UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL Junho SEROPÉDICA, RJ

2 1 Considerações Iniciais 1.1 A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Histórico da UFRRJ A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro tem sua origem no Decreto número 8.319, de 20 de outubro de 1910, que estabeleceu as bases fundamentais do ensino agropecuário no Brasil, criando a Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, vinculada à Pasta de Agricultura. Sua sede foi fixada em 1911, no então Palácio do Duque de Saxe, local onde hoje está instalada a Escola Técnica Federal Celso Suckow da Fonseca, no Maracanã. Oficialmente foi inaugurada em 4 de julho de 1913, possuindo um campo de experimentação e prática na localidade de Deodoro. Em 1915, a Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária interrompeu suas atividades por falta de verbas, voltando a funcionar em março de 1916, com o mesmo nome, fundindo-se com a Escola Agrícola da Bahia e a Escola Média Teórico - Prática de Pinheiral. Naquele ano foi formada a primeira turma de Engenheiros Agrônomos, constituída de dois alunos e, no ano seguinte, a primeira turma de Médicos Veterinários, com quatro alunos. Ainda sem instalações definitivas, a Escola foi transferida em 1918 para Niterói, onde se encontram, hoje instalados, a Secretaria de Agricultura e o Horto Botânico do Estado do Rio de Janeiro, na Alameda São Boaventura. 2

3 Em março de 1920 foi aprovado o seu primeiro regulamento e criado o curso de Química Industrial, que, mais tarde, veio a dar origem à Universidade Federal do Rio de Janeiro. Com o objetivo de buscar melhores instalações a Escola passou a funcionar, a partir de 1922, na Avenida Pasteur, na Praia Vermelha, onde hoje se encontra instalado o Departamento Nacional de Produção Mineral. Com vistas a uma reestruturação, através dos Decretos números e de fevereiro de 1934, foram extintos os cursos de Agronomia e Medicina Veterinária, da então Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, sendo criadas a Escola Nacional de Agronomia - ENA e a Escola Nacional de Medicina Veterinária - ENV, vinculados ao Ministério da Agricultura. O curso de Química Industrial foi transformado na Escola Nacional de Química, vinculada ao então Ministério da Educação e Saúde, que viria a se constituir, mais tarde, na Escola de Engenharia Química da Universidade do Brasil e, posteriormente, a Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ainda nesse ano, em março, as Escolas tiveram seus regulamentos aprovados, tornando-se estabelecimentos padrões do Ensino Agronômico e Veterinário do País. Em 1938, através do Decreto-Lei número 982, a Escola Nacional de Agronomia passou a integrar o, então criado, Centro Nacional de Ensino e Pesquisas Agronômicas (CNEPA), ficando a Escola Nacional de Veterinária diretamente subordinada ao Ministério do Estado. Pelo Decreto-Lei número 6.155, de 30 de dezembro de 1943, o CNEPA foi reorganizado e foi criada a Universidade Rural, abrangendo, àquela época, a Escola Nacional de Agronomia, a Escola Nacional de Veterinária, os Cursos de Aperfeiçoamento e Especialização, os Cursos de Extensão, e o Serviço de Desportos. Com os Cursos de Aperfeiçoamento e Especialização iniciava-se o Programa de Ensino de Pós-Graduação em áreas específicas dos currículos de Agronomia e Veterinária. Em 1944, com o novo regimento do CNEPA, aprovado pelo Decreto número , os Cursos de Pós-Graduação e Extensão existentes foram fundidos, criando-se o Curso de 3

4 Aperfeiçoamento, Especialização e Extensão, bem como o Conselho Universitário, à semelhança do atualmente existente. Finalmente, em fevereiro de 1948, a Universidade Rural se transfere para sua sede atual, no km 47 da Rodovia Rio - São Paulo, com instalações adequadas, cujas obras foram iniciadas no Governo de Getúlio Vargas, sob a supervisão do então Ministro da Agricultura Fernando Costa. Com as alterações regimentais do CNEPA, em 1961, a Universidade Rural tem integrado, entre os novos órgãos, a Escola Técnica Agrícola, com a denominação de Escola Agrotécnica Ildefonso Simões Lopes. A Lei Delegada número 9, de 1962, extinguiu o Centro Nacional de Ensino e Pesquisas Agronômicas, criando o Instituto de Pesquisa e Experimentação Agropecuária do Centro-Sul (IPEACS) e a Universidade Rural do Brasil - URB. Em 1963, pelo Decreto número 1984, a Universidade Rural do Brasil tem seu Estatuto aprovado, ampliando suas Escolas com a criação da Escola de Educação Técnica, da Escola de Educação Familiar e da Escola de Engenharia Florestal, além de manter dois cursos técnicos de nível médio através do Colégio Técnico de Economia Doméstica e do Colégio Técnico Agrícola Ildefonso Simões Lopes. A atual denominação foi estabelecida em 1965, pela Lei número 4.759, passando a chamar-se Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ, quando a Escola Nacional de Agronomia e a Escola Nacional de Veterinária perderam o qualificativo "Nacional". No ano seguinte, voltou a ser oferecido o Curso Superior de Química com a criação da Escola de Engenharia Química. Com a reorganização da estrutura educacional brasileira, através do Decreto número , de 1967, a UFRRJ foi transferida para a tutela do Ministério da Educação e Cultura. No 4

5 ano seguinte, o Decreto número /68 estabeleceu a modificação para o Status Jurídico Autárquico, sendo as Escolas substituídas pelos respectivos Cursos de Graduação. A partir de 1969, a UFRRJ inicia um processo de expansão com a reformulação dos cursos de Educação e a criação dos novos cursos de História Natural, Licenciatura em Química, Licenciatura em Ciências Agrícolas, Geologia, Zootecnia, Administração de Empresas, Economia e Ciências Contábeis, este último desativado a partir de O sistema de crédito e matrícula por disciplina passou a ser adotado em 1972, seguindo os preceitos da Reforma Universitária, sendo elaborado o novo Estatuto e Regimento Geral, aprovados pelo CFE, pelos Pareceres 3716/74 e 1042/75, respectivamente. Em 1986 foram reformulados alguns cursos, sendo criado o Curso de Graduação em Ciências Biológicas, com habilitação em Bacharelado e Licenciatura; o Curso de Licenciatura em Física; o Curso de Matemática, com habilitação em Bacharelado e Licenciatura; e o Curso de Licenciatura em Química, através da Deliberação número 10, de 13 de junho de 1986, do Conselho Universitário. No ano de 1990 a UFRRJ inicia nova expansão com a criação do Curso de Graduação em Engenharia de Alimentos e a oferta do Curso de Graduação em Administração de Empresas, também em horário noturno. Nova expansão se inicia em 1997, com a modalidade Industrial no Curso de Graduação em Química; em 1999, com a criação do Curso de Engenharia de Agrimensura, do Curso de Engenharia Agrícola e a Modalidade de Bacharelado em Matemática Aplicada e Computacional, no Curso de Graduação em Matemática, além da oferta do Curso de Graduação em Química, também em horário noturno. Completando esta fase de expansão, foram criados em 2000, o Curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo e o Curso de Licenciatura em História. 5

