COME TO THE CORE. Matching New Business and New Learning. Conference: Reflections and Proceedings

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1 COME TO THE CORE Matching New Business and New Learning Conference: Reflections and Proceedings

2 CREATIVE LEARNING INNOVATION MARKETPLACE Matching New Business and New Learning Conference: Reflections and Proceedings

3 CREATIVE LEARNING ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA - CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL Praça das Indústrias Apartado EC Junqueira Lisboa Tel.: Título: CREATIVE LEARNING INNOVATION MARKETPLACE: Matching New Business and New Learning Coordenação Editorial: Norma Rodrigues, Helena Caiado e Etelberto Costa Organização, adaptação de textos originais, cedidos e autorizados pelos autores: Mário Teixeira com Adelina Sequeira Tradução e Retroversão por: Lápis na Mão - Design Gráfico: Carla Homem de Matos Co-Financiamento: POAT - Programa Operacional de Assistência Técnica Depósito Legal: ISBN: Informações, Sugestões e Comentários em: Associação Industrial Portuguesa Confederação Empresarial

4 INNOVATION MARKETPLACE A CONFERÊNCIA INTERNACIONAL CREATIVE LEARNING INNOVATION MARKETPLACE, que ocorreu em Lisboa entre Outubro de 2009, constituiu um dos principais eventos do Ano Europeu da Criatividade e Inovação em Portugal, tendo tido o patrocínio da Comissão Europeia. Este evento, que reuniu várias dezenas de reconhecidos especialistas nas áreas da aprendizagem e da inovação, traduziu-se num local privilegiado para o debate e a troca de experiências entre os mais de 1200 participantes presentes e os milhares de pessoas que acompanharam online as várias sessões realizadas. Numa altura em que se define o futuro da Estratégia de Lisboa (EU2020), bem como a estratégia para a sociedade da informação para o período (pós-i2010), a conferência Creative Learning deu um importante contributo para a reflexão, a aprendizagem, a partilha de conceitos e de práticas relacionadas com a Criatividade e a Inovação. A Conferência permitiu evidenciar que um futuro mais sustentável e inclusivo implica o acesso mais equitativo aos sistemas de aprendizagem (formal, não formal e informal), com uma utilização mais eficaz das tecnologias de informação e comunicação no processo educativo,estimulando a aquisição de novas competências ao longo da vida e o desenvolvimento de metodologias de ensino e de transmissão do conhecimento adequadas aos desafios das sociedades actuais. Enquanto coordenador do Plano Tecnológico e da Estratégia de Lisboa, expresso o desejo e a convicção firme de que a realização deste evento e o seu impacto venham a constituir um impulso mobilizador da sociedade civil para o desenvolvimento de uma plataforma de aprendizagem, de conhecimento e de inovação de nova geração, capaz de responder aos desafios do presente e do futuro próximo. CARLOS ZORRINHO Secretário de Estado da Energia e da Inovação e Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

5 CREATIVE LEARNING ÍNDICE PREFÁCIO 08 Roberto Carneiro INTRODUÇÃO 12 Associação Industrial Portuguesa - Confederação Empresarial Capítulo I DESAFIOS DE HOJE DO CREATIVE LEARNING AO CHANGING SOCIETY 16 Etelberto Costa CONHECIMENTO E APRENDIZAGEM TECNOLOGICAMENTE EXTERIORIZADOS 23 George Siemens PARA UMA ESTRUTURAÇÃO LÓGICA DA APRENDIZAGEM SUSTENTADA EM TECNOLOGIA 29 Lieve Van den Brande LITERACIA DIGITAL: A FORMA CORRECTA DE TORNAR A PARTICIPAÇÃO NA SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO POSSÍVEL PARA TODOS 33 Anna-Maria Sansoni COLEGAS COMO AMBIENTE PESSOAL DE APRENDIZAGEM 34 Alexandre Krauss TRIÂNGULO DE CONHECIMENTO - O CONCEITO A CRIAR NOVAS OPORTUNIDADES PARA A APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA 39 Markku Markkula ONDE ESTÃO OS CRIADORES? 40 Min Basadur COMPETÊNCIAS DIGITAIS NA EUROPA: STATE OF PLAY 44 André Richier O STORYTELLING E A FOGUEIRA DIGITAL 50 Antonio Núñez MUDAR A SOCIEDADE 57 João Meneses Capítulo II CONCLUSÕES DA CONFERÊNCIA APRENDIZAGEM, CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO: FACTORES-CHAVE DE MUDANÇA NA SOCIEDADE DO SÉCULO XXI 61 Fernando Albuquerque Costa

