RELATÓRIO TÉCNICO. Oficina EVIPNet Brasil. Ferramentas SUPPORT para Políticas Informadas por Evidências. Recife PE, 23 e 24 de fevereiro de 2015

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO TÉCNICO. Oficina EVIPNet Brasil. Ferramentas SUPPORT para Políticas Informadas por Evidências. Recife PE, 23 e 24 de fevereiro de 2015"

Transcrição

1 Ministério da Saúde do Brasil Secretaria de Ciência, Tecnologia, Insumos Estratégicos (SCTIE) Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) Coordenação Geral de Gestão do Conhecimento (CGGC) RELATÓRIO TÉCNICO Oficina EVIPNet Brasil Ferramentas SUPPORT para Políticas Informadas por Evidências Recife PE, 23 e 24 de fevereiro de 2015 O Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE) do Ministério da Saúde (MS), representando a Secretaria Executiva da Rede para Políticas Informadas por Evidências (EVIPNet Brasil), em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Recife (SMS-Recife) e o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), realizou a oficina de capacitação nas ferramentas SUPPORT nos dias 23 e 24 de fevereiro de 2015, com carga horária de 16 horas. Trata-se da segunda oficina oferecida à SMS-Recife e teve os seguintes objetivos: potencializar ações do Núcleo de Evidências (NEv), apresentar a Rede para Políticas Informadas por Evidências a lideranças técnicas e novos membros do NEv e promover o desenvolvimento da capacidade de formulação e implementação de políticas informadas por evidências e contextualização para a tomada de decisão, por meio do uso das ferramentas SUPPORT. Essa iniciativa faz parte de um conjunto de atividades desenvolvidas pela EVIPNet Brasil, no sentido de formar e matriciar redes entre governo, academia, trabalhadores, gestores e usuários de saúde e sociedade civil para fortalecer sistemas de saúde e melhorar seus resultados mediante o acesso, avaliação, adaptação e uso contextualizado de evidências de pesquisa. Foto oficial dos participantes e facilitador da oficina para capacitação nas ferramentas SUPPORT

2 1 Audiência A oficina reuniu 16 participantes, um facilitador e uma apoiadora técnica da Secretaria Executiva da EVIPNet. Todos os participantes atuam na Secretaria de Saúde de Recife/PE nas funções de gerência, coordenação e/ou de apoio técnicos a esta funções (lista de presença com afiliação institucional na página cinco). 2 Contexto A organização de eventos de capacitação e oficinas faz parte da estratégia da EVIPNet Brasil para ampliar e matriciar a rede. A Oficina EVIPNet foi organizada pela Secretaria Executiva da EVIPNet Brasil por meio da CGGC/Decit/SCTIE/MS, em parceria com o Núcleo de Evidência da Secretaria Municipal de Saúde de Recife. Tendo em vista a necessidade de potencializar as ações do Núcleo de Evidências, ampliar o uso de evidências nos processos de tomada de decisão, e, ainda, a apresentação de demandas específicas por parte do secretário municipal de saúde de Recife, a oficina foi proposta para aumentar a percepção dos técnicos sobre a importância da adoção de métodos sistemáticos e transparentes para incorporar o conhecimento científico como subsídio da tomada de decisão no âmbito de programas, sistemas e serviços de saúde. 3 Objetivos e Metodologia A oficina de capacitação teve como objetivos apresentar a EVIPNet, no mundo, Américas e Brasil, capacitar técnicos nas competências e habilidades necessárias à produção de sínteses de evidências para políticas (evidence briefs for policy); além de capacitá-los na organização de diálogos deliberativos no âmbito local. Para que tais objetivos fossem alcançados seguiram-se algumas etapas estabelecidas na programação: a) Apresentação sobre a rede para políticas informadas por evidências e a importância das redes colaborativas de políticas públicas: EVIPNet no mundo, nas Américas e no Brasil; b) Dimensão estratégica da Formulação de Políticas Informadas por Evidências: o que são e quais suas vantagens; c) Elaboração de sínteses de evidências: definição e caracterização do problema; busca de evidências para caracterizar o problema e busca e caracterização das opções de políticas; d) Avaliando a qualidade das evidências sobre as opções; e) Implementação das opções; f) Avaliação das opções quanto às desigualdades e iniquidades; g) Síntese de evidências: modelos e experiências; h) Desenvolvimento da proposta de Plano de Trabalho; i) Diálogo Deliberativo e j) Avaliação da oficina. As tarefas foram executadas sob a supervisão do facilitador com apoio da técnica da secretaria executiva. O grupo recebeu exemplares de duas sínteses de evidências para políticas de saúde já publicadas: reduzindo a mortalidade perinatal e estimulando o uso de evidências científicas na tomada de decisão. Para atender as demandas por evidências científicas da gestão municipal de saúde foi proposta uma divisão dos participantes em três grupos, de acordo com as demandas e a afinidade de cada um. Os temas priorizados foram: a) definição de estratégias para enfrentamento da febre Chikungunya; b) necessidade de estruturação de serviço e linha de cuidado para pessoas com autismo e c) redução da morbi-mortalidade por acidentes de moto em Recife/PE. Ressalta-se que estes problemas foram identificados e priorizados pela gestão municipal de saúde. Foram dadas orientações quanto as buscas em repositórios conforme o tema desejado, realizadas

