AGENDA 2. Termos e definições. Design da vestimenta. Amostragem e pré-tratamento. Requisitos gerais. Requisitos físicos. Requisitos ergonômicos

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2 AGENDA 2 Termos e definições Design da vestimenta Amostragem e pré-tratamento Requisitos gerais Requisitos físicos Requisitos ergonômicos Requisitos de transmissão de calor Marcações e Informações do fabricante Normas de referência

3 3 ATENÇÃO O texto a seguir é uma tradução livre da Norma ISO 11612, reflete apenas a interpretação da DuPont da Norma, não sendo oficializada nem mesmo validada pela ABNT.

4 Termos e definições 4

5 Termos e definições 5 Norma ISO/TR11610 Envelhecimento Mudança de performance do produto com o passar do tempo durante o uso e armazenagem. Limpeza Processo pelo qual um EPI se torna novamente útil e/ou higienicmente possível de ser utilizado ao se remover sujeira ou contaminação. Vestimenta Conjunto de peças externas e peças de baixo a serem utilizadas juntas.

6 Termos e definições 6 Componente Qualquer material, parte ou compósito usado na construção de qualquer EPI. Compósito Combinação de todos os materiais de uma vestimenta multicamada apresentada exatamente como na vestimenta acabada. Condicionamento Manutenção das amostras sob condições padrão de temperatura e umidade relativa por um período de tempo mínimo.

7 Termos e definições 7 Perneira Cobertura removível com a finalidade de proteger perna abaixo do joelho e pode cobrir os sapatos. Peça de vestuário Item simples de vestimenta que pode ser composto de camada simples ou múltiplas. Peça Itens de não tecido que formam parte de ou extras opcionais em uma roupa, como por exemplo: botões de metal ou plásticos, sistema de fechamento, entre outros.

8 Termos e definições 8 Capuz EPI feito de material flexível que cobre a cabeça e o pescoço. Forro interno Face interna de um compósito. Material mais próximo da pelo do usuário. Forro intermediário Camada entre a camanda mais externa e o forro interno, em uma vestimentaa multicamada. Material Substâncias flexíveis com as quais é feita a vestimenta.

9 Termos e definições 9 Material externo Material externo com o qual é feita a vestimenta. Bolso externo Bolso localizado no exterior de uma vestimenta protetiva, que é costurado como se fosse um remendo sobre a camada externa da vestimenta. Pré-tratamento Forma padrão de preparar as amostras antes dos ensaios. Costura Qualquer método de junção permanente entre duas ou mais peças de material.

10 Termos e definições 10 Costuras principais Costuras que são necessárias para a integridade da vestimenta. Costuras sobrepostas Costuras ónde o todo ou parte de uma ou mais camadas de material cobre a outra camada dou camadas formando uma olso localizado no exterior de uma vestimenta protetiva, que é costurado como se fosse um remendo sobre a camada externa da vestimenta.

11 Design da Vestimenta 11

12 Design 12 Norma base ISO As vestimentas devem estar de acordo com as especificações da Norma ISO 13688: Vestimentas protetoras e peças de vestuário: Devem cobrir completamente o torso superior e inferior, pescoço, braços e pernas e devem ser compostos de: Vestimenta simples como avental e macacão Vestimenta de duas peças como casaco e calças (conjunto), a parte de cima deve sobrepor a calça em no mínimo 20 cm.

13 Design 13 Norma base ISO Vestimentas protetora adicionais: Podem ser desenvolvidas para fornecer porteção para as partes específicas do corpo, como por exemplo: protetor de pescoço, capuzes, aventais, perneiras, entre outros. Ensaios destas vestimentas devem ser feitas em conjunto com as vestimentas anteriores.

14 Design 14 Norma base ISO Bolsos: Os bolsos devem ser construídos com material igualmente resistênte à chama. Peças: Peças que penetram o material externo de uma vestimenta ou conjunto de vestimenta, não devem ser expostas à superfície mais interna da vestimenta ou conjunto de vestimenta, sendo verificada visualmente sua conformidade.

