A CONCRETIZAÇÃO DA RESERVA LEGAL VIA DE AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROPOSTA EM FACE DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE PROPRIEDADE DO PODER PÚBLICO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A CONCRETIZAÇÃO DA RESERVA LEGAL VIA DE AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROPOSTA EM FACE DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE PROPRIEDADE DO PODER PÚBLICO"

Transcrição

1 A CONCRETIZAÇÃO DA RESERVA LEGAL VIA DE AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROPOSTA EM FACE DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE PROPRIEDADE DO PODER PÚBLICO Alexandre de Matos Guedes Promotor de Justiça do Estado de Mato Grosso É possível juridicamente, via de ação pública, se compelir instituições financeiras de propriedade do Poder Público a não realizar quaisquer empréstimos ou financiamentos a proprietários rurais que não tenham cumprido a sua obrigação legal de proceder à averbação da reserva legal florestal nas matrículas imobiliárias onde seus prédios estão inscritos. 1. Introdução É fato que a obrigação dos proprietários rurais em proceder a averbação das reservas legais florestais em seus respectivos prédios, prevista nos artigos 16 e 44 do Código Florestal vem sendo sistematicamente ignorada por esses detentores de domínio imobiliário, que não se preocupam, em sua esmagadora maioria, em cumprir o dever que lhes foi imposto pela norma citada, causando assim, senão um real, pelo menos um potencial, risco às áreas florestais que deveriam ser preservadas para a interesse da coletividade. Esta obrigação legal a ser cumprida pelos proprietários rurais cujos imóveis se enquadram nas especificações dos artigos 16 e 44 do Código Florestal não é cumprida em virtude da inexistência de sanção direta e imediata contra os faltosos, decorrente da omissão do texto legal nesse sentido. Assim sendo, pela falta de instrumentos expressos para obrigar os detentores de domínio imobiliário rural, a reserva legal permanece, na maior parte das vezes, e para todos os efeitos práticos, como letra morta. É certo que é possível a proposição de ações judiciais, principalmente pelo Ministério Público, contra os proprietários faltosos, com toda a probabilidade de êxito. Ocorre, no entanto, que essas ações, por sua própria natureza, são individuais e se deve, em cada uma delas, provar a omissão do detentor de domínio, dentro de uma instrução judicial normal. A dificuldade é que quando se encara essa questão do ponto de vista global, o que se nota é que essas ações individuais não resolvem o problema, principalmente nos Estados da Federação onde existe uma grande extensão territorial explorada por meio de agropecuária, com um imenso número de propriedades rurais (e de proprietários) a serem fiscalizados e processados, circunstâncias essas que, uma vez juntadas com um aparelho judiciário e ministerial de diminutas proporções, com comarcas de enormes extensões territoriais, principalmente as de 1ª entrância, onde o Juiz e o Promotor (quando as vagas estão providas, o que nem sempre acontece) tem de cuidar de todos os assuntos (crime, família, feitos cíveis em geral, menores, etc.) sobra muito pouca possibilidade de se tratar eficazmente do problema da reserva legal que é sistematicamente inobservada. Não há, simplesmente, tempo para se fiscalizar o efetivo cumprimento dos artigos 16 e 44 do Código Florestal. Por outro lado, mesmo que houvesse tempo e estrutura para se fazer, principalmente por parte do Ministério Público, a fiscalização do cumprimento dos dispositivos mencionados, com a proposição das medidas judiciais cabíveis contra os proprietários omissos, é certo que o grande número destes implicaria, consequentemente, em um grande número de ações individuais (por vezes até na casa das centenas) as quais, uma vez interpostas, acabariam por lotar os Fóruns e Escrivanias, onde se juntariam à vala comum de todos os processos que, por falta de estrutura e pessoal do aparelho judiciário, não teriam uma tramitação célere, e, portanto, não se chegaria a qualquer solução para a questão da reserva florestal, que estaria do mesmo tamanho de antes da propositura das ações. Mesmo a possibilidade de se firmar termos de ajustamento com os proprietários rurais faltosos se torna problemática, principalmente nos Estados mais periféricos e onde se concentram as reservas florestais a serem protegidas em virtude, como já se disse, da falta de pessoal suficiente, pelo Ministério Público, para se dedicar com a eficácia necessária para a questão, e também do fato de que nesses lugares ainda não se firmou uma cultura judicial rápida e previsível o suficiente para convencer psicologicamente os proprietários a cumprirem lei que

2 2 fere seus interesses econômicos básicos, sendo que estes preferem utilizar a lentidão judicial sistêmica em seu benefício o que nos leva às dificuldades mencionadas no parágrafos anteriores. Urge, portanto, encontrar meios de, através de ações judiciais coletivas, no caso ações civis públicas, compelir estes proprietários, ainda que por vias indiretas, a pessoalmente proceder a averbação da reserva legal prevista no Código Florestal, pois este é o único meio para que se possa dar tratamento eficiente ao problema, garantindo-se assim, a efetiva solução da questão e a obtenção dos meios necessários para a defesa de um meio ambiente equilibrado, direito de todos, segundo os termos da Constituição Federal. As observações acima elencadas são fruto de minha observação pessoal como Promotor de Justiça no Estado de Mato Grosso, no exercício de minhas antigas funções como Curador do Meio Ambiente em diversas Comarcas daquela unidade federativa, sendo que as conclusões a que se chegou para a solução do verdadeiro nó górdio que tal questão representa se encontram a seguir expostas, sendo certo que as mesmas serviram como base para Ação Civil Pública por mim e por outro Promotor de Justiça, Dr. Domingos Sávio de Barros Arruda, proposta na Comarca de Cuiabá-MT. 2.Do procedimento de instituições financeiras de propriedade do Poder Público em relação ao financiamento de proprietários rurais Como é de conhecimento público e notório, o Poder Público Federal, principalmente através do Banco do Brasil S/A e de outros instituições, como o Banco da Amazônia, por exemplo, é o agente financiador por excelência da atividade agropecuária neste país, utilizandose para tanto, dos recursos dessas referidas instituições bancárias e de recursos que pertencem diretamente á União Federal (que esses Banco administram) que para exercer tal atividade de fomento das atividades agropastoris deste país. São em suma, estes bancos que decidem quando, onde e a quem as verbas de financiamento agrícola serão emprestadas. Ocorre que essas instituições financeiras, ao conceder os financiamentos pleiteados pelos produtores agrícolas, o faz SEM ATENTAR PARA OS DEVERES IMPOSTOS PELO ordenamento jurídico pátrio AOS ADMINISTRADORES DE RECURSOS PÚBLICOS, concentrando-se apenas e tão-somente nos aspectos comerciais do empréstimo e olvidando a sua função de agente estatal, mediante a qual deveria observar o interesse público primário, cumprindo, entre outros, o seu dever de assegurar o direito dos cidadãos em usufruir de um meio ambiente ecologicamente equilibrado, garantia constitucional esculpida no artigo 225 da Carta Magna. Mais especificamente, ao conceder financiamento a agricultores sem exigir previamente a prova de que estes procedam a averbação da reserva legal florestal em suas propriedades rurais nas respectivas matrículas imobiliárias nas hipóteses exigidas por lei, esta instituições financeiras estão VOLUNTARIAMENTE DESCUMPRINDO SEUS DEVERES OBJETIVOS e deste modo prosseguem compactuando com uma situação de descumprimento do ordenamento jurídico deste país, infringindo assim, a sua obrigação, enquanto agente do Poder Público, em proceder de acordo com o princípio da legalidade, da moralidade, da finalidade e da eficiência, basilares em nosso direito. O que a realidade demonstra é o fato de essas instituições financeiras encarregadas de conceder crédito público agrícola estão sistematicamente procedendo a financiamentos e refinanciamentos a proprietários rurais que descumprem as suas obrigações legais de averbar a reserva legal ambiental, não sendo exigido dos vários tomadores de recursos para atividades agropastoris, como seria de rigor a comprovação de que os mesmos estão (ou que pretendam estar) em dia com as suas obrigações legais previstas nos artigos 16 e 44 do Código Florestal. 3. Da natureza dessas instituições financeiras de propriedade do Poder Estatal, enquanto agentes públicos Em primeiro lugar, deve-se fixar qual exatamente é a natureza dessas instituições financeiras de propriedade do Poder Público, ora em debate, das quais o Banco do Brasil é paradigma, em relação aos ditames do nosso ordenamento jurídico. O Banco do Brasil se constitui em nosso ordenamento, ineludivelmente, um agente paraestatal na modalidade de sociedade de economia mista. Neste sentido informa ODETE MEDAUAR, in Direito Administrativo Moderno, ed. Revista dos Tribunais, 1ª ed., 1996, p. 101: Dentre as

