Sidney de Oliveira Salinas (Petrobras) Nildemar Corrêa Ruella (Petrobras)

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1 ISSN CURSO DE SEGURANÇA DE PROCESSO COM FOCO EM ANÁLISE DE RISCOS E DISCIPLINA OPERACIONAL EM INTERVENÇÕES COMO FERRAMENTA DE CRIAÇÃO E REFORÇO DE SMS COMO VALOR Sidney de Oliveira Salinas (Petrobras) Nildemar Corrêa Ruella (Petrobras) Resumo Este trabalho tem como objetivo apresentar um estudo de caso das etapas de planejamento, execução, resultados e avaliação dos cursos de segurança de processo com foco em análise de riscos, disciplina operacional em intervenções realizadas eem uma das maiores refinarias de petróleo do Brasil que foram desenvolvidos com base nos resultados de investigações de desvios, incidentes, acidentes e emergências e indicadores e métricas de segurança de processo. Palavras-chaves: Segurança de Processo; Disciplina Operacional; Análise de Riscos 1 / 22

2 1. Formulação da situação problema Uma das situações problemas, de grande importância, envolvendo a indústria brasileira de petróleo e gás é a ocorrência de diversos acidentes pessoais e de processo envolvendo a perda de contenção de produtos combustíveis e inflamáveis que vem ocorrendo nos últimos 10 anos decorrentes da falta da percepção de riscos ou de falha da disciplina operacional pelo descumprimento de padrões de execução durante as intervenções de manutenção, operação, projetos e empreendimentos o que acarretou em uma ou mais das seguintes conseqüências: vazamentos, incêndios, explosões, acidentes fatais, acidentes com afastamento, poluição e perdas materiais de grande monta. Visando a solução de tal situação problema a alta administração de uma das grandes refinarias de petróleo brasileira estabeleceu como uma das estratégias para prevenção de acidentes de processo a realização de programa plurianual de cursos de Segurança de Processo com foco em Análise de Riscos e Disciplina Operacional em Intervenções como ferramenta de criação e reforço de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) como valor para prevenir tais ocorrências na refinaria e como ferramenta para atingir os objetivos do Plano Estratégico Empresa 2020 e no Plano de Negócios , em relação a sua Estratégia de Crescimento Integrado até 2020 com base no Comprometimento com o desenvolvimento sustentável e com a Excelência operacional, em gestão, em eficiência energética, recursos humanos e tecnologia. Este trabalho apresenta o estudo de caso das etapas de planejamento, execução resultados e avaliação de tais cursos de segurança de processo realizados em duas refinarias de petróleo. 2. Objetivo 2

3 O desenvolvimento dos cursos teve como objetivo geral reforçar a necessidade da disciplina operacional no cumprimento padrões, técnicas e práticas de forma a reduzir o nível das incertezas das decisões a serem tomadas durante o planejamento, execução e monitoramento das intervenções, proporcionando se bem aplicadas um aumento da rentabilidade e sustentabilidade do negócio e redução dos incidentes, desvios, não-conformidades, perdas, falhas, acidentes, doenças e emergências que já ocorreram na refinaria ou na indústria do petróleo e gás no passado. Os cursos tiveram como objetivos principais: a) capacitar os participantes para aplicar a técnica de Análise de Riscos voltada para a identificação, avaliação, eliminação, mitigação, controle e monitoramento de riscos envolvendo atividades de intervenções nos processos industriais da refinaria; b) conscientizar os trabalhadores em relação à necessidade do cumprimento dos padrões de execução associados às intervenções visando à prevenção de acidentes, doenças, poluição e garantia da continuidade operacional; c) conscientizar os trabalhadores da importância em se eliminar ou reduzir as seguintes ocorrências de desvios identificados em uma auditoria de intervenções realizada em 2010 pelo pessoal da sede da empresa, desvios sistêmicos identificados nas avaliações das intervenções feitas pelos gerentes da refinaria e das não-conformidades identificadas em auditorias de Permissão para Trabalho (PT); d) capacitar e conscientizar de 300 a 500 empregados na linha de supervisão com foco mais na produção e manutenção da refinaria a cada ano. 3. Método Neste capítulo o método de como o Curso de Segurança de Processo com foco em Análise de Riscos e Disciplina Operacional em Intervenções foi desenvolvido com base nos resultados de investigações de desvios, incidentes, acidentes sem afastamento, acidentes com afastamento e emergências, indicadores e métricas de segurança de processo da refinaria e como no mesmo foi utilizado como ferramenta didática inovadora a realização de diversas análises individuais pelos 3