6 INNOVATION MARKETPLACE Capítulo III RELATOS DA CONFERÊNCIA Mesa Redonda 1 - BUSINESS INNOVATION 70 Cristina Branquinho LEARNING PLAYERS AGENTS IN LEARNING 74 Patrícia Santos LEARNSCAPES & LEARNING NETWORKS 79 Rui Ribeiro AMBIENTES DE APRENDIZAGEM PESSOAIS CONTEXTO, AMBIENTE E FERRAMENTAS 82 Rui Pereira EUFACINET-REDE EUROPEIA DE FACILITADORES: CONFERÊNCIA FINAL 87 Vanda Vieira Mesa Redonda 2 - SÍNTESE DO CREATIVE LEARNING 91 Fernando Albuquerque Costa e-mesa REDONDA NOVAS COMPETÊNCIAS PARA NOVOS EMPREGOS E NOVAS OPORTUNIDADES 94 José Duarte Dias NEW SKILLS FOR NEW JOBS 97 Rui Castro ESTRUTURAR PROCESSO DE INOVAÇÃO COM RECURSO AO MÉTODO DE RESOLUÇÃO CRIATIVA DE PROBLEMAS 100 José António Baldaia EMPREENDEDORISMO 101 Borges Gonçalves MARKETING INNOVATION 106 Fernando Atanásio Reis OPEN INNOVATION 111 Vitor Afonso

7 CREATIVE LEARNING PREFÁCIO ROBERTO CARNEIRO Professor Associado da UCP, Presidente do Instituto de Ensino e Formação a Distância Alice came to a fork in the road. Which road do I take? she asked. Where do you want to go? responded the Cheshire cat. I don t know, Alice answered. Then, said the cat, it doesn t matter Lewis Carroll, Alice in Wonderland Encontrar o caminho que pretendemos ou o fio de Ariana que nos conduzirá para fora do labirinto (1), são o desafio da nossa geração. No panorama actual, de crise financeira, as empresas, as pessoas, os países que souberem inventar, inovar, criar, ganharão no futuro próximo. Neste processo a educação e a aprendizagem são fundamentais. Falamos de aprendizagem criativa. Ora, toda a aprendizagem envolve alguma forma de destruição, alguma forma de criação e/ou sobretudo de co-criação. Não se trata tão só e apenas de tecnologia. A destruição criativa (teorizada por Schumpeter) é neste ponto fulcral, e o desafio encontra-se no caminho conjunto que se impõe à Tecnologia e à Aprendizagem (porque juntas terão que ir ) para inventar, inovar, criar: fundando os alicerces de uma sociedade ganhadora. A centralidade da aprendizagem é aqui traduzida num imperativo de acção: aprender. Aprender a criar; aprender a criar rupturas; aprender a criar inovações; aprender a viver juntos para colaborar. A criatividade consiste, no essencial, em ligar coisas anteriormente desconexas. Por isso, toda a criatividade é colaborativa! (1) Carneiro, R. (2009) Novo conhecimento, nova aprendizagem e criação de valor (O fio de Ariana) em 10

8 INNOVATION MARKETPLACE Do ponto de vista da tecnologia, a Web 2.0 e a Aprendizagem 2.0 providenciam o diálogo constante e desenham a possibilidade de colaboração: é precisamente aqui que reside o seu fascínio. Mas se Aprendizagem e Tecnologia, juntas, podem alicerçar e acolher no seu âmago a potencialidade destrutiva da criatividade e, por inerência, da colaboração, a necessidade de um sentido para tudo isto é imperativa. É crucial atribuir sentido a todas as formas de aprendizagem: informal, formal, não formal. Enquanto seres humanos completos, temos intrinsecamente esta necessidade de dar e construir um sentido em tudo o que vivenciamos e empreendemos (somos seres sentipensantes : razão e coração; intelecto e emoção; análise e síntese). Nas comunidades empresariais esta necessidade de sentido torna-se essencial. Tendemos a subavaliar a importância de aprender no trabalho e da formação no seio da empresa mas, nas cadeias de valor, aprendizagem e formação são tão importantes quanto a inovação. O que é único numa empresa não é o conhecimento codificado (livros/ manuais), é o conhecimento tácito que está nas pessoas e na experiência reflectida que detêm. E as pessoas aprendem informalmente. E como aprendem informalmente? Aprendem fazendo, e fazem aprendendo, em comunidades de prática, uns com os outros. A aprendizagem informal é natural, espontânea, acontece a toda a hora e em todo o lugar, na relação aparentemente mais natural. Aquilo que cada um de nós tem de mais valioso é o seu capital social (redes relacionais que nos permitem aprender uns com os outros, alimentadas e nutridas numa dinâmica inter relacional contínua e ao longo da vida). A aprendizagem informal é correlata do capital social. O desafio que se coloca às empresas e a todos é o de transformar este conhecimento tácito em conhecimento valorizado. Mas também o de conseguir fazê-lo circular; faze-lo ser partilhado, única forma de o recriar em permanência. Para a espiral de conhecimento da empresa estas são questões essenciais. As empresas que valorizam o conhecimento informal e a aprendizagem permanente são as que se encontram em melhores condições para inventar, inovar e criar o seu futuro. 11

