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1 Ministério da Cultura apresenta Banco do Brasil apresenta e patrocina ESCULTURA: CORPO E ESPAÇO CCBB EDUCATIVO 2012

2 :: ILUSÃO ÓTICA 04 :: ALÉM DO COTIDIANO 06 :: CORPO E ESPAÇO 08 :: NUVEM 10 :: INDIVÍDUO E COLETIVO 12 :: ESPAÇO REAL E VIRTUAL 14 :: MATÉRIA INVISÍVEL 16 :: ORGÂNICO 18 :: SENSORIAL 20 :: O DESENHO É A ESCULTURA? :: LINHA E PLANO 24 :: COTIDIANO E POESIA

3 Aescultura é uma das linguagens mais antigas do homem. O que entendemos por escultura e suas finalidades passou por muitas mudanças de seus primórdios até hoje. Da pré-história, restaram vestígios de figuras humanas e animais, de provável uso ritual, como as figuras femininas que representam as deusas da fertilidade. Mais tarde, as formas das esculturas egípcias foram aperfeiçoadas pelos gregos, atingindo a máxima proximidade com o natural. Deste período, observamos imagens produzidas como representação de poder, fosse ele espiritual ou material. No Renascimento, Michelângelo ( ) dominou de tal maneira a reprodução do corpo humano, com suas proporções e musculatura, que mesmo as figuras destinadas aos espaços religiosos não remetiam ao espiritual, mas seduziam pelo domínio da forma e dos volumes. No fim do século XIX, Auguste Rodin ( ) nos revelou o processo ao deixar marcas de seu fazer na escultura e rompeu com a narrativa ao repetir uma mesma figura em diferentes situações na Porta do Inferno ( ). No início do século XX, os artistas manifestaram suas reflexões sobre as estruturas das esculturas. O movimento e o tempo destacaram o conceito na produção tridimensional. A escultura extrapolou o objeto estático, passando a incorporar outras linguagens e materiais e se desdobrando em novos fazeres artísticos, como os ready-mades, instalações, site specifics, performances e happenings. Diferentes entre si, mas tendo em comum o uso do espaço. Na escultura, para além da visão, o nosso deslocamento físico acaba nos chamando a atenção para as dimensões. Nosso corpo é sempre a primeira referência de escala. Nesta edição da Revista Práticas e Reflexões, o CCBB Educativo apresenta algumas obras, mediações e propostas para serem aplicadas em sala de aula, com o intuito de instigar o público estudante a refletir e explorar o corpo, o espaço, os objetos tridimensionais e as suas relações.

4 ILUSÃO ÓTICA Biografia Paulista, nascido em 1962, Paulo José Keffer Franco Netto, conhecido como Pazé, trabalha com fotografia, objetos tridimensionais e instalações multimídia desde a década de Expondo por todo o Brasil e América Latina, com temática ampla, explora os materiais do cotidiano com referências da história da arte, ressignificando-os de forma poética e crítica. Mediação da obra Na instalação A coleção, Pazé se apropriou de retratos da pintura ocidental. Observamos pelo menos uma figura de cada pintura olhando para nós. Pazé nos apresenta trabalhos de diversos períodos da história da arte e não só nos coloca na posição de observador, mas de observados, no centro da sala. 02 Mas como isso acontece? Adesivos vinílicos, colados na parede da sala de exposição, evidenciam a ilusão criada pela plotagem. O artista brinca com a perspectiva, ampliando o espaço real. A reprodutibilidade rivaliza com o valor das peças originais. Quanto custa uma impressão de um quadro famoso em adesivo? Certamente muitíssimo mais barato do que aquele que foi assinado pelo pincel do próprio autor, não?! O espaço também nos remete ao modo de expor dos gabinetes de pintura do passado, nos quais as obras eram expostas umas ao lado das outras. ATIVIDADE Gabinete de pinturas Faixa etária A partir do ensino fundamental I. Materiais Papel sulfite A3, lápis, tinta, giz de cera, tinta guache e pincéis. Objetivo Apontar a mudança da percepção das imagens e do espaço a partir do acúmulo visual. Proponha o desenho de retratos dos colegas ou auto-retratos para toda a turma, incluindo o desenho l de molduras em tamanho A3. Selecione parte da parede da sala e disponha os retratos com os alunos como no gabinete de pinturas: l do chão ao teto. Disponha apenas 5 retratos em outra parede, certificando-se de ter a mesma distância entre cada l imagem. Peça para os alunos apresentarem as diferenças de percepção entre os retratos na parede com cinco l imagens e os dispostos do chão ao teto na outra parede. Observação A disposição de obras de arte como conhecemos hoje, com o espaço interferindo minimamente sobre elas, é característica do século XX. Com o livro No interior do cubo branco: a ideologia do espaço da arte, o artista e crítico Brian O'Doherty aponta como o espaço isolado e limpo influi na percepção do observador sobre as obras.

