info Xavier Malcata, uma aposta ganha na Engenharia Química Magazine de informação da Ordem dos Engenheiros REGIÃO NORTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "info Xavier Malcata, uma aposta ganha na Engenharia Química Magazine de informação da Ordem dos Engenheiros REGIÃO NORTE"

Transcrição

1 info TRIMESTRAL ABR.MAI.JUN Nº 8 2 Magazine de informação da Ordem dos Engenheiros REGIÃO NORTE Xavier Malcata, uma aposta ganha na Engenharia Química

2 info editorial No número de Primavera da INFO Magazine prosseguimos o roteiro, iniciado há precisamente dois anos, de entrevistas a colegas dos diferentes ramos da Engenharia e que se destacaram no exercício das suas profissões. O escolhido deste trimestre é o engenheiro Xavier Malcata, engenheiro químico de formação e professor catedrático da Universidade Católica Portuguesa e ainda o coordenador do Colégio Regional Norte de Engenharia Química da Ordem dos Engenheiros. A sua carreira académica e profissional está inteira e intensamente associada à biotecnologia, sendo um dos responsáveis pelo sucesso e pela excelência alcançados pela Escola Superior de Biotecnologia dessa universidade, da qual é o actual director, e pelo Centro de Incubação e Desenvolvimento de Empresas em Biotecnologia, onde exerce o cargo de administrador executivo. A secção Perfil Jovem esboça o retrato de uma promessa da Engenharia Agronómica, de seu nome Sandra Bebiana Carvalho Monteiro, e que foi contemplada com o melhor Estágio de 2005, atribuído pela Ordem dos Engenheiros no seu Dia Nacional e que decorreu, no passado mês de Novembro, em Bragança. Licenciada pela Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica, realizou o seu estágio no Departamento de Qualidade e Segurança Alimentar da CONSAGRA, Consultoria Agro-alimentar, com um trabalho sobre a Implementação do Sistema HACCP na Indústria Agro-Alimentar. O destaque deste número inclui ainda um dossier, elaborado pelo Colégio Regional Norte, sobre o ensino da Engenharia Civil em Portugal. Com base em informações e estatísticas disponíveis, os seus autores desenvolvem uma reflexão cuidada sobre os importantes desafios que temos pela frente, académicos e profissionais, tendo em vista a exigência de um ensino de qualidade para uma actividade competente. De realçar ainda a notícia sobre a 1.ª edição do Engineer s Trophy, um evento organizado, em Ponte de Lima, de 21 a 23 de Abril, e que teve por objectivo, para além do indispensável e salutar convívio, colocar à prova a estratégia, a criatividade, a perseverança e o espírito competitivo dos mais de 30 de participantes. Objectivo plenamente alcançado e que deverá conduzir à realização de uma segunda edição desta iniciativa em tempos próximos. Finalmente, merecem ainda destaque os artigos de opinião dos colegas Ricardo Cunha Reis, sobre Inovação ou investir no Futuro, e Patrício Martins, sobre Internacionalização, que compromisso?. Ou ainda o ambicioso programa de encontros que o Conselho Directivo e os Colégios da Região Norte da Ordem dos Engenheiros vão organizar até ao final do ano em diferentes localidades da região. Boa leitura. Luís Ramos Vice-presidente do Conselho Directivo índice Opinião Notícias Entrevista Destaque 28 Vida 29 Associativa 30 Disciplina 31 Perfil Jovem Engenharia 32 no Mundo Lazer Agenda Ficha Técnica Propriedade: Ordem dos Engenheiros Região Norte. Director: Luís Ramos Conselho Editorial: Gerardo Saraiva de Menezes, Luís Leite Ramos, Fernando Almeida Santos, Maria Teresa Ponce Leão, António Machado e Moura, Joaquim Ferreira Guedes, José Alberto Gonçalves, Aristides Guedes Coelho, Hipólito Campos de Sousa, José Ribeiro Pinto, Francisco Antunes Malcata, António Fontainhas Fernandes, João da Gama Amaral, Carlos Vaz Ribeiro, Fernando Junqueira Martins, Luís Martins Marinheiro, Eduardo Paiva Rodrigues, Paulo Pinto Rodrigues, António Rodrigues da Cruz, Maria da Conceição Baixinho. Redacção: Ana Ferreira (edição), Liliana Marques, Natércia Ribeiro e Susana Branco. Paginação: Joel Rocha. Imagens: Arquivo QuidNovi e Getty Images/ImageOne. Grafismo, Pré-impressão e Impressão: QuidNovi. Praceta D. Nuno Álvares Pereira, 20 4º DQ Matosinhos. Tel Publicação trimestral: Abr/Mai/Jun n.º 8/2006. Preço: 2,00 euros. Tiragem: exemplares. ICS: Depósito legal: /89. Contactos Ordem dos Engenheiros Região Norte Jorge Basílio, secretário-geral da Ordem dos Engenheiros Região Norte Sede: Rua Rodrigues Sampaio, Porto. Tel Fax Delegação de Braga: Largo de S. Paulo, Braga. Tel Fax Delegação de Bragança: Av. Sá Carneiro, 155/1º/Fracção AL. Edifício Celas Bragança. Tel Delegação de Viana do Castelo: Av. Luís de Camões, 28/1º/sala Viana do Castelo. Tel Delegação de Vila Real: Av. 1º de Maio, 74/1º dir Vila Real. Tel

3 Página 4 OPINIÃO info Ricardo da Cunha Reis, engenheiro civil Inovação ou ainda investir no futuro Poderia iniciar este pequeno artigo de opinião com alguns chavões, invocando palavras como inovação ou ainda investir no futuro, mas não o vou fazer. Irei sim tentar ser prático e conciso em algumas ideias e reflexões que a seguir exponho. Como foi do conhecimento geral, realizou-se em Fevereiro último o 6º Congresso Internacional da Segurança, Higiene e Saúde do Trabalho na FEUP de 23 e 24 de Fevereiro, organizado pela Ordem dos Engenheiros Região Norte/FEUP/APSET, com uma adesão fora do comum, o que tornou, mais uma vez, aquele evento um verdadeiro sucesso, não só porque intervieram nos seus painéis alguns dos mais importante nomes ligados a esta área, mas também por diversos factores, entre outros, os que passo a citar: 1. É um assunto bastante mediático, pois continua a verificar-se, apesar de ter vindo a decrescer, uma taxa de sinistralidade no trabalho significativa relativamente ao resto da Europa; 2. No âmbito da construção civil, foram abordadas algumas questões relativas à aplicação da nova regulamentação nomeadamente, o Decreto-lei 273/03 de 29 de Outubro e o Decreto-lei 12/2004 de 9 de Janeiro; 3. E ainda, qual deverá ser o perfil do Coordenador de Segurança, ainda no âmbito do Decreto-lei 273/03 de 29 de Outubro, de modo ser possível regulamentar esta actividade. Penso, fundamentalmente, que foi este último ponto que despertou um interesse generalizado, pois na realidade tratase da criação de novas profissões que se dão pelo nome de Coordenador de Segurança e Saúde em Obra e Projecto e de Técnicos Superiores de Higiene e Segurança no Trabalho e Técnicos de Higiene e Segurança no Trabalho. Funções ou missões essas obrigatórias na generalidade das obras de construção civil, pois existem, quase sempre, mais de dois projectistas na realização de um projecto (Arquitectura e Especialidade) e mais de duas empresas a executar uma obra (Empreiteiro e Sub-empreiteiros). E a questão era: quem é que deverá desempenhar essa função? Bom, não irei pronunciar-me sobre esta questão, mas sim constatar que de facto estas duas novas profissões terão obrigatoriamente de existir no ramo da Indústria de Construção Civil e a pergunta que deverá ser feita é: E a restante indústria, têxtil, calçado, informática e outras, não deveriam ter as mesmas obrigatoriedades que a construção civil? Será que se trata de indústrias de 2ª categoria e de menor importância? Para se ter uma ideia, qualquer indústria para se manter em laboração deverá ter o chamado alvará. No caso da construção civil, existe uma entidade regulamentadora chamada IMOPPI Instituto dos Mercados de Obras Públicas e Particulares e do Imobiliário, e no caso da generalidade das indústrias, a entidade regulamentadora é o Ministério da Economia. Ora, de acordo com a Portaria 16/2004 de 10 de Janeiro, regulada pelo IMOPPI, para a obtenção das várias classes de Alvará de Construção Civil a empresa deverá ter nos seus quadros os seguintes técnicos, entre outros: Tec. Hig. Seg. Trabalho Classes Engenheiro Eng. Técnico CAP nível 5 CAP nível Nas restantes indústrias, reguladas pelo Ministério da Economia, apenas está previsto um «Interlocutor e responsável técnico do projecto», pessoa ou entidade designada pelo industrial para efeitos de demonstração de que o projecto se encontra em conformidade com a legislação aplicável e para o relacionamento com a entidade coordenadora e as demais entidades intervenientes no processo de licenciamento industrial, conforme mencionado no art. 2º do Decreto-lei 69/2003 de 10 de Abril. Sem mais definições relativamente ao perfil ou qualificação académica do mesmo, e em temos de segurança e saúde no trabalho, deverão ser exigidos os serviços internos, externos ou mistos, conforme Decreto-lei 441/91 de 14 de Novembro. Ora, poderá ser legítima a argumentação de que: como a construção civil tem uma componente técnica elevada, deverá ter quadros mínimos com competência específica para o desenvolvimento dos trabalhos na empresa. E nas

4 info OPINIÃO Página 5 restantes indústrias não são necessários esses quadros? Caso o projecto de construção civil não seja bem concebido, no seu todo, poderão estar em risco muitas vidas humanas. E no resto das indústrias não? Como por exemplo a informática que está, hoje em dia, constantemente presente em todos os sectores de actividade? Mas gostaria de ir mais longe na minha reflexão. É do conhecimento geral que qualquer empresa com contabilidade organizada deverá ter um Técnico Oficial de Contas (TOC) ou eventualmente um Revisor Oficial de Contas (ROC). Ora estes técnicos terão como função principal o tratamento dos números numa fase final, ou seja, irão trabalhar com os valores que são debitados pela empresa em função do seu desempenho. E será que esse desempenho será o ideal, será que a indústria estará munida de quadros técnicos suficientes, em quantidade e qualidade, para que as empresas sejam produtivas em todas as suas vertentes: comercial, planeamento, gestão de recursos, etc. Na indústria da construção civil, como o quadro mínimo é obrigatório, a probabilidade da empresa conseguir obter um maior desempenho é maior. Nas restantes indústrias, infelizmente para todos, a probabilidade é muito menor. Termino este pequeno texto, apesar de não o fazer no início, com as palavras inovação ou ainda investir no futuro porque é disto que o nosso tecido empresarial necessita, mas para tal deverá ter nos seus quadros técnicos trabalhadores válidos e qualificados, pois será esta a mais-valia para vencer as guerras com outros mercados que estão a proliferar de forma desmedida e muitas vezes sem regras.