9 CREATIVE LEARNING Para o caso concreto das PME e da Europa e, mais concretamente de Portugal, o imperativo de melhoria da competitividade e o alcance de novos patamares de desenvolvimento estão intimamente correlacionados com a capacidade de potenciação das aprendizagens e da tecnologia. É relevante a necessidade de reconhecer e atribuir sentido a todas as formas de aprendizagem. A validação, reconhecimento e certificação das aprendizagens informais, enquanto uma das formas de atribuição de sentido, é por si só um desafio. Portugal antecipou-se neste caminho ao implementar a Iniciativa Novas Oportunidades (vertente adultos), com níveis de crescimento consideráveis. Bem como incorporou nesta vertente a componente de dinamização e penetração tecnológica. Mas, com toda a sua pertinência, estes são caminhos possíveis que não esgotam as necessidades/potencialidades futuras, antes nos impõem a responsabilidade de continuar (2). O binómio aprendizagem e tecnologia estão e estarão presentes na Agenda para a Aprendizagem, conquanto estes são tempos de potencial mudança que pressionam empresas, pessoas e países. No futuro esta agenda deverá incluir: Construção de infra-estruturas para a Aprendizagem ao Longo da Vida. (Build an infrastructure for Lifelong Learning) Competências para Todos: Genéricas, TIC e Sociais (Skills for All generic, ICT and social) Qualidade do Serviço e dos Padrões de Aprendizagem (Quality of Service and Standards for Learning) Tecnologias e Comunidades de Prática (CoP) Invisíveis (Invisible technologies and CoP) Equilíbrio entre as agendas corporativas e as individuais: - aprendizagem intrinsecamente ligada à produção de contextos (Balanced corporate and individual learning agendas: embedded learning in production contexts) Recompensas para culturas de aprendizagem, incentivos à motivação para comprometer um efectivo esforço de aprendizagem. (2) Informal learning establishes the foundation for advanced synergies between learning and innovation = learnovation. 12

10 INNOVATION MARKETPLACE (Rewarding learning cultures, boosting motivation to Engage in effortful learning) Espaços de aprendizagem não-formal e informal valorizando a aprendizagem baseada na resolução de problemas, na vida real, nos problemas que possibilitam a acção táctica e o conhecimento experiencial (Making room for nonformal and informal learning - valuing problem based learning, real life and problem enhancing tacit and experiential knowledge) No esforço conjunto de desenvolvimento, onde o sonho é imperativo, o futuro deverá recentrar-nos enquanto pessoas, enquanto sociedade. Este Livro oferece-nos a oportunidade para uma retomada reflexão sobre uma Visão para a Europa nestes domínios, no exacto momento em que uma nova Comissão assume a governação, sob o pano de fundo de um novo desenho politico inspirado pelo Tratado de Lisboa, e anunciadas que estão as novas directrizes de esforço rumo às metas ambiciosas que ainda se estão por cumprir. 13

