ANEXO A DO CONTRATO GESTÃO DAS UNIDADES DE SAÚDE PELA ORGANIZAÇÃO SOCIAL COORDENAÇÃO OPERACIONAL DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIAS EMERGÊNCIA PRESENTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANEXO A DO CONTRATO GESTÃO DAS UNIDADES DE SAÚDE PELA ORGANIZAÇÃO SOCIAL COORDENAÇÃO OPERACIONAL DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIAS EMERGÊNCIA PRESENTE"

Transcrição

1 ANEXO A DO CONTRATO GESTÃO DAS UNIDADES DE SAÚDE PELA ORGANIZAÇÃO SOCIAL COORDENAÇÃO OPERACIONAL DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIAS EMERGÊNCIA PRESENTE

2 A. UNIDADES DA COORDENAÇÃO OPERACIONAL DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIAS EMERGÊNCIA PRESENTE Do conjunto de equipamentos de saúde da rede de atenção, serão geridos pela Organização Social OS somente aqueles apontados no Contrato de Gestão. A.1. OBJETO Gerenciamento e administração, pela CONTRATADA, da prestação dos serviços de saúde, assim como das adaptações, programação visual das unidades e dos gastos operacionais atribuídos à CONTRATADA previstos nos planos de trabalho das unidades de saúde onde estes serviços estão localizados. A.2. ESPECIFICAÇÕES DOS SERVIÇOS Abaixo serão especificados todos os serviços a serem executados - em sua respectiva Unidade de Saúde, tal como definido no final do Contrato de Gestão. A.2.1. Diagnóstico físico e operacional O estudo a ser realizado deve ter como resultado um diagnóstico físico e operacional dos recursos humanos, materiais e equipamentos na Emergência. Para tal, a OSS deverá dispor de pesquisadores atuando diretamente nos serviços de emergência com os seguintes focos: Estruturação do conhecimento dos profissionais sobre problemas decorrentes da inadequação ou indisponibilidade de equipamentos e materiais; Identificação e localização de equipamentos e materiais essenciais aos processos; Avaliação ergonômica básica da situação existente: o Dimensionamento dos recursos humanos: Quantidade de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem com base na demanda, por turno e dia da semana. o Identificação da ociosidade dos recursos humanos e dos equipamentos essenciais. Descrição das atividades básicas: o Atendimento da equipe de acolhimento; o Classificação de risco, cadastro; o Atendimento no SPA; o Atendimento nas salas amarela e vermelha; o Solicitações de internação, transferência, exames e procedimentos de alta complexidade; o Emissão da AIH; o Definição das atividades; o Seqüenciamento das atividades; o Estimativa de duração das atividades; o Definição dos pontos de controle do ciclo de atendimento. Identificação de gargalos operacionais; Estimativa das cargas de trabalho dos profissionais, considerando reserva técnica;

3 Fornecer embasamento sólido ao gestor para o planejamento de escalas especiais de "stand by" recursos humanos com pouca demanda que serão contatados em caso de necessidade e que funcionam em regime de sobreaviso. Visando permitir a implementação do serviço de emergência com a garantia de que a estrutura disponibilizada atenda às necessidades dos usuários do Sistema Único de Saúde, a OSS disporá de até 02 (dois) meses após o início do estudo para dar início à operação na primeira unidade. Após o início da primeira unidade, a OSS disporá de até mais 03 (três) meses para o início da operação na unidade seguinte e assim, sucessivamente, até o início da operação na quarta unidade. A.2.2. Carteira de Serviços de Saúde A Produção mínima de procedimentos esperados para as 4 unidades. A formatação do serviço deverá prover os recursos humanos e materiais para garantir uma demanda mínima de 1800 atendimentos/dia entre consultas e procedimentos médicos e de enfermagem; operação de 20 leitos de sala vermelha, 66 leitos de sala amarela e 126 leitos de retaguarda. O desenho operacional deverá se fundamentar na Política de Atenção às Urgências, Portaria GM n de 2002, como diretriz para a formulação de seus quadros. Para tanto, poderá valer-se do conceito de mobilidade, disponibilizando profissionais alcançáveis como na referida portaria e a utilização de segunda opinião à distância conforme previsto pela resolução do CFM nº 1.643/2002. A lotação de pessoal originalmente proposta deverá ser reavaliada sistematicamente, tomando por base o estudo descrito no item A.2.1 e pela produção frente à capacidade operacional instalada. A introdução de novos processos de trabalho e a evolução da demanda poderão ter impacto no quantitativo específico de recursos destinados a serem revisto periodicamente pela CTAA.

4 Coordenação Operacional de Atendimento em Emergências Sede Profissional (diurno) Sáb e Dom (noturno) Seg a Dom ANESTESIOLOGIA 2 2 CIRURGIA GERAL 3 3 CIRURGIA PEDIÁTRICA 2 2 CIRURGIA PLÁSTICA 2 2 CIRIRURGIA TORÁCICA 2 2 CIRURGIA VASCULAR 2 2 Médicos NEUROCIRURGIA 2 2 emergencistas OFTALMOLOGIA 2 2 OTORRINOLARINGOLOGIA 2 2 ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA 2 2 RADIOLOGIA com Ultra 2 2 BUCO-MAXILO 2 2 ENDOSCOPIA 2 2 SUB-TOTAL MÉDICOS Total de horas

5 Coordenação Operacional de Atendimento em Emergências Unidade AP 1.0 Médicos emergencistas Retaguarda Profissional (diurno) Seg a Sex (diurno) Sáb e Dom (noturno) Seg a Dom EMERGENCISTA INTENSIVISTA ADULTO (sala verm.) OFTALMOLOGIA ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA PEDIATRIA RADIOLOGIA com Ultra MÉDICOS NA RETAGUARDA (SPA+Retaguarda) Total de horas ENFERMEIRO (12x60h) ENFERMEIRO (12x60h) RETAGUARDA (SPA+Retaguarda) Total de horas TÉCNICO DE ENFERMAGEM (12x60h) TÉCNICO DE ENF. RETAGUARDA(12x60h) TÉCNICO EM RADIOLOGIA (SPA+Retaguarda) Total de horas AUXILIAR DE SERV. DE SAÚDE (SPA+Retaguarda) Total de horas

6 Coordenação Operacional de Atendimento em Emergências Unidade AP 2.1 Médicos emergencistas Retaguarda Profissional (diurno) Seg a Sex (diurno) Sáb e Dom (noturno) Seg a Dom EMERGENCISTA INTENSIVISTA ADULTO (sala verm.) OFTALMOLOGIA ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA PEDIATRIA RADIOLOGIA com Ultra MÉDICOS NA RETAGUARDA (SPA+Retaguarda) Total de horas ENFERMEIRO (12x60h) ENFERMEIRO (12x60h) RETAGUARDA (SPA+Retaguarda) Total de horas TÉCNICO DE ENFERMAGEM (12x60h) TÉCNICO DE ENF. RETAGUARDA(12x60h) TÉCNICO EM RADIOLOGIA (SPA+Retaguarda) Total de horas AUXILIAR DE SERV. DE SAÚDE (SPA+Retaguarda) Total de horas

7 Coordenação Operacional de Atendimento em Emergências Unidade AP 3.2 Médicos emergencistas Retaguarda Profissional (diurno) Seg a Sex (diurno) Sáb e Dom (noturno) Seg a Dom EMERGENCISTA INTENSIVISTA ADULTO (sala verm.) OFTALMOLOGIA ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA PEDIATRIA RADIOLOGIA com Ultra MÉDICOS NA RETAGUARDA (SPA+Retaguarda) Total de horas ENFERMEIRO (12x60h) ENFERMEIRO (12x60h) RETAGUARDA (SPA+Retaguarda) Total de horas TÉCNICO DE ENFERMAGEM (12x60h) TÉCNICO DE ENF. RETAGUARDA(12x60h) (SPA+Retaguarda) Total de horas AUXILIAR DE SERV. DE SAÚDE (SPA+Retaguarda) Total de horas

8 Coordenação Operacional de Atendimento em Emergências Unidade AP 3.3 Profissional (diurno) Seg a Sex (diurno) Sáb e Dom (noturno) Seg a Dom Médicos EMERGENCISTA emergencistas PEDIATRIA Total de horas

9 Coordenação Operacional de Atendimento em Emergências Unidade AP 4.0 Profissional (diurno) Seg a Sex (diurno) Sáb e Dom (noturno) Seg a Dom EMERGENCISTA INTENSIVISTA ADULTO (sala verm.) Médicos ORTOPEDIA E emergencistas TRAUMATOLOGIA PEDIATRIA RADIOLOGIA com Ultra SPA Total de horas ENFERMEIRO (12x60h) ENFERMEIRO (12x60h) RETAGUARDA (SPA+Retaguarda) Total de horas TÉCNICO DE ENFERMAGEM (12x60h) TÉCNICO DE ENF. RETAGUARDA(12x60h) (SPA+Retaguarda) Total de horas AUXILIAR DE SERV. DE SAÚDE (SPA+Retaguarda) Total de horas

