RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA"

Transcrição

1 RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA ANO LECTIVO 2009/2010 [DEPARTAMENTO de EDUCAÇÃO] [Anabela Sousa Pereira] [Mestrado em Psicologia na especialização de Psicologia Clínica e da Saúde]

2 1. INTRODUÇÃO (meia página máx.) Fazer referência, por exemplo: identificar o período a que se refere ao curso, suas características adequação ao processo de Bolonha e fase em que se encontra objectivos (síntese) do curso experiência anterior, p.e., com base em relatórios já feitos: evolução O Mestrado em Psicologia na especialização de Psicologia Clínica e da Saúde, funcionou no ano lectivo 2009/2010 pela primeira vez, sendo o presente relatório de concretização do processo de Bolonha referente a esse ano. Este curso de Mestrado (2ºciclo) foi aprovado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior em 2009, tendo por base os pressupostos de processo de Bolonha, o Diploma Europeu de Psicologia (www.efpa.be) e o Documento «Processo de Bolonha: Relatório Psicologia (Luísa Morgado, Coordenadora Nacional, 2004). O plano deste curso de mestrado foi também assumido pela Ordem dos Psicólogos Portuguesa, responsável pela certificação profissional dos Psicólogos. O mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde pretende ser uma forma de formação em continuidade e complemento ao Primeiro Ciclo, como especialização profissionalizante, com o objectivo de preparar os psicólogos para o exercício profissional na área da Psicologia Clínica e da Saúde. O curso de Mestrado em Psicologia na especialização de Psicologia Clínica e da Saúde constitui um segundo ciclo de formação composto por 120 ECTS distribuídos por dois anos lectivos. O primeiro ano inclui 10 unidades curriculares de 6 ECTS cada (60 ECTS no total) e o segundo ano inclui dissertação de mestrado (18 ECTS) e estágio (42 ECTS). O presente Mestrado tem como objectivo principal formar especialistas em Psicologia Clínica e da Saúde. Para tal, pretende proporcionar uma base sólida de conhecimentos e competências neste âmbito de especialização, através de uma efectiva interdisciplinaridade, de uma sólida preparação teórica, de investigação laboratorial e de campo, bem como de avaliação e intervenção em contextos profissionais. Página 2 de 11

3 2. RENDIMENTO ESCOLAR (Dados a fornecer pelos STIC em formato Excel) Ano Unidade Curricular Média das Avaliados / Aprovados / Classificações Inscritos (%) avaliados (%) dos Aprovados PSICOLOGIA CLÍNICA I 88% 100% 13,29 PSICOLOGIA CLÍNICA II 88% 93% 14,14 CONSULTA E ACONSELHAMENTO PSICOLÓGICO 78% 100% 16,93 INVESTIGAÇÃO AVANÇADA 88% 100% 14,00 PSICOTERAPIA BASEADA NA EVIDÊNCIA 87% 100% 16,92 PROMOÇÃO DA SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA 92% 100% 17,42 PSICOTERAPIAS COGNITIVO-COMPORTAMENTAIS 100% 100% 15,57 PSICOLOGIA DA SAÚDE 94% 100% 18,00 NEUROPSICOPATOLOGIA 94% 100% 15,20 ORGANIZAÇÃO DE SISTEMAS E SERVIÇOS DE SAÚDE 93% 100% 14,00 Tabela 1 Aproveitamento escolar COMENTÁRIO E ANÁLISE DOS RESULTADOS DO RENDIMENTO ESCOLAR (máx caracteres) Podemos concluir que os rendimentos académicos dos alunos do Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde foram excelentes. Conforme pode ser visto na Tabela 1, a grande maioria dos alunos propôs-se a avaliação nas unidades curriculares integrantes deste curso. Destes alunos, todos obtiveram aprovação a todas a unidades curriculares, à excepção da Psicologia Clínica II, onde a taxa de aprovação foi, ainda assim, bastante elevada (93%). No que se refere à média das classificações dos aprovados nas diferentes unidades curriculares, os valores são muito diversificados variando entre um mínimo de 13,29 (Psicologia Clínica I) e 18,00 (Psicologia da Saúde). A generalidade das unidades curriculares apresentou classificações médias acima de 14, Consulta e Aconselhamento Psicológico, Psicoterapias Cognitivo-comportamentais, Psicologia da Saúde), o que é indicativo não apenas de aprovação mas de aproveitamento efectivo por parte dos alunos destas unidades curriculares. Página 3 de 11

4 3. TIPOLOGIA DE AVALIAÇÃO DAS UNIDADES CURRICULARES (Mapas enviados pelo CP em formato Excel) Ano Unidade Curricular Contínua Mista Final CONSULTA E ACONSELHAMENTO X PSICOLÓGICO INVESTIGAÇÃO AVANÇADA X NEUROPSICOPATOLOGIA X PSICOLOGIA CLÍNICA I X X PROMOÇÃO DA SAÚDE E QUALIDADE DE X X X VIDA PROMOÇÃO DA SAÚDE E QUALIDADE DE X X X VIDA PSICOLOGIA DA SAÚDE X PSICOTERAPIA BASEADA NA EVIDÊNCIA X X PSICOTERAPIAS COGNITIVO- COMPORTAMENTAIS X ORGANIZAÇÃO DE SISTEMAS E SERVIÇOS DE SAÚDE X X Tabela 2 Tipologia de avaliação 4. A OPINIÃO DOS ESTUDANTES (Dados a fornecer pelos STIC (SGQ) em formato Excel) Ano Unidade Curricular PSICOLOGIA CLÍNICA I 5,67 6,92 6,08 5,3 7,5 6,67 5,75 7 CONSULTA E ACONSELHAMENTO PSICOLÓGICO 5,64 5,45 6,45 4,8 5,73 6,45 4,55 6 INVESTIGAÇÃO AVANÇADA 7 6,73 6,64 5,73 7,45 6,73 7,55 6,73 NEUROPSICOPATOLOGIA 6,58 6,42 6,33 5,83 7,5 6,75 6,67 7,08 ORGANIZAÇÃO DE SISTEMAS E SERVIÇOS DE SAÚDE 5,92 5,58 6,17 5 7,5 6,67 5,42 7,25 PSICOLOGIA CLÍNICA II 7,83 7,83 8,08 6,11 7,58 7,5 6,42 8 PSICOTERAPIA BASEADA NA EVIDÊNCIA 6,73 7 7,18 5,63 8 7,18 6,27 7,18 PROMOÇÃO DA SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA 5,18 6 6,27 5,75 5,18 6,82 5,55 6,09 Página 4 de 11

