PROPOSTA DE UM MODELO PARA ANÁLISE DE CADEIAS DE SUPRIMENTOS DE USINAS SIDERÚRGICAS: ESTUDO DE CASO NA ARCELORMITTAL TUBARÃO AÇOS PLANOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROPOSTA DE UM MODELO PARA ANÁLISE DE CADEIAS DE SUPRIMENTOS DE USINAS SIDERÚRGICAS: ESTUDO DE CASO NA ARCELORMITTAL TUBARÃO AÇOS PLANOS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MARCOS ANTÔNIO COLOMBO MORAIS PROPOSTA DE UM MODELO PARA ANÁLISE DE CADEIAS DE SUPRIMENTOS DE USINAS SIDERÚRGICAS: ESTUDO DE CASO NA ARCELORMITTAL TUBARÃO AÇOS PLANOS JOÃO PESSOA PB 2008

2 MARCOS ANTÔNIO COLOMBO MORAIS PROPOSTA DE UM MODELO PARA ANÁLISE DE CADEIAS DE SUPRIMENTOS DE USINAS SIDERÚRGICAS: ESTUDO DE CASO NA ARCELORMITTAL TUBARÃO AÇOS PLANOS Dissertação submetida à apreciação da banca examinadora do Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal da Paraíba, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do grau de Mestre em Engenharia de Produção. Área de Concentração: Gestão da Produção Subárea: Gerência da Produção de Bens e Serviços Professora Orientadora: Maria Silene Alexandre Leite, Dr a. JOÃO PESSOA PB 2008

3 Dados Internacionais de Catalogação-na-publicação (CIP) M827p Morais, Marcos Antônio Colombo Proposta de um modelo para análise de cadeias de suprimentos de usinas siderúrgicas: estudo de caso na ArcelorMittal Tubarão aços planos / Marcos Antônio Colombo Morais f. : il. Orientador: Maria Silene Alexandre Leite Dissertação (mestrado) Universidade Federal da Paraíba. 1. Gerenciamento de cadeia suprimento. 2. Arranjos empresariais 3. Cadeia de suprimentos da Siderurgia I. Universidade Federal da Paraíba. II. Título. CDD 658.5

4 MARCOS ANTÔNIO COLOMBO MORAIS PROPOSTA DE UM MODELO PARA ANÁLISE DE CADEIAS DE SUPRIMENTOS DE USINAS SIDERÚRGICAS: ESTUDO DE CASO NA ARCELORMITTAL TUBARÃO AÇOS PLANOS Dissertação submetida à apreciação da banca examinadora do Programa de Pósgraduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal da Paraíba, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Engenharia de Produção. Avaliado e aprovado em 15 de julho de 2008 pela banca examinadora: UFPE Universidade Federal de Pernambuco Avaliador Externo.

5 DEDICATÓRIA Ao Eterno Deus, criador dos céus e da terra, a Quem pertencem honra, glória, força e sabedoria, e aos meus muito amados esposa e filhos, dedico esta vitória.

6 AGRADECIMENTOS À Prof a. Dr a. Maria Silene Alexandre Leite, pelo precioso direcionamento na orientação desta dissertação, pela provocação ao aprendizado, a um enriquecimento e melhoria contínuos. Aos professores participantes da Banca Examinadora, Dr a. Elizabete Ribeiro Sanches da Silva, Dr. Marcos André Mendes Primo e Dr a. Maria de Lourdes Barreto Gomes, por suas importantes observações e contribuições. À ArcelorMittal Tubarão Aços Planos e seu corpo gerencial, por proporcionar recursos à participação no programa, e por disponibilizar os dados a partir dos quais este trabalho pôde ser realizado. Aos colegas da ArcelorMittal Tubarão, gerentes, executivos e analistas, pelo incentivo e colaboração ao responderem aos questionários e atenderem às entrevistas. Ao meu pai, Antônio, homem simples a quem procuro sempre honrar, e à minha mãe, Maria (in memorian), que certamente se orgulharia muito em ver essa conquista. À minha irmã Luiza, que também vivenciou o labor da obtenção de um título de mestre no mesmo período. Vencemos! À minha querida esposa Genilda e aos meus filhos, Letícia e Matheus, não somente por sua compreensão, paciência e incentivo nos momentos de recolhimento e dedicação ao estudo, mas principalmente por seu amor abundante e incondicional. São vocês os motivos de todas as minhas realizações. E principalmente, a Deus, que criou todas as coisas de forma tão maravilhosa e complexa e, ao mesmo tempo, nos deu capacidade intelectual para inquirir, pesquisar e multiplicar o conhecimento. Oh, profundidade da riqueza! Tanto da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os Seus juízos e inescrutáveis Seus caminhos! Toda minha gratidão!

7 RESUMO Esta dissertação busca contribuir com a teoria de gestão da produção, propondo um modelo de análise do gerenciamento da cadeia de suprimentos voltado às especificidades das cadeias de suprimentos de indústrias do setor siderúrgico. Inicialmente, faz-se revisão de literatura sobre a siderurgia, arranjos empresariais, cadeia de valor, cadeia produtiva, cadeia de suprimentos, governança, modelos e técnicas para gerenciamento da cadeia de suprimentos, que são comparados e discutidos criticamente. Com base na literatura pesquisada é proposto um modelo para análise do gerenciamento de cadeia de suprimentos na siderurgia, com seis dimensões de análise: (1) A estrutura da cadeia de suprimentos; (2) A integração dos processos de negócios; (3) Estudo das relações de governança; (4) Análise da agregação de valor na cadeia e (5) a avaliação de desempenho na cadeia. As dimensões Estudo das relações de governança e Análise da agregação de valor na cadeia foram identificadas como necessidades para complementação dos modelos existentes. O modelo foi validado por sua aplicação na análise da cadeia de suprimentos da ArcelorMittal Tubarão Aços Planos. O principal resultado obtido foi a análise das configurações de governança na cadeia de suprimentos estudada, e o contraste dessas configurações com os níveis de valor agregado na primeira camada a montante a jusante da cadeia. O modelo mostrou-se aderente na aplicação à cadeia de suprimentos da siderurgia, podendo contribuir para que as organizações possam permanecer competitivas ou ampliar sua competitividade, uma vez que possibilita identificar melhorias na gestão, bem como contribuir para tomadas de decisões nos diversos estágios da cadeia de suprimentos. Palavras-chave: Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Arranjos Empresariais. Governança. Cadeia de Suprimentos da Siderurgia.

8 ABSTRACT This dissertation aims at contributing to the production management theory, proposing a Supply Chain Management Analysis Model focused on Steel Industry specific characteristics. At first, a literature review is made about steel industry, enterprise arrangements, value chain, production chain, supply chain, governance and supply chain management models and techniques, which are compared and critically analyzed. Based on the literature review, the Steel Industry Supply Chain Management Model is proposed, with six analysis dimensions: (1) The supply chain structure; (2) Business process integration; (3) Governance relationships; (4) Added value analysis; (5) Supply chain performance evaluation. Governance relationships and Added value analysis were found as a necessary complementation for the existent models. The model validation was done in a Steel Industry Supply Chain, considering ArcelorMittal Tubarão Flat Carbon Steel Plant as the focused enterprise. The main result obtained was the supply chain governance structures analyzed in contrast to the added value level at the first upstream and downstream supply chain layers. The model was successfully applied to the steel industry supply chain. This model can be useful for organizations that intend to keep and grow their competitiveness, considering that it enables them to identify management improvements as well as helps the managers to make decisions in any layers of the supply chain. Keywords: Supply Chain Management. Enterprise Arrangements. Governance. Steel Industry Supply Chain.