3 discussões e exercícios de aprendizagem sobre cada etapa da ferramenta aplicada aos temas definidos. 4 Resultados Considerando-se o processo de reforço e ampliação pela qual passa o NEv Recife, a oficina oportunizou a gestão local observar o desempenho, interesse e disponibilidade dos servidores públicos participantes. A oficina serviu ainda para demonstrar a outras lideranças e técnicos locais os esforços empreendidos pela EVIPNet Brasil mediante secretaria executiva e NEv Recife em prol do uso de evidências científicas no processo de formulação e implementação de políticas, programas e serviços de saúde. A oficina também possibilitou intenso intercâmbio entre os participantes e destes com os representantes da gestão central da SMS/Recife e com os representantes da EVIPNet Brasil. Por fim, a oficina fomentou a necessidade da planejamento da produção de novas sínteses de evidências para política e de diálogos deliberativos no âmbito local. Após o término das atividades, os participantes tiveram a oportunidade de avaliar a oficina com o intuito de comunicar a experiência e auxiliar na melhoria da oficina. Dentre os ítens avaliados, os mais positivamente destacados foram: a) a metodologia utilizada; b) os trabalhos em grupo; c) a potencialidade de aplicação da ferramenta no contexto do SUS; d) a possibilidade de encurtar a distância entre a ciência e a gestão; e) facilitação; f) apresentação e g) material didático. Os ítens menos aprovados foram: a) carga horária insuficiente e encadeamento do conteúdo programático e b) tempo curto. As recomendações para melhorar o curso incluíram: a) aumentar o tempo do curso; b) aumentar o tempo das atividades práticas; c) mais objetividade nos materiais das unidades; d) maior tempo de prática para uso das ferramentas; e) escolher apenas uma revisão sistemática para as atividades práticas de opção, benefícios, danos e custos) e f) iniciar o curso com a unidade de buscas em bases de dados. Ao se manifestarem sobre o que farão diferente em face do que aprenderam no curso, os participantes expressaram os seguintes tópicos: a) formulação de políticas; b) sugestão de abordagem de apenas um problema prioritário pré-definido; c) embasamento para a construção de notas técnicas; d) pesquisar evidências científicas em bases de dados; e) sugerir diálogo deliberativo acerca da demanda/política em elaboração; f) dedicar mais tempo para pesquisas; g) sensibilizar equipes técnicas no uso de evidências científicas para formular e avaliar políticas municipais; h) produzir sínteses de evidências para políticas para auxiliar a tomada de decisão; e i) buscar mais espaço na relação pesquisador e gestor. 5 Próximas atividades Ao final da oficina, em conjunto, foram propostos alguns encaminhamentos: redefinição da composição do NEv pelo gestão municipal de saúde de Recife; busca de maior aproximação entre gestão e integrantes do NEv visando facilitar a definição de problemas prioritários e produção de sínteses de evidências para políticas e organização de diálogos deliberativos; preparo do NEv para participação efetiva na oficina de ajustes da chamada EVIPNet Brasil 2014; revisão das sínteses definição de estratégias para enfrentamento da febre Chikungunya e redução da morbimortalidade por acidentes de moto em Recife/PE e prosseguimento da confecção da síntese necessidade de estruturação de serviço e linha de cuidado para pessoas com autismo e multiplicação da oficina em diversos setores da Secretaria Municipal de Saúde e da Rede de Atenção

4 Concordo plenamente Concordo Parcialmente Concordo Não concordo nem discordo parcialmente totalmente à Saúde de Recife pelos participantes da oficina com apoio do NEv Recife. Não ficou acordado a organização de um segundo diálogo deliberativo focado no contexto local. 6 Avaliação da oficina Questão 1 - Qual é sua avaliação global do curso? n % Excelente 2 14 Muito bom, 9 65 Bom 3 21 Mediano - - Aceitável - - Ruim - - Muito ruim - - Não responderam - - Total Questões (2-11) em % 2 O material do curso foi novo para mim O material apresentado no curso é aplicável em meu ambiente de trabalho O material apresentado no curso é relevante para meu desenvolvimento profissional O curso contribuiu para meu entendimento sobre formulação de política em sistema de saúde e o papel de evidência de pesquisa nesse processo 6 O curso desenvolveu meu entendimento sobre as diferentes perguntas a serem respondidas para produzir melhorias nos sistemas de saúde 7 O curso aumentou minha consciência sobre as ferramentas e recursos disponíveis para formuladores de políticas e outros atores sociais a fim de apoiar o uso de evidências científicas 8 O curso aumentou minhas habilidades em adquirir evidência científica visando a melhor compreensão de um problema O curso aumentou minhas habilidades em adquirir e avaliar a

5 Excelente Muito boa Boa Nem boa nem ruim Aceitável Ruim Muito ruim evidência científica visando a melhor compreensão das opções disponíveis para abordar um problema 10 O curso aumentou minha capacidade de adquirir evidência científica para melhor compreender como implementar mudanças 11 O curso auxiliou-me desenvolver um entendimento das diferentes abordagens para apoiar o uso de evidências em sistemas de saúde municipal no Brasil Questões (12-15) em % 12 A duração da oficina foi A comunicação pré-oficina foi Os recursos visuais e/ou material distribuídos foram O local da oficina foi Ana Paula Braz de Almeida Oficina EVIPNet NEv Recife Brasília 23 e 24 de fevereiro 2015 Lista de participantes Nome Instituição GRH/GGR/SERS/SESAU/Recife Ana Priscila Duarte Aguiar DS III/SMS Recife Claudia Castro SEVS/ SMS Recife Fernando Gusmão SESAU/Recife Geanine Barros da Silva SEVS/SMS Recife Jaqueline Chueke Pureza CGGC/DECIT/SCTIE/MS Jessica Cavalcanti IMIP Juliana Dantas Torres Ribeiro SEGTES/SESAU Recife Karinna Moura Boaviagem SMS Recife Karolina de Cássia Lima SEGTES/SESAU Recife Luiz Claudio de Souza Oliveira SESAU/Recife Marcia Andrea Oliveira da Cunha CGPO/ SESAU/Recife Maria Carmelita Maia SEVES/ SMS Recife Maria de Fátima Pinto Ribeiro SMS Recife Nathan Mendes Souza UFOP Simone Leal Batista DS IV/SMS Recife Soraya Araujo Uchoa Cavalcanti SMAD/SMS Recife Valéria Barros de Souza Tavares SEGTES/SESAU Recife