5 Ano Unidade Curricular PSICOTERAPIAS COGNITIVO- COMPORTAMENTAIS 6,17 6,25 7,17 6,11 6,17 7,17 6,25 6,67 PSICOLOGIA DA SAÚDE 5,75 5,92 6,25 5,78 3,58 6,25 5,58 5,67 Tabela 3 Resultados dos inquéritos sobre as unidades curriculares (valores médios) (Dados a fornecer pelos STIC (SGQ) em formato Excel) ECTS Ano Unidade Curricular ECTS atribuídos estimados p/ estudantes Desvio (%) (mediana) PSICOLOGIA CLÍNICA I 6 6,25 3,35 CONSULTA E ACONSELHAMENTO PSICOLÓGICO 6 4,69 1,87 INVESTIGAÇÃO AVANÇADA 6 6,52 3,04 NEUROPSICOPATOLOGIA 6 6,36 4,03 ORGANIZAÇÃO DE SISTEMAS E SERVIÇOS DE SAÚDE 6 5,45 2,4 PSICOLOGIA CLÍNICA II 6 7,1 4,33 PSICOTERAPIA BASEADA NA EVIDÊNCIA 6 6,04 3,37 PROMOÇÃO DA SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA 6 5,08 3,24 PSICOTERAPIAS COGNITIVO-COMPORTAMENTAIS 6 5,07 3,07 PSICOLOGIA DA SAÚDE 6 4,46 3,25 Tabela 4 ECTS - Resultados dos inquéritos sobre as unidades curriculares (Mediana) Página 5 de 11

6 5. CONTRIBUTO DOS DOCENTES COMENTÁRIO E ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS INQUÉRITOS (com recomendações máx caracteres) PSICOLOGIA CLÍNICA I Considero que a adequação e articulação das actividades propostas aos objectivos da UC foi satisfatória. Os meios disponibilizados para o funcionamento das aulas desta UC foram adequados. Pontos fortes - Motivação e interesse pelas temáticas da UC e envolvimento no trabalho com os alunos. Pontos fracos - dificuldades em conciliar carga horária lectiva total elevada (e diversificada em termos temáticos) com as demais actividades docentes. CONSULTA E ACONSELHAMENTO PSICOLÓGICO Satisfatórias a articulação das actividades aos objectivos da UC. Necessidade de adequação do espaço de aula, que deverá ser preparado para treino de competências de consulta e aconselhamento (setting terapêutico). INVESTIGAÇÃO AVANÇADA As actividades propostas foram adequadas aos objectivos definidos para a UC. Os meios disponibilizados ficaram um pouco aquém do desejado, na medida em que os computadores necessários ao adequado funcionamento das aulas práticas desta UC eram bastante antigos e lentos, e o software necessário (SPSS) não estava correctamente instalado. Os métodos de avaliação foram adequados. NEUROPSICOPATOLOGIA As actividades propostas foram adequadas aos objectivos. Os meios técnicos disponibilizados foram relativamente adequados. No entanto, registaram-se alguns incidentes que perturbaram o normal funcionamento das aulas, tais como ruído excessivo devido a obras, problemas com o funcionamento do projector. Os métodos de avaliação foram adequados aos objectivos da UC.Docentes motivados e com experiência específica. ORGANIZAÇÃO DE SISTEMAS E SERVIÇOS DE SAÚDE O objectivo da UC é dar a conhecer aos alunos a organização dos sistemas de saúde, desafios actuais e propostas de reforma. A metodologia de avaliação garantiu a percentagem significativa de alunos avaliados e o desempenho global da UC, positivo. Pontos fortes: disponibilidade, organização, domínio dos conteúdos, pontualidade, clareza de exposição. PSICOLOGIA CLÍNICA II A articulação das actividades propostas aos objectivos definidos para a UC e a adequação dessas actividades às competências adquiridas anteriormente foi adequada. Os meios disponibilizados foram adequados. Pontos fortes: motivação e empenho do docente numa área da sua especialidade. Página 6 de 11

7 PSICOTERAPIA BASEADA NA EVIDÊNCIA As actividades propostas foram adequadas aos objectivos definidos para a UC e devidamente articuladas. O desempenho global dos alunos na UC foi globalmente bom ou muito bom e todos os alunos avaliados obtiveram aprovação. Como pontos fortes, as competências em metodologia de investigação da docente. PROMOÇÃO DA SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA Os meios disponibilizados para o funcionamento das aulas desta UC foram adequados. Como pontos fortes do desempenho docente saliento a adequação das actividades propostas aos objectivos definidos para a unidade curricular e a disponibilidade para o acompanhamento/ orientação dos alunos ao longo das actividades realizadas. PSICOTERAPIAS COGNITIVO-COMPORTAMENTAIS Articulação das actividades propostas aos objectivos definidos para a UC e a adequação dessas actividades às competências adquiridas anteriormente. PSICOLOGIA DA SAÚDE Foi difícil adequar e articular as actividades propostas aos objectivos tendo em conta as competências adquiridas anteriormente pelos alunos, os quais demonstravam a inexistência de requisitos prévios. Os meios foram adequados. Recomenda-se dividir a turma em duas sub- turmas, de acordo com o Mestrado que frequentam. 6. MEDIDAS PARA A MELHORIA DA QUALIDADE 6.1. NOVAS METODOLOGIAS DE ENSINO (máx caracteres) Natureza (genérica) do curso / das unidades curriculares: Teóricas, Teórico-Práticas, Práticas, Laboratoriais, etc. Produção e divulgação de conteúdos: utilização dos sistemas de elearning / meios electrónicos de comunicação Meios informáticos e audiovisuais Contactos com o mundo empresarial: trabalhos / disciplinas em ambiente empresarial, estágios, visitas, palestras Conferências, seminários, encontros com a comunidade Trabalhos de pesquisa e desenvolvimento com apresentação oral / pública Disciplinas com aprendizagem por módulos Metodologias PBL Este curso de Mestrado aposta na promoção do desenvolvimento de competências diversificadas, usando novas metodologias de ensino. As unidades curriculares incluem componentes teórico, práticas e laboratoriais, privilegiando o desenvolvimento de competências de saber-fazer. Os meios informáticos e audiovisuais são de utilização regular nas aulas (data-show, internet, bases bibliográficas online B-On, Web of Knowledge, programas de analise e gestão de dados SPSS, LISREL, Nud*IST, EndNote). Igualmente, é utilizado o sistema de e-learning promovendo a comunicação frequente, o acesso a informação à distância e autonomia e autogestão da aprendizagem. O desenvolvimento de trabalhos de pesquisa e sistematização de informação pelos alunos, com apresentação pública (sala de aula, ou reunião científica) é comum nas unidades curriculares. Página 7 de 11

