CRM-PA trabalha a Educação Continuada

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1 Impresso Especial /04/BR/PA CORREIOS ANO xiii Nº 83 / maio e junho de 2010 trabalha a Educação Continuada Programa debate temas científicos e éticos com médicos e acadêmicos Páginas 6 e 7 entrevista Joaquim Ramos (foto): O CEM e a publicidade médica espaço do conselheiro artigo analisa atendimento à saúde mental Página 3 Página 9

2 EDITORIAL Por uma medicina de qualidade Entre as atribuições dos Conselhos de Medicina está a Educação Continuada. Este programa, organizado conjuntamente pelo Conselho Federal de Medicina e os regionais, promove projetos de atualização de conhecimentos para a classe médica, atitude extremamente necessária considerando a rapidez com que o conhecimento científico é atualizado. Por este enfoque, o promoveu neste primeiro semestre os cursos de Pneumologia: Atualização e Prevenção, Mulher, Ética e Saúde, o seminário A terminalidade da vida e transplante de órgãos e Pair, Saúde do Trabalhador e Ética Médica. O resultado de todo esse trabalho está resumido em nossa matéria central, às páginas 6 e 7 deste número. À página 3, a entrevista com Joaquim Ramos, coordenador da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos do Cremepa. Ele faz uma avaliação dos impactos da atualização do Código de Ética Médica na publicidade feita por médicos e fala dos planos da Codame. A saúde do médico é o tema da Coluna do CFM, à página 4, seção assinada por Antonio Gonçalves Pinheiro. À página 5, o conselheiro e escritor Aristoteles Guilliod de Miranda traz à luz a história de Ana Turran, a primeira paraense a se formar em medicina. Uma narrativa que destaca uma vida cheia de dedicação à profissão e de amor ao próximo. Márcio Faria Integrantes das entidades médicas que realizaram o Pré-Enem Norte e Centro-Oeste em Belém Educação Continuada do é destaque desta edição Uma análise sobra a saúde mental no Brasil está à página 9, no artigo do conselheiro Benedito Paulo Bezerra, na seção Espaço do Conselheiro. Na seção Qualidade de Vida, à página 8, o médico aposentado Alfredo Oliveira fala sobre como a mistura de música, literatura e medicina forjou sua vida e seu modo de ver o mundo. À página 11, uma matéria sobre as lutas e reivindicações dos médicos das regiões Norte e Centro-Oeste, no Pré-Enem realizado em Belém, na sede do. Uma matéria de leitura obrigatória. Às páginas 10 e 12, notícias e comunicados de importância para a classe médica. Uma boa leitura. Endereço: Avenida Generalíssimo Deodoro, 223. Fone: (091) Fax (091) CEP Belém - Pará Maria de Fátima Guimarães Couceiro Presidente; Joaquim Pereira Ramos Vice-presidente; Terezinha de Jesus de Oliveira Carvalho 1º secretário; Paulo Sérgio Guzzo 2º secretário; José Antonio Cordero da Silva 1º Tesoureiro Jorge Wilson Tuma 2º Tesoureiro Aristoteles Guilliod de Miranda Corregedor Tereza Cristina de Brito Azevedo Vice-corregedor Conselheiros: EFETIVOS: Altino Mendes de Nóvoa Neto, Antonio Gonçalves Pinheiro, Antonio Jorge Ferreira da Silva, Amaury Braga Dantas, Aristoteles Guilliod de Miranda, Arthur da Costa Santos, Benedito Pedro Resque de Oliveira, Edson Yuzur Yasojima, Francisco Ferreira de Souza Filho, Joaquim Pereira Ramos, José Antonio Cordero da Silva, Jorge Wilson Tuma, Marcus Vinícius Henriques Brito, Maria do Carmo Lima de Mendes Lobato, Maria de Fátima Guimarães Couceiro, Maria de Nazaré Paes Loureiro, Oscar Pereira Júnior, Paulo Sérgio Guzzo, Rosângela Brandão Monteiro, Terezinha de Jesus de Oliveira Carvalho SUPLENTES: Adelso Aparecido Pedrosa, Antonio Carlos Alves da Silva, Antonio Cerejo Ribeiro de Almeida, Benedito Paulo Bezerra, Carlos Alberto Vaz Conceição, Emanoel Conceição Resque de Oliveira, Fernando Augusto Fonseca Monteiro, Frederico José Correa Lobato, Ilcioni Gomes Pereira, José Roberto Tuma da Ponte, Lúcio Izan Puget Botelho, Maria Cristina Vilhena C. Mendonça Rocha, Maria da Conceição Ferreira Pinto, Robson Tadachi Moraes de Oliveira, Rosa Maria Mesquita Milhomen da Costa, Rui Sérgio Monteiro de Barros, Teiichi Oikawa, Tereza Cristina de Brito Azevedo, Wilson Niwa. Jornal Jornalista responsável: Ailson Braga Textos e reportagens: Ailson Braga Projeto gráfico e editoração eletrônica: Soraya Pessoa e Hamilton Braga Conselho editorial: Maria de Fátima Guimarães Couceiro, Aristoteles Guilliod de Miranda e Amaury Braga Dantas Publicidade: ; Periodicidade: bimestral; Tiragem: exemplares; Distribuição: gratuita 2

3 ENTREVISTA Ailson Braga Joaquim Ramos Medicina não é profissão de fins, mas de meios Responsável pela Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos do Cremepa, Joaquim Ramos avalia os impactos da atualização do Código de Ética Médica na publicidade feita por médicos Explique o que é a Codame e como ela funciona. ra Codame é a Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos e é responsável pela avaliação, sob o ponto de vista ético, da publicidade, e da publicação de assuntos médicos. É composta por seis membros (conselheiros) três efetivos e três suplentes. As atribuições da Codame são: a emissão de pareceres a consultas feitas ao CRM a respeito de publicidade médica; convocação de médicos e pessoas jurídicas para prestar esclarecimentos quando observado algum descumprimentos às normas que regem a publicidade médica; observar anúncios divulgados em qualquer mídia relativa a assunto médico e adotar as medidas cabíveis sempre que observada desobediência às normas emanadas pelo CFM; propor instauração de sindicância nos casos que fique caracterizada infração ao Código de Ética Médica. Com a versão atualizada do CEM, quais foram as principais mudanças no que se refere à propaganda feita por médicos? Alguns artigos do atual CEM sofreram alterações na redação do artigo com inclusão de algumas situações como, por exemplo, o artigo 115 em que houve acréscimo, sendo necessário agora também a comprovação e o registro no CRM da área de atuação, assim como das especialidades médicas. Houve também o acréscimo de um artigo referente à publicidade, artigo 118 que torna obrigatória a inclusão em anúncios médicos de qualquer ordem o número de inscrição no CRM, assim como também obriga em anúncios de estabelecimentos, que conste o número de inscrição no CRM do diretor técnico. Quais as principais demandas no em relação à propaganda médica? Anúncios de especialidades sem a devida comprovação de que o médico a possui e falta de registro dessa especialidade no CRM. Anúncios de especialidades não reconhecidas pelo CFM e AMB. Como a Codame vê o entendimento crescente, por parte do judiciário, da medicina como atividade de fins e não de meios? Outro grande problema verificado hoje na propaganda médica é a promessa de resultados, mesmo que implícita. O médico deve ter especial atenção com este fato, pois já há uma tendência do judiciário em entender a medicina como uma profissão de fins e não de meios. Este entendimento trará prejuízos de grande monta para a classe médica. Fale sobre outros temas relativos ao novo CEM e à propaganda médica que são importantes. No capítulo IX no atual CEM, referente ao sigilo médico, no artigo 75, fica proibida a referência a casos clínicos identificáveis, a exibição de pacientes ou de seus retratos em anúncios profissionais ou na divulgação de assuntos médicos, em qualquer meio de comunicação, mesmo com a autorização do paciente. O artigo 71 veda o oferecimento por parte do médico de seus serviços profissionais como prêmio, qualquer que seja a natureza deste serviço. É importante a inclusão do artigo 72 que veda ao médico qualquer vínculo com empresas que anunciem ou comercializem planos de financiamento, cartões de descontos ou consórcios para procedimentos médicos. Quais os planos da Codame? Elaboração de uma nova edição do Manual de Normas de Publicidade Médica, já aplicando as modificações previstas no atual Código de Ética Médica; organização de eventos, visando maior divulgação e conhecimento do assunto. Trabalho junto às Comissões de Ética Medida e Câmaras Técnicas para alertar os membros da necessidade de fazer cumprir as normas do CFM. Anuncie no Jornal Temos uma tabela de preços que cabe em qualquer orçamento. Consulte-nos. Informações com Cirlene ou pelo 3

