PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

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1 UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CAMPUS TORRES PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO TORRES

2 1 SUMÁRIO Nenhuma entrada de sumário foi encontrada. APRESENTAÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA Nome Endereço Atos legais Breve histórico Administração e Dirigentes CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTIDA Nome Endereço do Campus Atos legais/data publicação no DOU Missão e visão da IES Missão Visão Breve histórico da Instituição e do Campus Dados socioeconômicos da região CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO Denominação Endereço de funcionamento Atos legais de Autorização e Reconhecimento Número de vagas anuais pretendidas ou autorizadas Forma de acesso ao curso Turno de funcionamento Carga horária total Tempo mínimo e máximo para integralização Titulação conferida Modalidade Coordenação NDE Tempo médio de permanência do corpo docente no curso Breve histórico e justificativa do curso... 14

3 Missão do Curso ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Políticas Institucionais no âmbito do curso (PDI) Perfil profissiográfico Caracterização Preparação para o Mercado de Trabalho Objetivos Objetivo Geral do Curso Objetivos Específicos do Curso Estrutura Curricular Formas de realização da interdisciplinaridade e flexibilidade Modos de integração entre teoria e prática Familiaridade com a modalidade à distância Se existe ou não familiaridade com a modalidade à distância e justificativa Matriz Curricular Ementário e Bibliografia Processos Metodológicos Processos Avaliativos Especificidades do processo avaliativo em Arquitetura e Urbanismo Estágio Curricular Estágio supervisionado em arquitetura e urbanismo Atividades Complementares Trabalho de Curso Atendimento ao discente Serviço de Encaminhamento Profissional e Apoio Pedagógico Acesso às Informações do Registro Acadêmico Acesso às Informações do Registro Acadêmico Serviço de Integração Escola x Empresa Bolsas de Estudo Bolsas de Trabalho Matrícula Representação Estudantil Temática da História e Cultura Afro-brasileira e indígena nas atividades curriculares do curso Políticas de educação ambiental... 82

4 Educação em Direitos Humanos Ações implementadas em função dos processos de autoavaliação e de avaliação externa Apresentação/Descrição das atividades envolvendo Pós-Graduação, Extensão e Pesquisa e indicação dos modos de integração com a Graduação Apoio à Participação em Atividades de Iniciação Científica Apoio à Participação em Atividades de Extensão Escritório Modelo Concepções basilares ACOMPANHAMENTO DO EGRESSO CORPO DOCENTE Coordenação de Curso Titulação e Experiência do coordenador Atribuições do coordenador de curso Núcleo docente estruturante (NDE) Corpo docente Titulação e regime de trabalho Formação acadêmica e experiência profissional Capacitação no âmbito do curso e institucional PROJETO COACHING Objetivo Responsabilidade sobre o Projeto Implementação do Projeto Atividades Previstas Definição e Divulgação das Atividades Regulamentação do Projeto Participação Discente no Desenvolvimento do Projeto O Coaching no curso de Arquitetura e Urbanismo Pesquisa de mercado Palestras Cursos Viagens de estudos Escritório Modelo Mentoring

5 Atividades práticas Intercâmbio entre campi INSTALAÇÕES FÍSICAS Instalações gerais Sala dos Professores Salas de Reunião Gabinete da Coordenação Gabinetes aos Docentes do Curso Salas de Aulas Laboratório de Informática (LABIN) Auditórios Centro de Convenções Instalações Sanitárias Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais Infraestrutura de Segurança Equipamentos Acesso a Equipamento de Informática pelos Docentes Recursos Audiovisuais e Multimídia Rede de Comunicação Ambientes e laboratórios específicos do curso Laboratório de tecnologia da construção e instalações Laboratório de topografia MAQUETARIA Laboratório de conforto ambiental e eficiência energética Laboratório de expressão gráfica Salas de desenho Escritório modelo Laboratório de Informática Biblioteca Espaço Físico Acervo Horário de Funcionamento Serviço de Acesso ao Acervo Política de Aquisição, Expansão e Atualização

6 Adequação da biblioteca Martinho Lutero Torres às necessidades do curso de arquitetura Acessibilidade BIBLIOGRAFIA ANEXO 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO ANEXO 2 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ANEXO 3 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ANEXO 4 ESCRITÓRIO MODELO