10 A.2.3. Equipe de Profissionais das Emergências As Unidades da Coordenação Operacional de Atendimento em Emergências Emergência Presente, objeto deste Contrato de Gestão, deverão contar, obrigatoriamente, com os seguintes profissionais com atribuições definidas segundo quadros abaixo: DESCRIÇÃO DO CARGO: RESPONSAVEL TECNICO PELA OS Cargo: DIRETOR MEDICO Registro na categoria profissional: CREMERJ Função Específica do Cargo Responsável Técnico pela OS das Unidades de Saúde Sumário do Cargo Definir estratégias para as unidades de saúde Planejar, coordenar e avaliar as ações de saúde das unidades. Administrar recursos técnico-financeiros das unidades de saúde Gerenciar recursos humanos Principais Responsabilidades do Diretor Médico (atribuições específicas da função) Fazer cumprir as normas administrativas e operacionais definidas pela SMSDC para as Unidades de Saúde; Administrar os indicadores de acompanhamento e avaliação de metas pactuadas para as Unidades visando à qualidade e otimização dos recursos e a correção de possíveis desvios; Administrar o cumprimento dos Protocolos Clínicos estabelecidos, funcionamento das Comissões Técnicas estabelecidas; Administrar a implantação e operacionalização do Sistema de Informações das Unidades de Saúde; Analisar os relatórios econômico-financeiros das Unidades e possíveis desvios relacionados ao Contrato de Gestão; Analisar os relatórios assistenciais das Unidades, e seus fluxos e os gargalos operacionais, diagnosticando e operacionalizando seus ajustes nas Unidades de Saúde e junto a SMSDC; propor adaptações ou novas aquisições para o bom desempenho das mesmas Realizar reuniões ordinárias e extraordinárias com os Coordenadores Médicos e equipes assistências. Assegurar o cumprimento das normas de condutas dos profissionais nas unidades hospitalares. Realizar interface com a direção do hospital para dirimir problemas operacionais;

11 Responder junto ao CREMERJ pelo setor. Educativas e Pesquisa: Fazer cumprir o Programa de Educação Permanente do corpo clinico das unidades, previamente pactuado com a SUBHUE/SMSDC. Avaliação: Realizar avaliação de desempenho das unidades. Competências Técnicas do cargo Domínio de Gestão em Saúde assim como técnicas de emergência ou terapia intensiva, equipamentos médico-hospitalares, contas hospitalares, noções de faturamento e auditoria, registros legais no prontuário, habilidade na construção de estudos e pesquisas, conhecimento de planejamento e execução do processo de educação permanente, CCIH, indicadores de qualidade, conhecimento e experiência no manuseio das principais entidades nosológicas da emergência. Competências Comportamentais do cargo Liderança, Responsabilidade, Pro atividade, Poder de negociação, Coaching, Gestão de processos, Resistência à pressão, Relacionamento interpessoal, Trabalho em equipe, Organização, Iniciativa, Controle emocional. Experiência Profissional/Pré-requisitos Imprescindível: Desejável: Médico graduado com registro no CREMERJ Mínimo de 5 anos de formado. Experiência em gestão de serviço médico Mínimo de 5 anos de experiência prática em chefia de emergência ou terapia intensiva Pós Graduação (lato Senso) em emergência, Terapia Intensiva ou gestão em saúde.

12 DESCRIÇÃO DO CARGO: COORDENADOR MÉDICO E ROTINA Cargo: COORDENADOR MÉDICO Registro na categoria profissional: CREMERJ Função Específica do Cargo Coordenador Médico e Rotina (setor aberto e fechado). SPA, Sala Amarela, Sala Vermelha, Hipodermia, Pediatria, Retaguarda e Núcleo de Suporte Especializado (NSE). Sumário do Cargo Exercer atividades de planejamento, supervisão, orientação e execução dos cuidados operacionais e administrativos médicos, visando preservar, recuperar e reabilitar a saúde do paciente. Promover a atualização da equipe médica nos processos assistenciais e administrativos da unidade. Principais Responsabilidades do Coordenador Médico (atribuições específicas da função) Assistenciais: Receber e transmitir as normas administrativas e operacionais para o plantonista médico. Aplicar treinamentos de atualização para a equipe médica; Verificar diariamente o fluxo e os gargalos operacionais, diagnosticando e operacionalizando seus ajustes Realizar rounds de todos os pacientes internados na unidade, podendo se responsabilizar pela visita e acompanhamento dos leitos de retaguarda. Supervisionar a adequação do seguimento de protocolos clínicos, bem como seu registro em prontuários, incluindo evolução médica; Assegurar o cumprimento das normas de condutas dos profissionais nas unidades hospitalares. Fazer cumprir as normas e regulamentos da Instituição, bem como as rotinas operacionais da sua Unidade; Supervisionar, orientar e participar com a equipe de médicos dos atendimentos, das transferências, altas, óbitos e remoção de pacientes. Nortear e verificar ações fundamentadas no Manual de Procedimentos Operacionais Padrão (POP) em sua prática diária; Supervisionar as normas de precaução de contato; Atuar e coordenar o atendimento em situações de emergência; Distribuir e orientar as atividades para sua equipe de acordo com o plano de cuidados

13 estabelecidos; Orientar, em caso de óbito, os responsáveis sobre o fluxo e documentação necessária; Orientar os médicos quanto à solicitação de exames, pareceres a serem realizados e terapia a ser administrada; Supervisionar a implementação e organização diária do processo de acolhimento com classificação de risco. Responder pela implementação e observação de condutas fundamentadas em protocolos clínicos elaborados e utilizados pelos serviços especializados. Administrativas: Responder pela elaboração da escala de plantão, férias e substituições; Responder por fomentar relatórios de gestão operacional contratualizados com a SubHUE necessários para o bom desempenho da unidade; Disponibilizar o termo de consentimento informado em casos específicos; Zelar pela organização do prontuário do paciente, bem como todos os registros internos da sua Unidade; Funcionar como interface com a direção do hospital para dirimir problemas operacionais em relação ao fluxo de internação e outras demandas da gestão direta; Orientar e avaliar a equipe na utilização adequada de equipamentos, materiais permanentes e roupas, solicitando manutenção e reposição quando necessário; Fornecer informações a acompanhantes, familiares ou outras pessoas sobre o estado de pacientes internados; Notificar toda e qualquer ocorrência administrativa e/ou ocorrências adversas ao responsável técnico e à direção do hospital; Solicitar junto ao NIR ambulância para transferências, exames externos ou regulação de leitos; Verificar diariamente o preenchimento do livro de ordens e ocorrências; Solicitar e zelar pelo material de consumo e permanente da Unidade; Elaborar e implementar o processo de avaliação e desempenho da equipe médica, conforme contratualização de metas com a SubHUE; Elaborar e apresentar mensalmente a equipe o absenteísmo da unidade; Gerenciar o processo de informatização do boletim de atendimento de emergência (BAE) e toda sua potencialidade, adequando os fluxos operacionais e a parametrização do sistema. Gerenciar o tempo de espera para atendimento medico no SPA e os demais indicadores operacionais e administrativos da unidade; Mobilizar recursos humanos disponíveis entre os setores para melhor operacionalização do fluxo, visando prover melhor performance clínica e qualidade de atendimento em casos de horários de pico, grandes emergências ou correção de não conformidades da unidade ou da estrutura de suporte hospitalar. Responder junto ao CREMERJ pelo setor. Educativas e Pesquisa: Avaliar a implementação dos processos educativos destinados ao corpo clínico. Participar da elaboração e acompanhamento da tutoria em emergência do programa de residência médica do hospital. Participar do planejamento e execução do Processo de Educação Permanente. Participar e colaborar com estudos e pesquisas dentro da unidade.

14 Avaliação: Realizar avaliação de desempenho da equipe médica e colaboradores. Competências Técnicas do cargo Domínio de técnicas de emergência ou terapia intensiva, equipamentos médico-hospitalares, contas hospitalares, noções de faturamento e auditoria, registros legais no prontuário, habilidade na construção de estudos e pesquisas, conhecimento de planejamento e execução do processo de educação permanente, CCIH, indicadores de qualidade, conhecimento e experiência no manuseio das principais entidades nosológicas da emergência. Competências Comportamentais do cargo Proatividade, Trabalho em equipe, Organização, Iniciativa, Resistência a pressão, Relacionamento interpessoal, Controle emocional, Responsabilidade, Liderança, Coaching, Gestão de processos. Experiência Profissional/Pré-requisitos Imprescindível: Desejável: Médico graduado com registro no CREMERJ. Mínimo de 5 anos de formado. Experiência em gestão de serviço médico Mínimo de 5 anos de experiência prática em chefia de emergência ou terapia intensiva Pós Graduação (lato Senso) em emergência, Terapia Intensiva ou gestão em saúde

15 DESCRIÇÃO DO CARGO: MÉDICO PLANTONISTA EMERGENCIA Cargo: MÉDICO (Plantonista) Registro na categoria profissional: CREMERJ Função Específica do Cargo Médico Plantonista (setor aberto e fechado). SPA, Sala Amarela, Sala Vermelha, Pediatria, Retaguarda e Núcleo de Suporte Especializado (NSE). Sumário do Cargo Exercer atividade médica priorizada por classificação de risco orientada por protocolos assistenciais e pela política de humanização do Ministério da Saúde. Principais Responsabilidades do Médico Emergencista (atribuições específicas da função) Assistenciais: Receber e transmitir plantão para o médico responsável pelo paciente; Realizar avaliação / assistência do paciente sob sua responsabilidade bem como seus registros em prontuários, incluindo evolução médica, Realizar ou atualizar as prescrições médicas. Auxiliar quando necessário, na realização do acolhimento e na classificação de risco dos pacientes em admissão; Preencher o cumprimento de protocolos e check-lists sob sua responsabilidade; Orientar os pacientes e seus acompanhantes; Assegurar o cumprimento de boas práticas médicas; Fazer cumprir as normas e regulamentos da Instituição, bem como as rotinas operacionais da sua Unidade de lotação; Prescrever, atestar, orientar e participar com a equipe de enfermagem, das transferências, altas, óbitos e remoção de pacientes; Conhecer e nortear suas ações baseado no Manual de Procedimentos Operacionais Padrão (POP) em sua prática diária; Cumprir e prescrever as normas de precaução de contato; Atuar e coordenar o atendimento em situações de emergência da Unidade de lotação; Distribuir e orientar as atividades para sua equipe de acordo com o plano de cuidados estabelecidos e escala de plantão; Participar da discussão dos casos clínicos ( round ) dos pacientes internados ou atendidos pela unidade;

