ESTÁGIO CURRICULAR II DESENVOLVIMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO BANCO DE DADOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTÁGIO CURRICULAR II DESENVOLVIMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO BANCO DE DADOS"

Transcrição

1 Bruno Luiz Corbani Garcia ESTÁGIO CURRICULAR II DESENVOLVIMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO BANCO DE DADOS EMPRESA: Conceito W SETOR: Banco de Dados SUPERVISOR: Ademir da Cunha Junior ORIENTADOR: Edino Mariano Lopes Fernandes CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGIAS - CCT UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC JOINVILLE SANTA CATARINA BRASIL NOVEMBRO/2009

2 APROVADO EM.../.../... Professor: Edino Mariano Lopes Fernandes Titulação: Mestre em Ciência da Computação Professor Orientador Professor: Nazareno Pacheco de Oliveira Titulação: Mestre em Engenharia Elétrica Professor: Carlos Norberto Vetozazzi Junior Titulação: Mestre em Engenharia Mecânica Ademir da Cunha Junior Supervisor da CONCEDENTE ii

3 Carimbo da Empresa UNIDADE CONCEDENTE Razão Social: Conceito W Consultoria em TI Ltda. - ME CGC/MF: / Endereço: Marcilio Dias, 468 / Sala 02 Bairro: Santo Antônio CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: (47) Supervisor: Ademir da Cunha Junior Cargo: Gerente Administrativo ESTAGIÁRIO Nome : Bruno Luiz Corbani Garcia Matrícula: Endereço: Agronômica, 1428 Bairro: Guanabara CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: (47) Curso de : Tecnologia em Sistemas de Informação Título do Estágio: Desenvolvimento e administração de banco de dados Período: 01/09/2009 a 30/09/2009 Carga horária: 120 horas AVALIAÇÃO FINAL DO ESTÁGIO BRUNO LUIZ CORBANI GARCIA PELO CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS Representada pelo Professor Orientador: Edino Mariano Lopes Fernandes CONCEITO FINAL DO ESTÁGIO DESENVOLVIMENTO E ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS Excelente (9,1 a 10) Muito Bom (8,1 a 9,0) Bom (7,1 a 8,0) Regular (5,0 a 7,0) Reprovado (0,0 a 4,9) NOTA ETG I (Média do Processo) NOTA ETG II (Média do Processo) Rubrica do Professor da Disciplina Joinville / / iii

4 Nome do Estagiário : Bruno Luiz Corbani Garcia QUADRO I AVALIAÇÃO NOS ASPECTOS PROFISSIONAIS QUALIDADE DO TRABALHO: Considerando o possível. ENGENHOSIDADE: Capacidade de sugerir, projetar, executar modificações ou inovações. CONHECIMENTO: Demonstrado no desenvolvimento das atividades programadas. CUMPRIMENTO DAS TAREFAS: Considerar o volume de atividades dentro do padrão razoável. ESPÍRITO INQUISITIVO: Disposição demonstrada para aprender. INICIATIVA: No desenvolvimento das atividades. SOMA Pontos QUADRO II AVALIAÇÃO DOS ASPECTOS HUMANOS ASSIDUIDADE: Cumprimento do horário e ausência de faltas. DISCIPLINA: Observância das normas internas da Empresa. SOCIABILIDADE: Facilidade de se integrar com os outros no ambiente de trabalho. COOPERAÇÃO: Disposição para cooperar com os demais para atender as atividades. SENSO DE RESPONSABILIDADE: Zelo pelo material, equipamentos e bens da empresa. SOMA Pontos PONTUAÇÃO PARA O QUADRO I E II Sofrível - 1 ponto, Regular - 2 pontos, Bom - 3 pontos, Muito Bom - 4 pontos, Excelente - 5 pontos LIMITES PARA CONCEITUAÇÃO AVALIAÇÃO FINAL Pontos De 57 a SOFRÍVEL SOMA do Quadro I multiplicada por 7 De 102 a REGULAR SOMA do Quadro II multiplicada por 3 De 148 a BOM SOMA TOTAL De 195 a MUITO BOM De 241 a EXCELENTE Nome da Empresa: Conceito W Sistemas Representada pelo Supervisor: Ademir da Cunha Junior CONCEITO CONFORME SOMA TOTAL Rubrica do Supervisor da Empresa Local: Data : Carimbo da Empresa iv

5 UDESC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS - FEJ PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO ESTAGIÁRIO Nome: Bruno Luiz Corbani Garcia Matrícula: Endereço (Em Jlle): Agronômica, 1428 Bairro: Guanabara CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: Endereço (Local estágio): Marcílio Dias, 468 Bairro: Santo Antônio CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: Regularmente matriculado no semestre: Sim Curso: TSI Formatura (prevista) Semestre/Ano: 2009/2 UNIDADE CONCEDENTE Razão Social: Conceito W Sistemas CGC/MF: / Endereço: Marcílio Dias, 468 Bairro: Santo Antônio CEP: Cidade: Joinville UF: SC Fone: Atividade Principal: Desenvolvimento de Sistemas Supervisor: Gabriel Fisher Cargo: Gerente administrativo DADOS DO ESTÁGIO Área de atuação: Desenvolvimento Departamento de atuação: Banco de Dados Fone: Ramal: Horário do estágio: 10:00 12:00 / 13:30 17:30 Total de horas: 120 horas Período: 01/09/ /09/2009 Nome do Professor Orientador: Edino Mariano Lopes Fernandes Disciplina(s) simultânea(s) com o estágio Quantas: 0 Quais: v

6 OBJETIVO GERAL Realizar tarefas de administração nos bancos de dados e desenvolvimento de procedimentos armazenados utilizando a linguagem SQL. ATIVIDADES OBJETIVO ESPECÍFICO HORAS Estudo do Banco de Dados SQL Server. Compreender e Estudar os conceitos básicos do Gerenciador de Banco de Dados SQL Server. 15 Estudo do Banco de Dados Oracle. Compreender e Estudar os conceitos básicos do Gerenciador de Banco de Dados Oracle. 15 Desenvolvimento de Criação de Estruturas. Criar, alterar e excluir objetos, bem como desenvolvimento de procedimentos armazenados. 45 Administração do Banco de dados Realizar tarefas administrativas como: gerenciamento de usuários, criação de bases de dados, agendamento de Jobs e rotinas de backups 45 Rubrica do Professor Orientador Rubrica do Comitê de Estágios Rubrica do Coordenador de Estágios Rubrica do Supervisor da Empresa Data: Data: Data: Data: Carimbo da Empresa vi

7 CRONOGRAMA FÍSICO E REAL ATIVIDADES PERÍODO (5 horas) Estudo do Banco de Dados SQL Server. P R Estudo do Banco de Dados Oracle. P R Desenvolvimento de Criação de Estruturas. P R Administração do Banco de dados P R P R ATIVIDADES PERÍODO (5 horas) Estudo do Banco de Dados SQL Server. P R Estudo do Banco de Dados Oracle. P R Desenvolvimento de Criação de Estruturas. P R Administração do Banco de dados P R P R

8 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS Geral Específico METODOLOGIA JUSTIFICATIVA EMPRESA MERCADO PRINCIPAIS CLIENTES CONSIDERAÇÕES GERAIS ESTUDO DA TECNOLOGIA DE BANCO DE DADOS STRUCTURED QUERY LANGUAGE (SQL) SQL SERVER Enterprise Manager ORACLE 9I PL/SQL Developer CONSIDERAÇÕES GERAIS TAREFAS ADMINISTRATIVAS DO BANCO DE DADOS POLÍTICAS DE SEGURANÇA CRIAÇÕES DE BASE DE DADOS AGENDAMENTOS DE JOBS BACKUPS CONSIDERAÇÕES GERAIS DESENVOLVIMENTO EM BANCO DE DADOS CRIAÇÕES DE ESTRUTURAS PROCEDIMENTOS ARMAZENADOS SCRIPTS DE CARGA DE DADOS CONSIDERAÇÕES GERAIS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 34

9 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Principais Clientes da Conceito W Figura 2 Enterprise Manager Figura 3 Command Window do PL/SQL Developer Figura 4 Object Browser do PL/SQL Developer Figura 5 Criação usuário SQL Server Figura 7 Criação de base de dados SQL Server Figura 8 Primeiro passo para configuração do Job Figura 9 Segundo passo para configuração do Job Figura 10 Terceiro passo para configuração do Job Figura 11 Quarto passo para configuração do Job Figura 12 Formulário Backup SQL Server Figura 13 Comando Backup Oracle 9i Figura 14 Diagrama Entidade Relacionamento Figura 15 Comando criação TBGL_EMPRESA Figura 16 Comando criação TBGL_USUARIO Figura 17 Comando criação TBGL_ESTABELECIMENTO Figura 18 Procedimento Armazenado PL/SQL Figura 19 Procedimento Armazenado Transact-SQL Figura 20 Script de carga de dados

