O Colapso do Aço na NIS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Colapso do Aço na NIS"

Transcrição

1 ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 3 O Colapso do Aço na NIS 1- Introdução Os países que compunham a antiga União Soviética, atualmente reunidos na NIS - Novos Países Independentes, são palco de significantes mudanças políticas que impactam sobremaneira a indústria siderúrgica na região. Este Informe Setorial foi elaborado com base na análise das informações obtidas junto à OCDE - Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico, através da participação da delegação brasileira na 50ª Reunião do Comitê do Aço, realizada em junho passado em Paris - França. A situação do setor siderúrgico na área da NIS, conforme apresentado no referido encontro, é crítica, considerando, principalmente, o colapso dos mercados internos e os graves problemas financeiros das empresas produtoras de aço. 2-Mercado Siderúrgico na NIS A capacidade de produção de aço bruto na área da NIS é apresentada a seguir. Capacidade de Produção de Aço Bruto na NIS -1994/96 Milhões de t República Rússia 81,0 74,7 55,8 55,8 Cazaquistão 6,5 4,0 Bielorússia 1,2 1,2 Moldóvia 0,7 1,0 Uzbequistão 2,0 2,0 Geórgia 1,8 1,8 Azerbaijão 0,8 0,8 Total 149,8 141,3 Apesar do nível da capacidade de aço ser superior a 140 milhões de t/ano, a produção efetiva nestes países vem se reduzindo, tendo atingido 77,6 milhões de t em 1996, representando apenas 55% da capacidade instalada.

2 Produção de Aço Bruto da NIS 1992/96 Mil t República Rússia Cazaquistão Bielorússia Moldóvia Uzbequistão Geórgia Azerbaijão Total Observa-se que a produção de aço bruto da NIS representa cerca de 10% da produção mundial, que atingiu 751,4 milhões de t em A Rússia, com 49,2 milhões de t, é o quarto maior produtor mundial, após China (100,4 milhões de t), Japão (98,8 milhões de t) e Estados Unidos (94,7 milhões de t). O Brasil situa-se na sétima colocação, tendo produzido 25,2 milhões de t em Em termos de consumo aparente de aço, a queda na área da NIS tem sido drástica, cerca de 65% no período 1992/96, tendo o consumo interno destes países atingido 26,4 milhões de t em A Rússia, que consumiu cerca de 15,4 milhões de t de aço em 1996, passa para a 7ª posição em termos de consumo, após os três maiores produtores mundiais e também Coréia ddo Sul, Taiwan e Índia. O Brasil encontra-se na 11ª colocação, tendo seu consumo interno, em 1996, atingido 13,2 milhões de t. Consumo Aparente de Aço da NIS /96 República Rússia nd Cazaquistão nd Bielorússia nd Moldóvia nd Uzbequistão nd Geórgia nd Azerbaijão nd Total Fonte: IISI - International Iron and Steel Institute O drástico decréscimo do consumo aparente de aço nos países que compõem a ex-urss é função, principalmente, do fim da guerra fria, com a redução das atividades das indústrias de armamento e construção mecânica. Do total de aço produzido, o mercado interno absorveu apenas 34% ou 20% da capacidade instalada em 1996, impondo, além da redução da produção, o estabelecimento de exportações em grandes proporções. Mil t

3 3- Exportações da NIS As exportações de aço dos países da NIS correspondem a valores entre 50% e 70% da produção e são vitais para a sobrevivência do parque siderúrgico. Os semi-acabados representam cerca de 39% das exportações. Exportações da NIS por Produto Longos 18% Tubos com e sem costura 6% Semiacabados 39% Laminados Planos 37% Destino das Exportações da NIS África e Oriente Médio 11% América do Norte e Central 13% América do Sul 1% Ásia e Pacífico 36% Europa Central e Oriental 6% Europa Ocidental 33% O grande questionamento, no que concerne às exportações de aço da NIS, refere-se, entretanto, aos baixos níveis dos preços destas vendas externas, substancialmente inferiores aos preços médios praticados nos países de economia de mercado.

4 Preços de Importação de Produtos Siderúrgicos da NIS pelos EUA US$/t ,96-20% 339,75 329,12-20% 340,37-24% 264,24 260,19 503,17-25% 375, Chapa Fina Chapa Grossa Laminado a Quente Laminado a Frio Fonte: Departamento de Comércio dos EUA Economia de Mercado NIS Observa-se que as importações efetuadas pelos Estados Unidos em 1996, provenientes dos países que compõem a NIS, principalmente Rússia e, apresentavam média de preços de cerca de 20% a 25% inferiores à média dos preços dos produtos de aço praticados nas economias de mercado. 4- Situação do Comércio de Aço com a NIS Considerando a prática de preços reduzidos da NIS, diversos países formalizaram recentemente ações anti-dumping em relação ao aço importado da região, conforme pode-se observar a seguir.

5 Ações Relativas às Exportações da NIS País Produto(s) de Aço Ação tomada Canadá Chapa grossa Investigação anti-dumping sobre importações da Rússia e impostos anti-dumping sobre importações da Chile Bobina a quente Investigação anti-dumping sobre importações da Rússia e Formosa Viga-H Investigação anti-dumping sobre importações da Rússia União Européia Tubos sem costura Investigação anti-dumping sobre importações da Rússia Índia Laminados planos e produtos longos Bobina a quente e chapas Repressão sobre importações da Rússia e Investigação anti-dumping sobre importações da Rússia Indonésia Bobina a quente Investigação anti-dumping sobre importações da Rússia e Fio-Máquina Investigação anti-dumping sobre importações da Rússia e Coréia Viga-H Investigação anti-dumping sobre importações da Rússia América Latina não específico Grupos industriais de 9 países latino-americanos emitiram declaração aos governos para que se tomem ações urgentes contra os volumes crescentes de aço da área NIS negociados deslealmente México Bobina a quente Impostos anti-dumping sobre importações da área da NIS Chapa grossa Investigação anti-dumping sobre importações da Rússia e América do Norte não-específico Relatório das indústrias recomendando ação contra importações desleais Tailândia Chapas a quente Investigação anti-dumping sobre importações da área da NIS Turquia Tarugos Investigação anti-dumping sobre importações da Rússia e Estados Unidos Chapas carbono Investigação anti-dumping sobre importações de materiais da Rússia e Fonte: OMC- Organização Mundial de Comércio Na 50ª Reunião do Comitê do Aço da OCDE, os delegados presentes da Rússia e da foram alertados severamente, principalmente pelos Estados Unidos e países da União Européia, sobre como o colapso da siderurgia da NIS e as exportações a preços vis está afetando os mercados e prejudicando as indústrias dos demais países.

