M-LEARNING NA PRÁTICA: O USO DE SMS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM NA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "M-LEARNING NA PRÁTICA: O USO DE SMS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM NA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO"

Transcrição

1 M-LEARNING NA PRÁTICA: O USO DE SMS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM NA GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO Autoria: Amarolinda Zanela Klein, José Carlos da Silva Freitas Junior, Jorge Luis Victória Barbosa Resumo Este artigo apresenta os resultados de uma experiência de utilização de SMS (Serviço de Mensagem Curta) como apoio ao ensino presencial na graduação em Administração. As percepções dos alunos a respeito do uso desse recurso foram avaliadas por questionário, respondido por 110 alunos participantes. Os resultados indicam que o uso de SMS foi avaliado de forma positiva, sendo percebido como um recurso para recebimento de informações e também como um estímulo para participação na disciplina. Além disso, os alunos(as) também indicaram que o SMS ajudou-os a sintetizar e lembrar tópicos importantes da disciplina, devido à natureza curta dessas mensagens. 1

2 1 - INTRODUÇÃO Atualmente, os profissionais de ensino superior se deparam com uma série de oportunidades relacionadas à difusão do uso das Tecnologias da Informação Móveis e Sem Fio (TIMS) no dia a dia. Essas tecnologias englobam os telefones inteligentes (smartphones), tablets, notebooks e ultrabooks, bem como os diversos tipos de redes sem fio, GPS (Global Positioning System) e demais dispositivos que podem ser facilmente portados, possibilitando conexão individual ininterrupta com outros sujeitos ou objetos. Isso possibilita que um aprendiz acesse informações e comunique-se por meio de várias mídias, nos mais diversos locais e horários. Mesmo o espaço tradicional da sala de aula de ensino presencial hoje acolhe o uso de TIMS, que, aos poucos, mudam esse ambiente e desafiam professores e gestores educacionais a explorar essas mudanças em benefício dos processos de ensino e de aprendizagem (Saccol et al., 2010; Ismail & Azizan, 2012). Entretanto, apesar da difusão incontestável das TIMS na vida dos aprendizes, ainda são raras as pesquisas, no contexto brasileiro, que analisem resultados de casos concretos de utilização dessas tecnologias nos processos de ensino e aprendizagem, conceito denominado como Aprendizagem com Mobilidade, Mobile Learning, ou m-learning (Sharples et al., 2000; Motiwalla, 2007; Kukulska-Hulme et al., 2009; Traxler, 2009; Unesco, 2013). Estudar casos concretos de utilização de m-learning é importante pois este já deixou de ser apenas um neologismo, já é reconhecido como um importante meio educacional, inclusive para uso junto a sujeitos e comunidades menos favorecidos, pois o acesso ao telefone celular hoje é superior ao acesso ao computador pessoal (Ferreira et al., 2013; Unesco, 2013). Dentre as possíveis práticas de m-learning, está a utilização de SMS (Short Message Service, ou serviço de mensagem curta), que possibilita enviar mensagens de texto que podem ser facilmente acessadas em qualquer tipo de telefone celular. Diversos autores já estudaram aplicações de SMS em diferentes contextos (ver Markett et al., 2006, Motiwalla, 2007; Cavus & Ibrahim 2009; Yengin et al., 2011), sugerindo ser esta uma das ferramentas preferidas pelos alunos para receber informações de cunho administrativo, para manter contato com tutores, e para aumentar a interatividade no ensino, mesmo fora dos horários e dos locais formais de estudo, o que atua como um fator de estímulo à aprendizagem. Ismail et al. (2010) enfatizam que o SMS é um recurso de comunicação de fácil uso, baixo custo, seguro, altamente difundido, e de fácil aceitação, especialmente entre a população mais jovem. No Brasil, o uso de SMS cresce constantemente. Dados apontam que de 2010 para 2011 o número de envios cresceu 69%. Dados do último semestre de 2011 indicam que cada usuário de telefonia móvel no Brasil enviou, em média, 81 SMS por mês. Isso se deve à redução de custos de pacotes para envio de SMS e pela difusão do uso de smartphones, que, por terem teclados e telas mais acessíveis, facilitam o envio dessas mensagens, que são utilizadas independentemente do crescimento do uso de aplicativos específicos para envio de mensagens instantâneas para smartphones, como por exemplo, o WhatsApp (Sallowicz, 2012). Entretanto, apesar da difusão do uso de SMS no contexto nacional, não foram localizadas, até o momento, pesquisas científicas que avaliem a sua aceitação como recurso educacional no ambiente do ensino superior, e em específico, na área de Administração. Considerando essa lacuna, este artigo apresenta os resultados de uma experiência concreta de utilização de SMS para apoio ao ensino presencial na graduação em Administração. O objetivo foi o de verificar quais foram as percepções dos alunos a respeito do uso desse recurso, envolvendo um total de 110 estudantes. O artigo irá apresentar a forma como o SMS foi utilizado e quais foram os resultados e lições aprendidas com seu uso. Estes dados de avaliação foram levantados por meio de um 2

3 questionário aplicado junto aos alunos participantes ao final da experiência. Os resultados do estudo podem ser úteis a pesquisadores sobre o tema, a professores e gestores de instituições de ensino superior e demais interessados no assunto. O artigo está assim estruturado: a seção 2 apresenta a revisão de literatura; na seção 3 é descrito o método adotado; na seção 4 são apresentados os resultados do estudo; a seção 5 traz uma discussão dos resultados e a seção 6 apresenta as considerações finais do trabalho. 2 - REFERENCIAL TEÓRICO Esta seção revisa a literatura enfatizando conceitos e considerações sobre aprendizagem com Mobilidade e o uso do SMS no ensino. 2.1 Aprendizagem com Mobilidade (Mobile Learning ou m-learning) O m-learning se refere a processos de ensino e de aprendizagem que ocorrem com o apoio das TIMS, envolvendo a mobilidade de atores que podem estar fisicamente/geograficamente distantes de outros atores e também de espaços físicos formais de educação, tais como salas de aula, salas de treinamento, formação/qualificação ou local de trabalho (Saccol et al., 2010; Chinnery, 2006, McAndrew et al., 2010). Cavus & Ibrahim (2009) argumentam que o m- learning pode ser pensado como um modo de aprendizagem informal, uma vez que pode ocorrer em qualquer lugar e a qualquer hora, não necessitando que o aprendiz esteja em um contexto formal de ensino. Outro aspecto a se considerar no m-learning são as transferências de aprendizagem, que referem-se a uma situação em que um aluno aprende comportamentos, habilidades e conhecimentos em um contexto e consegue aplicá-los em outro contexto (Ismail et al.,2010) Ozcelik & Acarturk (2011) realizaram uma revisão da literatura sobre m-learning e apontam descobertas de pesquisas recentes que indicam que recursos digitais de aprendizagem, juntamente com os contextos do mundo real, contribuem para um melhor aprendizado, gerando motivação e interesse dos alunos. Motlik (2008) destaca que o uso de SMS como um meio para o m-learning provou ser eficaz e eficiente para distribuir o conteúdo de atividades educacionais à distância, prática que será melhor explorada a seguir. 2.2 Uso de SMS como recurso para m-learning Uma primeira consideração sobre o uso de SMS para ensino e aprendizagem é trazida por Harley et al. (2007) que lembram que a geração de estudantes que cresceram com telefones móveis e tiveram, já na adolescência, o uso do telefone celular relacionado com o desenvolvimento de uma identidade, está chegando às universidades, bem como pessoas de outras gerações que passaram a apreciar as vantagens do celular, realizando atividades substanciais de suas vidas através desse aparelho. Ainda segundo esses autores, o uso do SMS por vezes é maior do que a mensagem falada, segundo sua pesquisa com estudantes universitários no primeiro ano de uma universidade, devido à natureza assíncrona dessa comunicação. Cavus & Ibrahim (2009) indicam que os telefones móveis têm se tornado cada vez mais baratos, o que permite que quase todos os alunos os possuam. A fácil portabilidade dos telefones celulares e dos smartphones permite que eles permaneçam sempre com os aprendizes, em qualquer local e horário. A partir da revisão dos estudos sobre uso de SMS para ensino e aprendizagem realizada por Yengin et al., (2011), verifica-se que existem duas formas principais de utilização: Modelo push : a escola ou o professor enviam mensagens para os alunos, sem possibilidade de resposta. É possível enviar tanto conteúdos didáticos quanto alertas e lembretes. 3

4 Modelo push-pull : permite aos alunos receberem SMS e em seguida, responderem e receberem feedback. Nesse modelo podem ser solicitadas tarefas como: classificação de informações, correspondência, preenchimento de lacunas, verdadeiro/falso, resposta a questões de múltipla escolha, resolução de dúvidas ou envio de conteúdos, alertas e lembretes para os alunos. Brett (2011), também após ampla revisão da literatura, indica que o uso do SMS no ensino superior tem se concentrado principalmente em quatro áreas: Apoio administrativo: por exemplo, para comunicar trocas de sala, prazos finais de entregas de trabalhos, cancelamento de aulas, etc. Estímulo ou tutoria: o SMS pode ser utilizado para apoio mútuo entre pares (estudantes), pelo professor ou tutor, para resolver dúvidas, dar suporte inclusive emocional (por exemplo: adaptação a um novo curso), entre outros. Aprendizagem de conteúdo: há vários casos de utilização do SMS para acesso a conteúdos didáticos, um dos casos mais comuns é para o aprendizado de novos idiomas (vocabulário, dicas gramaticais, etc.). Uso em sala de aula há estudos prévios em que o SMS foi utilizado para atividades do tipo perguntas e respostas em sala de aula, potencializando a interação durante o ensino presencial. Entretanto, para o uso de SMS como ferramenta educacional, uma série de autores apontam cuidados básicos, especialmente relativos ao conteúdo das mensagens enviadas, que devem se adaptar a essa mídia. Estes aspectos são sumarizados na Figura 1. Figura 1 Cuidados a serem tomados no uso de SMS Aspectos Descrição Referências Conteúdo Os conteúdos didáticos devem ser projetados adequadamente, Ismail et al., (2010); apropriado especialmente sobre os termos, linguagem e apresentação sequencial. Harley et al., (2007), Brett (2011). Os termos utilizados nas mensagens devem ser facilmente Ismail et al., (2010). Adequação da linguagem ao público Considerar as características físicas dos aparelhos compreensíveis e relevantes. Deve haver uma preocupação em usar um vocabulário acessível ao público que irá receber os SMS. Telefones celulares com telas pequenas e teclados pequenos podem afetar o desempenho dos alunos no uso do SMS. Os telefones celulares têm a capacidade de armazenar informações e receber textos em cartões SIM, permitindo consultas posteriores ao conteúdo. A comunicação não-verbal e a interação social limitadas devem ser consideradas, devido ao tamanho curto das Tamanho dos SMS mensagens. Possibilidade de Os telefones celulares podem ter funções adicionais, tais distração e como voz e gravação de imagem, podendo atuar como uma dispersão tecnologia disruptiva, que desfoca a atenção do aluno. Excesso de A quantidade de mensagens e o timing de envio e de resposta informação e devem ser observados. Muitas mensagens e curto espaço para intrusão a resposta por parte do aluno podem ser prejudiciais. Fonte: Elaborado pelos autores Goh (2011). Yengin et al., (2011); Ozcelik & Acarturk, (2011); Chinnery (2006). Yengin et al., (2011). Chinnery, (2006). Cavus & Ibrahim, (2009). Brett (2011), Yengin et al., (2011). O uso de SMS para apoio a processos de ensino e de aprendizagem tem ocorrido em diversas instituições de ensino (Cavus & Ibrahim, 2009) e várias contribuições têm sido observadas. Brett (2011) ressalta um benefício do SMS, que, por ser um modo de 4