4 coluna do cfm Sobre a saúde do médico Dr. Antonio Gonçalves Pinheiro* C biopsicossocial onceituado está pela OMS que saúde é o ponto de equilíbrio necessário ao organismo para o exercício temporal da vida em sua plenitude, e claro, aí se incluem dentro dos nossos limites individuais outros conceitos sobre felicidade, satisfação e poder. Todos estamos eternamente (enquanto dure, como dizia o poeta) à procura do Nirvana terreno: Saúde, Paz, Equilíbrio, Beleza, Fartura etc (e cada vez mais etc). Isto é o que nos move neste mundo cheio de contradições - Acreditar que o amanhã seja melhor para nós e para os que amamos, no olhar mais abrangente do amar. Tudo isto tem muito a ver com a profissão que nós médicos escolhemos, pois a nós cabe a busca incessante da saúde: Prevenção, Diagnóstico, Terapêutica e, se possível, a Cura. Claro que outras corporações da área de saúde também transitam, dentro de suas competências, neste trabalho em prol do mesmo ideal, mas é inegável que a cobrança maior é ao médico, seja qual for sua especialidade ou área de atuação. Ele será sempre o centro das decisões e, portanto, o alvo nos momentos de conflito. O Conselho Federal de Medicina, em seu planejamento estratégico pautou para um momento futuro próximo o desenvolvimento de um programa que possa abordar a saúde do médico, em vista da recente constatação em pesquisa própria já publicada, que o médico, apesar de seu conhecimento, treinamento e habilidade no campo da saúde, padece de males devastadores e evitáveis, alguns deles mercê da desgastante atividade específica profissional. Além do constante envolvimento com sentimentos limítrofes como a dor e a perda há todo um sistema burocrático paralisante que por vezes nos transmite um quê de impotência e incompreensão. Some-se a isto os salários baixos, cargas horárias desgastantes, procedimentos mal remunerados e más condições de trabalho e termos um médico constantemente pressionado e sem expectativas de futuro. Mais recentemente um viés belicoso nos confronta com nossos pacientes as reclamações judiciais, seja por dano físico ou moral aumentam em ocorrência e modificam sobremaneira a secular e básica relação médico paciente. E aqui é bom ficar claro que em caso de infração ética ou técnica comprovada faz-se necessário a competente apuração. Tudo isto e mais os problemas inerentes ao dia a dia nos aproximaram perigosamente da precocidade das doenças crônico degenerativas e de outra alterações orgânicas. Os médicos hoje adoecem mais, cuidam pior da sua saúde e infelizmente em alguns casos enveredam por caminhos sem volta. Certamente é uma honra ser médico, há recompensas imateriais importantes e de certo modo podemos dispor de bens e valores materiais durante nossas carreiras, mas já temos também como certo de que hoje é mais difícil exercer a medicina do que já foi ontem, e que pressões deste conjunto da piora diminuiu nossa saúde e nos alerta para um amanhã que poderá ser sombrio, tanto individualmente como coletivamente. Depende em parte da efetiva participação de todos para uma luta coesa e sem censuras políticas que nos permita analisar tudo o que está acontecendo e o que ainda poderá vir a acontecer. *Conselheiro no Conselho Federal de Medicina-Pará RESOLUÇÃO CFM n 1.939/2010 Publicada no D.O.U. de 09 de fevereiro de 2010, seção I, p. 75) Proíbe a participação do médico em promoções relacionadas com o fornecimento de cupons, cartões de descontos e demais documentos previstos nesta resolução para a aquisição de medicamentos, e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE ME- DICINA, no uso das atribuições conferidas pela Lei n 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto n , de 19 de julho de 1958, respectiva e posteriormente alterados pela Lei nº , de 15 de dezembro de 2004, e Decreto nº 6.821, de 14 de abril de 2009, e CONSIDERANDO o disposto contido no art. 2º e nas atribuições constantes do art. 15 da Lei nº 3.268/57; CONSIDERANDO a natureza jurídica de direito público da instituição Conselho Federal de Medicina, bem como o munus do qual é dotada; CONSIDERANDO que a relação médico-paciente é o alicerce fundamental do exercício da Medicina, devendo ocorrer de forma autônoma, sem condicionantes estranhas à mesma; CONSIDERANDO que a Medicina é uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e deve ser exercida sem discriminação de qualquer natureza; CONSIDERANDO que o médico não pode, em qualquer circunstância ou sob qualquer pretexto, renunciar à sua liberdade profissional, devendo evitar que quaisquer restrições ou imposições possam prejudicar a eficácia e correção de seu trabalho; CONSIDERANDO que a Medicina não pode, em qualquer circunstância ou de qualquer forma, ser exercida como comércio; CONSIDERANDO que o trabalho do médico não pode ser explorado por terceiros com objetivos de lucro, finalidade política ou religiosa; CONSIDERANDO que é vedado ao médico exercer a profissão com interação ou dependência de farmácia, laboratório farmacêutico, ótica ou qualquer organização destinada à fabricação, manipulação ou comercialização de produto de prescrição médica de qualquer natureza; CONSIDERANDO que é vedado ao médico obter vantagem pela comercialização de medicamentos, órteses ou próteses cuja compra decorra da influência direta em virtude de sua atividade profissional; CONSIDERANDO que a prática da promoção relacionada com o fornecimento de cupons ou cartões de descontos para a aquisição de medicamentos baseia-se na constituição de um banco de dados com informações clínicas e a consequente estratificação e qualificação de usuários saudáveis e diagnosticados de acordo com o risco; CONSIDERANDO que a utilização dessa metodologia caracteriza-se como prática cujos objetivos são eminentemente comerciais; CONSIDERANDO que o médico, ao se inserir como peça indispensável para esse tipo de promoção de vendas da indústria farmacêutica, exerce a Medicina como comércio, atuando em interação com o laboratório farmacêutico; CONSIDERANDO que ao fornecer o cupom ou o cartão para descontos, aderindo às regras da promoção que envolve a transmissão de dados, o médico praticamente revela o diagnóstico na medida em que possibilita seu conhecimento por inferência a partir da prescrição, o que fere o sigilo profissional; CONSIDERANDO o disposto no art. 16, do Decreto-Lei nº /32, alíneas c, g e h; CONSIDERANDO que a prática comercial citada induz ao consumo de medicamentos e a sistematização sem qualquer critério na utilização de medicamentos de uso contínuo, visto que, igualmente, há a indução do paciente a pensar sobre a desnecessidade de um controle médico periódico da doença que o acomete; CONSIDERANDO, finalmente, o decidido na reunião plenária realizada em 14 de janeiro de 2010, RESOLVE Art. 1º É vedado ao médico participar, direta ou indiretamente, de qualquer espécie de promoção relacionada com o fornecimento de cupons ou cartões de descontos aos pacientes, para a aquisição de medicamentos. Parágrafo único. Inclui-se nessa vedação o preenchimento de qualquer espécie de cadastro, formulário, ficha, cartão de informações ou documentos assemelhados, em função das promoções mencionadas no caput deste artigo. Art. 2º Esta resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Brasília-DF, 14 de janeiro de 2010 ROBERTO LUIZ D AVILA Presidente HENRIQUE BATISTA E SILVA Secretário-geral 4