8 Algumas unidades curriculares funcionam no sistema de aprendizagem por módulos, com participação de diferentes especialistas de outras instituições tais como Psicoterapia Cognitivo-comportamental MEDIDAS DE APOIO AO SUCESSO ESCOLAR Enunciar as medidas tomadas e o seu reflexo no sucesso escolar (máx caracteres) Metodologias de avaliação Horas tutoriais Reforço das componentes práticas / laboratoriais Funcionamento das estruturas de apoio (Biblioteca, p.e., Salas de estudo) Cursos livres (para aquisição e consolidação de conhecimentos base em áreas nucleares, de que são exemplo a matemática ou as línguas) A generalidade das unidades curriculares apresenta metodologias que privilegiam a avaliação e o trabalho contínuo dos alunos ao longo do semestre (a componente avaliação contínua está aliás presente em todas as unidades curriculares que na sua maioria integram a avaliação contínua e final avaliação mista). Para além da avaliação contínua, todas as unidades curriculares incluem uma componente de orientação tutorial que é usada para trabalho mais personalizado e individualizado com os alunos. Como foi referido atrás o sucesso escolar no ano lectivo 2009/2010 foi muito bom na quase totalidade das unidades curriculares com taxas de aprovação de 100% (tendo em conta os alunos efectivamente avaliados). Ainda assim, algumas sugestões foram propostas pelos responsáveis de algumas unidades curriculares no sentido aumentar o sucesso dos alunos aumento da componente prática e laboratorial e incremento da colaboração com outros laboratórios COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS Evidenciar as competências transversais desenvolvidas no âmbito do curso, nomeadamente, competências de pesquisa e de seriação de informação, de trabalho em equipa, de trabalho de projecto, de exposição e defesa oral de trabalhos, de análise crítica do quotidiano político-social, referenciando-as às unidades curriculares do curso (máx caracteres) A generalidade das unidades curriculares deste curso de 2º Ciclo incentiva e reforça, na sua metodologia de ensino-aprendizagem, o desenvolvimento de diversas competências transversais, não se limitando ao conhecimento dos conteúdos programáticos. Como exemplos de competências transversais promovidas na globalidade das unidades curriculares podemos destacar: 1) competências de pesquisa e selecção de informação científica (pesquisas nas bases de dados científicas, b-on, Web of knowledge, EBSCO, Google Scholar, etc.), desenvolvendo competências relativas à análise, selecção e organização de informação pertinente e actual sobre determinado tema; 2) desenvolvimento de trabalhos que implicam recolha e análise de dados (com recurso a utilização de ferramentas estatísticas como o SPSS), desenvolvendo competências de análise, compreensão e gestão de dados com recurso a tecnologias actuais; 3) desenvolvimento de trabalhos de revisão ou de investigação em grupo, promovendo competências de trabalho em equipa); 4) competências de exposição e apresentação de trabalhos no grupo turma (usando o apoio de meios audiovisuais e tecnologias de informação Power-point, dvd, internet, etc.); desenvolvendo competências de auto-expressão, interacção e desempenho público, e 5) apresentação de trabalhos de investigação em reuniões científicas (como aconteceu relativamente ao encontro anual da RESAPES que decorreu na Universidade de Aveiro em Maio de Página 8 de 11

9 2010, onde diversos alunos apresentaram trabalhos de grupo por si desenvolvidos na unidade curricular de Psicologia da Saúde), desenvolvendo competências de exposição e análise critica construtiva sobre a realidade da investigação cientifica em psicologia a nível nacional e internacional COMPETÊNCIAS EXTRACURRICULARES (máx caracteres) Acções de voluntariado Participações em jogos relacionados com actividades interdisciplinares da iniciativa de associações empresariais, academias, empresas, etc. Colaboração com grupos de investigação Participação em concursos Participação em órgãos de gestão Neste Mestrado é prioritária a aposta na diversificação de métodos de trabalho e oportunidades de formação, em colaboração estreita com os serviços de documentação da UA, e com formadores, investigadores e instituições nacionais e internacionais. O aluno deste mestrado deverá evidenciar competências transversais e extracurriculares, espelhadas nas aprendizagens adquiridas: demonstrar conhecimento e compreensão dos domínios da Psicologia Clínica e da Saúde; aplicar e integrar os conhecimentos e capacidade de compreensão e de resolução de problemas em situações novas e complexas; elaborar propostas de investigação e de intervenção no âmbito da saúde mental; demonstrar autonomia na aprendizagem ao longo da vida. Neste sentido verificou-se no presente ano lectivo o envolvimento dos alunos em acções de voluntariado dos quais sobressai o projecto LUA (Linha da Universidade de Aveiro), uma linha telefónica de apoio psicoemocional entre pares; a colaboração nas investigações com os docentes na área da Psicologia (Neurolab, Stresslab e Sexlab entre outros) a qual se reflectiu na participação dos alunos em vários congressos nacionais e internacionais, com trabalhos que mereceram o reconhecimento das comissões organizadoras dos mesmos. 7. MEDIDAS DE ESTÍMULO À INSERÇÃO NA VIDA ACTIVA (máx caracteres) Referir a existência de iniciativas que promovam a aproximação entre a universidade e o tecido empresarial e social, por ex., a promoção de estágios, de projectos com parceiros empresariais ou institucionais, palestras com convidados, feiras de emprego e dados existentes sobre empregabilidade O Mestrado em Psicologia na especialização em Psicologia Clínica e da Saúde representa novas oportunidades e desafios profissionais, nos mais variados contextos: serviços de saúde e educação, justiça, trabalho, segurança social, IPSS, ONG, e outras associações sócio-culturais e profissionais representativas da sociedade civil. Tendo em conta que o ano lectivo de 2009/2010 foi o primeiro ano de funcionamento deste Mestrado não existem ainda dados relativos à sua empregabilidade. Contudo, a complexidade e variedade de parcerias com os hospitais, centros de sáude (universitários e locais), escolas, instituições de solidariedade social, bem como a aposta na formação profissionalizante, são medidas importantes no estímulo à inserção na vida activa. De realçar que o estágio curricular é altamente valorizado como experiência profissionalizante, representando um total de 42 ECTS. Página 9 de 11

