DO ARQUIVO À NUVEM: RESGATE E DIVULGAÇÃO DO ACERVO DA TELEVISÃO BRASIL CENTRAL

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1 ISSN: DO ARQUIVO À NUVEM: RESGATE E DIVULGAÇÃO DO ACERVO DA TELEVISÃO BRASIL CENTRAL Givaldo Ferreira, CORCINIO JR. Resumo A construção de um acervo acessível e sua divulgação possibilita que se obtenha um olhar sobre a memória televisiva. A proposta do artigo ora apresentado é a descrição o processo de pesquisa de material videográfico e a divulgação, via meio eletrônico, dos materiais pertencentes a memória da Televisão Brasil Central, uma empresa de teledifusão vinculada ao governo do estado de Goiás. Palavras-chave: Televisão, divulgação, história

2 CORCINIO JR, Givaldo Ferreira UMA APROXIMAÇÃO A proposta do artigo ora apresentado é a descrição o processo de pesquisa de material videográfico e a divulgação, via meio eletrônico, dos materiais pertencentes a memória da Televisão Brasil Central, uma empresa de teledifusão vinculada ao governo do estado de Goiás. Utilizam-se predominantemente a pesquisa de materiais em acervos externos à empresa, por motivos a serem apresentados no decorrer do texto, além de relatos de profissionais que trabalhavam na empresa ou participaram as produções que foram objeto dessa pesquisa de acervo. O locus da pesquisa aqui descrita é a Televisão Brasil Central. Conhecida como Brasil Central ou simplesmente como TBC, ela faz parte de uma empresa de comunicação gerida pelo governo do estado de Goiás chamada Agência Goiana de Comunicação (Agecom). Historicamente, a TBC insere-se em um cenário de popularização da televisão, expansão das redes de telecomunicações e de teledifusão de imagens, além da busca por meios mais abrangentes de divulgação de ações governamentais. 2 CARACTERIZAÇÃO HISTÓRICA DO LOCUS DE PESQUISA A história da TBC remonta ao ano de Regionalmente, o momento político era conturbado, com a chegada ao poder em 1961 de um militar com forte vinculação com movimentos reformadores da política goiana. Mauro Borges Teixeira, major do exercito, foi alçado ao governo estadual por meio de eleições diretas nas quais recebeu significativo apoio, visto ser filho de Pedro Ludovico Teixeira, interventor e governador do estado entre 1930 e 1945 e entre 1951 e Nesse período, o governo passou a ser conduzido segundo o paradigma do planejamento como solução para problemas estruturais do estado. Essa perspectiva permitiu o fortalecimento do uso dos meios de comunicação como vetor para mudanças atitudinais e também como forma de aproximar a população da administração pública, levando informações sobre ações governamentais juntamente com entretenimento para as mais diversas regiões do estado. Um exemplo dessa visão fica patente com a atuação do governador diante da polêmica referente a possibilidade de impedimento da posse de João Goulart quando da renuncia à presidência por Jânio Quadros. Alinhado aos grupos legalistas, que viam na movimentação dos ministros militares e de integrantes do congresso um prenuncio de golpe contra o vice-presidente eleito no ano anterior, Mauro Borges utiliza-se da Rádio Jornal Brasil Central, à época uma emissora de rádio em ondas moduladas, curtas, médias e tropicais particular, para criar a rede da Legalidade com rádios de todo o território nacional e liderada pelo governador do estado do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, articulando movimentos de resistência popular contra o impedimento da posse de João Goulart. No ano seguinte, dentro de uma política de reorganização e racionalização administrativa, o governo estadual adquire a rádio, passando a ser uma das empresas do CERNE Consórcio de Empresas de Radiodifusão e Notícias do Estado de Goiás criado naquele ano que também possuía a Imprensa Oficial de Goias. Nesse ano a rádio muda de nome, passando a ser somente Rádio Brasil Central.

