Título Original: Revista Pró-ciência, v. 6, n. 8 julho/ dezembro, 2010.

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1 REVISTA PRÓ-CIÊNCIA

2 Título Original: Revista Pró-ciência, v. 6, n. 8 julho/ dezembro, Editor André Figueiredo Editoração Eletrônica Ana Paula Cunha P956 Pró Ciência: Centro Universitário Moacyr Sreder Bastos. ---v.1, n.1, (1997) Rio de Janeiro: Publit, 201l. Semestral ISSN Suspenso de CDD Publit Soluções Editoriais Rua Miguel Lemos, 41 sala 605 Copacabana - Rio de Janeiro - RJ - CEP: Telefone: (21) Endereço Eletrônico:

3 Entidade Mantenedora ASSOCIAÇÃO DE ENSINO DE CAMPO GRANDE Presidente: Bruno Corrêa Bastos Vice-Presidente: Maria Cristina Bastos Lima Tesoureiro: Dr. Marcelo Bastos Monteiro Secretário: André Teixeira Lima Entidade Mantida UNIMSB Centro Universitário Moacyr Sreder Bastos Reitor: Prof. Adilson Rodrigues Pinto Pró-reitor Administrativo: Dr. Marcelo Bastos Monteiro Pró-reitor Acadêmico: Prof. Bruno Corrêa Bastos COORDENADORIAS DE CURSOS Coordenação de Administração Prof. Luís Alessandro Carlos de Menezes Barros Paiva Loureiro Coordenação de Direito Prof. Bruno Corrêa Bastos Coordenação de Matemática e Física Profª. Luiz Cláudio Nunes Leira Coordenação de Letras Profª. Lia Santos de Oliveira Martins Coordenação de Comunicação Social Profª. Ana Maria Reis de Faria Coordenação de Engenharia de Produção Prof. Beniamin Achilles Bondarczuk Coordenação de Geografia Profª. Marcela do Nascimento Padilha Coordenação de Sistema de Informação Prof. Sidnei Vieira da Silva Coordenação de Educação Física Prof. Wagner Domingos Fernandes Gomes Coordenação de História Profª. Sandra Mara Silva de Lima Coordenação de Fisioterapia Prof. Vicente Alberto de Lima Bessa Coordenação de Pedagogia Profª Miriam Nazaré C. Fernandes Coordenação do Núcleo de Educação Semipresencial (NESP) Profª. Jurema Ferreira Rosa Prof. Sidnei Vieira da Silva Coordenação do Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAP) Profª. Lúcia Baroni Martinazzo Coordenação do Programa de Nivelamento Prof. Ricardo Machado Vigna Coordenação de Extensão e Atividades Complementares Profª. Fátima Rangel dos Santos de Assis Coordenação de Pós-Graduação Profª. José Artur de Oliveira Coordenação de Pesquisa Profª. Maria Carolina de Almeida Duarte Coordenação de Ensino de Graduação Profª. Lúcia Baroni Martinazzo Coordenação de Estágio Profª. Bianca Santos Silva Reis Coordenação do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) Profª. Maria Lúcia Sucupira Medeiros Coordenação da Comissão Própria de Avaliação (CPA) Profª. Alessandra Amaral Coordenação do Setor de Atendimento (SAE) Profª. Cátia Maria Faria Silva de Oliveira Setor de Ouvidoria Profª. Alcídia Maria Magalhães Faria Secretária Geral Profª. Antonia de Souza Costa Bibliotecária Márcia Helena Reis Pereira

4 Editor Responsável Prof. Bruno Corrêa Bastos Conselho Editorial Prof. Bruno Corrêa Bastos Profª. Lia Santos Oliveira Martins Profª. Maria Carolina de Almeida Duarte Profª. Maria de Fátima Alves Oliveira Prof. Rogério Silva de Melo Profª. Sandra Mara Silva de Lima Profª. Zoraide Amaral de Souza Conselho Consultivo Carlos Alberto Costa Gomes UNIFACS Fernando Tadeu de Miranda Borges UFMT Maria da Graça Moura de Souza Soromenho Pires Universidade Estácio de Sá / RJ Maria Lúcia Freire Roboredo - UFF-RJ Assessoria Técnica Flavia Souza Nogueira Nunes Arte Departamento de Marketing

