PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA

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1 36 PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA PORTARIA Nº 2675/2016 A DOUTORA VANJA FONTENELE PONTES, PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, no desempenho de suas atribuições legais, conferidas no Artigo 20, 26, I e V, c/c o Artigo 186, caput, 203, III, e 204, II, da Lei Complementar nº 72, de 12 de dezembro de 2008 (Lei Orgânica e Estatuto do Ministério Público do Estado do Ceará), c/c o Provimento nº 97/2014 e alterações. CONSIDERANDO o teor Edital nº 08/2016-SERH/PGJ, de 10 de maio de 2016, que homologou o resultado final do Concurso Interno de Remoção regido pelo Edital nº 06/2016-SERH/PGJ, de 27 de abril de 2016, e do Provimento nº 037, de 10 de maio de 2016, que alterou o quantitativo de cargos de Analista de Ministerial de Entrância Final Direito, na Comarca de Fortaleza. RESOLVE TORNAR PÚBLICA a relação de comarcas providas do cargo de Analista Ministerial de Entrância Final Direito, vagas na presente data, conforme o anexo único portaria. Registre-se. Publique-se. Cumpra-se. GABINETE DA PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, em Fortaleza, aos 10 de maio de Vanja Fontenele Pontes Procuradora-Geral de Justiça em exercício ANEXO ÚNICO DA PORTARIA Nº 2675/2016 ANALISTA MINISTERIAL DE ENTRÂNCIA FINAL DIREITO COMARCA QUANTITATIVO DE VAGAS FORTALEZA 04 TOTAL 04 (QUATRO) ATO Nº 87/2016 A DOUTORA VANJA FONTENELE PONTES, PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, no desempenho de suas atribuições administrativas, conferidas no Artigo 20, 26, I e V, c/c o Artigo 186, caput, 203, III, e 204, II, da Lei Complementar nº 72, de 12 de dezembro de 2008 (Lei Orgânica e Estatuto do Ministério Público do Estado do Ceará)), c/c o Provimento nº 204/2012, publicado no Diário da Justiça de 28 de dezembro de 2012, alterado pelos Provimentos nºs 91, de 30 de abril de 2014, e 37, de 23 de julho de CONSIDERANDO os prazos estabelecidos nos itens 5.3 e 5.4 e as demais disposições do Edital nº 06/2016-SERH/PGJ, publicado no Diário da Justiça de 28 de abril de CONSIDERANDO a homologação do resultado final do Certame, mediante o Edital nº 08/2016-SERH/PGJ, de 10 de maio de RESOLVE REMOVER, PARA A COMARCA DE FORTALEZA, EM IDÊNTICO CARGO, O SERVIDOR AIRTON PAULA DA SILVA FILHO, Analista Ministerial de Entrância Final Direito, matrícula funcional nº , lotado na Comarca de Caucaia. Registre-se. Publique-se. Cumpra-se. GABINETE DA PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, em Fortaleza, aos 10 de maio de VANJA FONTENELE PONTES Procuradora-Geral de Justiça em exercício EDITAL Nº 08/2016-SERH/PGJ HOMOLOGAÇÃO DO RESULTADO FINAL DO CONCURSO INTERNO DE REMOÇÃO, DESTINADO AOS OCUPANTES DO CARGO DE ANALISTA MINISTERIAL DE ENTRÂNCIA FINAL - DIREITO, REGIDO PELO EDITAL Nº 06/2016-SERH/PGJ, DE 27 DE ABRIL DE 2.016, PUBLICADO NO DIÁRIO DA JUSTIÇA DE 28 DE ABRIL DE RELATÓRIO 1. A Procuradoria Geral de Justiça, em cumprimento ao disposto no Artigo 6º do Provimento nº 204/2012, de 10 de dezembro de 2012, publicado no Diário da Justiça de 28 de dezembro de 2012, deu início, mediante o Edital de Remoção nº 06/2016-SERH/ PGJ, de 27 de abril de 2016, publicado no Diário da Justiça que circulou no dia 28 de abril de 2016, ao Concurso Interno de Remoção destinado aos ocupantes do cargo de Analista Ministerial de Entrância Final - Direito.

2 37 2. O Edital de Remoção foi disponibilizado nos endereços eletrônicos (Intranet), e mp.br. (Internet), no dia 29 de abril de 2016, data de início das inscrições. 3. Foram disponibilizadas 4 (quatro) vagas, todas para a Comarca de Fortaleza. 4. Somente 1 (um) servidor, lotado na Comarca de Caucaia, solicitou inscrição no certame. É o relatório. CONSIDERANDO o fi m do prazo para inscrição no certame. CONSIDERANDO que apenas 1 (um) servidor solicitou inscrição no certame. CONSIDERANDO que o quantitativo de inscritos é inferior à quantidade de vagas ofertadas. CONSIDERANDO que o servidor inscrito está habilitado para remoção, não estando enquadrado em nenhuma das vedações da Lei Estadual nº 14043/2007, alterada pela Lei Estadual nº 15166/2012, e do Provimento nº 204/2012 e suas alterações. CONSIDERANDO que a habilitação para o certame, o quantitativo de vagas ofertadas e de inscritos, tornam dispensáveis as fases de divulgação de inscrições deferidas e indeferidas, de resultado preliminar, de recurso e de pedido de reconsideração. CONSIDERANDO, por fi m, a lisura do Certame, bem como a observância aos princípios da Legalidade, Isonomia, Impessoalidade, Moralidade e Publicidade, a Procuradora-Geral de Justiça em exercício, VANJA FONTENELE PONTES, tendo em vista as disposições da Lei Estadual nº , de 21 de dezembro de 2007, publicada no Diário Ofi cial do Estado de 27 de dezembro de 2007, alterada pela Lei Estadual nº , de 25 de maio de 2012, publicada no Diário Ofi cial do Estado de 29 de maio de 2012, c/c o Provimento nº 204, de 10 de dezembro de 2012, publicado no Diário da Justiça de 28 de dezembro de 2012, alterado pelos Provimentos nºs 91, de 30 de abril de 2014, publicado no Diário da Justiça de 6 de maio de 2014, e 30, de 23 de julho de 2015, publicado no Diário da Justiça de 12 de agosto de 2015, resolve HOMOLOGAR o Resultado Final do Concurso Interno de Remoção destinado aos ocupantes do cargo de Analista Ministerial de Entrância Final - Direito, regido pelo Edital nº 06/2016-SERH/PGJ, de 27 de abril de 2016, publicado no Diário da Justiça de 28 de abril de 2016, conforme a seguir discriminado: SERVIDOR (A) COMARCA ATUAL COMARCA DE REMOÇÃO OPÇÃO AIRTON PAULA DA SILVA FILHO CAUCAIA FORTALEZA 1ª Publicações necessárias. GABINETE DA PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, em Fortaleza, aos 10 de maio de VANJA FONTENELE PONTES Procuradora-Geral de Justiça em exercício PROVIMENTO Nº 037/2016 Altera o Provimento nº 097/2014 que dispõe sobre o quantitativo e a distribuição numérica dos cargos de provimento efetivo e permanente do Quadro de Pessoal do Ministério Público. O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ, no exercício das atribuições que lhe confere o artigo, 26, inciso V, da Lei Complementar 72/2008 (Lei Orgânica e o Estatuto do Ministério Público do Estado do Ceará), CONSIDERANDO que compete privativamente ao Procurador-Geral de Justiça praticar atos que impliquem na movimentação dos servidores efetivos do Quadro de pessoal de uma para outra unidade administrativa, consoante disposto no art. 5º, III, da Lei /1995; CONSIDERANDO que a lotação dos cargos necessários às Unidades Administrativas será efetuada por ato do Procurador Geral de Justiça, publicado no Diário Oficial do Estado, processando-se de igual modo para as modificações supervenientes, obriga a publicação de toda a lotação das Unidades alteradas (Art. 68, 2º, da Lei nº /1995); CONSIDERANDO que a distribuição dos cargos que integram o Quadro de Pessoal do Ministério Público deve observar a oportunidade e conveniência administrativa, a ser aferida pela chefia da instituição; CONSIDERANDO que os órgãos administrativos de execução instrumental da Procuradoria Geral de Justiça estão concentrados na Comarca de Fortaleza; CONSIDERANDO que os órgãos e unidades administrativas demandam o apoio especializado de servidores com atribuição para prestar assessoramento jurídico e examinar procedimentos de interesse da administração; CONSIDERANDO a carência de servidores do Quadro de Pessoal do Ministério Público na Comarca de Fortaleza e a necessidade do serviço que demanda a redistribuição de cargos; RESOLVE editar o presente Provimento: Art. 1º Os anexos I e II do Provimento nº 97/2014 passam a viger de acordo com os anexos I e II deste Provimento, permanecendo inalterado o quadro de distribuição numérica dos cargos de Técnico Ministerial. Art. 3º Este Provimento entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário. Registre-se, publique-se e cumpra-se. Gabinete do Procurador-Geral de Justiça do Estado do Ceará, aos 10 de maio de Vanja Fontenele Pontes Procuradora-Geral de Justiça em exercício ANEXO I

3 38 (a que se refere o art. 2º deste Provimento Provimento) QUANTITATIVO DE CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO E PERMANENTE DO MINSITÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO CEARÁ CARGO Nº DE CARGOS Técnico Ministerial 520 Analista Ministerial Administração 04 Analista Ministerial Agronomia 01 Analista Ministerial Arquitetura e Urbanismo 02 Analista Ministerial Biblioteconomia 01 Analista Ministerial Ciências Atuariais 01 Analista Ministerial Ciências Biológicas 01 Analista Ministerial Ciências Contábeis 08 Analista Ministerial Ciências da Computação 15 Analista Ministerial Ciências Econômicas 01 Analista Ministerial Comunicação Social 02 Analista Ministerial Direito 32 Analista Ministerial Engenharia Ambiental 01 Analista Ministerial Engenharia Civil 05 Analista Ministerial Engenharia Elétrica 01 Analista Ministerial Engenharia Mecânica 01 Analista Ministerial Engenharia de Alimentos 01 Analista Ministerial Geologia 01 Analista Ministerial Psicologia 03 Analista Ministerial Serviço Social 04 ANEXO II (a que se refere o art. 2º deste Provimento) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO NUMÉRICA DOS CARGOS DE ANALISTA MINISTERIAL E TÉCNICO MINISTERIAL ANALISTA MINISTERIAL COMARCA ANALISTA MINISTERIAL ÁREA Fortaleza 4 Administração 1 Agronomia 2 Arquitetura e Urbanismo 1 Biblioteconomia 1 Ciências Atuariais 1 Ciências Biológicas 8 Ciências Contábeis 15 Ciências da Computação 1 Ciências Econômicas 2 Comunicação Social 31 Direito 1 Engenharia Ambiental 5 Engenharia Civil 1 Engenharia de Alimentos 1 Engenharia Elétrica 1 Engenharia Mecânica 1 Geologia 3 Psicologia 4 Serviço Social Juazeiro do Norte 1 Direito PORTARIA Nº 2404/2016 A DRª VANJA FONTENELE PONTES, PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, no desempenho de suas atribuições administrativas, conferidas no Artigo 20, 26, I e V, c/c o Artigo 186, caput, 203, III, e 204, II, da Lei Complementar nº 72, de 12 de dezembro de 2008 (Lei Orgânica e Estatuto do Ministério Público do Estado do Ceará), c/c a Resolução nº 058, do Conselho Nacional do Ministério Público CNMP, e com o Provimento nº 20/2016, do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado do Ceará, CONSIDERANDO o interesse do serviço e a obrigatoriedade, por parte do membro do Ministério Público, de, no prazo de 15 (quinze) dias, contados do retorno da viagem e sob pena da devolução dos valores percebidos, comprovar o efetivo deslocamento, e tendo em vista o teor do Processo nº 15649/ SP-PGJ/CE, RESOLVE CONCEDER AO DR. FRANCISCO ELNATAN CARLOS DE OLIVEIRA, Promotor de Justiça de Entrância Final, Titular da 13º Promotoria de Justiça Cível, da Comarca de Fortaleza, o pagamento de diárias e ajuda de custo, conforme quadro