9 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Esquema de operação de um alto forno Figura 2 Fluxo simplificado de produção Figura 3 Fluxograma dos processos siderúrgicos numa usina integrada Figura 4 A cadeia de valor Figura 5 A cadeia de valor das empresas do século XXI Figura 6 Representação de um sistema de valores Figura 7 Representação de uma Cadeia de Suprimentos Figura 8 Cadeias de suprimentos interna, imediata e total Figura 9 Exemplo de uma cadeia produtiva Figura 10 Representação dos processos de negócios na cadeia de suprimentos Figura 11 Tipos de interligação de processos na cadeia de suprimentos Figura 12 Modelo conceitual de gerenciamento da cadeia de suprimentos proposto por Lambert, Cooper e Pagh Figura 13 Configuração de processos de negócios no modelo SCOR Figura 14 Modelo SCOR e a integração dos processos de negócio na cadeia de suprimentos Figura 15 Níveis de detalhamento do modelo SCOR Figura 16 Modelo SCOR e o mapeamento de processos na cadeia de suprimentos Figura 17 Visão geral de um mapa de fluxo de valor Figura 18 Mapa de estado futuro ilustrando a técnica de Macro-Mapeamento do Fluxo de Valor Figura 19 As quatro frentes de trabalho no framework conceitual de SCM proposto pela IMD Figura 20 Mudanças no mercado de aço Figura 21 Modelo para avaliação de Cadeia de Suprimentos Figura 22 Evolução histórica e tecnológica da ArcelorMittal Tubarão Figura 23 Distribuição de vendas de placas de aço por mercado Figura 24 Distribuição de vendas de bobinas a quente por mercado Figura 25 Distribuição de vendas de bobinas e market share no mercado interno Figura 26 Fluxo de produção da ArcelorMittal Tubarão Figura 27 Cadeia de valor da ArcelorMittal Tubarão

10 Figura 28 Simplificação no mapeamento da cadeia de suprimentos Figura 29 Mapeamento estrutural da cadeia de suprimentos da ArcelorMittal Tubarão Figura 30 Integração dos processos no sentido upstream Figura 31 Integração dos processos no sentido downstream Figura 32 Governança no sentido upstream da cadeia Figura 33 Participação de mercado das 5 maiores empresas por setor produtivo Figura 34 - Fluxo Internacional de Minério de Ferro (março 2008) Figura 35 Fluxo Internacional de Carvão Metalúrgico (março 2008) Figura 36 Governança no sentido downstream da cadeia Figura 37 Avaliação da ArcelorMittal Tubarão e comparação com um de seus concorrentes, por um cliente do produto placa de aço

11 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Considerações sobre a competitividade sistêmica de arranjos empresariais em quatro níveis de análise: micro, meso, macro e meta Quadro 2 Aspectos relevantes da cadeia de valor, cadeia de suprimentos e cadeia produtiva Quadro 3 Definições de Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Quadro 4 - Níveis de relacionamento entre empresas numa cadeia de suprimentos Quadro 5 Aspectos relevantes do modelo de gerenciamento da cadeia de suprimentos proposto por Lambert, Cooper e Pagh (1998) Quadro 6 Aspectos relevantes do SCOR Supply Chain Operations Reference Model Quadro 7 Aspectos relevantes do mapeamento do fluxo de valor VSM (Value Stream Mapping) e VSMM (Value Stream Macro Mapping) Quadro 8 Aspectos relevantes do modelo proposto pelo IMD (International Institute for Management Development) Quadro 9 Referências e aplicações dos modelos LCP, SCOR e dà técnica VSMM Quadro 10 Aspectos relevantes para análise comparativa dos modelos de gerenciamento da cadeia de suprimentos abordados Quadro 11 Sistemática para análise do gerenciamento da cadeia de suprimentos de uma usina siderúrgica Quadro 12 Características dos respondentes e entrevistados Quadro 13 Tipos de instrumentos de pesquisa desenvolvidos (formulários) Quadro 14 Tipos de aços produzidos pela ArcelorMittal Tubarão e suas aplicações Quadro 15 Co-produtos do processo siderúrgico da ArcelorMittal Tubarão Quadro 16 Valores percentuais de cada grupo no total de materiais e insumos recebidos em Quadro 17 Vendas de laminados a quente de janeiro a abril de Quadro 18 Simplificações no mapeamento da estrutura da cadeia de suprimentos Quadro 19 - Resumo das respostas referentes a governança entre membros da primeira camada no sentido upstream da cadeia Quadro 20 Resumo da classificação de governança entre organizações com base na abordagem de Storper e Harrinson (1991)...160

12 Quadro 21 - Resumo das respostas referentes a governança entre membros da primeira camada no sentido downstream da cadeia Quadro 22 Compra de produtos com maior valor agregado por segmento Quadro 23 Comparação valor x governança na primeira camada upstream Quadro 24 Comparação valor x governança na primeira camada downstream Quadro 25 Consecução dos objetivos específicos da pesquisa...186

13 LISTA DE ABREVIATURAS ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica BF Bobina a Frio ou Bobina Laminada a Frio BQ Bobina a Quente ou Bobina Laminada a Quente BQD Bobina Decapada ou Bobina Laminada a Quente Decapada BZ Bobina Galvanizada ou Bobina Zincada CLM Council of Logistics Management CSCMP Council of Supply Chain Management Professionals DCM Demand Chain Management EDI Electronic Data Interchange ERP Enterprise Resources Planning GSCF Global Supply Chain Forum IBG Instituto Brasileiro de Governança Corporativa IBS Instituto Brasileiro de Siderurgia IMD International Institute for Management Development PPM Parte por milhão SC Supply Chain Cadeia de Suprimentos SCC Supply Chain Council SCM Supply Chain Management Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos SCOR Supply Chain Operations Reference-model VSM Value Stream Mapping VSMM Value Stream Macro Mapping

14 SUMÁRIO 1 O PROBLEMA INTRODUÇÃO PROBLEMA DE PESQUISA JUSTIFICATIVA Quanto à Relevância do Estudo Quanto à Dificuldade do Estudo OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos ESTRUTURA DO TRABALHO REFERENCIAL TEÓRICO SIDERURGIA Processo Produtivo Etapas de Produção do Aço Pátios de Matérias-primas Sinterização Coqueificação Redução do Minério de Ferro Aciaria Etapas de Transformação do Aço Aços Planos Aços Longos Classificação das Usinas Siderúrgicas O Parque Siderúrgico Brasileiro ARRANJOS EMPRESARIAIS Cadeia de Valor Cadeia de Suprimentos Cadeia Produtiva Resumo dos Conceitos de Arranjos Empresariais GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS RELACIONAMENTOS ENTRE EMPRESAS NUMA CADEIA DE SUPRIMENTOS GOVERNANÇA MODELOS PARA GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Modelo Proposto por Lambert, Cooper e Pagh ( LCP ) Estrutura da Cadeia de Suprimentos Identificação dos Membros da Cadeia As Dimensões Estruturais da Cadeia... 64

15 Processos Chave de Negócios na Cadeia de Suprimentos Tipos de Gestão dos Processos Componentes Gerenciais da Cadeia de Suprimentos Resumo Analítico do Modelo Modelo SCOR (Supply Chain Operations Reference Model) Processos de Negócio do Modelo Níveis de Detalhamento do Modelo Resumo Analítico do Modelo Mapeamento do Fluxo de Valor VSM (Value Stream Mapping) Resumo Analítico da Técnica Modelo Proposto pelo IMD (International Institute for Management Development) Resumo Analítico do Modelo Análise Comparativa dos Modelos e Técnica MODELO PROPOSTO PARA ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS NO SETOR SIDERÚRGICO Características Intrínsecas das Cadeias de Suprimentos da Siderurgia Dimensões do Modelo Conceitual para Gerenciamento de Cadeias de Suprimentos Siderúrgicas Estrutura da Cadeia de Suprimentos Integração dos Processos de Negócios Governança na Cadeia de Suprimentos Agregação de Valor Avaliação de Desempenho SISTEMÁTICA PARA APLICAÇÃO DO MODELO METODOLOGIA TIPO DE PESQUISA UNIVERSO E AMOSTRA Caracterização da Amostra SELEÇÃO DOS SUJEITOS VARIÁVEIS DA PESQUISA COLETA DE DADOS TRATAMENTO DOS DADOS PRESSUPOSTOS BÁSICOS ROTEIRO DA PESQUISA DELIMITAÇÃO DO TRABALHO APLICAÇÃO DO MODELO PROPOSTO ESTUDO DE CASO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS DA ARCEL ORMITTAL TUBARÃO AÇOS PLANOS FASE 1 MAPEAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS...115

16 4.1.1 Etapa 1.1 Caracterização da Empresa Focal Histórico e Destaques Localização Produtos Placas de Aço Bobinas Laminadas a Quente Co-produtos Mercado Processo Produtivo Recebimento de Matérias-primas Sinterização Coqueificação Redução do Minério de Ferro Aciaria Laminação a Quente Cadeia de Valor da ArcelorMittal Tubarão Aços Planos Etapa 1.2 Mapeamento dos Membros Chave da Cadeia Etapa 1.3 Análise das Dimensões Vertical e Horizontal FASE 2 MAPEAMENTO DOS PROCESSOS DE NEGÓCIOS Etapa 2.1 Análise do Processo de Gestão das Relações e do Serviço ao Cliente Etapa 2.2 Análise do Processo de Gestão das Relações com os Fornecedores Minérios e Pelotas Carvão Mineral Fundentes Ferros Ligas Refratários Etapa 2.3 Análise do Nível de Integração de Processos entre os Principais Membros da Cadeia de Suprimentos Integração dos Processos no Sentido Upstream Integração dos Processos no Sentido Downstream FASE 3 IDENTIFICAÇÃO DE GOVERNANÇA Etapa 3.1 Identificação de Governança entre Membros da Primeira Camada no Sentido Upstream Etapa 3.1 Identificação de Governança entre Membros da Primeira Camada no Sentido Downstream FASE 4 ANÁLISE DE AGREGAÇÃO DE VALOR Etapa 4.1 Identificação ou Estimativa da Agregação de Valor em cada Camada da Cadeia de Suprimentos Etapa 4.2 Comparação dos Mapas de Agregação e de Governança FASE 5 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO...175