5 Sumário Palavras do editor...7 Apresentação...9 DOSSIÊ: A PESQUISA COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR DO CONHECIMENTO...15 Balanced Scorecard: uma proposta de aplicação integrada ao plano de desenvolvimento institucional de um Centro Universitário particular. Andréa Borges Brito...17 Crianças, mulheres e idosos: um estudo sobre vítimas invisíveis. Maria Carolina de Almeida Duarte, Cleyde Alves da Silva, Rafaelle Sá da Costa, Daniel da Silva Cangerana e Sandra Lúcia Gonçalves...42 Os efeitos biopsicossociais da síndrome de Burnout nos docentes de ensino superior do UniMSB. Vicente Alberto Lima Bessa, Rosa Maria Donadello Diogo, Ana Carla Cavalcante de Medeiros e Juliana Cristina Rezende Grechi...79 Os registros de batismo na Paróquia de São João Baptista do Presídio ( ): a busca por registros indígenas. Vlademir José Luft...96

6 ARTIGOS Usucapião especial na vertente do Estatuto da cidade. David Augusto Fernandes Dragões e áspides: Franciscano Antônio de Lisboa/Pádua e o retrato dos blasfemadores da fé no Século XIII. Jefferson E. S. Machado O reconhecimento da União homoafetiva e as implicações práticas e sociais decorrentes. Luciana França Oliveira Rodrigues e Amanda Pessoa Parente Habilidade de liderança: ferramenta substancial no alcance dos objetivos empresariais. Pedro Alessandro Calaça...188

7 Palavras do Editor Com imensa satisfação apresentamos à comunidade acadêmica mais um número da Revista Pró-Ciência, do Centro Universitário Moacyr Sreder Bastos reunindo um dossiê intitulado A pesquisa como instrumento transformador do conhecimento, bem como, artigos de autoria de docentes e discentes dos Cursos de Administração, Direito, Fisioterapia e História. A Revista, também, publica artigos de professores de outras instituições fazendo tornar realidade o intercâmbio cultural necessário ao meio acadêmico. A troca de idéias visa a aprimorar debates de temas atuais e polêmicos de forma geral, fomentando a formação de massa critica na graduação e pós-graduação. A Revista, de caráter interdisciplinar, está aberta à publicação de artigos, resenhas de livros, resumos de monografias, dissertações e teses, além de resultados de pesquisas. Importante ressaltar o incentivo dado pelo Magnífico Reitor Adilson Rodrigues Pinto que não mediu esforços para a concretização deste trabalho. A Revista Pró-Ciência, do Centro Universitário Moacyr Sreder Bastos será publicada nas formas impressa e eletrônica, esta será disponibilizada no site institucional: <http://www.msb. br>. Essa forma de publicação visa a ampliar a divulgação das publicações produzidas. Agradecemos a todos os autores que nos enviaram artigos. Parabéns a todos. Rio de Janeiro, julho de Professor Bruno Corrêa Bastos Editor 7