4 alunos de acidentes fatais e de processo ocorridos na empresa e fora dela visando à identificação de falhas na avaliação de riscos e de disciplina operacional. 4

5 3.1 Público alvo Em função dos objetivos dos cursos apresentados no capítulo 2 o público alvo dos mesmos foram os trabalhadores, gerentes e lideranças que estão mais envolvidos com as intervenções de processos industriais, tais como: Componentes do Grupo de Planejamento de Intervenções (GPI), Emitentes de Permissões para Trabalho, Técnicos de Operação, Técnicos de Manutenção, Técnicos de Inspeção, Técnicos de Construção, Projeto e Montagem, Técnicos de Segurança do Trabalho, Técnicos de Meio Ambiente, Técnicos de Enfermagem, Supervisores, Gerentes Setoriais, Coordenadores, Fiscais de Contratos de Construção, Manutenção e Inspeção, Engenheiros, membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e pessoal da Gerência de Implementação de Empreendimentos. 3.2 Instrutores Visando assegurar uma alta eficiência e eficácia dos objetivos dos cursos os seus instrutores foram indicados pela alta administração da refinaria em função dos seus aprofundados conhecimentos teóricos e práticos e das suas experiências profissionais e acadêmicas como professores de cursos técnicos, de graduação e pós-graduação na área de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS). No caso dos cursos em questão os mesmos tiveram como instrutores: a) um profissional com Mestrado em Sistemas de Gestão, pós-graduado como Engenheiro de Segurança do Trabalho e Engenheiro de Equipamentos e graduado com Engenheiro Mecânico com 25 anos de experiência na indústria de petróleo e gás nas áreas de Inspeção, Manutenção, SMS e Empreendimentos e 20 como professor universitário; b) um profissional com pós-graduação em Gestão Ambiental na Indústria, ocupando o cargo de Supervisor e formação como Técnico de Segurança do Trabalho, Técnico de Instrumentação e 5

6 Técnico de Manutenção com 34 anos de experiência na indústria de petróleo e gás nas áreas de Manutenção e SMS e 10 como professor universitário. 3.3 Carga Horária e Período de Realização Em função dos horários de turno de revezamento da refinaria optou-se pela realização dos treinamentos com carga horária de 4 horas compreendendo o período das 8h às 12h no mesmo dia e horário que os mesmos iriam trabalhar. Visando diminuir a carga de stress do pessoal de turno que iria participar do treinamento, optou-se que os mesmos viessem no seu horário normal de trabalho, com entrada as 7h00. Com o mesmo objetivo foi fornecido aos mesmos o lanche de turno que receberiam caso estivessem no seu horário normal de trabalho. Os alunos ao adentrarem na sala de aula tinham disponíveis além dos lanches de turno e café todo o material didático já disposto nas cadeiras onde deveriam sentar. Estas medidas permitiram que os técnicos de operação de turno pudessem interagir antes do treinamento com o pessoal de outras unidades de processo e também com o pessoal do horário administrativo de forma descontraída e conhecer o conteúdo do material didático o que propiciou um melhor ambiente para início dos treinamentos. 3.4 Vagas por Turma Foram disponibilizadas 60 vagas distribuídas por turma de curso sendo que os cursos só ocorreram quando houvesse no mínimo 30 alunos inscritos. 6

