Profª Drª Rosilene Horta Tavares Bolsista de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS PRO-REITORIA DE EXTENSÃO FACULDADE DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO NÚCLEO DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO EM EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO FORMAÇÃO COMUNITÁRIA PARA O TRABALHO POR MEIO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS Profª Drª Rosilene Horta Tavares Bolsista de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora Belo Horizonte, fevereiro

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS PRO-REITORIA DE EXTENSÃO FACULDADE DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO NÚCLEO DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO EM EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO RELATÓRIO FINAL / COMPLETO Edital MCT/CNPq Nº 49/2010 Inclusão Digital Projeto: FORMAÇÃO COMUNITÁRIA PARA O TRABALHO POR MEIO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS Profª Drª Rosilene Horta Tavares Bolsista de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora Belo Horizonte

3 Todos os direitos deste relatório são reservados à Universidade Federal de Minas Gerais, ao Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação, da Faculdade de Educação e à sua autora. Parte deste relatório só poderá ser reproduzida para fins acadêmicos ou científicos. Esta pesquisa, financiada pelo Conselho Nacional de Pesquisa CNPq e pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, foi desenvolvida pelo Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação. O trabalho Relatório Técnico de Pesquisa (CNPq) FORMAÇÃO COMUNITÁRIA PARA O TRABALHO POR MEIO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS de TAVARES, Rosilene Horta foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada. Com base no trabalho disponível em 3

4 En América Latina 6 de cada 10 jóvenes que trabajan tienen un empleo informal, sin protección ni derechos... "Necesitamos liderazgo para atajar los problemas que están denunciando nuestros jóvenes en las calles y plazas. No se lo dice el Director General de la OIT, sino la sociedad. La sociedad espera que le demos una respuesta". Juan Somavia Director General de la OIT OIT. Panorama Laboral Lima: OIT / Oficina Regional para América Latina y el Caribe, 2011.] 4

5 Apresentação Este documento se constitui como Relatório Final do projeto FORMAÇÃO COMUNITÁRIA PARA O TRABALHO POR MEIO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS, processo número /2010-7, do Edital MCT/CNPq nº 49/2010 Inclusão Digital e Social, com vigência de 01 de dezembro de 2010 a 23 de dezembro de Cabendo a coordenação geral do projeto à Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, denominada pelo Edital supracitado como Instituição de Execução do Projeto. Como instituições parceiras atuaram a Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte/PRODABEL e o Movimento de Promoção Social/MOPS, esta última denominada no Edital como Unidade de Inclusão Digital. A equipe executora do Projeto foi composta pelas seguintes pessoas (por ordem alfabética): Coordenação Instituição Executora Profª Drª Rosilene Horta Tavares (UFMG) MOPS Unidade de Inclusão Digital Nelma Teixeira Baptista (Coordenadora MOPS) PRODABEL/PBH Geordana Marcelia Bugarelli (Psicóloga social) Lucas Augusto Ferreira Diniz (Educador das oficinas de audio e video e DJ) Maria da Conceição Lopes Alves (Gerente de Formação/ PRODABEL) Samir Rodrigues Haddad (Superintendente de Inclusão Digital) Sergio Alves Pessoa (Educador do curso de manutenção de computadores) Silvana Márcia Veloso de Castro (Diretora de Inclusão Digital da PRODABEL) Wagner Lucio Lima Junior (Educador de informática básica) Bolsistas CNPq Daniel Alves Santos (Bolsista CNPq/ADC) Felipe Fonseca Rocha (Bolsista CNPq/IEX) Gilson Rodrigues Horta (Bolsista CNPq/IEX) Heli Cássio Monteiro (Bolsista CNPq/IEX) Jade Murto de Castro (Bolsista CNPq/ADC) Jéssica Paula das Merces Gomes (Bolsista CNPq/ADC) Nelmara Aparecida Corrêa Maia dos Santos (Bolsista CNPq/ADC) Tiago Julian Oliviera Costa (Bolsista CNPq/ADC) 5

6 Assessoria André Elias de Lelis Vilaça (Criação e gestão do banco de dados) Ana Paula Batista de Oliveira (Pedagoga do Curso Lousa Digital e Prezzi) Colaboradores/Núcleo Brian Adams O neal Soares Mato (Bolsista Prograd/UFMG) Leonardo Cordeiro Zenha (Mestre em Educação/FaE-UFMG) Manassés Ferreira Neto (Bolsista Prograd/UFMG) Patrícia Gomes Carneiro da Silva (Bolsista Prograd/UFMG) Profª Drª Suzana Dos Santos Gomes (Coordenação do Núcleo Resumo Analisa como os cursos de formação em tecnologias da informação e comunicação, especificamente Informática Básica e Montagem e Manutenção de Computadores, ministrados a partir do Projeto, em uma parceria entre a Faculdade de Educação/FaE da Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG, a Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte/PRODABEL e o Movimento de Promoção Social/MOPS, colaboraram para processos de inclusão digital e social, por meio de profissionalização e/ou inserção de jovens e adultos no mercado de trabalho, ou em espaços de trabalho, na região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais. A inserção de jovens no trabalho é importante considerando que hoje, no Brasil, há um índice de desemprego preocupante, em especial entre os jovens; e, ao mesmo tempo, há postos vagos de trabalho. Estes postos exigem níveis de qualificação técnica e intelectual não presentes em boa parte daqueles jovens que estão em busca do primeiro emprego e/ou de emprego formal. Com o intuito de profissionalização e possível ingresso em formas de trabalho foi realizado no âmbito do Projeto analisado neste Relatório um processo formativo no ano de 2011, composto por nove (09) cursos, quatro (04) oficinas, um (01) mini-curso, palestras e atividades complementares, de uma parcela de jovens e adultos moradores da região nordeste de Belo Horizonte, no entorno do Bairro São Geraldo. A pesquisa foi realizada tendo como sujeitos alunos das nove (9) turmas de profissionalização em Informática Básica e Montagem e Manutenção de Computadores e mais quatro (4) turmas do curso de DJ, Áudio e Vídeo. Como recursos de pesquisa utilizaram-se a observação direta, a análise documental e a coleta de dados por meio de quatro instrumentais (anexos 4, 5 e 6). Das nove (9) turmas de Informática Básica e Montagem e Manutenção de Computadores, em seis (6) delas se aplicou um questionário (anexo 16) que, dentre outros aspectos, teve como objetivo analisar o impacto dos cursos (antes e depois) na modificação ou não da situação de trabalho (ou nãotrabalho) dos envolvidos. Destas seis turmas, e dos noventa e seis (96) concluintes dos cursos, sessenta e quatro (64), uma amostra de 66%, responderam ao questionário. Destes 66% que o responderam, dezesseis (16 ou 25%) modificaram positivamente sua relação ocupacional. Destes dezesseis (16), doze (12 ou 18,75%) estavam desempregados antes dos cursos; e, depois deles, conseguiram emprego. Além de que quatro (4 ou 6,25%) foram promovidos no trabalho que já tinham. E dos 64 (sessenta e quatro) que responderam ao questionário, quarenta e seis (46 ou 78%) se mantiveram na mesma situação anterior ao de seu ingresso nos cursos. Conclui-se que os cursos impactaram positivamente na situação ocupacional de parcela dos concluintes. É importante considerar que este questionário foi aplicado apenas depois de cerca de três meses da conclusão dos cursos. Não foi possível, neste pequeno lapso de tempo, e com os recursos e possibilidades do projeto, aferir ainda se todos ou a maioria dos 6

7 concluintes do curso procurou, se conseguiu ou não, e por que, emprego ou ocupações de trabalho, ou se desejou isto. O estudo revelou a importância de continuidade dessa pesquisa, visando preencher tal lacuna, assim como analisar essas questões, por meio da ponderação entre o tempo médio de procura por trabalho no Brasil e a efetiva contratação em trabalho formais, ou a resolução da questão pelos trabalhadores por outras formas de trabalho e renda. De toda maneira, ficou claramente evidenciada a importância de políticas públicas, como a que foi permitida pelo Edital nº 49/2010, de criação de cursos de profissionalização aliada à pesquisa universitária, e ao rigor metodológico na condução das atividades, processo este que resultou, sem dúvidas, em melhoria das condições sociais dos setores alvos do Projeto, jovens e adultos pobres. Além de ter propiciado qualificação da formação da equipe integrante do projeto e o fortalecimento do caráter indissociável entre ensino, pesquisa e extensão da Universidade Federal de Minas Gerais. Lista de abreviaturas, siglas e símbolos CNPq- Conselho Nacional de Pesquisa FaE- Faculdade de Educação IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística MCT - Ministério de Ciência e Tecnologia MOPS - Movimento de Promoção Social OIT- Organização Internacional do Trabalho PBH- Prefeitura de Belo Horizonte PEA- População economicamente ativa PRODABEL- Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte TIC s- Tecnologias da Informação e Comunicação UFMG- Universidade Federal de Minas Gerais Lista de ilustrações Quadro 1 - Cronograma de Execução Quadro 2 - Resumo dos cursos realizados Quadro 3 - Idade, Escolaridade e Ocupação Quadro 4 - Perfil Econômico Gráfico 1 - Aproveitamento Informática Básica Gráfico 2 - Aproveitamento Montagem e Manutenção de Micor-Computadores

8 Gráfico 3 - Aproveitamento Oficinas de Áudio e Vídeo e DJ Gráfico 4 - Comparativo de Aproveitamento entre os Cursos (%) Gráfico 5 - Questionários Respondidos Gráfico 6 - Relação Ocupacional Gráfico 7 - Relação Ocupacional Sumário Apresentação... 5 Resumo... 6 Lista de abreviaturas, siglas e símbolos... 7 Lista de ilustrações... 7 Sumário... 8 Introdução Fundamentação Teórica Relação contemporânea entre tecnologia e trabalho Trabalho, desemprego e juventude no Brasil Trabalho ou escola? Descrição Metodológica Resultados e Discussões Conclusões e Recomendações Agradecimentos Referências bibliográficas e bibliografia Anexos

9 9

10 Introdução A temática dos estudos, em torno dos quais se configurou a pesquisa que ora se apresenta alguns de seus contornos neste Relatório diz respeito à relação entre sociedade contemporânea, tecnologias da informação e comunicação e o trabalho. Nessa pesquisa elegeu-se a seguinte problemática: como a formação em cursos profissionalizantes em Informática Básica e Montagem e Manutenção de Computadores pode colaborar para a profissionalização e inserção de jovens e adultos no mercado de trabalho? Delimitou-se então o assunto em torno da formação comunitária para o trabalho por meio das tecnologias digitais, também sob o ponto de vista de considerar a inclusão digital como uma forma de inclusão social, sendo tais formas de inclusão parte de uma perspectiva teórica e prática de luta por melhores condições de vida para os trabalhadores. A literatura sobre a temática do trabalho e emprego aponta que, ao longo da década de 90 no Brasil, o contexto de crise permanece no que diz respeito ao trabalho, marcado pelo desemprego prolongado, retração do emprego formal e aumento do trabalho informal, flexibilização e precarização de laços institucionais. Estudiosos de tais questões têm analisado como essa crise atingiu inclusive os segmentos que tinham proteções quanto aos vínculos empregatícios, como servidores públicos e funcionários de grandes empresas, além de homens adultos e os mais escolarizados. Entre os jovens, em todo o mundo, a taxa de desemprego teve em 2009 o maior nível em oito anos, devendo seguir o movimento de alta; o ano de 2010 registrou o número de 81,2 milhões de jovens desempregados. Na faixa etária entre 15 e 24 anos - que compõe a maior parte das pessoas que integraram o âmbito do Projeto - em 2011, o índice de desemprego chegou a 13% -, ou 81 milhões dos 623 milhões de jovens economicamente ativos, segundo aponta o relatório anual Tendências Globais de Emprego para a Juventude, organizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT, 2011). Tendo como preocupação central essa conjuntura, o Projeto de estudos desenvolvido teve como objetivo geral analisar em que medida os cursos poderiam capacitar profissionalmente jovens e adultos na área da tecnologia e informação. Contemplando em sua formação as temáticas de desenvolvimento pessoal e social, propiciando-lhes conhecimento teórico e prático a fim de contribuir para sua qualificação profissional e garantindo os processos e ações de inclusão digital. Os objetivos específicos de estudo eram os de analisar de que maneira as ações (cursos e outras) executadas auxiliariam no cumprimento do objetivo geral da pesquisa. Tais objetivos específicos visavam: capacitar jovens e adultos em cursos de TICs; despertar a consciência cidadã dos participantes a partir de temas de interesses trabalhados junto aos conteúdos técnicos; preparar os educandos para o mercado de trabalho, usando e ensinando a utilizar ferramentas atuais; promover a integração da comunidade local com a Unidade de Inclusão Digital. As hipóteses do estudo realizado (até o presente momento da elaboração deste Relatório) eram de que os cursos e as demais atividades do projeto poderiam contribuir para a inserção no trabalho de jovens de 15 a 24 10

