Revista Eletrônica de Biologia

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1 REB Volume 1 (3): 21-30, 2008 ISSN Revista Eletrônica de Biologia "Influência do Parque da Biquinha como foco de Aedes (Stegomyia) aegypti em relação a área urbana " Heidi S. M. Utsunomiya 1 ; Nathalie E. P. Lousan 1 ; Tiago Böer Breier 2. Walter Barrella 3 1 Curso de Ciências Biológicas. 2 Departamento de Morfologia e Patologia. 3 Departamento de Ciências do Ambiente. Centro de Ciências Médicas e Biológicas. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Campus Sorocaba Resumo Com o atual conhecimento científico sobre o mosquito Aedes Aegypti (Linnaeus, 1762), a medida mais eficiente para controlar epidemias, causadas por esse vetor, é a eliminação do mesmo antes de sua completa metamorfose. A pesquisa está sendo desenvolvida dentro e ao entorno do Parque da Biquinha, localizado no Jd. Emília, Sorocaba, São Paulo, Brasil, devido a sua localização em perímetro urbano, topografia acidentada e a grande presença de água, torna-se um criadouro em potencial. A pesquisa objetivou verificar a influência do Parque da Biquinha como foco/criadouro de Aedes aegypti em relação a área urbana. O trabalho foi desenvolvido durante o período de 13 de junho até 31 de outubro de Saindo do Parque em direção a área mais urbanizada foram instaladas 12 armadilhas tipo ovitrampas, para captura de ovos de Aedes. Posteriormente os ovos foram eclodidos artificialmente e as larvas identificadas. Houve uma maior representatividade de A. aegypti na região mais urbanizada, indicando assim que o parque não é foco deste. Palavras - chaves: Aedes aegypti, foco, distribuição e controle. Abstract With the current scientific knowledge on the mosquito Aedes Aegypti (Linnaeus, 1762), the measure most efficient to control epidemics, caused for this vector, is the elimination of the same before its complete metamorphosis. The research is being developed inside and around of the Park of the Biquinha, located in the Jd. Emília, Sorocaba, São Paulo, Brazil, which had its localization in urban perimeter, rough topography and the great water presence, become a criadouro in potential. The research objectified to verify the influence of the Park of the Biquinha as focus of Aedes aegypti in relation the urban area. The work was developed during the period of 13 of June up to 31 of October of Leaving the Park in direction the urban area 12 traps had been installed type ovitrampas, for egg capture of Aedes. Later the eggs had been artificially come out and the identified larvae. The urbanizada more had a bigger representation of. A.aegypti in region, indicating as soon as the park is not focus of this. Key- words: Aedes aegypti, focus, distribution and control.

2 1) Introdução O Aedes aegypti (Linnaeus,1762) é um mosquito pertencente a família dos culicídeos. Provavelmente o mosquito tenha sido trazido para o Brasil da África pelos colonizadores (SILVA; SILVA, 1999). Atualmente distribui-se nas áreas tropicais e subtropicais do planeta, sendo pouco resistente a baixas temperaturas e altitudes elevadas (HALSTEAD, 1993; SOEDARMO, 1993). Possui grande importância médica pois é transmissor de arboviroses. Sendo o principal vetor da dengue no Brasil, e por isso popularmente conhecido por essa denominação. (FORATTINI, 1965; NEVES; MELO; LINARDI, 2005). No Brasil o mosquito da dengue foi erradicado e re-introduzido diversas vezes, com a grande industrialização e urbanização desorganizada houve o surgimento de favelas, e com estas a diminuição de saneamento básico e o acúmulo de lixo e entulhos (GUBLER, 1997; GLASSER; GOMES, 2000), contribuindo para a re-emergência do Aedes aegypti e consequentemente da dengue (TEIXEIRA; BARRETO, 1996). O Aedes aegypti desenvolve-se por metamorfose completa (holometábolo), sendo o seu ciclo de vida constituído por quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto alado. Para amadurecimento dos ovários a fêmea realiza repasto sangüíneo (hematofagia). Seus hábitos são domiciliares e peridomiciliares (urbano), e prefere realizar a hematofagia em humanos. A fêmea do mosquito ataca de manhã ou ao entardecer, picando uma pessoa a cada vinte ou trinta minutos (preferindo pés e tornozelos por sobrevoar baixo), seu ciclo de vida dura cerca de trinta dias. Sua picada é quase indolor por possuir uma substância anestésica em sua saliva. Durante hematofagismo o Aedes aegypti suga o sangue do hospedeiro, podendo contrair e/ou transmitir doenças (febre amarela urbana e dengue) se o mesmo estiver contaminado. (FORATTINI, 2002). A fêmea realiza a postura na parede de qualquer recipiente contendo água, tendo como preferência pneus, caixas d agua, garrafas, etc. (FORATTINI; BRITO, 2003; HONÓRIO; LOURENÇO-DE-OLIVEIRA, 2001), podendo voar de trinta a 22