6 5- Crise Financeira na Siderurgia da NIS A situação financeira do setor siderúrgico na área da NIS é grave, sendo que as elevadas exportações têm sido apenas um paliativo no contexto, considerando que a lucratividade do parque vem se reduzindo em função dos custos crescentes. A relação entre lucros e custos na Rússia decresceu substancialmente nos últimos 3 anos, de 38%, em 1994, para 18,4%, em 1995, e 5,8% em 1996, sendo que neste último ano 25% das empresas metalúrgicas apresentaram prejuízos. O decréscimo da lucratividade é função do obsoletismo do parque e da baixa produtividade, além da carga tributária crescente e da elevação dos custos de infraestrutura, em particular de transporte. Os custos de transporte elevados afetam significativamente a indústria, impactando, principalmente, a rentabilidade das exportações de produtos siderúrgicos, os quais são transportados por longas distâncias em ferrovias até os portos de embarque. Na Rússia, a participação dos custos de transporte nos custos totais sofreu elevação de 6,3%, em 1991, para 19,5% em Note-se que, com os problemas financeiros, diversas aciarias já interromperam suas atividades e outras vêm reduzindo sua produção e promovendo demissão de empregados. 6- Reestruturação Neste cenário, o setor siderúrgico da NIS necessita de uma reforma urgente que esbarra, entretanto, na escassez de recursos de capital. Programas de reestruturação vêm sendo definidos, mas os progressos na sua implementação têm sido lentos, considerando a dificuldade da obtenção de recursos pelas próprias empresas, que antes tinham o suporte integral do Estado. De acordo com o representante russo na 50ª Reunião do Comitê do Aço da OCDE, os recursos necessários à reestruturação da siderurgia, apenas na Rússia, atingem cerca de US$ 18,5 bilhões nos próximos 5 anos, sendo que a sua implementação reduziria cerca de 310 mil empregos. Dos investimentos necessários, cerca de 50% seriam direcionados à modernização e revamping de equipamentos e a outra metade à aquisição de novos itens. Algumas empresas vêm financiando parcela de seus programas de reestruturação através de acordos com os fornecedores de equipamentos, os quais são pagos através de exportações de aço. Os investimentos externos em siderurgia na área dos Novos Países Independentes, por enquanto, têm sido restritos, tendo correspondido a cerca de 4% dos recursos em 1994 e 1995 e participação nula em 1996.

7 7- Conclusão Conclui-se que o setor siderúrgico, na área da NIS, encontra-se em situação financeira bastante fragilizada, considerando que além da queda vertiginosa do seu consumo interno de aço, o setor também fabrica produtos de qualidade deficiente com baixo grau de acabamento e opera com usinas obsoletas. índice de lingotamento contínuo do parque é de apenas 25% contra a média mundial de 74%, e a utilização de aciaria Siemens Martin, completamente ultrapassada em termos de tecnologia e rentabilidade, ainda é de 30% em relação ao aço produzido. Deste modo, no contexto de mercado globalizado, a siderurgia da NIS apresenta baixa competitividade, sendo aspectos imprescindíveis para a viabilização do setor, a recuperação do seu mercado interno e a obtenção de recursos para a reestruturação do parque. O setor siderúrgico, principalmente na Rússia, ainda não vem se beneficiando do mercado de capitais, como é o caso de setores como petróleo, gás e telefonia, onde estão concentrados os negócios da Bolsa de Valores russa. Esta, por sinal, vem apresentando uma alta performance este ano com ganho acumulado de 143,6%, liderando o ranking das aplicações mais rentáveis entre os países emergentes, de acordo com o IFC- International Finance Corporation. Deste modo, as perspectivas para a reestruturação da siderurgia russa, através do mercado de capitais e de investimentos externos, apresenta viabilidade apenas a médio prazo, considerando a aceleração da privatização e a atual situação do país de redução das taxas de juros e da inflação, com um aparente controle do déficit público e a implementação de reforma fiscal. Conforme exposto, em relação ao setor siderúrgico, os países que compõem a NIS necessitam recuperar seu mercado interno e equacionar os vultuosos investimentos requeridos à reestruturação de seu parque, sendo, entretanto, imprescindível que suas exportações, atualmente vitais para a sobrevivência da indústria a curto prazo, se tornem rentáveis e se realizem com base nas regras internacionais de comércio. Ficha Técnica: Maria Lúcia Amarante de Andrade - Gerente Setorial José Ricardo Martins Vieira - Engenheiro Luiz Maurício da S. Cunha - Economista Renata Strubell Fulda - Estagiária Apoio Bibliográfico: Marlene C. da Matta Editoração: AO2/GESIS

INFORME SETORIAL MINERAÇÃO E METALURGIA

INFORME SETORIAL MINERAÇÃO E METALURGIA INFORME SETORIAL MINERAÇÃO E METALURGIA Nº 26 - SETEMBRO/1999 ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 3 Siderurgia: Mercado Brasileiro de produtos Longos 1 - Introdução A produção siderúrgica

Leia mais

Siderurgia no Mundo. Resumo. Este trabalho aborda a situação internacional da indústria siderúrgica e a inserção do Brasil neste mercado.