11 anos, e de adultos também. Considerando que os cursos formariam/qualificariam jovens adultos em algumas áreas, que envolvem o conhecimento, por exemplo, em informática, rádio, televisão, fotografia, edição, filmagem. Detectou-se então que havia lacunas de formação/qualificação para o trabalho entre jovens da região nordeste de Belo Horizonte, no que dizia respeito tanto a uma formação prática, quanto teórico-crítica na área de tecnologias da informação e comunicação. Neste sentido, considerou-se que a parceria estabelecida no projeto, entre a entidade MOPS (por ser de caráter comunitário), aliada à PRODABEL, líder na cidade em projetos de inclusão digital, e a Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG (com sua expertise em pesquisa, ensino e extensão), poderia auxiliar em boa medida na solução da problemática apontada. Além de que os resultados de tal parceria poderiam ampliar a ação extensionista e o conhecimento da UFMG sobre a realidade social e suas necessidades, o que seria positivo para a formação acadêmica dos estudantes universitários envolvidos no projeto. O percurso e a metodologia da pesquisa e do projeto de ação foram condicionados por um planejamento inicial (anexo 3), elaborado por todos os principais envolvidos; assim como pelo cumprimento do mesmo. Os elementos definidos neste planejamento compuseram, de maneira interdependente, a direção e as etapas metodológicas da pesquisa, de tipo exploratória e descritiva. Sendo o acontecimento básico a própria realização/execução, conforme o projeto, dos treze (13) cursos de capacitação profissional. Tal realização direcionou e provocou indicações dos melhores caminhos para as demais ações do projeto. Considerou-se que o assunto e a problemática do projeto têm sua justificativa na consideração de que hoje, no Brasil, ainda que esteja em decréscimo, há um índice de desocupação da população da região metropolitana de Belo Horizonte, estimada em 5,2% (IBGE, 2011), que é preocupante, tendo em vista alguns fatores. Dentre os quais a existência de postos vagos de trabalho em decorrência da pouca qualificação da força de trabalho. Estes postos exigem níveis de qualificação técnica e intelectual não presentes em boa parte daqueles jovens que estão à busca do primeiro emprego e/ou de emprego formal. Um dos mais sérios problemas enfrentados pelas comunidades pobres, como as que são sede deste estudo, diz respeito à necessidade de profissionalização dos jovens adultos para que possam ingressar no mercado de trabalho. E com isto minimizar a sua situação de pobreza e possivelmente alterar sua condição de exclusão social, na qual se insere a exclusão digital. O estudo que ora se apresenta suas conclusões poderá contribuir para a implantação de novas políticas públicas de inclusão digital voltadas para o cidadão; auxiliar na redução dos índices de exclusão digital em Belo Horizonte; levar conhecimento e educação às comunidades; capacitar os usuários de TICs para o mercado de trabalho; viabilizar o acesso da população aos serviços públicos oferecidos via internet; colaborar para as políticas intersetoriais (parcerias) para a inclusão digital. Para compreender melhor a realidade social, e assim criar mecanismos de inclusão social, foi (é) importante construir indicadores, como alguns permitidos pela pesquisa; que talvez possibilitem avaliar espaços de inclusão digital, como a Unidade de Inclusão Digital (MOPS), para mensurar o impacto do acesso e da 11

12 formação em tecnologia da informação promovida para os jovens, que são oriundos das famílias de baixa renda, e que buscam qualificação e inserção no mercado formal de trabalho. Decorrem de tais elementos a relevância do estudo da temática realizada. Este Relatório foi estruturado nas seguintes partes: Uma introdução, que procura fornecer uma visão global do assunto tratado, a definição do tema e a delimitação do problema estudado, assim como esclarecer alguns dos aspectos do assunto, ademais da descrição dos objetivos do trabalho e da relevância do estudo. Em seguida apresenta-se a fundamentação teórica, em que são expostas as principais ideias sobre o assunto, seguida dos aspectos metodológicos empregados, resultados e interpretação do estudo. Na conclusão, são apresentadas as deduções levantadas ao longo da discussão teórica. 12

13 Fundamentação Teórica Pretende-se mostrar aqui algumas pesquisas e conhecimentos já construídos e publicados em torno da problemática estudada, a inserção de jovens no mercado de trabalho no Brasil atual e o papel da formação (especificamente em cursos de informática) para se alcançar trabalho. Primeiro, serão apresentadas alguns dos principais elementos constitutivos da relação contemporânea entre tecnologia e trabalho na sociedade atual. Em seguida, serão discutidas questões em torno do trabalho, juventude e desemprego no Brasil, além da relação entre trabalho e escola para os jovens pobres. O que abrirá como conclusão desta fundamentação teórica, um quadro de análise sobre o que aqui se argumenta como sendo papéis contraditórios das tecnologias da informação e comunicação hoje. Relação contemporânea entre tecnologia e trabalho Estudos diversos (dentre os quais, ANTUNES, 1995; MÉSZÁROS, 1999) vêm analisando que a nova economia, com a chamada terceira revolução industrial, está marcada pelos dividendos exorbitantes para o capital, que se efetivam através de uma drástica combinação entre a redução dos postos de trabalho em alguns setores, o aumento dos postos de trabalho em outros, e de uma difusão do trabalho precário em todo o mundo. O que ocorre em íntima relação com o desenvolvimento, ou não desenvolvimento, tecnológico. Decerto que a posição do trabalho concebido como posto de emprego estável é modificado em função do papel do conhecimento, da ciência e das novas tecnologias, como fontes de acumulação de capital. Através da chamada tecnociência, especialmente com as telecomunicações e demais tecnologias organizacionais (também a robótica, a microeletrônica, a biotecnologia, por exemplo) se aliou, como nunca, ciência com tecnologia no sentido de incrementar os processos produtivos. Com isso, substituiu-se em larga escala parte da força de trabalho por aparatos tecnológicos que executam o trabalho que antes era feito por vários trabalhadores. Assim, uma das consequências da disseminação de um novo paradigma econômico e produtivo baseado na informação é o desemprego tecnológico, com postos de trabalho sendo substituídos por softwares e leitores óticos de códigos de barras. No entanto, ao mesmo tempo em que se desempregou tal parcela dos trabalhadores, obrigou-se a outra parte da força de trabalho a adquirir novas qualificações. É preciso também considerar, em uma análise ampliada do sistema, o fato de que a transnacionalização da economia, conforme analisa Bernardo (2000, p.58), alterou o perfil da classe trabalhadora, internacionalizando uma parte dela, parte esta que se diferencia da restante por ter uma situação de emprego relativamente privilegiada. 13

14 Nesse contexto, ganha relevo o caráter de flexibilidade do trabalho, como característica central das alterações em sua configuração ou como paradigma das transformações atuais da organização do trabalho, conforme analisam Buonfiglio e Dowling (2000). Os autores explicam que quer se trate de trabalhadores do núcleo central do mercado de trabalho ainda com relativa estabilidade ou proteção quer se trate dos demais, que oscilam entre as várias formas dos chamados contratos atípicos ou da flexibilidade própria das empresas subordinadas, a flexibilidade, acompanhada de precarização, é a norma. Tal flexibilidade pode ser analisada com dois significados: como intensificação ou realização de trabalhoextra (flexibilidade funcional e no uso da força de trabalho horários, turnos, cargas de trabalho ou flexibilidade salarial, que quer dizer quase sempre menores ingressos ou salários); ou flexibilidade pode significar oscilação entre períodos de emprego e de desemprego, incertezas, ou ainda, exploração que nos leva aos primórdios da industrialização (inexistência legislação ou proteção, baixíssimos salários, longas e extenuantes jornadas). Têmse então um quadro mundial de formas assustadoras de precarização do trabalho, combinadas com desemprego, diminuição do trabalho formal, e pauperização dos trabalhadores empregados. Além da exclusão de milhares de pessoas de qualquer tipo de trabalho remunerado mais ou menos regular. Cresce com isso a pobreza global, além de que se criam divisões em escala mundial ainda mais significativas entre os trabalhadores, conforme analisa Bernardo (2000, p.59). Com esses elementos introdutórios de análise, argumenta-se a seguir sobre a situação da juventude público-alvo principal do Projeto em análise - no que diz respeito ao trabalho e ao desemprego, no Brasil. Trabalho, desemprego e juventude no Brasil Análise de BORGES (2010), por sua ainda novidade, será neste item apresentada como referência central. A autora mostra que os jovens no Brasil enfrentam hoje maiores dificuldades de acesso a posto de trabalho socialmente protegido, ou mesmo a qualquer posição no mercado de trabalho. Eles compõem um dos segmentos da chamada força de trabalho secundária (jovens e mulheres), em especial aqueles com baixa escolaridade e sem os diplomas mais elevados. Grande parte destes jovens encontra-se em situação de desemprego aberto ou oculto. Ainda que, em 2009, tenha havido a recuperação do chamado "emprego formal", Borges (2010) aponta que mais da metade dos ocupados residentes em áreas urbanas ainda estava em postos de trabalho socialmente desprotegidos, revelando os limites da atual recuperação de empregos do núcleo duro de mercado de trabalho. De fato, a questão do desemprego e/ou subemprego de jovens é uma das mais preocupantes nos dias atuais, em todo o mundo. Segundo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT, 2011), no ano de 2009, a taxa de desemprego juvenil, no mundo, atingiu seu maior nível já registrado desde que iniciou o levantamento em Na atualidade, tem-se observado que o nível maior de desempregados está na juventude 14

15 com idade que varia entre 15 a 24 anos. Em 2008, o índice de desemprego entre pessoas com tal espaço de idade chegou a 13% - ou 81 milhões dos 623 milhões de jovens economicamente ativos. Na comparação com os adultos, a taxa de desemprego foi 2,8 vezes superior. No Brasil a taxa chega a ser até 3,2 vezes maiores. Tal tendência é analisada pela OIT (2011, p 17), que afirma que desde fins dos anos dois mil a taxa de desemprego urbano dos jovens triplica a dos adultos. Além disto, seis de cada dez jovens têm um emprego informal (do total de ocupados não agrícolas) e um de cada três só encontram emprego no setor informal. Daqueles que conseguem emprego no setor formal de empresas, trinta e sete de cada cem não estão protegidos pela segurança social, porque na prática acedem a empregos precários e são mais vulneráveis aos ciclos econômicos. Persistindo estas fissuras de trabalho decente, diz o relatório, se compromete o futuro destes jovens; e reverter esta situação demanda compromisso e vontade política dos governantes e atores sociais. Outro dado apontado pelo relatório é de que o setor terciário da economia é também o principal empregador dos jovens de 15 a 24 anos, particularmente no comércio e nos serviços. Em sete países (Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, República Dominicana, Uruguai e Venezuela) em torno de seis em cada dez jovens se ocupam no setor terciário (OIT, 2011, p.52). Por outro lado, o mesmo documento da OIT (2011, p.16) aponta que, na América Latina, as taxas de participação (no emprego) dos jovens de 15 a 24 anos diminuem na maioria dos países da região, o que sugere uma maior retenção deste segmento etário no sistema escolar. Dados de cobertura nacional indicam que a taxa de participação juvenil diminui desde 55,4% a 53,5% ao fim da década de Além disto, a proporção de menores de 18 anos que frequentam um estabelecimento educacional se incrementou em 75,4% a 79,7% no mesmo período. Ainda que a fissura que separa os jovens de um trabalho decente quer dizer um trabalho produtivo, em condições de liberdade, equidade, seguridade e dignidade humana tenha retrocedido durante a primeira década deste século, em especial devido ao aumento da taxa de assistência escolar, a redução da taxa de desemprego e o emprego informal, ao finalizar o período dita fissura continua sendo mais acentuada que no resto da população (OIT, 2011, p.16). Corrobora nessa mesma direção a constatação de que, no Brasil, no ano de 2009, jovens com escolaridade inferior ao curso universitário registraram decréscimo absoluto na ocupação, em consequência tanto da redução do contingente com escolaridade inferior ao Ensino Médio como das dificuldades de inserção do segmento juvenil no mercado de trabalho. Borges (2010) traz dois aspectos paradoxais, no que diz respeito à escolaridade. Há, ao mesmo tempo, uma rápida ampliação da oferta de vagas nos níveis Médio e Superior (criando um gap geracional de escolaridade na força de trabalho), e, de outra forma, persiste a existência de grandes contingentes de pessoas com 20 anos ou mais em um baixo patamar de escolaridade. Ainda que tenha 15

16 havido expansão da escolaridade, a mesma (a escolaridade) constitui-se fator limitador de acesso ao mercado de trabalho em postos mais qualificados (BORGES, 2010, p.03-04). Na pesquisa da autora, o grupo com menor escolaridade (até Ensino Médio incompleto) representava 57,7% da população economicamente ativa (PEA) com 20 anos ou mais; e tinha peso um pouco menor, 52,6% dos desempregados nas áreas urbanas do Brasil. Por outro lado, os jovens que haviam concluído o Ensino Médio e ainda não tinham o diploma do ensino superior correspondiam a 36,9% da PEA. Porém, representavam 41,6% dos desempregados, confirmando, diz Borges (2010, p.06), as conclusões de Dedecca (2006), de que, sem uma melhoria significativa do mercado de trabalho - o que está relacionado com o modelo de desenvolvimento seguido pelo país -, a elevação da escolaridade da população pode não resultar em maior número de ocupados, mas na elevação da escolaridade dos desempregados: no Brasil Urbano, em 2009, 51,1% dos desempregados tinham, pelo menos, o diploma do Ensino Médio. Quando adiante, neste Relatório, forem analisados os primeiros dados coletados na pesquisa será verificado em que medida, de outra forma (ainda que não seja por meio da escolarização), a realização de um curso profissionalizante terá alterado ou não o número de ocupados entre os cursistas do Projeto em análise. As mudanças na economia, ainda que demandem novas competências dos trabalhadores, também tornam a sobrequalificação uma variável fundamental para o bom desempenho do sistema produtivo, por dotá-lo de reservas; de capacidades indispensáveis para enfrentar perturbações nos processos produtivos, para facilitar e reduzir os custos das mudanças tecnológicas e gerenciais. Aponta Borges (2010, p. 07) que as novas competências (que compõem a sobrequalificação) têm como função principal potencializar a flexibilização dos processos produtivos com trabalhadores dotados das competências mínimas para a polivalência. Pode-se melhor compreender essa estratégia quando se leva em conta que, a partir de 1960, o sistema capitalista se transforma mediante a conjugação de companhias transnacionais, estabelecendo uma hegemonia de controle e poder pelas empresas e diminuindo em muito o poder do Estado, ou mesmo desagregando-o. O processo de expansão capitalista atinge, a partir dos anos 1960 um impressionante grau de poder, uma eficiente forma de administração do conjunto da sociedade, através do sistema Toyota (TAVARES, 2009). Tavares (2009, p.11) analisa que, no modo de produção Toyota, a força integradora do capital transnacional se expressa plena e horizontalmente, com um sistema flexível de produção, em que as economias de escala materiais podem diminuir porque as economias de escala sociais aumentam, devido à possibilidade de elevar ao máximo o grau de exploração da capacidade mental da força de trabalho. Há, de fato, um novo movimento de 'compressão do espaço-tempo' (Santos, 2002) no mundo capitalista que permite o incremento acelerado da mais-valia relativa. Assim, no toyotismo, se a técnica básica é ouvir o trabalhador é preciso formar nele novos tipos de virtude, novas disposições, iniciativas e motivações para o trabalho, especialmente em equipe. Vêm de tal sistema, portanto, as tais competências mínimas de que fala Borges (2010). 16