3 CORCINIO JR, Givaldo Ferreira 234 O governo Mauro Borges mantem planos para expandir sua comunicação junto a população goiana criando em 1964 um jornal O Diário de Goiás e projetando a instalação de uma emissora de televisão. O projeto foi abortado no mesmo ano, devido à saída do governador de seu posto, devido à instalação de um processo federal contra ele em decorrência do golpe militar de abril de O projeto de uma emissora de televisão estatal em Goiás é retomado em 1975, sendo que no dia 1º de maio as imagens da emissora começaram a ser geradas comercialmente. Houve muita oposição em relação a instalação da Brasil Central, pois os dirigentes dos canais existentes na cidade de Goiânia viam o risco de uma concorrência desleal da emissora do estado com eles, pois temiam que ela recebesse preferencia em relação as verbas publicitárias do estado. Mesmo alguns setores do governo achavam que a implantação de uma TV pelo CERNE seria um custo financeiro demasiado alto para um estado que, segundo interpretações da época, ainda não atendia as necessidades minimas da população e se encontrava com o caixa bastante esvaziado. Apesar de ter uma concessão comercial, os primeiros responsáveis pela televisão dentro do CERNE viam na programação educacional a vocação da emissora. Além disso, com uma equipe pequena, apesar de contar com experiência em outros canais goianienses e equipamentos que não eram adequados a produção de grandes programas, recorreu-se a canais educativos, embaixadas e produtoras em busca de filmes, séries e programas pré-gravados. Esse arranjo fica claro nas memórias de Luíz Espíndola de Carvalho, quando elenca os programas apresentados na primeira semana de exibição da TV Brasil Central. Haviam ali programas de ensino de idiomas, filmes clássicos e pequenos noticiários. A emissora foi independente de redes nacionais, mantendo-se no ar com programação local e adquirindo outros materiais em distribuidoras até 1978, quando fechou um acordo de retransmissão com a TV Bandeirantes de São Paulo. Segundo GODINHO (2008) a entrada da TBC como afiliada da emissora paulista introduziu em Goiás o conceito de grade de programação, diminuindo o espaço da produção local e modificando a forma de produção televisiva dos outros canais existentes. Durante 18 anos, de 1978 até 1996, a associação entre TV Bandeirantes e TV Brasil Central possibilitou ao canal goiano a transmissão de programas jornalísticos e esportivos que eram referencia para o público, abrindo espaço também para a produção local desse conteúdo. Sendo uma emissora vinculada ao governo estadual, sua expansão foi favorecida pelo desejo governamental de alcançar públicos em cidades mais afastadas dos principais centros urbanos goianos, muitas vezes sendo a única emissora que alcançava o município. Essa característica chamou atenção de empresários como Jorge Kajuru e Galvão Bueno, que durante um ano foram os responsáveis pela produção local de noticiários esportivos. A partir de 1996, a TBC passou a retransmitir o sinal da TV Cultura de São Paulo, retornando assim ao foco inicial de sua criação, onde a programação cultural tem espaço importante, junto com o já tradicional jornalismo e o noticiário esportivo, ambos produzidos localmente.

4 CORCINIO JR, Givaldo Ferreira O CAMINHO METODOLÓGICO PROPOSTO Sendo uma empresa que trabalha com imagens, a memória de uma emissora de televisão passa pelas imagens que existem em seu acerto e aquilo que elas representam coletivamente. Cabe recorrer a BUSETTO (2010) para compreender que a dinâmica do uso da televisão como objeto historiográfico. Deve ser apontado inicialmente, como o autor ressalta, que a televisão quanto fenômeno tecnológico e industrial possuir mais de 60 anos e ser um grande gerador de transformador de signos e significantes, ela é relegada ao esquecimento por historiadores. Ele ainda aponta que as imagens produzidas pela televisão ganharam status de escrita e ganham espessura histórica, particularmente na França com a abertura do acervo da Inatéque de France. Além disso, ele indica também que existem especialistas que apontam a TV como um fenômeno plural, e que suas diversas possibilidades existem sincrônica e diacronicamente. Ele aponta, ainda, que a historiografia da história da TV no Brasil apresenta-se muito mais vinculada aos preceitos antigos sobre a relação história e TV, sendo estudada com foco nas relações de poder, político e econômico. Assim, Busetto oferece uma aproximação teórica inicial para a compreensão da televisão como um objeto de pesquisa que ultrapassa os modelos tradicionais que costumam comparecer nos trabalhos sobre televisão. Sendo uma escrita, as imagens televisivas podem ser lidas dentro de uma gramática e permite que elas recebam pelos pesquisadores um olhar mais detido, o que traz novos elementos para discutir a televisão quanto índices de uma época. Configurando-se então como uma escrita composta por imagens icônicas, podemos compreender a afirmação apresentada por RAMOS, PATRIOTA e PESAVENTO (2008) que o mundo está repleto de imagens e que elas são relações humanas de registro que presentifica uma ausência. Até recentemente, a imagem servia para os historiadores como simples suporte para aquilo que o relato histórico traz. Sabemos hoje que esse panorama mudou e que as imagens se tornam um meio pelo qual estuda-se as construções culturais de uma sociedade. A busca por demarcar a importância histórica de uma instituição perante a sociedade na qual ela se encontra inserida tem aumentado a busca pela por projetos de centros de documentação e memória. Quando essa busca contempla um órgão estatal, ela comparece envolta de muitos outros relevantes, como a construção de uma identidade local (ou regional), o que, se considerarmos os dois panoramas apresentados aqui como convergentes, permite ter nos produtos televisivos dados para compreender o meio no qual a emissora se instala, posto ser ela influenciada pela comunidade na qual está inserida mas também influenciadora dessa mesma comunidade. Em relação ao aumento do interesse das mais diversas entidades em criar seus centros de documentação e de memória, o desafio que se impõe ao pesquisador e compreender o alcance da documentação já existente e conseguir obter relatos significantes para a elaboração dessa historicidade da entidade estudada. MOTTA (1995) apresenta um estudo de caso significante nessa construção, tanto pela importância social da entidade que está tendo a sua memória recuperada (O Banco Central) quanto pela a forma de lidar com os dados oriundos das entrevistas com personalidades envolvidas no evento objetivamente estudado.