11 CREATIVE LEARNING INTRODUÇÃO CREATIVE LEARNING INNOVATION MARKETPLACE ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA - CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL Este livro que agora se publica vem na sequência do trabalho produzido no âmbito da Conferência organizada pela AIP-CE e realizada no Centro de Congressos, em Lisboa, nos dias 15 e 16 de Outubro de 2009, subordinado ao tema Creative Learning Innovation Marketplace. Trata-se com efeito de uma temática cuja intenção inicial, aquela que presidiu à sua organização, tentava dar resposta às preocupações já identificadas pela AIP-CE na sua Carta Magna da Competitividade de 2009, onde se afirmava, designadamente:... a aprendizagem ao longo da vida assume um papel crucial se actuar na dupla vertente da melhoria das competências profissionais e do aumento efectivo dos níveis de escolaridade da população activa adulta. No entanto, a situação em Portugal não é positiva., e Acrescentava o mesmo relatório como aspectos a priorizar: Adaptar os sistemas de educação e de formação às exigências da sociedade do Conhecimento; desenvolver um sistema de formação profissional contínua (LongLife Learning) tendente ao reforço da produtividade do trabalho, da competitividade das Empresas e da melhoria real das remunerações dos trabalhadores incluindo a partilha dos benefícios alcançados. Produzir a Conferência Creative Learning e Innovation Marketplace foi também um contributo mais, para a celebração da Aprendizagem ao Longo da Vida (ALV) e do Ano Europeu da Criatividade e Inovação. Evoluiu-se, naturalmente, para a ambição de transformar a Conferência numa ferramenta de trabalho colectivo. 14

12 INNOVATION MARKETPLACE Foi assim que a reflexão colaborativa sobre estas matérias nos levou à idealização de um conceito que fosse integrador de todas as diversas vertentes que pretendíamos abordar neste Ciclo de Conferências e que, paralelamente, servisse de leitmotiv à condução dos trabalhos subsequentes. A identificação de três temas centrais e ao mesmo tempo transversais a toda esta problemática, bem como a reflexão sobre as intersecções decorrentes da sua justaposição, levaram-nos, de uma forma lógica e quase sem esforço, à identificação de novos temas e subtemas que emergiram naturalmente como áreas pertinentes a tratar. Foi assim que surgiu a figura-conceito dos três círculos onde se elegem as três grandes áreas a trabalhar: Creative Learning, Business Innovation e, Changing Society e, por maioria de razão, alguns dos sub-eixos considerados mais relevantes do actual momento das pessoas, das empresas e da sociedade. Os indicadores apurados no âmbito do Creative Learning Innovation MarKetplace confirmam o sucesso desta intenção e animam-nos a continuar. Com efeito, este evento contou com a participação de 85 oradores oriundos de 12 países e de 14 moderadores, em cujas sessões, afluíram mais de pessoas, e onde mais de 600 seguiram na internet via webconference. Muitas mesas-redondas, workshops e conferências registaram enchentes e muitos interessados assistiram às sessões nos ecrãs colocados no exterior dos diversos auditórios, naquela que foi, porventura, uma das mais significativas concentrações de tecnologia multimédia em eventos do género, de modo a permitir, como era nossa intenção, fazer com que todos os participantes se sentissem envolvidos e integrados numa atmosfera de grande pró-actividade, inovação, criatividade e... contemporaneidade. A publicação deste livro tem portanto uma dupla vertente. Por um lado, pretende fechar o ciclo que culminou com a realização das conferências, reportando tudo o que nelas aconteceu em termos de novos saberes e conteúdos. E, por outro lado, ao dar este livro à estampa, neste preciso momento, pretende-se que ele possa servir de elemento motivador do maior capital que temos, e que consiste, justamente, no esforço colectivo que formos capazes de promover para que estes saberes-fazer se traduzam em Acção É preciso pois agir! 15

