desde a pesquisa inicial de Smith (1956) que a considerava essencialmente uma estratégia de merchandsing. No trabalho de Wind (1978) o autor mostra esta evolução através do tempo. A partir desta revisão, outros autores fizeram importantes contribuições para o Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

7 amadurecimento da literatura dentro desta área. Durante este tempo e no decorrer da evolução da bibliografia, pode-se resumir alguns preceitos básicos que formam os princípios fundamentais do assunto em cinco itens. São eles: a) a segmentação de mercado pressupõe a existência de heterogeneidade na preferência dos compradores (e conseqüentemente nas suas escolhas finais) por produtos e serviços; b) a heterogeneidade de preferências por produtos e serviços pode ser relacionada à variáveis pessoais (e.g. características demográficas, psicográficas, uso do produto, lealdade a marcas) ou à variáveis situacionais (e.g. chegada de um filho, tipo de refeição na qual a bebida a ser escolhida será consumida) e suas interações; c) as empresas podem reagir a heterogeneidade das preferências através da modificação do seu produto atual, atributos dos serviços (incluindo preço), distribuição, propaganda e promoção, no que se convencionou chamar de composto de marketing; d) as empresas são motivadas a fazer modificações no seu composto de marketing se o benefício pago para obter estas mudanças for superior ao custo de obtê-las; e) a modificação do composto de marketing do produto de uma empresa inclui a adição ou ainda a extinção de produtos de linha, bem como o reposicionamento das ofertas atuais. Isto faz com que a segmentação de mercado e o posicionamento do produto estejam intrinsecamente relacionados, à medida que compradores e vendedores buscam um equilíbrio ótimo que melhor atenda a relação entre satisfação das necessidades e alcance dos lucros. Após definir a base para divisão dos grupos, o processo de segmentação, considerado de uma maneira simplista, tem uma definição clara e bem estabelecida. Isto porque, na maioria dos mercados, é possível imaginar o desenrolar das três etapas propostas por Kotler (1996), quais sejam: segmentação, escolha do segmento-alvo e posicionamento. Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

8 Azevedo, Alexandre Cabral de 2.4 POSICIONAMENTO E DIFERENCIAÇÃO Grande parte da literatura sobre posicionamento procura explicitar as mais variadas formas de diferenciação que produtos e serviços podem oferecer ao mercado (KOTLER, 1996; 1984; CHURCHIL, 2003; LEVITT, 2003; TROUT, 2000; RIES; TROUT, 1993) Segundo Levitt (2003) não existem bens não-diferenciáveis. Todo produto ou serviço pode se diferenciar. Para o autor, empresas de bens industriais ou de consumo procuram a diferenciação por meio das características de seus produtos visíveis, implícitas ou reveladas por uma referência a atributos ocultos, prometendo resultados ou valores diferentes dos que oferecem os produtos da concorrência. Empresas de serviços (voltados a outras empresas ou ao consumidor final) fazem o mesmo. Para Trout (2000) a questão da diferenciação tem se mostrado como uma solução a sobrevivência das empresas, haja vista a enorme quantidade de produtos e serviços similares que existem no mercado. Essa diferenciação, no entanto, vem confundindo a cabeça do consumidor, que orientado por centenas de produtos diferenciados, termina por escolher aquelas que possuem um entendimento mais fácil a sua percepção, de acordo com as 22 leis consagradas do marketing (RIES e TROUT, 1993). De acordo com Kotler (1996), há várias formas de se diferenciar um produto ou serviço. O produto pode ser diferenciado de várias formas, seja pelas suas características básicas do produto, pelo seu desempenho, pela sua durabilidade, pelo seu estilo e design, seja também pelos seus serviços agregados e pelas pessoas como atendimento, por exemplo. Trout (2000) analisa uma série de eventos e atividades que podem se tornar idéias diferenciadoras e que complementam as estratégias de Kotler (1996): ter a vantagem pioneira, a posse de um atributo diferente, possuir tradição e liderança no setor, possuir especialização no setor e ser novidade são formas de diferenciação. Por outro lado, o autor derruba alguns mitos que se formaram ao longo dos estudos de posicionamento como criatividade, preço e extensão de linha que raramente se apresentam como boas alternativas de diferenciação. Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

9 2.5 MAPAS DE POSICIONAMENTO Para Churchill e Peter (2003) uma aplicação importante da segmentação de mercado é identificar necessidades e desejos de novos produtos ou reposicionar produtos existentes. Os profissionais de marketing podem identificar segmentos que não estão sendo bem servidos por um produto existente e podem, então, decidir se seria lucrativo servir um ou mais deles por meio do desenvolvimento de um novo produto ou do ajuste do composto de marketing do produto já existente. Uma ferramenta útil para tomar tais decisões é o mapa de posicionamento. Uma representação das percepções dos consumidores a respeito de várias marcas umas em relação às outras. Para criar tal mapa, os profissionais de marketing podem usar avaliações de clientes potenciais sobre os atributos importantes de uma classe de produtos, ou sobre o grau em que as marcas existentes. Os profissionais de marketing podem examinar mapas de posicionamento para verificar se suas marcas têm os atributos considerados importantes e se os clientes percebem que elas os possuem. Eles podem verificar se o composto de marketing precisa ser revisado para ajustar a posição do produto. Poderia ser benéfico, ainda, introduzir ou reposicionar um produto numa área menos concorrida do mapa. 3 MATERIAL E MÉTODOS 3.1 PROBLEMAS E OBJETIVOS DA PESQUISA O problema de pesquisa proposto para esta investigação foi: quais os posicionamentos estratégicos verificados nos principais produtos das empresas do pólo moveleiro de Arapongas em relação ao mercado que atuam? Por sua vez, o objetivo geral foi compreender os posicionamentos estratégicos dos produtos das empresas do pólo moveleiro de Arapongas em relação ao mercado que atuam. Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

10 Azevedo, Alexandre Cabral de 3.2 DELIMITAÇÃO E TIPO DE PESQUISA A pesquisa se caracterizou como levantamento quantitativo, contemplando um corte transversal, objetivando representar a população num ponto de tempo determinado, ou seja, durante o 2 o semestre de 2005 e 1 o semestre de PROCEDIMENTOS BÁSICOS Os procedimentos básicos de pesquisa seguiram, resumidamente, os seguintes passos para coleta dos dados: a) levantamento bibliográfico e pesquisas existentes sobre a descrição do posicionamento de produtos em empresas; b) coleta das informações primárias das empresas visando a caracterização do posicionamento dos seus produtos. Esses dados foram coletados mediante questionário estruturado a funcionários de nível de gerencia/diretoria das empresas. c) análise e interpretação dos dados; d) elaboração do relatório final. A pesquisa proporcionou durante todas as etapas cuidados com a confiabilidade e a validação dos dados. Foram identificadas as necessidades de prétestes dos instrumentos de levantamento de dados e treinamento dos alunos que coletaram os dados. 3.4 POPULAÇÃO E AMOSTRA A população foi composta de empresas de médio e grande porte que atuam no Ramo Moveleiro em Arapongas. Segundo dados da A.C.I.A. - Associação Comercial e Industustrial de Arapongas a cidade conta com 47 Indústrias de móveis produtores de produtos como racks, estantes, dormitórios, guarda roupas, escrivaninhas, mesas de escritório, salas de jantar e berços. O cálculo da amostra se deu a partir do nível de confiança de 68%, a um erro maximo de 10, resultando num amostra de 17 empresas. A amostra retirada contemplou entrevistas com Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