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9 Apresentação Revista Pró-Ciência, do Centro Universitário Moacyr Sreder A Bastos avança para mais um número, reunindo o produto da dedicação de professores e alunos desta e de outras IES. Apresenta artigos e resultados de pesquisa nas seguintes áreas: Administração, Direito, Educação, Fisioterapia e História. A Revista será publicada nas formas impressa e eletrônica, objetivando ampliar a troca de conhecimentos com maior número de leitores e autores que pretendem publicar seus artigos e pesquisas sobre relevantes temas. Fica evidente a coerência das políticas de ensino, pesquisa e extensão, realidade demonstrada pelos artigos publicados. Dessa forma, a iniciação científica está consolidada na IES e tem contribuído para a formação de novos pesquisadores comprometidos com a transformação da realidade social vigente. A produção do conhecimento no meio acadêmico não pode prescindir de um programa de pesquisa que propicie a participação de docentes e discentes via iniciação científica. Agradecemos a todos os autores que nos enviaram artigos, bem como ao Magnífico Reitor Prof. Adilson Rodrigues Pinto e ao Pró-reitor Acadêmico Prof. Bruno Corrêa Bastos que não mediram esforços na busca de artigos Esperamos contar com novas contribuições para os próximos números. Rio de Janeiro, julho de Professora Maria Carolina de Almeida Duarte Coordenadora de Pesquisa 9

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11 Dossiê: A pesquisa como instrumento transformador do conhecimento Andréa Borges Brito, em Balanced Scorecard uma proposta de aplicação integrada ao plano de desenvolvimento institucional de um Centro Universitário particular apresenta resultados de uma pesquisa que visa a demonstrar um sistema de medição de desempenho baseado nos conceitos do Balanced Scorecard (BSC) integrado ao PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional ) de um Centro Universitário Particular. A pesquisa aponta a perspectiva financeira dos alunos, sociedade, perspectiva dos processos internos, aprendizado e crescimento. O estudo visa a promover a melhoria constante das IES, criando valores sólidos para seus alunos. Maria Carolina de Almeida Duarte, Cleyde Alves da Silva, Rafaelle Sá da Costa, Daniel da Silva Cangerana e Sandra Lúcia Gonçalves no artigo intitulado Crianças, mulheres e idosos: um estudo sobre vítimas invisíveis apresentam resultado de pesquisa realizada na Baixada Fluminense e Copacabana bairro localizado na cidade do Rio de Janeiro, onde foi dado destaque ao trabalho da Delegacia de Proteção ao Idoso. A pesquisa visa a dar visibilidade às vitimas invisíveis, sobretudo crianças, mulheres e idosos, sujeitos da cifra oculta da delinquência e, além disso, propõe medidas para combater tais tipos de violências. Vicente Alberto Lima Bessa, Rosa Maria Donadello Diogo, Ana Carla Cavalcante de Medeiros e Juliana Cristina Rezende Grechi em Os efeitos biopsicossociais da síndrome de Burnout nos docentes de ensino superior do UniMSB apresentam resultados de pesquisa sobre a síndrome de Burnout. A população-alvo do 11

12 estudo foram professores do Centro Universitário Moacyr Sreder Bastos. Os autores concluem sobre a necessidade de prescrição de exercícios preventivos no horário em que o docente entra na instituição, ou seja, antes do início da aula. Vlademir José Luft, no artigo intitulado Os registros de batismo na Paróquia de São João Baptista do Presídio ( ), a busca por registros indígenas apresenta pesquisa sobre o referencial histórico dos grupos indígenas Puri, Coroado e Coropó. O período avaliado pelo autor é entre 1810 a A pesquisa é realizada em registros de batismo que compõem o arquivo paroquial da Igreja de São João Batista, antiga paróquia de São João Baptista do Presídio, Zona da Mata Mineira, no atual município de Visconde do Rio Branco. Muitas pistas são fornecidas a respeito dos indígenas Puri, Coroado e Coropó. Assim, muitos questionamentos surgem abrindo vasto campo para pesquisadores. 12

