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2 Boas-vindas A Magnetis e a ContaAzul uniram seus conhecimentos para criar este manual de declaração do Imposto de Renda. Começamos com os primeiros passos sobre seus rendimentos e depois detalhamos como informar suas aplicações financeiras sem complicação. Esperamos que este material facilite sua vida na hora de acertar as contas com o Leão. Boa declaração!

3 Sobre a Magnetis A Magnetis é uma consultoria de investimentos online que está revolucionando o modo como as pessoas alcançam seus sonhos por meio de investimentos mais inteligentes e automatizados. Acesse aqui e crie grátis um plano personalizado em poucos minutos. magnetis.com.br (11) Sobre a ContaAzul O ContaAzul é um sistema de gestão integrado 100% online para pequenas empresas que pensam grande. Com ele você controla seu financeiro, suas vendas, seu estoque e emite nota fiscal eletrônica. Além disso, nosso atendimento de primeira está disponível para te ajudar gratuitamente por , chat e telefone. Comece agora. contaazul.com

4 Índice 1. Introdução O Imposto de Renda 2016 E se eu não fizer a declaração? As regras para a pessoa física Instruções gerais Declaração pelo celular ou tablet Deduções e restituições Declaração Simplificada ou Completa? Prepare seus documentos A lista do Leão Malha fina: os cinco maiores erros Declare seus investimentos A lógica da declaração Tipos de investimentos Dinheiro à vista Poupança Renda fixa (Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA e outros) Previdência (PGBL, VGBL, Fundos de Pensão e Fapi) Fundos (Curto Prazo, Longo Prazo, FIDC, Ações e outros) Renda variável (Ações, ETFs e outros)

5 1 Introdução O Imposto de Renda 2016 Acertar as contas com a Receita Federal pode não ser uma atividade das mais prazerosas. Mas tente ver pelo lado positivo: preencher a declaração do Imposto de Renda (IR) pode ser uma espécie de termômetro de como sua vida financeira mudou nos últimos anos. Ao comparar as declarações já entregues, você consegue observar a evolução do seu patrimônio ao longo do tempo, inclusive dos seus investimentos. Em 2016, a declaração do Imposto de Renda vai de 1º de março a 29 de abril (sexta-feira) até as 23h59min59s. O programa para fazer a declaração pode ser acessado direto pelo site da Receita Federal. Dentre as principais novidades das regras deste ano, uma é a obrigatoriedade de se informar o CPF dos dependentes e alimentandos (quem recebe pensão alimentícia) com 14 anos ou mais. Antes, a idade era 16 anos. Além disso, os profissionais das áreas de saúde, de odontologia e de advocacia, que recebem rendimentos de pessoas físicas, terão que informar à Receita Federal o CPF dos clientes para os quais prestaram serviços em O objetivo é evitar, por exemplo, que contribuintes que tenham despesas médicas altas fiquem com a declaração retida na malha fina. Também ocorreram mudanças tecnológicas. A principal delas está relacionada à entrega da declaração. Em 2015, era preciso verificar as pendências, fazer a gravação e, só então, transmiti-la. Para 2016, foi criado o botão Entregar declaração, que fará todo o processo ao mesmo tempo. 4

6 Porém, a novidade que muitos esperavam não veio: a correção da tabela do Imposto de Renda. Este ano não haverá alteração de valores em relação a 2015, o que vai impactar no bolso do contribuinte, porque, sem a correção, mais pessoas saem da faixa de isenção e terão que declarar os rendimentos. De acordo com o Ministério da Fazenda, não há espaço no Orçamento de 2016 para uma correção na tabela do Imposto de Renda. Veja a tabela de pagamentos do Imposto de Renda 2016 (ano-calendário 2015): 5

7 Ganho mensal Alíquota do IR Até R$ 1.903,98 Isento De R$ 1.903,99 até R$ 2.826,65 7,5% De R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05 15% De R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68 22,5% Acima de R$ 4.664,68 27,5% E se eu não fizer a declaração? O Imposto de Renda é um tributo que recai sobre a renda, o ganho de capital, investimentos e bens do brasileiro ou estrangeiro que mora no Brasil. Quem não fizer a declaração pode ter o CPF cancelado e ficar com restrições de crédito (como na hora de fazer um financiamento ou até mesmo para comprar parcelado). Além disso, caso você entregue a declaração com atraso, vai doer no bolso. A multa é de R$ 165,74 para quem não tem imposto devido, mas é obrigado a fazer a declaração por algum motivo (veja a nossa listagem abaixo). Caso tenha imposto devido, a multa é de 1% ao mês e incide sobre esse valor, observado o mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do imposto devido. Em 2015, o número de contribuintes que entregaram a declaração do IR dentro do prazo legal foi de 27,8 milhões, ficando acima do esperado pelo Fisco, que falava em 27,5 milhões. Para este ano, a Secretaria da Receita Federal espera receber 28,5 milhões de declarações, um aumento de 2,5% (cerca de 600 mil contribuintes). PARA LEMBRAR: IMPOSTO DEVIDO X IMPOSTO A PAGAR O imposto devido é aquele que incide sobre a renda tributável - é o mesmo que o imposto apurado. Já o imposto a pagar representa a diferença entre o imposto apurado e o imposto que já foi pago ou retido na fonte. Ao terminar sua declaração de Imposto de Renda você pode ter basicamente dois resultados: imposto a pagar ou imposto a restituir. A restituição acontece quando os valores recolhidos na fonte durante o ano são maiores do que o imposto apurado. 6