17 Dentre as quais está a capacidade de suportar o desemprego. A partir dos dados coletados em sua pesquisa, Borges (2010) polemiza com as teses que, a partir dos anos noventa, identificaram na baixa escolaridade e (ou) baixa qualificação dos trabalhadores, a determinação das dificuldades encontradas pelos desempregados e pelos desalentados. Analisa que subjacente a tais teses está a noção de culpabilização dos trabalhadores pelas suas dificuldades no mercado de trabalho. Por outro lado, aquelas teses também têm orientado boa parte da política pública de emprego e da política educacional, estimulando os empreendimentos educacionais e tirando [...] do foco do debate o modelo de desenvolvimento, as contradições inerentes ao capitalismo e a sua crise, da qual o desemprego estrutural e a precarização do trabalho - inclusive dos trabalhadores mais escolarizados - são elementos centrais. (BORGES, 2010, p.07-08). A autora, para demonstrar o caráter estrutural do desemprego entre os jovens, analisa que eles (e as mulheres) seriam os segmentos mais expostos aos riscos do atual mercado de trabalho urbano no Brasil. Isso porque, no que dizem respeito aos jovens, tais riscos acontecem ainda que haja redução do ritmo de crescimento desse grupo etário. Assim, nos anos noventa, os problemas detectados na relação jovem versus trabalho não decorreram da rápida expansão desse segmento (a onda jovem) e da pressão que ele exerce sobre o mercado de trabalho. Pode-se dizer que há complexa discussão sobre o problema da entrada precoce dos jovens pobres no mercado de trabalho, em prejuízo à sua escolarização e/ou formação profissional de nível superior. Trabalho ou escola? Estudos de Frigotto (2005, p.17) apontam que os jovens das classes trabalhadoras tendem a sofrer um processo de amadurecimento precoce, inserindo-se no mercado formal ou "informal" de trabalho. Os autores acenam assim com o que denominam de imprescindibilidade de políticas públicas no enfrentamento conjuntural e emergencial, que atentem para a particularidade e a diversidade dos grupos de jovens inseridos precocemente no trabalho. Os autores trazem em suas análises (FRIGOTTO, 2005, p.18) os estudos de Pochmann (2004, p. 226), que indicam a necessidade de políticas distributivas e emancipatórias. Dentre tais políticas estaria a garantia, pelo Estado, de uma renda mínima que levasse o jovem a retornar à escola, possibilitando assim a ele uma fonte de renda que compensasse o que ganharia trabalhando de forma precária. Ao mesmo tempo, haveria de se estabelecer políticas de resgate do papel da educação e da formação, permitindo que fosse postergando o ingresso dos jovens no mercado de trabalho e possibilitando [...] colocar à disposição de todos, condições isonômicas de competição pelos postos de trabalho existentes e vagas de geração de trabalho e renda. No contexto de análise de programas estatais de profissionalização, de outra forma, Frigotto (2005, p.18), apontam a ausência do direito de uma educação básica e sólida de qualidade para jovens pobres das classes trabalhadoras. Isso porque os programas de qualificação profissional, com diferenças na sua finalidade e organização, são apontados pelos autores como resgate de um preceito que o país já deveria ter superado 17

18 desde a revogação da Lei n /71, qual seja, tomar a qualificação profissional como política compensatória. É a educação básica com qualidade, no entanto, afirmam os autores, que [...] deveria ser garantida em qualquer idade, integrada à possibilidade de habilitação profissional mediante a qual se constituam identidades necessárias ao enfrentamento das relações de trabalho excludentes. Por fim, vale ressaltar que, no caso de alguns projetos específicos de qualificação profissional analisados pelos autores, tende neles a predominar o viés assistencialista. Política esta que retomaria [...] o fundamento que esteve na origem da educação profissional no início do século passado: formar mão-de-obra necessária ao desenvolvimento econômico e educar psicofisicamente os jovens trabalhadores para a divisão social do trabalho (FRIGOTTO, 2005, p.18). 18

19 Descrição Metodológica A pesquisa, exploratória e descritiva, desenvolveu-se tendo como campo investigativo a Unidade de Inclusão Digital, sediada no MOPS, no Bairro São Geraldo. Propôs-se investigar, por meio da realização dos cursos de capacitação profissional em Informática Básica e Montagem e Manutenção de Computadores, promoveriam inserção de cursistas no mercado de trabalho e/ou trariam impactos na situação ocupacional e melhoria nas condições sociais de suas vidas, dentre as quais a inclusão digital, sendo estes moradores do entorno do Bairro São Geraldo, em Belo Horizonte Esta investigação utilizou como métodos e técnicas as abordagens quantitativas e qualitativas. Para auxiliar no processo de investigação utilizou-se como instrumentos de coleta de dados o questionário, a observação direta e a análise documental. Para a análise das fontes bibliográfico-documentais e dos questionários respondidos elegeram-se as categorias da totalidade, do lógico e do histórico, da contradição, e do abstrato e o concreto, tendo em vista as articulações existentes entre elas. O processo de análise utilizado foi o hermenêutico-crítico, que consiste na abordagem crítica dos resultados obtidos pela análise interpretativa. O projeto iniciou-se com a partir de sua aprovação pelo CNPq. Em seguida procedeu-se à abertura da conta-pesquisador, à seleção da equipe de trabalho, composta pelos bolsistas CNPq, por educadores da PRODABEL e pelos membros do MOPS. Tal equipe, por meio de três reuniões preparatórias, elaborou um planejamento (anexo 3), no qual foram projetados: a gestão da pesquisa e dos cursos; a divulgação dos cursos nas comunidades em torno da Unidade de Inclusão Digital; a inscrição e seleção dos alunos; a gestão dos recursos; a gestão administrativa de todo o projeto; e a organização da formatura dos três conjuntos de turmas atendidas. O detalhamento dos procedimentos de pesquisa envolveu variadas ações entre si articuladas, conforme Cronograma de Execução, a seguir. 19

20 Quadro 1 - CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO Ano Mês PERÍODO AÇÕES 2010 DEZEMBRO Mensal Preparação do início dos trabalhos pela coordenação e parceiros. Seleção de bolsistas. Até DEZ/2011 Gestão administrativa dos recursos financeiros e materiais do projeto JANEIRO Mensal Até FEV/2011 Até MAR/2011 Até DEZ/2011 Reuniões com bolsistas e demais membros da equipe para estudos sobre o projeto e orientações. Abertura de inscrições para os cursos por intermédio de mobilização das comunidades do entorno do MOPS por meio da distribuição de pequenos panfletos (Anexo 01 ), cartazes (Anexo 02 ) grandes afixados em locais com grande fluxo de pessoas, ex: igrejas, escolas, padarias, lotéricas, centro cultural, dentre outros. Também foi feita divulgação através do SINE- Sistema Nacional de Emprego pelo órgão responsável da Prefeitura de Belo Horizonte. Planejamento para organização e execução dos cursos e atividades (Anexo 03) Foram criados e aplicados os seguintes instrumentais para cadastro e acompanhamento das turmas: o Formulário de inscrições (informações básicas sobre os alunos) (Anexo 04 ). o Formulário de diários de campo (relatórios de atividades semanais dentro das salas de aula) (Anexo 05). o Formulário de avaliação dos cursos (documento que os alunos responderam ao final do curso) (Anexo 06). o Certificados de conclusão dos cursos (entregues nas três formaturas) (Anexo 07). Organização das inscrições, e triagem dos candidatos pela secretaria do MOPS e bolsistas/cnpq. Apresentação (e aprovação por) do projeto aos órgãos da Faculdade de Educação da UFMG (Anexo 08) e à Pró-reitoria de extensão/proex (Anexo 09) Organização do apoio administrativo e acadêmico aos cursos no MOPS. Organização da distribuição de vales-transporte, das salas de aulas, da interface da gestão dos cursos pela PRODABEL/MOPS/UFMG. Organização das atividades de sala de aula e de sua administração. Criação de um Banco de Oportunidades, de possibilidades de emprego, através de cartazes na UID, fixados no mural. Organização de apoio aos cursistas que eram estudantes à pesquisas escolares e profissionais em sites. 20

21 Empréstimos de livros aos cursistas e orientações da bolsista na biblioteca do MOPS. Realização de reuniões periódicas, semanais e/ou mensais com educadores, bolsistas e coordenação. FEVEREIRO MARÇO AGOSTO Até MAI/2011 Junho/2011 Até OUT/2011 Até DEZ/2011 Mensal Até NOV/2011 Mensal Até OUT/2011 Até NOV/2011 Planejamento e execução de palestras de formação teórica, realizadas na Faculdade de Educação da UFMG, em torno da temática do projeto. (Anexos 10 e 11) Participação no Workshop Tecnologia Social e Políticas Públicas na América Latina, realizado na Universidade de Campinas/UNICAMP, de 13 a 14 de junho. Participação de dois integrantes do Projeto, segundo autorização do CNPq. (Anexo 12) Aplicação de instrumentais de gestão dos cursos dentre os quais um primeiro questionário de perfil sócio-econômico respondido pelos cursistas no ato de inscrição. Criação e manutenção de um blog do projeto para dinamizar as atividades e dar visibilidade ao projeto (http://tipmq.wordpress.com/). Realização dos seguintes cursos (Quadro 1) o Seis (6) Cursos de Informática Básica (manhã e tarde), com 180h cada. o Três (3) Cursos de Manutenção em Microcomputadores (manhã e tarde), com 224h cada. o Quatro (4) Oficinas de DJ/Áudio e Vídeo e de Áudio Digital/Edição de Áudio voltados à ambiente web, de 80 h cada. 1º Semestres de 2011 Oferta de disciplina optativa Tecnologias da Informação e Comunicação e Educação: Teorias E Práticas, para graduandos da universidade, na Faculdade de Educação da UFMG, em torno da temática Sociedade Atual, Tecnologia e Trabalho (Anexo 13). Apresentação do projeto para a comunidade acadêmica, nas palestras supra-citadas. 2º Semestre de Oferta de disciplina optativa Tecnologias da Informação e Comunicação e Educação: Teorias E Práticas, para graduandos da universidade, na Faculdade de Educação da UFMG, em torno da temática Sociedade Atual, Tecnologia e Trabalho (Anexo 14). agos/set/out - Questionário aplicado com a distância de um mínimo de três meses depois da conclusão do curso. (Anexo 15) Realização de cinco mini-cursos, cada um de 15h/a, sobre o sistema operacional da Lousa Digital e sua utilização pedagógica, realizadas no CRC/PRODABEL e na Faculdade de Educação/UFMG. (Anexo 16) SETEMBRO Até DEZ/2011 Criação e gestão de um Banco de Dados para propiciar a análise dos dados coletados em todos os instrumentais aplicados. (Anexo 17) Participação na 10 ª Oficina de Inclusão Digital, promovida pelo governo 21

22 DEZEMBRO Até JAN/2012 Análise dos dados coletados. federal, em Vitória/ES. Participação de dois integrantes do projeto, segundo aprovação do CNPq. (Anexo 18 ) 2012 JANEIRO Mensal Apresentação ao CNPq dos relatórios finais: - Relatórios finais dos seis cursos de Informática Básica (Anexo 19), dos três cursos de Montagem e Manutenção de Computadores (Anexo 20) e das quatro Oficinas de DJ, Áudio e Vídeo (Anexo 21). - Relatórios de avaliação de desempenho dos bolsistas (Anexados no site CNPq junto ao Relatório Técnico). - Relatório técnico e de prestação de contas. Planejamento da continuidade da pesquisa. A pesquisa geral foi realizada (e terá continuidade) tendo como sujeitos alunos das nove (9) turmas de profissionalização em Informática Básica e Montagem e Manutenção de Computadores mais quatro (4) turmas do curso de DJ, Áudio e Vídeo, e tendo como recursos de pesquisa a observação direta, a análise documental e a coleta de dados por meio de três instrumentais (anexos 4, 5 e 6). Do processo de profissionalização propriamente dito, composto pelos cursos de Informática Básica e Montagem e Manutenção de Computadores foi possível realizar uma pesquisa amostral, nos seguintes termos. Das nove (9) turmas que se formaram, seis (6) delas (as seis primeiras) foram pesquisadas no que diz respeito aos seguintes elementos: identificação e situação sócio-econômica básica; inclusão/exclusão digital; escolarização; e, situação profissional. Para tanto, foi utilizado o instrumento questionário (anexo 16), que, dentre outros aspectos, apontou elementos para se analisar possíveis impactos dos cursos (antes e depois) na modificação ou não da situação de trabalho (ou não-trabalho) dos envolvidos. E também dos impactos no fator exclusão digital. A análise de tais dados será feita no item Resultados e Discussões. 22

23 Resultados e Discussões Serão aqui apresentados os dados, a análise e a interpretação dos resultados obtidos até o presente momento de elaboração deste Relatório, considerando o interesse da instituição executora em dar prosseguimento à pesquisa. Tal apresentação será feita a partir da consideração do tema, problema e objetivos da pesquisa já anteriormente elucidados. Por meio de ações, estudo, pesquisa e formação em tecnologias da informação e comunicação a meta central era a de favorecer a inserção de jovens e adultos no mercado de trabalho. Análise aqui dos resultados será focada em tal meta. Preliminarmente, apresenta-se aqui que a atividade central no que diz respeito ao ensino e extensão, e que teve maior concentração de tempo em sua execução, se materializou nos nove cursos e quatro oficinas que ocorreram na UID/MOPS, conforme resultados quantitativos apurados e apresentados, adiante, em forma de resumo dos cursos realizados (Quadro 1), nos gráficos de aproveitamento de cada curso (Gráficos 1, 2 e 3), e no gráfico 4, um comparativo de aproveitamento entre os cursos, levando em consideração os alunos frequentes. A respeito desses cursos apresentam-se também, como anexos, três Relatórios Finais dos Cursos (Anexos 19, 20 21). Em tais relatórios se descreve e se analisa os seguintes tópicos: I Introdução; II Processo de divulgação dos cursos e inscrição; 2.1- Perfil do público inscrito; III Realização dos cursos; 3.1- Carga horária; 3.2- Conteúdos básicos dos cursos; Período/ horário de realização dos cursos e nº de inscritos; IV - Considerações sobre a realização dos cursos; V - Resultados dos cursos; VI Dificuldades diagnosticadas durante a realização dos cursos; VII - Proposições para as novas turmas; VIII - Comentários pelos alunos sobre os cursos; IX - Evento de certificação; X - Recursos Financeiros para execução dos cursos. 23

