LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA...

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1 25 de julho de 2012 Moore Stephens Edição Diária ÍNDICE LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA... 2 Receita admite que empresas estão deixando de pagar tributos (O Estado de S. Paulo)... 2 Arrecadação federal cai 6,5% em junho, apesar de desempenho da Previdência (Valor Econômico)... 2 Estados terão compensação para cortar ICMS da energia (Valor Econômico)... 2 PEC institui regime de cobrança unificada de tributos de mesma base (Agência Câmara)... 3 Projeto estende direito a lucro presumido para optantes pelo Refis (Agência Câmara)... 4 Fisco veta crédito em seguro de transporte (DCI-SP)... 4 Governo estuda prorrogar IPI reduzido para carros (Valor Econômico)... 5 RECURSOS HUMANOS / TRABALHISTA... 5 GFIP: Receita federal disponibiliza novo serviço no portal e-cac (Sescon-SP)... 5 Caixa começa a pagar hoje benefícios do PIS (FISCOsoft)... 5 Justiça aceita a penhora de PGBL e VGBL de devedores (Valor Econômico)... 6 Dez dicas para circular com destreza pelos labirintos corporativos (Canal Executivo)... 7 CONTABILIDADE / AUDITORIA... 8 IFAC disponibiliza resultados da pesquisa sobre problemas atuais enfrentados pelas firmas de auditoria (Ibracon)... 8 Modelo Contábil para Microempresas e Empresas de Pequeno Porte foi submetido à audiência pública (Ibracon)... 8 A importância da controladoria (Portal de Contabilidade)... 8 OUTROS ASSUNTOS... 9 Banco Central institui censo anual de capitais estrangeiros (Azevedo Sette Advogados)... 9 Estoque de dólar recua e BC pode ter de vender moeda à vista (Valor Econômico) Crédito imobiliário avança sem medo da escassez de recursos (Valor Econômico) Com dólar em alta, despesas dos brasileiros no exterior recuam 10% (O Globo) Lucro de bancos cai pela primeira vez em 10 anos (O Globo) Pontualidade de pagamento das empresas avança em junho (Brasil Econômico) Sobre a Moore Stephens Auditores e Consultores A Moore Stephens é uma das maiores redes de auditoria, consultoria e outsourcing contábil do mundo. A empresa é formada por aproximadamente 630 escritórios e está presente em mais de 100 países. Está entre as 12 maiores posições no ranking mundial, com faturamento anual de mais de US$ 2 bilhões. A Moore Stephens Auditores e Consultores presta serviços em auditoria, consultoria tributária e empresarial, tecnologia de informação, outsourcing de serviços contábeis, tributários e administrativos, e corporate finance. Há ainda determinadas divisões, com estruturas próprias, criadas para atendimento de interesses específicos, como a Divisão de Auditoria Interna e a Divisão de Small Business, entre outras. Fale com a Moore Stephens: Siga-nos nas redes sociais: Facebook: Twitter: Linkedin: Blog: SlideShare: Youtube:

2 Moore Stephens MS News - Abril de 2012 LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA A queda da receita administrada pela Receita Federal em junho em comparação com o mesmo mês do ano passado, decorreu da baixa arrecadação do governo com Receita admite que empresas estão deixando de pagar o chamado Refis da Crise, da queda da lucratividade das tributos empresas e da retração da produção industrial. Segundo Zayda Manatta, empresas estão apresentando balanço de suspensão ou redução do recolhimento de IRPJ e CSLL, o que é previsto na legislação A secretária-adjunta da Receita Federal, Zayda Manatta, admitiu que o Fisco identificou que empresas estão deixando de recolher o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Segundo ela, essas empresas estão apresentando balanço de suspensão ou redução do recolhimento dos dois tributos, o que é previsto na legislação. A Receita, de acordo com a secretária, vai acompanhar de perto esse movimento para verificar os dados apresentados pelas empresas. Esse movimento foi observado com os dados da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), entregue pelas empresas em abril. Depois de apresentar um resultado positivo em 2011, Zayda admitiu que a lucratividade das empresas em 2012 afetou a arrecadação do IRPJ e da CSLL. Segundo Marcelo Gomide, coordenador de Previsão e Análise da Receita, a redução da lucratividade das empresas em 2012 em relação ao ano de 2011 ficou mais evidenciada depois da análise dos dados da arrecadação do IRPJ e da CSLL de abril a junho, que não conta com ajustes feitos no primeiro trimestre. Pelos dados, a arrecadação desses dois tributos apresentou uma redução de R$ 4 bilhões, ou 17,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Fonte: O Estado de S. Paulo (). Arrecadação federal cai 6,5% em junho, apesar de desempenho da Previdência A receita tributária federal em junho foi de R$ 81,1 bilhões, contra R$ 82,7 bilhões em igual mês do ano passado, o que representou uma redução nominal de 1,96% e real de 6,55% (atualizada pelo IPCA). A queda da arrecadação administrada pela Receita Federal (que exclui a arrecadação previdenciária) foi ainda maior, de 7,06% nominal e de 11,41% em termos reais. Como a receita previdenciária e as taxas recolhidas pelos demais órgãos públicos cresceram mais que os tributos administrados pela Receita, elas melhoraram o resultado total. O bom desempenho da arrecadação da Previdência decorreu, fundamentalmente, do forte crescimento da massa salarial, turbinada pelo aumento continuado do emprego e da renda do trabalhador. Em junho de 2011, foram arrecadados R$ 6,7 bilhões com o Refis da Crise, receita extraordinária que não se repetiu este ano. No mês passado, a parcela do Refis recolhida foi de apenas R$ 1,2 bilhão. Excluindo essa receita extraordinária do ano passado, não houve queda nominal da arrecadação e a real foi de pouco mais de 2%. A perda de lucros fica clara, segundo nota do Fisco, na arrecadação da CSLL e do IR da Pessoa Jurídica obrigadas a apuração pelo lucro real (estimativa mensal e balanço trimestral), "A arrecadação desses dois tributos, referente a esse grupo de contribuintes, apresentou uma redução real (atualizada pelo IPCA) de R$ 4 bilhões ou menos 17,3% em relação a igual período de 2011", diz a nota. As desonerações feitas pelo governo desde o fim do ano passado também influenciaram no resultado. O caso mais significativo foi o da redução da Cide-Combustíveis, que só em junho teve queda de 45,5% na arrecadação. Houve também queda de 73,7% na receita do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre os automóveis, pela redução das alíquotas do imposto. A receita administrada pela RFB ainda apresentou um pequeno crescimento, em termos reais, de janeiro a junho deste ano, de 1,12%. No mesmo período, a receita tributária total da União, incluindo a arrecadação do INSS e dos demais órgãos federais, cresceu 3,66% em termos reais. Para a secretária-adjunta da Receita Federal, Zayda Manatta, o crescimento da arrecadação este ano deverá ser de 3,5% a 4%, em termos reais, e não os 5% imaginados originalmente. Ela disse que trabalha-se, agora, com 3% de crescimento do PIB, embora o Banco Central estime apenas 2,5%. O que vem sustentando a arrecadação federal neste ano, segundo dados do relatório do Fisco, é o recolhimento de impostos relacionados ao mercado de trabalho, como as receitas previdenciárias e as incidentes sobre as importações. Os demais tributos, como IPI, Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e Cide, alvos de cortes em suas alíquotas como forma de estimular determinados segmentos da economia, vêm apresentando quedas. Fonte: Valor Econômico (). Estados terão compensação para cortar ICMS da energia A presidente Dilma Rousseff pretende convencer os governadores a aderir à redução da tributação do ICMS sobre energia elétrica - tal como o governo federal fará 2