7 Foi utilizada uma sala para até 100 alunos com mobiliário adequado para a realização de exercícios individuais pelos alunos. 3.5 Estratégias Didáticas Nos cursos de segurança de processo com foco em análise de riscos, disciplina operacional e intervenções foram adotadas as seguintes estratégias didáticas: a) treinamentos de curta duração; b) alta carga cognitiva; c) instrutores experientes e capacitados em segurança do trabalho e de processo e que atuam como professores de cursos acadêmicos de graduação e pós-graduação; d) aprendizado e conscientização dos alunos baseado em fatos de acidentes reais, indicadores e métricas de segurança de processo da refinaria e referenciais comparativos pertinentes; e) participação prática dos alunos através da realização de exercícios de estudos de casos reais de forma grupal e individual durante todas as etapas dos cursos; f) premiação e reconhecimento dos alunos que obtiveram maiores notas nos exercícios práticos realizados; g) proposição pelos alunos de medidas de melhorias de segurança de processo envolvendo intervenções operacionais e de manutenção que foram submetidas à análise crítica pela alta administração e liderança da refinaria; h) retro-alimentação dos alunos em relação a tais medidas de melhorias de segurança de processo. 3.6 Metodologias e técnicas pedagógicas Nos treinamentos de segurança de processo com foco em análise de riscos, disciplina operacional e intervenções foram adotadas as metodologias e técnicas pedagógicas apresentadas a seguir. 7

8 3.6.1 Apresentação Inicial A apresentação inicial visou aumentar o conhecimento e o entrosamento entre os instrutores e os alunos no início do treinamento e o estabelecimento das formas de relacionamento ao longo do curso visando diminuir as tensões e facilitar a aprendizagem Sensibilização Visando a sensibilização dos alunos foi feita uma apresentação dos principais riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos, de acidentes e de poluição e seus aspectos e impactos significativos, típicos das atividades, produtos e serviços de uma refinaria de petróleo e das estatísticas das causas e dos tipos de desvios, incidentes, acidentes, doenças, emergências, vazamentos, incêndios, explosões e poluição para servir como base de reflexão e de atenção pelos alunos em relação aos objetivos a alcançar e enfocar durante o curso. Em relação às empresas contratadas foi apresentada a evolução e a tendência de melhoria nos últimos cinco anos dos seguintes indicadores de desempenho em Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS): a) total de acidentes por ano; b) número de acidentes sem afastamento; c) número de acidentes com afastamento; d) número de acidentes de trajeto sem afastamento; e) número de acidentes de trajeto com afastamento; f) número de acidentes fatais; g) número de acidentes por categoria; 8

9 h) número de acidentes ocorridos em épocas de parada; i) número de acidentes ocorridos em serviços de rotina; j) número de acidentes ocorridos no período da manhã e no período vespertino; k) número de acidentes por função e ocupação dos trabalhadores acidentados; l) número de acidentes estratificados por parte do corpo atingida; m) número de acidentes estratificados por regiões do corpo do trabalhador; n) índice de tratamento e geração de resíduos Reflexão e Aprofundamento Visando a reflexão e o aprofundamento sobre assuntos tratados na fase de sensibilização foi feita uma comparação dos resultados das estatísticas de ocorrências de desvios, incidentes, acidentes, emergências e não conformidades ocorridas na REFINARIA detectadas em: a) inspeções e auditorias de segurança de processo; b) auditorias da sistemática de permissão para trabalho; c) auditorias comportamentais; d) inspeções planejadas realizadas pela alta administração; e) inspeções da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) em paradas gerais de manutenção; e f) análises de causas de acidentes e de processo. Em relação aos desvios detectados em auditorias da sistemática de Permissão para Trabalho (PT) estes foram estratificados da seguinte maneira: a) conhecimentos dos envolvidos sobre os riscos envolvidos nos trabalhos e das medidas preventivas e mitigadoras; b) atendimento das recomendações para prevenção, controle e mitigação dos riscos do trabalho; c) documentação associada à sistemática de PT; d) existência e preenchimento da lista de verificação associada à sistemática de PT; e) preenchimento da PT; f) encerramento da PT; 9