5 Pazé A Coleção, 2009 Impressão sobre vinil 530 x cm (2 laterais maiores) 510 x cm (2 laterais menores) Coleção do artista Gabinete de curiosidades Do Renascimento ao século XIX, objetos das ciências naturais, arqueológicos, religiosos e antiguidades eram expostos nos chamados gabinetes de curiosidades. Eram espaços considerados precursores dos museus, onde as peças eram dispostas em vitrines e inventariadas e onde estas coleções eram estudadas e apreciadas. Especificamente para as coleções de pintura, havia os denominados gabinetes de pintura.

6 José Spaniol O Descanso da Sala, 2006 Cadeira de madeira 400 x 45 x 42 cm Foto Marcos Ribeiro

7 ALÉM DO COTIDIANO Biografia Nascido no Rio Grande do Sul em 1960, José Spaniol enveredou por diversas linguagens: desenho, pintura, gravura, escultura e instalação. Atua como professor de Artes desde a década de 1980, sendo responsável pela formação de muitos jovens artistas. Realizou exposições em diversas partes do país e do mundo. Seus últimos trabalhos discutem o espaço por meio de peças tridimensionais que nos remetem a objetos com os quais costumamos interagir diariamente. Mediação da obra Duas cadeiras com encostos que se estendem para o alto e terminam em assentos de ponta cabeça. É possível sentar nelas? Dessa maneira, não. Observe como José Spaniol nos faz olhar para o alto ao duplicar o assento, estabelecendo uma conexão entre céu e terra, através de um objeto reconhecível. Nosso olhar sobe e desce através do encosto das cadeiras. O fato de desejarmos fazer com a cadeira aquilo que faríamos com qualquer cadeira (sentar) torna evidente para nós aspectos da cadeira que talvez não chamassem a nossa atenção, justamente por ser esse um objeto com o qual lidamos cotidianamente. O artista nos evidencia o desenho do objeto, a beleza da forma ampliada e espelhada verticalmente, que transforma o poder e o não poder sentar, unidos pelas linhas do encosto, em apreciação estética. 05 ATIVIDADE Objeto ressignificado Faixa etária Ensino fundamental II e ensino médio. Materiais Objeto de casa, lápis, tinta guache, pincéis. Objetivo Imprimir um novo olhar aos objetos do cotidiano. lcada aluno deve trazer de casa um objeto do cotidiano que não seja mais usado. lpropor a intervenção do aluno com a pintura no objeto, de modo a dar a ele um novo significado. Atenção: a imagem a ser pintada deve conversar com o próprio objeto. Usar como exemplo: e sugerir que faça o desenho sobre o objeto antes da aplicação de tinta. lapresentar todos os objetos e pedir para os alunos relatarem como pensaram a modificação do mesmo e discutir como as coisas podem extrapolar suas funções. Para saber mais sobre o artista, acesse:

8 CORPO E ESPAÇO Biografia Londrino, nascido em 1950, Antony Gormley trabalha com desenhos, pinturas, esculturas e instalações, explorando a relação do corpo humano com o espaço há cerca de quarenta anos. Expôs amplamente em todo o Reino Unido e realizou mostras na Dinamarca, Suécia, Alemanha, Pequim, Cidade do México, Áustria e São Petersburgo, além de mostras coletivas nos Estados Unidos e também na Europa. Este ano, realiza sua maior retrospectiva na América Latina, com a mostra Corpos Presentes, no CCBB. É membro honorário do Royal Institute of British Architects e doutor honoris causa da Universidade de Cambridge. Mediação da obra Corpos em tamanho real do artista foram dispostos nas beiradas dos topos de edifícios no centro da cidade de São Paulo. São cerca de trinta esculturas em fibra de vidro e ferro fundido que, ao contrário de nós que estamos cercados pelas altas construções, podem contemplar o horizonte. Ao olharmos para estas figuras humanas no alto, vemos o céu ao fundo. Diferentes de nós, estas estátuas escapam da movimentação, da poluição sonora e visual onde nos encontramos. São seres silenciosos que podem ver a cidade numa perspectiva diferente da nossa. Observando as figuras individualmente, são esculturas. Inseridas estrategicamente na cidade, transformam-se numa instalação* que ocupa o espaço. Gormley nos faz olhar para a figura humana, a mesma com a qual cruzamos aos milhares nas ruas da cidade, diariamente, mas que dificilmente encaramos com atenção. Este trabalho já ocupou os edifícios de Nova York e Londres em *[Instalação] Trabalho artístico montado por tempo determinado em espaço aberto ou fechado. Pode fazer uso de objetos feitos de diversos materiais prontos ou construídos para integrar a obra. O público geralmente apreende a obra ao circundá-la ou adentrá-la, de modo que o trabalho compreende o percurso de um dado espaço e a relação do nosso corpo com ele e com os elementos lá instalados. Antony Gormley Event horizon (Horizonte de eventos) 27 figuras em fibra de vidro e 4 figuras em ferro fundido 1,89 x 0,53 x 0,29m (cada) Centro de São Paulo, 2012 Foto Edouard Fraipont Observe que tanto este trabalho de Gormley quanto A Coleção, de Pazé, são instalações que nos apresentam um novo espaço por meio da inserção de elementos. O espaço trabalhado por Pazé são as paredes de uma galeria, enquanto o de Gormley é a cidade.

9 ATIVIDADE Espaço e corpo Faixa etária Ensino fundamental I. Materiais Papel craft ou jornal, canetinha, tesoura, fita adesiva. Objetivo Instigar a percepção do espaço a partir da dimensão de seus corpos. lcom papel craft do tamanho das crianças ou jornal colado, proponha que deitem no chão e façam seus contornos com canetinha. Não é necessário fazer detalhes do corpo, como o rosto. O que importa é o tamanho das figuras. lem seguida, peça para cortarem os contornos dos corpos e escolherem lugares da escola para fixarem as imagens. As figuras podem ficar agrupadas ou isoladas. lagora peça para observarem o tamanho de seus próprios contornos em relação ao espaço, às portas, às paredes, ao teto e aos adultos que passam ao lado. Solicite que relatem qual é a proporção deles em relação às coisas ao seu redor.

10 08 Antony Gormley Drift III, 2008 Barra de aço inoxidável de 2mm em seções 2,64 x 1,75 x 2,13 m

11 NUVEM Mediação da obra Segundo Antony Gormley: a clássica posição da escultura como um objeto absoluto foi substituída pela construção de um campo de energia provisório. Estas palavras do artista se devem ao fato do trabalho ter como base o princípio de matriz das bolhas agrupadas em forma de nuvem. Observe a forma interna que aparece desta nuvem formada pelo agrupamento das linhas. Cada linha corresponde a uma aresta de uma bolha poliédrica*. Tente se lembrar de uma escultura tradicional, feita em material sólido. Que diferenças podemos estabelecer entre os materiais e os resultados de sua observação? Ao contrário da imagem fixa no chão, que temos das esculturas clássicas, esta obra nos apresenta leveza e fragilidade. Observe também como a posição escolhida para a figura ressalta seu aspecto frágil. *[Poliedro] É um sólido geométrico com muitas faces. Existem cinco poliedros regulares: tetraedro (4 lados), hexaedro (6 lados), octaedro (8 lados), dodecaedro (12 lados) e icosaedro (20 lados). Atividade Escultura a partir de um poliedro Faixa etária Ensino fundamental II. Materiais Papelão, lápis, régua, tesoura, agulha, linha. Objetivo Entender o processo de Antony Gormley na obra Drift III. Cola la partir do modelo acima, peça para cada aluno da sala produzir seu tetraedro regular (poliedro de 4 faces iguais) de 5 cm de lateral. Basta dobrar as linhas e colar as laterais nas faces. ldepois de todos os poliedros prontos, use uma agulha para passar a linha unindo as arestas de dois tetraedros e assim por diante e construam uma figura. A reunião dos poliedros pode ser feita em pequenos grupos para união de todos os grupos de poliedros ao final. lpendure o trabalho no teto da sala e discuta a escultura feita com poliedros à maneira de Gormley. Mostrando a obra Drift III, aponte como ele só utilizou as arestas dos poliedros para compor a obra, mas o princípio é o mesmo.