5 comunicação instantânea, pode ser utilizado para envio de mensagens de estímulo aos aprendizes. Brett (2011) indica, pelos resultados de sua pesquisa, que os alunos avaliam de forma positiva o uso de SMS para apoio administrativo, mas que, quando usado para interação, problemas como intrusão, pressão por resposta muito rápida, constante conectividade e custo de envio das mensagens pelos próprios alunos não foram apreciados. Outro exemplo de uso de SMS é relatado por Markett et al. (2006) no qual se utilizou um sistema que projetava textos, enviados anonimamente por estudantes, em sala de aula, proporcionando maior interatividade e participação, pois mediante as respostas os professores alertaram para problemas comuns ou mal-entendidos em relação aos conteúdos abordados. A pesquisa de Ismail et al. (2010) analisou a aceitação do m-learning via SMS, concluindo que os estudantes tiveram uma boa aceitação desta ferramenta em seu processo de aprendizagem destacando-o como ferramenta segura, fácil, eficaz e útil para ajudá-los em seu estudo. Yengin et al., (2011) alertam sobre a quantidade de SMS por dia ou semana, pois um acúmulo de mensagens pode vir a desagradar o aluno. Eles recomendam acordos e orientações claras aos envolvidos, antes do início de uso de SMS para fins educacionais. A Figura 2 procura sintetizar os aspectos abordados, elencando as potencialidades e características do SMS para o ensino e aprendizagem. Figura 2 Potencialidades do SMS para ensino e aprendizagem Potencialidades Descrição Referências Interatividade O SMS pode ser utilizado para promover a interação entre alunos e professores, e entre alunos-alunos. Ismail & Azizan (2012); Motiwalla (2007). Sensação de A troca de SMS pode fornecer apoio emocional, permitindo Harley et al., (2007); presença e apoio emocional aos alunos manter um senso de presença um do outro e do professor, tutor ou facilitador. Brett, (2011), Yengin et al., (2011). Transferência de Aprendizagens realizadas em um determinado contexto podem Ismail et al., (2010). aprendizagem ser aplicadas a outros contextos. Motivação O uso de SMS encoraja e estimula os aluno, ajudando a Cavus & Ibrahim, aumentar sua motivação para a aprendizagem. (2009). Inovação A autonomia e independência na aprendizagem é enfatizada, Harley et al, (2007). em contraste com abordagens tradicionais de ensino. Colaboração Alunos e professores podem se ajudar não só no processo de ensino e aprendizagem, como em lembranças e estímulos às atividades. Brett, (2011), Yengin et al., (2011), Motiwalla (2007). Familiaridade Os estudantes em geral têm familiaridade com SMS, pois já Yengin et al. (2011). faz parte do seu cotidiano. Baixo investimento O investimento no uso de SMS é relativamente baixo. Yengin et al. (2011). Fonte: Elaborado pelos autores 3 MÉTODO DE PESQUISA Conforme explicado na introdução, o objetivo do estudo foi o de verificar quais foram as percepções dos alunos a respeito do uso de SMS para apoio ao ensino presencial de graduação em Administração. A pesquisa é descritiva (Collis & Hussey, 2005), pois o interesse é conhecer e descrever as visões e opiniões de uma determinada população. O SMS foi utilizado durante o último mês do semestre letivo de cinco disciplinas de quatro cursos na área de Administração, envolvendo um total de 113 estudantes. Ela ocorreu durante o segundo semestre de 2011 e o primeiro semestre de 2012, na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). A experiência de utilização de SMS teve adesão voluntária, ou seja, os alunos que desejassem receber as mensagens preenchiam um termo de consentimento livre e esclarecido 5

6 sobre os objetivos e método da pesquisa, e indicavam o número de telefone celular pelo qual desejavam receber as mensagens. O SMS foi utilizado da seguinte forma: durante o último mês do respectivo semestre, os alunos receberam de 3 a 4 SMS por semana em horário comercial e em dias úteis. Esses SMS continham informações tais como: Lembretes de datas de entregas de trabalhos ou provas, etc., uma vez que o semestre chegava ao fim. Revisão de conteúdo da disciplina, com o objetivo de ajudar os alunos a se prepararem para as avaliações finais, destacando conceitos importantes trabalhados ao longo do semestre. Dicas como sites ou materiais com conteúdo adicional ao que havia sido trabalhado na disciplina. Mensagens motivacionais, estimulando-os para a entrega dos trabalhos finais e para o fechamento do semestre. Portanto, conforme a literatura (Yengin et al., 2011 e Brett, 2011), o SMS foi utilizado com uma abordagem push (unidirecional) para: (1) apoio administrativo; (2) estímulo; (3) aprendizagem de conteúdo. É importante ressaltar que não foi enviado, por SMS, nenhum tipo de conteúdo novo, uma vez que a adesão ao recebimento das mensagens era voluntária e não houve qualquer custo para os alunos. Foi utilizado um software específico para envios de SMS, fornecido pela empresa Zenvia (https://system.human.com.br/system/). Ao final do período de utilização do SMS, ou seja, no dia de realização da prova ou apresentação do trabalho final de avaliação do semestre, foi aplicado um questionário para avaliação da experiência. Esta ocasião foi escolhida porque nesse dia havia a maior probabilidade de todos os alunos participantes estarem presentes. O questionário foi aplicado em formulário impresso em sala de aula, e foi respondido de forma anônima. O questionário foi baseado em instrumento previamente aplicado e validado por Motiwalla (2007), e que foi também utilizado por outros pesquisadores para avaliação de práticas de m-learning, tais como Uzunboylu et al. (2009). O questionário foi traduzido, adaptado e revisado pela equipe de pesquisadores envolvidos no estudo. Ao todo, 113 alunos participaram voluntariamente da experiência, porém considerou-se somente 110 respondentes, pois três questionários foram invalidados (dois deles porque os alunos indicaram não ter recebido todos os SMS e um deles por erros de preenchimento). Os dados do questionário foram analisados com o software Sphinx Lexica, versão , que permitiu tratar as variáveis quantitativas e realizar a Análise de Conteúdo e Léxica dos textos de resposta à primeira questão do questionário (aberta) que levantava percepções e sugestões gerais dos alunos. Para as variáveis quantitativas foram utilizadas estatísticas descritivas e cruzamento e exploração dos dados com testes estatísticos como teste t de diferença de médias, Qui-Quadrado e correlação, a depender dos tipos de variáveis envolvidas (Hair et al., 2005). Para a análise Léxica (Bardin, 2009) considerou-se os termos mais citados (adjetivos, verbos e substantivos) e para a Análise de Conteúdo (Bauer, 2010; Bardin, 2009), utilizaram-se categorias relacionadas aos elementos apresentados nas Figuras 1 e 2 da seção 3, além da consideração de outras categorias que emergiram dos dados. 4 RESULTADOS Inicialmente, detalhamos o perfil da amostra. A Tabela 1 demonstra as disciplinas nas quais foi utilizado o SMS e quantos alunos participaram em cada uma delas. As turmas reúnem alunos de diferentes cursos na área de Administração: 25% dos participantes (28 pessoas) são do bacharelado em Administração e os demais (75%) de cursos de graduação 6

7 tecnológica: Gestão de Recursos Humanos, Processos Gerenciais e Gestão Comercial. Todos os cursos são presenciais, noturnos, e a maioria dos participantes trabalha durante o dia. Tabela 1: Disciplinas nas quais foi utilizado o SMS Disciplina Freq. % Estruturas e Funções Organizacionais 45 40,9% Gestão dos Sistemas de Informação 28 25,5% Oficina de Liderança 2 Negociação e Simulação 20 18,2% Desenvolvimento de Liderança em Vendas 12 10,9% Oficina de Liderança 5 O líder Global 5 4,6% TOTAL OBS % A idade mínima dos participantes é de 17 anos e a máxima, 57, sendo a média de 26 anos (desvio padrão 7), 55% dos participantes têm até 25 anos, ou seja, é um grupo predominantemente jovem. A maioria dos respondentes, 73% (80 pessoas) é do sexo feminino. A Tabela 2 indica a intensidade de utilização de SMS pelos participantes. A grande maioria (83%) utiliza frequentemente (a cada dois dias ou diariamente). Tabela 2: Uso de SMS em geral Uso do SMS Freq. % Frequentemente uso - a cada dois dias ou diariamente 91 82,7% Eventualmente uso - em torno de uma vez por semana 12 10,9% Quase nunca uso - nunca ou menos de uma vez por mês 4 3,6% Não resposta 3 2,7% TOTAL OBS % A Tabela 3 indica que apenas 4 dentre os 110 participantes já havia utilizado SMS em alguma atividade ligada a ensino ou aprendizagem. Apenas 2 dentre esses 4 respondentes indicaram em quais atividades usam o SMS: um indicou ter utilizado em um curso de extensão na área de informática e o outro indicou que o SMS é utilizado para comunicação com seus colegas (juntamente com o ) quando realizam trabalhos em grupo. Tabela 3: Uso prévio de SMS para ensino ou aprendizagem. Uso prévio de SMS para aprendizagem Freq. % Não ,5% Sim 4 3,6% Não resposta 1 0,9% TOTAL OBS % A Tabela 4 analisa a avaliação que os participantes fizeram da experiência de uso do SMS, de acordo com uma escala Likert de 5 pontos (sendo 1 discordo totalmente e 5 concordo totalmente ). Os dados indicam que os participantes, em geral, consideraram o SMS de fácil uso e de utilidade e valor para a disciplina cursada, sendo que a maioria concordou que 7

