DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA: PRINCIPAIS MEIOS DIAGNÓSTICOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA: PRINCIPAIS MEIOS DIAGNÓSTICOS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA ANIMAL Disciplina: SEMINÁRIOS APLICADOS DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA: PRINCIPAIS MEIOS DIAGNÓSTICOS Luiz Henrique da Silva Orientadora: Naida Cristina Borges GOIÂNIA 2012

2 ii LUIZ HENRIQUE DA SILVA DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA: PRINCIPAIS MEIOS DIAGNÓSTICOS Seminário apresentado junto à Disciplina Seminários Aplicados do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Goiás. Nível: Doutorado Linha de pesquisa: Alterações clínicas, metabólicas e toxêmicas dos animais e meios auxiliares de diagnóstico. Área de Concentração: Patologia, Clínica e Cirurgia Animal Orientadora: Profª. Drª. Naida Cristina Borges Comitê de Orientação: Profª. Drª Maria Clorinda Soares Fioravanti - EVZ/UFG Profª. Drª. Cleuza Maria de Faria Rezende EV/UFMG GOIÂNIA 2012

3 iii SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA Articulações sinoviais Cápsula articular Líquido sinovial Cartilagem Articular... 9 A) Matriz e tecido cartilaginoso... 9 B) Histologia C) Nutrição D) Defeitos da cartilagem e processo de reparação Doença articular degenerativa (DAD) Etiologia Patogenia Manifestação clínica Principais meios diagnósticos A) Exame clínico B) Anestesia diagnóstica C) Radiografia D) Ultrassonografia E) Análise do líquido sinovial F) Tomografia computadorizada (TC) G) Ressonância magnética (RM) H) Cintilografia I) Artroscopia... 25

4 iv J) Estudos biomecânicos K) Histopatologia L) Marcadores bioquímicos CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 32

5 5 1 INTRODUÇÃO As articulações sinoviais são submetidas a variáveis graus de estresse físico, de acordo com o tipo de movimento executado. Trabalho e treinamentos intensos e aumento da carga imposta nos tecidos podem provocar sinovites mecanicamente induzidas, com produção e liberação de citocinas e estimulação de metaloproteinases e de outros mediadores inflamatórios. Esses eventos podem acarretar em desequilíbrio entre os processos de síntese e degradação de proteoglicanos da matriz cartilagínea causando a doença articular degenerativa (DAD). Doença articular degenerativa, osteoartrose, osteoartrite, são sinônimos usados para classificar a alteração não infecciosa e progressiva que acontece na cartilagem das articulações sinoviais ou diartroses (CALDEIRA et al., 2002). Esta alteração é caracterizada por inflamação e espessamento da cápsula fibrosa e membrana sinovial, degeneração da cartilagem articular e produção de osteófitos periarticulares (BORGES, 2006). Sabe-se, também, que a DAD é uma alteração frequente da cartilagem de crescimento em humanos e animais domésticos. Nestes, sua ocorrência já foi relatada em suínos, cães, gatos, bovinos, aves e equinos (VIEIRA, 2010). A etiologia da DAD já foi bastante pesquisada, contudo, esses esforços têm sido dificultados pela confusão quanto à definição da doença e pela falta de compreensão da sua patogenia, particularmente no que se refere à formação das lesões primárias. Essas limitações podem estar relacionadas ao fato da grande maioria das pesquisas focarem seus estudos em lesões que causam sinais clínicos mais tardios. Portanto, apesar da importância de se estudar casos crônicos, essas lesões possuem uma aparência histológica que dificulta a determinação da sequência inicial de eventos, pois refletem processos degenerativos e regenerativos secundários e não o processo primário (YTHEHUS et al., 2010). Estudos têm sido realizados sobre o assunto (VIEIRA, 2010), mas poucos realmente se preocuparam com a fisiopatogenia do processo, situação que dificulta o entendimento de todos os mecanismos envolvidos na gênese dessa alteração. O conhecimento sólido sobre aspectos anatômicos e

6 6 morfológicos das articulações permitem avançar no estudo da alteração, especialmente quando associado a métodos de diagnóstico. Os métodos de diagnóstico são de grande importância, em uma perspectiva de detecção precoce da DAD. A avaliação do processo degenerativo é geralmente realizada, em veterinária, por meio dos exames clínico e radiográfico. Contudo, exames ultrassonográficos, tomográficos, ressonância magnética, artroscópicos, cintilográficos, análise de líquido sinovial, estudos biomecânicos, histopatológicos e biomarcadores são importantes na diferenciação das estruturas envolvidas e na determinação da progressão da doença articular. Neste contexto, objetivou-se com esse seminário revisar os principais fatores envolvidos na etiologia e fisiopatologia da DAD, bem como os principais meios diagnósticos desta doença.

7 7 2 REVISÃO DE LITERATURA A doença articular degenerativa (DAD) é uma alteração que atinge exclusivamente as articulações sinoviais e caracteriza-se por fibrilação, fissuração na cartilagem, microfraturas, cistos e esclerose no osso subcondral com formação de osteófitos nas bordas articulares. Além disso, a DAD está associada a dor, rigidez da articulação, deformidade e progressiva perda da função articular (BORGES, 2006). A melhor compreensão do metabolismo articular, bem como da função e estruturas das articulações sinoviais proporcionam uma maior habilidade em se prevenir e diagnosticar casos de DAD (VEIGA, 2006). 2.1 Articulações sinoviais As articulações acometidas pela DAD são classificadas como diartroses ou sinoviais, pois, há movimento entre as superfícies articulares, as quais possuem tecido conjuntivo cartilaginoso hialino. Esse tecido recobre as extremidades ósseas com separação completa entre as superfícies articulares e é delimitado por uma cápsula fibrosa, formando uma cavidade revestida pela membrana sinovial, que é responsável pela produção de líquido (MIKAIL & PEDRO, 2006) Cápsula articular A cápsula articular é composta por duas partes, a camada fibrosa, localizada externamente, contínua ao periósteo, e a membrana sinovial, que circunda a cavidade sinovial onde não há cartilagem articular. A estabilidade da articulação é conferida pela presença de ligamentos, tendões e da própria cápsula articular que são estruturas compostas predominantemente por colágeno tipo I (MIKAIL & PEDRO, 2006; RENNER, 2010). A membrana sinovial ou sinóvia é de coloração branca a branca amarelada, lisa e brilhante em algumas regiões da articulação e em outras é formada por numerosos vilos. As células presentes na membrana sinovial, são

8 8 denominadas sinoviócitos, tendo como função a fagocitose e a produção de macromoléculas, incluindo o colágeno, cuja concentração e grau de polimerização influenciam diretamente na viscosidade do líquido sinovial, fundamental para a lubrificação das superfícies articulares (MICHELON, 2008) Líquido sinovial O líquido sinovial é um dialisado do plasma ao qual são adicionadas glicoproteínas oriundas das células da membrana sinovial. Na presença de afecção na membrana sinovial e na cartilagem articular suas propriedades são modificadas, tornando útil seu exame na suspeita de doença articular (PIERMATTEI & FLO, 2006; RENNER, 2010). Aspecto importante a ser analisado é a pressão coloidosmótica existente entre o plasma e o líquido sinovial. Pois, a diferença de pressão permite que moléculas pequenas atravessem livremente a barreira permeável entre os sinoviócitos e a matriz e que moléculas grandes atravessem a membrana por difusão simples (MACWILLIANS & FRIEDRICHS, 2003; TATARUNAS, 2004). O valor de referência para a contagem celular do líquido sinovial normal é de até 3000 células/mm 3. As células nucleadas frequentemente encontradas no líquido sinovial são os neutrófilos, linfócitos, monócitos e macrófagos. Os neutrófilos não excedem 10% da contagem total de células, tanto em articulações hígidas como aquelas com artropatia de origem não inflamatória. Os tipos celulares predominantes são mononucleares, consistindo de pequenos linfócitos, monócitos e macrófagos (MACWILLIANS & FRIEDRICHS, 2003; TATARUMAS, 2004). A avaliação laboratorial do líquido sinovial inclui provas físicas, químicas, cultura microbiana e contagem de células nucleadas (BOON, 1997, RENNER, 2010). A viscosidade normal do líquido sinovial resulta da quantidade de polimerização do ácido hialurônico, que é uma glicoproteína. O ácido hialurônico promove uma coloração rósea homogênea a levemente granular no fundo da lâmina do esfregaço, e a intensidade é diretamente proporcional à quantidade de ácido hialurônico presente (MACWILLIANS & FRIEDRICHS, 2003; ANDRADE et al., 2009).