10 Para além dos estudantes trabalhadores já integrados na vida activa, foi preocupação deste Mestrado facilitar a integração dos seus alunos a nível de contextos de trabalho, tendo-se para isso verificado a visita a algumas instituições, bem como o convite de profissionais de outras instituições nacionais e internacionais que se deslocaram à Universidade de Aveiro para apresentar palestras e seminários. Além disso a possibilidade dos alunos terem participado em tarefas de secretariado e organização do Congresso Nacional de Apoio Psicológico em Portugal: Modelos e Práticas (RESAPES) permitiram o contacto directo com profissionais de todo o país, particularmente com o Presidente da Ordem dos Psicólogos. 8. SUGESTÕES DE ALTERAÇÕES A INTRODUZIR (máx 1000 caracteres) Apesar dos esforços que têm vindo a ser feitos no sentido de uma maior optimização de recursos e sinergias do corpo docente, torna-se imperioso a necessidade de alargar o quadro dos docentes nesta área, no sentido de ser ultrapassada a sobrecarga de trabalho dos mesmos e podermos ter uma equipa sólida e permanente que permita uma continuidade e identidade da área na UA. Sendo um Mestrado novo na UA, exige maior tempo de preparação das unidades curriculares, a que o alargamento do corpo docente poderia responder com maior excelência. Além disso sugere-se um maior investimento na aquisição de materiais didáctico pedagógicos, bem como novas ferramentas de trabalho em contextos laboratoriais. São exemplo disso a aquisição, entre outros, de um aparelho de biofeedback (já solicitado há cerca de 1 ano), testes de avaliação psicológica estandardizados e materiais de intervenção em psicologia clínica e da saúde. Sugere-se, por fim, um maior apoio administrativo e institucional no envolvimento e preparação dos estágios, libertando os docentes para um maior envolvimento e acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem e profissionalização dos alunos. 9. CONCLUSÕES (máx caracteres) Por estar ainda em curso o primeiro curso de Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde, neste formato de Bolonha, não é possível apresentar uma análise final do seu funcionamento. Pode-se afirmar que este curso conheceu em 2009/2010 uma situação generalizada de elevado rendimento escolar dos alunos. Apesar dos níveis de aprovação, e dos comentários de docentes e alunos serem bastante positivos e reforçadores, salienta-se, em particular nos docentes, uma sobrecarga de trabalho, a atenuar com a continuação deste mestrado. A variedade de alunos (licenciados do tipo pré-bolonha e Bolonha, estudantes trabalhadores) coloca aos coordenadores e docentes desafios que apelam à procura permanente de soluções criativas e flexíveis, ao nível organizacional e de metodologias de ensino-aprendizagem. Página 10 de 11

11 Atendendo a não existir ainda um ciclo de mestrado concluído, será precoce avançarmos com dados conclusivos. No momento, podemos referir que este Mestrado tem merecido reconhecimento e procura por parte dos alunos, e tem sido e continuará a ser alvo de um forte investimento por parte de todos os envolvidos, para a optimização da qualidade do processo de ensino e aprendizagem. Página 11 de 11

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA 2007/2008 DEPARTAMENTO Engenharia Mecânica/Electrónica, Telecomunicações e Informática (9163) 1. INTRODUÇÃO Transição curricular dos alunos dos cursos

Leia mais

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA 2007/2008 DEPARTAMENTO Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial CURSO Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial (2.º Ciclo) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Instituto Politécnico de Lisboa. Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) Gestão da Qualidade

Instituto Politécnico de Lisboa. Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) Gestão da Qualidade Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) Gestão da Qualidade Relatório da Implementação de Medidas para a melhoria da Qualidade Abril 2011 1 Relatório da

Leia mais

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA ANO LECTIVO 2009/2010 DEPARTAMENTO de EDUCAÇÃO Teresa Bettencourt MESTRADO EM ENSINO DE ARTES VISUAIS NO 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO E NO ENSINO SECUNDÁRIO

Leia mais

ACEF/1314/03667 Relatório final da CAE

ACEF/1314/03667 Relatório final da CAE ACEF/1314/03667 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Outras

Leia mais

ACEF/1314/03672 Relatório final da CAE

ACEF/1314/03672 Relatório final da CAE ACEF/1314/03672 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Outras

Leia mais

A Implementação do Processo de Bolonha em Portugal e os Relatórios Institucionais da sua Concretização uma Análise Exploratória

A Implementação do Processo de Bolonha em Portugal e os Relatórios Institucionais da sua Concretização uma Análise Exploratória A Implementação do Processo de Bolonha em Portugal e os Relatórios Institucionais da sua Concretização uma Análise Exploratória António M. Magalhães CIPES/FPCEUP Apresentação: 1. A implementação do Processo

Leia mais

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA 2007/2008 DEPARTAMENTO Secção Autónoma de Ciências da Saúde 1. INTRODUÇÃO Em 2003 foi criado o Mestrado em Geriatria e Gerontologia, que se iniciou no

Leia mais

PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM

PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM Ano Letivo 2011/2012 Marinha Grande, Setembro de 2011 1. Índice: Índice 2 1. Introdução 3 2. Caracterização

Leia mais

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA Ano lectivo 2008/2009 DEPARTAMENTO Departamento de Línguas e Culturas CURSO Mestrado em Línguas, Literaturas e Culturas 1.INTRODUÇÃO (máx. meia página)

Leia mais

O Processo de Bolonha e o desafio da empregabilidade

O Processo de Bolonha e o desafio da empregabilidade O Processo de Bolonha e o desafio da empregabilidade P o r M a r g a r i d a S a r a i v a, J o r g e C a s a s N o v a s, J o s é R o b e r t o e E l i z a b e t h R e i s Um ano lectivo após o arranque

Leia mais

Instituto Superior de Saúde do Alto Ave RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO LICENCIATURA EM FISIOTERAPIA