10 g) providências da sistemática de Liberação, Isolamento, Bloqueio, Raqueteamento e Aviso (LIBRA); h) isolamento do local onde será realizado o trabalho; i) liberação da PT no local a ser realizado o trabalho; j) emissão das Recomendações Adicionais de Segurança (RAS); k) registros das avaliações ambientais; l) tarefas previstas de acordo com a PT; m) executante x função; n) prazo de validade da PT. Em relação aos desvios detectados em auditorias comportamentais estes foram estratificados da seguinte maneira: a) reação das pessoas: mudando de posição; parando o serviço; ajustando o EPI; adequando o serviço; b) posição das pessoas: bater contra/ser atingido por; ficar preso; risco de queda; risco de queimadura; risco de choque elétrico; inalar contaminantes; absorver contaminantes; ingerir contaminantes; postura inadequada; esforço inadequado; c) equipamento de proteção individual (EPI): cabeça; sistema respiratório; olhos e rosto; ouvidos; mãos e braços; tronco; pés e pernas; d) ferramentas e equipamentos: impróprias para o serviço; usados incorretamente; em condições inseguras; e) procedimentos: inadequados; não existem procedimentos escritos; adequados e não seguidos; f) ordem, limpeza e arrumação (OLA): local sujo; local desorganizado; local com vazamentos e poluição ambiental; g) total geral de desvios; h) quantidade de reconhecimento de trabalho seguro. Em relação aos desvios detectados em inspeções planejadas estes foram estratificados da seguinte maneira: a) gerenciamento de resíduos; b) ordem, limpeza e organização (OLA); 10

11 c) plataformas e andaimes; d) isolamento de área; e) equipamento de proteção individual (EPI) / Equipamento de Proteção Coletiva (EPC); f) movimentação de carga; g) sinalização geral e avisos; h) painéis elétricos; i) cilindros oxi-acetileno; j) espaços confinados; k) canaletas e drenagens; l) permissão para trabalho (PT) / análise preliminar de riscos (APR); m) máquinas e ferramentas; n) higiene e saúde; o) liberação, isolamento, bloqueio, raqueteamento e aviso (LIBRA); p) equipamento de controle de emergência; q) ações motivacionais; r) segurança do trânsito; Em relação aos desvios detectados em paradas de manutenção geral estes foram estratificados da seguinte maneira: a) montagem de andaime; b) organização, limpeza e arrumação (O.L.A); c) serviços de movimentação de carga; d) trabalhos em altura; e) espaço confinado; f) trabalho sobreposto; g) material inadequado; h) trabalho a quente; i) plataforma inadequada; j) EPIs básicos; k) serviço de isolamento térmico; 11

12 l) conexões; m) utilização de máscara de proteção respiratória. Visando a reflexão e o aprofundamento sobre os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) que devem ser utilizados nas atividades de intervenção operacional e de manutenção foi apresentado e fornecido aos alunos uma lista dos tipos de EPIs constantes do Anexo 1 da Norma Regulamentadora 6 EPI. Visando a reflexão e o aprofundamento sobre as medidas preventivas, de controle e gestão dos riscos que devem ser adotadas nas atividades de intervenção operacional e de manutenção foi apresentada e fornecida aos alunos uma lista verificação de potenciais causas de falhas na análise e gestão de riscos envolvendo intervenções agrupadas por: a) falhas na análise de riscos; b) falhas na autorização para desvio temporário de camadas de proteção (ADTCP); c) falhas no planejamento dos serviços de projeto de engenharia ou empreendimento ou mudança; d) falhas no planejamento dos serviços de manutenção; e) falhas na liberação do equipamento; f) falhas na sistemática de LIBRA; g) falhas na sistemática de PT; h) falhas na gestão dos riscos envolvendo eletricidade; i) falhas na gestão dos riscos envolvendo a operação do caminhão á vácuo; j) falhas na gestão dos riscos envolvendo a realização de ensaios não destrutivos com radiação ionizante; k) falhas na gestão dos riscos envolvendo a delimitação da área restrita para serviços de radiação ionizante; l) falhas na gestão dos riscos envolvendo a movimentação de cargas; m) falhas na gestão dos riscos envolvendo a intervenção no subsolo. 12