3 Moore Stephens com o PIS/Cofins - mediante proposta que atenderia a MS News - Abril de 2012 Pela proposta, os tributos sobre a produção e o consumo uma antiga reivindicação dos Estados: diminuição do serão cobrados em uma única guia de recolhimento, de pagamento dos serviços das dívidas estaduais que foram acordo com alíquota e base de cálculo uniformes, renegociadas no fim dos anos 90 com a União. Além definidas por lei complementar. disso, haveria a troca do indexador aplicado nesses débitos. Ao assinar os contratos de refinanciamento, os Estados concordaram com o limite de pagamento do serviço da dívida, que varia de 11,5% a 15% ao ano, conforme o caso. Há anos, os governadores pedem que esse comprometimento caia para a casa dos 9%. Reivindicam também a mudança do indexador da dívida do IGP-DI para o IPCA, desde que este, mais uma taxa fixa, não seja superior à Selic. A presidente está disposta a negociar essas alterações - que independem de mudança legal - para que os governadores ajudem o governo federal a diminuir o custo da energia para grandes consumidores em cerca de 20%. A redução da carga tributária incidente sobre a conta de energia é uma das principais medidas que o governo vai anunciar em agosto, provavelmente no dia 7, quando Dilma terá a terceira reunião deste ano com um grupo de empresários. A cobrança de impostos federais e estaduais e de uma série de encargos é responsável por cerca de 45% da fatura de energia, e essa foi uma das principais reivindicações do setor privado no primeiro encontro com a presidente, em março. De lá para cá, a presidente começou a trabalhar em novas medidas para melhorar a competitividade da indústria e incentivar os investimentos, além de desvalorização cambial e queda de juros. A alíquota do PIS/Cofins sobre a energia é de 8,5% e terá uma substancial redução. O que mais onera a conta de luz, porém, é a cobrança do ICMS. Dependendo do Estado, esse imposto supera 30%. Razão pela qual o governo quer o envolvimento dos governadores. Os encargos atuais, da Conta de Consumo de Combustível (CCC) à Luz para Todos, serão todos transferidos para o Tesouro Nacional. Associado à essa iniciativa, o governo também espera obter uma redução tarifária importante - da ordem de 10% - por ocasião da prorrogação das concessões federais do setor elétrico por mais 20 a 25 anos. Fonte: Valor Econômico (). Assim, numa única apuração, as empresas quitarão o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), a Cide-Combustíveis, a Cofins, o Imposto de Importação (II), o Imposto de Exportação (IE) e o PIS/Pasep. Da mesma forma, o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) terão cobrança unificada, pois ambos são calculados com base nos lucros das empresas. Folha de pagamento Conforme o texto, também os principais encargos sobre a folha de pagamento serão condensados em uma única cobrança, abrangendo a cota patronal para a Previdência Social, o Salário-Educação, a Contribuição Sindical, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e o INSS do trabalhador. Além dos tributos e encargos mencionados explicitamente, a proposta prevê que lei complementar poderá incluir outros que vierem a ser criados com bases de cálculo semelhantes, bem como estabelecer a unificação da cobrança de outros tributos e encargos, respeitada a semelhança entre suas bases de cálculo. Lei complementar definirá também a forma pela qual a arrecadação será distribuída entre os entes federativos, de forma a obedecer às destinações e vinculações previstas na Constituição. Além disso, a lei complementar definirá a forma como o repasse do FGTS será feito diretamente na conta do trabalhador; além da cobrança unificada sob a renda. Vantagens para o contribuinte Para cada base de incidência unificada, o contribuinte se relacionará com apenas um nível de governo, escolhido pela lei complementar, cumprindo suas obrigações acessórias apenas junto ao fisco designado, que será o responsável pelo repasse das informações para os demais entes da Federação interessados, exemplo do Supersimples Nacional, explica o autor. PEC institui regime de cobrança unificada de tributos de mesma base A Câmara analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 181/12, do deputado Irajá Abreu (PSD-TO) e outros, que institui um regime de cobrança unificada de todos os tributos que incidam sobre a mesma base tributável. Esse regime de cobrança unificada será opcional para o contribuinte. Segundo o deputado, a proposta busca aliviar os custos administrativos dos contribuintes, preservando, no entanto, as competências tributárias dos membros da Federação e as destinações para as finalidades previstas constitucionalmente. Queremos simplificar a apuração e a cobrança dos tributos, unificar guias de recolhimento, extinguir declarações, livros fiscais e contábeis redundantes, diminuir a burocracia estatal, diminuir os custos 3

4 Moore Stephens administrativos das empresas, enfim tornar nosso País MS News - Abril de 2012 não são insumos e não geram o direito a crédito de Cofins mais competitivo, complementa Irajá Abreu. e PIS. Tramitação A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania vai analisar a admissibilidade da PEC. Caso seja aprovada, a proposta será analisada por uma comissão especial e, depois, encaminhada ao Plenário para votação em dois turnos. Fonte: Agência Câmara (24/07/2012). Projeto estende direito a lucro presumido para optantes pelo Refis O Projeto de Lei 3414/12, do deputado Mauro Lopes (PMDB-MG), concede às empresas participantes do Programa de Recuperação Fiscal (Refis) o direito a optar pelo regime de tributação com base no lucro presumido por mais três anos após a quitação dos débitos. Para ter direito à opção, no entanto, o beneficiário deve estar com os impostos rigorosamente quitados. A lei que instituiu o Refis (9.964/00) concedeu a algumas empresas obrigadas a calcular os impostos com base no lucro real a opção pela declaração com base no lucro presumido durante o período de financiamento dos débitos. A