GESTÃO DO PROCESSO DE PROJETO EM UMA CONSTRUTORA DE FORTALEZA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GESTÃO DO PROCESSO DE PROJETO EM UMA CONSTRUTORA DE FORTALEZA"

Transcrição

1 GESTÃO DO PROCESSO DE PROJETO EM UMA CONSTRUTORA DE FORTALEZA Alessandra Luize Fontes SALES Eng.ª Civil, Universidade Federal do Ceará, Rua Quintino Cunha, nº 994, CEP , Benfica, Fortaleza (Ce) Brasil Correio eletrônico: Liana Alcântara SILVEIRA Graduanda de Eng.º Civil, Universidade Federal do Ceará, Av. Jovita Feitosa, nº 2620, CEP , Parquelândia, Fortaleza (Ce) Brasil Correio eletrônico: José de Paula BARROS NETO Eng.º Civil, Prof. Adjunto da Universidade Federal do Ceará, Rua Coronel Jucá, nº 62, apto.40, CEP , Aldeota, Fortaleza (Ce) Brasil - Correio eletrônico: RESUMO O gerenciamento do processo de projeto caracteriza-se pela distribuição de responsabilidades, pela formação de um sistema de análise e transferência de informações, pelo conhecimento de todas as interfaces do processo e busca constante de melhorias deste processo. Este artigo tem o objetivo de apresentar os resultados do acompanhamento do processo de projeto de uma construtora em Fortaleza. Este acompanhamento possibilitou a verificação da adequação dos fluxogramas desenvolvidos e possibilitou uma melhor organização e controle do processo através do planejamento das tarefas relativas ao mesmo. A elaboração do planejamento do processo de projeto facilitou a identificação de fatores determinantes no desenvolvimento do processo. Esta forma de acompanhamento garantiu uma visão mais clara das tarefas a serem realizadas pela gerente de projeto, a identificação de desvios entre o planejado e o realizado, e a análise de suas causas, possibilitando o estabelecimento de mecanismos de gestão da qualidade do processo de projeto como um todo, propiciando o acompanhamento e possíveis correções no seu andamento, fato que vem ocorrendo no momento.. INTRODUÇÃO Este artigo tem como objetivo apresentar os resultados do acompanhamento o processo de projeto de uma empresa construtora a fim de possibilitar uma melhor organização e controle do fluxo de informações e das tarefas relacionadas a este processo através da implementação de um sistema de planejamento e controle. Tendo em vista que a fase de projeto tem grande potencialidade para garantir qualidade e produtividade para os processos subseqüentes, é de fundamental importância que haja uma busca por melhorias em seu desenvolvimento. Segundo Bailey & Smith apud Schmitt (999), uma das tarefas mais difíceis na fase de projeto é resolver os conflitos gerados pela integração de soluções derivadas dos problemas de cada especialidade. Durante o acompanhamento do processo de projeto em uma empresa pode-se verificar o aparecimento desses conflitos e sua influência no desenvolvimento dos projetos. Para dirimir esses conflitos, a atuação do gerente de projetos é fundamental, pois além de coordenar as informações, repassa as alterações para os demais, diminuindo desta forma o impacto dos problemas e aumentando a produtividade de cada projetista.

2 A empresa em estudo já possui um certo controle dos projetos, de forma macro, utilizando uma ferramenta de planejamento de longo prazo. Como forma de efetivar o controle, foram elaborados os planejamentos de curto e médio prazo do processo de projeto da empresa em estudo, nos quais eram identificadas as atividades a serem realizadas, as datas previstas para realização, os responsáveis pelas atividades, suas restrições, tornando o processo mais claro e facilitando o seu gerenciamento. Nas seções seguintes, será exposta uma base teórica, a caracterização da empresa e empreendimento em estudo, a metodologia utilizada para o acompanhamento do processo de projeto com a elaboração do plano de curto e médio prazo, a avaliação dos resultados obtidos e os benefícios gerados para a empresa. 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Em função da importância estratégica do projeto, a sua modelagem pode ser considerada um eixo para a modelagem dos demais processos da empresa. Através do estabelecimento claro das interfaces entre o projeto e os demais processos da empresa, simplifica-se o estabelecimento de canais formais de comunicação, principalmente entre o projeto, que define o produto, o planejamento e controle da produção, e a execução, que o materializa. É necessário, portanto, o estabelecimento de um modelo que permita a definição da forma como estas atividades devem ocorrer, permitindo assim um planejamento adequado do processo (Tzortzopoulos, 999). O modelo de processo de projeto busca fornecer um plano geral para o desenvolvimento do mesmo e assim possibilitar sua gestão. A definição desse plano geral visa a diminuir ou evitar problemas relacionados à falta de planejamento do processo (Tzortzopoulos,999). O estudo de Cole apud Fontenelle (2002) aponta como principais causas dos problemas de projeto as deficiências do programa de necessidades, inadequações e desatualização do conhecimento técnico dos projetistas e a falta de planejamento do processo de projeto. A carência em relação ao planejamento do processo de projeto, bem como as deficiências existentes na estrutura de atividades e no relacionamento dos intervenientes resultam em informações insuficientes ou má utilização da mesma, gerando assim inconsistências, além de períodos de espera e retrabalho (Austin et al, 994). Desta forma, o planejamento da atividade de projeto é fundamental para possibilitar o estabelecimento de mecanismos de gestão da qualidade do processo de projeto como um todo, propiciando o acompanhamento e possíveis correções no andamento do projeto (Gray et al., 994). Segundo Gus & Formoso(995), estudos têm mostrado que aproximadamente 50% dos defeitos na construção são devidos às decisões, ou falta delas, na etapa de projetos. E de acordo com Melhado (994), os custos de alterações e correções são significativamente menores quando estas são realizadas durante a etapa de projetos, concluindo-se desta forma que a empresa deve dispor de uma boa gestão do processo de projeto para evitar perdas futuras na etapa de execução da obra. O processo de planejamento é fundamental para alcançar a eficiência e efetividade na execução de empreendimentos de construção.no entanto, o desempenho desse processo tem sido, de certo modo, limitado por fatores como: desconsideração da incerteza, falta de empenho e engajamento dos intervenientes, deficiências na troca de informações, falta de consistência dos planos e falta de medidas que possam avaliar e auxiliar a implementação de modelos de planejamento (Oliveira, 999). Para uma melhor análise da eficiência do planejamento utiliza-se o indicador PPC (Percentual de Programação Concluída), que objetiva avaliar a qualidade do plano de curto prazo. O resultado deste indicador é obtido da relação entre o número de tarefas concluídas e o número total de tarefas planejadas. Segundo Oliveira (999), a coleta deste indicador faz-se necessária somente quando existe uma preocupação efetiva em se aprender com os erros e melhorar. A utilização somente do PPC não garante a melhoria do processo, sendo necessário registrar e analisar causas dos problemas observados, dando suporte à tomada de decisões.