7 DADOS INSTITUCIONAIS 6 Mantenedora ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL LUTERANA DO BRASIL - AELBRA Presidente Paulo Augusto Seifert Vice-presidente Leonir Mittmann Diretor Executivo Romeu Forneck Mantida UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL Reitor Marcos Fernando Ziemer Vice-reitor Ricardo Willy Rieth Pró-Reitor de Planejamento e Administração José Paulinho Brand Pró-reitor Acadêmico Pedro Antonio González Hernández Capelão Geral Pastor Lucas André Albrecht Diretor(a) Geral do Campus Débora Borges Thomas Coordenador(a) de Ensino Edinara Silveira Zambrano Coordenadora de Arquitetura e Urbanismo Thaís Menna Barreto Martins Coordenadora de Atividades Karla Nunes de Barros Coelho

8 7 APRESENTAÇÃO O presente Projeto Pedagógico define a proposta curricular do curso de Arquitetura e Urbanismo, a qual capacita o futuro egresso para o pleno exercício das referidas atribuições legais do título, segundo o que está expresso na Lei nº , DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010, que regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo e cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal, atingindo assim, o Objetivo Geral do Curso. Os Objetivos Específicos são atingidos não só pelos conteúdos ministrados, mas também por todo um comportamento ético, consciente e igualmente atento à questão ecológica, à sustentabilidade, à acessibilidade, à valorização e à preservação do patrimônio cultural edificado, que permeia o curso e é desenvolvido, sobretudo, nos componentes curriculares de Prática de Projetos. 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA 1.1. Nome: Comunidade Evangélica Luterana São Paulo CELSP 1.2. Endereço: Rua Fioravante Milanez, 206, Centro, Canoas/RS CEP Telefone: Fax: Atos legais Declarada de Utilidade Pública: Municipal, pelo Decreto nº 2, de 19 de janeiro de 1970, Estadual pelo Decreto , de 09 de novembro de 1970 e Federal, pelo Decreto , de 13 de abril de Estatuto - Registro de Pessoas Jurídicas do Cartório de Registro Especiais da Comarca de Canoas/RS, sob o número de ordem 878, do Livro A-6, fls. 83, em 07 de julho de Breve histórico: A Universidade Luterana do Brasil atua em consonância com a filosofia educacional da sua Mantenedora, a Comunidade Luterana São Paulo CELSP, expressa em seu estatuto, fundamentada na fé cristã proclamada nas Escrituras Sagradas do Antigo e Novo Testamentos e confessada nos credos ecumênicos e documentos confessionais da Igreja, reunidos no livro de Concórdia de A CELSP tem como princípio norteador divulgar a mensagem cristã, da verdade sobre Deus e Sua relação com a Humanidade. Como parte integrante desta

9 8 missão, está o cultivo da mente, como expressa o lema da Universidade Veritas vos liberabit (A Verdade vos libertará), inspirado no texto bíblico de João 8:32:...conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Por esta razão, a CELSP mantém esta Universidade, cuja tarefa principal é descobrir e transmitir a verdade e ser modelo, um exemplo de instituição confessional cristã cuja meta é proporcionar uma formação integral do profissional, educando-o para a vida. Tendo em vista que uma ordem social justa e participativa não é obra do acaso, mas fruto do penoso trabalho histórico, a Igreja recorre à educação como meio para chamar o homem à comunhão com Deus e habituá-lo à luta comum por uma sociedade melhor. Engaja-se, portanto, na educação para ser fiel aos seus objetivos específicos, a saber, buscar a formação do ser humano e o desenvolvimento da sociedade na perspectiva cristã e tudo o que isso implica na teoria e na prática. Está preocupada em oportunizar uma educação cristã a todos, visto que todos os seres humanos foram chamados à mesma glória do reino de Deus. Não admite preconceitos que promovam a discriminação da pessoa humana e afrontem a cidadania. Encara a educação não como simples transmissão de conhecimentos, mas como via de acesso, mediante a pesquisa, a novos conhecimentos, que resultem na melhoria das condições de vida no mundo Administração e Dirigentes: Presidente: Adilson Ratund Vice-presidente: Jair de Souza Junior Secretário: Ricardo Germano Zimmer Vice-secretário: Joanides Pontes Júnior Tesoureiro: Djenane Hans Albrecht Vice-tesoureiro: Silvio Eugenio Ilg 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTIDA 2.1. Nome Universidade Luterana do Brasil ULBRA 2.2. Endereço do Campus Avenida Farroupilha, 8001 Bairro São José. Canoas CEP