6 No ano de 2008, a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro aderiu ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais Brasileiras (REUNI), com um compromisso do aumento do número de vagas nos cursos já existentes na instituição, bem como a abertura de novos cursos. No primeiro semestre deste ano, o Conselho Universitário aprovou a expansão de vagas anuais nos Cursos de Engenharia de Agrimensura (25 vagas), Engenharia Florestal (10 vagas), Engenharia Química (20 vagas), Geologia (5 vagas), Arquitetura e Urbanismo (25 vagas), Ciências Biológicas (10 vagas), História (10 vagas) e Química Noturno (5 vagas), totalizando 105 vagas novas nos cursos mencionados. Em reunião extraordinária realizada em 27 de maio de 2008, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFRRJ (CEPE) aprovou a implantação de 12 novos cursos de graduação a partir de 2009, integrantes do Plano de Reestruturação e Expansão da UFRRJ. Os novos cursos são História (vespertino), Ciências Sociais (vespertino), Filosofia (noturno), Letras - Língua Portuguesa, Letras - Língua Inglesa (noturnos), Belas Artes (noturno) e Geografia (vespertino). Todos estes cursos são de Licenciatura e serão oferecidos em Seropédica. Os cursos de História, Ciências Sociais e Geografia também terão a modalidade Bacharelado. O Curso de Direito foi aprovado em Seropédica (noturno), Nova Iguaçu (matutino) e Três Rios (noturno). No Instituto Multidisciplinar também serão oferecidos os cursos de Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa e Letras - Língua Espanhola (matutino). No total, a UFRRJ oferecerá 650 novas vagas em cursos de graduação a partir de 2009, com ênfase na formação de professores e expansão de vagas no noturno. O ano letivo de 2009 tornou-se particularmente desafiante e importante para o futuro da UFRRJ devido à realização de um processo democrático de reforma do Estatuto e Regimento da Universidade e à continuidade do processo de discussão e implantação da expansão, avaliação e reestruturação dos Cursos de Graduação. Em 2009 tiveram início 12 novos cursos de graduação na área de humanidades distribuídos entre os campi de Seropédica, Nova Iguaçu e Três Rios (Licenciaturas em Belas Artes, Ciências Sociais, Filosofia, Geografia, História vespertino, Letras 6

7 Português, Espanhol e Inglês e Bacharelados em Direito, Ciências Sociais, Geografia e História). A Instituição anuncia a criação de mais doze cursos a partir de Para o primeiro semestre são: Ciências da Computação (Nova Iguaçu), Comunicação Social/Jornalismo, Engenharia de Materiais, Gestão Ambiental (Três Rios), Hotelaria, Relações Internacionais e Sistemas de Informação. Terão início no 2º período letivo os cursos de Administração Pública, Ciências Contábeis, Farmácia, Geografia (Nova Iguaçu) e Psicologia. No total são 3480 vagas, sendo 1955 para 2010-I e 1525 para 2010-II. A partir da implantação dos novos cursos, a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro investiu também na reestruturação dos já existentes, como Engenharia de Agrimensura, que agora é Engenharia de Agrimensura e Cartográfica, e o de Engenharia Agrícola, sendo agora, Engenharia de Agrícola e Ambiental. O processo seletivo da UFRRJ para o ano de 2010 foi realizado pelo Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), em uma única fase Finalidades da UFRRJ Instituição Federal de Ensino Superior, pública e gratuita, que tem como objetivos gerar, socializar e aplicar o conhecimento nos diversos campos do saber, através do ensino, da pesquisa e da extensão, indissociavelmente articulados, de modo a contribuir para o desenvolvimento do País, visando à formação de profissionais-cidadãos com autonomia para o aprendizado contínuo, socialmente referenciados para o mundo do trabalho e capazes de atuar na construção da justiça social e da democracia. 7

8 A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro é uma autarquia diretamente subordinada ao Ministério da Educação, com ênfase nas Ciências Agrárias. Desde 1967, em conseqüência da Reforma Universitária (Decreto nº de 19 de maio de 1967), a UFRRJ tem uma estrutura dinâmica e flexível, ampliando suas áreas de ensino, de modo a se tornar, atualmente, destacado Centro de Pesquisa e Ensino do País. São finalidades básicas da UFRRJ: ministrar, desenvolver e aperfeiçoar o ensino em todos os campos de conhecimento, visando ao preparo e ao aperfeiçoamento de pesquisadores, professores e técnicos; estimular, promover e executar investigações científicas, com o objetivo de ampliar o acervo de conhecimentos, o enriquecimento da cultura e sua aplicação a serviço do Homem e ao desenvolvimento Nacional, principalmente no que se refere ao melhor aproveitamento de nossos recursos materiais e humanos; contribuir para a divulgação de conhecimentos especializados, visando a melhor compreensão da realidade brasileira em seus múltiplos aspectos; proporcionar aos Poderes Públicos, dentro dos limites dos seus recursos, a assessoria que solicitarem para o desenvolvimento do país; desenvolver, integralmente, a personalidade de seus alunos atendendo aos ideais do bem comum, da unidade nacional e da compreensão, além de seu empreendedorismo; enfocar no desenvolvimento de habilidades, competentemente, a fim de atingir a plena aprendizagem; 8

9 aperfeiçoar, de forma responsável, a capacidade do aluno em ser um indivíduo, que avalia, questiona e critica as complexidades de um mundo moderno; conscientizar o estudante sobre sua ética e responsabilidade social; capacitar o discente a compreender as tendências modernas, inseridas em seu ideário pedagógico; incentivar o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, como estímulo para a construção de um maior entendimento a respeito do homem, como indivíduo; da sociedade, como nação; e do meio em que vive; e, aprimorar a habilidade de expressão, de leitura e de escrita, capacitando o aluno em trabalhar em equipe, exercitando sua autonomia no aprender. 1.2 Dados Gerais O Curso de Engenharia Agrícola e Ambiental da UFRRJ foi criado através da deliberação n XX/2010 do Conselho Universitário, sendo organizado da seguinte forma: Coordenação Didática Colegiado do Curso de Engenharia Agrícola e Ambiental 9

10 Estrutura Acadêmica Denominação Curso de Engenharia Agrícola e Ambiental Localização Seropédica, RJ Instituição Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Autorização - Reconhecimento - Modalidade Bacharelado Início de Funcionamento 2010 Vagas 50 anuais (25 vagas - primeiro período e 25 vagas segundo período) Sistema de Créditos (1 crédito equivalendo a 15 horas aula semanais) Regime Semestral Turno Integral Admissão de Estudantes: I Concurso vestibular (ENEM) II Mudança de curso III Transferência de outra Instituição IV Portador de diploma de curso de graduação V Rematrícula VI Reativação de matrícula VII Programa de Estudantes-Convênio de Graduação PEC-G As admissões previstas nos itens de II a V só serão possíveis na existência de vagas ociosas, na forma prevista no Regime Didático da Graduação da UFRRJ. 10