RELATÓRIO TÉCNICO. Oficina EVIPNet Brasil. Ferramentas SUPPORT para Políticas Informadas por Evidências. Sobral CE, 23 e 24 de março de 2015

RELATÓRIO TÉCNICO. Oficina EVIPNet Brasil. Ferramentas SUPPORT para Políticas Informadas por Evidências. Sobral CE, 23 e 24 de março de 2015 Ministério da Saúde do Brasil Secretaria de Ciência, Tecnologia, Insumos Estratégicos (SCTIE) Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) Coordenação Geral de Gestão do Conhecimento (CGGC) RELATÓRIO TÉCNICO

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO. Oficina EVIPNet Brasil. Ferramentas SUPPORT para Políticas Informadas por Evidências. Brasília DF, 9-10; 16-17 de setembro de 2014

RELATÓRIO TÉCNICO. Oficina EVIPNet Brasil. Ferramentas SUPPORT para Políticas Informadas por Evidências. Brasília DF, 9-10; 16-17 de setembro de 2014 Ministério da Saúde do Brasil Secretaria de Ciência, Tecnologia, Insumos Estratégicos (SCTIE) Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) Coordenação Geral de Gestão do Conhecimento (CGGC) RELATÓRIO TÉCNICO

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO. Oficina de Capacitação. Ferramentas SUPPORT para Políticas Informadas por Evidências. São Paulo SP, 27 a 30 de agosto de 2013

RELATÓRIO TÉCNICO. Oficina de Capacitação. Ferramentas SUPPORT para Políticas Informadas por Evidências. São Paulo SP, 27 a 30 de agosto de 2013 Ministério da Saúde do Brasil Secretaria de Ciência, Tecnologia, Insumos Estratégicos (SCTIE) Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) Coordenação Geral de Gestão do Conhecimento (CGGC) RELATÓRIO TÉCNICO

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO. Oficina de Capacitação. Brasília, DF - 10-13 dezembro de 2012

RELATÓRIO TÉCNICO. Oficina de Capacitação. Brasília, DF - 10-13 dezembro de 2012 Ministério da Saúde do Brasil Secretaria de Ciência, Tecnologia, Insumos Estratégicos (SCTIE) Departamento de Ciência e Tecnologia (DECIT) Coordenação Geral de Gestão do Conhecimento (CGGC) RELATÓRIO TÉCNICO

Leia mais

XII Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade. Evidência na gestão: relato da Rede de Políticas Informadas por Evidências Brasil

XII Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade. Evidência na gestão: relato da Rede de Políticas Informadas por Evidências Brasil XII Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade Evidência na gestão: relato da Rede de Políticas Informadas por Evidências Brasil - EVIPNet Brasil - Nathan M Souza, MD, MMedEd, PhD(c) DECIT/SCTIE/MS

Leia mais

EVIPNet Brasil Rede para Políticas Informadas por Evidências. Brasília, 10 a 13 dezembro 2012

EVIPNet Brasil Rede para Políticas Informadas por Evidências. Brasília, 10 a 13 dezembro 2012 EVIPNet Brasil Rede para Políticas Informadas por Evidências Brasília, 10 a 13 dezembro 2012 EVIPNet - Brasil Objetivo Geral da Rede EVIPNet Estabelecer mecanismos para facilitar a utilização de produção

Leia mais

Oficina EVIPNet Brasil: Política informada por evidências

Oficina EVIPNet Brasil: Política informada por evidências Oficina EVIPNet Brasil: Política informada por evidências II Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde EVIPNet Global, Américas e Brasil Belo Horizonte, outubro 2013 Fundamentos

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS - SCTIE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - DECIT

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS - SCTIE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - DECIT MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS - SCTIE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - DECIT Ata da VII Reunião do Conselho Consultivo da Rede para Políticas Informadas

Leia mais

Políticas Informadas por Evidências: a experiência da EVIPNet Brasil

Políticas Informadas por Evidências: a experiência da EVIPNet Brasil brasil.evipnet.org Políticas Informadas por Evidências: a experiência da EVIPNet Brasil Jorge Barreto Coordenação de Gestão do Conhecimento Departamento de Ciência e Tecnologia Secretaria de Ciência, Tecnologia

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Há amplo consenso nas categorias profissionais da saúde, em especial na categoria

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO O estágio curricular obrigatório é aquele definido

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

INSTRUTIVO PARA O PLANO DE IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA AMAMENTA E ALIMENTA BRASIL

INSTRUTIVO PARA O PLANO DE IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA AMAMENTA E ALIMENTA BRASIL INSTRUTIVO PARA O PLANO DE IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA AMAMENTA E ALIMENTA BRASIL Brasília Agosto de 2015 A Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil (EAAB) visa o fortalecimento das ações de promoção, proteção

Leia mais

O Dirigente Municipal de Educação e a articulação com o terceiro setor

O Dirigente Municipal de Educação e a articulação com o terceiro setor Missão Promover e realizar ações que contribuam para a melhoria da qualidade da educação pública e que fomentem o desenvolvimento social de comunidades de baixa renda. Visão Ser referência como fundação

Leia mais

Oficina 1: CUSTOS. Ocorrência Desafio Ocorrências Lições Aprendidas Melhorias Considerações SGE. Procurar parceiros que dividam ou arquem com custos

Oficina 1: CUSTOS. Ocorrência Desafio Ocorrências Lições Aprendidas Melhorias Considerações SGE. Procurar parceiros que dividam ou arquem com custos Oficina : CUSTOS 2 Orçamento sem financeiro (Cronograma X Desembolso) Comunicação quanto ao Risco de não execução do projeto Procurar parceiros que dividam ou arquem com custos Negociação com SPOA/Secr.