13 Artigos: David Augusto Fernandes, escreve sobre Usucapião especial na vertente do Estatuto da cidade o artigo descreve sobre a importância do usucapião especial individual de imóvel urbano e o especial coletivo como instrumentos de política urbana dirigida a camada populacional carente. Para o autor, o Estatuto da Cidade veio ocupar uma lacuna no meio jurídico, com nítido sentido social no que diz respeito a questão da moradia Jefferson E. S. Machado, em Dragões e áspides: Francisco Antonio de Lisboa/Pádua e o retrato dos blasfemadores da fé no século XIII avalia as figuras mitológicas do dragão e da áspide que povoam os sermões de Antônio de Lisboa/Pádua, frei franciscano que se destaca por sua pregação eloqüente. O frade através da simbologia enfoca alguns problemas que a Igreja Romana enfrentou. Importante ressaltar que Antônio de Lisboa esteve na linha de frente de missão evangelizadora. Luciana França Oliveira Rodrigues e Amanda Pessoa Parente, no artigo O reconhecimento da União homoafetiva e as implicações práticas e sociais decorrentes avaliam a situação jurídica e social dos companheiros homossexuais. O assunto é polêmico e gera reações da Igreja, do Judiciário e de parcela da própria sociedade que não aceitam os avanços do reconhecimento das famílias homoafetivas. O preconceito e a intolerância são os principais empecilhos nos corações e mentes das pessoas que não aceitam tais relacionamentos. 13

14 Pedro Alessandro Calaça, no artigo Habilidade de liderança: ferramenta substancial no alcance dos objetivos empresariais apresenta como tema central a questão da liderança. A pesquisa do autor revela características do Stakeholders e as ações de liderança e a Coaching conhecido como o novo paradigma de liderança. Assim, de acordo com a análise do autor, o líder deve sempre encorpar, motivar e transmitir técnicas que melhorem a capacidade, habilidade e atitudes da equipe na busca de novas oportunidades. De acordo com o pensamento do autor, somente evoluímos quando participamos da evolução de outras pessoas. 14

15 DOSSIÊ: A PESQUISA COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR DO CONHECIMENTO 15

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17 Balanced Scorecard: uma proposta de aplicação integrada ao plano de desenvolvimento institucional de um Centro Universitário particular Andréa Borges 1 Resumo O credenciamento ou recredenciamento das Instituições de Ensino Superior está vinculado a elaboração e execução de um Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Frente à importância deste mecanismo no contexto atual das IES, observou-se a necessidade de se estabelecer formas eficazes para promover o acompanhamento de sua implantação. Neste sentido, este estudo teve como objetivo geral propor um sistema de medição de desempenho baseado nos conceitos do Balanced Scorecard (BSC) integrado ao PDI. Para tanto, realizou-se uma pesquisa de natureza aplicada, com abordagem qualitativa, utilizando-se como meios investigativos um estudo de caso em um Centro Universitário particular. Os resultados desta pesquisa demonstram que é possível acompanhar a execução do PDI por meio da utilização da metodologia do BSC. Palavras - chave: Plano de Desenvolvimento Institucional. Balanced Scorecard. Instituição de Ensino Superior. Abstract The accreditation or reaccreditation of the Instituições de Ensino Superior (IES - Higher Education Institutions) is linked to the development and implementation of a Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI - Institutional Development Plan). In face of the relevance of this mechanism in the current IES environment, there was a need to establish effective ways to promote the monitoring of its implementation. Thus, this study aimed at proposing a performance measurement system based on the concepts of the Balanced Scorecard (BSC) integrated to the PDI. For such purpose, an applied research with a qualitative approach was carried out, and the investigation method used was a case study in a private University Center. The results of this research have demonstrated that the implementation of the PDI can be followed up by means of the use of the BSC methodology. Keywords: Institutional Development Plan Balanced Scorecard..Higher Education Institutions. 1 Administradora formada pelo UNIMSB e especialista no MBA Gestão da Qualidade pela Universidade Federal Fluminense, é professora de Desenvolvimento Gerencial do Curso de Administração do UNIMSB. 17