11 gerentes das empresas na região de Arapongas. 3.5 ANÁLISE E RESULTADOS ESPERADOS Os dados coletados foram analisados com o apoio do instrumento SPSS - Statistical Package for Social Science utilizado para mensurar distribuição de freqüência, correlações entre variáveis discretas ordinais e discretas nominais e estabelecimento de associação entre as variáveis independente e as variáveis dependentes nas dimensões estabelecidas para a pesquisa. Além da contribuição que se pretendeu oferecer aos estudos sobre marketing e posicionamento de produtos das empresas do pólo moveleiro, esta pesquisa visou também disseminar resultados nos cursos de graduação e pós graduação em Marketing e Propaganda como subsídio para futuras abordagens sobre o tema. 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO 4.1 ANÁLISE QUANTO AO GRAU DE DIFERENCIAÇÃO A pesquisa inicialmente produziu alguns insights interessantes em relação ao grau de diferenciação relacionado a cada produto. O quadro 1 mostra estas diferenciações. Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

12 Azevedo, Alexandre Cabral de QUADRO 1. GRAU DE DIFERENCIAÇÃO DOS PRODUTOS EM RELAÇÃO AS DIMENSÕES DE Kits Cozinhas n=2 DIFERENCIAÇÃO - NOTAS MÉDIAS Estantes n=2 Escrivaninhas n=1 Guardaroupas n=2 Racks n=6 Sofás n=1 Móveis Infantis n=3 PRODUTO Diferenciação pelas características do produto 4,2 3,2 4,3 3,0 2,5 2,7 3,0 Diferenciação pelo desempenho do produto 3,5 4,3 3,0 3,0 3,4 2,0 3,0 Diferenciação pela conformidade do produto 4,5 5,0 4,6 5,0 4,7 Diferenciação pela durabilidade do produto 2,8 2,0 1,5 2,3 3,0 4,2 Diferenciação pela confiança do produto 3,7 5,0 3,7 3,3 4,2 4,2 Diferenciação pela facilidade de conserto 3,6 3,5 3,8 3,5 3,8 2,8 3,0 Diferenciação pelo estilo do produto 3,3 3,3 1,8 2,1 2,7 1,6 3,2 Diferenciação pelo design do produto 4,1 3,0 2,8 4,1 Diferenciação pelos serviços agregados ao produto 3,4 3,3 2,8 3,2 3,2 3,3 3,5 Diferenciação pela imagem do produto 3,5 2,3 3,3 3,9 4,2 FONTE: dados da pesquisa NOTA: Em destaques com negrito, as médias mais altas. Escala likert : 5 Concordo totalmente; 4 concordo ; 3 Indiferente; 2 Discordo; 1 Discordo totalmente Para melhor comepreender os resultados, segue uma análise detalhada em relação a cada produto analisado Kits de Cozinha Das duas empresas pesquisadas na amostra, constata-se que o diferencial de maior peso na oferta dos Kits de cozinha segundo os entrevistados estão na conformidade do produto (4,5), nas características do produto (4,2) e no seu design (4,1). Isso mostra a preocupação das empresas em fabricarem um produto com diferentes versões (variedade), da mesma maneira que ele fora anunciado, com um design diferenciado. Por outro lado a dimensão Durabilidade (2,8) não é apontada pelos entrevistados como um diferencial siginifictaivo destes produtos. Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

13 4.1.2 Estantes Segundo os resultados, os produtos Estantes procuram se diferenciar principalmente pela sua conformidade (5,0) e pela confiabilidade que o produto transmite (5,0). Produzir estantes idênticas ao que foi anunciado nas condições estabelecidas anteriormente parece ser o foco principal de preocupação dos fabricantes destes produtos Escrivaninhas Da mesma forma que os produtos Estantes, segundo os entrevistados, constata-se que os diferenciais de maior peso nas ofertas de escrivaninhas estão na conformidade do produto () e nas características do produto (4,3). Isso mostra a preocupação das empresas em fabricarem um produto com diferentes versões (variedade), da mesma maneira com que ele foi anunciado. Interessante notar que a durabilidade (2,0) e a diferenciação pelo estilo do produto (1,8) receberam as notas médias mais baixas, o que pode indicar pontos fracos nos diferenciais deste produto Guarda roupas Quanto aos Guarda roupas os dados apontaram como principal diferencial a conformidade do produto (), ou seja, 100% das unidades produzidas nas fábricas oferecem exatamente aquilo como foi anunciado pela publicidade. Pode-se verificar também dois fatores com resultados semelhantes, embora com uma nota média menor em relação à dimensão Conformidade: a diferenciação pelas características do produto (3,0) e o fator desempenho (3,0). Isso pode indicar a importância de se ter versões adicionais destes produtos no mercado, acompanhado de um desempenho, no mínimo, ao nível da concorrência. Por outro lado, percebe-se que a questão da durabilidade (2,0) e o estilo do produto (1,8) não parecem ser pontos fortes quanto a diferenciação dos guardas roupas, o que leva a crer que apesar da variedade oferecida, poucos são os guarda roupas que se diferenciam nos estilos oferecidos ao mercado. Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

14 Azevedo, Alexandre Cabral de Racks Além da questão da conformidade (4,6) como diferencial destes produtos, destaca-se também a dimensão confiança (4,2), demonstrando que o produto não apresenta defeitos e é entregue no prazo e no nível de qualidade acordado com os clientes. O que chama atenção neste produto é a nota média para a dimensão durabilidade (2,3), que se sobressai como ponto fraco na diferenciação, ou seja, esta dimensão não se apresenta como diferencial do produto, o que pode indicar um curto ciclo de vida, aliás, uma constante na maioria dos produtos analisados eles duram pouco tempo Sofás Apesar de uma amostragem qualitativa, sem representatividade, o que chama atenção neste produto é a nota média para a dimensão desempenho (2,0), que se sobressai como ponto fraco na diferenciação, ou seja, esta dimensão não se apresenta como diferencial do produto, o que indica haver produtos melhores no mercado com desempenho superior, provavelmente produtos substitutos. Por outro lado, assim como em outros produtos, a conformidade e a confiabilidade paracem ser os principais diferencias apontados pelos entrevistados Móveis infantis Três dimensões de diferenciação se sobressaem nesse produto: a conformidade do produto de acordo com a sua publicidade (4,7), a sua durabilidade (4,2) e a confiança apresentada pelo produto (4,2). De todos os produtos, os móveis infantis são os que menos apresentam notas médias baixas em sua diferenciação, o que leva a crer que todos as dimensões apresentadas trabalham em prol de seu destaque no mercado. 4.2 ANÁLISE QUANTO AO GRAU A IMAGEM TRANSMITIDA DOS PRODUTOS A pesquisa procurou identificar a imagem transmitida dos produtos pelos Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