16 Realizar a admissão de pacientes na Unidade; Orientar, em caso de óbito, os responsáveis sobre o fluxo e documentação necessária; Orientar o paciente quanto aos exames a serem realizados e terapia a ser administrada; Avaliar a necessidade de parecer de especialistas e de exames complementares Acompanhar pareceres e laudos, gerenciando juntos aos seus fornecedores, o tempo adequado para minorar o desconforto e o risco de seus pacientes Guardar e preservar sigilo médico dos casos atendidos; Disponibilizar o mais rápido possível para o atendimento quando acionado, seja como plantonista, visitador ou do corpo de stand-by. Administrativas: Preencher boletim médico; Informar todas as não conformidades operacionais ao Coordenador da Emergência; Fornecer informações a acompanhantes, familiares ou outras pessoas sobre o estado de pacientes internados, de acordo com seu nível de autonomia e conhecimento; Notificar toda e qualquer ocorrência administrativa e/ou ocorrências adversas ao paciente ou à equipe, propondo soluções e orientação; Zelar pelo material de consumo e permanente da unidade; Participar de atividades de educação continuada e aprimoramento profissional de acordo com o determinado pela Coordenação; Garantir registro clínico adequado em prontuário. Interagir com o NIR quando da necessidade internação ou transferência; Registrar no livro de ordens e ocorrências todas as informações pertinentes ao conhecimento dos coordenadores; Disponibilizar, conforme prioridade avaliada pelos coordenadores, a reforçar quadro operacional com mobilidade interna ou externa à unidade em que atua. Educativas e Pesquisa: Participar da execução do Processo de Educação Continuada. Participar e colabora com estudos e pesquisas no campo médico. Avaliação: Participar da avaliação de desempenho da equipe de Médicos Competências Técnicas do cargo Técnicas de suporte avançado na manutenção de vida, equipamentos médico-hospitalares, registros legais no prontuário, CCIH, conhecimento no manuseio das principais entidades nosológicas presentes na emergência.

17 Competências Comportamentais do cargo Trabalho em equipe, Organização, Iniciativa, Resistência a pressão, Controle emocional e Responsabilidade. Experiência Profissional/ Pré-requisitos Imprescindível: Desejável: Médico graduado com registro no CREMERJ Mínimo de 5 anos de experiência prática em Emergência ou Terapia Intensiva Pós Graduação (lato Senso) em emergência ou Terapia Intensiva.

18 DESCRIÇÃO DO CARGO: ENFERMEIRO ROTINA Cargo: ENFERMEIRO ROTINA Registro na categoria profissional: COREN Função Específica do Cargo Enfermeiro Rotina (setor aberto e fechado). SPA, Sala Amarela, Sala Vermelha, Hipodermia, Pediatria, Retaguarda e CTI II. Sumário do Cargo Exercer atividades de planejamento, supervisão, orientação e execução dos cuidados operacionais e administrativos de enfermagem, visando preservar, recuperar e reabilitar a saúde do paciente. Promover a atualização da equipe de enfermagem nos processos assistenciais e administrativo da unidade. Principais Responsabilidades do Enfermeiro Rotina (atribuições específicas da função) Assistenciais: Receber e transmitir as normas administrativas e operacionais para o enfermeiro e técnico de enfermagem; Aplicar treinamentos de atualização para a equipe de enfermagem; Verificar diariamente a atualização e aprazamento das prescrições médicas e de enfermagem; Realizar avaliação dos pacientes bem como seus registros em prontuários, incluindo evolução de enfermagem; Preencher e/ ou supervisionar o cumprimento de protocolos e checklists; Realizar a entrevista e orientações com familiares e/ou acompanhantes Assegurar o cumprimento das normas de condutas dos acompanhantes nas unidades hospitalares. Fazer cumprir as normas e regulamentos da Instituição, bem como as rotinas operacionais da sua Unidade; Supervisionar, orientar e participar com a equipe de enfermagem, das transferências, altas, óbitos e remoção de pacientes. Elaborar e aplicar o processo de Enfermagem ( SAE) dos paciente internado. Nortear e verificar ações fundamentado no Manual de Procedimentos Operacionais Padrão (POP) em sua prática diária; Supervisionar as normas de precaução de contato; Atuar e coordenar o atendimento em situações de emergência; Distribuir e orientar as atividades para sua equipe de acordo com o plano de cuidados estabelecidos e escala de plantão; Participar da discussão dos casos clínicos ( round ) dos pacientes internados; Orientar, em caso de óbito, os responsáveis sobre o fluxo e documentação necessária; Orientar o paciente quanto aos exames a serem realizados e terapia a ser administrada;

19 Implementar e organizar diariamente o processo de acolhimento com classificação de risco. Administrativas: Realizar a escala do plantão Mensal; Elaborar todos os checklists necessários para o bom desempenho da unidade; Disponibilizar o termo de consentimento informado em casos específicos; Zelar pela organização do prontuário do paciente, bem como todos os registros internos da sua Unidade; Supervisionar a checagem do carrinho de PCR e desfibrilador semanalmente; Orientar e avaliar a equipe na utilização adequada de equipamentos, materiais permanentes e roupas, solicitando manutenção e reposição quando necessário; Fornecer informações a acompanhantes, familiares ou outras pessoas sobre o estado de pacientes internados, de acordo com seu nível de autonomia e conhecimento; Notificar toda e qualquer ocorrência administrativa e/ou ocorrências adversas a chefia da unidade, paciente e/ou à equipe; Solicitar junto ao NIR ambulância para transferências, exames externos ou regulação de leitos; Verificar diariamente o preenchimento do livro de ordens e ocorrências; Solicitar e Zelar pelo material de consumo e permanente da Unidade; Elaborar e implementar o processo de avaliação e desempenho da equipe de enfermagem; Elaborar e apresentar mensalmente a equipe o absenteísmo da unidade; Verificar a aplicabilidade do processo de informatização do BAE e solicita manutenção para possíveis distorções; Calcular o tempo de espera para atendimento medico no SPA; Computar os indicadores operacionais e administrativos da unidade, Responder junto ao COREN. Educativas e Pesquisa: Avaliar a implementação dos processos educativos destinados ao paciente / família desde a internação até a alta. Participar do planejamento e execução do Processo de Educação Permanente. Participar e colabora com estudos e pesquisas dentro da unidade. Avaliação: Realizar da avaliação de desempenho da equipe de Enfermagem. Competências Técnicas do cargo Técnicas de enfermagem, equipamentos médico-hospitalares, contas hospitalares, noções de faturamento e auditoria, registros legais no prontuário, habilidade na construção de estudos e pesquisas, conhecimento de planejamento e execução do processo de educação permanente, CCIH, indicadores de qualidade, administração da terapêutica medicamentosa.

20 Competências Comportamentais do cargo Pro atividade, Trabalho em equipe, Organização, Iniciativa, Resistência a pressão, Relacionamento interpessoal, Controle emocional, Responsabilidade Experiência Profissional/Pré-requisitos Imprescindível: Desejável: Enfermeiro graduado em enfermagem com registro no COREN. Mínimo de 1 ano de experiência prática em Enfermagem Hospitalar Pós Graduação (lato Senso) em emergência, Terapia Intensiva ou gestão hospitalar

21 DESCRIÇÃO DO CARGO: ENFERMEIRO PLANTONISTA EMERGENCIA Cargo: ENFERMEIRO (Plantonista) Registro na categoria profissional: COREN Função Específica do Cargo Enfermeiro Plantonista (setor aberto e fechado). SPA, Sala Amarela, Sala Vermelha, Hipodermia, Pediatria, Retaguarda e CTI II Sumário do Cargo Exercer atividades de planejamento, supervisão, orientação e execução dos cuidados operacionais de enfermagem, objetivando preservar, recuperar e reabilitar a saúde do paciente. Principais Responsabilidades do Enfermeiro Plantonista (atribuições específicas da função) Assistenciais: Receber e transmite plantão para o enfermeiro responsável pelo paciente; Verificar e/ ou aprazar as prescrições médicas e de enfermagem; Realizar avaliação / assistência do paciente sob sua responsabilidade bem como seus registros em prontuários, incluindo evolução de enfermagem; Realizar o acolhimento e classificar risco dos pacientes em admissão; Preencher e/ ou supervisionar o cumprimento de protocolos e checklists sob sua responsabilidade; Realizar orientações de cuidados de enfermagem para os familiares e/ou acompanhantes; Assegurar o cumprimento das normas de condutas dos acompanhantes nas unidades hospitalares; Fazer cumprir as normas e regulamentos da Instituição, bem como as rotinas operacionais da sua Unidade de lotação; Supervisionar, orientar e participar com a equipe de enfermagem, das transferências, altas, óbitos e remoção de pacientes; Elaborar e aplica o processo de Enfermagem ( SAE) a cada paciente internado sob sua responsabilidade; Conhecer e norteia suas ações baseado no Manual de Procedimentos Operacionais Padrão (POP) em sua prática diária; Cumprir e supervisionar as normas de precaução de contato; Atuar e coordenar o atendimento em situações de emergência da Unidade de lotação; Distribuir e orientar as atividades para sua equipe de acordo com o plano de cuidados estabelecidos e escala de plantão; Participar da discussão dos casos clínicos ( round ) dos pacientes internados; Realizar a admissão de pacientes na Unidade; Orientar, em caso de óbito, os responsáveis sobre o fluxo e documentação necessária;