Instituto Superior de Saúde do Alto Ave RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO LICENCIATURA EM FISIOTERAPIA RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO LICENCIATURA EM FISIOTERAPIA Período de Referência: Ano letivo 2012/2013 Novembro de 2013 Índice Geral INTRODUÇÃO...1 Capítulo I. Elaboração do Relatório de Autoavaliação...2

Leia mais

COMISSÃO PERMANENTE DO CONSELHO GERAL. Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010

COMISSÃO PERMANENTE DO CONSELHO GERAL. Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010 Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010 O presente relatório traduz a avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento Vertical de Escolas de Leça da Palmeira/Santa Cruz do

Leia mais

CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto

Leia mais

ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto Politécnico De Leiria A.1.a. Identificação

Leia mais

Nº 13 AEC - Papel e Acção na Escola. e-revista ISSN 1645-9180

Nº 13 AEC - Papel e Acção na Escola. e-revista ISSN 1645-9180 1 A Escola a Tempo Inteiro em Matosinhos: dos desafios estruturais à aposta na formação dos professores das AEC Actividades de Enriquecimento Curricular Correia Pinto (*) antonio.correia.pinto@cm-matosinhos.pt

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016 Plano Anual de Atividades 2015/ 2016 Ser,Intervir e Aprender PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016 Sede: ES de Mem Martins EB23 Maria Alberta Menéres; EB1 de Mem Martins n.º2; EB1 com JI da Serra das Minas

Leia mais

NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Évora A.1.a. Outra(s)

Leia mais

ACEF/1112/25172 Relatório final da CAE

ACEF/1112/25172 Relatório final da CAE ACEF/1112/25172 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fedrave - Fundação Para O Estudo E Desenvolvimento

Leia mais

FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE

FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE PARTE A (a preencher pelo coordenador do departamento curricular ou pelo conselho executivo se o avaliado for coordenador de um departamento curricular)

Leia mais

Plano de Actividades 2009

Plano de Actividades 2009 Plano de Actividades 2009 Introdução No prosseguimento da sua missão consultiva, instituída no quadro da Lei de Bases do Sistema Educativo de 1986, e tendo por referência a Lei Orgânica (Decreto-lei nº

Leia mais

Curso de Licenciatura em Engenharia Mecânica

Curso de Licenciatura em Engenharia Mecânica Curso de Licenciatura em Engenharia Mecânica Relatórios dos Docentes Desempenho do Curso Ano Lectivo 2012/2013 Curso de Licenciatura em Engenharia Mecânica Relatório de Desempenho do Curso Ano Lectivo

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação e Formação Especialização: E-learning e Formação a Distância (Regime a Distância) 14 15 Edição Instituto

Leia mais

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR Gabinete do Ministro CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR Breve apresentação da proposta de Orçamento de Estado para 2008 23 de Outubro de 2007 Texto

Leia mais

Projecto de Lei n.º 54/X

Projecto de Lei n.º 54/X Projecto de Lei n.º 54/X Regula a organização de atribuição de graus académicos no Ensino Superior, em conformidade com o Processo de Bolonha, incluindo o Sistema Europeu de Créditos. Exposição de motivos

Leia mais

RELATÓRIO REFERENTE AOS ANOS LECTIVOS 2009.2010 E 2010.2011 DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA DA UCP DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

RELATÓRIO REFERENTE AOS ANOS LECTIVOS 2009.2010 E 2010.2011 DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA DA UCP DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO RELATÓRIO REFERENTE AOS ANOS LECTIVOS 2009.2010 E 2010.2011 DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA DA UCP DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO (Artigo 66-A.º do Decreto-Lei n.º 107/2008 de 25 de Junho) INSTITUTO SUPERIOR

Leia mais

NCE/13/00276 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/13/00276 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/13/00276 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade Do Minho A.1.a.

Leia mais

Programa de Unidades Curriculares Opcionais

Programa de Unidades Curriculares Opcionais Programa de Unidades Curriculares Opcionais Para assegurar que todos os alunos tenham acesso a UC que permitam perfazer as exigências em créditos (ECTS) de UC Opcionais dos respectivos Planos de Estudo,

Leia mais

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1. Oferta Formativa 1.1. Dinamizar e consolidar a oferta formativa 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1.1.2. Promover o funcionamento de ciclos de estudos em regime

Leia mais

Educação Formação Avançada

Educação Formação Avançada ISEC Instituto Superior de Educação e Ciências Educação Formação Avançada ISEC Instituto Superior de Educação e Ciências Educação Formação Avançada Unidade Científico- Pedagógica de Ciências da Educação

Leia mais

CEF/0910/27086 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/27086 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/27086 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Cofac

Leia mais

ACEF/1415/17827 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1415/17827 Relatório preliminar da CAE ACEF/1415/17827 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Lisboa A.1.a. Outras Instituições

Leia mais

Auto-avaliação da Licenciatura em Gestão e Administração Hoteleira

Auto-avaliação da Licenciatura em Gestão e Administração Hoteleira Auto-avaliação da Licenciatura em Gestão e Administração Hoteleira Relatório Resumo Junho de 2012 Índice 1. Objectivo... 3 2. Enquadramento... 3 3. Trabalho realizado... 3 4. Dados síntese da Licenciatura

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA PÓS-GRADUAÇÃO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS. 1.ª Edição 2011-2012

INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA PÓS-GRADUAÇÃO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS. 1.ª Edição 2011-2012 INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA PÓS-GRADUAÇÃO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS 1.ª Edição 2011-2012 Nos termos do disposto no artigo 8.º, n.º 1, a), do Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior, aprovado

Leia mais

A ADEQUAÇÃO DO ENSINO ACADÉMICO ÀS NECESSIDADES DAS EMPRESAS: O CASO DA SIMULAÇÃO EMPRESARIAL EM FINANÇAS NO ISCA-UA

A ADEQUAÇÃO DO ENSINO ACADÉMICO ÀS NECESSIDADES DAS EMPRESAS: O CASO DA SIMULAÇÃO EMPRESARIAL EM FINANÇAS NO ISCA-UA A ADEQUAÇÃO DO ENSINO ACADÉMICO ÀS NECESSIDADES DAS EMPRESAS: O CASO DA SIMULAÇÃO EMPRESARIAL EM FINANÇAS NO ISCA-UA Amândio Antunes Fernando Costa Joaquim Neiva Santos Apresentação 2 1. Introdução 2.