5 Página 6 OPINIÃO info Patrício Martins, engenheiro electrotécnico Internacionalização, que compromisso? Nos dias de hoje assiste-se, nos meios de comunicação, nos cafés, nos corredores das empresas, a uma discussão abusadora e até arrepiante sobre a crise económica do país, sobre o equilíbrio orçamental, sobre o fraco poder de compra dos portugueses, sobre o défice da balança comercial, entre outros temas que fazem a actualidade. Por outro lado, os especialistas em economia e finanças apelam diariamente para a contenção da despesa pública e mais concretamente para o cuidado na concretização de grandes obras. Tendo como objectivo a retoma da economia, estes prestigiados especialistas apontam como uma das principais soluções a aposta na inovação e na penetração em novos mercados exteriores, aumentando desta forma as exportações. Ora, pegando na palavra exportação, pergunto: Para aumentar as exportações não será preciso em primeiro lugar que as empresas se internacionalizem? Não será necessário criar e aproveitar know-how interno das grandes realizações? Motivar para inovar conceitos ou motivar para ganhar um dinheiro extra? Não serão precisos decisores que assumam riscos razoáveis? Não serão precisos processos que capacitem a nossa engenharia interna? Não serão precisos métodos de produção eficazes? Não serão precisos métodos rigorosos de qualidade e produtividade? Não serão precisos métodos de decisão, de concepção e de exploração diferentes do que aqueles que até aqui se têm aplicado? Não serão precisas receitas de inovação? Não será necessário mudar o comportamento das pessoas no seu dia-a-dia? É necessário e determinante criar na nossa cultura uma mentalidade diferente por parte da massa empresarial e governamental porque penso que é unânime que não estamos no bom caminho e que se não mudarmos de atitude irá haver desequilíbrios na balança comercial não corrigível, nem a curto nem a longo prazo. Precisamos de desenvolver a nossa capacidade criativa. Precisamos de aproveitar o que internamente há a fazer, criando, na medida do possível, uma protecção aos concorrentes nacionais para desenvolver ou importar métodos de análise, investigação e desenvolvimento que enriqueçam o país, pegando por exemplo no que de melhor há em países superdesenvolvidos. Tomando como exemplo o aeroporto da OTA. Na realização desta grande e estrutural obra para o país, qual o capital empresarial português que vai ser investido ou empregue? Quantas empresas portuguesas de tecnologia vão contribuir com soluções inovadoras, sem ser com a força da pesada mão-de-obra, nesta infra-estrutura? O país e as empresas precisam, sem margem para dúvidas, de pessoas competentes ao nível da sua gestão superior porque assumir o compromisso da internacionalização é assumir a vontade de criar riqueza interna através da venda de produtos/soluções ao exterior. Assumir a internacionalização é expandir a nossa tecnologia exportando o nosso know-how. Assumir a internacionalização é aceitar riscos inerentes a este tipo de negócio. Para internacionalizar é necessário criar competências diferenciadoras que permitam elevar o nosso índice de competitividade global (interno e externo). É necessário determinação por parte da governação estratégica do país, para assumir uma engenharia de recrutamento eficaz, virada para o conceito da intermobilidade dos seus colaboradores, da internacionalização dos seus conceitos, da globalização dos seus métodos produtivos. O país precisa de um leque de indivíduos, onde os engenheiros têm um papel fundamental e preponderante, capazes de pôr em prática todo o seu saber para, em complemento com outras actividades de gestão estratégica, exportar o conceito do país que sabe fazer apresentando um imagem moderna, inovadora e de grande valor tecnológico. Porque no mundo actual só se exporta tecnologia com valores diferenciadores, a exportação não é mais do que saber negociar mais-valias entre duas sociedades/entidades. Capacidade intelectual não falta neste país, portanto vamos lá arregaçar as mangas!

6

7 Página 8 NOTÍCIAS info Noel Vieira homenageado na FEUP No passado dia 8 de Março, o Departamento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial (DEMEGI) da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) homenageou o engenheiro Noel Vieira, um dos seus mais antigos professores convidados e recentemente jubilado. Do seu vasto currículo destacam-se os vários anos de ensino e a sua participação em diversos projectos de renome internacional, bem como a fundação de uma das empresas de projectos mais bem sucedidas a FASE. Membro da Ordem dos Engenheiros há mais de 25 anos e exmembro da Comissão de Admissão e Qualificação da Ordem dos Engenheiros, Noel Vieira apresentou a sua Visão sobre o Sector de Serviços de Engenharia em Portugal. Caracterizando a actividade, desde o seu início até ao momento do sector de serviços de Engenharia, o homenageado prosseguiu a sua apresentação fazendo menção a vários aspectos dos serviços de Engenharia, desde o seu enquadramento legal até à relação entre empresas e universidades, destacando que há estudos de ambos os lados. Seria desejável um entrosamento maior entre universidades e empresas. Noel Vieira referiu ainda o papel cada vez mais importante das empresas de serviços de Engenharia no futuro, quer económico quer social do país, e o valor crescente desta área em Portugal que conta, cada vez mais, com profissionais bastante qualificados. Os engenheiros A. Machado e Moura (vogal da OERN) e Eduardo Maldonado (presidente do Colégio Nacional de Engenharia Mecânica), em representação, respectivamente, do Conselho Directivo da Ordem dos Engenheiros da Região Norte e do bastonário da Ordem dos Engenheiros, associaram-se a esta cerimónia. No final da sessão, Noel Vieira recebeu das mãos de Machado e Moura um pin de prata, representativo dos 25 anos de inscrição na Ordem dos Engenheiros e foi igualmente presenteado pelo director do DEMEGI engenheiro Paulo Tavares Castro com o livro Memórias da FEUP, evocativo das antigas instalações da mesma faculdade na Rua dos Bragas. Bons projectos Os bons projectos resultam, apenas e só, de um trabalho de equipa multidisciplinar simultâneo, desde a sua raiz. Esta ideia foi defendida por unanimidade entre os vários engenheiros e arquitectos que protagonizaram as terceiras Jornadas de Direcção e Gestão da Construção. Por outro lado, neste encontro, realizado recentemente na sede da OE e subordinado ao tema A importância de um bom projecto e da sua coordenação, ficou ainda claro que um mau projecto é o principal causador de conflitos na construção e poderá ter consequências imprevisíveis no seu desenvolvimento. Por seu lado, a OE advertiu para a importância dos bons projectos, assentes na Especialização de Direcção e Gestão da Construção. Novas leis da construção em debate A Revisão Legislativa do Sector da Construção foi tema de debate, promovido pela Ordem dos Engenheiros (OE), em mais um dos jantares-debates, inseridos num ciclo sobre assuntos ligados à Engenharia portuguesa, no âmbito das comemorações do 70º aniversário da

8 info NOTÍCIAS Página 9 OE. Hipólito Ponce de Leão, presidente do Instituto dos Mercados das Obras Públicas e Particulares do Imobiliário (IMOPPI), foi o orador convidado, tendo abordado os vários diplomas sujeitos a uma reformulação pelo Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, nomeadamente A contratação pública de empreitadas e serviços, A revisão do Decreto 73/73, A ficha técnica de habitação e O Decreto lei sobre a qualificação profissional dos coordenadores de segurança em sede de projecto e obra. Na sede da OE e perante uma plateia de cerca de uma centena de engenheiros, Ponce de Leão defendeu ainda uma revisão cuidadosa da Lei dos alvarás. Estabilização na habitação nova O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou, no passado dia 11 de Abril, um relatório sobre o índice de custos de construção de habitação nova. Em Fevereiro registou-se um crescimento de 3,6%, no Continente, face ao período homólogo do ano passado, sendo que o mesmo índice estabilizou relativamente ao mês anterior. Segundo o INE, este crescimento deve-se à proporcionalidade entre a aceleração do crescimento da componente de materiais (em o,1%) e o abrandamento da mão-de-obra. Centro de Engenharia do Centro Para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel (CEIIA-CE). Com sede na Maia, esta infra-estrutura tem como objectivo o desenvolvimento de produtos de valor acrescentado para o sector automóvel. Apesar da cerimónia, a CEIIA-CE começou a laborar em 2005 e, em pleno, no início do ano. Com uma área de 4109 metros quadrados, o centro encontra-se nas instalações da Tecmaia e, em 2007, conta triplicar o número de engenheiros empregados que inicialmente era de 20. A realização de programas completos solicitados por clientes ou parceiros, desde o design até à produção, para desenvolvimento de veículos de nicho ou pequenas séries destacam-se entre as actividades desenvolvidas pelo CEIIA. Siemens no Qatar A construção de um terminal aeroportuário temporário no Quatar está na base de um contrato celebrado entre a Siemens Portugal e aquele país, num investimento superior a 20 milhões de euros. As soluções a exportar, como os sistemas de raio-x para controlo de bagagens e de detecção de metais e explosivos para passageiros, serão criadas por engenheiros nacionais. A venda de know-how português resulta numa estrutura que, segundo um comunicado emitido pela empresa, é um produto directo do Siemens Capacity Plus, um conceito criado pelo Operating Group Industrial Solutions and Services Portugal. Licenciamentos dos edifícios diminuem No mês de Fevereiro, assistiu-se a um decréscimo do número de licenciamentos dos edifícios face ao ano anterior. Uma quebra registada em todas as regiões do país. De acordo Centro de Engenharia da Maia oficializado José Socrates presidiu, no passado dia 18 de Abril, ao lançamento oficial do