8 poderia ser utilizado em outras disciplinas. A maioria dos respondentes também concordou que o uso do SMS ajudou a transformar tempos de espera ou tempos mortos em tempo produtivo, e que foi um recurso adequado para manter contato com a disciplina. Com um grau um pouco menor de concordância (mas ainda assim positivamente), estão as percepções do SMS como possibilitando acesso à disciplina independentemente do lugar e como meio para fortalecer o contato com professores, personalizar informações, complementar atividades e obter ajuda. Deve-se lembrar que, na experiência realizada, o SMS era unidirecional, ou seja, somente os professores enviavam mensagens, os alunos não podiam respondê-las ou enviar perguntas. Ainda assim, como os dados demonstram, o grau de satisfação dos alunos com a experiência foi em geral elevado. Tabela 4: Avaliação do uso de SMS pelos alunos participantes Item Desvio Média padrão O SMS foi fácil de entender 0,44 4,77 O SMS poderia ser utilizado em outras disciplinas 0,49 4,76 O SMS foi fácil de usar 0,48 4,71 O SMS agregou valor para a disciplina 0,51 4,61 O SMS ajudou a transformar tempos de espera ou tempos mortos em tempo 0,51 4,61 produtivo O SMS foi um recurso adequado para manter o contato com a disciplina 0,61 4,60 O SMS foi útil para a disciplina cursada 0,58 4,59 O SMS permite ter acesso à disciplina independentemente do lugar 0,66 4,54 O SMS ajudou a fortalecer o contato com o(s) professor(es) da disciplina 0,70 4,49 O SMS favoreceu a personalização das informações sobre a disciplina 0,72 4,39 O SMS foi adequado para complementar as atividades da disciplina 0,76 4,39 O SMS ajudou a resolver dúvidas ou obter ajuda sobre a disciplina 0,72 4,36 Realizando-se uma análise exploratória dos dados, não foram encontradas diferenças significativas (com uso de teste de Qui-Quadrado com p 0,05) nas respostas de acordo com as disciplinas, mesmo havendo professores diferentes ministrando-as, e não foram identificadas diferenças significativas nas avaliações de acordo com o gênero dos participantes. Também não foi identificada correlação entre a idade e as respostas de avaliação da experiência vivenciada. Ou seja, de maneira geral o uso de SMS foi avaliado de forma positiva pelos participantes independentemente da disciplina, idade e gênero. No entanto, considerando-se a variável uso do SMS em geral, há diferenças significativas (teste t, com p 0,05) na avaliação em praticamente todas as variáveis, com exceção de duas: (1) facilidade de uso e (2) acesso independentemente do local. Os dados indicam que os participantes que indicaram usar o SMS raramente ou nunca (embora estes sejam a minoria na amostra, somente 4 pessoas) apresentaram as menores médias na avaliação da experiência, assim como é possível perceber (na Tabela 5) que em praticamente todas as variáveis, o valor das avaliações é proporcional ao uso, ou seja, quanto mais intenso o uso do SMS de forma geral no dia a dia, maiores são as notas atribuídas pelos usuários (na escala de concordância), indicando uma avaliação mais positiva da experiência de uso de SMS na disciplina. 8

9 Tabela 5: Avaliação de acordo com o nível geral de utilização do SMS Item Nunca ou Uso quase Eventual nunca usa Uso Frequente Média Geral O SMS foi útil para a disciplina cursada 3,50 4,42 4,66 4,59 O SMS foi um recurso adequado para manter o contato 3,25 4,42 4,68 4,60 com a disciplina O SMS foi adequado para complementar as atividades 3,25 3,92 4,51 4,40 da disciplina O SMS ajudou a resolver dúvidas ou obter ajuda sobre a 4,08 4,43 4,35 3,50 disciplina O SMS favoreceu a personalização das informações 4,33 4,44 4,40 3,50 sobre a disciplina O SMS ajudou a transformar tempos de espera ou 3,92 4,40 4,30 3,25 tempos mortos em tempo produtivo O SMS agregou valor para a disciplina 3,75 4,75 4,63 4,61 O SMS ajudou a fortalecer o contato com o(s) 4,25 4,57 4,49 3,25 professor(es) da disciplina O SMS poderia ser utilizado em outras disciplinas 3,50 4,67 4,81 4,75 Obs.: Os números destacados em cinza correspondem às médias por categoria significativamente diferentes (teste t) do conjunto da amostra, considerando p 0,05 Uma vez analisados os dados de avaliação coletados nas questões escalares, a seguir são analisados os dados coletados por meio de uma questão aberta, a primeira do questionário, que foi a seguinte: Por favor descreva, em linhas gerais, o que você achou da experiência de receber mensagens SMS pelo celular durante as últimas semanas da disciplina? Se achar necessário, por favor dê sugestões sobre como essa experiência poderia ser aprimorada. As respostas a essa questão foram bastante ricas. Inicialmente, elas são exploradas por meio de análise Lexical (Bardin, 2009). A Tabela 6 apresenta os 10 adjetivos mais citados na avaliação da experiência. Tabela 6: Os 10 adjetivos mais citados na avaliação da experiência Adjetivos mais citados Freq. % Diferente(s) 33 30,0% Bom/boa (s) 20 18,2% Importantes (s) 18 16,4% Ótimas (o) (s) 16 14,6% Válido(a) (s) 12 10,9% Legal 11 10,0% Inovador(a) 10 9,1% Útil 8 7,3% Melhor 6 5,5% Fácil 4 3,6% TOTAL OBS. 110 Obs.: A quantidade de citações é superior à quantidade de observações devido às respostas múltiplas. 9

10 Os adjetivos utilizados pelos respondentes refletem sua avaliação positiva da experiência. Como os dados anteriores demonstraram, somente 4 entre os 110 participantes afirmaram ter vivenciado previamente alguma forma de utilização de SMS para ensino ou aprendizagem, portanto, boa parte (30%) percebeu a experiência como diferente, inovadora (10%), qualificando-a como boa, ótima, importante, válida. Quanto aos verbos presentes nas opiniões dos participantes, o mais citado (por 46% deles) foi achar, o que é natural já que a questão aberta de avaliação era opinativa. Tal verbo, juntamente com alguns verbos auxiliares como ter, poder e ser foram desconsiderados na análise apresentada na Tabela 7, que indica 10 verbos, entre os mais citados, que estão relacionados diretamente com a experiência realizada. Tabela 7: Os 10 verbos mais citados na avaliação da experiência Verbos mais citados Freq. % Lembrar_ou_fixar_memorizar_relembrar 29 26,4% Ajudar_ou_Auxiliar 25 22,7% Gostar_ou_adorar 22 20,0% Receber 19 17,3% Estudar 10 9,1% Aprender_ou_Compreender_Assimilar_Entender_Absorver 9 8,2% Fazer 9 8,2% Esquecer 8 7,3% Dar_ou_proporcionar 6 5,5% Saber 6 5,5% TOTAL OBS. 110 Obs.: A quantidade de citações é superior à quantidade de observações devido às respostas múltiplas Nota-se que os verbos mais citados referem-se à lembrar, ficar, memorizar, relembrar, que foi uma das ações visadas com o uso do SMS, e isso se reflete na avaliação dos alunos, ou seja, as dicas de estudo e lembretes de compromissos enviados colaboraram para memorização e lembrança de compromissos, conteúdos, etc. Ajudar ou auxiliar também são verbos utilizados, já que o SMS serviu como apoio ao ensino presencial. Gostar e adorar também aparecem como verbos que reforçam a avaliação positiva da experiência pelos participantes. É importante verificar que verbos mais relacionados à aprendizagem em si (estudar, aprender, compreender, assimilar, entender, absorver, saber) são mencionados, mas não são os de maior frequência, ao mesmo tempo em que verbos que indicam certa passividade (receber, dar, proporcionar) aparecem, sugerindo que a experiência foi mais percebida como um processo de recepção de informações do que propriamente de aprendizagem ativa pelos participantes. Por fim, na Tabela 8 são analisados os 10 substantivos mais citados, No topo da lista estão SMS ou mensagens, que eram de fato o objeto de avaliação da experiência, seguidos de disciplina/cadeira, e conceitos, conteúdos, material, que ressaltam um uso utilitário e voltado para a informação ou conteúdo. dicas, orientações, recomendações, ajuda também aparecem como substantivos para indicar o caráter complementar e de apoio do SMS ao ensino presencial. A menção a provas, trabalhos, cronograma (planejamento do tempo) também aparecem porque são percebidos pelos alunos como objetos da experiência, ou seja, o SMS era utilizado como meio para preparação para provas e organização do calendário, trabalhos e atividades finais das disciplinas. Novamente é interessante notar que os 10