15 fabricantes ao mercado. De acordo com Kotler (1998) o posicionamento nada mais é do que a comunicação do diferencial dos produtos através dos meios de comunicação ao mercado. Dessa maneira, os produtos são reconhecidos pelos mercados como sendo os melhores em uma ou duas categorias (AL RIES; TROUT, 1993), aqui denominando-se dimensões. Logo, a hipótese que se trabalha nesta análise é averiguar se os diferencias encontrados nos produtos anteriormente relacionados são realmente comunicados de forma coerente pelas empresas, ou seja, se o que se trasmite é realmente os seus diferenciais, o que estes produtos têm de melhor. Os quadros abaixo resumem os resultados da escala de diferencial semântico (Osgood). Segundo Baker (2005), as escalas de Diferencial Semântico ou Diferencial Semântico de Osgood foram elaboradas por Osgood, Suci e Tannenbaun em Nesta técnica, os entrevistados mostram a posição de sua atitude em relação ao objeto da pesquisa em uma escala itemizada de sete pontos, o que revela a força e a direção da atitude. As extremidades do contínuo são ancoradas por um par de adjetivos polarizados ou declarações adjetivas, com a alternativa neutro no centro. O escore do entrevistado é a soma dos escores em todas as escalas para esse conceito. Com essa escala procurou-se medir como os entrevistados percebem a imagem do principal produto da empresa sendo oferecido no mercado. Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

16 Azevedo, Alexandre Cabral de QUADRO 2 - IMAGEM TRANSMITIDA DOS KITS DE COZINHA Com variedade de modelos 1,0 Desempenho superior a concorrência 2,5 Não confiável Durável 1,5 Com probabilidade de apresentar defeitos Alta qualidade 2,0 De difícil conserto Estilo Moderno 1,5 Barato 2,5 Exclusivo 3,5 Difícil se ser copiado Design simples Design moderno 1,5 Poucos serviços agregados ao produto Produto bem lembrado 3,0 Produto com imagem fraca 5,5 5,0 5,5 6,0 7,0 Sem variedade de modelos Desempenho inferior a concorrência confiável Perecível Sem probabilidade de apresentar defeitos Baixa qualidade De fácil conserto Estilo Antiquado Caro Popular Fácil de ser copiado Design arrojado Design ultrapassado Muitos serviços agregados ao produto Produto pouco lembrado Produto com imagem forte FONTE: O autor. A imagem transmitida dos kits de cozinha aponta para a grande variedade, a confiabilidade dos produtos, a alta durabilidade, o estilo e o design moderno como os principais diferenciais a serem destacados neste tipo de produto. Destas dimesnões, apenas a dimensão durabilidade não está de acordo com os principais diferencias achados no quadro 1. Isso pode indicar um problema de posicionamento do produto. Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

17 QUADRO 3 - IMAGEM TRANSMITIDA DOS PRODUTOS ESTANTES Com variedade de modelos 2,0 Desempenho superior a concorrência 1,5 Não confiável Durável 4,5 Com probabilidade de apresentar defeitos 5,5 Alta qualidade 1,5 De difícil conserto Estilo Moderno 1,5 Barato Exclusivo Difícil se ser copiado 4,5 Design simples 5,5 Design moderno 1,5 Poucos serviços agregados ao produto Produto bem lembrado 1,5 Produto com imagem fraca 6,5 6,5 6,5 6,0 Sem variedade de modelos Desempenho inferior a concorrência confiável Perecível Sem probabilidade de apresentar defeitos Baixa qualidade De fácil conserto Estilo Antiquado Caro Popular Fácil de ser copiado Design arrojado Design ultrapassado Muitos serviços agregados ao produto Produto pouco lembrado Produto com imagem forte FONTE: O autor. Os produtos Estantes apresentam segundo a escala de Diferencial Semântico uma imagem que salienta um desempenho superior a concorrência, a confiabilidade transmitida pelo produto, a sua alta qualidade, um produto de fácil conserto, de estilo e design moderno, com muitos serviços agregados ao produto e sendo um produto bem, lembrado. Ao compara-se os resultados obtidos com o quadro 1, verifica-se que muitas outras dimensões estão sendo agregadas ao produto na transmissão de sua imagem, o que pode indicar um superposicionamento do produto. Segundo Al Ries e Trout (1993) os consumidores gravam no máximo dois atributos dos produtos em suas percepções sobre os produtos. Sendo assim, as estantes podem estar transmitindo outros diferenciais que os fabricantes apontaram não serem os mais importantes. Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

18 Azevedo, Alexandre Cabral de QUADRO 5 - IMAGEM TRANSMITIDA DOS PRODUTOS ESCRIVANINHAS Com variedade de modelos 7,0 Sem variedade de modelos Desempenho superior a concorrência Desempenho inferior a concorrência Não confiável confiável 7,0 Durável Perecível 1,0 Com probabilidade de apresentar defeitos 7,0 Sem probabilidade de apresentar defeitos Alta qualidade Baixa qualidade 3,0 De difícil conserto De fácil conserto 7,0 Estilo Moderno Estilo Antiquado Barato Caro 2,0 Exclusivo Popular 7,0 Difícil se ser copiado Fácil de ser copiado 7,0 Design simples Design arrojado 1,0 Design moderno Design ultrapassado Poucos serviços agregados ao produto Muitos serviços agregados ao produto 3,0 Produto bem lembrado Produto pouco lembrado 3,0 Produto com imagem fraca Produto com imagem forte 5,0 FONTE: O autor. Os produtos escrivaninha apresentam-se segundo a escala de Diferencial Semântico transmitindo uma imagem de um produto sem variedade, de confiança, de alta conformidade - ou seja, sem probabilidade de apresentar defeitos; um produto de fácil conserto, popular, fácil de ser copiado e de design simples. Apesar da amostragem ser de apenas uma empresa, não se considera a possibilidade de generalização destes resultados para todos as escrivaninhas do pólo moveleiro, mas já aponta como sendo um produto simples, porém robusto. Da mesma forma que as Estantes, as escrivaninhas parecem transmitir mais de um diferencial ao mercado, o que se configura como um superposicionamento. Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

19 QUADRO 6 - IMAGEM TRANSMITIDA DO PRODUTO GUARDA ROUPAS Com variedade de modelos 4,5 Desempenho superior a concorrência Não confiável Durável 3,5 Com probabilidade de apresentar defeitos 5,0 Alta qualidade 3,0 De difícil conserto Estilo Moderno 3,5 Barato 2,0 Exclusivo Difícil se ser copiado Design simples 2,0 Design moderno 5,0 Poucos serviços agregados ao produto 3,5 Produto bem lembrado 2,5 Produto com imagem fraca 6,5 6,5 6,5 Sem variedade de modelos Desempenho inferior a concorrência confiável Perecível Sem probabilidade de apresentar defeitos Baixa qualidade De fácil conserto Estilo Antiquado Caro Popular Fácil de ser copiado Design arrojado Design ultrapassado Muitos serviços agregados ao produto Produto pouco lembrado Produto com imagem forte FONTE: O autor. Os Guardas Roupas por sua vez apresentam uma imagem que salientam confiança, preço barato, um produto popular, fácil de ser copiado e de design simples. Os diferencias como estilo e durabilidade não parecem ser os principais diferencias deste produto assim como apontado pelo quadro 1, muito embora o Item confiança se sobressaia em sua imagem transmitida. A imagem aponta para um posicionamento de um produto simples e barato, porém confiável. Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

