RESENHA. COSTA, Eliezer Arantes. Gestão Estratégica: construindo o futuro de sua empresa - Fácil. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESENHA. COSTA, Eliezer Arantes. Gestão Estratégica: construindo o futuro de sua empresa - Fácil. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2012."

Transcrição

1 FOCO: Revista de Administração da Faculdade Novo Milênio. RESENHA COSTA, Eliezer Arantes. Gestão Estratégica: construindo o futuro de sua empresa - Fácil. 1. ed. São Paulo: Saraiva, Valéria Santiago dos Santos 1 O livro Gestão Estratégica de Negócios Fácil é uma obra do professor Eliezer Arantes da Costa que é Doutor em Engenharia Elétrica pela Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da UNICAMP e Engenheiro em Eletrônica pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica ITA. Trabalhou na VALE, Vitória - ES, de 1963 a 1974; na Promom, São Paulo SP, de 1975 a 1994 e atualmente é consultor de empresas em projetos de gestão estratégica através da Future Trends Consulting Ltda. Como professor, lecionou na Universidade Federal do Espírito Santo/UFES e na Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP. No campo de pesquisa tem trabalhado principalmente nos temas: Estratégicas Corporativas e Competitivas; Teoria dos Jogos; Matriz de Jogos Estratégicos; Gestão Estratégica e Planejamento Estratégico; Simulação de Empresas e Jogos de Empresas. Costa é ainda sócio honorário da Sociedade Brasileira de Pesquisa Operacional/SOBRAPO e Membro da Academia Brasileira da Qualidade/ABQ. O livro está dividido em cinco unidades e doze capítulos que tratam desde a motivação e conceituação da Estratégia até suas tendências e formulações mais complexas, dando ênfase na implementação. Na unidade I é estudada a Motivação, abordando os temas Motivações para a Estratégia e os Desafios para a Estratégia; a unidade II descreve a conceituação discutida nos temas Conceitos Básicos da Estratégia e Gestão Estratégica e Transformação Estratégica ; já na unidade III discute os temas Análise do Ambiente Externo e Análise do Ambiente Interno ; na unidade IV trata da formulação das estratégias exemplificando o Balanceamento do Portfólio, Formulação das Estratégias e Capacitação 1 Aluna do curso de MBA em Gestão Empresarial da Faculdade Novo Milênio.

2 Estratégica e, por fim; na unidade V trata de temas ligados à Implantação, tais como o estudo dos temas O Plano Estratégico, Metodologia de Planejamento Estratégico e Implantação da Gestão Estratégica. Na unidade I, a Gestão de Estratégica é abordada pelo autor como um processo de transformação da organização com foco no futuro, aonde a alta administração conduz e executa com a colaboração da média gerência, técnicos, supervisores e da base operacional. A postura típica em relação ao planejamento varia entre pessoas e organizações, podendo um dirigente ter uma atitude tradicionalista, pragmática ou estratégica. Aborda ainda que, a mentalidade dos dirigentes em relação ao futuro pode ser classificada em imediatista, operacional ou estratégica. Costa demonstra os principais obstáculos a serem enfrentados na implantação da gestão estratégica, que são as dificuldades de percepção do cenário, visualização dos riscos, oportunidades e ameaças que podem surgir com as mudanças de tendências e descontinuidades. Entre eles, há os obstáculos culturais, que são organizações que possuem uma cultura centenária ou de sucesso garantido no passado e cita os obstáculos organizacionais decorrentes de organizações denominadas burocráticas ou em feudos e os obstáculos no estilo gerencial. Nesta unidade, Costa aponta que para uma implantação bem sucedida da gestão estratégica, deve-se começar pela sensibilização e motivação da direção e da alta gerência da organização, demonstrando os obstáculos e desafios a vencer. Costa descreve na unidade II, que para a formulação do direcionamento da estratégia, a organização deve possuir três conceitos fundamentais que são o propósito, o seu ambiente externo e a sua capacitação, o que são chamados de Triângulo Estratégico. O propósito de uma organização é representado pelos conceitos visão, missão, abrangência, princípios e valores da organização. O autor demonstra que é possível formular estratégias especiais quando um dos três vértices do triângulo não está em condições favoráveis, elaborando planos de ações específicos. Vol.6. nº 1, Novembro de 2013.

3 FOCO: Revista de Administração da Faculdade Novo Milênio. Conforme Costa, antes de uma intervenção estratégica deve-se haver um processo formal e estruturado para avaliar a organização, chamado de Diagnóstico da Situação Estratégica. A estratégia deve ser direcionada pelos resultados dos diagnósticos estratégicos e utiliza como tópicos a gestão estratégica competitiva, do portfólio, da flexibilidade e da vulnerabilidade, da capacitação, entre outras. Com as alterações de ambiente externo, as empresas podem ficar desalinhadas com seu mercado, sendo necessária uma revisão profunda da organização, visando transformar suas estratégias, sua capacitação e ou sua estrutura. O objetivo de Costa na unidade III é apresentar as formas de análise do ambiente externo e interno, onde será possível perceber as oportunidades e ameaças, pontos fracos e fortes que devem ser levadas em conta na formulação do plano estratégico. Dentro da Análise SWOT observa-se as oportunidades e ameaças, e para isso, busca explicar os fatores ambientais catalizadores e ofensores, podendo ter fatores de tendências ou descontinuidades. Para minimizar os impactos dos concorrentes atuais e potenciais sobre a organização é preciso analisá-los do ponto tecnológico, dos hábitos que trarão para os clientes e quais leis estão permitindo que se estabilizem e pesquisar os stakeholders. Com essas análises forma-se um cenário que mostrará as condições do ambiente externo. Ainda na unidade III, Costa afirma que na análise do ambiente interno da organização há pontos cegos que prejudicam as formas de contornar as dificuldades e ainda que os pontos fortes e fracos devem ser trabalhados. Costa, cita que dez (10) áreas internas de análise, chamada de 10-Ms de Autodiagnostico, são usadas para explorar e classificar os pontos fortes, pontos fracos e os pontos que precisam ser melhorados. Para o autor, o Gráfico Radar também ajuda a analisar a situação atual e evolução da transformação interna da organização ao longo do tempo. Na unidade IV, Costa explica a análise sistemática das áreas de atuação externa da organização, chamada de Análise do Portfólio, na qual inicialmente realiza um processo de segmentação do mercado, chamada de Áreas Estratégicas de Negócios. O grau de atratividade de cada área estratégica deve ser examinado com base no resultado da avaliação de critérios como concorrência, crescimento, perspectivas e resultados esperados. A avaliação também se dá no grau de competitividade da organização mostrando qual a capacidade em obter a