3 sociedades de economia mista, podem ser arroladas, em âmbito federal: Banco do Brasil, Petrobrás, PETROBRÁS, Rede Ferroviária Federal, (...) (Palavra em destaque constante do original trecho sublinhado nosso) A definição jurídica do que seja sociedade de economia mista e as implicações da inclusão do Réu nesta categoria encontram assento na lição de HELY LOPES MEIRELLES (atualizado por Eurico de Andrade Azevedo, Délcio Balestero Aleixo e José Emmanuel Burle Filho), in Direito Administrativo Brasileiro, Malheiros Editores, 23ª ed., 1998, que vai a seguir transcrita: As sociedades de economia mista são pessoas jurídicas de Direito Privado, com participação do Poder Público e de particulares no seu capital e na sua administração, para a realização de atividade econômica ou serviço de interesse coletivo outorgado ou delegado pelo Estado. Revestem a forma das empresas particulares, admitem lucro e regem-se pelas normas as sociedades mercantis, com as adaptações impostas pelas leis que autorizarem sua criação e funcionamento. São espécie do gênero paraestatal, porque dependem do Estado para a sua criação, e ao lado do Estado e sob seu controle desempenham atribuições de interesse público que lhes forem cometidas. Integram a administração indireta como instrumentos de descentralização de serviços (em sentido amplo: serviços, obras, atividades) que antes competiam ao Poder Público. (Palavras em destaque conforme o original) Deve-se considerar, portanto, que essas instituições financeiras se constituem em agentes que exercem atividade de interesse público, e nessa qualidade, portanto, estão sujeitas aos ditames do artigo 37 da Constituição Federal, o que vale dizer que ele está jungidos aos prefalados princípios da legalidade, moralidade, etc. A partir daí, o que se tem é que as instituições bancárias em pauta, embora sejam pessoas de direito privado, e portanto detentoras de seus próprios interesses, estão inseridas dentro da necessidade de observância do interesse público em geral, o qual deve pautar os seus procedimentos, não podendo portanto agir como uma instituição financeira normal, que só visa o seu lucro. A respeito de como o interesse público deve prevalecer sobre os interesses particulares do agente público, preleciona CELSO ANTÔNIO BANDEIRA DE MELLO, in Curso de Direito Administrativo, Malheiros Editores, 6ª ed., 1995, ps. 46/47: Interesse público ou primário é o pertinente à sociedade como um todo e só ele pode ser validamente objetivado, pois este é o interesse que a lei consagra e entrega à compita do Estado como representante do corpo social. Interesse secundário é aquele que atina tão-só ao aparelho estatal enquanto entidade personalizada e que por isso mesmo pode lhe ser referido e nele encarnar-se pelo simples fato de ser pessoa. (...) Com efeito, por exercerem função os sujeitos da Administração Pública têm que buscar o atendimento do interesse alheio, qual seja, o da coletividade, e não o interesse de seu próprio organismo, Qua tale considerado e muito menos os dos agentes estatais. (Palavra em destaque consoante o original trecho sublinhado nosso) Muito bem! A partir do momento em que se caracterizam essas instituições bancárias como uma modalidade de agente público que tem de atender ao interesse público globalmente considerado em superposição aos seus interesses particulares, É IMPERATIVO concentrar-se o aspecto do interesse público primário que motivou o ingresso da presente ação civil pública, qual seja, a defesa do meio ambiente. O artigo 225 da Constituição Federal é bastante claro ao afirmar como sendo interesse do Poder Público como um todo a defesa do ecossistema, sendo que a existência de um meio ambiente equilibrado, mais do que uma obrigação estatal, se constitui em uma garantia de cada cidadão. A partir do momento em que se determina que o Poder Público tem o dever de defender o meio ambiente e que os agentes financeiros em pauta fazem parte do Poder Público, temos, como conclusão necessária desse raciocínio, que cabe ao Banco do Brasil e aos seus congêneres defender o ecossistema, objetivo esse que deve permear o dia-a-dia de suas atividades, inclusive as QUE SE DIRIGEM A OFERTA DE RECURSOS DESTINADOS A FINANCIAMENTO OU REFINANCIAMENTOS AGRÍCOLAS. A partir do momento em que essas instituições bancárias financiam, mediante a utilização de seus recursos próprios e de recursos do Poder Público, a exploração agrícola de imóveis rurais por proprietários que não cumprem as suas obrigações legais concernentes à 3

4 4 averbação da reserva florestal (dever jurídico que será melhor esmiuçado mais adiante) fica evidente que na verdade esses Bancos estão contribuindo para a manutenção de um quadro de desrespeito à lei e para o continuado prejuízo ao meio ambiente que a falta da reserva florestal acarreta. O que se observa na prática cotidiana comercial de tais instituições financeiras é que existe a preocupação de obter, antes da concessão dos empréstimos, uma série de garantias e de documentos de ordem comercial (constituição de hipoteca do imóvel, prova de quitação do Imposto Territorial Rural, por exemplo), mas não garantia do cumprimento de obrigações legais concernentes à proteção ambiental. É de se dizer que em muitos casos, principalmente em atividades agroindustriais mais extensas, com evidente potencial poluidor, esses agentes financeiros tem até exigido o cumprimento de normas ambientais e até a realização de estudos de impacto ambiental. Entretanto, esses cuidados não se estendem aos financiamentos agrícolas comuns, que são concedidos e repactuados de forma sistemática e regular sem que se exija, ao menos, a averbação da reserva legal florestal, na medida em que se considera que esses empreendimentos comuns não possuam potencial poluidor, o que, como se sabe, não corresponde exatamente à realidade. Essa política de financiamento equivocada do Réu, em não exigir o cumprimento das normas ambientais a TODOS os candidatos a financiamento agrícola, mas apenas em determinadas situações especiais, acaba por acarretar, como vimos, um grave desserviço ao interesse público, porque acaba por cobrir de benesses estatais pessoas que comprovadamente não vem cumprindo as suas obrigações jurídicas atinentes à preservação de um meio ambiente ecologicamente equilibrado. Portanto, é obrigação dessas instituições financeiras adotar, no cotidiano de suas atividades, uma política de asseguramento do ecossistema, providenciando para que em TODAS as suas operações de financiamento agrícola e não apenas em alguns casos sejam exigidos dos tomadores do empréstimo a comprovação de que estão em dia com as suas responsabilidades ambientais. 4. Da caracterização da obrigação jurídica de averbar a reserva florestal em prédio rural Uma vez fixada a natureza e os fins dessas instituições financeiras encarregadas do fomento agrícola, no que concerne à defesa do ecossistema, deve-se a partir deste momento, caracterizar a obrigação jurídica do titular do domínio em proceder à averbação certa e definida da reserva legal florestal na matrícula predial rural que integra o seu patrimônio. A necessidade de averbação de reserva legal, como se sabe, se encontra insculpida no Código Florestal, em seus artigos 16 e 44. Embora os dispositivos acima citados não prevejam a sanção para o descumprimento da obrigação de averbar, é certo que o dever jurídico de proceder a tal ato existe e não pode ser ignorado. Na verdade, deve-se considerar ainda que a reserva florestal existe independentemente da averbação, pois a sua criação decorre diretamente da lei mencionada. Se existe a obrigação legal de proceder à averbação da reserva legal ambiental à margem da matrícula predial rural, nos imóveis especificados nos dispositivos legais em tela conclui-se, obrigatoriamente, que todos os registros imobiliários referentes a áreas rurais cujos proprietários não procederam à lavratura do referido ato registral ENCONTRAM-SE IRREGULARES PARA TODOS OS FINS JURÍDICOS. A partir do momento em que as matrículas imobiliárias em tela, cujas averbações de reserva legal florestal não foram feitas, encontram-se irregulares, é forçoso reconhecer, ainda, que a concessão de financiamentos aos seus proprietários, posterior à vigência do dispositivo legal acima mencionado, significa na verdade uma perpetuação da ilicitude contida nas matrículas em epígrafe, faltando as instituições financeiras de propriedade do Poder Público ao seu dever de velar pela legalidade e moralidade, na qualidade de agente estatal quando autoriza empréstimos nessas condições. Deve-se dizer neste momento que a obrigação de averbar a reserva florestal legal, além de decorrer diretamente da lei acima mencionada, independe de qualquer regulamentação, como demonstra a jurisprudência de nossos Tribunais, representada pelo acórdão a seguir transcrito: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MS Ano do Processo: 96 Número do Processo: Data de Julgamento: 12/03/96 Decisão: POR MAIORIA