9 Cartilagem Articular A cartilagem articular recobre a placa óssea subcondral, estando fortemente aderida a ela. Sua espessura varia entre as articulações e sua composição é basicamente de água (65% a 80%), colágeno (10% a 30%), proteoglicanos (5% a 10%) e condrócitos (< 2 %). A coloração normal da cartilagem articular apresenta-se leitosa e opaca nas regiões mais espessas e translúcidas com uma cor azulada suave nas regiões mais finas. No entanto, a superfície não é lisa. Estudos usando microscopia eletrônica de varredura demonstraram a presença de ondulações e depressões irregulares (MICHELON, 2008). A) Matriz e tecido cartilaginoso A matriz da cartilagem hialina é constituída por vários tipos de colágeno. Aquele que apresenta maior relevo por ser o responsável pelo volume das fibrilas e que se encontra em maior quantidade é o colágeno tipo II. Além desse, existe três outros tipos de colágeno que contribuem para a formação das fibrilas: o colágeno tipo XI, que regula a dimensão das fibras, o colágeno tipo IX, que facilita a interação dessas com as moléculas de proteoglicanos, e o colágeno tipo X que organiza as fibrilas de colágeno em uma estrutura tridimensional hexagonal entrelaçada. O colágeno tipo VI pode ser encontrado pericelularmente na matriz, fortalecendo a ligação dos condrócitos à estrutura dessa mesma matriz (ROSS et al., 2003, RENNER, 2010). Associados ao colágeno estão presentes os glicosaminoglicanos, condroitinsulfato e queratossulfato. Ambos, por sua vez, se encontram ligados por covalência, em elevado número, a um núcleo protéico formando um monômero proteoglicanos (Figura 1) (ROSS et al., 2003; JUNQUEIRA & CARNEIRO, 2008). Um terceiro tipo de glicosaminoglicano, o ácido hialurônico, estabelece ligações não covalentes com aproximadamente 80 a 200 proteoglicanos para formar uma grande molécula de agrecana. Essas moléculas de agrecana interagem com as fibrilas de colágeno por meio de

10 10 interações eletrostáticas e ligações cruzadas com glicoproteínas (ROSS et al., 2003; JUNQUEIRA & CARNEIRO, 2008). Figura 1- Representaçao esquemática dos componentes da cartilagem articular e suas estruturas. Fonte: RENNER (2010) Além dos componentes matriciais referidos, estão ainda presentes moléculas responsáveis pela interação entre os condrócitos e a matriz. Estas se localizam numa fina camada pericelular que circunda cada condrócito. Entre essas moléculas encontram-se a condronectina, a ancorina CII, a tenascina e a fibronectina (ROSS et al., 2003). Na região mais profunda da cartilagem articular e na zona hipertrófica do disco epifisário, a matriz encontra-se mineralizada por fosfato de cálcio sob a forma de cristais de hidroxiapatita (RENNER, 2010). B) Histologia Na histologia a cartilagem articular divide-se em três zonas. A zona superficial, que contém células fusiformes com estrutura citoplasmática

11 11 semelhante ao fibroblasto. Tanto os condrócitos quanto as fibras de colágeno estão organizados paralelamente à superfície articular. A zona intermediária é onde os condrócitos são arredondados, apresentando prolongamentos citoplasmáticos e se dispõem em filas alongadas e irregulares. As fibras colágenas se organizam de modo perpendicular à superfície articular. E, a zona mais profunda, a qual os condrócitos tendem a hipertrofiar e degenerar. Nesta zona observa-se acúmulo de glicogênio e material lipídico no citoplasma dos condrócitos e presença de cristais de hidroxiapatita, levando a calcificação da matriz cartilaginosa. As fibras de colágeno, na zona mais profunda, estão firmemente inseridas no osso subcondral, dando estabilidade a cartilagem articular (JUNQUEIRA & CARNEIRO, 2008, RENNER, 2010). C) Nutrição Os condrócitos encontram-se dependentes da difusão de nutrientes através da matriz extracelular, pois, as cartilagens não possuem vasos sanguíneos. Os nutrientes provêm de capilares presentes no exterior da bainha conjuntiva envolvente, que recebe o nome de pericôndrio, ou então do líquido sinovial contido nas cavidades articulares (YTREHUS et al., 2007, RENNER, 2010). Em indivíduos imaturos as cartilagens epifiseais subarticulares, excedem três milímetros de espessura, e neste caso, há vasos sanguíneos que penetram a matriz a partir do plexo do pericôndrio envolvente (MICHELON, 2008). Esses vasos incluem arteríolas, vênulas e capilares e estão envolvidos pelo tecido conjuntivo permitindo a nutrição dos condrócitos. Os condrócitos, ao proliferarem e produzirem matriz conduzem à obliteração dos canais préexistentes, condicionando o seu desaparecimento (YTREHUS et al., 2007). D) Defeitos da cartilagem e processo de reparação Os defeitos das cartilagens são classificados de acordo com a profundidade da lesão (Figura 2). Determina-se como grau 0, a cartilagem

12 12 normal; grau I, uma lesão articular branda; grau II, lesões caracterizadas por fibrilação, fissuras menores que 1,5cm de diâmetro; grau III, lesões com fissuras que atingem até o osso subcondral e grau IV, lesões profundas com exposição do osso subcondral (BITTENCOURT, 2008). FIGURA 2- Representação esquemática da classificação dos defeitos da cartilagem Fonte: VEIGA (2006) O processo de reparação de lesões restritas a cartilagem hialina articular não obedece inteiramente as três fases, que são necrose, inflamação e reparação, justamente por causa da sua condição avascular, limitando a capacidade de cicatrização. Quando há lesão profunda, atingindo o osso subcondral com maior vascularização, todas as três fases ocorrem naturalmente (RIBEIRO et al., 2004; SHAH et al., 2007). Com a dificuldade de cicatrização do tecido cartilaginoso e a presença de mediadores inflamatórios, em resposta a lesão da cartilagem, desencadeia-se uma cascata de eventos observada, principalmente, pela destruição da matriz extracelular e diminuição da síntese de glicoproteínas pelos condrócitos. Isso leva a um ciclo perpétuo de catabolismo, dando início a doença articular degenerativa (VIERA et al., 2010).

13 Doença articular degenerativa (DAD) A doença articular degenerativa (DAD) acomete diversas espécies animais (MAY, 1996) inclusive o homem (DENNY & BUTTERWORTH, 2006). Pode ser definida como uma desordem não inflamatória de articulações móveis, sendo considerada como um grupo de distúrbios caracterizado pela deterioração progressiva da cartilagem articular acompanhada de alterações ósseas e de tecidos moles (CARON, 2003; SCHMITZ et al., 2010). Acrescentese que a DAD é uma condição crônica que leva a degeneração do menisco e ao espessamento da cápsula articular (LOESER, 2005) Etiologia Nos animais e no ser humano diferentes fatores são identificados como causa da doença, sendo estes, trauma, fratura intra-articular, subluxação ou luxação articular, defeitos de conformação e deformidade angular (VEIGA, 2006). A DAD é classificada em primária quando sua origem é desconhecida e secundária quando há fatores predisponentes a ocorrência de defeitos de conformação e infecção articular (SCHMITZ et al., 2010). Considerando as estruturas envolvidas, a patogênese e o diagnóstico VEIGA (2006) propõe três classificação. DAD tipo I, associada à sinovites e capsulites DAD tipo II, secundária a fraturas, injúrias no osso subcondral, artrite infecciosa e lesões ligamentares e, DAD tipo III onde se observa erosão não progressiva da cartilagem articular. De acordo com CARON (2003) a etiopatogenia da DAD não está totalmente esclarecida. Acredita-se que propriedades biomecânicas anormais da cartilagem articular (SANTOS, 2009), alterações físicas no osso subcondral associadas a deficiente absorção de impactos decorrente ao adelgaçamento da cartilagem articular (CARON, 2003) e injúrias celulares com alterações metabólicas dos condrócitos sejam os principais mecanismos desencadeadores da doença (VEIGA, 2006).

14 14 Em cães, observa-se que a articulação do joelho (DURANA, 2009), a articulação do ombro (MATERA & TATARUNAS, 2007) e a articulação coxofemoral (ROCHA, 2012) são as mais acometidas e, invariavelmente desencadeiam processos degenerativos compatíveis com a DAD (DENNY & BUTTERWORTH, 2006). Nessas articulações o processo degenerativo é decorrente do uso excessivo da articulação ou de conformações inadequadas que predispõem às forças indesejadas sobre a cartilagem. O processo inflamatório ocorre inicialmente na sinóvia, cápsula articular ou osso subcondral, dando inicio a cascata dos mediadores inflamatórios. Isto causa um efeito dominó do processo inflamatório em outros tecidos articulares que por sua vez também liberam mediadores inflamatórios (GOODRICH & NIXON, 2006; VEIGA, 2006) Patogenia A instauração e progressão da DAD são atribuídas à degradação enzimática da cartilagem articular (BORGES, 2006). As propriedades da cartilagem relacionadas ao seu papel fisiológico dependem da integridade da estrutura da sua matriz e, alteração nos proteoglicanos e no colágeno diminui a resistência da cartilagem (VIEIRA et al., 2010). Na articulação saudável, os condrócitos são os responsáveis por manter o balanço entre a degradação da matriz cartilagínea e sua reparação. Este equilíbrio é mantido pela interação complexa entre condrócitos, citocinas e estímulos mecânicos. Na DAD ocorre a quebra desta condição de homeostase, desencadeando, predominantemente, um processo catabólico (RIGGS, 2006; VEIGA, 2006, VIEIRA et al., 2010). A primeira alteração é observada na cápsula articular, que se torna responsiva a inflamação, diminui a espessura e aumenta a vascularização (VEIGA, 2006). À medida que os sinoviócitos liberam citocinas e mediadores inflamatórios, acentua-se a inflamação na articulação. O trauma e a inflamação crônica causam hipertrofia na membrana sinovial e aumento da vilos sinoviais. A cápsula articular e as estruturas de tecidos moles que envolvem a articulação danificam-se e o reparo é realizado pela granulação do tecido e

