DESENHO DA CADEIA DA DEMANDA: IMPLICAÇÕES DE MÉTODOS E CONCEITOS

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1 DESENHO DA CADEIA DA DEMANDA: IMPLICAÇÕES DE MÉTODOS E CONCEITOS Matheus Dhein Dill 1, Doutorando em Agronegócios, Jean Phillipe Palma Rèvillion, Prof. Dr. em Agronegócios, Felipe Möller Neves, Mestrando em Agronegócios, Dioneia Dalcin, Doutorando em Agronegócios, Sibele Vasconcelos de Oliveira, Doutoranda em Agronegócios¹ RESUMO: Os cenários concorrenciais do agronegócio brasileiro condicionaram o aumento competitivo das agroindústrias e a evolução dos conceitos de gerenciamento de cadeias produtivas, tornando relevante a compreensão de alguns elementos teóricos que permearam estas transformações. Destarte, através de pesquisa bibliográfica, este trabalho analisa a história e objetivos dos métodos Supply Chain Management (SCM), Demand Chain Management (DCM) e Quality Function Deployment (QFD), no intuito de elucidar a origem do novo método Desenho da Cadeia da Demanda (DCD), especificando suas implicações e as formas de gerenciamento de cadeias produtivas a partir da satisfação do consumidor final. Evidenciou-se que os métodos explorados possuem inter-relacionamento de objetivos, os quais podem ser utilizados em conjunto se tornando uma ferramenta eficaz. Também pode-se constatar que o DCD e o QFD tem o mesmo princípio, ou seja, a identificação das necessidades do consumidor final, além disso, ambos partem da mesma sistemática e mecanização operacional. Palavras chaves: Supply Chain Management, Demand Chain Management, Quality Function Deployment e Desenho da Cadeia da Demanda. ABSTRACT: The competitive scenarios of brazilian s agribusiness influenced the increase of competitiveness in agro-industries and the evolution of concepts of production chains management, making it relevant to understanding some theoretical elements that were part of these transformations. Thus, literature research, this paper examines the history and objectives of the methods Supply Chain Management (SCM), Demand Chain Management (DCM) and Quality Function Deployment (QFD), in order to elucidate the origin of the new method of Demand Chain Design (DCD), specifying its implications and the ways of managing supply chains from the final consumer satisfaction. It was evident that the explored 1 Centro de Estudos e Pesquisas em Agronegócios CEPAN/UFRGS ¹Programa de Pós-Graduação em Agronegócios

2 methods have interrelationships of objectives, which can be used together becoming an effective tool. It can also be verified that the DCD and QFD have the same principle, namely, indentifying the needs of final consumers, in addition, both start from the same systematic and operational mechanization. Keywords: Supply Chain Management, Demand Chain Management, Quality Function Deployment and Demand Chain Design. INTRODUÇÃO O agronegócio é uma atividade de alta competitividade, tanto no Brasil como no exterior. Desta forma, para que as agroindústrias brasileiras possam manter-se no mercado, ou ainda, aumentar seu acesso aos mercados mais exigentes, com a produção de baixo custo e com qualidade, é essencial um constante trabalho de modernização, adaptação e melhoria em todos os setores e áreas da linha de produção (LEITE et al., 2000). Assim, surge a necessidade de implementação de teorias e métodos que auxiliem na identificação das necessidades dos clientes, para discernir os fatores que devem ser levados em consideração ao longo da cadeia produtiva. Na premissa de aumentar o potencial competitivo das agroindústrias através de sua estrutura organizacional (capital, equipamentos, fornecedores, etc.) e objetivando a satisfação do consumidor final, é de fundamental importância pesquisar formas inovadoras de gerenciamento da cadeia produtiva. Deste modo, o presente artigo objetiva realizar uma revisão bibliográfica sobre duas abordagens aplicadas ao gerenciamento de cadeias produtivas. Primeiramente, serão evidenciados os conceitos Supply Chain Management (SCM) e Demand Chain Management (DCM), relatando suas histórias e evoluções, assim como suas implicações. Em seguida, é analisada a utilização do método Quality Fuction Development (QFD), como ferramenta de apoio ao gerenciamento de cadeias produtivas a partir das especificidades da demanda. Após, é demonstrado o conceito proposto por Canever (2007) para analisar cadeias produtivas, explicitando seu conteúdo metodológico. Este método é denominado Desenho da Cadeia da Demanda (DCD), o qual engloba os fundamentos dos conceitos DCM e QFD, tendo como enfoque principal a satisfação do consumidor final.