17 4.5.1 Etapa 5.1 Identificação da prática de avaliação de desempenho FASE 6 ANÁLISE GERAL Etapa 6.1 Elaboração de Sumário Conclusivo CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES CONCLUSÕES RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS APÊNDICES APÊNDICE A FORMULÁRIO DE PESQUISA CLIENTES DA ARCELORMITTAL TUBARÃO / ARCELORMITTAL VEGA APÊNDICE B FORMULÁRIO DE PESQUISA MATÉRIAS-PRIMAS E INSUMOS DA ARCELORMITTAL TUBARÃO APÊNDICE C FORMULÁRIO DE PESQUISA GERENTES ARCELORMITTAL TUBARÃO...203

18 17 1 O PROBLEMA 1.1 INTRODUÇÃO O termo Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) compreende as várias empresas interligadas e processos logísticos que interagem desde o fornecimento de matériasprimas até a entrega do produto acabado ao consumidor final, bem como todos os fluxos de materiais, de informações e fluxos financeiros envolvidos, segundo o Council of Supply Chain Management Professionals (CSCMP, 2006). Num passado recente, o modelo adotado pelas organizações, principalmente por grandes empresas, se constituía de estruturas altamente verticalizadas, em que a maior parte das operações necessárias à produção e disponibilização de produtos aos clientes finais era executada por uma única empresa. Nessa configuração, as cadeias de suprimentos eram pouco complexas, face ao pequeno número de participantes (LEITE, 2004, p.24; GASPARETTO, 2003, p.19). A partir dos anos 80, entretanto, houve uma tendência das empresas se concentrarem em suas competências essenciais (core competences) e a transferir para outras empresas as atividades não essenciais. Esse processo de horizontalização (ou desverticalização) provocou o aumento da quantidade de participantes, bem como levou a um aumento no grau de complexidade das operações nas cadeias de suprimentos. Com a horizontalização, as empresas puderam obter vantagens advindas do esforço de focar em um número limitado e gerenciável de tarefas, aumentando o nível de especialização e competência em sua atividade fim, transformando custos fixos em variáveis e transferindo para organizações especializadas as funções que não são seu foco central. Desvantagens também podem ser citadas, como a maior complexidade no gerenciamento do processo de produção e distribuição dos produtos, uma vez que a coordenação de todas as etapas passa por diversas organizações (HARLAND; LAMMING; COUSINS, 1999). Tais vantagens ou desvantagens podem ser

19 18 percebidas em maior ou menor grau em função do tipo de atividade econômica desenvolvida por cada cadeia de suprimentos. Constata-se a existência de grande número de estudos sobre as cadeias de suprimentos em diversos ramos da indústria e comércio, como o automotivo, alimentos, calçados e vestuário, petróleo, varejo, dentre outros. São raros, porém os trabalhos abordando a cadeia de suprimentos da siderurgia. A siderurgia é considerada uma indústria de base, uma vez que fornece produtos semi-acabados para muitas outras indústrias. Na sociedade moderna, a produção e consumo de aço e ferro fundido são indicadores de desenvolvimento econômico de um país, uma vez que tal consumo cresce proporcionalmente aos investimentos em construção de edifícios, execução de obras públicas, instalação de infra-estrutura como redes de transmissão de energia, torres de telecomunicações, ferrovias, torres e plataformas de exploração de petróleo, gasodutos, implantação de parques industriais. O aço e o ferro fundido possuem características intrínsecas como resistência mecânica, durabilidade, capacidade de conformação, maleabilidade, ser reciclável, ter baixo custo de produção, dentre outros. Tais características os tornam materiais largamente utilizados na agricultura (ceifadeiras, tratores, colheitadeiras, semeadoras, arados, silos), nos transportes (caminhões, carros, navios, aviões), na construção civil (perfis, estruturas metálicas, galpões, vergalhões, vigamentos, tubos), na indústria automobilística, em embalagens, em aparelhos domésticos e eletrodomésticos, e em muitas outras utilidades. As matérias-primas básicas do processo siderúrgico (fabricação do aço) são minério de ferro, carvão mineral, calcário, fundentes, ferros ligas, refratários, dentre muitos outros insumos e utilidades, sendo que o processo inicia fora da usina, com a seleção, compra e transporte de todos os materiais necessários até a usina (MOURÃO, 2005, p. 5). A siderurgia demanda também uma grande quantidade de equipamentos e serviços, seja durante a fase de implantação de uma usina, seja após seu start-up. A atividade de contínua manutenção garante a estabilidade operacional e demanda a compra de

20 19 sobressalentes e peças de reposição, investimentos em melhorias, contratação de serviços especializados, dentre outros. Nesse processo, parcerias e alianças são estabelecidas com fornecedores, bem como com consumidores de aço, conformando-se a cadeia de suprimentos da usina siderúrgica. Em geral, as usinas siderúrgicas demandam grandes investimentos, que se justificam apenas para produção em larga escala. Dessa forma, as imensas quantidades de materiais requeridos pelos processos siderúrgicos bem como a enorme multiplicidade de processos, variedade de produtos gerados e aplicações do aço nas diversas indústrias, tornam a cadeia de suprimentos da indústria siderúrgica, em particular, um relevante caso de estudo, com significativo potencial de contribuição ao conhecimento científico. A partir dessa percepção, bem como da relevância do tema cadeia de suprimentos para a área de gestão da produção, originou-se esse trabalho. 1.2 PROBLEMA DE PESQUISA Uma significativa mudança no paradigma de gerenciamento moderno de negócios consiste no fato de que a competição no mercado não mais ocorre entre empresas individualmente, mas sim entre cadeias de suprimentos (representadas pelas empresas que as compõem). Nesse contexto de competição entre cadeias, a Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management - SCM) é um fator chave de sucesso (LAMBERT, COPPER E PAGH, 1998, p.1). O Global Supply Chain Forum define a Gestão da Cadeia de suprimentos como a integração dos principais processos de negócios que produzem produtos, serviços e informações através de uma cadeia de suprimento que agrega valor para os clientes e demais partes interessadas e envolvidas stakeholders (LAMBERT, COPPER e PAGH, 1998, p.1). A partir desse conceito, as análises das configurações das cadeias de suprimentos e seu gerenciamento são de suma importância para as organizações que pretendem permanecer competitivas ou ampliar sua competitividade, uma vez que possibilitam identificar melhorias na gestão dos diversos estágios da cadeia, bem como contribuir para tomadas de decisões referentes à SCM.

21 20 Existem vários modelos na literatura para a análise e gerenciamento de cadeias de suprimentos. Alguns desses modelos serão apresentados nesta dissertação. Considerando que as cadeias de suprimento podem se configurar de forma bastante complexa, além de poderem apresentar características bastante diferenciadas e particulares para cada tipo de indústria, é plausível que se questione se os modelos conseguem realmente abranger todos os aspectos de uma SCM. Os autores de modelos para intervenção em cadeias de suprimento devem definir o escopo dos modelos de forma que os mesmos reflitam dimensões-chave reais, não muito difíceis de serem resolvidas (MIN E ZHOU, 2002). Lambert, García -Dastugue e Croxton (2005), ao avaliarem os modelos para a análise e gerenciamento de cadeias de suprimentos mais freqüentes na literatura, afirmam ainda que os mesmos possuem direcionadores estratégicos diferentes, para estratégias operacionais e corporativas e funcionais da gestão da cadeia de suprimentos. A partir dessas considerações, foi formulado o problema de pesquisa desse trabalho: Que elementos de intervenção podem ser acrescidos aos modelos de gerenciamento de cadeias de suprimentos estudados, visando reduzir as lacunas encontradas e estabelecer procedimentos que permitam sua maior aplicabilidade ao gerenciamento e análise da cadeia de suprimentos de uma usina siderúrgica? 1.3 JUSTIFICATIVA O trabalho pode ser justificado levando-se em conta dois aspectos: quanto à relevância e quanto à dificuldade Quanto à Relevância do Estudo O trabalho possui relevância teórica e prática. A relevância teórica se evidencia por meio das contribuições que se pretende estabelecer ao se discutir as abordagens teóricas para gerenciamento e análise de uma cadeia de suprimentos, considerando as características do setor siderúrgico nacional. Segundo Lambert (2001, p.2), há uma tendência nessa área de conhecimento, de a academia seguir as práticas