15 15 frequentemente pela fibrose (WALTER & RENBERG, 2005; BORGES, 2006). Este processo resulta em dor e prejuízos na movimentação dessas articulações (BRIEF et al., 2001,). Em resposta a inflamação são liberados mediadores inflamatórios ou citocinas. Essas citocinas exercem um papel biológico de três maneiras. Primeira, por liberação na circulação, por afetar células de um local distante de maneira endócrina. Segunda, por efeitos parácrinos em células adjacentes e terceira por agir de forma autócrina na própria célula de origem. Em todos os casos essas citocinas são liberadas pela célula de origem e influenciam amplamente a resposta e função de suas células alvo, seja de forma positiva ou negativa na expressão de genes (VEIGA, 2006). Essas citocinas interagem com as células alvo pela ligação em receptores específicos localizados na membrana celular (VIEIRA et al., 2010). As citocinas mais importantes na DAD são as pró-inflamatórias, como a interleucina 1 (IL-1) e o fator de necrose tumoral alfa (TNF-α) (CARON, 2003; RIGGS, 2006). A IL-1 induz a liberação de metaloproteinases da matriz cartilagínea, às quais destroem a cartilagem articular e estimulam fibroblastos a produzirem colágeno tipo I e III que, por sua vez, contribuem para a fibrose da cápsula articular na inflamação crônica. Além disso, contribui para diminuição da síntese de proteoglicanas e de colágeno tipo II, dando origem a um tecido de reparação funcionalmente inadequado (VEIGA, 2006). O TNF-α é outra importante citocina pró-inflamatória mediadora do processo inflamatório agudo e nos presente nos estágios inciais de desenvolvimento da doença articular degenerativa (CARON, 2003, SCHMITZ et al., 2010). Além da IL-1 e TNF-α, a PGE 2 é um mediador inflamatório de marcante atuação na DAD, e provavelmente a enzima COX-2 é a principal responsável pelo seu aumento local durante o processo inflamatório de tecidos sinoviais devido a produção e atuação no controle de síntese dos ecosanóides. A prostaglandina (PGE 2 ) encontra-se em elevadas concentrações nas articulações inflamadas e podem contribuir para a depleção de matriz extracelular causando erosão na cartilagem e no osso subcondral (VEIGA, 2006). As ações da PGE 2 nas articulações incluem vasodilatação, aumento da percepção de dor, depleção de proteoglicanas da cartilagem, tanto pela degradação quanto pela inibição da síntese, desmineralização óssea e

16 16 promoção da secreção de ativadores de plaminogênio (CARON, 2003; WALTER & RENBERG, 2005; BORGES 2006). A membrana sinovial e a cápsula articular fibrosa inflamadas são fontes de enzimas lisossomais degerativas. Além das enzimas lisossomais e das prostaglandinas, o radical peróxido pode ser outro mecanismo envolvido na degeneração da cartilagem articular. Esse radical peróxido tem a capacidade de degradar as proteoglicanas, o colágeno da cartilagem articular e o ácido hialurônico (WALTER & RENBERG, 2005;, VIEIRA et al., 2010). As metaloproteínases (MMPs) são as principais enzimas responsáveis pela degradação da matriz cartilagínea. AS MMPs são capazes de degradar todos os principais componentes da matriz extracelular e são sintetizadas pelos sinoviócitos e condrócitos e estão presentes em altas concentrações em doenças da cartilagem, sendo sua distribuição topográfica e concentrações correlacionadas com a severidade das lesões histopatológicas (CARON, 2003). Todas as MMPS são secretadas como proenzimas latentes e ativadas na matriz extracelular. A colagenase é ativada pela estromelisina, porém assim como as outras MMPs pode ser ativada pela plamina, calicreína e catepsina B. A estromelisina é ativada tanto pela plasmina como por outras proteinases que ativam a colagenase (HARST et al., 2005; SCHMITZ et al., 2010). A MMP-1 (colagenase) e MMP-3 (estromelisina ou proteoglicanase neutra) tem importância na degradação da matriz devido sua elevada atividade na cartilagem, nas membranas sinoviais de pacientes com osteoartrites, e na membrana sinovial de pessoas com artrite reumatoide (MCILWRAITH, 2005; SCHMITZ et al., 2010). As MMPs são inibidas por duas metaloproteinases teciduais a TIMP- 1 e a TIMP-2. Acredita-se que o balanço entre MMPs e TIMP seja importante para a progressão da degradação da cartilagem articular (VEIGA, 2006). Também, a degradação do ácido hialurônico no líquido articular resulta da quimiotaxia e subprodutos da inflamação, enzimas lisossomais e não lisossomais elaboradas por sinoviócitos agredidos e radicais livres derivados do oxigênio dos neutrófilos e macrófagos (GOODRICH & NIXON, 2006). A deterioração da cartilagem articular é caracterizada por divisões e fragmentação local e apresentam uma manifestação clínica, sendo que na

17 17 maioria das vezes, há sinovites e efusão articular associada, apresentando-se clinicamente por dor e disfunção da articulação afetada (MCILWRAITH, 2002; VEIGA, 2006) Manifestação clínica A DAD manifesta-se com leve claudicação progressiva que pode ser unilateral ou bilateral (KIDD et al., 2001), em alguns casos pode-se observar claudicação de grau moderado a severo (BAXTER, 2004). Em articulações de grande movimentação, as alterações articulares iniciais são caracterizadas por sinovites e capsulite aguda (RIGGS, 2006) ou atrofias musculares (MAY, 1996). Também, foi observada distensão de cápsula articular com consequente aumento de volume de tecidos moles adjacentes (KIDD et al., 2001). A sensibilidade dolorosa é o sintoma predominante no processo degenerativo articular, podendo ser originária de diferentes estruturas intraarticulares ou extra articulares, como cápsula, sinóvia, periósteo, ossos, tendões, bursas, ligamentos ou meniscos (NAREDO et al., 2005). Logo, os sinais clínicos variam com o grau da doença e consequentemente da inflamação (VEIGA, 2006). Em articulações de grande movimentação com inflamação aguda, há claudicação, aumento da temperatura, aumento do volume articular e dor à flexão. Nos casos crônicos, o aumento articular está associado à deposição de tecido fibroso podendo haver espessamento ósseo com limitada movimentação, sendo que os sinais podem persistir em grau variável (MCILWRAITH, 2002; WALTER & RENBERG, 2005). Contudo, o acompanhamento dos sinais clínicos e a evolução do processo degenerativo é um desafio constante (VEIGA, 2006). Portanto, o diagnóstico empregado na detecção da DAD pode ser realizado com avaliação clínica (SMITH et al., 2005), anestesia diagnóstica (CARTER, 2005), análise do líquido sinovial (CARON, 2003), radiografia (TOMLINSON et al., 2007), ultrassonografia (KONEBERG & EDINGER, 2007), tomografia computadorizada (TC) (SAMII et al., 2009), ressonância magnética (RM) (SOLER et al., 2007), cintilografia (SMITH et al., 2005), artroscopia (VIEIRA et

18 18 al., 2010), estudos biomecânicos (ROMANO, 2006; ROCHA, 2012), histopatologia (BORGES, 2006) e por marcadores biológicos (MCILWRAITH, 2005) Principais meios diagnósticos Dentre os exames auxiliares atualmente utilizados para avaliar as articulações estão os não invasivos, tais como radiografia, ultrassonografia, ressonância magnética, tomografia computadorizada e estudos biomecânicos. Dentre os métodos invasivos estão a artroscopia, análise do liquido sinovial, anestesia diagnóstica, histopatologia e marcadores bioquímicos (CARRIG, 1997; CARTER, 2005; WEIGEL et al., 2005; BORGES, 2006; ROMANO, 2006; SAMII et al., 2009; VIEIRA et al., 2010; ROCHA, 2012). Não menos importante, o exame clínico, não deve ser negligenciado pelo médico veterinário, pois fornece informações que direcionam e auxiliam o diagnóstico (SMITH et al., 2005; WALTER & RENBERG, 2005). A) Exame clínico A anamnese acurada e o exame de forma ordenada devem ser realizados para minimizar os riscos de um diagnóstico errôneo ou impreciso (ALVES, 2004). Durante a anamnese deve-se informar sobre o início da claudicação, relato de trauma, duração dos sinais clínicos, evolução da doença, aumento de volume de alguma articulação, alteração de postura em estação e durante a marcha e dificuldades para levantar após repouso (DYSON, 2002). O exame clínico inicia-se com a inspeção do animal em estação, avaliando o estado geral, alterações anatômicas ou funcionais (VEIGA, 2006). Na sequencia observa-se o animal em movimento com intuito de identificar uma possível claudicação e o grau. Em seguida, realiza-se a palpação das articulações suspeitas, onde se observa aumento de volume, sensibilidade dolorosa em graus variáveis, depressões nas superfícies articulares,