11 substantivos estudo(s), aprendizado, aprendizagem aparecem, mas não são os mais citados na lista, ou seja, reforça-se novamente o caráter do uso do SMS mais funcional e voltado ao conteúdo e informação, mas não tanto à aprendizagem ativa por parte dos alunos. Tabela 8: Os 10 substantivos mais citados na avaliação da experiência Substantivos mais citados Freq. % SMS_mensagem(ns) 43 39,1% Disciplina_cadeira 40 36,4% Conceitos_Conteúdos_Matérias_Material 36 32,7% Dica(s)_orientações_recomendações_ajuda 29 26,4% Aula(s) 25 22,7% Trabalho(s)_atividades 25 22,7% Experiência(s) 21 19,1% Prova(s) 18 16,4% Estudo(s)_Aprendizado_aprendizagem 16 14,6% Cronograma_datas(s)_horários_tempo(s) 15 13,6% TOTAL OBS. 110 Obs.: A quantidade de citações é superior à quantidade de observações devido às respostas múltiplas A seguir, apresentam-se os resultados da Análise de Conteúdo das respostas à questão de avaliação da experiência. Foi realizada a categorização das respostas textuais de forma livre, ou seja, sem enquadramento em categorias pré-definidas pela literatura. Primeiramente, foram identificadas as principais vantagens do uso do SMS (Tabela 9). O critério de corte para a classificação dessas vantagens é que elas fossem apontadas por no mínimo dois participantes. Tabela 9: Vantagens do uso de SMS segundo os participantes Vantagens mais citadas Freq. % Ajudou a lembrar, memorizar ou fixar os conteúdos fora do horário de aula 29 26,4% Ajudou a lembrar dos compromissos (provas, trabalhos) 27 24,6% Incentivou os estudos, estimulou ou instigou o aluno 17 15,5% Ajudou a preparar para a aula ou se manter informado sobre ela 17 15,5% Ajudou a aprender ou a compreender melhor os conteúdos 17 15,5% Aumentou contato ou interação com a disciplina e professores 16 14,6% Ajudou a sintetizar - lembrar os tópicos mais importantes 14 12,7% Foi útil para ajudar a estudar para prova ou trabalho (específico) 11 10,0% Permitiu traçar uma estratégia de estudo 3 2,7% Aumentou o aproveitamento de "tempos mortos" para o estudo 2 1,8% TOTAL OBS. 110 Obs.: A quantidade de citações é superior à quantidade de observações devido às respostas múltiplas Coerente com a análise Lexical realizada anteriormente, a Análise do Conteúdo das respostas indica que a principal vantagem apontada pelos participantes foi que o uso do SMS ajudou a lembrar, fixar ou memorizar conteúdos e, segundo, também a lembrar de compromissos (provas, trabalhos). Em terceiro lugar, o uso de SMS atuou como um incentivador, estimulou ou instigou os alunos em sua participação na disciplina, e, em quarto 11

12 lugar, aponta-se a preparação e informação prévia para as aulas e a aprendizagem ou compreensão dos conteúdo. Esses resultados reforçam que o SMS serve muito mais como um apoio informacional e motivacional do que propriamente como uma ferramenta para a aprendizagem mais profunda ou ativa. Algo interessante é que os alunos indicaram que o SMS ajudou a sintetizar e lembrar dos tópicos mais importantes da disciplina, pela própria natureza curta dessas mensagens. Interessante perceber também que, embora em questão escalar (anteriormente analisada) a maioria dos respondentes tenha concordado que o SMS ajudou a aproveitar tempos mortos para estudo, como pode-se verificar na Tabela 9 somente 2 respondentes apontaram claramente este como sendo um benefício. A maior parte dos respondentes (94,6%) não mencionou desvantagens na sua avaliação da experiência, porém, entre as desvantagens citadas estão (Tabela 10): a falta de recursos mais ricos para interação (mais conteúdo, fóruns, murais, etc.), e o fato de não poder dar atenção ao SMS fora do horário de aula. Um respondente mencionou o horário inadequado, pois se tratava de alguém que trabalhava durante a noite/madrugada e com isso era acordado pelo recebimento do SMS em horário comercial. Um respondente indicou que o envio de SMS aumentou a sua tensão em relação à prova. Tabela 10: Desvantagens do uso do SMS DESVANTAGENS Freq. % Não resposta ,6% Faltaram recursos mais ricos (mais conteúdo, fórum, mural, etc.) 2 1,8% Não pôde dar atenção pois SMS foram recebidos em horário de trabalho 2 1,8% Horário inadequado (pessoa que trabalha a noite) 1 0,9% Aumentou a tensão em relação à prova 1 0,9% TOTAL OBS. 110 Obs: A quantidade de citações é superior à quantidade de observações devido às respostas múltiplas Por fim, a Tabela 11 demonstra as principais sugestões feitas pelos participantes para usos futuros de SMS, sendo que 28,2% (31 respondentes) deram pelo menos uma sugestão. Tabela 11: Sugestões dos alunos para aplicações futuras Sugestões Freq. % Não resposta 80 72,7% Deveria ser utilizado em outras disciplinas, por outros professores 20 18,2% O envio de SMS deveria permanecer após o término da disciplina 3 2,7% Enviar outras informações e conteúdos que não constaram nos SMS 3 2,7% Envio de mensagens deveria ser mais frequente (a cada dois dias, diariamente) 2 1,8% Não enviar SMS no horário de trabalho 1 0,9% Professor deveria poder receber SMS dos alunos 1 0,9% Deveria pesquisar qual hora para envio é mais adequada para os alunos 1 0,9% Enviar SMS no dia das aulas da disciplina somente 1 0,9% TOTAL OBS. 110 Obs: A quantidade de citações é superior à quantidade de observações devido às respostas múltiplas 12

13 A sugestão que apareceu com maior frequência foi que o SMS deveria ser utilizado em outras disciplinas, o que reforça resultado já coletado em pergunta escalar que avaliava essa questão. Outras sugestões foram que o envio de SMS deveria continuar após o término da disciplina, que outras informações e conteúdos deveriam ter sido enviados via SMS, e que os envios podiam ter sido mais frequentes. Três sugestões mencionam questões relativas ao horário de envio, uma delas, indicando que não fossem enviadas mensagens em horário de trabalho, outra pede o envio no dia das aulas somente, e outra sugere que se pesquise previamente qual horário de envio é mais adequada para os alunos. Embora com baixo número de citações, essas sugestões de adequação ao horário devem ser levadas em conta. 5 DISCUSSÃO Os dados do estudo demonstraram inicialmente que, embora a grande maioria dos participantes use o SMS de forma intensiva no seu dia a dia, raros foram os que afirmaram já o ter utilizado em alguma atividade relacionada a ensino ou aprendizagem. Por isso, a experiência de utilização do SMS nas disciplinas foi considerada interessante, ou mesmo inovadora. Os participantes, de maneira geral, consideraram o SMS de fácil uso e de utilidade e valor, concordando que ele poderia ser utilizado em outras disciplinas. Alguns cuidados foram tomados para o uso do SMS, já indicados pela literatura (ver Figura 1), tais como: conteúdo apropriado, adequação da linguagem ao público, e parcimônia no número de mensagens enviadas (Ismail et al., (2010); Harley et al., (2007), Brett (2011); Goh (2011); Yengin et al., (2011); Cavus & Ibrahim, (2009); Ozcelik & Acarturk, (2011); Chinnery (2006)). Considerando-se esses cuidados, o uso de SMS foi avaliado de forma positiva pelos participantes independentemente da disciplina cursada, da idade ou do gênero (ressalvadas as características da amostra pesquisada, composta em sua maioria por pessoas jovens até 25 anos - e do sexo feminino). A única variável que afetou a avaliação do uso do SMS foi o nível de utilização desse recurso no dia a dia, ou seja, quanto mais o aluno utiliza SMS no dia a dia, melhor tende a avaliar positivamente o seu uso no ambiente de ensino. Logo, de maneira exploratória, os dados desta pesquisa sugerem que é possível a variável familiaridade ou hábito, no uso do SMS no dia a dia, influenciar sua aceitação para atividades relacionadas a ensino e aprendizagem. Essa potencialidade (familiaridade) do SMS como ferramenta para ensino e aprendizagem é destacada por autores como Yengin et al. (2011). Analisando-se os resultados à luz de outras potencialidades do SMS apontadas pela literatura (considerar Figura 2), especialmente os dados textuais coletados ressaltam que o uso de SMS na experiência realizada foi percebido como um recurso para recebimento de informações, conteúdos e avisos, reforçando o seu caráter complementar e de apoio ao ensino presencial. O SMS também foi utilizado como recurso para preparação para provas e organização do calendário, trabalhos e atividades finais das disciplinas. Por outro lado, os mesmos dados apontaram que o SMS não foi relacionado a uma aprendizagem mais profunda ou ativa por parte dos alunos. Isso pode se dever à forma como o SMS foi utilizado na experiência, pois só havia o envio de informações unidirecional (push) pelos professores. Logo, a colaboração foi uma potencialidade do SMS que não foi identificada neste estudo (Brett, 2011; Yengin et al., 2011; Motiwalla, 2007). Mesmo assim, os dados demonstram que o SMS atuou como um incentivador, estimulando ou instigando os alunos em sua participação na disciplina. Isso confirma essa potencialidade apontada na literatura por autores como Harley et al., (2007), Brett, (2011) e Cavus & Ibrahim, (2009), ou seja, a de que o SMS pode ser usado como recurso para aumentar a motivação dos alunos e para tutoria. 13