10 Atos legais/data publicação no DOU Autorização: Decreto nº , de 12 de janeiro de 1988 Reconhecimento: Portaria Ministerial nº 681/89, de 07 de dezembro de Missão e visão da IES Missão A ULBRA assume como Missão Institucional desenvolver, difundir e preservar o conhecimento e a cultura pelo ensino, pesquisa e extensão buscando permanentemente a excelência no atendimento das necessidades de formação de profissionais qualificados e empreendedores nas áreas da educação, saúde e tecnologia Visão A ULBRA buscará ser uma Instituição de referência no Ensino Superior em cada localidade em que atua e estar entre as dez melhores do país Breve histórico da Instituição e do Campus A Universidade Luterana do Brasil ULBRA, instituição de ensino superior multicampi, confessional e comunitária, dedicada à produção, preservação e divulgação do conhecimento, reconhecida pelo Ministério de Educação mediante a Portaria nº 681/89 tem sede e foro em Canoas, Estado do Rio Grande do Sul. A ULBRA é mantida pela Comunidade Evangélica Luterana São Paulo CELSP, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede e foro em Canoas (RS), que congrega escolas de educação básica e estabelecimentos de ensino superior. Com o desenvolvimento do município de Canoas, que hoje é o polo de uma das mais importantes áreas econômicas e industriais do Rio Grande do Sul, cresceu a necessidade de expansão da rede de ensino em todos os níveis. Em 1968, foi criado o Colégio Cristo Redentor, escola profissionalizante de Ensino Fundamental e Médio oferecendo então os Cursos Ginasial e Técnico em Secretariado. Com a demanda crescente por educação superior, em 1972 passou a funcionar, nas dependências desse colégio o Curso de Administração de Empresas. Novos cursos resultaram na criação das Faculdades Canoenses (1977) que com o crescimento, transferiu-se, em 1981, para campus próprio, que hoje é o Campus da ULBRA, em Canoas, a qual atingiu em 1988 o status de Universidade. A ULBRA possui Campi em nove municípios do Estado: Canoas, Cachoeira do Sul, Carazinho, Gravataí, Guaíba, Porto Alegre, São Jerônimo, Santa Maria e Torres atendendo mais de 34 mil alunos nos seus diversos cursos de graduação na modalidade presencial e mais de 14 mil alunos na modalidade de Educação a Distância. Acrescente-se, os alunos matriculados em cursos de pós-graduação lato sensu, nas modalidades presencial e a distância, e os cursos de stricto sensu (sete mestrados e três doutorados). Atualmente, milhares de alunos distribuídos em cursos de graduação, extensão e especialização a distância e nas disciplinas dos cursos presenciais que são ofertadas através desta modalidade comprovam o compromisso de qualidade da Instituição perante as demandas da

11 11 sociedade. Os campi da Universidade localizam-se em regiões estratégicas do Estado e representam vetores de modificação e de difusão de conhecimento nestas regiões Dados socioeconômicos da região O Município de Torres, um dos mais antigos do Estado, é integrante da microrregião setentrional do Rio Grande do Sul. Está localizado a 197km de Porto Alegre e 280km de Florianópolis. Os seus limites são ao Sul, municípios de Dom Pedro de Alcântara e Arroio do Sal; ao Norte, Estado de Santa Catarina; ao Leste, Oceano Atlântico e a Oeste, Rio Mampituba. Possuía, em 2004, de acordo com os dados do FEE/RS, habitantes, em um território de 162,1km², o que resulta em 209,3 hab./km², tendo como principais vias de acesso a BR 101 e a Estrada do Mar (RS 389). O PIB per capita em 2003 era de R$ 5.888,00 e a taxa de analfabetismo de 6,29%. Torres apresenta uma das mais valiosas forças econômicas da área nordestina do Estado do Rio Grande do Sul, sendo próspera no comércio, na indústria, na construção civil, no artesanato e no turismo. Sua agricultura é rica e farta, produzindo arroz, feijão, milho, banana, fumo, cana-de-açúcar e mandioca. Tem crescido muito a produção de tomate, pimentão, repolho e cenoura. Na produção de animais de corte, destaca-se o bovino. A região, pelas suas belezas naturais, seu clima ameno, a vastidão de suas brancas praias, atrai milhares de pessoas de todas as partes do Brasil e também dos países vizinhos. O setor secundário não possui uma atuação completa por causa da quase ausência de indústrias no município. A indústria é constituída de engenhos de cana-de-açúcar, destilarias de aguardente, serrarias, olarias, descascadores de arroz, estufas de fumo, fábricas de esquadrias, de móveis e de pequenas indústrias caseiras. As atividades comerciais são bem desenvolvidas principalmente nos meses de veraneio. 3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO 3.1. Denominação Curso de Arquitetura e Urbanismo 3.2. Endereço de funcionamento ULBRA Campus Torres Rua Universitária, 1900 Bairro Parque do Balonismo, Torres, RS CEP Telefone/Fax: (51)