15 Design 15 Norma base ISO Requisitos adicionais para vestimentas protetoras contra metais fundidos: As vestimentas protetoras contra risco de exposição à respingo de metal fundido ao satisfazer os requisitos de desempenho, terão as seguintes características adicionais de design:

16 Design 16 Norma base ISO a. Mangas da parte superior, e pernas da parte inferior não devem ter bainhas; b. Bolsos externos da parte superior, que não sejam laterais, abaixo da cintura e e que não se extendam em mais de 10o na costura lateral, devem ser coberto por uma lapela de pelo menos 20mm mais largos que a abertura do bolso; c. Os bolsos externos devem ser feitos de materiais que satisfaçam os mesmo índices de proteção que o material externo; d. As costuras sobrepostas na parte externa da vestimenta devem ter sua face voltada para baixo e presas nesta posição; e

17 Design 17 Norma base ISO e. Fechos devem ser desenvolvidos com bainha de cobertura protetiva na parte externa da vestimenta com distância máxima entre as casa dos botões de 150mm. Zíperes devem ser projetados para travar quando completamente fechado. Punhos devem ser fornecidos com fechos para reduzir sua largura, e os fechos devem ficar na parte inferior do punho. Aberturas para pescoço devem também ser fornecidos com fechos para adaptar. Calças devem ter fendas nas laterais como meio de fechamento e a fenda deve ficar coberta.

18 Amostragem e pré-tratamento 18

19 Amostragem e pré-tratamento 19 Normas base ISO 6330 e ISO Pré-tratamento de limpeza Antes de cada ensaio, salvo quando especificado, os corpos de prova devem ser pré-lavados, se o fabricante instruir que a lavagem é permitida. Os ensaios de flamabilidade vertical devem ser realizados nos corpos de prova antes e depois da lavagem. A lavagem e/ou higienização deve ser realizada de acordo com a indicação do fabricante baseada nas Normas. Nota: Couro e material aluminizado geralemente não recebem pré-lavagem, pois geralmente o fabricante indica que a lavagem não é permitida

20 Amostragem e pré-tratamento 20 Pré-tratamento mecânico Materiais metálicos devem receber o pré-tratamento de acordo com o Anexo A antes de ser submetido ao calor radiante (7.3). Envelhecimento Ensaios descritos na subseção 6.3 também devem ser realizados após um número máximo de lavagens indicados pelo fabricante.

21 Amostragem e pré-tratamento 21 Condicionamento Corpos de provas que não sejam constituídos de couro, devem ser condicionados por pelo menos 24h em uma atmosfera controlada de (20±2) o C e umidade relativa de (65±5)%. Corpos de prova que seja constituidos de couro devem ser condicionados por pelo menos 48h em uma atmosfera controla de (20±2) o C e umidade relativa de (65±5)%. Os ensaios devem ser realizados em no máximo 5 minutos após remoção da atmosfera controlada.

22 Requisitos gerais 22

23 Requisitos gerais 23 Geral Vestimentas que estiverem de acordo com as Normas Internacionais devem atender os requisitos desta seção, com exceção dos requisitos em e 6.6, que são opcionais, e deverão atender um ou mais requisitos da seção 7. Tais vestimentas devem ser marcadas de acordo com a seção 8.

24 Resistência ao calor 24 Norma base ISO Resistência térmica na temperatura (180±5) o C Quando ensaiada de acordo com a Norma em temperatura (180±5) o C os tecidos e componentes usados na peça de vestuário ou vestimenta não deve encolher mais que 5%. OPCIONAL Resistência térmica na temperatura (260±5) o C Quando ensaiada de acordo com a Norma em temperatura (260±5) o C os tecidos e componentes usados na peça de vestuário ou vestimenta não devem derreter e não deve encolher mais que 10%. NOTA O encolhimento por calor tem potencial de reduzir o nível de proteção térmica da vestimenta, pois reduz a bolsa de ar de isolação entre o corpo e a vestimenta.

25 Flamabilidade vertical 25 Norma base ISO 15025:2000 Flamabilidade Vertical (A1 e A2) Ensaios dos materiais e costuras deverão ocorrer de acordo com a ISO 15025:2000, ou o Método A (letra A1) ou Método B (letra A2) e até mesmo ambos de acordo com o risco existente durante o uso previsto. Os ensaios devem ser realizados tanto antes como após o pré-tratamento. Os ensaios do Método A (Chama Perpendicular) também devem ser realizados nas peças e nos materiais que aplicados à superfície mais externa de uma vestimenta protetiva contra calor ou combustão.