4 39 discriminativo abaixo, bem como passagens aéreas para os trechos Fortaleza/CE Campinas/SP e Campinas/SP Fortaleza/ CE, pelo seu deslocamento à cidade de Campinas/SP, ocorrido entre os dias 24 e 25 de abril de 2016, onde conheceu o Projeto deste Município de inclusão de cem por cento das crianças no ensino infantil (creches), devendo a despesa correr por conta de verba própria da Procuradoria-Geral de Justiça. Membro Francisco Elnatan Carlos de Oliveira Ajuda de Custo Diárias Qtd. Valor Unitário Valor Total Valor Total R$ 482,46 1,5 R$ 964,92 R$ 1.447,38 R$ 1.929,84 Registre-se. Publique-se. Cumpra-se. GABINETE DA PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, em Fortaleza, aos 02 de maio de Vanja Fontenele Pontes Procuradora-Geral de Justiça em Exercício PORTARIA Nº 2420/2016 A DRª VANJA FONTENELE PONTES, PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, no desempenho de suas atribuições administrativas, conferidas no Artigo 20, 26, I e V, c/c o Artigo 186, caput, 203, III, e 204, II, da Lei Complementar nº 72, de 12 de dezembro de 2008 (Lei Orgânica e Estatuto do Ministério Público do Estado do Ceará),c/c as Resoluções nº 58/2010, do Conselho Nacional do Ministério Público, e nº 008/2015, do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado do Ceará, CONSIDERANDO o interesse do serviço e a obrigatoriedade de comprovação, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, o efetivo deslocamento que deu azo à concessão de diárias, bem como apresentar relatório das atividades desempenhadas ao Procurador-Geral de Justiça, sob pena da devolução dos valores percebidos, conforme regulamenta o artigo 7º da citada Resolução; CONSIDERANDO que o servidor, citado abaixo, já apresentou o devido relatório a que se refere a Resolução nº 008/2015 e tendo em vista o que consta no Processo no 14540/ SP-PGJ/CE; RESOLVE CONCEDER AO SERVIDOR FÁBIO RODRIGO PINHEIRO LIMA, à disposição da Procuradoria-Geral de Justiça, matrícula , lotado na comarca de Solonópole, o pagamento das diárias discriminadas no quadro abaixo, em razão de deslocamentos realizados às Comarcas Vinculadas de Milhã, nos dias 02,16,17 e 21 de março de 2016, e Deputado Irapuan Pinheiro, nos dias 04,09 e 30 de março de 2016, totalizando 07 (sete) diárias, para auxiliar nos trabalhos ministeriais, devendo a despesa correr por conta de verba própria da Procuradoria-Geral de Justiça. Servidor Diárias Custo total Qtd. Valor Unitário Percentual Fábio Rodrigo Pinheiro Lima 7 R$ 160,00 50% R$ 560,00 Registre-se. Publique-se. Cumpra-se. GABINETE DA PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, em Fortaleza, aos 02 de maio de Vanja Fontenele Pontes Procuradora-Geral de Justiça em Exercício PORTARIA Nº 2431/2016 A DRª VANJA FONTENELE PONTES, PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, no desempenho de suas atribuições administrativas, conferidas no Artigo 20, 26, I e V, c/c o Artigo 186, caput, 203, III, e 204, II, da Lei Complementar nº 72, de 12 de dezembro de 2008 (Lei Orgânica e Estatuto do Ministério Público do Estado do Ceará),c/c as Resoluções nº 58/2010, do Conselho Nacional do Ministério Público, e nº 008/2015, do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado do Ceará, CONSIDERANDO o interesse do serviço e a obrigatoriedade de comprovação, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, o efetivo deslocamento que deu azo à concessão de diárias, bem como apresentar relatório das atividades desempenhadas ao Procurador-Geral de Justiça, sob pena da devolução dos valores percebidos, conforme regulamenta o artigo 7º da citada Resolução; CONSIDERANDO que o servidor, citado abaixo, já apresentou o devido relatório a que se refere a Resolução nº 008/2015 e tendo em vista o que consta no Processo no 14522/ SP-PGJ/CE; RESOLVE CONCEDER à SERVIDORA JULIANA GONÇALVES DE LIMA, Técnica Ministerial, matrícula nº , lotada na Promotoria de Justiça da Comarca de Amontada, o pagamento de diárias, conforme quadro abaixo, em razão dos deslocamentos da mesma à Comarca Vinculada de Miraíma, nos dias 29 de janeiro e nos dias 03,10,17,30 e 31 de março

5 40 de 2016, totalizando 6 (seis) deslocamentos, devendo a despesa correr por conta de verba própria da Procuradoria-Geral de Justiça. Servidora Diárias Qt Valor Unitário Percentual Custo total Juliana Gonçalves de Lima 6 R$ 160,00 50% R$ 480,00 Registre-se. Publique-se. Cumpra-se. GABINETE DA PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, em Fortaleza, aos 02 de maio de Vanja Fontenele Pontes Procuradora-Geral de Justiça em Exercício PORTARIA Nº 2433/2016 A DRª VANJA FONTENELE PONTES, PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, no desempenho de suas atribuições administrativas, conferidas no Artigo 20, 26, I e V, c/c o Artigo 186, caput, 203, III, e 204, II, da Lei Complementar nº 72, de 12 de dezembro de 2008 (Lei Orgânica e Estatuto do Ministério Público do Estado do Ceará),c/c as Resoluções nº 58/2010, do Conselho Nacional do Ministério Público, e nº 008/2015, do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado do Ceará, CONSIDERANDO o interesse do serviço e a obrigatoriedade de comprovação, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, o efetivo deslocamento que deu azo à concessão de diárias, bem como apresentar relatório das atividades desempenhadas ao Procurador-Geral de Justiça, sob pena da devolução dos valores percebidos, conforme regulamenta o artigo 7º da citada Resolução; CONSIDERANDO que o servidor, citado abaixo, já apresentou o devido relatório a que se refere a Resolução nº 008/2015, bem como a Portaria nº 2438/2016, de 07/12/2006, e tendo em vista o que consta no Processo no 14437/ SP-PGJ/CE; RESOLVE CONCEDER À SERVIDORA LENIÊ DOS SANTOS, matrícula , ocupante do cargo de Técnico Ministerial e lotada na Comarca de Jati, o pagamento das diárias discriminadas no quadro abaixo, em razão de deslocamentos realizados à Comarca Vinculada de Penaforte, nos dias 01,03,04,08,10,15,17,23 e 30 de março de 2016, totalizando 09 (nove) diárias, para auxiliar nos trabalhos ministeriais, devendo a despesa correr por conta de verba própria da Procuradoria-Geral de Justiça. Servidor Diárias Custo total Qtd. Valor Unitário Percentual Leniê dos Santos 9 R$ 160,00 50% R$ 720,00 Registre-se. Publique-se. Cumpra-se. GABINETE DA PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, em Fortaleza, aos 02 de maio de Vanja Fontenele Pontes Procuradora-Geral de Justiça em Exercício PORTARIA Nº 2434/2016 A DOUTORA VANJA FONTENELE PONTES, PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, no desempenho de suas atribuições administrativas, conferidas no Artigo 20, 26, I e V, c/c o Artigo 186, caput, 203, III, e 204, II, da Lei Complementar nº 72, de 12 de dezembro de 2008 (Lei Orgânica e Estatuto do Ministério Público do Estado do Ceará), c/c o Provimento nº 20/2016, de 22 de fevereiro de 2016, CONSIDERANDO o interesse do serviço e a obrigatoriedade, por parte do membro do Ministério Público, de, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, contados do retorno da viagem e sob pena da devolução dos valores percebidos, comprovar o efetivo deslocamento. CONSIDERANDO o Ofício Circular nº 025/2016-PRES, datado de 20 de abril de 2016, oriundo do Conselho Nacional dos Procuradores-Greais do Ministério Público dos Estados e da União CNPG, e tendo em vista o teor do Processo nº 16384/ SP-PGJ/CE, RESOLVE DESIGNAR O DOUTOR PEDRO CASIMIRO CAMPOS DE OLIVEIRA, Procurador de Justiça, titular da 11ª Procuradoria de Justiça, para acompanhar o Exmo. Procurador-Geral de Justiça, na Reunião de Trabalho do Conselho Gestor dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios do Pje, a ser realizada nos dias 02 e 03 de maio de 2016, na cidade de Curitiba PR, com saída no dia 02 de maio e retorno no dia 03 de maio de 2016, concedendo-lhe o pagamento de diárias e ajuda de custo, conforme discriminado no quadro abaixo, bem como passagens aéreas para os trechos Fortaleza Curitiba e Curitiba Fortaleza, devendo a despesa correr por conta de verba própria da Procuradoria-Geral de Justiça.

6 41 Membro Ajuda de Diárias Valor Total Custo Qtd. Valor Unitário Valor Total Pedro Casimiro Campos de Oliveira R$ 507,85 1,5 R$ 1.015,70 R$ 1.523,55 R$ 2.031,40 Registre-se. Publique-se. Cumpra-se. GABINETE DA PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, em Fortaleza, aos 02 de maio de Vanja Fontenele Pontes Procuradora-Geral de Justiça em exercício PORTARIA Nº 2447/2016 A DOUTORA VANJA FONTENELE PONTES, PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, no desempenho de suas atribuições administrativas, conferidas no Artigo 20, 26, I e V, c/c o Artigo 186, caput, 203, III, e 204, II, da Lei Complementar nº 72, de 12 de dezembro de 2008 (Lei Orgânica e Estatuto do Ministério Público do Estado do Ceará), c/c o Provimento nº 020/2016, de 22 de fevereiro de 2016, CONSIDERANDO que o membro do Ministério Público deverá acostar ao processo referenciado, no prazo de 15 (quinze) dias, contados do retorno da viagem, os canhotos dos cartões de embarque, ou outro documento que comprove o efetivo uso do bilhete aéreo, visando compor o procedimento de prestação de contas, bem como, sob pena da devolução dos valores percebidos, relatório circunstanciado do evento, com a devida comprovação de participação, conforme regulamentam os Artigos 8º e 31, do Provimento nº 020/2016. CONSIDERANDO a relevância da participação do membro identificado abaixo no evento objeto dos autos, em decorrência da pertinência com as atividades funcionais exercidas, e tendo em vista o que consta nos Processos no 14380/ SP-PGJ/ CE, RESOLVE DESIGNAR O DOUTOR MANUEL PINHEIRO FREITAS, Promotor de Justiça, titular da 2ª Promotoria de Justiça de Execuções Fiscais e de Crimes Contra a Ordem Tributária e Diretor da Escola Superior do Ministério Público do Estado do Ceará ESMP, para participar da 2ª Reunião Ordinária do Colégio de Diretores de Escolas e Centros de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional dos Ministérios Públicos do Brasil CDEMP, a ser realizada na cidade de Goiânia GO, nos dias 05 e 06 de maio de 2016, com saída no dia 05 de maio e retorno no dia 06 de maio de 2016, concedendo-lhe o pagamento de diárias e ajuda de custo, conforme quadro discriminativo abaixo, bem como passagens aéreas para os trechos Fortaleza Goiânia e Goiânia Fortaleza, devendo a despesa correr por conta de verba própria da Procuradoria Geral de Justiça. Membro Ajuda de custo Diárias Qtd. Valor Unitário Valor Total Custo Total Manuel Pinheiro Freitas R$ 482,46 1,5 R$ 964,92 R$ 1.447,38 R$ 1.929,84 Registre-se. Publique-se. Cumpra-se. GABINETE DA PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, em Fortaleza, aos 02 de maio de Vanja Fontenele Pontes Procuradora-Geral de Justiça em exercício PORTARIA Nº 2459/2016 A DOUTORA VANJA FONTENELE PONTES, PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, no desempenho de suas atribuições administrativas, conferidas no Artigo 20, 26, I e V, c/c o Artigo 186, caput, 203, III, e 204, II, da Lei Complementar nº 72, de 12 de dezembro de 2008 (Lei Orgânica e Estatuto do Ministério Público do Estado do Ceará), c/c o Provimento nº 020/2016, de 22 de fevereiro de CONSIDERANDO a necessidade de adequação e o contínuo do aprimoramento dos servidores do Ministério Público aos novos perfis profissionais, exigidos para a eficiência da Administração Pública e a necessidade de melhorar a qualidade dos serviços prestados pelo Ministério Público à sociedade, o que implica na constante atualização dos conhecimentos. CONSIDERANDO que o servidor do Ministério Público, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, em relação a data de encarramento do curso, deverá apresentar relatório circunstanciado do curso, com a devida comprovação da participação. CONSIDERANDO que a emissão do certificado de participação ficará condicionada à frequência de 100% (cem por cento), com cada período, manhã e tarde, nos dias de realização do curso, e tendo em vista o que consta no Processo no 15430/ SP-PGJ/CE. RESOLVE CONVOCAR os servidores constantes do Anexo Único desta Portaria, todos com lotação na Comarca de Fortaleza, para participarem do curso de capacitação em Tabelas Unificadas, a ser ministrado pelo Conselho Nacional do

