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1 ATA 15/2015 Esta ata contém 25 páginas numeradas de 1 a 25. Aos vinte e dois dias do mês de junho de 2015, reuniram-se em SESSÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE GUAPORÉ, às 19h00min, no Plenário Roberto Baldasso, os vereadores Ademir Damo, Adílio Antônio Pasini, Andréia Caron, Gilmar Treviso, Mário Antônio Marocco, Moustafh Roberto Sari M. Muhammad, Paulo Cesar Giroldi, Rodrigo De Marco, Ronaldo Jair Donida, Valter Luis Mann, e Vitor Hugo Zardo. Pelo Sr. Presidente, RONALDO JAIR DONIDA foi dito: Havendo número legal, em nome de Deus dou por abertos os trabalhos da presente Sessão Ordinária. Em seu próximo ato o Presidente colocou em votação a ata n 14/2015. Aprovadas por unanimidade. LEITURA DOS EXPEDIENTES: 4028 a TRIBUNA DO POVO: Major QOEM Alexandre Pires Bittencourt Comandante do 7º Comando Regional de Bombeiros, que explanou sobre as atividades desenvolvidas pelos bombeiros e PL 025/2015. Explanação na íntegra: Gostaria de saudar Excelentíssimo Vereador Ronaldo Jair Donida, Presidente desta Casa, Excelentíssimos Senhores Vereadores, Vereadora desta Casa, saudar os meus colegas Bombeiros Militares que estão aqui presentes, principalmente Cap. Bauer que é Comandante do Subgrupamento de Combate a Incêndios e também comanda a região de Guaporé, Ten. Alves Comandante do Bombeiro Militar de Guaporé e demais integrantes do Corpo de Bombeiros Militares de Guaporé. Senhoras e senhores que estão presentes nesta sessão, uma boa noite a todos. Nós solicitamos esse espaço senhores Vereadores, para um esclarecimento institucional referente ao Projeto de Lei 25/2015 que foi enviado pelo Poder Executivo Municipal, para alteração na Lei do Fundo Municipal de Reequipamento dos Bombeiros. Primeiramente nós gostaríamos de informar aos senhores Vereadores qual foi à origem do FUNREBOM. O FUNREBOM teve origem em mil novecentos e noventa e sete com a Lei Estadual de Prevenção 10987, aonde se estabeleceu que todo aquele serviço que fosse executado pelo Corpo de Bombeiros Militar, através da Lei de Prevenção contra incêndio, naqueles municípios aonde fosse constituído o Fundo Municipal de Reequipamento dos Bombeiros, esses valores arrecadados da fiscalização da prevenção contra incêndio no município sede e nos municípios aonde o Bombeiro responde pela responsabilidade territorial na prevenção contra incêndio, seriam depositados no Fundo Municipal de Reequipamento do Corpo de Bombeiros. O Fundo de Guaporé acabou sendo criado em dois mil e um, quatro anos depois da Lei Desde lá, o Fundo Municipal de Reequipamento de Bombeiros de Guaporé vem sendo bastante atuante e vem trabalhando de forma a reequipar os Bombeiros de Guaporé da melhor forma possível, para que o Bombeiro Militar de Guaporé possa fazer à sua comunidade o melhor atendimento possível. Pois bem, as funções do Fundo Municipal de Reequipamento do Corpo de Bombeiros são primordialmente o reequipamento da estrutura do Bombeiro Militar, a sua manutenção, custeio geral e principalmente o aprimoramento do pessoal. Como na maioria dos Bombeiros Militares do Rio Grande do Sul, a situação era tão defasada anterior a noventa e sete, quando foi dada na Lei Estadual a permissão de criação dos Fundos Municipais, nós estamos recuperando os Bombeiros Militares de forma a ter o melhor atendimento possível, e até o aprimoramento de pessoal tem ficado um pouco de lado, ainda não está tão engrenado como nós gostaríamos que 1

2 estivessem. Não só o reequipamento, mas também o aprimoramento de pessoal. Pois bem, para que a aplicação do Fundo seja feita todos os anos, o nosso Comando Regional de Bombeiros tem um planejamento estratégico e um plano de metas que são realizados com todos os Comandantes de Bombeiros, aonde nós temos a curto, médio e longo prazo o planejamento de investimentos desse FUNREBOM. Esses investimentos então são projetados de forma ampla, de todo Comando Regional, e de forma especifica desse Comando Local, no caso especificamente o Bombeiro aqui de Guaporé. Então nós temos a evolução, por exemplo, do Plano de Metas que está vigente até dois mil e dezessete, dois mil e quinze, dois mil e dezesseis, dois mil e dezessete. Dois mil e quinze o que foi planejado o que foi executado de dois mil e quatorze, então nós estamos acompanhando e aqui cabe um elogio bastante grande ao Comandante Ten. Alves, que vem cumprindo o Plano de Metas da gestão estratégica do Comando Regional de Bombeiros. Mas, perante essa situação, nós tomamos conhecimento do Projeto nº 25/2015 que altera o FUNREBOM aqui de Guaporé. Nós estamos aqui hoje pra externar qual é o posicionamento institucional com relação a essa modificação. É o posicionamento da Instituição Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, não é o posicionamento do Major Bittencourt, não é o posicionamento do Tenente Alves, é o posicionamento da corporação. Então, quanto ao Fundo Municipal de Reequipamento do Corpo de Bombeiros, a Instituição é contra qualquer modificação que venha ser feita com relação a desvio da função especifica do Fundo Municipal de Reequipamento dos Bombeiros, como esse Projeto de Lei aqui estabeleceu a construção de imóveis para servir de residência aos integrantes do Corpo de Bombeiros, com a justificativa inicial a questão do Bombeiro Militar permanecer na cidade, e em situação de incêndio poder ser convocado, e demais justificativas que foram colocadas no Projeto, nós entendemos e nós somos contra especificamente se o município de Guaporé quiser desenvolver atividades dessa natureza, construção de imóveis de menor custo para Bombeiros Militares, como outros municípios do Rio Grande do Sul, pagamento de auxilio moradia pra o efetivo de Bombeiros Militares. Agora, que esses valores não sejam retirados do Fundo Municipal de Reequipamento dos Bombeiros, porque, seria um desvio de função do Fundo, para que os Vereadores tenham uma ideia, atualmente o fundo Municipal na data de hoje conta com o valor em caixa, algumas coisas ainda que foram adquiridas e devem sair desse valor, trezentos e quarenta e dois mil quatrocentos e cinquenta e sete reais e oitenta e quatro centavos, esse é o valor que esta em caixa hoje. Para o planejamento estratégico, pra o Bombeiro Militar de Guaporé, o nosso Comando Regional aprovou e esta colocado em pauta pra que seja encaminhado ao executivo municipal para investimentos, o valor total hoje do plano estratégico do plano de metas para este ano de dois mil e quinze, é de trezentos e quarenta mil reais, hoje nós estaríamos praticamente, porque tem algumas coisas pra entrarem que foram já investidas, nós estaríamos quase empatados com o valor que nós precisamos cumprir com o plano de metas com o que esta elencado pela Unidade de Bombeiro Militar de Guaporé. Imprescindível pra nós, do Bombeiro Militar, por exemplo a aquisição de um chassi de caminhão de Bombeiro, porque isso é algo que o Comando Regional todo faz de forma já pontual, e deu muito certo, Erechim, Passo Fundo, Carazinho e própria Guaporé que já fez, nós compramos o chassi do caminhão em um ano orçamentário, e no ano seguinte quando se juntou mais dinheiro no FUNREBOM, se faz a montagem do caminhão. Hoje Guaporé conta com o segundo carro de combate a incêndio, um caminhão ano mil novecentos e oitenta e dois, esses veículos senhores e senhora, nós já estamos fazendo a doação pra Unidades de 2

3 Bombeiro que são bastante pobres, ou até mesmo ao surgimento de Unidades de Bombeiros Voluntários em algumas localidades do Comando Regional, porque, no Bombeiro Profissional, numa cidade como a de Guaporé, tendo a boa gestão do FUNREBOM nós temos condições de ter uma frota toda renovada. Então dos dois veículos de combate a incêndio, que hoje Guaporé conta, um deles é mil novecentos e oitenta e dois. Nós temos alguns servidores que estão já na reserva e estão trabalhando como Bombeiro, que eram da época desse caminhão, então, o caminhão que para o Corpo de Bombeiros já esta bastante defasado. Contando com tudo isso, é que a Instituição vem aqui, proclamar a todos os senhores, situação, oposição, que não é uma questão partidária, é uma questão institucional. Nós entendemos, Instituiçao Corpo de Bombeiros Militar, que não deva ser alterado o FUNREBOM, o FUNREBOM de Guaporé, para que nós não tenhamos, não tenhamos um desvio da função especifica do FUNREBOM, que é reequipamento e aprimoramento do Corpo de Bombeiros Militar, não construção de imóveis para moradia dos Bombeiros Militares. Hoje nós tivemos o cuidado e tivemos varias situações, de ter uma reunião com todo efetivo, todo o efetivo de Guaporé, questionando se algum daqueles que não moram hoje em Guaporé, por existir uma casa funcional passaria a morar em Guaporé, o efetivo lá dos onze homens que, doze no caso, doze homens que nós temos aqui hoje, um é inativo e outro esta agregado, se algum deles estaria com essa vontade de morar, residir-se se tivesse uma casa funcional, todos eles nos relataram que não, que não existe essa vontade. Porque nós dissemos e fomos bem francos a eles que nós iriamos dizer a todos senhores Vereadores aqui, que nós somos favoráveis no Projeto habitacional, no Projeto de auxilio moradia para aqueles que poderiam alugar algum imóvel aqui em Guaporé, mas desde que esses recursos fossem do caixa da Prefeitura Municipal e não do FUNREBOM. De repente algum Vereador poderia questionar; Mas Major o FUNREBOM é da Prefeitura Municipal. Senhores e senhora, o FUNREBOM é o Fundo Municipal de Reequipamento dos Bombeiros, que recebe daquele trabalho que é executado pelos Bombeiros em todo comércio, indústria, local de remedio público e residência multifamiliar nos dez municípios que englobam Guaporé. Desses valores que são arrecadados com o trabalho de fiscalização que o Bombeiro faz, e por existir o Fundo Municipal de Reequipamento, esse valor vem ao município e é bem investido no município e gratifica e melhora o serviço pra toda comunidade guaporense. Se o Bombeiro para de executar esse serviço de prevenção com o recolhimento do FUNREBOM e continua o serviço de prevenção com recolhimento ao Fundo Estadual de Segurança Publica, o FUNREBOM deixa de existir. Perde toda comunidade guaporense, perde o Bombeiro Militar de Guaporé, perde a Prefeitura Municipal de Guaporé. Se por ventura houver, Vereadora Andréia, nós ouvimos na outra sessão, ouvimos o áudio do seu discurso em que a senhora colocou e com certeza irá colocar novamente, a questão de que é só uma possibilidade, que poderá utilizar-se desse artigo, mas não é um dever do município, poderá. Acontece que abrindo essa possibilidade, nós poderemos daqui a um pequeno período de tempo estar discutindo aqui que o Corpo de Bombeiros não quer isso, a Instituição não quer a construção de imóveis funcionais pelo FUNREBOM, eu to deixando bem claro isso, pelo FUNREBOM, porque isso é um desvio ao que cabe o Fundo Municipal do Reequipamento dos Bombeiros. Então a gente não quer nem que essa possibilidade seja aventada dentro do Fundo Municipal. Nós entendemos que muitas vezes tentamos, vestimos a sandália da humildade e tentamos por quatro vezes contato com o Prefeito Paulo Mazutti, felizmente não fomos atendidos como Comandante Regional de 3

