CARTILHA DE ORIENTAÇÕES AOS AGENTES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE BELÉM NO ANO ELEITORAL.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CARTILHA DE ORIENTAÇÕES AOS AGENTES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE BELÉM NO ANO ELEITORAL."

Transcrição

1 CARTILHA DE ORIENTAÇÕES AOS AGENTES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE BELÉM NO ANO ELEITORAL. 2014

2

3 Índice: Apresentação Definições Importantes VIsão geral do abuso de poder político e de autoridade Administração pública. Reajustes salariais. Uso abusivo da máquina administrativa Quadros com proibições e respectivas exceções Anotações sobre os programas sociais Vedações ao uso eleitoral de bens e serviços públicos Das condutas vedadas aos agentes públicos em campanha eleitoral Calendário eleitoral

4

5 5 Apresentação: As Eleições ocorrerão no dia 05/10/2014, primeiro domingo do mês de outubro. Escolheremos o Presidente, o Vice-Presidente, os Governadores, os Vice-governadores, os Senadores, os Deputados Federais e os Deputados Estaduais. A Secretaria Municipal de Assuntos Jurídicos de Belém, elaborou esta cartilha em consonância com os diplomas legais vigentes, visando informar e instruir os servidores desta Municipalidade sobre às normas vigentes e procedimentos a serem adotados durante o pleito eleitoral do ano de A presente cartilha tem por objetivo resumir, num só texto, as principais normas que dirigem e orientam o comportamento dos gestores municipais e todo o corpo de agentes públicos para as eleições de 2014, iniciando com a noção geral que atende à compreensão que o agente público deve ter quanto a ilícitos ligados a abuso de poder, a Lei Ordinária nº 9.504/1997 (estabelece Normas para as eleições) com suas atualizações e Resoluções do TSE. Antonio Alberto Taveira dos Santos Secretário de Assuntos Jurídicos do Município Karla Tuma Lobato Diretora Geral da Semaj

6 6 Definições Importantes: Agentes Públicos: Reputa-se agente público, quem exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nos órgãos ou entidades da administração pública direta, indireta ou fundacional (Lei nº 9.504/97, art. 73, 1º). Administração Pública Direta: Administração Pública centralizada ou direta se constitui dos serviços integrados na estrutura administrativa da Presidência da República e dos Ministérios (inciso I, art. 4º, Decreto-Lei 200/1967) é exercida diretamente pela União, Estados e Municípios que, para tal fim, utiliza-se de ministérios, secretarias e outros órgãos, apresentando, assim, uma estrutura eminentemente piramidal. No Município de Belém são órgãos da administração direta: Gabinete do Prefeito, Guarda Municipal (vinculado ao Gabinete), SEMAD, SEFIN, SEMAJ, SEMEC, SEURB, SESMA, SESAN, SECON, SEGEP, SEHAB, SEMMA, SEJEL, COMUS, ADIC, ADMO, AROUT, BELEMTUR, AGM e OGM. Administração Pública Indireta: Administração Pública descentralizada ou indireta compreende as seguintes categorias de entidades, dotadas de personalidade jurídica própria: a) Autarquias; b) Empresas Públicas; c) Sociedades de Economia Mista; e d) fundações públicas (inciso II, art. 4º, Decreto-Lei 200/1967), exercida por outras pessoas jurídicas que não se confundem com os entes federados, dotadas de personalidade jurídica própria e vinculadas ao órgão em cuja área de competência se enquadrar sua principal atividade, gozando, entretanto, de autonomia administrativa e financeira. No Município de Belém são entidades da administração indireta: IPAMB, FUNPAPA, FMAE, FUMBEL, SEMOB, CODEM, CINBESA, FUNBOSQUE, AMAE/BELÉM.

7 Visão geral do abuso de poder político e de autoridade (Retirado e adaptado de Condutas Vedadas aos agentes públicos federais em eleições: eleições 2012, orientação aos agentes públicos - Advocacia-Geral da União e Subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, 3. ed. revista, ampliada e atualizada. - Brasília: AGU, Presidência da República/Casa Civil, 2012, páginas 7-8) 7 A disciplina legal contida nos arts. 73 a 78 da Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997 (Lei das Eleições), e na Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990 (Lei de Inelegibilidades), mormente em seu art. 22, visa impedir o uso do aparelho burocrático da administração pública de qualquer esfera de poder (federal, estadual, distrital ou municipal) em favor de candidatura, para, com isso, manter a igualdade de condições na disputa eleitoral. Assim, os agentes públicos da Administração devem ter cautela para que seus atos não estejam de alguma forma interferindo na isonomia necessária entre os candidatos ou violando a moralidade e a legitimidade das eleições. Deve-se alertar que, no Código Eleitoral brasileiro (Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965), bem como na Lei Complementar nº 64, de 1990, há vedação de caráter amplo e genérico para a administração pública e seus gestores. Trata-se da responsabilização da autoridade e do candidato na hipótese de uso indevido ou abuso do poder de autoridade, em beneficio de candidato ou partido político. Isso implica que, além das hipóteses expressamente previstas na Lei das Eleições, que serão a frente visitadas, a Justiça Eleitoral também tem competência para analisar e punir casos que entender possa ter havido abuso do poder de autoridade. Dessa forma, atos de governo, em determinadas hipóteses e formas, também poderão, mesmo que legais, ser entendidos como abusivos se, de algum modo, puderem ser associados como benefício a certo candidato, partido político ou coligação. Por exemplo, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a concessão de benefícios a servidores públicos estaduais nas proximidades das eleições municipais pode caracterizar abuso do poder político, desde que evidenciada, como na hipótese, a possibilidade de haver reflexos na circunscrição do pleito municipal, diante da coincidência de eleitores (RESPE nº , de , rel. Min. Cesar Asfor Rocha).

8 8 Ressalte-se que, do ponto de vista eleitoral, o ato do agente público é ilícito quando sua ação intervier no processo político-eleitoral, beneficiando partido, coligação ou candidato, de maneira a influenciar a consciência eleitoral do cidadão e, conseqüentemente, interferir no equilíbrio do pleito. No entanto, os atos que, mesmo não afetando a igualdade de oportunidades entre os candidatos, desviam da sua finalidade pública podem ser considerados atos de improbidade administrativa, implicando punição aos agentes que os tenham praticado, bem como ao eventual candidato beneficiário da ação. Nada obstante, não se deve olvidar o fato de que a participação em campanhas eleitorais é direito de todos os cidadãos, claro, com as ressalvas e limites legais como detalharemos. Portanto, não é vedado aos agentes públicos participar, fora do horário de trabalho, de eventos de campanha eleitoral a partir de 6 de julho, quando por força do art. 36 da Lei nº 9.504, de 1997, é permitida a realização de propaganda eleitoral, devendo observar, no entanto, e como já dito, os limites impostos pela legislação e pelos princípios éticos que regem a Administração Pública.

9 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. REAJUSTES SALARIAIS. USO ABUSIVO DA MÁQUINA ADMINISTRATIVA. 9 (Tabelas com resumo obtidas de Cartilha publicada pela Procuradoria Geral da República, POR DENTRO DAS ELEIÇÕES: Em defesa da cidadania, Maria Célia Néri de Oliveira, 2ª edição, Brasília 2012, páginas 33, 34, 35 e 36, apud 1 JANEIRO 180 dias antes da Eleição Três meses antes da eleição ABRIL Julho A partir dessa data, os governos estaduais, municipais e federal não podem mais distribuir benefícios avulsos, exceto em programas já existentes e em situação de calamidade. A data também marca o início do registro dos institutos de pesquisa. Só os institutos registrados nos tribunais eleitorais podem realizar pesquisas eleitorais. A partir dessa data, o governo não pode anunciar nenhum benefício novo a servidores públicos. É vedado aos agentes públicos fazer, na circunscrição do pleito, revisão geral da remuneração dos servidores públicos que exceda a recomposição da perda do seu poder aquisitivo ao longo do ano da eleição. Os governantes, a partir dessa data, não podem nomear ou demitir servidor sem justa causa e fazer propaganda de feitos institucionais. O Governo Federal fica proibido de liberar recursos aos estados e municípios, exceto verba destinada a cumprir obrigação formal preexistente para execução de obra ou de serviço em andamento e com cronograma prefixado, e os destinados a atender situações de emergência e de calamidade pública. A partir dessa data, fica proibido a todos os candidatos participarem de inaugurações de obras públicas (Resolução /TSE) ou contratarem shows artísticos, pagos com recursos públicos, para inaugurações (Lei 9.504/97, Art. 75). Os agentes públicos cujos cargos estejam em disputa na eleição (Lei no 9.504/97, Art. 73, VI, b e c, e 3o), ficam impedidos: a) de autorizar publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos municipais, ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral; b) fazer pronunciamento em cadeia de rádio e de televisão, fora do horário eleitoral gratuito, salvo quando, a critério da Justiça Eleitoral, tratar-se de matéria urgente, relevante e característica das funções de governo. A utilização da máquina administrativa ou de recursos públicos para beneficiar determinado candidato configura abuso do poder político. São inúmeras as situações em que o abuso do poder político ou de autoridade pode ocorrer, mas a lei reconheceu que algumas delas são mais graves e, por isso, fez constar expressamente da lei a sua proibição (Arts. 73 a 78 da Lei 9.504/97), bem como as respectivas exceções. O abuso do poder político se diferencia do abuso do poder econômico porque, neste, não há participação de servidores ou recursos públicos.