opção beneficia empresas com lucro anual de até R$ 48 milhões, com lucros, rendimentos ou ganho de capital no exterior e que, no decorrer do ano-calendário, tenham efetuado pagamento mensal pelo regime de estimativa. De acordo com Mauro Lopes, passados dez anos da instituição do programa, muitos contribuintes encontramse no limiar de quitar seus débitos tributários e, com isso, é preciso pensar em uma regra que lhes permita realizar uma transição suave para o lucro real. Tramitação O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será avaliado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Agência Câmara (24/07/2012). Fisco veta crédito em seguro de transporte A Receita Federal publicou entendimento mais uma vez restringindo o conceito de insumos para aproveitamento de créditos de Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Na solução de consulta n. 112, publicada na última semana, o fisco afirmou que os seguros de cargas e dos veículos em que elas são transportadas não se enquadram como serviços aplicados ou consumidos na prestação de serviços de transporte de cargas, ou seja, O entendimento restritivo, porém, vai contra decisão do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), segundo o advogado Mauricio Barros, do Gaia, Silva, Gaede & Associados. Para ele, a solução da Receita é equivocada, pois no Brasil há um grande risco se a empresa de transportes não tiver seguro. "A atividade fica praticamente inviabilizada devido às incertezas e inseguranças que a companhia teria. O risco do negócio seria grande", afirma. A advogada Ana Carolina Barbosa, do Homero Costa Advogados, afirma que a Receita Federal possui entendimento restritivo com relação ao aproveitamento de créditos de PIS e Cofins na modalidade não cumulativa, o que traz prejuízos para as empresas que são obrigadas ao recolhimento das contribuições neste formato. "O entendimento mais presente nas respostas de consultas é o de que só dão direito a créditos os gastos com insumos aplicados ou consumidos no processo produtivo da empresa, ou na prestação de serviços", explica. Segundo ela, o Carf já tem decisões baseadas na essencialidade do insumo para a atividade da empresa. Mauricio Barros acrescenta que o Superior Tribunal de Justiça (STJ), comandado pelo ministro Ari Pargendler, possui entendimentos menos restritivos. Ana Carolina destaca ainda o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que também repudia as soluções de consultas restritivas e já concedeu várias decisões permitindo o aproveitamento de créditos. Neste ano, diversas soluções do fisco restringiram o crédito de PIS e Cofins. Em março, a Receita negou o benefício na aquisição de materiais usados em procedimentos ligados ao controle de qualidade. Em 2010, no entanto, o STJ já autorizou o crédito de PIS e Cofins com despesas relativas à preservação das características do produto até sua entrega ao comprador. Em abril, a Receita condicionou a aprovação de créditos de PIS e Cofins ao fato de as partes e peças de reposição não estejam obrigadas a serem incluídas no ativo imobilizado das empresas. Mauricio Barros afirma que a posição restritiva da Receita tende a persistir. "Mas é possível discutir as autuações na Justiça, pois há base e argumentos seguros", diz. Também na última semana, o fisco publicou a solução de consulta n. 98, mas essa em linha com a jurisprudência dos tribunais. A Receita admitiu o desconto, por pessoa jurídica fabricante de bobinas de madeira (para embalagem de fios e cabos elétricos) destinadas à venda, de créditos de PIS e Cofins relativos à prestação do serviço de corte e baldeio de toras de madeira, uma vez que o serviço é aplicado ou consumido na fabricação das bobinas. 4

5 Moore Stephens Ainda foi admitido o desconto, por pessoa jurídica que MS News - Abril de 2012 acelerado, por conta do 13º salário. Além disso, as adquire serviços de frete internacional para a exportação montadoras aproveitariam para se adequar às regras do de seus produtos, de créditos de PIS e Cofins relativos ao novo regime automotivo, que entra em vigor em janeiro de frete na operação de venda, na condição de que suporte o O novo regime condiciona redução no IPI à ônus correspondente. "Nesses casos, o fisco enxergou o utilização de partes e peças nacionais e ao investimento processo produtivo das empresas", afirma Barros. em pesquisa e inovação. Fonte: DCI SP (). Fonte: Valor Econômico (). Governo estuda prorrogar IPI reduzido para carros O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para a indústria automobilística não deve vencer em 31 de agosto. O governo estuda prorrogar o incentivo por mais dois meses. Com isso, a tabela de IPI reduzido terminaria em 31 de outubro. A medida ainda está no terreno de estudos na área econômica. A decisão só será tomada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Caso a prorrogação seja efetivamente implementada, o anúncio só será feito no fim de agosto, para não represar o apetite de consumidores por veículos. Os estudos preliminares apontam que a renúncia fiscal da medida, embora relevante, é compatível com a expectativa de receita embutida no aquecimento do mercado doméstico. Devido aos estímulos concedidos à indústria no fim de maio, o recolhimento do IPI no setor automobilístico diminuiu - a Receita Federal obteve apenas R$ 164 milhões com o IPI-Automóveis em junho, resultado 73,7% inferior ao registrado no mesmo mês de Os técnicos da área econômica avaliam que a fraca arrecadação do IPI-Automóveis ocorreu principalmente porque o Decreto permitiu que a nova tabela de imposto reduzido fosse aplicada, também, ao estoque de veículos ainda não negociados até 21 de maio. Haverá ainda um efeito residual sobre a arrecadação em julho, que os técnicos avaliam totalizar cerca de R$ 250 milhões. A partir de agosto e, caso o incentivo seja prolongado para outubro, o IPI-Automóveis renderia ao Fisco cerca de R$ 300 milhões por mês. Além disso, a prorrogação renderia frutos positivos na inflação. O item transportes no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tem registrado variações negativas desde maio, devido à redução de preços dos automóveis. O indicador mais recente, o IPCA-15 deste mês, apontou deflação de 0,6% em transportes, puxado para baixo pela queda de 2,47% no preço dos veículos novos, e de 2,45% dos usados. Os estudos envolvendo a prorrogação são motivados pelo interesse do governo de estimular a cadeia produtiva do setor e evitar o acúmulo de estoques nos pátios das montadoras. Mas os técnicos não descartam a consequência positiva também sobre o IPCA. A ideia de prorrogar até o fim de outubro, e não até novembro ou fim de 2012, é justificada, no governo, pelo fator sazonal - os dois últimos meses do ano têm ritmo RECURSOS HUMANOS / TRABALHISTA GFIP: Receita federal disponibiliza novo serviço no portal e-cac Coordenadora Especial de