4 Bombeiro. Fiz a ultima ligação hoje ao Prefeito, a quarta ligação hoje às quatro horas da tarde numa ultima tentativa de conversar com o Prefeito Municipal. Porque entendemos que institucionalmente é desgastante para nós estarmos aqui na Tribuna do Povo defendendo algo nesse sentido, que não precisaria haver, se houvesse uma conversa com o Comando Regional de Bombeiros, iria se esclarecer ao Executivo Municipal que não é um pedido do Bombeiro Militar, nós não queremos isso. Então vejam senhores Vereadores de situação e oposição. Nós estamos aqui discutindo um assunto que causa um desgaste enorme a nossas Instituições, a Câmara de Vereadores, a Prefeitura Municipal, o Bombeiro Militar, que nós não desejamos, nós não queremos esse desgaste. E Vereadores, se for colocado fora, for desviado o sentido do FUNREBOM que é reequipamento e aprimoramento dos Bombeiros, nós teremos um impasse danoso ao município, e ai vai ficar na conta de todos nós. Temos que determinar, por exemplo, o recolhimento dos valores da prevenção de incêndio ao Fundo Estadual de Segurança, vai retornar pra Guaporé? Confio que o Fundo Estadual, administrado pela Secretaria com certeza vai voltar, não sei se na totalidade, porque o FESP atente toda estrutura de Segurança Pública. Vai ter mais dificuldade burocrática pro retorno desse valor ao município de Guaporé? Sim, vai haver, vai haver. Então não é isso que nós queremos pro município de Guaporé, pro Bombeiro de Guaporé. Eu tive que usar muito do convencimento pro Tenente Alves permanecer ainda aqui em Guaporé, realmente o Oficial já, como se diz no linguajar popular, tá entregando os pontos, e ai nós teremos apenas nove pessoas em Guaporé. Um excelente Oficial, mas será guindado pra cima, o Oficial ele tem casa própria em Porto Alegre, e o Comando geral do Bombeiro Militar precisa dele lá, mas ele está aqui porque nós quisemos enquanto corporação, que Guaporé tivesse um Oficial a frente da Unidade de Bombeiro Militar. E pra nós fica extremamente ruim, verificar muitas vezes que acaba sendo uma disputa personalizada, de A contra B, não é, nós estamos falando em nome da instituição. Não é em nome de Partido, não é em nome de pessoa, mas em nome da instituição. É isso que nós queríamos falar aqui e rogar a todos Vereadores, Vereadora que não aprovem a modificação no FUNREBOM pra que nós não tenhamos logo ali a frente mais dissabores. Obrigado. O Presidente Ronaldo Jair Donida cedeu a palavra aos Vereadores que queriam fazer perguntas ao Major Alexandre Pires Bittencourt. Ademir Damo Salientou que gerou uma duvida no pronunciamento do Major Bittencourt quando o mesmo falou que são depositadas na conta do FUNREBOM as taxas que o Corpo de Bombeiro cobra pelas prevenções. Perguntou ao Major Bittencourt, caso o projeto seja aprovado, se há um risco dessa taxa ser depositada no Fundo Estadual de Segurança Pública. Major Bittencourt Disse que se houver desvio da função do FUNREBOM em qualquer município onde o Bombeiro esteja trabalhando, faz parte de uma quebra de convênio que é estabelecida entre Estado e Município para manutenção de Bombeiro. Falou que, o que a Lei Kiss permite, é que esses valores só serão depositados onde o Estado tiver convênio para permanência do Bombeiro e pra reestruturação do Bombeiro. Disse que, se porventura esse Fundo for desviado de sua função originária, que é de reequipamento e aprimoramento dos Bombeiros, por exemplo, construção de imóvel, pagamento pessoal, pagamento de hora extra, pagamento de aluguel com FUMREBOM, as taxas deverão ser depositadas para o Fundo Estadual de Segurança Pública e não mais para o FUNREBOM. Ademir Damo Disse que entendeu, que caso o Projeto seja aprovado, o município corre o risco de não contar com os valores das taxas arrecadadas em sua totalidade. Pois a maior parte desse valor seria depositado para o Fundo Estadual de Segurança Pública. Major 4

5 Bittencourt Disse que esse valor indo para o FESP, talvez volte alguma parte para Guaporé. Ademir Damo Perguntou se retornaria o valor total. Major Bittencourt Disse que o Estado não tem controle direto sobre o FUNREBOM como o município tem, no sentido de investimento. Falou que o FUNREBOM foi algo muito inteligente construído, porque o Prefeito sendo Presidente, podendo delegar outra pessoa, e o Comandante do Corpo de Bombeiros sendo o Vice-Presidente podendo instruir o Conselho sobre as maiores necessidades do Corpo de Bombeiros. Disse que o Fundo Municipal é gerido pelo Prefeito, mas as decisões são do Conselho. Falou que construir residências não faz parte de reequipamento ou aprimoramento do Bombeiro. Explicou que aprimoramento é ensino, onde é pago um curso para o Bombeiro atender melhor a comunidade. Salientou que em todo Estado do Rio Grande do Sul há problema com efetivo, mas no momento o Estado não tem condições de efetivar. Salientou que quando a Prefeitura doa um valor, é a Prefeitura pegar esse valor do caixa da própria Prefeitura, e ai pode dizer que esta apoiando o Bombeiro com dinheiro do município. Disse que a Instituição tem uma grande força com todas as Prefeituras Municipais, onde fazem as compras necessárias e as Prefeituras estão sempre juntas. Andréia Caron Agradeceu a presença do Major Bittencourt e da Corporação que estavam presentes na sessão. Perguntou ao Major Bittencourt quem responderá perante o Tribunal de Contas se houver uso indevido dos recursos do FUNREBOM. Major Bittencourt Respondeu que serão todos membros do Conselho. Andréia Caron Disse que o gestor do Conselho é o Prefeito e que ele responderia pessoalmente diante do Tribunal. Falou que entrou no assunto porque o Major Bittencourt entrou no assunto de dinheiro, mas salientou que o dinheiro é da comunidade. Lembrou que o Major Bittencourt falou que existe um plano de aplicação onde são definidas as prioridades e que sempre foi dada total liberdade ao Tenente Alves e a corporação para decidir o que é prioridade no município. Informou que o plano esta sendo cumprido à risca, e que em dois mil e três foi questionado a possibilidade de investimento em habitação para manutenção de Bombeiros em Guaporé. Salientou que o desejo de todos os Vereadores é ter todos os Bombeiros morando no município. Falou que se os Bombeiros não querem moradias, o Prefeito não vai construir casa para deixar fechada. Disse que como deixaram o aprimoramento dos Bombeiros em segundo plano, esta na hora de repensar. Falou que esta na hora reequipar, mas também de pensar no aprimoramento dos Bombeiros e no aprimoramento de políticas para trazer mais efetivo. Salientou que é um problema do Estado, mas que o município também deve pensar na possibilidade de ter os Bombeiros morando em Guaporé. Informou que o reequipamento do Corpo de Bombeiros sempre será prioridade, mas que agora a visão do Governo será além de apenas reequipar. Disse que o que o Governo propôs não é gastar todo o dinheiro do FUNREBOM, mas que pegasse apenas uma parte, por exemplo, dez porcento do Fundo e construísse uma casa para o Bombeiro que queira ficar em Guaporé. Disse ao Major Bittencourt, que da forma que o Prefeito administra o FUNREBOM e da responsabilidade que ele tem do Fundo, tem certeza que o dinheiro será bem gasto. Agradeceu a presença do Major Bittencourt e de todos. Disse que o Projeto está apenas possibilitando, e que em nenhum momento foi dito que não será reequipada a corporação. Lembrou que o tenente Alves sempre teve autonomia de gastar no que tinha necessidade, e que com o Projeto não será diferente. Falou ao Major Bittencourt que, se ele não conseguiu falar com o Prefeito, provavelmente foi por causa da viajem do Prefeito a Brasília, mas falou em nome do Prefeito que não faltarão oportunidades do Major Bittencourt conversar com o Prefeito. Major Bittencourt Agradeceu a Vereadora e disse que o Corpo de Bombeiros vai 5

