Universidade Federal de Santa Catarina. Leticia de Oliveira Masotti A INTER-RELAÇÃO ENTRE DIABETES E DOENÇA PERIODONTAL.

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1 Universidade Federal de Santa Catarina Leticia de Oliveira Masotti A INTER-RELAÇÃO ENTRE DIABETES E DOENÇA PERIODONTAL Florianópolis 2008

2 Universidade Federal de Santa Catarina Leticia de Oliveira Masotti A INTER-RELAÇÃO ENTRE DIABETES E DOENÇA PERIODONTAL Florianópolis 2008

3 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA A INTER-RELAÇÃO ENTRE DIABETES E DOENÇA PERIODONTAL Leticia de Oliveira Masotti Monografia apresentada como parte dos requisitos para a obtenção do titulo de especialista em periodontia. Orientador: Prof. Dr.Ricardo de Souza Magini Co-orientador: Armando Rodrigues Lopes Pereira Neto, 1" r- 1,71- (-) CA. CD c..) -a CC: Ei ^71,".. r ) s = '5 0 gt N.C ham. E- PER,J Ex.! UFSC BSCCSO Ex.1 BSCCSO Florianópolis 2008

4 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA A INTER-RELAÇÃO ENTRE DIABETES E DOENÇA PERIODONTAL Leticia de Oliveira Masotti Monografia apresentada como parte dos requisitos para a obtenção do titulo de especialista em periodontia. Orientador: Prof. Dr.Ricardo de Souza Magini Co-orientador: Armando Rodrigues Lopes Pereira Neto, 1" r- 1,71- (-) CA. CD c..) -a CC: Ei ^71,".. r ) s = '5 0 gt N.C ham. E- PER,J Ex.! UFSC BSCCSO Ex.1 BSCCSO Florianópolis 2008

5 LETICIA DE OLIVEIRA MASOTTI A inter-relação entre diabetes e doença periodontal Este trabalho de conclusão foi julgado adequado para obtenção do titulo de Especialista em Periodontia e aprovado em sua forma final pelo Curso de Especialização em Periodontia. Florianópolis, 12 de dezembro de Banca examinadora: Prof. Dr. Ricardo de Souza Magini Armando Rodrigues Lopes Pereira Neto

6 LETICIA DE OLIVEIRA MASOTTI A inter-relação entre diabetes e doença periodontal Este trabalho de conclusão foi julgado adequado para obtenção do titulo de Especialista em Periodontia e aprovado em sua forma final pelo Curso de Especialização em Periodontia. Florianópolis, 12 de dezembro de Banca examinadora: Prof. Dr. Ricardo de Souza Magini Armando Rodrigues Lopes Pereira Neto

7 Agradecimento A Deus, por estar sempre presente, proporcionando forças e inspirações nos momentos difíceis, para a realização desta conquista. Aos meus pais, que sempre acreditaram em mim, me apoiando e me ajudando em todos os momentos. Ao meu orientador, Prof. Dr. Ricardo de Souza Magini, que com seu conhecimento me proporcionou inúmeros aprendizados. Ao meu co-orientador, Armando Rodrigues Lopes Pereira Neto, que me orientou tanto nas clinicas como na elaboração dessa monografia. Aos meus colegas de curso, pelos bons momentos durante esses anos, especialmente a Camila, minha dupla, que esteve presente tantos nos momentos bons quanto ruins, dentro e fora das clinicas. A todos os meus amigos e parentes, que sempre estiveram ao meu lado.

8 Agradecimento A Deus, por estar sempre presente, proporcionando forças e inspirações nos momentos difíceis, para a realização desta conquista. Aos meus pais, que sempre acreditaram em mim, me apoiando e me ajudando em todos os momentos. Ao meu orientador, Prof. Dr. Ricardo de Souza Magini, que com seu conhecimento me proporcionou inúmeros aprendizados. Ao meu co-orientador, Armando Rodrigues Lopes Pereira Neto, que me orientou tanto nas clinicas como na elaboração dessa monografia. Aos meus colegas de curso, pelos bons momentos durante esses anos, especialmente a Camila, minha dupla, que esteve presente tantos nos momentos bons quanto ruins, dentro e fora das clinicas. A todos os meus amigos e parentes, que sempre estiveram ao meu lado.