Leia mais

CEF/0910/27351 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/27351 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/27351 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Cenil

Leia mais

NCE/10/01746 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/01746 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/01746 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto Politécnico De Coimbra

Leia mais

ACEF/1112/22947 Relatório final da CAE

ACEF/1112/22947 Relatório final da CAE ACEF/1112/22947 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL)

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: Educação e Tecnologias Digitais (Regime a Distância) Edição Instituto de Educação da Universidade

Leia mais

MODERNIZAR E MELHORAR AS ESCOLAS ATRAVÉS DAS TIC

MODERNIZAR E MELHORAR AS ESCOLAS ATRAVÉS DAS TIC 30 Dossier Tic Tac Tic Tac MODERNIZAR E MELHORAR AS ESCOLAS ATRAVÉS DAS TIC Texto de Elsa de Barros Ilustração de Luís Lázaro Contribuir para o aumento do sucesso escolar dos alunos, equipando as escolas

Leia mais

Bolonha: Um caminho que ainda é preciso percorrer.

Bolonha: Um caminho que ainda é preciso percorrer. ANET- 2º. Congresso Nacional Sessão de Encerramento 30 de Novembro de 2007 Luís J. S. Soares Bolonha: Um caminho que ainda é preciso percorrer. As profundas alterações no ensino superior, dinamizadas pelas

Leia mais

BONA PRATICA Nº 9: CURSO DE EMPREENDEDORISMO DE BASE TECNOLÓGICA UNIVERSIDAD DE COIMBRA

BONA PRATICA Nº 9: CURSO DE EMPREENDEDORISMO DE BASE TECNOLÓGICA UNIVERSIDAD DE COIMBRA BONA PRATICA Nº 9: CURSO DE EMPREENDEDORISMO DE BASE TECNOLÓGICA UNIVERSIDAD DE COIMBRA ANTECEDENTES Enquadramento A promoção de um Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica com o envolvimento de todas

Leia mais

GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico

GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico Relatório 008-009 Colecção Relatórios FICHA TÉCNICA Título Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no

Leia mais

KIT CICLO PEDAGÓGICO ESTUDO DO MEIO. Propostas para planeamento, exploração e avaliação de visitas a museus e centros de ciência.

KIT CICLO PEDAGÓGICO ESTUDO DO MEIO. Propostas para planeamento, exploração e avaliação de visitas a museus e centros de ciência. KIT_PEDA_EST_MEIO_5:FERIAS_5_6 09/12/28 15:07 Page 1 1. o CICLO KIT PEDAGÓGICO Pedro Reis ESTUDO DO MEIO 5 Propostas para planeamento, exploração e avaliação de visitas a museus e centros de ciência ISBN

Leia mais

Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica

Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica Florin Zamfir 1, Fernando Delgado 2 e Óscar Mealha 1 1 Universidade de Aveiro Departamento de Comunicação e

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS Cód. 161007 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MEALHADA DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO Ano lectivo 2010-2011 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS A avaliação das crianças e dos alunos (de diagnóstico,

Leia mais

Caracterização dos cursos de licenciatura

Caracterização dos cursos de licenciatura Caracterização dos cursos de licenciatura 1. Identificação do ciclo de estudos em funcionamento Os cursos de 1º ciclo actualmente em funcionamento de cuja reorganização resultam os novos cursos submetidos

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Ciências Empresariais Licenciatura Ciências Económicas e Empresariais / Contabilidade Unidade Curricular Introdução à Contabilidade Semestre: 1 Nº ECTS: 6,0 Regente

Leia mais

ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES Escola Superior de Comunicação Social

PLANO DE ACTIVIDADES Escola Superior de Comunicação Social 1. NOTA INTRODUTÓRIA 1.1 Aprovação do documento Função Nome Responsável: CD / Director / Presidente IPL Aprovação: Assembleia de Representantes / Conselho Geral (Acta de Reunião) Divulgação: Comunidade

Leia mais

Unidade Curricular de Projecto Empresarial, em Parceria com o ISCTE-IUL

Unidade Curricular de Projecto Empresarial, em Parceria com o ISCTE-IUL ENQUDRAMENTO Unidade Curricular de Projecto Empresarial, em Parceria com o ISCTE-IUL A Faculdade de Ciências inclui nos seus planos de estudos diversas disciplinas que têm como objectivo sensibilizar os

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. ESCOLA SECUNDÁRIA EÇA DE QUEIRÓS (401675) Póvoa de Varzim

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. ESCOLA SECUNDÁRIA EÇA DE QUEIRÓS (401675) Póvoa de Varzim Ex.mo Sr. Coordenador do Grupo de Trabalho para a Avaliação das Escolas Rua António Carneiro, 8 4349-003 PORTO Sua Referência Sua Comunicação Nossa Referência Data E-mail de 5/7/2006 24/07/2006 ASSUNTO:

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO 3.1.1 PROGRAMA DE FORMAÇÃO-ACÇÃO PARA PME REGULAMENTO DE CANDIDATURA PARA ENTIDADES

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA Plano Estratégico de Melhoria 2011-2012 Uma escola de valores, que educa para os valores Sustentabilidade, uma educação de, e para o Futuro 1. Plano Estratégico

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PSICOGERONTOLOGIA - APP PROPOSTA DE PROGRAMA PARA O TRIÉNIO 2012 2014

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PSICOGERONTOLOGIA - APP PROPOSTA DE PROGRAMA PARA O TRIÉNIO 2012 2014 Plano de Acção da APP para o triénio 2012-201 Documento de trabalho para contributos Proposta I da APP 2012-201 ASSOCIAÇ PORTUGUESA DE PSICOGERONTOLOGIA - APP PROPOSTA DE PROGRAMA PARA O TRIÉNIO 2012 201

Leia mais

47586 Diário da República, 2.ª série N.º 232 5 de Dezembro de 2011

47586 Diário da República, 2.ª série N.º 232 5 de Dezembro de 2011 47586 Diário da República, 2.ª série N.º 232 5 de Dezembro de 2011 2) Cartas de curso identificação do Reitor da Universidade Nova de Lisboa, identificação do titular do grau, n.º do documento de identificação

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2011

PLANO DE ACTIVIDADES 2011 PLANO DE ACTIVIDADES 2011 MARÇO DE 2011 Este documento apresenta os objectivos estratégicos e as acções programáticas consideradas prioritárias para o desenvolvimento da ESE no ano 2011. O Plano de Actividades

Leia mais

NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Instituto Politécnico De Setúbal