9 Página 10 NOTÍCIAS info com dados revelados pelo Instituto Nacional de Estatística, entre as variações médias negativas destacamse as regiões da Madeira, com menos 15,6%, de Lisboa, com menos 11,2%, e do Alentejo, com menos 10,1%. No total, 75,9% destinaram-se ao licenciamento de construções novas, 83% dos quais aplicados à habitação familiar. Nova ponte sobre o Douro O engenheiro Adão da Fonseca deverá ser o autor da nova ponte que ligará o Porto a Gaia. Esta sétima travessia sobre o rio Douro, orçada em 10,5 milhões de euros, será pedonal e situar-se-á a cerca de 500 metros da ponte D. Luís I, a jusante da Praça da Ribeira (no Porto) e do Largo Sandeman (em Gaia). Ocupando uma área total de 1750 metros quadrados, a ponte suspensa tem cinco metros de largura e 350 metros de comprimento. O tabuleiro, em aço, com o pavimento em madeira em deck, ficará a uma cota de cerca de 12 metros do rio. O vão da travessia terá 202 metros e ficará ao mesmo nível do tabuleiro inferior da ponte de D. Luís I, por forma a assegurar a serventia do canal de navegação. O mesmo vão ficará alteado, na saída da margem do Porto, decrescendo depois até à margem gaiense, onde será implantado o único pilar em aço da ponte. De resto, o acesso à nova ponte (a partir de Gaia) far-se-á através de uma rampa com 4% de inclinação, enquanto do lado oposto a rampa terá uma inclinação de 10%, à qual também se poderá aceder de elevador. Além de Adão da Fonseca, responsável pela concepção da ponte e do desenvolvimento da componente das estruturas, a equipa de trabalho envolvida no projecto integra ainda os engenheiros Matos Fernandes (fundações), Elsa Caetano (estruturas), Álvaro Cunha (comportamento dinâmico da ponte) e Veloso Gomes (hidráulica fluvial). Uma fotografia da ponte Pênsil, da autoria de Domingos Alvão, e uma outra imagem representativa da actividade portuária da ribeira do Porto do séc. XIX serviram de inspiração ao engenheiro Adão da Fonseca para a concepção da nova ponte, cuja

10 info NOTÍCIAS Página 11 integração paisagística e serviços especializados de arquitectura foram assumidos por Álvaro Siza. O novo IMOPPI Instituto da Construção e do Imobiliário é a nova designação do Instituto dos Mercados de Obras Públicas e Particulares (IMOPPI). A alteração do nome insere-se no Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado, depois da nova estrutura do Ministério das Obras Públicas ter sido aprovada parcialmente em Conselho de Ministros. A revisão dos estatutos do organismo liderado por Ponce de Leão estará na base destas alterações. Concurso na REFER O passado dia 2 de Maio foi a data limite estipulada pela REFER para a entrega das propostas de trabalho para as obras na Linha do Norte, avaliadas em 3,867 milhões de euros. As obras contemplam a supressão das passagens de nível nos quilómetros 59/279,59/733 e 648 da Linha do Douro, no concelho de Marco de Canaveses (no distrito do Porto). Reabilitação da baixa do Porto O Salão Ibérico do Mercado Imobiliário e Turismo Residencial, que decorreu até ao passado dia 26 de Março, serviu de pretexto para a Sociedade de Reabilitação Urbana do Porto (SRU) sublinhar o papel da Porto Vivo no processo de renovação da baixa da cidade. Uma intervenção que já se iniciou na Praça de Carlos Alberto e que se estenderá, a partir de Outubro, em algumas áreas da Avenida dos Aliados e nas zonas de Mouzinho da Silveira e do Infante. A fase inicial dos trabalhos rondará os dois mil milhões de euros, a crer na síntese do masterplan da reabilitação urbana e social da baixa portuense, apresentada no ano passado. Segundo dados da SRU, cerca de 40% das casas situadas no centro histórico do Porto e mais de 25% do total de edifícios encontram-se devolutos. Primeiro parque empresarial de Gaia 12,5 milhões de euros é o investimento previsto para a construção da novo Parque Tecnológico de Gaia, que deverá ficar concluído em Um projecto comparticipado até 70% pelo Programa de Incentivos à Modernização da Economia e que contará como parceiros com as universidades do Porto e de Aveiro e com as empresas municipais locais. Os empreendimentos de São Félix da Marinha, Sandim e Brandariz- Perosinho são as três novas estruturas apresentadas pela Câmara Municipal de Gaia com vista a concentrar as diversas unidades industriais dispersas. SICO 2006 recebe Portugal Entre os próximos dias 21 e 25 de Junho, Portugal participa na SICO 2006, a Feira de Construção da Galiza, organizada pela Associação de Promotores Imobiliários de Pontevedra (APROIN). Este encontro, considerado um dos mais importantes do sector na Península Ibérica, visa incrementar o interesse e facilitar o investimento no mercado da construção da Galiza, sendo que Portugal poderá desde logo beneficiar do factor da proximidade. De resto, a participação nacional neste certame será activa, já que alguns dos apoios institucionais são portugueses, como é o caso da Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção (APCMC). Primeira estação GPS do Norte No dia 4 de Julho, os engenheiros Sandra Carvalho, da CM de Penafiel, Helena Kol, do Instituto Geográfico Português, e Luís Santos, da Leica Geosystems, presidem a uma sessão organizada pelo Colégio Regional de Engenharia Geográfica que terá lugar na sede da OERN e versará sobre a estação GPS permanente da Câmara Municipal de Penafiel. O sistema GPS é hoje largamente utilizado em aplicações da topografia e da geodesia, que requerem um posicionamento de grande precisão. Esta estação, a primeira do género instalada na região Norte, disponibiliza correcções diferenciais para utilizadores do sistema GPS. São desta forma facilitados os procedimentos de aquisição de informação geo-referenciada de grande rigor, fundamental à actividade de uma câmara municipal. Os oradores convidados irão fazer uma exposição dos diferentes aspectos técnicos da instalação e operação daquela estação.

11 Página 12 ENTREVISTA info Xavier Malcata, engenheiro químico A química é a essência da vida Engenheiro químico de formação, Francisco Xavier Delgado Domingos Antunes Malcata há muito deixou de dedicar-se apenas às pesquisas laboratoriais para abraçar outras actividades que o ocupam a tempo inteiro. Professor catedrático da Universidade Católica Portuguesa, administrador executivo do Centro de Incubação e Desenvolvimento de Empresas em Biotecnologia, coordenador do Colégio de Engenharia Química na Ordem dos Engenheiros Região Norte (OERN), delegado nacional à Comissão Europeia na Food Quality and Safety, director da Escola Superior de Biotecnologia, responsável administrativo de duas associações tecnológicas recentemente criadas, editor de duas novas publicações da Ordem dos Engenheiros-Região Norte Rodrigo Guedes de Carvalho: um projecto, um percurso, um paradigma e Engenharia Química: uma engenharia de interface(s) e autor de vários artigos e trabalhos são algumas das suas actividades profissionais que preenchem o seu interminável currículo. Xavier Malcata considera que um desafio chama por outro e enfrenta-os de forma arrebatadora, com o mesmo tipo de abertura e de vontade. No entanto, considera umas actividades mais motivantes do que outras: Há umas que me dão um gosto interior pessoal, que Para Xavier Malcata, os engenheiros químicos acabam por ter uma visão de conjunto integrador que os diferencia das outras engenharias, que são mais específicas para o produto e o processo compensam outras funções que não me dão uma satisfação tão grande. Mas todas dão-me paixão. Desta forma, revê-se nos desenvolvimentos e resultados dessas actividades e até nos que os outros que com ele colaboram também alcançam, pois são para mim um orgulho pessoal enorme, sendo a principal recompensa que consigo recolher da minha intervenção. A ideia de ser engenheiro químico acompanhou desde cedo Xavier Malcata. Na escola secundária sabia bem quais os passos a seguir em termos profissionais. Embora tivesse notas elevadas para optar por outro curso superior, como, por exemplo, Medicina, da preferência de seu pai, que insistiu para que seguisse esse curso em vez de Engenharia Química. Mas respondia-lhe sempre que a sua vocação era Engenharia Química, como explica: Uma vocação reforçada pela influência importante das minhas professoras da escola. Elas mostraram que a química, que é

12 info ENTREVISTA Página 13 Texto de Ana Ferreira. Fotos de Alfredo Pinto uma álgebra especial, em que dois mais dois não são necessariamente quatro, está na base de tudo o que acontece no nosso mundo e, em particular na vida. Se reparamos bem, a química é a essência da vida, é um conjunto de reacções, de transformação de moléculas com átomos, que se vão associando de maneiras diferentes, e se isso se for fazendo de forma controlada, integrada e coordenada, acabamos por conseguir um conjunto de competências e de funções a que nós globalmente chamamos vida e isso sempre me fascinou. Por outro lado, a Engenharia é física muito prática. Sempre me dei muito bem nestas áreas, com uma capacidade de abstracção que terá vindo das minhas raízes familiares, visto que a minha mãe é licenciada em Matemática e na minha formação enquanto pessoa sempre tive uma componente muito forte nessa disciplina. Esta é base das ciências que lida com a física, que é a ciência mais distintiva da Engenharia. Foram estas duas componentes que acabaram por motivar desde muito novo Xavier Malcata no sentido de seguir Engenharia Química, tendo hoje a certeza absoluta que fez a aposta correcta. Terminou a licenciatura em Engenharia Química, em 1986, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, na época ainda na Rua dos Bragas. De seguida, foi contratado como assistente estagiário da Escola de Biotecnologia, que ainda se encontrava numa fase inicial. Esta foi uma oportunidade que aceitou de braços abertos, sabendo que lhe iria dar a possibilidade de crescer e abrir horizontes que não teria tido nas ofertas que entretanto ocorreram. De 1988 a 1992, frequentou a Universidade de Wisconsin, em Madison (Estados Unidos da América), onde concluiu o doutoramento em Engenharia Química, mas já na interface com a área dos alimentos. Aí a sorte voltou a bater-lhe à porta, pois teve a possibilidade de frequentar um dos departamentos de Engenharia uímica mais conceituados do mundo. Esta deslocação foi benéfica em vários aspectos. Primeiro, porque esteve afastado do seu meio usual, que é o Porto (não é a sua cidade-natal, pois nasceu em Malange, em Angola), alargando-lhe horizontes; depois, porque permitiulhe contactar com o país mais desenvolvido do mundo, designadamente nas componentes científico-tecnológicas. Engenheiros portugueses entre os melhores do mundo Mesmo tendo sido uma experiência única nos quatro anos que ficou nos Estados Unidos, Xavier Malcata nunca