9 4 RESUMO MASOTTI, Leticia de Oliveira. A inter-relação entre diabetes e doença periodontal f. Trabalho de conclusão (Especialização) - Curso de Especialização em Periodontia, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. Diabetes Mellitus inclui um grupo de desordens metabólicas caracterizada por um aumento nos níveis de glicose no sangue, resultando em defeitos na produção de insulina, ação ou ambos. É uma doença caracterizada por anormalidades metabólicas e endócrinas tendo como conseqüência a hiperglicemia, que resulta em alterações em muitos setores do organismo. A doença periodontal é uma condição crônica inflamatória induzida por bactérias periodontopatógenas que induzem a gengivite (sem perda óssea) ou a periodontite (com perda do osso de suporte). Muitos estudos têm demonstrado que a prevalência, severidade e a progressão da doença periodontal são significantemente aumentadas em pacientes com diabetes. Consequentemente, diabetes é reconhecida como um importante fator de risco para periodontite. Pretende-se demonstrar o papel que o diabetes mellitus exerce em relação à prevalência, severidade e progressão da doença periodontal, por ser constatado nos pacientes diabéticos maiores níveis de inflamação gengival e maiores indices de perda de inserção, profundidade de sondagem e perda óssea alveolar. Também pretende-se dar informações que instrumentem o profissional a identificar quem necessita de tratamento e como tratar esses indivíduos. Palavras - chave: Diabetes, Doença Periodontal, nível de glicose.

10 4 RESUMO MASOTTI, Leticia de Oliveira. A inter-relação entre diabetes e doença periodontal f. Trabalho de conclusão (Especialização) - Curso de Especialização em Periodontia, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. Diabetes Mellitus inclui um grupo de desordens metabólicas caracterizada por um aumento nos níveis de glicose no sangue, resultando em defeitos na produção de insulina, ação ou ambos. É uma doença caracterizada por anormalidades metabólicas e endócrinas tendo como conseqüência a hiperglicemia, que resulta em alterações em muitos setores do organismo. A doença periodontal é uma condição crônica inflamatória induzida por bactérias periodontopatógenas que induzem a gengivite (sem perda óssea) ou a periodontite (com perda do osso de suporte). Muitos estudos têm demonstrado que a prevalência, severidade e a progressão da doença periodontal são significantemente aumentadas em pacientes com diabetes. Consequentemente, diabetes é reconhecida como um importante fator de risco para periodontite. Pretende-se demonstrar o papel que o diabetes mellitus exerce em relação à prevalência, severidade e progressão da doença periodontal, por ser constatado nos pacientes diabéticos maiores níveis de inflamação gengival e maiores indices de perda de inserção, profundidade de sondagem e perda óssea alveolar. Também pretende-se dar informações que instrumentem o profissional a identificar quem necessita de tratamento e como tratar esses indivíduos. Palavras - chave: Diabetes, Doença Periodontal, nível de glicose.

11 5 Abstract Diabetes Mellitus includes a group of metabolic disorders characterized by an increase in the levels of glucose in the blood, resulting in defects in the production of insulin, action or both. It is a disease characterized by metabolic and endocrine abnormalities resulting in the hyperglycemia, which results in change in many sectors of the body. Periodontal disease is a chronic inflammatory condition induced by bacteria periodontopathogen leading to gingivitis (without bone loss) or periodontitis (with loss of bone support). Many studies have shown that the prevalence, severity and progression of periodontal disease are significantly increased in patients with diabetes. Consequently, diabetes is recognized as an important risk factor for periodontitis. The aim is to demonstrate the role that diabetes exerts on the prevalence, severity and progression of periodontal disease, being found in diabetic patients higher levels of gingival inflammation and higher rates of loss of integration, depth of exploration and alveolar bone loss. It also aims to give information which instruments to identify the professional who needs treatment and how to treat these individuals. Key words: Diabets, Periodontal disease, level of glucose.