Ressarcimento, Compensação e Restituição, através do Ato Declaratório Executivo 2, de , publicado no Diário Oficial do dia 23-7, inclui no e-cac - Centro Virtual de Atendimento o serviço de resposta a notificações em auditoria de compensação em Gfip - Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social. O acesso às informações poderá ser realizado pelo próprio contribuinte mediante a utilização de código de acesso gerado na página da RFB - Secretaria da Receita Federal do Brasil, na Internet, no endereço Fonte: Sescon-SP (24/07/2012). Caixa começa a pagar hoje benefícios do PIS A Caixa Econômica Federal inicia hoje (24) o pagamento dos benefícios do Programa de Integração Social (PIS), relativos ao calendário 2012/2013. De acordo com a Caixa, gestora do PIS, 17,9 milhões de trabalhadores têm direito ao abono de R$ 622, enquanto 27 milhões de assalariados poderão sacar os rendimentos, em valores menores que o abono. Os rendimentos não retirados retornam para a conta de participação do trabalhador. Beneficiários que têm conta-corrente ou poupança no banco terão o valor creditado automaticamente. Para isso, é preciso que o único titular da conta seja o trabalhador beneficiário do PIS. As empresas conveniadas com a Caixa creditarão o benefício diretamente na folha de pagamento de julho e agosto dos funcionários. Mais de 27 mil empresas estão cadastradas, o que significa que aproximadamente 2,9 milhões de empregados receberão o abono ou os rendimentos do PIS nos contracheques. Trabalhadores que não têm conta na Caixa e não estão vinculados a uma empresa conveniada poderão sacar o benefício a partir do dia 15 de agosto nos terminais de autoatendimento, nas casas lotéricas, nos correspondentes Caixa Aqui ou em uma agência do 5

6 Moore Stephens MS News - Abril de 2012 banco. Os benefícios serão liberados conforme o mês de nascimento do trabalhador. O abono é um direito dos trabalhadores cadastrados no PIS ou Pasep até 2007, que tenham trabalhado no mínimo 30 dias, consecutivos ou não, no ano de 2011, com Carteira de Trabalho assinada por empresa. Também é preciso ter recebido, em média, até dois salários mínimos mensais e que os dados tenham sido informados corretamente pela empresa ao Ministério do Trabalho e Emprego na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do ano-base O saque dos rendimentos é para o trabalhador cadastrado no PIS ou Pasep até 4 de outubro de 1988 e que tenha saldo na conta PIS. O pagamento obedece ao mesmo calendário do abono salarial. O saque do saldo da conta PIS é permitido ao trabalhador que apresentar algum dos motivos previstos em lei: aposentadoria, invalidez permanente, reforma militar, transferência para a reserva remunerada, tratamento de aids ou câncer do titular ou de seus dependentes, morte do titular ou como benefício assistencial a pessoa com deficiência, ao idoso e ao participante com idade igual ou superior a 70 anos. Para saber se tem direito ao abono salarial ou aos rendimentos do PIS, o trabalhador pode consultar a página da Caixa na internet, escolhendo as abas Você, Serviços Sociais, PIS e Consulta ao Pagamento. Outra forma de consulta é pelo Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), no telefone , opção 2. O serviço funciona 24 horas por dia, nos sete dias da semana. Ao fazer a consulta pela internet ou pelo telefone, o trabalhador deve sempre ter em mãos o número do PIS. Fonte: FISCOsoft (). "Essa não é uma forma segura de tentar blindar o patrimônio", diz o advogado Fábio Medeiros, sócio do escritório Machado Associados. Ele afirma já ter sido consultado por clientes interessados em saber se existiria alguma dificuldade na penhora desses planos em caso de ações judiciais de cobrança. O advogado Rafael Pavan, sócio do escritório Pavan, Rocca, Stahl & Zveibil Advogados, diz que os montantes disponíveis nos planos complementares podem ser resgatados a qualquer momento pelo titular. Por esse motivo, como explica, a maior parte dos julgamentos considera que esses valores seriam como de qualquer outra aplicação financeira ou mesmo uma espécie de caderneta de poupança - cujos valores superiores a 40 salários mínimos podem ser bloqueados para o pagamento de dívidas. Segundo ele, essa situação é diferente da aposentadoria paga pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), pois o rendimento é considerado salário e a contribuição mensal é compulsória e não resgatável. Em uma decisão do ano passado, a 4ª Turma do STJ permitiu a penhora do saldo do depósito em Plano Gerador de Benefício Livre por um credor. No caso analisado, os ministros do tribunal consideraram o PGBL como aplicação financeira de longo prazo, "de relevante natureza de poupança previdenciária, porém suscetível de penhora". Em outro julgamento, o Superior Tribunal de Justiça manteve a penhora de valores de um VGBL, seguindo entendimento do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP). Os desembargadores consideraram que "muito embora a aplicação do referido plano tenha também o objetivo de constituição de capital para resgate de renda mensal no futuro, o que lhe dá a conotação de ser um plano de previdência privada de aposentadoria complementar, tal investimento não é especificamente um plano com objetivo de aposentadoria complementar". Justiça aceita a penhora de PGBL e VGBL de devedores Os planos de previdência privada Vida Gerador de Benefício Livre e Plano Gerador de Benefício Livre - mais conhecidos pelas siglas VGBL e PGBL - não estão livres de penhoras para o pagamento de dívidas de seus titulares. Em decisões judiciais cada vez mais frequentes, pessoas físicas que possuem débitos trabalhistas ou respondem por outros tipos de pendências não têm conseguido proteger de seus credores os valores existentes nesses planos. Tribunais trabalhistas e também o Superior Tribunal de Justiça (STJ) vêm considerando esses planos como investimentos comuns não protegidos pela regra de impenhorabilidade prevista no Código de Processo Civil (CPP) para algumas situações, como salário, rendimentos de aposentadoria e seguros de vida. O mesmo entendimento do STJ tem sido visto em decisões da Justiça do Trabalho. O Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (Paraná), por exemplo, permitiu a penhora de valor depositado em PGBL por entender que o plano não se enquadraria no conceito de proventos de aposentadoria e tampouco como fundo destinado exclusivamente à previdência. O advogado Bruno Matsumoto, coordenador da área cível do do escritório Nunes e Sawaya Advogados, afirma que, quando a banca pede a penhora on-line de ativos de devedores de seus clientes, esses planos também entram na lista de valores pesquisados. De acordo com ele, muitos têm a ideia errada de que, por serem de previdência privada, os planos estariam imunes a penhoras. "Sempre orientamos os clientes que pretendem fazer planejamento patrimonial sobre os riscos de investimentos em PGBL e VGBL", afirma o advogado. Fonte: Valor Econômico (). 6