22 21 empresariais, ao invés de conduzi-la. Há necessidade da validação ou mesmo melhoria dos modelos teóricos de gerenciamento da cadeia de suprimentos existentes. Lambert, Copper e Pagh (1998, p.14-15) abrem espaço a inúmeras questões para pesquisas, apesar de terem desenvolvido um dos mais detalhados modelos de gerenciamento da cadeia de suprimentos. Alguns desses questionamentos referem-se a aspectos como: Como estabelecer e acompanhar metas de performance da cadeia? Qual é a proposta de valor ao consumidor final de uma cadeia? Que métodos podem ser utilizados para avaliar o valor (agregado)? Como compartilhar os ganhos e custos na cadeia? Como a construção de um relacionamento forte com um membro da cadeia afeta o gerenciamento dos demais? Como decidir o nível de integração de processos e com que membros da cadeia? Que passos devem determinar com quais empresas integrar processos? Quais são as barreiras às integrações de processos e à formação do relacionamento inter-empresarial? Que motivos compelem uma empresa a aproximar-se de outras empresas que estão em camadas mais afastadas da cadeia? Que tipos de relacionamentos inter-empresariais provêm componentes de gestão para uma bem-sucedida gestão da cadeia de suprimentos? Dessa forma, esse trabalho pretende contribuir para a sedimentação do tema, tanto no âmbito empresarial quanto no acadêmico. A relevância prática do trabalho se apóia na aceitação do tema no meio empresarial. A afirmação de alguns autores sobre a competição entre cadeias de suprimentos já se fez perceber na prática pelas organizações. As empresas têm buscado fortalecimento nas relações com fornecedores e clientes, estabelecimento de alianças, parcerias e otimização dos processos produtivos visando vantagens interempresariais, bem como redução de custos e maximização da eficiência e dos resultados na cadeia.

23 22 Focalizando especificamente o setor siderúrgico, pode-se considerar a relevância prática do tema a partir de algumas informações (IBS, 2008): Em 2007 a produção mundial de aço foi estimada em 1,29 bilhões de toneladas, mais de 7,5% acima do registrado em O crescimento do consumo aparente em 2007 foi de 6,8%. No mercado interno, em 2007 a produção de aço bruto estimada pelo IBS foi de aproximadamente 34 milhões de toneladas (+ 9,9% em relação a 2006) enquanto as vendas internas, com crescimento superior a 18% atingiram 20,6 milhões de toneladas de produtos acabados e semi-acabados. O aumento de demanda no mercado interno foi observado em praticamente todos os grandes setores consumidores com destaque aos bens de capital (+30,7%), construção civil (+16,2%), automotivo (+17,8%) e utilidades comerciais (+16,7%). O consumo aparente doméstico apresentou, assim, crescimento de 19,7% totalizando cerca de 22,2 milhões de toneladas de produtos, sendo 13,4Mt de produtos planos (+20,5%) e 8,8 Mt de produtos longos (+18,5%). Ao longo de 2007 todas as empresas siderúrgicas mantiveram ativos programas de investimentos não só para ampliação de capacidade produtiva como enobrecimento da mistura de produção. Os dois grandes projetos de expansão que iniciaram sua operação no final do ano acrescentaram 4,0 milhões de toneladas de aço bruto à capacidade total do setor que atinge assim cerca de 41,0 milhões de toneladas/ano. Em uma sociedade cada vez mais preocupada com a sustentabilidade, o aço é visto como matéria-prima ideal. Seu alto potencial de reciclagem conquista arquitetos interessados em oferecer ao cliente o melhor custo / benefício na hora da construção, associado à preocupação com o meio ambiente. É de grande relevância prática o estudo e mapeamento dessa cadeia, para que através da análise e compreensão da mesma, possam ser identificados os pontos críticos, oportunidades de melhorias, aproveitamento de sinergias, com

Matéria prima. Fabricação de aço. Fabricação de aço

Matéria prima. Fabricação de aço. Fabricação de aço Matéria prima A fundição é usada para fabricação de componentes acabados. Também p/ produzir lingotes ou placas que serão posteriormente processados em diferentes formas, tais como: vergalhões, barras,

Leia mais

de diminuir os teores de carbono e impurezas até valores especificados para os diferentes tipos de aço produzidos;

de diminuir os teores de carbono e impurezas até valores especificados para os diferentes tipos de aço produzidos; 1 ANEXO XIII Limites de Emissão para Poluentes Atmosféricos gerados nas Indústrias Siderúrgicas Integradas e Semi-Integradas e Usinas de Pelotização de Minério de Ferro 1. Ficam aqui definidos os limites

Leia mais

Uma análise da cadeia de suprimentos da indústria siderúrgica: Estudo de caso no grupo ARCELOR BRASIL

Uma análise da cadeia de suprimentos da indústria siderúrgica: Estudo de caso no grupo ARCELOR BRASIL Uma análise da cadeia de suprimentos da indústria siderúrgica: Estudo de caso no grupo ARCELOR BRASIL Marcos Antonio Colombo Moraes (CST) marcos.colombo@arcelor.com.br Patrícia Alcântara Cardoso (UVV)

Leia mais

Investimentos e Controles Ambientais da ArcelorMittal Tubarão

Investimentos e Controles Ambientais da ArcelorMittal Tubarão Investimentos e Controles Ambientais da ArcelorMittal Tubarão Desde a inauguração, em 1983, a ArcelorMittal Tubarão segue uma gestão orientada pela busca contínua da inovação e da qualidade em processos

Leia mais

TECNOLOGIA PARA BENEFICIAMENTO

TECNOLOGIA PARA BENEFICIAMENTO TECNOLOGIA PARA BENEFICIAMENTO de Matérias-Primas na Indústria Siderúrgica Tecnologia confiável Disponibilidade elevada 60 anos de experiência As melhores referências CARVÃO COQUE ArcelorMittal Tubarão,

Leia mais

3 A ArcelorMittal Tubarão

3 A ArcelorMittal Tubarão 3 A ArcelorMittal Tubarão 3.1. Breve histórico A ArcelorMittal Tubarão, reconhecida no País e no exterior como a maior produtora de semi-acabados de aço instalada no Brasil, foi constituída em Junho de

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA DE SUCATAS

LOGÍSTICA REVERSA DE SUCATAS E S C O L A P O L I T É C N I C A DA U N I V E R S I D A D E DE S ÃO P A U L O - D E P A R T A M E N T O DE E N G E N H A R I A M E T A L Ú R G I C A E DE M A T E R I A I S - - L A B O R A T Ó R I O DE

Leia mais

2. Para aplicação deste anexo deverão ser consideradas as seguintes definições dos termos:

2. Para aplicação deste anexo deverão ser consideradas as seguintes definições dos termos: MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA Procedência: 9ª reunião do Grupo de Trabalho de Fontes Fixas Data: 29 e 30 de novembro de 2010 Processo n 02000.002780/2007-32 LIMITES

Leia mais

Tecnol. Mecânica: Produção do Gusa Introdução: conhecimentos tecnológicos que faltavam ao homem da antiguidade:

Tecnol. Mecânica: Produção do Gusa Introdução: conhecimentos tecnológicos que faltavam ao homem da antiguidade: Introdução Você já parou para imaginar um mundo sem coisas simples como facas, agulhas de costura, chaves, fechaduras, alfinetes lâminas de barbear? Pois é, não faz muito tempo, na verdade cerca de 500

Leia mais

Mineração GLOSSÁRIO. Aço: liga de ferro contendo carbono, manganês, silício e outros elementos.