8 2 As regras para pessoa física Instruções gerais Você deve fazer a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda se estiver enquadrado em pelo menos uma das seguintes situações: A soma dos seus rendimentos tributáveis, como salário, aposentadoria, renda de aluguel, em 2015 (o chamado ano-calendário) foi superior a R$ ,91. Você recebeu valores superiores a R$ 40 mil de: juros de poupança e FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), considerados rendimentos isentos; rendimentos tributados exclusivamente na fonte (como 13º salário, ganhos com aplicação financeira, prêmios de loterias) ou rendimentos não tributáveis, como seguro de veículo roubado ou furtado. Obteve, em qualquer mês de 2015, ganho de capital na venda de bens ou direitos, sujeito à cobrança de imposto, ou realizou operações na BM&FBovespa Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros. Tinha, em 31 de dezembro de 2015, posse ou propriedade sobre bens ou direitos (como imóveis, terrenos e veículos) que, somados, ultrapassassem R$ 300 mil. Teve receita bruta de atividade rural acima de R$ ,55. Deseja compensar, na declaração em 2016 ou nas próximas, prejuízos com atividade rural de anos anteriores ou do próprio ano-calendário de Optou pela isenção do IR sobre o ganho de capital obtido na venda de imóveis residenciais ao usar o dinheiro integralmente para a compra de imóveis residenciais no país no prazo de 180 dias contado da celebração do contrato de venda. Passou, em qualquer mês de 2015, à condição de residente no país e estava nessa situação no último dia do ano. ATENÇÃO! Não é preciso preencher todos os requisitos acima. Basta estar enquadrado em um deles para ser obrigado a prestar contas ao Fisco. 7

9 Declaração pelo celular ou tablet Desde 2014 é possível fazer e entregar a declaração via smartphones e tablets. Mas há restrições. Não poderá usar essa modalidade quem teve rendimentos: Tributáveis: recebidos do exterior; sujeitos ao ajuste anual, cuja soma foi superior a R$ ,00 (dez milhões de reais). Sujeitos à tributação exclusiva/definitiva: ganhos de capital na alienação de bens e/ou direitos; ganhos de capital na alienação de bens, direitos e aplicações financeiras adquiridas em moeda estrangeira; ganhos de capital na alienação de moeda estrangeira em espécie; ganhos líquidos em renda variável (bolsa de valores de mercadorias, de futuros e assemelhados e fundos de investimento imobiliário); rendimentos recebidos acumuladamente. Isentos e não tributáveis: rendimentos cuja soma foi superior a R$ ,00 (dez milhões de reais); parcela isenta correspondente à atividade rural; recuperação de prejuízos em renda variável (bolsa de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhados e fundos de investimento imobiliário); lucro na venda de imóvel residencial para aquisição de outro imóvel residencial; lucro na alienação de imóvel residencial adquirido após o ano de 1969; rendimentos tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ ,00 (dez milhões de reais). 8

10 3 Deduções e restituições Declaração Simplificada ou Completa? As regras para as deduções (valores que podem ser descontados da base de cálculo do Imposto de Renda) são as mesmas dos últimos anos. Para a Declaração Simplificada, o desconto é de 20% do total da renda tributável. Neste caso, este valor substitui todas as deduções legais e não é necessário apontar os gastos com saúde, educação, entre outros. Para a declaração de 2016, o desconto máximo é de R$ ,34. A Declaração Completa é indicada para quem teve gastos dedutíveis maiores, com dependentes e saúde, por exemplo. Mas é importante lembrar que para esta opção é necessário indicar todos os gastos e ter como comprová-los depois. Confira quais são as deduções aceitas e os seus limites de valor: Dependentes: o valor teto é de R$ 2.275,08 por dependente. Nas despesas com educação (ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior graduação e pós-graduação), o limite individual de dedução é de R$ 3.561,50. Despesas médicas: não há limite máximo. Podem ser deduzidos pagamentos a médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, hospitais, além de exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias. INSS de empregado doméstico: o limite de abatimento é de R$ 1.182,20. Restituições: quem pagou imposto a mais receberá a restituição. O primeiro lote será liberado em junho e o último em dezembro de Idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos e mentais têm prioridade. Contribuintes que corrigirem a declaração receberão os valores em lotes residuais, que começarão a ser pagos depois que todos os lotes forem liberados. Doações: o abatimento referente a doações para incentivo à cultura, atividade audiovisual, desporto e Estatuto do Idoso estão limitadas a 6% do imposto devido. Adicionalmente, é possível doar 1% do imposto devido ao Programa Nacional de Apoio à Atenção e Saúde de Pessoa com Deficiência (Pronas) e 1% ao Programa Nacional de Atenção Oncológica (Pronon). Previdência complementar: o limite de dedução das contribuições a PGBL é de 12% da renda tributável. 9