7 42 Ministério Público CNMP, em parceria com a Procuradoria Geral de Justiça, com o apoio da Escola Superior do Ministério Público ESMP, na Universidade do Parlamento Cearense UNIPACE, Avenida Pontes Vieira, nº 2391, Dionísio Torres, em Fortaleza CE, no dia 02 de maio de 2016, nos turnos da manhã de 08:30 às 12:00 e da tarde de 13:00 às 17:00, bem como no dia 03 de maio de 2016, no turno da manhã de 08:00 às 12:30, com carga horária total de 12 horas-aula. Registre-se. Publique-se. Cumpra-se. GABINETE DA PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO, em Fortaleza, aos 02 de maio de Vanja Fontenele Pontes Procuradora-Geral de Justiça em exercício Anexo Único da Portaria nº 2459/2016, de 02 de maio de Item Matrícula Servidores Cargo/Função Alane Gonçalves Pinto Moreira Técnico Ministerial Ana Lúcia Sudário Dias Branco Secretário de Recursos Humanos Audrey Anne Feitosa Petrola Técnico Ministerial Carlos Alberto Alves da Costa Técnico Ministerial Cláudia Lúcio de Medeiros Técnico Ministerial Deives dos Santos Castro Técnico Ministerial Dina Quintas Colares Araújo Coordenador-Geral de Controle e Auditoria Interna Emanuele Moreira da Silva Técnico Ministerial Erialdo de Sousa Lima Técnico Ministerial Fábio Sérgio Henrique de Melo Gerente do Departamento de Pessoal Francisco Aírton Forte Feitosa Analista Ministerial de Entrância Final Ciências da Computação Francisco Charles Barros Caúla Técnico Ministerial Gladys Furtado Brasil Secretário de Finanças Jandro Francisco Maciel Alves Técnico Ministerial Gerente do Departamento de Organização e Métodos José Elvisney Moura Barroso Técnico Ministerial Marciana Isabely Martins Pereira Técnico Ministerial Maria Goretti Silva Cordeiro Técnico Ministerial Maria Ivonete Batista de Albuquerque Cedido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado do Ceará (Advogada) Mariana Bruxel de Vasconcelos Técnico Ministerial Marise Augusta Pilger Técnico Ministerial Mirla Kelvya Teixeira Bastos Técnico Ministerial Moema Cirino Soares Assessor de Imprensa Odirley Lima Castro Técnico Ministerial Paulo Victor Pinheiro de Santana Analista Ministerial de Entrância Final Direito Ricardo Pereira Sales Coordenador Adjunto de Controle Interno Robson Sousa Gonçalves Técnico Ministerial Sabrina Costa de Moura Analista Ministerial de Entrância Final Direito

8 Teresa Jacqueline de Mesquita Ciríaco Coordenador da Assessoria de Planejamento e Coordenação Thiago Luiz Simões de Oliveira Técnico Ministerial Wladimir Maia Furtado Secretário de Tecnologia da Informação CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 109/2016 Remessa de Oficio n Processo Administrativo F. A nº (6 volumes) Remetente: Secretaria Executiva do DECON-CE Interessados: Centro Cearense de Oftalmologia e outros Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA EDNÉA TEIXEIRA MAGALHÃES EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. ARQUIVAMENTO EM PRIMEIRO GRAU. REMESSA DE OFÍCIO. PROCESSO ADMINISTRATIVO INSTAURADO DE OFÍCIO. DENÚNCIA DO SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAL ÓPTICO, FOTOGRÁFICO, CINEMATOGRÁFICO DO ESTADO DO CEARÁ SINDIÓPTICA/CE, NO SENTIDO DE QUE O FATO DE MÉDICOS OFTALMOLOGISTAS E CLÍNICAS OFTALMOLÓGICAS ESTAREM COMERCIALIZANDO LENTES DE CONTATO E PRODUTOS PARA A SUA ASSEPSIA ESTARIA VIOLANDO OS ARTS. 5º E 12 DO DECRETO Nº /34, BEM COMO O ART. 39, I DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. INADEQUADA INTERPRETAÇÃO LITERAL ÀS NORMAS DO DECRETO DADA PELO SINDICATO, POIS EDITADO ANTES DO INÍCIO DA COMERCIALIZAÇÃO DE LENTES DE CONTATO. REGULARIDADE DAS CONDUTAS DOS FORNECEDORES RECLAMADOS DEMONSTRADOS NOS AUTOS. INEXISTÊNCIA DE VEDAÇÃO À PRÁTICA INVESTIGADA. SUPOSTA PRÁTICA DE VENDA CASADA IGUALMENTE NÃO VERIFICADA. INEXISTÊNCIA DE AFRONTA ÀS NORMAS CONSUMERISTAS. AUSÊNCIA DE JUSTA CAUSA PARA ENSEJAR A APLICAÇÃO DE SANÇÃO ADMINISTATIVA MOTIVAÇÃO DO ARQUIVAMENTO IDÔNEA. ARQUIVAMENTO HOMOLOGADO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos da Remessa de Ofício n , acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, em conhecer da remessa de ofício oriunda da Secretaria Executiva do DECON, tendo por Interessado a empresa Centro Cearense de Oftalmologia e outros, para o fim de homologar a decisão de arquivamento do procedimento administrativo, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 110/2016 Recurso Administrativo n /13 Auto de Infração nº 473/13 Recorrente: J. F. Locação de Estacionamentos Ltda - ME EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. ESTACIONAMENTO DE VEÍCULOS SEM ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO E INEXISTÊNCIA DE TEMPO DE TOLERÂNCIA PARA PERMANÊNCIA. ALEGAÇÃO DE DEFESA INSUBSISTENTE A AFASTAR A IRREGULARIDADE DE NÃO APRESENTAÇÃO DO ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO. EVIDÊNCIA SUFICIENTE A ENSEJAR AUTUAÇÃO DO RECORRENTE QUANTO A ESTA CONDUTA. INFRAÇÃO AO ART. 39, INCISO VIII, DA LEI N.º 8.078/90 (CÓDIGO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR) C/C ART. 8º DA LEI COMPLEMENTAR Nº 93/2011 C/C ART. 699 E 702 DA LEI 5.530/1981. APLICAÇÃO DE MULTA NA DECISÃO DE 1º GRAU. REJEIÇÃO DA PRELIMINAR DE INCOMPETÊNCIA DO DECON-CE PARA FISCALIZAÇÃO E EXIGÊNCIA DE ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO ARGUIDA NO RECURSO. COMPETÊNCIA DO DECON-CE PARA FISCALIZAR E APLICAR PENALIDADES ADMINISTRATIVAS. INEXISTÊNCIA DE LEI, QUANDO DA REALIZAÇÃO DA FISCALIZAÇÃO, QUE DETERMINASSE A OBRIGATORIEDADE DE CONCESSÃO DE TEMPO DE TOLERÂNCIA EM ESTACIONAMENTO. IMPOSSIBILIDADE DE SANÇÃO DE CONDUTA NÃO VEDADA POR LEI. APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA LEGALIDADE. REDUÇÃO DA MULTA ARBITRADA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /13 acordam os votos, em conhecer do recurso interposto por J F Locação de Estacionamentos Ltda - ME, rejeitando-se a preliminar arguida de incompetência do DECON-CE para fiscalização e exigência de Alvará de Funcionamento, para, no mérito, dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada de (três mil) UFIRs-CE para o importe de (hum mil e quinhentos) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 111/2016 Remessa de Oficio n Processo Administrativo F. A nº Remetente: Secretaria Executiva do DECON Interessado: COELCE Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA ELIANI ALVES NOBRE EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. ARQUIVAMENTO EM PRIMEIRO GRAU. REMESSA DE OFÍCIO. PROCESSO ADMINISTRATIVO INSTAURADO DE OFÍCIO. PEDIDO DE ESCLARECIMENTOS À COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ COELCE EM RAZÃO DE SUPOSTAS IRREGULARIDADES REFERENTES À COBRANÇA DA CONTRIBUIÇÃO PARA O CUSTEIO DO SERVIÇO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA CIP. PRESTAÇÃO DOS ESCLARECIMENTOS POR MEIO DE REUNIÃO DE EMPREGADOS DA EMPRESA COM SERVIDORES DO DECON. REGULARIDADE DA CONDUTA DA EMPRESA DEVIDAMENTE DEMONSTRADA NOS AUTOS. INEXISTÊNCIA DE AFRONTA ÀS NORMAS CONSUMERISTAS. AUSÊNCIA DE JUSTA CAUSA PARA SANCIONAR A EMPRESA. MOTIVAÇÃO DO ARQUIVAMENTO IDÔNEA. ARQUIVAMENTO HOMOLOGADO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos da Remessa de Ofício n , acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, em conhecer da remessa de ofício oriunda da Secretaria Executiva do DECON, tendo por Interessado a empresa Companhia Energética do Ceará - COELCE, para o fim de homologar a decisão de arquivamento do procedimento administrativo, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 112/2016 Remessa de Oficio n