3 Assim, a importância deste trabalho é revelada através do interrelacionamento e utilização destas ferramentas, em especial no agronegócio brasileiro, observando a necessidade de instrumentos científicos que impulsionem o desenvolvimento do setor agroindustrial. Do mesmo modo, o trabalho procura beneficiar o meio acadêmico através destas abordagens, com o intuito de disponibilizar materiais e métodos científicos que beneficiam todos os atores envolvidos na construção do conhecimento. 2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1 CONTRIBUIÇÕES CONCEITUAIS SOBRE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Historicamente, o gerenciamento de cadeias produtivas está em constante modificação, na procura de melhorar sua eficiência. Os anos 70 correspondem à década das melhorias na qualidade, onde as empresas começaram a investir consideravelmente em programas de gestão da qualidade total. Já na década de 80, o foco das empresas migrou para a fabricação, centrando-se nos conceitos de justin-time, fabricação flexível e inventário zero; com o intuito de alcançar a excelência em fabricação. Nos anos 90, época da globalização do mercado e era da informação, as empresas procuram encurtar seus ciclos de produção na busca de melhorar a sua cadeia de abastecimento. Atualmente as empresas estão buscando iniciativas agressivas para melhorar a eficiência operacional (serviços ao cliente, diminuição dos custos operacionais, etc.) (LEE, 2001). Neste contexto, o conceito SCM proveio em meados dos anos 80, mas foi a partir dos anos 90 que obteve maior reconhecimento, o qual na definição de Christopher (2000) é um método de relacionamento - a montante a jusante, que visa à diminuição dos custos de produção na cadeia produtiva como um todo. Para analisar os conceitos dos diversos autores, são alocados resumidamente na tabela 1, as diferentes abordagens sobre os conceitos de SCM. Stevens (1980) Tabela 1 Conceitos de Suplly Chain Management O objetivo gerencial a cadeia de suprimentos está embasada em sincronizar o fluxo de materiais a partir do fornecimento, no intuito de sincronizar em equilíbrio fatores conflitantes encontrados nos processos.

4 Jones e Riley (1985) La Londe e Mestrado (1994) Cooper et al. (1997) Cooper, Lambert e Pagh (1997) "Supply Chain Management lida com o fluxo total de materiais a partir de fornecedores através de usuários finais... " A estratégia do Supply Chain é dada quando duas ou mais empresas dentro de uma cadeia entram em acordo de longo prazo, onde é desenvolvido confiança, compromisso de relacionamento e troca de dados sobre as demandas e as vendas. Define Supply Chain Management como sendo uma filosofia integradora para gerenciar o fluxo total de um canal de distribuição do fornecedor ao consumidor final. Abordagem de SCM ultrapassa o conceito de logística ao longo da cadeia de suprimentos ; estuda a integração e gestão de processoschave ao longo da cadeia de suprimentos; - objetivo: é possível capturar as sinergias da integração e da gestão intra e entre firmas. Ching (1999) Figueiredo e Arkarder (2003) SCM é uma forma integrada de planejar e controlar o fluxo de mercadorias, informações e recursos, desde os fornecedores até o cliente final, procurando administrar as relações na cadeia logística de forma cooperativa. SCM surgiu como uma evolução natural do conceito de Logística Integrada, com o objetivo de proporcionar possível aumento à produtividade, para a redução de custos e identificar formas de agregar valor aos produtos. Fonte: Adaptado PEDROZO; ESTIVALETE e BEGNIS (2004) e MENTZER (2001). Conforme Mentzer (2001), a gestão está avançando e as empresas estão procurando conhecer as interações entre os fluxos de informações, materiais, recursos humanos, equipamentos e capital entre as empresas relacionadas. Neste diapasão, as empresas estão procurando adotar o conceito SCM como ferramenta para aumentar sua eficiência, pois este conceito permite coordenar o fluxo de materiais para dentro e para fora da empresa, estreitando as relações com fornecedores, aumentando a competitividade em qualidade e tempo. Como os clientes estão cada vez mais exigentes, as empresas necessitam de uma coordenação e de um relacionamento com maior flexibilidade com seus fornecedores e distribuidores. A cadeia de suprimentos é um conjunto de empresas que se relacionam entre si e que são interdependentes perante suas funções. Essas empresas interagem em sintonia, onde existe um fluxo de mercadorias e um curso bidirecional de informações (feedback), em que as informações exercem influências no