11 4 Prepare seus documentos A lista do Leão Na hora de juntar a papelada para começar a declaração, sempre surge aquela dúvida: será que eu peguei tudo o que era necessário? Para facilitar sua vida, fizemos uma lista com os principais documentos e informações que você pode precisar para declarar o Imposto de Renda. Confira: Informações gerais: dados da conta bancária para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja; nome, CPF, número do título de eleitor, número do recibo da declaração do ano anterior (se houver), grau de parentesco dos dependentes e data de nascimento, endereço atualizado, atividade profissional exercida atualmente. Cópia da declaração do Imposto de Renda de 2015: caso você não tenha arquivado na memória do computador ou num pen drive, é possível recuperar o documento no site da Receita Federal. Informe de rendimentos recebidos: salários, pró-labore, distribuição de lucros (enviado pelas fontes pagadoras, no caso de assalariados, até o fim de fevereiro). Informe de rendimentos do INSS: enviado pela Previdência Social a quem recebe benefícios previdenciários, como aposentadoria e pensão. Para profissionais autônomos: cópia de recibos ou notas fiscais fornecidos a pacientes ou clientes, e o chamado livro-caixa. Aluguel: recibos de aluguéis pagos ou recebidos em Informes de outros rendimentos recebidos: pensão alimentícia, doações, heranças, dentre outros. Outros comprovantes de renda: resumo mensal do livro-caixa com memória de cálculo do carnê-leão; DARFs de carnê-leão. Depósitos e investimentos: extrato de conta corrente na data de 31/12/2015 e informe de rendimentos financeiros, que são fornecidos por bancos e corretoras de valores. Veja abaixo um exemplo de informe enviado por corretora: 10

12 Investimentos em renda variável: controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto; DARFs de renda variável. Informe de contribuições a entidades de previdência privada: fornecido pelas seguradoras. Na hora de declarar, é importante ter nome e CNPJ da entidade. Previdência Social: comprovantes de pagamento. Educação: recibos e carnês de pagamento de mensalidades escolares de dependentes ou do próprio contribuinte. Também é preciso ter em mãos nome e CNPJ dos estabelecimentos de ensino. Despesas com saúde: recibos de pagamentos ou informe de rendimento de plano ou seguro saúde (com CNPJ da empresa emissora e a indicação do paciente); despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora ou CPF do profissional, com indicação do paciente). Doações e heranças: recibos de doações efetuadas, com nome e CPF de beneficiários de doações ou heranças e respectivos valores doados ou recebidos. Pagamentos a partidos ou candidatos: comprovantes oficiais de pagamento a candidato político ou partido politico. 11

13 Dependentes: nome e CPF de dependentes maiores de 14 anos. Alimentandos: nome e CPF de ex-cônjuges e filhos - serve para comprovar o pagamento de pensão alimentícia. Empregado doméstico: Guia da Previdência Social (GPS) e cópia da carteira profissional, pois é preciso ter informações como nome, CPF e NIT do empregado e o valor total pago em Bens e direitos: documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos. Dívidas e ônus: informações e documentos de dívida e ônus contraídos e/ou pagos no período. Imóveis e terrenos: escrituras ou compromissos de compra e/ou venda de imóveis e terrenos adquiridos ou vendidos em Automóveis: documento de compra e/ou venda de veículos em 2015, incluindo informações como marca, modelo, placa e nome e CPF/CNPJ do comprador/vendedor; documento de compra de veículos ou bens por meio de consórcios em Rescisões trabalhistas: documentos com valores individualizados recebidos em 2015, incluindo salários, férias, 13º salário, FGTS etc. MALHA FINA: OS CINCO MAIORES ERROS Alguns deslizes ao preencher a declaração podem fazer com que você caia na malha fina. Saiba quais são os principais, segundo a Receita Federal: Digitar valores de forma incorreta ou com mais de duas casas decimais. Não informar o CNPJ das fontes pagadoras no campo apropriado. Não incluir todos os rendimentos tributáveis, deixando de informar aposentadoria ou aluguéis recebidos. Declarar valores diferentes dos informados pelas fontes pagadoras. Informar incorretamente rendimentos dos Fundos de Aposentadoria Programada (Fapi) e planos de previdência privada. 12

14 5 Declare seus investimentos A lógica da declaração Saldos em conta corrente e todos os investimentos devem ser declarados, inclusive os isentos, como caderneta de poupança. Na hora de declarar os investimentos no Imposto de Renda, é útil entender como funciona cada um dos itens que fazem parte do programa gerador da declaração: Rendimentos, Pagamentos Efetuados e Bens e Direitos. Com esse passo a passo vai ficar mais fácil de declarar suas aplicações, uma a uma: 1. Quanto o investimento rendeu Na seção de Rendimentos, aba Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva, deve-se informar quanto cada aplicação financeira rendeu, ou seja, qual foi a rentabilidade dos seus investimentos ao longo de Qual é o saldo dos seus investimentos Depois de incluir quanto seus investimentos renderam e quanto você fez de aportes, é importante detalhar o saldo das aplicações financeiras, informação que deve ser preenchida na seção Bens e Direitos. Mas atenção: o retorno de títulos isentos de IR, como poupança e Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA), precisa ser informado na aba Rendimentos Isentos e Não Tributáveis. 3. O caso do pagamento de PGBL Já no campo Pagamentos Efetuados, você deve incluir as contribuições feitas em 2015 a planos de previdência privada do tipo PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). Nesse caso, é possível deduzir até 12% da renda bruta tributável anual, o que diminui o valor do imposto a ser pago ou aumenta o tamanho da restituição a ser recebida. Lembrando que, no caso do outro tipo de plano de previdência privada (o VGBL), essa dedução não é válida. 13