13 3.6.4 Exercícios de Desafio Foram apresentados filmes de simulação e animação por computador de dez estudos de casos de acidentes fatais associados à investigação, análise e lições aprendidas de desvios, incidentes, acidentes e emergências ocorridas em atividades de intervenções operacionais e de manutenção onde os alunos realizaram exercícios de forma grupal e individual visando à identificação e avaliação das suas causas e falhas. Os exercícios foram conduzidos e estimulados pelos professores, com duração final de término estipulada de forma a aumentar a concentração e a fixação de conhecimentos pelos alunos. Foram apresentados filmes associados a acidente fatais, falhas ou intervenções operacionais e de manutenção envolvendo: a) perda de contenção ou vazamento de produto, derivado e gás; b) incêndio; c) explosão e sobrepressão; d) permissão para trabalho; e) dreno ou suspiro aberto e não capeado ou plugado; f) sistemas de proteção e intertravamento; g) sistemas com energia acumulada; h) choque elétrico; i) hidrojateamento; j) chicoteamento de mangueira e mangote pressurizado; k) queda de altura; l) espaço confinado; m) movimentação de carga; n) procedimento de emergência; o) acidente de transporte. Os exercícios de desafio envolveram a análise das seguintes causas de falhas associadas à segurança de processo e intervenções: 13

14 a) Planejamento; Permissão para Trabalho; b) Análise de Risco; b) Padrão de Gestão/Padrão de Execução; c) Sistema de Gestão de Mudanças; d) Requisito Legal/Norma Técnica; e) Liberação, Interdição, Bloqueio, Raqueteamento e Aviso; f) Comunicação; g) Treinamento e/ou Capacitação; h) Verificação do Cumprimento de Padrão; i) Projeto; j) Máquina, Equipamento e Ferramenta; k) Material; l) Matéria-prima Relaxamento Foram apresentados filmes de acidentes e incidentes de processo e pessoais no formato de desenhos animados com foco em humor e aprendizado pela dor de forma a promover o relaxamento dos alunos entre cada um dos exercícios de desafio em função do cansaço grupal, dispersão, tensão e discussão entre os participantes Avaliação Todos os exercícios que foram realizados de forma grupal e individual pelos alunos foram corrigidos pelos professores ao final do processo de cada um dos cursos de uma das turmas de forma a permitir a reavaliação e a reprogramação das ações dos demais treinamentos. 14

15 3.6.7 Aprendizado e Melhoria Contínua Todos os alunos puderam avaliar o conteúdo programático, as instalações e recursos didáticos utilizados, os professores e a qualidade dos treinamentos, sendo que tais avaliações foram utilizadas para subsidiar os ajustes necessários e as melhorias contínuas do cursos de cada uma das demais turmas. 3.7 Ementas dos cursos A ementa adotada nos cursos foi: a) apresentação dos instrutores e alunos; b) objetivos do treinamento; c) estatísticas de causas de acidentes, estudos de caso, lições aprendidas e filmes de acidentes industriais e acidentes fatais que envolveram falhas na disciplina operacional, percepção, análise e gerenciamento de riscos, sistemática de PT, gestão de mudanças, fatores humanos, manobras operacionais, intervenções de processo, de manutenção, de inspeção, paradas de manutenção, de projetos de engenharia, de novos empreendimentos, LIBRA e Autorização para Desvio Temporário de Camada de Proteção (ADTCP); d) conceitos básicos da técnica de APR (Técnica de Análise Preliminar de Riscos); e) padrões corporativos associados à aplicação da técnica de APR associadas às Permissões para Trabalho (PT); f) processo de emissão de notas e ordens de manutenção, análise de riscos e matriz de Liberação, Isolamento, Bloqueio, Raqueteamento e Aviso (LIBRA); g) regras que salvam vidas envolvendo a aplicação da técnica de APR e sistemática de PT; 15