12 Atos legais de Autorização e Reconhecimento O Curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA campus de Torres, foi instituído a partir da Resolução 179-A/96 do Conselho Universitário e foi implantado no segundo semestre de Inicialmente, o Curso de Torres se estruturou como extensão do mesmo Curso na ULBRA Canoas, implantado em 1974 e reconhecido pelo MEC em 1978, com renovação do reconhecimento em Atualmente, o Curso é reconhecido de forma independente pelo MEC, tendo passado por avaliação em 2011, inscrito sob o número 20973, na qual obteve conceito 4 no ENADE e 3 no CPC Número de vagas anuais pretendidas ou autorizadas O curso oferece 100 vagas anuais Forma de acesso ao curso O ingresso aos Cursos Superiores de Graduação tem como pré-requisito a posse de certificado de conclusão do ensino médio ou equivalente e somente é possível mediante classificação em processo seletivo, exceto nos casos previstos na legislação vigente. O processo seletivo é regulamentado pelo CONSUN com base em proposta apresentada pela Comissão Permanente do Vestibular, constituída por representantes de diferentes segmentos da Universidade. O processo seletivo é aberto por edital, publicado na forma da lei, do qual constam os cursos e vagas oferecidos, prazos, documentação, critérios de classificação e desempate e demais informações úteis. São oferecidas 100 vagas anualmente. No vestibular, a ULBRA reserva até 10% (dez por cento) das vagas dos cursos, exceto para o curso de Medicina, para candidatos que desejam utilizar sua avaliação do Exame Nacional do Ensino Médio. Para a inscrição, o candidato se dirige ao campus no qual deseja estudar dentro dos prazos de inscrição, entrega o documento que comprove sua avaliação no ENEM e efetua o pagamento da taxa de inscrição, ou então, pode fazer o mesmo processo pela internet no site no link inscrição com ENEM. A Universidade está credenciada para participar do FIES e do PROUNI. Anualmente, antes de cada período letivo, a ULBRA torna público o seu catálogo institucional, que contém, no mínimo, os programas e cursos oferecidos, com seu conteúdo, duração e situação legal, os critérios de avaliação da aprendizagem, a qualificação de seu corpo docente, a descrição dos recursos materiais à disposição dos alunos, e o valor dos encargos educacionais e as normas de reajuste aplicáveis. A ULBRA também concede acesso extra-vestibular para diplomados, além de transferência interna e externa, desde que haja vaga no curso pretendido e em época prevista no Calendário Acadêmico Turno de funcionamento Predominantemente noturno.

13 Carga horária total A carga horária total do curso de arquitetura e urbanismo é de horas, correspondentes a 226 créditos Tempo mínimo e máximo para integralização O currículo do curso de arquitetura e urbanismo distribui-se, conforme a legislação vigente, em 10 semestres letivos. Sendo de 15 semestres o seu tempo máximo de integralização Titulação conferida Arquiteto e urbanista Modalidade Presencial Coordenação Coordenadora: Thaís Menna Barreto Martins Coordenadora ajunta: Bianca Breyer Cardoso NDE Thaís Menna Barreto Martins Bianca Breyer Cardoso Breno Clezar Júnior Karla Nunes de Barros Coelho Efreu Brignol Quintana Tempo médio de permanência do corpo docente no curso A média de permanência do corpo docente no Curso de Arquitetura e Urbanismo é de cinco anos.