11 Integralização Disciplinas Obrigatórias 264 créditos Disciplinas Optativas 6 créditos Total de Créditos 270 créditos Carga Horária Total de Créditos horas Estágio Supervisionado 180 horas Carga Horária Total de Créditos e Estágio horas Atividades Acadêmicas Complementares 200 horas Trabalho de Conclusão de Curso 50 horas Carga Horária Total horas Duração Mínima 5 anos Máxima 8 anos Recomendada 5 anos Criação do Curso de Engenharia Agrícola na UFRRJ Quando da Reforma Universitária promovida no país no início da década de setenta, a Universidade Rural, na reformulação de seu currículo para o curso de Engenharia Agronômica, implantou um curso diversificado em três modalidades: a modalidade de Fitotecnia, a modalidade de Tecnologia de Alimentos e a modalidade de Engenharia Agrícola. A modalidade de Engenharia Agrícola se propunha a formar um Engenheiro Agrônomo mais capacitado para lidar com as questões do campo, porém, com forte conhecimento para 11

12 buscar soluções relacionadas à adequação da infra-estrutura de produção, não deixando de lado sua formação agronômica. No início da década de oitenta, as discussões voltadas à reformulação dos currículos dos cursos das Ciências Agrárias, culminando com definição por parte do Conselho Federal de Educação dos currículos mínimos para estes cursos, direcionou a discussão do currículo de Agronomia para a formação de um profissional dito eclético, derrubando a visão de modalidades adotadas na Universidade Rural. As discussões internas foram difíceis, uma vez que, unir praticamente três profissionais em um único, é uma tarefa muito difícil. Na briga de poderes, o Engenheiro Agrônomo da Rural foi caracterizado como um profissional eclético, porém Fitotecnista. Neste caso, percebe-se que a demanda para o trabalho profissional em equipe torna-se mesmo a única alternativa possível quando se analisam os requisitos para o profissional contemporâneo, como ser generalista e especialista, dominar agricultura empresarial e campesina, além da informática e de outros idiomas, saber interpretar textos, confeccionar e elaborar relatórios, bem como expressar-se oralmente de maneira clara e objetiva, ter iniciativa, criatividade e cultura geral, entre muitas outras características. Sendo assim é fundamental que o egresso apresente valores indispensáveis para sua convivência em sociedade, tais como: caráter, moral e ética. Logo, o mais sensato a se fazer é ensinar sobre a integração, sobre a inserção sistêmica, onde profissionais competentes não dependem, ou apenas competem, um com o outro, mas cooperam, complementam, aprimoram e qualificam diversas tarefas, a fim de gerar competência e estabilidade na sociedade. Com os avanços tecnológicos nas áreas de Engenharia Agrícola, os professores se aperfeiçoaram em programas de pós-graduação (mestrado e doutorado), o que veio fortalecer as áreas de Recursos Hídricos, Mecanização Agrícola, Armazenamento de Grãos e Energização Rural, Informática, e Cartografia do Departamento. Com professores especializados e a extinção da modalidade de Engenharia Rural do Curso de Agronomia, o Departamento vislumbrou num 12

13 momento em que a agricultura brasileira, face aos avanços nas áreas de Engenharia Agrícola, apresenta papel importante na geração de divisas para o país: a criação do curso de Engenharia Agrícola na UFRRJ, cuja aprovação ocorreu no Conselho Universitário em 17 de agosto de 1999 (deliberação n 16) Criação do Curso de Engenharia Agrícola e Ambiental na UFRRJ Nos últimos anos, os cursos de Engenharia Agrícola da América do Norte e Europa se adequaram, de maneira a incluir disciplinas da área ambiental em suas grades. Com essa mudança, modificaram o enfoque do curso, bem como seu nome, passando de Agricultural Engineering para Agricultural and Biological Engineering. No Brasil esta adequação alterou o nome Engenharia Agrícola para Engenharia Agrícola e Ambiental, sendo a Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, a primeira a efetivar essa adequação iniciada em No final do ano de 2008, o Departamento de Engenharia da UFRRJ aprovou a proposta de adequação do curso de Engenharia Agrícola em Engenharia Agrícola e Ambiental. No dia 08 de maio de 2009 o Colegiado de Curso aprovou, por unanimidade, a adequação do curso de Engenharia Agrícola em Engenharia Agrícola e Ambiental, bem como as diretrizes que permitiram a confecção deste projeto pedagógico. A partir de 2010, com a adequação do curso de Engenharia Agrícola em Engenharia Agrícola e Ambiental serão oferecidas mais 25 vagas, de modo que o curso se integra ao REUNI UFRRJ. Sendo assim, serão oferecidas 25 vagas no primeiro semestre e 25 vagas no segundo semestre. Atualmente, já são dez cursos de Engenharia Agrícola e Ambiental no país: 13

14 Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (campus Seropédica RJ) Universidade Federal Fluminense (campus Niterói RJ) Universidade Federal de Viçosa (campus Viçosa MG) Universidade Federal de Minas Gerais (campus Montes Claros MG) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais (campus Januária MG) Universidade Federal de Mato Grosso (campus Rondonópolis - MT) Universidade Federal de Mato Grosso (campus Sinop - MT) 14

15 Universidade Federal Rural de Pernambuco (campus Dois Irmãos, Recife PE) Universidade Federal Rural do Semi-árido (campus Mossoró RN) Universidade Federal do Vale do São Francisco (campus Juazeiro BA) É importante ressaltar a entrada, em vigor a partir de 2007, da Resolução 1010 do sistema CREA/CONFEA, estabelecendo que as atribuições profissionais de cada curso sejam definidas a partir do projeto pedagógico. Assim, a matriz curricular é fundamental para definir as atribuições profissionais dos egressos do curso de Engenharia Agrícola e Ambiental da UFRRJ O Mercado de Trabalho Um fato importante é a constatação do crescimento do setor agro-industrial, uma vez que o crescimento urbano dificulta a localização das indústrias de processamento, dado as dificuldades de escoamento de matéria-prima dentro da área urbana, levando muitas indústrias a se deslocarem para regiões mais próximas da produção. As mudanças culturais e a melhoria na qualificação dos produtores rurais têm levado à consciência de que os melhores ganhos se dão, não mais no fornecimento da produção bruta, mas 15

16 na incorporação de características adicionais ao produto, agregando valor. Estas mudanças têm levado à criação de inúmeras indústrias de processamento primário no setor rural. Para atender à demanda, no que se refere à melhoria das condições de produção para este novo mercado, será necessário um Engenheiro com formação mais sólida na solução dos problemas de infra-estrutura de produção, levando-se em consideração a sustentabilidade ambiental: um Engenheiro Agrícola e Ambiental. O mercado de trabalho do Engenheiro Agrícola e Ambiental é diversificado, podendo o profissional atuar como autônomo, empresário, assalariado ou membro de equipe multidisciplinar no âmbito das áreas de recursos ambientais, construções rurais e ambiência, armazenamento e processamento de produtos agrícolas, irrigação e drenagem, energia na agricultura e mecanização agrícola, exercendo atividades de: direção, supervisão e coordenação; estudo, planejamento e projeto; assistência, assessoria e consultoria; execução de projeto e serviço técnico; representação, desenvolvimento e venda de equipamentos; vistoria, perícia, avaliação, laudo e parecer técnico; desempenho de cargo e função técnica; e ensino, pesquisa e extensão. 16