Siderurgia no Mundo. Resumo. Este trabalho aborda a situação internacional da indústria siderúrgica e a inserção do Brasil neste mercado. Siderurgia no Mundo MARIA LÚCIA AMARANTE DE ANDRADE LUIS MAURÍCIO DA SILVA CUNHA JOSÉ RICARDO MARTINS VIEIRA MARIA DA CONCEIÇÃO KELLER* Resumo Este trabalho aborda a situação internacional da indústria

Leia mais

ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 3 Minério de Ferro 1. Reservas e Mercado Mundial

ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 3 Minério de Ferro 1. Reservas e Mercado Mundial ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 3 Minério de Ferro 1. Reservas e Mercado Mundial O minério de ferro é abundante no mundo, porém as jazidas concentram-se em poucos países, sendo que apenas

Leia mais

A indústria do aço no Brasil e no mundo Albano Chagas Vieira

A indústria do aço no Brasil e no mundo Albano Chagas Vieira A indústria do aço no Brasil e no mundo Albano Chagas Vieira Presidente do Conselho Diretor 1 2 3 Deterioração do Valor de Mercado Usiminas Market Cap (R$ bi) Gerdau Market Cap (R$ bi) 30 25 20 15 10 5

Leia mais

Prezado (a), Atenciosamente, Marco Polo de Mello Lopes Presidente Executivo Instituto Aço Brasil. Preparado para Instituto Aço Brasil

Prezado (a), Atenciosamente, Marco Polo de Mello Lopes Presidente Executivo Instituto Aço Brasil. Preparado para Instituto Aço Brasil OUTUBRO 2012 INTRODUÇÃO Prezado (a), Manter a competitividade da indústria brasileira em uma economia cada vez mais globalizada tem sido um de nossos principais desafios. Para tal, é importante conhecer

Leia mais

Indústria Brasileira do Aço As Grandes Questões Mercado Aços Planos

Indústria Brasileira do Aço As Grandes Questões Mercado Aços Planos Indústria Brasileira do Aço As Grandes Questões Mercado Aços Planos Sergio Leite de Andrade Conselheiro do Aço Brasil/Vice- Presidente Comercial Usiminas São Paulo, 14 de julho de 2014 CHINA: MAESTRO DO

Leia mais

BNDES. ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 1. Papelcartão

BNDES. ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 1. Papelcartão BNDES FINAME BNDESPAR ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 1 Papelcartão Papelcartão, ou simplesmente cartão, é o papel fabricado em múltiplas camadas, com gramaturas superiores a 150 g/m

Leia mais

Unidade I. Mercado Financeiro e. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade I. Mercado Financeiro e. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade I Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercado Financeiro O mercado financeiro forma o conjunto de instituições que promovem o fluxo de recursos entre os agentes financeiros.

Leia mais

A EVOLUÇÃO DO INVESTIMENTO EXTERNO DIRETO (IED) NO BRASIL: 1995-2013 1 RESUMO

A EVOLUÇÃO DO INVESTIMENTO EXTERNO DIRETO (IED) NO BRASIL: 1995-2013 1 RESUMO 1 A EVOLUÇÃO DO INVESTIMENTO EXTERNO DIRETO (IED) NO BRASIL: 1995-2013 1 Cleidi Dinara Gregori 2 RESUMO Este artigo tem como objetivo analisar a evolução do investimento externo direto, também conhecido

Leia mais

SIDERURGIA MUNDIAL. » O Grupo Arcelor Mittal é o maior produtor mundial, com um volume que representa mais do dobro da produção do segundo colocado;

SIDERURGIA MUNDIAL. » O Grupo Arcelor Mittal é o maior produtor mundial, com um volume que representa mais do dobro da produção do segundo colocado; Siderurgia 9 SIDERURGIA MUNDIAL» A produção siderúrgica mundial cresceu 32% entre 24 e 21;» O Grupo Arcelor Mittal é o maior produtor mundial, com um volume que representa mais do dobro da produção do

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

GERDAU S.A. Informações consolidadas 1T09 07/05/09

GERDAU S.A. Informações consolidadas 1T09 07/05/09 Visão Ser uma empresa siderúrgica global, entre as mais rentáveis do setor. Missão A Gerdau é uma empresa com foco em siderurgia, que busca satisfazer as necessidades dos clientes e criar valor para os

Leia mais

ANÁLISE FUNDAMENTALISTA COM FOCO PARA A RECOMENDAÇÃO DE COMPRA / VENDA DE AÇÕES

ANÁLISE FUNDAMENTALISTA COM FOCO PARA A RECOMENDAÇÃO DE COMPRA / VENDA DE AÇÕES ANÁLISE FUNDAMENTALISTA COM FOCO PARA A RECOMENDAÇÃO DE COMPRA / VENDA DE AÇÕES! A análise do desempenho histórico! Análise setorial! Análise de múltiplos! Elaboração de projeções de resultados! Determinação

Leia mais

A balança comercial do agronegócio brasileiro

A balança comercial do agronegócio brasileiro A balança comercial do agronegócio brasileiro Antonio Carlos Lima Nogueira 1 Qual é a contribuição atual dos produtos do agronegócio para o comércio exterior, tendo em vista o processo atual de deterioração

Leia mais

APRESENTAÇÃO AO MERCADO

APRESENTAÇÃO AO MERCADO Clique para editar os estilos do texto mestre Segundo nível Terceiro nível Quarto nível Quinto nível APRESENTAÇÃO AO MERCADO Reunião Apimec 2011 Rio de Janeiro 21/11/11 São Paulo 22/11/11 1 1. ABERTURA

Leia mais

Situação e Perspectivas Mercado de Minério de ferro

Situação e Perspectivas Mercado de Minério de ferro São Paulo, Brasil 12-14 de julho, 2015 Situação e Perspectivas Mercado de Minério de ferro Congresso Brasileiro do Aço, 26ª edição Peter Poppinga Diretor Executivo de Ferrosos isclaimer Esse comunicado