4 preferência do público em relação ao concorrente atual e potencial, levando em conta o fator-chave de escolha do cliente. Explica que, para cada área se realiza a formulação de estratégicas específicas, após a avaliação de atratividade e competitividade de cada área. Com esse resultado será apresentado um mapeamento do conjunto das áreas estratégicas chamada de Matriz do Portfólio. O portfólio é representado por um quadro esquemático, em quatro quadrantes, com as dimensões atratividade e competitividade. Costa exemplifica uma adaptação de Ansolff, onde diz que, no primeiro quadrante a organização encontra-se na fase de pioneirismo e possui atratividade alta e competitividade baixa, chamando-se Quadrante Nascedouro. No segundo quadrante, a organização encontra-se na fase de crescimento e sucesso, possuindo a atratividade e competitividade altas, chamase Quadrante Estrela. O terceiro quadrante mostra a fase de maturidade lucrativa, em que, a atratividade é baixa e a competitividade é alta, é chamada de Quadrante Vaca Leiteira. A fase do quarto quadrante é a fase terminal de uma organização demonstrado por um resultado negativo, possuindo a atratividade e a competitividade baixas, sendo chamado de Quadrante Cão de Estimação. Com essas considerações, a alta sinergia entre as áreas estratégicas do portfólio se obtêm uma diversificação de riscos entre as áreas estratégicas, para que não fiquem todas suscetíveis aos mesmos fatores de riscos. Costa aponta os tipos de estratégias, como as competitivas e as de inovação e ainda as estratégias de diversificação. Também foram abordadas as estratégias de alianças e parcerias com operação em rede e sinergia entre empresas, além das estratégias de expansão e as estratégicas corporativas genéricas que são agrupadas em dez (10) grandes categorias. Na apresentação do plano estratégico de capacitação, Costa busca identificar as lacunas de capacitação a partir das estratégias e analisar as áreas estratégicas críticas, competitivas e os fatores-chave de escolha e ilustra a Matriz de Slack. Na unidade V é apresentado o roteiro-modelo para os documentos resultantes dos exercícios de planejamento estratégico de uma organização, expondo que os objetivos e metas estratégicas fazem parte da base para a formulação do plano estratégico e este é constituído pelas análises do cenário e sua composição. Nesta unidade, Costa emprega o plano de investimento e um roteiro detalhado para sua Vol.6. nº 1, Novembro de 2013.

5 FOCO: Revista de Administração da Faculdade Novo Milênio. elaboração. Demonstra o cronograma de implantação dos investimentos estratégicos e como ele estabelece as datas nas quais são esperados os resultados e ordena as atividades. O autor propõe que alguns passos devem ser seguidos para a implantação da metodologia de gestão estratégica, citando que o ambiente da organização deve ser propício à criação e à inovação; as pessoas que estarão comprometidas com a implantação dos planos precisam participar de sua elaboração desde o começo; o trabalho em equipe deve ser estimulado; o foco deve estar mais voltado para as atividades coletivas que para as individuais; os dados devem ser relevantes; os planos, estratégias e metas devem ser facilmente acompanháveis e verificáveis e o futuro deve ser encarado de maneira descontínua. Costa aponta que a implantação da gestão estratégica passa por um primeiro ciclo que é de preparação, workshop, detalhamento, implantação e revisão. Para começar a implantação pode-se utilizar a metodologia de trabalhado chamada de Sequencia W, que contém quatro movimentos que são o direcionamento e alinhamento; reflexões e proposições; decisão e divulgação; implementação e acompanhamento. Para os acompanhamentos e correções de rumos pode-se utilizar o ciclo operacional que é formulado de acordo com o triângulo estratégico e o ciclo estratégico que permite verificar as dificuldades de elaboração de da aprovação do plano de trabalho. Explica-se que o processo de implantação deve levar em conta dez gestões que devem ser bem administradas e estas são as premissas, integração, escopo, tempo, custo, qualidade, recursos humanos, comunicações, riscos e das aquisições. Outra explicação de Costa demonstra que para o processo de implantação é preciso ter conhecimento, paciência, saber conduzir a transformação dos métodos de trabalho, capacitação das pessoas, cultura organizacional, das estratégias competitivas, dos sistemas gerenciais e da capacitação, devendo trabalhar as melhorias contínuas e drásticas. O estudo do autor trata, de forma atualizada, a estratégia aplicada à realidade brasileira. Fornece conceitos e métodos de gestão estratégica que podem ser

6 aplicados a todo tipo e tamanho de organização, trazendo um equilíbrio entre a teoria e a prática, proporcionando um entendimento integrado da gestão estratégica. Em sua apresentação no livro, Costa afirma que concentrou esforços para que o leitor possuísse um roteiro prático e rápido para uma ação direta e proativa, focando nos elementos essenciais para a implantação imediata do planejamento e da estratégia. Sua proposta em trazer um conteúdo com exemplos e aplicações, facilita reconhecer os fatores-chaves de sucessos para a implantação da gestão estratégica e perceber a diferença entre o planejamento estratégico clássico e a moderna gestão estratégica que é um processo contínuo e comprometido profundamente com o crescimento, desenvolvimento, sustentabilidade e sobrevivência da organização. Vol.6. nº 1, Novembro de 2013.