22 Observar a retirada e guarda de próteses e acessórios dos pacientes em situações em que é necessário, bem como a entrega dos mesmos ao responsável pelo paciente e posterior registro do procedimento realizado; Orientar o paciente quanto aos exames a serem realizados e terapia a ser administrada. Administrativas: Realizar a escala diária de plantão de acordo com a gravidade dos pacientes; Supervisionar a ordenação e organização do prontuário do paciente, bem como todos os registros internos da sua Unidade; Supervisionar a checagem do carrinho de PCR e desfibrilador; Orientar e avaliar a equipe na utilização adequada de equipamentos, materiais permanentes e roupas, solicitando manutenção e reposição quando necessário; Informar a enfermeira rotina aquelas alterações que impedirem ou dificultarem a atividade assistencial diária; Fornecer informações a acompanhantes, familiares ou outras pessoas sobre o estado de pacientes internados, de acordo com seu nível de autonomia e conhecimento; Notificar toda e qualquer ocorrência administrativa e/ou ocorrências adversas ao paciente ou à equipe, propondo soluções e orientação; Solicitar junto ao NIR ambulância para transferências ou realização de exames externos; Preencher o livro de ordens e ocorrências e relatório geral dos pacientes; Registrar, em livro próprio, todo e qualquer empréstimo de material permanente da Unidade; Supervisionar o revezamento do descanso noturno conforme norma do Hospital Educativas e Pesquisa: Promover processo educativo ao paciente / família desde a internação até a alta. Participar do planejamento e execução do Processo de Educação Continuada. Participar e colabora com estudos e pesquisas no campo da Enfermagem. Avaliação: Participar da avaliação de desempenho da equipe de Enfermagem. Competências Técnicas do cargo Técnicas de enfermagem, equipamentos médico-hospitalares, noções de faturamento e auditoria, registros legais no prontuário, conhecimento de planejamento e execução do processo de cuidar, CCIH, administração da terapêutica medicamentosa.

23 Competências Comportamentais do cargo Trabalho em equipe, Organização, Iniciativa, Resistência a pressão, Controle emocional e Responsabilidade. Experiência Profissional/ Pré-requisitos Imprescindível: Desejável: Enfermeiro graduado em enfermagem com registro no COREN. Mínimo de 1 ano de experiência prática em Enfermagem Hospitalar Pós Graduação (lato Senso) em emergência ou Terapia Intensiva.

24 DESCRIÇÃO DO CARGO: TECNICO DE ENFERMAGEM Cargo: Técnico de Enfermagem Registro na categoria profissional: COREN Função Específica do Cargo Técnico de Enfermagem (setor aberto e fechado). SPA, Sala Amarela, Sala Vermelha, Hipodermia, Pediatria, Retaguarda e CTI II Sumário do Cargo Implementar a execução dos cuidados operacionais de enfermagem, visando preservar, recuperar e reabilitar a saúde do paciente. Principais Responsabilidades do Técnico de Enfermagem (específicas da função) Assistenciais: Recebe o plantão a beira do leito do paciente; Executar a prescrição medica e de enfermagem; Registrar em prontuários os cuidados prestados; Preencher protocolos e checklists sob sua responsabilidade. Cumprir as normas e regulamentos da Instituição, bem como as rotinas operacionais da sua Unidade; Executar as transferências, altas, óbitos dos pacientes;. Conhecer e nortear suas ações fundamentado no Manual de Procedimentos Operacionais Padrão (POP) em sua prática diária. Atuar no atendimento em situações de emergência da Unidade de lotação Realizar a admissão de pacientes na Unidade instituindo todos os cuidados de enfermagem necessários; Retirar e guardar próteses e acessórios dos pacientes em situações em que é necessário, bem como a entrega dos mesmos ao responsável pelo paciente e posterior registro do procedimento realizado; Participar do processo acolhimento com classificação de risco; Realizar todos os cuidados de higiene e conforto para o paciente; Manter a organização dos leitos sob sua responsabilidade; Executar a coleta e posterior envio de material para o laboratório; Instalar e mantém os procedimentos de oxigenoterapia; Preparar e administrar toda a terapêutica medicamentosa. Administrativa Zelar pela organização do prontuário do paciente, bem como todos os registros internos da sua Unidade. Notificar a enfermeira da unidade equipamentos danificados;

25 Notificar toda e qualquer ocorrência administrativa e/ou ocorrências adversas a enfermeira de plantão; Registrar, em livro próprio, todo e qualquer empréstimo de material permanente da Unidade; Encaminhar material para a esterilização; Receber e organizar em lugar apropriado todo o material e medicação da unidade. Avaliação: Participar da avaliação de desempenho da equipe de quando solicitado. Competências Técnicas do cargo Técnicas de enfermagem, equipamentos médico-hospitalares, registros legais no prontuário, CCIH, conhecimento das vias de medicações. Competências Comportamentais do cargo Trabalho em equipe, Organização, Iniciativa, Resistência a pressão, Relacionamento interpessoal, Controle emocional, Responsabilidade. Experiência Profissional/Pré-requisitos Imprescindível: Desejável: Tecnico em enfermagem com registro no COREN. Mínimo de 1 ano de experiência prática em Enfermagem Hospitalar

26 DESCRIÇÃO DO CARGO: MAQUEIRO Cargo: Maqueiro Registro na categoria profissional: primeiro grau completo Função Específica do Cargo Maqueiro (setor aberto e fechado). SPA, Sala Amarela, Sala Vermelha, Hipodermia, Pediatria, Retaguarda e CTI II Sumário do Cargo Executar a transferência segura dos pacientes no ambiente intra-hospitalar, visando alocar o mesmo na unidade mais apropriada para o sua recuperação. Principais Responsabilidades do Maqueiro (específicas da função) Assistenciais: Receber o plantão; Executar a transferência dos pacientes de forma segura entre as unidades; Registrar em prontuário as intercorrências durante o transporte; Preencher checklists de transporte; Cumprir as normas e regulamentos da Instituição, bem como as rotinas operacionais da sua Unidade; Executar as transferências, altas, óbitos dos pacientes;. Conhecer e nortear suas ações fundamentado no Manual de Procedimentos Operacionais Padrão (POP) em sua prática diária. Retirar e guardar próteses e acessórios dos pacientes em situações em que é necessário, bem como a entrega dos mesmos ao responsável pelo paciente e posterior registro do procedimento realizado; Participar do processo acolhimento com classificação de risco, transferindo os pacientes para as unidades solicitadas; Conhecer e manusear material imprescindível ao transporte de pacientes. Administrativa Zelar pela organização do prontuário do paciente, bem como todos os registros internos da sua Unidade. Notificar a equipe de enfermagem toda e qualquer ocorrência administrativa e/ou eventos adversos durante o transporte do paciente; Avaliação: Participar da avaliação de desempenho da equipe quando solicitado.

27 Competências Técnicas do cargo Conhecimento de equipamentos médico-hospitalares, registros legais no prontuário, CCIH, conhecimento das vias de medicações e oxigenioterapia. Competências Comportamentais do cargo Trabalho em equipe, Organização, Iniciativa, Resistência a pressão, Relacionamento interpessoal, Controle emocional, Responsabilidade. Experiência Profissional/Pré-requisitos Imprescindível: Desejável: Primeiro grau completo. Mínimo de 1 ano de experiência prática em transporte Hospitalar. A.2.4. Qualidade dos Serviços Prestados A CONTRATADA deverá implantar um plano de qualidade dos serviços prestados. Para tanto deverá atuar sobre dois aspectos: Prontuários Clínicos: o Implantação da Comissão de Prontuários; o Implantação da Comissão de Óbito; o Realização de auditoria interna quanto ao uso e qualidade dos registros no prontuário clínico, a partir de conteúdos e metodologia comum para o município do Rio de Janeiro junto com a SMSDC/RJ. Atenção ao Cliente/Usuário: o Implantar Serviços de Atendimento ao Cliente/Usuário; o Aprofundar o conhecimento das providências tomadas a partir das reclamações/sugestões dos usuários.

28 A.2.4. Cobertura A Organização Social deverá realizar os serviços para os quais está sendo celebrado este Contrato de Gestão de acordo com território e população apontados nas áreas de abrangência definidas pela SMSDC/RJ para cada uma das Unidades de Pronto Atendimento apontadas neste Contrato de Gestão.

ANEXO A do Contrato de Gestão nº /2013 G E S T Ã O D A U N I D A D E D E P R O N T O A T E N D I M E N T O. UPA Senador Camará

ANEXO A do Contrato de Gestão nº /2013 G E S T Ã O D A U N I D A D E D E P R O N T O A T E N D I M E N T O. UPA Senador Camará ANEXO A do Contrato de Gestão nº /2013 G E S T Ã O D A U N I D A D E D E P R O N T O A T E N D I M E N T O UPA Senador Camará A. GESTÃO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA) Do conjunto de equipamentos

Leia mais

REGULAMENTO OPERACIONAL DA CENTRAL DE REGULAÇÃO CENTRAL DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS

REGULAMENTO OPERACIONAL DA CENTRAL DE REGULAÇÃO CENTRAL DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS REGULAMENTO OPERACIONAL DA CENTRAL DE REGULAÇÃO CENTRAL DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS Aprovado através da Resolução nº 06/CMS/2010, de 09 de março de 2010, Ananindeua PA Capítulo I DO CADASTRAMENTO

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA RESPOSTA TÉCNICA COREN/SC Nº 47/CT/2015 Assunto: Administração de Radiofármaco Palavras chaves: Oncologia; Radiofármaco; Punção Venosa. I Solicitação recebida pelo Coren/SC: A punção venosa para aplicação

Leia mais

REGIMENTO DA DIRETORIA DE ENFERMAGEM HOSPITAL SÃO PAULO/ HU da UNIFESP. Subseção I. Subseção II. Subseção III. Subseção IV. Subseção V.