6 continuar a fazer amigos e que não está em nenhuma posição partidária em relação a Prefeitura Municipal, e lembrou que o Corpo de Bombeiros faz parte da cidade e atende a todos de forma exemplar, independente de partido. Falou que a Instituição não é contra a nenhum programa habitacional ou de incentivo a permanência do Bombeiro na cidade, mas desde que o dinheiro não seja retirado do FUNREBOM. Disse que se o município está com dificuldade de recrutar jovens que queiram ser Bombeiros Voluntários, a conquista com relação à permanência dos jovens que não são daqui ela emana, não apenas de uma questão funcional, mas de programas habitacionais que a cidade possa oferecer, mas desde que o dinheiro não saia do FUNREBOM. Disse que o aprimoramento é uma preocupação do Comando Regional, e que antes não permitiam os Comandantes de começar o aprimoramento de cursos efetivos, porque a condição do Bombeiro era bastante deficiente, e apenas agora está em uma situação melhor. Falou que gostaria que a Prefeitura de Guaporé investisse como a Prefeitura de Marau faz, que investe um milhão cento e cinquenta mil reais por ano, para manter um Bombeiro Privado. Disse que a mesma Prefeitura paga para Policiais Militares, Policiais Civis e Bombeiros Militares, quatrocentos reais de auxilio moradia. Salientou que todos esses benefícios não saem do FUNREBOM. Falou que tem Bombeiros de Guaporé que estão querendo ir para Marau por causa dos benefícios. Pediu em nome da Instituição Corpo de Bombeiros para que os Vereadores não aprovem o Projeto. Vitor Hugo Zardo Saudou a todos os presentes. Disse que ouviu atentamente a explanação do Major Bittencourt, e disse que não estão julgando a floresta, e sim a árvore. Leu uma postagem que foi publicada no facebook no dia dezenove de junho de dois mil e quinze, as vinte e uma horas. O Projeto visa apenas o interesse político em construir moradia no próximo ano eleitoral, e desta maneira o desvio e o desperdício em construção de casas que ficarão o Corpo de Bombeiros tendo a falta de vários equipamentos, materiais e viatura. Falou que foi postado pelo Tenente Alves. O Vereador disse que ficou chateado porque tem sessenta anos de idade e é guaporense de alma e coração. Disse que ninguém é mais bairrista e ninguém gosta mais de Guaporé do que o Vereador. Falou que se sentiu envergonhado pela publicação e salientou que o Major Bittencourt deveria saber o que o seu comando está fazendo com a Instituição do Corpo de Bombeiros de Guaporé. Disse que a Instituição Corpo de Bombeiros é umas das únicas instituições que é respeitada no Brasil. Lembrou que o Major Bittencourt respondeu no Ofício que nenhum Bombeiro recebe auxilio moradia em Guaporé, mas o Vereador apresentou recibos assinados por Bombeiro. Pediu para o Major Bittencourt que, em trinta dias, dar uma posição para a Câmara de Vereadores sobre a atitude que vai tomar em relação a pessoa que recebia o auxilio moradia. Major Bittencourt Lembrou o Vereador que a pergunta feita foi se recebe, e atualmente não recebe. (Neste momento o plenário se manifestou e o Vereador pediu silêncio.) Vitor Hugo Zardo Disse que quando questionou se recebia auxilio, o Major Bittencourt respondeu Hoje nós precisaríamos de dezessete Soldados, três 3º Sargento, quatro 2º Sargento, dois 1º Sargento e um Tenente., sendo um total de vinte e sete homens, e Guaporé conta com dez. Disse que nos finais de semana apenas dois Bombeiros trabalham. Lembrou que foi ajudar em um incêndio a uma fabrica de joia e levou uma xingada do Bombeiro porque a mangueira não alcançava. No mesmo incêndio pediu para o Bombeiro ir buscar o segundo caminhão e o Bombeiro respondeu que não podia sair de perto do caminhão, o Vereador disse que a água estava acabando, e o Bombeiro foi de carona com a Brigada Militar buscar o segundo caminhão. Falou enquanto o Bombeiro buscava o segundo caminhão, o Bombeiro que estava apagando o incêndio gritou que precisava de mais 6

7 mangueira, o Vereador explicou que pediu para o Sr. Piuco, caminhoneiro de estrada, que ele botasse o caminhão mais para frente. Disse que quando o Bombeiro saiu da fabrica perguntou ao Vereador quem foi que autorizou a botar a mão no caminhão, e o Vereador disse que pediu para o Sr. Piuco colocar o caminhão mais pra frente porque estava faltando mangueira. Salientou que o Bombeiro gritou que ninguém tinha ordem pra mexer no caminhão, e se queriam mais gente era para pedir pro Governador do Estado. O Vereador disse que só não ofendeu o Bombeiro porque é uma pessoa educada, mas lembrou de que no dia seguinte recebeu uma correspondência da imprensa agradecendo a atitude que o Vereador teve. Falou que muitas vezes deu carona os Bombeiros que ficam na RS-129 pedindo carona para voltar pra casa, e quando perguntava aos Bombeiros que, se tivesse uma casa para morar em Guaporé, se eles viriam moram, os mesmos respondiam que viriam no mesmo dia. Falou que a administração batalhou muito para poder construir as casas, e que agora o Major Bittencourt diz que não quer as casas. Disse que foi nas consultas populares onde o Tenente pediu uma camionete de cento e oitenta mil reais para o comando em vez de pedir moradia. Lembrou que foi buscar o veículo Pálio em Passo Fundo, o veículo foi reformado e quando foram entregar o comando não quis nem receber o carro. Sobre o caminhão Ford, disse que chegou a sonhar com um caminhão para o município, pois sabe da necessidade. Salientou que até hoje ninguém sabe onde foi para o caminhão e nem o Corsa vermelho. Disse que o que a corporação tem hoje é um carro completo, um Iveco novo que causou confusão por causa do encaroçamento, porque ouviu do comando se a administração iria desmanchar o caminhão. Recordou que disse ao Prefeito que estregasse o caminhão antes que desse confusão, e o Prefeito na época Antônio Carlos Spiller, chamou o advogado da Prefeitura para fazer um termo da entrega do caminhão, porque o caminhão não tinha seguro e nem estava encaroçado. No dia da entrega, o Bombeiro que foi buscar o caminhão não quis receber sem fazer uma vistoria no caminhão. Contou que há alguns dias aconteceu um motim no Presídio de Guaporé, e em dez minutos estavam todos os Brigadianos no local, alguns com farda e outros sem, mas estavam todos no local e armados. Comparou com o Corpo de Bombeiro, que se acontecer um incêndio de grande proporção terá apenas dois Bombeiros para socorrer. Falou que o que a administração esta querendo fazer é que o Bombeiro que trabalha em Guaporé possa morar na cidade, para que também convivam com os guaporenses. Lembrou que o Projeto apenas possibilita a construção de moradia, e que o Prefeito não vai usar todo o dinheiro do FUNREBOM. Major Bittencourt Disse em relação aos recibos do auxilio, que o Tenente Alves mais o Sargento Everton já receberam, mas não recebem mais auxilio do CONCEPRO, que era repassado pela Prefeitura Municipal. Em relação ao repasse, disse que da mesma forma que os Policiais Militares e Policiais Civis, os Bombeiros recebem esses valores. Falou que seria muito interessante se a Câmara de Vereadores votassem em um Projeto em que todos os Bombeiros Militares fossem contemplados com o auxilio de forma efetiva, e que a Prefeitura através do seu caixa livre apontasse recursos para o auxilio moradia. Explicou que se fizessem isso, o aluguel que o aluguel de setecentos reais baixaria para trezentos. Em relação a gastos com casa funcional, disse que hoje, quando os servidores que estão servindo foram questionados, nenhum gostaria de morar em uma casa funcional em Guaporé. Em relação a caminhão, agradeceu ao Vereador pela ajuda no incêndio a fabrica. Disse que conversou sobre o assunto com o Tenente Alves, onde propôs dar um treinamento a varias pessoas da comunidade, formando Bombeiros Voluntários, baseado na Lei do Voluntariado, para que em uma emergência de grande proporção 7

8 possam dar um auxilio aos Bombeiros Militares. Falou que o caminhão novo é um planejamento estratégico, para trocar o caminhão que está com mais de trinta anos. Explicou que no momento tem apenas duas formas de comprar o caminhão, porque tem um custo de seiscentos mil reais e o FUNREBOM arrecada apenas trezentos. A primeira é comprar o chassi em um ano e encaroçar no ano seguinte, e a segunda e melhor alternativa é o Corpo de Bombeiros pegar duzentos e cinquenta mil reais do FUNREBOM e o Prefeito pegar mais duzentos e cinquenta mil reais do caixa livre da Prefeitura. Salientou que fazendo assim o Prefeito pode falar que a Prefeitura de Guaporé está apoiando o Corpo de Bombeiros pra comprar um caminhão novo. Em relação ao motim, disse que o Corpo de Bombeiros só vai se deslocar ao local quando a Policia Militar disser que está tudo dominado e que não há risco para o Bombeiro. Em relação ao efetivo, disse que não é construindo casas que será resolvido o problema. Falou que em relação à vistoria do caminhão, é dever do Bombeiro pedir a vistoria, como qualquer outra instituição faz. Disse que é desgastante estar na Tribuna do Povo para tratar sobre o assunto. Pediu para que não seja retirado do FUNREBOM verbas para construção de imóveis funcionais ou qualquer outro recurso que não seja para reequipamento e aprimoramento técnico do Corpo de Bombeiros Militar. Disse que tem certeza que o Vereador continuara sendo um voluntário, pois ser voluntário é fazer o bem sem olhar a quem. Vitor Hugo Zardo Disse que não irá fazer curso porque seu trabalho é voluntário. Falou que o Major Bittencourt entendeu errado a questão do motim, porque o questionamento foi em relação a um incêndio de grande proporção com apenas duas pessoas atendendo. Salientou que a sua parte fez em relação ao Corpo de Bombeiros, e está com a consciência tranquila em relação ao voto do Projeto. Pediu ao Major Bittencourt se é correto gastar seis mil reais em uma folha para distribuir para a comunidade, e também pediu um posicionamento em relação à publicação feita no facebook. Major Bittencourt Em relação ao gasto de seis mil reais, disse que no verso da folha tem orientação de prevenção contra incêndio, e em relação ao facebook, concorda que não é bom ter estas manifestações, principalmente vindo de um Militar Estadual, mas salientou que as redes sociais são de livre expressão. Disse que na fala do Vereador se percebe uma angustia bastante forte, o que acaba parecendo que há política envolvida. Falou que sua posição não é de política. Disse que esta presente na sessão para pedir aos Vereadores que não aprovem o Projeto que altera o FUNREBOM, pois o FUNREBOM já é consagrado. Vitor Hugo Zardo Disse que pelas palavras do Major Bittencourt, o mesmo concorda com o que foi postado no facebook. O Presidente Ronaldo Jair Donida pediu bom senso aos Vereadores e ao Major, para que todos fossem breves em seus pronunciamentos. Rodrigo De Marco Agradeceu a presença do Major Bittencourt e disse ao Presidente que tem bom senso, mas não podia se omitir se certas coisas. Salientou que em nenhum momento o Major Bittencourt foi questionado sobre o serviço prestado pelo Corpo de Bombeiros em Guaporé e região. Agradeceu em nome da comunidade o trabalho dos Bombeiros, e pediu ao Tenente Alves que, se puder, permaneça em Guaporé com toda corporação para manter o excelente serviço que estão fazendo. Disse que quando começou o embate, particularmente achou que seria um duelo entre duas pessoas, mas quando ouviu que o Major Bittencourt estava falando em nome da Instituição, viu que existe um problema político, mas do lado da situação. Perguntou ao Major Bittencourt se a taxa do FUNREBOM dos municípios que Guaporé atente vem para Guaporé ou são individuais. Major Bittencourt Disse que todas as taxas dos municípios que Guaporé atende, vai para o FUNREBOM de Guaporé. Rodrigo De Marco Perguntou se o Fundo que esta 8