13 Página 14 ENTREVISTA info Xavier Malcata, engenheiro químico colocou a hipótese de não regressar a Portugal por vários motivos: os afectos e sobretudo a vontade de ensinar os outros a fazer melhor. Se, por um lado, Xavier Malcata incentiva as deslocações dos seus estudantes como enriquecimento da sua formação, por outro, defende o regresso e a transmissão dos seus onhecimentos a outros portugueses. O que o preocupa é que, uma vez lá fora, dificilmente as pessoas regressam a Portugal. Hoje fala-se muito da fuga de cérebros para o exterior e, de facto, o que acontece é que temos massa cinzenta muito boa no país. Temos uma boa capacidade de aprendizagem, temos pessoas muito competentes, mas infelizmente muitas vezes não lhes damos condições de realização pessoal e profissional. Na opinião do engenheiro químico, não há um tecido socioeconómico que consiga absorver essas pessoas e as suas competências, de forma a ser motivador e a garantir perspectivas de carreira. Para ele, o desafio está na resposta a esta questão: Se eles vingam lá fora, porque não vingam em Portugal se lhes dermos condições? Temos de os fazer regressar para trazer ensinamentos e novas formas de pensar mais aberta, pragmática e sistemática, para que em rede tenham força e contribuam para essa massa crítica necessária para que o nosso país caminhe para a frente. O que provoca esta situação, segundo a sua opinião, é que vivemos num país que tem dificuldade em agir. É um país em que se for forçado a fazer alguma coisa até é capaz de o fazer, mas é preciso chegar a esse ponto. É um país que dificilmente toma iniciativas e quem as toma normalmente não é bem visto pelos seus pares. Portugal é o contrário dos Estados Unidos, onde se premeia o empreendedorismo a todos os níveis. Curiosamente, nesse país existem prémios de empregado do mês nas cadeias de fast food. Nós não incentivamos aqueles que se destacam dos outros pela positiva, porque se acha que esses vão constituir uma ameaça aos que fazem menos, explica. O engenheiro químico quando se refere à postura actual dos portugueses reporta-se à atitude do Velho do Restelo que Luís de Camões cantava na sua obra épica há cinco séculos atrás: a vontade de ir contra aqueles que querem ir mais longe. Temos uma perspectiva pessimista e não impulsionamos quem se evidencia pela positiva e enquanto não mudarmos essa postura, que obviamente exige gerações, não vamos ser capazes de estar à altura de países mais desenvolvidos, que há muito tempo enveredaram por essa via. Não é de agora que Xavier Malcata faz questão de salientar o seu ponto de vista em relação a esta matéria. Não sente, porém, que está sozinho a clamar no deserto, pois outras pessoas manifestam publicamente ideias idênticas, mas muito ainda há a fazer. A começar por descobrir as respostas a estas perguntas: Agora que as fronteiras se abriram, agora que estamos integrados no pelotão da frente a nível mundial que é a União Europeia, agora que temos financiamentos específicos para modernizar e acompanhar os outros, porque não somos um caso de sucesso como outros países têm sido, como a nossa vizinha Espanha? O que vem de fora é que é bom e nós somos uns coitadinhos, mas não conseguimos porquê? Somos feitos de uma massa genética diferente e de pior qualidade? Para ele, a organização e a vontade de o fazer, que tem de começar por todos, estão na base destes problemas, sob o lema think globally, act locally (pensa globalmente, actua localmente). Além disso, os portugueses, na sua opinião, também têm um problema de auto-estima. Engenharia Química, a mais globalizante das engenharias Para Xavier Malcata ser engenheiro em Portugal é um desafio, que vai ser cada vez maior. Aqueles que são engenheiros, em particular os engenheiros químicos, têm pela frente oportunidades que não devem descurar e para as quais se devem treinar devidamente. Na sua opinião, a Biotecnologia constitui claramente um manancial de oportunidades para a intervenção dos engenheiros químicos e dá como exemplo o seu próprio percurso profissional: começou como engenheiro químico na versão mais clássica e hoje está completamente convertido e operacional na área da Biotecnologia. A formação em Engenharia foi para mim qualquer coisa de estruturante, pois aprendi a pensar de forma racional e pragmática. Como costumo dizer, ser engenheiro não é meramente ter um diploma que se recebe ao fim de cinco anos de formação. É muito mais do que isso: é pensar como um engenheiro, é funcionar como um engenheiro. Ser engenheiro é uma forma de estar na vida. É isto que tento ensinar aos meus alunos. Digo-lhes que o que aprenderam não chega, pois tem de ser operacionalizado no mundo real e não ideal, num mundo onde faltam sempre dados e onde os problemas são quase sempre imprevisíveis. Como engenheiros de formação já têm as ferramentas, mas têm de aprender a pensar de forma realista adaptada à situação, mas sobretudo de modo eficiente. Um engenheiro deve fazer muito bem a gestão do tempo, ou seja, mesmo que seja possível arranjar uma solução perfeita ou quase perfeita, se essa demorar muito tempo ou tempo infinito não é útil para ninguém. É muito importante para quem se está a formar em Engenharia que fique com esta ideia. Xavier Malcata defende que dentro das especializações em Engenharia, a Química é a mais globalizante, devido à forma como é feita a abordagem, isto é, os engenheiros químicos nos currículos mais clássicos tocam num conjunto muito variado de áreas e portanto acabam por ter uma visão de conjunto integrador que os diferencia das outras engenharias, que são mais específicas para o produto e o processo. Para ele, a Engenharia Química tem de tudo um pouco e não é por acaso a grande percentagem de engenheiros químicos que

14 info ENTREVISTA Página 15 ocupam lugares de chefia em relação à total população de engenheiros em Portugal. Este é um dos pontos que estou a tentar desenvolver e será um dos contributos que pretendo deixar desta minha passagem enquanto coordenador do Colégio Regional de Engenharia Química da Região Norte, diz o engenheiro químico. E acrescenta: O espírito colectivo é muito importante e talvez um dos soft skills que mais precisamos em Portugal é um certo tipo de auto-estima de classe. Compreender que estar nesta área não é apenas necessário para uma postura exigente e reivindicativa perante terceiros, mas é muito mais do que isso: é sobretudo ter confiança em nós próprios enquanto cidadãos e profissionais. O grande desafio da Engenharia Química vai passar pelas ferramentas da Biotecnologia O século XXI é o da biologia, tal como o século XX foi o da física e o século XIX o da química. E quando se trata da biologia consideram-se ferramentas que se baseiam na vida e isso é que é a Biotecnologia. Actualmente um engenheiro químico tem de saber lidar de forma proficiente com estas ferramentas e, por isso, sendo eu engenheiro químico de formação e estando à frente de uma escola de Biotecnologia, trata-se de um desafio face a uma área que aparentemente seria nova, mas que no fundo a Engenharia Química inclui, tal significa lidar com os problemas da bioremediação (ou a resolução de muitos problemas ambientais a posteriori), mas significa também o desafio ainda maior dos processos limpos, ou seja, dos que não são poluentes, e que por isso tipicamente recorrem a ferramentas da Biotecnologia. O grande desafio da Engenharia Química vai passar pelas ferramentas da Biotecnologia, por aquela forma de implementar processos que replica o que a natureza faz e que tem vindo a fazer há muito tempo. Hoje em dia, percebemos o que acontece e conseguimos manipular essas ferramentas. Quanto à postura de um cidadão comum, Xavier Malcata aponta que todos têm a obrigação de participar todos os dias nos processos que estejam ligados ao ambiente, à alimentação, etc. Contudo, têm de ser treinados e motivados. Educação é a palavra-chave para o engenheiro. Tal como não se sabia reciclar lixo até há alguns anos atrás e hoje em dia reciclar faz parte do léxico diário dos cidadãos. Além do ambiente, os hábitos alimentares também o preocupam. Afirma que a dieta mediterrânica, rica em vegetais, produtos frescos e peixe joga a nosso favor, mas que infelizmente está-se a perder cada vez mais em favor da fast food, devido ao acelerado ritmo de vida dos portugueses. Contrariamente, o conceito de slow food, valoriza o retorno às origens em relação à alimentação. O acto da pessoa se alimentar é muito importante a nível nutricional e da saúde, pelo que deve ser muito bem pensado o que é o menu, mas também é um momento social, de convivência. Temos de recuperar estes contributos. Felizmente, a nova geração de chefes de culinária já começou a recuperar o que era a tradição alimentar portuguesa e a riqueza dos seus ingredientes, dando-lhes o que faltava para ser apelativa a uma população mais urbana e mais exigente. (...) A sopa, por exemplo, que era tradicional, está a ser recuperada e é já um sucesso, sendo que cadeias de fast food estão a apostar na sopa e na fruta fresca. O futuro é olhado com optimismo. Sou um optimista por natureza e se assim não fosse não conseguia ter esta força anímica para estar sempre a lutar contra a corrente num país que em vez de nos ajudar a crescer nos cria entraves e empecilhos.

15 Página 16 DESTAQUE info Colégio Regional de Engenharia Civil Engenharia Civil Alguns Indicadores Pretende-se abordar neste artigo, de forma sintética, as questões relativas à formação em Engenharia Civil e à situação do exercício profissional dos Engenheiros Civis. Para o efeito, apresentam-se alguns indicadores relativos ao número de escolas, vagas e alunos admitidos, médias de acesso, relação entre cursos acreditados e não acreditados, e evolução do número de diplomados. Relativamente aos Engenheiros Civis membros da OE, apresentam-se alguns indicadores relativos à sua actividade profissional. Escolas O Sistema de Ensino português, em termos de licenciaturas em Engenharia Civil, oferece no subsistema do Ensino Público dez instituições de Ensino Universitário, das quais sete são acreditadas pela OE e treze instituições de Ensino Politécnico, sendo uma acreditada. No subsistema do Ensino Não Público existem seis universidades de Ensino Particular e Cooperativo e a Universidade Católica Portuguesa. Nenhum destes cursos é acreditado pela Ordem dos Engenheiros. da Beira Interior), UM (Universidade do Minho) e da UTAD (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro). No que respeita aos cursos não acreditados é de salientar o crescimento do número de vagas no período de 2000 e 2002, passando a sua importância de 52% para 55%. A partir de 2002 não se verificaram alterações significativas. Evolução do número de cursos que conferem licenciatura em Engenharia Civil por tipo de Escola Evolução do número dos diferentes cursos que conferem licenciatura em Engenharia Civil Exigência no acesso nota mínima Pela primeira vez no ano lectivo 2005/2006 não ingressaram no Ensino Superior estudantes com notas de candidatura negativas, nas disciplinas de Matemática e Física, indiciadoras de uma preparação deficiente nas matérias nucleares para um curso de Engenharia Civil. Constata-se que a introdução deste critério afectou muito menos os cursos acreditados pela OE do que os cursos não acreditados do Ensino Universitário e Politécnico, já que era frequente alguns destes estabelecimentos admitirem alunos com classificação inferior a 9,5/20. Vagas por escola O número total de vagas das Escolas Universitárias e Politécnicos que leccionam Engenharia Civil manteve-se em crescimento entre 2000 e 2002 (2130 e 2310 respectivamente), passando a decrescer a partir desta data, verificando-se uma diminuição de cerca de 150 vagas, entre 2002 e Deste número, os cursos acreditados representam 45% do total de vagas em 2005/2006, tendo as reduções acima referidas ocorrido sobretudo nos cursos da UBI (Universidade Nota Mínima no acesso a cursos acreditados