REGIMENTO DA DIRETORIA DE ENFERMAGEM HOSPITAL SÃO PAULO/ HU da UNIFESP. Subseção I. Subseção II. Subseção III. Subseção IV. Subseção V. REGIMENTO DA DIRETORIA DE ENFERMAGEM HOSPITAL SÃO PAULO/ HU da UNIFESP SEÇÃO I Da Estrutura Organizacional e Funcionamento da Subseção I Da Direção Subseção II Das Gerências Executivas Subseção III Do

Leia mais

EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 003/2012

EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 003/2012 EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 003/2012 O HOSPITAL TRAMANDAÍ, integrante da FUNDAÇÃO HOSPITAL MUNICIPAL GETÚLIO VARGAS, divulga a retificação do Edital de Abertura do Processo

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 277. Página 1

ANEXO RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 277. Página 1 ANEXO DA RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 277 Página 1 ANEXO I Dimensão Nome da Quantitativo Dimensão de Itens Peso Nota Mínima Programa de Dimensão 1 Melhoria da Qualidade 11 1 70 PMQ Dimensão 2 Dinâmica da

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE HOSPITAL REGIONAL DE CACOAL

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE HOSPITAL REGIONAL DE CACOAL Chamada nº 001/2015 Contratação Enfermagem FACIMED Processo Seletivo Simplificado para profissionais de enfermagem de Nível Médio e Superior HRC A FACIMED, considerando o convênio firmado com o Governo

Leia mais

REGIMENTO INTERNO. Regimento Interno do Corpo Clínico do Hospital Unimed João Pessoa I - FINALIDADE:

REGIMENTO INTERNO. Regimento Interno do Corpo Clínico do Hospital Unimed João Pessoa I - FINALIDADE: Código: RCC.DIR.001 Data: 28/08/2002 Versão: 1 Página: 1 de 20 I - FINALIDADE: Este documento apresenta a forma de organização das instâncias de poder do Hospital, sua configuração em Departamentos, Serviços

Leia mais

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA 1- INTRODUÇÃO Quando uma pessoa sofre agravo agudo à saúde, deve ser acolhido em serviço do SUS mais próximo de sua ocorrência, seja numa Unidade de Saúde

Leia mais

HOSPITAL DE DOENÇAS TROPICAIS DR. ANUAR AUAD. Thais Yoshida Coordenadora do SVS Serviço de Vigilância em Saúde NISPGR/SVS/HDT/HAA

HOSPITAL DE DOENÇAS TROPICAIS DR. ANUAR AUAD. Thais Yoshida Coordenadora do SVS Serviço de Vigilância em Saúde NISPGR/SVS/HDT/HAA HOSPITAL DE DOENÇAS TROPICAIS DR. ANUAR AUAD Thais Yoshida Coordenadora do SVS Serviço de Vigilância em Saúde NISPGR/SVS/HDT/HAA HISTÓRIA varíola Difteria sarampo Poliomielite tétano Meningite Febre tifóide

Leia mais

ANEXO II: ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA TÉCNICA E ECONÔMICA ÁREA DE PLANEJAMENTO 3.1

ANEXO II: ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA TÉCNICA E ECONÔMICA ÁREA DE PLANEJAMENTO 3.1 ANEXO II: ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA TÉCNICA E ECONÔMICA ÁREA DE PLANEJAMENTO 3.1 1 Introdução Entende-se que a Proposta Técnica e Econômica é a demonstração do conjunto dos elementos necessários

Leia mais

REVISÃO: Diretoria Hospital João XXIII; Gerência de enfermagem: Gerência do bloco cirúrgico; Coordenação urgência e emergência DATA: 07/01/2013

REVISÃO: Diretoria Hospital João XXIII; Gerência de enfermagem: Gerência do bloco cirúrgico; Coordenação urgência e emergência DATA: 07/01/2013 Hospital João XXIII Plano Atendimento a Desastres Hospital João XXIII TÍTULO: Plano de Atendimento a Desastres Hospital João XXIII PALAVRAS-CHAVE: Desastres, Crise, e PS ELABORAÇÃO: Diretoria Hospital

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO UPA TIPO III - 24 HORAS FONSECA 2013 CONTRATO DE GESTÃO SES/RJ

RELATÓRIO DE GESTÃO UPA TIPO III - 24 HORAS FONSECA 2013 CONTRATO DE GESTÃO SES/RJ RELATÓRIO DE GESTÃO UPA TIPO III - 24 HORAS FONSECA 2013 CONTRATO DE GESTÃO SES/RJ Sumário 1- A instituição 02 2- Indicadores sobre o corpo funcional 05 3- Resultados 2013 06 4- Principais Ações de Gestão

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA Quando da apresentação de protocolos, manual de normas e rotinas, procedimento operacional padrão (POP) e/ou outros documentos,

Leia mais

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO Departamento de Certificação A FUNDAÇÃO VANZOLINI Fundada em 1967 pelos professores do Departamento de Engenharia de Produção da

Leia mais

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES DIRETORIA GERAL DE MODERNIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA ASSISTÊNCIA À SAÚDE RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES Período Junho a Agosto de 2013 Novembro 2013 2 INTRODUÇÃO O excesso de pacientes com problemas médicos

Leia mais

ANEXO PSIQUIÁTRICO LOURIVAL BURGOS MUCCINI SUS SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Janeiro de 2008. COORDENAÇÃO SISTEMATIZADA DO ANEXO PSIQUIÁTRICO DO HGPV

ANEXO PSIQUIÁTRICO LOURIVAL BURGOS MUCCINI SUS SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Janeiro de 2008. COORDENAÇÃO SISTEMATIZADA DO ANEXO PSIQUIÁTRICO DO HGPV ANEXO PSIQUIÁTRICO LOURIVAL BURGOS MUCCINI SUS SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Janeiro de 2008. COORDENAÇÃO SISTEMATIZADA DO ANEXO PSIQUIÁTRICO DO HGPV Protocolo geral Dispõe sobre as condições para a promoção,

Leia mais

JOSÉ SERRA ANEXO NORMAS PARA CADASTRAMENTO CENTROS DE REFERÊNCIA EM CIRURGIA VASCULAR INTRALUMINAL EXTRACARDÍACA

JOSÉ SERRA ANEXO NORMAS PARA CADASTRAMENTO CENTROS DE REFERÊNCIA EM CIRURGIA VASCULAR INTRALUMINAL EXTRACARDÍACA Portaria GM/MS nº de abril de 2002 O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a alta incidência de doenças cardiovasculares na população brasileira, o que se constitui

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM SAMANTHA CORREA VASQUES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM SAMANTHA CORREA VASQUES 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM SAMANTHA CORREA VASQUES RELATÓRIO ESTÁGIO CURRICULAR III- SERVIÇOS DA REDE HOSPITALAR: UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS ANESTÉSICA PORTO ALEGRE

Leia mais

Resposta: Obrigatório, uma vez que a norma exige sistema gerador de energia de emergência.

Resposta: Obrigatório, uma vez que a norma exige sistema gerador de energia de emergência. 1 a Questão: (20 pontos) Um hospital, localizado no município de São Luiz do Maranhão, está sendo cogitado pela Coordenação Nacional de Prevenção e Vigilância (CONPREV) do INCA para receber um Centro de

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL NOVA SANTA BÁRBARA

PREFEITURA MUNICIPAL NOVA SANTA BÁRBARA PREFEITURA MUNICIPAL NOVA SANTA BÁRBARA EDITAL N.º 002/ 2010. ANEXO III DESCRIÇÃO DOS CARGOS CARGO: 012- Ajudante Geral Requisitos: Conhecimentos gerais na área Atribuições do cargo: Proceder a limpeza

Leia mais

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP Macro estratégias Discussão, pactuação tripartite, e publicação de portaria da Politica Nacional de Atenção Hospitalar/PNHOSP no SUS, estabelecendo as diretrizes

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA. comunicação interna, lidar e aprender com não-conformidades e interagir com as demais áreas da Instituição.

CONSULTA PÚBLICA. comunicação interna, lidar e aprender com não-conformidades e interagir com as demais áreas da Instituição. Dimensão Hospitalar A dimensão hospitalar foi estruturada em perspectivas, critérios e itens de avaliação, sendo que os critérios e itens de avaliação estão contemplados em seis perspectivas: 01 Ações

Leia mais

PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013)

PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013) PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013) EXPEDIENTE CONSULTA Nº 011.881/13 ASSUNTO: Relação de proporcionalidade: Número de profissionais médicos e número de atendimentos. RELATORA:

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO RIO GRANDE DO NORTE

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO RIO GRANDE DO NORTE ATO NORMATIVO Nº 01, DE 28 DE MARÇO DE 2012. Institui o Normativo de Pessoal EMPREGO DE LIVRE PROVIMENTO E DEMISSÃO DE NÍVEL SUPERIOR, EMPREGOS TEMPORÁRIOS DE NÍVEL SUPERIOR E EMPREGOS TEMPORÁRIOS DE NÍVEL

Leia mais

VII Quality Day Gestão da Segurança & Gestão por Times Nova Visão para o Modelo Assistencial

VII Quality Day Gestão da Segurança & Gestão por Times Nova Visão para o Modelo Assistencial VII Quality Day Gestão da Segurança & Gestão por Times Nova Visão para o Modelo Assistencial Time Informação e Comunicação Dr Rafael Munerato de Almeida Diretor Médico Técnico Objetivo do Time: Aprimorar

Leia mais

Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC)

Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC) Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC) Instruções Esta pesquisa solicita sua opinião sobre segurança do, erros associados ao cuidado de saúde e notificação de eventos em seu hospital

Leia mais

Capítulo XII SECRETARIA DE SERVIÇOS INTEGRADOS DE SAÚDE

Capítulo XII SECRETARIA DE SERVIÇOS INTEGRADOS DE SAÚDE Capítulo XII SECRETARIA DE SERVIÇOS INTEGRADOS DE SAÚDE FINALIDADE A Secretaria de Serviços Integrados de Saúde, órgão de direção especializada, subordinada ao diretor-geral da Secretaria do Tribunal,