5 memória Anna Turan Machado A primeira paraense formada em medicina Aristoteles Guilliod de Miranda* A té 1879, as mulheres não podiam frequentar nenhum curso superior no Brasil, mas podiam revalidar seus diplomas caso tivessem estudado em países que aceitassem suas matrículas. Somente com a Reforma Leôncio de Carvalho, de abril daquele ano, é que as portas das faculdades se abririam para elas. Deste modo, as que desejavam estudar medicina tinham que ir para o exterior. E um dos destinos mais frequente eram os Estados Unidos, onde havia uma faculdade para mulheres, o New York Medical College and Hospital for Women, destino da carioca Maria Augusta Generoso Estrela, a primeira brasileira formada em medicina, graças a quem, o imperador D.Pedro II apoiou a Reforma que possibilitou a revalidação dos diplomas. Para os Estados Unidos seguiria, também, a paraense Anna Turan Machado. Nascida em Igarapé-Miri, município distante de Belém cerca de 80 quilômetros, no dia 28 de abril de 1862, Anna era filha do coronel Antonio Lopes Machado, dono de engenho, e de Andrea Tourão. Além de Anna o casal teve mais dois filhos: Maria Tourão Machado e Antonio Lopes Machado Junior, a quem o pai desejaria fosse médico, embora ele preferisse a vida boêmia. Ana realizaria o desejo do pai. Em 1882, ela parte para os Estados Unidos, a fim de estudar medicina. Cinco anos depois retornaria com o diploma de médica e uma medalha de ouro. A festa de recepção pela volta à Igarapé-Miri teve que ser interrompida para que pudesse assistir ao parto de uma das escravas da casa. Anna Turan Machado formouse em 19 de abril de 1887, defendendo a tese Ovariotomias, em uma turma de 10 mulheres, pela mesma faculdade em que se formou Maria Augusta Estrela. Por seu brilhante desempenho na faculdade recebeu uma medalha de honra ao mérito, de ouro, que seria afixada ao diploma. Pela necessidade de revalidar o diploma, Anna parte para Salvador, onde teria que cursar mais dois anos na Faculdade de Medicina da Bahia. Naquela cidade conviveria com Rita Lobato Velho Lopes, a primeira mulher formada em medicina no Brasil, que a menciona nos agradecimentos em sua tese de doutoramento. Na Bahia conheceria Emílio Ambrósio Marinho Falcão, estudante de Odontologia com quem se casaria em A morte do pai, no engenho do Pará, interrompe os estudos de Anna, que assim volta para Igarapé-Miri, somente concluindo sua revalidação em Salvador três anos depois, já casada e grávida da primeira de suas cinco filhas. Quando Anna retorna, em 1892, com seu diploma reconhecido e para trabalhar, Belém está na sua melhor fase, em pleno ciclo da borracha, embora vivendo uma fase crítica de sua política marcada por grande violência. Ela prossegue trabalhando enquanto suas filhas vão nascendo. O marido, descontente com o rumo dos acontecimentos, arrenda o seringal Aquidabam, uma imensa área às margens do rio Acre, distante de Rio Branco dois dias de viagem pelo rio, naquele então território recém adquirido da Bolívia. Quase um ano depois, quando já era dado como desaparecido ou morto, Emílio retorna a Belém, em Ana Turan nasceu em Igarapé-Miri, em 28 de abril de 1862 Anna Turan foi a segunda mulher a se formar em medicina no Brasil E Anna decide mudar com toda a família para o seringal. Seriam 26 dias de viagem no vapor Índio do Brasil. O comandante teria que mudar o curso habitual a fim de que a família pudesse desembarcar no pequeno porto do Aquidabam. Ali, o primeiro trabalho da Dra. Anna seria cuidar das duas empregadas que haviam adoecido, e, por isso, lavar toda a roupa suja acumulada durante a viagem. No seringal de pouco valeriam o diploma americano e a medalha de ouro no combate às febres endêmicas. O importante seriam a coragem e a determinação da médica, além do conhecimento técnico, fabricando seus próprios medicamentos a partir dos recursos da natureza. No seio da floresta, Anna seria médica, enfermeira e parteira; só não paciente por sua saúde de ferro. Abrigados inicialmente em toscos casebres de madeira, logo Emílio construiria um sobrado para a família, com o armazém embaixo e em cima o escritório, a farmácia e o quarto das filhas. Ali viveriam até 1921, quando as filhas, já casadas e residindo em Xapuri, a seis horas de barco do seringal, fariam com que Anna e o marido mudassem para aquela cidade. Em Xapuri permanecem até 1925, quando novamente seguindo o caminho das filhas, cujos maridos haviam decidido buscar progressão em suas carreiras de advogado, partem para São Paulo. Em Santos, aonde viria a residir, a Dra. Anna realizaria naquele ano seu último trabalho como médica a assistência a um parto. Contava então com 63 anos. Durante a Revolução Constitucionalista de 1932, Anna demonstraria seu patriotismo e desprendimento ao doar sua aliança e sua medalha de honra ao mérito para a causa da Revolução. No diploma ficaria apenas o lacre vermelho. A Dra. Anna Turan Machado Falcão faleceu em São Paulo em No Acre, onde exerceu sua profissão, sendo conhecida por sua bondade e dedicação às atividades médicas, uma escola perpetua o nome desta pioneira da medicina brasileira, a segunda brasileira formada em medicina. * Escritor e conselheiro do 5

6 discute Ciên Programa de Educação Médica Continuada promove a atualização científica de profissionais e acadêmicos de medicina Fotos: Márcio Faria Oferecer a médicos e acadêmicos de medicina atualização científica de qualidade e de ponta, abordando ainda temas éticos relacionados à prática da medicina, tendo em vista a realidade da região. Este é o principal objetivo do Programa de Educação Continuada oferecido pelo Conselho Regional de Medicina do Pará (). Em continuidade ao programa, nos dias 19 e 20 de maio de 2010, o Cremepa promoveu o módulo Pneumologia: Atualização e Prevenção, no auditório do, sob a coordenação das conselheiras Rosângela Monteiro, coordenadora das Câmaras Técnicas do, e Maria do Carmo Lobato, coordenadora das Comissões de Ética Médica do Cremepa. O evento contou com a participação da Sociedade Paraense de Pneumologia e tratou de temas como Tuberculose: novo tratamento ; Asma: manejo na atenção primária, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), diagnóstico, classificação e manejo no controle e sua exacerbação clínica ; e Tabagismo: abordagem e tratamento. De acordo com Maria do Carmo Lobato, o Programa de Educação Médica Continuada segue uma diretriz do Conselho Federal de Medicina que estimula os CRMs a elaborarem seus programas e a desenvolver suas atividades relacionadas à educação continuada. A presidente do, Fátima Couceiro, pediu que as atividades fossem feitas mensalmente e que recebêssemos tanto médicos quanto estudantes de medicina, explica Maria do Carmo Lobato. Ela conta que houve ainda módulos nos meses de março e abril deste ano. Ao longo do ano outros módulos serão oferecidos, seguindo os eixos temáticos prioritários elencados pelo Conselho Federal de Medicina, entre os quais se destaca o tema Educação e Ética, observa a conselheira. De acordo com Maria do Carmo Lobato, a ideia é fazer uma atualização científica e dar um enfoque ético nas discussões e debates dos módulos ministrados tendo sempre as situações de saúde como foco. Tanto que assuntos como a dengue e geriatria serão os próximos na pauta do programa, diz. Os temas dos módulos, segundo a conselheira, são escolhidos tanto a partir de demandas e sugestões da própria categoria médica como também pela observação do aumento das patologias. Nós estamos sempre conversando com os presidentes das sociedades especializadas, porque esse programa é feito em parceria com elas, informa Maria do Carmo Lobato. Os módulos sempre ocorrem no meio da semana preferencialmente às quartas e quintas-feiras - no horário noturno. Ela informa que são convidados profissionais do Pará ou de outros estados mas sempre em busca de pessoas que associem a prática científica com a parte prática no exercício daquela especialidade. É muito importante pra quem já está formado porque nós nos informamos sobre o que tem de mais atual naquela área como também para os alunos de medicina porque estão ouvindo profissionais experientes falarem da sua prática. Teoria e prática voltados para a realidade de nossa região. O módulo Pneumologia: Atualização e Prevenção, contou com as seguintes palestras dos médicos NinaRosa Calzavara, Cleonardo Augusto da Silva, Fátima Houat, José Antônio Cordero e Raimunda Dulcelina Araújo de Carvalho Maria do Carmo Lobato ratifica que o, ao longo de 2010, ainda realizará uma série de cursos O programa de Educação Continuada é voltado para médicos e acadêmicos As atividades são desenvolvidas na sede do e têm obtido boa participação a fim de contribuir com a formação de novos profissionais de acordo com os eixos temáticos prioritários elencados pelo Conselho Federal de Medicina, onde se destaca o tema Educação e Ética. A conselheira lembra que a educação médica continuada deve ser reforçada por meio de programas que dediquem um cuidado maior aos médicos não especialistas. A agenda deve incluir a clínica médica, pediatria, ginecologia, obstetrícia, urgência-emergência, bioética e outras especialidades, temas polêmicos presentes na prática médica, observa. Mulher e saúde - Nos dias 10 e 11 de março de 2010 o, sob a coordenação das Câmaras Técnicas e em parceria com a Associação Paraense de Ginecologia e Obstetrícia, promoveu mais uma etapa do programa de Educação Médica Continuada, cujo tema foi Mulher, Ética e Saúde. Com um 6