17 O mercado de trabalho atual passa por um momento de transformação, exigindo cada vez mais do profissional uma visão global e em consonância com a preservação dos recursos naturais. A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro tem como meta formar futuros profissionais capazes de superar os desafios impostos pelo atual mercado de trabalho. Além disso, com os Programas do Governo priorizando o desenvolvimento agrícola, as perspectivas de crescimento do mercado de trabalho para o Engenheiro Agrícola e Ambiental são grandes e promissoras Projeto Pedagógico do Curso O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Agrícola e Ambiental é o documento que apresenta, de maneira adequada para um melhor entendimento, o funcionamento do curso e seus objetivos. Na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, o Projeto Pedagógico é um documento flexível, estando sujeito a modificações sempre que necessário. Por tratar-se de um documento projetado em era tecnológica, onde as mudanças ocorrem continuamente, o Projeto Pedagógico é capaz de articular-se a fim de aperfeiçoar a construção do conhecimento. Atualmente o mundo passa por uma fase de transformações, decorrentes da Revolução Tecnológica. Dessa forma, há uma maior valorização da inovação e da criatividade. O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Agrícola e Ambiental da UFRRJ tem a capacidade de transformar-se, de acordo com a realidade, superando limites cada vez mais exigentes. Sua existência é importante para estabelecer referências do entendimento da atualidade e de um futuro. Para isso é necessário que o Projeto Pedagógico esteja aberto à mudanças na área da educação e sua dinâmica no ensinar e no aprender. 17

18 A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro propõe métodos pedagógicos fundados na aprendizagem. Neste contexto, os cursos objetivam estimular o senso crítico e questionador de seus alunos, sendo assim, capazes de criar empregos, estratégias empresariais e a produzir conhecimento. Neste sentido, o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Agrícola e Ambiental inclui um ensino com teorias e práticas para que o estudante não se torne um mero receptor de informações, sujeito apenas à passividade mental. A confecção do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Agrícola e Ambiental da UFRRJ, foi norteada pelas Diretrizes Curriculares para o Curso de Graduação em Engenharia Agrícola (Ministério da Educação Conselho Nacional de Educação Câmara de Educação Superior - Resolução No 2 de 02 de fevereiro de 2006 Anexo 1) e também das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (Ministério da Educação Conselho Nacional de Educação Câmara de Educação Superior - Resolução No 11 de 11 de março de 2002 Anexo 2). 18

19 2 Objetivos do Curso 2.1 Justificativas Um dos grandes desafios relacionados ao curso de Engenharia Agrícola no Brasil desde o início da formação desse profissional, foi a inserção no mercado de trabalho. Considerando-se que todo o setor produtivo, quer seja ele no campo ou nas regiões industrializadas, necessitava de um profissional que atuasse nas soluções decorrentes dos impactos ambientais envolvidos na produção. O processo de modernização esperado para a agricultura brasileira não se deu no ritmo projetado ao longo dos anos setenta, quando foram introduzidas políticas públicas direcionadas para a auto-suficiência da economia nacional. A produção de grãos estacionou na casa das setenta milhões de toneladas, o nível cultural dos agricultores era baixo, não absorvendo adequadamente as novas tecnologias que vinham sendo apresentadas. Além disso, falhou o Sistema Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural em seu trabalho de difusão tecnológica, que, na verdade, gerou um nível de endividamento elevado para o aumento de produtividade obtido. A crise de endividamento equacionada ao longo dos anos noventa e com a chamada estabilização econômica, a agricultura brasileira iniciou um processo de recuperação que vem proporcionando ao Setor de Agronegócio um destaque acentuado no conjunto da Economia. Em paralelo a isso, o processo de melhoria na formação educacional do agricultor brasileiro, com a 19

20 entrada das novas gerações no controle do processo produtivo, a absorção das novas tecnologias passou a produzir resultados mais acentuados no aumento da produtividade e na expansão da produção agrícola. A barreira das cem milhões de toneladas foi rompida e entramos em um processo de fraco crescimento da produção; porém o grande desafio atual é promover um aumento de produtividade de maneira sustentável. O novo contexto que foi se formando ao final dos anos noventa e vem se concretizando nos anos dois mil, coloca o Engenheiro Agrícola e Ambiental num novo patamar de colocação no mercado. Neste sentido, o Departamento de Engenharia da UFRRJ entendeu que era chegada a hora de contribuir para a formação do conjunto dos profissionais colocados à disposição da sociedade brasileira para atender ao novo mercado de trabalho que está sendo formado para o Engenheiro Agrícola e Ambiental. Contribuindo com a sua experiência, tradição e inovação de mais de noventa anos na formação de profissionais voltados para as Ciências Agrárias, aliados ao perfil atual de preservação do meio ambiente. 2.2 Objetivos Objetivos Gerais Com a consolidação do processo de modernização da agricultura brasileira e o desenvolvimento sustentado, o mercado de trabalho para o Engenheiro Agrícola e Ambiental projeta este profissional como agente fundamental no cenário das profissões de futuro. Com a crescente participação do agronegócio na economia nacional, há a necessidade cada vez maior de um profissional responsável pela cadeia de produção de alimentos, que deve se desenvolver em consonância a preservação do meio ambiente. Neste contexto, o Engenheiro 20

21 Agrícola e Ambiental é um profissional que possibilitará o país atingir nível de excelência, revelando ser um profissional importante para a sociedade brasileira. O objetivo principal da criação do curso de Engenharia Agrícola e Ambiental na UFRRJ foi o de participar com a sua experiência e tradição na formação de profissionais com perfil direcionado para a atividade agropecuária nacional e, também, na solução dos problemas ambientais do mundo moderno. Completando um ciclo iniciado na década de setenta, com o surgimento dos cursos de graduação e o fortalecimento da Engenharia Agrícola no país, e, recentemente, com o enfoque nas questões ambientais. Sendo assim, a UFRRJ pretende contribuir para o crescimento sustentável do Brasil. Além disso, o profissional Engenheiro Agrícola e Ambiental deve saber conduzir, com ética, suas ações para desenvolvimento pessoal; ser capaz de criticar, criar, inovar, analisar, empreender e conhecer as tecnologias para uma melhor solução de problemas relacionados aos sistemas agrícolas e agroindustriais, como o controle de poluição. Para atingir determinados objetivos, a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro implementa mecanismos que desenvolvem no aluno a capacidade de absorver, de maneira rápida, as inovações científicas e tecnológicas, sendo, assim, capaz de resolver e decidir qualquer questão de Engenharia Agrícola e Ambiental Objetivos Específicos A tarefa de formar um profissional de Engenharia Agrícola e Ambiental para o mercado atual e futuro deve estar pautada em um conjunto de habilidades e competências que estejam associadas não a um discurso vazio, mas em uma tradição prática demonstrada através do tempo. Um profissional de Engenharia Agrícola e Ambiental para o momento deve desenvolver, dentre outras, o seguinte conjunto de habilidades: 21