10 Veja, no quadro, as proibições e respectivas exceções: Condutas vedadas Exceções 10 A partir de abril, prefeitos não podem conceder aumento salarial a servidores públicos municipais; os governadores, a servidores estaduais; e o presidente da República aos servidores federais, se esses aumentos forem superiores à recomposição das perdas ocorridas durante o ano (Lei 9.504/97, Art. 73, VIII). São permitidos reajustes salariais para recomposição do poder aquisitivo e a reestruturação de carreiras. Ceder ou usar, em prol de candidato, bens móveis ou imóveis públicos empregados na realização ou prestação de serviço público, inclusive os pertencentes a concessionárias de serviço público (ainda que sejam empresas privadas. Ex.: empresas de transporte coletivo) (Lei 9.504/97, Art. 73, I). Excluem-se da proibição: - os bens de uso comum, como ruas, praças e parques; - o uso de transporte oficial pelo presidente da República, governadores e prefeitos que disputam a reeleição. Nesse caso, entretanto, as despesas terão de ser ressarcidas aos cofres públicos pelo partido ou coligação. - as residências oficiais desses agentes políticos, desde que não sirvam como comitês políticos. Utilizar bens ou serviços públicos em prol de determinada candidatura (Lei 9.504/97, Art. 73, II). O TSE decidiu que só é proibida a utilização que exceder a quota de material e serviços prevista nos regimentos internos dos órgãos e desde que esse material apenas divulgue a atividade parlamentar, sem fazer propaganda eleitoral Ceder ou utilizar servidor público para comitê de campanha eleitoral (Lei 9.504/97, Art. 73, III). O servidor pode trabalhar por vontade própria, fora do horário do expediente. O servidor pode trabalhar no horário do expediente se estiver licenciado ou em férias. Distribuir gratuitamente bens, valores ou benefícios de caráter social para promover determinado candidato (Lei 9.504/97, Art. 73, IV). A distribuição pode ser feita: - quando for destinada a socorrer pessoas por calamidade pública ou estado de emergência, ou - quando se tratar de programas sociais autorizados por lei e que já estavam sendo executados financeiramente desde o ano anterior.

11 Condutas vedadas Exceções 11 Nomear, admitir, transferir ou dispensar servidor público nos três meses antes da eleição até a posse dos eleitos (Lei 9.504/97, Art. 73, V). É permitida: - a nomeação ou exoneração de cargos em comissão ou designação ou a dispensa de funções de confiança; - a nomeação para cargos do Poder Judiciário, do Ministério Público, dos Tribunais ou Conselhos de Contas e dos órgãos da Presidência da República; - a nomeação dos aprovados em concursos públicos homologados até essa data (três meses antes da eleição); - a nomeação ou contratação necessária à instalação ou ao funcionamento inadiável de serviços públicos essenciais; - a transferência ou remoção ex officio de militares, policiais civis e de agentes penitenciários. Ex officio significa de ordem, determinada pela autoridade superior. É oposta à remoção a pedido. Também é permitido: - realizar concurso público; - tomar posse e entrar em exercício no cargo para o qual já tinha havido nomeação antes da data-limite (três meses antes da eleição). Transferir recursos da União aos estados e municípios, e dos estados aos municípios (Lei 9.504/97, Art. 73, VI). Não se proíbe os repasses constitucionais, como os relativos aos Fundos de Participação ou os do SUS. Também são permitidos os repasses de recursos destinados a cumprir obrigação formal preexistente para a execução de obra ou serviço em andamento e os destinados a atender situações de emergência e calamidade pública. São permitidos os repasses a entidades privadas, como associações e fundações.

12 Condutas vedadas Exceções 12 Realizar propaganda institucional, nos três meses que antecedem a eleição, de atos, programas, obras, serviços e campanhas de órgãos públicos (Lei 9.504/97, Art. 73, VI, b). Quando se tratar de propaganda de produtos e serviços que tenham concorrência no mercado. O TSE já decidiu que, como a proibição diz respeito aos agentes que estejam disputando a eleição, prefeitos podem fazer propaganda em ano de eleições gerais; e presidentes e governadores podem fazê-lo em ano de eleições municipais. Fazer pronunciamento em cadeia de rádio e televisão, fora do horário eleitoral gratuito, nos três meses que antecedem a eleição (Lei 9.504/97, Art. 73, VI, c) O pronunciamento é permitido quando se tratar de matéria urgente e relevante e for autorizado pela Justiça Eleitoral. Realizar, durante o período eleitoral, propaganda institucional com nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal (Lei 9.504/97, Art. 74). Não há exceções. Realizar propaganda institucional que exceda a média de gastos dos três últimos anos que antecedem a eleição ou do último ano imediatamente anterior (Lei 9.504/97, Art. 73, VII) A propaganda poderá ser feita em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral. Contratar, nos três meses que antecedem as eleições, shows artísticos pagos com recursos públicos para inaugurações (Lei 9.504/97, Art. 75). Não há exceções. Comparecer a inaugurações de obras públicas nos três meses que antecedem as eleições (Lei 9.504/97, Art. 77). Não há exceções.

13 Anotações sobre os programas sociais, subvenções, distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da administração pública, e limtações a este conceito. 13 Em consagrada cartilha, a Secretaria Municipal de Assuntos Jurídicos SEMAJ, por meio do seu Centro de Estudos Jurídicos CEJ, na relatoria do Exmo. Sr. Procurador Luiz Neto, em anos eleitorais anteriores precisava quanto às condutas que devem ser observadas pelos agentes públicos, sob o título Cartilha de orientações aos agentes públicos do Município de Belém. Assim, em vigor, merecem ser observadas já as recomendações tidas, com a reprodução que haverá, e, sendo o direito evolutivo, importando em muito para a sua aplicação a interpretação dos Tribunais em relação às normas, em seguida à reprodução do texto, revelarmos que pontos foram evoluídos na jurisprudência para assim acrescer aos entendimentos já erigidos: Cartilha de orientações aos agentes públicos do Município de Belém.... OMISSIS Prescreve o art. 73, 10 e 11 da Lei Ordinária nº 9.504/97: Art. 73. São proibidas aos agentes públicos, servidores ou não, as seguintes condutas tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais: 1º.... (...) 10. No ano em que se realizar eleição, fica proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da Administração Pública, exceto nos casos de calamidade pública, de estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior, casos em que o Ministério Público poderá promover o acompanhamento de sua execução financeira e administrativa. 11. Nos anos eleitorais, os programas sociais de que trata o 10 não poderão ser executados por entidade nominalmente vinculada a candidato ou por esse mantida. I Observando-se o 10, verifica-se que esta vedação não é absoluta, pois comporta algumas exceções: a) casos de calamidade pública: situação de perigo grave, generalizada a uma região decorrentes de eventos da natureza Ex: inundação, epidemias..., b) estado de emergência: caracterizam-se pela urgência de atendimento de situações que possam ocasionar prejuízos ou comprometer a incolumidade ou segurança das pessoas, obras, serviços, equipamentos e outros bens públicos ou particulares, exigindo rápida providência da administração para debater melhorias ou minorar conseqüências lesivas à comunidade.

14 14 c) programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior: são instrumentos de organização de ações governamentais desenvolvidas pelo Estado que visam a efetivação dos direitos sociais constitucionais e/ou projetos. Ex.: Programa Fome Zero, Programa Bolsa-Família.... quando a norma diz que fica proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da Administração Pública... delineia com exatidão o que pretende não pode haver distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios. E a quem está vedada tal distribuição? À Administração Pública, seja ela federal, estadual, municipal, direta ou indireta! Cabe-nos, pois, saber qual o conceito jurídico para a expressão em foco. A hermenêutica mais adequada para esse caso, a nosso ver, é interpretar a expressão distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios a terceiros como doar algo grátis, sem ônus, como sói ocorrer em subvenções sociais, doações realizadas sem encargo, contribuições a pessoas jurídicas sem fins lucrativos e outras. Só que esses casos, geralmente, não se enquadram no parágrafo citado por se tratar de programas sociais autorizados por lei. Constam das leis orçamentárias aprovadas pelo legislativo no ano antecedente à sua execução. (http:// da-lei-n%c2%ba o-esp%c3%adrito-da-lei) Se as obras ou os serviços ainda não tiverem sido iniciados, não é possível nenhum tipo de repasse de recurso durante todo o período do ano pré-eleitoral. IMPORTANTE: A mera previsão em lei orçamentária anual dos recursos destinados a esses programas, não tem o condão de legitimar sua criação (TSE-AgR-AI Magé/RJ, 17/08/2011). CUIDADO: A norma do 10 do artigo 73 da Lei nº 9.504/1997 é obstáculo a ter-se, no ano das eleições, o implemento de benefício fiscal referente à dívida ativa do Município bem como o encaminhamento à Câmara de Vereadores de projeto de lei, no aludido período, objetivando a previsão normativa voltada a favorecer inadimplentes. (TSE - consulta Brasília/DF. 20/09/2011). II - Considerando-se o 11, podemos depreender que: não será permitido, no ano eleitoral, o início ou a continuidade de programa social executado por entidade nominalmente vinculada a candidato ou por este mantida. A vedação é ampla e atinge todos os programas, ainda que autorizados em lei ou em execução orçamentária no exercício anterior. O Decreto Municipal n A/2008 no art. 6º veda também a concessão de benefícios fiscais, como estímulos fiscais, remissões de débitos durante todo o período eleitoral. Observa-se que a vedação é absoluta, portanto não comportando exceções.