Plano de Ensino Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos

Plano de Ensino Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Faculdade Curso Disciplina Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos ADMEST - Administração Estratégica Período Letivo 2013 - Anual Currículo 40032012

Leia mais

Janeiro 2009. ELO Group www.elogroup.com.br Página 2

Janeiro 2009. ELO Group www.elogroup.com.br Página 2 de um Escritório - O Escritório como mecanismo para gerar excelência operacional, aumentar a visibilidade gerencial e fomentar a inovação - Introdução...2 Visão Geral dos Papéis Estratégicos... 3 Papel

Leia mais

Faculdades Integradas Teresa D Ávila

Faculdades Integradas Teresa D Ávila Faculdades Integradas Teresa D Ávila CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Reconhecido pela Portaria Ministerial nº. 4.571 de 28/12/05 e publicado no DOU em 29/12/05. Componente Curricular: Planejamento Estratégico Empresarial

Leia mais

Gerenciamento Estratégico

Gerenciamento Estratégico Gerenciamento Estratégico CREPÚSCULO DE UMA NOVA ERA O desafio mais importante de nossos dias é o encerramento de uma época de continuidade época em que cada passo fazia prever o passo seguinte e o advento

Leia mais

Planejamento e Gestão Estratégica

Planejamento e Gestão Estratégica Planejamento e Gestão Estratégica O Governo de Minas estabeleceu como um dos eixos norteadores da suas políticas públicas a eficiência na utilização dos recursos e a oferta de serviços com qualidade cada

Leia mais

5º Workshop Planejamento Estratégico UFAM

5º Workshop Planejamento Estratégico UFAM 5º Workshop Planejamento Estratégico UFAM Oficina 2 Grupo G1 28/01/2015 SUMÁRIO Abertura Matriz SWOT Perspectivas do BSC e Objetivos Estratégicos Mapa Estratégico Vetores Formulação Estratégica Abertura

Leia mais

PLANO DE ENSINO OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA:

PLANO DE ENSINO OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA: PLANO DE ENSINO CURSO: Administração DISCIPLINA: Administração Estratégica PROFº: Francisco Xavier Soares Filho PERÍODO: 5º SEMESTRE / ANO: 1º Semestre / 2016. C/H Teórica: 80h Créditos: C / H Prática:

Leia mais

Metodologias de Apoio ao Planejamento Estratégico. Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília

Metodologias de Apoio ao Planejamento Estratégico. Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Metodologias de Apoio ao Planejamento Estratégico Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Análise Ambiental Análise Ambiental : Matriz SWOT A sigla SWOT Ambiente

Leia mais

4 Metodologia e estratégia de abordagem

4 Metodologia e estratégia de abordagem 50 4 Metodologia e estratégia de abordagem O problema de diagnóstico para melhoria da qualidade percebida pelos clientes é abordado a partir da identificação de diferenças (gaps) significativas entre o

Leia mais

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP Planejamento - 7 Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos 1 O que é risco? Evento que representa uma ameaça ou uma oportunidade em potencial Plano de gerenciamento do risco Especifica

Leia mais

CAMINHO PARA DESENVOLVER UMA AGENDA DE ADAPTAÇÃO EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS NAS EMPRESAS. Junho 2013

CAMINHO PARA DESENVOLVER UMA AGENDA DE ADAPTAÇÃO EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS NAS EMPRESAS. Junho 2013 CAMINHO PARA DESENVOLVER UMA AGENDA DE ADAPTAÇÃO EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS NAS EMPRESAS Junho 2013 PROPÓSITO Aqui apresentamos o caminho para as empresas adotarem uma estratégia em adaptação às mudanças climáticas,

Leia mais

Diagnostico Organizacional Compreendendo o sistema de definição de objetivos. Missão. As principais forças. Visão. O sonho que nos move.

Diagnostico Organizacional Compreendendo o sistema de definição de objetivos. Missão. As principais forças. Visão. O sonho que nos move. VALORES Qualificação / Valorização Disponibilização / Visibilidade. Diagnostico Organizacional Compreendendo o sistema de definição de objetivos Missão As principais forças Visão O sonho que nos move Princípios

Leia mais

Aula 00 Aula Demonstrativa

Aula 00 Aula Demonstrativa SUMÁRIO 1.1 APRESENTAÇÃO... 1 1.2 CONTEÚDO DO CURSO... 2 1.3 PLANEJAMENTO ADMINISTRATIVO... 4 BALANCED SCORECARD... 4 ANÁLISE SWOT... 7 1.4 Lista de Questões Comentadas... 9 1.5 Referências Bibliográficas...

Leia mais

4 Proposta de método de avaliação de desempenho em programas

4 Proposta de método de avaliação de desempenho em programas 4 Proposta de método de avaliação de desempenho em programas O método de avaliação foi proposto especialmente para esta pesquisa, mas poderá ser utilizado em outros casos relacionados à avaliação de desempenho

Leia mais

OFICINA DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NA ADM PÚBLICA. Conceitos e Aplicações. Prof. Ricardo Cunha Nogueira, Dr.

OFICINA DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NA ADM PÚBLICA. Conceitos e Aplicações. Prof. Ricardo Cunha Nogueira, Dr. OFICINA DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NA ADM PÚBLICA Conceitos e Aplicações Prof. Ricardo Cunha Nogueira, Dr. C.V. RESUMIDO PÓS GRADUAÇÕES: Doutor em ADM-UFMG Mestre em Desenvolvimento Regional UFAM; Especialista

Leia mais

Gestão por Competências

Gestão por Competências Gestão por Competências Unimed Apucarana Gestão por Competências Unimed Apucarana Unimed Apucarana em números 158 médicos cooperados 16 aspirantes a cooperado 17.676 clientes 63 colaboradores 79 recursos

Leia mais

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design.