Mineração GLOSSÁRIO. Aço: liga de ferro contendo carbono, manganês, silício e outros elementos. GLOSSÁRIO Mineração Acabamento: a aparência superficial dos produtos laminados é determinado pelas características superficiais do aço base juntamente com as condições do revestimento que, no caso das

Leia mais

Feam. e) alto forno a carvão vegetal: alto forno que utiliza o carvão vegetal como combustível e redutor no processo de produção do ferro gusa;

Feam. e) alto forno a carvão vegetal: alto forno que utiliza o carvão vegetal como combustível e redutor no processo de produção do ferro gusa; 1 ANEXO XIII Limites de Emissão para Poluentes Atmosféricos gerados nas Indústrias Siderúrgicas Integradas e Semi-Integradas e Usinas de Pelotização de Minério de Ferro 1. Ficam aqui definidos os limites

Leia mais

Companhia Siderúrgica Nacional. www.csn.com.br

Companhia Siderúrgica Nacional. www.csn.com.br Companhia Siderúrgica Nacional www.csn.com.br AÇOS ELÉTRICOS - GRÃO ORIENTADO - GO Eq. Estáticos (Transformadores) - GRÃO NÃO ORIENTADO - GNO Eq. Rotativos (Motores) - TOTALMENTE PROCESSADO: A principal

Leia mais

É hora de fabricar o aço

É hora de fabricar o aço É hora de fabricar o aço Introdução Mesmo quando os métodos de fabricação eram bastante rudimentares os artesãos da Antigüidade, na Ásia e, mais tarde, na Europa medieval, conseguiam fabricar o aço. O

Leia mais

A Gestão de resíduos e Co-Produtos na ArcelorMittal Tubarão. Março de 2008

A Gestão de resíduos e Co-Produtos na ArcelorMittal Tubarão. Março de 2008 A Gestão de resíduos e Co-Produtos na ArcelorMittal Tubarão Março de 2008 Gestão e Sustentabilidade Visão-Missão-Valores Plano Estratégico Objetivos Estratégicos e Perspectivas Perspectiva Financeira Perspectiva

Leia mais

Aço é uma liga metálica composta principalmente de ferro e de pequenas quantidades de carbono (em torno de 0,002% até 2%).

Aço é uma liga metálica composta principalmente de ferro e de pequenas quantidades de carbono (em torno de 0,002% até 2%). ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 3 Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos. 31 de março, 2003. AÇOS PARA ARMADURAS 3.1 DEFINIÇÃO E IMPORTÂNCIA Aço é uma liga metálica composta principalmente

Leia mais

42º Seminário de Aciaria Internacional ABM. A Vale na Siderurgia

42º Seminário de Aciaria Internacional ABM. A Vale na Siderurgia 42º Seminário de Aciaria Internacional ABM A Vale na Siderurgia 1 Localização A Vale participa do desenvolvimento da siderurgia no Brasil. Quando implantados, os projetos representarão uma produção adicional

Leia mais

Linha LATINGALVA, Cartagena, Colômbia, setembro de 2010.

Linha LATINGALVA, Cartagena, Colômbia, setembro de 2010. Linha LATINGALVA, Cartagena, Colômbia, setembro de 2010. Sustentabilidade da galvanização aplicada à administração interna de resíduos de cinzas e escória na galvanização geral por imersão a quente e da

Leia mais

gases combust CO 17-25% H 2

gases combust CO 17-25% H 2 minérios de ferro Alto Forno (Fe) gusa Ferro fundido Escória (~300Kg/t gusa) Fe 94-95% 95% 3-4,5%C 0,3-0,7% 0,7% Si 0,2-0,8 0,8 Mn

Leia mais

PRIMUS Tecnologia para Reciclagem de Resíduos. ABM - Março / 2008

PRIMUS Tecnologia para Reciclagem de Resíduos. ABM - Março / 2008 PRIMUS Tecnologia para Reciclagem de Resíduos ABM - Março / 2008 SUSTENTABILIDADE DO SETOR SIDERÚRGICO BRASILEIRO Paul Wurth 2008 Residuos siderúrgicos: Onde estão? A industria siderúrgica tem uma longa

Leia mais

Aço. Ciclo de vida é o conjunto de todas as etapas necessárias para que um produto cumpra sua função na cadeia de produtividade.

Aço. Ciclo de vida é o conjunto de todas as etapas necessárias para que um produto cumpra sua função na cadeia de produtividade. Ciclo de Vida Ciclo de vida é o conjunto de todas as etapas necessárias para que um produto cumpra sua função na cadeia de produtividade. Sua análise permite a quantificação das emissões ambientais e o

Leia mais

Assuma o controle com as soluções SKF para o setor de siderurgia

Assuma o controle com as soluções SKF para o setor de siderurgia Assuma o controle com as soluções SKF para o setor de siderurgia O Poder do Conhecimento em Engenharia A única coisa mais intensa que o calor é a sua concorrência Poucos ambientes industriais têm condições

Leia mais

Reciclagem de Resíduos Refratários

Reciclagem de Resíduos Refratários Resíduos Refratários Logística Reversa Reciclagem de Resíduos Refratários A Magnesita, integrando-se às soluções e demandas ambientais e sociais, vem investindo em pesquisa de tecnologias ainda mais sustentáveis

Leia mais

Os sistemas de despoeiramento, presentes em todas as usinas do Grupo Gerdau, captam e filtram gases e partículas sólidas gerados na produção

Os sistemas de despoeiramento, presentes em todas as usinas do Grupo Gerdau, captam e filtram gases e partículas sólidas gerados na produção Os sistemas de despoeiramento, presentes em todas as usinas do Grupo Gerdau, captam e filtram gases e partículas sólidas gerados na produção siderúrgica. Ontário Canadá GESTÃO AMBIENTAL Sistema de gestão

Leia mais

AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO INTELIGENTE EM UM PROCESSO DE GRANULAÇÃO DA ESCÓRIA. Abstract

AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO INTELIGENTE EM UM PROCESSO DE GRANULAÇÃO DA ESCÓRIA. Abstract AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO INTELIGENTE EM UM PROCESSO DE GRANULAÇÃO DA ESCÓRIA Lilian Ribeiro Torres lilian.torres@br.yokogawa.com Yokogawa América do Sul Abstract Searches and investments in application

Leia mais

Textos de apoio. Ciências. Ensino Fundamental I

Textos de apoio. Ciências. Ensino Fundamental I Textos de apoio Ciências Ensino Fundamental I 1 Latas de aço O mercado para reciclagem No Brasil, assim como no resto do mundo, o mercado de sucata de aço é bastante sólido, pois as indústrias siderúrgicas

Leia mais

Reuso de Água na ArcelorMittal Tubarão. Maio /2015

Reuso de Água na ArcelorMittal Tubarão. Maio /2015 Reuso de Água na ArcelorMittal Tubarão Maio /2015 A empresa produtora de aço Número um no mundo PERFIL Líder nos principais mercados, entre eles o de automóveis, construção, eletrodomésticos e embalagens.

Leia mais

EXPOMONEY 2007. São Paulo, 28 de setembro de 2007

EXPOMONEY 2007. São Paulo, 28 de setembro de 2007 EXPOMONEY 2007 São Paulo, 28 de setembro de 2007 Afirmações sobre o Futuro Algumas das afirmações aqui contidas se baseiam nas hipóteses e perspectivas atuais da administração da Companhia que poderiam

Leia mais

PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA

PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA 19/08/2008 1 CONFORMAÇÃO MECÂNICA Em um ambiente industrial, a conformação mecânica é qualquer operação durante a qual se aplicam esforços mecânicos

Leia mais

PROPOSIÇÃO DE LIMITES MÁXIMOS DE EMISSÃO DE POLUENTES ATMOSFÉRICOS DE FONTES FIXAS PARA A INDÚSTRIA SIDERÚRGICA EM NÍVEL NACIONAL

PROPOSIÇÃO DE LIMITES MÁXIMOS DE EMISSÃO DE POLUENTES ATMOSFÉRICOS DE FONTES FIXAS PARA A INDÚSTRIA SIDERÚRGICA EM NÍVEL NACIONAL Proposta para discussão Sub-grupo de Minas Gerais 1 PROPOSIÇÃO DE LIMITES MÁXIMOS DE EMISSÃO DE POLUENTES ATMOSFÉRICOS DE FONTES FIXAS PARA A INDÚSTRIA SIDERÚRGICA EM NÍVEL NACIONAL 1. JUSTIFICATIVAS 1.1

Leia mais

Gestão da Cadeia de Suprimentos e Logística visões 1

Gestão da Cadeia de Suprimentos e Logística visões 1 Gestão da Cadeia de Suprimentos e Logística visões 1 Objetivo da aula Esta aula se propõe a atingir os seguintes objetivos: 1. Apresentar e discutir o conceito de Cadeia de Suprimentos; 2. Apresentar e

Leia mais

A Siderurgia brasileira de aços planos e o Atendimento ao Mercado Naval e Offshore

A Siderurgia brasileira de aços planos e o Atendimento ao Mercado Naval e Offshore A Siderurgia brasileira de aços planos e o Atendimento ao Mercado Naval e Offshore Workshop de Tecnologia de Construção Naval e Offshore PROMINP Firjan, 24 de Junho de 2009 Sergio Leite de Andrade Vice

Leia mais

Curso Piloto de Informação para Operários e Encarregados Módulo: Estruturas de Concreto Armado Aula: Armaduras

Curso Piloto de Informação para Operários e Encarregados Módulo: Estruturas de Concreto Armado Aula: Armaduras Curso Piloto de Informação para Operários e Encarregados Módulo: Estruturas de Concreto Armado Aula: Armaduras Aço o para Concreto O que é o aço a o? O aço é uma combinação de SUCATA, FERRO GUSA E OUTROS.