Leia mais

A Economia da Saúde como campo de estudo e ferramenta de gestão A experiência de Pernambuco

A Economia da Saúde como campo de estudo e ferramenta de gestão A experiência de Pernambuco A Economia da Saúde como campo de estudo e ferramenta de gestão Fernando A Ribeiro de Gusmão, filho Médico Pediatra ABRES Associação Brasileira de Economia da Saúde ENCONTRO REGIONAL DE ECONOMIA DA SAÚDE

Leia mais

Política Nacional de Educação Permanente em Saúde

Política Nacional de Educação Permanente em Saúde Política Nacional de Educação Permanente em Saúde Portaria GM/MS nº 1.996, de 20 de agosto de 2007 substitui a Portaria GM/MS nº 198, de 13 de fevereiro de 2004 e Proposta de Alteração Pesquisa de Avaliação

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL 2009 GESTÃO PARA RESULTADOS RELATOR. Maria Tereza Gonçalves RESPONSÁVEIS

APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL 2009 GESTÃO PARA RESULTADOS RELATOR. Maria Tereza Gonçalves RESPONSÁVEIS APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL 2009 GESTÃO PARA RESULTADOS RELATOR Maria Tereza Gonçalves RESPONSÁVEIS Maria do Carmo Aparecida de Oliveira - (41) 3350-9565 - - - IMAP -

Leia mais

Coordenação: João Henrique Lara do Amaral Cynthya Almeida Coradi Relatoria: Stela Maris Aguiar Lemos

Coordenação: João Henrique Lara do Amaral Cynthya Almeida Coradi Relatoria: Stela Maris Aguiar Lemos RELATÓRIO OFICINA FNEPAS ESTADUAL MINAS GERAIS INTEGRALIDADE E QUALIDADE NA FORMAÇÃO E NAS PRÁTICAS EM SAÚDE: Integrando Formação, Serviços, Gestores e Usuários Local: COBEM Uberlândia Data: 22 de outubro

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO Formação Continuada em Educação a Distância no IFSC

Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO Formação Continuada em Educação a Distância no IFSC MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

Órgão/Sigla: SISTEMA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E GESTÃO - SMPG SECRETARIA MUNICIPAL DE URBANISMO E TRANSPORTE - SEMUT

Órgão/Sigla: SISTEMA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E GESTÃO - SMPG SECRETARIA MUNICIPAL DE URBANISMO E TRANSPORTE - SEMUT Órgão/Sigla: SISTEMA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E GESTÃO - SMPG Natureza Jurídica: Gestão: Finalidade: ÓRGÃO COLEGIADO SECRETARIA MUNICIPAL DE URBANISMO E TRANSPORTE - SEMUT Coordenar as ações planejadas

Leia mais

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA NACIONAL DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA NACIONAL DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA NACIONAL DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ESTUDOS E PESQUISAS SOBRE DESATRES CEPED/RS CURSO DE EXTENSÃO

Leia mais

NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DOS NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NOS INSTITUTOS QUE OPERAM NO ÂMBITO DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONTRATO 189-01/2012 RELATÓRIO 1 30.09.2012

Leia mais

SEMINÁRIO DE GRADUAÇÃO ENADE 2015

SEMINÁRIO DE GRADUAÇÃO ENADE 2015 SEMINÁRIO DE GRADUAÇÃO ENADE 2015 ROTEIRO SINAES Princípios e concepções Os Ciclos Avaliativos do Enade e os Indicadores de Qualidade Enade 2015 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO SINAES Responsabilidade : responsabilidade

Leia mais

PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015

PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015 Brasília - DF 2012 1 O presente Plano

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA Relatório da I Reunião do Conselho Consultivo da EVIPNet Brasil No dia 29 de maio de 2009

Leia mais

Utilizar corretamente os programas do pacote Office 2007

Utilizar corretamente os programas do pacote Office 2007 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS COORDENAÇÃO DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS EDITAL CGDP/SRH Nº 008/2012 ABERTURA E DISPOSIÇÕES GERAIS DO CURSO DE INFORMÁTICA

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Sustentabilidade, campanha e sensibilização, descartáveis, agenda ambiental, resíduos.

PALAVRAS-CHAVE: Sustentabilidade, campanha e sensibilização, descartáveis, agenda ambiental, resíduos. Belo Horizonte/MG 24 a 27/11/2014 ELABORAÇÃO E REALIZAÇÃO DA CAMPANHA DE SENSIBILIZAÇÃO "LARGUE O COPINHO DE MÃO - BEBA NA CANECA" DA ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA SERGIO AROUCA (ENSP/FIOCRUZ). Flávia

Leia mais

Bolonha, fevereiro de 2014

Bolonha, fevereiro de 2014 Bolonha, fevereiro de 2014 Portaria n.º 1654, de 19 de Julho de 2011. Objetivo principal Induzir a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da atenção básica, com garantia de um padrão de qualidade

Leia mais

Relatório Consolidado Indicadores Quantitativos. Programa de Fortalecimento Institucional, Participação e Controle Social Barro Alto - GO

Relatório Consolidado Indicadores Quantitativos. Programa de Fortalecimento Institucional, Participação e Controle Social Barro Alto - GO Relatório Consolidado Indicadores Quantitativos Programa de Fortalecimento Institucional, Participação e Controle Social Barro Alto - GO Relatório Consolidado Programa de Fortalecimento e Barro Alto -

Leia mais

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS / DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DE SAÚDE MENTAL COORDENAÇÃO DE GESTÃO DA ATENÇÃO BÁSICA

Leia mais

Rede para Políticas Informadas por Evidências EVIPNet Brasil

Rede para Políticas Informadas por Evidências EVIPNet Brasil Núcleo de Políticas Informadas por Evidências - NuPIE Faculdade de Medicina Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG 16 de julho de 2014 Rede para Políticas Informadas por Evidências EVIPNet Brasil