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design. Projetar, foi a tradução mais usada no Brasil para design, quando este se refere ao processo de design. Maldonado definiu que design é uma atividade de projeto que consiste em determinar as propriedades

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

GESTÃ T O O E P RÁ R TI T C I AS DE R E R CUR U S R OS

GESTÃ T O O E P RÁ R TI T C I AS DE R E R CUR U S R OS Ensinar para administrar. Administrar para ensinar. E crescermos juntos! www.chiavenato.com GESTÃO E PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS Para Onde Estamos Indo? Idalberto Chiavenato Algumas empresas são movidas

Leia mais

www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com

www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com Quem somos? A BEATRIZ DEHTEAR KM apresenta a seus clientes uma proposta totalmente inovadora para implementar a Gestão do Conhecimento Organizacional. Nosso objetivo

Leia mais

Rita/João Abril -2014

Rita/João Abril -2014 Rita/João Abril -2014 Conteúdo Programático (Qui)10/04 Estratégia de gerenciamento de pessoas com foco em resultado e gestão por competências Rita (Qui)17/04 - Conceitos de liderança, equipes eficazes,

Leia mais

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto Processos de gerenciamento de projetos em um projeto O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir seus requisitos.

Leia mais

Pós-Graduação em Gestão de Negócios com ênfase em Empreendedorismo

Pós-Graduação em Gestão de Negócios com ênfase em Empreendedorismo Pós-Graduação em Gestão de Negócios com ênfase em Empreendedorismo Turma Especial ESPM/ABF-Rio Início em 28 de setembro de 2015 Aulas as segundas e quartas, das 19h às 22h Valor do curso: R$ 15.698,00

Leia mais

Engenharia de Software II: Iniciando o Projeto. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: Iniciando o Projeto. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: Iniciando o Projeto Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Desenvolvendo o Termo de Abertura do Projeto. Identificando as Partes Interessadas no Projeto.

Leia mais

Termo de Abertura de Projeto. Proposta Aceita pelo Cliente

Termo de Abertura de Projeto. Proposta Aceita pelo Cliente Termo de Abertura de Projeto Proposta Aceita pelo Cliente Elaborar o Termo de Abertura A gerência da organização emite o Termo de Abertura do Projeto. O documento pode ser preparado pelo gerente da proposta,

Leia mais

Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Introdução Planejar o Gerenciamento dos Riscos. Identificar os Riscos Realizar a Análise Qualitativa

Leia mais

1ºAgroMarketing O ALINHAMENTO DO PLANEJAMENTO DE MARKETING AO BUSINESS-PLAN DE EMPRESAS DO AGRONEGÓCIO. Mauricio Sampaio

1ºAgroMarketing O ALINHAMENTO DO PLANEJAMENTO DE MARKETING AO BUSINESS-PLAN DE EMPRESAS DO AGRONEGÓCIO. Mauricio Sampaio 1ºAgroMarketing O ALINHAMENTO DO PLANEJAMENTO DE MARKETING AO BUSINESS-PLAN DE EMPRESAS DO AGRONEGÓCIO Mauricio Sampaio Definições e Conceitos Visão Missão Administração Estratégica Planejamento Estratégico

Leia mais

Proposição de Projeto

Proposição de Projeto Anexo II da Resolução Nº 06/CEG, de 10 de dezembro de 2014 Proposição de Projeto Programa de Modernização Integrada do Ministério da Fazenda - PMIMF Elaboração do Plano Diretor Inicial de Ocupação do Espaço

Leia mais

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas 10 Minutos sobre práticas de gestão de projetos Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas Destaques Os CEOs de setores que enfrentam mudanças bruscas exigem inovação

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

MBA Executivo em Administração: Gestão de Negócios em Comércio e Vendas Coordenação Acadêmica: Prof. Fernando R. A. Marchesini, Msc.

MBA Executivo em Administração: Gestão de Negócios em Comércio e Vendas Coordenação Acadêmica: Prof. Fernando R. A. Marchesini, Msc. CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA Executivo em Administração: Gestão de Negócios em Comércio e Vendas Coordenação Acadêmica: Prof. Fernando R. A. Marchesini, Msc. 1 OBJETIVOS: Conduzir

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO MODELO DE GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS NA JUSTIÇA DO TRABALHO DE PRIMEIRO E SEGUNDO GRAUS

IMPLANTAÇÃO DO MODELO DE GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS NA JUSTIÇA DO TRABALHO DE PRIMEIRO E SEGUNDO GRAUS Anexo - Modelo de Gestão de Pessoas 936/2012 - Segunda-feira, 12 de Março de 2012 Conselho Superior da Justiça do Trabalho 1 Página 1 de 14 IMPLANTAÇÃO DO MODELO DE GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS NA

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO INTEGRADA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA - PMIMF MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA ATORES DA REDE DE INOVAÇÃO 2 O MODELO CONTEMPLA: Premissas e diretrizes de implementação Modelo

Leia mais

AUTORES. James E. Grunig, Ph.D. Professor emérito da University of Maryland, EUA; Profa. Dra. Maria Aparecida Ferrari ECA/USP

AUTORES. James E. Grunig, Ph.D. Professor emérito da University of Maryland, EUA; Profa. Dra. Maria Aparecida Ferrari ECA/USP MOTIVO DA OBRA Essa obra foi inspirada nos estudos e nas pesquisas realizadas por James E. Grunig em mais de trinta anos de atuação como professor da Universidade de Maryland e consultor de empresas na