22 capacidade de comunicação; raciocínio lógico; capacidade de análise e síntese; capacidade de investigação; posicionamento claro nas relações interpessoais; capacidade de convivência coletiva; capacidade de organização; posicionamento de liderança; flexibilidade de adaptação; certo grau de independência; e respeito à hierarquia. O alcance deste conjunto de habilidades não se dá somente em um discurso, mas, sim, a partir de um conjunto de experiências e vivências desenvolvidas durante o processo de formação deste profissional. Para tal, o ambiente de formação deve ser rico, principalmente em proporcionar uma maior vivência coletiva e participação ativa na vida da Instituição. A UFRRJ é um ambiente rico de experiências pessoais. Devido ao próprio processo que gerou a sua criação no início do século XX, a sua localização proporciona um convívio ativo entre os colegas durante a vida estudantil. Atualmente a UFRRJ tem, aproximadamente, dois mil estudantes alojados e mais um conjunto grande de estudantes que se organizam em repúblicas onde, durante seu período como discente, experimentam inúmeros momentos em que são exercitadas várias das habilidades necessárias no futuro. Além disso, os momentos que estão relacionados ao processo de organização de eventos acadêmicos proporcionam novas experiências nesse sentido. Outro fator que diferencia a UFRRJ é o seu tradicional clima de relacionamento entre os estudantes e professores, onde trocas importantes de conhecimento e experiência são passadas fora do ambiente de sala de aula, construindo um rico processo de formação. 22

X (X-X): Total de Créditos (Carga Teórica semanal-carga Prática semanal)

X (X-X): Total de Créditos (Carga Teórica semanal-carga Prática semanal) Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Curso: Engenharia Agrícola e Ambiental Matriz Curricular 1 Período IB 157 Introdução à Biologia 4 (2-2) IT 103 Técnicas Computacionais em Engenharia 4 (2-2)

Leia mais

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agrícola e dá outras providências.

Leia mais

ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL. COORDENADOR Antônio Teixeira de Matos atmatos@ufv.br

ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL. COORDENADOR Antônio Teixeira de Matos atmatos@ufv.br ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL COORDENADOR Antônio Teixeira de Matos atmatos@ufv.br 70 Currículos dos Cursos do CCA UFV Engenheiro Agrícola e Ambiental ATUAÇÃO Compete ao Engenheiro Agrícola e Ambiental

Leia mais

Missão do Curso. Objetivos. Perfil do Profissional

Missão do Curso. Objetivos. Perfil do Profissional Missão do Curso A função primordial do Engenheiro Agrônomo consiste em promover a integração do homem com a terra através da planta e do animal, com empreendimentos de interesse social e humano, no trato

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR - CURSO DE AGRONOMIA (DIURNO)

MATRIZ CURRICULAR - CURSO DE AGRONOMIA (DIURNO) MATRIZ CURRICULAR - CURSO DE AGRONOMIA (DIURNO) Ingressantes a partir de 2015 1º SEMESTRE HORAS 2º SEMESTRE HORAS Introdução à Engenharia Agronômica 60 Metodologia Científica 60 Álgebra Linear 60 Desenho

Leia mais

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : AGRONOMIA. CRÉDITOS Obrigatórios: 230 Optativos: 10. 1º Semestre

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : AGRONOMIA. CRÉDITOS Obrigatórios: 230 Optativos: 10. 1º Semestre Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Pró-reitoria de Graduação - DAARG DRA - Divisão de Registros Acadêmicos Sistema de Controle Acadêmico Grade Curricular 30/01/2014-13:07:30 Curso : AGRONOMIA

Leia mais

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : ENGENHARIA FLORESTAL. CRÉDITOS Obrigatórios: 241 Optativos: 12.

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : ENGENHARIA FLORESTAL. CRÉDITOS Obrigatórios: 241 Optativos: 12. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Pró-reitoria de Graduação - DAARG DRA - Divisão de Registros Acadêmicos Sistema de Controle Acadêmico Grade Curricular 30/01/2014-13:09:29 Curso : ENGENHARIA

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR

ESTRUTURA CURRICULAR ESTRUTURA CURRICULAR O currículo proposto busca atender além do perfil do formando, também competências e habilidades necessárias ao profissional para garantir uma boa formação tanto teórica quanto prática

Leia mais

ANEXO I QUADRO DAS ÁREAS DE ESTUDO. Lotação 01 MARACANAÚ 01 MARACANAÚ 01 MARACANAÚ 01 MARACANAÚ 01 MARACANAÚ 01 MARACANAÚ

ANEXO I QUADRO DAS ÁREAS DE ESTUDO. Lotação 01 MARACANAÚ 01 MARACANAÚ 01 MARACANAÚ 01 MARACANAÚ 01 MARACANAÚ 01 MARACANAÚ Código/Área de Estudo. Desenho Técnico, Desenho Assistido por Computador (CAD), Informática 02. Materiais para Construção Mecânica, Corrosão e Tribologia 03. Termodinâmica, Refrigeração, Transferência

Leia mais

Universidade Estadual de Maringá PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS

Universidade Estadual de Maringá PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS EDITAL N O 001/2011-PRH 2 - DAS ÁREAS DE CONHECIMENTO, N O DE VAGAS, REGIME E LOCAL DE TRABALHO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS (01) Bioquímica Graduação em Química ou

Leia mais

Missão. Objetivos Específicos

Missão. Objetivos Específicos CURSO: Engenharia Ambiental e Sanitária Missão O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar profissionais com sólida formação técnico científica nas áreas

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 72/2009 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação, modalidade

Leia mais

CONSIDERANDO: os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais;

CONSIDERANDO: os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 34/2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Química Industrial, Bacharelado,

Leia mais

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : ADMINISTRAÇÃO. CRÉDITOS Obrigatórios: 176 Optativos: 24. 1º Semestre

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : ADMINISTRAÇÃO. CRÉDITOS Obrigatórios: 176 Optativos: 24. 1º Semestre Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Pró-reitoria de Graduação - DAARG DRA - Divisão de Registros Acadêmicos Sistema de Controle Acadêmico Grade Curricular 30/01/2014-13:12:25 Curso : ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

CURSO BACHARELADO EM AGRONOMIA

CURSO BACHARELADO EM AGRONOMIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO CAMPUS PETROLINA ZONA RURAL CURSO BACHARELADO EM AGRONOMIA

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão Curso: Engenharia Civil SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Missão O Curso de Engenharia Civil da UNESA tem por missão formar Engenheiros Civis com sólida formação básica e profissional, alinhada com as diretrizes