5 Ramo do Direito: CÍVEL Ementa: APELACÃO CÍVEL. DUVIDA INVERSA. TRANSFERENCIA DE DOMINIO DE IMÓVEL RURAL. RESERVA LEGAL. INTELIGENCIA DO PARÁGRAFO 2. DO ART. 16 DA LEI N DESNECESSIDADE DE REGULAMENTACÃO. RECURSO IMPROVIDO. O conteúdo do parágrafo 2. do artigo 16 da Lei que alterou disposições do Código Florestal e que exige a previa averbação de 20% da área do imóvel rural, que se pretende transferir o domínio, e de imediata aplicabilidade, sendo de todo desnecessária qualquer regulamentação posterior, impondo-se a reserva legal de qualquer forma de vegetação natural, independentemente da atividade a ser nele explorada. A jurisprudência acima faz referência ao artigo 16 do Código Florestal, que é similar ao artigo 44 do mesmo diploma legal acima mencionado, sendo, portanto que a lição ali posta serve para qualquer das regiões de nosso país. Uma vez estabelecida a obrigação legal do proprietário de imóvel rural configurado nos ditames do artigo 44 do Código Florestal em averbar a reserva legal florestal, e no dever que as instituições financeiras em pauta em não realizar qualquer financiamento a esses detentores de domínio enquanto não regularizarem tal situação, devemos dizer que não basta, para os fins colimados pelo nosso ordenamento jurídico, uma averbação genérica da reserva legal, onde se encontre descrita de forma singela a reserva de uma parcela da superfície da propriedade em questão para fins de reserva florestal, mas não diz quais os limites e confrontações da área restringida dentro do prédio em referência. A fim de se cumprir e se fazer respeitar, sem subterfúgios, as normas acima mencionadas do Código Florestal e o próprio interesse público, se faz necessário que a averbação da reserva florestal seja realizada de forma específica e determinada, mencionando o ato notarial o tamanho da área reservada, bem como os seus limites e confrontações dentro do imóvel específico, etc. Deve-se dizer que tal especificação da área reservada no ato averbatório se presta aos mais diversos fins. Em primeiro lugar, o detalhamento da reserva florestal é necessária, a fim de que esta possa efetivamente existir no mundo material, pois, sem o detalhamento de onde ela se encontra, o próprio dono do imóvel não poderá tomar as providências necessárias para a sua demarcação e preservação, sem o que não poderá realizar um planejamento regular da exploração econômica de seu prédio. Além disso, a demarcação da reserva florestal é indispensável para que os agentes estatais possam fiscalizar, sem margem a arbítrios de qualquer espécie, a efetiva existência da área restrita. Obviamente, se área reservada não estiver devidamente demarcada e especificada, as autoridades públicas competentes ficarão impedidas de exercer o dever de fiscalização do cumprimento da lei em epígrafe, frustrando-se assim os objetivos da norma em exame. Verificase, portanto, que até mesmo uma eventual averbação de certa porção indeterminada de propriedade rural representa, tanto como a própria falta de averbação, uma verdadeira burla ao texto legal, razão pela qual não pode ser tolerado tal expediente pelas instituições bancárias em pauta quando forem aferir as exigências prévias e o próprio exame das condições de pertinência da concessão de financiamento ao candidato ao empréstimo. Ademais, a especificação da área averbada para fins de reserva florestal é exigência dos próprios princípios atinentes aos registros públicos, que só são verdadeiramente regulares e aceitáveis se forem claros e determinados, não deixando margem a dúvidas que interfiram na certeza e segurança de que devem gozar os assentos notariais. Neste sentido, temos a lição de MARIA HELENA DINIZ, in Sistemas de Registros de Imóveis, 1992, ed. Saraiva, ps. 11/12: O registro imobiliário seria o poder legal de agentes do ofício público, para efetuar todas as operações relativas a bens imóveis e a direitos a eles condizentes, promovendo atos de escrituração, assegurando aos requerentes a aquisição e exercício do direito de propriedade e a instituição de ônus reais de fruição, garantia ou de aquisição. Com isso, o assentamento dá proteção especial à propriedade imobiliária, por fornecer meios probatórios fidedignos de situação do imóvel, sob o ponto de vista da respectiva titularidade e dos ônus reais que o gravam, e por revestir-se de publicidade, que lhe é inerente, tornando os dados registrados conhecidos de terceiros. 5

6 6 O registro de imóveis seria o fiel repositório de informações, contendo todos os dados alusivos à propriedade imobiliária, por acompanhar a vida dos direitos reais sobre os bens de raiz. Sua função seria a de especificar o imóvel registrado e os demais direitos reais que sobre ele recaírem. Por isso, nesta obra., procuraremos estudar o registro como ato primordial da aquisição da propriedade imobiliária. (Trechos sublinhados nossos). Outra finalidade pela qual as instituições financeiras em pauta devem impor a averbação certa e específica da área da reserva florestal no imóvel em epígrafe vincula-se à preservação dos direitos de terceiros interessados em comprar determinado prédio rural, os quais tem o interesse de saber precisamente quais as restrições de caráter legal/administrativo que pesam sobre a propriedade, a fim de poder aquilatar o preço ou mesmo a conveniência do negócio. Portanto, fica evidente que os bancos em pauta, de propriedade do Poder Público, tem todo o dever de exigir dos candidatos a qualquer tipo de financiamento agrícola o cumprimento da obrigação de averbar a reserva legal de suas propriedades que estiverem enquadradas dentro das prescrições dos artigos 16 e 44 do Código Florestal, não podendo os proprietários dessas áreas se esquivar de tal exigência, eis que a mesma visa simplesmente à comprovação de uma obrigação expressamente prevista pelo ordenamento. 5. Da ação civil pública necessária para se combater a omissão das instituições bancárias de financiamento agrícola controladas pelo Poder Público. A partir do momento em que se admite que realmente existe o poder-dever dos agentes financeiros controlados pelo Poder Público em não conceder quaisquer empréstimos ou financiamentos a titulares de domínio rural cujas matrículas imobiliárias, onde estão inscritos seus prédios, deveriam ter por lei averbada a reserva legal, mas que simplesmente ignoram essa exigência legal, deve-se encarar o problema de como fazer esses bancos passarem a cumprir as suas obrigações juridicamente estabelecidas, pois é certo que na prática eles continuam a realizar esses atos que vão na contramão dos princípios que regulam, não apenas a sua atividade, mas a própria atividade estatal. Seria possível a realização de termos de ajustamento com os bancos e, caso estes se negassem a adotar o posicionamento que legalmente se espera deles, nos termos acima exposto, seria cabível a propositura de ação civil pública, com fulcro no artigo 1º, incisos I e IV, da Lei Nº 7.347/85, sendo que essa ação teria a pretensão de obter do Poder Judiciário o estabelecimento de uma obrigação de não-fazer, condenando-se essas instituições financeiras recalcitrantes a se abster, definitivamente, de conceder financiamentos a proprietários de imóveis rurais cujas características se enquadrem nas hipóteses previstas nos artigos 16 e 44 do Código Florestal, e que não tenham inserido nas suas matrículas imobiliárias respectivas a averbação, no registro de imóveis competente, da reserva legal florestal em termos certos e definidos quanto ao seu tamanho, limites e confrontações, devendo essa abstenção perdurar até que os referido titulares de domínio rural cumpram com as suas obrigações de proceder à averbação em pauta, que deverá ser feita de forma detalhada e definida, a fim de se cumprir o seu escopo legal. Conclusões 1. É possível juridicamente a proposição de ação civil pública onde se pretenda que as instituições bancárias, de propriedade do Poder Público, que tenham funções de exercer financiamento agrícola, se abstenham de praticar quaisquer atos de financiamento ou refinanciamento a titulares de domínio imobiliários cujas matrículas estejam, por suas próprias características, sujeitas à averbação da reserva legal, de acordo com o disposto nos artigos 16 e 44 do Código Florestal e onde não se tenha procedido às referidas averbações, obrigatórias por lei. 2. Esse dever de abstenção de fornecimento de financiamento e refinanciamentos a proprietários rurais inadimplentes com as suas obrigações ambientais se fundamenta juridicamente no princípio da prevalência do interesse público sobre o particular, sendo que esses bancos controlados pelo Poder Estatal devem agir sempre na defesa do primeiro em detrimento do último, cumprindo a sua obrigação jurídica expressa no artigo 225 da Constituição Federal, de fazer garantir uma meio ambiente ecologicamente equilibrado para todos; 3. Que essas instituições financeiras devem exigir, antes de qualquer empréstimo ou refinanciamento, não apenas a averbação da reserva legal, quando esta for obrigatória, mas também que a referida reserva seja especificada na matrícula, mencionado-se a sua área, os seus