Leia mais

Governador do Estado da Bahia Jaques Wagner. Secretário da Saúde Jorge Solla. Coordenadora da Ouvidoria SUS BAHIA Elide Oliveira de Carvalho

Governador do Estado da Bahia Jaques Wagner. Secretário da Saúde Jorge Solla. Coordenadora da Ouvidoria SUS BAHIA Elide Oliveira de Carvalho 1 2 Governador do Estado da Bahia Jaques Wagner Secretário da Saúde Jorge Solla Coordenadora da Ouvidoria SUS BAHIA Elide Oliveira de Carvalho Equipe Técnica: Celurdes Carvalho Flávia Guimarães Simões

Leia mais

FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD

FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD 1 FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD Elisangela Lunas Soares UNICESUMAR Centro Universitário Cesumar elisangela.soares@unicesumar.edu.br Alvaro Martins Fernandes Junior UNICESUMAR Centro Universitário Cesumar

Leia mais

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas 1. Apresentação do Problema Epitácio José Paes Brunet É cada vez mais expressiva, hoje, nas cidades brasileiras, uma nova cultura que passa

Leia mais

CURSO ABERTO CIRANDAS.NET: ATUANDO EM PROL DA ECONOMIA SOLIDÁRIA

CURSO ABERTO CIRANDAS.NET: ATUANDO EM PROL DA ECONOMIA SOLIDÁRIA ÁREA: ECONOMIA SOCIAL, DA SAÚDE, SOLIDÁRIA E DO TRABALHO Área 6. Economia Social, Economia da Saúde, Economia Solidária e Economia do Trabalho (Trabalho completo) CURSO ABERTO CIRANDAS.NET: ATUANDO EM

Leia mais

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar março de 2012 Introdução Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar na gestão pública. A criação

Leia mais

Projeto Jovem Aprendiz Irmã Scheilla. Categoria do projeto: I Projetos em andamento (projetos em execução atualmente)

Projeto Jovem Aprendiz Irmã Scheilla. Categoria do projeto: I Projetos em andamento (projetos em execução atualmente) Mostra Local de: Londrina Projeto Jovem Aprendiz Irmã Scheilla Categoria do projeto: I Projetos em andamento (projetos em execução atualmente) Nome da Instituição/Empresa: Núcleo Esoirita Irmã Scheilla

Leia mais

Salvador e Lauro de Freitas discutem saúde e religiões afro-brasileiras

Salvador e Lauro de Freitas discutem saúde e religiões afro-brasileiras Salvador e Lauro de Freitas discutem saúde e religiões afro-brasileiras Fotos: Alberto Lima Nos dias 14 e 15 de setembro, as Secretarias da Saúde de Salvador e Lauro de Freitas, Bahia, promoveram o I Seminário

Leia mais

UM NOVO MODELO DE GOVERNANÇA

UM NOVO MODELO DE GOVERNANÇA UM NOVO MOLO GOVERNANÇA EM SAÚ PARA O RECIFE AVANÇAR KAMILA MATOS ALBUQUERQUE JAILSON BARROS CORREIA JOANNA PAULA FREIRE LIMA SILVA FERNANDO ANTONIO RIBEIRO GUSMÃO FILHO 2 Painel 32/098 Promovendo a governança

Leia mais

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ministro da Educação Fernando Haddad. Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ministro da Educação Fernando Haddad. Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes Secretária de Educação Especial Claudia Pereira Dutra MINISTÉRIO

Leia mais

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Apresentação: O presente plano de trabalho incorpora, na totalidade, o debate e indicativo do coletivo docente e discente do Centro de Educação e

Leia mais

I Reunião do Comitê Consultivo da BVS Brasil

I Reunião do Comitê Consultivo da BVS Brasil I Reunião do Comitê Consultivo da BVS Brasil A I Reunião do Comitê Consultivo da BVS Brasil foi realizada no dia 16 de maio de 2014, na Bireme/OPAS/OMS, e contou com a presença dos seguintes representantes

Leia mais

Plano de Trabalho 2013/2015

Plano de Trabalho 2013/2015 SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FUNDAP SEADE CEPAM CONVÊNIO SPDR USP FUNDAP SEADE CEPAM ANEXO I Plano de Trabalho 2013/2015 OUTUBRO DE 2013 I. JUSTIFICATIVAS

Leia mais

FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE CONSELHEIRO LAFAIETE

FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE CONSELHEIRO LAFAIETE 1 FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE CONSELHEIRO LAFAIETE RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO (Síntese dos resultados) COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - CPA Mantenedora: Fundação Presidente

Leia mais

20 12 RELATÓRIO DE GESTÃO

20 12 RELATÓRIO DE GESTÃO 20 12 RELATÓRIO DE GESTÃO SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE NACIONAL RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 Brasília / 2012 2012. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

Leia mais

PREFEITURA DE RIO BRANCO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO MUNICÍPIO DE RIO BRANCO - RBPREV. Programa de Capacitações Exercicio de 2015

PREFEITURA DE RIO BRANCO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO MUNICÍPIO DE RIO BRANCO - RBPREV. Programa de Capacitações Exercicio de 2015 Prefeitura Municipal de Rio Branco RBPREV Programa de Capacitações Exercicio de 2015 Equipe do RBPREV Raquel de Araújo Nogueira Diretora-Presidente Maria Gecilda Araújo Ribeiro Diretora de Previdência

Leia mais

A experiência da Fundaj na articulação entre pesquisa e ensino para a melhoria da gestão pública

A experiência da Fundaj na articulação entre pesquisa e ensino para a melhoria da gestão pública A experiência da Fundaj na articulação entre pesquisa e ensino para a melhoria da gestão pública Fundação Joaquim Nabuco Criada pelo Congresso Nacional em 1949 (Lei nº 770) - Projeto apresentado pelo deputado

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR

PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA CAMPUS SANTA ROSA Rua Uruguai, 1675Bairro Central CEP: 98900.000

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DO IMIP COMO HOSPITAL DE ENSINO 2008. Página 1. Introdução

CERTIFICAÇÃO DO IMIP COMO HOSPITAL DE ENSINO 2008. Página 1. Introdução Introdução O moodle como ferramenta de apoio ao matriciamento de residência em pediatria no Ins3tuto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira Dulcineide Oliveira NTES-IMIP/SES-PE Claudinalle Souza

Leia mais

I. APRESENTAÇÃO... i II. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA (ES)... 1

I. APRESENTAÇÃO... i II. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA (ES)... 1 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO... i EQUIPE... iii METODOLOGIA... v II. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA (ES)... 1 1. CARACTERÍSTICAS GEOGRÁFICAS E DEMOGRÁFICAS... 1 2. CARACTERÍSTICAS ECONÔMICAS... 1 3.