16 h) padrões básicos de Segurança, Meio Ambiente e Saúde para a realização de serviços de construção, manutenção e montagem; i) padrões corporativos associados à técnica de APR e sistemática de LIBRA; j) regras que salvam vidas envolvendo a técnica de APR e sistemática de LIBRA; k) lista de verificação da sistemática LIBRA; l) padrões corporativos associados à técnica de APR e sistemática de ADTCP; m) regras que salvam vidas envolvendo a técnica de APR e sistemática de ADTCP; n) lista de verificação da sistemática de ADTCP; o) técnica de APR envolvendo serviços de empreendimentos e projetos em áreas liberadas de emissão de PT; p) exercícios envolvendo estudos de caso para avaliação da eficácia do curso; q) avaliação dos treinamentos e sugestões para melhorias das sistemáticas de segurança de processo pelos alunos. Foram apresentados os principais aspectos dos seguintes padrões da organização que tratam de análise e gerenciamento de riscos associados às intervenções: a) Padrão de Processo: Planejamento de intervenções de projetos de investimento; b) Padrão de Gestão: Gestão do planejamento de intervenções em unidades operacionais; c) Padrão de Gestão: Permissão para Trabalho; d) Padrão de Execução: Análise de risco na Permissão de Trabalho; e) Padrão de Execução: Liberação, isolamento, bloqueio, raqueteamento e aviso (LIBRA); f) Padrão de Execução: Gestão de mudanças; g) Padrão de Execução: Autorização para desvio temporário de camadas de proteção (ADTCP); 3.8 Recursos Didáticos Os principais recursos utilizados nos treinamentos de segurança de processo com foco em análise de riscos, disciplina operacional e intervenções foram: 16

17 a) sala de aula confortável (Ex.: mobiliário, ar-condicionado, etc.) dotada de data-show de alta resolução e sistema de som adequado para a transmissão de filmes de desvios, incidentes, acidentes e emergências ocorridos na companhia e fora dela; b) apostila em meio papel; c) cartilhas de procedimentos de SMS em papel e em meio eletrônico que foram disponibilizadas em uma página da intranet; d) filmes e desenhos animados de acidentes e incidentes associados à segurança de processo; e) folha para preenchimento dos exercícios; f) folhas para avaliação da eficácia do treinamento pelos alunos. Uma cartilha de SMS que foi disponibilizada para os alunos e que esta associada aos objetivos e ao programa de segurança de processo da organização é denominada de Guia de bolso do programa Você Vale + que foi revisada em 2010 (PETROBRAS - Abastecimento, 2010) e contempla os seguintes tópicos: 1. Atitudes que Fazem a Diferença 2. Análise e Investigação de Acidentes, Incidentes e Desvios 3. Análise Preliminar de Risco 4. Permissão para Trabalho 5. Gestão de Mudanças 6. Uso de Água, Efluentes e Qualidade da Água 7. LIBRA 8. Eletricidade e Classificação de Áreas 9. Sistemas Pressurizados 10. Ergonomia 11. Trabalho em Altura 12. Espaço Confinado 13. Movimentação de Cargas 14. Resíduos 15. Escavação 16. Operação com Lixadeira para Desbaste e Corte 17