10 RESUMO Este relatório tem por objetivo descrever as atividades desenvolvidas durante o estágio curricular realizado na empresa Conceito W. O estágio teve como objetivo aplicar os conhecimentos obtidos na universidade e padrões definidos pela empresa, para realizar atividades relacionadas a desenvolvimento e administração de banco de dados em alguns sistemas desenvolvidos pela própria empresa. Os gerenciadores de banco de dados utilizados para o desenvolvimento e administração durante o estágio são: Oracle 9i e SQL Server

11 1. INTRODUÇÃO Este trabalho tem como principal finalidade descrever as atividades realizadas durante o período de estágio. As atividades relacionadas ao estágio incluem: desenvolvimento nas linguagens Transact-SQL e PL\SQL e administração dos gerenciadores de banco dados da empresa OBJETIVOS Geral Realizar tarefas de administração nos bancos de dados e desenvolvimento de procedimentos armazenados utilizando a linguagem SQL Específico Compreender e Estudar os conceitos básicos dos Gerenciadores de Banco de Dados SQL Server e Oracle. Criar, alterar e excluir objetos, bem como desenvolvimento de procedimentos armazenados. Realizar tarefas administrativas como: gerenciamento de usuários, criação de bases de dados, agendamento de Jobs e rotinas de backups. 1.2 METODOLOGIA A metodologia utilizada para o desenvolvimento do projeto foi primeiramente o estudo das tecnologias de banco de dados e as ferramentas utilizadas para o desenvolvimento do trabalho em questão. 11

12 Os principais recursos abordados no trabalho foram: a utilização das ferramentas de administração de banco de dados, o conhecimento avançado da linguagem Structured Query Language (SQL) e o conhecimento de Diagramas de Entidade Relacionamento utilizados na prática. A fim de conhecer sobre a Conceito W, empresa em que o estágio foi desenvolvido, é apresentado no capítulo 2 um histórico e os sistemas desenvolvidos pela empresa, já o capítulo 3 apresenta o material de estudo geral sobre banco de dados. Com os resultados da pesquisa do capítulo 3 são utilizados no capítulo 4 como base para a administração dos bancos de dados da empresa. A seguir no capítulo 5 é apresentado o desenvolvimento de tabelas, procedimentos armazenados e scripts de carga nos bancos de dados Oracle e SQL Server. E para concluir, é apresentada as Considerações Finais com as lições aprendidas e os pontos relevantes do trabalho. 1.3 JUSTIFICATIVA Com o aumento no número de colaboradores na empresa, houve a necessidade de gerenciar as bases de dados da empresa. Está prática é fundamental para melhor funcionamento da área de desenvolvimento de sistemas da empresa gerando produtividade e qualidade nos software. A programação de scripts de carga e estrutura é de fundamental importância para o desenvolvimento de sistemas que utilizam banco de dados. Além disso, a programação de procedimentos armazenados se justifica pelo fato que este seja mais performático que processos executados pela aplicação de interface, onde algumas aplicações dependiam de alto desempenho. 12

13 2. EMPRESA A Conceito W Consultoria em Tecnologia da Informação Ltda. ME, situada na cidade de Joinville, norte catarinense, teve suas atividades iniciadas em janeiro de É uma empresa de desenvolvimento de software. Unindo capital intelectual e conhecimentos técnicos em desenvolvimento de soluções WEB, a Conceito W propõe uma relação de parceria com seus clientes, baseada em seus princípios de CONHECIMENTO, PRAZO E RESPEITO. (ConceitoW, 2008) 2.1 MERCADO Outsourcing. A empresa Conceito W trabalha com dois ramos de serviços: fábrica de software e Especialista em sistemas corporativos e integrações, a Conceito W está apta para atuar em qualquer fase de um projeto: requisitos, especificação, construção, testes e implantação dos software desenvolvidos. Quando necessário, a Conceito W utiliza os mesmos padrões de desenvolvimento da contratante ou, então, aplica tecnologia e metodologia própria. (ConceitoW, 2008) Para empresas que precisam manter uma área de desenvolvimento interna, a Conceito W disponibiliza uma equipe especializada, que pode incluir analistas, programadores e gerentes de projeto. O dimensionamento é realizado conforme a necessidade de cada empresa. A Conceito W assume o compromisso de entregar resultados, e libera a empresa para execução de sua atividade principal. (ConceitoW, 2008) 2.2 PRINCIPAIS CLIENTES Com os diferenciais de qualidade, prazo e respeito a Conceito W conquistou um grande número de clientes. Entre eles várias franquias da Datasul, KG Laboratório e a 13

14 Softteam de São Paulo. Segue abaixo uma listagem dos principais clientes que utilizam as aplicações da Conceito W. Datasul Logman NeoGrid T System Becomex Savoir Faire Laboratório Ghanem KG Laboratório SoftTeam Inquery Consultoria Digital Printer Figura 1 - Principais Clientes da Conceito W 14

15 2.3 CONSIDERAÇÕES GERAIS Com um grande número de profissionais certificados em diversas áreas de atuação, a Conceito W se tornou uma empresa com um alto grau de profissionais capacitados a desenvolver softwares com qualidade e prazos curtos. 15

16 3. ESTUDO DA TECNOLOGIA DE BANCO DE DADOS Os gerenciadores de banco de dados Oracle e SQL Server são amplamente conhecidos por algumas características principais como: segurança, escalabilidade, robustez, desempenho entre outros. Estas qualidades capacitam esses gerenciadores como uma grande fonte de estudo e desenvolvimento. Sendo assim, para o estágio houve a necessidade de estudar as tecnologias do banco de dados utilizadas pela empresa. Os gerenciadores utilizados são o SQL Server 2000 desenvolvido pela Microsoft e o Oracle 9i desenvolvido pela Oracle. Ambos os gerenciadores são programados pela linguagem de consulta SQL (Structured Query Language). As ferramentas utilizadas para a administração e programação são o Enterprise Manager para o SQL Server 2000 e o PL/SQL Developer para o Oracle. 3.1 STRUCTURED QUERY LANGUAGE (SQL) Structured Query Language, ou Linguagem de Consultas Estruturada ou ainda SQL, é uma linguagem de pesquisa declarativa para banco de dados relacional. Muitas das características originais do SQL foram inspiradas na álgebra relacional. O SQL utiliza um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional (SGBDR). Isto significa que ele utiliza um sistema para gerenciar dados que estão armazenado em relações. As informações desse tipo de banco de dados são armazenados em tabelas, contudo existem outras maneiras de gerenciar bases de dados. Podemos tomar como exemplo de banco de dados hierárquicos arquivos e diretórios em sistemas operacionais tipo Unix. Um desenvolvimento mais moderno e em estudo são os bancos de dados orientados a objeto. Está linguagem também pode ser dividida em duas principais funcionalidades: O DDL e o DML. A DDL é responsável pela criação, alteração e exclusão das estruturas do banco de dados e seus principais comandos são o create, alter e drop. Já a DML é responsável pela manipulação dos dados contidos no banco e seus principais comandos são o insert, update, delete e o select. 16

17 3.2 SQL SERVER 2000 O SQL SERVER 2000 é um sistema gerenciador de banco de dados relacional (SGBDR) que utiliza a linguagem Structured Query Language (SQL) para a sua manipulação. Este foi lançado no ano de 2000 e ainda é amplamente utilizado por empresas e organizações Enterprise Manager O Enterprise Manager é uma IDE (Integrated Development Environment) desenvolvidas pela Microsoft. Ela é largamente utilizada por desenvolvedores de sistemas de informação que utilizam o sistema gerenciador de banco de dados SQL Server 2000 e SQL Server A sua principal funcionalidade é o envio de comandos SQL para o banco de dados. Na figura 2 é apresentado o Enterprise Manager: Figura 2 Enterprise Manager 1 Query Esta área é destinada para escrever e executar os comandos SQL, ou seja, um editor de texto. Os principais comandos SQL são destacados com outra cor para melhor visualização. 2 Grids/Messages Nesta área do editor é possível ver o retorno das consultas enviadas ao banco de dados e as mensagens de erro ou sucesso dos comandos executados. 17

18 3 Object Browser Nesta área do editor é possível visualizar todos os bancos de dados e suas estruturas de forma hierárquica. As estruturas abaixo do banco de dados que são possíveis de visualização por esta área são as Tabelas, Visões, Procedures, Usuários, funções entre outros. 3.3 ORACLE 9I O banco de dados Oracle é o banco de dados mais amplamente utilizado por empresas de grande porte. Este gerenciador de banco de dados tem como principal característica a robustez e a segurança dos dados armazenados PL/SQL Developer O produto PL/SQL Developer é um ambiente de desenvolvimento integrado (IDE) que foi especialmente destinado ao desenvolvimento de programas armazenados em bancos de dados Oracle. Este editor tem como principal objetivo à facilidade de uso, qualidade de código e produtividade, ou seja, um conjunto de conceitos que hoje são as chaves para o sucesso de qualquer projeto de desenvolvimento de aplicações Oracle. (AllRound, 2009) Nas figuras 3 e 4 são apresentados o PL/SQL Developer e suas principais funcionalidades. Figura 3 Command Window do PL/SQL Developer 18

