JUDICIALIZAÇÃO - REGULAMENTAÇÃO DO PRODUTO DE ATENÇÃO DOMICILAR

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1 JUDICIALIZAÇÃO - REGULAMENTAÇÃO DO PRODUTO DE ATENÇÃO DOMICILAR 1 A S S I S T Ê N C I A M É D I C O - H O S P I T A L A R : D E S A F I O S, C E N Á R I O S E O P O R T U N I D A D E S B R A S I L , P R O F. ª D R A. A N G É L I C A C A R L I N I A b r i l d e

2 ROTEIRO DE VIAGEM... 2 Identificar problema Detectar causas Apresentar algumas propostas para minimizar o problema na área de seguros.

3 IDENTIFICAR PROBLEMA 3 Análise limitada a realidade brasileira. Somos 202 milhões de habitantes no Brasil na atualidade. Estima-se que tenhamos 96 milhões de demandas judiciais em todo o país. Como as demandas judiciais têm pelo menos duas partes litigantes temos, em tese, 192 milhões de partes em litígio!!!!!!!!!!!!!!!!!

4 IDENTIFICAR PROBLEMA Perdas significativas de: - Tempo - Valores econômicos - Recursos intelectuais - Capital humano - Energia criativa - Negócios e investimentos - Credibilidade das instituições e dos instrumentos jurídicos 4

5 DETECTAR CAUSAS Temos pelo menos 4 grupos de causas: a) Sociológicas o mundo que vivemos! b) Filosóficas o papel da ética. c) Histórico-Políticas a reconstrução da democracia brasileira. d) Jurídicas contratos x direitos dos contratantes (consumidores ou não); o poder médico. 5

6 SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA 6 Sociedade de Risco uso intensivo da tecnologia, impactos das decisões de gestão públicas e privadas, opções de vida social... Sociedade Hipercomplexa os papéis sociais não estão definidos como no passado. Sociedade Hiperconsumismo ou consumo excessivo, associado ao prazer e a identidade. Sociedade de Informação que não é o mesmo que conhecimento!

7 SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA Sociedade individualista = ética de ocasião Sociedade que imagina que pode comprar tudo: segurança, conforto, bem estar, felicidade, amor, sexo, amizade e saúde! Sociedade da vitimização = baixa resistência a frustrações. Crê que só tem direitos! Sociedade despolitizada = dificuldade para pensar o coletivo. 7

8 8

9 ÉTICA Qual o papel da ética na sociedade contemporânea? Que reflexões temos feito sobre bom, justo, correto, certo em dimensões coletivas, para toda a sociedade. Os valores éticos precisam ser colocados no centro de todos os debates sociais. A quem cabe incentivar as práticas éticas? Hoje sabemos: a família, a escola...a todos, inclusive às empresas! 9

10 MICHEL SANDEL As escolas têm um papel importante. O mesmo vale para as empresas. (...) As companhias devem ser ponto de referência ética nos contatos com outras instituições e também internamente. O local de trabalho é fundamental para que as pessoas sejam incentivadas a fazer a coisa certa. Cultivar as virtudes cívicas também implicar dar mais atenção à esfera pública. 10

11 HISTÓRICO-POLÍTICAS 11 Década de 1980 fim do regime de exceção. Novo texto constitucional brasileiro outubro de 1988 Fundamento da República dignidade da pessoa humana. Rol de direitos fundamentais individuais e coletivos no Brasil contempla 78 incisos somente no artigo 5 da Constituição Federal e outros mais em todo o texto. Chegamos à Era dos Direitos! Da prevalência da Cidadania como o direito de ter Direitos!

12 JURÍDICAS Neoconstitucionalismo inserção dos princípios e normas constitucionais em todos os setores da vida. Direito Privado Constitucional relativização dos princípios que historicamente era aplicados na relação entre particulares. Impacto direto nos contratos de adesão como os contratos de saúde suplementar, por exemplo. 12

13 JURÍDICAS 13 Neoconstitucionalismo e Direito Privado Constitucional = maior utilização de princípios em lugar das normas rígidas. Maior atuação dos magistrados = não são mais o boca da lei mas o aplicador do princípio ao caso concreto. Juízes determinam a extensão e o peso que o princípio deve ter para cada caso concreto. O magistrado constrói o direito para o caso concreto.