24 Cursos Curso informática básica Número de turmas Data de realização Número de inscritos Número de aprovados Número de reprovados Número de desistentes 06 20/3/11 a 27/05/ /03/11 A 19/05/ /05/ 11 a 18/08/ /05/11 a 18/08/ /09/11 a 22/11/ /09/11 a 22/11/ Subtotal Curso de Montagem e Manutenção de Computadores 03 15/03/11 a 03/06/ /06/11 a 09/09/ /09/11 a 09/12/ Subtotal Oficinas de Áudio e Vídeo e DJ 04 05/09/11 a 07/10/ /09/11 a 07/10/ /10/11 a 28/10/ /10/11 a 28/10/ Subtotal Total Geral Quadro 2 - Resumo dos cursos realizados 24

25 Gráfico 1 - Aproveitamento Informática Básica Gráfico 2 - Aproveitamento Montagem e Manutenção de Micor-Computadores 25

26 Gráfico 3 - Aproveitamento Oficinas de Áudio e Vídeo e DJ Gráfico 4 - Comparativo de Aproveitamento entre os Cursos (%) A apuração de dados da pesquisa mostra também os seguintes elementos de perfil social e econômico (quadros 2 e 3) dos participantes dos cursos de Informática Básica. 26

27 Quadro 3 - Idade, Escolaridade e Ocupação Quadro 4 - Perfil Econômico 27

28 Quanto à pesquisa do impacto dos cursos na situação ocupacional, objeto central da análise aqui, das seis turmas, e dos noventa e seis (96) concluintes do total dos cursos realizados, sessenta e quatro (64), uma amostra de 66%, responderam ao questionário (anexo 16) (gráfico 1). Gráfico 5 - Questionários Respondidos Destes 66% que responderam ao questionário, dezesseis (16 ou 25%) modificaram positivamente sua relação ocupacional (gráfico 2). Gráfico 6 - Relação Ocupacional 28

29 Destes dezesseis (16), doze (12 ou 18,8%) estavam desempregados antes dos cursos; e, depois deles, conseguiram emprego (gráfico 3). Além de que quatro (4 ou 6,3%) foram promovidos no trabalho que já tinham (gráfico 3). Gráfico 7 - Relação Ocupacional Dito de outra maneira, no universo dos sessenta e seis (66) concluintes que responderam ao questionário, o índice de desemprego era de 18,8%. Depois dos cursos este índice caiu para 6,6%. O que pode ser considerado positivo no Brasil, considerando o índice de cerca de 13% de taxa de desemprego entre jovens de 15 a 24 anos. E dos 64 (sessenta e quatro) que responderam ao questionário, quarenta e seis (46 ou 71,9%) (gráfico 3) se mantiveram na mesma situação anterior ao de seu ingresso nos cursos. Dois (2 ou 3,1%) não responderam de modo satisfatório. Dos 81,5% que responderam a questão de acesso a computador e internet, 52,2% possuíam computador em casa, mas 43,5% acessavam a internet. Pelo menos durante o curso este acesso aumentou em 25,3%, somando-se todos os que não acessavam a internet. Neste aspecto, de aumento da inclusão digital no que diz respeito ao acesso à internet, a realização dos cursos foi importante para atingir um dos objetivos do Projeto, que era o de ampliar a inclusão digital. Resta saber, no prosseguimento da pesquisa, se os concluintes dos cursos mantiveram o acesso em outros locais, como lan houses ou telecentros, ou outros meios. É o que se tem como hipótese do que tenha ocorrido, ou seja, de que os cursos criaram novas possibilidades aos jovens de acesso a informações e a conhecimentos. No que diz respeito a aspectos também de inclusão digital, apurou-se que dos noventa e quatro (94) cursistas da Informática Básica, trinta e nove (39) ou 41,4% não tinham contato com o computador e com a 29

30 usabilidade dos recursos da informática, ou seja, eram excluídos digitalmente. Concluíram o curso 91 pessoas, todas elas, portanto 96,8%, foram incluídas digitalmente. Ressalte-se, no desenvolvimento do Projeto, a importância para o seu enriquecimento das atividades formativas extra-cursos de Informática e Montagem de Computadores, para vários de seus integrantes, compostas pelas seguintes ações: a) participação de duas pessoas da equipe do Workshop Tecnologia Social e Políticas Públicas na América Latina, realizado na Universidade de Campinas/UNICAMP, de 13 a 14 de junho, que trouxe novos elementos de análise sobre o tema tecnologias sociais, inclusive concretizada na socialização para o grupo de livro sobre a temática, distribuído aos participantes no evento; b) participação de membros da equipe e de alunos dos cursos regulares, além da participação de outros educadores dos projetos de inclusão digital da PRODABEL, nos mini-cursos sobre o sistema operacional da lousa digital e sua utilização pedagógica; c) participação de dois bolsistas do CNPq do Projeto (um de Ensino Médio e outro de Ensino Superior) na 10 ª Oficina de Inclusão Digital, promovida pelo governo federal, em Vitória/ES, experiência enriquecedora para os bolsistas, que nunca tinham tido a oportunidade de estar em um evento de tal envergadura; d) participação de cursistas, de membros da equipe do Projeto e de educadores da PRODABEL em palestras realizadas na Faculdade de Educação/UFMG, ocasião em que se aliou com êxito ações do Projeto em análise com as atividades de outro projeto do Núcleo Integração das Tecnologias da Informação e Comunicação na Formação Docente, que integra do Programa de Consolidação das Licenciaturas (PRODOCÊNCIA, Edital 028/2010/ DEB/CAPES), resultando em uma interlocução social e educacional interessante entre comunidade e academia. 30

31 Conclusões e Recomendações Neste item o intuito é o demonstrar como a pesquisa propiciou a aplicabilidade de seus resultados, a incorporação de técnicas e novos conhecimentos, o impacto econômico/social, assim como realizar considerações para o desenvolvimento da área de conhecimento trabalho e tecnologia. Procura-se aqui também apontar as principais dificuldades encontradas e os ajustes efetuados que se fizeram necessários. Por fim, serão apontadas as lacunas teórico-práticas deixadas e o aceno das formas de prosseguimento da pesquisa, sob novas bases. A realização da pesquisa, por seu caráter exploratório, tanto propiciou a realização plena dos cursos, oficinas e demais atividades previstas no Projeto, quanto se aplicou no que diz respeito ao seu impacto, positivo, sobre a situação ocupacional de parcela considerável dos formandos dos cursos, como se demonstrou no item Resultados. O que leva à conclusão de que a realização de cursos como esses, ligados a uma das áreas centrais da economia hoje, tecnologias da informação e comunicação e suas interfaces com o trabalho podem/devem ter continuidade enquanto política pública no Brasil. Ou seja, os resultados obtidos comprovam a aplicabilidade, já que modificam para melhor a situação socioeconômica e educacional (inclusão digital) de parcelas de jovens e adultos pobres. Devido a que houve decréscimo do desemprego entre os cursistas, ou a conquista de postos de trabalho e/ou modificação positiva de trabalho para quem estava empregado. Tais alterações provavelmente não teria sido possíveis sem a existência do Projeto, ou de algum tipo de intervenção concreta local sobre o problema da deficiência de qualificação profissional. A realização da pesquisa foi importante, agora academicamente, por ter propiciado a incorporação de novos conhecimentos tanto sobre a realidade socioeconômica do grupo estudado em sua interface com a situação estrutural do desemprego no Brasil e no mundo, quanto desta temática com a do papel das tecnologias da informação e comunicação na nova economia. A própria dinâmica social do cotidiano da pesquisa, pelo caráter prático de suas ações, promoveu também a recriação de técnicas de pesquisa, ou a introdução de técnicas não previstas, como a de aplicação de um questionário específico depois da realização de seis dos cursos. Considerando que os instrumentais de coleta de dados inicialmente pensados não responderiam ao objetivo de saber (ainda durante a vigência do Projeto) o impacto dos cursos na realização de empregos. Pode-se afirmar que o processo da pesquisa, e seus resultados, confirmaram a importância das análises na área de trabalho e tecnologias em sua interface com a juventude no Brasil; pois ficou latente a preocupação já demonstrada por outros pesquisadores, e que aqui é reiterada, de um processo de amadurecimento precoce que os jovens das classes trabalhadoras tendem a sofrer, quando se inserem no mercado formal ou "informal" de trabalho. Os autores acenam assim com o que denominam de imprescindibilidade de políticas públicas no enfrentamento conjuntural e emergencial, que atentem para a particularidade e a diversidade dos grupos de 31

32 jovens inseridos precocemente no trabalho. Situação que reafirma premissa de que as políticas deveriam se encaminhar no sentido de promover mudanças ou reformas estruturais, visando à efetiva superação da desigualdade social, assim como a universalização da educação básica. Quanto às dificuldades encontradas para a realização da pesquisa, essas dizem respeito especialmente ao fato de que o Projeto teve um tempo curto de duração no que diz respeito à necessidade científicometodológica de distanciamento de tempo entre as ações e a possibilidade de investigação sobre elas. É importante considerar que o questionário desenvolveu a sondagem sobre a mudança de situação ocupacional do cursista sendo aplicado apenas depois de três meses da conclusão dos cursos. Não foi possível, neste pequeno lapso de tempo, e com os recursos e possibilidades do projeto, aferir, por exemplo, se todos ou a maioria dos concluintes do curso procuraram emprego ou ocupações de trabalho, ou se desejavam isto. Houve outras dificuldades no desenvolvimento do Projeto, de ordem material e de infraestrutura que comprometeram resultados ainda mais positivos. Como o fato de os computadores e outros equipamentos (como controladora) da UID/MOPS não serem em número suficiente, além de serem lentos e sem acesso amplo à internet. O que provavelmente acarretou menor aproveitamento dos cursos pelos alunos. Outro problema é de que houve dificuldade em conciliar o número de turmas estipulado pelo projeto (seis) com o cronograma de execução das etapas que envolveram as fases de divulgação, inscrição e seleção dos alunos e a realização dos cursos, paralelo ao cronograma de trabalho do local no MOPS. Detalhamento das dificuldades materiais e de infraestrutura estão detalhadas nos Relatórios dos Cursos (Anexos 19, 20 e 21). O estudo revelou também a importância de continuidade da pesquisa. Primeiramente, devido a uma surpresa ocorrida no Projeto, e que possivelmente corroborou com a alteração positiva na situação ocupacional de parte dos cursistas foi o fato de que a maioria dos alunos que cursou Informática Básica também fez o curso de Montagem e Manutenção de Computadores. E a parcela mais jovem que havia participado desses dois cursos fez também os cursos de DJ, Áudio e Vídeo, ministrados ao final do ano de O prosseguimento da pesquisa, com a realização agora de entrevistas com os cursistas poderá trazer dados claros quanto à eficácia de uma formação mais diversificada (dois ou três dos cursos) para se conseguir postos de trabalho. Pretende-se também investigar a relação entre o número de jovens e adultos que estavam em situação de desemprego antes do curso, quantos conseguiram trabalho e de que tipo (socialmente protegido ou informal), e quantos permaneceram e por quanto tempo na posição de trabalho conseguida a partir da realização dos cursos. O que poderá ser balizado pela ponderação entre o tempo médio de procura por trabalho no Brasil e a efetiva contratação em trabalho formais, ou a resolução da questão pelos trabalhadores por outras formas de trabalho e renda. Em tal quadro analítico pretende-se então aprofundar a análise no campo teórico trabalho e tecnologias, buscando assim contribuir com o avanço do conhecimento na área, ao relacionar a importância e o lugar da 32

33 formação em tecnologias da informação e comunicação no que diz respeito às suas potencialidades tanto para auxiliar na permanência no trabalho quanto para processos de inclusão digital com qualidade. Com isso pretende-se somar à natureza socializante de pesquisas que buscam evidenciar a importância de políticas públicas, como a que foi permitida pelo Edital nº 49/2010, de criação de cursos de profissionalização aliada à pesquisa universitária, e ao rigor metodológico na condução das atividades, processo este que resultou, sem dúvidas, em melhoria das condições sociais dos setores sociais-alvos do Projeto, jovens e adultos pobres.. Por fim, a aliança prática ocorrida entre dois projetos do Núcleo somando atividades de ensino, pesquisa e extensão, trouxe novos reforços ao caráter de indissociabilidade entre tais eixos, tão caro ao espírito da universidade. 33

34 Agradecimentos Agradece-se a todas as pessoas, listadas na página 05, que contribuíram de formas diferenciadas para o bom desenvolvimento do Projeto e no reto cumprimento de suas ações; e a Leonardo Cummings (Coordenação de Apoio a Pesquisa, Desenvolvimento de Aplicações/CNPq), pelo acompanhamento, pela presteza nas orientações e pelo fornecimento de informações durante toda a execução do Projeto. 34

35 Referências bibliográficas e bibliografia ALVES, G; CORSI, F.L. Precarização do trabalho e nova precariedade salarial no Brasil na década de 2000: da tessitura da redundância à intermitência da contingência salarial. In: GARZA TOLEDO, E.T. de La; NEFFA, J.C. Trabajo y modelos pnoductivos em America Latina: Argentina, Brasil, Colômbia, México y Venezuela luego de la crisis del modo de desarrollo neoliberal. Buenos Aires: CLACSO, p ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as Metamorfoses e a Centralidade do Mundo do Trabalho. São Paulo: Cortez, BECKOUCHE, Pierre. Indústria, um só mundo. São Paulo: Ática, BERNARDO, João. Gestores, Estado e capitalismo de Estado. Revista Ensaio, n. 14, jun BORGES, Ângela. As novas configurações do mercado de trabalho urbano no Brasil: notas para discussão. Cad. CRH [online]. 2010, vol.23, n.60, pp ISSN BRUNO, Lúcia. Mudanças na organização do trabalho e suas consequências para a classe trabalhadora. Belo Horizonte: Sind-UTE, março, Texto xerocopiado. DEDECCA, C.S. O trabalho no Brasil do início do século XXI. Campinas, SP: IE/Unicamp, Relatório Técnico, p. FRIGOTTO, Gaudêncio; CIAVATTA, Maria and RAMOS, Marise. A política de educação profissional no Governo Lula: um percurso histórico controvertido. Professional education policy in the Lula's administration: a controverted historical trajectory. Educ. Soc. [online]. 2005, vol.26, n.92, pp ISSN FRIGOTTO, Gaudêncio. A Política de Formação Técnico-Profissional, Globalização Excludente e Desemprego Estrutural. In: REUNIÃO DA ANPED, 21, Caxambu/MG, GORENDER, Jacob. Globalização, tecnologia e relações de trabalho. Estud. av. [online]. 1997, vol.11, n.29, pp ISSN Disponível em acesso em: 19 janeiro HIPÓLITO, R. Reestruturação educacional, neoliberalismo e o trabalho docente. In: REUNIÃO DA ANPED, 21, Caxambu/MG, IBGE. Pesquisa mensal de emprego. Disponível em Acesso em 08 janeiro LINHART, D. A desmedida do capital. São Paulo: Boitempo, MARX, Karl. Processo de trabalho e processo de valorização. In: O Capital. São Paulo: Bertrand, MÉSZÁROS, István. A ordem do capital no metabolismo social da reprodução. In: Ad Hominem. São Paulo: Estudos e Edições Ad Hominem, MÉSZAROS, I. Desemprego e precarização. Um grande desafio para a esquerda. In: ANTUNES, Ricardo (Ed.) Riqueza e miséria do trabalho no Brasil. Mundo do trabalho. São Paulo: Boitempo, OBSERVATÓRIO JOVEM. Tendências globais de emprego para a Juventude 2010: crise econômica mundial causou um aumento recorde do desemprego de jovens, diz a OIT. Disponível em:<http://www.uff.br/observatoriojovem/materia/tend%c3%aancias-globais-de-emprego-para-juventude crise-econ%c3%b4mica-mundial-causou-um-aumento- acesso em : 19 janeiro