7 cia e Ética público-alvo de médicos ginecologistas, médicos do PSF, médicos residentes e estudantes de medicina, o evento contou com ampla participação da categoria médica bem como dos acadêmicos dos cursos de Medicina da Uepa, UFPA e Cesupa. A programação abordou temas polêmicos como Aspectos éticos e legais do aborto e, da mesma forma, ampliou o conhecimento dos participantes sobre assuntos como pré-natal: DHEG, eclâmpsia e diabetes mellitus - prevenção e diagnóstico precoce; patologia cervical e prevenção do câncer de mama. Terminalidade - O seminário A terminalidade da vida e transplante de órgãos, parte do Programa de Educação Médica Continuada do, integrou a programação da Semana da Saúde Realizado nos dias 7 e 8 de abril, a partir das 19h30 no auditório do CRM. O evento se iniciou com a palestra da médica Rachel Duarte Moritz, professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e conselheira efetiva do CRM de Santa Catarina. Ela falou sobre a importância dos cuidados paliativos em casos de pacientes com doenças terminais ou impossibilitados de receber tratamento terapêutico. Logo em seguida, o promotor de Justiça do Pará, José Edivaldo Pereira Sales abordou os aspectos éticos e jurídicos da medicina no processo de regulamentação da eutanásia e ortotanásia. A falta de regulamentação dificulta as informações precisas sobre o assunto, em virtude disso a Justiça se posiciona com cautela diante de mortes envolvendo a terminalidade, argumentou José Edivaldo Pereira Sales. O módulo sobre Pneumologia contou com a palestra da médica NinaRosa Calzavara Captação de órgãos - No segundo dia do seminário as palestras abordaram os temas Morte cerebral Situação do Pará no processo de doação de órgãos e de transplante e Processo de Doação e Transplante - o que podemos fazer para melhorar?, com a presença dos médicos José Takao Yamaki, neurocirurgião do Hospital dos Servidores do Pará, Paulo Cartágenes, coordenador da Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO - Seção Pará) e Joel de Andrade, coordenador do CNCDO de Santa Catarina, estado que possui o melhor índice de captação de órgãos do país. O seminário foi apresentado com base nos baixos índices de captação de órgãos computados na região Norte, principalmente no Pará. Segundo dados fornecidos pela CNCDO, em 2009 cerca de pessoas aguardaram na fila por um transplante. Paulo Cartágenes forneceu números preocupantes: Até o fim do ano de 2009, quatro pessoas estavam à espera de um coração, 938 esperavam córneas e 769, um rim. Neste mesmo ano foram feitos apenas 161 transplantes no Estado, 25 de rins, 135 de córneas e um de pele. Conforme informou Paulo Cartágenes, embora tenha tido um aumento de 24% em relação a 2008, o índice de doação de órgãos ainda é pequeno para um Estado como o Pará. É necessário que haja mais doação, afirmou. Segundo ele, para tentar solucionar o problema, uma das principais discussões está em aumentar a quantidade de hospitais que detecte os possíveis doadores, além de se buscar as logísticas de capitação e transplante que estão sendo aplicadas em outras capitais e que poderiam ser aplicadas na nossa região. Só a partir destas e outras medidas é que a média de transplantes aumentaria em nosso estado, opinou. O coordenador do seminário, Wilson Niwa, avaliou a importância da realização do mesmo, principalmente para os médicos intensivistas e para os transplantadores: São assuntos que, embora não sejam novidades, ainda existe muito desconhecimento, dúvidas e medo em relação a condutas a serem tomadas frente a um caso concreto de doente terminal ou em morte encefálica. Para ele, o evento teve como principal objetivo esclarecer dúvidas e divulgar aos médicos e estudantes a atual situação do transplante de órgão em nosso Estado. Trabalhador - O problema da Perda Auditiva Induzida pelo Ruído (Pair) e a Saúde do Trabalhador foram os principais temas do seminário Pair, Saúde do Trabalhador e Ética Médica, ocorrido nos dias 14 e 15 de abril de 2010, também no auditório do. O evento reuniu médicos do trabalho, otorrinolaringologistas, médicos peritos, estudantes de medicina e contou com vasta programação. Entre os temas abordados estavam as características clínicas e o diagnóstico diferencial, condutas diagnósticas e preventivas da Pair, papel dos testes objetivos: bera e otoemissões, avaliação clínica, prevenção e ação do médico do trabalho. Em seu primeiro dia, o seminário teve a participação do médico Jorge Leite, professor Adjunto da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, membro da Sociedade de Otorrinolaringologia-RJ, da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial, Coordenador da Câmara Técnica de Otorrinolaringologia do CRM do Rio de Janeiro, diretor de Relações Externas da Associação Brasileira de Medicina do Trabalho (ABMT), além de ser perito judicial. Ele chamou a atenção do público para as diferenças entre o nexo causal e o nexo laboral. Pode-se dizer que atribuir a ruídos a propriedade de causar perda auditiva se tornou um erro crasso, atualmente inadmissível, disse. As atividades foram finalizadas com a mesa redonda Ética Médica e os Direitos do Trabalhador, na qual foram expostas diferentes visões sobre o assunto. A visão do INSS ficou a cargo do Dr. Jorge Carvalho, a visão do Ministério do Trabalho, com a Dra. Célia Soares Koury, a visão da Sociedade de Medicina do Trabalho foi dada pelo Dr. Francisco Ferreira e a visão da Justiça do Trabalho pelo Dr. Francisco Milton Araújo Jr, juiz de Direito da Comarca de Marabá. Isso permitiu que o tema fosse amplamente discutido pelos diferente atores envolvidos e, sobretudo, levando em consideração que a Pair é o agravo mais frequente à saúde dos trabalhadores, e está presente em diversos ramos de atividades. No site do (www.cremepa.org.br) é possível encontrar informações sobre estes e futuros eventos do programa de Educação Médica Continuada. 7