15 6 Tipos de Investimentos Dinheiro à vista Uma pergunta muito frequente quando começa a temporada de declaração do Imposto de Renda é se o dinheiro depositado em conta corrente precisa ser informado à Receita. A resposta é sim. Funciona assim: se no último dia de 2015 você tinha saldo em conta corrente no Brasil, conta no exterior ou dinheiro em espécie maior que R$ 140,00, é preciso declarar o valor na aba Bens e Direitos. Mas atenção, para cada tipo há um código específico. Veja mais detalhes: DEPÓSITO EM CONTA CORRENTE NO PAÍS No caso de depósito em conta corrente mantida no país, ou seja, aquele dinheiro que está na conta do banco, informe os saldos existentes nos últimos dias dos anos de 2014 e 2015, conforme o comprovante fornecido pela instituição financeira. Para isso, busque em Bens e Direitos o código 61, referente a depósitos em conta corrente no país. Em seguida, preencha os dados sobre os respectivos saldos em 2014 e 2015 nos campos Situação em 31/12/2014 e Situação em 31/12/2015. Reveja os valores para checar se não há erros e clique em Adicionar, assim como mostra a imagem: 14

16 DEPÓSITO EM CONTA CORRENTE NO EXTERIOR Caso tenha depósitos em conta corrente no exterior declare na aba Bens e Direitos com o código 62. Na coluna Discriminação é importante detalhar três itens: Valor em moeda estrangeira Nome do banco Número da conta Veja um exemplo: 15

17 Já no campo Situação em 31/12/2014, informe o saldo em reais existente naquela data, constante na declaração preenchida em 2015, cujo ano-calendário é O mesmo procedimento deve ser feito em Situação em 31/12/2015 : inclua o saldo existente no último dia de 2015, convertido em reais pela cotação da moeda estrangeira fixada para compra, pelo Banco Central do Brasil, naquela data. No site do Banco Central existe uma ferramenta de conversão de moedas. Confira os valores e aperte o botão Adicionar. Detalhe: se houver acréscimo no patrimônio por conta da variação cambial dos depósitos não remunerados mantidos em bancos no exterior, esse valor precisa ser informado na linha 24 da aba Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, conforme a imagem: 16

18 IMPORTANTE! Caso a moeda estrangeira não tenha cotação no Brasil, o saldo do depósito não remunerado deve ser convertido em dólares dos Estados Unidos de acordo com valor fixado pela autoridade monetária do país emissor da moeda e, em seguida, em reais pela cotação do dólar fixada, para compra, pelo Banco Central do Brasil, em 31 de dezembro de DINHEIRO EM ESPÉCIE - MOEDA NACIONAL Se você tiver dinheiro vivo, continue o preenchimento da declaração pela aba Bens e Direitos. Busque na lista o código 63, referente a dinheiro em espécie moeda nacional. Em seguida, escreva no campo Discriminação a quantidade de moeda nacional que você tinha no último dia de Na linha Situação em 31/12/2014, informe o valor em reais do saldo de moeda em espécie que você tinha naquela data. O mesmo procedimento deve ser feito logo 17

19 abaixo em Situação em 31/12/2015. Caso a quantia seja a mesma, você pode apertar o botão Repetir. Por fim, aperte Adicionar. Veja na imagem: DINHEIRO EM ESPÉCIE - MOEDA ESTRANGEIRA Para quantias de moeda estrangeira, como dólar, euro, entre outros, você deve selecionar o código 64 na aba Bens e Direitos. Assim como para o dinheiro em reais, é preciso preencher no campo Discriminação o quanto você possuía de moeda estrangeira em 31 de dezembro de Na linha Situação em 31/12/2014, repita, se for o caso, o valor em reais do saldo de 18

20 moeda estrangeira informado na declaração entregue em 2015, ano-calendário de Já em Situação em 31/12/2015, escreva a quantia (em reais) do saldo de moeda estrangeira que você mantinha no final do ano passado. Para isso, considere a cotação de compra para essa data, fixada pelo Banco do Central do Brasil. No campo Situação em 31/12/2014, inclua o montante que você declarou possuir na declaração anterior (se houver). Se você tiver adquirido moeda estrangeira, considere: No caso de aquisição em reais, o valor pago; No caso de aquisição em moeda estrangeira, a quantidade de moeda estrangeira convertida em dólares dos EUA conforme valor fixado pela autoridade monetária do país emissor da moeda, para a data da aquisição e, em seguida, em reais pela cotação do dólar fixada, para venda, pelo Banco Central do Brasil, para a data da aquisição. Lembrando que as alienações (transferência de bens por meio de compra e venda) 19

21 de moeda estrangeira mantida em espécie, no ano-calendário de 2015 e cujo total tenha sido superior ao equivalente a 5 mil dólares dos EUA, podem estar sujeitas à apuração de ganho de capital. Neste caso, os ganhos em reais obtidos na alienação estão sujeitos à tributação definitiva, com alíquota de 15%. Você deve informar o ganho na aba Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva. OUTROS DEPÓSITOS A partir do mesmo procedimento, devem ser declarados outros tipos de depósitos, mas com o código 69 na aba Bens e Direitos. 20

22 Poupança CADERNETA DE POUPANÇA Para declarar o dinheiro aplicado na poupança, é importante seguir duas etapas: informar o saldo existente na caderneta e especificar quais foram os rendimentos obtidos com a aplicação. Na aba Bens e Direitos, procure pelo código 41, referente à caderneta de poupança. Vá até a coluna Discriminação e faça uma descrição com os seguintes itens: Valor (em reais) mantido na poupança Nome do banco Número da conta Em seguida, informe o saldo existente na caderneta ao fim de 2014 no campo Situação em 31/12/2014, conforme o comprovante fornecido pelo seu banco. Depois, preencha a Situação em 31/12/2015. Caso o valor tenha se mantido igual, use o botão Repetir para o programa automaticamente inserir a quantia. Lembrando que fica dispensado de declarar a quantia mantida na poupança quem tiver valor de até R$ 140,00. Reveja os valores para checar se não há nenhum errado e clique em Adicionar, assim como mostra a imagem: 21