19 19 crepitações, exostoses e espessamento de ligamentos (DYSON, 2002; SCHMITZ et al., 2010). Os movimentos de flexão e extensão das articulações são empregados para induzir ou exacerbar uma claudicação durante o exame clínico. Estes movimentos são realizados porque provocam dor, devido a compressão e extensão dos tecidos, aumento das pressões intra-articulares e intra-ósseas subcondral, compressão e distensão da cápsula articular, constrição vascular e ativação de receptores da dor na articulação e tecidos moles adjacentes (ALVES, 2004). B) Anestesia diagnóstica A anestesia diagnóstica é específica apenas para identificação e confirmação da origem da claudicação. Em alguns casos fornece informações consistentes sobre a origem da claudicação quando comparada a outra modalidades diagnósticas, como os exames radiográficos e ultrassonográficos (CARTER, 2005; NEVES, 2010). C) Radiografia O exame radiográfico é considerado excelente para visualizar ossos e articulações, mas inadequado para observar estruturas específicas dos tecidos moles (CARRIG, 1997; VIEIRA, 2010). A qualidade do exame pode ser influenciada pelo posicionamento do paciente, ajustes da exposição radiográfica, combinação filme-écran, tamanho do chassi, uso inapropriado de grade, qualidade do filme e processo de revelação (MORGAN, 1999; WALTER & RENBERG, 2005; BORGES, 2006). O método é um dos mais utilizados para estudar articulações, por ser menos invasivo, de fácil realização e baixo custo (WALTER & RENBERG, 2005). Conforme CARRIG (1997), entre as áreas ósseas associadas com articulações que podem ser avaliadas pelo exame radiográfico estão: a placa óssea subcondral, o osso subcondral trabecular (epífise), as margens articulares e as áreas onde ligamentos, tendões e cápsula articular se unem. O

20 20 espaço articular aparece como uma área radioluscente entre as superfícies da placa óssea subcondral. Na doença articular degenerativa observa-se radiograficamente estreitamento do espaço articular, osteofitose, entesopatia, mudanças no osso subcondral e aumento do fluido sinovial (WIDMER & BLEVINS, 1994; CARRIG, 1997). Como a radiografia convencional possui resolução espacial maior que a ressonância magnética ou a tomografia computadorizada, há um melhor delineamento das irregularidades corticais ou calcificações finas dos tecidos moles (CARRIG, 1997). Entretanto, o diagnóstico de doença articular degenerativa pode ser desafiador nos estágios iniciais da doença (WALTER & RENBERG, 2005). Adicionalmente, os exames radiográficos têm como desvantagens a exposição à radiação ionizante e o fato de mostrar as superfícies com muita dificuldade em três dimensões (FREEMAN & PINSKEROVA, 2003; BORGES 2006; VIEIRA, 2010). D) Ultrassonografia Além do baixo custo, o exame ultrassonográfico apresenta as vantagens de não usar a radiação ionizante e permitir a avaliação direta da cartilagem articular e da membrana sinovial, e como principal desvantagem a impermeabilidade do osso às ondas sonoras, que limita o acesso a determinadas regiões das articulações (NEVES, 2010). Na avaliação ultrassonográfica da articulação do joelho de cães hígidos, realizada por REED et al. (1995), o ligamento patelar foi identificado como uma estrutura homogênea de baixa a moderada ecogenicidade, que no plano transversal apresentava formato oval e no plano sagital tinha formato cônico ou de fita, com espessura de 1,3 a 2,3 mm. Os ligamentos cruzados foram visualizados em plano mediosagital, com o membro em total flexão. O ligamento cruzado cranial mostrou-se mais hipoecogênico que o ligamento patelar. Os meniscos lateral e medial foram observados em imagens sagitais como estruturas homogêneas, ecogênicas e triangulares, com o ápice do triângulo apontado axialmente.

Prof André Montillo UVA

Prof André Montillo UVA Prof André Montillo UVA Doença Articular Degenerativa Sinônimos: Osteoartrite Osteoartrose: Artrose Artrose Condramalácea Artrite Degenerativa Artrite Hipertrófica Artrite Deformante Doença Articular Degenerativa

Leia mais

INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA

INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA Prof. Rodrigo Aguiar O sistema músculo-esquelético é formado por ossos, articulações, músculos, tendões, nervos periféricos e partes moles adjacentes. Em grande

Leia mais

USO DE COLÁGENO BIOATIVO COMO ADJUVANTE NA PROFILAXIA E TRATAMENTO DE ARTROPATIAS EM CÃES

USO DE COLÁGENO BIOATIVO COMO ADJUVANTE NA PROFILAXIA E TRATAMENTO DE ARTROPATIAS EM CÃES USO DE COLÁGENO BIOATIVO COMO ADJUVANTE NA PROFILAXIA E TRATAMENTO DE ARTROPATIAS EM CÃES Prof. Pós-Dr. José Ricardo Pachaly Instituto Brasileiro de Especialidades em Medicina Veterinária ESPECIALVET Programa

Leia mais

Possibilita excelente avaliação e análise morfológica, com diferenciação espontânea para :

Possibilita excelente avaliação e análise morfológica, com diferenciação espontânea para : JOELHO JOELHO RM do Joelho Possibilita excelente avaliação e análise morfológica, com diferenciação espontânea para : ligamentos, meniscos e tendões músculos, vasos e tecido adiposo osso cortical ( hipointenso

Leia mais

LESOES MENISCAIS Ricardo Yabumoto Curitiba, 09 de Abril de 2007 Introdução Forma aproximada de C Integram o complexo biomecânico do joelho Servem de extensões da tíbia para aprofundar as superfícies articulares,

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA CARTILAGEM

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA CARTILAGEM CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA CARTILAGEM Radiológicos Classificação de Tönnis de osteoartrose da anca Grau 0 Sem sinais de osteoartrose Grau I Esclerose aumentada, ligeira diminuição do espaço articular, sem

Leia mais

ESTABILIZAÇÃO DA ARTICULAÇÃO FEMOROTIBIOPATELAR EM CÃES POR MEIO DA UTILIZAÇÃO DOS IMPLANTES TIGHTROPE

ESTABILIZAÇÃO DA ARTICULAÇÃO FEMOROTIBIOPATELAR EM CÃES POR MEIO DA UTILIZAÇÃO DOS IMPLANTES TIGHTROPE ESTABILIZAÇÃO DA ARTICULAÇÃO FEMOROTIBIOPATELAR EM CÃES POR MEIO DA UTILIZAÇÃO DOS IMPLANTES TIGHTROPE Bruna Yumi Sakamoto 1 ; Lisiane Zaniboni 1 ; Claudia Russo 2 RESUMO: A ruptura do ligamento cruzado

Leia mais

Assessoria ao Cirurgião Dentista

Assessoria ao Cirurgião Dentista Assessoria ao Cirurgião Dentista Publicação mensal interna a Papaiz edição V setembro de 2014 Escrito por: Dr. André Simões, radiologista da Papaiz Diagnósticos Odontológicos por Imagem 11 3894 3030 papaizassociados.com.br

Leia mais

Lesoes Osteoarticulares e de Esforco

Lesoes Osteoarticulares e de Esforco Lesoes Osteoarticulares e de Esforco Dr.Roberto Amin Khouri Ortopedia e Traumatologia Ler/Dort Distúrbio osteoarticular relacionado com o trabalho. Conjunto heterogênio de quadros clínicos que acometem:

Leia mais

Entorse do. 4 AtualizaDOR

Entorse do. 4 AtualizaDOR Entorse do Tornozelo Tão comum na prática esportiva, a entorse pode apresentar opções terapêuticas simples. Veja como são feitos o diagnóstico e o tratamento desse tipo de lesão 4 AtualizaDOR Ana Paula

Leia mais

XXII CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA

XXII CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NA AVALIAÇÃO DA ARTICULAÇÃO DO JOELHO EM CÃES PAULA DESJARDINS BRIENZA 1, ANTÔNIO CARLOS CUNHA LACRETA JÚNIOR 2 RESUMO: A Ressonância Magnética (RM) é um excelente método de diagnóstico

Leia mais

Métodos por Imagem no Diagnóstico da Displasia Coxofemoral Canina

Métodos por Imagem no Diagnóstico da Displasia Coxofemoral Canina Métodos por Imagem no Diagnóstico da Displasia Coxofemoral Canina Bruno Baessa Chagas 1, Daniela Patrícia Vaz 2 1 Aluno do Curso de Pós-graduação em Imaginologia da Faculdade Método de São Paulo. (e-mail:

Leia mais

Alterações ósseas e articulares

Alterações ósseas e articulares Alterações ósseas e articulares Renato Cesar Sacchetto Tôrres Júlio César Cambraia Veado Índice Alterações nutricionais e metabólicas Osteopenia Osteopatia hipertrófica (pulmonar) Hipervitaminose A Osteopatia

Leia mais

COLÉGIO JARDINS. Aluno: Data: / / SÉRIE: 1º A( ) B( ) Profº Marcos Andrade

COLÉGIO JARDINS. Aluno: Data: / / SÉRIE: 1º A( ) B( ) Profº Marcos Andrade COLÉGIO JARDINS Aluno: Data: / / SÉRIE: 1º A( ) B( ) Profº Marcos Andrade TECIDO CONJUNTIVO I São aqueles que atuam nas funções de preenchimento de espaços entre órgãos, sustentação, defesa e nutrição.