5 DO ARQUIVO À NUVEM: RESGATE E DIVULGAÇÃO DO ACERVO DA TELEVISÃO BRASIL CENTRAL 236 Historicamente, o uso de fontes orais transmutou-se de uma prática temerária para um campo pulsante e singularmente atrativo, trazendo o historiador para próximo do seu objeto de estudo de um modo singular. Desde da enunciação de LE GOFF (1990), trazendo para o mesmo patamar de importância o documento¹ e o monumento², o relato oral ganhou força como meio de obter informações de uma dada época, mesmo que devasse lembrar dos riscos da inocência e o historiador necessitar buscar outros referenciais para cruzar com aquilo que se obtêm nas entrevistas. Utilizar a entrevista como fonte demanda compreender e lidar com a dinâmica especifica desse material apresentada por FREITAS (2002) e por BOSI (1994). Os silêncios e as reelaborações das lembranças, todos os dados apresentados mostram-se como significantes para a uma pesquisa que utiliza memorialistas. Como aponta Freitas, a História Oral pode ser o vetor para descobrir fatos desconhecidos ou aspectos desconhecidos de fatos conhecidos, além de permitir a integração de fontes e a multidisciplinaridade. Sendo o objeto de estudo aqui relatado uma emissora de televisão, lidar apenas com os aspectos teóricos da compreensão da história do meio ou a reflexão sobre o uso da História Oral, através da entrevista de pioneiros e pessoas envolvidas com o trabalho cotidiano da empresa, geraria lacunas não desconsideráveis na elaboração de qualquer reflexão. Pensar as imagens, armazenadas em meio físico ou transmitida ao pesquisador por meio das reminiscencias daqueles que são entrevistados, se demonstra como uma ação de grande significância, pois é através delas que a memória da presença do meio comparece ou se materializa. Lidar com imagens atualmente é ter que tratar uma fonte ao mesmo tempo abundante e difícil, posto que a leitura de imagens demanda a compreensão de diversos elementos de época, sociais, políticos e econômicos. Mesmo sendo áreas que possuem especifidades distintas, as afirmações de KOSSOY (2007) sobre a fotografia e a criação de uma segunda realidade ao se produzir uma imagem deve ser levada em consideração ao se refletir sobre a produção televisiva. Diante dos desafios e com as propostas teóricas apresentadas por essa miríade de estudiosos, organizar um centro de memória demostra-se menos uma atividade braçal de busca, armazenamento e sistematização de um acervo, físico ou não, e mais uma proposta que compreende um conjunto de percepções de pertencimento, influência, alcance e identificação da instituição junto a sociedade na qual ela está inserida. 4 A CONSTRUÇÃO DE UMA MEMÓRIA Ao trabalhar com o objeto Televisão Brasil Central, não é possível negligenciar suas interações com outras empresas existentes na própria Agência de Comunicação de Goiás (Agecom) nem mesmo com outras instâncias da administração pública. ¹Durante muitos anos, essa classificação foi aplicada com quase exclusividade para o material escrito sobre o suporte papel, couro ou assemelhados ²Na concepção LeGoffiana, monumento suplanta aquilo que vulgarmente se compreende pelo termo. Nesse caso, ele também é a arquitetura em geral, a produção industrial ou qualquer elemento celebrarório que procura demarcar um espaço no mundo físico ou virtual