5 desempenho das organizações (SCRAMIM e BATALHA, 1999). A SCM estabelece uma dinâmica operacional para as empresas nela envolvidas, alterem significativamente a forma de gerir os processos dentro das cadeias de suprimentos (TROQUE e PIRES, 2003). 2.2 DEMAND CHAIN MANAGEMENT A evolução dos conceitos de gestão está em constante aprimoramento, nesta percepção Willians et. al. (2002) argumenta que a nova organização de sistemas, estruturas e processos estão emergindo para a transformação de novos modelos de negócios. Estudos sobre Demand Chain Management (DCM) obtiveram evidências no ano de 2002, com publicações de uma série de artigos relacionados ao tema, no Journal of Operations Management, onde Frohlich e Westbrook (2002) escreveram sobre a gestão de empresas das áreas de manufatura e serviços e evidenciaram a importância da incerteza da demanda (MOYSES e MOORI, 2008). Neste enfoque, as oscilações na demanda, as quais estão fortemente relacionadas com o fluxo de produção dentro das cadeias integradas, promovem irregularidades nas operações. O gerenciamento baseado na demanda deve ser visto como um requisito fundamental para o sucesso ou fracasso de toda a cadeia produtiva (TROQUE e PIRES, 2003). A aplicação desta sistemática gerencial é um diferencial, com o propósito de obter informações detalhadas e fidedignas sobre potenciais consumidores e que podem gerar grandes oportunidades, onde o trabalho cuidadoso com instrumentos de marketing e o estreitamento das relações com os clientes podem beneficiar os integrantes da cadeia. Evidenciado que os consumidores possuem diversas necessidades, as empresas estão optando por personalizar seus produtos e serviços para satisfazer as devidas necessidades de cada segmento de mercados que competem (CANEVER, 2007). Conforme Langabeer e Rose (2002), o objetivo do DCM está voltado em entender, influenciar e gerir a demanda do consumidor e, assim promover estratégias perante os entraves e oportunidades ao longo de toda a cadeia produtiva. A prática da DCM torna-se cada vez mais importante para as empresas, no intuito de compreender as expectativas atuais e futuras a respeito dos seus clientes, as características do mercado e as diversas alternativas disponíveis para satisfazer

6 as necessidades dos clientes através da implantação de competências (CANEVER, 2007). O DCM pode gerar ganhos na eficiência de produção, resultantes da diminuição dos custos de transação melhoradas através da organização de estratégias vinculadas com a operacionalidade de outros níveis da cadeia (WILLIANS et al., 2002). 2.3 ASPECTOS DE GERENCIAMENTO BASEADOS NA DEMANDA O Gerenciamento baseado na demanda possui 2 aspectos importantes a serem analisados, de acordo com Lee (2001). O primeiro está relacionado com o gerenciamento de diversos instrumentos que influenciam a demanda por produtos ou serviços. Entre eles estão os preços, promoções, descontos entre outros. E para tomar as devidas decisões deve-se: 1. Entender o impacto da evolução dos níveis desses instrumentos sobre a demanda para o produto, bem como todos os produtos relacionados. 2. Analisar quais são os objetivos da gestão e reconhecer quais são as limitações enfrentadas pela empresa. 3. Incorporar a verdadeira cadeia de custos correspondentes à demanda, resultantes da utilização desses instrumentos. 4. Planejar e executar decisões, de modo que a demanda possa ser prevista. 5. Medir e acompanhar atentamente a evolução real da demanda. O segundo aspecto corresponde à coordenação dos instrumentos na cadeia de abastecimento. Por exemplo, promoção de preço de um determinado produto. Esta ação pode ser perdida se o atacadista não estiver de acordo em passar adiante a promoção, ou seja, o consumidor final não terá reconhecimento da promoção vigente anteriormente, acarretando em perdas à empresa que teve a iniciativa. Então, para que haja melhorias através da gestão baseada na demanda, devem-se coordenar os diferentes instrumentos de comercialização nas diferentes partes da cadeia (LEE, 2001). Diante disto, acerca da definição operacional do DCM, Canever (2007) relata que a operacionalidade está relacionada com as práticas comerciais, as quais estão intimamente ligadas com dois elementos fundamentais: a demanda e a oferta. As