14 JUDICIALIZAÇÃO E PODER MÉDICO 14 Conceito de saúde é político, social, econômico e até biológico, mas não se restringe apenas a elementos da ciência da saúde. História da medicina» médicos construíram conceito de saúde principalmente para conseguirem ter a exclusividade do diagnóstico e da escolha dos tratamentos de saúde. Tratar da saúde é um ato de autoridade!

15 PODER MÉDICO Os médicos têm exclusividade para dizer o que é doença o que não é doença o que é tratamento o que não é tratamento o que é cura o que é experimental o que é urgência e emergência Os médicos têm grande poder sobre a vida, sobre o uso de recursos terapêuticos e sobre os orçamentos públicos e privados. 15

16 PODER MÉDICO 16 A decisão médica repercute na sociedade, mas nem sempre o médico se mostra atento ao impacto de sua decisão sobre orçamentos públicos e privados. Historicamente, a sustentabilidade dos sistemas de saúde público e privado não tem sido uma preocupação dos médicos. As decisões médicas são consideradas indiscutíveis, salvo pelo próprio paciente que muitas vezes, procura uma segunda opinião.

17 PODER MÉDICO 17 A decisão do médico é soberana e se impõe sobre os administradores de saúde privada ou gestores de saúde pública. O imaginário social associa o médico como o único profissional competente para dizer o que é certo e errado em saúde. A autonomia do médico é prevista como princípio fundamental na Resolução 1.931, de 2009.

18 ATENÇÃO DOMICILIAR É determinada pelo médico. É uma forma humanizada de cuidado com a saúde, somente se for bem executada! Atende a interesses econômicos porque propicia vagas em leitos de hospital. É mal compreendida pelos familiares. Precisa de legislação para regular!!!!!!!!! 18

19 ALGUMAS PROPOSTAS PARA MINIMIZAR O PROBLEMA DA JUDICIALIZAÇÃO Podemos considerar dois tipos de propostas: 19 Gestão do negócio de saúde suplementar Jurídicas

20 AÇÕES EMPRESARIAIS 20 Alocar o consumidor no centro das estratégias de concepção, distribuição e qualidade dos serviços. Simplificar a oferta de serviços. Oportunizar informações de formas diferentes. Informações simples, corretas, claras e eficientes ainda são um grave problema para o setor de saúde suplementar. Segmento de alimentos entendeu isso melhor que muitos outros setores econômicos.

21 AÇÕES EMPRESARIAIS 21 Criar canais de diálogo antes de canais de reclamações; A empresa deve ser a primeira a saber do problema do consumidor = se ela não sabe o problema dela é bem maior!!!! As empresas tem que ser protagonistas da melhoria das relações de consumo. Isso não é papel só do Estado. Protagonista na informação = ela conhece o serviço melhor do que qualquer outra pessoa. Empresa não pode melhorar a partir de multas e condenações judiciais.

22 ERA DO DIÁLOGO 22 Forma como está sendo denominado o atual estágio das relações entre empresas, consumidores e governo. A falta de diálogo gera passivo judicial e administrativo. A presença do consumidor no diálogo pode ser direta ou indireta. Comitê de consumidores já é uma realidade em muitos segmentos econômicos.

23 SOLUÇÕES JURÍDICAS Contratos simplificados. Informações oportunizadas por diferentes meios. Publicidade informativa. Transparência em todos os momentos da relação. Colaboradores e prestadores capacitados para uma nova relação com os consumidores. Alterações na legislação. Novo modelo de regulação. 23

24 DIREITOS E DEVERES 24 A compreensão de que somos todos titulares de direitos e deveres pode auxiliar na desjudicialização. Direitos e deveres fundamental para que se possam construir soluções pela vida da arbitragem, mediação e conciliação. São alternativas que colocam o sujeito de direitos e deveres como protagonista da solução. Solução construída e não determinada pelo Estado.

25 Paulo Leminski 25 No fundo, no fundo, bem lá no fundo, a gente gostaria de ver nossos problemas resolvidos por decreto a partir desta data, aquela mágoa sem remédio é considerada nula e sobre ela silêncio perpétuo extinto por lei todo o remorso, maldito seja quem olhar pra trás, lá pra trás não há nada, e nada mais mas problemas não se resolvem, problemas têm família grande, e aos domingos saem todos passear o problema, sua senhora e outros pequenos probleminhas.

26 MUITO OBRIGADA!!!! 26

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