14 Além disso, os alunos indicaram que o SMS ajudou a sintetizar e lembrar os tópicos mais importantes da disciplina, pela própria natureza curta dessas mensagens. No entanto, pelos relatos textuais, não houve qualquer indício da potencialidade de transferência de aprendizagem indica por Ismail et al., (2010), ou seja, os respondentes não relataram casos em que aprendizagens realizadas no contexto de sala de aula, por exemplo, tenham sido aplicadas a outros contextos, por influência do uso do SMS. A maior parte dos respondentes não mencionou desvantagens na sua avaliação da experiência. Entre as desvantagens citadas estão a falta de recursos mais ricos para interação, como mais conteúdo, fóruns, murais, etc., e a adequação a horário, considerando a atenção que o aluno pode dar ao SMS recebido, quando fora do horário de aulas e o horário de recebimento, que deve ser adequado aos alunos. Conforme sugestão de um participante, é importante perguntar previamente em qual horário os alunos desejam receber as mensagens. Esse é um elemento não tão ressaltado na literatura prévia, e que merece consideração em aplicações futuras. 6 COMENTÁRIOS FINAIS Cada vez mais recebemos, no contexto do ensino superior, alunos de gerações familiarizadas com o uso intensivo de Tecnologias da Informação e Comunicação, tanto fixas quanto móveis. O SMS é um meio de comunicação cujo uso vem se intensificando no Brasil, assim como vem ocorrendo a proliferação de aplicativos para smartphones específicos para o envio e recebimento de mensagens instantâneas. Logo, os resultados desta pesquisa sugerem que há uma oportunidade a ser considerada pelas instituições de ensino superior, e, especificamente na área de Administração, ou seja, a utilização de uma ferramenta de comunicação comumente difundida no dia a dia, como mais um canal de contato com os alunos, estreitando vínculos e potencializando práticas de m- learning. De maneira geral, as lições aprendidas com este estudo, que podem ser úteis a gestores de instituições de ensino superior, coordenadores de cursos e professores da área de Administração, são as seguintes: Dado o ainda raro uso do SMS para fins educacionais no contexto brasileiro, por ora a sua aplicação no ensino superior pode ser uma prática relativamente inovadora e atrativa para o aluno, quando bem utilizada. Um dos maiores valores do uso de SMS está na sua capacidade informativa, de envio de alertas, lembretes e informações sumarizadas, que ajudem o aluno a se organizar, memorizar determinadas informações e mesmo, sintetizar ou identificar os conteúdos mais importantes sobre uma disciplina. Outro valor do SMS para o aluno é servir como meio para estímulo, incentivo por parte dos professores, aproximando-o do curso. É importante cuidar do conteúdo das mensagens, da sua clareza e objetividade, assim como da quantidade de envios, de forma a não gerar intrusão ou sobrecarga. É importante verificar previamente quais são os horários mais adequados para o recebimento das mensagens, já que os alunos podem trabalhar durante o horário comercial, por exemplo. Cabe lembrar que estas recomendações são feitas a partir de um contexto de pesquisa específico: cursos de graduação noturnos, presenciais, em sua maioria, tecnológicos (nos quais a maior parte dos alunos trabalha), a maioria dos respondentes sendo jovem e do gênero feminino. Foi pesquisada uma amostra voluntária, por conveniência, com uma abordagem unilateral ( push ) de envio dos SMS, o que limita a generalização dos resultados da pesquisa. 14

15 Esses fatores, acrescidos da discussão da literatura considerada, apontam para as seguintes questões para pesquisas futuras: O potencial uso do SMS para uma aprendizagem participativa, ativa e colaborativa é algo que deve ser explorado em pesquisas futuras no contexto brasileiro, que adotem, por exemplo, uma abordagem push-pull, ou de comunicação entre pares (alunoaluno). A potencialidade de transferência de aprendizagem indicada por Ismail et al., (2010) também pode ser melhor explorada em estudos futuros. Pelo potencial do SMS como meio para o estímulo ao aluno, pesquisas futuras podem investigar seu valor como recurso para evitar ou reduzir a evasão no ensino superior. É importante investigar a aceitação do uso do SMS em outros contextos, por exemplo: cursos diurnos, cursos a distância, etc. REFERÊNCIAS Bardin, L. (2009). Análise de Conteúdo. Lisboa: Edições 70. Bauer, M. (2010). Análise de Conteúdo Clássica: uma revisão. In: Bauer, M. W.; Gaskell, G. Pesquisa Qualitativa com texto, imagem e som. Petrópolis: Vozes. Brantes, J., Klein, A., Freitas, A. & Schlemmer, E. (2013). Mobile learning: definition, uses and challenges In: Wankel, L.; Blessinger, P. (editors) Increasing Student Engagement and Retention Using Mobile Applications Smartphones, Skype and Texting Technologies. London: Emerald. Brett, P. (2011). Students experiences and engagement with SMS for learning in Higher Education. Innovations in Education and Teaching International. 48 (2), Cavus, N. & Ibrahim, D. (2009). M-Learning: An Experiment in Using SMS to Support Learning New English Language. Word British Journal of Educational Technology. 40(1), Chinnery, G. M. (2006). Emerging Technologies going to the MALL: mobile assisted language learning. Language Learning & Technology. 10, Collis, H. & Hussey, R. (2005). Pesquisa em Administração. 2 ed. Porto Alegre: Bookman. Goh, T.-T. (2011). Exploring Gender Differences in SMS-Based Mobile Library Search System Adoption. Educational Technology & Society, 14 (4), Hair J.., J., Babin, Barry; M., Arthur H. & Samouel, P. (2005). Fundamentos de Métodos de Pesquisa em Administração. 1ª. Ed. Porto Alegre: Bookman. Harley, D., Winn, S., Pemberton, S. & Wilcox P. (2007). Using texting to support students transition to university. Innovations in Education and Teaching International. 44 (3), Ismail, I. & Azizan, S.N. (2012). Distance Learners Needs on Interactivity in SMS-based Learning System. Canadian Center of Science & Education. 8 (11), Ismail, I., Idrus, R.M., & Johari, S. S. M. (2010). Acceptance on mobile learning via SMS: a rasch model analysis. International Journal of Interactive Mobile Technologies. 4 (2), Ismail, I., Idrus, R.M., & Ramli, A. (2010). Mobile learning via SMS among distance learners: does learning transfer occur? International Journal of Interactive Mobile Technologies. 4 (3), Kerlinger, F.N. & Lee, H.B. (2000) Foundations of Behavioral Research. Thomson Learning. Kukulska-Hulme, A., Sharples, M., Milrad, M., Arnedillo-Sánchez & Vavoula, G. (2009). Innovation in Mobile Learning: a European Pespective. International Journal of Mobile 15

16 and Blended learning, 1 (1), Markett, C., Sanchez, I. A, Weber, S., & Tangney B. (2006). Using short message service to encourage interactivity in the classroom. Computers & Education, 46, McAndrew, P., Taylor, J. & Clow, D. (2010). Facing the challenge in evaluating technology use in mobile environments. Open Learning. 25 (3), Motiwalla, L. F. (2007). Mobile learning: A framework and evaluation. Computers & Education, 49 (3), Motlik, S. (2008). Mobile learning in developing nations. International Review in Open and Distance learning, 9(2). Ozcelik, E. & Acarturk, C. (2011). Reducing the spatial distance between printed and online information sources by means of mobile technology enhances learning: Using 2D barcodes. Computers & Education, 57, Saccol, A.; Schlemmer, E. & Barbosa, J. (2010) M-learning e U-learning: Novas Perspectivas da Aprendizagem Móvel e Ubíqua. 1. ed. São Paulo: Pearson Education. Sallowicz, M. (2012). Uso de mensagem SMS cresce 69% no Brasil em Acessado 05 Abr 2013, de: Sharples, M. (2000). The design of personal mobile Technologies for lifelong learning. Computers & Education, 34, Shen, R., Wang, M., & Pan, X. (2008). Increasing interactivity in blended classrooms through a cutting-edge mobile learning system. British Journal of Educational Technology, 39(6), Traxler, J. (2009) The Evolution of mobile learning. In: Guy, R. The Evolution of Mobile Teaching and Learning. Santa Rosa: Informing Science Press. Unesco. (2013) Paper series on mobile learning. Acessado Jan 18, 2013 de Uzunboylu, H., Cavus, N., & Ercag, E. (2009). Using mobile learning to increase environmental awareness. Computers & Education, 52(2), Yengin, I., Karahoca A., Karahoca, D., & Uzunboylu H. (2011). Is SMS Still Alive For Education: analysis of educational potentials of SMS technology? Procedia Computer Science. 3,

Uma Prática de Mobile Learning - O uso do SMS (Serviço de Mensagens Curtas)

Uma Prática de Mobile Learning - O uso do SMS (Serviço de Mensagens Curtas) 1 Uma Prática de Mobile Learning - O uso do SMS (Serviço de Mensagens Curtas) São Paulo, 05/2014 PORTUGAL, Mariana C. Nonato - UNIFESP/SP - mcnonato@unifesp.br TARCIA, Rita Maria Lino - UNIFESP/SP rtarcia@uol.com.br

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Precisamos reinventar a forma de ensinar e aprender, presencial e virtualmente, diante de tantas mudanças na sociedade e no mundo do trabalho. Os modelos tradicionais

Leia mais

Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais. Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail.

Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais. Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail. Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail.com Perspectivas de análise: EAD e mudança Perspectivas de análise:

Leia mais

O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL

O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL 1. INTRODUÇÃO Lygia de Assis Silva Sérgio Paulino Abranches Universidade Federal de Pernambuco lygia1@hotmail.com/ Este

Leia mais

A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR: ESTUDO NA UNICAMP

A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR: ESTUDO NA UNICAMP 1 A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR: ESTUDO NA UNICAMP Campinas, S.P. - Maio 2014 Gilberto Oliani - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) gilberto.oliani@gmail.com Investigação Científica

Leia mais

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem Coordenação: Juliana Cristina Braga Autoria: Rita Ponchio Você aprendeu na unidade anterior a importância da adoção de uma metodologia para a construção de OA., e também uma descrição geral da metodologia

Leia mais

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática Serviço Público Manutenção e Suporte em Informática Wilson Pedro Coordenador do Curso de Serviço Público etec_sp@ifma.edu.br Carla Gomes de Faria Coordenadora do Curso de Manutenção e Suporte em Informática

Leia mais

Faturamento personalizado (Customer Engaged Billing)

Faturamento personalizado (Customer Engaged Billing) Faturamento personalizado (Customer Engaged Billing) Transforme suas comunicações mais lidas em participações multicanais altamente direcionadas que reduzem custos, aumentam a satisfação do cliente e geram

Leia mais

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO PARA AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO PARA AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO PARA AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM Ronei Ximenes Martins (Trabalho apresentado no II Colóquio Regional EAD Edição Internacional Outubro/2010 Juiz de Fora/MG) Introdução Um

Leia mais

FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD

FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD 1 FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD Elisangela Lunas Soares UNICESUMAR Centro Universitário Cesumar elisangela.soares@unicesumar.edu.br Alvaro Martins Fernandes Junior UNICESUMAR Centro Universitário Cesumar

Leia mais

1. Introdução ao Campus Virtual 1.1. Introdução

1. Introdução ao Campus Virtual 1.1. Introdução 1. Introdução ao Campus Virtual 1.1. Introdução Este tutorial tem a finalidade de guiar o aluno, dando orientações necessárias para o acesso, navegação e utilização das ferramentas principais. Um ambiente