12 5 Abstract Diabetes Mellitus includes a group of metabolic disorders characterized by an increase in the levels of glucose in the blood, resulting in defects in the production of insulin, action or both. It is a disease characterized by metabolic and endocrine abnormalities resulting in the hyperglycemia, which results in change in many sectors of the body. Periodontal disease is a chronic inflammatory condition induced by bacteria periodontopathogen leading to gingivitis (without bone loss) or periodontitis (with loss of bone support). Many studies have shown that the prevalence, severity and progression of periodontal disease are significantly increased in patients with diabetes. Consequently, diabetes is recognized as an important risk factor for periodontitis. The aim is to demonstrate the role that diabetes exerts on the prevalence, severity and progression of periodontal disease, being found in diabetic patients higher levels of gingival inflammation and higher rates of loss of integration, depth of exploration and alveolar bone loss. It also aims to give information which instruments to identify the professional who needs treatment and how to treat these individuals. Key words: Diabets, Periodontal disease, level of glucose.

13 6 Sumário 1)Introdução 7 2) Revisão de Literatura 9 2.1) Diabetes 9 2.2) Doença Periodontal ) Diabetes Mellitus e Doença Periodontal ) Microbiota Subgengival ) Tratamento 20 3) Conclusão 23 4) Referências Bibliográficas 26

14 6 Sumário 1)Introdução 7 2) Revisão de Literatura 9 2.1) Diabetes 9 2.2) Doença Periodontal ) Diabetes Mellitus e Doença Periodontal ) Microbiota Subgengival ) Tratamento 20 3) Conclusão 23 4) Referências Bibliográficas 26

15 1) INTRODUÇÃO 7 A doença periodontal é entendida tradicionalmente como uma condição crônica inflamatória induzida por bactérias periodontopatógenas, que potencialmente induzem a gengivite, que. é uma forma não destrutiva da doença ou a periodontite, que acarreta em destruição dos tecidos de suporte periodontais. (PAGE, 1986; MARIOTTI, 1999) Atualmente, as doenças periodontais são classificadas pela Academia Americana de Periodontia da seguinte maneira: periodontite crônica, periodontite agressiva, formas de periodontite por doenças sistêmicas e formas necrosantes de periodontite( LINDHE, 2005). Recentes estudos têm demonstrado que a doença periodontal apresenta interação sistêmica, influenciando na atividade inflamatória de outras doenças e mutuamente, a reciproca é verdadeira. Dessa forma, a lacuna entre a atividade inflamatória de doenças sistêmicas e a atividade inflamatória induzida no periodonto por uma microbiota patogênica deve ser desmitificada, sob pena de negligenciarmos interações importantes, especialmente no diabetes mellitus tipo 2 (MDT2), doenças cardiovasculares e obesidade. 0 sinergismo da atividade da doença periodontal com outras doenças sistêmicas parece estar claro, especialmente no agravamento de quadros sistêmicos. A patogênese e a severidade da doença periodontal diferem entre individuos(jansson et al., 2006). Doenças periodontais são evitáveis ate mesmo em indivíduos mais susceptíveis e a progressão da destruição pode ser impedida quando a doença é diagnosticada em estágios iniciais(lalla et al., 2007). Dentre as alterações sistêmicas relacionadas com a doença periodontal, o Diabetes Mellitus é uma desordem patológica de origem endócrina. (MADEIRO et al., 2005.) Primeiramente, afeta o metabolismo de carboidratos, caracterizando uma hiperglicemia(aumento da glicose sanguínea) resultado de