Leia mais

Política de Comunicação da Anvisa Instituída em 14 de outubro de 2013 pela Portaria 1.649/Anvisa.

Política de Comunicação da Anvisa Instituída em 14 de outubro de 2013 pela Portaria 1.649/Anvisa. Política de Comunicação da Anvisa Instituída em 14 de outubro de 2013 pela Portaria 1.649/Anvisa. Política de Comunicação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária 1. Apresentação A velocidade com que

Leia mais

PROJETO CHICO MENDES: Ciclos da vida: ambiente, saúde e cidadania

PROJETO CHICO MENDES: Ciclos da vida: ambiente, saúde e cidadania 2010 PROJETO CHICO MENDES: Ciclos da vida: ambiente, saúde e cidadania Mogi Guaçu/SP PROJETO CHICO MENDES CICLOS DA VIDA: AMBIENTE, SAÚDE E CIDADANIA Equipe FMPFM Prof. Ms. Glauco Rogério Ferreira Desenvolvimento

Leia mais

PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO

PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO Diretrizes para Contratação de Consultoria para elaboração do Resumo do Plano e Complementações. 1.INTRODUÇÃO O CEIVAP aprovou recursos

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO ESTADO DO PIAUÍ

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO ESTADO DO PIAUÍ PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO ESTADO DO PIAUÍ Governador do Estado do Piauí: Dr. Francisco de Assis de Moraes Souza Vice- Governador do Estado do Piauí: Dr. Osmar Ribeiro de Almeida Júnior Secretário

Leia mais

PROJETO SABER PARA CUIDAR DOENÇA FALCIFORME NA ESCOLA. Cristiane Miranda Rust cristiane@nupad.ufmg.br

PROJETO SABER PARA CUIDAR DOENÇA FALCIFORME NA ESCOLA. Cristiane Miranda Rust cristiane@nupad.ufmg.br PROJETO SABER PARA CUIDAR DOENÇA FALCIFORME NA ESCOLA Cristiane Miranda Rust cristiane@nupad.ufmg.br Incidência da DF: Brasil MA 1:1400 PE 1:1400 BA 1:650 RO 1:13000 GO 1:1800 MS 1:4000 SP 1:4000 MG 1:1400

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS COORDENAÇÃO DO BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS COORDENAÇÃO DO BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS COORDENAÇÃO DO BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA OFICINA DE PRODUÇÃO ACADÊMICA Material de apoio à construção do TCC Prezados,

Leia mais

EDITAL N 003/2015 PROEX SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DE UNIDADES AUXILIARES DA UNESP

EDITAL N 003/2015 PROEX SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DE UNIDADES AUXILIARES DA UNESP EDITAL N 003/2015 PROEX SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DE UNIDADES AUXILIARES DA UNESP Seleção de propostas de extensão universitária de Unidades Auxiliares no âmbito da PROEX/UNESP para

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS COAPES

PERGUNTAS E RESPOSTAS COAPES Perguntas e Respostas 1 O que é o? O é o Contrato Organizativo de Ação Pública de Ensino-Saúde e suas diretrizes foram publicadas pelos Ministérios da Saúde e da Educação por meio da Portaria Interministerial

Leia mais

Palavras-chaves: Museus e Centros de Ciência; Avaliação; Sistema Digital

Palavras-chaves: Museus e Centros de Ciência; Avaliação; Sistema Digital Um Sistema Digital para Avaliação e Registro de Visitas a Museus e Centros de Ciência Denise C. Studart, Sonia Mano e Marcelle Pereira Museu da Vida / Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz www.museudavida.fiocruz.br

Leia mais

Sumário Executivo. Pesquisa de Avaliação dos Centros da Juventude

Sumário Executivo. Pesquisa de Avaliação dos Centros da Juventude Sumário Executivo Pesquisa de Avaliação dos Centros da Juventude Danielle Oliveira Valverde Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Brasília,

Leia mais

UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN. Natal/RN, 05/2009.

UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN. Natal/RN, 05/2009. 1 UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN Natal/RN, 05/2009. Auta Stella de Medeiros Germano - SEDIS-UFRN - autastella@yahoo.com.br Categoria (Gerenciamento e Logística)

Leia mais

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra Plano Operativo

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra Plano Operativo MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA DEPARTAMENTO DE APOIO À GESTÃO PARTICPATIVA Política Nacional de Saúde Integral da População Negra Plano Operativo Brasília - DF Abril

Leia mais

Unidade 1: Tradução do conhecimento e EVIPNet

Unidade 1: Tradução do conhecimento e EVIPNet Unidade 1: Tradução do conhecimento e EVIPNet Objetivos da unidade Conhecer alguns dos desafios para a vinculação dos achados de pesquisas aos processos de formulação de políticas Discutir o conceito de

Leia mais

PADRÃO DO SISTEMA DE GESTÃO

PADRÃO DO SISTEMA DE GESTÃO Emitente QUALIDADE E GESTÃO Revisão: 00 Pág. 1/5 Nome Data Elaboração Verificação Aprovação Núcleo de Gestão e Qualidade. Núcleo de Gestão e Qualidade Alta Direção (subprefeito, coordenadores, chefe de