20 Azevedo, Alexandre Cabral de QUADRO 7 - IMAGEM TRANSMITIDA DO PRODUTO RACKS Com variedade de modelos 2,8 Desempenho superior a concorrência 2,2 Não confiável Durável 1,7 Com probabilidade de apresentar defeitos 5,2 Alta qualidade 1,7 De difícil conserto Estilo Moderno 1,5 Barato 3,3 Exclusivo 4,3 Difícil se ser copiado 4,5 Design simples Design moderno 2,3 Poucos serviços agregados ao produto 4,5 Produto bem lembrado 2,2 Produto com imagem fraca 5,8 6,8 6,8 Sem variedade de modelos Desempenho inferior a concorrência confiável Perecível Sem probabilidade de apresentar defeitos Baixa qualidade De fácil conserto Estilo Antiquado Caro Popular Fácil de ser copiado Design arrojado Design ultrapassado Muitos serviços agregados ao produto Produto pouco lembrado Produto com imagem forte FONTE: O autor. Segundo os dados, os Racks procuram transmitir em sua imagem principalmente como sendo um produto confiável, durável, de alta qualidade, com um estilo moderno e de fácil conserto. Se comparado com o quadro 1, onde os principais diferenciais desses produtos são apontados como sendo o design, a conformidade do produto com a publicidade veiculada e a confiança percebida; percebe-se que outros atributos do produtos são transmitidos além destes diferenciais. O aspecto durabilidade, por exemplo, não se configura como um diferencial importante, porém ele é transmitido em sua imagem na mídia. Este produto pode estar sofrendo do que se conhece na literatura como Posicionamento Confuso (KOTLER, 1998). Gestão & Conhecimento, v. 5, n.1, jan./jun

MARKETING ESTRATÉGICO

MARKETING ESTRATÉGICO MARKETING ESTRATÉGICO O conceito de marketing é uma abordagem do negócio. HOOLEY; SAUNDERS, 1996 Esta afirmação lembra que todos na organização devem se ocupar do marketing. O conceito de marketing não

Leia mais

AULA 4 Marketing de Serviços

AULA 4 Marketing de Serviços AULA 4 Marketing de Serviços Mercado Conjunto de todos os compradores reais e potenciais de um produto ou serviço. Trata-se de um sistema amplo e complexo, que envolve: FORNECEDORES CONCORRENTES CLIENTES

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II Atividades Gerenciais de MKT Produto Testar Novos Produtos; Modificar Atuais; Eliminar; Política de Marcas; Criar Satisfação e Valor; Embalagem. 2 1 Atividades Gerenciais

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE CURITIBA ABRIL - 2000 ODILIO SEPULCRI TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA

Leia mais

Marketing. Aula 06. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Marketing. Aula 06. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Marketing Aula 06 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia e

Leia mais

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta.

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta. ESPE/Un SERE plicação: 2014 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento

Leia mais

5. Conclusões e recomendações

5. Conclusões e recomendações 5. Conclusões e recomendações Para melhor compreensão das conclusões e recomendações que serão apresentadas neste Capítulo, é necessário rever o contexto do problema e seus objetivos conforme descritos

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

Um estudo de reposicionamento de marca

Um estudo de reposicionamento de marca Um estudo de reposicionamento de marca Lucelia Borges da Costa (UFSCar) lucelia_borges@yahoo.com.br João Carlos Ribeiro da Costa (Unicastelo) joaocarlosrc@gmail.com Resumo: Este trabalho tem como objetivo

Leia mais

MARKETING DESENVOLVIMENTO HUMANO

MARKETING DESENVOLVIMENTO HUMANO MRKETING DESENVOLVIMENTO HUMNO MRKETING rte de conquistar e manter clientes. DESENVOLVIMENTO HUMNO É a ciência e a arte de conquistar e manter clientes e desenvolver relacionamentos lucrativos entre eles.

Leia mais

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO E SUSTENTABILIDADE Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações

Leia mais

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE Marketing Empresarial Capítulo 1 Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações de troca,

Leia mais

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes Unidade IV Marketing Profª. Daniela Menezes Comunicação (Promoção) Mais do que ter uma ideia e desenvolver um produto com qualidade superior é preciso comunicar a seus clientes que o produto e/ ou serviço

Leia mais

Metodologia de Comunicação Integrada de Marketing o caso Orium

Metodologia de Comunicação Integrada de Marketing o caso Orium Metodologia de Comunicação Integrada de Marketing o caso Orium Luciano Mattana (UNIFRA) lucianomattana@unifra.br Greice de Bem Noro (UNIFRA) greice@unifra.br Milena Marinho Mottini (UNIFRA) milleninhamm@hotmail.com

Leia mais

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro.

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. PLANO DE MARKETING Andréa Monticelli Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. 1. CONCEITO Marketing é

Leia mais

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex...

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... (/artigos /carreira/comopermanecercalmosob-pressao /89522/) Carreira Como permanecer calmo sob pressão (/artigos/carreira/como-permanecer-calmosob-pressao/89522/)

Leia mais

&DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR

&DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR &DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR Toda comunicação publicitária visa atender a alguma necessidade de marketing da empresa. Para isso, as empresas traçam estratégias de comunicação publicitária, normalmente traduzidas

Leia mais

COMUNICAÇÃO DE MARKETING

COMUNICAÇÃO DE MARKETING COMUNICAÇÃO DE MARKETING COMUNICAÇÃO INTEGRADA DE MARKETING Meio através do qual a empresa informa, persuadi e lembra os consumidores sobre o seu produto, serviço e marcas que comercializa. Funções: Informação

Leia mais

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR KOTLER, 2006 AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR. OS CANAIS AFETAM TODAS AS OUTRAS DECISÕES DE MARKETING Desenhando a estratégia

Leia mais

EMPREENDEDORISMO Marketing

EMPREENDEDORISMO Marketing Gerenciando o Marketing EMPREENDEDORISMO Marketing De nada adianta fabricar um bom produto ou prestar um bom serviço. É preciso saber colocálo no mercado e conseguir convencer as pessoas a comprá-lo. O

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING PÓS-GRADUAÇÃO / FIB-2009 Prof. Paulo Neto O QUE É MARKETING? Marketing: palavra em inglês derivada de market que significa: mercado. Entende-se que a empresa que pratica

Leia mais

Tipos de Pesquisa de Mercado. Licenciado em Matemática Especialista em Banco de Dados Graduando em Estatística

Tipos de Pesquisa de Mercado. Licenciado em Matemática Especialista em Banco de Dados Graduando em Estatística Tipos de Pesquisa de Mercado Geonir Paulo Schnorr Licenciado em Matemática Especialista em Banco de Dados Graduando em Estatística Pesquisas que possibilitam uma profunda compreensão do ambiente de mercado,