8 QUALIDADE DE VIDA Um homem e seu tempo O médico aposentado Alfredo Oliveira revela como a mistura de música, literatura e medicina o ajudaram a viver melhor e com mais felicidade Conciliar as atividades de escritor, compositor e médico nunca foi uma dificuldade para o médico aposentado Alfredo Oliveira, clínico geral. Pelo contrário. A ele sempre pareceu um exercício natural. Desde que me entendo por gente passei a gostar de música, de ler e de escrever. Com o tempo isso cresceu. Portanto, qualquer que fosse a profissão que viesse a escolher, iria partilhar o seu exercício com essas duas outras inclinações, afirma Alfredo Oliveira. Ele ressalta que exercer atividades artísticas e medicina sem prejuízo de nenhuma das duas foi uma questão de organização do tempo. E deve mesmo ter sido, já que sua produção literária é de 11 livros publicados e a musical é de 60 músicas gravadas. Há momentos explícitos da mistura das atividades. Por exemplo: quando publiquei o livro A Pedra Verde, em 1986, sobre a passagem pela Faculdade de Medicina e Cirurgia do Pará; e quando fiz o samba Velha Faculdade, gravado no Rio de Janeiro pelo Marco André, conta. Para Alfredo Oliveira fica difícil dizer qual atividade influenciou mais a outra. Na verdade houve uma integração entre essas atividades. Fica difícil dizer se antes de ser médico a literatura e a música me fizeram ser um médico melhor ou se a medicina me fez ser um artista melhor. Antes da medicina existiu a inclinação pela música e literatura é claro que isso ajudou a formar meu caráter e personalidade e passou a integrar também o meu pensamento médico. É claro que o crescimento dessas inclinações receberam influ- a inclinação pela música e literatura ajudou a formar meu caráter e personalidade ência da medicina, observa. De acordo com ele, é difícil explicar a preferência pelo gênero memorialista. Ele diz que isso tem sido objeto de estudo de alguns críticos, mas que ele como autor prefere apenas acreditar que sempre teve vontade de esmiuçar as coisas que aconteciam em torno dele, em seu tempo com sua geração. Não é uma vocação para contar histórias de cunho pessoal e sim para explicar o que aconteceu em torno desse lado pessoal; não se trata de falar de mim, mas tentar entender as coisas que aconteceram ao meu redor ou antes de mim e que chegaram ao meu conhecimento. Uma espécie de avaliação do homem e seu tempo. Em sua opinião a influência da medicina sobre a vida é clara e avança tanto na forma como ele abordou a sua profissão, bem como na sua formação pessoal; na sua visão de mundo. Para Alfredo Oliveira a medicina coloca o médico diretamente diante do sofrimento do paciente, aumentando o seu conhecimento do ser humano. A medicina desnuda patologias sociais, permitindo ir além da defesa de uma ética abstrata ou de conformação com simples atitudes paliativas e de caridade. Permite igualmente a magnífica sensação de poder transformar a prática médica em resultados felizes para as pessoas, opina. Ele ratifica essa importância da medicina como uma profissão que também é formadora de opiniões ao recordar sua entrada nos porões da Santa Casa de Misericórdia do Pará, na década de Começava ali o meu aprendizado com os indigentes. Deixei de ser um mero revoltado contra a realidade social da miséria. Alfredo Oliveira uniu arte e medicina para construir sua visão de mundo Ganhei, sobretudo, a consciência de que era preciso sair do discurso e buscar a luta pela mudança, afirma Alfredo Oliveira ressalta que este ano a sua turma completa 50 anos de formada. Além de festejar o jubileu de ouro quero comemorar também o privilégio que me levou a ser médico neste país e, por tantos anos, receber lições que só o humanismo pode dar, diz. Outra recordação muito presente na vida de Alfredo Oliveira é a sua atuação junto ao CRM do Pará. Ele exerceu os cargos de vice-presidente e presidente do Conselho. Para ele, essa experiência o marcou de forma profunda, já que pôde observar de perto as várias lutas que a categoria teve de enfrentar. Inclusive aprendi a avaliar melhor o heroísmo de colegas que enfrentam condições precárias de trabalho, superam patrulhamentos indevidos a fim de fazer de nossa profissão, não o sacerdócio que é cobrado pelos políticos demagogos, mas um dia-a-dia merecedor do reconhecimento da sociedade, observa Alfredo Oliveira. 8

9 espaço do conselheiro Desafios a serem vencidos Os obstáculos a uma assistência humanizada em saúde mental Benedito Paulo Bezerra* A política de assistência em saúde mental no Brasil, após duas décadas de transformações introduzidas pela criação e implantação do Sistema Único de Saúde (SUS), exige uma avaliação sistemática e ampla de sua implementação na rede de assistência construída a partir da reforma sanitária e da reforma psiquiátrica. O novo modelo de atenção à saúde mental preconizado pela Reforma Psiquiátrica foi elaborado no fervor das discussões e da necessidade imposta pela demanda enorme que se apresentava nos grandes centros urbanos e da demanda que, lentamente, se tomava conhecimento, provinda da zona rural do Brasil, indicando problemas semelhantes aos que eram encontrados nas grandes cidades. O Ministério da Saúde apontava em 2005 que pelo menos 12% da população brasileira demandava atendimento em saúde mental, temporário ou sistemático. Com a constatação que a rede de assistência não está à altura das expectativas dos pacientes portadores de transtorno mental e familiares e ainda não oferece o tratamento mais adequado para a recuperação e reinserção na sociedade, o que fazer daqui para frente? Esta questão paradoxal que remete a avanços e limitações, esperanças e resistências, é fundamental para a compreensão do O governo de Nicolas Sarkozy (França) lidera as mudanças na saúde mental quadro atual do modelo de atenção vigente no tratamento dos pacientes. Por que esses avanços conceituais e jurídicos, colocados na Lei aprovada em 2001, têm sérios entraves? Uma grande tarefa é identificar as razões da dicotomia que se criou entre as diretrizes do SUS e as práticas realizadas nos serviços. Um diagnóstico amplo e detalhado contribuirá para orientar a revisão das mudanças e das praticas no campo da saúde mental, assim como, poderá dar novos caminhos de atuação para as políticas de Estado. Como a história já mostrou, um estado republicano sem o controle da sociedade pode interferir nas políticas de bem-estar social da população. Como exemplo atual, a política de saúde mental na França passa por mudanças lideradas exclusivamente pelo governo Nicolas Sarkozy. Tendo como parâmetro para efetuar as mudanças os gastos com o setor da saúde mental que se desenhou a partir de uma política de constituição de direitos do doente mental, o governo Sarkozy revê, por meio do projeto de lei, aspectos importantes dessa política como a autonomia da equipe de saúde para encaminhar tratamentos, delegando em última instância essa atribuição ao representante legal do Estado, o retorno à política de confinamento dos doentes mentais considerados como perigosos. Uma característica dos serviços de saúde mental no Brasil é a sua heterogeneidade pela própria natureza do atendimento, disponibilidade que cada equipe de profissionais dispensa para o serviço e recursos que conta para efetivá-los. A priori não é possível classificar essa heterogeneidade como positiva ou negativa, pois seus resultados só podem ser conhecidos com avaliações sistemáticas e públicas. Essa heterogeneidade se construiu após um longo período de organização dos serviços de atendimento e das experiências que foram sendo vivenciadas neles. O financiamento da saúde se constitui como um entrave de fundo que repercute em todo o desenvolvimento da rede assistencial obrigando-a à arte do possível para dar conta da grande demanda. A rede existente é insuficiente e inadequada com resquícios característicos de uma época repressiva. O gasto per capita para a saúde pública continua baixo. O quadro que se apresenta aos trabalhadores da saúde mental é complexo para lidar com suas tarefas cotidianas, sem o apoio mais efetivo do Estado. A formação de recursos humanos, com maior número de residências em psiquiatria e residências multiprofissionais, integrada às diretrizes de humanização do SUS, maior financiamento das ações e serviços, incluindo o fortalecimento da promoção da saúde mental, são condições a serem perseguidas pelos profissionais da saúde, gestores das instituições de saúde mental e gestores dos três níveis da administração pública. *Doutor em Psiquiatria. Docente da Faculdade de Medicina da UFPA e presidente da Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna. 9