19 1 Deverloper s Command Window Para desenvolver e executar scripts SQL a empresa utiliza o PL/SQL Deverloper s Command Window. Esta janela de comandos possui um editor com os correspondentes realces de syntax e é utilizado pelos desenvolvedores da empresa para realizar consultas no banco de dados. Figura 4 Object Browser do PL/SQL Developer 2 Object Browser O Object Browser mostra todas as informações relevantes para o desenvolvimento no banco de dados Oracle. Com o Object Browser o desenvolvedor tem as opções de Visualizar descrição e definição de objetos, criar scripts para teste e depurações, habilitar ou desabilitar triggers e contrainst, recompilar objetos inválidos, consultar ou editar tabelas ou dados de view, pesquisar por strings em fontes entre outras funcionalidades. 3.4 CONSIDERAÇÕES GERAIS Com os conceitos definidos neste capítulo sobre a Linguagem SQL e suas ferramentas, possibilita o estagiário a realizar o desenvolvimento e administração dos bancos de dados SQL Server 2000 e o Oracle 9i da empresa. 19

20 4. TAREFAS ADMINISTRATIVAS DO BANCO DE DADOS De maneira simplista, um administrador de banco de dados é responsável por instalar, configurar, monitorar e solucionar problemas de um gerenciador de banco de dados. Assim sendo, neste capítulo serão apresentadas as atividades relacionadas à administração de banco de dados desempenhada durante o estágio. 4.1 POLÍTICAS DE SEGURANÇA A empresa Conceito W tem uma política de segurança com relação ao acesso às bases de dados. Ou seja, cada usuário tem acesso restrito e tendo permissão somente de leitura e escrita para as bases de dados que realmente necessitem. Para melhor entendimento da política de segurança do banco de dados, é necessário que seja compreendido como é estruturado as bases de dados dos projetos da empresa. Cada projeto é composto de quatro bancos de dados, desenvolvimento, controle de qualidade, produção, expedição e um usuário correspondente para cada base de dados. O usuário de desenvolvimento tem acesso de leitura e escrita para a base de dados de desenvolvimento do projeto correspondente. Este usuário tem a senha pública, ou seja, todos os desenvolvedores acessam as bases de dados de desenvolvimento com o usuário de desenvolvimento. Está política de segurança é aplicada aos outros usuários, porém as senhas são privadas. Nas figuras 5 e 6 são apresentados os comandos para criação de usuários em SQL Server 2000 e Oracle 9i respectivamente. 20

21 Figura 5 Criação usuário SQL Server 2000 No SQL Server 2000 a criação de um usuário é dividida em três principais partes: a criação de um login na base de dados master, ou seja, é por meio deste login que o usuário irá se conectar ao banco de dados. Após a criação do login, é necessário criar o usuário na base de dados e associá-lo ao login criado. E ao final conceder as permissões necessárias, no caso da figura 5 é concedido às permissões de leitura e escrita ao usuário recém criado. Figura 6 Criação usuário Oracle 9i No Oracle 9i o conceito de usuário é diferente do conceito de usuário do SQL Server Os usuários do Oracle são os detentores dos objetos e dos dados, diferentemente do SQL Server 2000 onde o usuário é utilizado para acessar as bases de dados. 4.2 CRIAÇÕES DE BASE DE DADOS Um Banco de Dados é antes de tudo é uma coleção logicamente coerente de dados com determinada significação intrínseca. Ou seja, uma base de dados pode ser definida como um conjunto de dados relacionados que modelam um determinado ambiente. Pode ser utilizado como exemplo de base de dados uma agenda telefônica. Na figura 7 é apresentado o formulário para criação de base de dados em SQL Server Este formulário possui os campos para configurar o nome da base de dados, o usuário dono da base de dados e os caminhos dos arquivos de dados e log no banco de dados. 21

22 Figura 7 Criação de base de dados SQL Server Como foi citado no item 4.1, no gerenciador de banco de dados Oracle o usuário se equivale a base de dados do SQL Server. Ou seja, no Oracle o usuário é o dono dos objetos da base de dados. Sendo assim, o procedimento de criação de base de dados no Oracle 9i foi demonstrado no item anterior. 4.3 AGENDAMENTOS DE JOBS Segundo Battisti, um job é uma tarefa administrativa, composta de um ou mais passos, a qual é agendada para executar automaticamente, em data e horas determinadas, nas configurações do job. 22

23 Para um administrador de banco de dados, o job é uma ferramenta de suma importância para agendamentos de tarefas como backups. No estágio foi fundamental a utilização de um job para realizar backups de todas as bases de dados automaticamente. Conforme apresentado nas Figuras 8 à 11, temos um exemplo de criação de um job demonstrando todos os passos para a sua configuração em SQL SERVER Figura 8 Primeiro passo para configuração do Job. O primeiro passo para a configuração de um job pode ser visualizado na figura 7, nesta aba principal é possível configurar o nome do job, o usuário dono do job, a descrição do mesmo, a categoria e se está ativo ou não a tarefa. Figura 9 Segundo passo para configuração do Job. 23

24 Na aba steps que pode ser observada na figura 8, são demonstrados os processos e sua ordem de execução no job, também nesta aba poderem ser inseridos, editados e excluídos os processos. No exemplo da figura 8 será executado a atividade 1, caso não ocorra erro, a atividade 2 será executada posteriormente. Figura 10 Terceiro passo para configuração do Job No terceiro passo para a configuração do job no SQL Server 2000, é necessário que seja adicionado às datas e horários que o job será executado (schedules). No exemplo da figura 9 o job será executado todos os dias nos horários das oito da manhã até as dez da noite. Figura 11 Quarto passo para configuração do Job 24

25 No último passo para a configuração do job de integração, é opcional que se configurem algumas notificações caso a tarefa seja executada, por exemplo, o envio de caso ocorra erro ou sucesso. 4.4 BACKUPS O backup existe como forma de prevenir que os arquivos sejam apagados acidentalmente, seja por falha física, ou por falha humana. O backup garante a integridade dos dados e de configurações. Na empresa Conceito W, os backups são efetuados diariamente somente para as bases de dados alocadas nos gerenciadores SQL Server 2000, pois são nestas bases de dados que são mais utilizadas para desenvolver. No Oracle 9i, são efetuados um backup por semana das bases de dados. Server Na figura 12 é possível verificar o formulário para realização do backup no SQL Figura 12 Formulário Backup SQL Server

26 Na tela de backup do Enterprise Manager é solicitado o nome da base de dados que será feito o backup, o tipo do backup que poderá ser total, diferencial ou por log, o nome do backup, uma descrição para o backup e o caminho onde ficará o arquivo de backup. Este processo é agendado em um job para realização desse procedimento todos os dias. No Banco de dados Oracle, o backup é efetuado a partir de um comando exp executado via pronpt de comando. Este pode ser visualizado na figura 13. Figura 13 Comando Backup Oracle 9i No comando exp é enviado os seguintes parâmetros para realização do backup: usuário de conexão na base de dados, a senha do usuário de conexão, a instância do servidor do banco de dados, o usuário que detém os objetos que será feito o backup, o endereço do arquivo que será gerado o backup e o endereço do arquivo de log onde poderá ser visualizado o status da exportação dos dados e objetos. 4.5 CONSIDERAÇÕES GERAIS Neste capítulo o objetivo principal foi demonstrar as principais atividades de administração dos gerenciadores de bancos de dados SQL Server 2000 e Oracle 9i. As atividades demonstradas no capítulo foram o gerenciamento de permissão de usuários, criação de base de dados, configuração de jobs e realização de backup das bases de dados. Todas essas atividades são de suma importância para organização e gerenciamento dos bancos de dados, auxiliando o desenvolvimento dos softwares criados pela empresa. 26

27 5. DESENVOLVIMENTO EM BANCO DE DADOS No desenvolvimento em banco de dados foi utilizada a linguagem de programação SQL para criação de estruturas e geração de scripts de carga em ambos os gerenciadores de banco de dados. A linguagem Transact-SQL para desenvolvimento de procedimentos armazenados em SQL Server 2000 e PL/SQL para desenvolvimento de procedimentos armazenados no Oracle 9i. 5.1 CRIAÇÕES DE ESTRUTURAS Como já foi dito anteriormente, o banco de dados é composto de tabelas relacionadas. Neste sub-capítulo será demonstrado um exemplo de script de criação de tabelas e como elas são relacionadas entre si. No exemplo será demonstrado o diagrama de entidade relacionamento proposto por um Analista da empresa e posteriormente o script desenvolvido. Na figura 14 pode ser visualizado o diagrama de entidade relacionamento proposto pelo Analista de Sistemas responsável pelo projeto que necessita desta estrutura. Figura 14 Diagrama Entidade Relacionamento 27