Leia mais

A EXO 2 - LISTA DE VAGAS - DOCE TES

A EXO 2 - LISTA DE VAGAS - DOCE TES A EXO 2 - LISTA DE VAGAS - DOCE TES Campus Graduação na área de Artes Ministrar aulas em disciplinas relacionadas à área de Artes em geral. Desenvolver projetos e atividades extra-curriculares nas Artes

Leia mais

UFV Catálogo de Graduação 2011 197 ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ann Honor Mounteer ann@ufv.br

UFV Catálogo de Graduação 2011 197 ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ann Honor Mounteer ann@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2011 197 ENGENHARIA AMBIENTAL COORDENADORA Ann Honor Mounteer ann@ufv.br 198 Currículos dos Cursos do CCE UFV Engenheiro Ambiental ATUAÇÃO O curso de Engenharia Ambiental da UFV

Leia mais

Engenharia Agrícola. Turno: Diurno Duração: 5 anos (10 semestres) Perfil do Egresso

Engenharia Agrícola. Turno: Diurno Duração: 5 anos (10 semestres) Perfil do Egresso Engenharia Agrícola Nível/Grau: Superior/Bacharelado Vagas: O Curso de Engenharia Agrícola oferece anualmente 50 vagas, somando as duas ofertas (25 vagas via UNIPAMPA e 25 vagas via IF Farroupilha). O

Leia mais

RESOLVE: Art. 1 o Aprovar o Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, modalidade Bacharelado, do Centro de Tecnologia, no Campus I.

RESOLVE: Art. 1 o Aprovar o Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, modalidade Bacharelado, do Centro de Tecnologia, no Campus I. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 23/2008 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, do Centro

Leia mais

Cursos 2.232 12,69 189,49. Matrículas 492.880 10,65 147,39. Vagas 244.629 12,88 191,25. Candidatos 696.072 10,83 139,22

Cursos 2.232 12,69 189,49. Matrículas 492.880 10,65 147,39. Vagas 244.629 12,88 191,25. Candidatos 696.072 10,83 139,22 Nº em 2010 Crescimento Período 2001/2010 Médio (%) Total (%) Nº em 2015 Cursos 2.232 12,69 189,49 Matrículas 492.880 10,65 147,39 Vagas 244.629 12,88 191,25 Candidatos 696.072 10,83 139,22 Ingressantes

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.605, DE 10 DE SETEMBRO DE 2007

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.605, DE 10 DE SETEMBRO DE 2007 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.605, DE 10 DE SETEMBRO DE 2007 Homologa o Parecer n. 092/07-CEG, que aprova o Projeto

Leia mais

ENGENHARIA AMBIENTAL. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC

ENGENHARIA AMBIENTAL. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC ENGENHARIA AMBIENTAL Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: ENGENHARIA AMBIENTAL Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO, BACHARELADO Administração LFE em Administração de Empresas Administração LFE em Análise de Sistemas

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ENGENHARIA CIVIL MISSÃO DO CURSO O Curso de Engenharia Civil do CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTACIO RADIAL DE SÃO PAULO tem por missão graduar Engenheiros Civis

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR Resolução

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ÁREA DE CONCENTRAÇÃO ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ÁREA DE CONCENTRAÇÃO ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA 2013 APRESENTAÇÃO Os programas das Áreas de Concentração

Leia mais

Tecnologia em Produção de Grãos

Tecnologia em Produção de Grãos Tecnologia em Produção de Grãos Nível/Grau: Superior/Tecnólogo Vagas: 30 Turno: Matutino Duração: 3 anos mais estágio (7 semestres) Perfil do Egresso O profissional estará capacitado para: Produzir grãos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 08/2011 Altera a Resolução n. 15/2006 do CONSEPE, que aprova a Projeto Pedagógico do

Leia mais

BOLETIM DE SERVIÇO - FIPAR ON LINE

BOLETIM DE SERVIÇO - FIPAR ON LINE BOLETIM DE SERVIÇO - FIPAR ON LINE ANO II Nº 003 Editado pela Secretaria Geral das FIPAR Faculdades Integradas de Paranaíba FIPAR Paranaíba, 08 de agosto de 2008. AVISO DE PUBLICAÇÃO E ADEQUAÇÃO DE MATRIZ

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS DELIBERAÇÃO Nº 006/2013 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

EDITAL 24 de 21 de setembro de 2011

EDITAL 24 de 21 de setembro de 2011 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO EDITAL 24 de 21 de setembro de 2011 PROCESSO SELETIVO PARA REINGRESSO, TRANSFÊRENCIA INTERNA E EXTERNA PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS PARA PROFESSOR E FORMAÇÃO NECESSÁRIA

DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS PARA PROFESSOR E FORMAÇÃO NECESSÁRIA 06/ 05/ INSTITUTO FEDERAL DO AMAZONAS PRÓ-REITORIA DE ENSINO PROCESSO SELETIVO DO º SEMESTRE 05 ANEXO II EDITAL Nº 8/05 DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS PARA PROFESSOR E FORMAÇÃO NECESSÁRIA Técnico em Redes de Computadores

Leia mais

Informações sobre o Curso de Administração

Informações sobre o Curso de Administração Objetivo Geral do Curso: Informações sobre o Curso de Administração Prover a sociedade de profissional dotado de senso crítico e comportamento ético-profissional qualificado. Um Administrador criativo,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.465, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2013

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.465, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2013 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.465, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2013 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia RELATOR(A):

Leia mais

FINALIDADES E OBJETIVOS DO CURSO

FINALIDADES E OBJETIVOS DO CURSO 1.Identificação e situação legal - Identificação do curso, ato de criação, início do curso e ato de reconhecimento. CURSO: SITUAÇÃO LEGAL: Medicina Veterinária Dados de Criação/Autorização: Documento:

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Curso: Gestão Ambiental campus Angra Missão O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da Universidade Estácio de Sá tem por missão a formação de Gestores Ambientais

Leia mais

CÓD. 5129 - CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA MANHÃ E TARDE MATRIZ CURRICULAR - Currículo nº 01

CÓD. 5129 - CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA MANHÃ E TARDE MATRIZ CURRICULAR - Currículo nº 01 Aprovado no CONGRAD 25.08.2015 Vigência: retroativa aos ingressantes de 2014/2 5129 - CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA MANHÃ E TARDE MATRIZ CURRICULAR - Currículo nº 01 I NÚCLEO DE CONTEÚDOS BÁSICOS Matemática

Leia mais

SÍNTESE DO PROCESSO EVOLUTIVO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL NA MODALIDADE EaD DA UAB-UFSCAR

SÍNTESE DO PROCESSO EVOLUTIVO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL NA MODALIDADE EaD DA UAB-UFSCAR 1 SÍNTESE DO PROCESSO EVOLUTIVO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL NA MODALIDADE EaD DA UAB-UFSCAR SÃO CARLOS, MAIO/2011 Luiz Marcio Poiani UFSCar lmpoiani@ufscar.br Marilu Pereira

Leia mais

RESUMO DO PROJETO DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA - BACHARELADO

RESUMO DO PROJETO DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA - BACHARELADO RESUMO DO PROJETO DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA - BHARELADO MARILDE QUEIROZ GUEDES Diretora do Departamento MARCOS ANTÔNIO VANDERLEI SILVA Coordenador de Colegiado RITA DE CASSIA NASCIMENTO SILVA Secretária