Leia mais

Aperam - Alto Forno 2 - Timóteo (MG) AÇOS PLANOS ESPECIAIS

Aperam - Alto Forno 2 - Timóteo (MG) AÇOS PLANOS ESPECIAIS Aperam - Alto Forno 2 - Timóteo (MG) AÇOS PLANOS ESPECIAIS 1 A Aperam Bioenergia administra um patrimônio de florestas de eucalipto no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais e produz energia renovável dentro

Leia mais

Prezado (a), Atenciosamente, Marco Polo de Mello Lopes Presidente Executivo Instituto Aço Brasil. Preparado para Instituto Aço Brasil

Prezado (a), Atenciosamente, Marco Polo de Mello Lopes Presidente Executivo Instituto Aço Brasil. Preparado para Instituto Aço Brasil OUTUBRO 2012 INTRODUÇÃO Prezado (a), Manter a competitividade da indústria brasileira em uma economia cada vez mais globalizada tem sido um de nossos principais desafios. Para tal, é importante conhecer

Leia mais

Libânio M. Pinheiro, Andreilton P. Santos, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos

Libânio M. Pinheiro, Andreilton P. Santos, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 3 Libânio M. Pinheiro, Andreilton P. Santos, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos Março de 2010 AÇOS PARA ARMADURAS 3.1 DEFINIÇÃO E IMPORTÂNCIA O aço é uma liga de ferrocarbono

Leia mais

Cadeia de Suprimentos

Cadeia de Suprimentos Cadeia de Suprimentos Cadeia Produtiva Cadeia de suprimento Cadeias Globais Cluster: Sistema Local de Produção (SLP) Arranjos produtivos locais (APL) Redes de cooperação de pequenas e médias empresas Condomínio

Leia mais

APIMEC São Paulo Rômel Erwin de Souza CEO. Apresentação Usiminas 2T11 - APIMEC. 12 de novembro de 2015 Classificação da Informação: Pública

APIMEC São Paulo Rômel Erwin de Souza CEO. Apresentação Usiminas 2T11 - APIMEC. 12 de novembro de 2015 Classificação da Informação: Pública APIMEC São Paulo Rômel Erwin de Souza CEO Apresentação Usiminas 2T11 - APIMEC 12 de novembro de 2015 Classificação da Informação: Pública Agenda Usiminas em linhas gerais Informações de Mercado Usiminas

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

GalvInfo Center - Um programa do International Zinc Association. Contínua por imersão a quente

GalvInfo Center - Um programa do International Zinc Association. Contínua por imersão a quente - Um programa do International Zinc Association 2. Processos de Revestimento e Tratamentos de Superfície GalvInfoNote O Papel do Alumínio na Galvanização Contínua por imersão a quente 2.4 Rev1.1mar 09

Leia mais

A importância estratégica da Logística na Siderurgia Brasileira

A importância estratégica da Logística na Siderurgia Brasileira A importância estratégica da Logística na Siderurgia Brasileira CARLOS JR. GERENTE DE PLANEJAMENTO INTEGRADO Jun/2013 Jorge Carlos Dória Jr. Votorantim Siderurgia Votorantim Siderurgia O Grupo Votorantim

Leia mais

Tema: Aciaria Elétrica Situação Atual e Tendência 2025

Tema: Aciaria Elétrica Situação Atual e Tendência 2025 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação TR-24 - Aciaria Elétrica Situação Atual e Tendência 2025 Fase I Panorama Setorial TR - 24 Tema: Aciaria Elétrica Situação Atual e

Leia mais

2. Logística. 2.1 Definição de Logística

2. Logística. 2.1 Definição de Logística 2. Logística 2.1 Definição de Logística Por muito tempo a Logística foi tratada de forma desagregada. Cada uma das funções logísticas era tratada independentemente e como áreas de apoio ao negócio. Segundo

Leia mais

Mensuração do Desempenho do Gerenciamento de Portfólio de Projetos: Proposta de Modelo Conceitual

Mensuração do Desempenho do Gerenciamento de Portfólio de Projetos: Proposta de Modelo Conceitual Pedro Bruno Barros de Souza Mensuração do Desempenho do Gerenciamento de Portfólio de Projetos: Proposta de Modelo Conceitual Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação

Leia mais

Competitividade e Desafios da Indústria do Aço

Competitividade e Desafios da Indústria do Aço Competitividade e Desafios da Indústria do Aço Harley Scardoelli 25 de maio de 2014 As economias devem se recuperar de forma gradual ao longo dos próximos anos 6,0 5,0 4,0 3,0 3,2 5,1 3,0 4,7 3,6 4,9 3,9

Leia mais

ALTERNATIVAS DE DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS. Apresentação: Ana Rosa Freneda Data: 17/10/2014

ALTERNATIVAS DE DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS. Apresentação: Ana Rosa Freneda Data: 17/10/2014 ALTERNATIVAS DE DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS Apresentação: Ana Rosa Freneda Data: 17/10/2014 3 Elos Soluções Ambientais Alternativa para otimizar a destinação de resíduos: Crescente necessidade das

Leia mais

9º Congresso de Pós-Graduação UMA ANÁLISE GERENCIAL NA LOGÍSTICA REVERSA DE PÓS-VENDA

9º Congresso de Pós-Graduação UMA ANÁLISE GERENCIAL NA LOGÍSTICA REVERSA DE PÓS-VENDA 9º Congresso de Pós-Graduação UMA ANÁLISE GERENCIAL NA LOGÍSTICA REVERSA DE PÓS-VENDA Autor(es) ELIACY CAVALCANTI LELIS Orientador(es) ALEXANDRE TADEU SIMON 1. Introdução Atualmente, a preocupação da gestão

Leia mais

SIDERURGIA. 1- Introdução

SIDERURGIA. 1- Introdução SIDERURGIA Siderurgia 1 1- Introdução Os metais encontrados no estado nativo são o ouro, a prata, a platina, o cobre, o arsênico e o bismuto. Estes metais eram encontrados na superfície ou próximo desta,

Leia mais

Tendências Tecnológicas da Siderurgia Brasileira

Tendências Tecnológicas da Siderurgia Brasileira Tendências Tecnológicas da Siderurgia Brasileira ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO Parte 1 Estudo Prospectivo do Setor Siderúrgico Recomendações tecnológicas Parte 2 Proposta da ABM para ampliar sua participação

Leia mais

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Estratégia Competitiva é o conjunto de planos, políticas,

Leia mais

Pensamento estratégico Percepções/Visão

Pensamento estratégico Percepções/Visão UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL - LAPEM 36.570-000 VIÇOSA MG - BRASIL (Texto oferecido ao CGEE em 20/5/2014 pela profa. Angélica de Cássia

Leia mais

Evolução da armazenagem de sobressalentes em uma usina siderúrgica

Evolução da armazenagem de sobressalentes em uma usina siderúrgica 1 Evolução da armazenagem de sobressalentes em uma usina siderúrgica Alexandre Valentim 1 Dário Pinto Júnior 2 Fausto Kunioshi 2 Heloisa Nogueira 1 alexandrevalentim@uol.com.br dariompj@yahoo.com.br fausto.kunioshi@csn.com.br

Leia mais

Guia Didático do Professor

Guia Didático do Professor Guia Didático do Professor Programa A Química do Fazer Siderurgia parte 1 Metais Química 1ª Série Ensino Médio CONTEÚDOS DIGITAIS MULTIMÍDIA Conteúdos Digitais Multimídia Guia Didático do Professor Coordenação

Leia mais

Tubos OmegaBond Tecnologia Avançada

Tubos OmegaBond Tecnologia Avançada Aumento de produtividade em plantas de uréia através aumento de capacidade e melhoria de confiabilidade quanto a resistência a corrosão COMO A NOVA TECNOLOGIA AJUDA OS FABRICANTES A AUMENTAR A LUCRATIVIDADE

Leia mais

Índice 1 INTRODUÇÂO 2 A INDÚSTRIA DO CIMENTO NO CENÁRIO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS 3 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS

Índice 1 INTRODUÇÂO 2 A INDÚSTRIA DO CIMENTO NO CENÁRIO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS 3 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS Índice 1 INTRODUÇÂO 2 A INDÚSTRIA DO CIMENTO NO CENÁRIO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS 3 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS 4 2º INVENTÁRIO BRASILEIRO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA 5 PERSPECTIVAS E DESAFIOS 6