7 Moore Stephens MS News - Abril de 2012 Dez dicas para circular com destreza pelos labirintos corporativos As empresas podem ser labirintos complexos, cheios de voltas, becos sem saída, atalhos e bifurcações. Como transitar com eficácia e agilidade no ambiente organizacional? Para Pablo Aversa, sócio-fundador da Alliance Coaching, essa resposta está diretamente ligada à capacidade dos profissionais em aceitar e assimilar as complexidades de cada empresa. Na maioria das organizações, o melhor caminho para chegar a algum lugar quase nunca é uma linha reta. Existe uma estrutura formal, aquela do organograma, na qual o caminho parece ser uma linha direta; e também a estrutura informal, na qual os caminhos se cruzam uma ou várias vezes. Considerando que as organizações são compostas por pessoas, elas tornam-se bem mais intricadas, comenta Aversa. É uma fauna e flora muito rica: existem pessoas que agem como filtros, como catalisadores, como obstáculos, como antagonistas, como guias, como bons samaritanos e ainda como influenciadores. Tudo se desenvolve nesse labirinto com maior ou menor intensidade, de acordo com a cultura existente. O ponto crucial para alcançar êxito ao transitar pela complexidade das organizações é justamente encontrar um caminho que leve à meta desejada no menor tempo e fazendo o menor número de marolas possível, afirma o especialista em carreiras. Para ele, em vez de combatêlas ou lamuriar-se, a melhor maneira de fazer esse trajeto com sucesso é aceitar e absorver as complicações das empresas, aprendendo a andar com destreza pelo labirinto corporativo. Confira dez considerações fundamentais nesse processo de aprendizado: 1. Faça uma avaliação em relação ao seu desempenho. Tente fazer uma avaliação mais honesta que puder sobre o motivo pelo qual não é suficientemente habilidoso ao realizar o trabalho de maneira suave e eficaz na organização. Peça feedback para pelo menos uma pessoa de cada grupo com o qual trabalha. 2. Dê uma sacudida nas velhas abordagens. O que está fazendo que aparentemente não está funcionando? Mude alguma coisa. Experimente fazer o que geralmente não faz. Observe o que os demais fazem que é bem mais eficiente comparativamente ao que faz. Monitore o que funcionou e o que não funcionou. 3. Passe uma impressão positiva. O seu estilo pessoal pode estar atrapalhando. As pessoas deixam impressões diferentes. Quem passa uma impressão positiva consegue fazer mais coisas na empresa que aqueles que deixam má impressão. De que lado você está? Não se esqueça de que impressões positivas incluem a habilidade de ouvir. 4. Seja imparcial. As relações que funcionam estão baseadas na imparcialidade e na consideração do impacto sobre os demais. Não se limite a fazer solicitações e perguntas, chegue também a um consenso sobre como pode ajudar, em vez de apenas pedir apoio. Você sabe o que a área com a qual você entrou em contato precisa para solucionar um problema ou obter uma informação? Como eles veem essa questão? É importante para eles? Como serão afetados pelo que você está fazendo? Se isso os impacta negativamente, você pode oferecer algo em troca? 5. Mapeie outras fontes de suporte. Às vezes, o problema está na avaliação das pessoas. Quem quer mesmo ajudar? Quem vai acabar atrapalhando? No fundo, o que eles querem? O que eles vão pedir em troca do apoio? 6. Considere a natureza da organização (e não se frustre). O problema pode estar em subestimar a complexidade das organizações. Algumas pessoas sempre gostam de pensar que as coisas são mais simples do que realmente são. Apesar de ser possível que algumas empresas sejam simples, a maioria não é. Tenha sempre isso em mente. 7. Foque. Às vezes, a falta de organização é o que lhe causa problemas. Compreender como as organizações funcionam requer um pouco de disciplina. Você precisa enxergar além do que está na sua frente para realmente compreender o contexto. 8. Deixe o rio levar você. Algumas pessoas sabem quais são os passos necessários para concretizar algo, mas não têm a paciência necessária para acompanhar o processo. Transitar pelo labirinto inclui parar de vez em quando e deixar que as coisas sigam seu próprio curso. Paciência e agilidade em aprender podem fazer uma grande diferença ao mapear caminhos, esquinas, ruas sem saída e atalhos. 9. Saiba esperar o inesperado. Se você geralmente perde a cabeça ou fica frustrado, pratique as respostas antes de o fato se consumar. Qual seria o pior dos cenários? O que faria se isso acontecesse? Pode parar, contar até dez ou se perguntar por que algo não pode ser feito. Ass im, pode obter as informações necessárias e criar contrarreações. Não reaja, aprenda. 10. Identifique as principais peças e que papéis desempenham no tabuleiro corporativo. Como elas concretizam as coisas? Em quem confiam para fazer as coisas andar mais rápido pelo labirinto? Como você se compara a elas? Quais são as peças-chave que controlam o fluxo de recursos, dados e decisões? Quais são as peças-guia e orientadoras? Conheça cada uma delas mais a fundo. Quais são as principais antagonistas e quais são as peças-obstáculo? Tente evitá-las ou contorná-las. Afinal, nunca é tarde para se aprimorar no xadrez corporativo. Fonte: Canal Executivo (). 7

8 Moore Stephens MS News - Abril de 2012 CONTABILIDADE / AUDITORIA resultados selecionados por porte e região. IFAC disponibiliza resultados da pesquisa sobre os desafios e problemas atuais enfrentados pelas firmas de auditoria O Comitê das Firmas de Auditoria de Pequeno e Médio Portes (SMPC), da Federação Internacional dos Contadores (IFAC), divulgou resultado da pesquisa realizada no mês de junho de 2012 sobre os desafios e problemas atuais enfrentados pelas Firmas de Auditoria de Pequeno e Médio Portes e seus clientes. A pesquisa esteve disponível em 15 idiomas e as firmas brasileiras tiveram a oportunidade de responder o questionário a modo de permitir um melhor conhecimento de suas necessidades. A complexidade e o ritmo das mudanças na regulação, em particular na área fiscal, estão no topo da lista dos desafios enfrentados pela prática de contabilidade das firmas de auditoria de pequeno e médio portes e seus clientes no primeiro semestre de 2012, de acordo com o resultado da pesquisa divulgada pela IFAC. Manter-se atualizado com as novas regulações e a pressão por honorários mais baixos foram os dois principais desafios para os auditores. Seus clientes enfrentam desafios similares, de acordo com a pesquisa, com o peso da regulação liderando a lista e três fatores econômicos, pressão por diminuição de preços, incerteza econômica e dificuldade em acesso a financiamentos, muito próximos como os maiores desafios. Os resultados são críticos para a IFAC e seus membros associados ganham um entendimento mais profundo dos desafios e