28 No exemplo da figura 14, foi solicitada a criação de três tabelas. A tabela TBGL_EMPRESA onde está será utilizada para armazenar os dados referente as empresas do sistema, A tabela TBGL_USUARIO que tem a finalidade de guardar os dados referente aos usuários da empresa e a tabela TBGL_ESTABELECIMENTO onde está será utilizada para armazenar os dados referente aos estabelecimentos da empresa. Nas figuras 15 a 17 podem ser visualizado os comandos desenvolvidos para criação das tabelas TBGL_EMPRESA, TBGL_USUARIO e TBGL_ESTABELECIMENTO respectivamente. Todos os comandos foram desenvolvidos na Linguagem SQL. Figura 15 Comando criação TBGL_EMPRESA Na figura 16 pode ser observado o código utilizado para a criação da tabela TBGL_USUARIO. Figura 16 Comando criação TBGL_USUARIO 28

29 Na figura 17 pode ser visualizado o script de criação da tabela TBGL_ESTABELECIMENTO. Figura 17 Comando criação TBGL_ESTABELECIMENTO 5.2 PROCEDIMENTOS ARMAZENADOS Battisti 2005, define procedimentos armazenados como: "programas armazenados no servidor, pré-compilados, chamados de forma explícita para executar alguma lógica de manipulação de dados, podendo retornar ou não algum valor". Os procedimentos armazenados são programados por alguma linguagem específica de cada banco de dados, no caso do Oracle é o PL/SQL e no SQL Server é o Transact-SQL. Estes procedimentos armazenados têm a vantagem de ser mais performático que as demais 29

30 linguagens que acessam o banco de dados, pois estes procedimentos são pré-compilados e executados no próprio servidor de banco de dados. Nas figuras 18 e 19 podem ser visualizados dois exemplos de procedimentos armazenados nas linguagens PL/SQL e Transact-SQL respectivamente. Figura 18 Procedimento Armazenado PL/SQL Na figura 19 pode ser visualizado um exemplo de um procedimento armazenado utilizando a linguagem Transact-SQL. Figura 19 Procedimento Armazenado Transact-SQL 30

31 Nos exemplos das figuras 18 e 19, ambos os procedimentos armazenados realizam a mesma operação de inserção em uma tabela. Contudo, pode-se notar que as linguagens Transact-SQL e PL/SQL são semelhantes, porém cada uma das linguagens possui particularidades específicas. 5.3 SCRIPTS DE CARGA DE DADOS Como todo sistema desenvolvido pela Conceito W funciona a partir de um framework desenvolvido pela própria empresa, o aplicativo necessita de uma carga de dados nas tabelas do framework para que o sistema em questão funcione corretamente. Com bases nestes pontos, no sub-capítulo presente será demonstrado o funcionamento da geração dos scripts de carga de dados. Na figura 20 pode ser visualizado um exemplo de script de carga de dados na tabela de usuário. O código de criação da tabela TBGL_USUARIO pode ser observado no exemplo da figura 16. Figura 20 Script de carga de dados 31

32 No exemplo da figura 20 pode ser observado que há uma verificação no código. Está verificação é necessária para que não retorne erro de tentativa de inserção de registro com chave duplicada, e caso executado mais de uma vez não retorne uma mensagem de falha. 5.4 CONSIDERAÇÕES GERAIS No capítulo presente foi demonstrado o desenvolvimento nos bancos de dados Oracle e SQL Server. No mesmo foi abordada a criação de estruturas nas bases de dados, o desenvolvimento de procedimentos armazenados e a geração de scripts de carga de dados. Todas as atividades descritas foram demonstradas com exemplos para melhor entendimento dos processos executados. 32

33 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS Desde o início das atividades relacionadas ao estágio, houve a preocupação em realizar estas atividades de acordo com a demanda que a empresa proporcionava. Por ser uma empresa nova, ainda não existiam padrões definidos para administração e desenvolvimento em banco de dados, sendo que a linguagem de programação utilizada somente havia sido apresentada ao estagiário durante a sua vida acadêmica. Os padrões de desenvolvimento e administração foram definidos em conversas com todos os membros da equipe de banco de dados, chegando-se sempre a um consenso. Houve também muitos estudos sobre as ferramentas e a linguagem, que pode ser visualizada no capítulo 3 do relatório. De uma forma geral, a maior dificuldade encontrada foi o desenvolvimento de um padrão para liberação dos códigos de banco de dados para os clientes. Está dificuldade foi superada com o auxilio dos analistas de banco de dados dos clientes, realizando uma pesquisa e estudo de como poderíamos diminuir os erros na liberação desses códigos. A confiança que a Conceito W depositou para o desenvolvimento foi de suma importância para o cumprimento dos prazos e a realização completa das atividades. Destacase a satisfação do pessoal de desenvolvimento com a organização dos bancos de dados e o número reduzido de erros na liberação dos códigos. Os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso auxiliaram significativamente para a compreensão das atividades realizadas, principalmente aqueles relacionados banco de dados, lógica de programação e infra-estrutura dos computadores. As disciplinas que mais contribuíram para o desenvolvimento das atividades foram: Linguagem de Programação (LPG I), Banco de Dados (BAN), SQL (SQL) e Sistemas Operacionais (SOP). Essas disciplinas contribuíram efetivamente para o pleno entendimento de todo o processo de desenvolvimento e administração do banco de dados. 33

ESTÁGIO CURRICULAR I e II SISTEMA DE MONITORAMENTO DE TI EM SOFTWARE LIVRE

ESTÁGIO CURRICULAR I e II SISTEMA DE MONITORAMENTO DE TI EM SOFTWARE LIVRE FERNANDO RODRIGO NASCIMENTO GUSE i ESTÁGIO CURRICULAR I e II SISTEMA DE MONITORAMENTO DE TI EM SOFTWARE LIVRE EMPRESA: Globalmind Serviços em Tecnologia da Informação LTDA. SETOR: Infra Estrutura SUPERVISOR:

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR INTEGRAÇÃO DE BANCO DE DADOS MICROVIXERP

ESTÁGIO CURRICULAR INTEGRAÇÃO DE BANCO DE DADOS MICROVIXERP Bruno Luiz Corbani Garcia ESTÁGIO CURRICULAR INTEGRAÇÃO DE BANCO DE DADOS MICROVIXERP EMPRESA: Microvix SETOR: Banco de Dados SUPERVISOR: Dalton Dhiergo Fernandes ORIENTADOR: Alexandre Parra Silva Carneiro

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE E MONITORAMENTO

ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE E MONITORAMENTO THALLES GRESCHECHEN ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE E MONITORAMENTO EMPRESA: NEOGRID INFORMÁTICA S/A SETOR: SUPORTE E MONITORAMENTO SUPERVISOR: FÁBIO ROBERTO MENDES ORIENTADOR: PROF. GERSON VOLNEY LAGEMANN

Leia mais

PL/SQL Developer. Solução para Ambiente de Desenvolvimento Integrado Oracle

PL/SQL Developer. Solução para Ambiente de Desenvolvimento Integrado Oracle Solução para Ambiente de Desenvolvimento Integrado Oracle PL/SQL Developer é um ambiente de desenvolvimento integrado (IDE) que foi especialmente destinado ao desenvolvimento de programas armazenados em

Leia mais

GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR II ANÁLISE E SUPORTE EM TI HOSPITALAR

GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR II ANÁLISE E SUPORTE EM TI HOSPITALAR GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR II ANÁLISE E SUPORTE EM TI HOSPITALAR EMPRESA: TRÍPLICE CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA. SETOR: INFORMÁTICA SUPERVISOR: RONALDO GUIZARDI ORIENTADOR: VILSON VIEIRA CURSO DE

Leia mais

GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR I SUPORTE TI HOSPITALAR

GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR I SUPORTE TI HOSPITALAR GILMAR ARAUJO ESTÁGIO CURRICULAR I SUPORTE TI HOSPITALAR EMPRESA: TRÍPLICE CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA. SETOR: INFORMÁTICA SUPERVISOR: RONALDO GUIZARDI ORIENTADOR: VILSON VIEIRA CURSO DE BACHARELADO EM

Leia mais

Banco de Dados I. Apresentação (mini-currículo) Conceitos. Disciplina Banco de Dados. Cont... Cont... Edson Thizon (edson@esucri.com.