Leia mais

PROJETO INTEGRADOR II Alunos do Final do Módulo Organizacional

PROJETO INTEGRADOR II Alunos do Final do Módulo Organizacional PROJETO INTEGRADOR II Alunos do Final do Módulo Organizacional Cartilha de Orientação SUMÁRIO 1. Apresentação 2. Informações 2.1. Requisitos Específicos do Projeto Integrador II 2.2. Roteiro para elaboração

Leia mais

MBA em Gestão do Entretenimento

MBA em Gestão do Entretenimento MBA em Gestão do Entertainment Business Management Público - alvo Indicado para profissionais e empreendedores que necessitam de habilidades e ferramentas para a atuação no setor de gestão, nas áreas do

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos

Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DA GESTÃO ESTRATÉGICA. Profª. Danielle Valente Duarte

GESTÃO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DA GESTÃO ESTRATÉGICA. Profª. Danielle Valente Duarte GESTÃO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DA GESTÃO ESTRATÉGICA Profª. Danielle Valente Duarte 2014 Abrange três componentes interdependentes: a visão sistêmica; o pensamento estratégico e o planejamento. Visão Sistêmica

Leia mais

AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE MATURIDADE DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA ENERGISA SERGIPE. MSc. Sandra Patrícia B. Rocha

AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE MATURIDADE DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA ENERGISA SERGIPE. MSc. Sandra Patrícia B. Rocha AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE MATURIDADE DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS NA ENERGISA SERGIPE MSc. Sandra Patrícia B. Rocha A EMPRESA Um dos principais grupos privados do setor elétrico brasileiro A EMPRESA A EMPRESA

Leia mais

Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência

Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência Introdução O panorama que se descortina para os próximos anos revela um quadro de grandes desafios para as empresas. Fatores como novas exigências dos

Leia mais

WORKSHOP MELHORIA DE PROCESSOS

WORKSHOP MELHORIA DE PROCESSOS WORKSHOP MELHORIA DE PROCESSOS Superintendência de Planejamento e Gestão Escritório de Processos Organizacionais Goiânia, 27 de maio de 2009 Objetivos: WORKSHOPS DE MELHORIA DE PROCESSOS Promover o mapeamento,

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Este material resulta da reunião de fragmentos do módulo I do Curso Gestão Estratégica com uso do Balanced Scorecard (BSC) realizado pelo CNJ. 1. Conceitos de Planejamento Estratégico

Leia mais

Estrutura Hierárquica de Planejamento e Controle da Produção Estratégico Entradas Ações Saídas Fonte

Estrutura Hierárquica de Planejamento e Controle da Produção Estratégico Entradas Ações Saídas Fonte Estratégico Previsão do Negócio Estrutura Hierárquica de Planejamento e Controle da Produção Estratégico Entradas Ações Saídas Fonte Mercados e demandas de longo prazo. Competidores. Fatores econômicos,

Leia mais

Resultados, Sustentabilidade, Desempenho, Foco. Sim, sabemos que a sua organização quer chegar lá. Mas você sabe o melhor caminho?

Resultados, Sustentabilidade, Desempenho, Foco. Sim, sabemos que a sua organização quer chegar lá. Mas você sabe o melhor caminho? Resultados, Sustentabilidade, Desempenho, Foco. Sim, sabemos que a sua organização quer chegar lá. Mas você sabe o melhor caminho? Nossa Empresa A MasterQual é uma consultoria brasileira que tem como principal

Leia mais

1. Introdução. 1.1. O Problema

1. Introdução. 1.1. O Problema 1. Introdução A presente pesquisa advém de uma necessidade de um processo reflexivo e crítico na busca por soluções mais maduras para lidar com os riscos relacionados à cadeia de suprimentos. Para tanto,

Leia mais

Workshop Regional PGQP

Workshop Regional PGQP Workshop Regional PGQP Rio Grande - 25/03/2004 COMO FAZER QUALIDADE NO SERVIÇO PÚBLICO (Por Irene Szyszka) 1 Produzido por Lucem - Sistemas Integrados de Gestão Ltda. Todo o mundo sonha... 2 É possível

Leia mais

"BUSSINES PLAN"- PLANO DE NEGÓCIOS

BUSSINES PLAN- PLANO DE NEGÓCIOS "BUSSINES PLAN"- PLANO DE! Os componentes do Business Plan.! Quem precisa fazer um Business Plan! Colocando o Business Plan em ação Autores: Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Administrador de Empresas

Leia mais

3 Gerenciamento de Projetos

3 Gerenciamento de Projetos 34 3 Gerenciamento de Projetos Neste capítulo, será abordado o tema de gerenciamento de projetos, iniciando na seção 3.1 um estudo de bibliografia sobre a definição do tema e a origem deste estudo. Na

Leia mais

8 Congresso Internacional de Qualidade para Competitividade. Práticas de gestão do conhecimento na Promon. Porto Alegre, 3 de julho de 2007

8 Congresso Internacional de Qualidade para Competitividade. Práticas de gestão do conhecimento na Promon. Porto Alegre, 3 de julho de 2007 8 Congresso Internacional de Qualidade para Competitividade Práticas de gestão do conhecimento na Promon Porto Alegre, 3 de julho de 2007 1 Promon S.A. Todos os direitos reservados Agenda 1 Sobre a Promon

Leia mais

Questionário de Avaliação de Maturidade Setorial: Modelo PRADO-MMGP

Questionário de Avaliação de Maturidade Setorial: Modelo PRADO-MMGP DARCI PRADO Questionário de Avaliação de Maturidade Setorial: Modelo PRADO-MMGP Versão 1.6.4 Setembro 2009 Extraído do Livro "Maturidade em Gerenciamento de Projetos" 2ª Edição (a publicar) Autor: Darci

Leia mais

Núcleo Comum. Gestão Empresarial. Administração Estratégica Planejamento e o BSC. Prof. Me. Achiles Batista Ferreira Junior