36 ORGANIZACAO INTERNACIONAL DO TRABALHO. Desemprego juvenil no Brasil: em busca de opções à luz de algumas experiências internacionais. 2. ed. - Brasília: OIT, p. ORGANIZACAO INTERNACIONAL DO TRABALHO. Panorama Laboral Lima: OIT / Oficina Regional para América Latina y el Caribe, p. POCHMANN, M. O trabalho sob o regime pós-neoliberal no Brasil. In: GARZA TOLEDO, E.T. de La; NEFFA, J.C. Trabajo y modelos productivos em America Latina: Argentina, Brasil, Colômbia, México y Venezuela luego de la crisis del modo de desarrollo neoliberal. Buenos Aires: CLACSO, p PREFEITURA DE BELO HORIZONTE. Blog dos Cursos de Tecnologia da Informação do Programa Municipal de Qualificação. Desenvolvido por Marcos Voguinha, Rafael Frois, Ariane, Sergio, Maria da Conceição. Divulga as atividades dos cursos de tecnologia da informação do Programa Municipal de Qualificação da Prefeitura de Belo Horizonte. Disponível em: Acesso em: 20 janeiro RIFKIN, J. O fim dos empregos. São Paulo: Makron Books, SENNETT, R. A corrosão do caráter. São Paulo: Record, TAVARES, Rosilene Horta. Emancipação Humana e Sociedade Atual: um Diálogo entre Marx & Engels e Marcuse In: V Simpósio sobre Trabalho e Educação NETE, 2009, Belo Horizonte. V Simpósio sobre Trabalho e Educação TRABALHO, POLÍTICA E FORMAÇÃO HUMANA EM MARX., p THEBAUD-MONY, A; DRUCK, G. Terceirização: a erosão dos direitos dos trabalhadores na França e no Brasil. In: Graça Druck, Tânia Franco. (Orgs.). A Perda da Razão Social do Trabalho: Terceirização e Precarização. São Paulo: Boitempo, p WORLD SOCIALIST WEB SITE. Desemprego mundial entre os jovens atinge níveis recordes. Disponível em:< acesso em: 19 janeiro

37 Anexos 37

38 Anexo 01 - Panfleto divulgação do curso 38

39 Anexo 02 - Panfleto divulgação do curso 39

40 Anexo 03 - Planejamento de Execução 40

41 Etapas Periodicidade de acompanhamento Aprovação do projeto Anual UFMG Rosilene - Abertura de conta especifica Seleção da Equipe (bolsista) Elaboração do plano de trabalho detalhado: Elaboração Ponto de trabalho Semestral Anual Anual/semestral Entidade Recursos H Custeio Atividades Resultados UFMG UFMG MOPS UFMG/MOPS/PRODABEL Rosilene Nelma Conceição Rosilene Samir Conceição Nelma Rosilene Conceição Nelma - R$ ,00 - Abrir conta Informar aos parceiros e verificar saldos Cadastros dos bolsistas na plataforma Lattes CNPq Elaborar o plano Revisar o plano Bimestral Reuniões Mensais (1ª Terças-Feiras) 05/04-MOPS 03/05-UFMG - FAE - SL /06-CRC 05/07-MOPS 02/08-UFMG - FAE - SL /09-CRC 04/10-MOPS 03/11-UFMG - FAE - SL /12-CRC Bolsista UFMG 1-Pesquisar os cursistas quanto o perfil socioeconômico (amostragem) 1.1-Inicio curso 1.2-Pós Curso/profissional 1.3-Emprego 2-Sistematizar os dados das pesquisas quantitativas 2.1-Contribuir para a analise dos dados quantitativos 2.2-Contribuir para analisar os instrumentos existentes para acompanhamento dos cursistas 2.3-Contribuir para a elaboração de Relatório Tecnico com os resultados 3-Participação na divulgação dos cursos. Gestão da Conta Corrente Seleção 6 Bolsistas Contratação 6 Bolsistas Plano Operacional executivo de acordo com o financeiro Relatório de pesquisa Relatório de Prestação de contas. Entrega do diário de campo semanal. Entrega do relatório mensal das atividades de estudo. 41

42 Elaboração Ponto de trabalho Divulgação dos cursos Inscrição/seleção dos alunos Mensal UFMG/MOPS/PRODABEL Equipe - Bimestral Mensal MOPS Prodabel MOPS Gestão dos cursos Semanal Prodabel Conceição Nelma Nelma Geordana Conceição Geordana Gestão da pesquisa Quinzenal UFMG Rosilene - Gestão Administrativa Mensal/Anual UFMG/MOPS/PRODABEL Encerramento / Formatura Rosilene Conceição Nelma Anual UFMG/MOPS/PRODABEL Todos R$ ,53 R$ ,53 Bolsista MOPS Biblioteca 1- Criar Banco de Oportunidades 1.1-Apoio ao aluno à pesquisas escolares e profissionais em sites. 1.2-Divulgar Biblioteca nas comunidades e equipamentos sociais das mesmas. Bolsista MOPS 1-Mobilizar comunidade em prol do curso 2-Recebimento das inscrições dos interessados / Triagem dos mesmos. 3-Planejamento dos Cursos e Atividades 4-Monitoria dos Cursos e Atividades 5-Apoio as atividades acadêmicas e administrativas: 5.1-notas, lista de presenças 5.2-Vales, Organização das salas, Interface da Gestão Prodabel/MOPS/UFMG 6-Participação das reuniões semanais e bimestrais. 1-Cotação e Compra de Material/Equipamentos 1.1-Bens de Capital 2-Pagamentos de Recursos Humanos 3-Prestação de Contas do Projeto 4-Diárias e passagens 1-Fornecimento de Certificados 2-Organização Evento formal 2.1-Cerimonial 2.2-Convites 2.3-Reserva de espaço Entrega do diário de campo semanal (segunda-feira). Entrega do relatório mensal das atividades de estudo (1º dia útil). 42

43 Anexo 04 - Formulário de Inscrição 43

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46 Anexo 05 - Formulário Diário de Campo 46

47 47

48 Anexo 06- Avaliação Final de Curso pelo Aluno 48

49 49

50 Anexo 07- Certificado Conclusão 50

51 Anexo 08- Projeto perante FAE 51

52 Anexo 09- Projeto site Proex 52

53 Projeto site Proex 53

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56 Anexo 10- Cartaz divulgação -Palestras de formação teórica 56

57 Cartaz divulgação. Palestras de formação teórica 57

58 Anexo 11- Cartaz divulgação -Palestras de formação teórica 58

59 Cartaz divulgação. Palestras de formação teórica 59

60 Anexo 12- Tecnologia Social e Políticas Públicas na América Latina 60

61 Em sua segunda edição, evento internacional reunirá especialistas para debater e formular estratégias de desenvolvimento da Tecnologia Social na região Foto: Divulgação 01/06/ Nos dias 13 e 14 de junho, no Auditório do Centro de Convenções da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), será realizado o II Workshop Internacional Tecnologia Social e Políticas Públicas na América Latina. O evento, organizado pelo Grupo de Análise de Políticas de Inovação (GAPI/UNICAMP), busca fomentar o debate sobre desenvolvimento científico e tecnológico voltado para a inclusão social nos países da região. O livro Tecnologia Social: ferramenta para construir outra sociedade é umas das produções do GAPI, organizador do evento O Workshop tem como objetivo dar continuidade às discussões teórico-metodológicas desenvolvidas no âmbito do projeto de pesquisa de mesmo nome (Social Technologies and Public Policies in Latin America), financiado pelo International Development Research Center (IDRC/Canadá), além de pretender constituir um espaço de socialização dos resultados preliminares da pesquisa, de expansão da equipe do projeto e de constituição de uma rede latino-americana de pesquisadores envolvidos com o tema das tecnologias para a inclusão social. Ao submeter a um público amplo os resultados analítico-conceituais e empíricos alcançados com o trabalho das equipes nacionais, se propõe como um espaço de debate e de formulação de estratégias para o desenvolvimento da Tecnologia Social na América Latina. O encontro teve sua primeira edição em julho de 2010, na Universidade Nacional de Quilmes (UNQ/Argentina), sob coordenação do Prof. Dr. Hernán Thomas. Financiado pelo CPNq e com o apoio da UNICAMP, a segunda edição do evento contará com a participação de pesquisadores da Argentina, Chile e Uruguai, além de convidados como Susan Cozzens (EUA/GeorgiaTech) e Hugh Lacey (EUA/Swarthmore College). Vinculado ao Departamento de Política Científica e Tecnológica da UNICAMP, o Grupo de Análise de Políticas de Inovação (GAPI) vem há mais de uma década dedicando-se ao estudo das relações ciência-tecnologia-sociedade, a partir do emprego de enfoques como os de História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia, de Economia da Tecnologia e de Análise de Política. Tem produzido uma extensa 61

62 literatura sobre o tema das tecnologias para inclusão social, com destaque para os livros Tecnologia Social: ferramenta para construir outra sociedade (2009) e Estudos Sociais da Ciência e Tecnologia & Política de Ciência e Tecnologia: Alternativas para uma Nova América Latina (2009). Professores, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes da sociedade civil do Brasil e de outros países latinoamericanos podem fazer as inscrições até a data do evento por enviando as seguintes informações: nome completo, instituição de origem e contato. A entrada é franca. Programa 13/junho 14/junho 8:00 Credenciamento --- 8:30 Abertura Profa. Dra. Maria Beatriz Bonacelli (Unicamp) Prof. Dr. Renato Dagnino (Unicamp) Prof. Dr. HernánThomas (UNQ/Argentina) Dra. Isabel Bortagaray (IDRC) :00 Conferência 1: Tecnologia para a Inclusão Social - Hugh Lacey (Swarthmore College EUA) Comentadores: Mariano Fressoli (UNQ-Arg) e Yurij Castelfranchi (UFMG) Conferência 2: Tecnologia para a Inclusão Social - Susan Cozzens (GeorgiaTech - EUA) Comentadores: Rafael Dias (UNICAMP) e Marcos Barbosa de Oliveira (USP) 12:00 Almoço Almoço 13:30 Mesa: Experiências de Tecnologias Sociais na América Latina I - Lais Fraga e Ioli Wirth (UNICAMP) - Paula Juarez (UNQ-Arg) Mesa: Experiências de Tecnologias Sociais na América Latina II - Márcia Tait e Ednalva Felix (UNICAMP) - Santiago Garrido (UNQ-Arg) 62

63 Comentador: Pablo Catalán (U. Concepción - Chile) Comentadora: Paula Peyloubet (U. Córdoba - Arg) 15:30 Coffee Break Coffee Break 16:00 Mesa: Tecnologia Social e Economia Solidária - Eduardo Letelier (CET SUR-Chile) - Pedro Arantes (UNIFESP) Comentador: Henrique Novaes (UNESP-Marília) Mesa: Tecnologia Social e Políticas Públicas - Joelmo Oliveira (SECIS/MCT) - Rodrigo Fonseca (FINEP) Comentador: Miguel Sierra (INIA - Uruguai) 17:30 Síntese das discussões - Renato Dagnino (UNICAMP) Síntese das discussões: - Hernán Thomas (UNQ-Arg) 18:30 Encerramento Fonte: Grupo de Análise de Políticas de Inovação da Universidade Estadual de Campinas (GAPI/UNICAMP) 63

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66 Anexo 13 - Plano de Curso 1 Semestre

67 PLANO DE CURSO 1 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO: TEORIAS E PRÁTICAS 1 Semestre 2011 Profª Rosilene Horta-Tavares 2 - Gabinete da Disciplina: EMENTA: Análise crítica da relação entre tecnologias da informação e comunicação (TIC) e educação na sociedade contemporânea. Perspectivas teóricas sobre a utilização das TIC para fins educativos. Usos das TIC na educação e em sala de aula da Educação Básica. Ambientes virtuais de aprendizagem e comunidades de prática. Formação e desenvolvimento profissional de professores, educadores e outros profissionais. CONTEÚDOS: A. Sociedade e Tecnologia: história, filosofia e contradições atuais 1. História da Tecnologia 2. Filosofia da Tecnologia 3. História da Sociedade da Informação B. Perspectivas teóricas sobre a utilização das TIC para fins educativos 1. Novas perspectivas teóricas sobre o ensino, a formação e a aprendizagem C. Projetos e práticas de utilização das TIC na educação e na escola 1. Mídias eletrônicas e digitais 2. Desenvolvimento de recursos educativos digitais 3. TIC e novas metodologias 4. TIC e aprendizagem 5. TIC, inclusão e necessidades educativas especiais D. Ambientes virtuais de aprendizagem e comunidades de prática 1. Redes sociais e comunidades online 2. Comunicação e colaboração em ambientes virtuais E. Competências e desenvolvimento profissional de professores, educadores e outros profissionais 1. Letramento digital e novas qualificações profissionais 1 Este Curso integra as ações no âmbito do Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Tecnologias da Informação e Comunicação da Faculdade de Educação/CNPq//UFMG, configurando-se como expressão prática de dois projetos: Integração das Tecnologias da Informação e Comunicação na Formação Docente e Formação Comunitária para o Trabalho por meio das Tecnologias Digitais. O primeiro conta com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior DEB/CAPES, por meio do Programa de Consolidação das Licenciaturas PRODOCÊNCIA, Edital 028/2010. O segundo com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia MCT -Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social SECIS, e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPq, Edital 049/ Professora Adjunta, do setor de Didática; pesquisa em Educação, Trabalho e Tecnologias e EaD. Formada em História pela PUCMINAS (1988), Mestre em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais /UFMG (1995), Doutorado em Filosofia pela Universidade Complutense de Madri /UCM (2005), com revalidação pela UFMG como Doutora em Educação. É coordenadora do Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação. 67