13 CREATIVE LEARNING Agir para que, de forma significativa, as empresas invistam cada vez mais na qualificação dos recursos humanos. Agir para aumentar gradualmente e de forma significativa o número de Pessoas envolvidas em processos formais e/ou informais de aprendizagem ao longo da vida, de modo a aproximar nos de uma taxa de 12.5%. Agir para que Portugal beneficie de ter sido o país da EU que registou o maior aumento em termos de investimento em I&D em % do PIB (0.77% em 2004; 1.18% em 2007) e de ter o maior incremento de licenciados e doutorados. Agir para que finalmente as empresas possam integrar nos seus processos de trabalho e modalidades organizativas o potencial e os méritos que decorrem do uso inteligente e acertado das novas tecnologias de informação que estão ao seu dispor. Não poderíamos concluir estas notas introdutórias sem aludir à estrutura da obra propriamente dita e à intenção que nos animou quanto à organização dos textos que a compõem. Iniciada pelo prefácio da autoria do Professor Roberto Carneiro, cujo prestigio e competência nestas matérias são internacionalmente reconhecidos, a obra é constituída por três capítulos. O primeiro, que designamos por Desafios de Hoje, consiste numa série de textos da autoria dos mais importantes conferencistas do evento e pretende, de algum modo, dar-nos o state-of-the art no que a estas matérias diz respeito. É assim que surgem textos que vão desde a génese do conceito que enquadrou todo o ciclo de conferências, seu desenvolvimento, reflexões e pensamentos subjacentes (Etelberto Costa), a textos que focam e reflectem sobre matérias que hoje estão na ordem do dia, como o uso das novas tecnologias ao serviço do conhecimento e da aprendizagem (George Siemens, Lieve Van den Brande), ou questões ligadas à problemática da literacia digital (Anna Maria Sansoni), ou relativas ao denominado Personal Learning Environment (Alexandre Krauss), ou ainda outras mais intimamente relacionadas com a Aprendizagem ao Longo da Vida (Markku Markkula), ou sobre os e-skills e New Skills for New Jobs (André Richier), bem como sobre as implicações de tudo isto em termos do impacto e das inevitáveis mudanças ao nível da sociedade (João Menezes). 16

14 INNOVATION MARKETPLACE Com um enfoque mais no contexto da empresa, ou com potencial de uso no seu seio - de que a Storytelling é um bom exemplo - apresentamos algumas técnicas, as metodologias e o pensamento de quem reflecte sobre as questões da Estratégia Empresarial com uma perspectiva inovadora e de grande modernidade (Min Basadur, Antonio Núñez). O segundo capítulo, que denominamos por Conclusões da Conferência, é integralmente dedicada às conclusões passíveis de serem extraídas do trabalho dos diversos relatores das conferencias. O terceiro capítulo apresenta os contributos de doze relatores. Estes foram minuciosamente analisados e trabalhados por um reputado especialista na matéria (Fernando Albuquerque) que tentou não só, e exclusivamente, coligir os textos produzidos em separado em cada uma das conferências/iniciativas, mas acrescentar-lhes valor apresentando uma visão integrada e prospectiva do que o futuro, não muito longínquo, nos reserva. Para uma análise mais cuidada e atenta do que efectivamente foi produzido em cada um dos eventos, ou tendo em vista o aprofundamento de tópicos específicos, poderá o leitor recorrer aos relatos apresentados no capítulo três. Finalmente, e como é da mais elementar justiça, compete-nos apresentar os nossos mais calorosos e veementes agradecimentos a todos aqueles que contribuíram para a realização do evento, bem como a todos aqueles que contribuíram para a elaboração do próprio livro. Sem o seu precioso contributo e dedicação nenhum deles teria sido possível. Pelo seu empenho, dedicação e esforço, na consecução dos objectivos estabelecidos para estas iniciativas um especial agradecimento à Equipa de Projecto da AIP-CE e ao Conselho Consultivo. É nosso desejo e forte compromisso dignificar o esforço com que os Relatores de sessões e Autores de textos nos quiseram prestigiar. Pretendemos merecer o benefício da dúvida, de sermos capazes de fazer mais e melhor, com menos recursos, e dar continuidade ao esforço de empreender uma acção colectiva capaz de mobilizar saberes e competências de tantos e tão bons agentes de conhecimento e inovação. Para todos aqui fica o nosso agradecimento sentido e a nossa promessa de que tudo faremos por continuar a merecer a vossa adesão e empenho. 17

15 CREATIVE LEARNING capítulo I DESAFIOS DE HOJE DO CREATIVE LEARNING AO CHANGING SOCIETY ETELBERTO COSTA Equipa de Projecto AIP - CE I dream with the day when learning is totally invisible. As breathing is invisible, love or breathing, passion is invisible we don t have to think I will learn now, happens all the time, everywhere. Roberto Carneiro (2009) NASCIMENTO A roda não precisa de ser inventada! Dois pontos de referência com resultados de excelência marcaram a referencialização para os trabalhos:- o elearninglisboa primeira e última, de 4 Conferências que a Comissão Europeia realizou entre 2002 e 2007 e o Innovation MarketPlace uma muito bem sucedida iniciativa da AIP em A Criatividade e Inovação apresentando-se como transversais a qualquer actividade: educação, cultura, empresas, media, investigação,... independentemente de quem seja o seu autor: escolas, universidades, organismos públicos ou privados. A criatividade desenvolve-se e aplica-se na actividade produtiva,... Mas só se desenvolve se houver ambientes estimulantes, desafiadores, onde o capital humano e social seja de facto considerado como factor estratégico. Exige uma nova filosofia de gestão. Arminda Neves/CNEL-PT (in gov.pt/opiniao/como-desenvolver-a-criatividade/). Como escreveu Pedro Silva Pereira. Ministro da Presidência (in Conference Proceedings elearninglisboa07) que, passados dois anos ganha actualidade e ganha mais sentido e urgência: 18