9 sendo discutindo, é de todas as cidades que Guaporé atente. Major Bittencourt Disse que sim. Rodrigo De Marco Perguntou se quando é feito um investimento, a corporação esta pensando em todas as cidades. Major Bittencourt Respondeu que sim. Rodrigo De Marco Falou que confia na palavra do Major Bittencourt e informou que o caminhão não tem vinte anos, e sim, trinta e três. Manifestou-se contrário ao Projeto. Lembrou que o Prefeito respondeu um requerimento dizendo que, se os Vereadores queriam algumas melhorias, que fossem atrás de verbas parlamentar. Da mesma forma, sugeriu aos Vereadores que queiram as casas, que vão atrás de verbas parlamentares, e não tirar do FUNREBOM. Paulo Giroldi Reiterou sua saudação. Disse que desde que o Projeto entrou na Casa Legislativa, procurou buscar informações desde a criação da Lei Estadual do FUNREBOM de mil novecentos e noventa e sete. Falou que na Lei Estadual no Artigo Terceiro está previsto que a receita que é recolhida em cada município onde foi criado os Fundos Municipais, o objetivo é o reequipamento do Corpo de Bombeiros. Disse que estudando o Projeto mais a fundo, buscou a Lei que criou o Fundo Especial de Reaparelhamento do Serviço de Segurança Pública do Estado, onde diz que, a arrecadação do Fundo Especial de Reaparelhamento do Serviço de Segurança Pública é destinada também ao reaparelhamento. Disse que está bem clara a finalidade das Leis que criaram o FUNREBOM. Disse ao Major Bittencourt, que o Tenente Alves, no dia vinte e cinco de fevereiro através de um Ofício, solicitou ao Prefeito Municipal um Pregão Presencial a aquisição de um caminhão, pois era uma das metas do 7º Comando Regional do Corpo de Bombeiros. Perguntou ao Major Bittencourt se a informação procede. Major Bittencourt Disse que sim. Paulo Giroldi Falou que não tem duvidas que haja um desrespeito por parte do Prefeito Municipal, porque o mesmo sabia do Ofício que estabelecia as metas do 7º Comando Regional de Passo Fundo. Disse que o Corpo de Bombeiros de Guaporé atende vários municípios, e o Prefeito em nenhum momento conversou com os Prefeitos dessas localidades para saber o que era melhor para cada cidade. Salientou que é um desrespeito com a Instituição do Corpo de Bombeiros, e que Major Bittencourt não precisaria ter se deslocado para Guaporé se o Prefeito não levasse a questão para o lado pessoal. Falou que não é contra as moradias, mas sim, da utilização dos recursos do FUNREBOM que é somente para reaparelhamento do Corpo de Bombeiros para construção de casas. Perguntou ao Major Bittencourt, se caso não fosse criado o consórcio que existe, os recursos dos outros municípios iriam para o Fundo Estadual. Major Bittencourt Respondeu que sim. Paulo Giroldi Parabenizou o Major Bittencourt pela presença e ao Tenente Alves pelo trabalho que faz junto à comunidade. Contou que acompanha o Corpo de Bombeiros do Município desde mil novecentos e noventa e nove, quando exerciam varias atividades nos bairros da cidade para orientações e prevenção de incêndio. Falou que o calendário do Corpo de Bombeiros é um calendário educativo, onde mostra os cuidados domésticos e a prevenção de incêndio. Disse que os Bombeiros são heróis, porque atendem além de Guaporé, mais nove municípios. O Presidente Ronaldo Jair Donida agradeceu a presença do Major Bittencourt e cedeu a palavra para que o Major fizesse suas considerações finais. Major Bittencourt Agradeceu a todos os presentes, e disse tem certeza que a Instituição do Corpo de Bombeiros tem amigos na Casa Legislativa que sabem da luta da instituição em relação a efetivo. Disse que é desumano ter apenas três Bombeiros de serviço por dia e nos finais de semana dois. Falou que precisa urgentemente a contratação de mais efetivo, e citou o caso de algumas cidades onde atuam Bombeiros Mistos, que são Bombeiros Civis trabalhando em conjunto com os Bombeiros Militares. Disse que 9

10 talvez essa seja a solução para o efetivo em Guaporé. Agradeceu o espaço da Tribuna do Povo e pediu para que os Vereadores não aprovassem o Projeto. REQUERIMENTOS ESCRITOS: RODRIGO DE MARCO, MARIO A. MAROCCO e ADEMIR DAMO: Requereram a Mesa Diretora para que seja solicitado ao Poder Executivo o que segue: a) construção de uma cobertura no acesso principal da entrada da Escola Municipal de Educação Infantil Gasparzinho, e b) informe quais os motivos da falta do medicamento vanlafaxina, bem como o prazo para o restabelecimento do fornecimento. Aprovado por unanimidade. PAULO CESAR GIROLDI: Requereu a Mesa Diretora para que seja encaminhada solicitação ao Poder Executivo para que sejam realizadas melhorias no passeio público em frente à propriedade de nº , da Av. Monsenhor Scalabrini, Bairro Centro. Aprovado por unanimidade. REQUERIMENTOS VERBAIS: RODRIGO DE MARCO: Requereu a Mesa Diretora vistas ao Projeto de Lei 30/2015 até a próxima sessão. Aprovado por unanimidade. ADEMIR DAMO: Requereu a Mesa Diretora para que seja encaminhado ofício à Aguprosa, solicitando que a mesma informe a relação dos funcionários e profissionais de saúde contratados pela Aguprosa, com nome e função. Aprovado por unanimidade. PAULO CESAR GIROLDI: Requereu a Mesa Diretora para que seja encaminhada solicitação ao Poder Executivo para que informe a relação dos funcionários e profissionais de saúde que realizam atividades nos postos de saúde do município, informando nome, função e horário que prestam esses serviços nas Unidades Básicas de Saúde. Aprovado por unanimidade. PAULO CESAR GIROLDI: Requereu a Mesa Diretora vistas ao Projeto de Lei 33/2015 até a próxima sessão. Rejeitado por maioria. DISCUSSÃO DOS REQUERIMENTOS: Paulo Giroldi Reiterou sua saudação. Sobre o Projeto de Lei 33/2015, deixou claro que não é contra a criação de cargos de médico, pediatra, nutricionista e nem do aumento que passará de nove para quinze porcento para funcionários que tiverem pós-graduação. Disse que ao olhar atentamente o Projeto, o que chamou a atenção do Vereador foi a criação de algumas gratificações especiais como, plantão de transporte de pacientes; GE1 para GE2 do Coordenador Municipal da Defesa Civil; G1 de Coordenador de Oficina Mecânica. Falou que o chefe da Oficina Mecânica já recebe uma gratificação especial, como também o plantão de transporte de pacientes que recebe um sobreaviso. Salientou que estas eram suas duvidas sobre o Projeto e informou que recebeu a resposta apenas na tarde do dia da presente sessão. Sobre a calçada da Rua Monsenhor Scalabrini, informou que os moradores relataram que entraram em contato várias vezes com a Secretaria de Obras. Falou que houve um afundamento da calçada causado por uma máquina, onde já ocorreu um acidente com uma senhora. Pediu para a administração tomar providencias. Andréia Caron Por questão de Ordem informou que na última sessão, dia oito de junho, fez um requerimento para que os Projetos 33 e 37/2015 fossem inclusos na Ordem do Dia da presente sessão, e o requerimento foi aprovado por unanimidade. Disse que não sabia da legalidade do pedido de vistas do Vereador Paulo Giroldi. Explicou que o pedido de vistas do Vereador Rodrigo De Marco entrou de forma natural na Ordem do Dia. O Presidente Ronaldo Jair Donida manifestou-se colocando o pedido de vistas para ser votado em separado dos demais requerimentos. Ademir Damo Por uma questão de ordem, o Vereador sugeriu para que os Vereadores Paulo Giroldi e Andréia Caron conversassem para entrarem em um acordo. O Presidente Ronaldo Jair Donida disse que se caso as partes envolvidas quisessem conversar, cederia cinco minutos. Andréia Caron Falou que pelas justificativas, são várias as duvidas do Vereador e por isso não entraria em acordo. Disse que tentou se reunir na semana anterior para tirar todas às 10