7 práticas comerciais visam compreender e gerir a demanda dos clientes, alinhadas com as atividades em toda a cadeia, onde a ligação entre demanda e oferta ocorre entre a troca de produtos e serviços e também pelas interações entre clientes e fornecedores no mercado. Assim, os clientes vão ao encontro de produtos e serviços que supram suas necessidades, da mesma forma, as empresas da cadeia possuem determinados recursos (por exemplo, capital, mão de obra, tecnologia, conhecimento), que quando combinados, podem resultar em competências para produzir e disponibilizar aos clientes produtos e serviços que estão fortemente entrelaçados em suas preferências, valores, emoções, etc. (CANEVER, 2007). Neste contexto, Dalen, (1996) relata que o grande desafio está na criação de produtos e tecnologias que englobam as necessidades dos clientes em relação às matérias primas e processos disponíveis pelas empresas. Cabendo ao setor gerencial conduzir tais operações de produção, onde ainda há necessidade de métodos complementares que auxiliem uma efetiva gestão baseada na demanda Introdução de ferramentas na gestão da cadeia da demanda (DCM) Novas ferramentas incorporadas na DCM podem aumentar a transparência e a visibilidade das capacidades específicas dos integrantes da cadeia, permitindo melhor compreender quais organizações podem ou não participar da cadeia, para que esta se torne mais eficiente. Estas ferramentas capazes de entender as necessidades e desejos dos clientes são importantes para realizar uma efetiva gestão da cadeia, com o intuito de tornar as empresas cada vez mais competitivas e lucrativas. Entende-se que a DCM é composta por um modelo gerencial, o qual estimula a formulação de novas pesquisas em marketing, contribuindo para a criação de valor ao cliente e também para a sociedade (JUTTER et. al., 2004). A proposta de implementação de novas ferramentas, no caso o método QFD, vem ao encontro destas expectativas. Com relação a esta premissa, a utilização do método QFD, pode tornar o processo de gerenciamento da cadeia da demanda mais eficiente, devido a suas características e fundamentos operacionais e analíticos. 2.4 QUALITY FUNCTION DEVELOPMENT (QFD)

8 O desdobramento da função qualidade (QFD) é um método, que foi formulado pelos professores Akao e Mizuno no final da década de 60 no Japão, com o intuito de auxiliar a garantia da qualidade durante o desenvolvimento de um determinado produto. Conforme Sassi e Miguel, (2002), os professores desenvolveram essa metodologia durante um período onde as empresas japonesas procuravam quebrar paradigmas de desenvolvimento de produtos através da imitação e da cópia. Na mesma década, o QFD foi utilizado pela empresa Mitsubishi KOBE Shipyard - na fabricação de navios, logo após a Toyota implementou o método, o qual foi utilizado para solucionar a insatisfação de seus clientes referente à ferrugem nos carros (GUIMARÃES, 1996). A partir da formulação do método QFD, ocorreram várias implementações de novos conceitos e metodologias, o que resultou em um modelo amplo e com várias alternativas de aplicações (MELLO e CHENG, 2007). A difusão do QDF nos Estados Unidos (EUA) ocorreu a partir de 1986, entretanto ocorreram diversas modificações em contraste com a versão original, fazendo com que hoje haja uma confusão na utilização e entendimento dessa ferramenta. Dois aspectos são responsáveis por esta confusão: as diferentes formas de denominar o método e as diferentes versões existentes (MELLO e CHENG, 2007). No início de sua implementação, o QFD era somente uma técnica para desdobrar por meio de matrizes as necessidades dos clientes em características técnicas de produto. Atualmente o conceito de QFD é bem mais amplo e se divide em dois grupos o QFDr (quality function deployment in a restricted sense) e o QD (quality deployment). O QFDr, também conhecido em português como o processo gerencial de desenvolvimento do produto orientado para o cliente, caracterizado como um modelo de referência para gestão do desenvolvimento de produtos, ou seja, o QFDr define as atividades e padrões para se realizar o processo de desenvolvimento de produtos. Já o QD, desdobramento da qualidade, corresponde à técnica original. Em geral, nos EUA e Europa o método se refere principalmente ao desdobramento da qualidade (QD), embora no país de origem do método o QFD (em japonêns, Hinshitsu Kino Tenkai) é formado de QD e QFD, entendido de forma ampla e interligado com o sistema de gestão de qualidade (MELLO e CHENG, 2007).