9 44 Processo Administrativo F. A nº Remetente: Secretaria Executiva do DECON Interessado: Cooperativa Agrícola Mista de Maranguape LTDA EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. REMESSA OFICIAL. PROCESSO INSTAURADO DE OFÍCIO MEDIANTE DENÚNCIA DE CONSUMIDORA, REFERENTE À PRESENÇA DE ELEMENTO ESTRANHO EM EMBALAGEM DE LEITE. ANÁLISE DO PRODUTO PROCEDIDA PELO LABORATÓRIO CENTRAL DO CEARÁ-LACEN. CONFIRMAÇÃO DA EXISTÊNCIA DE ELEMENTOS ESTRANHOS, NÃO IDENTIFICADOS. ARQUIVAMENTO DO FEITO BASEADO NO FATO DA IRREGULARIDADE CONSTATADA NÃO SER CAPAZ DE, POR SI SÓ, ENSEJAR APLICAÇÃO DE PENALIDADES À EMPRESA, ALÉM DA INSEGURANÇA DECORRENTE DA AMOSTRA DO PRODUTO TER SIDO ENTREGUE ABERTA. FALTA DE APREENSÃO DE OUTRAS UNIDADES DO MESMO LOTE, PARA DE CONTRAPROVA. IMPOSSIBILIDADE DE ATENDIMENTO AOS PRINCÍPIOS DA AMPLA DEFESA E CONTRADITÓRIO. INVIABILIDADE E INUTILIDADE DO PROSSEGUIMENTO DO FEITO ADMINISTRATIVO. DECISÃO DE PRIMEIRO GRAU HOMOLOGADA. ARQUIVAMENTO MANTIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos do Recurso Administrativo n , acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, em conhecer da remessa de ofício oriunda da Secretaria Executiva do DECON, tendo por interessada a empresa Cooperativa Agrícola Mista de Maranguape LTDA (fornecedor), para o fim de homologar a decisão de arquivamento dos autos proferida pelo órgão de primeiro grau, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 113/2016 Recurso Administrativo n /14 Auto de Infração nº 215/14 Recorrente: Barcelona Comércio Varejista e Atacadista S.A. (Assaí Supermercados) EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. ESTABELECIMENTO SEM ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO, REGISTRO SANITÁRIO, CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS E LICENÇA DE PROPAGANDA E PUBLICIDADE. OUTROSSIM, FORAM CONSTATADAS AS PÉSSIMAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS DO LOCAL. ALEGAÇÕES DE DEFESA INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO. INFRAÇÃO AO ART. 6º, INCISO I, E ART. 39, INCISO VIII, DA LEI N.º 8.078/90 (CDC) C/C ART. 704 DA LEI MUNICIPAL Nº 5.530/1981 C/C ART. 6º DA RESOLUÇÃO RDC Nº 216 ANVISA C/C ART. 2º DA LEI Nº /04 C/C ART. 3º DA LEI Nº 8.221/98. APLICAÇÃO DE MULTA E INTERDIÇÃO TOTAL DO ESTABELECIMENTO NA DECISÃO DE 1º GRAU. DEMONSTRAÇÃO DA REGULARIZAÇÃO PARCIAL DA SITUAÇÃO DA EMPRESA. JUNTADA AOS AUTOS DE QUASE TODOS OS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS. REDUÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /14 acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Barcelona Comércio Varejista e Atacadista S.A (Assaí Supermercados) para dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de (nove mil e seiscentos) UFIRs-CE para (sete mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 114/2016 Recurso Administrativo n /15 Auto de Infração nº 790/15 Recorrente: Holanda & Lemos Comércio de Alimentos Ltda EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. ESTABELECIMENTO COMERCIAL SEM ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO, REGISTRO SANITÁRIO E CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS. ALEGAÇÕES DE DEFESA DO RECORRENTE INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO. INFRAÇÃO AO ART. 6º, INCISOS I e III, E ART. 39, INCISO VIII, DA LEI N.º 8.078/90 (CÓDIGO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR) C/C ARTS. 8º E 14 DA LEI COMPLEMENTAR MUNICIPAL Nº 93/2011 C/C ARTS. 699 E 704 DA LEI MUNICIPAL Nº 5.530/1981, C/C ART. 2º DA LEI ESTADUAL Nº /2004. APLICAÇÃO DE MULTA E INTERDIÇÃO TOTAL DO ESTABELECIMENTO NA DECISÃO DE 1º GRAU. REGULARIZAÇÃO PARCIAL DA SITUAÇÃO DA EMPRESA QUE OCASIONOU NO LEVANTAMENTO DA INTERDIÇÃO. APRESENTAÇÃO DO CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS ATUALIZADO. REDUÇÃO DA MULTA ARBITRADA. APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os votos, em conhecer do recurso interposto por Holanda & Lemos Comércio de Alimentos Ltda para dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de 600 (seiscentos) UFIRs-CE para o importe de 400 (quatrocentos) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 115/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo F.A. nº Recorrente: Banco Bradescard S/A Recorrido: Edeneuza Fernandes Mane EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. CARTÃO DE CRÉDITO. RECEBIMENTO DE COBRANÇAS INDEVIDAS, EM RAZÃO DE SERVIÇOS NÃO CONTRATADOS PELO CONSUMIDOR. ACORDO CELEBRADO ENTRE AS PARTES NA AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO DO DECON-CE. RECONHECIMENTO DO PEDIDO AUTORAL. DECUMPRIMENTO DO ACORDO POR PARTE DAS EMPRESAS RECLAMADAS. APLICAÇÃO DE SANÇÃO ADMINISTRATIVA NA DECISÃO DE 1º GRAU. NÃO DEMONSTRADO PELA EMPRESA RECORRENTE O CUMPRIMENTO DO ACORDO FIRMADO. MANUTENÇÃO

10 45 DOS FUNDAMENTOS DA DECISÃO DE PISO. RECONHECIMENTO DA EXISTÊNCIA DE INFRAÇÃO ÀS NORMAS CONSUMERISTAS. INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 6º, IV; 39, IV E V; 42, PARÁGRAFO ÚNICO, DA LEI Nº 8.078/ CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (CDC). MULTA APLICADA EM CONFORMIDADE COM O CASO CONCRETO. DOSIMETRIA DA PENA ESTABELECIDA DENTRO DOS PRECEITOS LEGAIS DO DECRETO Nº 2.181/97 E DE ACORDO COM PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. MANUTENÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de recurso administrativo n acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Banco Bradescard S/A para negar-lhe provimento, mantendo da decisão de primeiro grau, que aplicou-lhe multa no montante de (duas mil e duzentas) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 116/2016 Recurso Administrativo n /15 Auto de Infração nº 031/15 Recorrente: Wladia Cacau Comércio e Serviços Ltda - ME Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA ELIANI ALVES NOBRE EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. ESTABELECIMENTO SEM REGISTRO SANITÁRIO E CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS. ALEGAÇÕES DE DEFESA DA RECORRENTE INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO DA RECORRENTE. INFRAÇÃO AOS ARTS. 6º, I, E 39, V E VIII, DA LEI Nº 8.078/1990 (CDC); C/C ARTS. 8º E 14 DA LEI COMPLEMENTAR Nº 93/11 C/C ART. 699 E 702 DA LEI MUNICIPAL Nº 5.530/81. APLICAÇÃO DE MULTA E INTERDIÇÃO TOTAL DO ESTABELECIMENTO NA DECISÃO DE 1º GRAU. CONFIGURAÇÃO DA INFRAÇÃO NO MOMENTO DA PRÓPRIA FISCALIZAÇÃO DO DECON- CE, EM RAZÃO DA NÃO EXIBIÇÃO DOS DOCUMENTOS QUANDO SOLICITADOS. REGULARIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DA EMPRESA. JUNTADA AOS AUTOS DE TODOS OS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS ATUALIZADOS. REDUÇÃO DA MULTA ARBITRADA. APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os votos, em conhecer do recurso interposto por Wladia Cacau Comércio e Serviços Ltda - ME para dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de (hum mil, duzentos e quarenta e quatro) UFIRs-CE para 500 (quinhentos) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 117/2016 Recurso Administrativo nº /15 Auto de Infração n 407/15 Recorrente: Banco do Brasil S/A Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA ELIANI ALVES NOBRE EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. AGÊNCIA BANCÁRIA NÃO APRESENTOU CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS. CONSTATADO, OUTROSSIM, QUE O ESTABELECIMENTO NÃO POSSUÍA BANHEIROS MASCULINO E FEMININO SEPARADOS. ALEGAÇÕES DE DEFESA INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO. INFRAÇÃO AOS ARTS. 6º, I, E 39, VIII, DA LEI Nº 8.078/1990 (CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR); C/C ART. 2º DA LEI MUNICIPAL Nº 8.787/2003; C/C ART. 2º DA LEI ESTADUAL Nº /2004. APLICAÇÃO DE MULTA E INTERDIÇÃO TOTAL DO ESTABELECIMENTO NA DECISÃO DE 1º GRAU. COMPROVAÇÃO DA REGULARIZAÇÃO PARCIAL DA EMPRESA. APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. REDUÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os votos, em conhecer do recurso interposto por Banco do Brasil S/A para, no mérito, dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de (oito mil) para (seis mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 118/2016 Recurso Administrativo nº /14 Auto de Infração n 733/14 - Sobral Recorrente: Centro de Educação Básica Arco Íris LTDA - ME Recorrido: Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor DECON/CE EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. INSTITUIÇÃO DE ENSINO. EXIGÊNCIA, DOS PAIS DE ALUNOS DO FORNECIMENTO DE MATERIAL ESCOLAR DE CARÁTER COLETIVO. PRÁTICA ABUSIVA. ALEGAÇÕES DE DEFESA DO RECORRENTE, REFERENTES À CORREÇÃO DE SUA CONDUTA, INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES VERIFICADAS. INTELIGÊNCIA DOS 6º, III, IV E V; 39, V E VIII; E 51, IV, XV, 1º, III DA LEI N.º 8.078/90 (CÓDIGO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR) C/C ART. 1º, 7º DA LEI Nº 9.870/1999; DECRETO Nº 3.274/99; ART. 3º, IX DA PORTARIA Nº 04/2013 DO DECON/CE; E NOTA TÉCNICA CGSC/CGAJ Nº 11/2007. REDUÇÃO DA MULTA ARBITRADA PARA ADEQUÁ-LA AOS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE, LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO A CONDIÇÃO DE MICROEMPRESA DO RECORRENTE. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /14 acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Centro de Educação Básica Arco Íris LTDA - ME para dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir o valor da multa aplicada, de (cinco mil e duas) UFIRs-CE para o importe de (mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora.