7 limites e confrontações, etc., pois a averbação de reserva legal desacompanhada de qualquer especificação não atende aos fins colimados pelos artigos 16 e 44 do Código Florestal, eqüivalendo, para todos os efeitos práticos, na própria inexistência da averbação em pauta. 7

DO CRITÉRIO DA AUTORIDADE COMPETENTE NA AVERBAÇÃO DA RESERVA LEGAL

DO CRITÉRIO DA AUTORIDADE COMPETENTE NA AVERBAÇÃO DA RESERVA LEGAL DO CRITÉRIO DA AUTORIDADE COMPETENTE NA AVERBAÇÃO DA RESERVA LEGAL RODRIGO ANDREOTTI MUSETTI I-) INTRODUÇAO. A exploração de florestas de domínio privado (não sujeitas ao regime de utilização limitada

Leia mais

REFLEXOS NO REGISTRO DE IMÓVEIS DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL

REFLEXOS NO REGISTRO DE IMÓVEIS DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL REFLEXOS NO REGISTRO DE IMÓVEIS DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL Maria Aparecida Bianchin Pacheco Registradora de Imóveis de Poxoréu-MT Recentemente a Câmara Federal disponibilizou o texto contendo a redação final

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL AÇÃO: 99.001.149975-9 AÇÃO CIVIL PÚBLICA ORIGEM: 4ª VARA DE FAZENDA PÚBLICA DA COMARCA DA CAPITAL AGRAVANTE: MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO AGRAVADO: MINISTÉRIO PÚBLICO RELATOR: DES. ROBERTO GUIMARÃES AGRAVO

Leia mais

DO CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS. Curso de Técnico em Transações Imobiliárias Curso Total

DO CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS. Curso de Técnico em Transações Imobiliárias Curso Total DO CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS Curso de Técnico em Transações Imobiliárias Curso Total DO CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS DO CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS. FINALIDADE. DOS TÍTULOS REGISTRÁVEIS: ESCRITURA

Leia mais

Documentação Necessária para Certificação e Registro de Imóveis Rurais

Documentação Necessária para Certificação e Registro de Imóveis Rurais Documentação Necessária para Certificação e Registro de Imóveis Rurais Diferença entre Registro, Certidão e Matrícula Diferenças entre Averbar e Registrar Necessidade de Retificar um Registro ( retificação

Leia mais

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026.

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026. Escritura pública de inventário e partilha Documentos Necessários A relação de documentos necessários para uma escritura pública de inventário e partilha, especialmente quando contemplam bens imóveis,

Leia mais

AÇÕES PARA REGULARIZAÇÃO DE IMÓVEIS NO. Estado de São Paulo. O que o Governo de São Paulo, o Ministério Público e a sua Prefeitura podem fazer juntos.

AÇÕES PARA REGULARIZAÇÃO DE IMÓVEIS NO. Estado de São Paulo. O que o Governo de São Paulo, o Ministério Público e a sua Prefeitura podem fazer juntos. AÇÕES PARA REGULARIZAÇÃO DE IMÓVEIS NO Estado de São Paulo O que o Governo de São Paulo, o Ministério Público e a sua Prefeitura podem fazer juntos. Sumário Apresentação 5 Porque regularizar 6 Quando uma

Leia mais

A Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 e as competências florestais dos entes públicos Roberta Rubim del Giudice ÍNDICE

A Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 e as competências florestais dos entes públicos Roberta Rubim del Giudice ÍNDICE Estrada Dona Castorina, 124 Jardim Botânico Rio de Janeiro RJ CEP: 22460-320 Tel.: 21 35964006 A Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 e as competências florestais dos entes públicos Roberta Rubim del Giudice

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br A responsabilidade administrativa no Direito Ambiental por Carolina Yassim Saddi * Uma data que merece reflexão foi comemorada no dia 5 de junho do corrente ano: Dia Mundial do Meio

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAPÁ

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAPÁ PROVIMENTO Nº 0060/97 O Desembargador GILBERTO DE PAULA PINHEIRO, Vice- Presidente/Corregedor-Geral da Justiça do Estado do Amapá, no uso de suas atribuições legais, Considerando que a Lei Federal nº 6.766,

Leia mais

AÇAO DIRETA DE INCONSTITUCIONAL IDADE DE LEI

AÇAO DIRETA DE INCONSTITUCIONAL IDADE DE LEI PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO Acórdão Vistos, relatados e discutidos estes autos de AÇAO DIRETA DE INCONSTITUCIONAL IDADE DE LEI n 060.217-0/0-00, da Comarca de SÃO PAULO,

Leia mais

PORTARIA Nº 144 DE 07 DE NOVEMBRO DE 2007.

PORTARIA Nº 144 DE 07 DE NOVEMBRO DE 2007. PORTARIA Nº 144 DE 07 DE NOVEMBRO DE 2007. Institui o modelo do Termo de Compromisso previsto no art. 129 da Lei no 10.431, de 20 de dezembro de 2006, e dá outras providências. O SECRETÁRIO DO MEIO AMBIENTE

Leia mais

REGISTRO DE LOTEAMENTO / DESMEMBRAMENTO

REGISTRO DE LOTEAMENTO / DESMEMBRAMENTO REGISTRO DE LOTEAMENTO / DESMEMBRAMENTO (Lei 6.766/79 alterada pela Lei 9.785/99 e Lei Estadual 7.943/2004) Lei 6.766/1979 - Art. 2º.: 1º - Considera-se loteamento a subdivisão de gleba em lotes destinados

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 4.449, DE 30 DE OUTUBRO DE 2002. Texto compilado Regulamenta a Lei n o 10.267, de 28 de agosto de 2001, que altera dispositivos

Leia mais

PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE SANTO ANTONIO DO DESCOBERTO/GOIÁS

PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE SANTO ANTONIO DO DESCOBERTO/GOIÁS RECOMENDAÇÃO EXPEDIDA PELO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS A RESPEITO DA ILEGALIDADE DA IMPLANTAÇÃO DE CHÁCARAS E SÍTIOS DE RECREIO NA ZONA RURAL Santo Antônio do Descoberto 26, de agosto de 2013.

Leia mais

TRANSFERÊNCIA DE POSSE, SEM TRANSFERÊNCIA DE DOMÍNIO

TRANSFERÊNCIA DE POSSE, SEM TRANSFERÊNCIA DE DOMÍNIO TRANSFERÊNCIA DE POSSE, SEM TRANSFERÊNCIA DE DOMÍNIO O presente estudo tem o intuito de analisar e diferenciar brevemente os institutos da cessão de uso, concessão de uso e concessão de direito real de

Leia mais

César Assis & Advogados

César Assis & Advogados BRASÍLIA, 21 DE MAIO DE 2013. EXMO SR. VEREADOR CARLOS HENRIQUE PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE BAEPENDI MINAS GERAIS. SENHOR PRESIDENTE. Consulta-nos esta Casa de Leis, sobre a obrigatoriedade dos Srs.