15 15 Retomando, assim, o assunto, no que diz respeito em específico ao art. 73, 10 da Lei nº9.504/97 (Lei Eleitoral) e a evolução da temática na jurisprudência, passamos a destacar a delimitação que o Egrégio Tribunal Superior Eleitoral TSE vem trazendo para a norma em sua interpretação. O Eg. TSE vem precisando o âmbito de incidência da hipótese prevista no art. 73, 10 da Lei nº 9.504/97. Destaque-se que, para além de uma reflexão exegética estrita à matéria eleitoral, a Corte teve por dimensionar os contornos da expressão distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da Administração Pública, entendendo que o repasse de recursos financeiros a entidades privadas para a realização de projetos na área da cultura, do esporte e do turismo não se amoldam ao conceito de distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios, sendo inerente a fixação de contrapartidas, podendo ser financeiras ou na forma de bens, serviços próprios ou sociais. Vejamos os recentes arestos: [...]. Conduta vedada. Art. 73, 10, da Lei nº 9.504/97. Senador. Deputado estadual. Repasse. Recursos financeiros. Subvenção social. Entidades privadas. Fomento. Turismo. Esporte. Cultura. Contrato administrativo. Contrapartida. Gratuidade. Descaracterização. [...] 2. A assinatura de convênios e o repasse de recursos financeiros a entidades privadas para a realização de projetos na área da cultura, do esporte e do turismo não se amoldam ao conceito de distribuição gratuita, previsto no art. 73, 10, da Lei nº 9.504/97. [...] (TSE, Ac. de no RO nº , rel. Min. Marcelo Ribeiro.) Recurso contra expedição de diploma. Senador. Deputado estadual. Repasse. Recursos financeiros. Entidades públicas e privadas. Fomento. Turismo. Esporte. Cultura. Contrato administrativo. Contrapartida. Gratuidade. Descaracterização. Abuso do poder político e econômico. Ausência de prova. Desprovimento. [...] 5. O mero aumento de recursos transferidos em ano eleitoral não é suficiente para a caracterização do ilícito, porquanto o proveito eleitoral não se presume, devendo ser aferido mediante prova robusta de que o ato aparentemente irregular fora praticado com abuso ou de forma fraudulenta, de modo a favorecer a imagem e o conceito de agentes públicos e impulsionar eventuais candidaturas. [...] NE: Trecho do voto do relator: Não se pode equiparar a transferência de recursos com vistas ao fomento da cultura, do esporte e do turismo à distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios, sobretudo quando há formalização de contratos que preveem contrapartidas por parte dos proponentes, podendo ser financeiras, na forma de bens ou serviços próprios ou sociais (TSE, Ac. de no RCED nº 43060, rel. Min. Marcelo Ribeiro.)

16 16 Conforme se afere da jurisprudência do Eg. TSE, com arrimo ainda no r. Acórdão nº daquela Corte, de acordo com a linha exegética adotada pela mesma, os bens, valores, auxílios ou benefícios objetos da vedação são aqueles de cunho assistencialista, como: a)a distribuição de animais (RO nº149655/al, DJE de , rel. Min. Arnaldo Versiani); b)as isenções tributárias (Cta. nº153169/df, DJE de , rel. Min. Marco Aurélio); c)a distribuição de bens de caráter assistencial (AgR-AI nº116967/rj, DJE , REL. Min. Nancy Andrighi); nº /sc, DJE de , rel. Min. Aldir Passarinho Junior); e)a doação de bens perecíveis (Pet nº100080/df, DJE de , rel. Min. Marco Aurélio); e f)o repasse de valores destinados à assistência social (Cta. nº95139/df, DJE de , rel. Min. Marco Aurélio) Daí a relevância de, já à prima facie, as hipóteses acima citadas serem de logo observadas enquanto insertas na vedação do art. 73, 10, da Lei nº 9.504/97, sem prejuízo da abertura havida do que não se insere no alcance do referido dispositivo, como aqui já visitado. d)a distribuição de cestas básicas (AgR-Respe

17 Vedações ao uso eleitoral de bens e serviços públicos ATENÇÃO! NÃO USE FUNCIONAL, CELULAR FUNCIONAL, VEÍCULOS OFICIAIS E DEMAIS BENS PÚBLICOS EM PROL DE CANDIDATURA! Jurisprudência: RECURSO. REPRESENTAÇÃO. ELEIÇÕES CANDIDATURA À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. CONDUTA VEDADA. PRAZO PARA AJUIZAMENTO. ART. 73, 12. ART. 73, I, DA LEI 9.504/97. UTILIZAÇÃO DE BENS PÚBLICOS EM PROL DE CANDIDATO. CONFIGURAÇÃO, INDEPENDENTEMENTE DA POTENCIALIDADE. PROPORCIONALIDADE NA FIXAÇÃO DA SANÇÃO. ART. 73, 8º, DA LEI 9.504/ Com o advento da Lei /2009, o prazo para o ajuizamento das representações fundamentadas na prática de condutas vedadas estende-se até a diplomação dos eleitos, nos termos do art. 73, 12, da Lei / A configuração das condutas vedadas aos agentes públicos ocorre com a mera prática de uma das hipóteses mencionadas no art. 73 da Lei 9.504/97, independentemente da potencialidade lesiva de influenciar o resultado do pleito, já que há presunção legal de que a prática dessas condutas tende a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais, independentemente de sua repercussão. Precedentes. 3. Na espécie, servidora pública municipal enviou 71 (setenta e uma) correspondências eletrônicas por meio de seu correio eletrônico funcional, divulgando mensagem em favor da então candidata à Presidência da República Dilma Rousseff. 4. A despeito de ser beneficiária da conduta, a representada Dilma Rousseff não deve ser sancionada, considerado o contexto da eleição presidencial brasileira. 5. Recurso provido para conhecer da representação e julgá-la parcialmente procedente, com aplicação de multa no mínimo legal à responsável pela prática da conduta. (Recurso em Representação nº , Acórdão de 21/03/2012, Relator(a) Min. FÁTIMA NANCY ANDRIGHI, Publicação: DJE - Diário de justiça eletrônico, Tomo 077, Data 25/04/2012, Página ) 2. Art. 73 da Lei n 9.504/97: São proibidas aos agentes públicos, servidores ou não, as seguintes condutas tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais: usar materiais ou serviços, custeados pelos Governos ou Casas Legislativas, que excedam as prerrogativas consignadas nos regimentos e normas dos órgãos que integram: Não pode usar o telefone fixo ou móvel, para marcar reunião partidária ou para tratar de qualquer assunto relacionado, direta ou indiretamente a qualquer candidatura.

18 18 Ceder servidor público ou empregado da administração direta ou indireta federal, estadual ou municipal do Poder Executivo, ou usar de seus serviços, para comitês de campanha eleitoral de candidato, partido político ou coligação, durante o horário de expediente normal, salvo se o servidor ou empregado estiver licenciado. Para trabalhar em campanha, o servidor deverá tirar férias ou licença. Nos 3 meses que antecedem ao pleito não podem realizar transferência voluntária de recursos da União aos Estados e Municípios, e dos Estados aos Municípios, sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvados os recursos destinados a cumprir obrigação formal preexistente para execução de obra ou serviço em andamento e com cronograma prefixado, e os destinados a atender situações de emergência e de calamidade pública. Transferência voluntária, segundo o art. 125 da LRF, é a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da federação, auxílio ou assistência financeira, que decorra de determinação constitucional ou legal, ou que sejam destinados ao SUS. Não se enquadram neste conceito os repasses provenientes de convênio ou similares. A partir de 05 de julho de 2014, na realização de inaugurações é vedada a contratação de shows artísticos pagos com recursos públicos (Lei nº 9.504/97, art. 75). O descumprimento do disposto acarretará a suspensão imediata da conduta vedada, quando for o caso, e sujeitará os responsáveis a multa no valor de cinco a cem mil UFIR. O candidato beneficiado pela conduta vedada, agente público ou não, poderá sujeitar-se à cassação do registro ou do diploma, sem prejuízo da sujeição do agente público a processo judicial para apuração de cometimento de ato de improbidade administrativa (Lei nº 8.429/92, arts 11, I e 12, III), abuso de autoridade (Lei Complementar nº64/90, art. 22 e Lei nº 9.504/97, art. 74) e configuração de outras sanções de caráter constitucional, administrativo ou disciplinar fixadas. 3. O art.75, Lei nº 9.504/1997, também estabelece outra vedação: Art. 75. Nos três meses que antecederem as eleições, na realização de inaugurações é vedada a contratação de shows artísticos pagos com recursos públicos. A partir de 05 de julho de 2014, não é permitida a realização de shows artísticos custeados com recursos públicos. 4. Dispõe o art. 77 da Lei nº 9.504/1997: Art. 77. É proibido a qualquer candidato comparecer, nos 3 (três) meses que precedem o pleito, a inaugurações de obras públicas. Esta redação foi alterada pela lei nº /2009, a vedação não ficou restrita aos candidatos a cargos do Poder Executivo. Ocorreu alteração também no verbo passando de participar para comparecer, o que demonstrou a nítida preocupação do legislador no sentido de tornar-se mais rígida, atingindo mesmo os candidatos que simplesmente comparecem ao evento sem realizar nenhum pronunciamento, estando sujeito o infrator à cassação do registro ou do diploma. Isso independe do candidato estar concorrendo ou não à reeleição.