Leia mais

Exercícios sobre a China

Exercícios sobre a China Exercícios sobre a China 1. (Adaptado de SENE, Eustáquio e MOREIRA, João C. geral e do Brasil. São Paulo. Scipione, 2010.) Há trinta anos, a República Popular da China iniciou uma política de reformas

Leia mais

O Desempenho do Mercado Internacional de Rochas Ornamentais em 2012: Principais Produtores, Exportadores e Importadores 1

O Desempenho do Mercado Internacional de Rochas Ornamentais em 2012: Principais Produtores, Exportadores e Importadores 1 Informe 18/2013 O Desempenho do Mercado Internacional de Rochas Ornamentais em 2012: Principais Produtores, Exportadores e Importadores Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais ABIROCHAS

Leia mais

Global Index Innovation 2015 Highlights

Global Index Innovation 2015 Highlights Global Index Innovation 2015 Highlights 141 países avaliados. Brasil: 70º lugar geral em 2015 (61º lugar em 2014). - 1º lugar: Suíça - 2º lugar: Reino Unido - 3º lugar: Suécia Top Performers Renda Alta

Leia mais

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO Por: Carlos Eduardo Cruz Tavares 1 São várias as cadeias produtivas que constituem o complexo agroalimentar, destacando-se entre elas,

Leia mais

Nov./Dez. 2006. Bruno Seno Fusaro Superintendente de Relações com Investidores

Nov./Dez. 2006. Bruno Seno Fusaro Superintendente de Relações com Investidores Nov./Dez. 2006 Bruno Seno Fusaro Superintendente de Relações com Investidores 1 Agenda Introdução à Usiminas Tendências da siderurgia mundial Tendências da siderurgia Brasileira Usiminas do futuro 2 Agenda

Leia mais

Impactos do atual modelo de desenvolvimento econômico sobre as empresas

Impactos do atual modelo de desenvolvimento econômico sobre as empresas Impactos do atual modelo de desenvolvimento econômico sobre as empresas Ilan Goldfajn Economista-chefe e Sócio Itaú Unibanco Dezembro, 2015 1 Roteiro sofre de diversos desequilíbrios e problemas de competitividade.

Leia mais

A crise financeira global e as expectativas de mercado para 2009

A crise financeira global e as expectativas de mercado para 2009 A crise financeira global e as expectativas de mercado para 2009 Luciano Luiz Manarin D Agostini * RESUMO - Diante do cenário de crise financeira internacional, o estudo mostra as expectativas de mercado

Leia mais

Os investimentos do BNDES nas áreas de infraestrutura, logística e energia

Os investimentos do BNDES nas áreas de infraestrutura, logística e energia Os investimentos do BNDES nas áreas de infraestrutura, logística e energia Quando analisamos de perto os investimentos do BNDES nos itens de infraestrutura, logística e energia, fica evidente que há uma

Leia mais

Elementos Operacionais e Não Operacionais nas Demonstrações Contábeis

Elementos Operacionais e Não Operacionais nas Demonstrações Contábeis Elementos Operacionais e Não Operacionais nas Demonstrações Contábeis Autoria: Clóvis Luís Padoveze Resumo As demonstrações publicadas de acordo com o formato aprovado pelos órgãos regulatórios, tanto

Leia mais

Linhas de Financiamento

Linhas de Financiamento A história do cooperativismo no País está relacionada ao crescimento da agricultura brasileira. E o Banco do Brasil, como principal responsável pelo impulso do nosso agronegócio, é também o banco do cooperativismo.

Leia mais

O mercado imobiliário no Rio de Janeiro

O mercado imobiliário no Rio de Janeiro O mercado imobiliário no Rio de Janeiro Índice 1- Potencial do Setor Imobiliário População Demanda Financiamento e taxa de juros 2- Mercado do Rio de Janeiro Evolução do Setor Grandes Investimentos Programa

Leia mais

Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial

Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial Associado à Fundação Armando Alvares Penteado Rua Ceará 2 São Paulo, Brasil 01243-010 Fones 3824-9633/826-0103/214-4454 Fax 825-2637/ngall@uol.com.br O Acordo

Leia mais

- Gestão Financeira 1 -

- Gestão Financeira 1 - 1 Cap 2 - Administração do Capital de Giro 2.1 Introdução 2.2 O capital circulante e capital circulante líquido 2.3 Políticas de gerenciamento do capital circulante 2.4 Capital de Giro Próprio 2.5 Capital

Leia mais

Perspectivas econômicas para 2014. mschneider@cgdsecurities.com.br

Perspectivas econômicas para 2014. mschneider@cgdsecurities.com.br Perspectivas econômicas para 2014 mschneider@cgdsecurities.com.br Agosto/2013 EUA: processo de normalização da economia avança e mostra consistência 1 EUA: normalização consistente da economia inclui recuperação

Leia mais

INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA

INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA Informativo da Confederação Nacional da Indústria Ano 3 Número 01 dezembro de 2011 www.cni.org.br Investimentos realizados em 2011 Indústria investe cada vez mais com o objetivo

Leia mais

EXPOMONEY 2007. São Paulo, 28 de setembro de 2007

EXPOMONEY 2007. São Paulo, 28 de setembro de 2007 EXPOMONEY 2007 São Paulo, 28 de setembro de 2007 Afirmações sobre o Futuro Algumas das afirmações aqui contidas se baseiam nas hipóteses e perspectivas atuais da administração da Companhia que poderiam

Leia mais

AÇO BRASIL. 5,5 bilhões de dólares, representando ano passado e de 123% em relação 25000

AÇO BRASIL. 5,5 bilhões de dólares, representando ano passado e de 123% em relação 25000 Aço AÇO BRASIL I N F O R M A 14ªEDIÇÃO DEZEMBRO 21 21: recorde de consumo e importações de aço, mas sobra capacidade na indústria nacional O Brasil deve fechar 21 com recorde de consumo questionada junto

Leia mais

Edição 24 (Novembro/2013) Cenário Econômico A ECONOMIA BRASILEIRA EM 2013: UM PÉSSIMO ANO Estamos encerrando o ano de 2013 e, como se prenunciava, a