Leia mais

ENTIDADES PARAESTATAIS

ENTIDADES PARAESTATAIS ENTIDADES PARAESTATAIS I) CONCEITO Embora não empregada na atual Constituição Federal, entidade paraestatal é expressão que se encontra não só na doutrina e na jurisprudência, como também em leis ordinárias

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014 Institui a Política de Integração e Segurança da Informação do Sistema de Cadastro Ambiental Rural e dá outras providências. A MINISTRA DE ESTADO DO

Leia mais

PARECER. 1 Gasparini, Diogenes. Direito Administrativo. 5ed. São Paulo: Saraiva, 2000. Pág.237.

PARECER. 1 Gasparini, Diogenes. Direito Administrativo. 5ed. São Paulo: Saraiva, 2000. Pág.237. PARECER Trata-se de parecer em resposta à consulta formulada pela Presidência da Câmara Municipal de sobre a constitucionalidade do instituto do acesso a cargo público. Em sua solicitação, o Presidente

Leia mais

ATOS DO PODER EXECUTIVO. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição,

ATOS DO PODER EXECUTIVO. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, ATOS DO PODER EXECUTIVO DECRETO N o 4.520, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2002 Dispõe sobre a publicação do Diário Oficial da União e do Diário da Justiça pela Imprensa Nacional da Casa Civil da Presidência da República,

Leia mais

As implicações da Medida Provisória nº 656/2014 para o adquirente de imóvel

As implicações da Medida Provisória nº 656/2014 para o adquirente de imóvel As implicações da Medida Provisória nº 656/2014 para o adquirente de imóvel Por Roberto Santos Silveiro* Com o propósito de dar maior segurança jurídica ao adquirente de imóvel, no dia 07 de novembro deste

Leia mais

NOVO CPC INTRODUZ A USUCAPIÃO EXTRAJUDICIAL NO PAÍS

NOVO CPC INTRODUZ A USUCAPIÃO EXTRAJUDICIAL NO PAÍS NOVO CPC INTRODUZ A USUCAPIÃO EXTRAJUDICIAL NO PAÍS João Pedro Lamana Paiva 1 O novo Código de Processo Civil (Lei nº 13.105, de 16.3.2015), sancionado em 16.3.2015, introduz na ordem jurídica brasileira,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CODÓ ESTADO DO MARANHÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CODÓ ESTADO DO MARANHÃO LEI Nº 1552, DE 18 DE AGOSTO DE 2011. Disciplina a dação em pagamento de obras, serviços e bem móvel como forma de extinção da obrigação tributária no Município de Codó, prevista no inciso XI do artigo

Leia mais

Edição nº 51/2015 Brasília - DF, quinta-feira, 19 de março de 2015. Corregedoria PROVIMENTO Nº 44, DE 18 DE MARÇO DE 2015. Seção I Disposições Gerais

Edição nº 51/2015 Brasília - DF, quinta-feira, 19 de março de 2015. Corregedoria PROVIMENTO Nº 44, DE 18 DE MARÇO DE 2015. Seção I Disposições Gerais Corregedoria PROVIMENTO Nº 44, DE 18 DE MARÇO DE 2015 Estabelece normas gerais para o registro da regularização fundiária urbana. Seção I Disposições Gerais Art. 1º. O processo e os atos de registro da

Leia mais

TABELA II Dos Ofícios de Registro de Imóveis

TABELA II Dos Ofícios de Registro de Imóveis TABELA II Dos Ofícios de Registro de Imóveis Tabela elaborada sob responsabilidade da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo ARISP. Em vigor a partir de 8 de janeiro de 2014. Lei 11.331,

Leia mais

INSTRUMENTO PARTICULAR DE PROMESSA DE VENDA E COMPRA DE IMÓVEL URBANO, que entre si celebram:

INSTRUMENTO PARTICULAR DE PROMESSA DE VENDA E COMPRA DE IMÓVEL URBANO, que entre si celebram: INSTRUMENTO PARTICULAR DE PROMESSA DE VENDA E COMPRA DE IMÓVEL URBANO, que entre si celebram: I - de um lado, na qualidade de Promitente VENDEDORA, a FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL DO BANCO ECONÔMICO S/A-ECOS,

Leia mais

MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR

MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR MED. CAUT. EM AÇÃO CAUTELAR 1.406-9 SÃO PAULO RELATOR : MIN. GILMAR MENDES REQUERENTE(S) : PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA REQUERIDO(A/S) : UNIÃO ADVOGADO(A/S) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO REQUERIDO(A/S) :

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Vistos, relatados e discutidos estes autos de RECURSO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Vistos, relatados e discutidos estes autos de RECURSO ACÓRDÃO ^SSS^ AC TGISTRADO(A)SOBN -- iriümpiii *00727314* Vistos, relatados e discutidos estes autos de RECURSO EX-OFICIO n 114.385-0/2-00, da Comarca de ITAPETININGA, em que é recorrente JUÍZO "EX OFFICIO",

Leia mais

A Constituição Federal, em seu art. 5º, LXXVI, confere a gratuidade do registro civil de nascimento aos reconhecidamente pobres.

A Constituição Federal, em seu art. 5º, LXXVI, confere a gratuidade do registro civil de nascimento aos reconhecidamente pobres. PROCEDIMENTO DE CONTROLE ADMINISTRATIVO CONVERTIDO EM PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS. REGISTRO DE NASCIMENTO. AVERBAÇÃO DE PATERNIDADE RECONHECIDA VOLUNTARIAMENTE. GRATUIDADE. AUSÊNCIA DE PREVISÃO LEGAL. A Constituição

Leia mais

CRÉDITO RURAL, TÍTULOS DE CRÉDITO RURAL E ENFOQUES (outubro de 2005)

CRÉDITO RURAL, TÍTULOS DE CRÉDITO RURAL E ENFOQUES (outubro de 2005) CRÉDITO RURAL, TÍTULOS DE CRÉDITO RURAL E ENFOQUES (outubro de 2005) Prof. Arnaldo Goldemberg[i] SUMÁRIO 1. Introdução 2. Crédito Rural 2.1. Objetivos do Crédito Rural 2.2. Aplicações do Crédito Rural

Leia mais

APELAÇÃO CÍVEL COM REVISÃO n 541.479-4/5-00, da Comarca de. LIMEIRA, em que são apelantes e reciprocamente apelados RIO

APELAÇÃO CÍVEL COM REVISÃO n 541.479-4/5-00, da Comarca de. LIMEIRA, em que são apelantes e reciprocamente apelados RIO f PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÒRDÃO/DECISAOMONOCRATICA ACÓRDÃO REGISTRADO(A) SOB N Vistos, relatados e discutidos estes autos de APELAÇÃO CÍVEL COM REVISÃO n 541.479-4/5-00, da

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 342, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 342, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 342, DE 2015 Altera o Decreto-Lei nº 1.876, de 15 de julho de 1981, e o Decreto-Lei nº 2.398, de 21 de dezembro de 1987, para isentar da cobrança de laudêmio, foro e taxa de

Leia mais

RECOMENDAÇÃO n.º 05/2014

RECOMENDAÇÃO n.º 05/2014 MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA BAHIA Inquérito Civil Público Autos n.º 1.14.000.001665/2012-31 RECOMENDAÇÃO n.º 05/2014 NO ESTADO DE DIREITO GOVERNAM AS LEIS E NÃO OS HOMENS. VIGE

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS 5ªP OMOTORIA D E JUST I Ç A D E T R I N D A D E

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS 5ªP OMOTORIA D E JUST I Ç A D E T R I N D A D E Autos Notícia de Fato (Registro nº 201500292358) À Sua Excelência o Senhor JÂNIO CARLOS ALVES FREIRE Prefeito Municipal de Trindade GO RECOMENDAÇÃO nº 02/2015 O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS, por

Leia mais

RELATÓRIO. TRF/fls. E:\acordaos\200381000251972_20080211.doc

RELATÓRIO. TRF/fls. E:\acordaos\200381000251972_20080211.doc *AMS 99.905-CE (2003.81.00.025197-2) APTE: INSS-INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL ADV/PROC: PROCURADORIA REPRESENTANTE DA ENTIDADE APDO: LAR ANTÔNIO DE PÁDUA ADV/PROC: LEONARDO AZEVEDO PINHEIRO BORGES