9 No Brasil as utilizações do QFD iniciaram por volta dos anos 90 e adota principalmente o modelo americano. Segundo Sassi e Miguel (2002), a metodologia vem sendo bastante divulgada, o que pode ser observado no aumento gradual das publicações de artigos nos últimos anos, devido sua aplicabilidade e finalidade Objetivos e importâncias da metodologia QFD O QFD é uma metodologia tem como objetivo gerenciar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços, tendo como foco principal a identificação das necessidades dos clientes, na procura de atendê-las da melhor forma possível. (PEIXOTO e CARPINETTI, 1999). Neste sentido, Fiates (1995) enfatiza que a metodologia é orientada pelos clientes e voltada para eles próprios, onde são captadas as necessidades do cliente, as expectativas e desejos, os traduzindo para todos os processos da organização, de forma a garantir a qualidade requerida pelos clientes em cada etapa do processo. Sucintamente, QFD é o desdobramento sistemático das relações entre os requisitos do consumidor e as características para o desenvolvimento de novos produtos. Após o entendimento das necessidades, é realizado o desdobramento das variáveis que estão relacionadas com o desenvolvimento do produto (requisitos dos clientes, funções do produto, características do produto, especificações dos mecanismos e componentes, parâmetros de processo, confiabilidade do produto, custo do produto, etc.) através de tabelas, matrizes e procedimentos de extração, relação e conversão. Entendido que: - extração é o processo de criar uma tabela a partir de outra, ou seja, utilizar os dados de uma tabela tendo como referencial para o desenvolvimento de outra tabela; - a relação é o processo de identificar a intensidade do relacionamento entre os dados das duas tabelas que compõem a matriz; - a conversão é o processo de quantificar a importância relativa dos dados de uma tabela em função da intensidade da relação destes com os dados da outra tabela. Também deve ser levada em consideração a importância relativa dos dados que compõem a tabela que será convertida (PEIXOTO e CARPINETTI, 1999). A importância do QFD está em tornar estas relações citadas acima, (em sentido amplo) explícitas, permitindo a harmonização e a priorização das várias