19 RESOLUÇÃO Nº INSTRUÇÃO Nº CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL 19 (fonte: Relator: Ministro Dias Toffoli Ementa: Dispõe sobre propaganda eleitoral e condutas ilícitas em campanha eleitoral nas Eleições de CAPÍTULO IX DAS CONDUTAS VEDADAS AOS AGENTES PÚBLICOS EM CAMPANHA ELEITORAL Art. 50. São proibidas aos agentes públicos, servidores ou não, as seguintes condutas tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais (Lei nº 9.504/97, art. 73, I a VIII): I ceder ou usar, em benefício de candidato, partido político ou coligação, bens móveis ou imóveis pertencentes à administração direta ou indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, ressalvada a realização de convenção partidária; II usar materiais ou serviços, custeados pelos governos ou casas legislativas, que excedam as prerrogativas consignadas nos regimentos e normas dos órgãos que integram; III ceder servidor público ou empregado da administração direta ou indireta federal, estadual ou municipal do Poder Executivo, ou usar de seus serviços, para comitês de campanha eleitoral de candidato, partido político ou coligação, durante o horário de expediente normal, salvo se o servidor ou o empregado estiver licenciado; IV fazer ou permitir uso promocional em favor de candidato, partido político ou coligação, de distribuição gratuita de bens e serviços de caráter social custeados ou subvencionados pelo Poder Público; V nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, ex officio, remover, transferir ou exonerar servidor público, na circunscrição do pleito, a partir de 5 de julho de 2014 até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvadas: a) a nomeação ou exoneração de cargos em comissão e designação ou dispensa de funções de confiança; b) a nomeação para cargos do Poder Judiciário, do Ministério Público, dos Tribunais ou conselhos de contas e dos órgãos da Presidência da República; c) a nomeação dos aprovados em concursos públicos homologados até o início daquele prazo; d) a nomeação ou contratação necessária à instalação ou ao funcionamento inadiável de serviços públicos essenciais, com prévia e expressa autorização do Chefe do Poder Executivo; e) a transferência ou remoção ex officio de militares, policiais civis e de agentes penitenciários.

20 VI a partir de 5 de julho de 2014 até a realização do pleito: a) realizar transferência voluntária de recursos da União aos Estados e Municípios, e dos Estados aos Municípios, sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvados os recursos destinados a cumprir obrigação formal preexistente para a execução de obra ou serviço em andamento e com cronograma prefixado, e os destinados a atender situações de emergência e de calamidade pública; b) com exceção da propaganda de produtos e serviços que tenham concorrência no mercado, autorizar publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral; c) fazer pronunciamento em cadeia de rádio e televisão fora do horário eleitoral gratuito, salvo quando, a critério da Justiça Eleitoral, tratar-se de matéria urgente, relevante e característica das funções de governo. VII realizar, em ano de eleição, antes do prazo fixa do no inciso anterior, despesas com publicidade dos órgãos públicos ou das respectivas entidades da administração indireta, que excedam a média dos gastos nos 3 últimos anos que antecedem o pleito ou do último ano imediatamente anterior à eleição, prevalecendo o que for menor; VIII fazer, na circunscrição do pleito, revisão geral da remuneração dos servidores públicos que exceda a recomposição da perda de seu poder aquisitivo ao longo do ano da eleição, a partir de 8 de abril de 2014 até a posse dos eleitos. 1º Reputa-se agente público, para os efeitos deste artigo, quem exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nos órgãos ou entidades da Administração Pública direta, indireta ou fundacional (Lei nº 9.504/97, art. 73, 1º). 2º A vedação do inciso I deste artigo não se aplica ao uso, em campanha, de transporte oficial pelo Presidente da República, obedecido o disposto no art. 90 desta resolução, nem ao uso, em campanha, pelos candidatos à reeleição de Presidente e Vice-Presidente da República, de Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal, de suas residências oficiais, com os serviços inerentes à sua utilização normal, para realização de contatos, encontros e reuniões pertinentes à própria campanha, desde que não tenham caráter de ato público (Lei n 9.504/97, art. 73, 2 ). 3º As vedações do inciso VI, alíneas b e c deste artigo, aplicamse apenas aos agentes públicos das esferas administrativas cujos cargos estejam em disputa na eleição (Lei nº 9.504/97, art. 73, 3º). 4º O descumprimento do disposto neste artigo acarretará a suspensão imediata da conduta vedada, quando for o caso, e sujeitará os agentes responsáveis à multa no valor de R$ 5.320,50 (cinco mil trezentos e vinte reais e cinquenta centavos) a R$ ,00 (cento e seis mil quatrocentos e dez reais), sem prejuízo de outras sanções de caráter constitucional, administrativo ou disciplinar fixadas pelas demais leis vigentes (Lei nº 9.504/97, art. 73, 4º, c/c o art. 78). 20

ORIENTAÇÕES AOS AGENTES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS NO ANO ELEITORAL 2016

ORIENTAÇÕES AOS AGENTES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS NO ANO ELEITORAL 2016 ORIENTAÇÕES AOS AGENTES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS NO ANO ELEITORAL 2016 Apresentação: As Eleições Municipais ocorrerão no dia 02/10/2016, primeiro domingo do mês de outubro. Escolheremos o

Leia mais

Condutas Vedadas aos Agentes Públicos Federais

Condutas Vedadas aos Agentes Públicos Federais Condutas Vedadas aos Agentes Públicos Federais Bases legais Constituição Federal Lei das Eleições (Lei 9.504/97) Lei das Inelegibilidades (LC 64/90) Código Eleitoral Resoluções do TSE Finalidade da Legislação

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA AS ELEIÇÕES 2008: Condutas Vedadas aos Gestores PúblicosP

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA AS ELEIÇÕES 2008: Condutas Vedadas aos Gestores PúblicosP Eleições 2008 ORIENTAÇÕES GERAIS PARA AS ELEIÇÕES 2008: Condutas Vedadas aos Gestores PúblicosP Escola Fazendária Teresina, 16 de Junho de 2008 O Art. 73, da Lei nº n 9.504/97, dispõe serem proibidas aos

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO AO AGENTE PÚBLICO CONDUTAS E VEDAÇÕES A SEREM OBSERVADAS DURANTE O ANO ELEITORAL

MANUAL DE ORIENTAÇÃO AO AGENTE PÚBLICO CONDUTAS E VEDAÇÕES A SEREM OBSERVADAS DURANTE O ANO ELEITORAL PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO MANUAL DE ORIENTAÇÃO AO AGENTE PÚBLICO CONDUTAS E VEDAÇÕES A SEREM OBSERVADAS DURANTE O ANO ELEITORAL Natal/RN, 05 de dezembro de 2011. APRESENTAÇÃO

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE CORUMBÁ GABINETE DO PREFEITO

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE CORUMBÁ GABINETE DO PREFEITO REGULAMENTO Nº 01, DE 30 DE JUNHO DE 2008 Dispõe sobre normas e procedimentos administrativos a serem observados por servidores da Administração Pública Municipal candidatos ou não a cargos eletivos em

Leia mais

Você pode contribuir para eleições mais justas

Você pode contribuir para eleições mais justas Procuradoria Regional Eleitoral no Estado de SP Defesa da democracia, combate à impunidade. Você pode contribuir para eleições mais justas Os cidadãos e as cidadãs podem auxiliar muito na fiscalização

Leia mais

SERVIDORES PÚBLICOS CONDUTAS VEDADAS EM ANO ELEITORAL RELATIVAS A

SERVIDORES PÚBLICOS CONDUTAS VEDADAS EM ANO ELEITORAL RELATIVAS A CONDUTAS VEDADAS EM ANO ELEITORAL RELATIVAS A SERVIDORES PÚBLICOS KLEIDE MARIA TENFFEN FIAMONCINI ADVOGADA DA AMAVI kleide@amavi.org.br / juridico@amavi.org.br O QUE VOCÊ AGENTE PÚBLICO NÃO PODE FAZER!!!