18 17. Preparação e Resposta a Emergências 18. Procedimentos de SMS: Áreas administrativas Outra cartilha de SMS que foi disponibilizada aos alunos e que visa fornecer aos mesmos uma relação de 50 padrões básicos de SMS estabelecidos em 2010 pelo órgão de implementação de empreendimentos (PETROBRAS - IERB, 2010) que estão associados às intervenções operacionais de serviços de manutenção, construção e montagem conta com os seguintes capítulos e visam principalmente à prevenção de acidentes e doenças pessoais e a prevenção de ocorrências de segurança de processo tais como perda de contenção de substâncias perigosas, vazamentos, incêndios e explosões. É apresentada a seguir a relação dos padrões básicos de SMS do IERB que foram entregues aos alunos: SEGURANÇA E SAÚDE PBSMS/N0 01: SERVIÇOS EM ESPAÇO CONFINADO PBSMS/N0 02: TRABALHO EM ALTURA PBSMS/N0 03: DETERMINAÇÕES GERAIS PARA CIRCULAÇÃO À ÁREA INDUSTRIAL PBSMS/N0 04: TRÂNSITO DE VEÍCULOS MOTORIZADOS PBSMS/N0 05: SERVIÇOS EM ESCRITÓRIOS PBSMS/N0 06: SERVIÇOS REALIZADOS EM TERMINAL DE VÍDEO COMPUTADOR PBSMS/N0 07: ATENDIMENTO DE PRIMEIROS SOCORROS E SEGURANÇA EM SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA NA ÁREA ELÉTRICA PBSMS/N0 08: SERVIÇOS EM CIRCUITOS ELÉTRICOS PBSMS/N0 09: MANUTENÇÃO EM PAINÉIS ELÉTRICOS LOCAIS PBSMS/N0 10: SERVIÇOS EM CAIXAS SUBTERRÂNEAS DE PASSAGEM DE CABOS PBSMS/N0 11: MANUTENÇÃO EM LINHAS AÉREAS PBSMS/N0 12: LIGAÇÕES ELÉTRICAS PROVISÓRIAS INSTRUMENTAÇÃO 18

19 PBSMS/N0 13: MANUTENÇÃO DE INSTRUMENTOS PBSMS/N0 14: RETIRADA E INSTALAÇÃO DE VÁLVULAS DE CONTROLE MECÂNICA PBSMS/N0 15: MANUTENÇÃO MECÂNICA NO CAMPO PBSMS/N0 16: SERVIÇOS DE LUBRIFICAÇÃO PBSMS/N0 17: TESTE / CALIBRAÇÃO DE VÁLVULAS DE SEGURANÇA E ALÍVIO PBSMS/N0 18: SERVIÇOS COM MÁQUINAS OPERATRIZES PBSMS/N0 19: TRABALHOS DE PÉ EM BANCADAS PBSMS/N0 20: SERVIÇOS EM ESMERIL DE PEDESTAL PBSMS/N0 21: LIMPEZA DE PEÇAS CALDEIRARIA E TUBULAÇÃO PBSMS/N0 22: MANUTENÇÃO DE PERMUTADORES DE CALOR PBSMS/N0 23: ELIMINAÇÃO DE VAZAMENTOS PBSMS/N0 24: ABERTURA E FECHAMENTO DE FLANGES / RAQUETEAMENTO PBSMS/N0 25: SERVIÇO DE SOLDA E CORTE COM ELETRODOS PBSMS/N0 26: SOLDA,CORTE E AQUECIMENTO COM MAÇARICO OXIACETILÊNICO PBSMS/N0 27: SERVIÇOS DE OFICINA DE CALDEIRARIA PBSMS/N0 28: USO DE FERRAMENTAS ABRASIVAS COMPLEMENTAR PBSMS/N0 29: MONTAGEM DE ANDAIMES PBSMS/N0 30: INSPEÇÃO DE EQUIPAMENTOS PBSMS/N0 31: ISOLAMENTO TÉRMICO PBSMS/N0 32: ASSUNTO: SERVIÇOS DE HIDROJATEAMENTO PBSMS/N0 33: MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS PBSMS/N0 34: SERVIÇOS COM CAMINHÃO AUTO-VÁCUO PBSMS/Nº 35: TRABALHOS COM MARTELETE PNEUMÁTICO PBSMS/Nº 36: SERRA CIRCULAR CIVIL PBSMS/N0 37: SERVIÇOS DE PINTURA 19