Leia mais

Missão Visão Valores

Missão Visão Valores PORTFÓLIO A Empresa A FK Engenharia e Gerenciamento nasceu de uma demanda de mercado por empresas inovadoras e de reconhecida capacidade técnica e gestão para atender da melhor forma possível, as necessidades

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS TECNOLOGIA DOS MATERIAIS Aula 7: Tratamentos em Metais Térmicos Termoquímicos CEPEP - Escola Técnica Prof.: Transformações - Curva C Curva TTT Tempo Temperatura Transformação Bainita Quando um aço carbono

Leia mais

PERFIL DE EQUIPAMENTO

PERFIL DE EQUIPAMENTO PERFIL DE EQUIPAMENTO EOF ENERGY OPTIMIZING FURNACE MINITEC Minitecnologias Ltda. Rua Bananal, 405-5º andar - Bairro Santo Antônio CEP: 35500-036 Divinópolis/MG - Brasil Fones: +55 (37) 3085-7113 / 3222-7113

Leia mais

N. º DOCUMENTO: PNCO-SI-CS-002

N. º DOCUMENTO: PNCO-SI-CS-002 NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO OPERADORES DE PÁTIOS DE MATERIAS PRIMAS E SINTERIZAÇÂO N. º DOCUMENTO: PNCO-SI-CS-002 1 1. OBJETIVO... 3 2. APLICAÇÃO... 3 3. NORMAS E/OU DOCUMENTOS

Leia mais

PROCESSOS METALÚRGICOS DE FABRICAÇÃO

PROCESSOS METALÚRGICOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS METALÚRGICOS DE FABRICAÇÃO Amanda Alves PEIXOTO 1 Chelinton Silva SANTOS 1 Daniel Moreira da COSTA 1 Rosângela Chaves dos Santos GUISELINI 1 Eduardo Tambasco MONACO 2 RESUMO Este trabalho visa

Leia mais

Processo de Forjamento

Processo de Forjamento Processo de Forjamento Histórico A conformação foi o primeiro método para a obtenção de formas úteis. Fabricação artesanal de espadas por martelamento (forjamento). Histórico Observava-se que as lâminas

Leia mais

MINI ALTO-FORNO PERFIL DE EQUIPAMENTO 1/13

MINI ALTO-FORNO PERFIL DE EQUIPAMENTO 1/13 PERFIL DE EQUIPAMENTO MINI ALTO-FORNO MINITEC Minitecnologias Ltda. Rua Bananal, 405-5º andar - Bairro Santo Antônio CEP: 35500-036 Divinópolis/MG - Brasil Fones: +55 (37) 3085-7113 / 3222-7113 - Fax:

Leia mais

Apresentação para Investidores. Novembro de 2014

Apresentação para Investidores. Novembro de 2014 Apresentação para Investidores Novembro de 2014 1 Agenda Diferenciais Gerdau Estratégia Destaques Operacionais e Financeiros Perspectivas Diferenciais Gerdau Mais de 110 anos de atuação no mercado do aço

Leia mais

Siderurgia Ambiente Internacional de Negócios 50 Seminário de Laminação ABM

Siderurgia Ambiente Internacional de Negócios 50 Seminário de Laminação ABM Siderurgia Ambiente Internacional de Negócios 50 Seminário de Laminação ABM O FUTURO DA SIDERURGIA Manoel Vitor de Mendonça Filho Vice-Presidente da Operação de Negócios Gerdau Brasil Novembro 2013 Sumário

Leia mais

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão 1 Roteiro da Apresentação Definições Cadeia de Suprimentos Logística Gestão da Cadeia de Suprimentos

Leia mais

Voestalpine Stahl, Linz, Áustria. Redução Maximizada de Emissões de Sinterização - Planta SIMETAL CIS MEROS. Metals Technologies

Voestalpine Stahl, Linz, Áustria. Redução Maximizada de Emissões de Sinterização - Planta SIMETAL CIS MEROS. Metals Technologies Voestalpine Stahl, Linz, Áustria Redução Maximizada de Emissões de Sinterização - Planta SIMETAL CIS MEROS Metals Technologies 1 Atendendo agora às futuras demandas ambientais! O desafio As exigências

Leia mais

Roadmap Tecnológico para Produção, Uso Limpo e Eficiente do Carvão Mineral Nacional

Roadmap Tecnológico para Produção, Uso Limpo e Eficiente do Carvão Mineral Nacional Roadmap Tecnológico para Produção, Uso Limpo e Eficiente do Carvão Mineral Nacional Elyas Medeiros Assessor do CGEE Líder do Estudo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação

Leia mais

Relatório de Emissões de Gases de Efeito Estufa da TKCSA

Relatório de Emissões de Gases de Efeito Estufa da TKCSA Relatório de Emissões de Gases de Efeito Estufa da TKCSA 2010 Preparado Por ThyssenKrupp CSA Siderúrgica do Atlântico Avenida João XXIII, Santa Cruz Rio de Janeiro, RJ CEP 2356-352 Tel (21) 2141-2550 Thyssenkrupp-csa.com.br

Leia mais

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi e Sistema Integrado Objetivos do Tema Apresentar: Uma visão da logística e seu desenvolvimento com o marketing. A participação da logística como elemento agregador

Leia mais

ÊNFASE EM GESTÃO DE EMPRESAS DE PETRÓLEO & GÁS

ÊNFASE EM GESTÃO DE EMPRESAS DE PETRÓLEO & GÁS MBA DESENVOLVIMENTO AVANÇADO DE EXECUTIVOS ÊNFASE EM GESTÃO DE EMPRESAS DE PETRÓLEO & GÁS O MBA Desenvolvimento Avançado de Executivos possui como característica atender a um mercado altamente dinâmico

Leia mais

Sã S o o Pa P u a l u o l 26 de d e M a M r a ço de d e 2008 0

Sã S o o Pa P u a l u o l 26 de d e M a M r a ço de d e 2008 0 São Paulo 26 de Março de 2008 Grupo Votorantim Fundado em 1918 Um dos maiores grupos industriais privados 8 unidades de negócio: metais, cimentos, celulose e papel, química, energia, agroindústria, finanças

Leia mais

Autor(es) FELIPE DE CAMPOS MARTINS. Orientador(es) ALEXANDRE TADEU SIMON. Apoio Financeiro PIBITI/CNPQ. 1. Introdução

Autor(es) FELIPE DE CAMPOS MARTINS. Orientador(es) ALEXANDRE TADEU SIMON. Apoio Financeiro PIBITI/CNPQ. 1. Introdução 19 Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS: APRIMORAMENTO DA METODOLOGIA DE DIAGNOSTICO E PROPOSIÇÃO DE UM MÉTODO PARA IMPLANTAÇÃO BASEADO EM PROCESSOS DE NEGÓCIO Autor(es) FELIPE

Leia mais

ArcelorMittal Timóteo / Jequitinhonha Projetos de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo. 19 de outubro de 2007

ArcelorMittal Timóteo / Jequitinhonha Projetos de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo. 19 de outubro de 2007 ArcelorMittal Timóteo / Jequitinhonha Projetos de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo 19 de outubro de 2007 Tópicos 1. Introdução 2. ArcelorMittal Timóteo - Aços Inoxidáveis e Elétricos Brasil 3. ArcelorMittal

Leia mais

Relatório Anual 2007

Relatório Anual 2007 Relatório Anual 2007 Relatório Anual 2007 Sumário Mensagem da Administração 04 Estratégia 06 Cenário Global 08 Desempenho dos Negócios 10 Desempenho Econômico e Financeiro 16 Investimentos 23 Ativos Intangíveis

Leia mais

Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações.

Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações. Supply Chain Finance 2011 Supply Chain Finance 2011 3 Supply Chain Finance 2011 Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações. Autor: Vanessa

Leia mais

2 ESTUDO DE CASO. Tabela 01: Dimensões das placas

2 ESTUDO DE CASO. Tabela 01: Dimensões das placas 2 ESTUDO DE CASO 2.1. A empresa A Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST) está localizada na região da Grande Vitória, Estado do Espírito Santo. A empresa fabrica e comercializa Placas de Aço e Bobinas

Leia mais

Mario Sant Anna Junior 1 ; Douglas Seibert Lazaretti 2 ; Alberto Souza Vieira 3

Mario Sant Anna Junior 1 ; Douglas Seibert Lazaretti 2 ; Alberto Souza Vieira 3 Logística em Operações Florestais EFICIÊNCIA LOGÍSTICA NA CADEIA DO GUSA A BIORREDUTOR Mario Sant Anna Junior 1 ; Douglas Seibert Lazaretti 2 ; Alberto Souza Vieira 3 RESUMO O aço é um produto essencial

Leia mais

As Megatendências por Setores da Economia CRI Minas 25 de Setembro de 2014

As Megatendências por Setores da Economia CRI Minas 25 de Setembro de 2014 As Megatendências por Setores da Economia CRI Minas 25 de Setembro de 2014 Fortune Top companies: Biggest by Market Value Fortune Top companies: Most profitable VALOR V = Valor percebido pelo cliente (

Leia mais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais João Carlos Ferraz BNDES 31 de agosto de 2008 Guia Contexto macroeconômico Políticas públicas Perpectivas do investimento

Leia mais

COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL SOLDAGEM DE AÇOS INOXIDÁVEIS. Introdução

COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL SOLDAGEM DE AÇOS INOXIDÁVEIS. Introdução COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL SOLDAGEM DE AÇOS INOXIDÁVEIS Introdução Os aços inoxidáveis austeníticos são facilmente soldados com ou sem arame de enchimento. Ë considerável a utilização

Leia mais

40.000 empregados Em mais de 250 municípios Brasileiros Presença em mais de 20 países

40.000 empregados Em mais de 250 municípios Brasileiros Presença em mais de 20 países 42º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE ACIARIA 42º STEELMAKING SEMINAR - INTERNATIONAL NOVOS PROJETOS SIDERÚRGICOS Iran Oliveira de Medeiros GRUPO VOTORANTIM 1918 2010 Canadá Estados Unidos México Bahamas Colômbia

Leia mais

No que diz respeito à siderurgia em nível mundial, podemos destacar como principais pontos:

No que diz respeito à siderurgia em nível mundial, podemos destacar como principais pontos: Setor Siderúrgico 1 O setor siderúrgico brasileiro passou por profundas transformações na década de 90, tendo como principal elemento de mudança o processo de privatização do setor, que desencadeou, num

Leia mais

Logística empresarial

Logística empresarial 1 Logística empresarial 2 Logística é um conceito relativamente novo, apesar de que todas as empresas sempre desenvolveram atividades de suprimento, transporte, estocagem e distribuição de produtos. melhor

Leia mais

INTRODUÇÃO REDUZIR OS IMPACTOS AMBIENTAIS. POR OUTRO

INTRODUÇÃO REDUZIR OS IMPACTOS AMBIENTAIS. POR OUTRO INTRODUÇÃO OS METAIS SÃO ATUALMENTE ESSENCIAIS PARA O NOSSO COTIDIANO. OS QUE SÃO MAIS UTILIZADOS SÃO O ALUMÍNIO (EM LATAS), O COBRE (NOS CABOS DE TELEFONE), O CHUMBO (EM BATERIAS DE AUTOMÓVEIS), O NÍQUEL

Leia mais

COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS

COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS COPROCESSAMENTO: PROCESSO DE RECICLAGEM Processo de valorização de resíduos, que consiste no reaproveitamento/reciclagem

Leia mais

Importações de aço acima do previsto em 2013

Importações de aço acima do previsto em 2013 Aço AÇO BRASIL DEZEMBRO 5 anos 0 I N F O R M A 23ª 23EDIÇÃO DEZEMBRO 2013 Importações de aço acima do previsto em 2013 As importações de produtos siderúrgicos deverão ser de 3,8 milhões de toneladas em

Leia mais

Relatório de Emissões de Gases de Efeito Estufa da TKCSA

Relatório de Emissões de Gases de Efeito Estufa da TKCSA Relatório de Emissões de Gases de Efeito Estufa da TKCSA 2011 Preparado Por ThyssenKrupp CSA Siderúrgica do Atlântico Avenida João XXIII, Santa Cruz Rio de Janeiro, RJ CEP 2356-352 Tel (21) 2141-2550 Thyssenkrupp-csa.com.br

Leia mais

Siderurgia. A Elaboração do Aço. DEMEC TM175 Prof Adriano Scheid

Siderurgia. A Elaboração do Aço. DEMEC TM175 Prof Adriano Scheid Siderurgia A Elaboração do Aço DEMEC TM175 Prof Adriano Scheid Seqüência : I. O processo siderúrgico Redução - Altos Fornos Refino - Aciaria II. Conformação A Laminação a Quente Laminação de Tiras a Quente

Leia mais

CIMENTO PORTLAND. A procura por segurança e durabilidade para as edificações conduziu o homem à experimentação de diversos materiais aglomerantes.

CIMENTO PORTLAND. A procura por segurança e durabilidade para as edificações conduziu o homem à experimentação de diversos materiais aglomerantes. Histórico A procura por segurança e durabilidade para as edificações conduziu o homem à experimentação de diversos materiais aglomerantes. Os romanos chamavam e sse s materiais de " caeme ntu m", termo

Leia mais

4. O Ciclo das Substancias na Termoelétrica Convencional De uma maneira geral todas as substâncias envolvidas na execução do trabalho são o

4. O Ciclo das Substancias na Termoelétrica Convencional De uma maneira geral todas as substâncias envolvidas na execução do trabalho são o 1.Introdução O fenômeno da corrente elétrica é algo conhecido pelo homem desde que viu um raio no céu e não se deu conta do que era aquilo. Os efeitos de uma descarga elétrica podem ser devastadores. Há

Leia mais

Soldabilidade de Metais. Soldagem II

Soldabilidade de Metais. Soldagem II Soldabilidade de Metais Soldagem II Soldagem de Ligas Metálicas A American Welding Society (AWS) define soldabilidade como a capacidade de um material ser soldado nas condições de fabricação impostas por

Leia mais

ASPECTOS TECNOLÓGICOS DOS AÇOS ESTRUTURAIS

ASPECTOS TECNOLÓGICOS DOS AÇOS ESTRUTURAIS Estruturas de aço. Aspectos tecnológicos e de concepção. Prof. Edson Lubas Silva Agradecimento ao Prof. Dr. Valdir Pignatta pelo material cedido ASPECTOS TECNOLÓGICOS DOS AÇOS ESTRUTURAIS 1 O que é o aço?

Leia mais

ESTRUTURAS METÁLICAS - UFPR CAPÍTULO 1 AÇOS ESTRUTURAIS

ESTRUTURAS METÁLICAS - UFPR CAPÍTULO 1 AÇOS ESTRUTURAIS ESTRUTURAS METÁLICAS - UFPR CAPÍTULO 1 AÇOS ESTRUTURAIS 1 INDICE CAPÍTULO 1 - AÇOS ESTRUTURAIS...1 1 INTRODUÇÃO - HISTÓRICO... 1 2 CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DAS ESTRUTURAS DE AÇO... 2 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS...

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009 LOGÍSTICA EMPRESARIAL Rodolfo Cola Santolin 2009 Conteúdo Cadeia de suprimentos Custos Logísticos Administração de Compras e Suprimentos Logística Reversa CADEIA DE SUPRIMENTOS Logística Logística Fornecedor

Leia mais

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE TÉCNICOS DE INSPEÇÃO DA QUALIDADE E TÉCNICOS DE JULGAMENTO DE PRODUTOS

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE TÉCNICOS DE INSPEÇÃO DA QUALIDADE E TÉCNICOS DE JULGAMENTO DE PRODUTOS NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE TÉCNICOS DE INSPEÇÃO DA QUALIDADE E TÉCNICOS DE JULGAMENTO DE PRODUTOS N. º DOCUMENTO: PNCO-IQ-CS-0 1 ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. APLICAÇÃO...3 3.

Leia mais

SITUAÇÃO E DESAFIOS DO USO DA MADEIRA PARA ENERGIA NO BRASIL

SITUAÇÃO E DESAFIOS DO USO DA MADEIRA PARA ENERGIA NO BRASIL II ENCONTRO BRASILEIRO DE SILVICULTURA Campinas, Abril 2011 SITUAÇÃO E DESAFIOS DO USO DA MADEIRA PARA ENERGIA NO BRASIL JOSÉ OTÁVIO BRITO Professor Titular jobrito@usp.br CONJUNTURA MUNDIAL CONSUMO MUNDIAL

Leia mais

2 Descrição dos Sistemas Estudados

2 Descrição dos Sistemas Estudados 33 2 Descrição dos Sistemas Estudados A seguir são descritos em detalhes os dois ciclos objetos de comparação. O ciclo tradicional é baseado em uma planta existente. O ciclo inovador é o resultado do estudo

Leia mais

Indústrias Química, do Plástico, do Vidro e dos Metais

Indústrias Química, do Plástico, do Vidro e dos Metais Indústrias Química, do Plástico, do Vidro e dos Metais Trabalho realizado por: Leonardo Vieira R. da Silveira Marcelo Henrique G. Bueno Ralf Marcelo. S. de Oliveira Professor: Renato de Sousa Dâmaso Disciplina:

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Leia mais