Leia mais

Uma empresa só poderá vender seus bens/serviços aos consumidores se dois requisitos básicos forem preenchidos:

Uma empresa só poderá vender seus bens/serviços aos consumidores se dois requisitos básicos forem preenchidos: Módulo 4. O Mercado O profissional de marketing deverá pensar sempre em uma forma de atuar no mercado para alcançar os objetivos da empresa. Teoricamente parece uma tarefa relativamente fácil, mas na realidade

Leia mais

Plano de Direcionamento. Conhecimento de Mercado

Plano de Direcionamento. Conhecimento de Mercado Plano de Direcionamento Conhecimento de Mercado Conhecimento de Mercado É necessário conhecer o mercado para que sejam desenvolvidos produtos que atendam as necessidades e expectativas dos clientes. Segmentação

Leia mais

Pesquisa de Marketing

Pesquisa de Marketing Pesquisa de Marketing CONCEITOS INICIAIS Prof. Daciane de Oliveira Silva Fonte: MALHORTA, Naresh K. Pesquisa de Marketing: uma orientação aplicada. 4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. MATTAR, Fauze Najib.

Leia mais

4/2/2008. 2) Tomar grandes decisões = 1)Analisar a situação externa e interna. Leitura do mercado e das condições internas da organização

4/2/2008. 2) Tomar grandes decisões = 1)Analisar a situação externa e interna. Leitura do mercado e das condições internas da organização PLANO DE MARKETING Ferramenta importante do plano estratégico de uma empresa. Deve estar em perfeita sintonia com os objetivos estabelecidos pela empresa. É um passo para a elaboração do PLANO DE NEGÓCIOS

Leia mais

Design de Produtos. Marketing Prof. Donizete de Camargo. Posicionamento da oferta. Posicionamento da oferta. Vamos analisar:

Design de Produtos. Marketing Prof. Donizete de Camargo. Posicionamento da oferta. Posicionamento da oferta. Vamos analisar: Marketing Prof. Donizete de Camargo Design de Produtos Posicionamento da oferta Vamos analisar: Quais são os principais atributos diferenciadores de um produto? Como definir e comunicar um posicionamento

Leia mais

Design Estratégico. Profa. Dra. Cristianne Cordeiro Nascimento criscordeiro@uel.br Universidade Estadual de Londrina

Design Estratégico. Profa. Dra. Cristianne Cordeiro Nascimento criscordeiro@uel.br Universidade Estadual de Londrina Profa. Dra. Cristianne Cordeiro Nascimento criscordeiro@uel.br Universidade Estadual de Londrina Design Estratégico Vamos ver neste final de semana... Criatividade e inovação, design e sociedade contemporânea.

Leia mais

Recursos Humanos. Hotelaria: gestores portugueses vs. estrangeiros

Recursos Humanos. Hotelaria: gestores portugueses vs. estrangeiros Esta é uma versão post print de Cândido, Carlos J. F. (2004) Hotelaria: Gestores Portugueses vs. Estrangeiros, Gestão Pura, Ano II, N.º 7, Abril/Maio, 80-83. Recursos Humanos Hotelaria: gestores portugueses

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 COMPETITIVIDADE SOB A ÓTICA DAS CINCO FORÇAS DE PORTER: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA OXIFOR OXIGÊNIO FORMIGA LTDA JUSSARA MARIA SILVA RODRIGUES OLIVEIRA 1, LÍVIA COUTO CAMBRAIA 2 RESUMO: Neste trabalho,

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING Gestão de Negócios Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING 3.1- CONCEITOS DE MARKETING Para a American Marketing Association: Marketing é uma função organizacional e um Marketing é uma função organizacional

Leia mais

INTRODUÇÃO E CAPÍTULO 1 (parcial) CARPINETTI, L.C.R., MIGUEL, P.A.C., GEROLAMO, M.C., Gestão da Qualidade: ISO 9001:2000, São Paulo, Atlas, 2009.

INTRODUÇÃO E CAPÍTULO 1 (parcial) CARPINETTI, L.C.R., MIGUEL, P.A.C., GEROLAMO, M.C., Gestão da Qualidade: ISO 9001:2000, São Paulo, Atlas, 2009. INTRODUÇÃO E CAPÍTULO 1 (parcial) CARPINETTI, L.C.R., MIGUEL, P.A.C., GEROLAMO, M.C., Gestão da Qualidade: ISO 9001:2000, São Paulo, Atlas, 2009. Introdução Segundo as informações disponíveis no site do

Leia mais

Fiorella Del Bianco. Roteiro para o desenvolvimento de novas ofertas. Posicionamento de produto e de marca

Fiorella Del Bianco. Roteiro para o desenvolvimento de novas ofertas. Posicionamento de produto e de marca Fiorella Del Bianco Roteiro para o desenvolvimento de novas ofertas Tema: Passos e estratégias mercadológicas para o desenvolvimento de novas ofertas (DNO). Objetivo: Esta aula visa apresentar os últimos

Leia mais

a) SEGMENTAÇÃO (1) Introdução

a) SEGMENTAÇÃO (1) Introdução a) SEGMENTAÇÃO (1) Introdução Segmentação de mercado é o processo de dividir mercados em grupos de consumidores potenciais com necessidades e/ou características semelhantes e que provavelmente exibirão

Leia mais

Pesquisa Mercadológica. Prof. Renato Resende Borges

Pesquisa Mercadológica. Prof. Renato Resende Borges Pesquisa Mercadológica Prof. Renato Resende Borges Definição de Pesquisa de Marketing É a identificação, coleta, análise e disseminação de informações de forma sistemática e objetiva e o uso de informações

Leia mais

USO DA COMUNICAÇÃO ALINHADA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO

USO DA COMUNICAÇÃO ALINHADA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO USO DA COMUNICAÇÃO ALINHADA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO Alexandra Lemos Ferraz 1 Evandro Oliveira da Silva 2 Edimar Luiz Bevilaqua 3 Fernando Nobre gomes da silva 4 Matheus Trindade

Leia mais

Objetivo: identificar as variáveis de marketing e os 4 A s; saber da sua utilizaçao

Objetivo: identificar as variáveis de marketing e os 4 A s; saber da sua utilizaçao Objetivo: identificar as variáveis de marketing e os 4 A s; saber da sua utilizaçao 1 Composto de marketing é um conjunto de instrumentos geradores de ações para direcionar a demanda de produtos e realização

Leia mais

Plano de Negócios PLANEJAMENTO DO PROJETO FINAL. Sumário

Plano de Negócios PLANEJAMENTO DO PROJETO FINAL. Sumário Plano de Negócios Plano de Negócios Sumário Introdução... 3 Plano de Negócios... 3 Etapas do Plano de Negócio... 3 Fase 1... 3 Fase 2... 8 Orientação para entrega da Atividade de Avaliação... 12 Referências

Leia mais

1- O que é um Plano de Marketing?