14 Breve histórico e justificativa do curso O Curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA campus de Torres, foi instituído a partir da Resolução 179-A/96 do Conselho Universitário e foi implantado no segundo semestre de Inicialmente, o Curso de Torres se estruturou como extensão do mesmo Curso na ULBRA Canoas, implantado em 1974 e reconhecido pelo MEC em 1978, com renovação do reconhecimento em Atualmente, o Curso é reconhecido de forma independente pelo MEC, tendo passado por avaliação em 2011, inscrito sob o número 20973, na qual obteve conceito 4 no ENADE e 3 no CPC. Com 100 vagas anuais, o Curso possui 363 alunos matriculados e 18 docentes, e forma, em média, 20 Arquitetos e Urbanistas por ano. O curso é oferecido predominantemente no período noturno, com horas (226 créditos), distribuídas em 10 semestres. Instalado no Campus de Torres, no Litoral Norte do Estado, o curso tem como área de influência uma região com mais de 400 mil habitantes (incluindo-se o Sul de Santa Catarina), sem curso concorrente. A Região de abrangência do curso apresenta uma situação bastante peculiar pois, por um lado, vivencia um período de grande aquecimento no ramo da construção civil, o que valoriza a profissão e atrai muitos estudantes, alguns, inclusive, com atuação prévia como construtores e/ou vínculo familiar com a área. Por outro lado, a Região apresenta renda média de quatro salários mínimos, o que implica em dificuldades de custeio, que culminam, por vezes, em evasão, e demonstram a necessidade de auxílio e financiamento. A Universidade é compreendida como a tessitura de processos sociais e públicos que se fundamentam em uma dimensão pedagógica, mas também em estender suas redes de relações internas e externas. Neste contexto, a universidade é um conjunto de processos e relações que se produzem em seu cotidiano, com vistas a uma construção social e histórica com ênfase nas necessidades da comunidade local e regional onde lhe é atribuída funções educativas formais e sistemáticas, múltiplas e convergentes, próxima da práxis e das demandas objetivas da sociedade. Diante desta realidade multifacética e em permanente transformação e a partir da compreensão de que, na região do litoral norte gaúcho e extremo sul de Santa Catarina, existe uma importante demanda por profissionais capacitados na área da Arquitetura e do Urbanismo, o Curso objetiva capacitar profissionais habilitados para atuarem neste mercado. Portanto, diante da complexidade da sociedade pós-moderna e da educação multidisciplinar, o Curso de Arquitetura e Urbanismo está estruturado para uma capacitação profissional consoante com as necessidades locais e regionais e uma formação dinâmica que possibilite o ingresso imediato no mercado de trabalho Missão do Curso O Curso de Arquitetura e Urbanismo realiza sua função na dimensão científica desenvolvendo atividades qualitativas de ensino, pesquisa e extensão, estendendo seus serviços à sociedade. A missão do Curso de Arquitetura e Urbanismo é formar profissionais capacitados para atuar no micro e macro sistema com ética, domínio tecnológico, habilidade criativa, e capacidade crítica, cientifica e empreendedora, habilitando o futuro profissional arquiteto e urbanista a pensar e desenhar a cidade, a paisagem e edifícios visando à melhoria da qualidade de vida em sociedade.

15 15 4. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 4.1. Políticas Institucionais no âmbito do curso (PDI) O curso tem como suas as mesmas políticas institucionais da instituição, de acordo com o contexto regional em que se insere e com o perfil pretendido do seu egresso. Visando promover a educação e a formação integral humana numa perspectiva ética e de responsabilidade, calcada em princípios cristãos para o desenvolvimento do pensamento reflexivo e crítico, do conhecimento científico e do aperfeiçoamento cultural e profissional; que impulsione a transformação sócio-político-econômica da sociedade fundamentando-se na integração do ensino com a pesquisa e extensão. Desse modo contribuindo para a formação de profissionais arquitetos e urbanistas com uma formação técnico-científica e cristã, possibilitando ao acadêmico a sua integração na realidade histórica e social, no comprometimento com a realidade contextual, atuando de forma crítica e responsável, tendo condições de participar produzir e intervir no mundo em constantes mudanças e no desenvolvimento da comunidade regional e da sociedade brasileira. Assim, tem como política a integração regional com a inclusão da realidade social, econômica e espacial da região como objeto de estudo e de projeto nas disciplinas regulares do curso e na temática da pesquisa e da extensão de modo a: Propiciar condições para que teoria e prática sejam ações constantes, tendo como perspectiva a qualificação do aluno para o mercado de trabalho, para que este possa ser agente da transformação social. Promover a extensão, aberta à participação da comunidade, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes do ensino, da criação do conhecimento resultante da pesquisa científica e tecnológica desenvolvida na Universidade e a formação integral do aluno; Prestar serviços especializados à comunidade, estabelecendo com esta uma relação de reciprocidade. Tendo ainda como diretrizes: Trabalhar constantemente na busca da adesão dos professores e alunos aos objetivos da Instituição como sendo o melhor investimento em qualidade e desenvolvimento; Desenvolver estruturas de opções que facilitem o trabalho docente e discente possibilitando que invistam mais tempo no processo ensino aprendizagem; Reduzir as perdas de alunos por evasão, trancamento e/ou cancelamento de matrícula; através das ações pertinentes; Pesquisar, por amostragem, o nível de satisfação dos alunos e tomar as medidas que os resultados sugerirem, bem como acompanhar os egressos para fomentar as adequações da política institucional focadas na realidade da atuação profissional na região e aprofundar o conhecimento do público alvo do curso; Implantar novas estruturas para as áreas da educação continuada e da educação executiva.