12 INDIVÍDUO E COLETIVO Mediação da obra Esta obra é composta por cerca de 24 mil figuras feitas por uma comunidade de Porto Velho em Embora de longe as figuras pareçam uniformes, são únicas, pois foram feitas artesanalmente. Assim como o indivíduo está para a população, a fragilidade de cada peça - que tem entre 8 e 26 cm transforma-se em força quando se junta nesta multidão. Força tamanha que, além de nos observar, invertendo assim a relação obra-espectador, ainda nos impede de adentrar o espaço que ocupa. 10 Técnica milenar e acessível, a terracota tem como matéria-prima a terra. Desse modo, a obra faz também alusão ao nosso planeta, já que foi pela primeira vez exibida em nosso país para a Eco 92 (Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento). Vinte anos depois, não por acaso, a obra é exposta novamente, na ocasião do Rio + 20, onde questões sobre superpopulação, extinção e responsabilidade ambiental foram discutidas e, esperamos, soluções apontadas. Antony Gormley Amazonian Field, 1992 Figuras em Terracota de tamanho variável Aproximadamente figuras De 4 a 40 cm, cada uma. Foto Francis Ware Você sabia que os primeiros artefatos arqueológicos em cerâmica encontrados pelo homem datam de antes de Cristo? A argila moldada, que após a queima se transforma em tijolo, telha, potes utilitários ou decorativos, sempre foi utilizada ao redor do mundo. Passou de técnica simples e milenar a produto industrial da construção civil, até chegar à avançada tecnologia das aplicações aeroespaciais e ao design moderno dos objetos de arte ou decorativos.

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14 Somos, mais do que corpos no espaço, eventos no espaço. Antony Gormley Antony Gormley Loss, 2006 Blocos de aço inoxidável 173 x 53 cm x 49 cm

15 ESPAÇO REAL E VIRTUAL Mediação da obra Se por um lado Amazonian Field tem o espaço expositivo completamente ocupado por uma multidão, Loss trata-se de apenas uma forma corporal, sozinha, cabisbaixa, com um espaço vazio ao seu redor. Mas não é só pelo contraste que as duas obras se relacionam, já que ambas são formadas por partes individuais, essenciais para a formação de um conjunto. Diferente das esculturas tradicionais, o artista não utiliza nenhum pedestal em suas obras, pois deseja que o público tenha uma relação de proximidade com elas, diferentemente dos monumentos heroicos feitos para serem vistos de longe para exaltar figuras ou celebrar eventos. 13 A obra de Gormley discute nossa relação com o espaço e o corpo o tempo todo. Observe a foto de Loss, bidimensional, não lembra uma figura formada por pixels? Será que além do espaço físico, real, o artista está propondo uma reflexão também sobre o espaço virtual? Afinal, a era tecnologizada na qual vivemos, encurtando distâncias, criando não-espaços, transformou nossa percepção do espaço e do tempo. O título quer dizer perda. O que perdemos quando nos dedicamos apenas ao virtual? O que o corpo da figura sugere? Para saber mais sobre o artista, acesse:

16 MATÉRIA INVISÍVEL Biografia João Carlos de Souza, natural de Santo André (SP), é graduado em Artes Plásticas pela Faculdade de Artes Alcântara Machado. Participou de diversos cursos, incluindo programas de pós graduação da ECA - USP e teve como orientadores importantes figuras da arte brasileira, como Carmela Gross, Regina Silveira, Tadeu Chiarelli, entre outros. João tem se destacado em mostras individuais e coletivas em importantes galerias e centros culturais, não só da cidade de São Paulo, como pelo Brasil afora, tendo inclusive ganhado prêmios. Atua também como professor de Arte em escolas renomadas da cidade Mediação da obra João Carlos de Souza vem desenvolvendo uma linguagem visual e conceitual bem particular. Este trabalho, dentro de uma sala fechada, consiste em barbantes esticados formando cubos tridimensionais de grandes dimensões (vide legenda da obra). O espaço é iluminado com luz negra, que faz com que a forma fique fosforescente. Qual é a matéria do seu trabalho? Apenas o barbante? O espaço é um elemento essencial na obra do artista, que o anula, o reconstrói e o incorpora em seu trabalho. A matéria é o vazio: está lá, mas não pode ser tocada, é invisível, porém presente. Assim como o escultor, que acredita que a escultura já está contida no bloco de mármore, as formas de João já existem, ele apenas define o espaço que elas ocupam. Ele questiona os limites da matéria, entre a escultura e o próprio espaço, criando formas quase que imateriais, como se fossem esculturas transparentes, fundindo assim o visível e o invisível. Atividade O espaço como matéria Faixa etária Ensino fundamental II. Materiais Barbantes, lanternas, lâmpadas com bocal, papel celofane, cartolinas. Objetivos Desenvolvimento da criatividade, poética e desafio, apresentação dos conceitos de espaço e matéria e reflexão sobre ambos e suas possibilidades. João Carlos de Souza Volumes Fios de algodão e espaço preto 2 peças de 200x150x60 cm e 1 peça de 200x150 cm Espaço de 260x364x374 cm Coleção do artista Discussão inicial: o que é matéria? O que é espaço? (Apresente as definições no dicionário). Só o que l vemos pode ser considerado matéria? Ar é matéria? (Possibilidade de fazer pontes com aulas de Ciências ou Física). Separe os materiais e peça aos alunos (em duplas ou pequenos grupos) que pensem em maneiras de l delimitar um espaço. Pode ser grande, pequeno, com formas diversas, pode ser delimitado pela luz. Encoraje os alunos a explorarem alternativas, como, por exemplo, perfurar uma cartolina com diversas formas e colocar uma lanterna por trás ou colocar papel celofane colorido sobre uma lâmpada. Cada grupo apresenta seu trabalho e tenta-se responder às perguntas iniciais, provocando uma l reflexão e ampliação dos horizontes sobre espaço, matéria e arte.

17 "O que me interessa não são as linhas ou as cordas que estico no espaço, e sim os espaços entre elas. João Carlos de Souza

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19 ORGÂNICO Biografia Henrique Oliveira nasceu em Ourinhos, SP, vive e trabalha em São Paulo. Possui graduação em Artes pela ECA - USP e mestrado em Poéticas Visuais pela mesma instituição. Participou de diversas exposições coletivas e individuais no Brasil, em países da Europa, América Latina e América do Norte. Ganhou diversos prêmios e bolsas e participou de residências artísticas dentro e fora do país. Tem suas obras em coleções de diversas instituições, dentre elas o MAM-RJ e o Museu Afro-Brasil. Mediação da obra Henrique Oliveira construiu um túnel com 40 metros de extensão, feito de tapumes, ligando duas salas de exposição da 29ª Bienal de Arte de São Paulo. Além de alterar drasticamente o espaço expositivo, esta obra propõe - ou até mesmo impõe - uma relação com o público de imersão total. Veja, na foto, a posição do corpo do próprio artista ao adentrá-la. Olhando para o trabalho, diríamos tratar-se de uma escultura gigante, instalação ou site specific? Enquanto a instalação é elaborada para criar um ambiente através de objetos e suas relações de interação, o site specific é pensado especialmente para determinado local, de maneira que se for apresentado em outro espaço, deixará de ter as mesmas características. Pensando nestas definições, diríamos que a obra de Henrique Oliveira tem todos estes elementos. 17 Todo objeto tridimensional altera o espaço que ocupa. Consequentemente, nossa relação com ambos, objeto e espaço, também se alteram. No caso da escultura, diferente da pintura, gravura ou desenho, a experiência visual só se completa ao circundarmos a peça, observando seus diferentes ângulos. Classificações à parte, o campo da arte contemporânea rompe os limites entre linguagens e técnicas, valorizando a experiência do espectador no momento de seu contato com a obra. Henrique Oliveira A Origem do Terceiro Mundo 29a Bienal de São Paulo Madeira compensada, PVC e metal 4,9x20x5 m Coleção do artista