6 DO ARQUIVO À NUVEM: RESGATE E DIVULGAÇÃO DO ACERVO DA TELEVISÃO BRASIL CENTRAL 237 Estruturalmente, a Agecom é composta por outras empresas de comunicação. Além da TBC, existem também a rádio Brasil Central AM, a rádio RBC FM, a gráfica do estado de Goiás e o site de notícias GoiásAgora. Enquanto as rádios e a emissora de televisão construíram-se como veículos de entretenimento e divulgação noticiosa, o site de notícias constitui-se como um espaço diferenciado. Herdeiro, por assim dizer, dos antigos departamentos de assessoria parlamentar que foram implantados desde o governo Mauro Borges, hoje o site de notícias GoiásAgora (www.noticias.goias.gov.br) dedica-se a divulgar exclusivamente ações que, em algum aspecto, envolvem agentes públicos estaduais. Assim, todas as iniciativas do governo, de suas secretarias, autarquias ou empresas administradas pelo ente público estadual, além de informes de utilidade pública vinculados a esses órgãos são divulgadas através desse veículo. Uma inquietação que comparece quando se conversa com muitos dos servidores da agência é a aparente inexistência de uma memória dos veículos vinculados a ela. Parte dessa percepção advém de um grande incêndio que ocorreu em outubro de 1997, que destruiu grande parte da televisão e completamente as rádios. Junto a isso, a própria dinâmica da empresa, não tinha a cultura e a estrutura para recolher, ordenar e armazenar os materiais produzidos. Aqueles acervos que se conservaram e escaparam do incêndio de 1997 foram transferidos para o Museu da Imagem e do Som de Goiás (MIS-GO), que através de parceria com empresas como a Petrobrás iniciou um processo de digitalização desses acervos. Esse material está disponível fisicamente no MIS-GO, contudo esse acesso é limitado, posto que a instituição tem um espaço físico limitado e conta com poucos funcionários para fazer o acompanhamento da visitação. Com o advento das diversas tecnologias que possibilitam uma descentralização do acesso ao acervo, a capacidade de atender um público maior efetiva-se. Contudo tal iniciativa demandou uma reorganização do material já digitalizado, posto que o trabalho anteriormente feito consistiu na transposição do material que se encontrava em fitas magnéticas para meio digital, muitas vezes as produções ali armazenadas só podendo ser acessadas usando-se a mesma lógica de avançar ou retroceder a gravação que existia quando dos equipamentos analógicos de reprodução. O site GoiásAgora tem a totalidade de suas operações voltadas para a internet, sendo pensado como um veículo completamente web. Sendo parte da Agecom, as atividades institucionais das rádios e da televisão são divulgadas por ele. Quando das comemorações dos 30 anos da TBC, houve a produção de matérias especiais sobre a história da emissora. Nesse momento, os memorialistas dos primeiros tempos da emissora foram as principais fontes de informação, juntamente com materiais escritos produzidos na época dos acontecimentos. Durante o exercício da pesquisa, a existência deste acervo mostrou-se uma mina não explorada, por conter um volume de reportagens de campos e com personagens diversos do cenário cultural, social, econômico e político que compareciam, corroboravam ou lançavam novas luzes nos relatos coletados junto aos memorialistas. Além disso, por ser uma empresa estatal, ela acompanhou uma série de eventos que constituíram momentos importantes na história recente de Goiás.

7 DO ARQUIVO À NUVEM: RESGATE E DIVULGAÇÃO DO ACERVO DA TELEVISÃO BRASIL CENTRAL 238 A partir da produção dessas matérias especiais, começou-se um trabalho que foi denominado de TBC Memória. Junto com a equipe de jornalistas do site GoiásAgora, historiadores buscaram no acervo existente no MIS-GO vídeos de reportagens que passaram a ser divulgados dentro do site O eixo de divulgação desse acervo inicialmente vinculou-se a exposição de antigas reportagens feitas pela equipe da TBC, programas que tivessem uma significância para os memorialistas, aqueles que compareciam em registros documentais diversos, como reportagens em informativos internos e jornais de circulação regional ou ainda ganhadores de premiações jornalisticas. A medida que o acervo ia sendo investigado, passou-se a apresentar vídeos ligados à datas de eventos já consagrados socialmente, acontecimentos marcantes na história recente ou personalidades retratadas em programas. As abordagens aqui apresentadas foram decorrentes do acesso que nos foi possibilitado junto ao acervo do MIS-GO. Trabalhando no sistema de empréstimos de curto período, com materiais cujo o acesso ao conteúdo se processa de forma sequencial e sem possibilidade de seleção, a solução encontrada foi a cópia autorizada com o posterior seccionamento dos vídeos, fazendo também uma indexação dos assuntos por eles tratados.