Leia mais

MÍDIAS SOCIAIS COMO FERRAMENTA EDUCACIONAL REGRAS ABERTAS PARA UMA PARTICIPAÇÃO EFETIVA

MÍDIAS SOCIAIS COMO FERRAMENTA EDUCACIONAL REGRAS ABERTAS PARA UMA PARTICIPAÇÃO EFETIVA MÍDIAS SOCIAIS COMO FERRAMENTA EDUCACIONAL REGRAS ABERTAS PARA UMA PARTICIPAÇÃO EFETIVA Mário Taveira Martins 1 (IF-SERTÃO PE) Lucas Samir Silva de Matos 2 (IF-SERTÃO PE) Resumo: Este artigo foi elaborado

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

Introdução ao Aplicativo de Programação LEGO MINDSTORMS Education EV3

Introdução ao Aplicativo de Programação LEGO MINDSTORMS Education EV3 Introdução ao Aplicativo de Programação LEGO MINDSTORMS Education EV3 A LEGO Education tem o prazer de trazer até você a edição para tablet do Software LEGO MINDSTORMS Education EV3 - um jeito divertido

Leia mais

DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS. Maio/2005 216-TC-C3

DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS. Maio/2005 216-TC-C3 1 DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS Maio/2005 216-TC-C3 José Antonio Gameiro Salles UNISUAM / CCET / Desenv. de Softwares & UNISUAM/LAPEAD - antoniosalles@gmail.com

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 PERFIL ALUNO Versão 1.0 2014 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE

Leia mais

SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ. A Revolução do Ensino a Distância

SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ. A Revolução do Ensino a Distância SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ A Revolução do Ensino a Distância Enir da Silva Fonseca Coordenador de Pólo EAD Campus Guarujá UNAERP - Universidade de Ribeirão Preto

Leia mais

A INTERATIVIDADE EM AMBIENTES WEB Dando um toque humano a cursos pela Internet. Os avanços tecnológicos de nosso mundo globalizado estão mudando a

A INTERATIVIDADE EM AMBIENTES WEB Dando um toque humano a cursos pela Internet. Os avanços tecnológicos de nosso mundo globalizado estão mudando a A INTERATIVIDADE EM AMBIENTES WEB Dando um toque humano a cursos pela Internet Por Carolina Cavalcanti * Os avanços tecnológicos de nosso mundo globalizado estão mudando a maneira que nossa sociedade está

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA.

AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA. AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA. MORAES, Camilla Santos 1 Palavras-chave: ensino-aprendizagem de inglês, novas tecnologias, ensino mediado pelo computador.

Leia mais

Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física

Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física Fábio Luiz P. Albini 1 Departamento de Informática, Instituto Federal do Paraná (IFPR) Curitiba, Paraná 81520-000, Brazil. fabio.albini@ifpr.edu.br

Leia mais

APLICATIVO TECNOLÓGICO COMO COMPLEMENTO AO ENSINO APRENDIZAGEM NA ÁREA DA SAÚDE

APLICATIVO TECNOLÓGICO COMO COMPLEMENTO AO ENSINO APRENDIZAGEM NA ÁREA DA SAÚDE APLICATIVO TECNOLÓGICO COMO COMPLEMENTO AO ENSINO APRENDIZAGEM NA ÁREA DA SAÚDE INTRODUÇÃO Gabriel Coutinho Gonçalves Faculdade Nordeste FANOR DeVry Brasil gabrielcoutinhoo@hotmail.com Thalita Rachel Dantas

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

Educação a Distância Definições

Educação a Distância Definições Educação a Distância Definições Educação a distância é o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, onde professores e alunos estão separados espacial e/ou temporalmente; Visa a interação

Leia mais

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente A internet como atividade integrante de uma prática docente Flávio Chame Barreto Instituto Educacional Vivenciando RJ flaviocbarreto@yahoo.com.br Resumo Um consenso entre os docentes do Ensino Fundamental

Leia mais

Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense

Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense Gerência da tutoria - o diferencial em uma plataforma on-line Luiz Valter Brand Gomes* Rosângela Lopes Lima* Filipe Ancelmo Saramago* Rodrigo Telles Costa* Instituto de Computação Universidade Federal

Leia mais

6 Análise de necessidades

6 Análise de necessidades 55 6 Análise de necessidades Este capítulo apresenta os dados obtidos através do questionário mencionado no capítulo 5. Discuto o propósito de utilizá-lo para identificar as necessidades dos alunos. Em

Leia mais

Política de Privacidade da Golden Táxi Transportes Executivo. Sua Privacidade Na Golden Táxi Transportes Executivo. acredita que, como nosso

Política de Privacidade da Golden Táxi Transportes Executivo. Sua Privacidade Na Golden Táxi Transportes Executivo. acredita que, como nosso Política de Privacidade da Golden Táxi Transportes Executivo. Sua Privacidade Na Golden Táxi Transportes Executivo. acredita que, como nosso visitante on-line, você tem o direito de saber as práticas que

Leia mais

Educação a Distância: Limites e Possibilidades

Educação a Distância: Limites e Possibilidades Educação a Distância: Limites e Possibilidades Bernardo de Azevedo Ramos Brillian Aquino Fernandes Lucas Fernandes Barbosa Rafael Castro e Abrantes RESUMO: O trabalho tem como meta avaliar a Educação a

Leia mais

FUNCIONAMENTO DOS CURSOS

FUNCIONAMENTO DOS CURSOS 1 SUMÁRIO Funcionamento dos Cursos... 03 Guia de Percurso... 05 Manual Acadêmico... 07 Ambiente Virtual de Aprendizagem... 09 Edição do Perfil... 12 Acessando as Atividades... 14 Iniciando o Semestre...

Leia mais

ROSETTA STONE LANGUAGE LEARNING SUITE PARA O SETOR PÚBLICO

ROSETTA STONE LANGUAGE LEARNING SUITE PARA O SETOR PÚBLICO ROSETTA STONE LANGUAGE LEARNING SUITE PARA O SETOR PÚBLICO Garanta o sucesso da missão. Garanta o sucesso da missão. A Rosetta Stone ajuda organizações governamentais e sem fins lucrativos a capacitar

Leia mais

O USO DE REDES SOCIAIS E TECNOLOGIA MÓVEL NA EAD NA PERSPECTIVA DO PROFESSOR

O USO DE REDES SOCIAIS E TECNOLOGIA MÓVEL NA EAD NA PERSPECTIVA DO PROFESSOR 1 O USO DE REDES SOCIAIS E TECNOLOGIA MÓVEL NA EAD NA PERSPECTIVA DO PROFESSOR São Carlos - SP - abril - 2014 Helena Gordon Silva Leme - UFSCar - hgsleme@gmail.com Kenia Rosa de Paula Nazario - UFSCar

Leia mais

PVANET: PRINCIPAIS FERRAMENTAS E UTILIZAÇÃO DIDÁTICA

PVANET: PRINCIPAIS FERRAMENTAS E UTILIZAÇÃO DIDÁTICA 11 PVANET: PRINCIPAIS FERRAMENTAS E UTILIZAÇÃO DIDÁTICA O PVANet é o ambiente virtual de aprendizagem (AVA) de uso exclusivo da UFV. Os AVAs apresentam diferenças de layout, forma de acesso, funcionamento,

Leia mais

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ORIENTAÇÕES PARA OS ESTUDOS EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Caro (a) Acadêmico (a), Seja bem-vindo (a) às disciplinas ofertadas na modalidade a distância.

Leia mais

Mobile Learning para apoio ao ensino de Lógica Proposicional

Mobile Learning para apoio ao ensino de Lógica Proposicional Mobile Learning para apoio ao ensino de Lógica Proposicional Andrew Rabelo Ruiz 1 Programa de Iniciação Científica Graduação em Ciência da Computação 1 Faculdade Campo Limpo Paulista (FACCAMP) Rua Guatemala,

Leia mais

Tecnologias Digitais e Educação a Distância: letramento digital e formação de professores

Tecnologias Digitais e Educação a Distância: letramento digital e formação de professores Tecnologias Digitais e Educação a Distância: letramento digital e formação de professores Prof. Dr. Luís Paulo Leopoldo Mercado Universidade Federal de Alagoas Conteúdos Cenário das práticas pedagógicas

Leia mais

Secretaria de Estado da Educação do Paraná

Secretaria de Estado da Educação do Paraná Secretaria de Estado da Educação do Paraná ORIENTAÇÕES PARA A AVALIAÇÃO DO PROFESSOR PARTICIPANTE DO GTR TUTORIAL Curitiba 2011 2 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 03 1. AVALIAÇÃO 04 1.1 Critérios de Análise das Interações

Leia mais

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE 2009/2 GABARITO COMENTADO QUESTÃO 1: Quando nos referimos à qualidade da interação

Leia mais

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Liderança, Coaching e Gestão de Pessoas

Gerenciamento de Projetos Liderança, Coaching e Gestão de Pessoas Gerenciamento de Projetos Liderança, Coaching e Gestão de Pessoas Aula 05 Prof. Esp. Gladimir Ceroni Catarino gccatarino@senacrs.edu.br gladimir@gmail.com SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE

Leia mais

ÍNDICE O QUE É... 2 COMO FUNCIONA... 3. Acervo... 3. Meus Livros... 4. Livros em destaque... 7. Fórum... 7. Notícias... 8. Ajuda... 9. Suporte...

ÍNDICE O QUE É... 2 COMO FUNCIONA... 3. Acervo... 3. Meus Livros... 4. Livros em destaque... 7. Fórum... 7. Notícias... 8. Ajuda... 9. Suporte... ÍNDICE O QUE É... 2 COMO FUNCIONA... 3 Acervo... 3 Meus Livros... 4 Livros em destaque... 7 Fórum... 7 Notícias... 8 Ajuda... 9 Suporte... 9 POR QUE USAR... 10 EQUIPE RESPONSÁVEL... 12 CONTATO... 13 O

Leia mais

JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO)

JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO) JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO) De acordo com o Edital de produção de conteúdo digitais multimídia, alguns aspectos

Leia mais

práticas recomendadas Cinco maneiras de manter os recrutadores à frente da curva social

práticas recomendadas Cinco maneiras de manter os recrutadores à frente da curva social práticas recomendadas Cinco maneiras de manter os recrutadores à frente da curva social Não há dúvidas de que as tecnologias sociais têm um impacto substancial no modo como as empresas funcionam atualmente.