11 46 CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 119/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo F. A n Recorrente: Banco do Brasil S/A Recorrida: Benedita Andrade de Mendonça EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. CARTÃO DE CRÉDITO. LANÇAMENTO DE COMPRAS NÃO RECONHECIDAS PELA CONSUMIDORA. PLEITO DE CANCELAMENTO DE TAIS COBRANÇAS NÃO ATENDIDO EM RAZÃO DO DECURSO DO PRAZO DE 60 DIAS PARA CONTESTAÇÃO. RECUSA INDEVIDA. MANUTENÇÃO DAS COBRANÇAS INDEVIDAS QUE ACARRETAM A RENOVAÇÃO DO PRAZO PARA CONTESTAÇÃO. POSSIBILIDADE DE OCORRÊNCIA DE FRAUDE QUE ATRAI A RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO BANCO, NOS TERMOS DA SÚMULA Nº 479 DO STJ. PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA DO RECORRENTE REJEITADA. INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 4º, I; 6º, III E IV; 14; E 42, PARÁGRAFO ÚNICO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. MULTA APLICADA EM CONSONÂNCIA COM OS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de recurso administrativo n acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, em conhecer o recurso interposto pelo Banco do Brasil S/A para negar-lhe provimento, mantendo a decisão de primeiro grau, que aplicou ao recorrente multa no montante de (cinco mil, seiscentos e sessenta e sete) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 120/2016 Recurso Administrativo n / Processo Administrativo F. A. n / Recorrente: Banco Mercantil do Brasil S/A Recorrida: Raimunda da Costa Rocha Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA EDNÉA TEIXEIRA MAGALHÃES EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. DESCONTOS EFETUADOS NOS PROVENTOS DE APOSENTADORIA DA CONSUMIDORA, REFERENTES A EMPRÉSTIMOS NÃO RECONHECIDOS POR ELA. ALEGAÇÃO DO BANCO RECORRENTE DE REGULARIDADE DA TRANSAÇÃO, DEMONSTRADA POR MEIO DO CONTRATO FIRMADO COM A RECORRIDA. VISÍVEL DIVERGÊNCIA DAS ASSINATURAS APOSTAS NO CONTRATO E A DA CONSUMIDORA. DESNECESSIDADE DE EXAME GRAFOTÉCNICO. PRECEDENTE JURISPRUDENCIAL. INDÍCIOS SUFICINETES DE OCORRÊNCIA DE FRAUDE. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO BANCO, NOS TERMOS DA SÚMULA Nº 479 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. INTELIGÊNCIA DO ARTS. 4º, I; 14, 1º, II; 39, III, IV, V E VI; E 42, PARÁGRAFO ÚNICO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. MULTA APLICADA EM CONFORMIDADE COM OS PRINCÍPIOS DA PROPORCIONALIDADE E DA RAZOABILIDADE. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de recurso administrativo n / acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer o Recurso interposto por Banco Mercantil do Brasil S/A, negando-lhe provimento e ratificando a decisão de primeiro grau, que aplicou multa no importe de (mil e duzentos), nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 121/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo F. A n Recorrente: Banco do Brasil S/A Recorrido: DECON/CE Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA ELIANI ALVES NOBRE EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. BANCO. TENTATIVA, POR PARTE DE TURISTAS ESTRANGEIROS, DE EFETUAR SAQUES EM DINHEIRO EM CAIXAS ELETRÔNICOS DISPONIBILIZADOS PELO BANCO DO BRASIL, SEM ÊXITO. VALORES POSTERIORMENTE DEDUZIDOS DOS RESPECTIVOS SALDOS BANCÁRIOS. FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO CARACTERIZADA, ATRAINDO A RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO BANCO. PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA REJEITADA. INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 3º, 2º; 4º, I, II E III; 6º, III E IV; 7º, PARÁGRAFO ÚNICO; E 14, 1º E 3º DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. MANUTENÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de recurso administrativo n acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, em conhecer o recurso interposto pelo Banco do Brasil S/A para negar-lhe provimento, mantendo a multa aplicada em primeiro grau, no montante de (dez mil e cinquenta e cinco reais) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 122/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo F. A n Recorrente: J. Alves e Oliveira LTDA (Zenir Móveis) Recorrido: Mario Uchôa de Matos Filho EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. AQUISIÇÃO DE FOGÃO. VÍCIO DO PRODUTO. PROBLEMA NÃO SANADO DENTRO DO PRAZO LEGAL. PRESTAÇÃO DE SOLUÇÃO ALTERNATIVA NÃO EFETUADA. CELEBRAÇÃO DE ACORDO EM AUDIÊNCIA, COM A FABRICANTE DO PRODUTO, QUE NÃO FOI CUMPRIDO. SUBSISTÊNCIA DA RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS FORNECEDORES E, CONSEQUENTEMENTE, REJEIÇÃO DA PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA SUSCITADA PELA RECORRENTE. INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 6º, INCS. IV E VI; E 18, 1º, INC. II DA LEI Nº 8.078/90 (CDC) E DA SÚMULA Nº 03 DA JURDECON. MANUTENÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de recurso administrativo n acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON,

12 47 por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto pela empresa J. Alves e Oliveira LTDA (Zenir Móveis), negandolhe provimento, mantendo a decisão de primeiro grau, que aplicou multa no valor de (dois mil e quinhentos) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 123/2016 Recurso Administrativo nº /15 Auto de Infração n 398/15 Recorrente: Banco do Brasil S/A EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. AGÊNCIA BANCÁRIA APRESENTOU REGISTRO SANITÁRIO VENCIDO E NÃO APRESENTOU CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS. CONSTATADO AINDA QUE O ESTABELECIMENTO NÃO DISPONIBILIZAVA LIVRO DE RECLAMAÇÕES SOBRE O DESCUMPRIMENTO DO TEMPO DE ESPERA EM FILA. ALEGAÇÕES DE DEFESA INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO. INFRAÇÃO AOS ARTS. 6º, I, E 39, VIII, DA LEI Nº 8.078/1990 (CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR); C/C ART. 14 DA LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 93/2011; C/C ART. 704 DA LEI 5.530/1981; C/C ART. 2º DA LEI ESTADUAL Nº /2004; C/C ART. 1º DA LEI MUNICIPAL Nº 9.602/2010. APLICAÇÃO DE MULTA E INTERDIÇÃO TOTAL DO ESTABELECIMENTO NA DECISÃO DE 1º GRAU. REGULARIZAÇÃO PARCIAL DA SITUAÇÃO DA EMPRESA QUE EVITOU A INTERDIÇÃO. APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. REDUÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os votos, em conhecer do recurso interposto por Banco do Brasil S/A para, no mérito, dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de (cinco mil, trezentos e trinta e dois) UFIRs-CE para o importe de (quatro mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 124/2016 Recurso Administrativo nº /15 Auto de Infração n 374/15 Recorrente: Banco Bradesco S.A. Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA EDNÉA TEIXEIRA MAGALHÃES EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. ESTABELECIMENTO SEM ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO E COM REGISTRO SANITÁRIO E CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS VENCIDO. OUTROSSIM, VERIFICADO QUE O ESTABELECIMENTO NÃO POSSUI BANHEIROS FEMININO E MASCULINO SEPARADOS E LIVRO PARA REGISTRO DE RECLAMAÇÃO. ALEGAÇÕES DE DEFESA INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO. INFRAÇÃO AOS ARTS. 6º, I, E 39, VIII, DA LEI Nº 8.078/1990 (CDC); C/C ART. 8º E 14 DA LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 93/2011 C/C ART. 102, INC. III E IV, ARTS. 699, 702 E 704 DA LEI Nº 5.530/81 C/C ART. 2º DA LEI ESTADUAL Nº /2004 C/C 2º DA LEI MUNICICPAL Nº 8.787/2003 C/C ART. 1º DA LEI MUNICIPAL Nº 9.602/2010. APLICAÇÃO DE MULTA E INTERDIÇÃO TOTAL DO ESTABELECIMENTO NA DECISÃO DE 1º GRAU. REJEIÇÃO DAS PRELIMINARES ARGUIDAS NO RECURSO. COMPETÊNCIA DO DECON-CE PARA FISCALIZAR E APLICAR PENALIDADES ADMINISTRATIVAS. COMPETÊNCIA DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA PARA EDITAR NORMAS SUPLEMENTARES SOBRE DIREITO DO CONSUMIDOR, BEM COMO PARA LEGISLAR SOBRE MATÉRIA DE INTERESSE LOCAL. COMPROVAÇÃO DA REGULARIZAÇÃO PARCIAL DA EMPRESA. APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. REDUÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os votos, em conhecer do recurso interposto por Banco Bradesco S.A., rejeitando-se as preliminares arguidas, para dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de (doze mil) UFIRs-CE para o importe de (oito mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 125/2016 Recurso Administrativo n / Processo Administrativo F. A n Recorrente: Banco do Brasil S/A Recorrido: Francisco Edem Monteiro de Oliveira Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA ELIANI ALVES NOBRE EMENTA - RECLAMAÇÃO APRESENTADA AO DECON, A QUAL FOI ACOLHIDA E ENSEJOU A APLICAÇÃO DE SANÇÃO ADMINISTRATIVA AO FORNECEDOR. NOTIFICAÇÃO REFERENTE À DECISÃO DE PRIMEIRO GRAU RECEBIDA PELO BANCO DO BRASIL S/A NO DIA 09 DE FEVEREIRO DE CONTAGEM DO PRAZO DE 10 (DEZ) DIAS PARA A INTERPOSIÇÃO DO RECURSO INICIADO NO DIA SEGUINTE E ENCERRADO EM 19 DE FEVEREIRO DE RECURSO PROTOCOLADO NO DECON NO DIA 25 DE FEVEREIRO DE RECURSO ADMINISTRATIVO MANIFESTAMENTE INTEMPESTIVO. AUSÊNCIA DE PRESSUPOSTO EXTRÍNSECO DE ADMISSIBILIDADE DO RECURSO (TEMPESTIVIDADE) RECONHECIDA. INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 49 E 51 DO DECRETO FEDERAL Nº 2.181/1997; ARTS. 25 E 26 DA LEI COMPLEMENTAR ESTADUAL Nº 30/2002; E DA SÚMULA Nº 02 DA JURDECON. RECURSO NÃO CONHECIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de recurso administrativo n / acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, em não conhecer do recurso interposto pelo Banco do Brasil S/A, dada a ausência de um dos pressupostos extrínsecos para a sua admissibilidade, qual seja, a tempestividade, restando definitiva a decisão de primeiro grau, que aplicou ao recorrente multa no montante de (cinco mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora.

13 48 CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 126/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo F.A. nº Recorrente: Banco Bradescard S/A Recorrida: Maria das Graças Alves EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. CARTÃO DE CRÉDITO. NEGATIVAÇÃO DO NOME DA CONSUMIDORA EM RAZÃO DE DÉBITO NÃO RECONHECIDO. RECLAMAÇÃO ACOMPANHADA DE PROVA DO REGISTRO NO SERASA DE DÉBITO COM O RECORRENTE. ORIGEM DA DÍVIDA E LEGITIMIDADE DA INSCRIÇÃO NÃO DEMONSTRADAS PELO FORNECEDOR. FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO CONFIGURADA. INTELIGÊNCIA DO ARTS. 14, 1º, II; 39, III, V E VI; E 42, PARÁGRAFO ÚNICO DA LEI nº /90 DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. MULTA APLICADA EM CONFORMIDADE COM OS PRINCÍPIOS DA PROPORCIONALIDADE E DA RAZOABILIDADE. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de recurso administrativo n acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer o Recurso interposto por Banco Bradescard S/A, negando-lhe provimento e ratificando a decisão de primeiro grau, que aplicou multa no importe de (mil e seiscentos) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 127/2016 Recurso Administrativo nº /15 Auto de Infração n 410/15 Recorrente: Banco do Brasil S/A EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. CONSTATADO QUE A AGÊNCIA BANCÁRIA NÃO DISPONIBILIZAVA BANHEIROS MASCULINO E FEMININO SEPARADOS, BEM COMO LIVRO DE RECLAMAÇÕES SOBRE O DESCUMPRIMENTO DO TEMPO DE ESPERA EM FILA. ALEGAÇÕES DE DEFESA INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO. INFRAÇÃO AOS ARTS. 6º, I, E 39, VIII, DA LEI Nº 8.078/1990 (CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR); C/C ART. 1º DA LEI MUNICIPAL Nº 9.602/2010 C/C ART. 2º DA LEI MUNICIPAL Nº 8.787/2003. APLICAÇÃO DE MULTA NA DECISÃO DE 1º GRAU. NÃO COMPROVAÇÃO NOS AUTOS A REGULARIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DA EMPRESA. MANUTENÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os votos, em conhecer do recurso interposto por Banco do Brasil S/A para, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo a decisão de primeiro grau que determinou a aplicação de multa administrativa no importe de (quatro mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 128/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo F.A. nº Recorrido: Emerson Santos Monteiro Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA EDNÉA TEIXEIRA MAGALHÃES EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. CARTÃO DE CRÉDITO. COMPRAS NÃO RECONHECIDAS PELO TITULAR DO CARTÃO, REALIZADAS NO ESTADO DE SÃO PAULO. FRAUDE RECONHECIDA PELO BANCO. ALEGAÇÃO DA RECORRENTE DE REGULARIZAÇÃO TOTAL DO PROBLEMA NÃO DEMONSTRADA NOS AUTOS. FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO CONFIGURADA. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO BANCO, NOS TERMOS DA SÚMULA Nº 479 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. INFRAÇÃO AOS ARTS. 4º, I; 6º, III; 14, 1º, II; 30; 35, I; E 39, IV, DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. MULTA APLICADA EM CONFORMIDADE COM OS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Caixa Econômica Federal, negando-lhe provimento e ratificando a decisão de primeiro grau, que aplicou multa no importe de (três mil e duzentos) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 129/2016 Recurso Administrativo n / Processo Administrativo F.A. nº / Recorrido: Manoel Ademar de Oliveira Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA ELIANI ALVES NOBRE EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. SAQUE NÃO RECONHECIDO PELO CONSUMIDOR. ALEGAÇÃO DA RECORRENTE DE INEXISTÊNCIA DE IRREGULARIDADES NA TRANSAÇÃO E CULPA EXCLUSIVA DO CONSUMIDOR. TESES NÃO DEMONSTRADAS NOS AUTOS. FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO CONFIGURADA. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO BANCO. INTELIGÊNCIA DA SÚMULA Nº 479 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. FALHA NA DEVIDA PRESTAÇÃO DE INFORMAÇÕES AO CONSUMIDOR. PRELIMINAR DE NULIDADE DA DECISÃO POR FALTA DE APRECIAÇÃO DE PROVA REJEITADA. INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 4º, I; 6º, III; E 14, 1º, II DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. MULTA APLICADA EM CONFORMIDADE COM OS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n / acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Caixa Econômica Federal, negando-lhe provimento e ratificando a decisão de primeiro grau, que aplicou multa no importe de (cinco mil e quinhentos) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora.