18 Sumário: Introdução; 1. Revisão de literatura; 1.1 Planejamento Estratégico; Planejamento Estratégico em Instituições de Ensino Superior; 1.2 Plano de Desenvolvimento Institucional PDI; 1.3 Balanced Scorecard BSC; Mapa estratégico; 2 Estudo de caso; 2.1 Proposta do BSC para o Centro Universitário; Classificação dos objetivos nas perspectivas do BSC; 2.2 Construção do mapa estratégico; Considerações finais; Referências bibliográficas. Introdução Em menos de duas décadas o setor do ensino superior privado no Brasil vivenciou um processo de expansão acelerado, caracterizado pelo aumento do número de IES particulares e de cursos e, conseqüentemente, pela ampliação do número de vagas oferecidas nestas instituições. Estas mudanças fizeram com que as IES particulares mergulhassem em um ambiente altamente competitivo e experimentassem com mais profundidade as regras do mercado, que pareciam até bem pouco tempo não afligi-las. Para assegurar a qualidade do ensino das vagas oferecidas pelas IES brasileiras, o Ministério da Educação (MEC) em sintonia com a legislação estabelecida pelo Governo Federal desenvolveu uma série de mecanismos de avaliação que servem de base para o processo de credenciamento ou recredenciamento destas instituições. Entre estes, destaca-se o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), criado pela Portaria n.º 637, de 13 de junho de 1997 (BRASIL, 1997). O PDI, conforme o art. 6 da resolução nº 10, de 11 de junho de 2002 (Brasil, 2002), representa um compromisso da IES com o Ministério da Educação. Nele devem ser estabelecidos os objetivos e as metas que nortearão no desenvolvimento das atividades da IES, sua expansão e a ampliação da oferta de novos cursos e de novas vagas no ensino superior. 18

19 Os custos para atender às exigências do MEC são altos e não há mais espaço para erros. Para se manter no mercado de forma competitiva, é preciso que as IES planejem e executem estratégias, vinculadas a mecanismos de acompanhamento da implementação dessas, a fim de verificar em tempo hábil, mudanças de rumos necessárias para a consecução dos objetivos e metas previstos em seu PDI. Considerando a importância do cumprimento do PDI nos atos autorizativos que permitirão à IES continuar exercendo suas atividades, a questão principal desta pesquisa é: como acompanhar a execução dos objetivos e das metas institucionais propostos no PDI de um Centro Universitário particular? E o objetivo é propor um sistema de medição de desempenho gerencial para o acompanhamento da execução dos objetivos estratégicos de um Centro Universitário particular, estabelecidos no seu Plano de Desenvolvimento Institucional. Limitando-se à proposição de um BSC com base no PDI de um Centro Universitário particular, para o período qüinqüenal 2008 a Com relação a metodologia esta pesquisa caracteriza-se como aplicada por gerar conhecimentos para aplicação prática, objetivando a solução de um problema específico. O seu caráter qualitativo vem do fato de que existe uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, de não requerer a utilização de métodos e técnicas estatísticas e de se tomar o ambiente natural como fonte direta para coleta de dados. Em relação ao objetivo, a pesquisa é exploratória, porque visa proporcionar maior familiaridade com o problema, no intuito de torná-lo explícito ou construir hipóteses, a partir de levantamento bibliográfico e entrevistas com pessoas que vivenciem a questão estudada (SILVA; MENEZES, 2000). Em relação aos procedimentos técnicos, a pesquisa classificase como um estudo de caso por conter resultados provenientes do levantamento de dados específicos de um período de tempo definido, relativo ao planejamento estratégico e ao plano de desenvolvimento institucional do Centro Universitário, onde foi realizado o estudo. 19