16 Perfil profissiográfico Caracterização A ULBRA tem como preocupação constante manter a Instituição suficientemente qualificada para não frustrar os seus alunos, oferecendo um ensino que não venha em direção contrária àquilo que se pretendeu quando foram definidas as diretrizes do seu processo seletivo e que atenda ao perfil que pretende construir com seus alunos, durante o período em que estiverem ligados à Instituição. Tal perfil pode ser assim delineado: Que seja capaz de exprimir-se com clareza; Que seja capaz de organizar suas ideias; Que seja capaz de estabelecer relações; Que demonstre capacidade para interpretar dados e fatos; Que seja capaz de elaborar hipóteses; Que seja capaz de atuar em organizações flexíveis, dinâmicas e estruturadas com base no paradigma informacional; Que tenha competência para a análise e compreensão das bases tecnocientíficas, sociais e econômicas da ciência como um todo; Que tenha competência para a compreensão do contexto social e econômico onde estiver inserido e capacidade de tomada de decisões visando adequação a um mundo diversificado e interdependente; Que tenha capacidade e flexibilidade para atuar em ambientes caracterizados pela mudança contínua e pela interdisciplinaridade. Nesse contexto, articulando o desenvolvimento das competências e das habilidades expostas na Resolução n. 6 do MEC, juntamente com os conhecimentos necessários e atitudes vinculadas, ao final do Curso de Arquitetura e Urbanismo divisa-se um egresso com: Formação generalista. Aptidão de compreender e traduzir as necessidades dos indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação à concepção, organização e construção do espaço interior e exterior, abrangendo o urbanismo, a edificação e a paisagem; Preocupação com a conservação e valorização do patrimônio construído; Atenção à proteção do equilíbrio do ambiente natural e utilização racional dos recursos disponíveis. A qualidade das ações docentes e discentes, pelas práticas pedagógicas assumidas, busca qualificá-lo como alguém perspicaz, atento e crítico, criativo e empreendedor, capaz de se posicionar, interpretar, analisar e propor soluções concretas para os problemas inerentes ao contexto no qual está imerso Preparação para o Mercado de Trabalho Do ponto de vista legal, compete ao arquiteto e urbanista o exercício de todas as atividades referentes a edificações, conjuntos arquitetônicos e monumentos, arquitetura paisagística e de interiores, urbanismo, planejamento físico, urbano e regional, e

17 17 atividades como supervisão, orientação técnica, coordenação, planejamento, projetos, especificações, direção ou execução de obras, ensino, assessoria, consultoria, vistoria, perícia, avaliação, bem como outras. Por constituírem-se em atribuições bastante amplas, exigem da formação profissional, simultaneamente, abrangência e aprofundamento nas matérias relativas, fato indispensável para que possa assumir as responsabilidades atribuídas. Ciente disso, as diretrizes curriculares do curso qualificam o estudante para o pleno exercício profissional ao proporcionar, ao futuro arquiteto e urbanista, o domínio essencial das matérias necessárias à sua atuação, garantindo habilitação generalista ao mesmo tempo em que forte em conhecimentos especializados, sem perder a noção de conjunto dos problemas da arquitetura e urbanismo e de suas relações com a sociedade. Dessa maneira, o egresso alcança suficientes habilidades e competências tanto para a ação como profissional liberal, em toda a demanda variada de edifícios, paisagem, objetos e cidades, como para a atuação ampla em organismos públicos, privados e de cunho filantrópico, onde seja chamado a colaborar na coordenação e própria execução técnico-artística dos serviços Objetivos Objetivo Geral do Curso Proporcionar formação profissional e pessoal voltada a uma dimensão técnicaartística de cunho humanista, cristão e cidadão, que permita ao aluno conciliar teoria e prática na solução dos temas vinculados à arquitetura e urbanismo na sociedade contemporânea com correção e sensibilidade, adequação e coerência ao homem e ao meio, na construção literal de uma sociedade ambientalmente qualificada e bela, e socialmente justa e feliz Objetivos Específicos do Curso a. Conscientizar sobre parâmetros éticos e humanitários da ação social e do desempenho profissional do arquiteto urbanista cidadão, discutindo e preparando acerca das possibilidades e limites de atuação no tecido e na ordem social atual; b. Capacitar para o desenvolvimento do raciocínio lógico, crítico e analítico, por meio da reflexão sobre o meio e a própria disciplina, instigando capacidade argumentativa e persuasiva na solução dos temas e problemas em Arquitetura e Urbanismo c. Habilitar a conceber e especificar a melhor solução formal, funcional e técnica na produção do espaço organizado, inclusive de modo a garantir a qualidade material do ambiente construído e sua durabilidade; d. Qualificar ao competente uso da técnica e da tecnologia, em acordo às necessidades sociais, culturais, estéticas e econômicas da sociedade em seu tempo e espaço; e. Sensibilizar a atenção para promover ação arquitetônica equilibrada e sustentável sobre o ambiente natural e construído;