Edição 24 (Novembro/2013) Cenário Econômico A ECONOMIA BRASILEIRA EM 2013: UM PÉSSIMO ANO Estamos encerrando o ano de 2013 e, como se prenunciava, a Edição 24 (Novembro/2013) Cenário Econômico A ECONOMIA BRASILEIRA EM 2013: UM PÉSSIMO ANO Estamos encerrando o ano de 2013 e, como se prenunciava, a economia nacional registra um de seus piores momentos

Leia mais

Relatório TÊXTIL E CONFECÇÃO VOLUME III. Julho de 2009

Relatório TÊXTIL E CONFECÇÃO VOLUME III. Julho de 2009 Relatório de Acompanhamento Setorial TÊXTIL E CONFECÇÃO VOLUME III Julho de 2009 RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO SETORIAL TÊXTIL E CONFECÇÃO Volume III Equipe: Célio Hiratuka Samantha Cunha Pesquisadores e

Leia mais

Comité Latinoamericano de Asuntos Financieros Comitê Latino-americano de Assuntos Financeiros Latin-American Shadow Financial Regulatory Committee

Comité Latinoamericano de Asuntos Financieros Comitê Latino-americano de Assuntos Financeiros Latin-American Shadow Financial Regulatory Committee Comité Latinoamericano de Asuntos Financieros Comitê Latino-americano de Assuntos Financeiros Latin-American Shadow Financial Regulatory Committee Declaração N 9 15 de setembro de 2003 Cambridge, EUA POR

Leia mais

FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3

FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3 1 FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3 RESUMO: Este trabalho tem a intenção de demonstrar a

Leia mais

TÍTULO: ANALISE DA COMPETITIVIDADE BRASILEIRA NO MERCADO DO AÇO INOXIDÁVEL

TÍTULO: ANALISE DA COMPETITIVIDADE BRASILEIRA NO MERCADO DO AÇO INOXIDÁVEL TÍTULO: ANALISE DA COMPETITIVIDADE BRASILEIRA NO MERCADO DO AÇO INOXIDÁVEL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE TECNOLOGIA ZONA LESTE AUTOR(ES):

Leia mais

Energia em busca de alternativas renováveis 1

Energia em busca de alternativas renováveis 1 Energia em busca de alternativas renováveis 1 Nivalde José de Castro Roberto Brandão Guilherme de A. Dantas Pergunta: É possível haver equilíbrio em um quadro de alta do petróleo, custos pouco atrativos

Leia mais

O estado actual e perspectivas sobre os investimentos estrangeiros directos NOTA DE TRABALHO REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA

O estado actual e perspectivas sobre os investimentos estrangeiros directos NOTA DE TRABALHO REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO AO OFÍCIO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA NOTA DE TRABALHO O estado actual e perspectivas sobre os investimentos estrangeiros directos

Leia mais

Como as empresas financiam investimentos em meio à crise financeira internacional

Como as empresas financiam investimentos em meio à crise financeira internacional 9 dez 2008 Nº 58 Como as empresas financiam investimentos em meio à crise financeira internacional Por Fernando Pimentel Puga e Marcelo Machado Nascimento Economistas da APE Levantamento do BNDES indica

Leia mais

PERSPECTIVAS DA INDÚSTRIA PLÁSTICA BRASILEIRA. ABIPLAST Associação Brasileira da Indústria do Plástico PERFIL 2004

PERSPECTIVAS DA INDÚSTRIA PLÁSTICA BRASILEIRA. ABIPLAST Associação Brasileira da Indústria do Plástico PERFIL 2004 PERSPECTIVAS DA INDÚSTRIA PLÁSTICA BRASILEIRA ABIPLAST Associação Brasileira da Indústria do Plástico Agosto 2005 PERFIL 2004 Estabelecimentos e Empregados do Setor de Transformação do Plástico Total de

Leia mais

Análise Econômico-Financeira

Análise Econômico-Financeira Universidade Federal do Pará Curso de Ciências Contábeis Departamento de Contabilidade Análise Econômico-Financeira Gilvan Pereira Brito 0301007601 Belém-Pará 2007 1 Universidade Federal do Pará Curso

Leia mais

Unidade II. Unidade II

Unidade II. Unidade II Unidade II REESTRUTURAÇÃO FINANCEIRA NAS ORGANIZAÇÕES Neste módulo, estudaremos como ocorre a reestruturação financeira nas empresas, apresentando um modelo de planejamento de revitalização, com suas características

Leia mais

Panorama Mundial (2013)

Panorama Mundial (2013) Panorama Mundial (2013) Produção mundial alcançou US$ 444 bilhões em 2013; Mesmo com os efeitos da crise internacional, registra 85% de crescimento desde 2004, a uma taxa média de 7% ao ano; 54% da produção

Leia mais

o FINANCIAMENTO DE LONGO PRAZO E O PROJETO DE RECONSTRUÇÃO

o FINANCIAMENTO DE LONGO PRAZO E O PROJETO DE RECONSTRUÇÃO o FINANCIAMENTO DE LONGO PRAZO E O PROJETO DE RECONSTRUÇÃO Antônio Ernani /Martins Lima* 1 - Introdução Este artigo dedica-se ao exame da evolução e das características do crédito de longo prazo a investimentos

Leia mais

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO Este artigo cientifico, apresenta de maneira geral e simplificada, a importância do capital de giro para as empresas,

Leia mais

Carlos Pio. O Brasil está preparado para atender a um novo cenário de demanda?