1- O que é um Plano de Marketing? 1- O que é um Plano de Marketing? 2.1-1ª etapa: Planejamento Um Plano de Marketing é um documento que detalha as ações necessárias para atingir um ou mais objetivos de marketing, adaptando-se a mudanças

Leia mais

Conceitos e tarefas da administração de marketing DESENVOLVIMENTO DE ESTRATEGIAS E PLANOS DE MARKETING

Conceitos e tarefas da administração de marketing DESENVOLVIMENTO DE ESTRATEGIAS E PLANOS DE MARKETING Sumário Parte um Conceitos e tarefas da administração de marketing CAPITULO I MARKETING PARA 0 SÉCULO XXI A importância do marketing O escopo do marketing 0 que é marketing? Troca e transações A que se

Leia mais

e-mail: professor@luisguilherme.adm.br / www.luisguilherme.adm.br FONE: (62) 9607-2031

e-mail: professor@luisguilherme.adm.br / www.luisguilherme.adm.br FONE: (62) 9607-2031 INSTITUTO UNIFICADO DE ENSINO SUPERIOR OBJETIVO - IUESO PLANO DE ENSINO CURSO: Administração PROF. Luis Guilherme Magalhães SÉRIE: 7º e 8º Período TURNO: Matutino DISCIPLINA: Gestão Mercadológica CARGA

Leia mais

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores.

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores. Brand Equity O conceito de Brand Equity surgiu na década de 1980. Este conceito contribuiu muito para o aumento da importância da marca na estratégia de marketing das empresas, embora devemos ressaltar

Leia mais

XI Inic EPG - UNIVAP 2011. Top Business Magazine: a linguagem empresarial da região Alan Douglas Batista, Profª Msc. Vânia Braz de Oliveira

XI Inic EPG - UNIVAP 2011. Top Business Magazine: a linguagem empresarial da região Alan Douglas Batista, Profª Msc. Vânia Braz de Oliveira XI Inic EPG - UNIVAP 2011 Top Business Magazine: a linguagem empresarial da região Alan Douglas Batista, Profª Msc. Vânia Braz de Oliveira Universidade do Vale do Paraíba - UNIVAP/ Faculdade de Ciências

Leia mais

Sobre os autores. Apresentação

Sobre os autores. Apresentação Sobre os autores Apresentação 1 Gestão de marketing, 1 1.1 Estratégia e as forças competitivas, 2 1.1.1 Primeira força: ameaça de entrada de novos concorrentes, 3 1.1.2 Segunda força: pressão dos produtos

Leia mais

Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas...

Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas... APRESENTAÇÃO O incremento da competitividade é um fator decisivo para a maior inserção das Micro e Pequenas Empresas (MPE), em mercados externos cada vez mais globalizados. Internamente, as MPE estão inseridas

Leia mais

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing Questão 01: (ENADE 2009): Um fabricante de sapatos pode usar a mesma marca em duas ou mais linhas de produtos com o objetivo de reduzir os custos de

Leia mais

Resumo Executivo. Modelo de Planejamento. Resumo Executivo. Resumo Executivo. O Produto ou Serviço. O Produto ou Serviço 28/04/2011

Resumo Executivo. Modelo de Planejamento. Resumo Executivo. Resumo Executivo. O Produto ou Serviço. O Produto ou Serviço 28/04/2011 Resumo Executivo Modelo de Planejamento O Resumo Executivo é comumente apontada como a principal seção do planejamento, pois através dele é que se perceberá o conteúdo a seguir o que interessa ou não e,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO Plano de Ação Estratégico Estratégias empresariais Anexo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE Unidade de Capacitação Empresarial Estratégias

Leia mais

Guia definitivo da pesquisa de mercado online

Guia definitivo da pesquisa de mercado online Guia definitivo da pesquisa de mercado online Noções básicas de pesquisa de mercado e um guia para usar o Opinion Box Índice Introdução 3 1. O que é pesquisa de mercado 4 2. Como fazer uma pesquisa de

Leia mais

INVENÇÃO E INOVAÇÃO INTRODUÇÃO. Desenvolvimento de Novos Produtos: Aspectos Conceituais e Critérios rios de Planejamento. Definição de Produto

INVENÇÃO E INOVAÇÃO INTRODUÇÃO. Desenvolvimento de Novos Produtos: Aspectos Conceituais e Critérios rios de Planejamento. Definição de Produto INTRODUÇÃO Cenário político e econômico da Globalização Desenvolvimento de Novos Produtos: Aspectos Conceituais e Critérios rios de Planejamento Viçosa Novembro de 2012 Ceres Mattos Della Lucia ceresnut@yahoo.com.br

Leia mais

OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG

OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG 1 OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG Camila Alves Teles 1 Maria Solange dos Santos 2 Rodrigo Honório Silva 3 Romenique José Avelar 4 Myriam Angélica Dornelas 5 RESUMO O presente

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 16: RESULTADOS RELATIVOS À GESTÃO DE PESSOAS 16.1 Área de RH e sua contribuição O processo de monitoração é o que visa saber como os indivíduos executam as atribuições que

Leia mais

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter ESTRATÉGIA COMPETITIVA Michael E. Porter 1. A NATUREZA DAS FORÇAS COMPETITIVAS DE UMA EMPRESA 2. ESTRATEGIAS DE CRESCIMENTO E ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS 3. O CONCEITO DA CADEIA DE VALOR 1 1. A NATUREZA DAS

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG.

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG. Bambuí/MG - 2008 A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG. Ana Cristina Teixeira AMARAL (1); Wemerton Luis EVANGELISTA

Leia mais

MODA SUSTENTÁVEL E CONSUMIDORES OSKLEN 1. Lílian Gonring CASOTTI 2 Vanessa Melo TORRES 3 Faculdades Integradas de São Pedro, Vitória, ES

MODA SUSTENTÁVEL E CONSUMIDORES OSKLEN 1. Lílian Gonring CASOTTI 2 Vanessa Melo TORRES 3 Faculdades Integradas de São Pedro, Vitória, ES MODA SUSTENTÁVEL E CONSUMIDORES OSKLEN 1 Lílian Gonring CASOTTI 2 Vanessa Melo TORRES 3 Faculdades Integradas de São Pedro, Vitória, ES RESUMO Falar de sustentabilidade se tornou comum em tempos que o

Leia mais

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. PLANO DE NEGÓCIOS:... 2 2.1 RESUMO EXECUTIVO... 3 2.2 O PRODUTO/SERVIÇO... 3 2.3 O MERCADO... 3 2.4 CAPACIDADE EMPRESARIAL... 4 2.5

Leia mais

UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE-FAC-CG

UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE-FAC-CG UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE-FAC-CG CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING MÓDULO I 304101 FUNDAMENTOS DE MARKETING Fundamentos do Marketing. Processo de Marketing.