16 1) INTRODUÇÃO 7 A doença periodontal é entendida tradicionalmente como uma condição crônica inflamatória induzida por bactérias periodontopatógenas, que potencialmente induzem a gengivite, que. é uma forma não destrutiva da doença ou a periodontite, que acarreta em destruição dos tecidos de suporte periodontais. (PAGE, 1986; MARIOTTI, 1999) Atualmente, as doenças periodontais são classificadas pela Academia Americana de Periodontia da seguinte maneira: periodontite crônica, periodontite agressiva, formas de periodontite por doenças sistêmicas e formas necrosantes de periodontite( LINDHE, 2005). Recentes estudos têm demonstrado que a doença periodontal apresenta interação sistêmica, influenciando na atividade inflamatória de outras doenças e mutuamente, a reciproca é verdadeira. Dessa forma, a lacuna entre a atividade inflamatória de doenças sistêmicas e a atividade inflamatória induzida no periodonto por uma microbiota patogênica deve ser desmitificada, sob pena de negligenciarmos interações importantes, especialmente no diabetes mellitus tipo 2 (MDT2), doenças cardiovasculares e obesidade. 0 sinergismo da atividade da doença periodontal com outras doenças sistêmicas parece estar claro, especialmente no agravamento de quadros sistêmicos. A patogênese e a severidade da doença periodontal diferem entre individuos(jansson et al., 2006). Doenças periodontais são evitáveis ate mesmo em indivíduos mais susceptíveis e a progressão da destruição pode ser impedida quando a doença é diagnosticada em estágios iniciais(lalla et al., 2007). Dentre as alterações sistêmicas relacionadas com a doença periodontal, o Diabetes Mellitus é uma desordem patológica de origem endócrina. (MADEIRO et al., 2005.) Primeiramente, afeta o metabolismo de carboidratos, caracterizando uma hiperglicemia(aumento da glicose sanguínea) resultado de

17 8 defeitos na secreção de insulina, bloqueio da secreção desse hormônio ou os dois processos associados. Alterações no metabolismo de lipidios e proteínas também são vistos (COHEN, 2000.). A doença periodontal encontra-se ligada ao controle metabólico de modo bidirecional, ou seja, influenciando e sofrendo influência do Diabetes Mellitus. 0 nível glicêrnico constitui-se uma importante variável na inter-relação entre essas duas doenças, onde maior prevalência e severidade de destruição dos tecidos periodontais são observados em indivíduos com pobre controle da glicemia (TERVONEN; OLIVER, 1993; KARJALAINEN; KNUUTTILA, 1996; CAMPOS et al., 2005; MEALEY; OCAMPO, 2007). Pacientes com inicio de diabetes na infância, a periodontite parece começar por volta da puberdade e progride com o aumento da idade. Crianças com diabetes possuem maior inflamação gengival, além de maior perda de suporte(lalla et al, 2007). Considerando a importância do Diabetes Mellitus e a sua influência no desenvolvimento e progressão da doença periodontal, foi objetivo deste trabalho realizar uma revisão da literatura caracterizando os processos imunoinflamatórios e os mecanismos patogênicos envolvidos entre essas duas desordens e analisar o papel do cirurgião-dentista na promoção e manutenção da qualidade de vida e do bem-estar do paciente diabético.

18 8 defeitos na secreção de insulina, bloqueio da secreção desse hormônio ou os dois processos associados. Alterações no metabolismo de lipidios e proteínas também são vistos (COHEN, 2000.). A doença periodontal encontra-se ligada ao controle metabólico de modo bidirecional, ou seja, influenciando e sofrendo influência do Diabetes Mellitus. 0 nível glicêrnico constitui-se uma importante variável na inter-relação entre essas duas doenças, onde maior prevalência e severidade de destruição dos tecidos periodontais são observados em indivíduos com pobre controle da glicemia (TERVONEN; OLIVER, 1993; KARJALAINEN; KNUUTTILA, 1996; CAMPOS et al., 2005; MEALEY; OCAMPO, 2007). Pacientes com inicio de diabetes na infância, a periodontite parece começar por volta da puberdade e progride com o aumento da idade. Crianças com diabetes possuem maior inflamação gengival, além de maior perda de suporte(lalla et al, 2007). Considerando a importância do Diabetes Mellitus e a sua influência no desenvolvimento e progressão da doença periodontal, foi objetivo deste trabalho realizar uma revisão da literatura caracterizando os processos imunoinflamatórios e os mecanismos patogênicos envolvidos entre essas duas desordens e analisar o papel do cirurgião-dentista na promoção e manutenção da qualidade de vida e do bem-estar do paciente diabético.