oportunidades enfrentados pelas Firmas de Auditoria de Pequeno e Médio Portes mundialmente, disse o presidente do Comitê de Firmas de Auditoria de Pequeno e Médio Portes, Giancarlo Attolini. Nós estamos muito gratos com o elevado número de respostas à pesquisa, o que confirma o fato de que nossos membros associados, que promoveram a pesquisa, estão preocupados, como nós, com as firmas de auditoria de pequeno e médio portes. A pesquisa também incluiu perguntas sobre direcionamento e perspectivas dos negócios. Para quase metade dos respondentes, os negócios com novos clientes é o principal foco de crescimento por uma larga margem, com menos da metade citando o aumento da receita com os atuais clientes como principal foco de crescimento. Sobre a pesquisa A pesquisa recebeu respostas, 50% a mais do que a última edição da pesquisa em dezembro de 2011, que teve a intenção de obter um retrato dos principais desafios e tendências que influenciam as SMPs mundialmente, foi conduzida em 15 línguas no período de 7 de maio a 14 de junho de Veja o relatório completo incluindo O Ibracon O Ibracon Instituto dos Auditores Independentes do Brasil mantém o Grupo de Trabalho (GT) Firmas de Auditoria de Pequeno e Médio Portes (FAPMP) que tem por objetivo debater e propor soluções para problemas técnicos, profissionais, administrativos, de negócio e outros que dizem respeito às Firmas de Auditoria de Pequeno e Médio Portes. Fonte: Ibracon (24/07/2012). Modelo Contábil para Microempresas e Empresas de Pequeno Porte foi submetido à audiência pública Minuta da ITG 1000 está disponível no site do CFC Na última sexta-feira (20) o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) disponibilizou em audiência pública a Minuta da ITG Modelo Contábil simplificado para Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. O envio de sugestões e comentários poderá ser feita até o dia 20 de agosto de No exercício de seu papel institucional, o CFC oportuniza espaço democrático para a participação da Classe Contábil e da sociedade no processo das audiências públicas. Fonte: Ibracon (). A importância da controladoria As empresas modernas e que se preocupam com um processo de gestão bem desenvolvido, necessitam de uma estrutura organizacional bem delineada para a sua sobrevivência. Neste novo cenário surge um órgão interno cuja finalidade é garantir que as informações sejam adequadas ao processo decisório e que esteja sempre pronta a apoiar a diretoria da entidade no processo de gestão. É claro que estamos falando da controladoria! A necessidade de manter a empresa sempre competitiva exige uma equação que une produtividade e eficiência, à alta lucratividade a custos menores; então, uma função que antes era apenas de suporte, passa a ter uma importância estratégica, mas suprir a demanda por controladoria tem sido um dos grandes problemas para as empresas. Para ser um bom controller é necessário ter o conhecimento em gestão organizacional, de recursos humanos, supply e produção, por exemplo. Este conhecimento vem de um controle preciso de indicadores da empresa, que envolvem um melhor gerenciamento da contabilidade, dos custos, das finanças e da tecnologia da informação, dentre outros. O controle precisa envolver 8

9 Moore Stephens auditorias complexas e que cheguem ao nível de detalhes MS News - Abril de 2012 por instituições sediadas no País e as entidades sem fins não demonstrados diretamente em relatórios contábeis. lucrativos, mantidas por contribuição de não residentes. O controller precisa demonstrar a capacidade de prever os problemas que poderão surgir e de coletar as informações necessárias para a tomada de decisões, visando à implantação de ações de melhorias. Precisa fornecer as informações em linguagem clara, simples e direta aos usuários e principalmente traduzir os fatos, uma vez que os números isolados não auxiliam a administração da empresa. O que as empresas vêm buscando é um profissional que esteja capacitado e disposto a assumir o papel de conselheiro imparcial e não de um crítico insatisfeito. A controladoria é um papel gerencial que precisa ser desenvolvida por um profissional contábil capacitado e com um conhecimento amplo. A busca contínua por atualização e por novas soluções são apenas o começo de um caminho para quem pretende seguir neste mercado. Fonte: Portal de Contabilidade (07/2012). OUTROS ASSUNTOS Banco Central institui censo anual de capitais estrangeiros Declaração para o Censo de Capitais Estrangeiros deverá ser prestada anualmente ao Banco Central do Brasil (Circular e Carta Circular do Banco Central). O Banco Central do Brasil instituiu o Censo Anual de Capitais Estrangeiros, que deverá ser respondido anualmente pelas seguintes pessoas: I pessoas jurídicas sediadas no País com participação direta de não residentes em seu capital, em qualquer montante, e com patrimônio líquido igual ou superior a US$100 milhões; e II as pessoas jurídicas sediadas no País com saldo devedor total de créditos comerciais de curto prazo (exigíveis em até 360 dias) igual ou superior a US$10 milhões. Os fundos de investimento deverão informar o total de suas aplicações e a participação de pessoas não residentes no Brasil, discriminando aqueles que possuam, individualmente, participação igual ou superior a 10% do patrimônio do fundo, respeitado o montante mínimo de US$ ,00 investidos no país na data-base. Estarão dispensadas de prestar a declaração para o Censo Anual: as pessoas físicas, os órgãos da administração pública direta, as pessoas jurídicas devedoras de repasses de créditos externos concedidos Para o ano de 2012, as declarações deverão ser enviadas entre às 9 horas do dia 30 de julho e às 19 horas do dia 6 de setembro de 2012, tendo como data-base 31 de dezembro de A declaração poderá ser realizada por meio do preenchimento do formulário que constará no site do Banco Central do Brasil (www.bcb.gov.br : Câmbio e Capitais Internacionais Censo de capitais estrangeiros no país). O Declarante deve manter, no prazo de 5 anos, os documentos relacionados ao Censo, para eventuais casos de conferência das informações pelo Banco Central. Fonte: Azevedo Sette Advogados (). Estoque de dólar recua e BC pode ter de vender moeda à vista A queda na posição comprada dos bancos no mercado à vista aumenta a chance de o Banco Central (BC) ter de retomar as atuações na ponta de venda de dólares no mercado à vista. A queda no estoque de dólares que as instituições financeiras têm em caixa é reflexo do fluxo cambial negativo. Atualização feita ontem pelo BC mostra que o fluxo cambial está negativo em US$ 1,947 bilhão em julho até o dia 20. Com a saída de dólar superando a entrada, quem provê liquidez no mercado à vista são os bancos. Com isso, a posição comprada caiu de US$ 2,2 bilhões no fim de junho para US$ 134 milhões em julho até o dia 20. A última vez que o BC fez leilão para venda de dólares no mercado à vista foi no começo de fevereiro de Agora em 2012, o BC começou o ano comprando dólares no mercado à vista, via swap cambial reverso (que equivale à compra de dólar no mercado futuro) e por leilão a termo. Essas atuações de compra se encerraram em 27 de abril. Conforme a situação externa piorou e o dólar rapidamente foi acima dos R$ 2, o BC mudou a mão e passou a vender moeda americana via swap cambial (que equivale à venda de dólares no mercado futuro). Teoricamente nada impede que os bancos tenham posições vendidas no mercado à vista. No entanto, há de existir a disposição das instituições em usar suas linhas externas para trazer recursos e vender dólares ao mercado ou ao Banco Central. Também se faz necessária uma clara perspectiva de desvalorização da moeda americana. Caso contrário, a posição vendida pode resultar em prejuízo. 9