Leia mais

Capítulo 7. As Informações e o Processo de Tomada de Decisão do Gestor Público

Capítulo 7. As Informações e o Processo de Tomada de Decisão do Gestor Público Capítulo 7 As Informações e o Processo de Tomada de Decisão do Gestor Público Pós Graduação Gestão Pública Administração de Marketing Conteúdo - Capítulo 7 Imagem e conhecimento do mercado: A imagem da

Leia mais

GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO. Prof. Marcopolo Marinho

GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO. Prof. Marcopolo Marinho GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO Prof. Marcopolo Marinho Marketing: É a área do conhecimento que engloba todas as atividades referente às relações de troca de bens entre pessoas ou instituições, buscando

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA DE MARKETING PARA GESTORES DE NEGÓCIO

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA DE MARKETING PARA GESTORES DE NEGÓCIO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA DE MARKETING PARA GESTORES DE NEGÓCIO Mariana Ferreira Soares, Priscila Petrusca Messias Gomes Silva e Marcos Alexandre de Melo Barros. Faculdade Senac de Pernambuco. E-mail:

Leia mais

AVALIAÇÃO DA LOGÍSTICA COMO ESTRATÉGIA EMPRESARIAL PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS DO ESTADO DO PARANÁ (BRASIL)

AVALIAÇÃO DA LOGÍSTICA COMO ESTRATÉGIA EMPRESARIAL PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS DO ESTADO DO PARANÁ (BRASIL) AVALIAÇÃO DA LOGÍSTICA COMO ESTRATÉGIA EMPRESARIAL PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS DO ESTADO DO PARANÁ (BRASIL) Ivanete Daga Cielo 1 Keler Fabiany Denuzi 2 Ricardo Silveira Martins 3 RESUMO A logística

Leia mais

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 1º SEMESTRE 7ECO003 ECONOMIA DE EMPRESAS I Organização econômica e problemas econômicos. Demanda, oferta e elasticidade. Teoria do consumidor. Teoria da produção e da firma, estruturas e regulamento de

Leia mais

Aspectos Gerais sobre Proposta de valor; Estratégias genéricas e Estratégia do Oceano Azul:

Aspectos Gerais sobre Proposta de valor; Estratégias genéricas e Estratégia do Oceano Azul: Aspectos Gerais sobre Proposta de valor; Estratégias genéricas e Estratégia do Oceano Azul: Gustavo Buoro e David Kallás Proposta de Valor De forma muito simples, a definição de proposta de valor é o que

Leia mais

Aula 03 Gestão de Marketing

Aula 03 Gestão de Marketing Aula 03 Gestão de Marketing Análise SWOT, Segmentação de Mercado e Mix de Marketing Prof. Marcopolo Marinho Prof. Esp. Marcopolo Marinho Segmentação é a identificação sistemática de conjuntos e subconjuntos

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

Julho de 2009 Pesquisa Online Global de Consumidores da Nielsen Confiança, Valor e Envolvimento com Publicidade

Julho de 2009 Pesquisa Online Global de Consumidores da Nielsen Confiança, Valor e Envolvimento com Publicidade Julho de 2009 Pesquisa Online Global de Consumidores da Nielsen Confiança, Valor e Envolvimento com Publicidade Informações Gerais A Nielsen recentemente pesquisou mais de 25.000 consumidores online em

Leia mais

Passo 1 - Faça um diagnóstico da comunicação

Passo 1 - Faça um diagnóstico da comunicação Manual Como elaborar uma estratégia de comunicação Índice Introdução Passo 1 - Faça um diagnóstico da comunicação. Passo 2 - Defina os alvos da comunicação Passo 3 - Estabeleça os objetivos da comunicação

Leia mais

ARTIGO PUBLICADO NO SITE: WWW.RG9.ORG DENNYS MAYRINCK DE CARVALHO MONTEIRO POSICIONAMENTO HOLÍSTICO: UMA NOVA PROPOSTA DE POSICIONAMENTO.

ARTIGO PUBLICADO NO SITE: WWW.RG9.ORG DENNYS MAYRINCK DE CARVALHO MONTEIRO POSICIONAMENTO HOLÍSTICO: UMA NOVA PROPOSTA DE POSICIONAMENTO. ARTIGO PUBLICADO NO SITE: WWW.RG9.ORG DENNYS MAYRINCK DE CARVALHO MONTEIRO POSICIONAMENTO HOLÍSTICO: UMA NOVA PROPOSTA DE POSICIONAMENTO. Petrópolis 2009 DENNYS MAYRINCK DE CARVALHO MONTEIRO POSICIONAMENTO

Leia mais

INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS

INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS Ari Lima Um empreendimento comercial tem duas e só duas funções básicas: marketing e inovação. O resto são custos. Peter Drucker

Leia mais

(PERREAULT JR.; McCARTHY, 2002)

(PERREAULT JR.; McCARTHY, 2002) Posicionamento de Mercado Parte 01 Visão do processo de planejamento de estratégias de marketing Estreitamento para uma estratégia focada com critérios de filtro quantitativos e qualitativos Consumidores

Leia mais

Análise do Ambiente estudo aprofundado

Análise do Ambiente estudo aprofundado Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Análise do Ambiente estudo aprofundado Agenda: ANÁLISE DO AMBIENTE Fundamentos Ambientes

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU EMENTA MBA GESTÃO DE VAREJO

PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU EMENTA MBA GESTÃO DE VAREJO MBA GESTÃO DE VAREJO 1 - FORMAÇÃO DE PREÇO E ANÁLISE DE MARGEM NO VAREJO: Ementa: Conhecer o conceito de lucro na visão da precificação baseada no custo; demonstrar termos utilizados na formação de preço

Leia mais

MARKETING INTERNACIONAL

MARKETING INTERNACIONAL ALUNO RA TURMA SALA DATA / / 2014 UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU FACULDADES DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS PROGRAMA DE REVISÃO INTEGRADA DE ADMINISTRAÇÃO PRIAD 2014 MARKETING INTERNACIONAL PROF. MS ALEXANDRE

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

INTRODUÇÃO A ECONOMIA AULA 01 : CONCEITOS BÁSICOS TÓPICO 01: FUNDAMENTOS DE ECONOMIA MULTIMÍDIA Ligue o som do seu computador! OBS.: Alguns recursos de multimídia utilizados em nossas aulas, como vídeos

Leia mais

MBA em Gestão Estratégica de Marketing e Mercados

MBA em Gestão Estratégica de Marketing e Mercados MBA em Gestão Estratégica de Marketing e Mercados 1-OBJETIVOS OBJETIVO GERAL: Especializar profissionais com diploma do curso superior, que atuem nos setores empresariais, estratégicos, gerenciais e técnicos

Leia mais

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr.

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. 15 Aula 15 Tópicos Especiais I Sistemas de Informação Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. Site Disciplina: http://fundti.blogspot.com.br/ Conceitos básicos sobre Sistemas de Informação Conceitos sobre Sistemas

Leia mais

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Abordagem da estratégia Análise de áreas mais específicas da administração estratégica e examina três das principais áreas funcionais das organizações: marketing,

Leia mais

24/04/2014. Aspectos Introdutórios Sobre Métricas em Ciências Sociais Aplicadas. Questões Introdutórias. Conceitos Básicos em Mensuração

24/04/2014. Aspectos Introdutórios Sobre Métricas em Ciências Sociais Aplicadas. Questões Introdutórias. Conceitos Básicos em Mensuração Aspectos Introdutórios Sobre Métricas em Ciências Sociais Aplicadas CONDUÇÃO: PROF. THIAGO CAVALCANTE NASCIMENTO Questões Introdutórias Como se mensurar fenômenos que, na maioria das vezes, não podem ser

Leia mais

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso?