18 18 f. Formar espírito sensível e atuante na valorização e preservação da arquitetura, do urbanismo e da paisagem como patrimônio e responsabilidade coletiva Estrutura Curricular Do Documento MEC/SESU/CEAU, intitulado Perfis da Área&Padrões de Qualidade, comprova-se o quanto toda legislação de regulamentação profissional tem caráter nacional, isto é, cumpridas as diretrizes e exigências curriculares gerais e as leis de regulamentação profissional, os arquitetos podem exercer sua profissão em qualquer parte do país, independentemente do lugar onde fizeram o seu curso. Por tal razão, é imprescindível o cumprimento das exigências curriculares, sob pena de prejuízos e impedimentos ao exercício profissional dos futuros arquitetos e urbanistas ou à própria sociedade brasileira. A formação em Arquitetura e Urbanismo deve ser controlada porque tem como objetivo reproduzir o privilégio disciplinar do exercício privativo, ou seja, o privilégio de fazer Arquitetura e Urbanismo é privativo do Arquiteto e Urbanista, salvo sombreamentos legais de atividades que são, igualmente, atribuição de outras profissões da área tecnológica. É exatamente sobre a visão expressa no Documento Perfis da Área&Padrões de Qualidade, do MEC/SESU/CEAU, acrescida das Diretrizes Curriculares do curso de Arquitetura e Urbanismo, (RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 do MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO/CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR), e das últimas resoluções institucionais, que está planejada a filosofia curricular do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Luterana do Brasil Campus Torres, contemplando a capacitação do futuro profissional em todo o leque de atribuições legais do título. Do exposto, se percebe a coerência do currículo com as Diretrizes Curriculares nacionais para Arquitetura e Urbanismo, como detalhadamente descrito a seguir: a. Núcleo de Conhecimentos de Fundamentação, cuja composição deve fornecer o embasamento teórico necessário para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado, constituído de Estética e História das Artes, a que corresponde o componente curricular de História da Arte e Estética ; de Estudos Sociais e Econômicos, vistos em Introdução à Arquitetura e Urbanismo, em Sociedade e Contemporaneidade, em Gestão Tecnológica e em Legislação, Ética e Segurança do Trabalho ; de Estudos Ambientais, também introduzidos em Projeto Urbano II e Tópicos de Arquitetura II - Arquitetura e Meio Ambiente ; de Desenho e Meios de Representação e Expressão, desenvolvidos em Desenho Técnico e Geometria Descritiva, Desenho Arquitetônico, Meios de Expressão, Espaço e Composição e Estudos da Forma. b. Núcleo de Conhecimentos Profissionais, cuja composição é dada pelos campos de saber destinados à caracterização da identidade profissional, quais sejam, Teoria e História da Arquitetura, do Urbanismo e do Paisagismo, ministradas em Teoria e História da Arquitetura e em Teoria e História do Urbanismo e do Paisagismo ; Projeto de Arquitetura, de