Leia mais

SUPERVISÃO ACADÊMICA: UMA PROPOSTA POLÍTICA DE DESAFIOS E QUALIDADE NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

SUPERVISÃO ACADÊMICA: UMA PROPOSTA POLÍTICA DE DESAFIOS E QUALIDADE NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL SUPERVISÃO ACADÊMICA: UMA PROPOSTA POLÍTICA DE DESAFIOS E QUALIDADE NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL Lourdes Passaura* RESUMO: Este artigo relata a experiência de um trabalho efetuado por meio do projeto de supervisão

Leia mais

EDITAL PARA SELEÇÃO DE TUTORES PARA OS CURSOS DA EAD/ENSP/FIOCRUZ OFERTADOS NO SISTEMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL (UAB/SEED/MEC)

EDITAL PARA SELEÇÃO DE TUTORES PARA OS CURSOS DA EAD/ENSP/FIOCRUZ OFERTADOS NO SISTEMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL (UAB/SEED/MEC) 1 EDITAL PARA SELEÇÃO DE TUTORES PARA OS CURSOS DA EAD/ENSP/FIOCRUZ OFERTADOS NO SISTEMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL (UAB/SEED/MEC) A Educação a Distância da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca

Leia mais

DOCUMENTO FINAL DO ENCONTRO

DOCUMENTO FINAL DO ENCONTRO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE HISTÓRIA ANPUH-BRASIL O PERFIL PROFISSIONAL DOS HISTORIADORES ATUANTES EM ARQUIVOS DOCUMENTO FINAL DO ENCONTRO São Paulo, dezembro de 2012. APRESENTAÇÃO Este documento, produzido

Leia mais

2- PÚBLICO ALVO. Página 1 de 8 CURSO PRÁTICO FORMAÇÃO DE CONSULTORES EMPRESARIAIS. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi

2- PÚBLICO ALVO. Página 1 de 8 CURSO PRÁTICO FORMAÇÃO DE CONSULTORES EMPRESARIAIS. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi 1- Objetivo Geral Capacitar profissionais para o exercício da consultoria empresarial com qualidade, possibilitando assim um melhor atendimento as demandas das empresas paraenses por estes serviços. Disseminar

Leia mais

Incentivar a inovação em processos funcionais. Aprimorar a gestão de pessoas de TIC

Incentivar a inovação em processos funcionais. Aprimorar a gestão de pessoas de TIC Incentivar a inovação em processos funcionais Aprendizagem e conhecimento Adotar práticas de gestão participativa para garantir maior envolvimento e adoção de soluções de TI e processos funcionais. Promover

Leia mais

Experiência: PROGRAMA TIMES DE RESULTADOS BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S/ A. Responsável: MARCUS ANTONIUS DE OLIVEIRA VALE

Experiência: PROGRAMA TIMES DE RESULTADOS BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S/ A. Responsável: MARCUS ANTONIUS DE OLIVEIRA VALE Experiência: PROGRAMA TIMES DE RESULTADOS BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S/ A Responsável: MARCUS ANTONIUS DE OLIVEIRA VALE Equipe: Byron Costa de Queiroz, Valdemar Barros Filho, Ana Altina Teixeira Marciano,

Leia mais

PROGRAMA DE MELHORIA DA GESTÃO MUNICIPAL

PROGRAMA DE MELHORIA DA GESTÃO MUNICIPAL Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 PROGRAMA DE MELHORIA DA GESTÃO MUNICIPAL Maria Luiza dos Santos Vellozo Rosangela Maria Luchi Flavia Cardoso Garcia Chaves Julio

Leia mais

serviço social na saúde coletiva reflexões e práticas

serviço social na saúde coletiva reflexões e práticas serviço social na saúde coletiva reflexões e práticas Conselho Editorial Bertha K. Becker Candido Mendes Cristovam Buarque Ignacy Sachs Jurandir Freire Costa Ladislau Dowbor Pierre Salama Mônica de Castro

Leia mais

EVIPNet Rede para Políticas Informadas por Evidências

EVIPNet Rede para Políticas Informadas por Evidências EVIPNet Rede para Políticas Informadas por Evidências Gilvania Melo Coordenação-Geral de Gestão do Conhecimento Departamento de Ciência e Tecnologia Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos

Leia mais

RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SERVIÇO NO MUNICÍPIO DE PALMAS/TOCANTINS

RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SERVIÇO NO MUNICÍPIO DE PALMAS/TOCANTINS RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SERVIÇO NO MUNICÍPIO DE PALMAS/TOCANTINS LISY MOTA DA CRUZ Orientador: Prof. Dr. Gilberto Tadeu Reis da Silva

Leia mais

Estratégias para a implantação do T&V

Estratégias para a implantação do T&V 64 Embrapa Soja, Documentos, 288 Estratégias para a implantação do T&V Lineu Alberto Domit 1 A estratégia de ação proposta está baseada na experiência acumulada na implantação do sistema T&V no estado

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA)

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) Contrato por Produto Nacional CONSULTOR JÚNIOR Número e Título do Projeto: BRA/09/004 Fortalecimento da CAIXA no seu processo

Leia mais

Princípios Gerais. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra 15/10/2012

Princípios Gerais. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra 15/10/2012 Princípios Gerais Política Nacional de Saúde Integral da População Negra PORTARIA Nº 992, DE 13 DE MAIO DE 2009 Profª Carla Pintas A Constituição de 1988 assumiu o caráter de Constituição Cidadã, em virtude

Leia mais

RESUMO EXECUTIVO 439ª Reunião Ordinária CESP/PE Recife, 11 de junho de 2014

RESUMO EXECUTIVO 439ª Reunião Ordinária CESP/PE Recife, 11 de junho de 2014 Coordenação: Ana Maria Albuquerque Local: CES/PE Presentes: Maria Zilda da Silva Uchoa Cavalcanti- Trabalhador COREN/PE Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco- Titular; José Marcos da Silva- Trabalhador-