26 Flamabilidade vertical 26 Norma base ISO 15025:2000 Ensaio ISO 15025:2000, Método A (letra A1) Quando ensaiados de acordo com a ISO 15025:2000, Método A, as amostras de vestimentas de camada simples, incluindo costuras, devem satisfazer as seguintes exigências: a. Nenhuma amostra deve sofrer ação de combustão na parte de cima ou que qualquer das bordas laterais; b. Nenhuma amostra deve sofrer formação de buracos; c. Nenhuma amostra deve derreter ou sofrer ação de combistão ou derretimento de resíduo; d. O valor médio do tempo de pós-chama deve ser de no máximo 2s; e e. O valor médio do tempo de incandescência deve ser no máximo de 2s.

27 Flamabilidade vertical 27 Norma base ISO 15025:2000 Ensaio ISO 15025:2000, Método B (letra A1) Quando ensaiados de acordo com a ISO 15025:2000, Método A, as amostras de vestimentas de camada simples, incluindo costuras, devem satisfazer as seguintes exigências: a. Nenhum corpo de prova deve sofrer ação de combustão na parte de cima ou que qualquer das bordas laterais; b. Nenhum corpo de prova deve sofrer formação de buracos; c. Nenhum corpo de prova deve derreter ou sofrer ação de combistão ou derretimento de resíduo; d. O valor médio do tempo de pós-chama deve ser de no máximo 2s; e e. O valor médio do tempo de incandescência deve ser no máximo de 2s.

28 Flamabilidade vertical 28 Norma base ISO 15025:2000 Ensaio ISO 15025:2000, Método A (letra A1) Para ensaios de costuras, três corpos de provas que contenha, costura estrutural posicionadas verticalmente na linha central de modo que o bico queimador fique apontado à ela. Para corpos de provas multicamadas, as amostras do conjunto de componentes incluindo costuras devem ser ensaiadas aplicando-se a chama à superfície do material externo da vestimenta e ao forro mais interno, e nenhuma delas deverá sofrer formação de buracos para um forro intermediário que é utilizado para proteção específica que não o calor, como exemplo, penetração de líquido. Todo e qualquer material que seja aplicado na superfície externa deverá ser ensaiada respeitando-se o projeto da vestimenta.

29 Requisitos gerais 29 Norma base ISO 15025:2000 Ensaio ISO 15025:2000, Método B (letra A2) Quando ensaiados de acordo com a ISO 15025:2000, Método B, as amostras com bainha devem satisfazer as seguintes exigências: a. Nenhum corpo de prova deve sofrer ação da chama na parte superior ou nas bordas laterais; b. Nenhum corpo de prova deve derreter ou sofrer ação de chama ou resíduo fundido; c. O valor médio de pós-chama deve ser de no máximo 2s; e d. O valor médio de incandescência deve ser de no máximo 2s;

30 Flamabilidade vertical 30 Norma base ISO 15025:2000 Ensaio ISO 15025:2000, Método B (letra A2) Para ensaios de costuras, três corpos de provas de bainha que contenha, costura estrutural posicionadas verticalmente na linha central de modo que o bico queimador fique apontado à ela. Para corpos de provas multicamadas, as amostras do conjunto de componentes incluindo costuras devem ser ensaiadas aplicando-se a chama à superfície do material externo da vestimenta e ao forro mais interno, e nenhuma delas deverá sofrer formação de buracos para um forro intermediário que é utilizado para proteção específica que não o calor, como exemplo, penetração de líquido. Todo e qualquer material que seja aplicado na superfície externa deverá ser ensaiada respeitando-se o projeto da vestimenta.

31 Mudança dimensional devido à limpeza 31 Norma base ISO 5077 Para vestimentas descartáveis, este ensaio não é aplicável. A mudança dimensional de tecidos e não-tecidos deve ser ensaiada de acordo com a Norma ISO 5077 e não deve exceder 3% tanto sentido do comprimento quanto no sentido da largura. A mudança dimensional de materiais tricotados deve ser ensaiada de acordo com a Norma ISO 5077 e não deve exceder 5% tanto no sentido do comprimento quanto no sentido da largura. O encolhimento deve ser medido após o corpo de prova ter sido desenrrugado e alisado em uma superfície plana.