Núcleo Comum. Gestão Empresarial. Administração Estratégica Planejamento e o BSC. Prof. Me. Achiles Batista Ferreira Junior Núcleo Comum Gestão Empresarial Administração Estratégica Planejamento e o BSC Prof. Me. Achiles Batista Ferreira Junior INTRODUÇÃO O ato de planejar e gerenciar pertence ao cotidiano de grande parte dos

Leia mais

Texto para discussão. Desenvolvimento profissional dos integrantes da carreira de EPPGG

Texto para discussão. Desenvolvimento profissional dos integrantes da carreira de EPPGG 1 Introdução Texto para discussão Desenvolvimento profissional dos integrantes da carreira de EPPGG Como resultado da coleta de subsídios para aperfeiçoamento da gestão da carreira de Especialista em Políticas

Leia mais

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira 3º semestre CONCEITOS CONCEITOS Atividade Ação executada que tem por finalidade dar suporte aos objetivos da organização. Correspondem

Leia mais

Planejamento Estratégico AESABESP 2009/ 2012. OSCIP Organização da Sociedade Civil de Interesse Público

Planejamento Estratégico AESABESP 2009/ 2012. OSCIP Organização da Sociedade Civil de Interesse Público Planejamento Estratégico 2009/ 2012 OSCIP Organização da Sociedade Civil de Interesse Público Definição OSCIP é uma qualificação decorrente da lei 9.790 de 23/03/99. São organizações da sociedade civil

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Administração Disciplina: Planejamento Estratégico Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 7 1 - Ementa (sumário, resumo) Conceitos de planejamento

Leia mais

MBA em Gestão Empresarial Prof. Luiz Henrique Moreira Gullaci, Ms. : luizhenrique@gullaci.com.br

MBA em Gestão Empresarial Prof. Luiz Henrique Moreira Gullaci, Ms. : luizhenrique@gullaci.com.br Aula 3 Modelos de Estratégias de Crescimento MBA em Gestão Empresarial Prof. Luiz Henrique Moreira Gullaci, Ms. : luizhenrique@gullaci.com.br PRINCIPAIS MATRIZES DE ANÁLISE EM PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA

Leia mais

Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO

Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO Itajubá/MG Fevereiro de 2012 Plano Anual de 2 de 11 Revisão 01 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1 OBJETIVO GERAL... 4 2

Leia mais

PROJETO INTEGRADOR III Alunos do Final do Módulo Processual. Cartilha de Orientação

PROJETO INTEGRADOR III Alunos do Final do Módulo Processual. Cartilha de Orientação PROJETO INTEGRADOR III Alunos do Final do Módulo Processual Cartilha de Orientação SUMÁRIO 1. Apresentação 2. Informações 2.1. Requisitos Específicos do Projeto Integrador III 2.2. Roteiro para elaboração

Leia mais

Américo da Costa Ramos Filho 22 de março de 2010.

Américo da Costa Ramos Filho 22 de março de 2010. O Global e o Contextualtual no Aprendizado Gerencial de Multinacionais Uma Perspectiva Brasileira Américo da Costa Ramos Filho 22 de março de 2010. Américo da Costa Ramos Filho 22 de março de 2010. OBJETIVO

Leia mais

PLANO DE ENSINO. As atividades da disciplina estão orientadas no sentido de alcançar os seguintes objetivos abaixo relacionados:

PLANO DE ENSINO. As atividades da disciplina estão orientadas no sentido de alcançar os seguintes objetivos abaixo relacionados: I IDENTIFICAÇÃO PLANO DE ENSINO Curso Bacharelado em Administração Disciplina Gestão Estratégica Pré-Requisitos: GADM 01 Fundamentos da Administração GADM 02 Teoria das Organizações Professor Marcos Severo

Leia mais

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento 1 2 Planejamento Estratégico: conceitos e evolução; administração e pensamento estratégico Profª Ms Simone Carvalho simonecarvalho@usp.br Profa. Ms. Simone Carvalho Conteúdo 3 1. Origens e Surgimento 4

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA A informação sempre esteve presente em todas as organizações; porém, com a evolução dos negócios, seu volume e valor aumentaram muito, exigindo uma solução para seu tratamento,

Leia mais

Gerenciamento de Projetos. Douglas Farias Cordeiro

Gerenciamento de Projetos. Douglas Farias Cordeiro Gerenciamento de Projetos Douglas Farias Cordeiro Conceito de Organização Uma organização pode ser descrita como um arranjo sistemático, onde esforços individuais são agregados em prol de um resultado

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANÁLISE PRELIMINAR DE PDTI

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANÁLISE PRELIMINAR DE PDTI MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANÁLISE PRELIMINAR DE PDTI Órgão: UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIA E SAÚDE DE PORTO ALEGRE - UFCSPA Objeto:

Leia mais

Associação de Ensino e Pesquisa Graccho Cardoso S/C LTDA FANESE. Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe

Associação de Ensino e Pesquisa Graccho Cardoso S/C LTDA FANESE. Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe 1 Associação de Ensino e Pesquisa Graccho Cardoso S/C LTDA FANESE Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe Prof. Washington Clay A. Santos Prof. Douglas de Moura Andrade PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Leia mais

Congratulações, estimado leitor! É muito bom poder estar aqui novamente. Este tópico tem como objetivo abordar, de forma clara e objetiva, o

Congratulações, estimado leitor! É muito bom poder estar aqui novamente. Este tópico tem como objetivo abordar, de forma clara e objetiva, o Congratulações, estimado leitor! É muito bom poder estar aqui novamente. Este tópico tem como objetivo abordar, de forma clara e objetiva, o gerenciamento de riscos corporativos e controles internos Modelo

Leia mais

Pesquisa realizada com os participantes do 12º Seminário Nacional de Gestão de Projetos. Apresentação