Leia mais

V Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação

V Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação 520 V Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação Política de Atendimento à Primeira Infância: formação e desempenho do Visitador no Programa Primeira Infância Melhor Carolina de Vasconcellos Drügg, Marta Luz

Leia mais

Informação e evidência científica Plataformas de apoio à tomada de decisão em políticas de saúde

Informação e evidência científica Plataformas de apoio à tomada de decisão em políticas de saúde Informação e evidência científica Plataformas de apoio à tomada de decisão em políticas de saúde VerônicaAbdala BIREME/OPAS/OMS Apoiando a tomada de decisões informadas por Evidência Metodologia/Ferramentas

Leia mais

O Jornal O Imparcial, em sua edição do dia 07 de fevereiro do corrente, publicou uma matéria sobre as críticas do Conselheiro Henrique Liberato

O Jornal O Imparcial, em sua edição do dia 07 de fevereiro do corrente, publicou uma matéria sobre as críticas do Conselheiro Henrique Liberato O Jornal O Imparcial, em sua edição do dia 07 de fevereiro do corrente, publicou uma matéria sobre as críticas do Conselheiro Henrique Liberato Salvador, da Delegacia Regional de P. Prudente do Conselho

Leia mais

A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO

A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO ÍNDICE Diagnóstico Princípios Básicos: 1- Redefinição da atuação pública na saúde 2-Saúde como direito de todos 3-Estabilidade e continuidade das políticas de

Leia mais

Título - Avaliação dos trabalhos de Educação Ambiental realizados pelo Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André ( SEMASA)

Título - Avaliação dos trabalhos de Educação Ambiental realizados pelo Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André ( SEMASA) Título - Avaliação dos trabalhos de Educação Ambiental realizados pelo Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André ( SEMASA) Autor: Departamento de Gestão Ambiental SEMASA Serviço Municipal

Leia mais

identificação e detalhamento dos indicadores definidos para mensurar os resultados do projeto.

identificação e detalhamento dos indicadores definidos para mensurar os resultados do projeto. APRESENTAÇÃO O presente documento se refere ao Plano do Projeto de Implantação das Estratégias de Ensino - a ser executado por Instituição de Ensino Superior - IES que se inscreva para fazer parte do Projeto

Leia mais

LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA - e adota outras providências.

LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA - e adota outras providências. LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005 Procedência: Governamental Natureza: PL. 332/05 DO. 17.762 de 17/11/05 Fonte: ALESC/Div. Documentação Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA

Leia mais

Indicadores para avaliação de projetos sociais: os Projetos Comunitários FMCSV. Inês Mindlin Lafer gerente de programas

Indicadores para avaliação de projetos sociais: os Projetos Comunitários FMCSV. Inês Mindlin Lafer gerente de programas Indicadores para avaliação de projetos sociais: os Projetos Comunitários FMCSV Inês Mindlin Lafer gerente de programas 27 de maio de 2010 Agenda Apresentação FMCSV Os projetos Comunitários FMCSV A avaliação

Leia mais

ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE RIO DO SUL - SC. PROJETO DE CAPACITAÇÃO: Assessoria Pedagógica

ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE RIO DO SUL - SC. PROJETO DE CAPACITAÇÃO: Assessoria Pedagógica ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE RIO DO SUL - SC PROJETO DE CAPACITAÇÃO: Assessoria Pedagógica Rio do Sul 2008/2009 CLAUDIO ADALBERTO KOLLER DIRETOR GERAL WALTER SOARES FERNANDES DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE

Leia mais

PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA COMO FERRAMENTA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA

PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA COMO FERRAMENTA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA COMO FERRAMENTA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA Rachel de Souza Melo 1 - rachelmelo2@hotmail.com; Romário Roberto Xavier de Araújo 2 - romarioaraujo124@gmai.com; Catarina de Medeiros

Leia mais

Subvenção aos Núcleos Estaduais ODM do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade

Subvenção aos Núcleos Estaduais ODM do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade Subvenção aos Núcleos Estaduais ODM do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade EDITAL 2015 PROJETO BRA/11/023 Desenvolvimento de capacidades, de justiça econômica sustentável e promoção de boas

Leia mais

4. Registro e compartilhamento de melhores práticas e lições aprendidas

4. Registro e compartilhamento de melhores práticas e lições aprendidas Módulo 4: Melhores práticas e lições aprendidas 4. Registro e compartilhamento de melhores práticas e lições aprendidas Oficinas de capacitação do LEG para 2012-2013 - Oficina dos PMDs de língua portuguesa

Leia mais

ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO TRABALHO DO NASF

ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO TRABALHO DO NASF ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO TRABALHO DO NASF Jorge Zepeda Gerente de APS da SMS de Florianópolis I Encontro Estadual dos NASF de SC Florianópolis, Novembro de 2012 ROTEIRO DE CONVERSA 1. LUGAR DE ONDE FALO:

Leia mais

PLANEJAMENTO CEAF 2008

PLANEJAMENTO CEAF 2008 PLANEJAMENTO CEAF 2008 O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional- CEAF é o órgão responsável pela educação no Ministério Público. Através de projetos educacionais, o CEAF aperfeiçoa a atuação de

Leia mais

Elas formam um dos polos mais dinâmicos da economia brasileira, e são o principal sustentáculo do emprego e da distribuição de renda no país.

Elas formam um dos polos mais dinâmicos da economia brasileira, e são o principal sustentáculo do emprego e da distribuição de renda no país. Fonte: http://www.portaldaindustria.org.br 25/02/2015 PRONUNCIAMENTO DO PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO NACIONAL (CDN) DO SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (SEBRAE), NA SOLENIDADE

Leia mais