Leia mais

agente público nas eleições de 2014 o que pode e o que não pode

agente público nas eleições de 2014 o que pode e o que não pode agente público nas eleições de 2014 o que pode e o que não pode Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional Fundação Prefeito Faria Lima Cepam Centro de Estudos

Leia mais

DESPESAS COM PESSOAL NOS 180 DIAS FINAIS DE MANDATO

DESPESAS COM PESSOAL NOS 180 DIAS FINAIS DE MANDATO COORDENAÇÃO-GERAL DE NORMAS DE CONTABILIDADE APLICADAS À FEDERAÇÃO - CCONF GERÊNCIA DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE GESTÃO FISCAL - GENOP DESPESAS COM PESSOAL NOS 180 DIAS FINAIS DE MANDATO Art. 21, parágrafo

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 22.579. INSTRUÇÃO Nº 111 CLASSE 12ª DISTRITO FEDERAL (Brasília).

RESOLUÇÃO Nº 22.579. INSTRUÇÃO Nº 111 CLASSE 12ª DISTRITO FEDERAL (Brasília). RESOLUÇÃO Nº 22.579 INSTRUÇÃO Nº 111 CLASSE 12ª DISTRITO FEDERAL (Brasília). Relator: Ministro Ari Pargendler. CALENDÁRIO ELEITORAL (Eleições de 2008) O Tribunal Superior Eleitoral, usando das atribuições

Leia mais

agente público no período eleitoral o que pode e o que não pode

agente público no período eleitoral o que pode e o que não pode agente público no período eleitoral o que pode e o que não pode Governo do Estado de São Paulo Geraldo Alckmin Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional Julio Semeghini Fundação Prefeito Faria

Leia mais

CONDUTAS VEDADAS EM ANO ELEITORAL E FINAL DE MANDATO MUNICIPAL Palestrante: Marcos Fey Probst

CONDUTAS VEDADAS EM ANO ELEITORAL E FINAL DE MANDATO MUNICIPAL Palestrante: Marcos Fey Probst CONDUTAS VEDADAS EM ANO ELEITORAL E FINAL DE MANDATO MUNICIPAL Palestrante: Marcos Fey Probst Promoção: Execução: Condutas vedadas em ano eleitoral Promoção Execução Condutas Vedadas em ano eleitoral Art.

Leia mais

Manual para o Período Eleitoral do ano de 2014 ORIENTAÇÕES SOBRE A ATIVIDADE PUBLICITÁRIA PARA O PERÍODO ELEITORAL DO ANO DE 2014

Manual para o Período Eleitoral do ano de 2014 ORIENTAÇÕES SOBRE A ATIVIDADE PUBLICITÁRIA PARA O PERÍODO ELEITORAL DO ANO DE 2014 Manual para o Período Eleitoral do ano de 2014 ORIENTAÇÕES SOBRE A ATIVIDADE PUBLICITÁRIA PARA O PERÍODO ELEITORAL DO ANO DE 2014 Subsecretaria de Comunicação 2014 1 ESCLARECIMENTOS INICIAIS Está em curso

Leia mais

Condutas vedadas aos agentes públicos em período

Condutas vedadas aos agentes públicos em período 1 de 7 15/7/2014 16:51 Este texto foi publicado no site Jus Navigandi no endereço http://50.116.32.46:8081/artigos/27311 Para ver outras publicações como esta, acesse http://jus.com.br Condutas vedadas

Leia mais

Governo de Mato Grosso Auditoria Geral do Estado CARTILHA DE ORIENTAÇÃO AOS AGENTES PÚBLICOS

Governo de Mato Grosso Auditoria Geral do Estado CARTILHA DE ORIENTAÇÃO AOS AGENTES PÚBLICOS Governo de Mato Grosso Auditoria Geral do Estado CARTILHA DE ORIENTAÇÃO AOS AGENTES PÚBLICOS Eleições 2014 ORIENTAÇÕES AOS AGENTES PÚBLICOS DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DE MATO GROSSO PARA AS ELEIÇÕES

Leia mais

I - nomeação ou exoneração de cargos em comissão e designação ou dispensa de funções de confiança;

I - nomeação ou exoneração de cargos em comissão e designação ou dispensa de funções de confiança; Para navegar entre as ocorrências da expressão pesquisada existem os marcadores "" em cada ocorrência: - Clicando em "" vai para a próxima

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO N 23.089 INSTRUÇÃO N 126 - CLASSE 19ª - BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL.

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO N 23.089 INSTRUÇÃO N 126 - CLASSE 19ª - BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL. TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO N 23.089 INSTRUÇÃO N 126 - CLASSE 19ª - BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. CALENDÁRIO ELEITORAL (Eleições de 2010) O Tribunal Superior

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno COMUNICADO UCCI nº 001/2008. ÓRGÃO: Gabinete do Prefeito Municipal, Poder

Leia mais

CONDUTAS VEDADAS AOS AGENTES PÚBLICOS FEDERAIS EM ELEIÇÕES MUNICIPAIS

CONDUTAS VEDADAS AOS AGENTES PÚBLICOS FEDERAIS EM ELEIÇÕES MUNICIPAIS Presidência da República Advocacia-Geral da União Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil AOS AGENTES PÚBLICOS FEDERAIS EM ELEIÇÕES MUNICIPAIS ELEIÇÕES 2008 ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO Presidência

Leia mais

OBRIGAÇÕES NO ÚLTIMO ANO DE MANDATO

OBRIGAÇÕES NO ÚLTIMO ANO DE MANDATO OBRIGAÇÕES NO ÚLTIMO ANO DE MANDATO Tribunal de Contas do Estado do Tocantins Junho/2008 Coordenadoria LRF Obrigações no último ano de mandato 2008 - último ano de mandato municipal. Um ano que prevê uma

Leia mais

Eleições 2014 Orientações aos Agentes Públicos

Eleições 2014 Orientações aos Agentes Públicos 1 Eleições 2014 Orientações aos Agentes Públicos Ceará 2014 2 CASA CIVIL Cambeba Elaborado com base em Cartilha editada pela 3 6 9 10 12 13 13 16 19 20 20 21 22 23 23 24 4 26 26 29 30 30 32 34 1. alegar

Leia mais

ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA CONDUTA DE SERVIDORES PÚBLICOS EM PERÍODO ELEITORAL NO ÂMBITO DO MCTI

ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA CONDUTA DE SERVIDORES PÚBLICOS EM PERÍODO ELEITORAL NO ÂMBITO DO MCTI ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO CONSULTORIA-GERAL DA UNIÃO CONSULTORIA JURÍDICA JUNTO AO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA CONDUTA DE SERVIDORES PÚBLICOS EM PERÍODO ELEITORAL

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL LEI Nº 11.300, DE 10 DE MAIO DE 2006 Dispõe sobre propaganda, financiamento e prestação de contas das despesas com campanhas eleitorais, alterando a Lei n o 9.504, de 30

Leia mais

A execução de programas e concessão de benefícios sociais em ano eleitoral

A execução de programas e concessão de benefícios sociais em ano eleitoral A execução de programas e concessão de benefícios sociais em ano eleitoral A execução de programas e concessão benefícios sociais em ano eleitoral deve ser realizada pela Administração Pública com parcimônia

Leia mais

COMO O AGENTE PÚBLICO MUNICIPAL DEVE SE COMPORTAR NAS ELEIÇÕES

COMO O AGENTE PÚBLICO MUNICIPAL DEVE SE COMPORTAR NAS ELEIÇÕES COMO O AGENTE PÚBLICO MUNICIPAL DEVE SE COMPORTAR NAS ELEIÇÕES 2014 Sumário APRESENTAÇÃO 4 DEFINIÇÃO DE AGENTE PÚBLICO PARA FINS ELEITORAIS 5 CONDUTAS VEDADAS AOS AGENTES PÚBLICOS EM CAMPANHAS ELEITORAIS

Leia mais

A Vedação da Propaganda Institucional no Período Eleitoral e a Lei 9.504/97

A Vedação da Propaganda Institucional no Período Eleitoral e a Lei 9.504/97 268 Série Aperfeiçoamento de Magistrados 7 Curso: 1º Seminário de Direito Eleitoral: Temas Relevantes para as Eleições de 2012 A Vedação da Propaganda Institucional no Período Eleitoral e a Lei 9.504/97

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº xx.xxx INSTRUÇÃO Nº 952-19.2013.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

RESOLUÇÃO Nº xx.xxx INSTRUÇÃO Nº 952-19.2013.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº xx.xxx INSTRUÇÃO Nº 952-19.2013.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Dias Toffoli Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre pesquisas eleitorais para

Leia mais

ELEICÕES. Condutas Vedadas aos Agentes Públicos Municipais em Período Eleitoral

ELEICÕES. Condutas Vedadas aos Agentes Públicos Municipais em Período Eleitoral SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. DEFINIÇÃO DE AGENTE PÚBLICO PARA FINS ELEITORAIS. 3. DAS S VEDADAS AOS AGENTES PÚBLICOS 3.1 BENS, SERVIÇOS E MATERIAIS 3.2. GESTÃO DE PESSOAL 3.3. PUBLICIDADE 03 04 05 05 07 09

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO A Lei 12.527 foi sancionada em 18 de novembro de 2011, a chamada Lei de Acesso à Informação, sendo importante instrumento de fortalecimento do regime democrático, uma vez que

Leia mais

LEI Nº 9.504, DE 30 DE SETEMBRO DE 1997.... Da Propaganda Eleitoral no Rádio e na Televisão...