68 2. Novas abordagens e novas estratégias de formação 3. Web 2.0 e o desafio do uso em sala de aula E. Educação a Distância, Games e Tecnologias Móveis 1. Tecnologias e plataformas de apoio ao ensino e à aprendizagem; Moodle 2. Serious Games e multi-user virtual games 3. Tecnologias móveis e mobile-learning PROPOSTA METODOLÓGICA: 1. O curso se estrutura por meio de análises teóricas e oficinas práticas (conforme Cronograma). O que será efetivado por meio de aulas e também por palestras e seminários. 2. Cada cursista deverá elaborar um Problema Investigativo que será o ponto de partida para a elaboração continuada durante o curso de um Texto Reflexivo. 3. Leituras e estudos individuais de textos, visando a contextualização e a adoção de um posicionamento crítico. 4. Discussões em Fóruns no Moodle para esclarecimento de dúvidas e identificação de questões centrais. 5. Atividades de aprendizagem no Moodle. 6. Realização de um trabalho em grupo a ser apresentado ao final do curso. AVALIAÇÃO: A avaliação ocorrerá tendo por pressuposto as formas de avaliação processual, formativa e somativa; durante o curso mediante a elaboração de Tarefas no Moodle. Possíveis critérios para Avaliação: 1.1 Capacidade de interação com os colegas, professoras, educadores e monitores. 1.2 Elaboração do Problema Investigativo e do Texto Reflexivo tendo por base central a realidade da escola brasileira. 1.3 Presença e participação em todas as etapas do processo ensino-aprendizagem. 1.4 Compromisso com o trabalho e com o crescimento do grupo. 1.5 Interesse e aproveitamento pessoal na busca da relação teoria e prática. 1.6 Elaboração de um trabalho ao término do curso que apresente o resultado final da aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALAVA, Seraphin et all. Ciberespaço e formações abertas: rumo a novas práticas educacionais? Porto Alegre: Artmed, O livro enfoca as mudanças nas formas de trabalhar a formação de professores mediatizada com o advento das novas tecnologias, adaptando-se as novas modalidades de ensino e de aprendizagem. Traz propostas práticas que envolvem o ciberespaço como oportunidade de valorizar as práticas de autoformação e de introduzir procedimentos inovadores para a formação de professores e para a atualização ao longo da vida. Capítulos: O ciberespaço: um dispositivo de comunicação e de formação midiatizada; Ciberespaço e práticas de formação: das ilusões aos usos dos professores; Autonomia e distância transnacional na formação a distância; Como compreender os novos dispositivos de formação?; A exploração da multimídia e da rede Internet para favorecer a autonomia dos estudantes universitários na aprendizagem; O ema educativo rejeitará a Internet? Ou as condições para uma boa integração das mídias nos dispositivos; Características e problemáticas específicas: a formação universitária pela videoconferência; Um dispositivo de aprendizagem a distância baseado na partilha de conhecimentos; Os professores e a Internet: resultados e perspectivas de uma pesquisa de campo; Distâncias e distanciamento em uma infovia africana: o exemplo da RESAFAD; Ler a Internet: abordagem documental do ciberespaço. 68

69 ARRUDA, Eucídio. Ciberprofessor: novas tecnologias, ensino e trabalho docente. Belo Horizonte: Autêntica, O livro aborda a utilização das novas tecnologias no trabalho docente, a partir da pesquisa realizada em duas escolas de Belo Horizonte, uma particular e outra da rede pública, nas quais observou a perplexidade do profissional de ensino diante dos avanços tecnológicos aplicados à educação, em contraposição à organização escolar, que pouco mudou no século XIX para cá. Analisa as profundas mudanças que as novas tecnologias provocam no ensino tradicional. Capítulos: O trabalho docente, sociedade e tecnologias; Sobre tecnologias: Sobre inovações tecnológicas e a escola: Resultados empíricos: apresentação e análise. BARRETO, Rachel Goulart. Formação de professores, tecnologias e aprendizagens. São Paulo: Loyola, O livro focaliza as relações entre a formação de professores, as tecnologias e as práticas de linguagem. Aborda as tecnologias de informação e comunicação com base na sua incorporação ao discurso pedagógico, como conjunto das práticas de linguagens do/no e sobre o ensino. O livro trata da utilização educacional das tecnologias nos mais diversos contextos: no aperfeiçoamento das situações de ensino constituídas e na constituição da modalidade de educação a distância. Capítulos: As práticas de linguagem; As Tecnologias da Informação e da Comunicação; As políticas de Formação de Professores. VALENTE, José A. (Org). Formação do educador para o uso da informática na escola. Campinas: UNICAMP, NIED, O livro trata da formação de educadores para o uso da informática que acontece nos sistemas de diferentes países. Discute referenciais teóricos e resultados práticos de ações desenvolvidas envolvendo formação de professores, a introdução da educação por projetos, uso da pedagogia do diálogo. Capítulos: Criando ambientes de aprendizagem via rede telemática; Experiências na formação de professores para o uso da informática na educação; A formação na ação do professor: uma abordagem na e para uma nova prática pedagógica; Formação do educador via telemática: relato de uma experiência; Aprender por projetos, formar educadores; Pedagogia do diálogo como estratégia inovadora para a educação presencial e a distância; Análise de um problema: as culturas de um triângulo; O Sistema Nacional de Formação de Educadores na Colômbia e sua relação com a área de tecnologia e informática; A construção de um novo modelo de capacitação docente: caso da Informática Educativa na Costa Rica. TAPSCOTT, Don. Geração digital: a crescente e irreversível ascenção da geração net. São Paulo: Makron Books, Este livro aborda como a nova geração criada na tecnologia digital está revolucionando os acontecimentos à nossa volta, usando a nova mídia centrada na Internet. Capítulos: O eco mais sonoro; A geração net; A nova geração está na dianteira; A cultura da interação; A mente n-gen; Aprendizado n-gen; A geração net brinca; A geração net consumidora; A geração net no trabalho; A n-gen e a família; Estratificação digital; líderes do futuro. TEDESCO, Juan C. Educação e novas tecnologias: esperança ou incerteza. São Paulo: Cortez; Brasília: UNESCO, O livro focaliza as novas tecnologias da informação e da comunicação na América Latina. Apresenta diversas experiências envolvendo uso das TIC na sala de aula e na formação docente. Capítulos: Educação no encontro com as novas tecnologias; As políticas educativas ante a revolução tecnológica, em um mundo de interdependência crescentes e parciais; Novas tecnologias e o desafio da educação; Oportunidades e riscos das novas tecnologias para a educação; Breves reflexões sobre a escola do futuro e apresentação da experiência aulas na rede da cidade de Buenos Aires; A experiência em aprendizagem colaborativa à distância do Instituto Tecnológico de Monterrey; Educação e comunicação: experiência brasileira em televisão educativa; A formação de professores á distância via Internet; Aprendizagem mediada por tecnologias digitais: a experiência da Costa Rica; A experiência chilena da Rede Enlaces; A experiência argentina na produção de recursos educativos para a Internet; Políticas nacionais de educação e novas tecnologias: o caso do Uruguai; Introdução de novas tecnologias: o caso da Argentina; Políticas nacionais e cooperação internacional em relação à educação e ás novas tecnologias: o caso do México; Educação, tecnologia e política: o caso do Chile. MERCADO, Luís P.; VIANA, Maria A. Projetos utilizando Internet: a metodologia webquest na prática. Maceió: Q- Gráfica/Marista, O livro traz reflexões e práticas sobre projetos envolvendo uso de tecnologias da informação e comunicação na educação, enfocando o uso da Internet incorporada à prática pedagógica e em atividades nas diversas áreas curriculares. Apresenta a metodologia webquest: relato de experiências, processo de construção e execução dos projetos pelos professores, utilização da Internet e dos recursos 69

70 tecnológicos. Capítulos: Formação de professores para aprendizagem na Internet: o webquest como investigação orientada; Práticas envolvendo projetos na metodologia webquest; Sugestões de projetos; Sites selecionados. SILVA, Marco. Sala de aula interativa. 2ª ed. Rio de Janeiro: Quartet, Apresenta o conceito de interatividade, envolvendo a discussão de novas estratégias de organização e funcionamento das mídias de massa. Analisa o desafio da relação entre novas tecnologias e educação. Capítulos: Um convite à interatividade e à complexidade; Sociedade de informação, interatividade e desafios para a educação; O que é interatividade; Educar em nosso tempo. PETITTO, Sônia. Projetos de trabalho em informática: desenvolvendo competências. Campinas: Papirus, O livro traz várias possibilidades de uso do computador no ambiente escolar, tendo por base nos Parâmetros Curriculares Nacionais, o desenvolvimento de habilidades e competências dos alunos e a utilização de projetos de trabalho. Traz relatos das dificuldades mais freqüente no trabalho com a metodologia de projetos e traz dicas de como utilizar tais experiências para aprender com o erro. Descreve as etapas de execução de alguns projetos usando o computador e analisa habilidades e competências necessárias e os profissionais que trabalham em laboratório de informática. Capítulos: Porque um novo olhar para o aluno? Ações e referências; o alvo e as alavancas; O exercício de aplicação; Projetos de trabalho desenvolvidos em ambientes computacionais; Reconstrução de saberes para montagem e execução de projetos em informática; Depende de nós, educadores Outros: ALMEIDA, S. A. ; WOLFF, S. ; DANTAS, Marcos. O capital-educação: quando o professor se torna redundante. In: II Encontro da ULEPICC-Brasil: Digitalização e Sociedade, 2008, Baurú-SP. Anais do III Encontro da União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura - Capítulo Brasil, BELONI, Maria Luiza. Educação a Distância. São Paulo, Ed. Autores Assossiados, DANTAS, Marcos. Educação como indústria: uma proposta de estudo e projeto para o fomento da produção nacional de conteúdos interativos Informação como trabalho e como valor. Revista da Sociedade Brasileira de Economia Politica, v. 2006, p , O drama da educação pública no Brasil Informação, conhecimento e valor. In: XVIIII Encontro da COMPÓS, 2009, Belo Horizonte, MG. XVIII Encontro COMPÓS, ENCONTRO com Milton Santos ou: o mundo global visto do lado de cá: uma proposta libertária para estes dias tumultuados. Direção: Silvio Tendler. Rio de Janeiro: Caliban, DVD (89 min). FERRETTI, Celso João ET alli (orgs.). Novas tecnologias, trabalho e educação. 2. Ed. Petrópolis, Vozes, HARVEY, David. Condição pos- moderna. São Paulo, Loyola, LITTO, F. M.; FORMIGA, M.M.M. (orgs.). Educação a distância o estado da arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, PINTO, Álvaro Vieira. O conceito de Tecnologia. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005.Vol I e II. SANTOS, Oder. Reestruturação Capitalista, Educação e Escola. Texto produzido para o FÓRUM NACIONAL DE PEDAGOGIA 11 a 14 / julho 2004 Belo Horizonte. antos.pdf SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo razão e emoção. São Paulo: Hucitec, TAVARES, Rosilene Horta. Trabajo, Tecnología de la Información y Política de las Transnacionales como Factores de Análisis de la Desigualdad Digital en Brasil. 626f Tese (Doutorado) Faculdade de Filosofia, Universidade Complutense de Madri, Madri, Espanha, Sites interessantes:

71 CRONOGRAMA: Data Natureza/Local Conteúdos 1. 01/04 Aulas Sala Laboratório 2. 08/04 Aulas Sala Laboratório 3. 15/04 Seminário Auditório 4. 29/04 Aulas Sala Laboratório 5. 06/05 Aulas Sala Laboratório e Seminário 13/05 Auditório 7. 20/05 Aulas Sala Laboratório 8. 27/05 Aulas Sala Laboratório 9. 03/06 Aulas Sala Laboratório /06 Aulas Sala Laboratório -Apresentação do curso e dos participantes - Bases teóricas de análise Internet, redes sociais História da Sociedade da Informação Corporeidade, Afetividade e Uso das Tecnologias da Informação e Comunicação Informática aplicada à sala de aula Introdução áudio vídeo digital Educação na Cibercultura Palestras com Nelson Pretto Ambientes Virtuais de ensino aprendizagem e Moodle no cotidiano da sala de aula Jogos eletrônicos e educação Mídias alternativas: criação e manutenção de blogs TV / Filmagem / Produção de curtas / Cinema aplicados à sala de aula /06 Uso de Celulares aplicados à sala de aula /07 Aulas Sala Laboratório /07 Aulas Sala Laboratório Tecnologias Assistivas aplicadas à sala de aula Seminário de Apresentação dos Trabalhos 71