3 cinquenta metros a procura de um criadouro (DONALISIO; GLASSER, 2002). Ela deposita de dez a trinta ovos por criadouro, facilitando assim sua sobrevivência e dispersão. Os ovos possuem coloração translúcida, mas logo depois da postura se tornam negros e brilhantes, estes são as formas mais resistentes do ciclo biológico, podendo sobreviver até mais de um ano em ambiente seco esperando o próximo contato com a água para eclodir e se desenvolver, possibilitando ao mosquito ampla sobrevida. Existe a possibilidade de fêmeas grávidas infectadas com o vírus de a dengue contaminarem seus ovos (transmissão transovariana). (FORATTINI et al., 1993). A luta contra o vetor Aedes aegypti depende da eliminação de seus criadouros em potencial, que consistem em recipientes artificiais de água limpa e parada (PEREIRA, 1996), dependendo da colaboração de toda a população e não só dos órgãos de saúde pública (BRASIL, 2000). A pesquisa visa investigar se o Parque da Biquinha é um possível foco de Aedes aegypti para a área urbana de Sorocaba. 2) Materiais e Métodos Foi escolhido para estudo o Parque Ecológico da Biquinha, localizado em Sorocaba, Estado de São Paulo. O parque possui um território de cerca de um alqueire. Sua paisagem é composta de plantas de várias regiões brasileiras, atraindo diversas espécies animais, especialmente da ornito-fauna. Localiza-se numa região de topografia acidentada, fazendo parte de uma bacia hidrográfica com lago e pequenas quedas d'água. Há uma grande população em torno do parque, este recebe muitas visitas de escolas. No setor de recursos humanos há cinco funcionários, sendo três administrativos e apenas dois externos, justificando assim a situação precária na qual o Parque se encontra. A escolha do parque foi devido a sua localização urbana e grande população de culicídeos. 23

4 Parque da Biquinha Figura 1: Representação de mapa do Parque da Biquinha, com esquema de disposição das armadilhas. Para capturar ovos de Aedes foram instaladas 12 armadilhas, sendo cada uma destas compostas por um recipiente plástico preto com um dreno, esta contendo uma mistura de solução de feno e água (REITER; AMADOR; COLON, 1991), uma palheta de madeira (eucatex) de aproximadamente 12X2,5 cm e um clipes de papel para fixá-la; sendo esse modelo de armadilha conhecido como ovitrampa (BRAGA et al., 2000; FAY; ELIASON, 1966). Foram dispostas três armadilhas dentro do parque, e as demais foram distribuídas em três ruas paralelas ao parque em direção a área urbana, sendo que cada rua possuía mais 3 armadilhas, totalizando assim 12 armadilhas. Como demonstrado na Figura foram projetadas 4 linhas horizontais imaginárias, distantes 50 metros umas das outras. Sendo cada linha denominada por sua distância do parque (0m, 50m, 100m e 150m). 24