Banco de Dados I. Apresentação (mini-currículo) Conceitos. Disciplina Banco de Dados. Cont... Cont... Edson Thizon (edson@esucri.com. Sistemas da Informação Banco de Dados I Edson Thizon (edson@esucri.com.br) 2008 Apresentação (mini-currículo) Formação Acadêmica Mestrando em Ciência da Computação (UFSC/ ) Créditos Concluídos. Bacharel

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I E II INTEGRAÇÃO DE DADOS ENTRE SISTEMA ERP INFOSALFER E SAGA WMS

ESTÁGIO CURRICULAR I E II INTEGRAÇÃO DE DADOS ENTRE SISTEMA ERP INFOSALFER E SAGA WMS MURILO CARLOS CARDOSO ESTÁGIO CURRICULAR I E II INTEGRAÇÃO DE DADOS ENTRE SISTEMA ERP INFOSALFER E SAGA WMS EMPRESA: LOJAS SALFER S.A SETOR: TI SUPERVISOR: FABIO ADRIANO DACORREGIO MEIER. ORIENTADOR: VALMOR

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE TÉCNICO AOS CLIENTES DO SISTEMA DATASUL BUSINESS INTELLIGENCE

ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE TÉCNICO AOS CLIENTES DO SISTEMA DATASUL BUSINESS INTELLIGENCE KÁTIA CRISTINA CARDOSO ESTÁGIO CURRICULAR II SUPORTE TÉCNICO AOS CLIENTES DO SISTEMA DATASUL BUSINESS INTELLIGENCE EMPRESA: Futura Soluções em Finanças Ltda. SETOR: Assistência Técnica - Suporte SUPERVISOR:

Leia mais

Procedimentos para Reinstalação do Sisloc

Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Criação de backups importantes... 3 3. Reinstalação do Sisloc... 4 Passo a passo... 4 4. Instalação da base de dados Sisloc...

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES REALIZADAS DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR NA OPENCORE TECNOLOGIA EM SOFTWARE

ESTÁGIO CURRICULAR I DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES REALIZADAS DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR NA OPENCORE TECNOLOGIA EM SOFTWARE BRUNO PEREIRA DAMASCENO ESTÁGIO CURRICULAR I DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES REALIZADAS DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR NA OPENCORE TECNOLOGIA EM SOFTWARE EMPRESA: OPENCORE TECNOLOGIA EM SOFTWARE SETOR: DESENVOLVIMENTO

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I E II ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE ESTOQUE E INTEGRAÇÃO ENTRE O SISTEMA DE ESTOQUE E HELPDESK

ESTÁGIO CURRICULAR I E II ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE ESTOQUE E INTEGRAÇÃO ENTRE O SISTEMA DE ESTOQUE E HELPDESK DOUGLAS PADILHA ESTÁGIO CURRICULAR I E II ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE ESTOQUE E INTEGRAÇÃO ENTRE O SISTEMA DE ESTOQUE E HELPDESK EMPRESA: UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA SETOR: COORDENADORIA

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR FABRA GUIA DE APRESENTAÇÃO DA MATÉRIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR FABRA GUIA DE APRESENTAÇÃO DA MATÉRIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CENTRO DE ENSINO SUPERIOR FABRA GUIA DE APRESENTAÇÃO DA MATÉRIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Serra 2013 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 OBJETIVOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO.... 4 ACOMPANHAMENTO

Leia mais

Procedimentos para Instalação do Sisloc

Procedimentos para Instalação do Sisloc Procedimentos para Instalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Instalação do Sisloc... 3 Passo a passo... 3 3. Instalação da base de dados Sisloc... 16 Passo a passo... 16 4. Instalação

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I e II CUSTOMIZAÇÃO MNT FROTA

ESTÁGIO CURRICULAR I e II CUSTOMIZAÇÃO MNT FROTA RAFAEL REINERT ESTÁGIO CURRICULAR I e II CUSTOMIZAÇÃO DO MNT FROTA EMPRESA: NG Informática SETOR: Desenvolvimento SUPERVISOR: Rafael Diogo Richter ORIENTADOR: Carlos Norberto Vetorazzi Júnior CURSO DE

Leia mais

ANEXO 9 DO PROJETO BÁSICO DA FERRAMENTA DE MONITORAMENTO, SEGURANÇA E AUDITORIA DE BANCO DE DADOS

ANEXO 9 DO PROJETO BÁSICO DA FERRAMENTA DE MONITORAMENTO, SEGURANÇA E AUDITORIA DE BANCO DE DADOS ANEXO 9 DO PROJETO BÁSICO DA FERRAMENTA DE MONITORAMENTO, SEGURANÇA E AUDITORIA DE BANCO DE DADOS Sumário 1. Finalidade... 2 2. Justificativa para contratação... 2 3. Premissas para fornecimento e operação

Leia mais

SUPORTE, MANUTENÇÕES E MELHORIAS NOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FEDERAÇÃO DAS UNIMEDS DO ESTADO DE SANTA CATARINA

SUPORTE, MANUTENÇÕES E MELHORIAS NOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FEDERAÇÃO DAS UNIMEDS DO ESTADO DE SANTA CATARINA CLAYTON IVAN MENDES ESTÁGIO CURRICULAR I e II SUPORTE, MANUTENÇÕES E MELHORIAS NOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FEDERAÇÃO DAS UNIMEDS DO ESTADO DE SANTA CATARINA EMPRESA: FEDERAÇÃO DAS UNIMEDS DO ESTADO DE

Leia mais

BI Citsmart Fornece orientações necessárias para instalação, configuração e utilização do BI Citsmart.

BI Citsmart Fornece orientações necessárias para instalação, configuração e utilização do BI Citsmart. 16/08/2013 BI Citsmart Fornece orientações necessárias para instalação, configuração e utilização do BI Citsmart. Versão 1.0 19/12/2014 Visão Resumida Data Criação 19/12/2014 Versão Documento 1.0 Projeto

Leia mais

SQL. Curso Prático. Celso Henrique Poderoso de Oliveira. Novatec

SQL. Curso Prático. Celso Henrique Poderoso de Oliveira. Novatec SQL Curso Prático Celso Henrique Poderoso de Oliveira Novatec 1 Introdução Desde o início da utilização dos computadores, sabemos que um sistema é feito para aceitar entrada de dados, realizar processamentos

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I e II APRIMORAMENTO E MANUTENÇÃO DO SOFTWARE DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇO

ESTÁGIO CURRICULAR I e II APRIMORAMENTO E MANUTENÇÃO DO SOFTWARE DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇO EDUARDO KONESKI WESTPHAL ESTÁGIO CURRICULAR I e II APRIMORAMENTO E MANUTENÇÃO DO SOFTWARE DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇO EMPRESA: Conceito W SETOR: Desenvolvimento SUPERVISOR: José Alberto Nishi

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I e II DESENVOLVIMENTO E ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS

ESTÁGIO CURRICULAR I e II DESENVOLVIMENTO E ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS THAYZE MAINKA NAIZER ESTÁGIO CURRICULAR I e II DESENVOLVIMENTO E ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS EMPRESA: Linx Sistemas e Consultoria Ltda (Unidade Microvix) SETOR: Banco de Dados SUPERVISOR: Dalton Dhiergo

Leia mais

Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br

Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Programação com acesso a BD Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br 1 Modelos de Dados, Esquemas e Instâncias 2 Modelos de Dados, Esquemas e Instâncias Modelo de dados: Conjunto de conceitos

Leia mais

Guia de Atualização PROJURIS WEB 4.5. Manual do Técnico Atualização - ProJuris Web 4.5. Manual do Técnico Atualização - ProJuris Web 4.

Guia de Atualização PROJURIS WEB 4.5. Manual do Técnico Atualização - ProJuris Web 4.5. Manual do Técnico Atualização - ProJuris Web 4. Guia de Atualização PROJURIS WEB 4.5 Por: Fabio Pozzebon Soares Página 1 de 11 Sistema ProJuris é um conjunto de componentes 100% Web, nativamente integrados, e que possuem interface com vários idiomas,

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS ALEXANDRE PRADO BARBOSA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Ponta Grossa 2012 ALEXANDRE PRADO BARBOSA Relatório

Leia mais

NORMAS DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

NORMAS DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA 2015 SUMÁRIO 1 - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 2 - OBJETIVO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO... 3 3 - ACOMPANHAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO... 4 4 - EXEMPLO DE ÁREAS PARA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO...