19 19 Urbanismo e de Paisagismo, desenvolvidos em Prática de Projetos I, II, III, IV e V, em Projeto de Paisagismo, em Infraestrutura Urbana I e II e em Projeto Urbano I, II e III ; de Planejamento Urbano e Regional, em Planejamento Urbano e Regional ; de Tecnologia da Construção, vista em Materiais de Construção Civil, em Tecnologia da Construção I e II, em Instalações Hidráulicas, em Instalações Elétricas, e em Prática Profissional de Obras ; de Sistemas Estruturais, em Fundamentos Profissionais, em Matemática Aplicada, em Física Aplicada, em Isostática e Resistência dos Materiais, Morfologia Estrutural e em Sistemas Estruturais I, e II ; de Conforto Ambiental, em Conforto Ambiental ; de Técnicas Retrospectivas, em Técnicas Retrospectivas ; de Informática Aplicada à Arquitetura e Urbanismo, em Computação Gráfica, Representação Gráfica, Geoprocessamento e nas disciplinas de Atelier; e, de Topografia, em Topografia I. c. Trabalho de Conclusão de Curso: é componente curricular obrigatório desenvolvido em determinada área teórico-prática ou de formação profissional do curso, como atividade de síntese e integração do conhecimento, de modo que envolva todos os procedimentos de uma investigação técnico-científica, a serem desenvolvidos pelo acadêmico ao longo da realização do último ano do curso, trabalhado simultaneamente em Atelier I e II, Trabalho de Conclusão I e II Formas de realização da interdisciplinaridade e flexibilidade A interdisciplinaridade refletida na relação entre conteúdos teóricos e atividades práticas é o fundamento proposto no currículo do curso. Tal procedimento permite uma formação articulada, onde todas as disciplinas estão coesas em um inter-relacionamento que permite a formação global do aluno para propor soluções na área de arquitetura e urbanismo. É dada a oportunidade aos alunos de observarem, analisarem, refletirem e promoverem questionamentos a respeito da atual situação da arquitetura e urbanismo em nível mundial, baseados nos conhecimentos adquiridos no curso. O currículo do Curso Arquitetura e Urbanismo visa formar um profissional que atenda as demandas do mercado e os conteúdos são ministrados em disciplinas que buscam a formação continuada e integrada que tem objetivo a prática da Arquitetura e do Urbanismo. Assim, as disciplinas de Meios de Expressão, Espaço e Composição, Desenho Arquitetônico, Estudos da Forma, Expressão Gráfica e Introdução ao Projeto inter-relacionam-se com as de Prática de Projetos, Projeto de Paisagismo e de Projeto Urbano, e essas com as de as de Teorias e História da Arquitetura e Urbanismo. As disciplinas de formação geral e básica e as de formação profissional básica convergem para as disciplinas profissionais específicas. As disciplinas de Práticas de Projetos relacionam-se entre si, com a Projetos de Paisagismo e as disciplinas de Urbanismo, pois todas utilizam a cidade de Torres/RS como base física experimental, utilizando a mesma região da cidade a cada semestre, integradamente. Além disso, são realizados Projetos interdisciplinares através de eventos culturais, de seminários extras curriculares e no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Ao desenvolver as atividades de pesquisa os alunos estarão demonstrando e aplicando suas

20 20 competências de forma transversal, ou seja, ponderam sobre quais competências e como utilizá-las em situações do cotidiano, situações-problema, agregando o conhecimento de todas as disciplinas desenvolvidas. No caso específico do Trabalho de Conclusão de Curso a interdisciplinaridade se dá na medida em que ao aluno será facultado a estabelecer a convergência das áreas de projeto, das áreas tecnológicas e das áreas culturais em geral. A transversalidade do curso acontece em duas áreas do conhecimento de arquitetura, que permeiam o curso em vários níveis do currículo, estando presente em todas as disciplinas práticas. São elas: sustentabilidade e acessibilidade. Em todas as Práticas de Projetos são exigidas soluções que possuem itens de sustentabilidade, bem como a aplicação da norma NBR9050 de acessibilidade. Outras disciplinas também abordam esses dois assuntos, tais como Arquitetura e Meio Ambiente, Estudos da Forma, Introdução ao Projeto, Projetos Urbanos, Projeto de Paisagismo e o Trabalho de Conclusão de Curso Modos de integração entre teoria e prática A metodologia de ensino também está adequada ao Curso. O processo de ensino-aprendizagem do mesmo caracteriza-se pela interdisciplinaridade e por uma estruturação em componentes curriculares teóricos e práticos, com acentuada incidência dos últimos. Se for considerado que, mesmo nos componentes ditos teóricos, ainda que ministrados de forma um pouco mais convencional, são utilizados recursos audiovisuais, de computação, maquetes, técnicas como seminários e mostras, aos quais se somam aulas de campo, visitas a empresas e indústrias, atividades em laboratórios, etc., comprova-se a preocupação didática com a aplicação prática fundamentada dos conteúdos desenvolvidos no Curso, voltados a uma simulação da atividade profissional futura. As atividades projetuais em Atelier das quais se excluem outros componentes curriculares práticos (Topografia, Geoprocessamento, Computação Gráfica, Conforto Ambiental e Prática Profissional de Obras, cujas atividades são desenvolvidas em laboratórios específicos, em aulas de campo e em canteiros de obras) - trabalham a cada período letivo com uma temática diferente. É nestas atividades de Atelier que se caracteriza mais claramente a metodologia de ensino prático, próprio de Arquitetura e Urbanismo, em que cada acadêmico apresenta uma solução própria ao problema comum. Os assessoramentos são a partir da explanação oral e gráfica de cada aluno, quando esse recebe as críticas e contribuições do professor e dos colegas. Também é disponiblizado ao aluno assessoramentos técnicos, visando soluções e todas as áreas de interferência da arquitetura. Esses assessoramentos são feitos por professores das áreas específicas, tais como Tecnologia da Construção, Sistemas Estruturais, Conforto Ambiental, Computação Gráfica e Topografia, que a instituição disponibiliza, sem ônus para o aluno Familiaridade com a modalidade à distância Se existe ou não familiaridade com a modalidade à distância e justificativa.

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