LEI Nº 9.504, DE 30 DE SETEMBRO DE 1997.... Da Propaganda Eleitoral no Rádio e na Televisão... LEI Nº 9.504, DE 30 DE SETEMBRO DE 1997 Estabelece normas para as eleições. Da Propaganda Eleitoral no Rádio e na Televisão Art. 45. A partir de 1º de julho do ano da eleição, é vedado às emissoras de

Leia mais

CONDUTAS VEDADAS AOS AGENTES PÚBLICOS MUNICIPAIS EM PERÍODO ELEITORAL ELEIÇÕES 2014

CONDUTAS VEDADAS AOS AGENTES PÚBLICOS MUNICIPAIS EM PERÍODO ELEITORAL ELEIÇÕES 2014 CONDUTAS VEDADAS AOS AGENTES PÚBLICOS MUNICIPAIS EM PERÍODO ELEITORAL ELEIÇÕES 2014 Procuradoria Geral do Município Procuradoria Consultiva 1ª edição João Pessoa 2014 Endereço: Paço Municipal Praça Pedro

Leia mais

ESTADO DE PERNAMBUCO PROCURADORIA GERAL DO ESTADO CARTILHA ELEIÇÕES 2014 ORIENTAÇÕES GERAIS AOS AGENTES PÚBLICOS ESTADUAIS

ESTADO DE PERNAMBUCO PROCURADORIA GERAL DO ESTADO CARTILHA ELEIÇÕES 2014 ORIENTAÇÕES GERAIS AOS AGENTES PÚBLICOS ESTADUAIS ESTADO DE PERNAMBUCO PROCURADORIA GERAL DO ESTADO CARTILHA ELEIÇÕES 2014 ORIENTAÇÕES GERAIS AOS AGENTES PÚBLICOS ESTADUAIS 2014 1 - APRESENTAÇÃO A presente cartilha reúne, de forma sistemática e concisa,

Leia mais

REGISTRO DE CANDIDATO

REGISTRO DE CANDIDATO LEGISLAÇÃO APLICÁVEL - Constituição Federal - Código Eleitoral (Lei n. 4737/65) - Lei n. 9.504/97 (Lei das Eleições) - Lei Complementar n. 64/90 (Lei das Inelegibilidades) DISPOSIÇÕES GERAIS REGISTRO DE

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº xxx-xx.xxxx.x.xx.xxxx CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

INSTRUÇÃO Nº xxx-xx.xxxx.x.xx.xxxx CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº xx.xxx INSTRUÇÃO Nº xxx-xx.xxxx.x.xx.xxxx CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Dias Toffoli Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre pesquisas eleitorais para

Leia mais

LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL E LEI ELEITORAL

LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL E LEI ELEITORAL LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL E LEI ELEITORAL RESTRIÇÕES RELATIVAS À EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA FAZENDA PGE -SPDR 14 de Fevereiro de 2014 Palácio dos Bandeirantes 1 Receita: restrições Recursos

Leia mais

LIMITES À REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS EM ANO ELEITORAL

LIMITES À REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS EM ANO ELEITORAL LIMITES À REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS EM ANO ELEITORAL 1. INTRODUÇÃO Em anos de eleições municipais, estaduais e federais, devem ser observadas várias limitações à realização de

Leia mais

LEGISLAÇÃO / E-mails 4.31

LEGISLAÇÃO / E-mails 4.31 E-mail de 06/06/2006 ASSUNTO: Prorrogação de contrato no período eleitoral ANEXO: Parecer 179/06-AJ Prezados Senhores, Tem o presente a finalidade de encaminhar o Parecer nº 179/2006-AJ, que trata da possibilidade

Leia mais

Orientações para o ANO ELEITORAL

Orientações para o ANO ELEITORAL Orientações para o ANO ELEITORAL 2014 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO GUIA DE REFERÊNCIA RÁPIDA CONDUTAS VEDADAS EM ANO ELEITORAL ÁREAS TEMÁTICAS 04 05 09 2 PUBLICIDADE Veiculação de publicidade institucional de

Leia mais

DESPESA COM PESSOAL RESTRIÇÕES EM ANO ELEITORAL

DESPESA COM PESSOAL RESTRIÇÕES EM ANO ELEITORAL DESPESA COM PESSOAL RESTRIÇÕES EM ANO ELEITORAL Autoria: Sidnei Di Bacco Advogado 2008 é ano eleitoral e último ano do mandato eletivo dos prefeitos municipais, o que atrai a incidência de diversas restrições

Leia mais

ÚLTIMO ANO DE MANDATO

ÚLTIMO ANO DE MANDATO ÚLTIMO ANO DE MANDATO Tribunal de Contas do Estado do Tocantins Março/2012 Najla Mansur Braga Coordenadoria de Acompanhamento Contábil e Gestão Fiscal 2012 - último ano de mandato municipal. Um ano que

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 23.364 INSTRUÇÃO Nº 1161-56.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

RESOLUÇÃO Nº 23.364 INSTRUÇÃO Nº 1161-56.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº 23.364 INSTRUÇÃO Nº 1161-56.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Arnaldo Versiani Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre pesquisas eleitorais

Leia mais

Advocacia-Geral da União Subchefia para Assuntos Jurídicos Casa Civil da Presidência da República Centro de Ética Pública da Presidência da República

Advocacia-Geral da União Subchefia para Assuntos Jurídicos Casa Civil da Presidência da República Centro de Ética Pública da Presidência da República Advocacia-Geral da União Subchefia para Assuntos Jurídicos Casa Civil da Presidência da República Centro de Ética Pública da Presidência da República Comissão de Ética Pública da Presidêcia da República

Leia mais

Orientações para o ANO ELEITORAL. Salvador, Março 2014

Orientações para o ANO ELEITORAL. Salvador, Março 2014 Orientações para o ANO ELEITORAL 2014 Salvador, Março 2014 SUMÁRIO BENS E SERVIÇOS PÚBLICOS 22 APRESENTAÇÃO 04 Cessão ou uso de bens públicos em atividades eleitorais 22 GUIA DE REFERÊNCIA RÁPIDA CONDUTAS

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 23.450 INSTRUÇÃO Nº 525-51.2015.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

RESOLUÇÃO Nº 23.450 INSTRUÇÃO Nº 525-51.2015.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº 23.450 INSTRUÇÃO Nº 525-51.2015.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Gilmar Mendes Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Calendário Eleitoral (Eleições de 2016).

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO Nº 23.341*

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO Nº 23.341* TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO Nº 23.341* INSTRUÇÃO Nº 933-81.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Arnaldo Versiani Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Calendário

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 23.341 INSTRUÇÃO Nº 933-81.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

RESOLUÇÃO Nº 23.341 INSTRUÇÃO Nº 933-81.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº 23.341 INSTRUÇÃO Nº 933-81.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Arnaldo Versiani Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Calendário Eleitoral. Eleições de

Leia mais

ELEIÇÕES 2012 PANORAMA GERAL. NORMAS. CALENDÁRIO. CONDUTAS VEDADAS.

ELEIÇÕES 2012 PANORAMA GERAL. NORMAS. CALENDÁRIO. CONDUTAS VEDADAS. ELEIÇÕES 2012 PANORAMA GERAL. NORMAS. CALENDÁRIO. CONDUTAS VEDADAS. Jair Eduardo Santana(*) Mestre e Direito do Estado pela PUC/SP. Advogado, parecerista e professor. Presta consultoria e assessoramento

Leia mais

Instrução n o 126. Brasília DF

Instrução n o 126. Brasília DF Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Instrução n o 126 Resolução n o 23.089 Brasília DF Calendário Eleitoral (Eleições de 2010). O Tribunal Superior Eleitoral, usando das atribuições que lhe conferem o

Leia mais

O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA

O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA LEI Nº 9.504, DE 30 DE SETEMBRO DE 1997 Estabelece normas para as eleições. O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

INSTRUÇÕES DO TSE Brasília 2012

INSTRUÇÕES DO TSE Brasília 2012 INSTRUÇÕES DO TSE Brasília 2012 2012 Tribunal Superior Eleitoral Secretaria de Gestão da Informação Coordenadoria de Jurisprudência Setor de Administração Federal Sul (SAFS), Quadra 7, Lotes 1/2 70070-600

Leia mais

, Prefeito Municipal de. FAÇO saber a todos os habitantes deste Município que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

, Prefeito Municipal de. FAÇO saber a todos os habitantes deste Município que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno, cria a Controladoria Municipal e dá outras providências., Prefeito Municipal de FAÇO saber a todos os habitantes deste Município

Leia mais

Fique atento às exigências da Legislação Eleitoral

Fique atento às exigências da Legislação Eleitoral Fique atento às exigências da Legislação Eleitoral Em respeito à Legislação Eleitoral, agentes públicos e seus colaboradores devem observar as regras sobre a suspensão de publicidade de atos, programas,

Leia mais

Domicílio eleitoral de deputado federal: possibilidade de concorrer por outra unidade da Federação

Domicílio eleitoral de deputado federal: possibilidade de concorrer por outra unidade da Federação Domicílio eleitoral de deputado federal: possibilidade de concorrer por outra unidade da Federação MIRIAM CAMPELO DE MELO AMORIM Consultora Legislativa da Área I Direito Constitucional, Eleitoral, Municipal,

Leia mais

FINANCIAMENTO DE CAMPANHA ELEITORAL. 1. Da arrecadação e aplicação de recursos

FINANCIAMENTO DE CAMPANHA ELEITORAL. 1. Da arrecadação e aplicação de recursos Módulo - 4 FINANCIAMENTO DE CAMPANHA ELEITORAL 1. Da arrecadação e aplicação de recursos Sob pena de rejeição das contas a arrecadação de recursos e os gastos por candidatos, inclusive dos seus vices e

Leia mais

Você está recebendo a Cartilha Eleitoral 2014, elaborada pela Abert para orientar a conduta do radiodifusor durante o período eleitoral.