19 9 2) REVISAO DE LITERATURA 2.1 DIABETES 0 Diabetes Mellitus é uma desordem endócrina caracterizada por uma deficiência na metabolização de carboidratos, proteínas e lipídios e alteração na tolerância a glicose (AMERICAN DIABETES ASSOCIATON, 2001). A deficiência na síntese, secreção e ação do hormônio insulina resultam em altos níveis de glicose séricos (hiperglicemia). Didaticamente, pode-se dividir o diabetes em tipo 1 (DTM1) ou insulinodependente e diabetes mellitus tipo 2 (DTM2) ou não insulino-dependente. Assim, a DTM1 ocorre quando há apoptose das células beta pancreáticas. Nos pacientes portadores de DTM2, que representam 90% dos casos, há uma relação direta com o aumento do tecido adiposo visceral. Representativamente, o tecido adiposo mostra atividade na hormono-regulação dos órgãos, que realizam atividade metabólica. (MEALEY; OATES, 2006; GRAVES etal., 2007.) Outras formas menos comuns são os diabetes gestacionais, associados a medicamentos(corticoides), doenças do pâncreas(fibrose cística), infecções(rubéola congênita) e síndromes genéticas.(american DIABETES ASSOCIATON, 2001). A hiperglicemia crônica leva ao desenvolvimento de sintomas clássico do diabetes como a poliúria, polidipsia e polifagia (SOSKOLNE; KLINGER, 2001), além de estar associada a inúmeras alterações sistêmicas como doenças cardiovasculares, nefropatias, retinopatias e neuropatias (MEALEY; OCAMPO, 2007). Em longo prazo, a hiperglicemia pode causar disfunção e falência de diversos órgãos (ORSO; PANGNONCELLI, 2002; SOUZA et al., 2003;). Em 1985, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estimou que aproximadamente 30 milhões de pessoas eram acometidas pelo diabetes. Este

20 9 2) REVISAO DE LITERATURA 2.1 DIABETES 0 Diabetes Mellitus é uma desordem endócrina caracterizada por uma deficiência na metabolização de carboidratos, proteínas e lipídios e alteração na tolerância a glicose (AMERICAN DIABETES ASSOCIATON, 2001). A deficiência na síntese, secreção e ação do hormônio insulina resultam em altos níveis de glicose séricos (hiperglicemia). Didaticamente, pode-se dividir o diabetes em tipo 1 (DTM1) ou insulinodependente e diabetes mellitus tipo 2 (DTM2) ou não insulino-dependente. Assim, a DTM1 ocorre quando há apoptose das células beta pancreáticas. Nos pacientes portadores de DTM2, que representam 90% dos casos, há uma relação direta com o aumento do tecido adiposo visceral. Representativamente, o tecido adiposo mostra atividade na hormono-regulação dos órgãos, que realizam atividade metabólica. (MEALEY; OATES, 2006; GRAVES etal., 2007.) Outras formas menos comuns são os diabetes gestacionais, associados a medicamentos(corticoides), doenças do pâncreas(fibrose cística), infecções(rubéola congênita) e síndromes genéticas.(american DIABETES ASSOCIATON, 2001). A hiperglicemia crônica leva ao desenvolvimento de sintomas clássico do diabetes como a poliúria, polidipsia e polifagia (SOSKOLNE; KLINGER, 2001), além de estar associada a inúmeras alterações sistêmicas como doenças cardiovasculares, nefropatias, retinopatias e neuropatias (MEALEY; OCAMPO, 2007). Em longo prazo, a hiperglicemia pode causar disfunção e falência de diversos órgãos (ORSO; PANGNONCELLI, 2002; SOUZA et al., 2003;). Em 1985, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estimou que aproximadamente 30 milhões de pessoas eram acometidas pelo diabetes. Este