11 duvidas dos Projetos que entraram na Ordem do Dia, mas o Vereador não a procurou. Paulo Giroldi Justificou dizendo que as respostas para suas duvidas foram recebidas na parte da tarde do dia da sessão. Disse que concorda com a votação, mas não com a inclusão porque ainda há duvidas em relação ao Projeto. Disse que quando olhou a Lei já existente, ocorreram algumas duvidas em relação a cargos de chefe da oficina mecânica e também do plantão de transporte de pacientes. ORDEM DO DIA: PROJETO DE LEI Nº 25/2015, DE 08 DE MAIO DE 2015, QUE ALTERA DISPOSTIVOS DA LEI 2346/2001 QUE CRIA O FUNREBOM E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Aprovado por maioria. DISCUSSÃO DO PROJETO: Ademir Damo Reiterou sua saudação. Disse que prestou atenção atentamente na explanação do Major Bittencourt e concluiu que o Projeto pode trazer prejuízos maiores no futuro. Falou que não sabe se o Projeto trará problemas futuros ou benefícios. Disse que tem que ser analisada a Lei maior, a Lei Estadual que se sobrepõe sobre a Lei Municipal. Falou que muito foi dito sobre a brecha na Lei, e concordou, dizendo que dificilmente exista Lei sem brechas. Disse que se a Lei é para reaparelhamento dos Bombeiros, não precisa ser achada uma brecha para criar uma Lei para que o recurso seja para construção de moradias. Falou que se existe uma Lei para reaparelhamento, essa Lei tem que ser respeitada, por mais brechas que a Lei tenha. Disse que se a corporação não quer casas, não deveria haver o Projeto para construção de moradias. Salientou que prefere que os Bombeiros adquiram caminhão, desencarcerador e reequipamentos com recursos do FUNREBOM, porque casas o município pode construir a hora que quer com o dinheiro do município. Disse que o Prefeito pode ir ao Ministério Público e efetuar um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com a Justiça, para construir as casas com o dinheiro que é arrecadado das multas. Deu o exemplo das casas que foram construídas para Brigada Militar com o dinheiro das multas. Disse que não quer cometer o erro, de no futuro precisar do desencarcerador para tirar uma pessoa das ferragens e o Corpo de Bombeiro não tenha o desencarcerador. Falou que efetivo, o Estado há anos esta em falta, em todas as áreas. Disse que tem a oportunidade de visitar várias Corporações do Corpo de Bombeiros no Estado, e na semana anterior a esta sessão esteve em Santo Ângelo e Santiago, onde conversou com alguns Bombeiros sobre o Projeto que esta em votação. Falou que vários Bombeiros, inclusive o Major Chagas de Santo Ângelo, falaram que desconheciam do Projeto e que nunca viram algo parecido. Disse que com tantas informações que obteve, tem consciência tranquila em relação ao seu voto. Manifestou-se contrário ao Projeto. Salientou que não é contrário a construção de casas, mas desde que o Prefeito não construa com o dinheiro do FUNREBOM. Valter Luis Mann Reiterou sua saudação. Disse que o Bombeiro é uma das profissões mais dignas do país. Parabenizou todos os Bombeiros que estavam presentes e disse que é um orgulho para a comunidade guaporense e para o Estado. Falou que nunca viu uma pessoa lutar tanto pelos Bombeiros como o Vereador Vitor Hugo Zardo. Disse que pôde acompanhar o empenho do Vereador durante duas Legislaturas para que o Corpo de Bombeiros fosse comtemplado com recursos, equipamento e efetivo. Falou que foi um dos que mais batalhou na construção de casas para Brigada Militar. Disse que na época foi feito um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público para que, com o dinheiro das multas que os empresários pagaram fosse construídas as casas da Brigada Militar. Falou que se deve olhar para os Órgãos de Segurança Pública com mais carinho. Disse que nas ultimas consultas populares, defendeu que a verba que viria fosse para a construção de casas para a Segurança Pública, mas infelizmente foi vencido porque os responsáveis pela Segurança Pública 11

12 preferiu adquirir um veículo leve. Manifestou-se favorável ao Projeto porque no seu entender, a questão do Projeto se tornou algo pessoal que acabou fugindo do controle. Salientou que em vez de discutir a questão de benefício para a comunidade, a questão se tornou algo pessoal. Falou que o Comandante Noas foi um dos Comandantes mais ativos que teve em Guaporé, e que esteve na tribuna do Povo e na imprensa para cobrar das lideranças do município a construção de casas. Disse que o atual Comandante Vladimir esteve ocupando a Tribuna do Povo por varias vezes para pedir auxilio para construção de um prédio funcional. Falou que em uma das Atas, consta que o Comandante disse Não adianta vir dez Bombeiros servir em Guaporé se moram em outros municípios, pois não terá um efetivo aqui na cidade, em caso de calamidade pública, uma ocorrência de grande vulto, sendo que não atende só Guaporé, mas a outros nove municípios, onde podem ocorrer um acidente de grande proporção, como vendavais, chuvas, granizo e se não tiver efetivo aqui, não tem como atender., em outra parte o Comandante diz Não adianta ter dois, três caminhões de equipamento para todos os Bombeiros, se o Bombeiro esta em Passo Fundo, outras cidades e não pode prestar serviço a comunidade. Disse que foram varias manifestação por parte do Tenente Alves, inclusive que poderia ser usado verba do FUNREBOM para construção de imóvel, e que o para o Projeto de casas funcionais não era necessário alteração na Lei do FUNREBOM para que as construções pudessem ser realidade. Falou que assim como o Comandante Vladimir, esse Projeto também era uma preocupação do Comandante Noas. Disse que quando conseguiu para Brigada Militar as quatro casas, muitas pessoas pediram ao Vereador se não era excessivo para o Corpo de Bombeiro e Polícia Civil. Salientou que respondia que gostaria que fosse, mas infelizmente não foi possível, pois era sua preocupação. Falou que ao contrário do Vereador Damo colocou, disse que não falta desencarcerador e nem caminhões em Guaporé. Disse que o FUNREBOM tem dinheiro para comprar mais um desencarcerador se for necessário. Falou que o Projeto apenas abre uma possibilidade para o Bombeiro que queira vir trabalhar em Guaporé, ter uma moradia. Disse que o Prefeito não vai gastar todo o dinheiro, porque o reequipamento será a prioridade. Manifestou-se favorável ao Projeto. Salientou que apenas votaria contrário se o Projeto fosse inconstitucional, mas como o Parecer Jurídico da Câmara de Vereadores aponta que o Projeto é legal, o Vereador confiará no Parecer. Rodrigo De Marco Reiterou sua saudação. Disse que Serafina Corrêa da auxilio aos Bombeiros e não é com o dinheiro do FUNREBOM, e que Guaporé deveria fazer o mesmo. Destacou que a opinião dos Bombeiros que atuam em Guaporé é de não gastar o dinheiro do FUNREBOM em construção de moradias. Falou que a Corporação do Corpo de Bombeiros de Guaporé se expôs aos Vereadores e colocou a posição da Instituição, e após o ato foram questionados e de certa forma insultados. Disse que, se o Comando veio se expor para que o Projeto não seja aprovado, tem que ser respeitada a decisão. Falou que seguidamente encontra amigos que conversam sobre política, e que em certo dia um amigo lhe disse a seguinte frase, Políticos e suas politiquices. Disse que é algo que vai levar pra sempre, e afirmou que tem vários exemplos na Casa Legislativa, e que são de longas datas. Salientou que a profissão do Professor é de ensinar, a do Marceneiro é construir e a do Bombeiro a de salvar vidas, mas acabara desvirtuando, caso Projeto seja aprovado. Disse que resumidamente o município está fazendo política com o dinheiro do FUNREBOM. Falou que o dinheiro do FUNREBOM quem paga é a população, e que o Projeto será aprovado para Vereador e Prefeito sair em uma foto de jornal dizendo que conseguiram as casas. Disse que infelizmente é o que esta acontecendo e que não é a primeira vez 12

13 que acontece algo do tipo. Andréia Caron Pelo fato do Vereador ser Advogado, perguntou se o Vereador acha o Projeto ilegal. Rodrigo De Marco Disse que se a Lei Estadual não permite é ilegal, e se ela permite é legal. Andréia Caron Perguntou se o Vereador acha ilegal o Projeto, em sua concepção. Rodrigo De Marco Disse que respeita o pedido da Instituição e por isso acha ilegal. Falou que o Prefeito foi a uma rádio e falou que o município tem três milhões de reais em caixa em dois mil e quinze. Pediu para que o Prefeito fazer as casas com o dinheiro do município, pois assim poderão ir na casa bater foto e colocar no jornal dizendo que foi construída com dinheiro do município. Salientou que se o Prefeito respeitasse a decisão da Corporação e a vontade da comunidade, teria retirado o Projeto e não haveria necessidade de todo debate que aconteceu. Disse que o Projeto terá voto político, e que resultará no resultado da votação. Vitor Hugo Zardo Reiterou sua saudação. Disse achar que foi o Vereador quem postou a mensagem no facebook, e se não foi o Vereador, o Vereador ditou para pessoa postar. Falou que o Vereador é advogado, mas que existe algo chamado in dubio pro reo, que em questão de dúvida absolve. Disse que o Vereador tem que ter posição porque estão representando vinte e cinco mil pessoas. Perguntou ao Vereador se é a favor ou contrário ao Projeto. Rodrigo De Marco Disse que o Vereador é experiente com facebook e manifestou-se contrário ao Projeto. Vitor Hugo Zardo Agradeceu ao Vereador por ter se posicionado. Disse que a Câmara de Vereadores precisa de pessoas que tenham postura, porque as pessoas estão apenas de passagens e as Instituições ficam pra sempre. Falou que o Comando que estava presente na sessão, no futuro estará na reserva, com direito de ter trabalhado, mas a Instituição ficará. Salientou que o caminhão vai ficar velho e precisará de manutenção, como as casas que precisarão de pintura, mas o que tem que tem que ser feito é dar tranquilidade para essas pessoas. Disse que a questão já virou queda de braço, e quando o Vereador falou que o comando veio se expor, salientou que não compreendeu. Disse que a Tribuna do Povo é para as pessoas falarem o que pensam. Falou que tem Vereador falando que tem que dar mais dinheiro para as entidades, mas alertou que no próximo ano será mais difícil, porque o Governador se pronunciou e disse que o Estado não tem dinheiro. Salientou que o Estado do Rio Grande do Sul era exemplo na Federação e hoje é o estado mais quebrado. Disse que quer o discurso que os Funcionários Públicos vão fazer na Casa Legislativa quando entrarem em greve. Falou que é uma pessoa que deita e dorme, porque tem uma posição formada. Disse que se Deus lhe der a graça de viver, vai ver Bombeiros morando nas casas, com as esposas trabalhando nas empresas do município e seus filhos indo à escola. Salientou que talvez o município seja o único, mas os outros vão se lembrar de que, quem achou uma brecha no FUNREBOM foi Guaporé. Disse que estão na presente sessão para aprovar a Lei, e os outros municípios virão de atrás. Falou que tem certeza de que a Instituição do Corpo de Bombeiros é umas das mais respeitadas no Brasil. Agradeceu pelo que falaram de sua pessoa, pois tem certeza que fez a sua parte em relação ao Corpo de Bombeiros, mas também disse que sabe a hora de parar e essa hora chegou. Adílio Antônio Pasini Saudou a todos os presentes. Disse que ninguém estava presente para votar contra os Bombeiros. Falou que participou da votação que criou o FUNREBOM, que foi a terceirização do serviço do Estado para o município contribuir com taxa. Disse que não é Lei e não é Constituição, é apenas uma taxa, que poderia ser criada ou não ser. Falou que era Presidente da Casa Legislativa quando a taxa foi criada, e que era muito mais polemico do que esse Projeto. Disse que tem certeza absoluta que se o Projeto fosse ilegal, votaria contra. Falou que tem conversado muito com alguns Vereadores e o Prefeito sobre o Projeto. Disse que o 13