Leia mais

LEI N. 1.382, DE 5 DE MARÇO DE 2001. Dispõe sobre as terras públicas do Estado do Acre e dá outras providências. GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

LEI N. 1.382, DE 5 DE MARÇO DE 2001. Dispõe sobre as terras públicas do Estado do Acre e dá outras providências. GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 1.382, DE 5 DE MARÇO DE 2001 D.O.E. N. 7.985, de 12.3.2001 EMENTA: "Dispõe sobre as terras públicas do Estado do Acre, e dá outras providências." ORIGEM: Projeto de Lei n. 1/2001 AUTORIA: PODER

Leia mais

Estado de Mato Grosso do Sul Poder Judiciário Corregedoria-Geral de Justiça Gabinete Juiz Auxiliar

Estado de Mato Grosso do Sul Poder Judiciário Corregedoria-Geral de Justiça Gabinete Juiz Auxiliar Estado de Mato Grosso do Sul Poder Judiciário Corregedoria-Geral de Justiça Gabinete Juiz Auxiliar Consulta nº 126.122.0010/2007 Consulente: Francisco Mecchi Neto CONSULTA CONDICIONAMENTO DO REGISTRO À

Leia mais

ARTIGO: O direito à saúde e a judicialização da política

ARTIGO: O direito à saúde e a judicialização da política ARTIGO: O direito à saúde e a judicialização da política Carlos Roberto Pegoretti Júnior 1 RESUMO: Os entes políticos, por vezes, encontram-se no pólo passivo de demandas judiciais referentes à entrega

Leia mais

Quem pode desapropriar e quem pode executar a desapropriação

Quem pode desapropriar e quem pode executar a desapropriação Capítulo I Quem pode desapropriar e quem pode executar a desapropriação Desapropriação é o termo jurídico que indica ato, emanado do poder público, do qual resulta a resolução do domínio do titular sobre

Leia mais

TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA Nº 001/2013

TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA Nº 001/2013 TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA Nº 001/2013 O MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS, por meio da Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão e da 2ª Promotoria de Justiça de Delitos de

Leia mais

ANEXO I DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE AÇÃO JUDICIAL

ANEXO I DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE AÇÃO JUDICIAL ANEXO I DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE AÇÃO JUDICIAL (razão social do devedor), com inscrição no CNPJ nº, devidamente representada por (nome e qualificação do representante), DECLARA, para os fins da RN

Leia mais

TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA Nº 30 /2014

TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA Nº 30 /2014 TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA Nº 30 /2014 INQUÉRITO CIVIL Nº 003.0.27816/2014 O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, por intermédio da Promotora de Justiça que, abaixo, subscreve, com fulcro no quanto

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SPA Nº 02/2011 Versão: 01 Publicação: DJE nº de / /2012 Unidade Responsável: Departamento de Material e Patrimônio - DMP I FINALIDADE Dispor sobre os procedimentos

Leia mais

Incorporação Imobiliária

Incorporação Imobiliária Incorporação Imobiliária Lei nº 4.591, de 16 de dezembro de 1964 Incorporação Imobiliária Incorporação imobiliária é a atividade exercida pela pessoa física ou jurídica, empresário ou não que se compromete

Leia mais

PROGRAMA ESTADUAL DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA LAR LEGAL

PROGRAMA ESTADUAL DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA LAR LEGAL Governo de Santa Catarina Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação PROGRAMA ESTADUAL DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA LAR LEGAL Florianópolis REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA DE ASSENTAMENTOS

Leia mais

20/04/2005 TRIBUNAL PLENO V O T O. Senhor Presidente, que a requisição de bens e/ou serviços, nos

20/04/2005 TRIBUNAL PLENO V O T O. Senhor Presidente, que a requisição de bens e/ou serviços, nos 20/04/2005 TRIBUNAL PLENO MANDADO DE SEGURANÇA 25.295-2 DISTRITO FEDERAL V O T O O SENHOR MINISTRO CELSO DE MELLO: Ninguém ignora, Senhor Presidente, que a requisição de bens e/ou serviços, nos termos

Leia mais

DIREITO PÚBLICO E DIREITO PRIVADO

DIREITO PÚBLICO E DIREITO PRIVADO DIREITO PÚBLICO E DIREITO PRIVADO DIREITO É UNO E INDIVISÍVEL, contudo sua divisão em direito público e privado é aceita por ser útil e necessária, não só sob o prisma da ciência do direito, mas também

Leia mais

PROPONENTE: CONSELHEIRO WALTER DE AGRA JÚNIOR- PRESIDENTE DA COMISSÃO DA INFÂNCIA E JUVENTUDE JUSTIFICATIVA

PROPONENTE: CONSELHEIRO WALTER DE AGRA JÚNIOR- PRESIDENTE DA COMISSÃO DA INFÂNCIA E JUVENTUDE JUSTIFICATIVA PROPOSTA DE RECOMENDAÇÃO PROPONENTE: CONSELHEIRO WALTER DE AGRA JÚNIOR- PRESIDENTE DA COMISSÃO DA INFÂNCIA E JUVENTUDE JUSTIFICATIVA A Recomendação ora apresentada se faz necessária para que o Ministério

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Desembargador Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo.

Excelentíssimo Senhor Desembargador Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo. Excelentíssimo Senhor Desembargador Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo. Doutor Manoel Alves Rabelo SINDIJUDICIÁRIO/ES - SINDICATO DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO NO

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 004/2012/GT PROJETOS DE LEI E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL/COMITE DE MEIO AMBIENTE CMA

NOTA TÉCNICA Nº 004/2012/GT PROJETOS DE LEI E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL/COMITE DE MEIO AMBIENTE CMA NOTA TÉCNICA Nº 004/2012/GT PROJETOS DE LEI E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL/COMITE DE MEIO AMBIENTE CMA São Paulo, 17 de outubro de 2012. 1. Referência A presente Nota Técnica nº 004/2012/GT tem por objetivo proceder

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB PADRÃO DE RESPOSTAS PEÇA PROFISSIONAL Felipe das Neves, 20 anos, portador de grave deficiência mental, vem procurá-lo, juntamente com seu pai e responsável, eis que pretendeu adquirir um carro, para ser

Leia mais

Responsabilidade dos bancos por riscos/danos ambientais Demarest & Almeida Advogados Associados

Responsabilidade dos bancos por riscos/danos ambientais Demarest & Almeida Advogados Associados Responsabilidade dos bancos por riscos/danos ambientais Demarest & Almeida Advogados Associados São Paulo, 17 de maio de 2012 I. Apresentação II. Legislação Federal Básica III. Responsabilidade Ambiental

Leia mais

PROCESSO - TC-2938/2005 INTERESSADO - SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE ALEGRE ASSUNTO - CONSULTA

PROCESSO - TC-2938/2005 INTERESSADO - SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE ALEGRE ASSUNTO - CONSULTA PROCESSO - TC-2938/2005 INTERESSADO - SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE ALEGRE ASSUNTO - CONSULTA REPASSE DE RECURSOS FINANCEIROS POR AUTARQUIA MUNICIPAL À PREFEITURA PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇOS DE SUA

Leia mais

Direito & Cotidiano Diário dos estudantes, profissionais e curiosos do Direito. http://direitoecotidiano.wordpress.

Direito & Cotidiano Diário dos estudantes, profissionais e curiosos do Direito. http://direitoecotidiano.wordpress. Direito & Cotidiano Diário dos estudantes, profissionais e curiosos do Direito. http://direitoecotidiano.wordpress.com/ Rafael Adachi PRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO Supremacia do Interesse Público

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 4.947, DE 6 DE ABRIL DE 1966. (Vide Lei nº 871, de 1999) (Vide lei nº 10.164, de 2000) Fixa Normas de Direito Agrário, Dispõe

Leia mais

ALMEIDA GUILHERME Advogados Associados

ALMEIDA GUILHERME Advogados Associados DIREITO DE PENSÃO ALIMENTÍCIA AOS FILHOS MAIORES DE IDADE por Priscilla Bitar D Onofrio Sócia de Almeida Guilherme Advogados e Natalia Barbieri Bortolin Membro de Almeida Guilherme Advogados SUMÁRIO: I.