14 49 CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 130/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo n Recorrente: Banco Bradesco S/A Recorrido: Francisco de Assis Alves de Sousa EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. EMPRÉSTIMO CONTRATADO PELO CONSUMIDOR JUNTO AO BANCO RECORRENTE. CONDICIONAMENTO DA LIBERAÇÃO DOS RECURSOS DO EMPRÉSTIMO À CONTRATAÇÃO DE SEGURO DE VIDA. IMPOSSIBILIDADE. PRÁTICA ABUSIVA CONHECIDA COMO VENDA CASADA. RECONHECIMENTO DA VULNERABILIDADE DO CONSUMIDOR QUE ENSEJA MAIOR CREDIBILIDADE AO RELATO DOS FATOS ALEGADOS POR ELE. ARGUMENTOS DE DEFESA DO RECORRENTE REFERENTES À REGULARIDADE DA CONTRATAÇÃO DO SEGURO, SEM ENFRENTAR AS RAZÕES QUE LEVARAM O CONSUMIDOR A FAZÊ-LO. DANO EFETIVAMENTE CAUSADO AO CONSUMIDOR. INTELIGÊNCIA DO ARTS. 4º, I; 6º, VI; E 39, I DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. MULTA APLICADA EM CONFORMIDADE COM OS PRINCÍPIOS DA PROPORCIONALIDADE E DA RAZOABILIDADE. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de recurso administrativo n acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer o Recurso interposto por Banco Bradesco S/A, negando-lhe provimento e ratificando a decisão de primeiro grau, que aplicou multa no importe de (cinco mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 131/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo F.A. nº Recorrido: Sidney da Costa Lima EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. CARTÃO DE CRÉDITO. COMPRAS NÃO RECONHECIDAS PELO TITULAR DO CARTÃO. FRAUDE RECONHECIDA PELO BANCO. FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO CONFIGURADA. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO BANCO, NOS TERMOS DA SÚMULA Nº 479 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. INFRAÇÃO AOS ARTS. 6º, IV E 14, 1º, II DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. REPARAÇÃO DOS DANOS AO CONSUMIDOR QUE ENSEJA A REDUÇÃO PROPORCIONAL DA MULTA APLICADA. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Caixa Econômica Federal, dando-lhe parcial provimento para o fim de reduzir a multa aplicada, de 400 (quatrocentos) UFIRs-CE para o importe de 250 (duzentos e cinquenta) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 132/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo F.A. nº Recorrido: José Mário Costa Júnior Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA ELIANI ALVES NOBRE EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. CARTÃO DE CRÉDITO. COMPRAS NÃO RECONHECIDAS PELO TITULAR DO CARTÃO. INDÍCIOS DE FRAUDE EVIDENTES. FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO CONFIGURADA. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO BANCO, NOS TERMOS DA SÚMULA Nº 479 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. ERRO DO BANCO INJUSTIFICÁVEL, ANTE A DEMORAR PARA REPARAR O DANO. INFRAÇÃO AOS ARTS. 14, 1º, II; 39, III, V E VI; E 42, PARÁGRAFO ÚNICO, DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. MULTA APLICADA EM CONFORMIDADE COM OS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Caixa Econômica Federal, negando-lhe provimento e ratificando a decisão de primeiro grau, que aplicou multa no importe de 950 (novecentos e cinquenta) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 133/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo F. A. n Recorrente: Banco Mercantil do Brasil S/A Recorrida: Maria das Dores Honório Braz EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. DESCONTOS EFETUADOS NOS PROVENTOS DE APOSENTADORIA DA CONSUMIDORA, REFERENTES A EMPRÉSTIMOS NÃO RECONHECIDOS POR ELA. ALEGAÇÃO DO BANCO RECORRENTE DE REGULARIDADE DA TRANSAÇÃO, DEMONSTRADA POR MEIO DO CONTRATO FIRMADO COM A RECORRIDA. VISÍVEL DIVERGÊNCIA DAS ASSINATURAS APOSTAS NO CONTRATO E A DA CONSUMIDORA. DESNECESSIDADE DE EXAME GRAFOTÉCNICO. PRECEDENTE JURISPRUDENCIAL. INDÍCIOS SUFICIENTES DE OCORRÊNCIA DE FRAUDE. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO BANCO, NOS TERMOS DA SÚMULA Nº 479 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. AJUIZAMENTO DE AÇÃO JUDICIAL QUE NÃO PREJUDICA O PROCESSAMENTO DA RECLAMAÇÃO, ANTE A INDEPENDÊNCIA DAS INSTÂNCIAS ADMINISTRATIVA E JUDICIAL, NOS TERMOS DO ART. 56 DO CDC. INTELIGÊNCIA DO ARTS. 4º, I; 6º, III E IV; 14, CAPUT, 1º, II; 39, IV; E 42, PARÁGRAFO ÚNICO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. MULTA APLICADA EM CONFORMIDADE COM OS PRINCÍPIOS DA PROPORCIONALIDADE E DA RAZOABILIDADE. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de recurso administrativo n

15 acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer o Recurso interposto por Banco Mercantil do Brasil S/A, negando-lhe provimento e ratificando a decisão de primeiro grau, que aplicou multa no importe de (cinco mil, trezentos e trinta e quatro), nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 134/2016 Recurso Administrativo n / Processo Administrativo F.A. nº / Recorrido: Sidney Mora Luciano EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. CARTÃO DE CRÉDITO. COMPRAS NÃO RECONHECIDAS PELO TITULAR DO CARTÃO. INDÍCIOS DE FRAUDE EVIDENTES. DISPLICÊNCIA DA GUARDA DO CARTÃO E DA SENHA, POR PARTE DO CONSUNMIDOR, NÃO DEMONSTRADAS PELA RECORRENTE. FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO CONFIGURADA. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO BANCO, NOS TERMOS DA SÚMULA Nº 479 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. INFRAÇÃO AOS ARTS. 4º, I; 6º, III; 14, 1º, II; E 42, PARÁGRAFO ÚNICO, DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. MULTA APLICADA EM CONFORMIDADE COM OS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n / acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Caixa Econômica Federal, negando-lhe provimento e ratificando a decisão de primeiro grau, que aplicou multa no importe de (quatro mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 135/2016 Recurso Administrativo nº /15 Auto de Infração n 041/15 Recorrente: J F Locação de Estacionamentos Ltda - ME Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA EDNÉA TEIXEIRA MAGALHÃES EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. ESTACIONAMENTO DE VEÍCULOS. CONSTATADA A AUSÊNCIA DE EQUIPAMENTOS SINALIZADORES NA ENTRADA E SAÍDA DO ESTABELECIMENTO COM O INTUTITO DE ALERTAR OS PEDESTRES. ALEGAÇÕES DE DEFESA INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO DO RECORRENTE. INFRAÇÃO AO ART. 39, INCISO VIII, DA LEI N.º 8.078/90 (CÓDIGO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR) C/C ART. 4º DA LEI MUNICIPAL Nº /2014. APLICAÇÃO DE MULTA NA DECISÃO DE 1º GRAU. INFRAÇÃO CONFIGURADA NO MOMENTO DA FISCALIZAÇÃO. ATUAÇÃO DO AGENTE FISCAL EM CONFORMIDADE COM A LEI. ATO ADMINISTRATIVO REVESTIDO DE TODOS OS REQUISITOS DE VALIDADE. MANUTENÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os votos, em conhecer do recurso interposto por J F Locação de Estacionamentos Ltda - ME para negar-lhe provimento, mantendo a decisão de primeiro grau que determinou a aplicação de multa administrativa no importe de 200 (duzentos) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 136/2016 Recurso Administrativo nº /15 Auto de Infração n 064/15 Recorrente: Manoel Alves de França ME - Barraca do França EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. ESTABELECIMENTO SEM ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO, REGISTRO SANITÁRIO, PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS, MANUAL DE BOAS PRÁTICAS E CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS. ALEGAÇÕES DE DEFESA INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO DO RECORRENTE. INFRAÇÃO AO ART. 39, VIII, DA LEI Nº 8.078/1990 (CDC); C/C ARTS. 8º E 14 DA LEI COMPLEMENTAR MUNICIPAL Nº 93/2011 C/C ART. 2º DA LEI ESTADUAL Nº /2004 C/C ITEM DA RESOLUÇÃO RDC nº 216/04 DA ANVISA C/C ART. 20 DA LEI Nº /2010. APLICAÇÃO DE MULTA E INTERDIÇÃO DO ESTABELECIMENTO NA DECISÃO DE 1º GRAU. REGULARIZAÇÃO PARCIAL DA SITUAÇÃO DA EMPRESA QUE EVITOU A INTERDIÇÃO. JUNTADA AOS AUTOS DE QUASE TODA A DOCUMENTAÇÃO OBRIGATÓRIA. APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. REDUÇÃO DA MULTA. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Manoel Alves de França ME - Barraca do França para dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de 666 (seiscentos e sessenta e seis) UFIRs-CE para o importe de 300 (trezentos) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 137/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo F.A. nº Recorrido: Cristofthe Jonath Fernandes EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. CARTÃO DE CRÉDITO. AQUISIÇÃO DE PASSAGENS AÉREAS ATRAVÉS DO SITE SUBMARINO.COM APARENTEMENTE SEM SUCESSO, POIS NÃO APARECEU A PÁGINA