3 A linha de pesquisa direcionada para o acompanhamento do processo de projeto visa a, justamente, identificar os problemas ocorridos durante esse processo e propor melhorias para o mesmo. 3. DESCRIÇÃO DA EMPRESA E DO EMPREENDIMENTO EM ESTUDO A empresa em estudo foi fundada em 986, porém somente em 988 efetivamente iniciou seus trabalhos. É uma empresa de pequeno porte de Fortaleza, cujo foco é a construção em regime de condomínio fechado. Possui um público definido, sendo formado de pessoas de classe média e alta. A empresa procura sempre terceirizar os serviços, ficando responsável somente pela execução do planejamento e do acabamento. O setor de projetos foi criado em 200 e tem como função gerenciar todo o processo de projeto de seus empreendimentos. A importância deste setor deve-se ao fato deste ser responsável pela integração entre os projetistas, da direção da empresas e os setores de planejamento e obras. A empresa caracteriza-se por atuar no segmento de mercado de obras verticais, com longo prazo de execução, não possibilitando desta forma o acompanhamento de um empreendimento desde a sua concepção até a execução da obra. O empreendimento em estudo é um pouco diferenciado, pois a empresa recebeu o projeto concluído até a etapa de Projeto Legal. As etapas anteriores foram desenvolvidas pelos condôminos. Segundo a gerente de projeto, isto não se refletiu em dificuldades no gerenciamento do processo, pois é na etapa de projeto básico na qual são tomadas as decisões mais importantes, como a de seleção tecnológica. 4. MÉTODO DE PESQUISA O acompanhamento do processo de projeto foi iniciado na etapa de Projeto básico. O planejamento de longo prazo do processo de projeto foi desenvolvido pela empresa utilizando a ferramenta MS Project e serviu como base para elaboração do planejamento de médio prazo. Este foi feito abrangendo atividades que demandam um tempo de execução maior, sendo analisadas num período mensal. Para o planejamento de curto prazo, foram consideradas atividades com tempo de execução menores e um grau de detalhamento e precisão maiores, sendo analisadas em um período semanal. PLANEJAMENTO CURTO PRAZO Período 2 FM-00 02/08/02 à 08/08/02 ª Semana 26/07/02 PPC = Soma 00% = 0% Data: sem total itens 8/03/02 Restrições Pacote de Trabalho Início Fim Duração S T Q Q S S. D % Executado Problema 0 P E 0 P E 0 P E <- marcar X <- marcar X <- marcar X Nº Descrição da Restrição Responsável Data limite para remoção da restrição OK Figura. Planilha do planejamento de curto prazo

4 O planejamento de curto prazo foi elaborado a partir de uma planilha (Figura ) adaptada da planilha para elaboração do plano de tarefas de projeto utilizada pelo NORIE (Núcleo Orientado Para Inovação da Edificação), que era preenchida através de reuniões semanais com a gerente de projeto da empresa. Nestas reuniões, eram discutidas e definidas as tarefas a serem executadas e quais atividades possuíam restrições para sua execução. Depois de identificada a restrição, era feita uma observação na própria planilha de controle do planejamento, na qual era anotado o nome do responsável pela remoção da restrição e a data em que a mesma devia ser removida para que não houvesse problemas no cumprimento dos prazos estabelecidos no planejamento. Na reunião da semana seguinte era checado o cumprimento de todas as atividades planejadas para aquele período e como resultado destas planilhas calculava-se o PPC (Percentual de Programação Concluída) e definiam-se as razões do não cumprimento das atividades no prazo estabelecido. Para o planejamento de médio prazo, também foi elaborada uma planilha semelhante para elaboração do plano de médio prazo e análise de restrições. Esta foi utilizada para o planejamento das atividades do processo de projeto e registro das restrições contemplando o período mensal. Durante as reuniões com a gerente de projetos, uma outra importante ferramenta utilizada foi o Registro do Processo de Projeto. Neste eram descritas as decisões tomadas pela gerente de projetos, seus desdobramentos e gargalos. A gerente de projeto possuía um modelo próprio de planilha para registrar essas informações, no entanto isto não era feito de forma clara e organizada, o que dificultava o aproveitamento do que estava registrado durante o processo. Foi feita então uma remodelagem desta planilha, baseada na planilha utilizada pela equipe de pesquisa para o acompanhamento do processo de projeto. As planilhas de curto e médio prazo foram incorporadas à rotina da gerente de projetos. No início do acompanhamento eram planejadas apenas as atividades chaves do processo de projeto. A divisão das atividades do planejamento de curto prazo e a inclusão de atividades de solicitação de projeto, contrato, solicitação e envio de informação, ofereceram um melhor controle do processo, já que essas tarefas influem diretamente na realização das atividades. 5. RESULTADOS DO ACOMPANHAMENTO A partir das reuniões para elaboração dos planejamentos de curto e médio prazo do processo de projeto, pode-se analisar o desempenho da empresa no que diz respeito às atividades relacionadas ao processo, identificar problemas no seu desenvolvimento e propor melhorias. 5.. Análise do Planejamento O processo de projeto da empresa foi acompanhado durante 2 semanas. A partir desse acompanhamento, foi possível identificar os problemas mais freqüentes durante o processo, suas conseqüências, e também avaliar o índice PPC (Percentual de Programação Concluída) semanal. Evolução do PPC Semanal Gráfico. Evolução do PPC Semanal

5 O Gráfico representa a evolução do PPC durante o acompanhamento. No período compreendido pela semana 6 até a semana 8, pode-se observar uma queda brusca no PPC do projeto. Isso ocorreu porque nestes períodos havia uma série de atividades vinculadas a decisões que deveriam ser discutidas com o representante dos condôminos, mas este faltava freqüentemente às reuniões e não retornava as ligações da gerente de projeto, gerando um significativo atraso no processo. Acrescenta-se ainda que o índice atingido durante o período do acompanhamento foi muito baixo, tendo um máximo de 66%. Observa-se que o PPC médio foi de 44%, o que mostra claramente a necessidade de melhorias no controle do processo de projeto. Os problemas verificados e as sugestões feitas pela equipe de pesquisa serão comentados em seguida Deficiências Observadas Os problemas verificados no período do acompanhamento foram representados quantitativamente no Gráfico 2. Observa-se que o problema mais freqüente identificado no processo é a falta de informações, definições e projetos necessários em determinadas etapas do processo. Freqüência dos Problemas Falta de comprometimento do projetista 6 Falta de informações, definições, projeto 9 Informalidade na cobrança Problemas Incompatibilidade entre projetos Atraso de projeto 2 Projeto incompleto Indefinição da data para finalização da atividade 2 Falta de comprometimento do representante dos condôminos Gráfico 2. Freqüência dos Problemas Observados Nota-se a necessidade de uma maior integração e comprometimento de todos que fazem parte do processo do projeto, desde o projetista (agente externo), o gerente de projeto (agente interno) até o representante dos condôminos (cliente final) para garantir uma transmissão eficiente de informações, em tempo hábil, para todos os intervenientes. A equipe de projetistas da empresa é praticamente a mesma em todos os projetos da empresa, o que poderia diminuir a incidência de incompatibilidades e retrabalhos devido ao conhecimento mútuo dos participantes do projeto. No entanto, verificaram-se freqüentemente, atrasos nas entregas dos projetos e o não cumprimento de algumas solicitações feitas pela gerente de projetos. Um aspecto importante observado que poderia explicar os fatos ocorridos é a grande informalidade na condução do processo, no que diz respeito ao relacionamento da empresa com os projetistas, que é marcado por relações de amizade e até mesmo parentesco com a direção da empresa, o que dificulta uma cobrança mais efetiva dos projetos.