Pesquisa realizada com os participantes do 12º Seminário Nacional de Gestão de Projetos. Apresentação Pesquisa realizada com os participantes do de Apresentação O perfil do profissional de Projetos Pesquisa realizada durante o 12 Seminário Nacional de, ocorrido em 2009, traça um importante perfil do profissional

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS. Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS. Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos IMPORTÂNCIA DO GUIA PMBOK [01] Grandes organizações, notadamente aquelas que chamamos de multinacionais, trabalham

Leia mais

Gestão Estratégica de Pessoas

Gestão Estratégica de Pessoas Gestão Estratégica de Pessoas MBA FGV 1 Grandes Decisões sobre Pessoas Fatores que Garantem o Resultado As Tendências e Perspectivas de Gestão de Pessoas em Saúde Gestão de Pessoas e o Balanced Score Card

Leia mais

Professor Doutor Antonio de Loureiro Gil

Professor Doutor Antonio de Loureiro Gil MINIARTIGO PROCESSOS DECISÓRIOS (SÉRIE TOMADA DE DECISÃO ) ---- CONTROLADORIA ORGANIZACIONAL---- Professor Doutor Antonio de Loureiro Gil PROFESSOR TITULAR UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR) PROFESSOR

Leia mais

PRODUTOS DO COMPONENTE 3. 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado

PRODUTOS DO COMPONENTE 3. 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado PRODUTOS DO COMPONENTE 3 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado A estruturação do atual modelo de gestão, caracterizou-se pela necessidade de alinhar permanentemente os órgãos

Leia mais

Legitimação dos conceitos face as práticas organizacionais; Oportunizar reflexão sobre as competências em desenvolvimento;

Legitimação dos conceitos face as práticas organizacionais; Oportunizar reflexão sobre as competências em desenvolvimento; 1 MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS INTEGRADORES CURSO SUPERIORES DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA (LOGÍSTICA) SÃO PAULO 2009 2 Introdução A prática pedagógica dos Cursos Superiores de Graduação

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO (Extraído e traduzido do livro de HILL, Charles; JONES, Gareth. Strategic Management: an integrated approach, Apêndice A3. Boston: Houghton Mifflin Company, 1998.) O propósito

Leia mais

OS ÍNDICES DA PERSPECTIVA FINANCEIRA DO BSC: EVA E MVA

OS ÍNDICES DA PERSPECTIVA FINANCEIRA DO BSC: EVA E MVA OS ÍNDICES DA PERSPECTIVA FINANCEIRA DO BSC: EVA E MVA Benjamim de Souza Siqueira 1 RESUMO Antigamente, medir desempenho empresarial era simples assim: o faturamento e o lucro cresceram? As dívidas caíram?

Leia mais

Caderno Virtual de Turismo E-ISSN: 1677-6976 caderno@ivt-rj.net Universidade Federal do Rio de Janeiro Brasil

Caderno Virtual de Turismo E-ISSN: 1677-6976 caderno@ivt-rj.net Universidade Federal do Rio de Janeiro Brasil E-ISSN: 1677-6976 caderno@ivt-rj.net Universidade Federal do Rio de Janeiro Brasil Siems Forte, Ana Maria A C, vol. 3, núm. 3, 2003, pp. 7-13 Universidade Federal do Rio de Janeiro Río de Janeiro, Brasil

Leia mais

Alternativas de Modelo Institucional e Gerencial

Alternativas de Modelo Institucional e Gerencial Workshop dos Resultados dos Estudos Temáticos 13-14 de dezembro de 2006 Alternativas de Modelo Institucional e Gerencial Grupo Temático 10 Modelos Sumário Objetivos do GT10 Lógica ideal de desenvolvimento

Leia mais

Objetivos. Produto da Consultoria. Consolidação do Profissional como Consultor. Prof. Carlos William de Carvalho. Produto:

Objetivos. Produto da Consultoria. Consolidação do Profissional como Consultor. Prof. Carlos William de Carvalho. Produto: Consolidação do Profissional como Consultor Prof. Carlos William de Carvalho Objetivos Quais aspectos a serem considerados para que uma pessoa se torne consultor empresarial? Como definir e qual a importância

Leia mais

Modelo de Gestão CAIXA. 27/05/2008 Congresso CONSAD de Gestão Pública

Modelo de Gestão CAIXA. 27/05/2008 Congresso CONSAD de Gestão Pública Modelo de Gestão CAIXA 1 Modelo de Gestão - Conceito Um Modelo de Gestão designa o conjunto de idéias, princípios, diretrizes, prioridades, critérios, premissas e condições de contorno tomadas como válidas,

Leia mais

http://www.gestaoporcompetencias.com.br Prof. WAGNER RABELLO JR

http://www.gestaoporcompetencias.com.br Prof. WAGNER RABELLO JR GESTÃO POR COMPETÊNCIAS http://www.gestaoporcompetencias.com.br Prof. WAGNER RABELLO JR COMPETÊNCIA GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS Competências individuais Competências organizacionais 1 Competências

Leia mais

Parte I - Conceitos, origens, contexto dos estudos e tendências da administração, 1

Parte I - Conceitos, origens, contexto dos estudos e tendências da administração, 1 Prefácio Estrutura do livro Informações complementares aos leitores Parte I - Conceitos, origens, contexto dos estudos e tendências da administração, 1 Apresentação, 3 1 Conceitos, Origens e Consolidação

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO 1 ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO Solange de Fátima Machado 1 Renato Francisco Saldanha Silva 2 Valdecil de Souza 3 Resumo No presente estudo foi abordada a análise das ferramentas

Leia mais

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave ISO14004 uma diretriz ISO 14004:2004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Prof.Dr.Daniel Bertoli Gonçalves FACENS 1 Seu propósito geral é auxiliar as

Leia mais

CARLOS CAIXETA. Vendas e Gestão Estratégica

CARLOS CAIXETA. Vendas e Gestão Estratégica CARLOS CAIXETA Vendas e Gestão Estratégica PERFIL Carlos Caixeta é um palestrante de destaque nacional por convergir conceito e prática em estratégias empresariais, vendas, performance e negociação. Essa

Leia mais

Gerência de Projetos - Introdução

Gerência de Projetos - Introdução Especialização em Gerência de Projetos de Software Gerência de Projetos - Introdução Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br Gerência de Projetos de Software 2009 Faculdade de Computação

Leia mais

Plano de Negócios. Por que escrever um Plano de Negócios?