Leia mais

Treinamento. DBA Oracle 11g. Duração: 120 horas

Treinamento. DBA Oracle 11g. Duração: 120 horas Treinamento DBA Oracle 11g Duração: 120 horas Neste curso no primeiro módulo (Introdução ao Oracle 11g SQL e PL_SQL) é oferecido um curso introdutório à tecnologia do banco de dados Oracle 11g. Também

Leia mais

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual Aplicativo da Manifestação do Destinatário Manual Novembro de 2012 1 Sumário 1 Aplicativo de Manifestação do Destinatário...4 2 Iniciando o aplicativo...4 3 Menus...5 3.1 Manifestação Destinatário...5

Leia mais

Procedimentos para Instalação do SISLOC

Procedimentos para Instalação do SISLOC Procedimentos para Instalação do SISLOC Sumário 1. Informações Gerais...3 2. Instalação do SISLOC...3 Passo a passo...3 3. Instalação da Base de Dados SISLOC... 11 Passo a passo... 11 4. Instalação de

Leia mais

CSI IT Solutions. WebReport2.5. Relatórios abertos. Acesso controlado Extensibilidade de módulos IMPACTO AMBIENTAL

CSI IT Solutions. WebReport2.5. Relatórios abertos. Acesso controlado Extensibilidade de módulos IMPACTO AMBIENTAL CSI IT Solutions 2.5 solução CSI PrintManager G e s t ã o d e A m b i e n t e d e I m p r e s s ã o O CSI dá aos gestores de TI o poder de uma gestão integral através do acesso fácil às informações gerenciais

Leia mais

Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP

Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Departamento de Ciências da Computação e Estatística Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP André

Leia mais

Prof. Omero, pág. 63. Banco de Dados InterBase.

Prof. Omero, pág. 63. Banco de Dados InterBase. Prof. Omero, pág. 63 O que é o InterBase? O InterBase é um SGBDR - Sistema Gerenciador de Banco de Dados Cliente/Servidor Relacional 1 que está baseado no padrão SQL ANSI-9, de alta performance, independente

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I e II PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTA QUE PERMITE VERIFICAR A RELAÇÃO ENTRE PERFIL DE EMPRESA E

ESTÁGIO CURRICULAR I e II PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTA QUE PERMITE VERIFICAR A RELAÇÃO ENTRE PERFIL DE EMPRESA E Guilherme Alexandre Sant'Ana ESTÁGIO CURRICULAR I e II PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTA QUE PERMITE VERIFICAR A RELAÇÃO ENTRE PERFIL DE EMPRESA E MODELO DE PROCESSO DE SOFTWARE EMPRESA: UNIVERSIDADE

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR DESENVOLVIMENTO DE CONTROLE DE ESTOQUE

ESTÁGIO CURRICULAR DESENVOLVIMENTO DE CONTROLE DE ESTOQUE VALTER JOSÉ ZIMMERMANN JÚNIOR ESTÁGIO CURRICULAR DESENVOLVIMENTO DE CONTROLE DE ESTOQUE EMPRESA: MALVA CONFECÇÕES IND. E COM. LTDA. SETOR: INFORMÁTICA SUPERVISOR: MARLUCE ZIMMERMANN ORIENTADOR: JORGE FERNANDES

Leia mais

Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS

Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS Sumário Conceitos / Autores chave... 3 1. Introdução... 4 2. Consultas... 5 3. Relatórios... 8 4. Conclusões... 11

Leia mais

CSI IT Solutions. Facilidade de uso

CSI IT Solutions. Facilidade de uso CSI IT Solutions WebReport2 Gestão de Ambiente de Impressão O CSI WebReport dá aos gestores de TI o poder de uma gestão integral através do acesso fácil às informações gerenciais de impressões. O sistema

Leia mais

ArpPrintServer. Sistema de Gerenciamento de Impressão By Netsource www.netsource.com.br Rev: 02

ArpPrintServer. Sistema de Gerenciamento de Impressão By Netsource www.netsource.com.br Rev: 02 ArpPrintServer Sistema de Gerenciamento de Impressão By Netsource www.netsource.com.br Rev: 02 1 Sumário INTRODUÇÃO... 3 CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO SISTEMA... 3 REQUISITOS DE SISTEMA... 4 INSTALAÇÃO

Leia mais

PROCESSO SELETIVO EXTERNO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

PROCESSO SELETIVO EXTERNO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANEXO II EDITAL N 06/2014, DE 29 DE SETEMBRO DE 2014 PROCESSO SELETIVO EXTERNO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A-01 - ASSESSOR TECNICO IV RECRUTAMENTO, SELEÇÃO, TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS Administração

Leia mais

Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s

Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s Curso de Gestão em SI Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s Rodrigo da Silva Gomes (Extraído do material do prof. Ronaldo Melo - UFSC) Banco de Dados (BD) BD fazem parte do nosso dia-a-dia!

Leia mais

Sistemas de Banco de Dados

Sistemas de Banco de Dados Sistemas de Banco de Dados Everson Santos Araujo everson@por.com.br Conceitos Dado - Um fato que pode ser armazenado Banco de dados (BD) - Coleção de dados interrelacionados Sistema Gerenciador de Banco

Leia mais

BANCO DE DADOS WEB AULA 4. linguagem SQL: subconjuntos DCL, DDL e DML. professor Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com

BANCO DE DADOS WEB AULA 4. linguagem SQL: subconjuntos DCL, DDL e DML. professor Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com BANCO DE DADOS WEB AULA 4 linguagem SQL: subconjuntos DCL, DDL e DML professor Luciano Roberto Rocha www.lrocha.com O que é SQL? Structured Query Language, ou Linguagem de Consulta Estruturada ou SQL,

Leia mais

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Ementa Introdução a Banco de Dados (Conceito, propriedades), Arquivos de dados x Bancos de dados, Profissionais de Banco de dados,

Leia mais

Conteúdo Programático de PHP

Conteúdo Programático de PHP Conteúdo Programático de PHP 1 Por que PHP? No mercado atual existem diversas tecnologias especializadas na integração de banco de dados com a WEB, sendo o PHP a linguagem que mais se desenvolve, tendo

Leia mais

José Benedito Lopes Junior ¹, Marcello Erick Bonfim 2

José Benedito Lopes Junior ¹, Marcello Erick Bonfim 2 ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 Definição de uma tecnologia de implementação e do repositório de dados para a criação da ferramenta

Leia mais

FELIPE NUNES ESTÁGIO CURRICULAR II DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA ERP VIA WEB

FELIPE NUNES ESTÁGIO CURRICULAR II DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA ERP VIA WEB i FELIPE NUNES ESTÁGIO CURRICULAR II DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA ERP VIA WEB EMPRESA: P&P INFORMÁTICA LTDA. SETOR: DESENVOLVIMENTO SUPERVISOR: MAURÍCIO PENSKY ORIENTADOR: FABIANO BALDO CURSO: BACHARELADO

Leia mais

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DA ACADEMIA

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DA ACADEMIA Página: 1/16 CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DA ACADEMIA Módulo CBDS (Central de Banco de Dados Senior) A quem se destina: Todos que tiverem a necessidade de administrar os dados da base de dados da Senior Sistemas

Leia mais

Fundamentos dos Sistemas de Informação Organização de Dados e Informações

Fundamentos dos Sistemas de Informação Organização de Dados e Informações Fundamentos dos Sistemas de Informação Organização de Dados e Informações http://professor.fimes.edu.br/milena milenaresende@fimes.edu.br Sistema de Gerenciamento de Bases de Dados (DBMS) A implementação

Leia mais

Ementa de Treinamento. Solução Hoteleira UMB - Instalação e Operação

Ementa de Treinamento. Solução Hoteleira UMB - Instalação e Operação Ementa Treinamento Solução Hoteleira UMB - Instalação e Operação Informatec Av. Queiroz Filho, 100 Torre D cj. 804 Vila Leopoldina São Paulo SP Telefone: (11) 3868-600 Objetivos O curso tem por objetivo

Leia mais

15 Conceitos de Bancos de Dados com o LibreOffice Base

15 Conceitos de Bancos de Dados com o LibreOffice Base Introdução a Informática - 1º semestre AULA 14 Prof. André Moraes Objetivos desta aula: Explorar as propriedades na criação de bancos de dados no LibreOffice Base; Criar e explorar tabelas; Criar e explorar

Leia mais

LINGUAGEM SQL. SQL Server 2008 Comandos iniciais

LINGUAGEM SQL. SQL Server 2008 Comandos iniciais 1 LINGUAGEM SQL SQL Server 2008 Comandos iniciais SQL - STRUCTURED QUERY LANGUAGE Quando os Bancos de Dados Relacionais estavam sendo desenvolvidos, foram criadas linguagens destinadas à sua manipulação.