6 Observou-se também a importância da definição do escopo dos projetos, tendo em vista que devido a projetos incompletos ocorreram atrasos no processo. Durante o preenchimento das planilhas para elaboração do planejamento de curto prazo, ocorriam problemas para a definição dos prazos e durações de algumas atividades, o que dificultava o controle do planejamento semanal das atividades. A gerente de projeto muitas vezes lembrava de cobrar projetos e definir datas de entrega com os projetistas apenas durante a reunião com a equipe de pesquisa, o que deixava claro a falta de controle sobre suas atividades e, portanto, sobre o processo de projeto. Outro aspecto que desencadeou problemas durante o processo foi a morosidade, em casos específicos, na tomada de decisão por parte dos condôminos, e em particular, pelo representante dos condôminos. A gerente de projetos tentou marcar inúmeras vezes reuniões, não conseguindo por motivo de viagem do mesmo ou por falta do retorno das ligações. O representante dos condôminos também ficou responsável pela elaboração do projeto de automação, no entanto, o atraso desta atividade desencadeou atrasos em atividades vinculadas, como a revisão do projeto de furos da laje e do projeto de instalações. Dessa forma, foi observado que a gerente de projetos deveria manter um melhor controle de todas as decisões e informações tomadas sobre o processo de projeto, definir os prazos e durações das tarefas a fim de facilitar o controle e execução das atividades e realizar uma cobrança mais efetiva, tendo em vista que a não realização de uma atividade pode atrasar todo o processo e a execução da obra. Foi proposta a criação de um repositório de documentos, onde seriam armazenados documentos pertinentes ao processo de um projeto do empreendimento específico. Esse repositório conteria os projetos atualizados, o planejamento do processo e os registros do PDP. Esta organização auxiliou também na inserção da etapa de projeto na versão ISO 900:2000, tendo em vista que de acordo com a norma é necessário manter registros de várias etapas do processo. 6. BENEFÍCIOS DO PLANEJAMENTO DO PROCESSO DE PROJETO O planejamento do PDP auxiliou o controle e rastreabilidade do processo de projeto, pois o preenchimento da planilha de Registro do PDP, gerou uma melhor organização das informações e decisões tomadas durante o processo de projeto. Esta planilha foi utilizada para documentar todas as decisões tomadas durante as reuniões. Ocorria muitas vezes a troca de informações por telefone ou sem ser feito nenhum registro, o que gerava problemas de atraso nos projetos e retrabalho e a perda de informações importantes para o desenvolvimento do processo. Foi solicitado ao engenheiro da obra, pela gerente de projeto, um controle dos problemas ocorridos na obra por falhas de projeto. Este controle garante à gerência de projetos o conhecimento dos problemas e a escolha de soluções, e evita modificações feitas na obra, coordenadas pelo engenheiro, que geralmente não possui uma visão global do projeto. Além disso, a regularidade das reuniões de curto prazo fez com que a gerente de projeto tivesse que estabelecer juntamente com os projetistas prazos para a realização das atividades, reduzindo o tamanho das atividades de projeto para se adequar no intervalo entre as reuniões. Dessa forma, o planejamento facilitou a identificação de fatores determinantes para o desenvolvimento do processo de projeto, estabeleceu uma visão mais clara das atividades a serem realizadas, estabeleceu metas que possibilitam o gerenciamento do processo (rastreabilidade, interdependência das tarefas) e modelou o fluxo de trabalho de forma a facilitar o cumprimento dos objetivos. 7. CONSIDERAÇÕES FINAIS A utilização do planejamento do processo de projeto se mostrou uma ferramenta bastante interessante, no que se refere ao conhecimento do processo da empresa e para a identificação das falhas e dos gargalos do processo. A partir dos dados coletados durante o acompanhamento do processo pode-se estabelecer alguns aspectos que precisam ser desenvolvidos na empresa para facilitar a gestão de projetos.

7 Como o acompanhamento foi feito apenas com a gerente de projeto e com a participação de alguns projetistas, seria interessante uma abordagem do ponto de vista dos responsáveis pela execução da obra, com a finalidade de discutir as falhas de projeto, as dificuldades de execução, os problemas de incompatibilidade entre os projetos e dos projetos com a execução, falhas de planejamento e problemas com materiais utilizados. Estas informações poderiam ser repassadas para os projetistas para serem discutidas soluções adequadas para as obras em execução e para futuros projetos. A utilização destas metodologias juntamente a uma avaliação pós-ocupação, em desenvolvimento na empresa, permitiria ao longo do tempo, a criação de um banco de dados que contribuiria para a formulação de diretrizes para a elaboração de projetos. 8. BIBLIOGRAFIA SCHMITT, C. M. Projetos para obras de edificação: a difícil tarefa de compatibilizar os vários projetos específicos através da análise da sua representação gráfica. Recife, 999, º Simpósio Brasileiro de Gestão da Qualidade e Organização do Trabalho. SCHMIDT, M. S. J. Orientação para controle de projetos de empreendimentos em pequenas empresas construtoras de acordo com a ISO NBR 900. Recife, 999, º Simpósio Brasileiro de Gestão da Qualidade e Organização do Trabalho. TZORTZOPOULOS, P. Contribuições para o Desenvolvimento de um Modelo do Processo de Projeto de Edificações em Empresas Construtoras Incorporadoras de Pequeno Porte Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rio grande do Sul. FONTENELLE, E. C. Estudos de caso sobre a gestão do projeto em empresas de incorporação e construção f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) - Universidade de São Paulo, São Paulo. GUS, M.; FORMOSO, C. T. Método para concepção e implementação de um sistema de gerenciamento da etapa de projetos da construção civil: um estudo de caso em empresa de incorporação e construção de edifícios. Rio de Janeiro, 995, Entac OLIVEIRA, K.A.Z., Desenvolvimento e implementação de um sistema de indicadores no processo de planejamento e controle da produção, f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rio grande do Sul.

ANÁLISE DA SITUAÇÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO DO ESTADO DO CEARÁ QUANTO À IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DA QUALIDADE.