32 Requisitos físicos 32

33 Requisitos físicos 33 Norma base ISO Resistência à tensão Quando ensaiada de acordo com a ISO a resistência à tensão do material externo, exceto material de couro ou tricodados, deve ser no mínimo de 300N tanto na trama quanto no urdume. Norma base ISO 3376:2002 Resistência à tensão Quando ensaiada de acordo com a ISO 3376:2002 a resistência à tensão do material externo de couro, deve ser no mínimo de 60N em ambas direções, quando definido o padrão da tabela 1 da referente Norma

34 Requisitos físicos 34 Norma base ISO Resistência ao rasgo Quando ensaiada de acordo com a ISO a resistência ao rasgo do material externo, exceto material de couro ou tricodados, deve ser no mínimo de 15N tanto na trama quanto no urdume. Norma base ISO Resistência ao rasgo Quando ensaiada de acordo com a ISO a resistência ao do material externo de couro, deve ser no mínimo de 20N em ambas direções, quando definido o padrão da tabela 1 da referente Norma

35 Requisitos físicos 35 Norma base ISO Resistência à combustão para materiais tricotados Quando ensaiada de acordo com a ISO a resistência à combustão de materiais externos tricotados deve ser de no mínimo 200kPa. Norma base ISO Resistência da costura Quando ensaiada de acordo com a ISO a resistência da costura do material externo ou da peça de vestuário externa deve ter a carga de ruptura de pelo menos 225N para tecidos tramados e 110N para couro.

36 Requisitos físicos 36 Norma base EN 343 Resistência à penetração de água - OPCIONAL Se o fabricante declarar que para maior proteção do usuário a resistência à penetração de água, a vestimenta deve ser ensaiada e classificada tanto para resistência à penetração de água quanto a resistência a vapor de água e deve estar em conformidade com as seguintes exigências: a. Resistência à penetração de água fornecida pela vestimenta deve ser ensaiada e classificada de acordo com a EN 343; e b. Resistência a vapor de água fornecida pela vestimenta deve ser ensaiada e classificada de acordo com a EN 343. Vestimentas que tiverem a resistência à penetração de àgua for ensaiada devem ter as respectivas marcações.

37 Requisitos físicos 37 Norma base ISO 4048 Conteúdo de gordura do couro Quando ensaiado de com a ISO 4048 o conteúdo de gordura de couro não deve exceder de 15%.

38 Requisitos ergonômicos 38

39 Requisitos ergonômicos 39 Para avaliar o desempenho ergonômico, é aconselhado que seja realiado ensaio prático embora nenhuma metologia tenha sido validada internacionalmente, uma orientação está incluída no anexo D.

40 Requisitos ergonômicos 40 Possível efeito prejudicial Nenhum componente da vestimenta deve produzir qualquer efeito prejudicial no indivíduo. Este requisito deve ser verificado na folha de segurança técnica dos materiais e componentes individuais. Norma base ISO 3071 Valor de ph Quando ensaiado de acordo com a Norma ISO 3071 (materiais têxteis) ou Norma ISO 4045 (couro) o valor de ph não deve ser maior que 3,5 e menor que 9,5.

41 Requisitos ergonômicos 41 Norma base ISO Teor de cromo (VI) Quando ensaiado de acordo com o método descrito na Norma ISO 17075, o conteúdo de cromo (VI) do couro deve ser menor do que o limite de detecção.

42 42 Requisitos de transmissão de calor

43 Requisitos de transmissão de calor 43 Norma base ISO 9151 Calor convectivo (letra B) Quando ensaiada de acordo com a Norma ISO 9151, a vestimenta de camadas únicas ou multicamadas e/ou conjuntos que têm o objetivo de proteger contra calor convectivo devem satisfazer ao menos o nível de performance B1. A quantidade corpo de prova indicada na Norma ISO 9151 deve ser ensaiada a performance e classificada de acordo com o resultado simples mais baixo arrendondando em intervalos de 0,1s

44 Requisitos de transmissão de calor 44 Norma base ISO 6942 Calor radiante (letra C) Quando ensaiado de acondo com a Norma ISO 6942, Método B, em uma densidade de fluxo de calor de 20 kw/m 2, as vestimentas de camadas únicas, multicamadas que visam oferecer proteção contra calor radiante devem satisfazer pelo menos o nível de desempenho C1 na tabela abaixo. Materiais metalizados devem ser ensaiados após pré-tratamento conforme anexo A. O número de corpo de prova a ser ensaiado a performance e classificada de acordo com o resultado simples mais baixo arrendondando em intervalos de 0,1s