Plano de Negócios. Por que escrever um Plano de Negócios? Plano de Negócios Por que escrever um Plano de Negócios? A tarefa de escrever um plano de negócios não é uma tarefa fácil. Isso se você nunca escreveu um e não tem a menor idéia de como começar. O objetivo

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização

Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos

Leia mais

Planejamento e Gestão de Projetos

Planejamento e Gestão de Projetos MBA em EXCELÊNCIA EM GESTÃO DE PROJETOS E PROCESSOS ORGANIZACIONAIS Planejamento e Gestão de s Planejamento e Gestão de s Prof. Msc. Maria C Lage Prof. Newman Serrano, PMP Visão geral da disciplina Objetivos

Leia mais

Sumário 1 APRESENTAÇÃO...3 2 LINHAS GERAIS...4. 2.1. Diretrizes Básicas... 4 2.3. Objetivos... 4 2.4. Público-Alvo... 4

Sumário 1 APRESENTAÇÃO...3 2 LINHAS GERAIS...4. 2.1. Diretrizes Básicas... 4 2.3. Objetivos... 4 2.4. Público-Alvo... 4 Planejamento Estratégico do Sindicato Caderno de Orientações para Outubro de 2008 Sumário 1 APRESENTAÇÃO...3 2 LINHAS GERAIS...4 2.1. Diretrizes Básicas... 4 2.3. Objetivos... 4 2.4. Público-Alvo... 4

Leia mais

Prof. João Peres joao.peres@fgv.br 55 11 99744-6880

Prof. João Peres joao.peres@fgv.br 55 11 99744-6880 Prof. João Peres joao.peres@fgv.br 55 11 99744-6880 SUMÁRIO Abertura Planejamento Estratégico Inteligência Estratégica Preditiva Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI Gestão e Governança As imagens

Leia mais

MBA Executivo da Construção Civil. MBA Executivo da Construção Civil

MBA Executivo da Construção Civil. MBA Executivo da Construção Civil MBA Executivo da Construção Civil MBA Executivo da Construção Civil 1º- semestre 2009 A FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS A Fundação Getulio Vargas foi criada em 1944 por Luiz Simões Lopes com o objetivo de ter

Leia mais

Ministério Público do Estado de Goiás

Ministério Público do Estado de Goiás Ministério Público do Estado de Goiás Apresentação Inicial PMO Institucional MP-GO 1 Um projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo. Em muitos casos

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Ajudando você a fazer a diferença!

Ajudando você a fazer a diferença! Diretores da Lannes Consulting Luciano Lannes Consultor Organizacional e Palestrante com foco no Trabalho em Equipe e o processo de aprendizagem organizacional, visa o desenvolvimento empresarial e a educação

Leia mais

Na teoria e na vida, FDC

Na teoria e na vida, FDC C T E C E N T R O D E T E C N O L O G I A E M P R E S A R I A L C T E C o o p e r a ç ã o e n t r e e m p r e s a s d e g r a n d e p o r t e Na teoria e na vida, FDC AF - 05-006 - CTE02 R.indd 2 7/10/07

Leia mais

Revista 05.qxd 1/19/2007 11:35 AM Page 129

Revista 05.qxd 1/19/2007 11:35 AM Page 129 Revista 05.qxd 1/19/2007 11:35 AM Page 129 Tecnologias de informação no gerenciamento do processo de inovação Divulgação Prof. Dr. Ruy Quadros Bacharel em Administração pela EAESP/GV, mestre pela Unicamp

Leia mais

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Projetos Em conformidade com a metodologia PMI 1 Apresentações Paulo César Mei, MBA, PMP Especialista em planejamento, gestão e controle de projetos e portfólios, sempre aplicando as melhores

Leia mais

1 Introdução Como definir uma estratégia de remuneração alinhada com a cultura organizacional?

1 Introdução Como definir uma estratégia de remuneração alinhada com a cultura organizacional? 1 Introdução Não existe estratégia de negócios ideal para ser aplicada a qualquer empresa, assim como não existe uma cultura organizacional ideal. (PASCHINI, 2006), Killman (1985) afirma que a cultura

Leia mais

MATRIZ BCG: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESAS DO SEGMENTO DE INFORMÁTICA.

MATRIZ BCG: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESAS DO SEGMENTO DE INFORMÁTICA. 1 MATRIZ BCG: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESAS DO SEGMENTO DE INFORMÁTICA. RESUMO Álvaro Sarturi de Oliveira 1 Andréia Cristiane Vogel 2 Danieli Carlson Writzl 3 Marcos Rogério Rodrigues 4 O presente trabalho

Leia mais

Planejamento e Gestão do Negócio Agrícola. Aparecido Porto da Costa E-mail: aparecidoport@hotmail.com

Planejamento e Gestão do Negócio Agrícola. Aparecido Porto da Costa E-mail: aparecidoport@hotmail.com Planejamento e Gestão do Negócio Agrícola Aparecido Porto da Costa E-mail: aparecidoport@hotmail.com Introdução Organização Sistema aberto sucesso Ambiente 2 Conceitos Básicos Planejar Criar esquemas para

Leia mais