20 1 Revisão de literatura 1.1 Planejamento Estratégico A partir da década de 1950, os desafios no mercado dos negócios foram se tornando cada vez mais simultâneos: a necessidade de reativação do espírito empreendedor, de resposta à intensidade crescente da competição em nível mundial, e de envolvimento em nível social quanto à determinação de como a empresa deve ser gerida, e de que papel deve desempenhar na sociedade pós-industrial. (ANSOFF; MCDONNELL, 1993, p. 26). Outra característica marcante de século vinte tem sido a aceleração tanto da incidência quanto da difusão da mudança. A mudança tornou-se menos previsível e as surpresas passaram a ser mais freqüentes. (ANSOFF; MCDONNELL, 1993, p. 34). Essas mudanças geraram uma preocupação com as relações existentes entre a organização e o seu meio, servindo de base para a elaboração de um modelo de planejamento que incorporasse uma análise racional das oportunidades e das ameaças geradas pelo ambiente, em consonância com os pontos fortes e fracos da organização. Assim, ao final da década de 1960 os estudos do russo H. Igor Ansoff originaram o planejamento estratégico, que vem sendo amplamente utilizado até os dias de hoje. (RODRIGUES, 2006, p.26). O planejamento estratégico representa um processo destinado a garantir um ajustamento entre os objetivos e os recursos da organização, e as demandas de um ambiente externo em constante mutação. Neste sentido, Drucker (1984 apud Braga e Monteiro, 2005, p.19), define planejamento estratégico como: [...] processo contínuo de, com o maior conhecimento possível do futuro considerado, tomar decisões atuais que envolvem riscos futuros aos resultados esperados, organizar as atividades necessárias à execução das decisões e, através 20

21 de uma reavaliação sistemática, medir os resultados face às expectativas alimentadas. Oliveira (2004 p.34) salienta a complexidade do planejamento, pois o mesmo deve ser elaborado a partir de um conhecimento sobre o futuro traçará um estado desejado, também futuro, a partir de uma avaliação de alternativas a serem seguidas para se alcançar esse estado. Tudo isso dentro de um contexto ambiental interdependente e altamente mutável. Assim, o objetivo do planejamento pode ser definido como o desenvolvimento de processos, técnicas e atitudes administrativas, as quais proporcionam uma situação viável de avaliar as implicações futuras de decisões presentes em função dos objetivos empresariais que facilitação a tomada de decisão no futuro, de modo mais rápido, coerente, eficiente e eficaz (OLIVEIRA, 2004, p. 36) Planejamento estratégico em Instituições de Ensino Superior O setor do ensino superior, até o fim da década de 1980, apresentava um cenário estável, com níveis de competitividade muito baixos, decorrentes do lento crescimento vivenciado pelo setor até então e pelo fato de que a demanda suplantava a oferta. Este cenário, fez com que os gestores das IES brasileiras não se preocupassem tanto em aprimorar seus processos gerenciais (CARDOSO, 2006, p.52). Desta forma, no Brasil, os primeiros registros de implementação de planejamento estratégico em instituições de ensino superior ocorreram na década de 1990 (GIANOTTI, 2004). No entanto, ainda no ano de 2004, mesmo tendo o setor passado por um período de crescimento acentuado, gerando níveis de instabilidade e de competitividade altíssimos, os estudos de Braga e Monteiro (2005, p.25), revelavam que menos de 20% da IES particulares brasileiras possuíam um planejamento estratégico. 21

22 1.2 - Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI O PDI é um documento que identifica a Instituição de Ensino Superior, no que diz respeito à sua filosofia de trabalho, à missão a que se propõe, às diretrizes pedagógicas que orientam suas ações, à sua estrutura organizacional e às atividades acadêmicas que desenvolve e/ou que pretende desenvolver. O PDI identifica a instituição junto ao MEC, constituindo-se no principal instrumento para as avaliações de credenciamento e recredenciamento da instituição e, de autorização e renovação de reconhecimento dos cursos de graduação (BRASIL, 2004). Elaborado para um período de cinco anos, o PDI traz em sua composição os objetivos e metas que a IES se compromete a realizar durante este período, de modo a assegurar que o seu desenvolvimento se dê respeitando os critérios mínimos de qualidade exigidos pelo MEC. Neste sentido, o PDI representa uma carta de compromisso firmada entre a Instituição e o MEC (BRASIL, 2004). A partir da promulgação da Lei Nº Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) - em 1996, foram publicados diversos dispositivos legais relacionados ao PDI e sua importância no processo regulatório das IES, mas foi com a publicação da Resolução CNE n. 10, de 11 de junho de 2002 (Brasil, 2002), que oficial e efetivamente se condicionou uma série de restrições a todos os tipos de Instituição de ensino superior, caso as mesmas não apresentassem seu PDI. Para Cardoso (2006, p.51), esta obrigatoriedade imposta pelo governo às IES proporcionou aos gestores destas instituições um despertar para o processo de aprendizagem de procedimentos administrativos relevantes a condução mais ampla deste tipo de negócio. Este fato tem tornado o PDI uma ferramenta de gestão bem adequada ao ambiente competitivo e turbulento do presente. Para o autor, o resultado deste processo, ainda em curso, é altamente positivo, porque tem induzido a uma maior profissionalização das IES, fundamental à sua sobrevivência e crescimento. 22