21 10 número aumentou para 135 milhões em 1995 e para 217 milhões em Para 2030, a OMS estima que pelo menos 366 milhões de pessoas sejam afetadas pelo diabetes (SMYTH, 2006). Muitos fatores estão envolvidos para este continuo crescimento entre os quais o aumento na prevalência de obesidade, formas de diagnóstico mais fáceis e sofisticadas, diminuição da mortalidade e aumento da sobrevida da população (NATIONAL INSTITUTE OF DIABETES AND DIGESTIVE AND KIDNEY DISEASES). 0 diabetes mellitus é considerado pela Organização Mundial da Saúde e pela Federação Internacional de Diabetes como uma epidemia global, sendo que no Brasil estima-se que 7,6% da população, entre 30 e 69 anos, sejam portadores dessa enfermidade sistêmica(drumond-santana, 2007) A classificação do diabetes é baseada atualmente nas características fisiopatológicas de cada forma da doença (AMERICAN DIABETES ASSOCIATION, 2006). Existem dois tipos de Diabetes Mellitus: Tipo 1: Corresponde a 10% dos diabéticos, aparecendo geralmente antes dos 25 anos de idade. É uma condição mais grave que o diabetes tipo 2 e as complicações são mais presentes. Geralmente, está associado a um fator hereditário. É sempre sintomático, manifestando-se por poliúria, polidpsia, polifagia e cetoacidose, como resultado de distúrbios metabólicos(madeiro, 2005). Tipo 2: Corresponde a 90% dos diabéticos, aparecendo geralmente após os 40 anos de idade. É resultado de defeitos na molécula de insulina ou de alterações nos receptores das células e resulta numa função prejudicada da insulina. As principais causas são a obesidade e o envelhecimento (MADEIRO, 2005). A tolerância á glicose geralmente é melhorada com a dieta e o controle do peso.(rodrigues, 2003). Normalmente, não depende de insulina exógena para seu controle ou para prevenção da cetoacidose, porém

22 10 número aumentou para 135 milhões em 1995 e para 217 milhões em Para 2030, a OMS estima que pelo menos 366 milhões de pessoas sejam afetadas pelo diabetes (SMYTH, 2006). Muitos fatores estão envolvidos para este continuo crescimento entre os quais o aumento na prevalência de obesidade, formas de diagnóstico mais fáceis e sofisticadas, diminuição da mortalidade e aumento da sobrevida da população (NATIONAL INSTITUTE OF DIABETES AND DIGESTIVE AND KIDNEY DISEASES). 0 diabetes mellitus é considerado pela Organização Mundial da Saúde e pela Federação Internacional de Diabetes como uma epidemia global, sendo que no Brasil estima-se que 7,6% da população, entre 30 e 69 anos, sejam portadores dessa enfermidade sistêmica(drumond-santana, 2007) A classificação do diabetes é baseada atualmente nas características fisiopatológicas de cada forma da doença (AMERICAN DIABETES ASSOCIATION, 2006). Existem dois tipos de Diabetes Mellitus: Tipo 1: Corresponde a 10% dos diabéticos, aparecendo geralmente antes dos 25 anos de idade. É uma condição mais grave que o diabetes tipo 2 e as complicações são mais presentes. Geralmente, está associado a um fator hereditário. É sempre sintomático, manifestando-se por poliúria, polidpsia, polifagia e cetoacidose, como resultado de distúrbios metabólicos(madeiro, 2005). Tipo 2: Corresponde a 90% dos diabéticos, aparecendo geralmente após os 40 anos de idade. É resultado de defeitos na molécula de insulina ou de alterações nos receptores das células e resulta numa função prejudicada da insulina. As principais causas são a obesidade e o envelhecimento (MADEIRO, 2005). A tolerância á glicose geralmente é melhorada com a dieta e o controle do peso.(rodrigues, 2003). Normalmente, não depende de insulina exógena para seu controle ou para prevenção da cetoacidose, porém