23 Feito isso, é hora de informar quanto rendeu o investimento na poupança ao longo de 2015, quantia que também pode ser encontrada no informe enviado pela instituição financeira na qual você mantém a aplicação. Vá até a aba Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, selecione a linha 8 Rendimentos de poupanças e letras hipotecárias e preencha: CNPJ da fonte pagadora (nesse caso, o banco no qual você tem a poupança); Nome da instituição; Valor do rendimento. 22

24 Em seguida, aperte Adicionar. Caso tenha mais de uma caderneta de poupança, mantidas em outras instituições financeiras, repita o procedimento. 23

25 POUPANÇA PARA CONSTRUÇÃO OU COMPRA DE IMÓVEL A poupança para construir ou comprar um imóvel também precisa ser declarada no Imposto de Renda na aba Bens e Direitos, com o código 54, caso o valor pago seja igual ou superior a R$ 5 mil. Após selecionar o código, preencha o campo Discriminação com as seguintes informações: Identificação do imóvel; Nome e CNPJ da empresa contratada. Em seguida, informe o saldo existente ao fim de 2014 no campo Situação em 31/12/2014. Depois, preencha a Situação em 31/12/2015. Caso o valor não tenha sofrido alteração, use o botão Repetir para o programa automaticamente inserir a quantia. Revise os valores para checar se não há nada errado e aperte Adicionar, conforme a imagem: 24

26 Renda fixa Ao declarar seus investimentos de renda fixa, um dos primeiros passos é indicar o saldo das aplicações na aba Bens e Direitos, com o código 45, caso o valor mantido nesses ativos, em 31 de dezembro de 2015, tenha sido maior que R$ 140,00. No campo Discriminação, especifique os seguintes itens: Instituição financeira na qual você tem a aplicação; Número da conta; Para contas conjuntas, informe nome e CPF do co-titular. Feito isso, basta preencher a linha Situação em 31/12/2014 com o saldo existente naquela data, informação que pode ser conferida no comprovante de rendimentos fornecido pelo banco ou pela corretora. Se o saldo não sofreu mudanças, clique em Repetir para que o valor seja incluído no último campo, Situação em 31/12/2015. Pronto, agora é só revisar os números e clicar em Adicionar, como indica a imagem: 25

27 Repita o procedimento para cada uma das aplicações de renda fixa que você tem na sua carteira de investimentos. TESOURO DIRETO No caso dos títulos públicos do Tesouro Direto, o Imposto de Renda é retido na fonte e vai incidir sempre que você, investidor, receber rendimentos, juros (por exemplo, para papéis com cupom de juros semestrais) ou no vencimento do título. O rendimento líquido (ou seja, após impostos e taxas) deve ser declarado na aba Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva. Se não houve resgate, pagamento de juros ou vencimento do título, as aplicações devem ser discriminadas apenas na aba Bens e Direitos, com o código 45. Importante: os títulos precisam ser incluídos nesse item pelo valor de compra. 26

28 CDB, RDB, LC E COE Assim como os títulos do Tesouro Direto, os investimentos em CDB (Certificado de Depósito Bancário), RDB (Recibo de Depósito Bancário), Letra de Câmbio (LC) e Certificado de Operações Estruturadas (COE) também contam com tributação a partir da tabela regressiva: Tempo de aplicação Alíquota de Imposto de Renda Até 180 dias 22,5% De 181 a 360 dias 20% De 361 a 720 dias 17,5% Acima de 720 dias 15% Atenção: se você tem mais de uma aplicação no mesmo título feita em datas diferentes, ao vender os papéis, o sistema vai fazer a seleção a partir do mais antigo até chegar ao aporte mais recente. Na hora de incluir CDB, RDB, LC ou COE na declaração, os rendimentos precisam ser estar também na aba Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva, conforme os valores informados pelo banco ou pela corretora no qual você tem a aplicação. 27

29 Conforme a imagem abaixo, preencha os seguintes dados: CNPJ da fonte pagadora (nesse caso, a instituição financeira na qual você tem o CDB, RDB, COE ou a LC); Nome da instituição; Valor do rendimento. Em seguida, aperte Adicionar. Caso tenha outros CDBs, RDBs, COEs ou LCs, faça o procedimento mais uma vez. Após incluir quanto rendeu a aplicação, lembre-se de informar o saldo dos ativos na aba Bens e Direitos, também com o código 45, referente a aplicações de renda fixa. APLICAÇÕES ISENTAS DE IMPOSTO DE RENDA Atualmente, são isentos de Imposto de Renda para a pessoa física os seguintes investimentos: Letra de Crédito Imobiliário (LCI) Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) Letra Hipotecária (LH) Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) Debêntures incentivadas de infraestrutura 28

30 Por não sofrer incidência de imposto, o procedimento para declarar o retorno obtido é igual ao da caderneta de poupança. Na aba Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, selecione a linha 8 Rendimentos de poupanças e letras hipotecárias e preencha: CNPJ da fonte pagadora (nesse caso, a instituição financeira emissora do papel); Nome da instituição; Valor do rendimento. Em seguida, aperte Adicionar. Se você tiver mais de um investimento isento, basta repetir o procedimento para cada um deles. Após informar os rendimentos, lembre-se de incluir na aba Bens e Direitos o saldo dos investimentos. Nessa seção, procure pelo código 45, referente às aplicações de renda fixa. Na coluna Discriminação, faça uma descrição com itens como: Valor (em reais) mantido na aplicação; Nome do banco emissor do título e CNPJ da instituição; Número da conta no banco ou na corretora por onde você aplicou. Em seguida, não deixe de informar o montante existente em cada um dos investimentos ao fim de 2014 no campo Situação em 31/12/2014, de acordo com o 29