Leia mais

FAI CENTRO DE ENSINO SUPERIOR EM GESTÃO, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Manual do Estágio Supervisionado

FAI CENTRO DE ENSINO SUPERIOR EM GESTÃO, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Manual do Estágio Supervisionado FAI CENTRO DE ENSINO SUPERIOR EM GESTÃO, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Manual do Estágio Supervisionado Santa Rita do Sapucaí-MG Janeiro/2011 Sumário 1. Introdução 3 2. O que é

Leia mais

CONTRA CONTROLE DE ACESSOS E MODULARIZADOR DE SISTEMAS

CONTRA CONTROLE DE ACESSOS E MODULARIZADOR DE SISTEMAS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE MODERNIZAÇÃO E INFORMÁTICA CONTRA CONTROLE DE ACESSOS E MODULARIZADOR DE SISTEMAS MANUAL

Leia mais

ANDREY DE SANTANA SILVA ESTÁGIO CURRICULAR ARMAZENAGEM

ANDREY DE SANTANA SILVA ESTÁGIO CURRICULAR ARMAZENAGEM ANDREY DE SANTANA SILVA ESTÁGIO CURRICULAR ARMAZENAGEM EMPRESA: MTM Sistemas SETOR: Desenvolvimento SUPERVISOR: João Carlos Borges de Souza ORIENTADOR: Carlos Noberto Vetorazzi Junior CURSO DE BACHARELADO

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I e II DESENVOLVIMENTO, SUPORTE E ATENDIMENTO A PROGRAMAS ESPECÍFICOS PARA O ERP- DATASUL

ESTÁGIO CURRICULAR I e II DESENVOLVIMENTO, SUPORTE E ATENDIMENTO A PROGRAMAS ESPECÍFICOS PARA O ERP- DATASUL 1 NAJARA SILVANA MUCHON ESTÁGIO CURRICULAR I e II DESENVOLVIMENTO, SUPORTE E ATENDIMENTO A PROGRAMAS ESPECÍFICOS PARA O ERP- DATASUL EMPRESA: TNG SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR

Leia mais

BANCO DE DADOS. Introdução a Banco de Dados. Conceitos BásicosB. Engenharia da Computação UNIVASF. Aula 1. Breve Histórico

BANCO DE DADOS. Introdução a Banco de Dados. Conceitos BásicosB. Engenharia da Computação UNIVASF. Aula 1. Breve Histórico Banco de Dados // 1 Banco de Dados // 2 Conceitos BásicosB Engenharia da Computação UNIVASF BANCO DE DADOS Aula 1 Introdução a Banco de Dados Campo representação informatizada de um dado real / menor unidade

Leia mais

2. INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO

2. INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO INDICE 1. INTRODUÇÃO 2. INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO 2.1. COMPARTILHANDO O DIRETÓRIO DO APLICATIVO 3. INTERFACE DO APLICATIVO 3.1. ÁREA DO MENU 3.1.2. APLICANDO A CHAVE DE LICENÇA AO APLICATIVO 3.1.3 EFETUANDO

Leia mais

PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6. Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos

PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6. Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6 Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos Add-on responsável pela integração do SAP Business One com o setor comercial através da internet.

Leia mais

INTRODUÇÃO. Diferente de Bando de Dados

INTRODUÇÃO. Diferente de Bando de Dados INTRODUÇÃO Diferente de Bando de Dados 1 INTRODUÇÃO DADOS São fatos conhecidos que podem ser registrados e que possuem significado. Ex: venda de gasolina gera alguns dados: data da compra, preço, qtd.

Leia mais

MANUAL Credenciados SGMC Sistema de Gestão de Modalidades de Credenciamento

MANUAL Credenciados SGMC Sistema de Gestão de Modalidades de Credenciamento MANUAL Credenciados SGMC Sistema de Gestão de Modalidades de Credenciamento SEBRAE-GO 1 Sumário Introdução... 3 1) Acesso ao Sistema... 4 1.1. LOGIN... 4 1.2. ALTERAR SENHA... 7 1.3. RECUPERAR SENHA...

Leia mais

Índice. Para encerrar um atendimento (suporte)... 17. Conversa... 17. Adicionar Pessoa (na mesma conversa)... 20

Índice. Para encerrar um atendimento (suporte)... 17. Conversa... 17. Adicionar Pessoa (na mesma conversa)... 20 Guia de utilização Índice Introdução... 3 O que é o sistema BlueTalk... 3 Quem vai utilizar?... 3 A utilização do BlueTalk pelo estagiário do Programa Acessa Escola... 5 A arquitetura do sistema BlueTalk...

Leia mais

Sumário. Capítulo 2 Conceitos Importantes... 32 Tópicos Relevantes... 32 Instance... 33 Base de Dados... 36 Conclusão... 37

Sumário. Capítulo 2 Conceitos Importantes... 32 Tópicos Relevantes... 32 Instance... 33 Base de Dados... 36 Conclusão... 37 7 Sumário Agradecimentos... 6 Sobre o Autor... 6 Prefácio... 13 Capítulo 1 Instalação e Configuração... 15 Instalação em Linux... 15 Instalação e Customização do Red Hat Advanced Server 2.1... 16 Preparativos

Leia mais

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ÍNDICE INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ACESSO ÀS FERRAMENTAS 9 FUNÇÕES 12 MENSAGENS 14 CAMPOS OBRIGATÓRIOS

Leia mais

Estudo Dirigido Programação de Banco de Dados

Estudo Dirigido Programação de Banco de Dados 1 Estudo Dirigido Programação de Banco de Dados Estudo Dirigido I SQL Server Dados da vaga Descrição: Atuará com DBA, SQL e BI, definir estruturas de data warehouse, cubos, infraestrutura e desenvolvimento

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I E II MANUTENÇÃO, DESENVOLVIMENTO E CONTROLE DE QUALIDADE DE SISTEMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL

ESTÁGIO CURRICULAR I E II MANUTENÇÃO, DESENVOLVIMENTO E CONTROLE DE QUALIDADE DE SISTEMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL FILIPE VENTURA WOLL ESTÁGIO CURRICULAR I E II MANUTENÇÃO, DESENVOLVIMENTO E CONTROLE DE QUALIDADE DE SISTEMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL EMPRESA: PROSYST DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS LTDA SETOR: DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando Alves Rodrigues 2, Silvio Francisco dos Santos 3

Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando Alves Rodrigues 2, Silvio Francisco dos Santos 3 DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA INFORMATIZADO PARA O CONTROLE DE PROCESSOS DA QUALIDADE NA DIRETORIA DE METROLOGIA CIENTÍFICA E INDUSTRIAL DIMCI/INMETRO. Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando

Leia mais

Rotina de Discovery e Inventário

Rotina de Discovery e Inventário 16/08/2013 Rotina de Discovery e Inventário Fornece orientações necessárias para testar a rotina de Discovery e Inventário. Versão 1.0 01/12/2014 Visão Resumida Data Criação 01/12/2014 Versão Documento

Leia mais

Manual de Usuário. Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.1 NRC

Manual de Usuário. Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.1 NRC Manual de Usuário Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.1 NRC Manual do Usuário GLPI 1. Introdução 3 2. Acessando o GLPI 4 3. Entendendo o processo de atendimento

Leia mais

Administração de Banco de Dados

Administração de Banco de Dados Administração de Banco de Dados Professora conteudista: Cida Atum Sumário Administração de Banco de Dados Unidade I 1 INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS...1 1.1 Histórico...1 1.2 Definições...2 1.3 Importância

Leia mais

INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS. Prof. Msc. Hélio Esperidião

INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS. Prof. Msc. Hélio Esperidião INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS Prof. Msc. Hélio Esperidião BANCO DE DADOS Podemos entender por banco de dados qualquer sistema que reúna e mantenha organizada uma série de informações relacionadas a um determinado

Leia mais

FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. Bancos de Dados Conceitos Fundamentais

FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. Bancos de Dados Conceitos Fundamentais FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS Bancos de Dados Conceitos Fundamentais Tópicos Conceitos Básicos Bancos de Dados Sistemas de Bancos de Dados Sistemas de Gerenciamento de Bancos

Leia mais

Manual de Administração

Manual de Administração Manual de Administração Produto: n-host Versão do produto: 4.1 Autor: Aline Della Justina Versão do documento: 1 Versão do template: Data: 30/07/01 Documento destinado a: Parceiros NDDigital, técnicos

Leia mais

MANUAL DO SERVICE DESK SYSTEM

MANUAL DO SERVICE DESK SYSTEM Manual do Sumário Conhecendo o SERVICE DESK SYSTEM... 3 - A tela de Acesso ao sistema:... 3 - A tela do sistema após o acesso(exemplo):... 3 OCORRÊNCIAS... 4 - Abertura de chamados:... 4 - Atendendo um

Leia mais

: Administração Produção : Linguagem de : Adminstração Banco 1 :Administração Storage Sistema z/os Sistema z/vm : Melhores Práticas em Gestão de Tecnologia - IL Módulo : : Administração Produção : Linguagem

Leia mais

Cetac - Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária Manual Técnico do Sistema Administrativo do site Cetacvet.com.