ANÁLISE DA SITUAÇÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO DO ESTADO DO CEARÁ QUANTO À IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DA QUALIDADE. ANÁLISE DA SITUAÇÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO DO ESTADO DO CEARÁ QUANTO À IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DA QUALIDADE. João Adriano Ponciano NOBRE Graduando de Eng.º Civil, Universidade Federal do Ceará, Rua Waldery

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL

IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL Vanessa Lira Angelim (1); Luiz Fernando Mählmann Heineck (2) (1) Integral Engenharia e-mail: angelim.vanessa@gmail.com (2) Departamento

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO INTEGRADA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA - PMIMF MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA ATORES DA REDE DE INOVAÇÃO 2 O MODELO CONTEMPLA: Premissas e diretrizes de implementação Modelo

Leia mais

Indicadores de Desempenho Conteúdo

Indicadores de Desempenho Conteúdo Indicadores de Desempenho Conteúdo Importância da avaliação para a sobrevivência e sustentabilidade da organização O uso de indicadores como ferramentas básicas para a gestão da organização Indicadores

Leia mais

PROBLEMAS ENCONTRADOS EM OBRAS DEVIDO ÀS FALHAS NO PROCESSO DE PROJETO: VISÃO DO ENGENHEIRO DE OBRA.

PROBLEMAS ENCONTRADOS EM OBRAS DEVIDO ÀS FALHAS NO PROCESSO DE PROJETO: VISÃO DO ENGENHEIRO DE OBRA. PROBLEMAS ENCONTRADOS EM OBRAS DEVIDO ÀS FALHAS NO PROCESSO DE PROJETO: VISÃO DO ENGENHEIRO DE OBRA. Jacson Carlos da SILVEIRA Graduando de Engenharia Civil, Universidade Federal do Ceará, Rua Braz de

Leia mais

A REGULAMENTAÇÃO DA EAD E O REFLEXO NA OFERTA DE CURSOS PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A REGULAMENTAÇÃO DA EAD E O REFLEXO NA OFERTA DE CURSOS PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A REGULAMENTAÇÃO DA EAD E O REFLEXO NA OFERTA DE CURSOS PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Autor(a): Alessandra Barbara Santos de Almeida Coautor(es): Alessandra Barbara Santos de Almeida, Gliner Dias Alencar,

Leia mais

A ATIVIDADE DE PROJETO DIRECIONADA À RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA

A ATIVIDADE DE PROJETO DIRECIONADA À RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA A ATIVIDADE DE PROJETO DIRECIONADA À RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA E O DESAFIO DE EQUILIBRAR CONCEITOS TÉCNICOS E GERENCIAIS NO ENSINO DE ENGENHARIA CIVIL Helen Ulrich hulrich@sc.usp.br Departamento de Engenharia

Leia mais

A NECESSIDADE DE UMA NOVA VISÃO DO PROJETO NOS CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL, FRENTE À NOVA REALIDADE DO SETOR EM BUSCA DA QUALIDADE

A NECESSIDADE DE UMA NOVA VISÃO DO PROJETO NOS CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL, FRENTE À NOVA REALIDADE DO SETOR EM BUSCA DA QUALIDADE A NECESSIDADE DE UMA NOVA VISÃO DO PROJETO NOS CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL, FRENTE À NOVA REALIDADE DO SETOR EM BUSCA DA QUALIDADE ULRICH, Helen Departamento de Engenharia de Produção - Escola de Engenharia

Leia mais

Gerência de Projetos Prof. Késsia Rita da Costa Marchi 3ª Série kessia@unipar.br

Gerência de Projetos Prof. Késsia Rita da Costa Marchi 3ª Série kessia@unipar.br Gerência de Projetos Prof. Késsia Rita da Costa Marchi 3ª Série kessia@unipar.br Motivações Gerenciamento de projetos, vem sendo desenvolvido como disciplina desde a década de 60; Nasceu na indústria bélica

Leia mais

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos SENAC Pós-Graduação em Segurança da Informação: Análise de Riscos Parte 2 Leandro Loss, Dr. Eng. loss@gsigma.ufsc.br http://www.gsigma.ufsc.br/~loss Roteiro Introdução Conceitos básicos Riscos Tipos de

Leia mais

Importância da Gestão do Escopo na Gestão de Projetos

Importância da Gestão do Escopo na Gestão de Projetos 1 Resumo Importância da Gestão do Escopo na Gestão de Projetos Amanda Oliveira Zoltay - amanda.zoltay10@gmail.com Gestão de Projetos em Engenharia e Arquitetura Instituto de Pós-Graduação - IPOG Goiânia,

Leia mais

METODOLOGIA DE PROMOÇÃO DA SUSTENTABILIDADE PELO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

METODOLOGIA DE PROMOÇÃO DA SUSTENTABILIDADE PELO GERENCIAMENTO DE PROJETOS METODOLOGIA DE PROMOÇÃO DA SUSTENTABILIDADE PELO GERENCIAMENTO DE PROJETOS Débora Noronha¹; Jasmin Lemke¹; Carolina Vergnano¹ ¹Concremat Engenharia e Tecnologia S/A, Diretoria Técnica de Estudos, Projetos

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 Revisão:14 Folha:1 de17 SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO... 3 2.1 POLÍTICA DA QUALIDADE... 3 2.2 OBJETIVOS DA QUALIDADE... 4 2.3 ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA PARA A QUALIDADE...

Leia mais

INTREGRAPE PROJETO APE

INTREGRAPE PROJETO APE INTREGRAPE PROJETO APE Ações Preventivas na Escola Atua no fortalecimento e desenvolvimento do Eixo-Saúde no Programa Escola da Família, sistematizando ações de organização social, que qualifique multiplicadores

Leia mais

24/02/2015 GESTÃO DA QUALIDADE. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

24/02/2015 GESTÃO DA QUALIDADE. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I GESTÃO DA Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I 1 (JURAN, 1992:9) "Qualidade é ausência de deficiências" ou seja, quanto menos defeitos,

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Senhora do Porto Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Senhora do Porto Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental CAPA 5.1 - Programa de Gerenciamento Ambiental ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1/11 1.1. Ações já Realizadas... 2/11 2. Justificativa... 4/11

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO EM UMA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO DE PEQUENO PORTE

IMPLANTAÇÃO DE UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO EM UMA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO DE PEQUENO PORTE IMPLANTAÇÃO DE UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO EM UMA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO DE PEQUENO PORTE BERNARDES, Maurício M. e S. (1); FORMOSO, C. T. (2) (1) Eng. Civil, Mestre em Engenharia, Doutorando do

Leia mais

TÍTULO: IMPLANTAÇÃO DE SGQ ISO 9001 NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE O SERVIÇO DE CONSULTORIA

TÍTULO: IMPLANTAÇÃO DE SGQ ISO 9001 NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE O SERVIÇO DE CONSULTORIA TÍTULO: IMPLANTAÇÃO DE SGQ ISO 9001 NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE O SERVIÇO DE CONSULTORIA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

Leia mais

COORDENAÇÃO DE PROJETOS - ESTUDO COMPARATIVO ENTRE PROCEDIMENTOS DE GERÊNCIA DE DOCUMENTOS: SISTEMA CONVENCIONAL X SISTEMA EXTRANET

COORDENAÇÃO DE PROJETOS - ESTUDO COMPARATIVO ENTRE PROCEDIMENTOS DE GERÊNCIA DE DOCUMENTOS: SISTEMA CONVENCIONAL X SISTEMA EXTRANET COORDENAÇÃO DE PROJETOS - ESTUDO COMPARATIVO ENTRE PROCEDIMENTOS DE GERÊNCIA DE DOCUMENTOS: SISTEMA CONVENCIONAL X SISTEMA EXTRANET Rosana PICORAL M.Sc. PROPAR/UFRGS, Arq., Prof. da FAU/PUCRS e FENG/PUCRS.