14 Prefeito não pediu nada, e que o Projeto foi encaminhado porque é uma Lei que pode ser criada. Falou que se a Lei for aprovada não significa que será gasto os trezentos mil reais. Disse que é uma taxa municipal que foi criada pele Governo Britto, que irresponsavelmente em mil novecentos e noventa e sete criou a taxa, mesmo sabendo que o Estado estava quebrado. Falou que o dinheiro do FUNREBOM de Guaporé é dinheiro do Município, pois é arrecadado em Guaporé e nos demais municípios que Guaporé atente. Informou que o Prefeito deixou claro que se houver confronto ele não vai mexer no dinheiro do FUNREBOM para construir casas. Disse que a realidade dos fatos é que cada um puxa a brasa pro seu assado. Falou que concorda com o Comandante que não se pode deixar o Corpo de Bombeiros sem equipamento, mas lembrou de que Guaporé está arrecadando bastante dinheiro porque tem muitos comércios no município. Disse que concorda com o Vereador Vitor Hugo Zardo, quando ele disse que o Projeto será Projeto Sugestão no Estado em vários municípios. Lembrou que o Vereador Valter Mann entregou um Projeto Sugestão para que o Estado altere a Lei do FUNREBOM e passe a destinar uma parte da arrecadação a outros órgãos de Segurança Pública. Salientou que infelizmente a votação do Projeto se tornou algo constrangedor pelos fatos que aconteceram dias antes a votação. Paulo Giroldi Reiterou sua saudação. Disse ao Vereador que a Lei que dispõe sobre taxas e serviços diversos que esta prevista no Artigo Terceiro foi criada pelo Ex-Governador Antônio Britto e que as taxas foram criadas pelo Ex-Governador Jair Soares. Disse o Governador da época Jair Soares criou a Lei 8109/85, onde as taxas eram cobradas e recolhidas para o Fundo Estadual de Segurança Pública para reaparelhamento da Segurança Pública do Estado. Falou que o Ex-Governador Antônio Britto criou a Lei, utilizando que os valores relativos às multas aplicadas com base na Lei de cobranças e taxas previstas na Lei 8109/85 e alterações posteriores, elas seriam parte da receita a ser recolhida em cada município para criar os Fundos Municipais criados com o objetivo de auxiliar o reequipamento do corpo de Bombeiros, e aos municípios que não possuam sede, seriam recolhido ao Fundo Estadual de Segurança Pública (FESP). Disse que a taxa não foi criação do Antônio Britto, e que ele apenas regulamentou para ajudar mais a Corporação do Corpo de Bombeiros através da Lei 10987/97, que se utilizava de uma taxa que era cobrada, mas não estava regulamentada aos municípios. Falou que o objetivo da Lei criada pelo Antônio Britto, que se utilizou das taxas criadas pelo Jair Soares, esta bem colocada no Projeto de Lei que criou o FUNREBOM, através da Lei 10987/97, onde diz Reequipar, adquirir e manter material permanente, realizar análises, planos e vistorias em sistemas técnicos de prevenção e combate a incêndios, aperfeiçoamento de recursos humanos, custeio geral e a construção e conservação de instalações da Organização de Bombeiros Militar com sede em Guaporé.. Em relação ao questionamento feito ao Tenente Alves, que foi levantado pelo Vereador Valter Mann, disse que foi em dois mil e treze e que os Vereadores apoiaram, mas falou que o Comandante não levou para frente à ideia porque o FUNREBOM é apenas para reequipamento da Corporação. Salientou que o reequipamento significa salvar vidas, e que um caminhão mais novo significa que será mais eficiente na hora de algum resgate ou incêndio. Disse que na Casa Legislativa muitos falam que defendem a Segurança Pública, mas quando os Órgãos de Segurança Pública vem a Casa, como Corpo de Bombeiros pedindo para manter a Lei do FUNREBOM como está, poucos pensam em defender a Instituição. Falou que poucos lutam pela Segurança Pública do município, principalmente o Prefeito, porque recebeu um Ofício no dia vinte e cinco de fevereiro de dois mil e quinze colocando o Plano e Metas do 7º Comando Regional que seria uma 14

15 aquisição de um caminhão para renovação da frota e o encaroçamento desse caminhão em dois mil e dezesseis, e foi para uma emissora de rádio dizer que O dinheiro do município de Guaporé quem cuida é o Prefeito.. Lembrou que o Prefeito não é dono do dinheiro, e sim, ele é apenas o gestor. Disse que o tempo de ditadura já passou, e que hoje se vive em um país onde se respeita todas às instituições. Falou que seu voto é para dar continuidade ao trabalho que esta sendo realizado em Guaporé e nas demais cidades, que não foram chamados pelo Prefeito Municipal para ouvir a opinião de cada Prefeito de cada município aonde o Corpo de Bombeiros de Guaporé atua. Salientou que não é contrário a construção de casas, mas que é contrário a usar o dinheiro do FUNREBOM para construção de moradias. Manifestou-se contrário ao Projeto. Andréia Caron Disse que é favorável ao Projeto e que isso significa que não é contrária aos Bombeiros. Falou que em nenhum momento e em nenhum Parecer, nem mesmo o do Ministério Público apontou a questão de ilegalidade, e se for, vai para área Jurídica, vai ser discutido nas esferas que precisa e será declarado inconstitucional. Deu o exemplo à eleição para Diretora das escolas, que depois de uma Lei Municipal do Ex Prefeito Fernando Postal, foi declarado via Tribunal de Justiça. Salientou que é um tramite natural que poderá acontecer. Disse que foi feito um drama, mas até hoje o Prefeito sempre autorizou o pedido do Tenente. Falou que antes da sessão foi lavada roupa suja com discussões acaloradas, mas que em nenhum momento o Prefeito se negou a tudo que foi pedido pelo Tenente. Disse que houve falta de respeito por parte do Tenente a partir do momento em que se manifestou, induzindo erroneamente através dos meios de comunicação e internet, facebook, porque por ser uma pessoa pública teria que ter mais cuidado na forma de se expressar. Falou que o mais grave foi o Tenente ter ido aos meios de comunicação e ter dito que o Prefeito é mentiroso, autoritário e outras coisas. Disse que a partir desse momento, o Tenente puxou para si uma questão pessoal, demonstrou que a questão é pessoal. Falou que a exposição de desgaste, onde um ficam apontando o dedo para o outro, acaba criando uma situação chata na comunidade, porque acaba demonstrando que são contra os Bombeiros e isso não é verdade. Disse que em dois mil e treze servia construir casas com dinheiro do FUNREBOM, e que agora não serve mais. Falou que tem as Atas de quando o tenente Alves disse que servia construir casas com o dinheiro do FUNREBOM. Salientou que tudo tem mudanças, que as coisas amadurecem e a pessoa pode mudar de opinião. Disse que esse dinheiro é uma possibilidade, e que até o momento ninguém conseguiu provar que o Projeto é ilegal. Falou que tem certeza absoluta que o município não vai perder o FUNREBOM por não estar aplicando o dinheiro corretamente ou por desvio de finalidade. Também tem certeza absoluta que o FUNREBOM não sai de Guaporé e que serão construídas casas se necessário. Salientou que o projeto será aprovado na presente sessão, mas não por que estariam desrespeitando ou contrariando os Bombeiros que estiveram na sessão. Agradeceu a presença dos Bombeiros. Manifestou-se favorável ao Projeto. Gilmar Treviso Saudou a todos os presentes. Disse que acompanhou todo debate sobre o Projeto e que respeita a opinião de todos que se manifestaram. Falou que quando foi aprovado em dois mil e um a taxa do FUNREBOM, os Vereadores levaram a maior pressão da comunidade e do comércio guaporense quanto à criação da taxa. Salientou que essa taxa seria dever do Estado. Disse que tem maior respeito por toda Corporação e pelo trabalho que fazem no município. Falou que a aprovação da taxa em dois mil e um foi a maior pressão que teve, mas aprovou a taxa que hoje o povo paga e o Corpo de Bombeiros estabelece equipados. Manifestou-se favorável ao Projeto. Salientou que o Projeto é apenas uma possibilidade passa a construção de casas. PROJETO DE LEI 15