72 Anexo 14 - Plano de Curso 2 Semestre

73 PLANO DE CURSO 3 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO: TEORIAS E PRÁTICAS 2 Semestre 2011 Profª Rosilene Horta-Tavares 4 - Gabinete da Disciplina: EMENTA: Análise crítica da relação entre tecnologias da informação e comunicação (TIC) e educação na sociedade contemporânea. Perspectivas teóricas sobre a utilização das TIC para fins educativos. Usos das TIC na educação e em sala de aula da Educação Básica. Ambientes virtuais de aprendizagem e comunidades de prática. Formação e desenvolvimento profissional de professores, educadores e outros profissionais. CONTEÚDOS: A. Sociedade e Tecnologia: história, filosofia e contradições atuais 1. História da Tecnologia 2. Filosofia da Tecnologia 3. História da Sociedade da Informação B. Perspectivas teóricas sobre a utilização das TIC para fins educativos 2. Novas perspectivas teóricas sobre o ensino, a formação e a aprendizagem C. Projetos e práticas de utilização das TIC na educação e na escola 6. Mídias eletrônicas e digitais 7. Desenvolvimento de recursos educativos digitais 8. TIC e novas metodologias 9. TIC e aprendizagem 10. TIC, inclusão e necessidades educativas especiais D. Ambientes virtuais de aprendizagem e comunidades de prática 3. Redes sociais e comunidades online 4. Comunicação e colaboração em ambientes virtuais E. Competências e desenvolvimento profissional de professores, educadores e outros profissionais 4. Letramento digital e novas qualificações profissionais 3 Este Curso integra as ações no âmbito do Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Tecnologias da Informação e Comunicação da Faculdade de Educação/CNPq//UFMG, configurando-se como expressão prática de dois projetos: Integração das Tecnologias da Informação e Comunicação na Formação Docente e Formação Comunitária para o Trabalho por meio das Tecnologias Digitais. O primeiro conta com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior DEB/CAPES, por meio do Programa de Consolidação das Licenciaturas PRODOCÊNCIA, Edital 028/2010. O segundo com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia MCT -Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social SECIS, e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPq, Edital 049/ Professora Adjunta, do setor de Didática; pesquisa em Educação, Trabalho e Tecnologias e EaD. Formada em História pela PUCMINAS (1988), Mestre em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais /UFMG (1995), Doutorado em Filosofia pela Universidade Complutense de Madri /UCM (2005), com revalidação pela UFMG como Doutora em Educação. É coordenadora do Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação. 73

74 5. Novas abordagens e novas estratégias de formação 6. Web 2.0 e o desafio do uso em sala de aula E. Educação a Distância, Games e Tecnologias Móveis 4. Tecnologias e plataformas de apoio ao ensino e à aprendizagem; Moodle 5. Serious Games e multi-user virtual games 6. Tecnologias móveis e mobile-learning PROPOSTA METODOLÓGICA: 7. O curso se estrutura por meio de análises teóricas e oficinas práticas (conforme Cronograma). O que será efetivado por meio de aulas e também por oficinas, palestras e seminários. 8. Cada cursista deverá elaborar um Problema Investigativo que será o ponto de partida para a elaboração continuada durante o curso de um Texto Reflexivo. 9. Leituras e estudos individuais de textos, visando a contextualização e a adoção de um posicionamento crítico. 10. Discussões em Fóruns no Moodle para esclarecimento de dúvidas e identificação de questões centrais. 11. Atividades de aprendizagem no Moodle. 12. Realização de um trabalho em grupo a ser apresentado ao final do curso. AVALIAÇÃO: A avaliação ocorrerá tendo por pressuposto as formas de avaliação processual, formativa e somativa; durante o curso mediante a elaboração de Tarefas no Moodle. Possíveis critérios para Avaliação: 1.7 Capacidade de interação com os colegas, professoras, educadores e monitores. 1.8 Elaboração do Problema Investigativo e do Texto Reflexivo tendo por base central a realidade da escola brasileira. 1.9 Presença e participação em todas as etapas do processo ensino-aprendizagem Compromisso com o trabalho e com o crescimento do grupo Interesse e aproveitamento pessoal na busca da relação teoria e prática Elaboração de um trabalho ao término do curso que apresente o resultado final da aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALAVA, Seraphin et all. Ciberespaço e formações abertas: rumo a novas práticas educacionais? Porto Alegre: Artmed, O livro enfoca as mudanças nas formas de trabalhar a formação de professores mediatizada com o advento das novas tecnologias, adaptando-se as novas modalidades de ensino e de aprendizagem. Traz propostas práticas que envolvem o ciberespaço como oportunidade de valorizar as práticas de autoformação e de introduzir procedimentos inovadores para a formação de professores e para a atualização ao longo da vida. Capítulos: O ciberespaço: um dispositivo de comunicação e de formação midiatizada; Ciberespaço e práticas de formação: das ilusões aos usos dos professores; Autonomia e distância transnacional na formação a distância; Como compreender os novos dispositivos de formação?; A exploração da multimídia e da rede Internet para favorecer a autonomia dos estudantes universitários na aprendizagem; O ema educativo rejeitará a Internet? Ou as condições para uma boa integração das mídias nos dispositivos; Características e problemáticas específicas: a formação universitária pela videoconferência; Um dispositivo de aprendizagem a distância baseado na partilha de conhecimentos; Os professores e a Internet: resultados e perspectivas de uma pesquisa de campo; Distâncias e distanciamento em uma infovia africana: o exemplo da RESAFAD; Ler a Internet: abordagem documental do ciberespaço. 74

75 ARRUDA, Eucídio. Ciberprofessor: novas tecnologias, ensino e trabalho docente. Belo Horizonte: Autêntica, O livro aborda a utilização das novas tecnologias no trabalho docente, a partir da pesquisa realizada em duas escolas de Belo Horizonte, uma particular e outra da rede pública, nas quais observou a perplexidade do profissional de ensino diante dos avanços tecnológicos aplicados à educação, em contraposição à organização escolar, que pouco mudou no século XIX para cá. Analisa as profundas mudanças que as novas tecnologias provocam no ensino tradicional. Capítulos: O trabalho docente, sociedade e tecnologias; Sobre tecnologias: Sobre inovações tecnológicas e a escola: Resultados empíricos: apresentação e análise. BARRETO, Rachel Goulart. Formação de professores, tecnologias e aprendizagens. São Paulo: Loyola, O livro focaliza as relações entre a formação de professores, as tecnologias e as práticas de linguagem. Aborda as tecnologias de informação e comunicação com base na sua incorporação ao discurso pedagógico, como conjunto das práticas de linguagens do/no e sobre o ensino. O livro trata da utilização educacional das tecnologias nos mais diversos contextos: no aperfeiçoamento das situações de ensino constituídas e na constituição da modalidade de educação a distância. Capítulos: As práticas de linguagem; As Tecnologias da Informação e da Comunicação; As políticas de Formação de Professores. VALENTE, José A. (Org). Formação do educador para o uso da informática na escola. Campinas: UNICAMP, NIED, O livro trata da formação de educadores para o uso da informática que acontece nos sistemas de diferentes países. Discute referenciais teóricos e resultados práticos de ações desenvolvidas envolvendo formação de professores, a introdução da educação por projetos, uso da pedagogia do diálogo. Capítulos: Criando ambientes de aprendizagem via rede telemática; Experiências na formação de professores para o uso da informática na educação; A formação na ação do professor: uma abordagem na e para uma nova prática pedagógica; Formação do educador via telemática: relato de uma experiência; Aprender por projetos, formar educadores; Pedagogia do diálogo como estratégia inovadora para a educação presencial e a distância; Análise de um problema: as culturas de um triângulo; O Sistema Nacional de Formação de Educadores na Colômbia e sua relação com a área de tecnologia e informática; A construção de um novo modelo de capacitação docente: caso da Informática Educativa na Costa Rica. TAPSCOTT, Don. Geração digital: a crescente e irreversível ascenção da geração net. São Paulo: Makron Books, Este livro aborda como a nova geração criada na tecnologia digital está revolucionando os acontecimentos à nossa volta, usando a nova mídia centrada na Internet. Capítulos: O eco mais sonoro; A geração net; A nova geração está na dianteira; A cultura da interação; A mente n-gen; Aprendizado n-gen; A geração net brinca; A geração net consumidora; A geração net no trabalho; A n-gen e a família; Estratificação digital; líderes do futuro. TEDESCO, Juan C. Educação e novas tecnologias: esperança ou incerteza. São Paulo: Cortez; Brasília: UNESCO, O livro focaliza as novas tecnologias da informação e da comunicação na América Latina. Apresenta diversas experiências envolvendo uso das TIC na sala de aula e na formação docente. Capítulos: Educação no encontro com as novas tecnologias; As políticas educativas ante a revolução tecnológica, em um mundo de interdependência crescentes e parciais; Novas tecnologias e o desafio da educação; Oportunidades e riscos das novas tecnologias para a educação; Breves reflexões sobre a escola do futuro e apresentação da experiência aulas na rede da cidade de Buenos Aires; A experiência em aprendizagem colaborativa à distância do Instituto Tecnológico de Monterrey; Educação e comunicação: experiência brasileira em televisão educativa; A formação de professores á distância via Internet; Aprendizagem mediada por tecnologias digitais: a experiência da Costa Rica; A experiência chilena da Rede Enlaces; A experiência argentina na produção de recursos educativos para a Internet; Políticas nacionais de educação e novas tecnologias: o caso do Uruguai; Introdução de novas tecnologias: o caso da Argentina; Políticas nacionais e cooperação internacional em relação à educação e ás novas tecnologias: o caso do México; Educação, tecnologia e política: o caso do Chile. MERCADO, Luís P.; VIANA, Maria A. Projetos utilizando Internet: a metodologia webquest na prática. Maceió: Q- Gráfica/Marista, O livro traz reflexões e práticas sobre projetos envolvendo uso de tecnologias da informação e comunicação na educação, enfocando o uso da Internet incorporada à prática pedagógica e em atividades nas diversas áreas curriculares. Apresenta a metodologia webquest: relato de experiências, processo de construção e execução dos projetos pelos professores, utilização da Internet e dos recursos 75

76 tecnológicos. Capítulos: Formação de professores para aprendizagem na Internet: o webquest como investigação orientada; Práticas envolvendo projetos na metodologia webquest; Sugestões de projetos; Sites selecionados. SILVA, Marco. Sala de aula interativa. 2ª ed. Rio de Janeiro: Quartet, Apresenta o conceito de interatividade, envolvendo a discussão de novas estratégias de organização e funcionamento das mídias de massa. Analisa o desafio da relação entre novas tecnologias e educação. Capítulos: Um convite à interatividade e à complexidade; Sociedade de informação, interatividade e desafios para a educação; O que é interatividade; Educar em nosso tempo. PETITTO, Sônia. Projetos de trabalho em informática: desenvolvendo competências. Campinas: Papirus, O livro traz várias possibilidades de uso do computador no ambiente escolar, tendo por base nos Parâmetros Curriculares Nacionais, o desenvolvimento de habilidades e competências dos alunos e a utilização de projetos de trabalho. Traz relatos das dificuldades mais freqüente no trabalho com a metodologia de projetos e traz dicas de como utilizar tais experiências para aprender com o erro. Descreve as etapas de execução de alguns projetos usando o computador e analisa habilidades e competências necessárias e os profissionais que trabalham em laboratório de informática. Capítulos: Porque um novo olhar para o aluno? Ações e referências; o alvo e as alavancas; O exercício de aplicação; Projetos de trabalho desenvolvidos em ambientes computacionais; Reconstrução de saberes para montagem e execução de projetos em informática; Depende de nós, educadores Outros: ALMEIDA, S. A. ; WOLFF, S. ; DANTAS, Marcos. O capital-educação: quando o professor se torna redundante. In: II Encontro da ULEPICC-Brasil: Digitalização e Sociedade, 2008, Baurú-SP. Anais do III Encontro da União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura - Capítulo Brasil, BELONI, Maria Luiza. Educação a Distância. São Paulo, Ed. Autores Assossiados, DANTAS, Marcos. Educação como indústria: uma proposta de estudo e projeto para o fomento da produção nacional de conteúdos interativos Informação como trabalho e como valor. Revista da Sociedade Brasileira de Economia Politica, v. 2006, p , O drama da educação pública no Brasil Informação, conhecimento e valor. In: XVIIII Encontro da COMPÓS, 2009, Belo Horizonte, MG. XVIII Encontro COMPÓS, ENCONTRO com Milton Santos ou: o mundo global visto do lado de cá: uma proposta libertária para estes dias tumultuados. Direção: Silvio Tendler. Rio de Janeiro: Caliban, DVD (89 min). FERRETTI, Celso João ET alli (orgs.). Novas tecnologias, trabalho e educação. 2. Ed. Petrópolis, Vozes, HARVEY, David. Condição pos- moderna. São Paulo, Loyola, LITTO, F. M.; FORMIGA, M.M.M. (orgs.). Educação a distância o estado da arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, PINTO, Álvaro Vieira. O conceito de Tecnologia. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005.Vol I e II. SANTOS, Oder. Reestruturação Capitalista, Educação e Escola. Texto produzido para o FÓRUM NACIONAL DE PEDAGOGIA 11 a 14 / julho 2004 Belo Horizonte. antos.pdf SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo razão e emoção. São Paulo: Hucitec, TAVARES, Rosilene Horta. Trabajo, Tecnología de la Información y Política de las Transnacionales como Factores de Análisis de la Desigualdad Digital en Brasil. 626f Tese (Doutorado) Faculdade de Filosofia, Universidade Complutense de Madri, Madri, Espanha, Sites interessantes:

77 Data Natureza/Local Conteúdos CRONOGRAMA 11/08 Auditório As Tecnologias são aliadas no ensino e na aprendizagem? 18/08 Auditório Bicalho/Fafich Percepções contemporâneas da tecnologia: Horkheimer e Marcuse Bergson e Simondon 25/08 Sala -Apresentação do curso e dos participantes - Bases teóricas de análise: Tecnologia e Sociedade - Mídias eletrônicas e digitais Oficina: Mídias alternativas: criação e manutenção de blogs 01/09 Auditório Luis Pompeu 08/09 Sala Oficina: História da Sociedade da Informação Informática aplicada à sala de aula 15/09 Sala Perspectivas teóricas sobre a utilização das TIC para fins educativos: formação docente 22/09 Lousa Digital Oficina: Introdução áudio vídeo digital 29/09 Sala Oficina: Tecnologias e plataformas de apoio ao ensino e à aprendizagem; Moodle 06/10 Sala Letramento digital 20/10 Sala Oficina: Ambientes virtuais de aprendizagem e comunidades de prática 27/10 Sala Oficina: Tecnologias móveis: Uso de Celulares aplicados à sala de aula 03/11 Sala Seminário de discussão de textos indicados 10/11 Sala Serious Games e multi-user virtual games 17/11 Auditório Neidson Rodrigues Ciência e Tecnologia Rádio e Educação 24/11 Auditório Programa Prodocência/DEB-CAPES Prodocência na UFMG: balanço da experiência 77

78 Anexo 15- Questionário 78

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80 Anexo 16 Plano de Curso - Lousa Digital e Prezzi 80