10 Moore Stephens MS News - Abril de 2012 Mesmo com todas as condições atendidas, os bancos enfrentam uma limitação legal à formação de posição vendida. Circular do BC de julho de 2011 instituiu cobrança de depósito compulsório de 60% sobre posição vendida no mercado à vista que exceder US$ 1 bilhão. Fonte: Valor Econômico (). Crédito imobiliário avança sem medo da escassez de recursos Ao que tudo indica, os candidatos a tomar crédito imobiliário não precisam se preocupar. O pânico de a principal fonte de recursos para o financiamento habitacional secar, presente nas discussões dos bancos nos últimos anos, já não existe mais. "Antes, todo mundo estava muito preocupado com a questão do "funding" em razão do crescimento da carteira. Mas isso não existe mais", afirma Octávio de Lazari Junior, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). "Nós sempre dizíamos que aquele crescimento não se manteria por muito tempo", afirma. O avanço ao qual Lazari se refere é o que pode ser visto no gráfico ao lado. Entre 2003 e 2008, o total emprestado pelos bancos para o brasileiro comprar a casa própria deu saltos incríveis. Nesse período, as taxas de dois dígitos superaram de longe o percentual de crescimento do saldo da caderneta de poupança (veja gráfico acima), a principal fonte dos bancos privados para financiar a compra da casa própria. "Nessa época, eu ouvia que a escassez de "funding" era grave e aconteceria em dois anos. Não aconteceu. Hoje, brinco que estaremos sempre a dois anos de distância dessa escassez de recursos", afirma Marcelo Prata, presidente do Canal do Crédito. Prata chama a atenção para o fato de o saldo da poupança crescer mesmo depois da mudança nas regras da remuneração, em maio. Com a taxa básica de juros, a Selic, a 8% ao ano, os novos depósitos são remunerados a 5,6% ao ano mais a Taxa Referencial (TR). Os depósitos antigos são remunerados a 6% ao ano mais TR. Mesmo ganhando menos e tendo a rentabilidade atrelada à flutuação da Selic até o teto de 8,5% ao ano, o brasileiro tem investido seu dinheiro na caderneta. Um fator que ajuda a explicar essa preferência é a baixa rentabilidade de fundos conservadores, descontados o Imposto de Renda (IR) e a taxa de administração. "Os fundos DI e renda fixa mais acessíveis ao investidor do varejo têm taxas de administração muito altas. Acabam não sendo a melhor opção", afirma Marcelo d"agosto, autor do blog "O Consultor Financeiro", no portal Valor. Em junho, o saldo líquido acumulado da poupança era de R$ 353,67 bilhões, segundo os dados do Banco Central (BC). Os passos largos do financiamento habitacional merecem uma ponderação. O crescimento é tão robusto porque a carteira ainda é, na verdade, muito pequena. Um dado que evidencia isso é o estoque total dessas operações, medido pelo BC. De acordo com o relatório mais recente, o crédito habitacional atingiu R$ 229 bilhões em maio. O valor representa apenas 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Nessa conta, o BC considera os empréstimos financiados com dinheiro da caderneta de poupança e também do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Cerca de 35% desses recursos vêm do FGTS, segundo a Abecip. E a maior parte desse montante não chega aos bancos privados. Fica com a Caixa Econômica Federal. Segundo Lazari, da Abecip, o setor continua trabalhando para consolidar fontes alternativas de captação de recursos para o crédito imobiliário e criar algumas novas - mesmo não prevendo qualquer sinal de escassez de recursos. Lazari estima a existência de R$ 54 bilhões captados a partir de Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e mais, aproximadamente, R$ 30 bilhões em Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRIs). As LCIs são títulos de renda fixa que podem ser emitidos por qualquer instituição autorizada pelo BC e que tenha carteira de crédito imobiliário. "Além dessas duas fontes alternativas de captação, estamos trabalhando na criação da letra financeira imobiliária", afirma o presidente da Abecip. O novo instrumento tem como inspiração os "covered bonds", títulos para o financiamento imobiliário na Europa, e vem sendo estudado há pelo menos dois anos. Fonte: Valor Econômico (). Com dólar em alta, despesas dos brasileiros no exterior recuam 10% O dólar na casa dos R$ 2 pesou no bolso e desanimou os brasileiros a viajarem ao exterior. Só em junho, houve uma queda de 10% das despesas dos turistas lá fora em relação ao mesmo mês do ano passado. Quem viajou gastou US$ 1,7 bilhão no mês em que começa a alta estação. No entanto, no semestre, o Banco Central (BC) ainda registrou um aumento de 4,5% e chegou a US$ 10,7 bilhões, mas a autarquia espera que essa alta se reverta até o fim do ano. A cautela maior do turista, aliada ao ritmo mais lento da economia, que demanda menos importados e que ainda achata o lucro das empresas, fez com que as contas externas tivessem uma leve melhora. O déficit em transações correntes chegou a US$ 25,3 bilhões. É uma queda de 2,7% em relação aos seis primeiros meses de De acordo com o BC, o dólar em alta favorece as contas externas em vários sentidos. No caso das viagens internacionais, o efeito é benéfico, porque, além de desestimular o brasileiro a ir para o exterior, atrai o turista estrangeiro para o Brasil. E a tendência daqui para frente é que esse movimento se intensifique. 10