16 info DESTAQUE Página /2001 houve 1104 diplomados e, no ano lectivo 2003/2004, houve 1783 no total, ou seja, um crescimento de 61,5%. No que se refere aos cursos acreditados, o número de diplomados cresceu 47% enquanto naqueles que não são reconhecidos pela OE o aumento foi de 81%. Analisando a evolução do número de diplomados por escolas verifica-se que as Universidades do Porto, Coimbra, Técnica de Lisboa, a Nova de Lisboa e o ISEL apresentam um maior número de diplomados. Nos cursos não acreditados, o ISEP é o instituto que mais contribuiu para o aumento do referido número de licenciados em Engenharia Civil. Nota Mínima no acesso a cursos não acreditados Relação vagas/colocados No ano lectivo 2005/2006, através do concurso nacional de acesso para ingresso no Ensino Superior Público, foram abertas 1835 vagas, das quais 53% em cursos acreditados e 47% em cursos não acreditados. Dados que não incluem as vagas e os admitidos das escolas privadas, que se desconhecem. Na primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público foram preenchidas 67% das vagas em cursos acreditados e 33% nos cursos não reconhecidos pela OE. As Universidades que preencheram totalmente as vagas na 1.ª fase de colocações foram as do Porto, a Técnica e a Nova de Lisboa, mesmo com a imposição da nota mínima de 9,5 valores. Evolução do número de diplomados em Engenharia Civil Os Engenheiros Civis em número A outorga do título de Engenheiro Civil é uma prerrogativa da OE. Sintetiza-se no organograma, em baixo, de forma simplificada o percurso mais frequente e a progressão dos Engenheiros Civis na Ordem. Relação número de vagas e alunos admitidos em cursos acreditados e não acreditados Diplomados Entre 2000/2001 e 2003/2004, o número total de diplomados em Engenharia Civil teve uma tendência crescente, como se pode verificar pelo respectivo gráfico. No ano lectivo Vias de admissão e qualificação na Ordem dos Engenheiros

17 Página 18 DESTAQUE info Colégio Regional de Engenharia Civil No que respeita às candidaturas a membros da OE, por parte de licenciados oriundos de cursos não acreditados no período de 2002 a 2005, o acréscimo de candidatos a exame foi superior a 200%, donde resultou um aumento nas admissões à OE por esta via até Em 2005, apesar do maior número de candidatos, o número de admitidos sofreu um decréscimo de 47%. Quanto à importância da Especialidade de Engenharia Civil na OE, salienta-se que esta se distancia das restantes, correspondendo-lhe o maior número de membros: 13031, em 2004, o que representa cerca de 40,7% dos membros totais da OE. 27,1% no sector público. A percentagem de empresários é de 15,1%, enquanto 5,6% são reformados e 0,8% encontram-se no desemprego. Ramo de actividade dos Engenheiros Civis membros da Ordem dos Engenheiros Exames de admissão a OE, Especialidade de Engenharia Civil A maioria dos Engenheiros Civis membros da OE (87,2%) têm qualificação profissional de Membro. 10,2% têm a qualificação de Membro Sénior e 0,6% de Membros Conselheiros. O título de especialista foi atribuído a 3,2% dos membros. Constata-se que os Engenheiros Civis, membros da OE, residem principalmente na Região de Lisboa (41,8%) e em menor grau na Região do Porto (18,7%). Analisando a Região de Trabalho, verifica-se uma tendência semelhante à delineada para a Região de Residência, o mesmo acontecendo com o número de inscritos em cada uma das Regiões (Sul 48,8%; Centro 18,6%; Norte 29%). Tendo em conta a idade, verifica-se que 30,3% dos membros têm entre 40 a 49 anos, 27,5% situam-se entre os 30 e os 39 anos e 18,9% entre 50 e 59 anos, sendo a maioria do sexo masculino (85,3%). Na especialidade de Civil, 79,2% são licenciados, tendo 9,3% adicionalmente uma pós-graduação, 7,6% um mestrado e 3% doutoramento. Os Engenheiros Civis no plano profissional Em relação à situação profissional, a maioria dos Engenheiros Civis membros da Ordem dos Engenheiros é trabalhador por conta de outrem: 40,6% no sector privado e O ramo de actividade que mais se destaca é o da construção, empregando 64.2% dos Engenheiros Civis. O ramo da administração pública, defesa e segurança social representa 12,3% e a educação 6%, seguindo-se outros menos expressivos. Em relação às principais áreas de actividade exercidas, as mais registadas são as de projecto (22,5%), planeamento, controlo ou fiscalização (20%) e direcção e execução de obras (17,6%). No exercício de segundas actividades, a área de projecto é novamente a mais registada, com 28,7%, seguindo-se direcção e execução de obras, com 13,8%, e consultoria com 11,6%. Mais de metade dos membros da OE (57,8%) trabalha em empresas privadas, enquanto na administração local ou regional trabalham 10,9%. Considerando a dimensão da instituição empregadora, verifica-se que 29% dos Engenheiros Civis, membros da Ordem, trabalham em empresas com mais de 500 trabalhadores e que 32,1% trabalham em empresas com menos de 50 trabalhadores. Cerca de 52.1% trabalham há mais de 10 anos e menos de ,6% há mais de 30 anos. Quanto à mobilidade profissional, os Engenheiros Civis que mudaram de empresa, pelo menos uma vez desde que iniciaram a carreira, rondam os 64,2%. Aqueles que continuam na mesma empresa, mas que desempenham outras funções, aproximam-se dos 17,3%. Relativamente ao plano remuneratório, os escalões de rendimento

18 info DESTAQUE Página 19 intermédio são os que abrangem maior número de Engenheiros. O escalão que compreende vencimentos entre os e obtém a maior percentagem, com 20,1%, seguindo-se o escalão compreendido entre os e , com 19,6%. Conclusão O acesso aos cursos de Engenharia Civil e a qualidade de ensino têm que ser objecto de exigências mínimas, compatíveis com um exercício profissional competente e socialmente respeitado. A exigência de uma classificação positiva nas provas de ingresso parece ser indispensável para credibilizar o ensino. Perspectiva-se na actualidade um número de vagas disponíveis nos vários tipos de licenciatura em Engenharia Civil claramente superior ao número de candidatos, parecendo evidente a necessidade de descobrir vocações alternativas para a capacidade superabundante instalada nos vários sistemas de ensino. Parece fazer sentido um redireccionamento dessa capacidade e dos meios técnicos subjacentes para um apoio mais directo à actividade de construção, designadamente na formação contínua de técnicos superiores activos e na formação profissional de jovens técnicos intermédios, atenuando o distanciamento entre formações académicas muito semelhantes e as reais necessidades do sector, bem como procurando disponibilizar ao mercado profissionais com competências intermédias onde existe neste momento grande dificuldade em encontrar, ou cujas funções são tendencialmente preenchidas por profissionais sem qualquer formação de base em construção. Este esforço será tendencialmente mais reprodutivo nos locais mais afastados dos grandes centros urbanos, onde as empresas do sector apresentam em geral maiores debilidades. Perante a profusão de escolas com oferta de licenciaturas em Engenharia Civil, a necessidade de garantia de níveis mínimos de qualidade vem reforçar o papel da Ordem dos Engenheiros, com uma postura esclarecida, interventiva e coerente. Por sua vez, o exercício desta responsabilidade por parte da OE fará com que as escolas se apercebam da necessidade urgente de introduzir racionalidade neste sistema global do Ensino da Engenharia Civil, clarificando as indefinições estratégicas sobre as vocações dos sistemas de Ensino Politécnico e Universitário. No plano dos membros Engenheiros Civis, a Ordem dos Engenheiros tem de se aperceber que o seu perfil tem vindo a mudar no que respeita às funções, idade, tipo de entidade empregadora e preocupações. Face à reduzida expressão em número parece poder afirmar-se que o mercado e a generalidade dos Engenheiros não atribui grande importância à classificação dos membros e ao título de especialista. É indispensável que a Ordem dos Engenheiros consiga aproximar os Engenheiros Civis da Organização, contribuindo para uma melhor regulação do sector da construção, sabendo identificar os reais problemas da classe e conseguindo efectuar propostas visando a sua resolução. Fontes: MCTES, Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Relatório Preliminar Caracterização e identificação das necessidades dos membros da Ordem dos Engenheiros

19 Página 20 VIDA ASSOCIATIVA info Engineer s Trophy em Ponte de Lima Entre os passados dias 21 e 23 de Abril o município de Ponte de Lima foi palco da 1.ª edição do Engineer s Trophy, uma prova de desporto e de aventura organizada pela Ordem dos Engenheiros Região Norte (OERN). Esta iniciativa contou ainda com o apoio da Câmara Municipal de Ponte de Lima e da empresa Desafios (Consultsport consultoria e turismo, Lda), que assumiu toda a coordenação das provas. Desta forma, a terra limiana foi, durante o fim-de-semana, a casa de diversos profissionais, na sua maioria membros da OERN. Trinta e dois elementos divididos por oito equipas participaram no Engineer s Trophy, colocando assim à prova a sua estratégia, criatividade, perseverança e espírito competitivo. Acessível a concorrentes com preparação física média, esta prova promoveu o trabalho intelectual associado à actividade física e o contacto com o meio ambiente. Na opinião dos engenheiros Fernando Santos e José Mendes membros da entidade organizadora o desafio foi superado. Apesar de esta ter sido a primeira edição, o Engineer s Trophy atraiu diversos profissionais que prometeram desde logo participar num próximo evento do mesmo género, caso seja realizado. As provas e actividades preparadas para a iniciativa realizaram-se ao ar livre e com condições climatéricas bastante agradáveis para a prática desportiva. Os concorrentes ficaram na Quinta de Pentieiros (Paisagem Protegida das Lagoas de Bertiandos e de São Pedro de Arcos), onde se instalou a Aldeia Trophy, que, além de ter sido o ponto de partida para as provas, garantiu ainda todas as infra-estruturas necessárias para o bem-estar e convívio de cada elemento participante. Exemplo disso foram: a zona de tendas para o alojamento, zona VIP, onde os patrocinadores ou as empresas inscritas puderam criar um espaço para a promoção da sua imagem e zona de serviços. Diversas provas e percursos garantiram a diversão, o companheirismo e a aventura aos diferentes concorrentes, os quais tiveram ainda oportunidade de conhecer melhor o município de Ponte de Lima e todas as suas riquezas naturais, patrimoniais e culturais. A dinâmica, a capacidade de superação e o divertimento reinaram durante esta primeira edição do Engineer s Trophy. Canoas, pagaias, coletes de salvação, capacetes de canoagem e de BTT, bússolas, cartas topográficas, bicicletas