16 Nº 26/2015, DE 14 DE MAIO DE 2015, QUE AUTORIZA A ABERTURA DE CRÉDITO ESPECIAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Aprovado por unanimidade. DISCUSSÃO DO PROJETO: Nenhum Vereador se manifestou. PROJETO DE LEI Nº 30/2015, DE 20 DE MAIO DE 2015, QUE ALTERA E INCLUI DISPOSITIVOS NA LEI Nº 3083/2010, QUE DISPÕE SOBRE O CÓDIGO DE OBRAS DO MUNICÍPIO. Pedido de vistas até a próxima sessão. Aprovado por unanimidade. PROJETO DE LEI Nº 33/2015, DE 27 DE MAIO DE 2015, QUE ACRESCENTA E ALTERA DISPOSITIVOS NAS LEIS 3004/2009 E 3005/2009 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Pedido de vistas até a próxima semana. Rejeitado por maioria. Projeto Aprovado por unanimidade. DISCUSSÃO DO DESTAQUE: Paulo Giroldi Justificou o pedido de destaque dizendo que é referente à criação de duas novas gratificações especiais. Disse que ficou com duvidas e por isso pediu o prazo de uma semana. Falou que é favorável a criação dos cargos de Médico Pediatra, Nutricionista. Salientou que sempre incentivou o estudo e a graduação dessas pessoas. Disse que tem muitas duvidas em relação ao Projeto. Pediu a votação em destaque. Andréia Caron Por questão de Ordem, disse que o Vereador pediu destaque dos Artigos Terceiro e Sexto. Falou que o destaque significa que votariam e Lei sem esses os dois Artigos, porque não pode retirar do Artigo apenas o Coordenador da Mecânica ou do Plantão dos Pacientes. Disse que se for votado em destaque, será votado o Artigo inteiro e não apenas uma parte do Artigo. Paulo Giroldi Disse que é o Artigo Terceiro e o Artigo Sexto da Lei. Andréia Caron Disse que se for votado em destaque os Artigos Terceiro e Sexto, o Artigo Oitavo não vai se efetivar. Manifestou-se contrária ao pedido de destaque. Valter Luis Mann Disse que no momento que a pessoa ganhar a gratificação elencada pelo Projeto, a pessoa perderá o sobreaviso. Explicou que o sobreaviso não vai para aposentadoria e a gratificação vai. Salientou que a pessoa não ficara com os dois benefícios. Vitor Hugo Zardo Disse que o Projeto apenas incorpora na aposentadoria. Explicou que a pessoa deixa de ganhar a gratificação e incorpora na aposentadoria. Paulo Giroldi Falou que é por estas duvidas que pediu o prazo de uma semana. Falou que recebeu a informação que o Chefe da Mecânica já recebe uma gratificação especial e o Projeto esta criando mais uma gratificação. Disse que, o que os Vereadores falaram não está claro no Projeto. Falou que confiará no Governo. Retirou o pedido de destaque. Salientou que foi orientado pelo Jurídico da Casa Legislativa em relação ao pedido de destaque. DISCUSSÃO DO PROJETO: Vitor Hugo Zardo Reiterou sua saudação. Disse que o Projeto é simples. Explicou que a pessoa que trabalha na Defesa Civil vai receber uma gratificação um pouco maior porque esta de plantão vinte e quatro horas por dia; O Mecânico vai deixar de receber o recebe como gratificação para vincular e levar para a aposentadoria; As pessoas com pós-graduação vão receber a mais por ter se esforçado mais para obter conhecimento. Andréia Caron Disse que respeita o Vereador Giroldi. Explicou que a gratificação será especifica para algumas funções. Falou que o Coordenador passara a ter mais atribuições, que são as atribuições que estavam em anexo, inclusive vai fazer o recebimento de mercadoria e ser responsável pela oficina, porque há muita dificuldade. Disse que conversou com o pessoal e eles falaram que se chegar alguma coisa que tem que dar recebimento, tem que ser alguém com conhecimento para saber se o produto esta em boas condições. Falou que a questão do Plantonista da Secretaria da Saúde é uma novela. Disse que se está de sobreaviso passa para outro e que agora o Plantonista vai ter que atender um chamado se necessário. Salientou que o mais importante é a abertura de dois Médicos Pediatras, que é um 16

17 problema sério em Guaporé. Falou que os Médicos Ginecologistas terão aumento de salário. Disse que terá mais fiscalização dos Engenheiros para projetos e obras porque é algo fundamental para que o sistema funcione na administração. Falou que não é interesse do Poder público colocar dois Engenheiros, e sim, uma necessidade da comunidade. Disse que na área da educação serão dois Fonoaudiólogos e uma Nutricionista para merenda escolar, que hoje não existe. Falou que a Nutricionista que existe hoje era do antigo quadro do Hospital, e os dois Fonoaudiólogos vem para ajudar a cumprir uma das metas do Plano Municipal da Educação, que é uma exigência do MEC ter estes profissionais. Salientou que a partir do Plano Municipal da Educação, não serão apenas Professores nas escolas. Disse que agora será uma equipe multidisciplinar que vai atender os alunos. Lembrou que todos os monitores concursados já foram chamados, e hoje o município não tem mais nenhum monitor para chamar. Falou que o município ainda necessita de mais monitores. Disse que no momento o município conta com trinta monitores, três secretárias de escola e doze cozinheiras. Salientou que é um projeto amplo e por isso surgiu duvidas, mas lembrou de que o Projeto ficou durante quinze dias para ser analisado pelos Vereadores, e por isso não aceitou o pedido de vistas do Vereador. Disse que ajudaria o Vereador com as duvidas, e se o Vereador não tivesse mais essas duvidas, pediu para o Vereador votar favorável ao Projeto. Rodrigo De Marco Disse à Vereadora que os Artigos Terceiro e Sexto estavam repetidos. Andréia Caron Respondeu que o Artigo Terceiro muda o Parágrafo Primeiro e o Artigo Sexto tem o capte diferente. Explicou que o Artigo Primeiro muda o Parágrafo Primeiro que diz São as seguintes as gratificações pelo exercício de atividades de natureza dos Servidores após tem a descrição do quadro; O Artigo Sexto diz Passa a vigorar com a seguinte redação ; Artigo Vinte e Três que muda o capte; Artigo Primeiro São as seguintes as gratificações pelo exercício de atividade de natureza especial a Servidores efetivos. Rodrigo De Marco Disse que poderia ter sido feito em um Artigo, porque acabou repetindo a mesma coisa nos dois Artigos. Em relação às duvidas, disse que às vezes se entende o Projeto mas durante a semana acaba surgindo alguma duvida. Falou que por isso é importante o pedido de vistas quando surgir a duvida de algum Vereador, para não gerar um problema maior no futuro. Paulo Giroldi Reiterou sua saudação. Disse que as duvidas que surgiram na sessão foram tiradas com uma pessoa da plateia. Falou que o Presidente, que tinha o conhecimento, não tinha a clareza do objetivo do Projeto, porque no Projeto esta sendo criados cargos e dando uma prorrogativa de funcionário que tem pós-graduação ganhar dezesseis porcento e quem tem graduação ganhar nove porcento. Disse que esta sendo criadas gratificações especiais com dois cargos, onde esta sendo alterado o cargo da Defesa Civil que era G1 e passará para G2. O Vereador disse se as iniciativas partissem de três Projetos ficaria mais claro. Salientou que tinha serias duvidas mas que foram sanadas. Manifestou-se favorável ao Projeto. PROJETO DE LEI Nº 34/2015, DE 28 DE MAIO DE 2015, QUE AUTORIZA O MUNICÍPIO CONCEDER CONTRIBUIÇÃO À ASSOCIAÇÃO GUAPORÉ PRÓ-EVENTOS, FIRMAR CONVÊNIO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Aprovado por unanimidade. DISCUSSÃO DO PROJETO: Vitor Hugo Zardo Reiterou sua saudação. Cumprimentou o Presidente da Mostra Guaporé, Sr. Rodrigo Marin, e desejou sucesso ao evento. Mário Antônio Marocco Saudou a todos os presentes. Disse que o Projeto é importante para o município, mas salientou que o valor é razoável. Cumprimentou todas as entidades e empresas que compõem a CIC, CDL e a AJOLI, porque fazem o crescimento do município e estarão presente na feira. Destacou que Guaporé também 17