Leia mais

Imagem da Semana: Radiografia e Ressonância Magnética (RM)

Imagem da Semana: Radiografia e Ressonância Magnética (RM) Imagem da Semana: Radiografia e Ressonância Magnética (RM) Imagem 01. Radiografia anteroposterior do terço proximal da perna esquerda. Imagem 02. Ressonância magnética do mesmo paciente, no plano coronal

Leia mais

Tecido Conjuntivo. Histologia Geral Msc. Rafael Quirino Moreira

Tecido Conjuntivo. Histologia Geral Msc. Rafael Quirino Moreira Tecido Conjuntivo Histologia Geral Msc. Rafael Quirino Moreira Tecido Conjuntivo Estabelecimento e manutenção da forma do corpo Papel conferido pela Matriz Extracelular MEC principal constituinte do Tecido

Leia mais

CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 PLANO DE CURSO

CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 PLANO DE CURSO CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 Componente Curricular: Patologia Geral Código: FAR 314 Pré-requisito: - Período Letivo: 2015.1 Professor:

Leia mais

Sandro Reginaldo Presidente da SBOT-GO

Sandro Reginaldo Presidente da SBOT-GO ORTOPÉDICA PARA O JORNALISTA ESPORTIVO AGRADECIMENTOS Secretaria Municipal de Esporte e Lazer Agradecemos o apoio imprescindível do presidente da Associação Brasileira de Traumatologia Desportiva e médico

Leia mais

Patologias dos membros inferiores

Patologias dos membros inferiores Disciplina de Traumato-Ortopedia e Reumatologia Patologias dos membros inferiores Prof. Marcelo Bragança dos Reis Introdução Doenças do quadril Doenças do joelho Doenças do pé e tornozelo Introdução Doenças

Leia mais

6/22/2015. Prof. Gustavo Vilela da Silveira, MSc

6/22/2015. Prof. Gustavo Vilela da Silveira, MSc Acupuntura na Osteoartrose Prof. Gustavo Vilela da Silveira, MSc Osteoartrose 1 Osteoartrose Outras denominações ; Artrose; Doença Articular Degenerativa; Artrite Degenerativa. 2 É a doença articular mais

Leia mais

TÉCNICA DE TIGHTROPE MODIFICADA NO TRATAMENTO DA RUPTURA DO LIGAMENTO CRUZADO CRANIAL EM CÃO - RELATO DE CASO

TÉCNICA DE TIGHTROPE MODIFICADA NO TRATAMENTO DA RUPTURA DO LIGAMENTO CRUZADO CRANIAL EM CÃO - RELATO DE CASO TÉCNICA DE TIGHTROPE MODIFICADA NO TRATAMENTO DA RUPTURA DO LIGAMENTO CRUZADO CRANIAL EM CÃO - RELATO DE CASO JOSÉ ARTHUR DE ABREU CAMASSA 1, LEONARDO AUGUSTO LOPES MUZZI 2, FERNANDO YOITI KITAMURA KAWAMOTO

Leia mais

TECIDO CONJUNTIVO HISTOLOGIA

TECIDO CONJUNTIVO HISTOLOGIA TECIDO CONJUNTIVO HISTOLOGIA CARACTERÍSTICAS GERAIS: - Unem e sustentam outros tecidos - Não apresentam células justapostas - Possuem vários tipos de células - Possuem matriz intercelular material gelatinoso

Leia mais

TECIDO CONJUNTIVO. (tecido conjuntivo propriamente dito)

TECIDO CONJUNTIVO. (tecido conjuntivo propriamente dito) Definições gerais Estabelece conexões e une os demais tecidos; Sustentação e manutenção da forma (estroma); Caminho para vasos e fibras nervosas; Origem: Mesoderma Características gerais formado por matriz

Leia mais

Patologia do Joelho. Cadeira de Ortopedia - FML

Patologia do Joelho. Cadeira de Ortopedia - FML Patologia do Joelho EXAME CLÍNICO DOR Difusa no processo inflamatório e degenerativo; localizada quando o problema é mecânico RIGIDEZ Comum, podendo causar claudicação AUMENTO DE VOLUME - Localizado ou

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA, ADAPTAÇÃO E SAÚDE. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

ATIVIDADE FÍSICA, ADAPTAÇÃO E SAÚDE. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior ATIVIDADE FÍSICA, ADAPTAÇÃO E SAÚDE Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior A quebra do Equilíbrio Durante a atividade física ocorre uma quebra do equilíbrio homeostático; O organismo tenta se adaptar

Leia mais

Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna

Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna 10 Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna As úlceras tróficas de perna constituem uma doença mutilante comum, que surge geralmente a partir de um pequeno trauma ou de uma infecção secundária em regiões da

Leia mais

substância intercelular sólida, dura e resistente.

substância intercelular sólida, dura e resistente. Tecido ósseo É um dos tecidos que formam o esqueleto de nosso corpo, tendo como função principal a sustentação. Além disso: serve de suporte para partes moles; protege órgão vitais; aloja e protege a medula

Leia mais

DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS. Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM

DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS. Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM LOMBALGIA EPIDEMIOLOGIA 65-80% da população, em alguma fase da vida, terá dor nas costas. 30-50% das queixas reumáticas

Leia mais

17/3/2008. Partes do Osso. Partes do Osso. Maturo. Imaturo

17/3/2008. Partes do Osso. Partes do Osso. Maturo. Imaturo Introdução ASPECTOS RADIOLÓGICOS DO ESQUELETO DE CÃES E GATOS Getty (1986) Axial coluna vertebral, costelas, esterno, crânio Apendicular ossos dos Profª Naida Cristina Borges membros Esplâncnico ossos

Leia mais

Alternativas da prótese total do quadril na artrose Dr. Ademir Schuroff Dr. Marco Pedroni Dr. Mark Deeke Dr. Josiano Valério

Alternativas da prótese total do quadril na artrose Dr. Ademir Schuroff Dr. Marco Pedroni Dr. Mark Deeke Dr. Josiano Valério Alternativas da prótese total do quadril na artrose Dr. Ademir Schuroff Dr. Marco Pedroni Dr. Mark Deeke Dr. Josiano Valério grupoquadrilhuc@hotmail.com Conceito É uma doença degenerativa crônica caracterizada

Leia mais

Lesões Meniscais. O que é um menisco e qual a sua função.

Lesões Meniscais. O que é um menisco e qual a sua função. Lesões Meniscais Introdução O menisco é uma das estruturas mais lesionadas no joelho. A lesão pode ocorrer em qualquer faixa etária. Em pessoas mais jovens, o menisco é bastante resistente e elástico,

Leia mais

Processo de Consolidação das Fraturas Consolidação Óssea

Processo de Consolidação das Fraturas Consolidação Óssea André Montillo UVA Processo de Consolidação das Fraturas Consolidação Óssea O Tecido ósseo é o único que no final de sua cicatrização originará tecido ósseo verdadeiro e não fibrose como os demais tecidos

Leia mais

Serviço de Diagnóstico por Imagem serviço de ultrassonografia e radiologia

Serviço de Diagnóstico por Imagem serviço de ultrassonografia e radiologia TÍTULO Serviço de Diagnóstico por Imagem serviço de ultrassonografia e radiologia AUTORES NUNES, H.R. 1 ; BRAGATO, N. 2 ; PÁDUA, F.M.O².; BORGES, N.C.³. PALAVRAS-CHAVE Diagnóstico por imagem, exame complementar,

Leia mais

III. 4 - Tecido Ósseo

III. 4 - Tecido Ósseo Capítulo 2: Parte 4 1 III. 4 - Tecido Ósseo É um tecido conjuntivo resistente em virtude da impregnação da sua substância fundamental pelos sais de cálcio, principalmente o fosfato e o carbonato de cálcio.