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES E EXIGÊNCIAS DE ESCOLARIDADE PARA OS CARGOS

ANEXO II ATRIBUIÇÕES E EXIGÊNCIAS DE ESCOLARIDADE PARA OS CARGOS ANEXO II ATRIBUIÇÕES E EXIGÊNCIAS DE ESCOLARIDADE PARA OS CARGOS 01 MÉDICO (A) PLANTONISTA (CLINICO GERAL) Exigências: Curso de Graduação em Medicina + Registro no Conselho. Atribuições: : Realizar consultas

Leia mais

Ações e Experiências de Operadoras na Gestão de suas Redes Assistenciais. Flávio Bitter

Ações e Experiências de Operadoras na Gestão de suas Redes Assistenciais. Flávio Bitter Ações e Experiências de Operadoras na Gestão de suas Redes Assistenciais Flávio Bitter outubro 2015 Destaques Presença Nacional Beneficiários (Mil) Operadora líder no mercado brasileiro de Saúde suplementar,

Leia mais

Valorização do Desempenho no Setor

Valorização do Desempenho no Setor Universidade Federal de Juiz de Fora Hospital Universitário Programa de Avaliação de Desempenho dos Técnicos-Administrativos em Educação (PROADES) - Segunda Fase Registro de reunião Setor: Ambulatório

Leia mais

NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA

NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO GERÊNCIA DE UNIDADES DE INTERNAÇÃO Comissão de Gerenciamento de Risco NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS VIA SISTEMA 2012 Luciane Lindenmeyer,

Leia mais

PROF. ENF. HYGOR ELIAS

PROF. ENF. HYGOR ELIAS PROF. ENF. HYGOR ELIAS ADMINISTRAR É... ADMINISTRAÇÃO É O PROCESSO DE PLANEJAR, ORGANIZAR, DIRIGIR E CONTROLAR AS AÇÕES DE UMA EMPRESA/INSTITUIÇÃO/SERVIÇO A FIM DE ALCANÇAR SEUS OBJETIVOS. O enfermeiro

Leia mais

Sistema Único de Saúde, para fortalecimento dos processos de descentralização da gestão da saúde, em conformidade com a legislação vigente.

Sistema Único de Saúde, para fortalecimento dos processos de descentralização da gestão da saúde, em conformidade com a legislação vigente. GOVERNO DO ESTADO DO ESPIRÍTO SANTO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DO ESPÍRITO SANTO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS E FORMAÇÃO DE CADASTRO DE RESERVA EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR EDITAL Nº 1 SESA/ES,

Leia mais

SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA. Palestrante: Carolina Ferri

SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA. Palestrante: Carolina Ferri SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA Palestrante: Carolina Ferri Programa de Saúde da Família Estratégia de reorientação do modelo assistencial, operacionalizada mediante a implantação de equipes

Leia mais

A N E X O I - E D I T A L 01/2015 A T R I B U I Ç Õ E S E R E Q U I S I T O S D O S C A R G O S C O N C U R S O P Ú B L I C O Nº 002/2015

A N E X O I - E D I T A L 01/2015 A T R I B U I Ç Õ E S E R E Q U I S I T O S D O S C A R G O S C O N C U R S O P Ú B L I C O Nº 002/2015 A N E X O I - E D I T A L 01/2015 A T R I B U I Ç Õ E S E R E Q U I S I T O S D O S C A R G O S C O N C U R S O P Ú B L I C O Nº 002/2015 NÍVEL SUPERIOR CIRURGIÃO DENTISTA BUCO MAXILO FACIAL - CEOCAM Realizar

Leia mais

UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTÔNIO PEDRO E D I T A L N º 044 / 2014

UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTÔNIO PEDRO E D I T A L N º 044 / 2014 UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTÔNIO PEDRO E D I T A L N º 044 / 2014 O Reitor da Universidade Federal Fluminense, no uso de suas atribuições legais e estatutárias e, de acordo

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS TERESA D ÁVILA LORENA - SP. Disciplina: ESTÁGIO CURRICULAR DE ENFERMAGEM EM ADMINISTRAÇÃO II

FACULDADES INTEGRADAS TERESA D ÁVILA LORENA - SP. Disciplina: ESTÁGIO CURRICULAR DE ENFERMAGEM EM ADMINISTRAÇÃO II FACULDADES INTEGRADAS TERESA D ÁVILA LORENA - SP Curso ENFERMAGEM Disciplina: ESTÁGIO CURRICULAR DE ENFERMAGEM EM ADMINISTRAÇÃO II Ano letivo 2011 Série: 4ª Carga Horária:Teoria 54 h/aula Prática: 216

Leia mais

FUNDAÇÃO ESTATAL DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA EM SAÚDE DE CURITIBA

FUNDAÇÃO ESTATAL DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA EM SAÚDE DE CURITIBA EDITAL Nº 03/2012 O Diretor Geral da FUNDAÇÃO ESTATAL DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA EM SAÚDE DE CURITIBA, com sede na Rua Lothário Boutin, nº. 7.585, Bairro Pinheirinho, Curitiba, PR, no uso de suas atribuições

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM Dispõe sobre a normatização do funcionamento dos prontos-socorros hospitalares, assim como do dimensionamento da equipe médica e do sistema de trabalho. O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO SEBASTIÃO DO OESTE ESTADO DE MINAS GERAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO SEBASTIÃO DO OESTE ESTADO DE MINAS GERAIS O MUNICÍPIO DE SÃO SEBASTIÃO DO OESTE MG, torna público a retificação do Anexo I e Anexo II do Edital do Processo Seletivo Simplificado para formação de quadro de reserva para contratação futura de pessoal

Leia mais

EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 002/2012

EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 002/2012 EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 002/2012 A FUNDAÇÃO HOSPITAL MUNICIPAL GETÚLIO VARGAS, divulga a retificação do Edital de Abertura do Processo Seletivo Simplificado n 002/2012 destinado

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS HOSPITAL DAS CLÍNICAS VICE-DIRETORIA TÉCNICA DE ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS HOSPITAL DAS CLÍNICAS VICE-DIRETORIA TÉCNICA DE ENFERMAGEM UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS HOSPITAL DAS CLÍNICAS VICE-DIRETORIA TÉCNICA DE ENFERMAGEM TRADUÇÃO DA ELABORAÇÃO E CONTROLE DO PLANEJAMENTO DA CARGA HORÁRIA DE TRABALHO E DO PLANTÃO DE SOBREAVISO

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL

PROGRAMAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL PROFIS SOCIEDADE DE PROMOÇÃO SOCIAL DO FISSURADO LÁBIO PALATAL PROGRAMAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL BAURU - 2012 1- Identificação Instituição Responsável: PROFIS Sociedade de Promoção Social do Fissurado Lábio

Leia mais

PULSEIRA DE IDENTIFICAÇÃO...1 RECONCILIAÇÃO MEDICAMENTOSA...1 PREVENÇÃO DA SEPSE...2 CONSENTIMENTO INFORMADO...2

PULSEIRA DE IDENTIFICAÇÃO...1 RECONCILIAÇÃO MEDICAMENTOSA...1 PREVENÇÃO DA SEPSE...2 CONSENTIMENTO INFORMADO...2 ste guia foi desenvolvido especialmente para melhor orientá-lo durante sua permanência no hospital. Aqui serão encontradas informações sobre o nosso funcionamento. A leitura deste material é muito importante.

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA STI Nº 01/2011 Versão: 01 Publicação: DJE nº de / /2011 Unidade Responsável: Coordenadoria de Tecnologia da Informação - CTI I FINALIDADE Instituir a Metodologia

Leia mais

CARGO UNIDADE Cod. Bras. Ocupação CATEGORIA PROFISSIONAL (1) QTDE. Forma de contratação (2) Carga Horária Semanal (3) Salário Base (R$) (4) Encargos (R$) (4) Benefícios (R$) (4) SALÁRIO TOTAL DA SALÁRIO

Leia mais

Anexo II DESCRIÇÃO SUMARIA DOS CARGOS

Anexo II DESCRIÇÃO SUMARIA DOS CARGOS Anexo II DESCRIÇÃO SUMARIA DOS CARGOS Nível de Classificação E; Nível de Capacitação I; Padrão de Vencimento I Regime Jurídico Único Jornada de Trabalho = 40 horas/semanais (Lei 11.091/05) REMUNERAÇÃO:

Leia mais

MANUAL DE FISCALIZAÇÃO

MANUAL DE FISCALIZAÇÃO MANUAL DE FISCALIZAÇÃO ROTEIROS DE VISTORIAS O médico fiscal, quando no exercício das vistorias, deverá sempre apresentar sua carteira de identidade funcional (emitida pelo Conselho Regional) e ofício

Leia mais

PLANO DE SEDAÇÃO POR ANESTESISTAS NORMA Nº 641

PLANO DE SEDAÇÃO POR ANESTESISTAS NORMA Nº 641 Página: 1/10 1- OBJETIVO 1.1- Estabelecer as regras para a prática de sedação na instituição visando redução do risco e aumento da segurança aos pacientes do Sistema de Saúde Mãe de Deus. 1.2- Fornecer

Leia mais

ANEXO I REGIME DE TRABALHO REMUNERAÇÃO

ANEXO I REGIME DE TRABALHO REMUNERAÇÃO PORTARIA CONJUNTA SAD/HEMOPE Nº 63, 2/7/29 ANEXO I a) QUADRO, e Lotação: Diretoria de Hemoterapia ESPECIALIDA NECESSIDAS ESPECIAIS Tec. Laboratório Diarista 4, 3 4 Tec. Laboratório Plantonista 52, 3 4

Leia mais

Processos de Auditorias Internas para a Garantia da Qualidade e Segurança

Processos de Auditorias Internas para a Garantia da Qualidade e Segurança Processos de Auditorias Internas para a Garantia da Qualidade e Segurança Gestão Operacional Sistemas de Garantia da Qualidade Gestão da Estratégia Planejamento Estratégico Projetos Estratégicos Desdobramento