18 tem empresas de outros setores, como de metal mecânico que estarão presentes na Mostra Guaporé. Desejou sucesso a Mostra Guaporé. Paulo Giroldi Reiterou sua saudação. Disse que conversou com algumas pessoas ligadas a Mostra Guaporé, e assim como o Vereador Mário, acham o valor razoável para baixo, pois poderia ser um valor maior pela importância da maior feira do município. Falou que o Prefeito de Serafina Corrêa concede setenta mil reais para uma feira de pizza, enquanto o Prefeito de Guaporé concede cinquenta mil reais para feira de lingerie e semi-jóias. Disse que espera que no próximo ano, o valor cedido pelo Prefeito seja dobrado. PROJETO DE LEI Nº 37/2015, DE 05 DE JUNHO DE 2015, QUE APROVA O PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PME E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Aprovado por unanimidade. DISCUSSÃO DO PROJETO: Mário Antônio Marocco Reiterou sua saudação. Disse que teve a oportunidade de participar por duas oportunidades das audiências que teve na Casa da Cultura onde estava sendo tratado o Projeto. Parabenizou a Secretária da Educação Sra. Valéria Prestes e as demais pessoas que participaram do Projeto. Salientou que é um trabalho para os próximos dez anos da educação no município. Em nome da Bancada do PDT parabenizou todos os envolvidos pelo excelente Projeto. Moustafh Roberto Sari M. Muhammad Saudou a todos os presentes. Disse que é um orgulho ter participado do Projeto junto com a Marta e suas colegas. Falou que aprendeu muito com elas quando participou do Projeto que vai ser o futuro das crianças para os próximos dez anos. Falou que era um dia especial e que todas estavam de parabéns. Disse que sem a professora não existiria os Bombeiro, os Vereadores, Advogados, Comerciantes, Imprensa e varias outras profissões. Salientou que os professores são especiais, e por isso, deveriam ser mais valorizados. Vitor Hugo Zardo Reiterou sua saudação. Saudou a todas as pessoas envolvidas no Projeto em especial Sra. Valéria Prestes. Disse que Guaporé esta muito bem servida de profissionais na área da educação. Falou que professor é pai e mãe de todas as profissões, e infelizmente são pouco valorizados. Disse que tem famílias que atiram seus filhos na escola para aprender educação, mas lembrou a todos que a escola não educa ninguém, pois quem educa são os pais, e a escola apenas aperfeiçoam. Cumprimentou todas envolvidas pelo trabalho que fizeram e que tem certeza que esse Projeto só vem a engrandecer a qualidade de vida do município. Valter Luis Mann Saudou a todos os presentes. Disse que o Plano Nacional da Educação surgiu em mil novecentos e sessenta e dois durante o plano de metas do Ex-Presidente João Goulart, que posteriormente foi retirado durante o período da redentora e retornou em mil novecentos e noventa e oito com o Ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, mas na ocasião vetou sete artigos que davam financiamento na área da educação. Falou que em dois mil e sete com o Governo Lula foi criado o FUNDEB, onde colocou nove milhões para financiamento da educação básica do país. Disse que um dos objetivos principais do FUNDEB é a ampliação do investimento público na educação básica do país, que atinge sete porcento do PIB nos primeiros cinco anos, e no final deste ano atingirá dez porcento do PIB, que é financiado pelos royalties do petróleo, pelo FUNDEB e também com recursos do próprio município que vai ser uma complementação. Falou que além de estipular as metas a ser alcançada pelo Plano Municipal da Educação, uma das principais conquistas que vem do Plano Nacional da Educação, que foi referendado pelo Plano Estadual da Educação e agora contemplado no Plano Municipal da Educação é a valorização dos profissionais do magistério da rede pública de educação básica, de modo que para rendimento médio aos demais profissionais com escolaridade equivalente. Disse que é inadmissível que um profissional da educação receba menos do 18

19 que os demais profissionais do mesmo nível de graduação. Falou que essa é uma das principais conquistas, e que desde que começaram os debates sobre o Plano Municipal da Educação, sempre falou que a valorização do magistério dentro do Projeto era cláusula pétrea. Disse em nome da Bancada que jamais aprovariam um Projeto que não valorizassem os profissionais do magistério. Salientou que apenas podem ter uma pátria educadora, quem valoriza os profissionais da educação. Parabenizou a todos os envolvidos pelo excelente Projeto, em especial a Sra. Adonice, que enquanto conversava com seu marido, viu ela de madrugada trabalhando em cima da correção do Projeto do Plano municipal da Educação. Salientou que o Projeto está quase que perfeito. Andréia Caron Reiterou sua saudação. Agradeceu a todos envolvidos no Projeto do Plano Municipal da Educação. Falou que não precisou falar de diagnósticos e metas porque a maioria do público presente era de professores que participaram do Projeto. Falou que não são apenas para os dez anos, porque o que tem hoje também é muito importante, e que muitos não conhecem. Disse que tinha muitas coisas que não sabia, até ter participado da audiência pública de diagnósticos, onde viu que o município investe muito na educação. Salientou que os cinquenta mil reais que o município concedeu para Mostra Guaporé, não são setenta mil porque a administração bastante em educação, saúde e nas entidades. Disse que sabe que o Projeto do Plano Municipal da Educação foi um trabalho desgastante e não são todas pessoas que se dispõem a participar da construção do Projeto. Falou que as audiências na Casa da Cultura estavam todas lotadas, mas lembrou que o Plano esta discutindo a educação municipal, estadual e particular, e que muitas outras pessoas poderiam ter participado do Projeto. Disse que as pessoas que participaram do Projeto pensaram com amor e carinho, não só nos professores, mas em todos os profissionais da educação pública, na estrutura e na profissionalização. Agradeceu a todos envolvidos no Projeto pela elaboração do Plano Municipal da Educação, em especial a Sra. Adonice que foi a coordenadora do Projeto. Paulo Giroldi Reiterou sua saudação. Disse que participou de um encontro do Plano Municipal da Educação, e lembrou que em dois mil e sete participou do Plano Nacional de Políticas Públicas para Juventude, quando ainda residia em Brasília. Falou que durante o tempo que o projeto foi elaborado, buscou algumas informações de quando iniciou e o que era o Plano Nacional da Educação. Disse que quando iniciou o Plano Nacional da Educação, o intuito era de substituir o primeiro de dois mil e um a dois mil e dez, e quando começou a tramitar no Congresso, em dois anos o Projeto sofreu três mil emendas. Falou que foi aprovado pelo Senado e retornou a Câmara dos Deputados, onde houve a aprovação no dia vinte e oito de maio e sancionado no dia vinte e seis de junho de dois mil e quatorze, pela Presidente Dilma Rousseff. Parabenizou a todos os colaboradores do Projeto, em especial a Instituição Universidade de Caxias do Sul, que através da Maristela Pedrini, participou da elaboração do Projeto. Desejou a todos sucesso e êxito com as metas propostas pelo Plano Municipal da Educação. Rodrigo De Marco Reiterou sua saudação. Parabenizou as professoras e todas as pessoas que colaboraram com o Projeto. Concordou com a Vereadora Andréia, que o Projeto está bem elaborado, graças à dedicação e trabalho dos envolvidos. Disse que das temáticas que viu a que chamou atenção foi a do EJA. Em nome da Bancada do PDT parabenizou todos envolvidos no Projeto do Plano Municipal da Educação. EXPLICAÇÕES PESSOAIS: Gilmar Treviso Reiterou sua saudação. O Vereador disse que tem muito respeito ao Corpo de Bombeiros, independente das manifestações. Falou que esteve em Brasília junto com o Prefeito Municipal, o Vereador Pasini, Vereador Valter Mann, e o Vereador Ronaldo Donida, para reivindicar verbas para o município. Disse que 19

20 estiveram no Ministério do Esporte reivindicando sete milhões para o Ginásio de Esportes; no Ministério da Agricultura, onde entraram com um Projeto no valor de dois milhões de reais para iniciação dos distritos de asfaltamento no interior; no Ministério do Turismo protocolando um pedido de um milhão e meio para a reforma do museu municipal, e três milhões para a construção do Centro de Eventos no autódromo; no Ministério das Cidades reforçando o pedido de liberação do PAC2, no valor de dois milhões que está aprovado na Caixa Econômica Federal; na Secretaria dos Direitos Humanos, com o Ministro Pepe Vargas pedindo apoio com os sete milhões para finalização do Ginásio de Esportes; na Secretaria Geral do Governo na Presidência da Republica no Palácio do Planalto, onde foram recebidos pelo Ministro Miguel Rossetto e pediram apoio com os sete milhões para o Ginásio de Esportes; na Subchefia dos Assuntos Federativos da Presidente da República, onde pediram a liberação de várias emendas das Bancadas do PT, PP, PMDB e PDT, e conseguiram junto ao FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) o valor de novecentos e vinte e um mil reais, liberados para esta semana e ata o final do mês. Disse que estarão aguardando para que no final do ano colham os frutos com a semente que plantaram em Brasília. Falou que visitou o Deputado Covatti Filho, onde entregou um pedido de setecentos mil reais para pavimentação de duas Ruas Euclides da Cunha, próximo ao Bairro da Saúde e Imigrantes. Comunicou que no final de semana anterior a presente sessão, foi à rádio junto do Vereador Valter Mann, onde comunicaram que em breve virá à Casa Legislativa um Projeto do Prefeito Municipal, sobre uma Universidade particular de Santa Catarina a CESURG. Informou que a instalação da Universidade será no Colégio CIEP. Disse que era para ser no Seminário, mas não teve acerto com a MITRA. Falou que em Janeiro de dois mil e dezesseis começará as atividades, e os cursos que serão apresentados serão de Agronomia, Engenharia Civil, Pedagogia, Designer de Produção e Tecnólogo em Comunicação. Andréia Caron Reiterou sua saudação. Sobre a Universidade, disse que é uma iniciativa com a CESURG (Centro de Ensino Superior Riograndense) e serão cinco cursos iniciais para ter vestibular em janeiro. Falou que as tratativas vão precisar de um convênio e da aprovação legislativa, pelo fato da Universidade ser particular e não ter tido aval do Seminário, ela precisa de um espaço porque ela já esta com toda documentação pronta e empresa criada no município para gerenciar a parte de ensino, mas esta necessitando de um espaço. Disse que esta sendo cotado a Escola Alexandre Bachi no turno a noite, o que não prejudicaria o turno integral que é manhã e tarde. Salientou que isso ajudaria com as despesas públicas na escola, na parte de infraestrutura. Falou que a instalação da Universidade na Escola esta pendente de aprovação na Câmara de Vereadores. Fez um apelo aos Vereadores, porque além de ser uma das metas do Plano da Educação para que possam estar fomentando e buscando mais vagas de ensino superiores, inclusive trazendo Universidade para a comunidade. Disse que tem que se ater no fato de existir a UCS no município e também em Marau e Sarandi. Falou que é importante que o jovem tenha um leque de escolhas para que ele possa permanecer no município. Disse que no dia primeiro de junho acontecerá uma audiência pública sobre uma Universidade Federal, que inicialmente era pra tentar a de Santa Catarina, mas que agruparam na criação da Univales (Universidade Pública dos Vales), uma Universidade Federal a ser criada e que o município esta tentando um braço para Guaporé. Disse que a iniciativa é criar uma Universidade na região, mas que Guaporé possa ter um braço da Universidade Federal, porque Federal é ensino gratuito. Salientou que são dois Projetos, uma audiência pública para que possam mobilizar a comunidade para ajudar na criação do Universidade Univales Serra e mais a 20

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