Leia mais

LESÕES TRAUMÁTICAS DO JOELHO LESÕES DOS MENISCOS. Prof. Dr. Gabriel Paulo Skroch

LESÕES TRAUMÁTICAS DO JOELHO LESÕES DOS MENISCOS. Prof. Dr. Gabriel Paulo Skroch LESÕES TRAUMÁTICAS DO JOELHO LESÕES DOS LIGAMENTOS LESÕES DOS MENISCOS Prof. Dr. Gabriel Paulo Skroch JOELHO TRAUMÁTICO-LESÕES MENISCAIS SUMÁRIO I. Aspectos anatômicos e biomecânicos II. Mecanismo de lesão

Leia mais

Doença de Paget. Definição:

Doença de Paget. Definição: Definição: É uma doença sistêmica de origem desconhecida que determina alteração no Processo de Remodelação Óssea. Apresenta um forte componente genético. Se caracteriza por um aumento focal no remodelamento

Leia mais

Tecido conjuntivo. Células. Matriz Extracelular (MEC) Abundante

Tecido conjuntivo. Células. Matriz Extracelular (MEC) Abundante Células Tecido conjuntivo Matriz Extracelular (MEC) Abundante Tecido conjuntivo I Matriz Extracelular (MEC) Tipos de tecido conjuntivo Tecido conjuntivo II Células residentes Células transitórias Tecido

Leia mais

DISSECAÇÃO ANATÔMICA DE UMA FRATURA TIBIAL: ESTUDO ANATÔMICO E MULTIDISCIPLINAR 1

DISSECAÇÃO ANATÔMICA DE UMA FRATURA TIBIAL: ESTUDO ANATÔMICO E MULTIDISCIPLINAR 1 DISSECAÇÃO ANATÔMICA DE UMA FRATURA TIBIAL: ESTUDO ANATÔMICO E MULTIDISCIPLINAR 1 SILVA, Pedro Ducatti de Oliveira e 1 ; GUIMARÃES, Nilo Borges 2 ; LUIZ, Carlos Rosemberg 3 ; BENETTI, Edson José 4 ; FIUZA,

Leia mais

DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel

DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO Claudia de Lima Witzel SISTEMA MUSCULAR O tecido muscular é de origem mesodérmica (camada média, das três camadas germinativas primárias do embrião, da qual derivam

Leia mais

Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP)

Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP) Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP) INTRODUÇÃO O ligamento cruzado posterior (LCP) é um dos ligamentos menos lesados do joelho. A compreensão dessa lesão e o desenvolvimento de novos tratamentos

Leia mais

Patologias do sistema musculoesquelético: achados de imagem

Patologias do sistema musculoesquelético: achados de imagem Patologias do sistema musculoesquelético: achados de imagem Neysa Aparecida Tinoco Regattieri 1 Rainer Guilherme Haetinger 2 1 INTRODUÇÃO As modalidades diagnósticas utilizadas para o estudo do sistema

Leia mais

DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA EM UM CÃO DA RAÇA LABRADOR RETRIEVER - RELATO DE CASO

DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA EM UM CÃO DA RAÇA LABRADOR RETRIEVER - RELATO DE CASO DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA EM UM CÃO DA RAÇA LABRADOR RETRIEVER - RELATO DE CASO DEGENERATIVE JOINT DISEASE IN A DOG BREED LABRADOR RETRIEVER - CASE REPORT MONTANHA, Francisco Pizzolato Docente do curso

Leia mais

Afecções Ósseas. Faculdade de Medicina Veterinária Diagnóstico por Imagens. Profª Anna Paula Balesdent Prof. Rodrigo Cruz

Afecções Ósseas. Faculdade de Medicina Veterinária Diagnóstico por Imagens. Profª Anna Paula Balesdent Prof. Rodrigo Cruz Afecções Ósseas Faculdade de Medicina Veterinária Diagnóstico por Imagens Profª Anna Paula Balesdent Prof. Rodrigo Cruz Definição estados patológicos que se manifestam sobre o esqueleto apendicular e axial

Leia mais

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Mecanismos da rejeição de transplantes Envolve várias reações de hipersensibilidade, tanto humoral quanto celular Habilidade cirúrgica dominada para vários

Leia mais

24/11/2009. Membros dos equinos AFECÇÕES DOS MEMBROS DOS EQÜINOS. TÉCNICAS E DIAGNÓSTICO RADIOLÓGICOS. Exame radiográfico.

24/11/2009. Membros dos equinos AFECÇÕES DOS MEMBROS DOS EQÜINOS. TÉCNICAS E DIAGNÓSTICO RADIOLÓGICOS. Exame radiográfico. Membros dos equinos AFECÇÕES DOS MEMBROS DOS EQÜINOS. TÉCNICAS E DIAGNÓSTICO RADIOLÓGICOS Exame radiográfico ainda é o mais utilizado no Brasil Confirma o diagnóstico, contribui para o prognóstico e para

Leia mais

ORIGEM: TECIDO CONJUNTIVO

ORIGEM: TECIDO CONJUNTIVO ORIGEM: TECIDO CONJUNTIVO TECIDO EPITELIAL MUITAS CÉLULAS; CÉLULAS JUSTAPOSTAS; POUCA OU NENHUMA SUBSTÂNCIA INTERCELULAR; FORMADO POR UMA OU VÁRIAS CAMADAS DE CÉLULAS; NÃO POSSUI FIBRAS; É AVASCULARIZADO;

Leia mais

Um olhar rumo ao futuro da oftalmologia veterinária

Um olhar rumo ao futuro da oftalmologia veterinária Um olhar rumo ao futuro da oftalmologia veterinária Linha Oftálmica Labyes Primeira Linha Oftálmica com Sulfato de Condroitina Labyes foi o primeiro laboratório do mundo a desenvolver uma linha oftálmica

Leia mais

Biologia - 3ª Série Histologia Data: 13 de junho de 2007

Biologia - 3ª Série Histologia Data: 13 de junho de 2007 HISTOLOGIA Conceito: Ciência que estuda os tecidos. Tecido: Conjunto de células semelhantes que juntas anatomicamante, desempenham a mesma função. TECIDO EPITELIAL Características: células muito coesas

Leia mais

TECIDO CONJUNTIVO. derme tendão

TECIDO CONJUNTIVO. derme tendão TECIDO CONJUNTIVO derme tendão Tecido adiposo cartilagem sangue osso http://medinfo.ufl.edu/~dental/denhisto/lecture_materials/conntiss1_07_nxpowerlite_1.ppt Tecido Conjuntivo Característica: vários tipos

Leia mais

COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO

COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO) Roberto Sergio Martins A síndrome do túnel do carpo (STC) é a neuropatia de origem compressiva mais frequente, incidindo em cerca de 1%

Leia mais

INTITUTO QUALITTAS CLÍNICA MÉDICA E CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS

INTITUTO QUALITTAS CLÍNICA MÉDICA E CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS INTITUTO QUALITTAS CLÍNICA MÉDICA E CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS ESTABILIZAÇÃO DO JOELHO MEDIANTE TÉCNICA EXTRACAPSULAR POR MÉTODO MINIMAMENTE INVASIVO REVISÃO DE LITERATURA E RELATO DE CASO. Luciana

Leia mais

ESTUDO DO MOVIMENTO OSTEOLOGIA

ESTUDO DO MOVIMENTO OSTEOLOGIA EB 23S DE CAMINHA CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO GESTÃO DESPORTIVA ESTUDO DO MOVIMENTO HISTOLOGIA 2011/12 PROFESSOR PEDRO CÂMARA FUNÇÕES FUNÇÕES DOS S MECÂNICA SUPORTE DUREZA ARQUITECTURA INTERNA MOVIMENTO

Leia mais

EXERCÄCIOS DE HISTOLOGIA. 1- (PUC-2006) Associe o tipo de tecido animal Å sua correlaçéo:

EXERCÄCIOS DE HISTOLOGIA. 1- (PUC-2006) Associe o tipo de tecido animal Å sua correlaçéo: EXERCÄCIOS DE HISTOLOGIA 1- (PUC-2006) Associe o tipo de tecido animal Å sua correlaçéo: 1) Tecido Ñsseo compacto 2) Tecido Ñsseo esponjoso 3) Cartilagem hialina 4) Cartilagem elöstica 5) Cartilagem fibrosa

Leia mais

Histologia animal. Equipe de Biologia

Histologia animal. Equipe de Biologia Histologia animal Equipe de Biologia Tipos de tecidos animais Tecidos epiteliais Tecidos conjuntivos Tecidos musculares http://www.simbiotica.org/tecidosanimal.htm Tecido nervoso Tecidos epiteliais Apresenta

Leia mais

FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - FUPAC

FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - FUPAC FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - FUPAC FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERLÂNDIA Imagenologia: Técnicas Radiológicas II Prof. Msc Ana Paula de Souza Paixão Biomedicina 5º P Método de diagnóstico

Leia mais

SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO. Enf. Thais Domingues

SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO. Enf. Thais Domingues SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Enf. Thais Domingues SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Composto de ossos, músculos, cartilagem, ligamentos e fáscia, proporcionando ao corpo, com sua armação estrutural uma caixa