Leia mais

O que é educação a distância (*)

O que é educação a distância (*) O que é educação a distância (*) José Manuel Moran Professor da Universidade Bandeirante e das Faculdades Sumaré-SP Assessor do Ministério de Educação para avaliação de cursos a distância jmmoran@usp.br

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO EAD I-UMA SOBRE O EAD

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO EAD I-UMA SOBRE O EAD PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO EAD I-UMA SOBRE O EAD 1. O que é EAD? EAD é a sigla para Ensino a Distância, ou Educação a Distância, uma modalidade de ensino que acontece a partir da união

Leia mais

Elementos Centrais da Metodologia

Elementos Centrais da Metodologia Elementos Centrais da Metodologia Apostila Virtual A primeira atividade que sugerimos é a leitura da Apostila, que tem como objetivo transmitir o conceito essencial de cada conteúdo e oferecer caminhos

Leia mais

FACULDADE ZACARIAS DE GÓES

FACULDADE ZACARIAS DE GÓES FACULDADE ZACARIAS DE GÓES DIEGO DE JESUS BONFIM EDUCAÇÃO ONLINE Valença Bahia Dezembro 2011 DIEGO DE JESUS BONFIM EDUCAÇÃO ONLINE Resenha a ser apresentada como avaliação da disciplina EAD em Ambiente

Leia mais

DISPOSITIVO TECNOLÓGICO COMO FERRAMENTA DE ENSINO-APRENDIZAGEM NO CURSO DE AGROECOLOGIA: ESTUDO DE CASO

DISPOSITIVO TECNOLÓGICO COMO FERRAMENTA DE ENSINO-APRENDIZAGEM NO CURSO DE AGROECOLOGIA: ESTUDO DE CASO DISPOSITIVO TECNOLÓGICO COMO FERRAMENTA DE ENSINO-APRENDIZAGEM NO CURSO DE AGROECOLOGIA: ESTUDO DE CASO Mércia Cardoso da Costa Guimarães 1, Henrique Oliveira da Silva 2 1 Instituto Federal de Pernambuco

Leia mais

M-LEARNING E A MATEMÁTICA: RELATANDO O USO DA CALCULADORA DO CELULAR COMO RECURSO EDUCACIONAL

M-LEARNING E A MATEMÁTICA: RELATANDO O USO DA CALCULADORA DO CELULAR COMO RECURSO EDUCACIONAL M-LEARNING E A MATEMÁTICA: RELATANDO O USO DA CALCULADORA DO CELULAR COMO RECURSO EDUCACIONAL Autor: Isaías Pessoa da Silva Universidade Estadual da Paraíba UEPB. E-mail: isaias-65@hotmail.com Co-autor:

Leia mais

M-Learning. Tendências da educação com o uso de dispositivos móveis.

M-Learning. Tendências da educação com o uso de dispositivos móveis. M-Learning Tendências da educação com o uso de dispositivos móveis. Mauro Faccioni Filho, Dr.Eng. Fazion Sistemas mauro@fazion.com.br Unisul Virtual mauro.faccioni@unisul.br Novembro/2008 www.fazion.com.br

Leia mais

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL RESOLUÇÃO SEPLAG no. xx/xxxx Disciplina o funcionamento das Comunidades de Prática CoPs no âmbito do Poder Executivo Estadual, vinculadas

Leia mais

Guia do Facilitador. Aprendizagem Baseada em Projetos. http://www.intel.com/educacao. Série Elementos Intel Educar Aprendizagem Baseada em Projetos

Guia do Facilitador. Aprendizagem Baseada em Projetos. http://www.intel.com/educacao. Série Elementos Intel Educar Aprendizagem Baseada em Projetos Série Elementos Intel Educar Guia do Facilitador http://www.intel.com/educacao Copyright 2010 Intel Corporation. Página 1 de 19 Termos de Uso para o Guia do Facilitador da Série Elementos Intel Educar

Leia mais

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem 2.1 Introdução Caro Pós-Graduando, Nesta unidade, abordaremos o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) que será utilizado no curso: o Moodle. Serão

Leia mais

REFLEXÃO SOBRE 10 INOVAÇÕES NA EDUCAÇÃO SUPERIOR MUNDIAL E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA A GESTÃO UNIVERSITÁRIA NO BRASIL RYON BRAGA

REFLEXÃO SOBRE 10 INOVAÇÕES NA EDUCAÇÃO SUPERIOR MUNDIAL E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA A GESTÃO UNIVERSITÁRIA NO BRASIL RYON BRAGA REFLEXÃO SOBRE 10 INOVAÇÕES NA EDUCAÇÃO SUPERIOR MUNDIAL E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA A GESTÃO UNIVERSITÁRIA NO BRASIL RYON BRAGA 2 PREVISÕES ANTERIORES SEMINÁRIO ABMES DE 2005 1 CRESCIMENTO DAS CLASSES C

Leia mais

PLANO DE ENSINO. 1. Identificação

PLANO DE ENSINO. 1. Identificação 1. Identificação PLANO DE ENSINO Curso: A INTERNET E SUAS FERRAMENTAS Disciplina: A Internet e suas Ferramentas Período Ministrado/Semestre- Bimestre- Mês/Ano: 03 de setembro a 08 de outubro/2º Semestre

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE MAQUETES COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO- APRENDIZAGEM: CONTRIBUIÇÕES PARA FORMAÇÃO INICIAL DE PEDAGOGOS

CONSTRUÇÃO DE MAQUETES COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO- APRENDIZAGEM: CONTRIBUIÇÕES PARA FORMAÇÃO INICIAL DE PEDAGOGOS CONSTRUÇÃO DE MAQUETES COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO- APRENDIZAGEM: CONTRIBUIÇÕES PARA FORMAÇÃO INICIAL DE PEDAGOGOS Autor: Claudio Wagner Locatelli Mestrando do Programa de Ensino, História e Filosofia das

Leia mais

Utilizando a ferramenta de criação de aulas

Utilizando a ferramenta de criação de aulas http://portaldoprofessor.mec.gov.br/ 04 Roteiro Utilizando a ferramenta de criação de aulas Ministério da Educação Utilizando a ferramenta de criação de aulas Para criar uma sugestão de aula é necessário

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA ÁREA DA CONSTRUÇÃO CIVIL: UMA EXPERIÊNCIA PROMISSORA

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA ÁREA DA CONSTRUÇÃO CIVIL: UMA EXPERIÊNCIA PROMISSORA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA ÁREA DA CONSTRUÇÃO CIVIL: UMA EXPERIÊNCIA PROMISSORA Maria Inês Franco Motti Sonia Maria José Bombardi Fundacentro Fundação Jorge Duprat de Segurança e Medicina do Trabalho O mundo

Leia mais

GUIA DE SOCIAIS EM REDES BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS.

GUIA DE SOCIAIS EM REDES BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS. GUIA DE BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO EM REDES SOCIAIS MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS. APRESENTAÇÃO OBJETIVO A ABA - Associação Brasileira de Anunciantes, por meio de

Leia mais

! Pesquisas de votos; ! Serviços de qualidade; ! Pesquisas de opinião pública; ! Em quem você vai votar em Outubro?

! Pesquisas de votos; ! Serviços de qualidade; ! Pesquisas de opinião pública; ! Em quem você vai votar em Outubro? Introdução Tópicos Especiais em E.S.: Surveys Cleidson de Souza LABES - DI - UFPA cdesouza@ufpa.br! Um dos principais exemplos de pesquisa empírica:! Pesquisas de votos;! Serviços de qualidade;! Pesquisas

Leia mais

O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito. Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1.

O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito. Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1. O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1.3, Outubro, 2015 Nota prévia Esta apresentação tem por objetivo, proporcionar

Leia mais

Nove erros comuns que devem ser evitados ao selecionar e implementar uma solução de mobilidade

Nove erros comuns que devem ser evitados ao selecionar e implementar uma solução de mobilidade Nove erros comuns que devem ser evitados ao selecionar e implementar uma solução de mobilidade Introdução Introdução A empresa de pesquisa IDC prevê que mais da metade dos trabalhadores usarão ferramentas

Leia mais

Educação a Distância: a oportunidade vai ao seu encontro

Educação a Distância: a oportunidade vai ao seu encontro DICAS PARA ESTUDAR A DISTÂNCIA Educação a Distância: a oportunidade vai ao seu encontro Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.

Leia mais

Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente

Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Redesenhando a forma como empresas operam e envolvem seus clientes e colaboradores no mundo digital. Comece > Você pode construir de fato uma

Leia mais

Tecnologias Móveis em Educação: o uso do celular na sala de aula

Tecnologias Móveis em Educação: o uso do celular na sala de aula Tecnologias Móveis em Educação: o uso do celular na sala de aula Maria Cristina Marcelino Bento Professora Titular da FATEA- Lorena/SP, Mestre em Educação pela UMESP/SBC/SP, Doutoranda pela PUC/SP TIDD

Leia mais

Manual do aluno online

Manual do aluno online Manual do aluno online Os 10 mandamentos do aluno de educação online 1 1. Acesso à Internet: ter endereço eletrônico, um provedor e um equipamento adequado é prérequisito para a participação nos cursos

Leia mais

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE COMPUTAÇÃO: UM GAME PARA O ENSINO DE ALGORITMOS

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE COMPUTAÇÃO: UM GAME PARA O ENSINO DE ALGORITMOS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE COMPUTAÇÃO: UM GAME PARA O ENSINO DE ALGORITMOS Guilherme Roberty Goulart 1 Renato Oliveira Abreu 2 1 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

DESMISTIFICANDO O USO DA LOUSA DIGITAL

DESMISTIFICANDO O USO DA LOUSA DIGITAL DESMISTIFICANDO O USO DA LOUSA DIGITAL Alcione Cappelin alcionecappelin@hotmail.com Cristiane Straioto Diniz cstraioto@gmail.com Eloisa Rosotti Navarro eloisa-rn@hotmail.com Renata Oliveira Balbino rebalbino@yahoo.com.br

Leia mais

Um Assistente Virtual Inteligente Dirigido por Várias Metodologias Educacionais no Ensino em Informática

Um Assistente Virtual Inteligente Dirigido por Várias Metodologias Educacionais no Ensino em Informática Um Assistente Virtual Inteligente Dirigido por Várias Metodologias Educacionais no Ensino em Informática Abstract. This work shows the evolution of Intelligent Teaching Assistant SAE that include and provide

Leia mais

Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual

Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual Escritório de Gestão de Projetos em EAD Unisinos http://www.unisinos.br/ead 2 A partir de agora,

Leia mais

SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio.

SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. RESUMO Nós, jovens brasileiros, é uma continuidade do conhecido Este jovem brasileiro, sucesso do portal por 6 edições consecutivas.

Leia mais

5 Considerações finais

5 Considerações finais 5 Considerações finais 5.1. Conclusões A presente dissertação teve o objetivo principal de investigar a visão dos alunos que se formam em Administração sobre RSC e o seu ensino. Para alcançar esse objetivo,

Leia mais

APLICATIVO PARA ENSINO DE ESTATÍSTICA: UMA AVALIAÇÃO NO SEU USO

APLICATIVO PARA ENSINO DE ESTATÍSTICA: UMA AVALIAÇÃO NO SEU USO APLICATIVO PARA ENSINO DE ESTATÍSTICA: UMA AVALIAÇÃO NO SEU USO Paulo Marcos S. Ribeiro 1 O uso de tecnologias digitais, como os tablets, smartphones, aplicativos entre outras, vem ocupando aos pouco seu

Leia mais

Caro(a) aluno(a), Estaremos juntos nesta caminhada. Coordenação NEO

Caro(a) aluno(a), Estaremos juntos nesta caminhada. Coordenação NEO Caro(a) aluno(a), seja bem-vindo às Disciplinas Online da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho e Faculdade de Educação de Bom Despacho. Em pleno século 21, na era digital, não poderíamos

Leia mais

Apresentação. A Equipe do Semipresencial coloca-se à disposição para quaisquer informações adicionais através dos seguintes contatos:

Apresentação. A Equipe do Semipresencial coloca-se à disposição para quaisquer informações adicionais através dos seguintes contatos: Apresentação Este Manual de Orientações Gerais foi concebido com a intenção de fornecer todas as informações de que você precisa para cursar disciplinas na modalidade semi-presencial. Acompanhando as inovações

Leia mais

2 Ergonomia aplicada na EAD em ambiente web

2 Ergonomia aplicada na EAD em ambiente web 2 Ergonomia aplicada na EAD em ambiente web A eficiência da educação a distância (EAD) depende da contribuição de diversas disciplinas. É comum encontrarmos estudos nas áreas da ciência da computação,

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC

Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC Sugerimos, para elaborar a monografia de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), que o aluno leia atentamente essas instruções. Fundamentalmente,

Leia mais

ALUNO COMO ATIVO E NÃO ATIVO EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM RECIFE PE MAIO 2011

ALUNO COMO ATIVO E NÃO ATIVO EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM RECIFE PE MAIO 2011 1 ALUNO COMO ATIVO E NÃO ATIVO EM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM RECIFE PE MAIO 2011 Otacilio Antunes Santana Universidade Federal de Pernambuco otacilio.santana@ufpe.br José Imaña Encinas - Universidade

Leia mais

Introdução. O que é um survey? Projeto de Surveys. Tópicos Especiais em E.S.: Surveys. Cleidson de Souza. representatividade de amostras;

Introdução. O que é um survey? Projeto de Surveys. Tópicos Especiais em E.S.: Surveys. Cleidson de Souza. representatividade de amostras; Introdução Tópicos Especiais em E.S.: Surveys Cleidson de Souza LABES - DI - UFPA cdesouza@ufpa.br! Um dos principais exemplos de pesquisa empírica:! Pesquisas de votos;! Pesquisas de opinião pública;!

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL

ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL JÚNIOR/2013 Mostra de Trabalhos do Ensino Fundamental ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL Novo Hamburgo, abril de 2013. 1 APRESENTAÇÃO Estas orientações foram elaboradas baseadas

Leia mais

Manual de Utilização Moodle

Manual de Utilização Moodle Manual de Utilização Moodle Perfil Professor Apresentação Esse manual, baseado na documentação oficial do Moodle foi elaborado pela Coordenação de Tecnologia de Informação CTI do câmpus e tem como objetivo

Leia mais

Manual do Aluno. O Moodle é um sistema que gerencia ambientes educacionais de aprendizagem que podem ser denominados como:

Manual do Aluno. O Moodle é um sistema que gerencia ambientes educacionais de aprendizagem que podem ser denominados como: Manual do Aluno É com muita satisfação que apresentamos o Reunir Unopar. Ambiente Virtual de Aprendizagem Colaborativa que tem por objetivo principal ser um espaço colaborativo de construção do conhecimento

Leia mais

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa Como implementar Social Media na empresa 1 As razões: Empresas ainda desconhecem benefícios do uso de redes sociais Das 2,1 mil empresas ouvidas em estudo do SAS Institute e da Harvard Business Review,

Leia mais

A compra de TI e as redes sociais

A compra de TI e as redes sociais Solicitada por A compra de TI e as redes sociais Como as redes sociais transformaram o processo de compras B2B e as melhores práticas para adaptar as suas estratégias de marketing à nova realidade BRASIL

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

A PRESENTAÇÃO SUMÁRIO

A PRESENTAÇÃO SUMÁRIO SUMÁRIO Apresentação Como ter sucesso na educação à distância A postura do aluno online Critérios de Avaliação da aprendizagem do aluno Como acessar a plataforma Perguntas freqüentes A PRESENTAÇÃO O Manual

Leia mais

OS USOS DAS VIDEOCONFERÊNCIAS EM EAD: DIFICULDADES E POSSIBILIDADES DIDÁTICAS

OS USOS DAS VIDEOCONFERÊNCIAS EM EAD: DIFICULDADES E POSSIBILIDADES DIDÁTICAS OS USOS DAS VIDEOCONFERÊNCIAS EM EAD: DIFICULDADES E POSSIBILIDADES DIDÁTICAS São Luís MA maio de 2012 Categoria: C Setor Educacional: 3 Classificação das áreas de pesquisa em EAD Macro: C / Meso: J /

Leia mais

Iremos lhe apresentar agora o fascinante mercado móvel e uma excelente oportunidade de negócio lucrativo com a tecnologia Torpedo Certo.

Iremos lhe apresentar agora o fascinante mercado móvel e uma excelente oportunidade de negócio lucrativo com a tecnologia Torpedo Certo. Iremos lhe apresentar agora o fascinante mercado móvel e uma excelente oportunidade de negócio lucrativo com a tecnologia Torpedo Certo. Esta apresentação irá seguir o índice abaixo para facilitar seu

Leia mais

EaD como estratégia de capacitação

EaD como estratégia de capacitação EaD como estratégia de capacitação A EaD no processo Ensino Aprendizagem O desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação (tics) deu novo impulso a EaD, colocando-a em evidência na última

Leia mais

TUTORIAL DE AMBIENTAÇÃO AO SGUS

TUTORIAL DE AMBIENTAÇÃO AO SGUS TUTORIAL DE TUTORIAL DE Sumário APRESENTAÇÃO 6 OBJETIVOS 8 CAPÍTULO 1 CONHECENDO OS MENUS DE NAVEGAÇÃO 10 CAPÍTULO 2 O SGUS NA PRÁTICA DOS GESTORES 22 CONCLUSÃO 28 REFERÊNCIAS 30 TUTORIAL DE Apresentação

Leia mais

Ministério da Educação. Primavera 2014. Atualização do Redesenho do Currículo

Ministério da Educação. Primavera 2014. Atualização do Redesenho do Currículo Ministério da Educação Primavera 2014 Atualização do Redesenho do Currículo Em 2010, o Ministério da Educação começou a transformar o sistema educacional de British Columbia, Canadá, Ensino Infantil Médio

Leia mais

Tutorial Moodle Visão do Aluno

Tutorial Moodle Visão do Aluno Tutorial Moodle Visão do Aluno A P R E S E N T A Ç Ã O A sigla MOODLE significa (Modular Object Oriented Dynamic Learning Environment), em inglês MOODLE é um verbo que descreve a ação ao realizar com gosto

Leia mais

O / 4 FAIXA ETÁRIA SEXO 1.5% 0.2% 6.1% 0.2% 13.5% 25.8% 52.6% 407 entrevistas foram realizadas nos dias 27 e 28 de janeiro de 2010. Feminino.

O / 4 FAIXA ETÁRIA SEXO 1.5% 0.2% 6.1% 0.2% 13.5% 25.8% 52.6% 407 entrevistas foram realizadas nos dias 27 e 28 de janeiro de 2010. Feminino. A TERCEIRA EDIÇÃO DA CAMPUS PARTY BRASIL, REALIZADA EM SÃO PAULO ENTRE OS DIAS 25 E 31 DE JANEIRO DE 2010, REUNIU QUASE 100 MIL PARTICIPANTES PARA DISCUTIR AS TENDÊNCIAS DA INTERNET E DAS MÍDIAS DIGITAIS.

Leia mais

O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA

O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA Fernanda Mara Cruz (SEED/PR-PG-UFF) Introdução Os processos de ensinar e aprender estão a cada dia mais inovadores e com a presença de uma grande variedade

Leia mais

INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO

INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO Gustavo Cançado de Azevedo O autor relaciona educação e tecnologia, tomando como ponto de partida a maneira com que os avanços

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 UMA ANÁLISE DA PERSPECTIVA DOS GRADUANDOS DO CURSO DE MATEMÁTICA DAS MODALIDADES DE LICENCIATURA E BACHARELADO DA UFRN SOBRE A FORMAÇÃO CONTINUADA STRICTO SENSU Claudianny Noronha Amorim Universidade Federal

Leia mais

1 ACESSO AO PORTAL UNIVERSITÁRIO 3 3 PLANO DE ENSINO 6 4 AULAS 7 5 AVALIAÇÃO E EXERCÍCIO 9 6 ENQUETES 12 7 QUADRO DE AVISOS 14

1 ACESSO AO PORTAL UNIVERSITÁRIO 3 3 PLANO DE ENSINO 6 4 AULAS 7 5 AVALIAÇÃO E EXERCÍCIO 9 6 ENQUETES 12 7 QUADRO DE AVISOS 14 portal@up.com.br Apresentação Este manual contém informações básicas, e tem como objetivo mostrar a você, aluno, como utilizar as ferramentas do Portal Universitário e, portanto, não trata de todos os

Leia mais