10 comunicados e notificações Convocação para atualização de endereço O pede aos médicos e aos responsáveis pelas empresas abaixo relacionadas que entrem em contato com o Conselho para atualizar seus dados e resolver suas pendências Prestadores com endereços de correspondência desatualizados N CRM/PRESTADORES 715 ALFHA GAMA ADMINISTRAÇÃO SERVICOS LTDA 546 AMBULATÓRIO IZABELENSE LTDA 1064 A.R.CAVALCANTE DIAGNÓSTICO MÉDICO 854 ASSOCIAÇÃO DOS EVANGÉLICOS DO ESTADO DO PARÁ 1076 BARBOSA & BRITO LTDA 491 BARROS & BRAGA CIRURGIÕES S/C LTDA 987 BRS REMOÇÕES E HOME CARE LTDA 1147 C B B SANTOS COM DE PRODUTOS ORTOP. E SERVIÇO DE REMOÇÕES-ME 1159 C M DO NASCIMENTO & CIA LTDA 454 CASA DE SAÚDE SANTA SEVERA LTDA 883 CEMED-CENTRO MÉDICO DIAGNÓSTICO S/C LTDA 486 CENTER CLÍNICA S/C LTDA 636 CENTRO DE INFECTOLOGIA E MEDICINA TROPICAL S/C LTDA 754 CENTRO MÉDICO AUGUSTO MONTENEGRO LTDA 969 CGN - CENTRAL GERAL DE NEGÓCIOS LTDA 727 CGOP-CENTRO DE GINEC. E OBSTET. PREVENTIVA S/C LTD 1223 CJIF SERVICOS MÉDICOS ASSOCIADOS LTDA 465 CLIMED S/C LTDA 880 CLÍNICA DE CIRURGIA INTEGRADA S/S LTDA - NEFRO II 818 CLÍNICA DOCTORIS SAÚDE S/C LTDA 437 CLÍNICA E MATERNIDADE DR PAULO MÁRCIO S/C LTDA 12 CLÍNICA E PRONTO SOCORRO SÃO LUIZ LTDA 560 CONSULTORIO DE DERMATOLOGIA E COSMIATRIA S/C LTDA 1155 CSESMT- COM E SERV ESPECIALIZADOS EM SEG E MED DO TRABALHO LTDA ME 1058 ECOMED SERVICOS ULTRASONOGRAFICOS S/S LTDA 1239 EMAD EQUIPE MÉDICA DE ANESTESIOLOGIA E DOR LTDA 730 EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS (3) 678 FUNDACAO HEMOPA - AGENCIA TRANSFUS. DE PARAGOMINAS 401 FUNDAÇÃO MANOEL MENDES 346 GALILEU ALVES VELOSO 767 HAPVIDA ASSISTENCIA MÉDICA LTDA 133 HOSPITAL E MATERNIDADE SANTA MARIA LTDA 315 HOSPITAL E MATERNIDADE SÃO CAMILO LTDA 240 HOSPITAL E MATERNIDADE SÃO MIGUEL ARCANJO LTDA 1111 HOSPITAL SÃO MIGUEL ARCANJO LTDA 749 IDEME- INSTITUTO DE DIAGNÓSTICO, ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA S/S LTDA 1124 IMERYS RIO CAPIM CAULIM S.A 33 INCOR-INSTITUTO DO CORAÇÃO DO PARÁ LTDA 285 INEL - INSTITUTO DE ESPECIALIDADES MÉDICAS S/C LTDA 589 INSTITUTO BRASIL NORTE DO CÂNCER 1038 INSTITUTO MONTEIRO LEITE S/S LTDA 1126 INSTITUTO SUDESTE PARAENSE DE OTORRINOLARIN- GOLOGIA LTDA 709 INTERCARDIO-SERVIÇOS DE CARDIOLOGIA INTERVEN- CIONISTA S/S LTDA 1029 IOSP - INSTITUTO DE ORTOPEDIA SUL PARAENSE LTDA-ME 348 J M A LIMA 1287 K. HARADA JUNIOR - ME 850 L & L SERVICOS MÉDICOS S/C LTDA 171 LABORATÓRIO DE PATOLOGIA CLÍNICA DR JOSÉ BRAU- LIO DOS SANTOS LTDA 679 MED PLAN - MEDICINA PLANIFICADA S/C LTDA 992 MEDCLIN SERVICOS MÉDICOS LTDA 440 MEDIMAGEM S/C LTDA 571 MEDISERV - SERVICOS MÉDICOS LTDA 1235 MIRANDA & MOURA LTDA 1050 MUNHOZ MEDICINA S/S LTDA 620 N L PIRES E CIA LTDA 483 NIPPO IMAGEM S/S LTDA 1066 NUCLEO ESPECIALIZADO DE OFTALMOLOGIA LTDA 1195 PARAMED S/S LTDA 593 PLANO DE SAÚDE HOSPITAL SÃO LUIZ LTDA 939 P.Y. SAÚDE LTDA 724 R D CARDIO LTDA 786 R. MARTINS PEREIRA - ME 1255 R N TOLEDO 942 R. P. DE SOUSA & CIA S/C LTDA 115 SAMEG-SERVICOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA EM GERAL 1059 SEGURANÇA SAÚDE CENTER - OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE LTDA 1237 S.E.R.F SERVIÇOS DE FONOAUDIOLOGIA LTDA ME 602 SERVICE BRASIL - SERVICOS GERAIS LTDA 813 TOP CARE SAÚDE LTDA 1169 TRINDADE & BATISTA LTDA 891 UNIDADE DE CARDIOLOGIA DO PARÁ S/C LTDA 926 UNIDADE MISTA DE SAÚDE DE SÃO DOMINGOS DO CAPIM 1326 V M SOARES SERVIÇOS CARDIO DIAGNÓSTICO 1293 VELOSO E NASCIMENTO SERVIÇOS AMBULATORIAIS LTDA Médicos com endereços de correspondência desatualizados N CRM/NOME SOLICITANTE 3428 ADELAIDE MARIA BRITO MIRANDA LIMA 6026 ALCIONE MONTEIRO CARDOSO 7680 ALESSANDRO ALYSSON NASCIMENTO MELO 8563 ALESSANDRO ANGELO MONTUORI 6744 ALEXANDRE EUCLIDES JENNINGS DA SILVA 1180 ALMIR DA FONSECA MARINHO 8015 ALVARO AUGUSTO ERICEIRA PEREIRA 7092 ALYSSON LOPES RODRIGUES 7816 ANA CECILIA COSTA FRANCA 7907 ANA MARIA DIAS PEREIRA 4942 ANA PAULA DA COSTA TEIXEIRA 5009 ANDRE LUIS MEIRELLES AGUIAR 6185 ANTONIO GILSON BONFIN DA SILVA 910 ANTONIO JEFFERSON COSTA NAS- CIMENTO 4721 ANTONIO JOSÉ CARLOS SCORALICK 7522 ANTONIO PAULO VILHENA ARAUJO 5185 ARTUR SANTIAGO DO CARMO 2650 AUGUSTO CESAR DE ASSIS DIAS 3182 BENEDITO HAROLDO DA SILVA COSTA 1700 BENJAMIN ABRAHAM OHANA 6236 CARLOS MARTINS SANTAMARIA OROZCO 9214 CAROLINA DE ABREU GONÇALVES MERGULHAO 2150 CLAUDEMIRO FAE TAQUETI 5351 CLAUDIA REGINA MELO HOYOS DE JESUS 432 CLIMENCEAU DE JESUS LOPES 2625 DILSON LUIZ CARDOSO DE FREITAS 3393 DINARIO PEREIRA SEPTIMIO 6018 DIONE PAIVA FERNANDES CAMPOS 6659 EDSON ALVES FERREIRA FILHO 8920 EDSON OLIVEIRA BENTO DE MELO 7765 EDUARDO NOVAES MEDRADO SANTOS 7465 ELAINE ROQUE TEIXEIRA 1391 ELRIKE LEDO DE BARROS 4176 EMILIA VENINA LISBOA PAIVA 5086 ERON JOSÉ DE CARVALHO 1553 EUCLIDES MARTINS DE LIMA NETO 2765 EVANDRO LUTERO BARROS XAVIER 4678 FABIO LUIS DA SILVA GATO 2459 FERNANDO TOBIAS SILVEIRA 44 FRANCISCO BATISTA DE LIMA 8861 FRANCISCO JOSÉ PIERRE JUNIOR 5099 GALILEU ALVES VELOSO 1975 GILSON LOUREIRO MACOLA 819 GIOVANI CORREA QUEIROZ 9063 GUSTAVO HENRIQUE ALVES 5836 HELIO FERNANDO BRENHA LOBATO 3997 HELIO TOLEDO PEIXOTO 6694 HERIQUE LIMA DE MENEZES 3738 IEDA MARIA CUNHA DE AZEVEDO 6939 ILMARA SILVA DE SOUSA 5846 INDAIA LUCIA ARGUELHES DE OLI- VEIRA 8121 ITAMAR FRANCISCO DA SILVA 8800 JOÃO CARLOS DA SILVA 6087 JOÃO CARLOS DOS SANTOS 9999 JOÃO CARLOS SA 8402 JOÃO EMERSON REBUCI HASHIMOTO 6268 JORDUVAL DE LIMA 3396 JORGE DE ABREU NASCIMENTO 7100 JOSÉ ANDRE NASCIMENTO FONSECA 2966 JOSÉ CARLOS DA SILVA 2592 JOSÉ ERACLIO DE SOUZA DO O 7767 JOSÉ HENRIQUE DOS SANTOS COTRIM 2706 JOSÉ ORLANDO LACERDA DE QUEIROZ 2135 JOSÉ OTTONIEL ANGULO GARCIA 3858 JOSÉ ROBERTO GIUDECE 1486 JOSÉ ROBERTO SANTOS DA SILVA 2083 JOSÉ ROBERTO VELHO DA CRUZ 8953 JOVIANO JOSÉ DE ALMEIDA 5008 JUREMA MIGUINS DE LIMA 8689 KARLA DE FATIMA AUGUSTO DE ALMEIDA 6589 KELLY CRISTIANE DE SOUSA GAMA COSTA 674 LATYLAZAN PEDRO DE ALCANTARA 8464 LIDEMAR BORDIGNON 4442 LOURDES NUNES GAVAZZI MADEIRA 6478 LOURENCO CAVALCANTI DE ARAUJO MELO 1311 MANOEL ALADIR SIQUEIRA 5999 MANOEL MARANHAO DE SOUZA 1433 MANOEL MARIA DE OLIVEIRA MENDES 5500 MARA GLEICE ALMEIDA DE ALBU- QUERQUE 8819 MARCIO SARAIVA 6462 MARCOS JOSÉ DE SOUZA SPINDOLA 6718 MARCOS MAGALHAES RIBEIRO 3639 MARIA DA RESSURREICAO SENA BARRA 3012 MARIA DAS GRAÇAS VIDEIRA CARDO- SO NAHON 9325 MARIA DE FATIMA RODRIGUES DE AN- DRADE DOURADO 1133 MARIA DE NAZARE PINHEIRO BASTOS 1774 MARIA LUIZA DE SOUZA SALDANHA 3425 MARIA ROSA ALVES DOS SANTOS 5660 MARIANA DO SOCORRO MACIEL QUA- RESMA 6892 MARIO HUMBERTO BEZERRA DA SILVEIRA 5578 MAURILIO MARCIO DOS SANTOS CALDEIRA 5829 MECENAS MAGNO DA CRUZ SALES JUNIOR 2491 NEOMAR VARELA DE OLIVEIRA 8687 NORBERTO JOSÉ MAFFEI JUNIOR 7326 OSCAR NUNES ALVES 3216 OVIDIO OCTAVIO PAMPLONA LOBATO 8199 PAULO ANTONIO COSTA MONTEIRO 2321 PEDRO ASSIS RIOS CARNEIRO 7466 PEDRO MARCELO ROSA DOS REIS JUNIOR 581 PEDRO MIGUEL ROUMIE 1473 PIERRE CAMILLE CONDON 3324 RAIMUNDA MONICA NONATA MAN- SUR SILVA 7911 RAIMUNDO AFONSO NASCIMENTO RA- MOS JUNIOR 732 RAIMUNDO BENEDITO CARVALHO G. DE TELES 6827 RENATO MARTINS PEREIRA 1215 ROBERT DE JESUS FONSECA COELHO 1518 ROBERTO DA COSTA WANZELLER 8087 ROBERTO NAVARRO FERNANDEZ 8766 RODOLFO SKRIVAN 3156 ROGERIO SAMPAIO DA SILVA 6693 ROOSEVELT JOSÉ CRUZ MOURA 7455 ROSÂNGELA CABRAL CENTENO VIEIRA DE CARVALHO 9201 ROSENDO DE BARROS NETTO 5919 ROSIMARY QUEIROS DA SILVA 8848 SANDRO MORETE PEREIRA 3998 SERGIO TYSZLER 5175 SILVIO JACQUES DE ASSIS 1687 SILVIO PREVIATO 5889 STELIO DE JESUS PANTOJA MESQUITA 7417 TATTIANE MOREIRA DA COSTA 8661 VALDIR JOÃO SIMON 1699 WALDENICE DE OLIVEIRA OHANA 7426 WALDINEY DIAS SILVA 7658 WALDONIO DE BRITO VIEIRA 5106 WILLIAM CAMARGO DE OLIVEIRA 2186 YASUHIRO OKADA 10