23 No entanto, Schmitt e Mafra (2003, p.8) observam que o planejamento estratégico é um documento mais completo que o PDI, em nível de gestão, e deve servir de base para a construção do mesmo. Ainda segundo os autores, o PDI por si só não leva a Instituição a um pensamento estratégico. Sobre esta afirmação, Cella (2006, p.75) corrobora comentando que: Uma IES, para elaborar o seu PDI deverá desenvolver inicialmente o seu Planejamento Estratégico Institucional. Portanto, além das exigências legais, uma instituição que não identificou: a sua missão, a visão de futuro, os valores institucionais, as oportunidades de mercado, as ameaças da concorrência, os seus pontos fortes, as fraquezas internas, as opções estratégicas, os objetivos estratégicos e seus projetos estratégicos, dificilmente sobreviverá neste ambiente de altíssima competitividade e incertezas, que é o setor da educação superior particular. Para elaborar o PDI, a instituição deve lança um olhar crítico sobre o presente e traçar metas realistas para o futuro, baseadas no seu planejamento estratégico. Essas metas imprimem direção à gestão dos cursos e programas e, mediante acompanhamento e avaliação, permitem que a sociedade tenha uma percepção clara e articulada dos rumos acadêmicos da instituição. (GIANOTTI, 2004, p.108). Entende-se assim que um PDI coerentemente elaborado em função de análises realizadas no planejamento estratégico da IES é extremamente importante. No entanto, deve-se ter em vista que a consecução dos objetivos e metas propostas neste plano é tão importante quanto a sua elaboração para que a Instituição possa criar valores verdadeiros para a sociedade e para os seus mantenedores Balanced Scorecard - BSC Medidas de desempenho oferecem importantes sinais para a organização, comunicando às pessoas como elas estão se sain- 23

24 do e se estão integradas ao todo para a consecução dos objetivos organizacionais (HRONEC, 1994, p.5). No entanto, medidas exclusivamente financeiras atuam de forma reativa retratando apenas os acontecimentos passados, sendo inadequadas para orientar e avaliar a trajetória que as organizações da era da informação devem seguir na geração de valor futuro (KAPLAN; NORTON, 1997, p.8). [...] os indicadores contábeis e financeiros tradicionais, como retorno sobre investimento e lucro por ação, às vezes emitem sinais enganosos para fins de melhoria contínua e inovação atividades exigidas pelo ambiente competitivo da atualidade. Os indicadores tradicionais de desempenho financeiro funcionaram bem na era industrial, mas estão em descompasso com as habilidades e competências que as empresas tentam dominar hoje. (KAPLAN; NORTON, 2000, p.118). As abordagens de caráter unicamente financeiro não eram mais capazes de informar aos gestores o quanto da estratégia 2 estava sendo efetivamente realizada e quais os aspectos dessa estratégia não estariam atingindo os resultados previamente almejados. Desta forma, em meados dos anos 1990, o Instituto Nolan Norton, uma unidade de pesquisa da KPMG, patrocinou um estudo, de duração 2 As origens da palavra estratégia remontam aos gregos e a suas experiências militares. A raiz de estratégia vem de strategos, que se referia, inicialmente, a um cargo, o do general no comando de um exército. Posteriormente, passou a significar a arte do general, ou seja, as habilidades psicológicas e comportamentais com as quais exercia seu papel. Ao tempo de Péricles (450 a.c.), passou a significar habilidades gerenciais (administração, liderança, oratória, poder). E, à época de Alexandre (330 a.c.), referia-se à habilidade de empregar forças para sobrepujar a oposição e criar um sistema unificado de governo (MINTZBERG; QUINN, 2001, p. 20). Atualmente, estratégia pode ser definida no mundo empresarial como um padrão ou plano que integra as principais metas, políticas e seqüências de ações de uma organização em um todo coerente (MINTZBERG e QUINN,2001 p.19). Wright et al. (2000, p.24) complementam o conceito de estratégia destacando que refere-se aos planos da alta administração para alcançar resultados consistentes com a missão e os objetivos gerais da organização. 24