Leia mais

PREVISÃO DE DEMANDA - O QUE PREVISÃO DE DEMANDA - TIPOS E TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA - MÉTODOS DE PREVISÃO - EXERCÍCIOS

PREVISÃO DE DEMANDA - O QUE PREVISÃO DE DEMANDA - TIPOS E TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA - MÉTODOS DE PREVISÃO - EXERCÍCIOS CONTEÚDO DO CURSO DE PREVISÃO DE DEMANDA PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - O QUE PREVISÃO DE DEMANDA - TIPOS E TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA - MÉTODOS DE PREVISÃO - EXERCÍCIOS - HORIZONTE

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica

Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica Metrologia é a Ciência da Medida Uma reputação de qualidade é um dos bens de mais alto valor de uma empresa. A grande importância de uma alta

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 RELATÓRIO TÉCNICO CONCLUSIVO

Leia mais

Melhorias nos processos construtivos baseado no estudo dos fluxos físicos no canteiro de obra em uma empresa de Fortaleza

Melhorias nos processos construtivos baseado no estudo dos fluxos físicos no canteiro de obra em uma empresa de Fortaleza Melhorias nos processos construtivos baseado no estudo dos fluxos físicos no canteiro de obra em uma empresa de Fortaleza Alessandra Luize Fontes Sales (Engª. Civil) luize.sales@ig.com.br José de Paula

Leia mais

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) O PMBoK diz que: O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos e as atividades necessárias para identificar, definir, combinar, unificar e coordenar

Leia mais

DIRETRIZES PARA A MELHORIA DO PROJETO DO SUBSISTEMA ELEVADORES DE EDIFÍCIOS UTILIZANDO CONCEITOS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

DIRETRIZES PARA A MELHORIA DO PROJETO DO SUBSISTEMA ELEVADORES DE EDIFÍCIOS UTILIZANDO CONCEITOS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS DIRETRIZES PARA A MELHORIA DO PROJETO DO SUBSISTEMA ELEVADORES DE EDIFÍCIOS UTILIZANDO CONCEITOS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Marcelo Menna Barreto AZAMBUJA M.Sc., Eng., Pesquisador do Núcleo Orientado

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DA INICIATIVA

DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DA INICIATIVA DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DA INICIATIVA Como é sabido existe um consenso de que é necessário imprimir qualidade nas ações realizadas pela administração pública. Para alcançar esse objetivo, pressupõe-se

Leia mais

Gerenciamento de Projetos de Construção

Gerenciamento de Projetos de Construção Gerenciamento de Projetos de Construção Rosalina e os 1001 Erros e Problemas de Planejamento e Controle Alonso Soler amsol@j2da.com.br J2DA Consulting - Sócio Alonso Mazini Soler é sócio da J2DA Consulting,

Leia mais

10º ENCONTRO NACIONAL DE CONSERVAÇÃO RODOVIÁRIA

10º ENCONTRO NACIONAL DE CONSERVAÇÃO RODOVIÁRIA 10º ENCONTRO NACIONAL DE CONSERVAÇÃO RODOVIÁRIA JOINVILLE/SC - BRASIL - 4 a 7 de outubro de 2005 Local: Centreventos Cau Hansen PADRÕES INTERNACIONAIS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS APLICADOS À CONSERVAÇÃO

Leia mais

Um passo inicial para aplicação do gerenciamento de projetos em pequenas empresas

Um passo inicial para aplicação do gerenciamento de projetos em pequenas empresas Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão de Projetos Aperfeiçoamento/GPPP1301 T132 09 de outubro de 2013 Um passo inicial para aplicação do gerenciamento de s em pequenas empresas Heinrich

Leia mais

PLANO DO PROJETO

<NOME DO PROJETO> PLANO DO PROJETO PLANO DO PROJETO Goiânia 2013 Sumário 1. RESUMO EXECUTIVO DO PROJETO...3 1.1. JUSTIFICATIVA DO PROJETO...3 1.2. ALINHAMENTO ESTRATÉGICO DO PROJETO...3 1.3. ESTRUTURA DE GESTÃO DO PROJETO...4

Leia mais

Série FACTO - Legislação e Normas Palmas / TO

Série FACTO - Legislação e Normas Palmas / TO POLITICADEAQUISIÇÃO, EXPANSÃOEATUALIZAÇÃO DOACERVO Série FACTO - Legislação e Normas Palmas / TO Católica do Tocantins Diretor Geral Pe. José Romualdo Degasperi Vice Diretor Acadêmico Galileu Marcos Guarenghi

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO Vigência: 30/06/2016

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO Vigência: 30/06/2016 POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO Vigência: 30/06/2016 Propriedade de Banco do Nordeste do Brasil S.A. Proibida a reprodução total ou parcial sem prévia autorização. I. ESCOPO 1.

Leia mais

Experiência: IMPLANTAÇÃO DO PRÉ-ATENDIMENTO NA AGÊNCIA DOS CORREIOS ADOLFINA DE PINHEIROS EM SÃO PAULO

Experiência: IMPLANTAÇÃO DO PRÉ-ATENDIMENTO NA AGÊNCIA DOS CORREIOS ADOLFINA DE PINHEIROS EM SÃO PAULO Experiência: IMPLANTAÇÃO DO PRÉ-ATENDIMENTO NA AGÊNCIA DOS CORREIOS ADOLFINA DE PINHEIROS EM SÃO PAULO Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos ECT Ministério das Comunicações Responsável: Lenice Venâncio

Leia mais

6. VALIDAÇÃO DO MODELO

6. VALIDAÇÃO DO MODELO Cap. 6 Validação do modelo - 171 6. VALIDAÇÃO DO MODELO Definição da pesquisa Contextualização (Cap. 2) Metodologia (Cap. ) Revisão da Literatura (Cap. 3) Construção do Método (Cap. 5) Validação do método

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Resumo Gisele Gomes Avelar Bernardes- UEG 1 Compreendendo que a educação é o ponto chave

Leia mais

White-box test: Também conhecido como teste estrutural, tem por objetivo validar os dados derivados das funções do sistema.