20 info VIDA ASSOCIATIVA Página 21 de montanha e apitos foram entre outros alguns dos materiais fornecidos pela Desafios (Consultsport consultoria e turismo, Lda), entidade que coordenou e tratou de garantir e explicar as medidas de segurança e utilização dos diferentes materiais e com a envolvente ambiental. Durante os dias das provas, a boa disposição foi a característica mais marcante do encontro. Cultura geral, boa disposição e uma preparação física média foram os requisitos necessários para a obtenção de bons resultados e para registar momentos inesquecíveis. Risos foram muitos, gargalhadas ainda mais. Quando se olhava para os concorrentes lá estavam com sorriso de orelha a orelha e com bastante vontade de experimentar todos os desportos radicais que se encontravam ao dispor. Todas as equipas deram o seu máximo em cada desafio. Durante as provas não faltaram incentivos por parte dos colegas de equipa. A equipa, identificada com o número três, que representou a GEG (Gabinete de Estruturas e Geotécnica, Lda), com sede na Cidade Invicta, demonstrou que, para além das competências de elaboração de projectos de Engenharia e Arquitectura, fiscalização e coordenação de obras, também possui uma preparação física e intelectual invejável, pois de outra forma não teria conseguido arrecadar o primeiro prémio. O sorriso de Nuno Santos, capitão da equipa, espelhou a alegria do dever cumprido. Em declarações à revista Info, o engenheiro civil realçou que mais importante do que vencer foi o acto de participar e de conviver com outras pessoas. Num tom mais de brincadeira, a equipa GEG defendeu que a sorte foi transmitida através da cor do equipamento rosa choque. Com a GEG subiram ao pódio mais duas equipas: a IMAGO/IMOBUILD (Imago atelier de Arquitectura e Engenharia, Lda/IMOBUILD Sociedade de Promoção Imobiliária, SA) e a TABIQUE (Tabique Engenharia, Lda). A IMAGO/IMOBUILD, uma equipa de arquitectos e engenheiros, sediada em Braga, conquistou o segundo lugar. Esta empresa dedica-se ao desenvolvimento de promoções

IPAM reforça no Porto. Pdg. 76. Por M." João Vieira Pinto

IPAM reforça no Porto. Pdg. 76. Por M. João Vieira Pinto IPAM reforça no Porto Pdg. 76 Por M." João Vieira Pinto IPAM reforça no Porto Afirma-se como lhe Marketing School e ambiciona ser a referência do ensino nesta área. Por isso, ejá a partir do próximo ano,

Leia mais

CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto

Leia mais

Perfil das Ideias e dos Empreendedores

Perfil das Ideias e dos Empreendedores Perfil das Ideias e dos Empreendedores I - Considerações gerais A análise que se segue tem como referência um painel 115 ideias de negócio, com proposta de desenvolvimento por 214 empreendedores, candidatos

Leia mais

ACEF/1112/25172 Relatório final da CAE

ACEF/1112/25172 Relatório final da CAE ACEF/1112/25172 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fedrave - Fundação Para O Estudo E Desenvolvimento

Leia mais

O Processo de Bolonha na ESTBarreiro/IPS

O Processo de Bolonha na ESTBarreiro/IPS O Processo de Bolonha na ESTBarreiro/IPS João Vinagre Santos A ESTBarreiro/IPS Criação em Julho de 1999, pelo Ministro da Educação Prof. Marçal Grilo 4ª Escola do IPS, 2ª Escola de Tecnologia, 1ª Escola

Leia mais

INVESTIR NO FUTURO CONTRATO DE CONFIANÇA ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL. Janeiro de 2010

INVESTIR NO FUTURO CONTRATO DE CONFIANÇA ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL. Janeiro de 2010 INVESTIR NO FUTURO UM CONTRATO DE CONFIANÇA NO ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL Janeiro de 2010 UM CONTRATO DE CONFIANÇA NO ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL No seu programa, o Governo

Leia mais

O Processo de Bolonha e o desafio da empregabilidade

O Processo de Bolonha e o desafio da empregabilidade O Processo de Bolonha e o desafio da empregabilidade P o r M a r g a r i d a S a r a i v a, J o r g e C a s a s N o v a s, J o s é R o b e r t o e E l i z a b e t h R e i s Um ano lectivo após o arranque

Leia mais

Uma conversa entre empresas e professores - os desafios da empregabilidade

Uma conversa entre empresas e professores - os desafios da empregabilidade Uma conversa entre empresas e professores - os desafios da empregabilidade No passado dia 15 de Novembro, a Share Associação para a Partilha de Conhecimento e a Faculdade de Ciências da Universidade de

Leia mais

VIDA E ACTIVIDADES DO INSTITUTO (IUDPS)

VIDA E ACTIVIDADES DO INSTITUTO (IUDPS) VIDA E ACTIVIDADES DO INSTITUTO (IUDPS) ESTÁGIOS CURRICULARES Os Estágios Curriculares no ano lectivo 2001/2002 Ao longo do ano lectivo de 2001/2002, a Comissão Coordenadora dos Estágios desenvolveu mais

Leia mais

Neves & Freitas Consultores, Lda.

Neves & Freitas Consultores, Lda. A gerência: Cristian Paiva Índice 1. Introdução... 3 2. Apresentação... 4 2.2 Missão:... 4 2.3 Segmento Alvo... 4 2.4 Objectivos... 5 2.5 Parceiros... 5 2.6 Organização... 5 3. Organigrama da empresa...

Leia mais

VAMOS PROCURAR A ARQUITETURA 2ª Edição I ESPAÇOS PÚBLICOS

VAMOS PROCURAR A ARQUITETURA 2ª Edição I ESPAÇOS PÚBLICOS VAMOS PROCURAR A ARQUITETURA 2ª Edição I ESPAÇOS PÚBLICOS A Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos (OASRN) convida todas as Instituições de Ensino da Região Norte, a participar na 2ª edição

Leia mais

Quase metade dos cursos superiores impedidos de aumentar vagas

Quase metade dos cursos superiores impedidos de aumentar vagas Pág: 6 ID: 59471903 28-05-2015 Quase metade dos cursos superiores impedidos de aumentar vagas Área: 26,00 x 31,31 cm² Corte: 1 de 5 estaque Cursos superiores e mercado de trabalho Superior 45% dos cursos

Leia mais

ACEF/1112/22947 Relatório final da CAE

ACEF/1112/22947 Relatório final da CAE ACEF/1112/22947 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL)

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR +

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + Ponta Delgada, 28 de Abril de 2014 Intervenção do Presidente do Governo Regional

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem;

Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem; SIPIE SISTEMA DE INCENTIVOS A PEQUENAS INICIATIVAS EMPRESARIAIS FICHA DE MEDIDA Apoia projectos com investimento mínimo elegível de 15.000 e a um máximo elegível de 150.000, que visem a criação ou desenvolvimento

Leia mais

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Centro Cultural de Belém, Lisboa, 11 de Outubro de 2006 Intervenção do Secretário

Leia mais

NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE

NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE A LINK THINK AVANÇA COM PROGRAMA DE FORMAÇÃO PROFISSONAL PARA 2012 A LINK THINK,

Leia mais

ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO

ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO Como fazemos 1. Através do Serviço de Assistência Empresarial (SAE), constituído por visitas técnicas personalizadas às

Leia mais

o Urbanismo tem por objecto com a construção racional da cidade, incluindo a renovação e gestão urbanas.

o Urbanismo tem por objecto com a construção racional da cidade, incluindo a renovação e gestão urbanas. Doc 5. Proposta de Projecto de Lei Sobre a Profissão, a Prática e a Formação do Urbanista A necessidade de implementar uma política consistente de Ordenamento do Território e Urbanismo, tem determinado

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN]

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Frederico Mendes & Associados Sociedade de Consultores Lda. Frederico Mendes & Associados é uma

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos Os Desafios da Fileira da Construção As Oportunidades nos Mercados Externos Agradeço o convite que me foi dirigido para participar neste Seminário e felicito a AIP pela iniciativa e pelo tema escolhido.

Leia mais

Investigação científica aproxima meio académico das empresas

Investigação científica aproxima meio académico das empresas Investigação científica aproxima meio académico das empresas Maria José Fernandes, responsável pela primeira unidade de investigação nas áreas da Contabilidade e da Fiscalidade em Portugal, acredita que

Leia mais

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Identificação

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

Serviço de Apoio à Criação de Emprego e estágios

Serviço de Apoio à Criação de Emprego e estágios Serviço de Apoio à Criação de Emprego e estágios Outubro de 2009 Agenda EM DESTAQUE Estágios e Suplemento ao Diploma- uma aposta no futuro! Índice Nota Editorial Eventos/Notícias Na Primeira Pessoa Manz

Leia mais

APRESENTAÇÃO AEFCUP. Informações. AEFCUP Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto

APRESENTAÇÃO AEFCUP. Informações. AEFCUP Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto APRESENTAÇÃO AEFCUP Informações AEFCUP Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto Rua do Campo Alegre, 1021 4150 180 Porto GPS: 41º 11'10.25'' N 8º41'25.32''W Tlf. AEFCUP

Leia mais

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Criada em Setembro de 2005 em Sacavém, a Explicolândia Centros de Estudo tem sido ao longo dos anos, uma

Leia mais

PORTUGAL 2020: EMPREENDEDORISMO E CAPITAL DE RISCO

PORTUGAL 2020: EMPREENDEDORISMO E CAPITAL DE RISCO PORTUGAL 2020: EMPREENDEDORISMO E CAPITAL DE RISCO A noção de Empreendedorismo, como uma competência transversal fundamental para o desenvolvimento humano, social e económico, tem vindo a ser reconhecida

Leia mais

NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS

NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS Sessão de Esclarecimento Associação Comercial de Braga 8 de abril de 2015 / GlobFive e Creative Zone PT2020 OBJETIVOS DO PORTUGAL 2020 Promover a Inovação empresarial (transversal);

Leia mais

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Apresentação Plenário Comissão Social de Freguesia www.observatorio-lisboa.eapn.pt observatoriopobreza@eapn.pt Agenda I. Objectivos OLCPL e Principais Actividades/Produtos

Leia mais

RECOMENDAÇÃO Nº 3/A/2004

RECOMENDAÇÃO Nº 3/A/2004 Número: 3/A/2004 Data: 22-03-2004 Entidade visada: Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva Processo: P-1/04 Área: A1 Assunto: Concurso Chefe da Divisão Municipal de Planeamento, Urbanismo e

Leia mais

Gestão Empresarial. Comércio e Serviços

Gestão Empresarial. Comércio e Serviços Curso de Gestão Empresarial para Comércio e Serviços PROMOÇÃO: COLABORAÇÃO DE: EXECUÇÃO: APRESENTAÇÃO: > A aposta na qualificação dos nossos recursos humanos constitui uma prioridade absoluta para a Confederação

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237

Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237 Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237 o previsto para os docentes da educação pré -escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, continua aplicar -se o disposto no seu artigo 18.º