31 comprovante fornecido pelo banco ou pela corretora. Depois, informe a Situação em 31/12/2015. Caso o valor tenha sido igual no último dia de 2015, use o botão Repetir que o programa automaticamente insere a quantia na linha de baixo. Faça o mesmo procedimento para cada uma das aplicações de renda fixa que você possuir na carteira. 30

32 Previdência Os benefícios recebidos ou o resgate de contribuições a planos de previdência, estruturados nas modalidades de contribuição definida ou contribuição variável e mantidos por entidade de previdência complementar, seguradoras ou Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi), estão sujeitos à tributação exclusiva na fonte, com as seguintes alíquotas: Prazo de acumulação Alíquota de Imposto de Renda Inferior ou igual a 2 anos 35% Superior a 2 anos e inferior ou igual a 4 anos 30% Superior a 4 anos e inferior ou igual a 6 anos 25% Superior a 6 anos e inferior ou igual a 8 anos 20% Superior a 8 anos e inferior ou igual a 10 anos 15% Superior a 10 anos 10% Atenção: cada um dos planos tem um tratamento tributário. Veja abaixo: PGBL As contribuições feitas a PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) são dedutíveis da base de cálculo do Imposto de Renda até o limite de 12% da renda bruta tributável no ano, condição válida para quem opta por fazer a declaração pelo modelo completo. Por exemplo: se você apurou rendimento bruto de R$ 100 mil em 2015, poderá incluir como dedução R$ 12 mil e pagar ao Leão o imposto apenas sobre os R$ 88 mil restantes. Assim, o imposto sobre os R$ 12 mil aplicados no PGBL será pago somente quando você fizer o resgate e incidirá sobre o montante total, soma de aplicações e rendimentos. 31

33 Para declarar as contribuições a um plano do tipo PGBL, basta acessar a ficha Pagamentos Efetuados. Clique em Novo e, em seguida, procure na lista pelo código 36, referente a Previdência Complementar. Depois, selecione a opção Titular ou Dependente. Preencha os seguintes campos, conforme o comprovante enviado pela seguradora ou entidade de previdência complementar: Nome da entidade de previdência complementar ou seguradora; CNPJ da entidade de previdência complementar ou seguradora; Valor pago (em reais): montante de aportes feito ao longo de Após conferir os dados, aperte o botão OK ao final da tela. Se houver resgate do PGBL, é preciso preencher a ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica com o valor recebido e o imposto já retido na fonte, 32

34 no caso da tabela progressiva. Já para a tabela regressiva, o resgate deve ser informado na aba Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva, na linha Outros. VGBL No caso do VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), diferentemente do PGLB, o valor das contribuições feitas ao plano não são dedutíveis na declaração do Imposto de Renda. Por isso, a tributação sobre o rendimento do dinheiro investido é cobrada apenas no resgate dos recursos. Para declarar o saldo de investimentos em VGBL, vá até a ficha Bens e Direitos e aperte o botão Novo. Em seguida, busque o código 97, referente ao Vida Gerador de Benefício Livre. Na linha Discriminação, especifique os seguintes itens: Nome do plano, conforme indicado pela seguradora; Instituição financeira (seguradora ou entidade de previdência complementar) na qual você tem a aplicação. Feito isso, basta preencher o campo Situação em 31/12/2014 com o saldo acumulado até aquela data, informação que pode ser conferida no comprovante de rendimentos fornecido pela instituição financeira. Em seguida, informe a Situação em 31/12/2015. Se o saldo não sofreu mudanças, aperte o botão Repetir para que o valor seja incluído no último campo. Pronto, agora é só revisar os números e clicar em Adicionar, assim como mostra a imagem: 33

35 Repita o procedimento se você tiver mais de um VGBL na sua carteira de investimentos. Já a declaração dos resgates feitos depende do regime de tributação: progressivo ou regressivo. No caso da tributação progressiva, o imposto sofrerá variação conforme o valor sacado. Desde abril de 2015, resgates de até R$ 1.903,98 eram isentos da cobrança. O valor sobe até chegar a quantias acima de R$ 4.644,68, neste caso taxadas em 27,5% sobre a rentabilidade do investimento. Detalhe: nessa forma de tributação, a alíquota de 15% já é descontada na fonte, de forma antecipada. Por isso, os valores que forem retidos pelo IR serão compensados ou restituídos. Para declarar resgates de VGBL ou PGBL, vá até Rendimentos Tributáveis na Declaração de Ajuste Anual. Preencha os valores na ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de PJ pelo Titular. Em seguida, inclua as seguintes informações: 34

36 Nome da fonte pagadora (seguradora ou entidade de previdência complementar); CNPJ da fonte pagadora; Rendimentos recebidos; Imposto retido na fonte. Já na tabela regressiva, a incidência de IR ocorre de forma exclusiva e definitiva na fonte. Assim, as informações devem ser incluídas no item Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva, da ficha Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva, conforme a imagem: 35

37 36

38 FUNDOS DE PENSÃO Os fundos de pensão são declarados de forma parecida com o VGBL e o PGBL. Se houver resgate do fundo, é preciso preencher a ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica com o valor recebido e o imposto já retido na fonte, no caso da tabela progressiva. Já para a tabela regressiva, o resgate deve ser informado na aba Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva, na linha Outros. Lembre-se de especificar os seguintes campos, conforme a imagem abaixo: CNPJ da fonte pagadora; Nome da fonte pagadora; Descrição; Valor. 37