20 SENSORIAL Biografia O artista carioca, Ernesto Neto, iniciou sua carreira na década de Sua produção situase entre a escultura e a instalação. No início da carreira, a sua trajetória era inspirada nas obras dos artistas José Resende e Tunga, que exploravam a articulação formal e simbólica entre matérias diversas. Mais tarde, passou a utilizar predominantemente meias de poliamida e outros materiais mais flexíveis e cotidianos. Algum tempo depois, os elementos sensoriais tornaram-se parte destes trabalhos. Ernesto Neto realiza esculturas nas quais emprega tubos de malha fina e translúcida preenchidos com especiarias de variadas cores e aromas, por exemplo. No final da década de 1990, Ernesto Neto passou a elaborar as "naves", estruturas de tecido transparente e flexível, que podem ser penetradas pelo público. 18 Mediação da obra Quando pensamos em escultura, é certo que não imaginaremos um objeto como esse. Ele é tridimensional, mas seus materiais são pouco convencionais. Ernesto Neto criou uma enorme nave, com uma tela rosa-bebê, e preencheu seu interior com bolas plásticas verdeágua. Pensando em seu formato, fica semelhante a algum objeto que já conhecemos? E as cores, foram escolhidas aleatoriamente ou criam algum sentido se forem analisadas segundo a forma? Vale ressaltar que o trabalho era interativo e, no momento em que foi apresentado, podia ser penetrado pelo público. Ernesto Neto expande a prática da escultura utilizando-se, na maior parte das vezes, de tecidos com elasticidade, temperos e isopor como componentes da obra, e a força da gravidade como elemento determinante. A interação física é outro aspecto fundamental para que seu trabalho se efetive. As formas orgânicas relacionam-se com a observação do corpo como representação da paisagem interna do organismo, ou numa analogia entre o corpo e a arquitetura. Ernesto Neto Ora Bolas... alguma coisa acontece no mergulho do corpo, no horizonte, na gravidade, 2005 Rede de tecido rosa, esferas plásticas verdes, esferas de borracha, gancho de metal, espuma e corrimão de metal 405 X 664 cm Cortesia: Galeria Fortes Vilaça Vista da Instalação: Agora Bolas, Galeria Fortes Vilaça, São Paulo, 2005 Foto Eduardo Ortega O trabalho de Ernesto Neto não se resume somente aos salões de arte e galerias. Em 2001, o artista executou o trabalho Nave show esfinge caranguejo, que ocupava o palco da turnê Memórias, Crônicas e Declarações de Amor da cantora Marisa Monte.

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22 José Bechara Super Oxy com 12 cabeças Série Esculturas gráficas, 2010 Aço corten Dimensões variáveis Coleção do artista Vista da escultura montada na exposição José Bechara - Fendas MAM RIO Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2010 Foto Vicente de Mello

23 O DESENHO É A ESCULTURA? Biografia José Bechara nasceu no Rio de Janeiro, em 1957, onde trabalha e reside. Estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage entre 1987 e Realizou sua primeira exposição individual também no Rio de Janeiro, no Centro Cultural Cândido Mendes, em Desde o início, utiliza o processo de oxidação sobre lonas de caminhões como base de seus trabalhos e experimenta outros suportes. Participa de diversas exposições nacionais e internacionais. Mediação da obra Bechara é um dos expoentes de sua geração e começou na pintura, passeando entre as questões formais e a inovação. Para tanto, ao invés da tinta, usou emulsões de cobre e oxidações. No lugar da tela, negociou lonas de caminhão nas estradas para a aplicação destas técnicas. Aproveitando os efeitos do trabalho e do tempo nas superfícies do material, aplicava cuidadosamente a ferrugem, em linhas ortogonais e quase simétricas, como se quisesse contrariar a ideia do desgaste natural dessas lonas por seu tempo de uso. Em seu ateliê, concebeu obras de proporções grandiosas, fazendo uso de outros materiais como suporte, a exemplo do couro de gado com que faz os quadros da série Pelada. 21 O trabalho que vemos aqui faz parte de uma série chamada Esculturas gráficas. Embora à primeira vista reconheçamos a obra como escultura, Bechara nos direciona para a definição de desenho. Com geometria rigorosa e cálculo preciso, o artista desenha estruturas com linhas metálicas tridimensionais. A palavra gráfico significa a representação de alguma coisa através do desenho. Bechara considera os trabalhos dessa série como Desenhos espaciais. São estruturas geométricas produzidas em aço, com alguns de seus espaços preenchidos por cubos pintados ou enferrujados. Tendo dimensões variadas, os trabalhos propõem a ocupação do espaço por expansão e repetição das formas. A cor ou a ferrugem direcionam nosso olhar e nos fazem passear por todo o conjunto desta obra. Para saber mais sobre o artista, acesse:

24 LINHA E PLANO Biografia Waltercio Caldas Junior é um artista da cidade do Rio de Janeiro. Filho de engenheiro civil, convive com desenhos e maquetes desde muito cedo. Aos 8 anos, visitou a réplica do avião 14 Bis, exposta no saguão do Aeroporto Santos Dumont, na capital carioca. Iniciou sua carreira na década de 1960 e, além de artista plástico, também atuou como desenhista técnico, programador visual, ilustrador e cenógrafo, tendo como condutor de seu processo de trabalho a percepção visual a partir da observação. Costuma dizer que tornou-se artista sendo antes público, acreditando que a observação desperta o desejo do diálogo. Mediação da obra O trabalho de Waltercio Caldas dialoga com a materialidade da escultura e tenta enxergar aquilo que está além dela. Peças trabalhadas em mármore, gesso, granito ou qualquer outro material muito sólido trazem limitadores para as potencialidades do olhar. Waltercio esvazia a dureza dos objetos, como se perdessem a opacidade. Ficamos diante de um conjunto de planos, linhas e volumes que nos permite atravessar o olhar pela obra. Imagine-se tendo que definir as coisas por suas linhas gerais? Na história da arte, as formas clássicas de escultura nos trazem essencialmente três características: matéria, escala e tamanho. Waltercio Caldas está interessado naquilo que ultrapassa estes dados. Atravessar, refletir, refratar palavras que estão presentes neste e em outros trabalhos produzidos pelo artista, opondo-se à ideia de "eternidade dura" das esculturas acadêmicas. Estas características também se reforçam pelos materiais que compõem os trabalhos, como hastes de metal, acrílico e vidro. Tudo é leve e translúcido, deixando uma sensação de que tudo é efêmero. Se os clássicos buscavam a massa, Waltercio vai em busca das superfícies, da linha e do ar. Sabe quando olhamos rápido, de relance, para alguma coisa e quase não somos capazes de dizer se vimos realmente aquilo? As transparências, os espelhos, as formas aéreas e transitórias deste trabalho parecem brincar com nossa noção eternizada do mundo. Se as estátuas monumentais da antiguidade fazem questão de nos mostrar sua permanência e resistência através dos séculos, a peça que vemos aqui parece preocupar-se com o instante, como se o seu desenho fosse ser desmanchado pelo ar, desintegrando no espaço. Para saber mais sobre o artista, acesse:

25 Segunda pronuncia & die, 2012 Aço Inoxidável e metacrilato 80 x 70 x 94 cm Coleção Particular Foto Vicente de Mello 23

26 COTIDIANO E POESIA Biografia José Rufino vive e trabalha em João Pessoa. Sua jornada artística passa da poesia para a poesia-visual e, em seguida, para a arte-postal e desenhos, nos anos de Instalações com mobiliário e documentos de família e institucionais também compõem o imaginário de sua obra. O diálogo entre memória e esquecimento contamina seu trabalho por completo. Atualmente é professor de Paleontologia na Universidade Federal da Paraíba e de Artes Visuais na Universidade Federal de Pernambuco. Mediação da obra O trabalho de Rufino, Divortium Aquarum (divórcio das águas, em latim), foi concebido a partir da história do entorno urbano de João Pessoa, e faz referência à memória e história do artista e do lugar. Você já parou para pensar sobre quantos tipos de memórias existem? Além da individual, há a coletiva que engloba a cultural, a social e a política. 24 Barcos, um tronco de um antigo trapiche, incrustado de ostras e cracas, garrafões de vidro contendo água coletada no rio Paraíba e alguns de seus afluentes (Sanhauá, Preto, Soé etc.)... a escolha dos materiais, objetos e sua disposição no espaço presente na obra de Rufino evoca memórias individuais, regionais e socioculturais ligadas a paisagem ribeirinha. Do meio da estante, barcos que antes navegam em mangues e baías, adentram o espaço da sala de exposição, apropriados pelas mãos do artista. Ao andar em torno desse encalhe, as marcas do tempo são observadas através dos diferentes cromatismos dados pelo desgaste do contato entre madeira e água. Desde os ready-made de Marcel Duchamp, objetos do cotidiano são apropriados por artistas, porém com uma diversidade de propósitos: discussão sobre o mundo da arte, proposição de um novo olhar sobre objetos os quais nem mais pensamos sobre, ativação do poético, criação de um ambiente específico e até mesmo estranhamento. Curiosidade Os gregos possuíam uma figura para a memória, Mnemósine, e outra para o esquecimento, Lete. Irmã da Morte e Sono, Lete era o rio subterrâneo que percorria o Hades, no qual as almas dos mortos iam beber de suas águas para esquecer o que haviam visto na vida passada, antes de regressar. Para saber mais sobre o artista, acesse:

27 José Rufino Divortium Aquarum,2011 Foto Rafael Adorján

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