Leia mais

ESTUDANTES QUE INGRESSARAM PELA 1ª VEZ NUM CURSO DE NÍVEL SUPERIOR EM PORTUGAL NO ANO LECTIVO 2004/05. Dados Estatísticos PARTE II

ESTUDANTES QUE INGRESSARAM PELA 1ª VEZ NUM CURSO DE NÍVEL SUPERIOR EM PORTUGAL NO ANO LECTIVO 2004/05. Dados Estatísticos PARTE II ESTUDANTES QUE INGRESSARAM PELA 1ª VEZ NUM CURSO DE NÍVEL SUPERIOR EM PORTUGAL NO ANO LECTIVO 2004/05 Dados Estatísticos PARTE II ESTUDANTES DE PÓS-LICENCIATURA (Mestrados e Doutoramentos) DSAS- Direcção

Leia mais

Senhor Ministro-adjunto e do Desenvolvimento Regional, Senhor Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia,

Senhor Ministro-adjunto e do Desenvolvimento Regional, Senhor Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, ATO DE POSSE, 9 DE AGOSTO 2013 Emídio Gomes Presidente da CCDR-N Senhor Ministro-adjunto e do Desenvolvimento Regional, Senhor Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Senhor Secretário

Leia mais

OS CURSOS NA FEUP FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO

OS CURSOS NA FEUP FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO OS CURSOS NA FEUP Dulce Campos (ee12134); Flávio Dantas (ee12153); João Neves (ee12035); João Espírito Santo (ee12057); Miguel Costa (ee12091); 0 1MIEEC07_3

Leia mais

Agradeço muito o convite que me foi endereçado para encerrar este XI Congresso da Ordem dos Revisores Oficias de Contas.

Agradeço muito o convite que me foi endereçado para encerrar este XI Congresso da Ordem dos Revisores Oficias de Contas. Senhor Bastonário da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, Dr. José Azevedo Rodrigues; Senhor Vice-Presidente do Conselho Diretivo da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas e Presidente da Comissão Organizadora

Leia mais

REVISÃO DA CARREIRA. PONTO DA SITUAÇÃO

REVISÃO DA CARREIRA. PONTO DA SITUAÇÃO Comunicado 23/09/2015 REVISÃO DA CARREIRA. PONTO DA SITUAÇÃO COLEGAS Pelas 21 horas, do dia 21 de Setembro de 2015, pôs-se um ponto final na primeira parte, da primeira fase do processo negocial da revisão/criação

Leia mais

Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos. Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa. Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto

Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos. Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa. Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto Senhores representantes das associações

Leia mais

I Prémio. II Concurso A. ÂMBITO E CONCORRENTES

I Prémio. II Concurso A. ÂMBITO E CONCORRENTES I Prémio 1. O Prémio Secil Universidades 2014, atribuído através do «Concurso Arquitectura», tem como objectivo incentivar a qualidade do trabalho de jovens oriundos das Escolas de Arquitectura Portuguesas

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015 CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA UMA UNIÃO EUROPEIA MAIS FORTE 22 de junho de 2015 A União Europeia deve contar com um quadro institucional estável e eficaz que lhe permita concentrar-se

Leia mais

especiais por ano, garantindo a máxima capacidade de transporte para jogos de futebol, concertos e outras celebrações de massas.

especiais por ano, garantindo a máxima capacidade de transporte para jogos de futebol, concertos e outras celebrações de massas. O Metro do Porto O Metro é um sistema de transportes públicos da Área Metropolitana do Porto e combina uma rede ferroviária subterrânea, no centro da cidade, com linhas à superfície em meio urbano e diversos

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

ajudam a lançar negócios

ajudam a lançar negócios Capa Estudantes portugueses ajudam a lançar negócios em Moçambique Rafael Simão, Rosália Rodrigues e Tiago Freire não hesitaram em fazer as malas e rumar a África. Usaram a sua experiência para construírem

Leia mais

A Formação do Tradutor e as Necessidades do Mercado de Tradução em Portugal

A Formação do Tradutor e as Necessidades do Mercado de Tradução em Portugal 1 A Formação do Tradutor e as Necessidades do Mercado de Tradução em Portugal Luís Almeida Espinoza info@linguas.com Resumo da Comunicação Nesta intervenção são abordados os problemas dos jovens tradutores

Leia mais

Profico Projetos, Fiscalização e Consultoria, Lda.

Profico Projetos, Fiscalização e Consultoria, Lda. Profico Projetos, Fiscalização e Consultoria, Lda. Rua Alfredo da Silva, 11B 1300-040 Lisboa Tlf. +351 213 619 380 Fax. +351 213 619 399 profico@profico.pt www.profico.pt INDICE 1. DESCRIÇÃO GERAL DA PROFICO...

Leia mais

1ª AVENIDA DINAMIZAÇÃO ECONÓMICA E SOCIAL DA BAIXA DO PORTO RELATÓRIO DO LEVANTAMENTO IMOBILIÁRIO CO-FINANCIADO POR:

1ª AVENIDA DINAMIZAÇÃO ECONÓMICA E SOCIAL DA BAIXA DO PORTO RELATÓRIO DO LEVANTAMENTO IMOBILIÁRIO CO-FINANCIADO POR: 1ª AVENIDA DINAMIZAÇÃO ECONÓMICA E SOCIAL DA BAIXA DO PORTO RELATÓRIO DO LEVANTAMENTO CO-FINANCIADO POR: Unidade de Gestão de Área Urbana Novembro 2012 Índice 1. Nota Introdutória... 2 2. Resultados do

Leia mais

SIGHT. lisboa cidade atrativa para estudantes internacionais. economia e inovação LISBON

SIGHT. lisboa cidade atrativa para estudantes internacionais. economia e inovação LISBON IN SIGHT economia e inovação lisboa cidade atrativa para estudantes internacionais LISBON A mobilidade de estudantes / investigadores funciona com um importante fator multiplicador de conhecimento, ao

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO 2016-2019 INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA

PLANO ESTRATÉGICO 2016-2019 INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA PLANO ESTRATÉGICO 2016-2019 INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA FICHA TÉCNICA Publicação editada ao abrigo do novo Acordo Ortográfico, exceto a transposição de conteúdos de documentos elaborados

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 Versão Preliminar Este relatório tem por objectivo da conta do que de mais relevante foi realizado no cumprimento

Leia mais

Capítulo Descrição Página

Capítulo Descrição Página MANUAL DA QUALIIDADE ÍNDICE Capítulo Descrição Página 1 Apresentação da ILC Instrumentos de Laboratório e Científicos, Lda Dados sobre a ILC, sua história, sua organização e modo de funcionamento 2 Política

Leia mais

OBSERVATÓRIO DO PERCURSO PROFISSIONAL DOS DIPLOMADOS DA UTAD

OBSERVATÓRIO DO PERCURSO PROFISSIONAL DOS DIPLOMADOS DA UTAD OBSERVATÓRIO DO PERCURSO PROFISSIONAL DOS DIPLOMADOS DA UTAD UTAD 2011 OBSERVATÓRIO DO PERCURSO PROFISSIONAL DOS DIPLOMADOS DA UTAD (2003-2007) O. Enquadramento As políticas públicas de ensino superior

Leia mais

Due Diligence Aspectos Práticos

Due Diligence Aspectos Práticos Due Diligence Aspectos Práticos Foi tendo em conta os aspectos práticos do tema que o Dr. Ivo Renato Moreira de Faria Oliveira apresentou o trabalho sobre o Due Diligence Financeiro no Contexto de uma

Leia mais

Iniciativa JESSICA. Perguntas Frequentes

Iniciativa JESSICA. Perguntas Frequentes 1 - Como nasceu a iniciativa JESSICA? A iniciativa JESSICA (Joint European Support for Sustainable Investment in City Areas) é um instrumento financeiro promovido pela Comissão Europeia e desenvolvido

Leia mais

Fundamentos para um processo empreendedor bem sucedido

Fundamentos para um processo empreendedor bem sucedido Fundamentos para um processo empreendedor bem sucedido Rui Ferreira, AUDAX/ISCTE Instituto Politécnico de Coimbra Oficina-E 15/10/08 Enquadramento O O Empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será

Leia mais

1. Introdução. Ao nível dos diplomas complementares destaca-se:

1. Introdução. Ao nível dos diplomas complementares destaca-se: ÍNDICE 1. Introdução 3 2. Organograma 7 3. Caracterização Global do Efectivo 9 4. Emprego 10 5. Estrutura Etária do Efectivo 13 6. Antiguidade 14 7. Trabalhadores Estrangeiros 15 8. Trabalhadores Deficientes

Leia mais

COORDENAÇÃO DO CURSO CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO. Prof. Doutora Maria José Silva

COORDENAÇÃO DO CURSO CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO. Prof. Doutora Maria José Silva COORDENAÇÃO DO CURSO Prof. Doutora Maria José Silva PORQUÊ O CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO? Numa realidade onde a transposição do conhecimento científico e tecnológico gerado

Leia mais

7.ª GRANDE CONFERÊNCIA DO JORNAL ARQUITECTURAS

7.ª GRANDE CONFERÊNCIA DO JORNAL ARQUITECTURAS UMA INICIATIVA INTEGRADA NA: URBAVERDE FEIRA DAS CIDADES SUSTENTÁVEIS ª 7.ª GRANDE CONFERÊNCIA DO JORNAL ARQUITECTURAS ARRENDAMENTO E REABILITAÇÃO: DINAMIZAR O MERCADO, REGENERAR A CIDADE 12 de Abril de

Leia mais

CAPITAL DE RISCO EM MUDANÇA

CAPITAL DE RISCO EM MUDANÇA CAPITAL DE RISCO EM MUDANÇA Realizaram-se na passada semana dois acontecimentos que reputo de importância ímpar para a promoção do Empreendedorismo em Portugal O Dia Europeu do Empreendedor e o Encontro

Leia mais

POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR

POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR Prioridades Estratégicas Indústria Portuguesa Agro-Alimentar Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares XI LEGISLATURA 2009-2013 XVIII

Leia mais

2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS. Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015. Sessão de Abertura. António Saraiva, Presidente da CIP

2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS. Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015. Sessão de Abertura. António Saraiva, Presidente da CIP 2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015 Sessão de Abertura António Saraiva, Presidente da CIP Bom Dia, Senhoras e Senhores Embaixadores, Senhores Representantes

Leia mais

Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores,

Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores, Boa tarde Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores, Deixem-me dizer-vos que é para mim uma honra participar, na