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo Registro: 2011.0000154119 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 9144977-64.2002.8.26.0000, da Comarca de Mairiporã, em que são

Leia mais

PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1.786 DE 24/04/98. LEI Nº 197 DE 08 DE ABRIL DE 1998

PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1.786 DE 24/04/98. LEI Nº 197 DE 08 DE ABRIL DE 1998 PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1.786 DE 24/04/98. LEI Nº 197 DE 08 DE ABRIL DE 1998 Dispõe sobre as terras de domínio do Estado de Roraima e sua atuação no processo de Reforma Agrária, Regularização Fundiária

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 07/09-4ª CCR/MPF, 01 DE JULHO DE 2009.

RECOMENDAÇÃO N.º 07/09-4ª CCR/MPF, 01 DE JULHO DE 2009. MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4 a CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO MEIO AMBIENTE E PATRIMÔNIO CULTURAL RECOMENDAÇÃO N.º 07/09-4ª CCR/MPF, 01 DE JULHO DE 2009. O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, pela Subprocuradora

Leia mais

I iimi mil mil um um um um um mi mi

I iimi mil mil um um um um um mi mi TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRATICA REGISTRADO(A) SOB N I iimi mil mil um um um um um mi mi *02886388* Vistos, relatados e discutidos estes

Leia mais

PORTARIA Nº, DE xx DE xxxxx DE 2009

PORTARIA Nº, DE xx DE xxxxx DE 2009 MINISTÉRIO DAS CIDADES PORTARIA Nº, DE xx DE xxxxx DE 2009 Diretrizes para a criação, instituição e atualização do Cadastro Territorial Multifinalitário (CTM) nos municípios brasileiros. O MINISTRO DE

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No-328, DE 22 DE ABRIL DE 2013

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No-328, DE 22 DE ABRIL DE 2013 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No-328, DE 22 DE ABRIL DE 2013 Altera a Resolução Normativa - RN 4, de 19 de abril de 2002, que dispõe sobre o parcelamento de débitos tributários e não tributários para com a

Leia mais

A PROMULGAÇÃO DE LEI DECORRENTE DE SANÇÃO TÁCITA

A PROMULGAÇÃO DE LEI DECORRENTE DE SANÇÃO TÁCITA A PROMULGAÇÃO DE LEI DECORRENTE DE SANÇÃO TÁCITA Antônio José Calhau de Resende Consultor da Assembléia Legislativa Lei decorrente de sanção tácita. Ausência de promulgação pelo Chefe do Poder Executivo

Leia mais

DECRETO FEDERAL N 1.282, DE 19 DE OUTUBRO DE 1994 Regulamenta os arts. 15, 19, 20 e 21 da Lei n 4.771, de 15 de setembro de 1965, e dá outras

DECRETO FEDERAL N 1.282, DE 19 DE OUTUBRO DE 1994 Regulamenta os arts. 15, 19, 20 e 21 da Lei n 4.771, de 15 de setembro de 1965, e dá outras DECRETO FEDERAL N 1.282, DE 19 DE OUTUBRO DE 1994 Regulamenta os arts. 15, 19, 20 e 21 da Lei n 4.771, de 15 de setembro de 1965, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º DE DE 2015. O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (CNJ), no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLUÇÃO N.º DE DE 2015. O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (CNJ), no uso de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO N.º DE DE 2015 Regula o procedimento a ser adotado nas medidas assecuratórias em matéria processual-penal e as providências a serem adotadas quando decretada a perda de bens móveis ou imóveis

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo fls. 327 Registro: 2015.0000232987 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 1091097-70.2014.8.26.0100, da Comarca de, em que é apelante CLAUDIO GUERREIRO, são apelados ALTA GRACIA

Leia mais

RESUMO DA TABELA DE EMOLUMENTOS E TFJ DE 2015 EM VIGOR PARA ATOS PRATICADOS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015

RESUMO DA TABELA DE EMOLUMENTOS E TFJ DE 2015 EM VIGOR PARA ATOS PRATICADOS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015 RESUMO DA TABELA DE EMOLUMENTOS E TFJ DE 2015 EM VIGOR PARA ATOS PRATICADOS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015 1- ATOS DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS VALORES EM R$ ATO VALORES TOTAL BUSCA (POR PERÍODO

Leia mais

Modelo de estatuto de Associação

Modelo de estatuto de Associação Modelo de estatuto de Associação CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, FINS E DURAÇÃO Art. 1º. A Associação... é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa

Leia mais

Estabelece diretrizes socioambientais relativas ao processo de crédito do Itaú Unibanco para empresas.

Estabelece diretrizes socioambientais relativas ao processo de crédito do Itaú Unibanco para empresas. RISCO SOCIOAMBIENTAL Estabelece diretrizes socioambientais relativas ao processo de crédito do Itaú Unibanco para empresas. 1. OBJETIVO Formalizar os critérios socioambientais que são adotados pelo Itaú

Leia mais

PROGRAMA COMPROU, GANHOU MÓVEIS PLANEJADOS - VERDE MORUMBI

PROGRAMA COMPROU, GANHOU MÓVEIS PLANEJADOS - VERDE MORUMBI PROGRAMA COMPROU, GANHOU MÓVEIS PLANEJADOS - VERDE MORUMBI REALIZADORA BONNAIRE RESIDENCIAL EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A., sociedade por ações, inscrita no CNPJ sob n. 09.259.333/0001-04, com seus

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE ALTA FLORESTA 6ª VARA. Vistos.

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE ALTA FLORESTA 6ª VARA. Vistos. Autos n.º 3022-48.2012.811.0007. Código nº 101526. Ação de Obrigação de Fazer. Vistos. Trata-se de ação nominada Ação Cominatória de Obrigação de Fazer com pedido expresso de tutela de urgência interposta

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Registro: 2015.0000379206 ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Registro: 2015.0000379206 ACÓRDÃO fls. 143 Registro: 2015.0000379206 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento nº 2064455-18.2015.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é agravante VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA

Leia mais

PROCESSO - TC-2216/2003 INTERESSADO - CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA TERESA ASSUNTO - CONSULTA

PROCESSO - TC-2216/2003 INTERESSADO - CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA TERESA ASSUNTO - CONSULTA PROCESSO - TC-2216/2003 INTERESSADO - CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA TERESA ASSUNTO - CONSULTA TELEFONIA CELULAR CONTRATAÇÃO PELO PODER LEGISLATIVO DE OPERADORA PARA ATENDER AOS VEREADORES, SERVIDORES E SEUS

Leia mais

A (in) dispensabilidade da presença do advogado no processo admnistrativo disciplinar

A (in) dispensabilidade da presença do advogado no processo admnistrativo disciplinar A (in) dispensabilidade da presença do advogado no processo admnistrativo disciplinar Igor de Carvalho Leal Campagnolli Advogado, Graduado em Direito pelo Centro Universitário de Educação Superior do Amazonas

Leia mais

Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011.

Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011. Nota Técnica n 01/2011 Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011. Obrigatoriedade. 1. No dia 03.05.2011 o

Leia mais

DIGNISSIMO SENHOR DOUTOR PROMOTOR DE JUSTIÇA DO MEIO AMBIENTE DA COMARCA DE LIMEIRA/SP.