Você está recebendo a Cartilha Eleitoral 2014, elaborada pela Abert para orientar a conduta do radiodifusor durante o período eleitoral. Cartilha Eleitoral 2014 Caro Associado da ABERT, Você está recebendo a Cartilha Eleitoral 2014, elaborada pela Abert para orientar a conduta do radiodifusor durante o período eleitoral. O desconhecimento

Leia mais

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 490, DE 24 DE JANEIRO DE 2008 REGULAMENTO DE CONSELHO DE USUÁRIOS DO STFC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Este Regulamento estabelece as regras básicas para implantação,

Leia mais

Calendário Eleitoral 2012 - Eleições Municipais

Calendário Eleitoral 2012 - Eleições Municipais Calendário Eleitoral 2012 - Eleições Municipais Em ano de eleições municipais é importante estar atento ao calendário eleitoral 2012 para as eleições municipais. O Tribunal Superior Eleitoral/TSE divulgou

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. INSTRUÇÃO Nº 112 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília).

RESOLUÇÃO Nº. INSTRUÇÃO Nº 112 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília). RESOLUÇÃO Nº INSTRUÇÃO Nº 112 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília). Relator: Ministro Ari Pargendler. Dispõe sobre pesquisas eleitorais. O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, usando das atribuições que

Leia mais

MANUAL DE CONDUTAS VEDADAS AOS SERVIDORES PÚBLICOS EM ELEIÇÕES

MANUAL DE CONDUTAS VEDADAS AOS SERVIDORES PÚBLICOS EM ELEIÇÕES MANUAL DE CONDUTAS VEDADAS AOS SERVIDORES PÚBLICOS EM ELEIÇÕES 2 3 I Apresentação II Conceitos Fundamentais II.1. Direitos Políticos Perda e Suspensão dos Direitos Políticos II.2. Elegibilidade e Inelegibilidade

Leia mais

OUTUBRO DE 2013 5 de outubro - sábado (1 ano antes)

OUTUBRO DE 2013 5 de outubro - sábado (1 ano antes) Resolução TSE nº 23.390 Calendário Eleitoral - Eleições 2014 TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO Nº 23.390 INSTRUÇÃO N 269.79.2013.6.00.0000 - CLASSE 19 - BRASíLIA - DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro

Leia mais

CONDUTAS VEDADAS. José Carlos Macruz Ligia Marquez Simões

CONDUTAS VEDADAS. José Carlos Macruz Ligia Marquez Simões CONDUTAS VEDADAS José Carlos Macruz Ligia Marquez Simões NORMAS PROIBITIVAS: OBJETIVO Visam proteger e tornar eficaz o princípio da igualdade entre partidos políticos, coligações e candidatos A QUEM SE

Leia mais

Prestação de Contas Eleitoral. Flávio Ribeiro de Araújo Cid Consultor Eleitoral

Prestação de Contas Eleitoral. Flávio Ribeiro de Araújo Cid Consultor Eleitoral Prestação de Contas Eleitoral Flávio Ribeiro de Araújo Cid Consultor Eleitoral Janeiro de 2006 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DA PRESTAÇÃO DE CONTAS PARA AS ELEIÇÕES DE 2006 Trata-se de um tema revestido

Leia mais

GASTOS PÚBLICOS E REAJUSTE DE SERVIDORES EM ANO ELEITORAL. Número 15 Março de 2006 NOTA TÉCNICA

GASTOS PÚBLICOS E REAJUSTE DE SERVIDORES EM ANO ELEITORAL. Número 15 Março de 2006 NOTA TÉCNICA GASTOS PÚBLICOS E REAJUSTE DE SERVIDORES EM ANO ELEITORAL Número 15 Março de 2006 NOTA TÉCNICA Gastos públicos e reajuste de servidores em ano eleitoral Introdução A discussão sobre o aumento dos gastos

Leia mais

SUBSECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA CASA CIVIL

SUBSECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA CASA CIVIL SUBSECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA CASA CIVIL ORIENTAÇÕES PARA A PUBLICIDADE GOVERNAMENTAL DURANTE O PERÍODO ELEITORAL 2014 ORIENTAÇÕES PARA A PUBLICIDADE GOVERNAMENTAL DURANTE O PERÍODO ELEITORAL

Leia mais

T r i b u n a l S u p e r i o r E l e i t o r a l INSTRUÇÕES DO TSE Atualizada até 17.7.2014 B r a s í l i a 2 0 1 4

T r i b u n a l S u p e r i o r E l e i t o r a l INSTRUÇÕES DO TSE Atualizada até 17.7.2014 B r a s í l i a 2 0 1 4 T r i b u n a l S u p e r i o r E l e i t o r a l INSTRUÇÕES DO TSE Atualizada até 17.7.2014 B r a s í l i a 2 0 1 4 2014 Tribunal Superior Eleitoral É permitida a reprodução parcial desta obra desde que

Leia mais

PUBLICAÇÃO DA PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO DE LINHARES

PUBLICAÇÃO DA PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO DE LINHARES PUBLICAÇÃO DA PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO DE LINHARES Prefeito de Linhares Guerino Luíz Zanon Vice-Prefeito de Linhares Paulo Joaquim do Nascimento Procuradora Geral Nádia Lorenzoni Menelli Secretário

Leia mais

12. Assinale a opção correta a respeito da composição e do funcionamento das juntas eleitorais.

12. Assinale a opção correta a respeito da composição e do funcionamento das juntas eleitorais. TRE-MT ANALIS. JUD. ADM CESPE 9. Assinale a opção correta com relação aos órgãos da justiça eleitoral. a) A justiça eleitoral é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ), pelo TRE, na capital de

Leia mais

INSTRUÇÕES DO TSE ELEIÇÕES 2010

INSTRUÇÕES DO TSE ELEIÇÕES 2010 INSTRUÇÕES DO TSE ELEIÇÕES 2010 Secretaria de Gestão da Informação Brasília 2010 Tribunal Superior Eleitoral Secretaria de Gestão da Informação Coordenadoria de Jurisprudência SAS Praça dos Tribunais Superiores,

Leia mais

INSTRUÇÕES DO TSE ELEIÇÕES 2010

INSTRUÇÕES DO TSE ELEIÇÕES 2010 INSTRUÇÕES DO TSE ELEIÇÕES 2010 SECRETARIA DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO BRASÍLIA 2010 Tribunal Superior Eleitoral Secretaria de Gestão da Informação Coordenadoria de Jurisprudência SAS Praça dos Tribunais Superiores,

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001

LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001 LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001 Dispõe sobre a relação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e outras entidades

Leia mais

Sumário APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 13 APRESENTAÇÃO... 15 NOTA À TERCEIRA EDIÇÃO... 17 NOTA À SEGUNDA EDIÇÃO... 19 DIREITO ELEITORAL...

Sumário APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 13 APRESENTAÇÃO... 15 NOTA À TERCEIRA EDIÇÃO... 17 NOTA À SEGUNDA EDIÇÃO... 19 DIREITO ELEITORAL... Sumário APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 13 APRESENTAÇÃO... 15 NOTA À TERCEIRA EDIÇÃO... 17 NOTA À SEGUNDA EDIÇÃO... 19 CAPÍTULO 1 DIREITO ELEITORAL... 21 1.1. Conceito...21 1.1.1. Competência legislativa em

Leia mais

Edital nº 01/2014 Abre período para inscrições ao Processo Eleitoral Suplementar para Cargos de Suplência do Conselho Tutelar de Mariano Moro/RS.

Edital nº 01/2014 Abre período para inscrições ao Processo Eleitoral Suplementar para Cargos de Suplência do Conselho Tutelar de Mariano Moro/RS. Edital nº 01/2014 Abre período para inscrições ao Processo Eleitoral Suplementar para Cargos de Suplência do Conselho Tutelar de Mariano Moro/RS. A Comissão Eleitoral do COMDICAMM de Mariano Moro-RS, no

Leia mais

Resolução n o 23.216. Brasília DF. Dispõe sobre a arrecadação de recursos financeiros de campanha eleitoral por cartões de crédito.