White-box test: Também conhecido como teste estrutural, tem por objetivo validar os dados derivados das funções do sistema. 22. Planejamento, Especificação e Execução dos Testes A implantação de um sistema de boa qualidade, dentro de um prazo específico, pode ser seriamente prejudicada caso uma etapa extremamente importante

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA. Relatório da Auto Avaliação Institucional 2014

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA. Relatório da Auto Avaliação Institucional 2014 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA Relatório da Auto Avaliação Institucional 2014 1 FACULDADE SENAI CETIQT COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO O SENAI CETIQT, atento ao seu compromisso com a excelência de ensino,

Leia mais

FAIN FACULDADE INDEPENDENTE DO NORDESTE COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO

FAIN FACULDADE INDEPENDENTE DO NORDESTE COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO FACULDADE INDEPENDENTE DO NORDESTE COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO VITÓRIA DA CONQUISTA 2007 COMPOSIÇÃO INSTITUCIONAL

Leia mais

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES 1 PPA-UFCG PROGRAMA PERMANENTE DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES (MAPAS VIVOS DA UFCG) 2 DIMENSÃO MISSÃO E PDI MAPAS VIVOS DE

Leia mais

UM GUIA RÁPIDO ORIENTADO A RESULTADOS (vigência: 29 JUN 2009)

UM GUIA RÁPIDO ORIENTADO A RESULTADOS (vigência: 29 JUN 2009) GESTÃO DE PROCESSOS UM GUIA RÁPIDO ORIENTADO A RESULTADOS (vigência: 29 JUN 2009) 1. O QUE É PROCESSO? Processos têm sido considerados uma importante ferramenta de gestão, um instrumento capaz de aproximar

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ REGIMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Atualização do Regimento de 2012 Porto Alegre, março de 2015 Faculdade de Tecnologia de Porto Alegre Av. Julio de Castilhos,

Leia mais

Levantamento, Análise e Gestão Requisitos. Aula 06

Levantamento, Análise e Gestão Requisitos. Aula 06 Levantamento, Análise e Gestão Requisitos Aula 06 Agenda Técnicas de Levantamento de Requisitos: Entrevista Workshop, Brainstorming, Storyboarding e Roleplaying Prototipação JAD Joint Application Design

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 0 2014 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL FUNDAÇÃO EDUCACIONAL CLAUDINO FRANCIO FACULDADE CENTRO MATO-GROSSENSE SORRISO/MT Portaria Nº 004/2015 Dispõe sobre Relatório Apresentado pela Comissão Própria

Leia mais

Questionário de avaliação de Práticas X Resultados de projetos - Carlos Magno Xavier (magno@beware.com.br)

Questionário de avaliação de Práticas X Resultados de projetos - Carlos Magno Xavier (magno@beware.com.br) Obrigado por acessar esta pesquisa. Sei como é escasso o seu tempo, mas tenha a certeza que você estará contribuindo não somente para uma tese de doutorado, mas também para a melhoria das práticas da Comunidade

Leia mais

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação.

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação. Curso Formação Efetiva de Analístas de Processos Curso Gerenciamento da Qualidade Curso Como implantar um sistema de Gestão de Qualidade ISO 9001 Formação Profissional em Auditoria de Qualidade 24 horas

Leia mais

Avaliação institucional e reformulação do currículo de Jornalismo diante de Diretrizes Curriculares indefinidas

Avaliação institucional e reformulação do currículo de Jornalismo diante de Diretrizes Curriculares indefinidas Avaliação institucional e reformulação do currículo de Jornalismo diante de Diretrizes Curriculares indefinidas Viviane Borelli Coordenadora do curso de Comunicação Social Jornalismo da UFSM Márcia Franz

Leia mais

Vilma Aparecida Gomes

Vilma Aparecida Gomes Leitura e interdisciplinaridade: tecendo redes nos projetos da escola Vilma Aparecida Gomes Mestre em Lingüística pela Universidade Federal de Uberlândia. Professora de Língua Portuguesa da Escola de Educação

Leia mais

COMISSIONAMENTO DE UNIDADES INDUSTRIAIS, FUNDAMENTOS E PRÁTICAS

COMISSIONAMENTO DE UNIDADES INDUSTRIAIS, FUNDAMENTOS E PRÁTICAS COMISSIONAMENTO DE UNIDADES INDUSTRIAIS, FUNDAMENTOS E PRÁTICAS Antonio Prates 1, Luciano Gaete 1, Paulo Garcia de Souza 2 1 Forship Engenharia, 2 ProxyBiz Business Platform. Introdução O comissionamento

Leia mais

6.1 A Simulação Empresarial tem utilização em larga escala nos cursos de Administração, em seus diversos níveis de ensino no Brasil?

6.1 A Simulação Empresarial tem utilização em larga escala nos cursos de Administração, em seus diversos níveis de ensino no Brasil? 195 6 Discussão Neste capítulo, são discutidos os resultados apresentados nas suas unidades de pesquisa e a relação existente entre cada uma dessas unidades. Assim, este capítulo traz subsídios para a

Leia mais

Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos

Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos Objetivos da disciplina Descrever o processo de Gerenciamento e Engenharia de Requisitos para projetos Treinar alunos no Gerenciamento de Requisitos Apresentar estudos de caso

Leia mais

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações PROCESSO 026-2013 ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA Declaração de trabalho, serviços e especificações A Contratada deverá executar o trabalho e realizar os serviços a seguir, indicados de acordo com as especificações

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE JUSTIÇA

ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Em qualquer licitação, se o projeto básico for falho ou incompleto, a licitação estará viciada e a contratação não atenderá aos objetivos da Administração.* PROJETO BÁSICO - INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO: É o conjunto

Leia mais

Estou aqui para estudar com vocês o conteúdo de LEGISLAÇÃO - GESTÃO

Estou aqui para estudar com vocês o conteúdo de LEGISLAÇÃO - GESTÃO Aula 0 Olá, pessoal! Estou aqui para estudar com vocês o conteúdo de LEGISLAÇÃO - GESTÃO DE PROJETOS E GESTÃO SOCIAL para o concurso de ANALISTA DE POLÍTICAS SOCIAIS do MPOG. Esta é uma carreira nova,

Leia mais

MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução

MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução A Melhoria da Qualidade é uma atividade que deve estar presente nas rotinas de toda a empresa. Isto significa que

Leia mais

Produto 9: Relatório de Meio Termo Contendo a Situação Atual do Projeto

Produto 9: Relatório de Meio Termo Contendo a Situação Atual do Projeto Produto 9: Relatório de Meio Termo Contendo a Situação Atual do Projeto 1. Introdução Este relatório apresenta o status do projeto no período de 13/12/2013 até 02/09/2014. Ele apresenta a metodologia utilizada,

Leia mais

Gestão do Processo de Manutenção Eletromecânica A quebra de paradigmas em busca da excelência.

Gestão do Processo de Manutenção Eletromecânica A quebra de paradigmas em busca da excelência. PNQS 2010 Categoria IGS Inovação da Gestão em Saneamento RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão Gestão do Processo de Manutenção Eletromecânica A quebra de paradigmas em busca da excelência.