81 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO NÚCLEO DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO EM EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ENTIDADES PARCEIRAS: PRODABEL/PREFEITURA DE BELO HORIZONTE MOV. DE PROMOÇÃO SOCIAL/MOPS PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO Edital MCT/CNPq Nº 49/2010 INCLUSÃO DIGITAL FORMAÇÃO COMUNITÁRIA PARA O TRABALHO POR MEIO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS COORDENAÇÃO :Profª Drª ROSILENE HORTA TAVARES Plano de Curso- Lousa digital / Aplicativo Prezi Carga horária: 15 horas/aula. Presencial (5hs/aula) e on-line (10hs/aula). I. EMENTA: A lousa digital ou lousa interativa como um recurso tecnológico composto por um conjunto de equipamentos: quadro (lousa); projetor; computador e softwares. O Prezi como uma ferramenta da Web 2.0 que permite ao usuário preparar apresentações interativas. A lousa e o Prezi e sua utilização para uma gama de ferramentas e ações com outros aplicativos. Possibilidades de uma maior interação entre professor/aluno e o conhecimento. II. OBJETIVOS: 1- Possibilitar o conhecimento do sistema operacional e pedagógico da Lousa Digital. 2- Aprender como utilizar o Prezzi na lousa digital. 3- Criar apresentações no Prezzi na lousa digital. III. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Apresentação do sistema operacional da lousa digital Explicação sobre as potencialidades pedagógicas da lousa digital Conhecimento da ferramenta Prezzi Demonstração e visualização dos softwares Utilização das ferramentas Possibilidades de uso Apresentação do AVA Moodle IV. PROPOSTA METODOLÓGICA: O conteúdo do curso será apresentado de forma interativa aos participantes. A proposta de trabalho perpassa pelo diálogo, manuseio e compreensão da utilização dos recursos que a lousa digital e a ferramenta Prezi permitem. Utilizando de forma pedagógica os diferentes elementos do processo de ensino aprendizagem. 81

82 V AVALIAÇÃO: Presença e participação. Avaliação sobre o aprendizado individual e do conjunto através da criação de uma apresentação na ferramenta Prezzi. Atividade realizada a distância no ambiente Moodle. ***** Plataforma virtual Moodle 82

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85 Anexo 17 - Documentação Banco de Dados 85

86 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE EDUCAÇÃO Projeto: Formação Comunitária para o Trabalho por Meio das Tecnologias Digitais Período: dez/2010 a dez/2011 Coordenadora: Profª DrªRosilene Horta Tavares Parcerias: PBH/PRODABEL e Movimento de Promoção Social/MOPS Apoio e Financiamento: Ministério da Ciência e Tecnologia/MCT Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico/CNPq Edital MCT/CNPq nº 049/ Inclusão Digital Processo / Documentação do Banco de Dados 86

87 Relatório detalhado sobre a construção do banco de dados do projeto MOPS O Banco de dados do MOPS foi construído usando o framework Django da Linguagem de Programação Python. A interface CRUD para criar, ler, atualizar e apagar dados empregada foi a interface Admin do Django, inerente a esse framework é baseada na web. Isto é acessível a partir de qualquer navegador web, não é necessário instalar um aplicativo para realizar o acesso a base de dados. Para tal, o Django foi integrado ao servidor web, Apache, ambos instalados e configurados no sistema operacional linux, mais precisamente, o Debian Squeeze. Um dos fatores interessantes em usar o framework Django é que o trabalho concentra-se em apenas um arquivo models.py. Nele está o modelo das entidades, dos atributos delas e de como elas se relacionam. O paradigma empregado é o da Orientação ao Objeto. Depois de pronto esse arquivo, o Django prepara o restante. Que não é pouca coisa: ele gera o arquivo SQL para criação do banco de dados e gera a interface CRUD (isto é, os formulários em HTML). A interface Admin permite o cadastro multiusuário e a definição de níveis de permissão. Sendo assim, a etapa de inserção de dados pode ser feita por vários membros no núcleo o que agiliza o processo. Além disso é possível que o próprio entrevistado, ou cursista, preencha os próprios dados. A escolha do hardware foi feita dentre as máquinas disponíveis no núcleo. Escolheu-se por aquela com melhor fonte de alimentação (fonte real), uma vez que o equipamento, fica ligado direto. Com Maior memória Ram 2GB, Processador Core ,4GHz e duas unidades de armazenamento de 300GB. Não foi feito, porém existe a possibilidade de espelhamento RAID desses HDs. O que aumenta a segurança dos dados armazenados. Uma medida que foi feita nesse sentido foi configurar no crontab um script que faz o mysql dump dos dados do banco, comprime em um arquivo tar.gz e o envia para o do núcleo todos os dias às 03:00 da madrugada. Para maiores informações não deixe de acessar 87

88 Implementando um CRUD para o Banco de Dados do Núcleo CRUD (acrônimo de Create, Read, Update e Delete em língua Inglesa) para as quatro operações básicas utilizadas em bancos de dados relacionais (RDBMS) ou em interface para usuários para criação, consulta, atualização e destruição de dados. Escolhemos empregar o conjunto de ferramentas conhecido como Django para auxiliar na tarefa de criação do CRUD. O Django foi configurado (integrado ao servidor web Apache) no sistema operacional Linux, distribuição Debian 6.0. O Debian foi instalado em uma máquina Desktop do Núcleo com nome de rede sec- 04.fae.ufmg.br, IP , dns , dns , gw e com algumas características de Servidor: 1. possui dois hds de 300GB 2. silenciosa, fonte de alimentação boa. 3. processador core ,40GHz memória ram 2,0GB O usuário ****** (com máximo poder do Debian) tem senha ****** Voltando, o CRUD está funcionando na porta Portanto, para acessá-lo basta abrir um navegador web (firefox, chrome, safari,...) e digitar: Isso conduzirá a uma tela de login. O usuário ****** (com máximo poder do CRUD) tem senha ****** É importante lembrar: a máquina com estes serviços está na sala dos monitores do núcleo, sob a mesa próxima à janela. Ela deve estar ligada e conectada a rede. Só isso: cabo de energia e cabdo de rede devem estar ligados! Não é necessário que ela tenha teclado, mouse ou monitor de vídeo ligados à ela para que as coisas funcionem. Gerenciando o Banco de Dados do Núcleo com o phpmyadmin phpmyadmin é um programa de computador desenvolvido em PHP para administração do MySQL pela Internet. A partir deste sistema é possível criar e remover bases de dados, criar, remover e alterar tabelas, inserir, remover e editar campos, executar códigos SQL e manipular campos chaves. O phpmyadmin é muito utilizado por programadores web que muitas vezes necessitam manipular bases de dados. O MySQL é o sistema gerenciador de banco de dados. O phpmyadmin foi configurado na máquina sec-04 e pode ser acessado em um navegador web (firefox, chrome, safari,...) e digitando: Isso conduzirá a uma tela de login. O usuário ****** (com máximo poder do phpmyadmin) tem senha ******* Lembre-se: com grandes poderes vêm grandes responsabilidades. Sobre a interface CRUD Campos com o nome deles em negrito são obrigatórios. Podemos definir níveis de acesso aos usuários, fazendo com que ele possa acessar apenas alguns grupos do banco (ver adiante seção Como modelamos o Banco de Dados do Núcleo ). É possível também conferir ou não privilégios de adicionar, mudar ou deletar dados naquele(s) grupo(s) ao qual tem acesso. 88

89 O grupo que lida com o controle de usuários, e que vem com a interface admin do django, chama-se auth. Nele existem os usuários e os grupos. Os usuários tem os seguintes atributos: usuário, que é o nome de login dele, senha, primeiro nome, último nome, endereço de , ativo, membro da equipe, status de superusuário, permissões do usuário, último login, data de registro e grupos. Como modelamos o Banco de Dados do Núcleo No Banco de dados do Núcleo criamos quatro grandes grupos, a saber: Praxis Agentes Inserção de dados Ufmg Dentro do grupo Praxis temos eventos e projetos. O projeto tem os seguintes atributos nome e descrição. Um evento está inserido em um projeto, possui um nome, um início, um término, um turno, um tipo, uma descrição e um local. Então para conseguir cadastrar um evento faz-se necessário um projeto já cadastrado. Os Agentes são os educandos, as turmas e as pessoas. Um educando é uma pessoa que foi inscrito em uma turma. Os atributos de uma pessoa são nome e . Sendo que este último não se repete em nossa base de dados, por uma propriedade atribuída a ela na construção do banco chamada de chave única. Já uma turma possui os seguintes atributos evento e educando. Como esperado, ela aceita mais de um educando, isto é, uma relação de N para 1 (um), ou 1:N. Na interface CRUD, turma permite que visualizemos todos os educandos inscritos nela. Os questionários aplicados aos cursistas ficam dentro do grupo Inserção de Dados. Trabalhamos três questionários até o presente momento: Ficha de incrição MOPS Formulário Jovens que Abandonaram o curso Criando o Banco de Dados MOPS usando Django Em um terminal da máquina SEC-04 digitar: python manage.py startapp MOPS Esse comando cria uma pasta com quatro arquivos: init.py models.py models.pyc views.py Para configurarmos a interface admin é necessário ainda mais um arquivo. admin.py Está na hora de criar o modelo do Banco em /home/nucleo/mopsmodels.py. Usaremos a linguagem Python e o Paradigma de Orientação ao Objeto, para tal. 89

90 Adicionaremos questionários Abrir o arquivo /home/nucleo/settings.py e adicionar e inserir em INSTALLED_APPS o app nucleo.mops. Antes de tornar as alterações disponíveis, pode ser necessário apagar o Banco atual. Para tal existe um arquivo /home/nucleo/clear.sql Para executar as instruções dele no MySQL digite mysql -u root -p < clear.sql Ele pedirá a senha do usuário ****** do Banco, atualmente: ****** Para tornar as alterações disponíveis, isto é implementá-las no nível do Banco De Dados. Digite: python manage.py syncdb Pode ser necessário reiniciar o Apache /etc/init.d/apache2 restart Como está configurado a BackUp Há um arquivo sendgmail.sh no diretório /root que está agendado no crontab para rodar todos os dias às 03:00. Nele, o backup do banco, usando o mysqldump, é enviado ao Para executar o crontab digite crontab e Para restaurar o Banco há o arquivo restore.sh. Que está também no /root. Antes de mais nada, altere a data na linha 4, para a mais recente. A ordem é invertida. ano-mês-dia-hora-minuto = (sem o espaços, colocados aqui para deixar mais claro) Para executá-lo digite cd./restore.sh O Diretório que ficam os backups é o /root/backups/backup_nucleo/ Relatório apresentado à coordenação por: André de Leles Vilaça (prestador de serviços) Manassés Ferreira Neto (bolsista Prograd-UFMG/Núcleo 90

91 Anexo 18-10a Oficina de Inclusão Digital 91

92 92

93 Anexo 19- RELATÓRIO FINAL CURSOS INFORMÁTICA 93

94 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO NÚCLEO DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO EM EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ENTIDADES PARCEIRAS: PRODABEL/PREFEITURA DE BELO HORIZONTE MOV. DE PROMOÇÃO SOCIAL/MOPS PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO Edital MCT/CNPq Nº 49/2010 INCLUSÃO DIGITAL FORMAÇÃO COMUNITÁRIA PARA O TRABALHO POR MEIO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS COORDENAÇÃO :Profª Drª ROSILENE HORTA TAVARES I Introdução: RELATÓRIO DOS CURSOS DE INFORMÁTICA BÁSICA A realização dos cursos de Informática Básica teve como objetivo atender parte das ações de formação propostas no Projeto 049/2010 MCT/CNPQ/UFMG. O projeto em questão tem como parceiros a UFMG, Prodabel e Mops e buscou por meio de ações, estudo, pesquisa e formação em tecnologias da informação e comunicação realizar a inserção de jovens e adultos no mercado de trabalho. Dentre as responsabilidades entre os parceiros coube a Prodabel e o Mops fazer a divulgação e a operacionalização da realização dos cursos de Informática Básica. Devido às características do projeto e das ações desenvolvidas pelos parceiros buscamos avaliar e apresentamos a seguir as principais ações e resultados dos cursos. II Processo de divulgação dos cursos e inscrição: As divulgações dos cursos de Informática Básica foram realizadas no território e entorno do MOPS Movimento de Promoção Social. A divulgação aconteceu através dos monitores, educadores, pessoal técnico/administrativo do Mops com a supervisão técnica dos profissionais do CRC/Prodabel. Foram utilizadas várias alternativas para divulgação dos cursos, no entorno do MOPS. As estratégias de divulgação foram: distribuição de pequenos panfletos, cartazes grandes afixados em locais com grande fluxo de pessoas, ex: igrejas, escolas, padarias, lotéricas, centro cultural, dentre outros. Também foi feita divulgação através do SINE-Sistema Nacional de Emprego pelo órgão responsável da Prefeitura de Belo Horizonte. As inscrições permaneceram abertas ao logo do ano, ou seja, de março/11 a setembro/11. Totalizaram-se 140 inscrições ao longo deste período para os cursos de Informática Básica, sendo que nossa meta total era atender 120 vagas Perfil do público inscrito: No quadro I, temos o perfil social dos alunos que participaram dos cursos. 94

95 No quadro II, temos o perfil econômico dos alunos que participaram dos cursos. Destacamos dentre o perfil geral, dois alunos dos cursos de informática. Um senhor de setenta e três anos com participação de destaque, comprometimento, assiduidade e interesse pelo curso. Após participar do curso de Informática Básica se inscreveu imediatamente no curso de montagem e manutenção. Atualmente trabalha autonomamente nesta área, e oferece suporte e manutenção de computadores na comunidade, juntamente com outro aluno e colega de faixa etária de cinquenta anos. Outro destaque, é uma jovem de vinte e oito anos, recémchegada do interior de Minas Gerais, veio para Belo Horizonte em busca de um melhor tratamento de saúde para a mãe. Foi durante todo o tempo do curso assídua e comprometida em absorver tudo dos conteúdos do curso de Informática Básica, apesar da situação que estava vivendo naquele momento. Para a sobrevivência dela e da mãe, trabalhava na profissão de Pedreiro. Anoite fazia também o curso de Técnico de segurança do meio ambiente. Segundo ela, o curso de informática seria muito importante para melhor sua empregabilidade no campo de formação de técnico de segurança. 95

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