16 51 DE CONCLUSÃO DA COMPRA NEM FOI ENVIADO DE CONFIRMAÇÃO DA TRANSAÇÃO. AQUISIÇÃO DE NOVAS PASSAGENS PELO CONSUMIDOR EM ESTABELECIMENTO FÍSICO. COBRANÇA, NA FATURA DO CARTÃO, REFERENTE À COMPRA QUE O CONSUMIDOR REPUTAVA NÃO REALIZADA. INFORMAÇÃO PRESTADA PELA SUBMARINO.COM DE QUE O DE CONFIRMAÇÃO DA OPERAÇÃO FOI ENVIADO AO CADASTRADO PELO CONSUMIDOR, QUE CONTINHA ERRO DE GRAFIA. INEXISTÊNCIA DE QUALQUER FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO IMPUTÁVEL À CAIXA ECONÔMICA. INFRAÇÃO ÀS NORMAS CONSUMERISTAS NÃO VERIFICADA. RECURSO PROVIDO. MULTA DESCONSTITUÍDA. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Caixa Econômica Federal, dando-lhe provimento, para o fim de reformar a decisão de primeiro grau e desconstituir a multa aplicada à recorrente, no importe de (quatro mil e trezentos) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 138/2016 Recurso Administrativo n /15 Auto de Infração nº 055/15 Recorrente: Posto de Combustíveis Quatro Rodas Ltda Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA ELIANI ALVES NOBRE EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. POSTO DE COMBUSTÍVEIS COM REGISTRO SANITÁRIO E LICENÇA DE OPERAÇÃO VENCIDOS. ALEGAÇÕES DE DEFESA DA RECORRENTE INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO DA RECORRENTE. INFRAÇÃO AOS ARTS. 6º, I E 39, VIII, DA LEI Nº 8.078/1990 (CDC); C/C ART. 14 DA LEI COMPLEMENTAR Nº 93/11 C/C ART. 3º, 1º DA PORTARIA Nº 186/12 DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE C/C ART. 21, INC. V, c DA RESOLUÇÃO Nº 41/2013 DA AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO (ANP). APLICAÇÃO DE MULTA NA DECISÃO DE 1º GRAU. COMPROVAÇÃO DA REGULARIZAÇÃO POSTERIOR DA EMPRESA. APRESENTAÇÃO DOS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS ATUALIZADOS. REDUÇÃO DA MULTA ARBITRADA. APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. RECURSO CONHECIDO PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Posto de Combustíveis Quatro Rodas Ltda para dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de 800 (oitocentos) UFIRs-CE para o importe de 200 (duzentos) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 139/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo F. A n Recorrente: Banco do Brasil S/A Recorrido: DECON/CE EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. BANCO. DENÚNCIA FEITA AO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL E ENCAMINHADA AO DECON. DESCONTO DE TAXA NÃO RECONHECIDA PELO CONSUMIDOR, EM SUA CONTA CORRENTE. NÃO ATENDIMENTO DO PLEITO DO CORRENTISTA DE CANCELAR A COBRANÇA, SOB O FUNDAMENTO DE TRANSCURSO DO PRAZO PARA CONTESTAÇÃO. RECUSA INDEVIDA. MANUTENÇÃO DAS COBRANÇAS QUE RENOVA O PRAZO PARA QUESTIONAMENTO. NÃO APRESENTAÇÃO, PELO BANCO, DE PROVA DA AUTORIZAÇÃO DOS DESCONTOS PELO CONSUMIDOR. FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO CONFIGURADA. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO FORNECEDOR. DEVOLUÇÃO DO VALOR QUE NÃO AFASTA A ILICITUDE DO FATO. AUSÊNCIA DE PROVAS DO CARÁTER COLETIVO DO DANO. INTELIGÊNCIA DOS ARTS. ARTS. 6º, II, III E IV; 14, 1º, II; 39, III E IV; E 42, PARÁGRAFO ÚNICO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. REDUÇÃO PROPORCIONAL DA MULTA EM RAZÃO DO CARÁTER INDIVIDUAL DA INFRAÇÃO. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de recurso administrativo n acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, em conhecer o recurso interposto pelo Banco do Brasil S/A para dar-lhe parcial provimento, para o fim de reduzir a multa aplicada, de (quarenta e cinco mil) UFIRs-CE para o importe de (quinze mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 140/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo F.A. nº Recorrida: Maria de Jesus da Silva EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. DESCONTO DE R$ 191,51 NÃO RECONHECIDO PELA CONSUMIDORA. DEMONSTRAÇÃO, PELA RECORRENTE, DE QUE TAL DÉBITO FOI DECORRENTE DE UM DESCONTO FEITO EM DUPLICIDADE REFERENTE A UM EMPRÉSTIMO EFETUADO PELA CONSUMIDORA. IRREGULARIDADE QUE, LOGO QUE CONSTATADA, FOI DEVIDAMENTE SANADA. CONDUTA LEGÍTIMA DO FORNECEDOR. INFRAÇÃO ÀS NORMAS CONSUMERISTAS NÃO VERIFICADA. RECURSO PROVIDO. MULTA DESCONSTITUÍDA. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Caixa Econômica Federal, dando-lhe provimento, para o fim de reformar a decisão de primeiro grau e desconstituir a multa aplicada à recorrente, no importe de (dois mil, duzentos e vinte e três) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora.

17 52 CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 141/2016 Recurso Administrativo n /14 Auto de Infração nº 140/14 Recorrente: Banco Bradesco S/A EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. CONSTATADO O DESCUMPRIMENTO DO TEMPO MÁXIMO DE ESPERA EM FILA PARA ATENDIMENTO NOS CAIXAS DA AGÊNCIA BANCÁRIA. ALEGAÇÕES DE DEFESA INSUBSISTENTES A AFASTAR A IRREGULARIDADE RELATADA NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO. INFRAÇÃO AO ART. 39, VIII, DA LEI Nº 8.078/1990 (CDC); C/C ART. 2º, I e II, DA LEI ESTADUAL Nº /2003. APLICAÇÃO DE MULTA NA DECISÃO DE 1º GRAU. REJEIÇÃO DA PRELIMINAR ARGUIDA NO RECURSO. PRECEDENTES JURISPRUDENCIAIS. COMPETÊNCIA DO ESTADO DO CEARÁ PARA EDITAR NORMAS SUPLEMENTARES SOBRE DIREITO DO CONSUMIDOR. INTERESSE REGIONAL QUE AUTORIZA A INICIATIVA LEGISLATIVA SOBRE A QUESTÃO RELACIONADA AO TEMPO DE ATENDIMENTO EM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS. COMPROVAÇÃO, ATRAVÉS DE SENHAS, DA DEMORA NO ATENDIMENTO ALÉM DO TEMPO MÁXIMO DE ESPERA. MANUTENÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /14 acordam os votos, em conhecer do recurso interposto por Banco Bradesco S.A., rejeitando-se a preliminar arguida, para, no mérito, negarlhe provimento, mantendo a decisão de primeiro grau, que aplicou multa no importe de (doze mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 142/2016 Recurso Administrativo n /15 Auto de Infração nº 071/15 Recorrente: Cabumba Bar e Restaurantes Ltda - ME Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA EDNÉA TEIXEIRA MAGALHÃES EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. ESTABELECIMENTO COMERCIAL SEM ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO, REGISTRO SANITÁRIO, CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS, MANUAL DE BOAS PRÁTICAS E DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRONIZADOS (POP) E PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PGRS). ALEGAÇÕES DE DEFESA INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO. INFRAÇÃO AOS ARTS. 8º E 14 DA LEI COMPLEMENTAR MUNICIPAL Nº 93/2011; C/C ART. 2º DA LEI ESTADUAL Nº /2004; C/C ITEM DA RESOLUÇÃO RDC nº 216/04 DA ANVISA C/C ART. 20, II, b DA LEI /2010. APLICAÇÃO DE MULTA E INTERDIÇÃO DO ESTABELECIMENTO NA DECISÃO DE 1º GRAU. REGULARIZAÇÃO PARCIAL DA SITUAÇÃO DA EMPRESA QUE OCASIONOU NO LEVANTAMENTO DA INTERDIÇÃO. APRESENTAÇÃO DO CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS ATUALIZADO. REDUÇÃO DA MULTA ARBITRADA. APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Cabumba Bar e Restaurantes Ltda - ME para dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de (hum mil, setecentos e setenta e sete) UFIRs-CE para (hum mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 143/2016 Recurso Administrativo n /15 Auto de Infração nº 009/15 Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA ELIANI ALVES NOBRE EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA SEM CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS. ALEGAÇÕES DE DEFESA DO RECORRENTE INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO. INFRAÇÃO AO ART. 2º DA LEI ESTADUAL Nº /2004. APLICAÇÃO DE MULTA E INTERDIÇÃO DO ESTABELECIMENTO NA DECISÃO DE 1º GRAU. REJEIÇÃO DAS PRELIMINARES ARGUIDAS NO RECURSO. COMPETÊNCIA DO DECON-CE PARA FISCALIZAR E APLICAR PENALIDADES ADMINISTRATIVAS. AUTO DE INFRAÇÃO REVESTIDO DE TODAS AS FORMALIDADES LEGAIS NECESSÁRIAS. REGULARIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DA EMPRESA QUE OCASIONOU NO LEVANTAMENTO DA INTERDIÇÃO. JUNTADA AOS AUTOS DO CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS ATUALIZADO. REDUÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os votos, em conhecer do recurso interposto por Caixa Econômica Federal, rejeitando-se as preliminares arguidas, para dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de (quatro mil) UFIRs- CE para (dois mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 144/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo F.A. nº Recorrido: Francisco Marcelo de Oliveira Cabral EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. QUESTIONAMENTO DO CONSUMIDOR REFERENTE A DÉBITOS ORIUNDOS DO USO DE CARTÃO DE CRÉDITO QUE NÃO SOLICITOU. ALEGAÇÃO DO FORNECEDOR DE QUE O CARTÃO FOI DESBLOQUEADO E O DÉBITO É LEGÍTIMO. NÃO DEMONSTRAÇÃO, POR PARTE DA CAIXA ECONÔMICA,

18 53 DE QUE O CONSUMIDOR EFETIVAMENTE SOLICITOU O CARTÃO. PRÁTICA ABUSIVA CONFIGURADA. INTELIGÊNCIA DA SÚMULA Nº 532 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. INFRAÇÃO AOS ARTS. 4º, I; 6º, III; 30; 35, I; E 39, III E IV DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. MULTA APLICADA EM CONFORMIDADE COM OS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Caixa Econômica Federal, negando-lhe provimento e ratificando a decisão de primeiro grau, que aplicou multa no importe de (três mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 145/2016 Recurso Administrativo n /15 Auto de Infração nº 365/15 Recorrente: Banco Bradesco S/A EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. ESTABELECIMENTO SEM REGISTRO SANITÁRIO E SEM CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS VENCIDO. OUTROSSIM, VERIFICADO QUE O ESTABELECIMENTO NÃO POSSUI BANHEIROS FEMININO E MASCULINO SEPARADOS, BEM COMO FORMULÁRIO E LIVRO PARA REGISTRO DE RECLAMAÇÕES. CONSTATADO AINDA O DESCUMPRIMENTO DO TEMPO DE ESPERA PARA ATENDIMENTO NOS CAIXAS. ALEGAÇÕES DE DEFESA INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO. INFRAÇÃO AOS ARTS. 6º, I, E 39, VIII, DA LEI Nº 8.078/1990 (CDC); C/C ART. 14 DA LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 93/2011 C/C ART. 704 DA LEI Nº 5.530/81 C/C ART. 2º DA LEI ESTADUAL Nº /2004 C/C 2º DA LEI MUNICICPAL Nº 8.787/2003 C/C ART. 2º DA LEI MUNICIPAL Nº /2014 C/C ART. 1º DA LEI MUNICIPAL Nº 9.602/2010 C/C ART. 2º, II, DA LEI ESTADUAL Nº /2003. APLICAÇÃO DE MULTA E INTERDIÇÃO TOTAL DO ESTABELECIMENTO NA DECISÃO DE 1º GRAU. REJEIÇÃO DAS PRELIMINARES ARGUIDAS NO RECURSO. COMPETÊNCIA DO DECON-CE PARA FISCALIZAR E APLICAR PENALIDADES ADMINISTRATIVAS. COMPETÊNCIA DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA PARA EDITAR NORMAS SUPLEMENTARES SOBRE DIREITO DO CONSUMIDOR, BEM COMO PARA LEGISLAR SOBRE MATÉRIA DE INTERESSE LOCAL. COMPROVAÇÃO DA REGULARIZAÇÃO PARCIAL DA EMPRESA. APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. REDUÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Banco Bradesco S.A., rejeitando-se as preliminares arguidas, para dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de (quatorze mil e quatrocentos) UFIRs-CE para (dez mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 146/2016 Recurso Administrativo n /15 Auto de Infração nº 067/15 Recorrente: Beira Mar Empreendimentos Turísticos Ltda Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA EDNÉA TEIXEIRA MAGALHÃES EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. ESTABELECIMENTO SEM REGISTRO SANITÁRIO, CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS, PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E LICENÇA PARA UTILIZAÇÃO SONORA. ALEGAÇÕES DE DEFESA DO RECORRENTE INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO DO RECORRENTE. INFRAÇÃO AOS ARTS. 6º, I, E 39, VIII, DA LEI Nº 8.078/1990 (CDC); C/C ART. 14 DA LEI COMPLEMENTAR MUNICIPAL Nº 93/2011; C/C ART. 704 DA LEI Nº 5.530/1981; C/C ART. 20, II, b DA LEI /2010 C/C ART. 5º DA LEI MUNICIPAL Nº 8.048/1999 C/C ART. 7º DA LEI MUNICIPAL Nº 8.097/97 C/C ART. 2º DA LEI Nº /2004. APLICAÇÃO DE MULTA E INTERDIÇÃO DO ESTABELECIMENTO NA DECISÃO DE 1º GRAU. REGULARIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DA EMPRESA QUE OCASIONOU NO LEVANTAMENTO DA INTERDIÇÃO. JUNTADA AOS AUTOS DE TODOS OS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS SOMENTE APÓS A PROLAÇÃO DA DECISÃO RECORRIDA. REDUÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Beira Mar Empreendimentos Turísticos Ltda para, no mérito, dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de (hum mil, oitocentos e sessenta e seis) UFIRs-CE para 700 (setecentos) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 147/2016 Recurso Administrativo n /15 Auto de Infração nº 025/15 Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA ELIANI ALVES NOBRE EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA SEM CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS. CONSTATADO AINDA QUE O ESTABELECIMENTO NÃO POSSUÍA LIVRO PARA REGISTRO DE RECLAMAÇÕES SOBRE O TEMPO DE ESPERA EM FILA PARA ATENDIMENTO NOS CAIXAS. ALEGAÇÕES DE DEFESA DO RECORRENTE INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO. INFRAÇÃO AOS ARTS. 6º, I, E 39, VIII, DA LEI Nº 8.078/1990 (CDC); C/C ART. 2º DA LEI ESTADUAL Nº /2004 C/C ART. 1º DA LEI MUNICICPAL Nº 9.602/2010. APLICAÇÃO DE MULTA NA DECISÃO DE 1º GRAU. REJEIÇÃO DAS PRELIMINARES ARGUIDAS NO RECURSO. COMPETÊNCIA DO DECON-CE PARA FISCALIZAR E APLICAR PENALIDADES ADMINISTRATIVAS. AUTO DE INFRAÇÃO REVESTIDO DE TODAS AS FORMALIDADES LEGAIS NECESSÁRIAS. REGULARIZAÇÃO PARCIAL DA SITUAÇÃO DA EMPRESA. JUNTADA AOS AUTOS DO CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS. REDUÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO.