Carlos Pio. O Brasil está preparado para atender a um novo cenário de demanda? As Novas Perspectivas do Mercado Internacional O Brasil está preparado para atender a um novo cenário de demanda? Carlos Pio Professor, UnB (Economia Política Int l) Sócio, Augurium (Risco Político) 1

Leia mais

Análise econômica e suporte para as decisões empresariais

Análise econômica e suporte para as decisões empresariais Cenário Moveleiro Análise econômica e suporte para as decisões empresariais Número 01/2008 Cenário Moveleiro Número 01/2008 1 Cenário Moveleiro Análise econômica e suporte para as decisões empresariais

Leia mais

Vendas de aço no Brasil devem cair mais de 16% em 2015

Vendas de aço no Brasil devem cair mais de 16% em 2015 AÇO BRASIL DEZEMBRO I N F O R M A 31ª 31EDIÇÃO DEZEMBRO 2015 Vendas de aço no Brasil devem cair mais de 16% em 2015 A produção brasileira de aço bruto deve fechar o ano 2,0% menor do que em 2014, totalizando

Leia mais

NOTA CEMEC 07/2015 FATORES DA DECISÃO DE INVESTIR DAS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS UM MODELO SIMPLES

NOTA CEMEC 07/2015 FATORES DA DECISÃO DE INVESTIR DAS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS UM MODELO SIMPLES NOTA CEMEC 07/2015 FATORES DA DECISÃO DE INVESTIR DAS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS UM MODELO SIMPLES Setembro de 2015 O CEMEC não se responsabiliza pelo uso dessas informações para tomada de decisões de compra

Leia mais

[Infográfico] As projeções de produção da cana, açúcar e etanol na safra 2023/2024

[Infográfico] As projeções de produção da cana, açúcar e etanol na safra 2023/2024 As projeções de produção de cana, açúcar e etanol para a safra 2023/24 da Fiesp/MB Agro No Brasil, a cana-de-açúcar experimentou um forte ciclo de crescimento da produção na década passada. A aceleração

Leia mais

A LEI DO BEM COMO INSTRUMENTO DE FOMENTO À P&D: ANÁLISE DOS RESULTADOS NA REGIÃO NORTE (2006-2010)

A LEI DO BEM COMO INSTRUMENTO DE FOMENTO À P&D: ANÁLISE DOS RESULTADOS NA REGIÃO NORTE (2006-2010) A LEI DO BEM COMO INSTRUMENTO DE FOMENTO À P&D: ANÁLISE DOS RESULTADOS NA REGIÃO NORTE (2006-2010) Moises Israel Belchior de Andrade Coelho (UEA) moises.acoelho@gmail.com O objetivo deste trabalho é apresentar

Leia mais

ANO 4 NÚMERO 25 MARÇO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO

ANO 4 NÚMERO 25 MARÇO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ANO 4 NÚMERO 25 MARÇO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO 1 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS Em geral as estatísticas sobre a economia brasileira nesse início de ano não têm sido animadoras

Leia mais

PANORAMA MUNDIAL DA EDUCAÇÃO E O BRASIL: CENÁRIOS E PERSPECTIVAS

PANORAMA MUNDIAL DA EDUCAÇÃO E O BRASIL: CENÁRIOS E PERSPECTIVAS PANORAMA MUNDIAL DA EDUCAÇÃO E O BRASIL: CENÁRIOS E PERSPECTIVAS Márcio de Souza Pires, Dr.¹ A educação mundial é fortemente analisada e acompanhada por importantes instituições, em busca de avanços no

Leia mais

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL Uma análise do período 2000 2011 Abril de 2012 A competitividade da ind. de transformação e de BK A evolução do período 2000 2011, do:

Leia mais

O SEGMENTO DE CARTÕES PARA EMBALAGEM. René Luiz Grion Mattos Antônio Carlos de Vasconcelos Valença*

O SEGMENTO DE CARTÕES PARA EMBALAGEM. René Luiz Grion Mattos Antônio Carlos de Vasconcelos Valença* O SEGMENTO DE CARTÕES PARA EMBALAGEM René Luiz Grion Mattos Antônio Carlos de Vasconcelos Valença* *Respectivamente, engenheiro e gerente da Gerência Setorial de Produtos Florestais do BNDES. Os autores

Leia mais

Produtividade no Brasil: desempenho e determinantes 1

Produtividade no Brasil: desempenho e determinantes 1 Produtividade no Brasil: desempenho e determinantes 1 Fernanda De Negri Luiz Ricardo Cavalcante No período entre o início da década de 2000 e a eclosão da crise financeira internacional, em 2008, o Brasil

Leia mais

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO ANÁLISE CONJUNTURAL DO MÊS DE DEZEMBRO DE 2013 CURITIBA E R.M Este relatório, referente ao mês de Dezembro de 2013, da Pesquisa Conjuntural

Leia mais

Nº 1 2002. AÇO: O Desafio das Exportações Brasileiras para os Estados Unidos da América. Setores Produtivos I

Nº 1 2002. AÇO: O Desafio das Exportações Brasileiras para os Estados Unidos da América. Setores Produtivos I Nº 1 2002 AÇO: O Desafio das Exportações Brasileiras para os Estados Unidos da América Setores Produtivos I Aço: O Desafio das Exportações Brasileiras para os Estados Unidos da América SETORES PRODUTIVOS

Leia mais

A especialização do Brasil no mapa das exportações mundiais

A especialização do Brasil no mapa das exportações mundiais 10 set 2007 Nº 36 A especialização do Brasil no mapa das exportações mundiais Por Fernando Puga Economista da SAE País tem maior difersificação em vendas externas em nações onde predominam recursos naturais

Leia mais

Relatório Econômico Mensal. Abril - 2012

Relatório Econômico Mensal. Abril - 2012 Relatório Econômico Mensal Abril - 2012 Índice Indicadores Financeiros...3 Projeções...4 Cenário Externo...5 Cenário Doméstico...7 Renda Fixa...8 Renda Variável...9 Indicadores - Março 2012 Eduardo Castro

Leia mais

RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012

RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012 RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO Junho de 2012 Riscos e oportunidades para a indústria de bens de consumo A evolução dos últimos anos, do: Saldo da balança comercial da indústria

Leia mais

SETOR EXTERNO 1 Celeste Philigret 2

SETOR EXTERNO 1 Celeste Philigret 2 SETOR EXTERNO 1 Celeste Philigret 2 Isaura Gottschall 3 O mês de junho foi encerrado com o maior superávit comercial do ano. Esta foi a grande exclamação dos jornais do início deste mês, referindo-se aos