8 DO ARQUIVO À NUVEM: RESGATE E DIVULGAÇÃO DO ACERVO DA TELEVISÃO BRASIL CENTRAL 239 Os mais de 50 DVD aos quais pode-se acessar aproximadamente 10% do acervo total custodiado pelo museu contem discursos, reportagens cotidianas e especiais sobre eventos esportivos e políticos, materiais sobre arte e entretenimento que estão sendo Goiás Agora divulgando matéria sobre o movimento das diretas já apresentados paulatinamente em um canal do site youtube (www.youtube.com.br/goiasagora) e vinculados a notas jornalisticas organizadas sob a retranca TBC Memória no próprio site de noticias GoiásAgora (www.noticias.goias.gov.br/index.php?ideditoria=5321). Tais notas compuseram um panorama daquilo que até o momento tem sido obtido pelos pesquisadores, representado algo em torno de 20% do material obtido nos DVDs já trabalhados. Em algumas situações, devido o momento apresentar uma rememoração especial, como no aniversário de 92 anos do ex-governador Mauro Borges, as postagens procuraram apresentar aspectos singulares das coberturas jornalisticas ou do acompanhamento das atividades públicas do político, buscando associar a personagem com outros aspectos do projeto, como a presença dele em programas específicos e marcantes da emissora. Em outros casos, as postagens de vídeo e texto vinculam-se com aspectos menos vislumbrados da prática jornalistica, como no caso da cobertura de greves no inicio dos anos 1980 e do acidente radiológico com a capsula de césio 137. O trabalho de divulgação desses materiais possibilita um reencontro dos pesquisadores com materiais que, significantes, estavam isolados, dependendo de condições para o acesso físico que, muitas vezes, não é possível. Esse trabalho também tem possibilitado uma confluencia de materiais. Durante as pesquisas para a elaboração do especial sobre o acidente radiológico com césio 137, conseguimos acessar, além do acervo custodiado pelo MIS-GO, também os registros arquivados pelo Centro Regional de Ciências Nucleares-Centro-Oeste (CRCN- CO), um departamento da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), localizado em Abadia de Goiás.

9 DO ARQUIVO À NUVEM: RESGATE E DIVULGAÇÃO DO ACERVO DA TELEVISÃO BRASIL CENTRAL 240 Centralizar e divulgar esses acervos também oferece a sociedade a possibilidade de rememorar momentos particulares de uma micro-história que corrobora com a construção das percepções do indivíduo diante da torrente de dados, signos, significantes e significados que todos estão expostos desde o advento dos meios de comunicação de massa como o cinema, o rádio e a televisão. Com a internet, a comunicação tem se reconfigurado, possibilitando uma dispersão difusa das informações (e tudo que ela carrega à cavaleiro) dentro de uma rede que se retroalimenta e não permite que se identifique um único sentido do fluxo comunicativo. Bibliografia Consultada BOSI, Ecléia. Memória e sociedade: Lembrança de velhos. São Paulo: Cia das Letras, 1994,. BUSETTO, Áureo. Sintonia com o contemporâneo: a TV como objeto e fonte da História. In: BEIRED, José Luis Bendicho; et al.. Política e identidade cultural na América Latina. São Paulo: Cultura Acadêmica, p FREITAS, Sônia Maria de. História Oral. Possibilidades e procedimentos. São Paulo: Humanitas, 2002,. GODINHO, Iúri Rincon. História da TV em Goiás. Goiânia / GO: UCG, 2008, 135. KOSSOY, Boris. Os Tempos da Fotografia. Cotia/SP: Ateliê Editorial, 2007, 174 p. LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas / SP: UNICAMP, 1990, 475. Anais do XVIII simpósio Nacional de História. Rio de Janeiro: CPDOC, sp.

10 DO ARQUIVO À NUVEM: RESGATE E DIVULGAÇÃO DO ACERVO DA TELEVISÃO BRASIL CENTRAL 241 MOTTA, Marly Silva da. Histórias de vida e história institucional: A produção de uma fonte histórica. In:. Anais do XVIII simpósio Nacional de História. Rio de Janeiro: CPDOC, sp.. RAMOS, Alcides Freire; PATRIOTA, Rosangela; PESAVENTO, Sandra Jatahy. Imagens na História. São Paulo: Hucitec, 2008, 461 p.

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