5 A verificação das armadilhas foi realizada a cada 7 dias, substituindo-se a palheta e adicionando água quando o nível desta estiver baixo, as palhetas coletadas foram acondicionadas em uma caixa para evitar que os ovos sejam danificados. Estas foram colocadas para secar em temperatura ambiente. Após a secagem as palhetas foram analisadas em laboratório com a utilização de lupas para verificar a presença de ovos. Todas as palhetas independente de positivas ou não foram colocadas em copos plásticos com água para eclosão dos ovos. Cerca de 3 dias após a eclosão as larvas são acondicionadas em recipientes de vidro com álcool a 70% para sua conservação. Na identificação foi utilizado um microscópio e uma chave de identificação de culicídeos no Estado de São Paulo. Os dados foram analisados conforme a disposição das linhas (quantidade de ovos e larvas dentro das armadilhas) mediante a comparação de proximidade do parque. 3) Resultados e Discussão Foram realizadas coletas no período de 13 de junho a 31 de outubro de 2006, totalizando 20 coletas em 5 meses, acompanhando algumas mudanças climáticas de acordo com as estações do ano. Ao todo foram identificadas 2504 larvas, sendo que destas 1257 são A. aegypti e 1247 são A. albopictus Os resultados obtidos estão descritos abaixo nas Tabelas 1 e 2: 25

6 Tabela 1: Informações sobre distribuição de ovos e larvas de Aedes durante o período de junho-outubro de 2006 Número de palhetas Número total de positivas larvas Larvas A. aegypti Distâncias 0m 50m 100m 150m 0m 50m 100m 150m 0m 50m 100m 150m Total Semanas Tabela 1: Número de palhetas positivas, número total de larvas e número de larvas de A. aegypti em relação às semanas que foram realizadas as coletas e a distância das armadilhas do Parque (linha- 0m), além do total de larvas e palhetas positivas de acordo com a distância destas do parque. 26

7 Tabela 2: Temperatura média, pluviosidade e número de palhetas positivas no período de junho- outubro de Semanas N de Temperatur Pluviosidad palhetas a média e (mm) positivas ( C) Como demostrado na tabela 1, foram encontrados números muito próximos de A. aegypti e A. albopctus. Houve predominância de larvas de A. albopictus dentro do parque (linha- 0m), e a maior representação de A. aegypti está na área mais urbanizada, confirmando assim que o A. aegypti é um pernilongo de hábitos predominantemente domiciliares e peridomiciliares (DONALISIO; GLASSER, 2002; HONÓRIO; LIMA-CAMARA; LOURENÇO-DE-OLIVEIRA, 2006). Indicando assim que o Parque não é foco de A. aegypti para a área urbana de Sorocaba. As semanas que apresentaram o maior número de larvas também foram as que possuíam os maiores valores de temperatura média, assim encontrou-se uma correlação positiva entre a temperatura e o número de palhetas positivas (r=0,58), 27

8 isto é, quanto maior a temperatura maior o número de ovos (GLASSER; GOMES, 2002). Porém com o índice de pluviosidade não se verificou correlação (r~=0). Durante as coletas observou-se na linha 100m a presença de uma casa vazia, a qual possuía uma piscina aberta e esta se encontrava como criadouro artificial para pernilongos aparentemente infestando a localidade. Isso demonstra um descuido da imobiliária responsável e dos donos do imóvel, prejudicando toda a comunidade local, oferecendo riscos para a população por ser um ambiente favorável para procriação de culicídeos de importância epidemiológica. 4) Conclusão A partir dos dados obtidos no presente trabalho conclui-se que o parque não é foco de A. aegypti para a área urbana. Agradecimentos Aos funcionários da SUCEN de Sorocaba Simone Luchetta Reginato Nogueira, Silvio Carvalho da Silva, Carmélia Teixeira Rabesco e Ana Paula Di Lorenzo Queiros pelo auxílio técnico. A diretora do Lia Wenzel Leme dos Santos (in memorian) e demais funcionários do Parque da Biquinha. Aos moradores próximos ao Parque da Biquinha por disponibilizarem um local para a instalação das armadilhas. 5) Referências BRAGA, I. A. et al. Comparação entre pesquisa larvária e armadilha de oviposição, para detecção de Aedes aegypti. Rev. Soc. Bras. Med. Trop., Uberaba, v. 33, n. 4, p , Disponível em: < BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Dengue- Vigilância Epidemiológica e Atenção ao Doente. Brasília, DF,