11 Pré-Enem Norte e Centro-Oeste Política médica em debate Pré-Enem realizado em Belém deliberou sobre questões pertinentes à formação médica e ao mercado de trabalho Representantes das entidades médicas das regiões Norte e Centro-Oeste se reuniram em Belém nos dias 4 e 5 de junho de 2010, para discutir as reivindicações e as estratégias de luta da categoria médica durante a realização do Pré-Enem Norte/Centro-Oeste. O encontro foi uma preparação para o XII Encontro Nacional de Entidades Médicas (Enem), de 28 a 30 de julho de 2010, em Brasília (DF). O Pré-Enem ocorreu no auditório do Conselho Regional de Medicina do Estado Pará. Além do, promoveram o encontro o Sindicato dos Médicos (Sindmepa) e a Sociedade Médico- Cirúrgica do Estado (SMCP). De acordo com a presidente do, Maria de Fátima Guimarães Couceiro, o Pré-Enem Norte/Centro-Oeste os principais temas abordados no evento foram a formação do médico, a revalidação do diploma, a situação do ensino médico, políticas de saúde e a relação com a sociedade, as condições de trabalho do médico no SUS e o mercado de trabalho além da abertura indiscriminada de escolas médicas. Trabalhamos a partir dos eixos definidos pelo Conselho Federal de Medicina, mas o nosso foco são as características regionais a partir desses eixos temáticos, informa Fátima Couceiro. Belém finalizou os encontros regionais do Pré-Enem que foram realizados em Natal (RN) e São Paulo (SP). Entre os presentes ao encontro das regiões Norte/Centro-Oeste destacam-se Cid Carvalhaes, da Fenam; o 2º vice-presidente do CFM, Aloísio Tibiriçá; e Dalvélio Madruga do CFM. O representante da Comissão Pró-SUS do CFM, Alceu Pimentel, também participou do encontro como conferencista convidado. O co- ordenador do Pré-Enem Norte/Centro-Oeste, Mauro Britto, destacou a representatividade das entidades das duas regiões. Segundo ele, o Pré- Enem foi uma oportunidade de uniformizar as propostas das regiões, facilitando as deliberações e debates que acontecerão no Enem nacional. Ao levarmos as deliberações de consenso nas regiões podemos otimizar os trabalhos do XII Enem, opina Mauro Britto. De acordo com Aloísio Tibiriçá, 2º vice-presidente do CFM e Coordenador da Comissão Nacional Pró- SUS do CFM, essa comissão está com a missão, delegada pelas entidades médicas, de realizar o Enem e as suas etapas regionais, como a que ocorreu em Belém. O encontro de Belém está sendo da mais alta qualidade, pois se encontram aqui as representações de todos os Estados das duas regiões. O sentido é que esse debate permeie, justamente, as características que possam haver em cada região no debate dessas ideias, para que no encontro nacional tudo isso seja contemplado de uma maneira mais uniforme, passando primeiro pelas regiões, explica Aloísio Tibiriçá. Ele afirma que o objetivo dos encontros regionais é balizar para o movimento médico e para a sociedade, no final do mês de julho, quais as lutas que o médico quer propor para a sociedade, para a saúde e também para a própria classe médica. Então, vai ser uma manifestação dos médicos brasileiros em função da grave situação de saúde. Inclusive, manifestação essa, dirigida aos próprios candidatos à gestão nos estados e no país. Serve também para que nós possamos interferir no processo em curso nos grandes debates nacionais propiciados pelas eleições, opina o 2º vice-presidente do CFM. Segundo ele, após um tempo sem ser realizado o Enem volta a ser feito dentro do calendário bianual das entidades médicas brasileiras. O Enem nacional, em julho, será o momento para fazermos o novo pacto do movimento médico em relação a suas reivindicações. O Enem nacional deve ter uma grande repercussão, diz. O primeiro encontro foi o Pré- Enem Nordeste, realizado em Natal (RN), de 29 de abril a 1º de maio. Logo depois, houve o das regiões Sul-Sudeste, em São Paulo (SP), nos dias 14 e 15 de maio. A reunião em Belém encerra o ciclo de atividades regionais, que discutiram dentro do Uma das mesas que discutiram as estratégias de luta da categoria médica para o Enem movimento médico nacional, temas como a defesa do trabalho no SUS e na saúde suplementar, a avaliação do ensino médico, alem de outros de interesse dos profissionais. Os temas em destaque no Pré- Enem Norte/Centro-Oeste foram: ensino médico e aprimoramento da formação médica, o trabalho médico, a importância da carreira médica e de Estado no SUS, políticas de saúde e a relação com a sociedade, o mercado de trabalho e a remuneração médica. Aloísio Tibiriçá (CFM): política e ética 11