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Identificação do Curso Nome do Curso: Sistemas de Informação Titulação: Bacharelado Modalidade de ensino: Presencial

Leia mais

Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação

Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação Curso de Atualização Pedagógica Julho de 2010 Mediador: Adelardo Adelino Dantas de Medeiros (DCA/UFRN) Diretrizes Curriculares

Leia mais

Diretrizes Curriculares Nacionais e com a Legislação Interna, tendo como princípio a compreensão da informática em suas bases epistemológicas de

Diretrizes Curriculares Nacionais e com a Legislação Interna, tendo como princípio a compreensão da informática em suas bases epistemológicas de RESOLUÇÃO Nº 014/2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Informática, da Escola Superior de Tecnologia, da Universidade do Estado do Amazonas. O REITOR, EM EXERCÍCIO, DA UNIVERSIDADE

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ENGENHARIA ELÉTRICA MISSÃO DO CURSO O Curso de Engenharia Elétrica tem por missão a graduação de Engenheiros Eletricistas com sólida formação técnica que

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 75/2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia de do Centro

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia

Leia mais

ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ann Honor Mounteer ann@ufv.br

ENGENHARIA AMBIENTAL. COORDENADORA Ann Honor Mounteer ann@ufv.br ENGENHARIA AMBIENTAL COORDENADORA Ann Honor Mounteer ann@ufv.br 180 Currículos dos Cursos do CCE UFV Currículo do Curso de Engenharia Engenheiro ATUAÇÃO O curso de Engenharia da UFV habilita o futuro profissional

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Medicina Veterinária.

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR - 2012/1º semestre (Aprovada pela Resolução nº 01 CONSEPE, de 09/02/2012). 1º PERÍODO 2º PERÍODO

ESTRUTURA CURRICULAR - 2012/1º semestre (Aprovada pela Resolução nº 01 CONSEPE, de 09/02/2012). 1º PERÍODO 2º PERÍODO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI INSTITUTO DE CIÊNCIA, ENGENHARIA E TECNOLOGIA - TEÓFILO OTONI CURSO DE GRADUAÇÃO - ENGENHARIA CIVIL ESTRUTURA CURRICULAR

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL. COORDENADOR José Carlos Bohnenberger bohnen@ufv.br

ENGENHARIA CIVIL. COORDENADOR José Carlos Bohnenberger bohnen@ufv.br ENGENHARIA CIVIL COORDENADOR José Carlos Bohnenberger bohnen@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2009 187 Engenheiro Civil ATUAÇÃO Ao Engenheiro Civil compete o desempenho das atividades profissionais previstas

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL. Universidade de Cuiabá

ENGENHARIA CIVIL. Universidade de Cuiabá ENGENHARIA CIVIL Universidade de Cuiabá CURSO: ENGENHARIA CIVIL Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo Base legal da Mantenedora

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO, BACHARELADO Administração LFE em Administração de Empresas Lajeado 4811 Administração LFE em Administração

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 003 DE 18 DE SETEMBRO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 003 DE 18 DE SETEMBRO DE 2014. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA MINAS GERAIS CAMPUS SABARÁ Endereço provisório: Avenida Serra Piedade, 341,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

EDITAL 15 de 19 de março de 2013

EDITAL 15 de 19 de março de 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO EDITAL 15 de 19 de março de 2013 PROCESSO SELETIVO PARA REINGRESSO, TRANSFÊRENCIA INTERNA E EXTERNA PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA

Leia mais

ENGENHARIA DA PRODUÇÃO 2.0

ENGENHARIA DA PRODUÇÃO 2.0 ENGENHARIA DA PRODUÇÃO 2.0 SOBRE O CURSO Mercados dinâmicos demandam profissionais com formação completa e abrangente, aptos a liderarem equipes multidisciplinares em empresas de todos os setores econômicos

Leia mais

Bacharelado em Medicina Veterinária

Bacharelado em Medicina Veterinária Bacharelado em Medicina Veterinária INFORMAÇÕES Duração do Curso: 05 anos (10 semestres) Horário: Manhã Número de Vagas: 100 anuais Coordenador: Profº Dr. Carlos Tadeu Bandeira de Lavor O CURSO O Curso

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE S (ÁREA: GESTÃO) TECNÓLOGO SERIADO ANUAL - NOTURNO 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização:A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. (Resumido)

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. (Resumido) FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ADMINISTRATIVAS DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM ES Curso de Administração reconhecido pelo Decreto Federal nº 78.951, publicado no D.O.U. de 16-12-1976 Curso de Ciências Contábeis

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 69/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em, Bacharelado, do Centro

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 20/12/2004, seção 1, pág.29. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR DA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA DA EESC - USP COM BASE NAS DIRETRIZES CURRICULARES PARA A ENGENHARIA

REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR DA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA DA EESC - USP COM BASE NAS DIRETRIZES CURRICULARES PARA A ENGENHARIA REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR DA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA DA EESC - USP COM BASE NAS DIRETRIZES CURRICULARES PARA A ENGENHARIA Fernando César Almada Santos Universidade de São Paulo - Escola de Engenharia

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE 47/99

RESOLUÇÃO CONSEPE 47/99 RESOLUÇÃO CONSEPE 47/99 ALTERA O PLANO CURRICULAR E O REGIME DO CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL MODALIDADE MECÂNICA, COM ÊNFASE EM AUTOMOBILÍSTICA, DO CÂMPUS DE ITATIBA. O Presidente do Conselho de Ensino,

Leia mais

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : ARQUITETURA E URBANISMO. CRÉDITOS Obrigatórios: 246 Optativos: 2.

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : ARQUITETURA E URBANISMO. CRÉDITOS Obrigatórios: 246 Optativos: 2. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Pró-reitoria de Graduação - DAARG DRA - Divisão de Registros Acadêmicos Sistema de Controle Acadêmico Grade Curricular 30/01/2014-13:19:48 Curso : ARQUITETURA

Leia mais

DIRETORIA DE CONCURSO VESTIBULAR

DIRETORIA DE CONCURSO VESTIBULAR DIRETORIA DE CONCURSO VESTIBULAR EDITAL Nº 001/2011-DCV PUBLICAÇÃO DA RELAÇÃO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO CONSIDERADOS COMO CURSOS AFINS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNIOESTE. O Diretor de Concurso Vestibular

Leia mais

Área de Ciências Humanas

Área de Ciências Humanas Área de Ciências Humanas Ciências Sociais Unidade: Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia (FCHF) www.fchf.ufg.br Em Ciências Sociais estudam-se as relações sociais entre indivíduos, grupos e instituições,

Leia mais

CRIAÇÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO

CRIAÇÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D A B A H I A P r ó - R e i t o r i a d e E n s i n o d e G r a d u a ç ã o Palácio da Reitoria - Rua Augusto Viana s/n - Canela - 40.110-060 - Salvador Bahia E-mails:

Leia mais

GERED - ARARANGUÁ DISCIPLINA PARA INSCRIÇÃO PROVA HABILITAÇÃO MÍNIMA EXIGIDA

GERED - ARARANGUÁ DISCIPLINA PARA INSCRIÇÃO PROVA HABILITAÇÃO MÍNIMA EXIGIDA GERED - ARARANGUÁ PROVA DISCIPLINA PARA INSCRIÇÃO CÓDIGO CONTABILIDADE CONTABILIDADE 433 DIREITO DIREITO E LEGISLAÇÃO 453 AGRONEGÓCIO ASSOCIATIVISMO E COOPERATIVISMO SISTEMAS AGROALIMENTARES GESTAO III-

Leia mais

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2.0

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2.0 ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2.0 SOBRE O CURSO O mercado de trabalho precisa de profissionais completos, com habilidades de gestão e que liderem equipes multidisciplinares em empresas de todos os setores econômicos

Leia mais

VESTIBULAR 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015/1 SELEÇÃO PARA CURSOS TECNICOS SUBSEQUENTES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS CURSO TÉCNICO EM AGRIMENSURA Aprovado

Leia mais

CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA

CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SERTÃO PERNAMBUCANO DIREÇÃO DE ENSINO DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPERIOR 1. Perfil do Curso CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

POR UMA CIÊNCIA AGRONÔMICA: caminhos para a formação sistêmica nas ciências agrárias

POR UMA CIÊNCIA AGRONÔMICA: caminhos para a formação sistêmica nas ciências agrárias POR UMA CIÊNCIA AGRONÔMICA: caminhos para a formação sistêmica nas ciências agrárias Aquiles Simões Universidade Federal do Pará COMPREENDER UMA REALIDADE AGRÁRIA EM SUA DIVERSIDADE, OS DIFERENTES MODOS

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 96/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia de Energias

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973

RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973 RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia. O CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA,

Leia mais

ANEXO LISTA DOS CURSOS DE GRADUAÇÂO ELEGIVEIS PELO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS

ANEXO LISTA DOS CURSOS DE GRADUAÇÂO ELEGIVEIS PELO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS ANEXO LISTA DOS CURSOS DE GRADUAÇÂO ELEGIVEIS PELO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS Agricultura Sustentável Agrimensura Agroecologia Agroindústria Agroindústria - Alimentos Agroindústria - Madeira Agronegócio

Leia mais

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015 SELEÇÃO PARA ENSINO PROFISSIONAL INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO, EM REGIME INTEGRAL COM DURAÇÃO DE 3 ANOS, DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015 INFORMAÇÕES

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA REQUISITOS PARA INSCRIÇÕES AO PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, OBJETIVANDO A FORMAÇÃO DE CADASTRO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE EXCEPCIONAL INTERESSE PÚBLICO, Nº 065/09/2015 de 19/10/2015.

Leia mais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais Alexandre Sylvio Vieira da Costa 1 1.Engenheiro Agrônomo. Professor Universidade Vale do Rio Doce/Coordenador Adjunto da Câmara

Leia mais

Curso de Pedagogia Portaria de Autorização ME nº 2415, de 14 de Setembro de 2001- Reconhecimento -Portaria ME. 58/2007. INÍCIO-01/08/2006 1º Semestre

Curso de Pedagogia Portaria de Autorização ME nº 2415, de 14 de Setembro de 2001- Reconhecimento -Portaria ME. 58/2007. INÍCIO-01/08/2006 1º Semestre Inciso II Programa de cada curso oferecido e demais componentes curriculares, sua duração, requisitos e critérios de Avaliação: Instituto Educacional do Estado de São Paulo Autorização de Credenciamento:

Leia mais

CIÊNCIAS CONTÁBEIS. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos

CIÊNCIAS CONTÁBEIS. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos CIÊNCIAS CONTÁBEIS 1. TURNOS: Matutino ou Noturno Campus de Maringá Noturno Campus de Cianorte HABILITAÇÃO: Bacharelado em Ciências Contábeis GRAU ACADÊMICO: Bacharel em Ciências Contábeis PRAZO PARA CONCLUSÃO:

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.267, DE 24 DE ABRIL DE 2012

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.267, DE 24 DE ABRIL DE 2012 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.267, DE 24 DE ABRIL DE 2012 Aprova Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil com

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO RESOLUÇÃO Nº09/2011 Aprova a estrutura curricular do Curso de Administração do Centro de

Leia mais

A Câmara Superior de Ensino da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições,

A Câmara Superior de Ensino da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições, RESOLUÇÃO Nº 01/2012 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO Aprova a estrutura curricular contida no Projeto Pedagógico do Curso

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 90/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Relações Públicas, Bacharelado,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 95/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em, Bacharelado, do Centro

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO, BACHARELADO CURRÍCULO 1610 REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições

Leia mais

Maio 2013 Macaé- RJ. Rafael Pacheco Lívia Leite

Maio 2013 Macaé- RJ. Rafael Pacheco Lívia Leite Maio 2013 Macaé- RJ Rafael Pacheco Lívia Leite Matriz do Curso de Engenharia Química 2013 Page 2 Sumário 1. APRESENTAÇÃO 2. JUSTIFICATIVA 3. DA CONCEPÇÃO DO CURSO 4. ORGANIZAÇÃO DO CURSO 5. A MATRIZ CURRICULAR

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO. 1. TURNOS: Matutino HABILITAÇÃO: Bacharelado em Administração Noturno. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 5 anos

ADMINISTRAÇÃO. 1. TURNOS: Matutino HABILITAÇÃO: Bacharelado em Administração Noturno. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 5 anos ADMINISTRAÇÃO 1. TURNOS: Matutino HABILITAÇÃO: Bacharelado em Administração Noturno GRAU ACADÊMICO: Bacharel em Administração PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 5 anos Máximo = 8 anos 2. HISTÓRICO DO CURSO

Leia mais

Projeto Pedagógico do Curso

Projeto Pedagógico do Curso Projeto Pedagógico do Curso Fundamentação Diretrizes curriculares do MEC Diretrizes curriculares da SBC Carta de Princípios da UNICAP Projeto Pedagógico Institucional da UNICAP Diretrizes Curriculares

Leia mais

Design Manual do curso

Design Manual do curso Design Manual do curso Informações gerais INFORMAÇÕES GERAIS Nome: curso de Design, bacharelado Código do currículo: 2130 Nível: curso superior de graduação Início: o curso de Design com habilitação em

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. PROCESSO SELETIVO 2013 Cursos Técnicos a Distância 2 SEMESTRE

MANUAL DO CANDIDATO. PROCESSO SELETIVO 2013 Cursos Técnicos a Distância 2 SEMESTRE MANUAL DO CANDIDATO PROCESSO SELETIVO 2013 Cursos Técnicos a Distância 2 SEMESTRE APRESENTAÇÃO Neste Manual, desenvolvido pela Comissão de Processo Seletivo (COPESE) do Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 Curso Superior em Tecnologia em Design de Moda Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente

Leia mais