Leia mais

Competitividade e Desafios da Indústria do Aço

Competitividade e Desafios da Indústria do Aço Competitividade e Desafios da Indústria do Aço Harley Scardoelli 25 de maio de 2014 As economias devem se recuperar de forma gradual ao longo dos próximos anos 6,0 5,0 4,0 3,0 3,2 5,1 3,0 4,7 3,6 4,9 3,9

Leia mais

Exportação de Serviços de Engenharia 29/05/2014

Exportação de Serviços de Engenharia 29/05/2014 Exportação de Serviços de Engenharia 29/05/2014 Exportação de serviços de engenharia Benefícios para o Brasil Mercado Internacional Mecanismos de Apoio Oficial Propostas Índice O QUE SÃO OS SERVIÇOS DE

Leia mais

PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DO SETOR PETRÓLEO E GÁS NO BRASIL. Helder Queiroz Pinto Jr Mariana Iootty

PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DO SETOR PETRÓLEO E GÁS NO BRASIL. Helder Queiroz Pinto Jr Mariana Iootty PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DO SETOR PETRÓLEO E GÁS NO BRASIL Helder Queiroz Pinto Jr Mariana Iootty TÓPICOS PARA DISCUSSÃO PANORAMA INTERNACIONAL DA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E DE GÁS: SITUAÇÃO ATUAL

Leia mais

Crise financeira internacional: Natureza e impacto 1. Marcelo Carcanholo 2 Eduardo Pinto 3 Luiz Filgueiras 4 Reinaldo Gonçalves 5

Crise financeira internacional: Natureza e impacto 1. Marcelo Carcanholo 2 Eduardo Pinto 3 Luiz Filgueiras 4 Reinaldo Gonçalves 5 Crise financeira internacional: Natureza e impacto 1 Marcelo Carcanholo 2 Eduardo Pinto 3 Luiz Filgueiras 4 Reinaldo Gonçalves 5 Introdução No início de 2007 surgiram os primeiros sinais de uma aguda crise

Leia mais

Transformando Crise em Oportunidade

Transformando Crise em Oportunidade ESTUDOS E PESQUISAS Nº 478 Transformando Crise em Oportunidade Otávio M. Azevedo * XXV Fórum Nacional (Jubileu de Prata 1988/2013) O Brasil de Amanhã. Transformar Crise em Oportunidade. Rio de Janeiro,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA APOSTILA DE ESTUDO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Marcelo Cauduro de Castro - Mestre mccastro@terra.com.br MINI CURRÍCULO: Marcelo Cauduro de Castro é Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Federal

Leia mais

Workshop - Mercado Imobiliário

Workshop - Mercado Imobiliário Workshop - Mercado Imobiliário Workshop - Mercado Imobiliário Workshop - Mercado Imobiliário 1. O que está acontecendo com o Brasil? 2. Por que o Brasil é a bola da vez? 3. Por que o Mercado imobiliário

Leia mais

Análise de Conjuntura

Análise de Conjuntura Câmara dos Deputados Consultoria Legislativa Análise de Conjuntura Boletim periódico da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados Os textos são da exclusiva responsabilidade de seus autores. O boletim

Leia mais

Apresentação Corporativa. Junho 2012

Apresentação Corporativa. Junho 2012 Apresentação Corporativa Junho 2012 Seção I Visão Geral do Negócio Positivo Informática: Uma História de Sucesso e Crescimento Tecnologia para as escolas no Brasil Forte posicionamento no Governo: preço,

Leia mais

Siderurgia no Brasil

Siderurgia no Brasil www.pwc.com.br Siderurgia no Brasil Um panorama do setor siderúrgico brasileiro SICETEL Sindicato Nacional da Indústria de Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos IABR Instituto Aço Brasil 1 Setor de

Leia mais

Conjuntura Global Dá uma Guinada Rumo ao Desenvolvimento

Conjuntura Global Dá uma Guinada Rumo ao Desenvolvimento Volume 11, Number 4 Fourth Quarter 2009 Conjuntura Global Dá uma Guinada Rumo ao Desenvolvimento As economias pelo mundo estão emergindo da recessão, embora em diferentes velocidades. As economias em desenvolvimento

Leia mais

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos 5 Plano Financeiro Investimento total Nessa etapa, você irá determinar o total de recursos a ser investido para que a empresa comece a funcionar. O investimento total é formado pelos: investimentos fixos;

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS 1

INDICADORES FINANCEIROS 1 42 INDICADORES FINANCEIROS 1 A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE nas mais diversas áreas: organização empresarial, finanças, marketing, produção,

Leia mais

Comentários sobre os resultados

Comentários sobre os resultados Comentários sobre os resultados Os resultados da conta financeira e da conta de patrimônio financeiro são consolidados na relação da economia nacional com o resto do mundo e não consolidados para os setores

Leia mais

SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro 30 de setembro de 2004 - Clube de Engenharia

SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro 30 de setembro de 2004 - Clube de Engenharia SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro 30 de setembro de 2004 - Clube de Engenharia Carvão Mineral: Perspectivas e Tendências nos Mercados Nacional e Internacional

Leia mais

Homepage. Utilize este espaço para incluir sugestões, justificações referentes à sua resposta ou outras observações que julgue convenientes.