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? i n o v a ç ã o 8 Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? Carla Conti de Freitas Yara Fonseca de Oliveira e Silva Julia Paranhos Lia Hasenclever Renata

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE SITES DE COMPRA COLETIVA, POR EMPRESAS DO RAMO ALIMENTÍCIO, COMO ESTRATÉGIA DE MARKETING

UTILIZAÇÃO DE SITES DE COMPRA COLETIVA, POR EMPRESAS DO RAMO ALIMENTÍCIO, COMO ESTRATÉGIA DE MARKETING UTILIZAÇÃO DE SITES DE COMPRA COLETIVA, POR EMPRESAS DO RAMO ALIMENTÍCIO, COMO ESTRATÉGIA DE MARKETING Monique Michelon 1 Lorete Kossowski 2 RESUMO O empreendedorismo no Brasil vive hoje um cenário promissor,

Leia mais

A compra de TI e as redes sociais

A compra de TI e as redes sociais Solicitada por A compra de TI e as redes sociais Como as redes sociais transformaram o processo de compras B2B e as melhores práticas para adaptar as suas estratégias de marketing à nova realidade BRASIL

Leia mais

Técnicas estatísticas de pesquisa de mercado aplicadas ao processo de desenvolvimento de produto

Técnicas estatísticas de pesquisa de mercado aplicadas ao processo de desenvolvimento de produto Técnicas estatísticas de pesquisa de mercado aplicadas ao processo de desenvolvimento de produto Liane Werner (UFRGS) liane@producao.ufrgs.br Kátia Marques da Frota (UFRGS) katinhafrota@ig.com.br Resumo:

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE Módulo 2 CLIENTES: DEFINIÇÕES E ENTENDIMENTOS Objetivo: Ao final desse módulo, você estará capacitado a termos, como: cliente, comprador, cliente final, consumidor,

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

O COMPORTAMENTO DE CONSUMIDORES DE VEÍCULOS USADOS: UM ESTUDO A PARTIR DO PROCESSO DECISÓRIO DE COMPRA

O COMPORTAMENTO DE CONSUMIDORES DE VEÍCULOS USADOS: UM ESTUDO A PARTIR DO PROCESSO DECISÓRIO DE COMPRA O COMPORTAMENTO DE CONSUMIDORES DE VEÍCULOS USADOS: UM ESTUDO A PARTIR DO PROCESSO DECISÓRIO DE COMPRA Luciano Zamberlan (UNIJUÍ) lucianoz@unijui.edu.br Ariosto Sparemberger (UNIJUÍ) ariosto@unijui.edu.br

Leia mais

FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: UMA ANÁLISE DO SETOR DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: UMA ANÁLISE DO SETOR DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: UMA ANÁLISE DO SETOR DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO Leandro Azevedo Da Silva Rosadas Marcelo Alvaro Da Silva Macedo Resumo: A questão da formação do preço de venda de produtos e

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

REVISANDO O CONCEITO E A EVOLUÇÃO DO MARKETING

REVISANDO O CONCEITO E A EVOLUÇÃO DO MARKETING PROGRAMA PRIMEIRA EMPRESA INOVADORA PRIME GESTÃO MERCADOLÓGICA 2009 REVISANDO O CONCEITO E A EVOLUÇÃO DO MARKETING Todo comprador poderá adquirir o seu automóvel da cor que desejar, desde que seja preto.

Leia mais

Introdução 02. A Estratégia Corporativa ESPM Brasil 03. A Definição do Negócio 03. Imagem 03. Objetivos Financeiros 04

Introdução 02. A Estratégia Corporativa ESPM Brasil 03. A Definição do Negócio 03. Imagem 03. Objetivos Financeiros 04 ESTUDO DE CASO A construção do BSC na ESPM do Rio de Janeiro Alexandre Mathias Diretor da ESPM do Rio de Janeiro INDICE Introdução 02 A Estratégia Corporativa ESPM Brasil 03 A Definição do Negócio 03 Imagem

Leia mais

1. Introdução. 3. Resultados. 2. Metodologia. Andréia Fernandes Muniz a *, Fernando Avancini Tristão a

1. Introdução. 3. Resultados. 2. Metodologia. Andréia Fernandes Muniz a *, Fernando Avancini Tristão a http://dx.doi.org/10.4322/cerind.2014.017 Estudo sobre a Forma de Comercialização e Especificação do Revestimento de Piso com Porcelanato Baseado nas Percepções dos Vendedores de Revestimentos Cerâmicos

Leia mais

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com.

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado Análise de Mercado A análise de mercado é um dos componentes do plano de negócios que está relacionado ao marketing da organização. Ela apresenta o entendimento

Leia mais

ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA

ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA W.L.MOURA 1 ; L.FILIPETTO 2 ; C.SOAVE 3 RESUMO O assunto sobre inovação

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «21. É falacioso falar que o marketing é filho do capitalismo e, portanto, apenas ajudaria a concentrar a renda satisfazendo necessidades supérfluas

Leia mais

2015 Manual de Parceiro de Educação. Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos.

2015 Manual de Parceiro de Educação. Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos. 2015 Manual de Parceiro de Educação Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos. Prêmios Reais, a Partir de Agora Bem-vindo ao Intel Technology Provider O Intel Technology Provider é um programa

Leia mais

Prof: Carlos Alberto

Prof: Carlos Alberto AULA 1 Marketing Prof: Carlos Alberto Bacharel em Administração Bacharel em Comunicação Social Jornalismo Tecnólogo em Gestão Financeira MBA em Gestão de Negócios Mestrado em Administração de Empresas

Leia mais

FAZER ESTES ITENS NO FINAL, QUANDO O TRABALHO ESTIVER PRONTO

FAZER ESTES ITENS NO FINAL, QUANDO O TRABALHO ESTIVER PRONTO 1. CAPA 2. SUMÁRIO 3. INTRODUÇÃO FAZER ESTES ITENS NO FINAL, QUANDO O TRABALHO ESTIVER PRONTO 4. DESCRIÇÃO DA EMPRESA E DO SERVIÇO 4.1 Descrever sua Visão, VISÃO DA EMPRESA COMO VOCÊS IMAGINAM A EMPRESA

Leia mais

Objetivos da comunicação

Objetivos da comunicação Prof. Edmundo W. Lobassi Use palavras simples, que todos compreendam, assim todos irão entendê-lo. (Prof. Edmundo W. Lobassi) 1 Estude algumas pesquisas e ouça pessoas experts, pois nada é mais importante

Leia mais

AULA 20. Atendimento

AULA 20. Atendimento AULA 20 Atendimento Marketing em Serviços Marketing em serviços pode ser definido com o conjunto de atividades que objetivam a análise, o planejamento, a implementação e o controle de programas destinados

Leia mais