39 Para declarar as contribuições a fundo de pensão, basta acessar a ficha Pagamentos Efetuados. Clique em Novo e, em seguida, procure na lista pelo código 36, referente a Previdência Complementar. Depois, selecione a opção Titular ou Dependente e então preencha os campos seguindo o informe enviado pelo fundo de pensão. FAPI O modelo de declaração dos Fundos de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) segue o aplicado aos fundos de pensão. Vá até a ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica e depois siga o procedimento adequado para tributação progressiva ou regressiva. 38

40 Para declarar as contribuições feitas ao fundo, acesse a ficha Pagamentos Efetuados. Aperte o botão Novo e, em seguida, procure na lista pelo código 38, específico para o Fapi. Depois, selecione a opção Titular ou Dependente. Preencha os seguintes campos, conforme o comprovante que você recebeu: Nome da administradora do Fapi; CNPJ da administradora do Fapi; Valor pago (em reais). 39

41 Feito isso, revise os dados informados e clique em OK. 40

42 Fundos Um dos primeiros passos para declarar fundos de investimento no Imposto de Renda é incluir na aba Bens e Direitos o saldo que você tem aplicado naquele fundo. Esse número estará discriminado no informe de rendimentos enviado pelo seu banco ou por sua corretora. Em Bens e Direitos, basta clicar no botão Novo caso você precise inserir um novo fundo ou em Editar para atualizar o saldo de um fundo que já consta de suas declarações anteriores. No campo Situação em 31/12/2015, digite o montante aplicado no fundo naquela data, seguindo o valor indicado no informe de rendimentos que você recebeu da instituição financeira. Para novos fundos, é necessário inserir o código do fundo (veja abaixo quais os códigos respectivos para cada tipo de fundo). Já no campo Discriminação, inclua uma descrição com nome e CNPJ do administrador do fundo. Veja, nas imagens, como fazer: 41

43 Após detalhar o saldo, selecione a aba Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva. Vá até o item Rendimentos de Aplicações Financeiras. É nessa seção que você deve apontar quanto rendeu cada um dos fundos. No campo Descrição, lembre-se de incluir nome e CNPJ do administrador do fundo. Caso você tenha mais de um fundo com o mesmo administrador, é possível declarar a soma de todos. Siga a imagem: 42

44 FUNDOS DE INVESTIMENTO DE CURTO PRAZO Para quem possui Fundos de Curto Prazo, deve ser informado na declaração o código 71. Lembrando que a tributação desses fundos segue duas alíquotas: 22,5% para investimentos de até seis meses e 20% para um prazo acima de 180 dias. 43

45 FUNDOS DE INVESTIMENTO DE LONGO PRAZO O código 72 corresponde aos Fundos de Longo Prazo, tipo mais comum de fundos de investimento. Nesse caso, a tributação é regressiva e começa em 22,5% para aplicações de até 180 dias, atingindo a menor alíquota (de 15%) caso o prazo do investimento ultrapasse dois anos. 44

46 FUNDOS DE INVESTIMENTO E DIREITOS CREDITÓRIOS (FIDC) Também identificados pelo código 72, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) possuem tributação igual à incidente sobre os Fundos de Longo Prazo. 45

47 FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO Os Fundos de Investimento Imobiliário (FII), por sua vez, devem ser informados com o código 73. Para esse tipo de fundo, a incidência do Imposto de Renda é diferente: caso o fundo tenha mais de 50 cotistas e nenhum deles detenha mais de 10% das cotas, o investidor estará isento de tributação. Assim, deve ser declarado no campo Outros da aba Rendimentos Isentos e Não Tributáveis. 46

48 Já se o fundo não tiver a isenção, a mordida do Leão será de 20% sobre o lucro. Cabe lembrar que a apuração dos ganhos ou prejuízos com fundos imobiliários deve ser feita pelo próprio investidor. 47

49 FUNDOS DE AÇÕES O código 74 representa os Fundos de Ações, caracterizados por contar com, no mínimo, 67% de seus recursos aplicados em papéis negociados na bolsa de valores. No caso dos fundos que aplicam em ações, o Imposto de Renda incidirá sobre o rendimento bruto no momento do resgate, a partir da alíquota fixa de 15%. 48

50 OUTROS FUNDOS Demais fundos, como Fundos Mútuos de Privatização, Fundos de Investimento em Empresas Emergentes e Fundos de Investimento em Participação (FIP), também devem ser informados com o código 74. Já outros fundos devem ser declarados com o código 79. Lembrando que tanto para fundos de curto prazo quanto para os de longo prazo, a tributação não ocorre somente no resgate dos recursos aplicados ou no vencimento, como é o caso de outros investimentos já mencionados. Semestralmente, nos meses de maio e novembro, o imposto incide direto na fonte por meio do chamado come-cotas, que funciona como uma antecipação do Imposto de Renda pela alíquota mínima. 49

51 Renda Variável AÇÕES Ao informar o investimento em ações na declaração do Imposto de Renda, você deve incluir a posição dos papéis no último dia de 2015, informação que deve ser preenchida com o código 31 (referente ao investimento em ações) na aba Bens e Direitos. No campo Situação em 31/12/2015, é necessário que seja declarado o custo médio de compra das ações, e não o valor delas no último pregão da bolsa do ano. Assim, se você não vendeu os papéis, basta declará-los nesta aba. A mesma regra vale se você comprou ações em outros anos e também não fez alterações em sua posição. Veja, nas imagens, como incluir essas informações: 50