Leia mais

A construção de um manual sobre a utilização dos modelos também poderá alavancar o uso das representações. Este conteria a explicação detalhada da

A construção de um manual sobre a utilização dos modelos também poderá alavancar o uso das representações. Este conteria a explicação detalhada da 6 Conclusões No âmbito do framework teórico da Engenharia Semiótica, este trabalho faz parte de um esforço conjunto para desenvolver ferramentas epistêmicas que apóiem a reflexão do designer durante o

Leia mais

Introdução à. Engenharia de Software. Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.

Introdução à. Engenharia de Software. Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu. "Antes de imprimir pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE." Engenharia de Software Introdução à Engenharia de Software Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha

Leia mais

MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL (TPM) COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DA EFICIÊNCIA GLOBAL DE EQUIPAMENTO (OEE)

MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL (TPM) COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DA EFICIÊNCIA GLOBAL DE EQUIPAMENTO (OEE) MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL (TPM) COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DA EFICIÊNCIA GLOBAL DE EQUIPAMENTO (OEE) Layla Duana dos Santos Silva (UFG ) layladuana@hotmail.com Andre Alves de Resende (UFG ) aaresende@gmail.com

Leia mais

A Implantação do Sistema de Monitoramento e Avaliação no Programa de Regularização Fundiária de São Paulo

A Implantação do Sistema de Monitoramento e Avaliação no Programa de Regularização Fundiária de São Paulo A Implantação do Sistema de Monitoramento e Avaliação no Programa de Regularização Fundiária de São Paulo Fabrizio Rigout 1 O sistema de avaliação e monitoramento (M&A) implantado na Superintendência de

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA 2014 São Luis de Montes Belos Goiás Faculdade Montes Belos Curso de Engenharia Agronômica São Luis de Montes Belos - Goiás COORDENADOR

Leia mais

II.7.4 Projeto de Educação Ambiental

II.7.4 Projeto de Educação Ambiental 1 / 11 Este compõe o Estudo de Impacto EIA elaborado pela PETROBRAS para atender ao Termo de Referência nº 51/02, referente ao licenciamento ambiental do Campo de Siri. Em 29 de agosto de 2003, durante

Leia mais

PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018)

PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018) PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018) 1. Introdução O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) busca nortear

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTAS GERENCIAIS PARA O PROJETO DO CANTEIRO DE OBRAS

DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTAS GERENCIAIS PARA O PROJETO DO CANTEIRO DE OBRAS DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTAS GERENCIAIS PARA O PROJETO DO CANTEIRO DE OBRAS Sheyla Mara Baptista SERRA Dra., Eng., Professora Adjunto do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de São

Leia mais

Novidades do Guia PMBOK 5ª edição

Novidades do Guia PMBOK 5ª edição Novidades do Guia PMBOK 5ª edição Mauro Sotille, PMP O Guia PMBOK 5 a edição (A Guide to the Project Management Body of Knowledge (PMBOK Guide) Fifth Edition), em Inglês, foi lançado oficialmente pelo

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE

FERRAMENTAS DA QUALIDADE FERRAMENTAS DA QUALIDADE Docente: Dr. José Carlos Marques Discentes: Estêvão Andrade N.º 2089206 Maria da Luz Abreu N.º 2405797 Teodoto Silva N.º 2094306 Vitalina Cunha N.º 2010607 FERRAMENTAS DA QUALIDADE

Leia mais

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS 3.4 O PROJETO DE MELHORIA DE PROCESSOS 3.4.1 - CONCEITO DE PROJETO

Leia mais

Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW

Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW Ciclo de Vida Aula 2 Revisão 1 Processo de Desenvolvimento de Software 1 O Processo de desenvolvimento de software é um conjunto de atividades, parcialmente ordenadas, com a finalidade de obter um produto

Leia mais

Engenharia de Software II

Engenharia de Software II Engenharia de Software II Aula 28 Revisão para a Prova 2 http://www.ic.uff.br/~bianca/engsoft2/ Aula 28-28/07/2006 1 Matéria para a Prova 2 Gestão de projetos de software Conceitos (Cap. 21) Métricas (Cap.

Leia mais

4 Metodologia e estratégia de abordagem

4 Metodologia e estratégia de abordagem 50 4 Metodologia e estratégia de abordagem O problema de diagnóstico para melhoria da qualidade percebida pelos clientes é abordado a partir da identificação de diferenças (gaps) significativas entre o

Leia mais

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 Comentário geral: As provas apresentaram grau de dificuldade médio. Não houve uma preocupação da banca em aprofundar os conceitos ou dificultar a interpretação

Leia mais

SISTEMA DE AVALIAÇÃO E APOIO À QUALIDADE DO ENSINO A DISTÂNCIA

SISTEMA DE AVALIAÇÃO E APOIO À QUALIDADE DO ENSINO A DISTÂNCIA 1 SISTEMA DE AVALIAÇÃO E APOIO À QUALIDADE DO ENSINO A DISTÂNCIA Renato Cislaghi, UFSC, cislaghi@inf.ufsc.br Silvia Modesto Nassar, UFSC, silvia@inf.ufsc.br Beatriz Wilges, UFSC, beaw@inf.ufsc.br Introdução

Leia mais

QUALIDADE DE SOFTWARE

QUALIDADE DE SOFTWARE DOCENTE PROFESSOR CELSO CANDIDO QUALIDADE DE SOFTWARE Formação: o Bacharel em Sistemas de Informações (SI); o MBA em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Conhecimentos: o Web Designer; o Arquitetura

Leia mais

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-ALVO: Os Cursos Técnicos são destinados a todos que estão cursando o 2º ano ou já completaram o Ensino Médio e que desejam aprender uma profissão, entrar no mercado de trabalho ou buscar uma melhor

Leia mais

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 I. APROVAÇÃO Emitente: Função: Análise crítica e aprovação: Função: Liliane Alves Ribeiro da Silva Gerente Administrativa Roberto José da Silva Gerente Geral

Leia mais

Nota Técnica Atuarial de Carteira

Nota Técnica Atuarial de Carteira Nota Técnica Atuarial de Carteira Circular SUSEP 362/2008 Resolução CNSP 163/2007 Quadros Estatísticos 270, 271 e 272 Carlos Augusto Pinto César da Rocha Neves Eduardo Fraga Lima de Melo São Paulo 29 de

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 GTM.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO XIII GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS E TECNOLOGIAS

Leia mais

Qualidade total em pequenas empresas

Qualidade total em pequenas empresas Qualidade total em pequenas empresas Frederico Cezar Capoletti Curi (UFOP) fredcuri2@yahoo.com.br Zirlene Alves da Silva Santos (UFOP) santoszirlene@em.ufop.br Resumo: As pequenas empresas vivem em um

Leia mais

Relatório de Boas Práticas

Relatório de Boas Práticas Relatório de Boas Práticas Nome da empresa: WEG EQUIPAMENTOS ELETRICOS S/A CNPJ: 07.175.725/0010-50 Responsável pela prática: Natalino Petry Cargo / Função: Chefe da seção QPOP E-Mail: natalinop@weg.net