11 Moore Stephens MS News - Abril de O dólar vai ter um grande peso - ressaltou o chefeadjunto do Departamento Econômico do Banco Central, Fernando Rocha. O economista da Austin Rating, Renato Carvalho, concorda que os gastos dos turistas brasileiros devem continuar a cair daqui para frente. A queda até agora só não foi maior, porque as estatísticas até o mês passado refletem pacotes comprados antes - quando o dólar estava baixo e atraente - e que já foram pagos. - Muita gente comprou pacote e pagou a viagem antes de embarcar - disse Carvalho. - O resultado deste ano ficará muito próximo do que era em 2011, se não abaixo, interrompendo um ciclo de forte crescimento dos lucros dos grandes bancos nos últimos dez anos - disse Rodrigues. Queda de juros afeta desempenho Entre os fatores por trás dessa mudança está a queda da taxa básica de juros e as pressões do governo para a redução dos spreads bancários, combinados com a alta da inadimplência, que também corrói os ganhos do setor. Isso, no entanto, não deve ser visto como um sinal de crise no setor: O BC espera que o dólar caro e o avanço do preço de commodities favoreçam a balança comercial no segundo semestre e contribuam para o equilíbrio das contas externas. Com o câmbio em alta, a remessa de lucros e dividendos (já descontadas as entradas) caiu quase 47% em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a US$ 10 bilhões. Segundo Rocha, como o estoque dos investimentos é calculado em reais, com o dólar mais caro ele diminui. Daí, os lucros a serem enviados também são menores. Mais uma vez, o BC apontou que o investimento estrangeiro direto ameniza o déficit nas contas externas. Só no mês passado entraram US$ 5,8 bilhões no país e US$ 29,7 bilhões no primeiro semestre. Fonte: O Globo (). Lucro de bancos cai pela primeira vez em 10 anos Ganho do maior banco privado do país no 2 trimestre foi 8,2% menor: R$ 3,3 bilhões O Itaú Unibanco, maior banco privado do país, registrou lucro líquido de R$ 3,304 bilhões no segundo trimestre do ano, valor 8,23% menor que o do mesmo período do ano anterior. Foi o terceiro trimestre consecutivo que o banco teve resultados menores na comparação anual. No semestre, o ganho líquido também recuou, 5,65%, para R$ 6,73 bilhões. Na segunda-feira, o Bradesco já havia informado aumento modesto em seus ganhos. A perda de desempenho das duas instituições, que viram seus lucros avançarem a taxas de dois dígitos nos últimos anos, é vista por analistas como indício de um novo ciclo para o setor. Para o presidente da Austin Rating, Erivelto Rodrigues, 2012 vai ser um ano difícil para os bancos. Sua expectativa é de que o resultado consolidado das maiores instituições financeiras tende a ficar muito próximo ou até abaixo do lucro consolidado no ano passado. - Dizer que o sistema bancário está em perigo não é verdade, o que acontece é um momento um pouco mais difícil, mas a indústria bancária brasileira continua sólida - disse Rodrigues. O lucro do Itaú Unibanco no segundo trimestre foi afetado pela perda contábil de R$ 205 milhões, decorrente da venda de sua participação acionária no Banco Português de Investimento (BPI), concluída em 20 de abril. Se descontados esse e outros efeitos não recorrentes, o lucro líquido do banco entre abril e junho foi de R$ 3,585, alta de 8,5% sobre o mesmo período de Como aconteceu com o Bradesco, o aumento do calote afetou diretamente os resultados do banco, que teve novamente de elevar as despesas com provisão para devedores duvidosos, em R$ 5,99 bilhões, 17,3% maiores que as do mesmo trimestre de Apesar de terem crescido, essas despesas se situaram levemente abaixo das expectativas do banco - de gastos entre R$ 6 bilhões e R$ 6,4 bilhões -, observou o diretor de Relações com Investidores do Itaú Unibanco, Rogério Calderón. - Também reduzimos nossas expectativas de despesa com devedores duvidosos para o terceiro trimestre, de uma faixa de R$ 6,5 bilhões a R$ 7,1 bilhões para algo entre R$ 6 bilhões e R$ 6,5 bilhões - disse o executivo. A taxa de inadimplência para empréstimos com atrasos acima de 90 dias atingiu 5,2% no fim de junho, o maior resultado desde dezembro de 2009 e acima da registrada pelo Bradesco, de 4,2%. O indicador cresceu 0,1 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, e 0,7 ponto sobre junho de Segundo Calderón, a expectativa do banco é ainda de uma elevação moderada nos índices de inadimplência até fim do ano. A carteira total de crédito do banco atingiu R$ 413,4 bilhões, valor 14,8% maior que um ano antes. Devido ao forte índice de inadimplência no segmento, o Itaú Unibanco está reduzindo o tamanho de sua carteira de financiamento de veículos. O saldo dessa carteira, que foi de R$ 60 bilhões no fim de 2011, estava em R$ 56,6 bilhões no fim do primeiro semestre e deve ficar entre R$ 50 bilhões e R$ 52 bilhões ao fim do ano, informou Calderón. Com essa retração 11

12 Moore Stephens estratégica, as projeções do banco para a expansão de MS News - Abril de 2012 Já as do setor de serviços registraram pontualidade de sua carteira total de crédito este ano ficam abaixo 10%. 94,9% enquanto a pontualidade das micro e pequenas Como o Bradesco, o banco também reviu para baixo sua empresas do setor industrial atingiu 94,8%. projeção de expansão do restante da carteira (sem veículos), que era 14% a 17%, agora para a faixa entre No mês, o valor médio dos pagamentos pontuais cresceu 13% e 15%. 2,8% em relação a maio, atingindo R$ O crescimento da carteira de crédito será melhor do que a taxa de crescimento anual de 14,8% até o fim de junho, porque deixaremos de considerar o terceiro e o quarto trimestres de disse Calderón, acrescentando que a tendência é de uma aceleração da concessão de crédito no segundo semestre. Fonte: Brasil Econômico (). *********************************** Ele reconheceu que o sistema bancário está entrando numa nova fase, com redução de spreads, que deverá ser acompanhada de queda na inadimplência. Para se adaptar a esse cenário, o Itaú está remodelando seus produtos, buscando mais garantias para reduzir as taxas e evitar a alta do calote. A própria associação com o BMG para a formação do Banco Itaú BMG Consignado, anunciada semana passada, foi um movimento para manter resultados positivos neste novo cenário. - Essa ideia de que a redução do spread está vinculada à lucratividade não é sustentável. É preciso trabalhar com a redução da inadimplência, que é de longe a mais significativa para o Brasil - disse Calderón. Fonte: O Globo (). Pontualidade de pagamento das empresas avança em junho A pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas atingiu 95,5% em junho de Isto significa que, no mês passado, a cada pagamentos realizados, 955 foram quitados à vista ou com atraso máximo de sete dias, segundo pesquisa da Serasa Experian. Na comparação com o março de 2011, houve elevação de 0,4 ponto percentual na pontualidade de pagamento das micros e pequenas empresas no país. Já em relação ao mês anterior, houve avanço de 0,3 ponto. Trata-se do sétimo mês consecutivo de alta interanual deste indicador. De acordo com a Serasa, isso é sinal de que as reduções das taxas de juros têm reduzido o custo financeiro das micro e pequenas empresas, permitindolhes melhorar seus níveis de pontualidade de pagamentos. Segundo a consultoria, essa melhora terá efeito positivo nos índices de inadimplência. As micro e pequenas empresas do comércio apresentaram o maior nível de pontualidade de pagamentos em junho com 96%. 12

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