20 PBSMS/N0 38: CARPINTARIA PBSMS/N0 39: ESCAVAÇÃO PBSMS/N0 40: ALVENARIA PBSMS/N0 41: ARMAÇÕES DE AÇO PBSMS/N0 42: ESTRUTURA DE CONCRETO PBSMS/N0 43: ESTRUTURAS METÁLICAS PBSMS/N0 44: REVESTIMENTO E ACABAMENTO PBSMS/N0 45: BATE ESTACA SERVIÇOS GERAIS PBSMS/N0 46: SERVIÇOS DE CORTE DE VEGETAÇÃO PBSMS/N0 47: LEVANTAMENTO E TRANSPORTE MANUAL DE PESO PBSMS/N0 48: EMPILHAMENTO DE MATERIAL PBSMS/Nº 49: CAMINHÃO ABASTECEDOR / LUBRIFICADOR PBSMS/N0 50: UTILIZAÇÃO DE CINTO DE SEGURANÇA E SISTEMA TRAVA QUEDAS 4. Conclusão Os principais resultados dos cursos foram: a) treinados 320 trabalhadores em 2010 na refinaria; b) treinados 25 alunos em outra refinaria brasileira em 2011; c) foi solicitado que o treinamento tenha continuidade em 2013 e que seja realizado em outras refinarias brasileiras; d) notas da avaliação dos exercícios de identificação e avaliação de falhas de percepção de riscos e de disciplina operacional feitos pelos alunos: 9,6. As melhores avaliações da eficácia dos treinamentos resultaram nos seguintes valores: a) avaliação da utilização dos conhecimentos do treinamento no trabalho: 9,8; b) avaliação dos instrutores dos treinamentos: 9,5; 20

21 c) avaliação do conteúdo programático do treinamento: 9,3; d) avaliação da média geral do treinamento: 9,1. Com base na aplicação e nos resultados das avaliações dos cursos podemos concluir que os seguintes objetivos principais foram atingidos: a) capacitar os participantes para aplicar a técnica de Análise de Riscos voltada para a identificação, avaliação, eliminação, mitigação, controle e monitoramento de riscos envolvendo atividades de intervenções nos processos industriais da refinaria; b) conscientizar os trabalhadores em relação à necessidade do cumprimento dos padrões de execução associados às intervenções visando à prevenção de acidentes, doenças, poluição e garantia da continuidade operacional; c) conscientizar os trabalhadores da importância em se eliminar ou reduzir as seguintes ocorrências de desvios identificados na auditoria de intervenções realizada entre os dias 25/11 e 07/12 na refinaria pelo pessoal da sede do Abastecimento (DIP AB-RE/ES 197/2010), desvios sistêmicos identificados nas avaliações das intervenções feitas pelos gerentes da refinaria e das não-conformidades identificadas em auditorias de PT registradas no SPT; d) capacitar e conscientizar de 300 a 500 empregados na linha de supervisão com foco mais na produção e manutenção da refinaria em A avaliação dos cursos pelos participantes foi acima de 9,0 os que nos faz recomendar a realização de cursos semelhantes nas demais refinarias e unidades operacionais da indústria de petróleo e gás visando a conscientização da força de trabalho em relação a percepção de riscos e disciplina operacional para se evitar vazamentos, incêndios, explosões, acidentes fatais, acidentes com afastamento, poluição e perdas materiais de grande monta. 5. Glossário ADTCP Autorização de Desvio temporário de Camada de Proteção APR Análise Preliminar de Risco EPI Equipamento de Proteção Individual 21

22 LIBRA Liberação, interdição, Bloqueio, Raqueteamento e Aviso; OLA Organização Limpeza e Arrumação PT Permissão para Trabalho RAS - Recomendações Adicionais de Segurança SMS Segurança, Meio Ambiente e Saúde Ocupacional; 6. Referência Bibliográfica PETROBRAS - Abastecimento. Guia de Bolso do Programa Você Vale +. AB-CR/SMS, PETROBRAS - IERB. Padrões Básicos de SMS. Engenharia, IERB,

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