DIGNISSIMO SENHOR DOUTOR PROMOTOR DE JUSTIÇA DO MEIO AMBIENTE DA COMARCA DE LIMEIRA/SP. DIGNISSIMO SENHOR DOUTOR PROMOTOR DE JUSTIÇA DO MEIO AMBIENTE DA COMARCA DE LIMEIRA/SP. Inquérito Civil n 021/06 ASSOCIAÇÃO DE DEFESA E PROTEÇÃO DOS DIREITOS DO CIDADÃO ONG DEFENDE associação constituída

Leia mais

i nu mu mu um um um mi um mi mi *C)^Ã.nf : \RR~7*

i nu mu mu um um um mi um mi mi *C)^Ã.nf : \RR~7* TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA REGISTRADO(A) SOB N i nu mu mu um um um mi um mi mi *C)^Ã.nf : \RR~7* Vistos, relatados e discutidos

Leia mais

RECOMENDAÇÃO 002/2011

RECOMENDAÇÃO 002/2011 RECOMENDAÇÃO 002/2011 OFÍCIO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO E SOCIAL O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, por intermédio do Procurador da República signatário, no uso de suas atribuições legais e constitucionais, com

Leia mais

ORIGEM DATA DE EMISSÃO ENTRADA EM VIGOR PÁGINA DIRETORIA EXECUTIVA 31/07/2015 31/07/2015 1 / 5

ORIGEM DATA DE EMISSÃO ENTRADA EM VIGOR PÁGINA DIRETORIA EXECUTIVA 31/07/2015 31/07/2015 1 / 5 DIRETORIA EXECUTIVA 31/07/2015 31/07/2015 1 / 5 Assunto: ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DIVERSOS RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Estabelece diretrizes socioambientais relativas ao processo de crédito do Banco

Leia mais

1. O que é procuração?

1. O que é procuração? Procuração Pública Plano de aula: 1. O que é procuração? 2. Forma Pública 3. Identidade e Capacidade 4. Pessoas Jurídicas 5. Poderes Gerais x Especiais 6. Ad judicia x Ad negotia 7. Substabelecimento 8.

Leia mais

SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR

SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR Consiste na forma como as diferentes Pessoas Jurídicas atuam no desenvolvimento de atividades econômicas e sociais no âmbito da sociedade. De acordo com o

Leia mais

PROCESSO N.º 1629/12 PROTOCOLO N.º 5.674.146-1 PARECER CEE/CP N.º 03/12 APROVADO EM 05/10/12

PROCESSO N.º 1629/12 PROTOCOLO N.º 5.674.146-1 PARECER CEE/CP N.º 03/12 APROVADO EM 05/10/12 PROTOCOLO N.º 5.674.146-1 PARECER CEE/CP N.º 03/12 APROVADO EM 05/10/12 CONSELHO PLENO INTERESSADA: UNIÃO NACIONAL DOS DIRIGENTES MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO - UNDIME/PR MUNICÍPIO: CURITIBA ASSUNTO: Consulta

Leia mais

Licenciamento Ambiental

Licenciamento Ambiental Conceito Licenciamento Ambiental Procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras

Leia mais

OS DIREITOS REAIS E A LEI 11.481/2007

OS DIREITOS REAIS E A LEI 11.481/2007 OS DIREITOS REAIS E A LEI 11.481/2007 Professor Mestre Washington Carlos de Almeida 1 Professor da Faculdade de Direito - UPM A sociedade, tal como a conhecemos atualmente sempre foi marcada por uma complexa

Leia mais

5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o

5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o 5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS AVENÇAS PARTES CONTRATANTES COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o n.... e no RG sob o n...., residente

Leia mais

FICHA TÉCNICA PROGRAMA DE DEFESA DA MATA ATLÂNTICA ALINHAMENTO ESTRATÉGICO OBJETIVO ESTRATÉGICO ESTRATÉGIA INICIATIVA ESTRATÉGICA

FICHA TÉCNICA PROGRAMA DE DEFESA DA MATA ATLÂNTICA ALINHAMENTO ESTRATÉGICO OBJETIVO ESTRATÉGICO ESTRATÉGIA INICIATIVA ESTRATÉGICA FICHA TÉCNICA PROGRAMA DE DEFESA DA MATA ATLÂNTICA ALINHAMENTO ESTRATÉGICO OBJETIVO ESTRATÉGICO ESTRATÉGIA INICIATIVA ESTRATÉGICA Promover a Defesa do Meio Ambiente Aperfeiçoar e estruturar a atuação do

Leia mais

PROJETO DE LEI N. 033/2009.

PROJETO DE LEI N. 033/2009. PROJETO DE LEI N. 033/2009. Autoriza o Poder Executivo a doar com encargo terreno público ao Estado de São Paulo. Artigo 1º - Fica autorizado o Poder Executivo, a doar ao Estado de São Paulo o imóvel de

Leia mais

PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DO DIREITO ADMINISTRATIVO. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DO DIREITO ADMINISTRATIVO. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DO DIREITO ADMINISTRATIVO Objetivos O presente curso tem por objetivo apresentar os princípios constitucionais do Direito Administrativo iniciando-se com um breve relato sobre

Leia mais

www.estudodeadministrativo.com.br

www.estudodeadministrativo.com.br DIREITO ADMINISTRATIVO RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO I - CONCEITO - A responsabilidade civil se traduz na obrigação de reparar danos patrimoniais, sendo que com base em tal premissa podemos afirmar

Leia mais

CAPÍTULO III Da Fiscalização das Fundações e Associações

CAPÍTULO III Da Fiscalização das Fundações e Associações CAPÍTULO III Da Fiscalização das Fundações e Associações Art. 186. O Ministério Público, no exercício de sua atribuição fiscalizatória das fundações, 1 exerce atividade administrativa e judicial. Art.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE TEOFILÂNDIA ESTADO DA BAHIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE TEOFILÂNDIA ESTADO DA BAHIA Processo n.º 170/2015 PREFEITURA MUNICIPAL DE TEOFILÂNDIA Referência: Pregão n.º 009/2015 Assunto: Impugnação aos Termos do Edital DECISÃO Trata-se de IMPUGNAÇÃO AO EDITAL interposta pela empresa PLUS

Leia mais

Direito Urbanístico Aplicado: A Regularização Fundiária

Direito Urbanístico Aplicado: A Regularização Fundiária Direito Urbanístico Aplicado: A Regularização Fundiária Pós-Graduação em Direito Registral Imobiliário com ênfase em Direito Notarial Escola SuperiorVerbo Jurídico Dra. Andrea Vizzotto Efeitos da expansão

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO ESQUEMATIZADO INSS FCC

DIREITO ADMINISTRATIVO ESQUEMATIZADO INSS FCC CARGOS: Técnico do INSS www.beabadoconcurso.com.br TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. - 1 - APOSTILA ESQUEMATIZADA SUMÁRIO UNIDADE 1 Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União (Lei n 8.112/90) 1.1

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 Estabelece normas de organização e de apresentação dos relatórios de gestão e das peças complementares que constituirão os processos de contas

Leia mais

Processo seletivo vestibular nas universidades e faculdades particulares e a nova LDB (Lei 9.394/96)

Processo seletivo vestibular nas universidades e faculdades particulares e a nova LDB (Lei 9.394/96) Processo seletivo vestibular nas universidades e faculdades particulares e a nova LDB (Lei 9.394/96) Fernando José Araújo Ferreira Procurador da República no Paraná Recentemente o Ministério Público Federal

Leia mais

Inscrição de dependente em assentamentos funcionais. Referência: Processo Administrativo nº 10530.001247/2009-55

Inscrição de dependente em assentamentos funcionais. Referência: Processo Administrativo nº 10530.001247/2009-55 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Recursos Humanos Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais Coordenação-Geral de Elaboração, Sistematização e Aplicação das Normas NOTA

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL, DE 18 DE SETEMBRO DE 1946

CONSTITUIÇÃO DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL, DE 18 DE SETEMBRO DE 1946 CONSTITUIÇÃO DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL, DE 18 DE SETEMBRO DE 1946 Art 5º - Compete à União: TÍTULO I Da Organização Federal CAPÍTULO I Disposições Preliminares IX - fiscalizar as operações de estabelecimentos

Leia mais

PROVIMENTO Nº 20, DE 09 DE OUTUBRO DE 2013. O CORREGEDOR GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PROVIMENTO Nº 20, DE 09 DE OUTUBRO DE 2013. O CORREGEDOR GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PROVIMENTO Nº 20, DE 09 DE OUTUBRO DE 2013. Institui a emissão de Certidões Judiciais Cíveis e Criminais, inclusive por meio eletrônico, no âmbito da 1ª Instância do Poder Judiciário do Estado de Alagoas

Leia mais

FLAUZILINO ARAÚJO DOS SANTOS Primeiro Oficial de Registro de Imóveis da Comarca de São Paulo, Capital

FLAUZILINO ARAÚJO DOS SANTOS Primeiro Oficial de Registro de Imóveis da Comarca de São Paulo, Capital ADEMAR FIORANELLI Oficial do 7º Registro de Imóveis da Capital de São Paulo. Integra o Conselho de Ética e na Coordenação de Jurisprudência do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil IRIB FLAUZILINO

Leia mais