Homepage. Utilize este espaço para incluir sugestões, justificações referentes à sua resposta ou outras observações que julgue convenientes. INSTRUMENTO DE NOTAÇÃO DO SISTEMA ESTATÍSTICO NACIONAL (LEI Nº 22/2008 DE 13 DE MAIO) DE RESPOSTA CONFIDENCIAL E OBRIGATÓRIA, REGISTADO NO INE SOB O Nº 10198 VÁLIDO ATÉ 2015/12/31 ICI - INQUÉRITO QUALITATIVO

Leia mais

Global Development Finance: uma perspectiva mais positiva para os países em desenvolvimento

Global Development Finance: uma perspectiva mais positiva para os países em desenvolvimento Global Development Finance: uma perspectiva mais positiva para os países em desenvolvimento Os países em desenvolvimento estão se recuperando da crise recente mais rapidamente do que se esperava, mas o

Leia mais

Novas perspectivas para o Comércio entre Brasil e China. Resenha Economia e Segurança

Novas perspectivas para o Comércio entre Brasil e China. Resenha Economia e Segurança Novas perspectivas para o Comércio entre Brasil e China Resenha Economia e Segurança Daniel Mendes 21 de outubro de 2004 Novas perspectivas para o Comércio entre Brasil e China Resenha Economia e Comércio

Leia mais

Capitalismo na China é negócio de Estado e no Brasil é negócio de governo*

Capitalismo na China é negócio de Estado e no Brasil é negócio de governo* Capitalismo na China é negócio de Estado e no Brasil é negócio de governo* Carlos Sidnei Coutinho** Cenário Mundial na primeira década do século XXI Os Estados soberanos se destacam como garantidores,

Leia mais

Extrato de Fundos de Investimento

Extrato de Fundos de Investimento São Paulo, 01 de Setembro de 2015 Prezado(a) FUNDO DE PENSAO MULTIPATR OAB 03/08/2015 a 31/08/2015 Panorama Mensal Agosto 2015 O mês de agosto novamente foi marcado por grande volatilidade nos mercados

Leia mais

Vendas e MercadosProdutos. serviços adequados às necessidades de cada cliente

Vendas e MercadosProdutos. serviços adequados às necessidades de cada cliente Vendas e MercadosProdutos e serviços adequados às necessidades de cada cliente A estrutura do Grupo Gerdau, segmentada em cinco operações siderúrgicas, agrega importantes vantagens competitivas na área

Leia mais

BR Towers SPE1 S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e relatório dos auditores independentes

BR Towers SPE1 S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e relatório dos auditores independentes Demonstração do resultado Exercício/período findo em 31 de dezembro Receita líquida (Nota 14) 13.913 Custo

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/2012 - PORTO SEGURO SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/2012 - PORTO SEGURO SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração

Leia mais

Fundos de Investimento

Fundos de Investimento Fundo de Investimento é uma comunhão de recursos, constituída sob a forma de condomínio que reúne recursos de vários investidores para aplicar em uma carteira diversificada de ativos financeiros. Ao aplicarem

Leia mais

A África do Sul Pós-Apartheid: entre a Ortodoxia da Política Econômica e a Afirmação de uma Política Externa Soberana

A África do Sul Pós-Apartheid: entre a Ortodoxia da Política Econômica e a Afirmação de uma Política Externa Soberana A África do Sul Pós-Apartheid: entre a Ortodoxia da Política Econômica e a Afirmação de uma Política Externa Soberana Alexandre de Freitas Barbosa e Ângela Cristina Tepassê São Paulo, 3 de novembro de

Leia mais

Receita Operacional Líquida alcança R$ 20,9 milhões, aumento de 9,7% ante o trimestre anterior

Receita Operacional Líquida alcança R$ 20,9 milhões, aumento de 9,7% ante o trimestre anterior Última Cotação em 30/09/2014 FBMC4 - R$ 20,60 por ação Total de Ações: 726.514 FBMC3: 265.160 FBMC4: 461.354 Valor de Mercado (30/09/2014): R$ 20.269,7 mil US$ 9.234,5 mil São Bernardo do Campo, 12 de

Leia mais

Determinantes da queda recente no grau de desigualdade de renda no Brasil

Determinantes da queda recente no grau de desigualdade de renda no Brasil Determinantes da queda recente no grau de desigualdade de renda no Brasil Ricardo Barros (IPEA) Mirela de Carvalho (IPEA) Samuel Franco (IPEA) Brasília, Abril de 2006 1. A evolução da distribuição de renda

Leia mais

32º Seminário de Logística

32º Seminário de Logística 32º Seminário de Logística Antônio Bacelar Teixeira Painel 3: Impacto da Logística na competitividade da Siderurgia 1 A provocação e o desafio... Seminário ABM 2012 (BH) (Leal / Rogério / Carlos Fernandes)

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07 Subvenção e Assistência Governamentais Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 20 (IASB) Índice Item OBJETIVO E ALCANCE

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2014 - COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS Versão : 2. Composição do Capital 1

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2014 - COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS Versão : 2. Composição do Capital 1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 5 Demonstração do Resultado 7 Demonstração do Resultado Abrangente

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Setembro 2011 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR

DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR Eu, [nome completo do adquirente], [qualificação completa, incluindo nacionalidade, profissão e número de documento de identidade oficial e endereço], na qualidade de investidor

Leia mais

Assuma o controle com as soluções SKF para o setor de siderurgia

Assuma o controle com as soluções SKF para o setor de siderurgia Assuma o controle com as soluções SKF para o setor de siderurgia O Poder do Conhecimento em Engenharia A única coisa mais intensa que o calor é a sua concorrência Poucos ambientes industriais têm condições

Leia mais

Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 1996/97 a 2010/11

Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 1996/97 a 2010/11 Céleres Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 199/97 a 2010/11 O CASO DO ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO O CASO DO MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO O CASO DA SOJA TOLERANTE A HERBICIDA

Leia mais

PANORAMA MUNDIAL DO SETOR DE ROCHAS ORNAMENTAIS E DE REVESTIMENTO EM 2013 1

PANORAMA MUNDIAL DO SETOR DE ROCHAS ORNAMENTAIS E DE REVESTIMENTO EM 2013 1 Informe 13/2014 Panorama Mundial do Setor de Rochas Ornamentais e de Revestimento em 2013 Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais ABIROCHAS Avenida Paulista, 1313 8º andar sala 805 Bela

Leia mais

número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas

número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas A valorização do real e as negociações coletivas As negociações coletivas em empresas ou setores fortemente vinculados ao mercado

Leia mais