10 decisões tomadas durante o desenvolvimento do produto (PEIXOTO e CARPINETTI, 1999) Implicações do QFD O QFD é uma ferramenta que pode ser aplicada no desenvolvimento e aprimoramento de produto ou serviço, tendo como objetivo satisfazer as necessidades dos consumidores e auxiliar no trabalho em equipe. Através de um conjunto de matrizes, parte-se dos requisitos expostos pelos clientes e realiza-se um processo de desdobramento, transformando-os em especificações técnicas do produto (PEIXOTO e CARPINETTI, 1999). Esta ferramenta possui como base o trabalho em conjunto com os demais integrantes da organização, com o objetivo de que todos os atores estejam em concordância em relação aos propósitos e decisões tomadas coletivamente, a fim de se desenvolver um determinado produto que satisfaça as necessidades do público alvo. Deste modo, se cria ou aperfeiçoa um produto ou serviço dentro dos padrões da empresa e das exigências dos clientes. Resumidamente, Fiates (1995) relata que o QFD é uma ferramenta poderosa de planejamento, promovendo o entendimento global do ambiente tanto interno como externo da empresa. Para tornar o trabalho mais objetivo, entendido que o QFD possui diversas versões, é evidenciado o QFD das Quatro Fases, porque conforme Peixoto e Carpinetti (1999) este modelo é o mais reconhecido, pois privilegia a identificação das relações e a conversão dos parâmetros, abrangendo quatro desdobramentos principais, também chamadas de casas das qualidades (HOQs). Estes desdobramentos das HOQs são realizados em ordem cronológica, na seguinte ordem, de acordo com (Clausing Hauser, 1988 in Canever, 2007). - Primeira HOQ: planejamento do produto, representado pela relação entre as necessidades do consumidor final e o desdobramento das necessidades variáveis. -Segunda HOQ: desdobramento do produto relacionado às variáveis da empresa. - Terceira HOQ: planejamento de montagem do produto e dos processos. - Quarta HOQ: planejamento da produção relacionada com as exigências. Estas etapas também são conhecidas por: desenho, detalhe, processamento e produção. Cada etapa do processo tem uma matriz constituída por uma coluna

11 vertical de "o que" e uma fila horizontal de "como". O que, são necessidades dos clientes, "como" são as formas de atingi-los (CANEVER, 2007). Através da operacionalização do conjunto de matrizes, parte-se dos requisitos expostos pelos clientes e realiza-se um processo de desdobramento, transformando-os em especificações técnicas o produto. As matrizes são utilizadas como ferramenta de apoio para orientar o trabalho, onde são registradas as discussões permitindo a avaliação e priorização de requisitos e características e, ao final, será uma importante fonte de informações para a execução do projeto como um todo. O resultado final de todo o processo é uma melhor concepção do produto, com um ciclo de desenvolvimento mais curto, de melhor qualidade e com possíveis reduções nos custos (Crowe e Cheng, 1996). 2.5 DESENHO DA CADEIA DA DEMANDA O Desenho da Cadeia da Demanda (DCD) é um método proposto por Canever (2007), que tem como base a sistemática operacional do QFD. Conforme o autor, o QFD é um instrumento eficaz para lidar com perguntas pertinentes, tais como: o que fazer e como fazer, onde estas perguntas são respondidas em quatro etapas, também chamadas casas da qualidade (HOQ), as quais relacionam o que com as perguntas como. Este método também utiliza os conceitos do DCM como um referencial importante para discernir as etapas de gerenciamento, referente aos diversos instrumentos que influenciam a demanda de um determinado produto. Canever (2007) utilizou este método para Desenhar a Cadeia da Demanda da carne bovino no Estado do Rio Grande do Sul. Esta proposta metodológica e o seu estudo de caso estão disponíveis em seu livro, intitulado: From Fork to Farm Demand Chain Management in the Agro-Food Business - With Application to the Rio Grande do Sul Beef Business. Analisando o método QFD e o DCD, fica evidente de que ambos partem de um mesmo princípio, que é a identificação das necessidades e desejos dos consumidores finais. Os dados serão traduzidos e repassados ao longo da cadeia produtiva, no intuito de gerenciar os processos e discernir táticas e estratégias para satisfazer tais necessidades, proporcionando ao mesmo tempo uma efetiva coordenação gerencial de todos os processos de produção ao longo da cadeia,