16 INNOVATION MARKETPLACE Creating qualified people who are ready for the demands of the knowledge society is today one of the great challenges...there is no time to lose. Ainda e também, o registo de que a perseverança e a arte de bem fazer nos ilumina, para que nos façamos renovadamente campeões de nós próprios. E assim, a máquina move-se! De forma persistente numa dinâmica que se desejou inabitual, talvez até incómoda e desconfortável, para as nossas ideias feitas e instaladas. DAS PALAVRAS AOS ACTOS O dever de contribuir para tornar claro que a necessidade de se passar para um estádio superior de competências e desenvolvimento das empresas e das pessoas, na Europa, para alcançar níveis de liderança mundial, foi o mote. Reforçando que a necessidade de Inovação é incontestável, reforçada também pelo ambiente actual de incerteza económica que atravessamos, criando por um lado, novos desafios empresariais, novas oportunidades e opções e por outro, exigindo resposta das empresas, maior adaptação e dinamismo, para garantir a continuidade do negócio, num mercado em constante mutação. A Criatividade é fundamental, especialmente quando alinhada à organização num sistema integrado, transformando as ideias em produtos de sucesso. O investimento no Conhecimento, conduz a novas oportunidades para as empresas, ao mesmo tempo que a necessidade de Inovação permanente, obriga a futuros modelos de Aprendizagem Organizacional. Cada organização tende a procurar a integração em comunidades de prática e conhecimento, aprendizagem e competências, assim como os colaboradores, procuram cada vez mais dominar novas valências, enfrentar novos padrões de exigência, saber aprender em rede e fazendo apelo a novas TIC. Há novos paradigmas económicos e sociais que ainda não estão completamente claros a emergir. A clarificação destes paradigmas dará certamente origem a novas formas de organização do trabalho e subsequentemente à 19

17 CREATIVE LEARNING definição das competências necessárias. São estas competências que gerarão as linhas de orientação para a educação e formação do futuro (1). Finalmente a convicção de que o uso das social computing applications está a permitir um rápido crescimento das aprendizagens informais e das comunidades de prática. OS CENÁRIOS CONSTRUÍDOS Uma oportunidade adequada, pelo momento político de transição que se vivia (e), na Comissão Europeia e em Portugal. O chapéu de cobertura do Ano Europeu da Criatividade e Inovação com o nosso coordenador nacional a dar todo o seu apoio entusiástico. Como integrante do Ano Europeu da Criatividade e Inovação e assumir- -se que esta oportunidade ajudaria à transição para o nível elevado de competências e de desenvolvimento das organizações e dos indivíduos, para que se alcancem patamares de liderança a nível mundial, ancorados no reconhecimento da existência de ferramentas e saberes que podem conduzir, por um lado à aprendizagem informal e não formal e, por outro lado, ao Empreendedorismo, Inovação e Criatividade por forma a gerar soluções que nos façam movimentar nos contextos multiculturais europeus. Reconhecer e interpretar que existe uma vontade forte de muitos actores e agentes em trabalhar e juntar a Aprendizagem e a Inovação. Assim, foi fácil constituir-se a grande Parceria Nacional e o Conselho Consultivo e convocar à colaboração empenhada importantes personagens do mundo académico e empresarial, e muitos daqueles que correm por gosto. A crença de que que o nosso contributo é renovado e encontra eco nas oportunidades para reflectirmos conjuntamente, com base nas experiências e vivências de cada um e com o apoio de especialistas, sobre a qualidade dos processos educativos/formativos e de inovação e criatividade, focando-se num programa de trabalho, à luz da renovação da Agenda de Lisboa e num contexto favorecedor da apreciação critica e de uma construção prospectiva. (1) 20