Leia mais

Competências organizacionais

Competências organizacionais GESTÃO DO PROCESSO JUDICIAL Capacidade de coordenar e controlar as atividades processuais, entregando com eficiência e presteza a tutela jurisdicional. EXCELÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Capacidade para

Leia mais

Prefeitura Municipal de São Sebastião do Alto Estado do Rio de Janeiro ANEXO III ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS

Prefeitura Municipal de São Sebastião do Alto Estado do Rio de Janeiro ANEXO III ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS ANEXO III ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS GARI DESCRIÇÃO SUMÁRIA Compreende os cargos que tem como atribuições varrer e limpar ruas e logradouros públicos e coletar o lixo acumulado em sarjetas, caixas de ralos

Leia mais

Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares

Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares 1 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Enfermagem THAÍLA TANCCINI Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares Porto Alegre 2011 2 THAÍLA TANCCINI Relatório de

Leia mais

PORTARIA Nº 1.366, DE 8 DE JULHO DE 2013 Legislações - GM

PORTARIA Nº 1.366, DE 8 DE JULHO DE 2013 Legislações - GM PORTARIA Nº 1.366, DE 8 DE JULHO DE 2013 Legislações - GM Sex, 12 de Julho de 2013 00:00 PORTARIA Nº 1.366, DE 8 DE JULHO DE 2013 Estabelece a organização dos Centros de Trauma, estabelecimentos de saúde

Leia mais

Gestão Ambulatorial. Saúde Ocupacional. Roberta Q. P. B. Muller Carioba Gerente Ambulatorial Micelli Soluções em Saúde 26/09/2011

Gestão Ambulatorial. Saúde Ocupacional. Roberta Q. P. B. Muller Carioba Gerente Ambulatorial Micelli Soluções em Saúde 26/09/2011 Gestão Ambulatorial Saúde Ocupacional Roberta Q. P. B. Muller Carioba Gerente Ambulatorial Micelli Soluções em Saúde 26/09/2011. Definição Ambulatório Regulamento Técnico para Planejamento, Programação,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR III SERVIÇOS HOSPITALARES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR III SERVIÇOS HOSPITALARES 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR III SERVIÇOS HOSPITALARES MARIÁ BARBALHO NARDI Orientadora: Prof.ª Drª Isabel Cristina Echer

Leia mais

ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE

ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE O MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO SUS A FRAGMENTAÇÃO DO SISTEMA A CONCEPÇÃO HIERÁRQUICA DO SISTEMA O DESALINHAMENTO DOS INCENTIVOS ECONÔMICOS A INEFICIÊNCIA

Leia mais

I RELATÓRIO: II ANÁLISE:

I RELATÓRIO: II ANÁLISE: INTERESSADO: ASSUNTO: CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL JOAQUIM NABUCO - RECIFE/PE AUTORIZAÇÃO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA EM INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA, EM ENFERMAGEM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

Leia mais

Unidade de Urgência e Emergência: 88 leitos Média de 480 atendimentos/dia

Unidade de Urgência e Emergência: 88 leitos Média de 480 atendimentos/dia Perfil do HOB Hospital (autarquia), geral, de ensino O HOB conta com 409 leitos Média de 1.484 internações/mês Unidade de Urgência e Emergência: 88 leitos Média de 480 atendimentos/dia Perfil do HOB Unidades

Leia mais

Componente Curricular: ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I PLANO DE CURSO

Componente Curricular: ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I PLANO DE CURSO CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I Código: ENF - 225 Pré-requisito: Disciplinas

Leia mais

Projeto Hospitais de Excelência /Ministério da Saúde / Programa de Desenvolvimento e Apoio àgestão Hospital Samaritano

Projeto Hospitais de Excelência /Ministério da Saúde / Programa de Desenvolvimento e Apoio àgestão Hospital Samaritano Análise do processo de implementação de políticas na área hospitalar do Ministério da Saúde: contratualização de hospitais de ensino e filantrópicos no Brasil Projeto Hospitais de Excelência /Ministério

Leia mais

Monitoramento e Gestão de Riscos A experiência de parceiros da Vigilância Sanitária Hospital Getúlio Vargas PE

Monitoramento e Gestão de Riscos A experiência de parceiros da Vigilância Sanitária Hospital Getúlio Vargas PE 15º Encontro Nacional da Rede Sentinela Fórum Internacional de Monitoramento e Gestão de Risco Sanitário Monitoramento e Gestão de Riscos A experiência de parceiros da Vigilância Sanitária Hospital Getúlio

Leia mais

MATERNIDADE UNIMED UNIDADE GRAJAÚ

MATERNIDADE UNIMED UNIDADE GRAJAÚ MATERNIDADE UNIMED UNIDADE GRAJAÚ Larissa Fernanda Silva Borges de Carvalho Enfermeira, Especialista em Gestão de Serviços de Saúde Gerente Assistencial da Maternidade Unimed BH Unidade Grajaú Governança

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA CASA DO MENINO JESUS DE PRAGA CMJP

CÓDIGO DE ÉTICA DA CASA DO MENINO JESUS DE PRAGA CMJP CÓDIGO DE ÉTICA DA CASA DO MENINO JESUS DE PRAGA CMJP Quem Somos Fundada em 06 de janeiro de 1984, a Casa do Menino Jesus de Praga - CMJP situa-se à Rua Nelson Zang, nº 285, bairro Intercap, Porto Alegre

Leia mais

Razão Social da Instituição R E G I M E N TO DO SE R V I Ç O DE EN F E R M A G E M. Mês, ano

Razão Social da Instituição R E G I M E N TO DO SE R V I Ç O DE EN F E R M A G E M. Mês, ano Razão Social da Instituição R E G I M E N TO DO SE R V I Ç O DE EN F E R M A G E M Mês, ano DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO 1. Razão Social; 2. Nome Fantasia; 3. Entidade Mantenedora; 4. CNPJ; 5.

Leia mais

PROGRAMA DE ESTÁGIO PARA ALUNOS DA UFCSPA

PROGRAMA DE ESTÁGIO PARA ALUNOS DA UFCSPA PROGRAMA DE ESTÁGIO PARA ALUNOS DA UFCSPA 1) Justificativa Os estágios, curriculares ou não, têm a finalidade de proporcionar a complementação da formação universitária e constam de atividades de prática

Leia mais

A - O modelo de avaliação de para estados e municípios está estruturado da seguinte forma:

A - O modelo de avaliação de para estados e municípios está estruturado da seguinte forma: A - O modelo de avaliação de para estados e municípios está estruturado da seguinte forma: 1. Governança 1.1.Liderança 1.1.1.Pessoas e competências 1.1.2.Princípios e comportamentos 1.1.3.Liderança Organizacional

Leia mais

FUNDAÇÃO ADIB JATENE GERÊNCIA DE GESTÃO DE PESSOAS RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE ABERTURA PROCESSO SELETIVO 004/2016 ENFERMEIRO (A)

FUNDAÇÃO ADIB JATENE GERÊNCIA DE GESTÃO DE PESSOAS RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE ABERTURA PROCESSO SELETIVO 004/2016 ENFERMEIRO (A) FUNDAÇÃO ADIB JATENE GERÊNCIA DE GESTÃO DE PESSOAS RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE ABERTURA PROCESSO SELETIVO 004/2016 ENFERMEIRO (A) ATUAÇÃO: UNIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE PROCURA DE ÓRGÃOS E

Leia mais

Estado de Mato Grosso Município de Tangará da Serra Assessoria Jurídica www.tangaradaserra.mt.gov.br. - Fone (0xx65) 3311 4801

Estado de Mato Grosso Município de Tangará da Serra Assessoria Jurídica www.tangaradaserra.mt.gov.br. - Fone (0xx65) 3311 4801 LEI N.º 3808, DE 04 DE MAIO DE 2012. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DE CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO, ABERTURA DE VAGAS E ALTERAÇÃO NO ANEXO I D, DAS LEIS MUNICIPAIS Nº 2.099/2003 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2003 E 2875,

Leia mais

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE APRESENTAÇÃO Caro Residente, Este manual tem o objetivo informá-lo sobre a dinâmica do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde (RMS) nas áreas de concentração: Saúde Cardiovascular e Saúde Indígena

Leia mais

Pelo exposto e considerando a relevância do tema, contamos com o apoio e compreensão de V. Exª e ilustres Pares para aprovação do Projeto

Pelo exposto e considerando a relevância do tema, contamos com o apoio e compreensão de V. Exª e ilustres Pares para aprovação do Projeto Vitória, 22 de junho de 2012 Mensagem nº 150/2012 Senhor Presidente: Encaminho à apreciação dessa Casa de Leis o anexo projeto de lei que propõe a criação de cargos para contratação temporária, Funções

Leia mais

QualiHosp Curso Pré-Congresso

QualiHosp Curso Pré-Congresso QualiHosp Curso Pré-Congresso Desempenho Organizacional Foco: Gestão do Desempenho da Gestão de Pessoas Reflexões teóricas e o nosso caminho no HSL... Questão-chave: Como avaliar o desempenho da gestão

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 623 DE 21 DE MARÇO DE 2016

RESOLUÇÃO Nº 623 DE 21 DE MARÇO DE 2016 RESOLUÇÃO Nº 623 DE 21 DE MARÇO DE 2016 Ementa: Dispõe sobre a competência legal para o exercício da manipulação de drogas antineoplásicas pela farmacêutico. O Conselho Federal de Farmácia, no exercício

Leia mais

ADITIVO 01 AO EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PÚBLICO N 001/2015

ADITIVO 01 AO EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PÚBLICO N 001/2015 ADITIVO AO EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PÚBLICO N 1/25 O Prefeito Municipal de São João Nepomuceno MG, faz saber que fica alterado o Edital de Processo Seletivo Público da seguinte forma: O quadro de vagas

Leia mais

O Art. 5º, Inciso II da Constituição Federal da República Federativa do Brasil:

O Art. 5º, Inciso II da Constituição Federal da República Federativa do Brasil: PARECER SETOR FISCAL Nº 38/2015 Assunto: Solicitação de parecer sobre as atribuições do Enfermeiro em ambulatório de farmácia particular. 1. Do fato: Gostaria de obter informações quanto às atribuições

Leia mais

PARECER CREMEC n 11/2011 16/04/11

PARECER CREMEC n 11/2011 16/04/11 PARECER CREMEC n 11/2011 16/04/11 PROCESSO-CONSULTA PROTOCOLO CREMEC nºs 1725/2011 e 1737/2011 ASSUNTO: Orientação na conduta pediátrica da dengue INTERESSADO: Dr. JOÃO CÂNDIDO DE SOUZA BORGES PARECERISTA:

Leia mais

ANEXO I CARGOS, REQUISITOS DE ESCOLARIDADE, DESCRIÇÃO SUMÁRIA, CARGA HORÁRIA E SALÁRIO.