Leia mais

Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço

Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço Adriana Ferreira de Faria (Uniminas) affaria@uniminas.br Adriano Soares Correia (Uniminas) adriano@ep.uniminas.br

Leia mais

Procedimento Sistêmico Nome do procedimento: Tratar Não Conformidade, Incidentes e Acidentes Data da Revisão 18/01/12

Procedimento Sistêmico Nome do procedimento: Tratar Não Conformidade, Incidentes e Acidentes Data da Revisão 18/01/12 1/ 11 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento Adequação de seu conteúdo para sistema ISO 9001:2008 e alteração de nomenclatura. 01 Deixa de ser chamado de PO (Procedimento Operacional)

Leia mais

Figura 5 - Workflow para a Fase de Projeto

Figura 5 - Workflow para a Fase de Projeto 5. Fase de Projeto A Fase de Projeto caracteriza-se por transformar as informações modeladas durante a Fase de Análise em estruturas arquiteturais de projeto com o objetivo de viabilizar a implementação

Leia mais

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI)

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) APARECIDA DE GOIÂNIA 2014 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Áreas de processo por

Leia mais

SEJAM BEM-VINDOS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL

SEJAM BEM-VINDOS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL SEJAM BEM-VINDOS CALOUROS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL Carga horária total do curso: 2800 horas 2400 horas (atende CNCST) + (240 horas de Estágio Curricular + 160 horas

Leia mais

DESAFIOS PARA UMA EMPRESA DE PROJETO

DESAFIOS PARA UMA EMPRESA DE PROJETO DESAFIOS PARA UMA EMPRESA DE PROJETO A EMPRESA A PLANAVE é uma empresa de engenharia consultiva genuinamente brasileira com 46 anos de existência com sede no Rio de Janeiro. Possui as certificações ISO

Leia mais

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP Planejamento - 7 Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos 1 O que é risco? Evento que representa uma ameaça ou uma oportunidade em potencial Plano de gerenciamento do risco Especifica

Leia mais

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo Prefeitura de Belo Horizonte Sistema de Controle de Protocolo Relatório apresentado para concorrer ao 2º Prêmio Inovar BH conforme Edital SMARH nº 001/2014 Belo Horizonte Julho de 2014 Resumo Sendo grande

Leia mais

Capacitação em indicadores de desempenho e sistemas de medição de desempenho de processos. Sumário

Capacitação em indicadores de desempenho e sistemas de medição de desempenho de processos. Sumário Capacitação em indicadores de desempenho e sistemas de medição de desempenho de processos Maria Helena Indig Lindgren Barros, PMP, CBPP Sumário Objetivos... 2 I. Introdução... 2 II. Indicadores... 2 O

Leia mais

CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique

CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique UNIDADE 6 GERENCIAMENTO DA ROTINA 1 INTRODUÇÃO 3 O GERENCIAMENTO DA ROTINA 4 CAMPO DE APLICAÇÃO

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini - Junho 2010

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini - Junho 2010 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini - Junho 2010 A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA O SETOR DE REAL ESTATE Prof. Dr. João da Rocha Lima Jr. Prof. Dr. Claudio Tavares de Alencar.

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA PREENCHIMENTO DAS PLANILHAS PLANOS DE AÇÃO

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA PREENCHIMENTO DAS PLANILHAS PLANOS DE AÇÃO MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA PREENCHIMENTO DAS PLANILHAS PLANOS DE AÇÃO OBSERVATÓRIO ESCOLAR OE CENTRO PAULA SOUZA Coordenadoria do Ensino Médio e Técnico Cetec Grupo de Supervisão educacional GSE [Este manual

Leia mais

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA GLOSSÁRIO DE TERMOS DO MARCO ANALÍTICO Avaliação de Projetos de Cooperação Sul-Sul: exercício fundamental que pretende (i ) aferir a eficácia, a eficiência e o potencial

Leia mais

8.1 Planejar o Gerenciamento da Qualidade SAÍDAS

8.1 Planejar o Gerenciamento da Qualidade SAÍDAS Plano de Gerenciamento da Qualidade Descreve como as políticas de qualidade de uma organização serão implementadas. Como a equipe de gerenciamento do projeto planeja cumprir os requisitos de qualidade

Leia mais

SOLICITAÇÃO DE PROPOSTA (SDP) Nº001/2015 SERVIÇOS DE CONSULTORIA

SOLICITAÇÃO DE PROPOSTA (SDP) Nº001/2015 SERVIÇOS DE CONSULTORIA SOLICITAÇÃO DE PROPOSTA (SDP) Nº001/2015 SERVIÇOS DE CONSULTORIA Brasil N o : ATN/ME-14644-BR (BR-M1119) Referência:1,2 iii Formulação da metodologia de aceleração Data: 24 de julho de 2015 O UNIETHOS

Leia mais

3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software

3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software 3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software A tarefa de planejar os ciclos de construção do software pode partir de diretrizes básicas. Estas diretrizes visam orientar que os ciclos de

Leia mais

Reduzindo o lead time no desenvolvimento de produtos através da padronização

Reduzindo o lead time no desenvolvimento de produtos através da padronização Reduzindo o lead time no desenvolvimento de produtos através da padronização Lando T. Nishida O prazo ou lead time desde a concepção do produto até o lançamento no mercado é um dos fatores mais importantes

Leia mais

UM MODELO DE COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS DE EDIFICAÇÕES BASEADO NA ENGENHARIA SIMULTÂNEA E FMEA

UM MODELO DE COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS DE EDIFICAÇÕES BASEADO NA ENGENHARIA SIMULTÂNEA E FMEA UM MODELO DE COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS DE EDIFICAÇÕES BASEADO NA ENGENHARIA SIMULTÂNEA E FMEA Wandemberg TAVARES JÚNIOR, M.Sc Universidade de Fortaleza Departamento de Engenharia Civil Edson Queiroz

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE COORDENAÇÃO DA QUALIDADE

GESTÃO DA QUALIDADE COORDENAÇÃO DA QUALIDADE GESTÃO DA COORDENAÇÃO DA Primeira 1/12 CONTROLE DE APROVAÇÃO ELABORADO REVISADO POR APROVADO Marcelo de Sousa Marcelo de Sousa Marcelo de Sousa Silvia Helena Correia Vidal Aloísio Barbosa de Carvalho Neto

Leia mais

BACHARELADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL EaD UAB/UFSCar Expressão Gráfica para Engenharia NORMAS TÉCNICAS

BACHARELADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL EaD UAB/UFSCar Expressão Gráfica para Engenharia NORMAS TÉCNICAS BACHARELADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL EaD UAB/UFSCar NORMAS TÉCNICAS APOSTILA DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL DA UFSCar volume 3 Profª Sheyla Mara Baptista Serra Agosto de 2008 3 NORMAS TÉCNICAS Conhecer

Leia mais