Leia mais

Programa de Acção da Candidatura a Presidente

Programa de Acção da Candidatura a Presidente Programa de Acção da Candidatura a Presidente do Instituto Politécnico de Beja de Manuel Alberto Ramos Maçães 1 Índice I. O Porquê da Candidatura II. III. IV. Intenção Estratégica: Visão, Envolvimento

Leia mais

Sessã o de Aberturã do VII Congresso dos Portos de Lí nguã Portuguesã

Sessã o de Aberturã do VII Congresso dos Portos de Lí nguã Portuguesã Sessã o de Aberturã do VII Congresso dos Portos de Lí nguã Portuguesã Excelência, Senhor Vice Governador da Província de Benguela, Dr. João Felizardo em representação do Engº Isaac Francisco Maria dos

Leia mais

LINHAS PROGRAMÁTICAS DO ESTATUTO DA CARREIRA DOS PROFESSORES E INVESTIGADORES UNIVERSITÁRIOS

LINHAS PROGRAMÁTICAS DO ESTATUTO DA CARREIRA DOS PROFESSORES E INVESTIGADORES UNIVERSITÁRIOS LINHAS PROGRAMÁTICAS DO ESTATUTO DA CARREIRA DOS PROFESSORES E INVESTIGADORES UNIVERSITÁRIOS Carlos A. Mota Soares carlosmotasoares@dem.ist.utl.pt (Professor Catedrático do IST) INTRODUÇÃO O presente ECDU,

Leia mais

Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados

Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados Cursos de Formação em Alternância na Banca Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados Relatório Cursos terminados entre 2006 e 2009 Projecto realizado em parceria e financiado pelo Instituto de Emprego

Leia mais

07/01/2009 OJE Economia contrai 0,8% este ano e terá entrado em recessão em 2008 A crise financeira e a recessão mundial vão provocar este ano uma contracção de 0,8% na economia nacional, penalizada pela

Leia mais

ACEF/1314/03672 Relatório final da CAE

ACEF/1314/03672 Relatório final da CAE ACEF/1314/03672 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Outras

Leia mais

REGULAMENTO. 1) Os Masters do Capital Humano são uma iniciativa do Grupo IFE e do Salão Profissional de Recursos Humanos - EXPO RH.

REGULAMENTO. 1) Os Masters do Capital Humano são uma iniciativa do Grupo IFE e do Salão Profissional de Recursos Humanos - EXPO RH. 18 de Março de 2015 Centro de Congressos do Estoril REGULAMENTO DISPOSIÇÕES GERAIS 1) Os Masters do Capital Humano são uma iniciativa do Grupo IFE e do Salão Profissional de Recursos Humanos - EXPO RH.

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS?

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? HOTEL TIVOLI LISBOA, 18 de Maio de 2005 1 Exmos Senhores ( ) Antes de mais nada gostaria

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos

PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Exposição de motivos Tendo em consideração que a Administração Pública tem como objectivo fundamental

Leia mais

ENSINO SUPERIOR E DESENVOLVIMENTO

ENSINO SUPERIOR E DESENVOLVIMENTO ENSINO SUPERIOR E DESENVOLVIMENTO Joaquim Mourato (Presidente do CCISP e do IP de Portalegre) XX Congresso Nacional da Ordem dos Engenheiros Centro de Congressos da Alfândega do Porto 18.10.2014 SUMÁRIO

Leia mais

Desempenho energético dos edifícios o impacto dos regulamentos na construção e as oportunidades de melhoria do parque habitacional

Desempenho energético dos edifícios o impacto dos regulamentos na construção e as oportunidades de melhoria do parque habitacional Desempenho energético dos edifícios o impacto dos regulamentos na construção e as oportunidades de melhoria do parque habitacional Paulo Santos ADENE Agência para a Energia Nuno Baptista ADENE Agência

Leia mais

A importância de um MBA

A importância de um MBA A importância de um MBA para dar o salto na carreira O investimento é grande e o retorno está longe de ser garantido, mas, ainda assim, continua a compensar tirar um MBA. Só que o título não chega. O mais

Leia mais

FORMULÁRIO DE PROPOSTA DE PROJECTO

FORMULÁRIO DE PROPOSTA DE PROJECTO FORMULÁRIO DE PROPOSTA DE PROJECTO ESPAÇO RESERVADO AO TI: PROPOSTA Nº DATA DA ENTRADA: / / RECEBIDO POR: I. IDENTIFICAÇÃO DO PROMOTOR NOME: Nº DE SÓCIO: MORADA: CÓDIGO POSTAL - LOCALIDADE: CONCELHO: TELEFONE:

Leia mais

«Concurso Jovem Agricultor Português»

«Concurso Jovem Agricultor Português» «Concurso Jovem Agricultor Português» Como já é tradição, desde há muito, que a Caixa não descura a intenção de apoiar e estimular a economia nacional, assim como outras áreas de interesse, mostrando com

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA PARECER SOBRE O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA (Proposta de Regulamento sobre o Estatuto da AE e Proposta de Directiva que completa o estatuto da AE no que se refere ao papel dos

Leia mais

Apoio à Internacionalização. CENA 3 de Julho de 2012

Apoio à Internacionalização. CENA 3 de Julho de 2012 Apoio à Internacionalização CENA 3 de Julho de 2012 Enquadramento Enquadramento Comércio Internacional Português de Bens e Serviços Var. 13,3% 55,5 68,2 57,1 73,4 48,3 60,1 54,5 66,0 67,2 61,7 Exportação

Leia mais

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade

Leia mais

CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Centro

Leia mais

Regulamento 2015. 1. Objectivo. 2. Elegibilidade

Regulamento 2015. 1. Objectivo. 2. Elegibilidade Regulamento 2015 1. Objectivo Prémio Empreendedorismo e Inovação Crédito Agrícola 2015 é um concurso que resulta da conjugação de esforços e vontades do Crédito Agrícola, aqui representado pela Caixa Central

Leia mais

Iniciativa JESSICA. Perguntas Frequentes

Iniciativa JESSICA. Perguntas Frequentes Iniciativa JESSICA Perguntas Frequentes Iniciativa JESSICA: Perguntas Frequentes 1 - Como nasceu a iniciativa JESSICA? A iniciativa JESSICA (Joint European Support for Sustainable Investment in City Areas)

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O SENHOR MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O SENHOR MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O SENHOR MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino por ocasião do Encerramento do Seminário AS NOVAS PERSPECTIVAS NA CONTRATAÇÃO PÚBLICA promovido

Leia mais

Ciência na Cidade de Guimarãeswww.ciencianacidade.com

Ciência na Cidade de Guimarãeswww.ciencianacidade.com Ciência na Cidade de Guimarãeswww.ciencianacidade.com Cidade de Guimarães Faixas Etárias do Concelho 65 ou mais 24-64 anos 15-24 anos 0-14 anos 0 20000 40000 60000 80000 100000 População do Concelho 159.576

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO 2012

RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 NATURTEJO EMPRESA DE TURISMO - EIM MARÇO, CASTELO BRANCO 2013 Nos termos legais e estatutários, vimos submeter a apreciação da assembleia Geral o Relatório de Gestão, as contas,

Leia mais

Empreender para Crescer

Empreender para Crescer Empreender para Crescer R. Miguel Coelho Chief EntusiastPersonalBrands Caros Pais e Encarregados de Educação, este ano lectivo, por iniciativa da Assoc. Pais do Colégio, vai iniciar-se em Novembro uma

Leia mais

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP ****

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** Gostaria de começar por agradecer o amável convite da CIP para participarmos nesta conferência sobre um tema determinante para o

Leia mais

Retratos de Trabalho

Retratos de Trabalho Retratos de Trabalho Retratos de Trabalho é uma exposição fotográfica organizada pela Cidade das Profissões e pelo Museu da Indústria do Porto que convida a comunidade do Porto a revisitar profissões e

Leia mais

Consórcio CGD/IHRU. Fundo de Desenvolvimento Urbano TEKTÓNICA. Iniciativa Comunitária JESSICA. 9 de Maio 2012

Consórcio CGD/IHRU. Fundo de Desenvolvimento Urbano TEKTÓNICA. Iniciativa Comunitária JESSICA. 9 de Maio 2012 Iniciativa Comunitária JESSICA Fundo de Desenvolvimento Urbano Consórcio CGD/IHRU TEKTÓNICA 9 de Maio 2012 Iniciativa Comunitária JESSICA Consórcio IHRU/GCGD 18 de Abril de 2012 1 Portugal Evolução de

Leia mais

Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior

Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior Francisco Correia Departamento de Difusão e Promoção Instituto Nacional de Estatística Avenida António José de Almeida 1000-043 Lisboa Tel: 218426143

Leia mais

Encontro na Ordem. Reforma do Direito das Sociedades Comerciais

Encontro na Ordem. Reforma do Direito das Sociedades Comerciais Reforma do Direito das Sociedades Comerciais Encontro na Ordem Realizou-se no passado dia 15 de Março mais um Encontro na Ordem, desta vez subordinado ao tema Reforma do Direito das Sociedades Simplificação

Leia mais

Mestrado em Conservação e Reabilitação do Edificado uma resposta à crise vivida no sector da Construção em Portugal

Mestrado em Conservação e Reabilitação do Edificado uma resposta à crise vivida no sector da Construção em Portugal INSCRIÇÕES ABERTAS NOS SERVIÇOS ACADÉMICOS!!! Mestrado em Conservação e Reabilitação do Edificado uma resposta à crise vivida no sector da Construção em Portugal Reabilitação Urbana e do Património Edificado

Leia mais

Reabilitação do Mercado Municipal. Concurso de Ideias. Regulamento

Reabilitação do Mercado Municipal. Concurso de Ideias. Regulamento ARTIGO 1º Enquadramento Reabilitação do Mercado Municipal Concurso de Ideias Regulamento O Concurso de Ideias para a reabilitação do Mercado Municipal (MM), sito na praça do Comércio é uma iniciativa da

Leia mais

Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas

Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas Da União Europeia vão chegar até 2020 mais de 20 mil milhões de euros a Portugal. Uma pipa de massa, nas palavras do ex-presidente da Comissão

Leia mais

Barómetro das Profissões

Barómetro das Profissões Número 1T/2011 Período: 1 de Janeiro a 31 de Março Abril 2011 Realizado por Isabel Machado para IPAM Carreiras INTRODUÇÃO O presente Barómetro trimestral inserido na investigação do IPAM Carreiras pretende

Leia mais

Em defesa do Sector da Hotelaria, Restauração e Bebidas. desde 1896

Em defesa do Sector da Hotelaria, Restauração e Bebidas. desde 1896 Em defesa do Sector da Hotelaria, Restauração e Bebidas desde 1896 Quem Somos? Instituição de Utilidade Pública Restauração Pastelarias e Cafés Mais de um século de existência Empreendimentos Turísticos

Leia mais