12 dentro das possibilidades da empresa, dos colaboradores inseridos na empresa e dentro das capacidades dos fornecedores. Assim, caracteriza-se este novo modelo de desenhar a cadeia como sendo um processo estratégico de gerenciamento para as organizações. De acordo com Hitt et al., (2002), estratégia em nível de negócios é um conjunto integrado e coordenado de compromissos e ações cujo objetivo é alcançar uma vantagem competitiva através da exploração das competências essenciais em mercados de produtos específicos. Neste contexto, Canever (2007) ressalta que a modificação do QFD tem como objetivo garantir que as necessidades dos clientes estejam inseridas na construção da cadeia e na fase de concepção do produto, enfatizando a satisfação das necessidades e desejos do consumidor final. Além disso, o autor relata que esta nova abordagem permite identificar formas inovadoras de estruturar e gerir a cadeia, conforme a receptividade da equipe e a estrutura organizacional. 2.6 DIFERENÇAS ENTRE QFD DAS 4 FASES E QFD NO DESENHO DA CADEIA DA DEMANDA No intuito de ampliar a aplicação do QFD para o desenvolvimento do Desenho da Cadeia da Demanda (DCD), no primeiro momento é evidenciado na tabela 2 as principais diferenças entre as duas ferramentas, para depois explanar as etapas metodológicas propostas pelo DCD. Tabela 2 - Diferenças entre QFD no desenvolvimento de produto e QFD no desenho da cadeia produtiva número de HOQ membros da equipe QFD no desenho de produto quatro HOQs - planejamento de produtos, implantação de componentes, processo de planejamento e planejamento de produção cruzamento funcional de engenheiros QFD no desenho da cadeia cinco HOQs - entendimento da demanda, processo de planejamento, detalhamentos das funções e implantação de ativos, planejamento e coordenação das interdependências e planejamento da estrutura da cadeia cruzamento entre os gestores do alto escalão e gestores funcionais processos processo específico para a fabricação do produto Fonte: Adaptado de Canever, (2007). técnicas, táticas e estratégicas para questões organizativas da cadeia

13 As modificações no QFD propostas por Canever (2007) consistem em 5 casas, as quais são chamadas: Entendimento da demanda, Planejamento dos Processos, Desdobramento dos Processos em Ativos, Planejamento das Coordenações e por último a Seleção de Parceiros. Esta metodologia técnica é realizada em ordem sistemática, a qual e exposta resumidamente a seguir. A primeira fase consiste em identificar as necessidades críticas dos consumidores finais (ex.: sabor, facilidade de preparo, economia). Após, são identificadas as principais características (conteúdo de gordura, tamanho, preço, apresentação, etc.) do produto ou serviço que a cadeia necessita realizar para satisfazer tais necessidades. Estas informações serão colocadas na primeira HOQ. A segunda etapa refere-se a traduzir as necessidades e desejos e identificar os principais processos chaves que deverão ser modificados e ou implementados, para que as devidas modificações nos processos da cadeia sejam realizadas para elaborar determinado produto que satisfaça o consumidor final. Este processo é realizado na segunda HOQ. A terceira etapa (terceira HOQ), refere-se a quebra de cada processo fundamental identificado na fase anterior, em tarefas e ativos necessários para efetivar cada processo. Na quarta etapa, é procurado definir quais os critérios imprescindíveis que devem ser observados para que a cadeia (interdependências) funcione. Logo após, é analisado a melhor maneira de coordenar as interdependências entre os atores. Na quinta e última casa, é determinado e avaliado quais organizações e ou parceiros são necessários para oferecer os recursos imprescindíveis para que a cadeia consiga produzir dentro dos padrões pré-estabelecidos. Estas etapas são realizadas em ordem seqüencial e devem ser realizadas de forma integrada com todos os atores envolvidos no processo, onde todos devem estar dispostos a colaborar para que este método se torne realimente eficiente. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS A proposta deste artigo foi evidenciar a evolução dos conceitos que permeiam a gestão de cadeias produtivas, a fim de diagnosticar métodos que potencializam a gerenciamento. No caso, o SCM, DCM e QFD no primeiro momento para contextualizar a nova abordagem Desenho da Cadeia da Demanda (DCD), a