45 Requisitos de transmissão de calor 45 Norma base ISO 9185 Respingo de alumínio fundido (letra D) Quando ensaiado de acordo com a ISO 9185 utlizando alumínio fundido, as vestimentas de camada única ou multicamada e/ou conjunto de vestimenta que visam oferecer proteção contra respingo de metal fundido devem pelo menos satisfazer o nível de performance D1. O número de corpo de prova a ser ensaiado a performance e classificada de acordo com o resultado simples mais baixo arrendondando em intervalos de 0,1s

46 Requisitos de transmissão de calor 46 Norma base ISO 9185 Respingo de ferro fundido (letra E) Quando ensaiado de acordo com a ISO 9185 utlizando ferro fundido, as vestimentas de camada única ou multicamada e/ou conjunto de vestimenta que visam oferecer proteção contra respingo de metal fundido devem pelo menos satisfazer o nível de performance E1. O número de corpo de prova a ser ensaiado a performance e classificada de acordo com o resultado simples mais baixo arrendondando em intervalos de 0,1s

47 Requisitos de transmissão de calor 47 Norma base ISO Calor de contato (letra F) Quando ensaiado de acordo com a ISO a uma temperatura de 250 o C, as vestimentas de camadas únicas e milticamadas que oferecem proteção contra calor de contato, deve satisfazer pelo menos o nível de performance F1 na tabela abaixo. O número de corpo de prova a ser ensaiado devem ser classificados de acordo com o resultado simples mais baixo e arrendondado em intervalo de 0,1s.

48 Requisitos de transmissão de calor 48 Proteção contra efeito de arco elétrico - OPCIONAL Comentários adicionais estão no Anexo F como orientação do usuário cuja avaliação de risco determina uma exigência para proteção contra os efeitos de um evento de arco elétrico Norma base ISO Proteção contra queimaduras - OPCIONAL Para vestimentas de camada única ensaio deve se de pelo menos 4s a 84 Kw/m 2. Para vestimentas multicamadas o tempo passa para no mínimo 8s. Por motivos de repetibilidade, o ensaios não deve ser realizado com menos de 3s.

49 49 Marcações e Informações do fabricante

50 Marcações e Informações do fabricante 50 Norma base ISO As vestimentas de proteção térmica que se adequam à esta Norma devem ter o pictograma abaixo, juntamento com os respectivos níveis de performance: ISO AY BX CX DX EX FX WXZ

51 Marcações e Informações do fabricante 51 Norma base ISO Exemplo: Flamabilidade Vertical Método A ISO Penetração da água 1 o dígito água líquida 2 o dígito vapor de água Calor Convectivo Nível B3: (acima de 20) Calor de contato Nível F1: entre 5,0 e 10,0 A1 B3 C0 D3 E3 F3 W23 Ferro fundido Nível E3: acima de 200 Calor radiante Nível C0: não foi ensaiado Alumínio fundido Nível D3: acima de 350

52 Marcações e Informações do fabricante 52 As vestimentas devem conter informações no idioma do local onde será utilizada. As informações do fabricante devem estar de acordo com a ISO O fabricante deve fornecer o máximo de informação sobre os fatores conhecidos de durabilidade, especialmente sobre a durabilidade quanto à limpeza. Em casos onde a aplicação de um acabamento pode restaurar as propriedades protetivas, o número máximo de ciclos de limpeza antes de uma reaplicação do acabamento. Caso a vestimenta seja para proteção contra respingo de alumínio ou ferro fundido, o fornecedor deve instruir o usuário a abandonar o local caso haja respingo dos metais e retirar a vestimenta, e também deve informar que caso caia um respingo de metal na vestimenta que estja em contato com a pela, queimaduras não estão descartadas.

53 Normas de referência 53

54 Normas de referência 54 ISO Protective clothing of ruse in welding and allied process; ISO Protective clothing for firefighters Laboratory test methods and performance requirements; ISO Protective clothing for automobile racing drivers Protection against heat and flame Performance requirements and test methods; ISO Protective clothing for firefighters Laboratory test methods and performance for wildland firefighting clothing; ISO Protective clothing for firefighters laboratory test methods and performance requirements for protective clothing with a reflective outer surface;

55 Normas de referência 55 EN 469 Protective clothing for firefighters Performance requirements for firefighting; EN 1486 Protective clothing for fire-fighters Test methods and requirements for reflective clotthings for specialised fire fighting; EN Protective clothing for firefighters Requirements and test methods for fire hoods for firefighters; e EN Protective clothing for firefighters Laboratory test methods and performance for wildland clothing;

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