52 Caso você tenha vendido ações em 2015, é preciso informar as operações realizadas no Demonstrativo de Renda Variável - Operações Comuns/Day trade. Mas atenção: não devem ser informados neste demonstrativo os ganhos auferidos em operações isentas, por exemplo. 51

53 1. Ganhos líquidos mensais de até R$ 20 mil Se a soma do valor de venda das ações for de até R$ 20 mil por mês, basta declarar as operações no item 18 da aba Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, conforme a imagem. Vale lembrar que as operações day trade nunca são isentas: 2. Ganhos líquidos mensais acima de R$ 20 mil Caso o valor de venda das ações ultrapassem R$ 20 mil por mês, as operações precisam ser declaradas no item Operações Comuns/Day trade da ficha Renda Variável. Nesse campo, deverá ser informado tanto o lucro quanto o prejuízo apurado mês a mês. Já no quadro Consolidação do Mês, deve ser informado o percentual recolhido de imposto por sua corretora a cada mês. 52

54 Prejuízos também devem ser declarados. Para isso, você precisa acessar o quadro Resultados e preencher a linha Resultado Negativo até o Mês Anterior, de acordo com o informe enviado por sua corretora. 3. Day trade O procedimento é o mesmo para declarar operações de day trade, ou seja, compra e venda de ações feitas no mesmo dia. A diferença, nesse caso, é a cobrança de imposto. Enquanto nas operações comuns a alíquota é de 15%, no caso do day trade a mordida é maior: 20%. 53

55 4. Lucros e dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JSCP) Por serem isentos, os dividendos recebidos em 2015 deverão ser preenchidos no item Lucros e Dividendos Recebidos pelo Titular e pelos Dependentes, que consta da aba Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, assim como mostra a imagem: Já os Juros sobre Capital Próprio (JSCP), outra forma de remuneração aos investidores (mas com incidência de imposto na fonte de 15%), precisam ser informados no campo Juros sobre Capital Próprio, na aba Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva. 54

56 ETFs Para os ETFs (Exchange Traded Funds ou fundos de índice), assim como para ações, é preciso calcular o lucro com as operações e recolher o Imposto de Renda devido até o último dia do mês seguinte. Entre em Operações Comuns/Day trade do grupo Renda Variável. Nesse campo, insira o valor do lucro ou prejuízo realizado com as vendas de ETFs no mês de janeiro na linha Mercado à vista ações. Repita o procedimento para cada um dos meses nos quais houve vendas de ETFs. Também é preciso declarar a situação dos ETFs que você possuía em 31 de dezembro de Essa informação deve ser lançada na aba Bens e Direitos com o código 74, o mesmo de outros fundos de ações. 55

57 O valor que deve ser declarado corresponde ao resultado da multiplicação do preço médio de compra pela quantidade de cotas possuídas no último dia de Assim como nos fundos de ações, é preciso detalhar o tipo de ETF que você possui na linha Discriminação, incluindo o nome e o CNPJ do fundo. Já no campo Situação em 31/12/2015, digite o valor resultante da multiplicação do preço médio de aquisição pela quantidade de cotas, conforme o documento enviado por sua corretora. 56

58 Lembrando que a mordida do Leão para os ganhos de capital é de 15%. Já para operações de day trade, a alíquota será de 20%. Estão isentas vendas com valores abaixo de R$ 20 mil por mês. 57

59 OURO (ATIVO FINANCEIRO) A posição do investimento em ouro, ou seja, quanto você tinha de estoque deste ativo no fim de 2015, deve ser informada com o código 46 (correspondente ao investimento em ouro, ativo financeiro), na aba Bens e Direitos. 58

60 1. Ganhos líquidos mensais de até R$ 20 mil Estão isentos ganhos de capital de até R$ 20 mil por mês obtidos com operações feitas com o ouro. Se for seu caso, a informação deve ser incluída na aba Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, conforme a imagem: 2. Ganhos líquidos mensais acima de R$ 20 mil Já para ganhos acima de R$ 20 mil mensais, será recolhida a alíquota de 15% e as operações precisam estar no campo Operações Comuns/Day trade da ficha Renda Variável. 59

61 3. Day trade Para ganhos com operações no mesmo dia, o imposto incidente é de 20% e, assim como nas negociações comuns, o lucro obtido deve ser lançado na ficha Renda Variável. MERCADOS FUTUROS, DE OPÇÕES E MERCADO A TERMO Os procedimentos para declarar investimentos nos mercados futuros, de opções e mercado a termo seguem a mesma lógica das demais aplicações de renda variável. A diferença é que, ao informar a posição financeira na aba Bens e Direitos, o investimento deve ser declarado com o código

62 Compensação de perdas Vale lembrar que, tanto nos mercados à vista, quanto nos mercados de opções, futuros e a termo, as perdas poderão ser compensadas com os ganhos obtidos no próprio mês ou nos meses subsequentes. As compensações devem ser feitas na ficha Renda Variável, conforme a imagem abaixo: A regra só não vale para operações de day trade, cujas perdas somente podem ser compensadas com ganhos auferidos em operações da mesma natureza. 61

63 A Magnetis é uma consultoria de investimentos online que está revolucionando o modo como as pessoas alcançam seus sonhos por meio de investimentos mais inteligentes e automatizados. Crie agora seu plano personalizado! O ContaAzul é um sistema de gestão integrado 100% online para pequenas empresas que pensam grande. Com ele você controla seu financeiro, suas vendas, seu estoque e emite nota fiscal eletrônica. Experimente agora!

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