9 DONALISIO, M. R.; GLASSER, C. M. Entomological surveillance and control of dengue fever vectors. Rev. Bras. Epidemiol., São Paulo, v. 5, n. 3, p , FAY, R. W.; ELIASON, D. A. A preferred oviposition site as a surveillance method for Aedes aegypti. Mosquit. News, California, v. 26, p , FORATTINI, O. P. Entomologia Médica. Médica. São Paulo: Edusp, São Paulo: Edusp, 1965.,Culicidologia FORATTINI, O.P. et al. Studies on mosquitoes (Diptera: Culicidae) and antropic environment. 4 Survey of resting adults and synantropic behavior in South Eastern, Brazil. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 27, n. 3, p ,1993. FORATTINI, O. P.; BRITO, M. Reservatórios domiciliares de água e controle do Aedes aegypti. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 37, n. 5, Disponível em: < sdomiciliaresdengue.pdf>. GLASSER, C. M.; GOMES, A. C. Infestation of S. Paulo State, Brazil, by Aedes aegypti and Aedes albopictus. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 34, n. 6, p , Disponível em: < Climate and the superimposed distribution of Aedes aegypti and Aedes albopictus on infestation of São Paulo State, Brazil. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 36, n. 2, p , Disponível em: < GUBLER, D. J. Dengue and dengue hemorragic fever: Its history and resurgence as a global health problem. In: GUBLER, D. J.; KUNO, E. (Ed.). Dengue and dengue in hemorrhagic fever. New York: CAB International, p HALSTEAD, S. B. Global epidemiology of dengue: heat systems in disarray. Trop. Med., Nagasaki, v. 35, p , HONORIO, N. A.; LOURENCO-DE-OLIVEIRA, R. Freqüência de larvas e pupas de Aedes aegypti e Aedes albopictus em armadilhas, Brasil. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 35, n. 4, p , Disponível em: < HONORIO, N. A.; LIMA-CAMARA, T. N.; LOURENCO-DE-OLIVEIRA, R. Frequency and spatial distribution of Aedes aegypti and Aedes albopictus (Diptera, Culicidae) in Rio de Janeiro, Brazil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 22, n. 10, p , Disponível em: < NEVES, D. P.; MELO, A. L.; LINARDI, P. M. Parasitologia Humana. 11. ed. São Paulo: Atheneu, p

10 PEREIRA, M. Recipientes artificiais utilizados como criadouros por Aedes aegypti na região de Araçatuba, Estado de São Paulo Dissertação (Mestrado em Saúde Pública). Faculdade de Saúde Pública de São Paulo-USP, São Paulo, REITER, P.; AMADOR, M. A.; COLON, N. Enhacement of the CDC ovitramp with hay infusions for daily monitoring of Aedes aegypti populations. J. Am. Mosq. Control. Assoc., California, v. 7, n. 1, p , SILVA, H. H. G.; SILVA, I. G. Influência do período de quiescência dos ovos sobre o ciclo evolutivo de Aedes aegypti (Linnaeus, 1762) (Diptera, Culicidae) em condições de laboratório. Rev. Soc. Bras. Med. Trop., Uberaba, v. 32, n. 2. p , Disponível em: < SOEDARMO, S. P. The epidemiology, control and prevent of dengue hemorragic fever (DHF) in Indonésia. Trop. Med., Nagasaki, v. 35, n. 4, p , TEIXEIRA M. G.; BARRETO M. L. Porque devemos, de novo, erradicar o Aedes aegypti. Ciênc. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 1, p ,

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