Leia mais

Área de Biologia Craniofacial e Biomateriais

Área de Biologia Craniofacial e Biomateriais Bibliografia e tópicos para a prova de seleção 2013 (Mestrado / Doutorado) Área de Biologia Craniofacial e Biomateriais Tópicos - Mestrado e Doutorado (prova teórica*) *O candidato poderá excluir um número

Leia mais

ANATOMIA HUMANA I. Sistema Esquelético. Prof. Me. Fabio Milioni

ANATOMIA HUMANA I. Sistema Esquelético. Prof. Me. Fabio Milioni ANATOMIA HUMANA I Sistema Esquelético Prof. Me. Fabio Milioni FUNÇÕES Sustentação Proteção Auxílio ao movimento Armazenamento de minerais Formação de células sanguíneas 1 CLASSIFICAÇÃO DOS OSSOS Longos

Leia mais

CENAP CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICO EM RADIOLOGIA

CENAP CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICO EM RADIOLOGIA CENAP CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICO EM RADIOLOGIA RIVALDAR JIENTAIA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA EM LESÃO DE MENISCO CASCAVEL PR 2010 2 RIVALDAR JIENTAIA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA EM LESÃO DE MENISCO Artigo

Leia mais

Ligamento Cruzado Posterior

Ligamento Cruzado Posterior Ligamento Cruzado Posterior Introdução O Ligamento Cruzado Posterior (LCP) é classificado como estabilizador estático do joelho e sua função principal é restringir o deslocamento posterior da tíbia em

Leia mais

ESTUDO RETROSPECTIVO DE CIRURGIAS DESCOMPRESSIVAS DA COLUNA TORACOLOMBAR REALIZADAS APÓS RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

ESTUDO RETROSPECTIVO DE CIRURGIAS DESCOMPRESSIVAS DA COLUNA TORACOLOMBAR REALIZADAS APÓS RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ESTUDO RETROSPECTIVO DE CIRURGIAS DESCOMPRESSIVAS DA COLUNA TORACOLOMBAR REALIZADAS APÓS RESSONÂNCIA MAGNÉTICA JULIANY G. QUITZAN¹, NATÁLIA LEONEL FERREIRA¹, EMERSON GONÇALVES MARTINS SIQUEIRA¹, ISADORA

Leia mais

Palavras-chave: Osteoartrite, Equino, Articulação Metacarpofalângica, Radiografia e Ecografia.

Palavras-chave: Osteoartrite, Equino, Articulação Metacarpofalângica, Radiografia e Ecografia. Agradecimentos Agradeço em especial à Major Médica Veterinária Ana Teresa Silva, a minha orientadora e ao Professor Sales Luís pela ajuda incondicional na correcção da tese e ao Tenente Médico Veterinário

Leia mais

Prof André Montillo www.montillo.com.br

Prof André Montillo www.montillo.com.br Prof André Montillo www.montillo.com.br Qual é a Menor Unidade Viva? Célula Qual é a Menor Unidade Viva? Tecidos Órgãos Aparelhos Sistemas Célula Células Tecidos Órgãos Sistemas ou Aparelhos Sistemas ou

Leia mais

DISPLASIA DA ANCA. VETSET Hospital Veterinário

DISPLASIA DA ANCA. VETSET Hospital Veterinário VETSET Hospital Veterinário DISPLASIA DA ANCA Fig.1- Anca ou Articulação coxo-femoral 1- Bacia 2- Fémur 3- Acetábulo 4- Cabeça do fémur 5- Ligamento redondo 6- Cápsula articular 7- Fluído sinovial A articulação

Leia mais

Tecido Conjuntivo. Prof Leonardo M. Crema

Tecido Conjuntivo. Prof Leonardo M. Crema Tecido Conjuntivo Prof Leonardo M. Crema Variedades de Tecido Conjuntivo Propriamente dito (frouxo, denso modelado e não modelado) Com propriedades especiais (tecido elástico, reticular, adiposo, mielóide,

Leia mais

EXAME DO JOELHO. Inspeção

EXAME DO JOELHO. Inspeção EXAME DO JOELHO Jefferson Soares Leal O joelho é a maior articulação do corpo e está localizado entre os dois maiores ossos do aparelho locomotor, o fêmur e a tíbia. É uma articulação vulnerável a lesões

Leia mais

JOELHO AGUDO - REABILITAÇÃO

JOELHO AGUDO - REABILITAÇÃO JOELHO AGUDO - REABILITAÇÃO Rogério Fuchs Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho Rúbia M.Benati Docente da Disciplina de Fisioterapia

Leia mais

Lesão Meniscal. Projeto Diretrizes. Autoria: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia

Lesão Meniscal. Projeto Diretrizes. Autoria: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Lesão Meniscal Autoria: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Elaboração Final: 1 de setembro de 2008 Participantes: Fontenelle CRC, Abreu AV, Albuquerque RP O Projeto Diretrizes, iniciativa

Leia mais

Histologia Animal. - Estuda a classificação, estrutura, distribuição e função dos tecidos animais.

Histologia Animal. - Estuda a classificação, estrutura, distribuição e função dos tecidos animais. Histologia Animal - Estuda a classificação, estrutura, distribuição e função dos tecidos animais. - Tecidos: Grupamento de células harmonizadas e diferenciadas que realizam uma determinada função. - Principais

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE TRAUMA OCLUSAL E DOENÇAS PERIODONTAIS

RELAÇÃO ENTRE TRAUMA OCLUSAL E DOENÇAS PERIODONTAIS RELAÇÃO ENTRE TRAUMA OCLUSAL E DOENÇAS PERIODONTAIS Por Carlos Marcelo da Silva Figueredo, DDS, MDSc, PhD cmfigueredo@hotmail.com www.periodontiamedica.com Introdução A associação do trauma oclusal (TO)

Leia mais

APLICAÇÃO DO ULTRASSOM NA ESTÉTICA CORPORAL NO TRATAMENTO DO FIBRO EDEMA GELÓIDE (FEG).

APLICAÇÃO DO ULTRASSOM NA ESTÉTICA CORPORAL NO TRATAMENTO DO FIBRO EDEMA GELÓIDE (FEG). APLICAÇÃO DO ULTRASSOM NA ESTÉTICA CORPORAL NO TRATAMENTO DO FIBRO EDEMA GELÓIDE (FEG). Cintia Tosoni Leonardo Ribeiro (*) Monia Luci Pawlowski (*) Tatiane Costa de Sousa (*) (*) Acadêmicas do CST em Estética

Leia mais

TECIDO CONJUNTIVO. Embrionário. - Conjuntivo Propriamente Dito. - Especializados - Cartilaginoso - Ósseo - Sanguineo

TECIDO CONJUNTIVO. Embrionário. - Conjuntivo Propriamente Dito. - Especializados - Cartilaginoso - Ósseo - Sanguineo TECIDO CONJUNTIVO Embrionário - Conjuntivo Propriamente Dito - Especializados - Cartilaginoso - Ósseo - Sanguineo Origem Embrionária Mesoderma Células Mesenquimais Funções Gerais Fornecer suporte estrutural

Leia mais

TÍTULO: CARACTERÍSTICAS DOS IDOSOS COM OSTEOARTROSE EM TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM GRUPO NA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA DA UNAERP

TÍTULO: CARACTERÍSTICAS DOS IDOSOS COM OSTEOARTROSE EM TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM GRUPO NA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA DA UNAERP TÍTULO: CARACTERÍSTICAS DOS IDOSOS COM OSTEOARTROSE EM TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM GRUPO NA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA DA UNAERP CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA

Leia mais

Prof. Diogo Mayer Fernandes Disciplina de Patologia e Clínica Cirúrgica I Curso de Medicina Veterinária Faculdade Anhanguera de Dourados

Prof. Diogo Mayer Fernandes Disciplina de Patologia e Clínica Cirúrgica I Curso de Medicina Veterinária Faculdade Anhanguera de Dourados Prof. Diogo Mayer Fernandes Disciplina de Patologia e Clínica Cirúrgica I Curso de Medicina Veterinária Faculdade Anhanguera de Dourados INTRODUÇÃO - COMUMENTE AFETA CÃES - ANORMALIDADES DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

DOENÇA DE LEGG-CALVÉ- PERTHES EM HAMSTER SÍRIO (MESOCRICETUS AURATUS) - RELATO DE CASO

DOENÇA DE LEGG-CALVÉ- PERTHES EM HAMSTER SÍRIO (MESOCRICETUS AURATUS) - RELATO DE CASO 1 RAPHAEL DE CARVALHO CLÍMACO 1, MAÍRA SANTOS SEVERO CLÍMACO 2, JÉSSICA SOUZA DIAS 3, CAMILA CAROLINE CARLINI 3, WEMERSON DE SANTANA NERES 3, DANIELA DOS SANTOS 3 1 Médico Veterinário Autônomo, Centro

Leia mais

2 Imagens Médicas e Anatomia do Fígado

2 Imagens Médicas e Anatomia do Fígado 2 Imagens Médicas e Anatomia do Fígado Neste capítulo são apresentados os tipos de dados utilizados neste trabalho e a anatomia do fígado, de onde foram retiradas todas as heurísticas adotadas para segmentação