23 II requer seu uso para correção da hiperglicemia persistente que não responde dieta apropriada ou a hipoglicemiantes orais.(madeiro, 2005) O diagnostico do diabetes mellitus é realizado através de sintomas clínicos da doença e exames laboratoriais, sendo comum pacientes assintomáticos, nos quais o diagnostico s6 é conseguido por investigação laboratorial. 0 método convencional usado para o diagnostico do diabetes é a monitoração em jejum da glicose no sangue. A American Diabetes Association (2006) definiu que em indivíduos normais, a concentração plasmática de glicose situa-se entre 70 e 99 mg/dl. Níveis superiores indicam graus variados de tolerância à glicose (pré-diabetes) ou diabetes. Acima de 126mg/dI o paciente é considerado diabético. 0 teste de glicose no sangue, apesar de oferecer resultados confiáveis e consistentes não permite a avaliação da glicemia por um período mais extenso. 0 exame da hemoglobina glicada (HbA1) mede a quantidade de glicose que se liga á hemoglobina nas hemácias. A glicose se liga irreversivelmente à hemoglobina e se manterá ligada à célula por todo seu tempo de vida, em torno de 30 a 90 dias. Quanto mais alto o nível de glicose ao longo do tempo, maior a porcentagem de hemoglobina glicada (American Diabetes Association, 2006). HbA1c (%) Níveis de glicose (MG/di) Tabela correlação entre os níveis de hemoglobina glicada (HbAlc) e os níveis de glicose plasmática. Alguns indivíduos possuem níveis de glicose que não se enquadram nos critérios para diabetes, mas que também são considerados elevados para normalidade. Esta condição é conhecida por deficiência de glicose em jejum e tolerância diminuída a glicose. Indivíduos que apresentam hiperglicemia nos

24 II requer seu uso para correção da hiperglicemia persistente que não responde dieta apropriada ou a hipoglicemiantes orais.(madeiro, 2005) O diagnostico do diabetes mellitus é realizado através de sintomas clínicos da doença e exames laboratoriais, sendo comum pacientes assintomáticos, nos quais o diagnostico s6 é conseguido por investigação laboratorial. 0 método convencional usado para o diagnostico do diabetes é a monitoração em jejum da glicose no sangue. A American Diabetes Association (2006) definiu que em indivíduos normais, a concentração plasmática de glicose situa-se entre 70 e 99 mg/dl. Níveis superiores indicam graus variados de tolerância à glicose (pré-diabetes) ou diabetes. Acima de 126mg/dI o paciente é considerado diabético. 0 teste de glicose no sangue, apesar de oferecer resultados confiáveis e consistentes não permite a avaliação da glicemia por um período mais extenso. 0 exame da hemoglobina glicada (HbA1) mede a quantidade de glicose que se liga á hemoglobina nas hemácias. A glicose se liga irreversivelmente à hemoglobina e se manterá ligada à célula por todo seu tempo de vida, em torno de 30 a 90 dias. Quanto mais alto o nível de glicose ao longo do tempo, maior a porcentagem de hemoglobina glicada (American Diabetes Association, 2006). HbA1c (%) Níveis de glicose (MG/di) Tabela correlação entre os níveis de hemoglobina glicada (HbAlc) e os níveis de glicose plasmática. Alguns indivíduos possuem níveis de glicose que não se enquadram nos critérios para diabetes, mas que também são considerados elevados para normalidade. Esta condição é conhecida por deficiência de glicose em jejum e tolerância diminuída a glicose. Indivíduos que apresentam hiperglicemia nos