Resolução n o 23.216. Brasília DF. Dispõe sobre a arrecadação de recursos financeiros de campanha eleitoral por cartões de crédito. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral. Instrução n o 22-06.2010.6.00.0000 Resolução n o 23.216 Brasília DF Dispõe sobre a arrecadação de recursos financeiros de campanha

Leia mais

Lei de Criação do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente. Lei n. 574/00

Lei de Criação do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente. Lei n. 574/00 Lei de Criação do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente Lei n. 574/00 CAPÍTULO II DO CONSELHO TUTELAR DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ART. 15 Fica criado o Conselho

Leia mais

LIVRO VIII DA ÁREA ELEITORAL

LIVRO VIII DA ÁREA ELEITORAL LIVRO VIII DA ÁREA ELEITORAL Art. 512. O Ministério Público Eleitoral atua perante todas as instâncias e fases do processo eleitoral, na condição de parte ou de custos legis, com a mesma legitimidade assegurada

Leia mais

INSTITUTO FÓRUM NACIONAL DOS SECRETÁRIOS E DIRIGENTES ESTADUAIS DE TURISMO - INFORUM ESTATUTO SOCIAL SUMÁRIO

INSTITUTO FÓRUM NACIONAL DOS SECRETÁRIOS E DIRIGENTES ESTADUAIS DE TURISMO - INFORUM ESTATUTO SOCIAL SUMÁRIO 1 INSTITUTO FÓRUM NACIONAL DOS SECRETÁRIOS E DIRIGENTES ESTADUAIS DE TURISMO - INFORUM ESTATUTO SOCIAL SUMÁRIO CAPITULO I - DA DENOMINAÇÃO, DOS FINS, DA SEDE E DO PRAZO Art. 2º Para a consecução dos seus

Leia mais

PORTARIA PRESI/SECBE 222 DE 3 DE JULHO DE 2014

PORTARIA PRESI/SECBE 222 DE 3 DE JULHO DE 2014 PODER JUDICIÁRIO PORTARIA PRESI/SECBE 222 DE 3 DE JULHO DE 2014 Dispõe sobre o processo eletivo para escolha dos representantes dos servidores ativos e inativos no Conselho Deliberativo do Pro-Social.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.662, DE 7 DE JUNHO DE 1993. (Mensagem de veto). Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências O

Leia mais

23.216 - INSTRUÇÃO Nº 22-06.2010.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL.

23.216 - INSTRUÇÃO Nº 22-06.2010.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. 23.216 - INSTRUÇÃO Nº 22-06.2010.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral. Dispõe sobre a arrecadação de recursos financeiros

Leia mais

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador VALDIR RAUPP

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador VALDIR RAUPP PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre o Substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei do Senado nº 441, de 2012 (nº 6.397, de 2013, na Câmara dos Deputados),

Leia mais

Ano 2015, Número 242 Brasília, quarta-feira, 23 de dezembro de 2015 Página 2

Ano 2015, Número 242 Brasília, quarta-feira, 23 de dezembro de 2015 Página 2 Ano 2015, Número 242 Brasília, quarta-feira, 23 de dezembro de 2015 Página 2 PRESIDÊNCIA (NÃO HÁ PUBLICAÇÕES NESTA DATA) SECRETARIA JUDICIÁRIA Coordenadoria de Acórdãos e Resoluções Resolução PUBLICAÇÃO

Leia mais

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Lei Nº 4.769, de 09 de setembro de 1965 O Presidente da República Dispõe sobre o exercício da profissão de Administrador e dá outras providências (*) (**). Faço saber que o Congresso Nacional decreta e

Leia mais

MINUTA DECRETO Nº, DE DE DE 20.

MINUTA DECRETO Nº, DE DE DE 20. MINUTA DECRETO Nº, DE DE DE 20. Regulamenta os artigos 60 e 61 da Lei Nº 9.860, de 01 de julho de 2013, que dispõe sobre o processo de eleição direta para a função de Gestão Escolar das Unidades de Ensino

Leia mais

Modelo - Projeto de Lei Municipal de criação do Conselho Municipal do Idoso

Modelo - Projeto de Lei Municipal de criação do Conselho Municipal do Idoso Fonte: Ministério Público do Rio Grande do Norte Responsável: Dra. Janaína Gomes Claudino Criação do Conselho Municipal do Idoso Modelo - Projeto de Lei Municipal de criação do Conselho Municipal do Idoso

Leia mais

CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO N 23.190 INSTRUÇÃO N 127 - CLASSE 19 BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral. Dispõe sobre pesquisas

Leia mais

A Propaganda Institucional e as Eleições de 2008. Randolpho Martino JúniorJ www.vicosa.com.br/randolpho

A Propaganda Institucional e as Eleições de 2008. Randolpho Martino JúniorJ www.vicosa.com.br/randolpho A Propaganda Institucional e as Eleições de 2008 Randolpho Martino JúniorJ www.vicosa.com.br/randolpho Propaganda Institucional Definição: é a publicidade destinada a divulgar os atos, programas, obras,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. Acresce o 7 ao artigo 9º da Instrução Normativa nº 003, de 23 de setembro de 2009, que estabelece

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 22.143. INSTRUÇÃO Nº 100 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília).

RESOLUÇÃO Nº 22.143. INSTRUÇÃO Nº 100 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília). RESOLUÇÃO Nº 22.143 INSTRUÇÃO Nº 100 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília). Relator: Ministro Caputo Bastos. Dispõe sobre pesquisas eleitorais. O Tribunal Superior Eleitoral, usando das atribuições

Leia mais

Audiência Pública da Justiça Eleitoral

Audiência Pública da Justiça Eleitoral PELO VOTO LIVRE E CONSCIENTE Poder Judiciário 33ª Zona Eleitoral de Itacajá Abertura No próximo dia 5 de outubro, o povo brasileiro retorna às urnas, desta vez para escolher prefeitos, vice-prefeitos e

Leia mais

Brasília, 27 de maio de 2013.

Brasília, 27 de maio de 2013. NOTA TÉCNICA N o 20 /2013 Brasília, 27 de maio de 2013. ÁREA: Desenvolvimento Social TÍTULO: Fundo para Infância e Adolescência (FIA) REFERÊNCIAS: Lei Federal n o 4.320, de 17 de março de 1964 Constituição

Leia mais

CONTROLADORIA CONDUTAS VEDADAS PARA O ANO DE 2014

CONTROLADORIA CONDUTAS VEDADAS PARA O ANO DE 2014 CONTROLADORIA GERAL MUNICÍPIO DO RECIFE CONDUTAS VEDADAS PARA O ANO DE 2014 LEI 9.504/97 RESOLUÇÃO TSE Nº 23.390/2013 Sumário 1 - INTRODUÇÃO... 3 2 VEDAÇÕES PRESENTES PARA TODO O ANO DE 2014... 4 2.1 DISTRIBUIR

Leia mais

DO CONSELHO MUNICIPAL DE DIREITOS DO IDOSO. Art. 2º. Compete ao Conselho Municipal de Direitos do Idoso:

DO CONSELHO MUNICIPAL DE DIREITOS DO IDOSO. Art. 2º. Compete ao Conselho Municipal de Direitos do Idoso: PROJETO DE LEI Nº 2.093/09, de 30 de junho de 2.009 Dispõe sobre criação do Conselho Municipal de Direitos do Idoso e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE GOIATUBA, Estado de Goiás, faz saber

Leia mais

Subseção I Disposição Geral

Subseção I Disposição Geral Subseção I Disposição Geral Art. 59. O processo legislativo compreende a elaboração de: I - emendas à Constituição; II - leis complementares; III - leis ordinárias; IV - leis delegadas; V - medidas provisórias;

Leia mais

MEDIDA: RESPONSABILIZAÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E CRIMINALIZAÇÃO DO CAIXA 2

MEDIDA: RESPONSABILIZAÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E CRIMINALIZAÇÃO DO CAIXA 2 MEDIDA: RESPONSABILIZAÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E CRIMINALIZAÇÃO DO CAIXA 2 16ª P R O P O S T A L E G I S L A T I V A ANTEPROJETO DE LEI Altera a Lei 9.096/95 para prevê a responsabilização dos partidos

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 1 9 6 3 1 9 6 3 PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 Lei nº 299/ 2008. Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal do Idoso, do Fundo Municipal do Idoso e dá outras

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 6.996, DE 7 DE JUNHO MAIO DE 1982. Dispõe sobre a utilização de processamento eletrônico de dados nos serviços eleitorais e

Leia mais

Acordam o!=; ministros do Tribunal Superior Eleitoral, ACÓRDÃO

Acordam o!=; ministros do Tribunal Superior Eleitoral, ACÓRDÃO TR.IBUNAL SUPERIOR ELEITORAL ACÓRDÃO AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL ELEITORAL N 9998978-81. 2008.6.13.0000 - CLASSE 32 - CARLOS CHAGAS - MINAS GERAIS Relator: Ministro Aldir Passarinho Junior Agravante:

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. Dispõe sobre os parâmetros para a criação e o funcionamento dos Fundos Nacional, Estaduais e Municipais

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO)

LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO) LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO) Publicação: DODF nº 192 de 5/10/2000 PÁG.01 e 02. Regulamentada pelo Decreto nº 21.933, de 31/01/2001 DODF nº 23,

Leia mais

RESOLUÇÃO 23.190 INSTRUÇÃO Nº 127 CLASSE 19ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral.

RESOLUÇÃO 23.190 INSTRUÇÃO Nº 127 CLASSE 19ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral. RESOLUÇÃO 23.190 INSTRUÇÃO Nº 127 CLASSE 19ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral. Dispõe sobre pesquisas eleitorais (Eleições de 2010).

Leia mais