12 raios-x Novo prazo para recadastramento O Conselho Federal de Medicina (CFM) prorrogou por mais seis meses o prazo de recadastramento para os médicos. Ou seja, aqueles que ainda não entregaram seus documentos e informações têm até o dia 11 de novembro de 2010 para fazê-lo e regularizar sua situação junto ao Conselho Regional de Medicina de seu estado. Cerca de 20% dos médicos que atuam no território nacional ainda precisam atualizar seus dados profissionais para a confecção da nova Cédula de Identidade Médica. A prorrogação do prazo, que inicialmente terminaria em 11 de maio, teve dois motivos: contemplar a alta demanda pelo recadastramento registrada nos últimos dias e beneficiar a implementação do certificado digital, o chamado CRM Digital, proposto para janeiro de (saiba mais sobre certificado digital). Apenas as inscrições primárias deverão sofrer o recadastramento. Seus dados serão transferidos para os Conselhos Regionais de Medicina onde e caso possua inscrições secundárias. Para a realização do recadastramento médico, deve ser preenchido o formulário de atualização de dados Após concluir e enviar seu cadastro, o médico receberá um ( que é informado no formulário) informando a documentação a ser apresentada no CRM para concluir o processo de recadastramento. O próximo passo é dirigir-se ao seu Conselho Regional de Medicina ou a uma de suas delegacias, para coleta de assinatura e foto, que, digitalizadas, serão impressas em sua nova Carteira de Identidade Médica. A página do Cremepa (www.cremepa.org.br) traz diversas informações sobre o assunto além de fornecer a documentação necessária para o recadastramento. Médicos com inscrições secundárias que desejem a nova carteira no não devem fazer recadastramento. Apenas devem solicitar a nova carteira comparecendo diretamente no ou em uma de suas delegacias regionais, levando apenas a fotografia e realizando uma rápida confirmação de dados. Atenção: quem tiver inscrições secundárias no deve fazer seu recadastramento no conselho onde tiver inscrição primária. Fontes: Site do Cremepa e CFM - Portal médico Uso de lentes ganhará resolução A Câmara Técnica de Oftalmologia elabora proposta de resolução sobre prescrição e adaptação de lentes de contato. O assunto foi discutido na reunião do grupo realizada no último dia 22 de junho. O texto elaborado pela Câmara Técnica trata das orientações que devem ser dadas ao paciente quanto a manuseio das lentes, cuidados de higiene e assepsia, tempo e forma de uso, vida útil, retornos para acompanhamento e sintomas sugestivos de complicações. A proposta deverá ser analisada pelo Conselho Federal de Medicina na sessão plenária de agosto. A determinação do modelo, do desenho, do tipo e dos parâmetros das lentes de contato é ato médico que deverá ser realizado pelos oftalmologistas, disse o coordenador da Câmara, José Fernando Maia Vinagre. CFM: Direito Médico A Comissão de Direito Médico do Conselho Federal de Medicina (CFM) reuniu-se, no último dia 22 de junho, na sede da entidade, para discutir a realização do I Congresso Brasileiro de Direito Médico do CFM, que deve acontecer nos dias 2 e 3 de dezembro, em Brasília (DF). Entre os temas do Congresso estão previstos: a integração das resoluções do CFM aos tipos penais; responsabilidade do médico em relação ao Código de Defesa do Consumidor e ao Código Penal; responsabilidade penal no exercício da medicina em equipe: como evitar o banco dos réus; a importância dos protocolos para a responsabilidade médica solidária (médicos, hospitais e planos de saúde, laboratórios e fabricantes de insumos em geral); constitucionalidade ou inconstitucionalidade dos tratamentos compulsórios; consentimento informado como causa de justificação penal; o dano moral, dano estético, dano material e sua cumulatividade; como os juízes calculam danos e antecipam tutela; e a responsabilidade médica na visão do CFM. Detalhes sobre a programação ainda estão sendo definidos pela equipe. Participaram da reunião o presidente e o vice do CFM, Roberto Luiz d Avila e Carlos Vital (coordenador da Comissão), além de José Abelardo Garcia de Meneses (CRM da Bahia), Miguel Kfouri (TJ do Paraná), Antonio Carlos Roselli (OAB) e Giselle Crosara Lettieri Gracindo (CFM). PARA USO DOS CORREIOS - Motivo da devolução Mudou-se Desconhecido Ausente Endereço insuficiente Recusado Falecido Não existe o nº indicado Não Procurado Outro

RESULTADOS. Nome Global ( /100) PT1840719 ADÃO AZEVEDO MALHEIRO MATOS BARBOSA 94 B1 PT1840720 ADRIANA MORAIS SOUSA 52 A1

RESULTADOS. Nome Global ( /100) PT1840719 ADÃO AZEVEDO MALHEIRO MATOS BARBOSA 94 B1 PT1840720 ADRIANA MORAIS SOUSA 52 A1 PT1840719 ADÃO AZEVEDO MALHEIRO MATOS BARBOSA 94 B1 PT1840720 ADRIANA MORAIS SOUSA 52 A1 PT1840721 ADRIANA XAVIER DA SILVA FERNANDES 38 Pré-A1 PT1840722 ALEXANDRA FILIPA AZEVEDO SANTOS 52 A1 PT1840723

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