Leia mais

Programa para o Departamento de Engenharia Cerâmica e do Vidro Mário Guerreiro Silva Ferreira

Programa para o Departamento de Engenharia Cerâmica e do Vidro Mário Guerreiro Silva Ferreira Programa para o Departamento de Engenharia Cerâmica e do Vidro Mário Guerreiro Silva Ferreira. 2011-2014 1 Programa de acção Um programa de acção para qualquer unidade orgânica deve atender aos objectivos

Leia mais

Agrupamento de Escolas Professor Noronha Feio

Agrupamento de Escolas Professor Noronha Feio Avaliação efectuada pelo Coordenador e Departamento de ducação special Grelha de Avaliação da Observação da Aula Avaliado: Avaliador: Disciplina/Área Data / / A Preparação e organização das actividades

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE

PÓS-GRADUAÇÃO PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais Centro Regional do Porto Faculdade de Educação e Psicologia PÓS-GRADUAÇÃO PSICOLOGIA CLÍNICA

Leia mais

CONHECER OS DIREITOS E DEVERES DOS ALUNOS

CONHECER OS DIREITOS E DEVERES DOS ALUNOS ESTATUTO DO ALUNO DIREITOS E DEVERES - LEI 39/2010, DE 2 DE SETEMBRO Artigo 7.º Responsabilidade dos alunos 1. Os alunos são responsáveis, em termos adequados à sua idade e capacidade de discernimento,

Leia mais

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

Leia mais

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade

Leia mais

NCE/14/01551 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/14/01551 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/14/01551 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Aveiro A.1.a.

Leia mais

PLANO DE MELHORIA DA BIBLIOTECA da FAV PARA 2015/2016

PLANO DE MELHORIA DA BIBLIOTECA da FAV PARA 2015/2016 Agrupamento de Escolas de Santiago do Cacém Escola Básica Frei André da Veiga PLANO DE MELHORIA DA BIBLIOTECA da FAV PARA 2015/2016 A. Currículo, literacias e aprendizagem Problemas identificados Falta

Leia mais

Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016

Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016 Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016 Para que o início das aulas do novo ano lectivo se realize com facilidade, a Direcção dos Serviços de Educação

Leia mais

NCE/10/00921 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/00921 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/00921 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto Politécnico De Leiria

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA. Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra 2009/2010

RELATÓRIO SOBRE A CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA. Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra 2009/2010 RELATÓRIO SOBRE A CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra 2009/2010 Relatório sobre a concretização do processo de Bolonha 1 Preâmbulo Decreto-Lei nº 107/2008,

Leia mais

NCE/09/02097 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/09/02097 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/09/02097 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas 1 a 7 1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto Politécnico De Santarém 1.a.

Leia mais

Escola Superior De Enfermagem São Francisco das Misericórdias. Anexos

Escola Superior De Enfermagem São Francisco das Misericórdias. Anexos Escola Superior De Enfermagem São Francisco das Misericórdias Anexos Relatório de atividades 2014 Auditoria Interna Serviços Administrativos Quadro 1 não conformidades e reclamações no período de 13.05.2013

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO SABUGAL. Relatório de AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO SABUGAL. Relatório de AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO SABUGAL * * * Relatório de AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE GRELHA DE OBJECTIVOS INDIVIDUAIS DO PESSOAL DOCENTE (Decreto Regulamentar Nº 2/2008, de 10 de Janeiro) Identificação

Leia mais

FICHAS SÍNTESE NACIONAIS SOBRE OS SISTEMAS EDUCATIVOS NA EUROPA E REFORMAS EM CURSO PORTUGAL JUNHO 2009

FICHAS SÍNTESE NACIONAIS SOBRE OS SISTEMAS EDUCATIVOS NA EUROPA E REFORMAS EM CURSO PORTUGAL JUNHO 2009 FICHAS SÍNTESE NACIONAIS SOBRE OS SISTEMAS EDUCATIVOS NA EUROPA E REFORMAS EM CURSO PORTUGAL JUNHO 2009 1. População escolar e língua de instrução Em 2006-2007, o número de jovens entre os 0 e os 29 anos

Leia mais

O Social pela Governança. Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Gestão

O Social pela Governança. Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Gestão O Social pela Governança Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Gestão ÍNDICE GESTÃO... 3 OBJECTIVOS... 3 DESTINATÁRIOS... 3 CONDIÇÕES DE ACESSO E SELECÇÃO DOS CANDIDATOS... 3 INSCRIÇÕES E NÚMERO

Leia mais

Candidatura de. António Dourado Pereira Correia. a Director da FCTUC. Programa de acção do Director da FCTUC

Candidatura de. António Dourado Pereira Correia. a Director da FCTUC. Programa de acção do Director da FCTUC Candidatura de António Dourado Pereira Correia a Director da FCTUC Programa de acção do Director da FCTUC No momento em que as regras de gestão da nossa Faculdade se alteram tão profundamente, centrando-a

Leia mais

INDAGAR E REFLECTIR PARA MELHORAR. Elisabete Paula Coelho Cardoso Escola de Engenharia - Universidade do Minho elisabete@dsi.uminho.

INDAGAR E REFLECTIR PARA MELHORAR. Elisabete Paula Coelho Cardoso Escola de Engenharia - Universidade do Minho elisabete@dsi.uminho. INDAGAR E REFLECTIR PARA MELHORAR Elisabete Paula Coelho Cardoso Escola de Engenharia - Universidade do Minho elisabete@dsi.uminho.pt Este trabalho tem como objectivo descrever uma experiência pedagógica

Leia mais

EngIQ. em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química. Uma colaboração:

EngIQ. em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química. Uma colaboração: EngIQ Programa de Doutoramento em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química Uma colaboração: Associação das Indústrias da Petroquímica, Química e Refinação (AIPQR) Universidade de Aveiro Universidade

Leia mais

LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL PLANO DE TRANSIÇÃO

LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL PLANO DE TRANSIÇÃO LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL PLANO DE TRANSIÇÃO ENTRE O PLANO DE ESTUDOS EM VIGOR ATÉ AO ANO LETIVO 2014/2015 E O NOVO PLANO Artigo 1º (Âmbito) O presente plano regula o processo de transição

Leia mais

COMISSÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE MESTRADO EM ENSINO DE DANÇA ANO LECTIVO DE 2011/2012-1º SEMESTRE RELATÓRIO

COMISSÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE MESTRADO EM ENSINO DE DANÇA ANO LECTIVO DE 2011/2012-1º SEMESTRE RELATÓRIO COMISSÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE MESTRADO EM ENSINO DE DANÇA ANO LECTIVO DE 2011/2012-1º SEMESTRE RELATÓRIO O Curso de Mestrado em Ensino de Dança, cuja 1ª edição teve início em Outubro de 2011 foi, sem

Leia mais

PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES

PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES O Plano Plurianual de Atividades é um documento de planeamento que define, em função do Projeto Educativo, os objetivos, as formas de organização e de programação das atividades e que procede à identificação

Leia mais

Normas e Critérios Gerais de Avaliação. Cursos Profissionais

Normas e Critérios Gerais de Avaliação. Cursos Profissionais Normas e Critérios Gerais de Avaliação Cursos Profissionais O formador deve orientar toda a sua atividade didática no sentido de promover o sucesso educativo do formando através de planificações contextualizadas,

Leia mais

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Lisboa A.1.a. Outras Instituições

Leia mais

2015/2016. Página 1 de 11 I. NOTA INTRODUTÓRIA 2. EIXOS ESTRATÉGICOS 2.1. OFERTA EDUCATIVA, NOVOS PÚBLICOS, ATRATIVIDADE. Código IMP.EM.EI.

2015/2016. Página 1 de 11 I. NOTA INTRODUTÓRIA 2. EIXOS ESTRATÉGICOS 2.1. OFERTA EDUCATIVA, NOVOS PÚBLICOS, ATRATIVIDADE. Código IMP.EM.EI. 2015/2016 I. NOTA INTRODUTÓRIA A missão, os princípios e os valores de uma instituição são fulcrais para a sua definição estratégica, conforme expresso nos seus estatutos. O Instituto Superior de Ciências

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha - Fundão Ano Lectivo 2010/2011 Ensino Básico A avaliação escolar tem como finalidade essencial informar o aluno, o encarregado de educação e o próprio professor,

Leia mais

A formação do professorado em Climántica orientada para o protagonismo ambiental dos estudantes

A formação do professorado em Climántica orientada para o protagonismo ambiental dos estudantes A formação do professorado em Climántica orientada para o protagonismo ambiental dos estudantes Francisco Sóñora Luna Director del proyecto Climántica. Consellería de Medio Ambiente e Desenvolvemento Sostible.

Leia mais

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS I Os cinco domínios 1. Resultados 2. Prestação do serviço educativo 3. Organização e gestão escolar 4. Liderança 5. Capacidade de auto-regulação

Leia mais

MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITETURA NORMAS REGULAMENTARES ARTIGO 1.º. Grau

MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITETURA NORMAS REGULAMENTARES ARTIGO 1.º. Grau MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITETURA NORMAS REGULAMENTARES ARTIGO 1.º Grau 1. A ESAP confere o grau de Mestre em Arquitetura, através de Mestrado Integrado, na especialidade de Arquitetura e comprova um nível

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS EDUCATIVAS

INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS EDUCATIVAS INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS EDUCATIVAS RELATÓRIO ANUAL (2009/2010) Índice 1 Cumprimento do plano estratégico e do plano anual... 2 1.1. Do plano estratégico... 2 1.1.1. - Desenvolvimento e Inovação

Leia mais

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA 11ª Classe

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA 11ª Classe PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA 11ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Formação Profissional Ficha Técnica Título Programa de Metodologia do Ensino de Matemática

Leia mais

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Escola Nacional de Saúde Pública REGULAMENTO E PLANO DE ESTUDOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Escola Nacional de Saúde Pública REGULAMENTO E PLANO DE ESTUDOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA REGULAMENTO E PLANO DE ESTUDOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA JULHO DE 2015 ÍNDICE CHAVE DE SIGLAS 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DESTINATÁRIOS... 4 3. FINALIDADE... 4 4. OBJECTIVOS GERAIS... 4 5. PLANO

Leia mais

ANÁLISE SWOT DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS

ANÁLISE SWOT DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS ENCONTRO DA COMISSÃO SECTORIAL PARA A EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO CS/11 ANÁLISE SWOT DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS OPORTUNIDADES, DESAFIOS E ESTRATÉGIAS DE QUALIDADE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO GT2 - Ensino Superior

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE BEJA Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Grupo 550 Informática Ano Lectivo 2015/16 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A avaliação é uma componente essencial do processo

Leia mais

Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar. e no Ensino Básico Relatório-Síntese. Agrupamento de Escolas n.º 1 de Évora

Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar. e no Ensino Básico Relatório-Síntese. Agrupamento de Escolas n.º 1 de Évora Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no Ensino Básico Relatório-Síntese Agrupamento de Escolas n.º 1 de Évora AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N.º 1 DE ÉVORA CÓDIGO 135537 CONCELHO DE ÉVORA DELEGAÇÃO REGIONAL

Leia mais

Projeto de Intervenção

Projeto de Intervenção Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Braga Projeto de Intervenção 2014/2018 Hortense Lopes dos Santos candidatura a diretora do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Braga Braga, 17 abril de 2014

Leia mais

NCE/10/01836 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/01836 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/01836 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fedrave - Fundação Para O Estudo E

Leia mais

Manual de Procedimentos POSI-E3

Manual de Procedimentos POSI-E3 Manual de Procedimentos POSI-E3 13 de Abril de 2012 1 Índice 1. INTRODUÇÃO 3 2. COORDENAÇÃO GERAL 5 3. DOCENTES E DISCIPLINAS 7 3.1 INFORMAÇÃO AOS ALUNOS 7 3.2 RELAÇÕES ALUNOS / DOCENTES 8 4.1 ÁREA PEDAGÓGICA

Leia mais

MODELOS Y DINÁMICA DE LA DOCENCIA

MODELOS Y DINÁMICA DE LA DOCENCIA MODELOS Y DINÁMICA DE LA DOCENCIA CRIAÇÃO DO GAEL (GABINETE DE APOIO À PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS E E-LEARNING) ESTUDO DE CASO: PROJECTO CAL2000 DR.ª CARLA PATROCÍNIO, DR. RUI MENDES GABINETE DE ESTUDOS E PLANEAMENTO

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Psicologia e Educação

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Psicologia e Educação UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Psicologia e Educação Regulamento de Estágios 2º Ciclo em Psicologia da Universidade da Beira Interior Artigo 1.º

Leia mais