19 54 DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os votos, em conhecer do recurso interposto por Caixa Econômica Federal, rejeitando-se as preliminares arguidas, para dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de (quatro mil) UFIRs- CE para (dois mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 148/2016 Recurso Administrativo n Processo Administrativo F.A. nº Recorrida: Maria José Monteiro EMENTA - DIREITO DO CONSUMIDOR. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. EMPRÉSTIMO CONSIGNADO EM FOLHA, JÁ QUITADO. COBRANÇA INDEVIDA DE QUATRO PARCELAS REFERENTES A TAL EMPRÉSTIMO. FATO ALHEIO À VONTADE DA CONSUMIDORA. FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO CONFIGURADA. JUSTIFICATIVA DA RECORRENTE PARA NÃO COMPARECER À SEGUNDA AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO DESIGNADA PELO DECON INSUBSISTENTE. INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 14, 1º, II; 39, III, VI E V; E 42, PARÁGRAFO ÚNICO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. MULTA APLICADA EM CONFORMIDADE COM OS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n acordam os membros da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON, por unanimidade de votos, em conhecer do recurso interposto por Caixa Econômica Federal, negando-lhe provimento e ratificando a decisão de primeiro grau, que aplicou multa no importe de (mil e trezentos) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 149/2016 Recurso Administrativo n /15 Auto de Infração nº 405/15 Recorrente: Banco Bradesco S/A EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. ESTABELECIMENTO SEM CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS. OUTROSSIM, VERIFICADO QUE O ESTABELECIMENTO NÃO POSSUI BANHEIROS FEMININO E MASCULINO SEPARADOS E LIVRO PARA REGISTRO DE RECLAMAÇÃO. ALEGAÇÕES DE DEFESA INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO. INFRAÇÃO AOS ARTS. 6º, I, E 39, VIII, DA LEI Nº 8.078/1990 (CDC); C/C ART. 2º DA LEI ESTADUAL Nº /2004 C/C 2º DA LEI MUNICICPAL Nº 8.787/2003 C/C ART. 1º DA LEI MUNICIPAL Nº 9.602/2010. APLICAÇÃO DE MULTA E INTERDIÇÃO TOTAL DO ESTABELECIMENTO NA DECISÃO DE 1º GRAU. REJEIÇÃO DAS TRÊS PRELIMINARES ARGUIDAS NO RECURSO. AUTO DE INFRAÇÃO QUE PREENCHEU TODOS OS REQUISITOS LEGAIS NECESSÁRIOS, BEM COMO DECISÃO QUE PRESERVOU O CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA. COMPETÊNCIA DO DECON-CE PARA FISCALIZAR E APLICAR PENALIDADES ADMINISTRATIVAS. COMPETÊNCIA DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA PARA EDITAR NORMAS SUPLEMENTARES SOBRE DIREITO DO CONSUMIDOR, BEM COMO PARA LEGISLAR SOBRE MATÉRIA DE INTERESSE LOCAL. COMPROVAÇÃO DA REGULARIZAÇÃO PARCIAL DA EMPRESA. APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. REDUÇÃO DA MULTA APLICADA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os votos, em conhecer do recurso interposto por Banco Bradesco S.A., rejeitando-se as preliminares arguidas, para dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de (oito mil) UFIRs-CE para (seis mil) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. CONCLUSÃO DE DECISÃO COLEGIADA N 150/2016 Recurso Administrativo n /15 Auto de Infração nº 654/15 Recorrente: L Veloso Siqueira ME (Mulher Cheirosa) Relatora: PROCURADORA DE JUSTIÇA EDNÉA TEIXEIRA MAGALHÃES EMENTA - FISCALIZAÇÃO DO DECON. ESTABELECIMENTO SEM REGISTRO SANITÁRIO E CERTIFICADO DE CONFORMIDADE DO CORPO DE BOMBEIROS. PRELIMINAR REJEITADA. EMPRESA TINHA CONHECIMENTO DA OBRIGATORIEDADE DE POSSUIR OS REFERIDOS DOCUMENTOS VÁLIDOS. NÃO APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA DUPLA VISITAÇÃO AO PRESENTE CASO. ALEGAÇÕES DE DEFESA DA RECORRENTE INSUBSISTENTES A AFASTAR AS IRREGULARIDADES RELATADAS NOS AUTOS. EVIDÊNCIAS SUFICIENTES A ENSEJAR AUTUAÇÃO DA RECORRENTE. INFRAÇÃO AOS ARTS. 39, VIII, DA LEI Nº 8.078/1990 (CDC); C/C 14 DA LEI COMPLEMENTAR Nº 93/2011 C/C ART. 2º DA LEI ESTADUAL Nº /2004. APLICAÇÃO DE MULTA E INTERDIÇÃO DO ESTABELECIMENTO NA DECISÃO DE 1º GRAU. REGULARIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DA EMPRESA. APRESENTAÇÃO DOS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS VÁLIDOS. REDUÇÃO DA MULTA. APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO COLEGIADA - Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso Administrativo n /15 acordam os votos, em conhecer do recurso interposto por L Veloso Siqueira ME (Mulher Cheirosa) para, rejeitar a preliminar arguida, e, no mérito, dar-lhe parcial provimento, reformando a decisão de primeiro grau para o fim de reduzir a multa aplicada, de (hum mil trezentos e trinta e três) UFIRs-CE para o importe de 600 (seiscentos) UFIRs-CE, nos termos do voto da Relatora. O CONSELHO ESTADUAL GESTOR DO FUNDO DE DEFESA DOS DIREITOS DIFUSOS, em cumprimento ao que determina o 4º do Art. 8º da Lei Complementar Nº 46, de 16/07/2004, torna público o relatório do demonstrativo das receitas e despesas

20 55 dos recursos do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos do Estado do Ceará, referente ao mês de abril de Fortaleza, 04 de maio de FUNDO DE DEFESA DOS DIREITOS DIFUSOS DO ESTADO DO CEARÁ DEMONSTRATIVO FINANCEIRO EXERCÍCIO 2016 MÊS: ABRIL SALDO DO EXERCÍCIO ANTERIOR R$ ,20 DEPÓSITOS R$ ,96 DESPESAS EFETUADAS NO PERÍODO R$...0,00 SALDO ANTERIOR + CRÉDITOS R$ ,39 RENDIMENTOS R$ ,23 TOTAL DOS CRÉDITOS R$ ,19 TOTAL DOS DÉBITOS R$...0,00 TOTAL ,39 FONTE: Secretaria de Finanças/PGJ PLÁCIDO BARROSO RIOS Presidente do Conselho TOTAL ,39 EXTRATO DO CONTRATO Nº 011/2016/CPL/PGJ CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CELEBRADO ENTRE A PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ E A EMPRESA JORNALÍSTICA O POVO S/A, PARA O FIM QUE A SEGUIR SE DECLARA. DA FUNDAMENTAÇÃO: Fundamenta-se o presente contrato no art. 25, caput, da Lei nº 8.666/93, conforme informações constantes nos autos do Processo Administrativo 38709/ DO OBJETO: O objeto do presente contrato é a contratação da EMPRESA JORNALÍSTICA O POVO S/A para fornecimento de 03 (três) assinaturas do jornal O Povo, com entrega diária de exemplares sendo 01 (um) exemplar na rua Barão de Aratanha, nº 100, Centro para o DECON e 02 (dois) exemplares para rua Assunção, 1.100, José Bonifácio, para o Gabinete do Procurador-Geral de Justiça e para a Assessoria de Imprensa desta PGJ. DA VIGÊNCIA: A vigência do CONTRATO será de 01 (um) ano, a contar da data de sua assinatura. DO VALOR DO CONTRATO: O valor global deste contrato é de R$ 1.796,40 (mil setecentos e noventa e seis reais e quarenta centavos), que corresponde a 03 (três) assinaturas anuais do jornal O Povo. DA DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: As despesas decorrentes deste contrato serão pagas com recursos próprios desta PGJ, devendo constar a seguinte classificação: , código , elemento de despesa SIGNATÁRIOS: Ordenador de Despesas da Procuradoria Geral de Justiça, João de Deus Duarte Rocha, e Empresa Jornalística O POVO S/A. DEFENSORIA PÚBLICA PORTARIA Nº 577/2016 A DEFENSORA PÚBLICA GERAL DO ESTADO, no uso de suas atribuições legais, RESOLVE AUTORIZAR o servidor MARCELO MARQUES MOREIRA, ocupante do cargo de Defensor Público de Entrância Inicial, matrícula nº , desta Defensoria Pública, a viajar à cidade de Fortaleza, vindo da comarca de Caucaia-CE, nos dias 27 de abril e 06 de maio de 2016, a fim de atuar como Auxiliar do CDC em atividades extraordinárias, concedendo-lhe 02 (duas) diárias, no valor unitário de R$ 205,87 (Duzentos e cinco reais e oitenta e sete centavos), e duas ajudas de custo no valor de R$ 411,74 (Quatrocentos e onze reais e setenta e quatro centavos), totalizando R$ 823,48 (Oitocentos e vinte e três reais e quarenta e oito centavos), de acordo com o 2º, do Art. 56, da Lei Complementar Estadual nº 06/1997, com nova redação dada pelo Art. 1, da Lei Complementar Estadual n.º 116/2012, bem como nos termos do que dispõe a Resolução n 79/2013 do Conselho Superior da Defensoria Pública, devendo a despesa correr à conta da dotação orçamentária da Defensoria. DEFENSORIA PÚBLICA GERAL DO ESTADO, em Fortaleza, 20 de abril de Mariana Lobo Botelho de Albuquerque DEFENSORA PÚBLICA GERAL DO ESTADO Registre-se e publique-se.

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