ANEXO I CARGOS, REQUISITOS DE ESCOLARIDADE, DESCRIÇÃO SUMÁRIA, CARGA HORÁRIA E SALÁRIO. ANEXO I S,,, E SALÁRIO. AGENTE DE ANÁLISES CLÍNICAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE Página 1 de 8 R$ 900,00 (Novecentos reais). Ensino Médio e Curso Técnico em Laboratório Executar trabalhos técnico de laboratório

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PARA A CARREIRA DE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO EDITAL N.º 195, DE 26 DE JULHO DE 2011 ANEXO I

CONCURSO PÚBLICO PARA A CARREIRA DE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO EDITAL N.º 195, DE 26 DE JULHO DE 2011 ANEXO I SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONCURSO PÚBLICO PARA A CARREIRA DE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO EDITAL N.º 195, DE 26 DE JULHO DE 2011 ANEXO I REQUISITOS BÁSICOS PARA INVESTIDURA

Leia mais

www.cpsol.com.br MODELO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES CONTRATANTES

www.cpsol.com.br MODELO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES CONTRATANTES MODELO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES CONTRATANTES CONTRATANTE: (Nome da Contratante), com sede em (...), na Rua (...), nº.

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA MUNICÍPIO DE POMERODE

ESTADO DE SANTA CATARINA MUNICÍPIO DE POMERODE EDITAL DE PROCESSO SELETIVO N.º 002/2013 ANEXO VII DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS E DOS S ATENDENTE EM CONSULTÓRIO DENTÁRIO (ACD) Orientar os pacientes sobre higiene bucal; Marcar consultas; Preencher e anotar

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST. Módulo 4 Procedimentos Operativos do Sistema de Distribuição

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST. Módulo 4 Procedimentos Operativos do Sistema de Distribuição Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Módulo 4 Procedimentos Operativos do Sistema de Distribuição Revisão 0

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS DOS EMPREGADOS E E SERVIDORES DO HUCAM- FILIAL EBSERH

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS DOS EMPREGADOS E E SERVIDORES DO HUCAM- FILIAL EBSERH EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES- EBSERH HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CASSIANO ANTONIO MORAES - HUCAM PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS DOS EMPREGADOS E E SERVIDORES DO HUCAM- FILIAL EBSERH

Leia mais

A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP. Laura Schiesari Diretora Técnica

A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP. Laura Schiesari Diretora Técnica A segurança do paciente como um valor para os hospitais privados: a experiência dos hospitais da ANAHP Laura Schiesari Diretora Técnica AGENDA I. A ANAHP II. Melhores Práticas Assistenciais III. Monitoramento

Leia mais

CARGOS DE NÍVEL MÉDIO - CLASSIFICAÇÃO D

CARGOS DE NÍVEL MÉDIO - CLASSIFICAÇÃO D UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ EDITAL Nº 15, DE 02 de outubro DE 2013 ANEXO I REQUISITOS BÁSICOS PARA INVESTIDURA NO CARGO E DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS ATRIBUIÇÕES CARGOS DE NÍVEL MÉDIO - CLASSIFICAÇÃO D ASSISTENTE

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GOTARDO CNPJ: 18.602.037/0001-55 Insc. Est. Isento São Gotardo Minas Gerais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GOTARDO CNPJ: 18.602.037/0001-55 Insc. Est. Isento São Gotardo Minas Gerais LEI COMPLEMENTAR 140, DE 14 DE SETEMBRO DE 2015 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO E EXTINÇÃO DE CARGOS EM COMISSÃO DE LIVRE PROVIMENTO E EXONERAÇÃO, AFETOS ÀS FUNÇÕES DA LEI COMPLEMENTAR MUNICIPAL Nº 67/2008, SEM

Leia mais

1. Graduação em Enfermagem, fixado na forma do Anexo II e da Lei Estadual N 13.666, de 05 de julho de 2002. PECULIARIDADE

1. Graduação em Enfermagem, fixado na forma do Anexo II e da Lei Estadual N 13.666, de 05 de julho de 2002. PECULIARIDADE CARGO: AGENTE PROFISSIONAL - AP FUNÇÃO: ENFERMEIRO CÓDIGO DA FUNÇÃO: APEN CBO: 07110 CARGA HORÁRIA: 40 horas COMPLEXIDADE/ESCOLARIDADE EXIGIDA JORNADA: nos termos da legislação vigente 1. Graduação em

Leia mais

GESTÃO DOS SERVIÇOS DE PRONTO SOCORRO

GESTÃO DOS SERVIÇOS DE PRONTO SOCORRO Encontro Nacional UNIMED de Recursos e Serviços Próprios e Jornadas Nacionais UNIMED de Enfermagem e Farmácia Hospitalar GESTÃO DOS SERVIÇOS DE PRONTO SOCORRO Instituto Central do Hospital das Clínicas

Leia mais

Artigo A GESTÃO DO FLUXO ASSISTENCIAL REGULADO NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE João Marcelo Barreto Silva

Artigo A GESTÃO DO FLUXO ASSISTENCIAL REGULADO NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE João Marcelo Barreto Silva Artigo A GESTÃO DO FLUXO ASSISTENCIAL REGULADO NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE João Marcelo Barreto Silva Introduzir ações de regulação em um sistema de saúde requer um diagnóstico apurado de uma série de processos

Leia mais

Manual do. Almoxarifado

Manual do. Almoxarifado Manual do Almoxarifado Parnaíba 2013 APRESENTAÇÃO O Almoxarifado é o local destinado à guarda, localização, segurança e preservação do material adquirido, adequado à sua natureza, a fim de suprir as necessidades

Leia mais

1ª Adequação do Regimento do Serviço de Enfermagem do Consórcio Intermunicipal de Saúde Centro Oeste do Paraná INTRODUÇÃO

1ª Adequação do Regimento do Serviço de Enfermagem do Consórcio Intermunicipal de Saúde Centro Oeste do Paraná INTRODUÇÃO 1ª Adequação do Regimento do Serviço de Enfermagem do Consórcio Intermunicipal de Saúde Centro Oeste do Paraná INTRODUÇÃO A assistência de enfermagem com qualidade está diretamente ligada à organização

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 01/2012

PROCESSO SELETIVO 01/2012 PROCESSO SELETIVO 0/0 REGULAMENTO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL POR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA O COMPLEXO HOSPITALAR PEDRO II EM SANTA CRUZ COM PREENCHIMENTO PROGRESSIVO DE VAGAS E FORMAÇÃO DE CADASTRO

Leia mais

CAMPUS CENTRO-OESTE DONA LINDU. Normas do estágio supervisionado. CURSO: Enfermagem

CAMPUS CENTRO-OESTE DONA LINDU. Normas do estágio supervisionado. CURSO: Enfermagem CAMPUS CENTRO-OESTE DONA LINDU Normas do estágio supervisionado CURSO: Enfermagem Sumário 1. Boas Vindas...3 2. Vestimenta para o campo de estágio...3 3. Frequência...4 4. Em caso de acidentes...5 5. Material

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Antes mesmo de inaugurar seu hospital, em 1971, a Sociedade já se dedicava ao exercício da responsabilidade social, atendendo crianças carentes da comunidade na área de Pediatria

Leia mais

JORNADA DE TRABALHO: 30 horas. CARGO 5: AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO ÁREA: ADMINISTRATIVA ESPECIALIDADE: CLÍNICA MÉDICA

JORNADA DE TRABALHO: 30 horas. CARGO 5: AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO ÁREA: ADMINISTRATIVA ESPECIALIDADE: CLÍNICA MÉDICA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO PARÁ CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS E FORMAÇÃO DE CADASTRO DE RESERVA EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO EDITAL Nº 1 TCE/PA SERVIDOR, DE 29 DE FEVEREIRO

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ARAPONGAS Estado do Paraná

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ARAPONGAS Estado do Paraná SECRETARIA EXECUTIVA LEI Nº 3.336, DE 30 DE AGOSTO DE 2006 Dispõe sobre a criação de empregos públicos para a execução dos Programas de Saúde da Família e Agentes Comunitários de Saúde. A CÂMARA MUNICIPAL

Leia mais

GRUPO DE INTERESSE DE ENFERMEIROS DE CENTRO CIRÚRGICO E CENTRAL DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO

GRUPO DE INTERESSE DE ENFERMEIROS DE CENTRO CIRÚRGICO E CENTRAL DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO Regimento Interno do GIECC REGIMENTO DO GIECC GRUPO DE INTERESSE DE ENFERMEIROS DE CENTRO CIRÚRGICO E CENTRAL DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO COMPONENTES: ENFª SUPERVISORA CCI ENFª SUPERVISORA CCII E EDA ENFª

Leia mais