14 fim de trazer suas possíveis aplicações no gerenciamento da cadeia baseado na demanda do consumidor final. Através da análise deste referencial, fica evidente a disponibilidade de métodos e que estes estão inter-relacionados aos mesmos princípios, em maior evidência o QFD e DCM, os quais partem da identificação das necessidades do consumidor final e que estas informações são processadas e repassadas ao longo da cadeia produtiva, proporcionando uma co-relação entre satisfação do consumidor, planejamento, produção e gerenciamento. Nesta colocação, o Desenho da Cadeia da Demanda vem ao encontro das propostas QFD e DCM, proporcionando aos integrantes de toda a cadeia produtiva uma ferramenta factível de criação de valor ao cliente final, diminui os custos de produção e, que permite auxiliar a coordenação gerencial de todos os processos ao longo da cadeia produtiva, dentro das possibilidades organizacionais das empresas e das capacidades dos fornecedores. No entanto, futuros estudos devem ser realizados com esta nova abordagem (DCD), com o propósito de trazer para o meio acadêmico seus pontos fortes e suas limitações, objetivando o aprimoramento e a aplicação dos conceitos, no intuito de torná-la um método consistente para o processo estratégico e gerencial das organizações inseridas na cadeia produtiva. REFERÊNCIAS CANEVER, M. D. From Fork to Farm - Demand Chain Management in the Agrofood Business: With Application to the Rio Grande do Sul Beef Business. 1. ed. Wageningen: Wageningen University, v p. CHRISTOPHER, M. The agile supply chain competing in volatile markets. Industrial Marketing Management, CROWE, T. J., CHENG, C-C. Using quality function deployment in manufacturing strategic planning. International Journal of Operations & Production Management, 16 (4), 35-48, DALEN, G. A. Assuring Eating Quality of Meat. Elseveir Science Ltd - Meat Science, Vol.43, No. S, S21-S33, FIATES, G. G. S. A utilização do QFD como suporte a implementação do TQC em empresas do setor de serviços. Dissertação. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC, 1995.

15 GUIMARÃES, L. M. QFD - Ferramenta de suporte à estratégia competitiva. Revista Controle da Qualidade, Ed. Banas, Janeiro 1996, no. 56 pp HITT, Michael A. et. al. Administração Estratégica: competitividade e globalização. São Paulo. Pioneira Thomson Learning, LANGABEER, J., ROSE, J., Creating Demand Driven Supply Chains: How To Profit From Demand Chain Management, Spiro Press, London, LEE, H. L. Ultimate enterprise value creation using demand-based management. Stanford Global Supply Chain. Management Forum Report No. SGSCMF-W1-2001, pp LEITE, D. M. G. et al. Software para gerenciamento de granjas suinícolas. In: Congresso e mostra de agroinformática, 1., 2000, Ponta Grossa. Anais... Ponta Grossa: UEPG, (Meio eletrônico). Acesso em: 16 maio de Disponível em: MELLO, L., CHENG, L. QFD na garantia da qualidade do produto durante seu desenvolvimento caso em uma empresa de materiais. Produção, v. 17, n.3, p , MENTZER, J. T. H et. al Defining supply chain management. Journal of business logistic, vol.22, n.2, 1-25, MOYSES G. L. R e MOORI, R. G. A gestão da capacidade e da demanda na cadeia de suprimentos da hotelaria: um estudo exploratório Anais SIMPOI, p. PEDROZO, E. A.; ESTIVALETE, V, F. B e BEGNIS, H. S. M Cadeia(s) de agronegócio: objeto, fenômeno e abordagem teórica. Anais do ENANPAD 2004, Curitiba, PR, 2004, 16p. PEIXOTO, M. O. C.; CARPINETTI, L. C. R. Síntese do QFD das Quatro Ênfases e do QFD Estendido: uma abordagem de aplicação. Engenharia Arquitetura, São Carlos, v. 1, n. 2, p , SCRAMIM, F. C. L e BATALHA, M. O. Supply Chain Managemnt em cadeias agroindustriais: discussões a cerca das aplicações no setor lácteo brasileiro. II Workshop Brasileiro de Gestão de sistemas Agroalimentares PENSA/FEA/USP Ribeirão Preto, p TROQUE, W. A.; PIRES, S. R. I. Influência das práticas da Gestão da cadeia de Suprimentos na Gestão da Demanda. XXIII Encontro Nacional De Engenharia de Produção - ENEGEP Ouro Preto, MG, SASSI, A. C. ; MIGUEL, P. A. C. ; CARNEVALLI, J. A.. Comparação do Uso do QFD no Brasil e Reino Unido. Revista Produto & Produção, Porto Alegre, v. 6, n. 2, p , 2002.

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