Cetac - Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária Manual Técnico do Sistema Administrativo do site Cetacvet.com. Manual Técnico do Sistema Administrativo do site Cetacvet.com.br SÃO PAULO - SP SUMÁRIO Introdução... 3 Autenticação no sistema administrativo... 4 Apresentação do sistema administrativo... 5 Gerenciamento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA. Sistema de Gerenciamento Eletrônico de Documentos

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA. Sistema de Gerenciamento Eletrônico de Documentos UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA Sistema de Gerenciamento Eletrônico de Documentos Autor: Evandro Bastos Tavares Orientador: Antônio Claudio Gomez

Leia mais

Gerenciador de Multi-Projetos. Manual do Usuário. 2000 GMP Corporation

Gerenciador de Multi-Projetos. Manual do Usuário. 2000 GMP Corporation GMP Corporation Gerenciador de Multi-Projetos Manual do Usuário 2000 GMP Corporation Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 24/08/2004 1.0 Versão inicial do documento Bárbara Siqueira Equipe

Leia mais

BANCO DE DADOS E BUSINESS INTELIGENCE. C/H: 20 horas (20/02, 25/02, 27/02, 04/03, 06/03)

BANCO DE DADOS E BUSINESS INTELIGENCE. C/H: 20 horas (20/02, 25/02, 27/02, 04/03, 06/03) MBA em Gestão de TI MÓDULO: BANCO DE DADOS E BUSINESS INTELIGENCE C/H: 20 horas (20/02, 25/02, 27/02, 04/03, 06/03) PROFESSOR: Edison Andrade Martins Morais prof@edison.eti.br http://www.edison.eti.br

Leia mais

INTRODUÇÃO REQUISITOS TECNOLÓGICOS E DE AMBIENTE

INTRODUÇÃO REQUISITOS TECNOLÓGICOS E DE AMBIENTE INTRODUÇÃO Na intenção de realizar um novo sistema financeiro para a gestão de recursos de convênios celebrados pela Academia Brasileira de Ciências, o setor de informática juntamente com o setor financeiro

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM COLÉGIO AGRÍCOLA DE FREDERICO WESTPHALEN BANCO DE DADOS II

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM COLÉGIO AGRÍCOLA DE FREDERICO WESTPHALEN BANCO DE DADOS II UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM COLÉGIO AGRÍCOLA DE FREDERICO WESTPHALEN BANCO DE DADOS II BANCO DE DADOS II AULA 1 Linguagem SQL Linguagem de definição de dados (DDL) DISCIPLINA: Banco de Dados

Leia mais

Portal Contador Parceiro

Portal Contador Parceiro Portal Contador Parceiro Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa 1. Portal Contador Parceiro... 03 2. Acesso ao Portal... 04 3. Profissionais...11 4. Restrito...16 4.1 Perfil... 18 4.2 Artigos...

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

Carga Horária 40 horas. Requisitos Servidor Oracle 10G Ferramenta para interação com o banco de dados

Carga Horária 40 horas. Requisitos Servidor Oracle 10G Ferramenta para interação com o banco de dados Oracle 10g - Workshop de Administração I Objetivos do Curso Este curso foi projetado para oferecer ao participante uma base sólida sobre tarefas administrativas fundamentais. Neste curso, você aprenderá

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

Manual e Normas Sistema Disciplina Online

Manual e Normas Sistema Disciplina Online Manual e Normas Sistema Disciplina Online 2011-2 1 SUMÁRIO Pág. 1. Sistema Disciplina Online - Aluno (UNIP). 05 1.1. Acesso ao sistema Disciplina Online - Aluno (UNIP). 05 1.2. Observações. 05 2. Sistema

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR I E II. Relatório de Estágio

ESTÁGIO CURRICULAR I E II. Relatório de Estágio GUILHERME DE SÁ GEVAERD ESTÁGIO CURRICULAR I E II Relatório de Estágio EMPRESA: Conceito W Desenvolvimento de Software Ltda ME SETOR: Desenvolvimento SUPERVISOR: Ademir da Cunha Júnior ORIENTADOR: Vilson

Leia mais

Sumário Agradecimentos... 19 Sobre.o.autor... 20 Prefácio... 21 Capítulo.1..Bem-vindo.ao.MySQL... 22

Sumário Agradecimentos... 19 Sobre.o.autor... 20 Prefácio... 21 Capítulo.1..Bem-vindo.ao.MySQL... 22 Sumário Agradecimentos... 19 Sobre o autor... 20 Prefácio... 21 Capítulo 1 Bem-vindo ao MySQL... 22 1.1 O que é o MySQL?...22 1.1.1 História do MySQL...23 1.1.2 Licença de uso...23 1.2 Utilizações recomendadas...24

Leia mais

KalumaFin. Manual do Usuário

KalumaFin. Manual do Usuário KalumaFin Manual do Usuário Sumário 1. DICIONÁRIO... 4 1.1 ÍCONES... Erro! Indicador não definido. 1.2 DEFINIÇÕES... 5 2. DESCRIÇÃO DO SISTEMA... 7 3. ACESSAR O SISTEMA... 8 4. PRINCIPAL... 9 4.1 MENU

Leia mais

Manual de Instalação Relat4 Versão 1.1

Manual de Instalação Relat4 Versão 1.1 Manual de Instalação Relat4 Versão 1.1 1 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. BASE DE DADOS... 3 3. Crystal Report... 4 4. Site... 4 5. Serviço... 10 2 1. INTRODUÇÃO A instalação do Relat4 consiste em quatro

Leia mais

INTERESSADOS ENVIAR CURRÍCULO E PRETENSÃO SALARIAL PARA rebeca@holdenrh.com.br/vanessa@holdenrh.com.br

INTERESSADOS ENVIAR CURRÍCULO E PRETENSÃO SALARIAL PARA rebeca@holdenrh.com.br/vanessa@holdenrh.com.br INTERESSADOS ENVIAR CURRÍCULO E PRETENSÃO SALARIAL PARA rebeca@holdenrh.com.br/vanessa@holdenrh.com.br Vagas Holden TI: Analista de Desenvolvimento Java Sênior Consultor SAP FI DBA SQL Server DBA Oracle

Leia mais

Manual de Configuração IREC100 1.5

Manual de Configuração IREC100 1.5 Manual de Configuração IREC100 1.5 Este documento consiste em 13 páginas. Elaborado por: Innova Tecnologia de Soluções. Liberado em Julho de 2009. Impresso no Brasil. Sujeito a alterações técnicas. A reprodução

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

Manual de Administração

Manual de Administração Manual de Administração Produto: n-server Versão: 4.9 Versão do Doc.: 1.0 Autor: Glauber Luiz Dias Barbara Data: 22/07/2011 Aplica-se à: Clientes e Revendas Alterado por: Release Note: Detalhamento de

Leia mais

Introdução. Banco de dados. Por que usar BD? Por que estudar BD? Exemplo de um BD. Conceitos básicos

Introdução. Banco de dados. Por que usar BD? Por que estudar BD? Exemplo de um BD. Conceitos básicos Introdução Banco de Dados Por que usar BD? Vitor Valerio de Souza Campos Adaptado de Vania Bogorny 4 Por que estudar BD? Exemplo de um BD Os Bancos de Dados fazem parte do nosso dia-a-dia: operação bancária

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Software de Ferramenta de Backup

MANUAL DO USUÁRIO. Software de Ferramenta de Backup MANUAL DO USUÁRIO Software de Ferramenta de Backup Software Ferramenta de Backup Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. Este manual serve como referência para

Leia mais

Introdução à Banco de Dados. Nathalia Sautchuk Patrício

Introdução à Banco de Dados. Nathalia Sautchuk Patrício Introdução à Banco de Dados Nathalia Sautchuk Patrício Histórico Início da computação: dados guardados em arquivos de texto Problemas nesse modelo: redundância não-controlada de dados aplicações devem

Leia mais

CONSULTORIA E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA

CONSULTORIA E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA CONSULTORIA E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA Quem Somos A Vital T.I surgiu com apenas um propósito: atender com dedicação nossos clientes. Para nós, cada cliente é especial e procuramos entender toda a dinâmica

Leia mais

Soluções em Mobilidade

Soluções em Mobilidade Soluções em Mobilidade Soluções em Mobilidade Desafios das empresas no que se refere a mobilidade em TI Acesso aos dados e recursos de TI da empresa estando fora do escritório, em qualquer lugar conectado

Leia mais

Introdução Banco de Dados

Introdução Banco de Dados Introdução Banco de Dados Vitor Valerio de Souza Campos Adaptado de Vania Bogorny Por que estudar BD? Os Bancos de Dados fazem parte do nosso dia-a-dia: operação bancária reserva de hotel matrícula em

Leia mais

MURILO TONELLI DE OLIVEIRA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR I E II JOINVILLE - SC

MURILO TONELLI DE OLIVEIRA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR I E II JOINVILLE - SC MURILO TONELLI DE OLIVEIRA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR I E II JOINVILLE - SC 2011 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO

Leia mais

EMANNUELLE GOUVEIA ROLIM

EMANNUELLE GOUVEIA ROLIM EMANNUELLE GOUVEIA ROLIM Bacharel em Ciência da Computação, especialista em Gerência de Projetos e em Criptografia e Segurança da Informação. Servidora Publica. Atua na área acadêmica em cursos de Graduação

Leia mais