18 INNOVATION MARKETPLACE A INSPIRAÇÃO E A MOTIVAÇÃO O contexto e o ambiente para a Iniciativa eram o de uma Hipótese impossível. Os nossos amigos da Comissão Europeia e os nossos mentores (Roberto Carneiro e Claudio Dondi) exigem de nós muito porque também nos dão muito! E, segundo Lieve Van den Brande da Comissão Europeia ( DG Education and Culture) - que se questiona em: What are the challenges and opportunities for policy?) definindo 4 Objectivos Estratégicos na janela de tempo até 2020: Outra Fonte muito significativa: on behalf of Commissioner Spidla from DG Enterprise, Social Affairs and Equal Opportunities.(...) He would like to convey, however, that the conference is timely as we are currently preparing for Lisbon 2020 and the main themes of discussion of your conference on skills and creative learning will remain of great importance in the next Lisbon Strategy. With that in mind we do very much look forward to hearing the outcome of your conference and hope that you will feed your conclusions into our consolation on Lisbon 2010, which will be launched in the autumn. O CONCEITO A reflexão participada, com debates intensos e profundos, na Parceria e no Conselho Consultivo, e o contributo de muitos especialistas e pensadores, resultou no Tri-Círculo com os 3 grandes pilares de debate propostos para o CREATIVE LEARNING INNOVATION MARKETPLACE, Business Innovation (Inovação nos Negócios) Creative Learning (Aprendizagens Criativas) Changing Society (Mudança na Sociedade) Assiste-se assim à tentativa de se evidenciar que: Sem aprendizagem não acontece nem Criatividade nem Inovação. Quando se consegue juntar ambas então acontecem Mudanças na Sociedade (nas empresas, nas organizações, nas pessoas, enfim!) Para se chegar a ele, o ponto de partida foi glosado à volta das duas palavras: Criatividade e Inovação. 21

19 CREATIVE LEARNING O Ponto de Partida foi: Aprendizagem ao Longa da Vida; a Learnovation ; as orientações do Parlamento Europeu sobre a Aprendizagem Informal e Não Formal e o Learning 2.0 Practices. A Renovação da Estratégia de Lisboa, à luz das orientações do New skills for New Jobs, em alinhamento com os propósitos dos Planos Tecnológicos, da Agência Nacional para as Qualificações e do Ministério do Trabalho e da Educação. Os factores de inovação, criatividade, com coesão social e de inclusão de pessoas, num diálogo entre gerações dos Baby Boomers versus NML - New Millenium Learners. A partir daqui os Temas foram-se desenrolando em papel de cena (reuniões várias de parte pedra ); Abaixo temos uma ilustração do que começou por ser até ao que acabou por ser : 22

20 INNOVATION MARKETPLACE Até que se chegou à essência de se focar na importância do Ser Aprendente e de se ser capaz de ousar fazê-lo no informal e com recurso às metodologias combinadas e à tecnologia, sem excluir pessoas, o que fez acontecer, finalmente, o resultado que a todos foi oferecido: Business Innovation Open Innovation (Creativity, transfer, network) New Skills for New Jobs & New Business Marketing Innovation (Market Challenge) Entrepreneurship New Skills Growth Core Creative Learning Implementing Learning 2.0 Learnovation in a Knowledge Society Learnscapes & Learning Networks Learning Players/Agents in Learning Learning Environments (Context, Environments and Tools) New Strategies New Opportunities Changing Society Governance & Social Responsability Intelligent Territories & Technology Social Dimensions (Unemployment, Poverty) Tribes & The Intergenerational Dialogue Climate Change, Health & Security...A PRODUÇÃO Para resolver hipóteses impossíveis são requeridas novas ideias criatividade, seja. Para avaliar do valor de tais soluções para a nossa sociedade e para a sua implementação sustentada, se elas se provaram úteis e respondendo a necessidades reais, enquanto em simultâneo vencem resistências, cepticismos, inércias, criticas negativas, então atingimos: - a Inovação. O apoio público e comunitário, no caso vertente através do POAT/FSE (programa operacional de assistência técnica), foi uma vez mais chave para que se passasse do debate de ideias ao aprender fazendo. Adoptando um modelo de apelo à desestruturação de apresentações formais pelos Oradores, mais de comentários e de fomento de diálogo e de interpretação, buscou-se convocar para um Final, a audiência e os oradores, em situação de Coliseu, num momento único de todos estarem com todos. Isto permitiu à AIP-CE inovar no conceito de conferência e deixar semente para novos formatos de risco. 23

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