Leia mais

Por outro lado, na avaliação citológica e tecidual, o câncer tem seis fases, conhecidas por fases biológicas do câncer, conforme se segue:

Por outro lado, na avaliação citológica e tecidual, o câncer tem seis fases, conhecidas por fases biológicas do câncer, conforme se segue: 8 - O câncer também tem fases de desenvolvimento? Sim, o câncer tem fases de desenvolvimento que podem ser avaliadas de diferentes formas. Na avaliação clínica feita por médicos é possível identificar

Leia mais

Dra. Maria Izabel Gallão. Matriz Extracelular

Dra. Maria Izabel Gallão. Matriz Extracelular Matriz Extracelular - a matriz extracelular (MEC) corresponde aos complexos macromoleculares relativamente estáveis, formados por moléculas de diferentes naturezas que são produzidas, exportadas e complexadas

Leia mais

Artropatias inflamatórias crônicas

Artropatias inflamatórias crônicas Disciplina de Traumato-Ortopedia e Reumatologia Artropatias inflamatórias crônicas Prof. Marcelo Bragança dos Reis Introdução Principais manisfestações músculo-esqueléticas das doenças reumatológicas -

Leia mais

Técnico em Biotecnologia Módulo I. Biologia Celular. Aula 4 - Sistema de Endomembranas. Prof. Leandro Parussolo

Técnico em Biotecnologia Módulo I. Biologia Celular. Aula 4 - Sistema de Endomembranas. Prof. Leandro Parussolo Técnico em Biotecnologia Módulo I Biologia Celular Aula 4 - Sistema de Endomembranas Prof. Leandro Parussolo SISTEMA DE ENDOMEMBRANAS Se distribui por todo o citoplasma É composto por vários compartimentos

Leia mais

ULTRA-SOM THIAGO YUKIO FUKUDA

ULTRA-SOM THIAGO YUKIO FUKUDA ULTRA-SOM THIAGO YUKIO FUKUDA Freqüência > 20kHz Depende de um meio para se propagar O que acontece quando a onda atinge um novo material? Refração: mudança na direção da onda sonora. Reflexão: A onda

Leia mais

DENSIDADE. Aspecto Anatômico

DENSIDADE. Aspecto Anatômico Prof André Montillo O Fator Determinante para Definir uma Imagem DENSIDADE São as Variadas Densidades dos Tecidos Orgânicos que Reproduzem as Diferentes Imagens nos Exames por Imagem Aspecto Anatômico

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO EMENTAS DISCIPLINAS MATRIZ 3 1º AO 3º PERÍODO 1 º Período C.H. Teórica: 90 C.H. Prática: 90 C.H. Total: 180 Créditos: 10

Leia mais

Lesões Labrais ou Lesão Tipo SLAP

Lesões Labrais ou Lesão Tipo SLAP INTRODUÇÃO Lesões Labrais ou Lesão Tipo SLAP Desde que os cirurgiões ortopédicos começaram a utilizar câmeras de vídeo, chamadas artroscópios, para visualizar, diagnosticar e tratar problemas dentro da

Leia mais

HIPERFLEXÃO DO CARPO EM CÃO ADULTO RELATO DE CASO

HIPERFLEXÃO DO CARPO EM CÃO ADULTO RELATO DE CASO 1 HIPERFLEXÃO DO CARPO EM CÃO ADULTO RELATO DE CASO JULIANO MORELLI MARANGONI¹, RICARDO LIMA SALOMAO 2, ELZYLENE LÉGA PALAZZO 3, PAULA FERREIRA DA COSTA 3, PATRICIA NADJA DE OLIVEIRA REY 4, MARINA LAUDARES

Leia mais

PRP PLASMA RICO EM PLAQUETAS

PRP PLASMA RICO EM PLAQUETAS Por Dr.Marcelo Bonanza PRP PLASMA RICO EM PLAQUETAS O que é a aplicação de Plasma Rico em Plaquetas? As Plaquetas são formadas a partir do Megacariócito que tem origem na medula óssea. Cada Plaqueta guarda

Leia mais

Reparo, formação de cicatriz e fibrose. Prof. Thais Almeida

Reparo, formação de cicatriz e fibrose. Prof. Thais Almeida Reparo, formação de cicatriz e fibrose Prof. Thais Almeida Reparo Definição: Restituição incompleta do tecido lesado, com substituição apenas de algumas estruturas perdidas. Quando há acometimento do parênquima

Leia mais

Artroscopia do Cotovelo

Artroscopia do Cotovelo Artroscopia do Cotovelo Dr. Marcello Castiglia Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo Artroscopia é uma procedimento usado pelos ortopedistas para avaliar, diagnosticar e reparar problemas dentro

Leia mais

18º Imagem da Semana: Tomografia Computadorizada de Crânio

18º Imagem da Semana: Tomografia Computadorizada de Crânio 18º Imagem da Semana: Tomografia Computadorizada de Crânio Enunciado Paciente masculino, 78 anos, hipertenso, com fibrilação atrial, admitido no PA com queixa de dificuldade para deambular e confusão mental

Leia mais

DIAGNÓSTICO COLETA DE DADOS RACIOCÍNIO E DEDICAÇÃO

DIAGNÓSTICO COLETA DE DADOS RACIOCÍNIO E DEDICAÇÃO EXAME CLÍNICO DA DOENÇA PERIODONTAL DIAGNÓSTICO PERIODONTAL CONSISTE O DIAGNÓSTICO NA ANÁLISE DO PERIODONTAL HISTÓRICO DO CASO, NA AVALIAÇÃO DOS SINAIS CLÍNICOS E SINTOMAS, COMO TAMBÉM DOS RESULTADOS DE

Leia mais

Luxação do Ombro ou Luxação Gleno Umeral

Luxação do Ombro ou Luxação Gleno Umeral Luxação do Ombro ou Luxação Gleno Umeral INTRODUÇÃO Oque é Luxação Gleno Umeral? Luxação é o termo empregado quando há perda de contato entre os ossos que compõem uma articulação. No caso do ombro a articulação

Leia mais

Tecido sanguíneo. Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto

Tecido sanguíneo. Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto Tecido sanguíneo Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto Transporte Regulação Proteção Funções do Sangue Sangue É um tecido conjuntivo especializado pois apresenta sua matriz extracelular totalmente fluida. O sangue

Leia mais

Cisto Poplíteo ANATOMIA

Cisto Poplíteo ANATOMIA Cisto Poplíteo O Cisto Poplíteo, também chamado de cisto de Baker é um tecido mole, geralmente indolor que se desenvolve na parte posterior do joelho. Ele se caracteriza por uma hipertrofia da bolsa sinovial

Leia mais

Luxação da Articulação Acrômio Clavicular

Luxação da Articulação Acrômio Clavicular Luxação da Articulação Acrômio Clavicular INTRODUÇÃO As Luxações do ombro são bem conhecidas especialmente durante a prática de alguns esportes. A maior incidencia de luxção do ombro são na verdade luxação

Leia mais

O COMPLEXO DO OMBRO TENDINITE DE OMBRO. Dra. Nathália C. F. Guazeli

O COMPLEXO DO OMBRO TENDINITE DE OMBRO. Dra. Nathália C. F. Guazeli 3 Março/2013 TENDINITE DE OMBRO Dra. Nathália C. F. Guazeli GALERIA CREFITO 3 / 78.186 F O COMPLEXO DO OMBRO Para entender o que é Tendinite de Ombro, vale a pena conhecer um pouquinho como ele é composto,

Leia mais

Unidade 1 Adaptação e Lesão Celular

Unidade 1 Adaptação e Lesão Celular DISCIPLINA DE PATOLOGIA Prof. Renato Rossi Jr Unidade 1 Adaptação e Lesão Celular Objetivo da Unidade: Identificar e compreender os mecanismos envolvidos nas lesões celulares reversíveis e irreversíveis.

Leia mais

3. FORMAÇÃO DA IMAGEM

3. FORMAÇÃO DA IMAGEM 3. FORMAÇÃO DA IMAGEM 3.1 INTRODUÇÃO O sistema de geração da imagem de RM emprega muitos fatores técnicos que devem ser considerados, compreendidos e algumas vezes modificados no painel de controle durante

Leia mais

Dor no Ombro. Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo. Dr. Marcello Castiglia

Dor no Ombro. Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo. Dr. Marcello Castiglia Dor no Ombro Dr. Marcello Castiglia Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo O que a maioria das pessoas chama de ombro é na verdade um conjunto de articulações que, combinadas aos tendões e músculos

Leia mais

NEURORRADIOLOGIA CONCEITOS BÁSICOS

NEURORRADIOLOGIA CONCEITOS BÁSICOS NEURORRADIOLOGIA CONCEITOS BÁSICOS Arnolfo de Carvalho Neto (arnolfo@ufpr.br) É importante lembrar que os métodos de imagem estudam a anatomia e, por isto, são melhores para investigar as doenças que alteram

Leia mais