25 12 períodos de jejum são diagnosticados como deficiência de glicose em jejum, já àqueles que apresentam hiperglicemia após uma carga glicêmica possuem tolerância diminuída a glicose. Ambas as condições são considerados fortes preditores de futuro desenvolvimento do diabetes Tipo II (AMERICAN DIABETES ASSOCIATION, 2006). Os distúrbios da cavidade bucal mais freqüentes nos diabéticos são: xerostomia, hiposalivação, síndrome de ardência bucal, glossodinia, distúrbios da gustação, infecções, ulcerações na mucosa bucal, hipocalcificação do esmalte, perda precoce de dentes, dificuldade de cicatrização, doença periodontal, hálito cetônico e liquen plano (SOUZA et al., 2003; VERNILL0,2003). 2.2) DOENÇA PERIODONTAL Doença Periodontal é uma inflamação crônica dos tecidos periodontais que resulta em perda de tecido conjuntivo, destruição de osso alveolar e formação de bolsas patológicas em volta dos dentes afetados. A doença normalmente começa com uma inflamação reversível da gengiva em resposta ao acúmulo de placa (KAPELLAS et al., 2008). 0 fator determinante da doença periodontal é o biofilme dental (placa bacteriana). Graus variáveis de inflamação podem ser encontrados relacionados a um controle insatisfatório de placa (MADEIRO, 2005). Bactérias produzem enzimas proteoliticas que danificam o tecido periodontal, mas apenas essa atividade não é suficiente para causar a doença periodontal. Acredita-se que a resposta imune do individuo à bactéria e à sua produção determinam a susceptibilidade da doença aumentando a secreção de citocinas inflamatórias.(silva, 2008) A doença periodontal é classificada da seguinte maneira: Periodontite Crônica: antiga "periodontite do adulto", este termo foi substituído, pois essa forma de doença periodontal pode ocorrer em várias idades, tanto na dentição permanente como na decidua(lindhe, 2005).

26 12 períodos de jejum são diagnosticados como deficiência de glicose em jejum, já àqueles que apresentam hiperglicemia após uma carga glicêmica possuem tolerância diminuída a glicose. Ambas as condições são considerados fortes preditores de futuro desenvolvimento do diabetes Tipo II (AMERICAN DIABETES ASSOCIATION, 2006). Os distúrbios da cavidade bucal mais freqüentes nos diabéticos são: xerostomia, hiposalivação, síndrome de ardência bucal, glossodinia, distúrbios da gustação, infecções, ulcerações na mucosa bucal, hipocalcificação do esmalte, perda precoce de dentes, dificuldade de cicatrização, doença periodontal, hálito cetônico e liquen plano (SOUZA et al., 2003; VERNILL0,2003). 2.2) DOENÇA PERIODONTAL Doença Periodontal é uma inflamação crônica dos tecidos periodontais que resulta em perda de tecido conjuntivo, destruição de osso alveolar e formação de bolsas patológicas em volta dos dentes afetados. A doença normalmente começa com uma inflamação reversível da gengiva em resposta ao acúmulo de placa (KAPELLAS et al., 2008). 0 fator determinante da doença periodontal é o biofilme dental (placa bacteriana). Graus variáveis de inflamação podem ser encontrados relacionados a um controle insatisfatório de placa (MADEIRO, 2005). Bactérias produzem enzimas proteoliticas que danificam o tecido periodontal, mas apenas essa atividade não é suficiente para causar a doença periodontal. Acredita-se que a resposta imune do individuo à bactéria e à sua produção determinam a susceptibilidade da doença aumentando a secreção de citocinas inflamatórias.(silva, 2008) A doença periodontal é classificada da seguinte maneira: Periodontite Crônica: antiga "periodontite do adulto", este termo foi substituído, pois essa forma de doença periodontal pode ocorrer em várias idades, tanto na dentição permanente como na decidua(lindhe, 2005).

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