25 de um ano, intitulado Measuring Performance in the Organization of the Future. Este estudo resultou no Balanced Scorecard BSC (KAPLAN; NORTON, 1997, p.vii). [...] o Balanced Scorecard indica os conhecimentos, habilidades e sistemas de que os empregados necessitarão (perspectiva de aprendizado e crescimento) para inovar e desenvolver as capacidades e eficiências estratégicas certas (perspectiva dos processos internos), capazes de fornecer valor específico ao mercado (perspectiva do cliente), que por fim resultará em maior valor para os acionistas (perspectiva financeira). (Kaplan; Norton, 2000, p. 76). No entanto, Kaplan e Norton (1997, 2000) ressaltam que o BSC não é um simples painel de indicadores financeiros e nãofinanceiros: os objetivos e medidas devem ser articulados e coerentes, e se reforçar mutuamente, de forma a gerar consistência. O BSC deve tornar explícitas as relações entre os objetivos e as medidas nas diversas perspectivas, gerando uma cadeia de causa e efeito que as permeia e identifica como cada perspectiva impacta as demais. O BSC traduz a missão e a estratégia da organização em objetivos e medidas, distribuídos nestas quatro perspectivas, criando assim, uma estrutura que possibilita comunicar a missão e a estratégia, a partir da utilização de indicadores, que irão informar aos funcionários os vetores do sucesso atual e futuro. Para Kaplan e Norton (1997, p. 10), este processo ocorre por meio das respostas às seguintes questões feitas para cada perspectiva: a) Para sermos bem sucedidos financeiramente, como deveríamos ser vistos pelos nossos acionistas? b) Para alcançarmos nossa visão, como deveríamos ser vistos pelos nossos clientes? c) Para satisfazermos nossos clientes e acionistas, em que processos de negócio devemos alcançar a excelência? d) Para alcançarmos nossa visão, como sustentaremos nossa capacidade de mudar e melhorar? 25

26 Figura 1 - Perspectivas do BSC Fonte: Adaptado de Kaplan; Norton, 1997, p.10 O método de mensuração de desempenho é realizado a partir do desdobramento das perspectivas que compõem o BSC em objetivos, indicadores, metas e iniciativas estratégicas (ver figura 3). No desdobramento das perspectivas em objetivos, definem-se os indicadores e as iniciativas estratégicas. Os indicadores possuem metas que são confrontadas com o ambiente real. A periodicidade de monitoramento e revisão de cada indicador é definida conforme a natureza específica de cada um. Cada indicador do BSC é desdobrado em iniciativas estratégicas necessárias para o alcance das metas traçadas. As iniciativas são responsáveis pela obtenção dos resultados e, por conseguinte, a execução da estratégia Mapa Estratégico As quatro perspectivas em que o BSC está fundamentado são interligadas por meio de relações de causa e efeito entre os seus 26

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